Hello, sejam muito bem-vindos ao Richer Recebe e hoje ao som desse tambor, né, que podiam ser e indígenas ou aborigenófagos. >> Imagine você, imagine você na floresta no escuro escuto isso aí. >> É com antropófagos querendo caçar, comer você. >> Que perigo, no >> hã, você sabe qual a primeira coisa que o o os antropófagos que mais gostava? Eu Sei porque eu já entrevistei um antropófago, não é assim antropófago? Sei. >> Bunda e costela. Fogo. >> Pera aí só. Só pra galera que não sabe o que que é um antropófago. >> É que é que
come pessoas, come gente >> canal. >> É gente, é canibal. Gente que come gente. Ainda bem que você não encontra um desse lá, Betinho. >> Nossa cara. Olha, >> hoje estamos com o Betinho que ganhou fama. >> Opa. >> Um cara do amor. Esse cara, por amor, ele quase se fodeu. E é assim mesmo, cara. É assim mesmo. >> É vida, né? Quem que >> E se ele tivesse conhecido o Renê, ele teria ficado largado e pelado. [risadas] Largado e pelado. Se tivesse, na verdade, falar coisa, se você tivesse casado com ela, você ia ficar
largado e Pelado, cara. Largado você foi, só não ficou pelado. Só não fiquei pelado. Eu acho que quase dava um reality ali. Mais umas duas horas ali. Se se não se perdesse em duas horas, eu acho que saiam largados e pelados ali, viu? Renê. Sejam muito bem-vindos. >> Prazer. >> Renê. Largados Pelados. Betinho que, mano, eh, teve uma história para contar, não vai contar aqui, já deve ter contado um monte de vezes, obviamente, mas >> precisamos ouvir essa história. >> É, é, precisamos ouvir aqui e e e comentar ela diretamente aqui. >> Amém. Amém. >>
A gente aproveita para falar um pouquinho de algo que eu assim é, as pessoas pensam: "Ah, o Richard é o cara da selva, não, não sou da selva. O Renê é o cara da sobrevivência. Eu sou o cara dos bichos, cara. Gosto é bicho, cara. Não tem uma coisa não é assim. A galera associa que você é o Rambo. >> Não, não, não. >> Juro, tem amigo meu que chega não, porque o Richard deve manjar para caramba, mano. Se largar o Richard, >> eu ando com pessoas que conhecem e por por, né, eh, sinergia acabo
sabendo alguma coisa, mas e a gente aprende muito quando veio o cavalinho aqui. [ __ ] quanta coisa que a gente aprendeu, né? Aliás, foi um [ __ ] legal [ __ ] pod cavalin é um cara fera. >> Essa parada de sobrevivência que nem eh Sítio, cavalo, piscina, uma maravilha dos outros, né? Você tiver que sobrevivenciar isso, você resolve, né? Você >> você >> conheça o amigo que sabe se virar, o resto só deixa. E eu falo, ó, a gente até tava brincando aqui, na sobrevivência, todo mundo tem alguma coisa para contribuir. Todo mundo.
>> Todo mundo. Ou fazer um abrigo ou catar uma >> O cara que não faz nada, pelo menos de comida serve. Ah, [risadas] é. É. Já que o tema é o an verdade antropofagia, [risadas] tem o tem o que eu chamo de amigo da floresta. O amigo da floresta é um cara que normalmente ele vai correr menos que você. >> Ah, isso é importante você ter um cara desse, porque quando der tudo errado, você tiver que correr, ele vai ficar para trás e vai se [ __ ] Você vê que louco. Eu aprendi isso no
amigo, >> mano. Eu aprendi isso no The Walking Dead. Sem brincadeira. Kad é uma série muito famosa, muito conhecida de zumbis e infelizmente barra felizmente essa lição ela é passada num episódio que até ali você fica, nossa que vacilão, mas ali era matar o morrer, né? Então enfim, eu aprendi isso no no The Walking Dead, que realmente o cara que corre menos, ele também tem finalidade, quer ficar para trás e virar almoço. >> As pessoas no instinto de sobrevivência, Elas não pensam assim: "Ah, não, vou vou acompanhar" ou alguma coisa assim, né? Entendeu? tá junto.
Mas então, >> é você você chegou num num ápice aqui do que você para um cara que não tem qualquer tipo de conhecimento, você zero conhecimento >> não tenho. Conhecimento. Eu sou bombeiro, sou >> Ah, você é bombeiro. >> Sou bombeiro civil, sou Opa, certinho. Sou bombeiro civil, socorrista, Resgatista, sou técnico de segurança do trabalho. Sou >> Ah, não. Você não quer ser resgatista aquático. >> Poderia ter sido pior, sei lá. >> Poderia, poderia. Eu porque eu usei muita das técnicas que eu aprendi e fiz em curso no meio da montanha. Tem cara, >> tá?
Vamos, vamos contextualizar. Para quem não lembra da história do Betinho, ele foi o cara que teve um desentendimento, não sei exatamente. Pode, a gente pode contar essa história ou você já, você já levou o processo ainda não? Não, não, não, >> ainda não. [risadas] >> Nem tem como, né? >> Tá preparado? >> Sei lá, ainda é, sei lá. Por isso [risadas] eu sou cuidadoso, porque enfim, não quero saber com quem a gente tá lidando, porque teve uma outra pessoa envolvida, né, >> do sexo feminino. Sim. >> Eh, e conta um pouco porque você ficou seis
dias na mata perdido. É isso. >> Sim, sim. >> [ __ ] que bosta. >> Qu start com ela? Não, >> ela não, ela encontrou o caminho com uma outra um outro grupo de pessoas que ela encontrou enquanto a gente estava descendo a montanha. E daí ela >> foi você, só você e ela, >> só eu e ela. A gente se conheceu, já era o terceiro encontro. Aí tá. >> Você achou que ia ser aquele? Imagina. [risadas] >> Vamos lá do pico da montanha escura. >> Eu sou um cara que eu gosto de conhecer a
pessoa pessoalmente, não tind camisinha lá. [risadas] >> Ela comentou, eu já não vi nada, né? >> Porque é para guardar o material dentro, entendeu? É para bandeja o celular, não pegar chuva. Eu sei, eu sei que o pessoal da saúde, >> se alguém fosse usar em você, que você Tivesse uma proteção. >> É proteção a mais. >> Não, mas a camisa era real [risadas] de crianças, né? Entendeu? >> Eu quando fui lá pr pra África, eu levei um pacotinho de camisinha XL, mano. >> Aí ó, >> mano, eu ten um amigo meu que vai em
Raz fosse fosse >> me [risadas] arrebentar ali, mano, velho, pelo menos Dá para pelo menos usar aqui o preservativa. >> Tem amigo meu que vai em Riven, ele põe camisinha celular, né? Porque Rave sempre chove >> e aí você perde o celular, dependendo da situação, né? Pescaria também. >> Pescaria também. >> Usa a camisinha pr para celular. Simular, não é? Coloca o celular, alguma coisa. É que hoje quase todos os celulares são, mas antigamente 2010, 2009, >> né? Eu era casado e a gente, a pessoa até brincava: "Nossa, teu marido leva camisinha pro pro Rai
>> é sempre também com uma boa desculpa também para um filha da [ __ ] [risadas] >> né? Sempre com um bom [limpando a garganta] álibe, né? Não, eu estava apenas estava apenas protegendo meu celular. Eu acho que você deve ter contado essa história, mas o o start foi Foi sua ideia de ir para esse rolê ou foi da da outra pessoa? >> Ela que deu, fez o convite. Eu dei a ideia assim, eu sou um cara aventureiro, eu gosto de fazer trilha, eu gosto de viajar [limpando a garganta] em conhecer os lugares e eu
nunca tinha conhecido o Pico Paraná. O Pico Paraná é o pico mais alto do sul do >> Você é paranaense? >> Sou paranaense. Sou de Curitiba. >> Você é curitibano? >> Curitibano. É >> diretamente lá. Não viemos de lá até aqui. >> Mas você é daqueles coritibanos que cumprimenta as pessoas? Eu eu sou germiniano, gosto de falar. >> É porque tem tem os dois, viu? Tem um curitibano raiz mesmo. Ele pode viver 30 anos no mesmo prédio que o que o sujeito pega o elevador e nunca falou. Dá um bom dia, boa tarde, boa noite,
>> pessoal. É muito fechado, não sei se é Por conta do clima. É, cara, mas é bem fechadão lá a cidade. Mas enfim, é ela que deu a ideia da gente ir na virada do ano. E eu falei e eu comentei do Pico Paraná, ela falou: "Ah, você não tinha falado daquela montanha lá? Vamos lá junto comigo tomar um banho de cachoeira, virada". Você pensou: "Nossa, cachoeira, papai". >> É, pô, caí de ponta. É, [risadas] >> pô. Brincadeira, brincadeira. >> Não, eu te entendo, pô. [risadas] Todo mundo aqui te entendeu você aí de casa me
entenda também. É, eu fico até feliz de te conhecer assim, falar uma coisa dessa, porque hoje a molecada tua geração, imagina, é, e isso >> não acontece, >> muita, muita gente acha que tem a sobrevivência na selva, mas também tem a sobrevivência, por exemplo, com com ela, a social entre você e um outro indivíduo. Então isso daí tem que levar Muito a certo, cara, porque se você não tá de acordo com a outra pessoa ali, a cagada de dar um risco extremo é maior, gigantesco. Então, foi o que aconteceu comigo. Tá, mas aí você você
já tinha visto ela outras vezes que >> já tinha era do terceiro encontro a gente tecnicamente já >> você conhece pessoalmente e eu olhei aqui >> terceiro encontro você já nem por exemplo você já nem usa mais Já conhece eu já nem tenho o terceiro encontro porque depois do primeiro a pessoa me bloqueia >> então [risadas] assim da hora top demais cara >> o cara tá no record >> verdad minha não vou contar vou contar [risadas] tem uma história minha de 2009 que eu tinha Tinder >> e aí eu dei Met no Tinder, eu fui
falar com a pessoa, oi, aí beleza? E aí inisso Já ficou aqueles três tracinho que a pessoa tá digitando. Ela mandou assim: "Não entrosa, não, dei like sem querer e me bloqueou do Tinder." Eu juro, eu fiquei assim, ó. >> Nesse nível. Então, para mim, Tinder abominável. Tenho medo. >> Finalmente alguém deu um like e não é [risadas] >> não. Eu fui todo feliz. Oi, tudo bom? >> É com uma felicidade de pobre fura pouco. >> Dura pouco. Tinderém. >> Você já teve >> já e famoso. >> Você tá brincando que você tive Tierind? famoso,
mas entre casamentos não. E o meu tava assim, eu não tinha tempo, gente, a minha vida não tenho tempo. Por que que o cara oito vezes? Porque eu não tenho tempo para ficar aí no bar e aí gatinha, beleza? Não tenho esse tempo, não tenho. Então já, o Tinder, o que que ele fazia? Ele já me antecipava. Eu não Tava entre casamento, eu já ia trabalhando a coisa quando eu chegava no lugar já para, >> já tava pronto. E tava escrito lá: "Não me julgue, >> eu sou um ser humano como qualquer outro. Eu tenho
Tinder". >> Como qualquer outro, >> mano, é sério. E não perguntavam se era você? Pergun direto. >> É porque >> direto é fake. Achava que era fake. Muit >> Mas eu dou carteirada. Hoje em dia eu tenho novo, eu dou carteirada. Teve uma que falou assim: "Caraca, você é o filho do". Sou meu pai é [ __ ] Tá lá na Amazônia, mano. [risadas] Vamos fazer alguma coisa. Explorei esse Tinder à vontade carteirada. >> Até alguns da minha família ali usam essas carteiradas. Ah, sou primo do Betinho na montanha lá [risadas] e usa, cara. E
dá certo, cara. Dá certo, >> o passe tá valorizado. >> Tá, mas vamos vamos voltar lá. Aí você, ela chamou pr Podemo, podemos falar contar essa história, ninguém vai levar um processo >> nada, ninguém pode confiar a ver com isso. >> Não, eu já fui em vários podcast, então aqui é livre, cara. Me convidou, falei: "Então vamos, vamos organizar". Aí vocês prepararam a viagem? >> Eu preparei, preparei. Eu peg, peguei barraca, mala. Barraca era dela, na Verdade, né? A gente foi trocando ideia por por mensagem. Aí eu levei fruta, comida, eh alguns acessórios ali que
a gente ia precisar, tipo bandagem, enfim, caso precisassem, né, conhecia lá? >> Ela nunca conhecia, nenhum dos dois conhecia ali. Nenhum dos dois. >> Que beleza. E foram sem guia, sem nada. Foram erro. >> Você tinha um mapa, você tinha tudo isso, né? >> Tinha um mapa. Tinha um mapa, só que daí Acabou a bateria, perdeu. Daí >> não, você não tinha o mapa físico, era mapa de celular. >> Mapa. Mapa de celular. >> Ai [ __ ] >> Entendeu? Mas assim, já começou o erro. Aí já não fomos sem ninguém conheceu o ambiente, entendeu?
>> A ideia era acampar, >> acampar, passar a virada do ano. >> É, mas é [ __ ] Vai levar um guia, cara, >> né? Porque na cabeça dele era ele e ela. Como é que vai levar? E para mim, tipo assim, pô, o lugar é sinalizado. Pensei, >> ela queria alguma coisa diferente. >> É, [risadas] >> uma experiência nova do pico da montanha. >> Coitado. Deixa. >> Não, tanto é que ela cara não vai deixar esse cara. [risadas] >> Foram altos argumentos. É que é muito assunto. É TDAH. >> Não, desculpa, desculpa. [risadas] Vai,
Vai. Não, mas assim, eh, preparamos as coisas, começamos, botamos na mochila, organizamos o dia, vamos, ah, vamos se encontrar no dia 31 de dezembro de 2025. Se encontramos, pegamos, fomos de ônibus, não fomos de carro nem nada, fomos de ônibus metropolitano que tem lá na região de Curitiba. Chegamos no meio da BR, já descemos cheio de bagagem. Aí eu falei: "Pô, por que que você trouxe mais uma bagagem?" Ela levou umas duas, Três mochilas, cara. Aí a gente se olhou assim, não, não vamos subir com tudo isso daqui não, porque a gente ia, o esquema
era subir a montanha e passar mais três dias numa rave. >> Uma rave. >> Era esse o rolê? >> Esse era o rolê. >> Que rolê top. >> Não, mas >> acho que agora eu entendi o as oito camisinhas, entendeu? Mas [risadas] >> não, brincadeira, mas >> brincadeira, mas tem verdade, né? Se fosse uma >> Ah, então >> balada de swing. >> Não, >> mas vocês já tinham dado um beijinho antes? Não, >> não, nem nada. Ah, não era o terceiro date. >> Era o terceiro date. A gente, >> esse é um cara, o homem,
o homem Paciente. Você, você não pode contra o homem paciente, porque o cara tava no terceiro date sem beijinho, sem nada. >> Ah, eu tenho amigas, cara. >> Não, você é um guerreiro. >> Tenho, tenho amigas também. Tenho amigas. Então, esse cara aquele com certeza ele não passa mais tempo olhando catálogo de de um streaming de filme do que assistindo filme, né? Porque a maioria das pessoas passou mais passa catálogo. Não, eu boto um filme, se for Filme velho, se for filme ruim, se for filme, eu dou risada, cara. >> Nossa, >> incrível. Eu consigo
fazer uma comédia. Nada, nem >> nem nada, nemum chamei. Tipo, ó, eu até intimei ela porque, tipo assim, a gente >> Mas você achou que tinha espaço? >> Achei que tinha espaço. Sim, >> senti. Senti, né? Então ela dava, a gente trocava ideia, a gente conversava, tinha uma química ali, >> uma química. É, >> só que daí fui, isso foi quebrando ao longo da tr. Então, mas aí pronto, aí saí no primeiro dia, saíram caminhando, ó. >> É, não, a gente saiu caminhando, descemos do ônibus, saímos caminhando, deixamos as mochilas numas casinhas abandonada lá, >>
que ela, como ela tava com excesso de bagagem, deixamos abandonado. Porque esse é também o esquema da montanha. Você tá com muita bagagem, deixa alguma coisinha mocada que e depois >> mocada, mas tinha mocada que mocada >> escondido. É escondido. A gente deixou escondido, cara, numas casinhas abandonada, velho. Tipo, >> você acha que ninguém vai lá? Ah, acho ninguém foi, na verdade. >> É nessa que tem aquele filme lá, Olha os Flamengo. >> Tava tudo lá quando >> tava tava tudo lá. Tava tudo. >> Tá. Aí vocês saíram para caminhar. >> Aí saiu para caminhar.
Nossa, foi uns 7 km subindo já. A gente nem começou a trilha. Já foi 7 km para chegar até a fazenda, onde começa a fazer a trilha. >> Caramba, >> cara. Isso daí, tipo, assim, a gente não tinha eh não sabia que o parque tava sendo fechado no dia 31, né? Então a gente não tinha essa orientação, a gente chegou lá, tava aberto tudo. Chegamos, trocando, perguntei, né? Ô, é tranquilo Subir aí, tem sinalização. Daí os cara, ah, se você se perder, é Uniandertal. Já começou a dar, não, tranquilo. Então, então sinção, >> mas eu
posso falar, hoje em dia ser chamado de Nendertal é um elogio, tá? >> É, é. >> A, a genética aí já falou que, ó, o melhor do Homo Sapiens é o que veio do Nendertal. Estamos aqui. >> Eu acho que o cara tava te elogiando. >> Ah, pode ser, pode ser, pode ser. Mas eu Não, não >> é que nem a gente não adianta. É, na na hora eu pensei, ah, então [risadas] não vou ser um niertal, né? Vou vou ser alguém melhorzinho ali. Mas enfim, aí antes da gente subir, a gente foi tomar um
banho de cachoeira, né, >> para limpar as energias. Dizem que banho de cachoeira limpa energia. Ali ela começou ali fazer as providências dela de se limpar e eu perguntei: "Você quer uma ajuda, uma mão amiga?" Aí ela falou: "Não, não gosto. Eu gosto de cara tatuado e bombado". Aí eu ali, eu falei: "Ah, >> deu esse corte já." >> Deu esse corte. Eu olhei para ela, falei: "Ah, merda. Não é tatuado e não é bombado. Então fodeu. >> Não, eu falei não, já era, perdi a chance aqui. Então dela falar vamos com amigo falei então
vamos com amigo né? Mas vai >> que viaja para uma floresta >> não. Terceira vez, velho. N >> E cara, às vezes eu ia puxar um entretenimento, tipo cantar uma música, puxar uma conversa, ela mandava calar a boca do nada. Tipo, a mina >> ah, tava >> é já tipo tinha estressado. Por que que será que ela foi contigo, né, cara? Se ela não tava afim, >> cara. Ela tinha falou que tinha um cara que bancava ela e eu fiquei na cabeça, cara, >> se esse cara bancava ela, por que que ela não foi com
ele, entendeu? E daí ela me chamou. >> Você era um amigo mesmo? >> Eu era um amigo. Daí, enfim, amigo não, né? Conhecido. >> É amigo de Deixa errou. Mas enfim, >> é isso [risadas] >> aí. A gente começou a subir a trilha, cara. Nesse subir a trila, eu já comecei a cantar umas musiquinhas, ela já não gostou, começou a embaçar, já começou a Ir na frente, daí eu trocava, chamava ela, ô, não vai sozinha porque tem o risco de se perder e tals. E ali começamos escalar, escal. >> Ah, já tá, já tava antipática
no, no início. >> Já tava antipática no início. E antes da gente subir, a gente passou por uns guardinhas de segurança. Pergunta: "Amor, pode subir?" "Pode subir, vai à vontade, só volte". Daí a gente falou: "Não, fechou, então vamos subir". Tinha Outras pessoas subindo. Chegamos lá, acampamos, começou a chover muito forte. Então, quando começa a chover na montanha eu aprendi que você não anda mais, você para ali, fica mais tranquilo, né? E espera baixar. Não ia baixar, a gente acampou. Dia 31. Passamos dia 31 à tarde para dia 1 de janeiro dormindo junto >> na
mesma barraca. >> Na mesma barraca. Ela se despio lá. Foi, foi uma loucura. Ficou, >> ficou e me xingando um monte, cara. Me xingando um monte de eu falei, cara, que que essa menina quer, mano? Ela tá metendo louco para mim. >> Você ficou nu também? >> Não, eu fiquei, na verdade, eu tive que ficar de cueca porque eu emprestei minha blusa para ela se cobrir e ela tava com frio. Aí eu peguei minha blusa e dei para ela. Eu fiquei de bãozinho. >> Ah, cara, eu sou sou respeitoso, né? O o maior curda do
mais do menor. Então, Leva essa filosofia também. >> Aí, cara. Descansamos, eu puxava um assunto. Ah, como que foi a trilha? Mandava calar a boca. Nossa, meu Deus, mano. Guria. >> Mas esse stress veio da onde? Do nada. >> Não, do nada. Eu tenho uma gira que eu falo caral, tipo, ah, alguma coisa é [ __ ] >> [ __ ] >> É. Falou alguma coisa absurda, [ __ ] >> Tupi, homem. >> Aí ela não gostava disso. Daí falava: "Ah, não gosto de palavrão. Eu não gosto". E mandava cala boca. Deu a mano, >>
que chato. >> Nossa, cara. E eu na paciência, né? Não, não sou rebate. Ela via que eu não rebatia e ela ficava, pô, mais revoltada porque eu não rebatia o que ela falava, entendeu? >> Já queria brigar, >> já queria discutir e queria que eu rebatesse. Eu não, f, eu sou um cara Debochado, né? A pessoa vem discutir, eu não num >> Não, mas eu eu entendo ele sair se perder cinco dias. >> Não, >> certo, >> não. Depois >> não. Aí foi. Não, pera aí. >> Escuta. Isso foi no primeiro dia. Foi no primeiro
dia. >> E como que e como que vocês tretaram feio uma hora? Não, a gente não chegou a Tretar feia. Ela só falou: "Cara, não gostei que você ficar falando [ __ ] e não vamos mais dar rolê". >> Ah, aí é assim, assim no meio da montanha já. >> Aí você falou: "Caralho". Para ela >> deu [ __ ] [risadas] velho. Daí ela ficou mais brava ainda. >> [ __ ] assim, caral, cara. Cara, coisa besta. Coisa besta. Mas foi a primeira >> primeira situação que eu já vi na minha vida desse tipo, a
pessoa se exaltar por Conta disso, entendeu? Ah, então fechou. Ela revoltou mesmo assim, tipo, surtou. >> Não, não disutar tipo, ah, querer me bater nem nada, mas fica braba mesmo, tá ligado? Ah, mano, estragou todo o rolê já. Daí eu falei: "Ah, vou ir para ver a paisagem e fazer umas promessas lá em cima". E é isso. >> Aí você largou ela, não foi a hora? Nada. A gente acampou, acordamos no outro dia, já subimos de madrugada, já era de noite. Aí tinha chegado um outro Companheiro no meio da trilha, que às vezes aparece um
umas pessoas no meio da trilha. Ele chegou num dos primeiros acampamentos onde a gente tava ali. Daí ele era mais experiente, a gente falou: "Você vai com a gente lá, acompanha tudo mais". Falou: "Vamos, acompanho vocês, vou acampar aqui." Acampou junto com a gente ali no mesmo na mesma área e falou: "Amanhã de manhã a gente acorda e já vai". Daí fechou. Então acordamos de manhã, começamos a subir. Só que antes De eu sair da barraca, eu tomei um yorgute. Aí oute já tava dois dias na bolsa. >> [ __ ] >> Nossa, que delícia.
Bateu, saiu, >> irmão. Eu comecei a subir, subir subir subir a montanha naquele fioandoo, >> não é? Começou a fermentar, >> deu cagadeira? >> Não, não deu. Mas fermentar comecei a vomitar, vomitar um monte na montanha. Ixi. >> Aí ela já começou a ir na frente, deixar eu para trás e eu fiquei com um cara que tinha acampado com a gente no primeiro acampamento ali e ele me acompanhando. >> Aí ele me deu água, me me ajudou a subir até a montanha, até o final e quando a gente chegou lá, ela já tava lá em
cima. A gente olhou para ela, falou: "Ó, não vai sozinha porque aqui tem risco de queda, tem um monte de risco, um monte. >> Tem urso, >> não, lá tem javali, tem onça. >> Javali é [ __ ] >> Javali, onça queixada que tem, né? E tem caçador. Vai que tem aqueles, qual que é o nome que você falou dos canibal ali? >> É os antropófagos. >> Antropófagos. [risadas] >> Essa palavra é diferente. Mas enfim, chegamos lá no topo da montanha, cara. Eh, já tinha acabado as comida, já tava, tipo, as comidas que a gente
tinha levado, ela consumiu quase tudo. Eu eu fui tomando Água, muita água. E a água que a gente tinha, cara, ela pegava, tomava e jogava na cara. Assim, eu ficava olhando ela jogando a água na cara. >> Mas tinha bastante nascente lá, né? >> Não, não tem muita. Tem a, tipo, você subir na montanha, só tem uma fontezinha de água. Você subir na montanha e eu encontrei uns galão de água, fiquei, cara, será que essa água aí é deixada para tomar? Aí era água de incêndio e eu bebi água de apagar fogo de floresta. >>
Ah, é? >> Uhum. Cara, foi t tava gostoso. Eu falei, pô, não tá >> não. Mas você tava com ela ainda? >> É o segundo dia. >> Isso não, no primeiro. É, >> não, mas ele vomitou. A culpa era do iogurte, não era da água que era Mas era o segundo dia. >> No segundo dia, >> tá? >> No segundo dia. >> E quando que aconteceu a separação? Na hora da descida, quando a gente já tava no topo da montanha, na hora da descida, voltar. >> Já para voltar, cara. Já para voltar, a gente se
olhou, estamos com frio, tava ventando para caramba. Vamos voltar, vamos pegar nossas coisas e vamos talvez pra Ravia lá, né? Não sabia se >> Ah, você queria pra Rivia ainda. >> É, não sabia se ela queria ou não. >> Essa Rave era perto. Era ali. >> Ah, era em Morretes. >> Ah, tá. Sei onde que é. É em Morretes ali. >> Aí a gente começou a descer. Começou a descer, só que eu ainda tava meio mal. E o pessoal que subiu, acompanhou a gente até a subida ali, o carinha que a gente encontrou lá no
acampamento, ele ficou lá por cima e falou que ia para outro morro, né? Não, fechou. A gente vai voltar lá para para cá, pra base. >> Então só voltou vocês dois? >> Só voltou nós dois. Aí nisso a gente voltando, a gente se perdeu num monte de crista, que é um monte de pedra aqui em cima. A gente ficou procurando onde que saía, não achava. Aí passou um grupo de trilheiros, corredores de montanhas, os cara correem montanha, sobem duas horas, algo que é 4, 5 horas o normal. Aí passaram por nós, ela quis começar a
acompanhar esse grupo e eu passando mal atrás, ela só falou: "Você tá muito lento" e foi acompanhando o grupo. Aí eu Tentei pegar o pique deles, só que meu óculos caiu no meio, ó, um macetezinho que eu aprendi depois, ó, amarrar um >> a cordinha, cara. Mas enfim, o óculos caiu num monte de bananada de pedra e eu não enxergo nada. Aí para achar o óculos foi uns 15, 20 minutos. >> Achou? >> Nossa. >> Achei, cara. E quando vi já não tinha mais ninguém. Deu, pô, lá no topo da montanha, olhando assim, eu já
era dia. >> Que hora que era, >> cara? De manhã, era, acho que é umas 8, 8 da manhã por aí. >> Aí eu falei: "Deus, guia meu caminho, vai me iluminando aí, não me deixa perder, eu vou seguir". Porque eu subi de noite, de madrugada, e tava descendo de dia. A vista era completamente outra, >> outra história, né? totalmente diferente. Quando, tipo, você tá na mata, você você vê, você não deixa nenhum rastro, você se perde, filho. E a Gente não deixou nenhum rastro. Então, fui se descendo penhasco e até que eu cheguei a
um ponto de uma encruzilhada que tinha que pegar esquerda e direita, só que tava mal sinalizado. Por que que eu me perdi? Por conta da mal sinalização do local. >> Você tinha 50% de acertar e de errar. >> 50%. >> E você conseguiu errar? >> Consegui errar por conta sinalização. Nossa, cara. Acontece, pô. >> Acontece 50% de chance é alta. E >> e não é a esquerda ou direita? Qual é? A pírola vermelha azul. Vai sempre pela direita, irmão. >> Eu também acho. >> Olha, >> vai sempre pela direita, nunca vai pela esquerda. >> É
isso, ó. Eu peguei, eu captei isso depois. Só, só vai escutando. >> É, >> eu peguei o caminho da esquerda porque tava com umas garrafa, sabe? Garrafa de plástico. Tava com uma sinalização num num das árvores lá. Peguei, ah, vou descer por aqui. Comecei a descer, descer e na minha cabeça, pô, eu vou descer uma montanha. É só descida. Só descer. >> É o que eu falei para você aquela hora. Falei: "Ah, é só descer." >> Nada, irmão. É descida, subida, descida. Tem mais subida do que descida. >> É, >> mas assim, cara, >> você
acha que tá descendo? Tá subindo, >> tá? E eu dei a sorte para de não pegar o lado que ia para São Paulo. Eu peguei o lado que ia pra Antonina. Se tivesse pegado o lado que ia para São Paulo ia ser pior e ia. Nossa, aí ia tá perdido. >> Mas você tinha, você não tinha referência ali do do capivaria ali do do da represa? É porque também tem nebl nessa época muita chuva. Muito muito Muito mesmo. >> Você conhece a região? >> Conheço, conheço. >> Ali é a cara, >> eu dava curso pra
empresa corporativa ali no Eco Resort que tinha ali, bem no na base ali do Pico Paraná. do Pico Paraná ali. E >> mas eu nunca subi o pico no que você tá falando nem nem tive vontade Ah, cara, é uma experiência muito boa, muito boa. >> Aí você aí quando você se perdeu, foi a Que se fodeu. >> Aí que eu me fodi. Aí tipo, ela já tava longe, já tava no acampamento descansando, que eu fiquei sabendo. Daí >> e ela nem se Bom, aí aí você ficou quanto tempo aí perdido? Olha, eh, até eu
me perder total sem trilha, foi, eu me perdi umas 8 horas, umas 10 horas, já tava perdido total. 10 da noite, 10 da manhã. 10 da manhã, eu era 8 da manhã, eu me perdi ali naquela encruzilhada. Daí eu segui uma outra trajetória que Não era uma trajetória, eu escorreguei de um barranco gigantesco. Aí fui rolando, batendo em galho, mearrando tudo. Não, pode dar risada, cara. Filme >> não, tipo o filme mesmo, cara. E me agarrando nas árvores, tronco assim. >> E aí eu tava perdido. >> Aí você perdeu a trilha. >> Ali eu me
perdi da trilha da >> E sem celular já, né? >> E sem celular, sem nada. Eu deixei o meu, eu deixei meu celular tudo no Acampamento antes de a gente subir a montanha. >> Porque qual que é a ideia? A gente deixa as coisas na base, normalmente, no acampamento e termina de subir sem nada, né? Eu deixei. >> Tinha coisa sua e dela lá. Tinha coisa minha e dela. A minha, o meu celular tinha acabado a bateria e eu botei para carregar no power bank, tava entrada úmida e não carregava. >> Aí eu fal, vamos
só aproveitar a vista Com o olho, né, [limpando a garganta] olho que a o paisagismo ali, né? Olho. >> Aí eu, enfim, escorreguei de um barranco, saí rodando, pô, até eu chegar próximo de uma nascente de água que vinha lá do topo da da montanha. Eh, não é uma nascente, é uma um vale, sabe? É. que com córego de água. Aí eu, cara, vou seguir onde tem água, né? Se eu descudo isso daqui, posso chegar lá na base da montanha, a gente toma banho de Cachoeira. >> É. >> Aí eu pensei nisso daí, né? Eu
falei: "Pô, lá na base lá lá embaixão a gente toma banho. Se eu descer por aqui, eu vou chegar." >> Você imaginou que aquele corpo d'água, ele ia chegar lá? >> Chegar lá, cara. Aí foi o meu primeiro >> e não tinha nada a ver, >> não tinha nada a ver. Aí foi meu primeiro dia, cara, de sobrevivência Extrema. Eu >> Você tava sem nada? >> Eu tava com uma mochila. Tava com uma mochila. >> Você tinha o quê? >> Uma faca. Duas lanternas. Bem, >> é uma faca, duas lanternas, bandagem. Eu tava com um
par de luva, outro. >> Você tinha fogo? >> Não tinha. >> Nossa, >> nada, nada de fogo. Nada, >> nada para fazer também. >> Não é só a faca. E >> é que os cara tem aquela pedrinha, né, que faz >> a perderneira. Perderneira. >> Não, agora eu ando com uma perderneira, ando com kit de sobrevivência. [risadas] >> Cara, vai dar um rolê em São Paulo, o cara já leva tudo. >> Levanta. E aí, esperto, né, cara? Aí o meu primeiro dia de sobrevivência Foi o que eu eu digo que eu enfrentei a morte ali,
por [roncando] eu comecei a descer aquele vale, né? E e é só descida, tá lá do topo da montanha descendo lá de cima e é muita queda, queda livre, cachoeira. Então, tipo assim, eh, os lugares que você vai passar, você vai passar escorando na árvore, não tem como voltar para cima de volta. Mas só descida, só descida. Eu cheguei, eu passei por um vale que era Um penhasco, tinha encontrado uma corda eh no perdi lá no meio do campo. Com as técnicas de bombeiro, a gente aprende a fazer nó e fazer a a descida, é,
soltar tudo certinho, só que a corda tava muito desgastada. Aí eu amarrei ela lá certinho, amarrei no meu tronco, eu falei: "Não, vamos descer, o bagulho não arrebenta no meio, cara". >> [ __ ] >> Nossa, >> cara, me arrebentou no meio ali. Eu Ainda quase caí para trás desse vale, né? Era bem íngr, quase caí, consegui manter o equilíbrio. Daí eu fui me, fui descer ele me escorando em gal. Mas tava cagado e tudo, cara. Não, minha mão, meu maior medo era perder minha mão. >> Isso foi quantos quantos dias no total foi? >>
Foram uns cinco dias. >> Teve busca de de >> teve busca. Foram mais de 700 pessoas. É porque geralmente tem teu tempo, né? Você tá desaparecido à x horas, aí que começa a ter busca, né? >> É. Aí começa a ter mais ali, como é é montanha ali, ali o pessoal já começa. >> Não. E a menina, ela chegou a comentar com alguém que você existia? Não. >> Então ela ach que aconteceu? O cara que subiu lá na montanha comigo, ela tava indo embora, ela tava pegando minhas coisas, indo embora. Ela tava pegando minhas coisas
e eu ih, esse cara que para trás. >> O cara que subiu até a montanha, ele chegou no acampamento lá que ela ela tava descansando e perguntou: "Cadê o Roberto? Cadê o Piala que tá? >> Cadê o Betinho? Betinho?" [risadas] Aí ela, ué, ele não tá não, ele não chegou, não tava no caminho. Eu achei que ele esperou vocês, não sei o quê. Não, não tá. Vamos procurar aqui. Ele começou a acelerar ela para e buscar eu. E onde que você viu ele primeiro? Ah, ela dava uma localização ali, dava outra Ali. >> Nem ela
sabia. >> Nem ela sabia. Até a hora que ela se encheu dele e deixou o cara para trás também no meio da montanha, sem nada, >> cara. Aí >> e ela foi o quê? Em embora para casa. Não, daí ela começou a pegar as coisas, começou a descer, ele e alcançou ela, chamou daí bombeiro. Aí ela dominou dois. >> Ah, >> era o quê? Ela >> não foi, foi mais uns casal também que lá que >> caraca velho. [risadas] Meu Deus. Caramba, >> mas não, cara. Ó, eu não nunca vou jogar, né? Porque, cara, cada
um tem tua escolha, entendeu? Você fez escolha errada, você aprenda com a tua escolha. Mas enfim, eu nesse meu primeiro dia eu tive que pular de uma cachoeira, cara, por passando por Esse vale aí que arrebentou a corda tudo. >> É, >> eu cheguei na ponta de uma cachoeira e não tinha como voltar para trás, não tinha como pegar pela direita, não tinha como pegar pela esquerda porque parei de árvore. >> Você pulou. >> Aí eu sentei na numa pedra que tinha na ponta da cachoeira, abri minha bolsa e falei: "Ah, cara, que que eu
tenho? O Que que eu posso fazer? O que que eu tenho?" Olhei abri, tinha um um fundo de panetone, tá ligado? Tipo, peguei aquilo tudo encharcado, molhado, comi aquilo, peguei uma mecha toda esmagada, comi a mexa, falei: "Cara, não tenho como voltar para trás, não tenho como pegar pra frente". Pensei em todo mundo da minha família. Fiz uma oração braba lá. Falei: "Ainda que eu ande pelo vale da morte da sombra, ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não tem mal Algum, pois o senhor, meu pastor está comigo." >> Isso é na
primeira noite, >> no primeiro dia. >> No primeiro dia, >> na primeira noite ou ainda? De >> era de manhã. Era de manhã tr, >> cara. Eu me per total que eu me perdi umas 10 era 1 hora da tarde, 2 horas da tarde. >> É, não tinha saber que hora você dormir. >> É, é por conta da posição do sol, né? >> E a posição pois e para dormir como que ficou tipo à noite assim, porque >> eu não andava de noite. De noite, >> não pode. É regra de segurança, né? Não se anda
à noite porque um galho que bater no seu olho cega. Irmão, eu tava com uma corta vento, a corta vento preto, ela que me ajudou para caramba. Dizem que não pode, né? Dizem não, >> não pode. Roupa preta, roupa mais escura no meio do mato, roupa verde >> por causa de abelha para mais fácil Localização. >> Exato. Exato. Daí, mas foi isso que me ajudou. >> A bem que tá você tá de preto, ela confunde você com se que mosquito e ele tem essa parada de do do preto, né? Ele se você botar uma leg
em preto, o mosquito vem quer quer te quer te picar na na na leg. V uma situação, você passa num lugar que tem um enxame de abelha, marimbondo, tal, mais abelha, tá? E você tá vestido de preto e uma pessoa com uma Roupa clara, elas vão atacar preferencialmente que tá preto. >> Algumas pessoas dizem que é por causa dos predadores delas, né, dos animais que saqueiam o mel delas. >> Racismo. Brincadeira. >> Sei lá, >> mano. E aí você falou que você tava sentado nessa pedra e aí tu pulou, >> cara. Tive que tomar. >>
Tu ficou todo molhado, né? Nossa, eu não passava nem fai, na verdade. [risadas] >> E só uma só uma dúvida, era janeiro, né, Beto? >> Era janeiro. Dia era dia primeiro de janeiro. >> Não era tão frio, mas ainda assim à noite é >> Ah, na montanha. Na montanha. Na montanha o clima muda toda hora. >> Ó, tem um detalhe. Sabe o que mata? Você sabe o que mata? Número a gente aprendia com a cavaline. O que mata bicho em cima número um. Frio. Número um. Era janeiro. >> Horas. >> Então era janeiro. Então assim
era calor, mas ainda assim mata altura pr caramba. Devia ser gelado. >> Accendo o sentido rio, né? É um vale, o vale cacatu ali que a gente chama. É gigantesco. >> Muito bem. A menina foi embora e embora. Ela literalmente cagou para você, né? >> Cagou. Ela é uma missão de socorro. >> Isso. Então, e isso foi foi caracterizado como missão socorro? >> Começaram a a caracterizar eh eles iam até pedir para pagar indenização, multa lá, tudo mais. E eu falei: "Não, cara, segue tua vida. >> Só quero me livrar dessa louca. >> Segue tua
vida, eu sigo a minha vida". >> Por isso, posso dizer uma coisa? Por isso que ela não enche o teu saco nos podcasts, porque na verdade você tem uma ferramenta contra ela muito pior do que ela. Ela é bom ficar quietinha. Perder uma rainha para comer um nunca. >> Ah, xadrez. >> Agora, Ené, vamos fazer uma variação. [risadas] Se a gente trouxe você para assim, eu quero quer fazer uma variação de tudo, né? Fora a questão que isso cada um faz suas escolhas. Próxima vez, [ __ ] >> Não, ó, eu ar com com >>
próxima vez três três encontros e e nem um beijinho. Aí você achou que ia fazer lá o o beijinho, o amorzinho. >> Eu queria conhecer o Pipo Paraná também, né? >> Não. Sim, mas cara, [risadas] isso você faz com alguém. Aí eu vou deixar o resto Ren falar. Fala de pessoa, você faz com alguém que você conheça, cara. Você não entra no meio da floresta com uma pessoa e outra coisa, ela podia ser uma louca desvairada que e se ela envia uma faca em você lá em cima, cara, tinha um risco, >> sabe? Você tá
indo com uma pessoa Desconhecida, mano, no meio do mato. [risadas] Vai se [ __ ] cara. Já cagou aí. Não, corajoso não. >> Corajoso >> não. A linha que separa a coragem da estupidez é muito fina, cara. Concordo. Mas eh, >> é o que o Richard falou, pô. Terceira vez, tá ligado? Ainda ah não, a gente já tava se pegando, já tava. As outras duas vezes ela foi simpática com você. >> Foi, foi tranquilo. >> Então o que que aconteceu nessa terceira? >> Mas você saiu pr você passou algum tempo, mas você sabe que você
conhece uma pessoa viajando com ela, tá? Isso é uma norma conhece uma pessoa viajando casamento. >> É, ele fala isso também. Ele fala isso também. >> Você quer conhecer sua mulher, separa dela. Quer conhecer sua namorada, casa Com ela. Quer conhecer sua mulher, separa dela. >> Nossa. É >> isso vale pro homem também, tá? Quer conhecer is Mas tá, deixa quieto. Não é bem assim, mas OK. Vamos lá. Olha >> o que que esse cara errou, >> cara? Onde que >> o que que ele podia ter feito? Ele tava com uma faca. Que mais você
tinha? >> Eu acho que a a maior falta ali, eu acho que na sobrevivência a gente tem cinco >> cinco pilares principais, >> que é a o abrigo >> Uhum. >> O fogo, a água, a comida e a orientação. Quando você notou, primeiro, a gente nunca acha que a gente tá perdido, porque a gente vai tentar. A gente só sabe que a gente tá perdido quando falou fodeu. >> O que que você deveria ter feito? Assim, não tô falando >> não. Pode pode dar o feedback. O o que Que normalmente o protocolo, vamos dizer assim,
estaciona-se em um lugar e se proteja. Fazer um abrigo, primeira coisa, abrigo. Abrigar não é fazer uma cabaninha e ficar lá dentro. Não, não, não, não. É proteger a sua integridade física. Por exemplo, cai um helicóptero na mata, o ele vai explodir, escondeu atrás da pedra, já é um abrigo. Você vai se se safar do do da situação aí da explosão. >> Então, alguém vai te procurar, alguém Vai te achar e você tem 76 horas para se manter bem. Despreocupado, o corpo aguenta. A nossa espécie é igual a de 1.800.000 anos de um homoerectos. A
nossa biologia é igual. é que o nosso modo de vida é aqui do iPhone 17, mas o a nossa biologia é do telégrafo. >> Seu corpo aguenta. >> Sim. É, >> então o que não aguenta é a cabeça, é as merdas que passa na cabeça. >> Pensamento. >> Então se você já sabe que seu corpo vai aguentar, você já tem isso como doutrina pessoal, eu já tô obrigado, agora eu preciso de fogo. Nunca se vai para algum lugar que seja se não tiver um fogo. Deixe para acender uma churrasqueira pro amigo [roncando] ou se você
tiver perdido e precisa acender alguma coisa. O que que é o fogo pro ser humano? Desde que ele foi domado a 1.800.000 1000 anos, ele espanta as feras, espanta a escuridão, transforma o alimento, Prepara a arma, acolhe. Se você tem uma fogueira acesa, você sabe que você tá seguro. Tanto é que o espectro do fogo, ele é muito relaxante. Algumas pessoas se sentem hipnotizadas pelo fogo. >> Por quê? Aciona um gatilho primitivo que tem >> primitivo. Exatamente. A gente sente negócio do fogo. Fogo da segurança. >> Segurança. Uma segurança tremenda. Tanto é que eu falo
muitas luz de LED um dia ainda vai ser proibida, tá? Esse pulso De 60 Hz aqui é um veneno. >> É. [limpando a garganta] >> Ah, mas enfim, acabaram com as lâmpadas incandescentes por uma questão >> econômica >> econômica, né? >> Mas enfim, aquela aquele dia estressado, acende uma velinha, fica olhando pro amarelo. >> Isso faz que nem o baletriz. Julião, acende uma velinha e fica [risadas] tranquilo. >> É sobre isso. >> É disso que eu tô falando. Fica suave com o Bob Marley tocando no fogo. Se você tivesse alguma [risadas] forma de fogo, a
mais simples é você carregar uma vela, um isqueiro, uma vela e uma pederneira, acabou, meu amigo. Então você já ia tá safe, você ia usar o fogo como sinalizador. Você >> Mas ele não pensou. É, é. E o problema que tem que pensar, você não pensou que isso ia escalar dessa maneira, né? A Gente não pensa. Não pensa. >> É, na verdade, olha o que que eu pensei. Como era virada. >> Você pensou que ia comer ela >> também, mas >> se fodeu. >> É, é normal, homem, né? O homem sempre se falou, eu queria
um felhou para mim e falou piada. >> Não é homem. As pessoas falam assim, um homem não sei o que. É bom pro homem e pra mulher, cara. É bom pros dois. Vocês Iam se comer, ia ser ótimo. E podia ter sido uma viagem incrível de vocês dois. Podia que, ó, numa outra realidade a gente podia estar junto. >> Você podia entregar, não sendo tatuado e bombado, algo que ela nunca pensou na vida, cara. >> Exatamente. >> Deu azar essa menina. >> É pr caramba. Pior que >> você é um cara simpático, bonito, bombeiro. >>
É, já tô querendo te pegar. [risadas] >> Queria te levar a conhecer uma mata que tem aqui do >> só Atlântica. Só >> tem cobra lá. Tá. Não. Ô, [risadas] >> aproveitando, aproveitando isso, você viu bicho assim que que que te representou risco, viu alguma coisa assim? >> Cara, eh, aconteceu de eu vi bastante cobra, só que todas as cobras que eu passei no caminho estavam Mortas. >> Mortas? >> Mortas. >> É mesmo, >> cara. Eu encostava com pedaço. >> Mortas como? >> Baixo da água. Embaixo da água. >> Estranho. >> As cobras, tipo, embaixo
da água. E eu encostava com um pedaço de madeira para verificar se tava, se tinha, cara. e tava morta mesmo. Aí eu continuava, né? Mas assim, ah, agora de bicho, um monte de vagalume me cercava. Enquanto às vezes eu ia deitar num lugar, um monte de vagalume me cercava. Ali eu me sentia protegido, eu falava: >> "Pi, você achou que era pi?" Tipo assim, >> você assistiu pi? >> Tava fazendo uma aventura de pi? >> É, >> não é do não é doig do do cu do do tigre. As aventuras de Pique que ele tem
um tigre no barco. >> É. Não, não, não era assim. Ele >> viu aquele céu estrelado que >> você sabe que certamente você teve pass é que você tava passando por um monte de coisa ruim, mas te deu talvez algum momento de janela de olhar aquilo ali, falar? >> Claro. Eu eu sou um cara que eu levo na filosofia assim, no meio do caos há oportunidade. Então, tipo, mesmo que a gente esteja tudo zoado, cara, tem um Motivo, alguma coisa para ser agradecer ou tá feliz. Então ali eu tomei banho pelado meio das cachoeira, só
vista bela e bonita. Eu fal, eu às vezes eu andava falava, cara, por que que ninguém nunca abriu uma trilha aqui? >> Mesmo sem medo. É mesmo com medo, mesmo. Você tava recioso, não tava? Ah, >> tava sempre. Eu >> Você acreditou que os caras ia te achar? >> Na verdade, eu achava que não ia ter busca, porque como a guria ela tinha me Deixado para trás e era virada do ano, eu falei: "Cara, essa menina não vai saber ligar para um bombeiro ou pedir um resgate aqui com piar que ela é mais fácil ela
me deixar aqui, levar minhas coisas, vender lá no largo da ordinha". >> E ela teria feito, ela teria saído desse jeito, entendeu? tava fazendo isso daí e ela tava indo embora, >> entendeu? Ela não sei se ela ia chegar lá na base que responsabilidade. >> E eu pensando, cara, se ela me deixar lá No topo da montanha, se a gente já tava meio, né? Não, >> dependente de qualquer coisa, cara. Independente de qualquer coisa. >> Ah, eu tomei a atitude, por isso que eu não vou ficar parado. Por isso eu prefiro eu estar por mim,
tipo, não querendo não confiar no trabalho dos outros ou nos bombeiros, porque eu, cara, não sei se vai ter resgate, entendeu? Então, tipo, tive que tomar certas Decisões. Tive que tomar certas decisões. Por que que eu polei de uma cachoeira? Resgate. >> Não, isso aí eu achei máxima loucura. >> Animal podia me atacar ali. >> É tromba d'água. Tromba d'água é perigosíssimo. >> Eu vi um monte enquanto eu dormia pegavinha a tromba d'água, os lugares que eu deitava assim, enchia de água e eu subia nos lugares altos. >> Então você estava molhado o tempo todo?
>> Tempo todo molhado. Minha mão, vixe, minha mão, meu pé. Eu achava que ia perder mão e o pé. Sim, sim. Na selva a gente tem a o ambiente lutando contra a gente e os animais. Só que o que mete medo, o perigo, são os pequenininhos, né? >> Ah, >> o animal pequeno é que é o pior. >> Aranha armadeira. Vi, >> uma aranha marrom. Você não vai nem sentir ela te picando. Vai começar a Apodrecer, apodrecer. Você vai achar que bateu a você nunca vai achar que é uma picada de areia. >> Isso que
é incrível. Você [limpando a garganta] pode pisar em espinha, infeccionar, >> aconteceu água água. Abelha abelha. Abelha eu não tenho uma alergia, mas >> não, mas meu amigo, se vier sem abelhas em você, não é questão de fal >> cara, mas >> é o que mais acontece, né? >> Ó, a gente tem muita coisa assim de intoxicação em beber uma água, comer uma planta. A gente tem muito alcaloide, muito fenol em água, né? vai te dar uma dor de cabeça, de repente você não sabe o que tá acontecendo, começa a vomitar, você se desidrata. >>
Uhum. >> Né? O fogo ajuda muito, porque fogo você produz carvão. Carvão é, >> cara, o fogo, o fogo é primordial, na Verdade. Se eu tiver, eu tentei fazer fogo lá, peguei a faca, bati na, >> você tinha pilha da lanterna, você não tinha nada que conseg conseguisse dar um curto circuito. >> Cara, não pensei, eu pensei nisso, só que eu falei, cara, e se eu ficar sem lanterna? Perigo, >> mas é com bombrilzinho que faz, não é isso? Não, >> geralmente um bombril, mas tem. >> E se eu continuar e ficar sem lanterna? Se
eu tiver mais dias aqui, eu não sabia até onde eu tava, entendeu? Eu só pedia tipo, cara, não me bota mais uma cachoeira daquela. >> É, não, mas é verdade. Às vezes você fazer laboratório numa situação de emergência não é legal. Existe a teoria e existe o bom senso. >> Exato. >> A gente tem que saber. Não, eu acredito que você fez certo, só que >> Mas até porque a umidade lá eu acho que Ela tava muito alta e você não ia conseguir fazer um frio. Chuva, frio, friente. O como que eu me cobria? Eu
pegava a faquinha que eu tava, cortava uns até mostrei ali a a >> eles falou que tem uma planta sua, sabe? Ali onde aquela escadaria do lado do cimba ali, >> aquela planta com aquela folha enorme. >> Ah sim. Aquele tipo taioba. >> É. Então encontrava bastante amato e eu cortava aquelas, colocava em cima do meu Corpo. >> Agora você vai ter uma técnica de sobrevivência. Folha verde faz passar frio. >> Faz passar frio. >> Faz. Você tem que usar a folha em decomposição. Aquela folha que já tem o microorganismo, que já tem o que
ela tá fermentando, a fermentação produz calor. >> Hum. >> Se você cavasse um buraco, pegasse um monte de folha, até úmida mesmo, mas Apodrecendo, ela ia estar numa temperatura de 22, 23º. >> Pode a verdinha mesmo. Ela >> a verde não, porque quando ela começa a secar, ela evapora a água >> e ela puxa, vê numa geada o o gelo onde se forma, né? Você vê ali a a o verde, a a planta ela o mesmo que ela tiver arrancado, o cloroplasto tá funcionando. Qualquer luminosidade, ela vai absorver o calor para produzir carbono. Ela vai
tirar o calor do ambiente. >> Então é mato seco em decomposição. >> Ali era meio [ __ ] para mato seco, porque tipo, como eu tava seguindo o percurso do rio, não tinha muito mato seco, é muito úmido, muito úmido. E ali é chuva. Tipo, cara, quando não tava chovendo, fazia um sol que eu colocava a mão em cima da pedra, queimava a minha mão. Aí eu tinha que passar a bandagem na mão para poder subir. >> Ele fez certo em seguir o rio? >> Fez. Fez. Regra de sobrevivência. Siga o Curso de água. Trilha
>> onde? >> Ou trilha ou trilho de trem. Trilho de trem, no caso. Trilho de trem. >> Sim. qualquer algo humano, a gente geralmente marca um ponto de referência e segue o curso de rio. Todo rio vai dar num rio maior. Todas as casas são construídas na beira de um rio. Uma hora você ia achar alguém. O problema é os interpées, né? São os percalços. Porque você foi achado ou sair sinistro? >> Sozinho. Saí sozinho. Graças a Deus, cara. Tipo assim >> e os caras estavam em busca? >> Tavam mais de 700 pessoas em busca.
Corpo do Ghost, Cosmo. >> [ __ ] olha quanta gente se atrapalhou, mano. 700 pessoas nesse [risadas] mano, você atrapalhou a vida de 700 pessoas. >> Mas eu posso falar, Richa. >> É até um pecado falar isso, mas é uma, É, é bom quando acontecem essas coisas. As pessoas envolvidas, elas aprendem algo dessa história. Elas estão lá. Não é só para elas resgatarem quem tá perdido. Às vezes elas estão precisando de um motivo para se resgatarem. Parabéns. Olha, ô aí, porque tipo assim, não é mentira. Teve muita gente que tava lá apenas por conteúdo conversar,
porque tem pessoas que estavam lá e conversaram comigo e falaram: "Ó, tinha muita gente que tava lá só para ter conteúdo com Tivesse lá, eu ia pegar meu celular, eu ia entrar num matinho ali. Ah, eu já estou a 5 horas caminhando, procurando aquele [ __ ] que, ah, meu Deus". Aí eu mudava a cena. Nossa, agora estou na parte alta da montanha. Eu encontrei esse osso. Eu tenho certeza. Não, era boné que era meu, tipo, [risadas] nada a ver e eu nem tava de boné nem nada, tipo, encontrar um perdido mais nada a ver
no meio da montanha, entendeu? O pessoal de usa, descarta Isso. Uma das coisas que eu acredito que me deixou é eu ter respeitado a floresta. Eu sempre tenho respeite que será respeitado. Então eu não descartei nada no meio do caminho ou fui respeitando o tempo inteiro. Criar uma lenda pessoal é muito importante porque você deixa a sua mente ativa, você cria o joguinho do videogame. >> Exato. Ah, >> né? E faz o negócio dar certo. A fé. >> A minha, o que que eu tive muito fé na Minha mãe. Minha mãe, ela é falecida. Ela
faleceu quando era mais jovem. E mais jovem não, quando era criança, na verdade. >> Você é um idoso, né? Eu [risadas] não tinha seis. Jovem ainda. Eu tenho 20. >> Mas >> são meninos de tudo. >> Não, só só um anjinho aí lá. Ele >> é quando tinha seis já é [ __ ] >> Sou um deus. [risadas] >> Eh, quando eu tava no meio dessa floresta, eh, eu encontrava muitas ilhas e tinha que tomar o caminho esquerda ou direita, esquerda ou direita. Daí eu, cara, mano, já cometi esse erro antes, né, mano? Que que
eu faço? Eu olhava em cima das árvores, tinha manacá da serra, sabe? Os manacá da serra. >> Eu olhava e dava lembrança da minha mãe. Porque antes da minha mãe falei se ela plantou uma árvore na frente da minha Casa, >> era uma cá, >> cara. As pétalas iguais. Isso foi top. Caíse era branca, era direita. Se fosse a a rosa era [risadas] esquerda. É meqé. Mal mequ >> engraçado. Mas na cara ela muda de cor. E eu fui cigando. É, muda de cor. Ela tem três estágios. E no o significado dela é proteção, encontro
com divino, mais um monte de coisa. tem um significado bem potente assim, >> Ipibusu. >> Ipibu e cara, eu continuei essa trilha seguindo esses mar na casa até o final, até eu chegar na fazenda, que é onde eu pedi o resgate, encontrei duas pessoas lá, dois primos, e falei para eles me: "Ah, liga pra ambulância aí, liga pra minha irmã que eu sei o número dela de >> Os caras chegaram pedindo autógrafo para você lá". >> Ai, o Betinho perdido. Ah, >> você é o pior que se tá se [ __ ] lá eu. Eu
mesmo, eu mesmo. Me dá, eu tô cinco dias sem comer. Me dá água. >> [risadas] >> Cara, e >> eles estão pagando recompensa, mãe? Prende ele aqui. E >> e isso que você falou, botar uma lenda pessoal. É verdade, porque foi isso que foi me dando mais fé e querendo não cheguei até o lugar onde cheguei por conta dessas rosas. >> Você emagreceu muito nesse rolê >> de mais de 15 kg em cinco dias. >> Aí eles vão jogar você ali no no dias. No meu desafio largados pelados tribo na África, eu fiquei oito dias
sem comer em um sol de África, aquela amplitude térmica. correndo de leão, hiena, quebrou meu arco, né? E eu tive que fazer um outro arco, encontrar madeira, tentar fazer um abate. >> Car isso, cara. >> E [risadas] no desafio de 30 dias eu perdi 18 kg e eu sou magro. Você ainda Tem uma reservinha >> e eu sei que isso é terrível. Mais >> ali, porque é porque ali acho que >> o dias >> o estresse também faz perder peso, né? Acho que sei lá, >> estresse, tem a desidratação, porque a gente, eu não tava
bebendo água 100% potável, né? Tem aquesito também, tipo, de esforço físico. Eu tava com >> Você parou de vomitar também? >> Eu vomitei quando quase, nossa, morri Algumas, algumas vezes. Então eu vomitava na nas horas que eu me afogava às vezes, porque eu caí num lugar alto, a correnteza ia me levando, aí eu ia batendo cabeça. >> Nossa, [ __ ] meu. Mas que [ __ ] é essa? Mas não tinha um lugar seco lá? Não tinha lugar seco, era tudo, era um vale e eu tava seguindo o percurso do rio. Se você pegar aqui
no no Google Maps, você vai ver o percurso inteiro que eu fiz. >> Você foi seguindo o rio lá embaixo no mano, que loucura. >> Foram uns 20, quase 30 km. E tudo isso porque você no momento tomou uma decisão errada e pegou a esquerda. Eu também já fui, já fiz isso também. Nunca >> há muito tempo atrás. Nunca me cai mais. Sempre à direita. Lembr direita. Sempre Olive. simulação porque eu peguei a esquerda naquela vez e deu errado. Eu cheguei numa hora de tomar a decisão de esquerda ou direita e não tinha os Manaká.
Aí eu falei: "Pô, direita de Cristo, Deus pai todo poder, vou pela direita. >> Pela direita, é >> mais seguro, porque cara, foi foda." E eu não tava esperando nada que ia acontecer disso, tipo, de >> você só queria ficar vivo, >> não? E a E a Mas você conseguiu dentro dessa deu desespero ou você conseguiu administrar isso? >> Eu consegui. Eu ia cantando música, ia Cantando Racionais. >> E a fome? >> A fome eu tomava água para disfarçar. Às vezes a barriga arruncava, vai aguinha, só que chegou um certo momento. >> Você buscou alimento
e lada, >> você não teve qualquer tipo de alimentar para dentro da selva ou só percurso >> na água você não achava rã, peixe, um >> tinha girin é isso que eu até perguntar. Tem uns girininhos, >> mas o cara >> não, ele ele com certeza ia matar fora. Ele aqui ele já tava com medo de sei lá de uma frutinha. Vou comer, vou passar mal. >> Não, não. Pior que se eu visse fruta eu comeria. Eu não vi nada. >> Sem pensar. Tem crustá camarão. Geralmente todo o corpo d'água você acha um crustáciozinho, né?
Um camarão às vezes. >> Não, ali tinha girino. >> Mas crustácio. Imagina se tivesse >> girino. É complicado. Não dá para comer todo não. Não [ __ ] Eu ia falar: "Pô, tô num restaurante aqui. >> Você não tinha fogo, você não podia fazer fogo. É isso. >> Ah, eu tava com a faca lá, tava tudo úmido. Eu não sabia como fazer fogo. Então, tipo, eu falei: "Cara, vou bater a faca na pedra que nem fazer uns antigos, pelo que eu sabia". Não, e tava úmido para [ __ ] Não tinha ter algo carbonizado, né?
Não é só bater na Pedra. >> E minha fé tava tão assim que eu falei: "Cara, depois que eu sair daqui eu vou aprender como fazer fogo". Aí veio o Luciano Tigre, o parceiro aqui, meu parceiro em desafio do dupla, >> o homem me ensinou ali a fazer fogo primitivo, me ensinou vários macetes, tanto esses dos cinco passos, né? Que eh abrigo, alimentação, >> fogo, água, alimenta >> e cara dormia, dormia. Eu vou te falar Uma coisa >> dessa parada dos cinco pilares da sobrevivência, ele serve na vida cotidiana, corporativa. >> Que que é o
abrigo? É a família, >> sua casa, a família, >> é onde você tá acolhido. Que que é o fogo? É teu trabalho. Na África, se eu não saísse para catar lenha, eu enfrentei um frio de 4º à noite. >> Hoje juntava uma [ __ ] de lenha. E detalhe, você tem um tempo para pegar Lenha, porque o predador na África ele sai até ali às 8 horas da manhã e depois das 5 em diante. Foi aí que eu entendi porque que zebra niala os os as presas são todas listadas. O leão você pode passar do
lado dele quando o sol tá forte ele olha para você, finge que não é nada. À tarde o sol baixa, o bicho sai para caçar, as sombras deixam comprido. Então você vê o animal listado. Eu não tinha entendido aquela camuflagem da zebra ainda, cara. >> Foi lá que me caiu a ficha. E era nessa hora que eu tinha que pegar a lenha no sol apino, porque eu não podia ficar saindo. Hiena, o pior de lá é hiena. >> Então o que que é, que que é o fogo? É o trabalho. Se eu não tivesse pegado
a lenha, juntado para eu sobreviver à noite, eu teria morrido. A vida é igual. Se você não trabalhar, não acordar cedo, aguentar teu chefe, você não vai ter nada. >> Aham. >> A água é a nossa saúde. A gente tem que ter uma água boa. A gente tem que ter uma saúde legal. A comida é a é aquilo que você são as suas vontades na vida, desejos, >> né? Viajar, eh conhecer tal lugar ou comer mesmo ou comprar um carro, uma roupa. >> E como que você consegue isso? Trabalhando, se tendo uma boa saúde. Então
você uma coisa vai levando a Outra. E por último, >> orientação. Que que é orientação? Eh, as pessoas elas erram muito hoje porque elas acham que, ah, eu já sei o que que eu quero da vida, tá? Mas o que que você armou? O que que você precisou montar? Você fez uma coisa muito bacana e eu até frisei isso aqui no meu pensamento. Antes de eu pular aquela cachoeira, eu comi tudo que tinha. Ele fez um planejamento. Isso é a orientação. >> Ah, eu comi tudo que tinha. Fiz uma Oração, pensei em todo mundo na
minha família. Exatamente. >> Eu aceitei o meu destino. Eu falei: "Cara, se for aqui, eu aceito tudo que eu passei na minha vida, trabalho, estudo. Se for para deixar aqui, >> você passou [ __ ] nenhuma, você tem 20 anos de idade, cara. Ah, mas eu eu tenho 20 anos, mas eu tenho história que eu tenho o meu currículo. >> Não. Sim, estud tudo é pra frente que você vai ter Que você conta. Você sai de lá, né? Tem frente para trás. A primeira coisa que eu quando eu caí ali, eu falei, eu eu senti
meu corpo inteiro arder. Eu falei: "Obrigado pai". Só saí obrigado. Tô vivo. Tá >> doendo porque tô vivo. >> Não tô tô sentind arder que o pé. Não, tô vivo. Tô vivo. >> Petinho, a gente preparou uma surpresa. A gente não queria te falar. >> Eita. Ó lá. Vai. Mas a gente pode Entrar, moça, por favor? [risadas] Essa moça aqui. Lá lá lá, [risadas] >> esse cara aqui é meor. Isso >> isso que você não sabe trabalhar. É isso que precisava aqui. Eu isso tipo o programa que eu quero trazer aqui para nós que você
quer que eu trouesse ela >> é isso agora. Queria trazer a menina falar assim, pode entrar a menina agora falar assim. >> Quando ele me falou, >> imagina que Imagina como você. Você nunca ficou mais de cara a cara com ela. >> Ah, depois que a gente >> fora delegacia. [risadas] Delegacia não. >> A gente se encontrou no >> Fantástico. Não foi >> Fantástico. Fantástico. Foi no Fantástico. >> Se vocês souber, meu, deixa eu falar, vocês deixaram de uma grande Oportunidade de você e ela trabalharem juntos. Por exemplo, que nem eu e a Luisa Mel,
a gente senta no outro, fica batendo boca, [limpando a garganta] xinga o outro e você é feliz. Eu vi o nosso deu deu um podcast com 1 milhão e tantos de visualização. >> Mas é que você Lu agora vou corrigir, você a Luía Meltagonismo na história. Você diverge das ideias dela, diverge da sua e pronto. Aqui nessa situação teria um antagonista, Você entende? É tipo assim, imagina ali na escola que aí galera, quem quer ser o vilão? Ninguém quer ser o vilão. Então tudo uma situação tipo assim, >> é uma situação meio, >> eu conheci
a pessoa, aí vai de mim se eu quero, né? Não é, vai de mim se eu quero manter essa companhia, >> entendeu? >> Aí você tem que tomar suas suas decisões, cara. Você tem que ser fi ah, a pessoa não perdou o lado direito. >> Eu sei que não tem, mas só para entender de como você conheceu essa moça? >> A gente se conheceu pessoalmente. A gente tava >> Não, mas o contexto de conhecimento foi qual? >> Tava em algum lugar e >> tava numa no Curitiba tem um lugar que se chama Largo da Ordem
lá vai. É um ponto turístico de Curitiba. E >> tem o gato também. Como chama aquele lugar? Gato Preto também é bom, né? Lá De Gato Preto. É, costela é bom também. Lá >> lá também vai conhecer também muita gente legal, cara. >> Ela frequentava lá percebendo. Mas assim, lá é um restaurante 24 horas, não é? Porque tipo, tem o o o a outra parte, né, que frequenta lá outras pessoas, [roncando] mas é por conta lá um restaurante 24 horas, então às vezes não tem lugar para comer ali em Curitiba, o pessoal vai ter. Mas
>> Curitiba é desse tamanho. Você nunca mais encontrou essa menina? >> Ah, ela voltou para Manaus. Ela é Manaara. >> Hum. Foi vergos. >> Eu tava esperando para falar isso para ele. [risadas] Mentira. Sério? >> Eu adoro >> maninha. Que isso? >> Eu adoro não erguer o dos coisas por Causa desses momentos. Olha que incrível. >> É, não é bom que eu não quero saber nada. Eu quero saber tudo aqui porque é isso que traz o incrível. >> Dá para dar uma volta de quadrico. Tava semana [risadas] lá na terra dela, cara. Tava perto ctiária
lá. Não importa onde vá, vá como com uma boa faca >> sempre mesmo. >> É, aliás, nós vamos montar um kit para esse cara que eu acho muito importante. Deixa eu aproveitar já falar o seguinte, você que também não cai em roubada, pode ser uma má companhia, pode ser tanta coisa, pode levar numa roubada, pode você entrar de inocente que nem o Betinho. Betinho foi um menino inocente. Ele achou que ele ia passar um três dias na mata, na cachoeira. Foi tipo Lagoa Azul e se fodeu. [risadas] Se fodeu. Ele achou que ia ser a
Alagoa Azul. Não achou. Não seja inocente. Você entra faz quem? Esse cara aqui é o rei Do Wi-Fi. Esse é o rei do Wi-Fi. Ele vem um Wi-Fi, ele fala: "Opa, vai ser fácil essa. Vou entrar de graça". Que nem o Betinho, mergulhou, [risadas] achou, there's no free lunch, entendeu? Não tem almoço grátis, cara. >> E aí ele entra e pá, que que ele encontra? Alguém que entra no celular dele e rouba todas as informações dele, entra na conta de banco dele, tudo não rouba não porque ele não tem dinheiro nenhum. Mas mas pode, se
você que tem Algum dinheiro na conta, aqui ó, é o veículo, cara. A Caspersk com R$ 43,95. Eu não sei como esses caras ganha dinheiro, juro. Eu toda vez falo, porque ficou assim um ano de Caspersk, cinco dispositivos, VPN, né? Para você bloqueador de chamada vivoa, claro, não vão ficar mais enchendo o saco porque você bloqueia esses cara, mano. R$ 43,95 um ano usando o código lá, o cupom Richard Richard. >> Tá aí QR Code. Não marca bobeira e E toca o pau agora. Agora você vai isso é do sobrevivência, isso é doivência do mundo
atual, >> segurança, >> sobrevivência urbana. São dois shopes que você tomou, você pagou essa conta. Pensa nisso. >> É segurança. >> Pensa nisso. Depois cai n ol aí. Você quer ficar nesse nesse limbo seis dias, oito dias num limbo pensando: "Put, os caras me pegaram, eu podia ter Feito aquele casperte lá, por que que eu não escutei os caras?" Tá aí a tua oportunidade essa de verdade mesmo. >> Quando você ver já vai ser tarde. >> Melhor do mundo esse esse antivírus. Nós vamos montar um kit e nós vamos começar com você com a peça
que é fundamental, que é o cartão da floresta. >> Tá aqui esse aqui. >> Floresta. Trouxe um cartão da floresta para você, meu amigo Richard. Essa aqui foi desenhada para isso mesmo. Detalhe, Cutelaria Origens, lá de quatro Barra, do lado de Curitiba, na frente do Pico Paraná. >> Olha is aí, ó. Olha >> cotelaria. >> Faca você levou. Ab >> faca eu tinha, mas assim a minha faca ela não era a propícia para isso. Essa >> contar uma historinha rapidinho da cutelaria Origens. Eu tava no desafio dos dupla com o Luciano Tigre. A gente precisa
não, não era bem essa >> não é pr acender. >> Acho que >> por que tá com esse cheirinho [risadas] gostoso? >> Ah, pode ser algum dos meninos lá. >> Nossa, alguém tá cheiroso que usou isso aqui, hein? [risadas] Ah, eu já sei qual é. É porque são várias sensações. Você tem que É a experiência. >> É experiência. Ele já fez fogo já fez fogo? >> Não, cheira aqui. Olha que gostoso. >> Nossa, >> tô falando. >> Ô louco. >> É. >> Ô, parece que eu tô entrando um carro novo. >> Apelaria. Eu tava para
gravar com com o desafio em dose dupla e eu não e eu tava numa savana colombiana que se chama Losanos >> e eu não tinha um um uma faca decente. Aí o Discover falou: "A não, você vai usar essa faca?" Eu olhei aquele: "Não, me dá uma faca de rocambole que que eu vou vai ser". Era uma savana. Eu fui criado no serrado. Eu falei: "Não, não é possível". Aí eu caçando aqui até um amigo meu, eu falei assim: "Mircos, cara, faz um favor para mim, acha no Brasil uma cutelaria. Eu tava no na Colômbia,
fiz um desenho mais ou menos de um shape, eles me fizeram um facão com mola de caminhão, levei, estourou, a Galera curtiu, pá, pá, pá, ainda foi o Luciano que levou lá para mim, >> cara, foi insano. >> E daquele dia a cutelaria subiu, aí eles pediram para eu fazer uma faca. Renê, como tem que ser a faca que você usa no dia a dia? Eu desenho essa daí, por isso que ela tem o nome Renê Murad, ela é multifuncional. >> Nossa, que top, mano. >> E hoje é o nosso carro chefe. >> Pic. >>
E essa eu mandei aí com o nome do Richard, ó. Cuidado, hein? Quando você for bater uma faca, o polegar ele sempre fica em cima, porque se a sua mão tiver molhada, escorregar, >> não, mas ó, por isso tem guardado. Mas >> pode acontecer, >> mas >> Ah, pior que >> não, você fica quieto que se você você [risadas] Fica quieto. >> Tem uma para você também, tá? Tem uma para você também. >> Eles veio até com o mapa a próxima vez para você sair daquele buraco, você se [risadas] enfiou, entendeu? >> Vai ter um
material e tudo, ó. Mano, até hoje falou, >> até hoje eu achava que eu era muito louco. Fiz tatuagem para ficante. Mas parabéns, Betinho. >> Você sabe que eu sou tatuador. >> Você tatuador? >> Vamos usar tatuagem hoje. >> Essa daí é a história que é resolve isso fácil. Sério mesmo? 25 anos com estúdio. >> Caraca. >> Aqui em Pituba. >> Você tatu em Pirituba? Eu tô falando sério. Vamos tatuar. >> Demorou. Eu só não tô com equipamento aqui, mas a gente desenrola isso. >> Show de bola. Vamos >> que quiser. Bora. >> Vamos. Eu
falo brincando, mas eu assim, eu eu fui, eu fiz esse, eu cruzei essa linha, né? Eu tatuei uma tatuagem para ficante >> que não verou em nada, né? Aí, nossa, fiquei puto da vida. Não tem coisa pior. [risadas] >> É a vida. >> Tem coisa pior. Nossa, fiquei louca. Tem nos braços ali, ó. >> Ela, ela é minha irmã. Ela tava no do Lado do resgate lá. >> Pô, você é irmã. Podia ter falado uma só. Uma só. >> Eu lembro dela dando as entrevistas. >> A menorzinha. Menorzinha. >> Menor. >> Quando eu vi ela
na TV a primeira vez, eu achei que ela fosse namorada, tá ligado? >> Não, não, não, não. Vamos imagina. [risadas] Ai [ __ ] >> você é muito mirim, mano. >> Que Ah, boa, eu sei. É isso mesmo. >> Nunca se ganha uma faca e não se par toda você compra. Não importa o valor. >> É isso aí. Filosofia isso daí. Não sabia não. Faca, mano. Aço carbono. >> Sim. Full tank. Essa dava >> isso aqui é para abrir a lata, >> não, isso é para tirar uma alça >> de um de do fogo, tirar
uma grelha, uma Alça, >> fogo. Esses três furos aqui >> para você amarrar numa madeira e fazer uma zagaia ou às vezes para cortar alguma coisa no alto. Então você consegue dar o traç, >> você consegue amarrar aqui para virar uma lança a funidade [roncando] dela. >> Então a gente tem o salva alça, né, para você pegar um alguma coisa do fogo. >> Algo do fogo. >> Isso aqui, ó, eu que co já avalia. Essa Faca foi feita pr pr pras minhas atividades aqui, ó. Ela tem essa curvatura. Você segura aqui e aqui, ó, para
corear. >> Hum. >> Né? Então você tá coreando o animal aqui. Não é que ela serve para isso, ela foi feita para um pouco de car. multifunção. Eh, isso aqui o apoiador de de polegar, porque se você segurar aqui e aqui, ó, esse pedaço dela, se você for ver, ele Tem uma diferençazinha no no shape aqui para você fazer trabalhos >> mais minuciosos, delicados. Exatamente. >> Cortar uma massa. >> Essa curvatura aqui, ó, é meio parabólica. Para quê? Se você tiver que fazer um battle, você coloca na madeira e dá outra porrada em cima e
quebra. >> Isso aqui é garantia vitalícia. A gente vende elas com garantia vitalícia. Nunca quebramos uma faca. >> Caraca. >> E a unha de gato, às vezes você tem que arrancar alguma coisa, fazer a unha de gato. Ele serve muito bem. Aqui também para amarrar. E e às vezes eu tô pescando, eu apoio ela aqui e coloco minha varinha aqui, ó, de descanso. >> Ah, >> olha só. >> Põ no chão. >> Caraca, velho. Isso daí na na sobrevivência, na verdade, a gente tem muita coisa que a gente pode utilizar. Sua faca era assim, >>
não ia caber aí. Não, a minha [risadas] a a lá a faca dele, >> a que eu tava, ela era uma xingling. Ela >> que faca é você. Ô, Vem cá, irmão. Deixa eu falar uma coisa para [risadas] você. Eu vou montar um kit agora para você, tá? >> Nossa, cara. Podre do negócio, velho. >> Tá. Só que assim, eu vou te algumas coisas eu vou te dar, outras não vou te dar não. Tipo, essa faca é minha. >> Ah, daí eu te dou os 10 centavos. Daí >> Não, não, não, não. Pode ficar com
esse aqui. Essa faca é minha já. >> Mas é assim, o que você precisa de uma faca? >> Tá, tá indo bem. >> Hum. Fechou. O que mais ele vai precisar? Ele vai precisar de um defense pro, >> um repelente bom. >> Não é sério. Não, pior que o que mais mata é inseto, né? Sim. >> É o bicho que mais mata é perne longo. >> Per longo. >> Zica, chicungunha, malária, febre amarela. Isso salva do carrapato. Casal do car tudo. E esse? Esse é pra roupa. >> Você tem um repelente da pele e da
roupa. Esse é da roupa. >> Pode usar na barraca. Cara, é muito louco porque enquanto tava descendo um monte de moça, vou te dar um grud picadas ocorrem sobre a roupa, papai. >> Sobre a roupa. >> Sobre a roupa. >> Você já dormiu numa rede no Pará, no Amazonas, cheio de carapanã ali? >> Nossa, isso é a coisa mais infernal do mundo. Não sei como se vive. Eu não sei como se furar uma >> no cara, eu vou dizer os caras >> bitquinha as bitquinha. Bichinho >> não. Carapanã mesmo. P longo. P que chama de
carapanã lá. Ah, >> a tua ex borrachudo. Não, >> chama, chamaria de carapanã. Eleapan >> é a minha mulher chama também, porque minha mulher é da Amazônia. >> Ah, aí ó. Ih, é. É, mas é de lá isso daí ou não? Não, não, não, não. Mas eu fui enganado também, cara, porque quando eu casei com a minha mulher, [risadas] ó, >> o homem tem história até >> porque quando eu casei lá, eu achei que lá um porque eu via muitos homens ali com mais de uma mulher, eu falei, acho Que aqui deve ser um costume
indígena. Isso. [risadas] Me fodi. [ __ ] nenhuma, cara. Não posso nem olhar pro lado, mano. >> Era propaganda. Olha pro lado. >> Minha mulher não deixa nem olhar pro lado. Ela falou [ __ ] nenhuma. >> Ele foi com a estratégia da hora. >> Não. Então, enfim. Eh, as mulheres de lá normalmente são maravilhosas, tá? As mulheres são alegres, divertidas. >> É o >> tá eh >> e >> bravas. >> Brava e direta também. É, tem essa coisa do bravo, mas por exemplo, ela, você já deveria ter, porque quando uma mulher Manauara que é
um homem, >> meu filho, não tem essa de terceiro encontro não, meu filho. Então assim, você realmente ela não queria nada com você, tá? Suficiente disso. >> É, o almoço nunca sai de graça. Alguma coisa ela foi, mas foi foi livramento até nisso, né, cara? Se parar para pensar, >> vamos aproveitar aqui agora qual foi a maior loucura que o senhor fez para uma mulher? >> É, agora fiquei curiosa. >> Essa você não vai escapar. Esse corte aqui eu vou postar, vai ficar bonito. >> Ah, eu já fiz muita coisa para >> Não, a maior.
Eu perguntei a maior. >> A maior? Não sei. >> Porque essa aqui com certeza é sua maior loucura, né? >> É. >> Ou não. >> Olha, já teve outras situações de ter sido deixado para trás, mas aí eu tava com >> Pô, mas você quase morreu nesse rolê aí, entendeu? >> É, esse daí eu quase morri. Você foi o primeiro. Quase mor. Não, deixa ele Terminar. Mas >> ah, eu fui deixado no meio de um lugar desconhecido por É, >> sua culpa é sua, mano. A culpa é sua. >> Na verdade, eu tava com o
carro, né? Eu dei carona. Porque se você é largado uma vez, não significa que vai ser largado o segundo, não. Se você foi largado duas vezes, você vai ser largado a terceira, mano. >> Mas isso é regra da vida. >> Isso é regra da vida, mano. >> Qualquer coisa que acontece de uma vez, pode ser que nunca mais. >> Eu tava fornecendo a carona, entendeu? Então >> você é muito bonzinho. Esse que é o teu problema. Você é muito bonzinho, tá? Você é muito bonzinho. Seja um pouco mais mau. Tá fechado. >> Vai ser bom
para você. >> Você tem que ser bom, mas nunca bonzinho. >> É exato. >> Se for bom demais, >> pode acabar virar bombom, né? Mas calma que ele tá dispersando. [risadas] Qual que é a loucura do senhor? >> É ele. Eu tô vendo que ele tá aqui ouvir. [risadas] >> Tá. Eu >> loucura mesmo. Fal. Nossa, fiz isso. Putz. >> Não, assim, um homem, quando um homem quer fazer amor, ele ele [risadas] ele faz coisas impensáveis, tipo, viaja De carro 8 horas para dar uma >> É, é tipo 15 minutos. >> Faz. Não, o cara
não é. O cara atravessa montanhas. Quando um cara quer fazer amor, eu sei como é, >> eu sei como é. >> Ele sobe [risadas] uma >> Ele sobe uma montanha. Mas >> irmão, você era um assim, eu primeiramente eu soube da dessa história porque eu tava num Discord com os Amigos, cara, mano, você viu o cara que ficou lá na montanha, não sei o quê, e falaram por cima a história sem brincadeira, tu era um deus meus amigos assim, nossa, esse cara é louco, mano, porque esse cara, mano, ele subiu à montanha para pegar a
mina e não pegou [risadas] e foi abandonado. Mas esse cara é, ele, ele é objetivado, mano. Ele é tipo John Wick. >> É, pode ser, pode ser que sim. Pode ser. [risadas] >> Como que é a moda agora? É, farmou a aura. >> Farmou a aura. Ah, >> farma aura para nós aí, Rava. >> Farma a aura aí. >> Eu tava lá na montanha farmando. >> Ó lá, o Richa não sabe farmar a aura, gente. >> Farma a aura molecada, >> tá? Já, ele tá na pos ali, ó. >> Farma a Ô, cara, essa tatuagem
do gato aqui que você tem já é uma formação de Gato >> que ele copiou de mim. >> É, é, é uma cópia. >> É. >> Ah, >> ah, entendi. Esse daí é do Vocês tem tatuagem com a >> Ah, tatuagem íntima. >> Não, mas tem duas igual. Mostra, mostra, mostra suas operação aí. >> Ah, não, isso é outra coisa. São operações que a gente fez, >> tatuador. A gente tem tatuagem de amiguinhos. >> Escondido porque cada uma é uma operação que a gente fez de >> risc. É, teve sun operação Sunrise, eh, forró da
lua cheia, operação cogumelo, >> operação liquidificador. Teve algumas operações. Encontrasse um cogumelo lá. >> Se o quê? >> Se eu encontrasse um cogumelo lá, >> nem chega perto, >> ó. Por isso que eu ando pra gente saber Quais são os bons. Esse aqui e esse aqui, ó. Esses são os bons. >> Esse daí. E você dimensões, [limpando a garganta] dimensões chega da da brisa visual ou alguma coisa? >> Não, seu cogumelo certo, sim. >> É, >> se for o errado ali na montanha, >> se for errado, você vai morrer ali mesmo. [risadas] >> Mas calma,
tan precipita alcaloide. Você pode comer alguma coisa ali que amarra a Boca, você come, pelo menos você já vai dar uma amortecida. Enquanto você tem aquela sobreviv sobrevida do tanino, precipita no alcaloide do do do cogumelo, você pega, acende o fogo, maceta bastante carvão e come. Se não tiver carvão, pode ser argila mesmo. Argão é barro, argila tipo terra mineral, você come pode arara. Fala aí, Richard, >> que arara come tudo quanto é porcaria cheio de alcaló, de veneno. Aí vai no Barrão aqui, >> come barranquinho lá, come a terrinha, tá bem suave. >> Car,
que isso? Neutraliza, no caso. >> É, absorve, não absorve. absorve dependendo do da natureza do da molécula do do composto e orgânico, ele gruda ou no carvão ou na terra >> e vai sair nases semar a a atração eletromagnética ali, né? Atração eh físicoquímica é maior do que a a atração para dentro do corpo ali. Então vai embora, >> cara, isso daí eu >> sobrevivência. >> É porque ele falou que ele ia para ra, né? Facico, cara. Tem um detalhe, tem um detalhe que a gente tá esquecendo aqui, porque ele ia dar esse rolê aí,
mas ele ia para raiv. Então se ele visse os cogumelinos, ele fala: "Opa, já vou no grau, >> já vou fazer um esquento aqui para R." >> Não, não tem essas moral. Essa é >> na montanha não. Lugar mais seguro, sim. Montanha não. >> Será que tem um café ali? >> Não tem. Tem um café. Traz o café pra gente aqui. É. >> Ô, Chico, por favor. Te amo. Go. >> Eu não fazia ideia, cara, que isso daí ia expandir, bombar, porque eu saí da montanha, tanto é que >> você só queria viver. Depois você
descobriu que você fudou tudo, tudo isso daí é novo para mim, né? Eu sou um cara Que eu é, cara, eu tinha um 350 servidores, 400. Ah, é mais fechadão. Tô aprendendo tudo. >> Você tá com 400.000 e cacetada. >> 400.000 cacetada, entendeu? Tô, eu tenho. Você tá, tá gerando renda? >> Não, tô. Eu tava gerando a renda com publicidade. >> Ó, eu falo assim que você até falei [roncando] com a sua irmã, né, agora a pouco, que a rede social ela não pode ser número porque senão você é rico que Nem no banco imobiliário,
>> né? Ela tem que gerar. É melhor você ter 10, por exemplo, cara, eu sou de direita, eu posto um conteúdo que que provoca as pessoas, eu tenho problema com a franjinha do pai ausente, entre outras, né? Eu sou caçador, já valie, caramba. Eu sou aquele cara quando eu, se você me assistir, você vai falar: "Puta, esse cara é um arrogante, esse cara é isso". Mas porque na sobrevivência não existe humildade? >> Uhum. >> Tá? Eu e você lá, eu chego para você e falo: "Eh, você sabe fazer isso?" Aí o Pantera fala: "Não, eu
não sei. Você sabe, ó, eu já fiz antes, então vamos fazer, vem comigo." Aí no meio do caminho, ah, mas e se a gente mudar isso? Asim, você já fez essa merda antes? Aqui não é experiência, meu amigo. A gente tem que sobreviver. E as pessoas acham que Largados e Pelados é Big Brother, cara. não entra bastante Improviso também, porque tipo assim, você tá sem nenhuma ferramenta, você tem que improvisar. >> Isso é técnica, isso chama-se bushcraft. Existem três coisas: sobrevivência, sobrevivencialismo e bushcraft. >> É bom você explicar essa diferença. Vamos lá. Bora lá. >>
Sobrevivência caiu. Cair na montanha. Eu tenho que me virar. Foi o que te aconteceu. >> Sim. >> Sobrevivencialismo é você estudar [limpando a garganta] o que fazer na hora da sobrevivência. E bushcraft é a arte de transformar aquilo que a natureza te tá te oferecendo naquilo que você precisa. Um pau para fazer um arco, um osso para fazer um anzol. Então isso é >> uma corda. TC. Então você transformar a natureza naquilo que você precisa >> é bushcraft. >> No bombeiro a gente chamais >> sobre sobrevivência. Aconteceu a É, então é aconteceu a merda, tem
que sobreviver. Certo. Sobrevivencialismo é como você se prepara pra merda. >> Ah, é o preparo. É o pré sobrevivência. Mas isso, isso inclui técnicas de bushcraft. >> Tudo, tudo, tudo. Então é isso. E o bushcraft é uma surpres, mas o bushcraft é uma surpresa porque você tem que improvisar materiais. Aí, [limpando a garganta] exatamente. Aí o Bushcraft ele se divide em duas partes. >> O que você sabe filosofia bushcraft e técnica bushcraft. Que que é filosofia bushcraft? É o que a gente tem aqui um pouquinho, cada um de nós, é ir pro mato, contemplar a
natureza, você viver de forma primitiva, você se conectar, >> liberar, >> acionar aqueles gatilhos. >> Sim, >> isso é a filosofia bushcraft. >> Da hora. >> Quanto maior ou menor a intensidade, tem cara que vai pro mato pelado com uma faca ou com nada e produz tudo. Esse é o mais sublime. Algumas pessoas falam: "Ah, mas você acendeu o fogo com o isqueiro". Ah, mas a fogueira ela é bushcraft. Então existem graus. Não, se você tem um isqueiro, por que que você vai acender com a bunda? Você acendeu, falo da mesma forma, mas e o
desafio e a lenda pessoal? >> Ah, então, mas aí tem essa coisa. Por isso que é a filosofia, né? Isso é a filosofia. [limpando a garganta] >> Entra como primitivismo, né? Ou não. Ou não. >> Para eles. >> Os dois pediram café. >> É, de amargo já basta vida, mas eu bebo amargo mesmo. Pego. Você quer açúcar? Adoçantear. >> Não, eu prefiro açúcar. Pode ser. Já me decepcionei com você, >> meu [risadas] amigo. >> Você é açúcar. É, [limpando a garganta] >> é bast não, mas vamos se envenenar com um daqueles. >> Ah, mas se
for açúcar não é sal que é mais saudável. >> Desculpa. Açúcar não. Açúcar é >> qual que é açúcar que é mais saudável? >> É o mascavo esse. Esse açúcar mascavo. >> Nenhum açúcar saudável. >> É, não é o cabelo e menos química, né? Menos Química. processado químic convencional. >> Hoje a gente vive num estado de sobrevivência, se a gente for ver na no mundo, a sobrevivência na floresta de concreto e al e deixa eu aproveitar para fazer um leve gancho. Você é um cara jovem, você joga alguma coisa? Você teve experiência? Porque assim, eu
quero fazer só uma analogia aqui rápida. >> Você joga algum joguinho, alguma coisa? Não, não. Antes, antes de eu me perder Na montanha, tava jogando G of War. >> Obrigado. Obrigado. >> Qual >> G of War? >> Que que é isso? >> Good of War. >> É Guri of War. Oat. Eu tava jogando sério. Eu me senti. Eu tava, eu tava lá. Biólogo Henrique, vocês estão pegando [risadas] biólogo, mano. Tava me fingindo ele lá na frente, não vou, não vou falar nada do biólogo Aqui para ele [limpando a garganta] não me processar. >> Porque eu
ia te perguntar assim, você falou que é bombeiro, socorrista >> e resgatista, >> técnico de segurança. >> Tudo isso você já era antes de acontecer esse rolê. >> Isso. >> E você usou algumas técnicas ali que você que você aprendeu, mas você nunca pensou que você ia botar em prática Nessa situação, né? >> Eu ia botar em prática no uso, tipo, prestar primeiro socorro sempre. >> Você sabe fazer uma respiração boca a boca? Sei. >> Não sai. Tudo bem. >> Só para ensinar como é que faz. >> Fazer como é que faz. >> É importante
saber. >> Não, não. Tô de boa, tô tranquilo. Tô bem, tô respirando. >> Mas a gente faz a hiperventilação usando Normalmente uma guedel, né, que é um instrumento que a gente usa para colocar na boca da pessoa. Se você tem, né? É, se eu tenho, se eu não tiver uma guidel, aí você pode tapar o nariz e fazer aí duas hipervutilações da pessoa. >> Aí eu te pergun fazer o RCP, se a pessoa tiver com parada cardíaca, isso aí todo mundo devia saber fazer isso, sabia? Cara, na minha opinião, caçador, pessoa que vai para uma
mata, montanhista, Trilheiro, corredor de montanha, devia saber o mínimo de primeiros socorros eh no APH ou bombeiro ou socorrista. Tipo isso daí as pessoas deveriam saber isso daí. Ô, quantas vezes na rua andando, o cara tendo um acidente do nada. Sim, a gente fala, você falou do caçador, mas o motorista, >> motorista, motorista, o carreteiro. Então são, é algo que o Brasil não, não, não é muito visto, né? Essa parte da saúde, de cuidar, eu já vi porque eu sou Um risco para mim mesmo, né, cara? Eu falei, [risadas] pô, mano, eu quase já morri
já várias vezes, né? Não é a primeira vez. Então, tipo, eh, e também tem um ponto que antes eu queria ser policial, né? Ah, pé na arma, você atirando que nem louco. Ou depois de um tempo, certo tempo, eu falei: "Cara, eu quero usar minhas mãos para salvar vidas, não tirar". >> Ah, que bonitinho. Bonitinho. >> Ó, vamos terminar de montar o esquema Dele. Você já pegou uma faca? Você já pegou um Defense Pro? Opa. >> 24 horas de proteção contra mosquitos e carrapatos. Carrapato também é infernal. Infernal. Carrapato >> é cachorro. É que mais
vamos dar para ele? >> Calma, eu vou eu vou pegar a faca. Tá aqui no carro. >> Você vai pegar uma faca? >> Não tem. Tem uma faca para ele também. Não, mas espera aí depois você pega a Faca. Tá lá fora. É igual essa. Outro modelo. É o modelo específico. >> É o modelo betinho. >> Eu quero ver, eu quero ver o seu modelo depois para fazer uma compilação. Ó, outra coisa que você precisa levar >> a porrê também, né? >> Ó, acabou, acabaram seus problemas. Abre aí. >> Dura um ano. >> Vou tirar
uma cobra aqui do >> Esse é presente para você também. >> Ô meu amigo, >> esse aqui, esse ô daqui >> dura um ano. Essa esse alimento, né? [risadas] >> Isso é muito bom. É muito bom. >> Isso é muito bom, cara. Eu eu sou fã. Eu sou eu sou cliente desses caras há acho que é 20 anos, mano. >> E é bom pr caramba, tá? Não é comida ruim, não. É comida boa. >> Não é comida boa. E já é preparada antes e ela é como embalada aí a vácuum. Tá Vendo? Então não tem
não tem, não tem conservante, não tem [ __ ] nenhuma. >> Eu gosto de receber esses trzinh >> um ano dura essa comida, mano. >> Um ano. >> Um ano só esquentar no micr sem refrigeração que é top, entendeu? Comida de verdadeade. Eu >> eu acho que dura até mais, viu? >> Não dura mais. Mas aqui assim um ano existe uma coisa aqui, ó. >> Até sobremesa canica com doce de leite. >> Na guerra urubu é frango. >> É, >> é >> sim. [limpando a garganta] >> E se você tiver o frango mesmo, meu amigo?
Pronto. >> Você tem, você tem o frame, é >> fome não passava agora. >> Agora você já já tá já tá comida de um ano, não vai ser comida de mosquito. >> E vai tá, tem comida também. >> Na selva a gente tem uma uma máxima que Diz assim: "Ou você tá escondido para comer ou para não ser comida, >> né? Ah, a gente, bom, você é um biólogo de campo, né? Você já expt mesmo, quanto que às vezes você até ensinava a produção a a fazer algo. E eu lembro que uma vez as pessoas,
né, questionam: "Ah, você vê muito bicho no mato?" Falei assim: "Depende. Se você tiver caçando, você vê. Se você tiver só passeando e achar que vai achar Bicho, esquece. Você [limpando a garganta] não tá no zoológico. As pessoas têm o hábito de achar que vai na selva, vai est no zoológico. >> Você pode passar uma semana na Amazônia e não vê nada. >> E outra coisa, >> ó, uma coisa importante para quem se perder em selva, mijar. Ah, eu vou mijar para marcar o território, o bicho não chega. Você caiu na situação de Sobrevivência, mijou,
o bicho vai lá, a onça chegou. Ah, ibuprofeno, ah, é MD, THC. É remédio, tempero. O bicho fareja tudo. 12 dias de selva. Sabe o que que você tem no seu mijo? Cortisol. A onça faz assim. Hum. O macaco ferido. >> Ah, o stress vai pra urina. >> Eu passei isso no meu primeiro desafio de largados e pelados com uma onça com um filhote. Uma onça pintada. >> Caraca. colombiana com filhote à 1 hora da tarde. Calma, felino, saia 1 hora da Tarde. A gente tava tão debilitado que a câmera filmou a onça em volta
da gente e a Raíça, que é uma das meninas que estavam, deu de cara com ela. Ela desapartou do grupo para chorar porque eu sou o macho opressor. Aí ela saiu. Ai, eu não suporto o Renê. Ele trouxe tanta comida. Ai, [risadas] mas eu não gosto dele. E ela saiu e ficou chorando. Aí ela abre assim os olhos. Ai que lindo um gato. Aí a outra vê, sai daí que eu não sei meu. A onça só tava olhando para Ela para saber quanto dela cabia dentro do estômago com filhote. Já viu o gato ensinando filhote
a caçar? Ele não mata, ele fica te judiando pro filhote ficar brincando. Imagina o sofrimento que ela >> é vários animais que fazem isso. Orca faz também. Até >> a selva é cruel. >> A selva é cruel. Eu descobri que romântic não tem. Não tem aquela síndrome do Walt Disney. Eu odeio isso nas pessoas. Eles idealizam que o animal É um ser, é, é um, é um ser humano. Ele assistiu tanto Walt Disney do Pumba Timão e não sei o quê. >> O Pumba é amigo do Simba. >> Não, não existe. >> Eu falo com
7 anos você achar que o Pumba é amigo do Simba. Beleza, com 37 você tem que ir pro psiquiatra, cara. >> Aquela [risadas] velho. Concordo. Concordo. E você ainda tem lá um, sei lá, parece um um uma epifania. As pessoas às vezes elas acham Que são bicho, tem hora que ela acha que o bicho é gente e tem hora que ela acha que o cachorro tem que vestir uma blusa porque tá frio, mano. >> Mas tá tá vindo uns bichos que tá vindo alterado. Tem até barão. >> Eu não posso falar muito. Eu também sempre
falei isso. Esses dias entrei em casa, cara. A gente >> ganhou uma chihuahua que tá com a língua o tempo todo para Fora assim, ó. [risadas] Chama linguine, né? Bonito. Eu >> entrei em casa, eu entrei em casa, ela com uma roupa e uma saia, mano. Uma saia. Que esse cachorro tá fazendo e o colarzinho de brilhantes. É >> meu cachorro. >> A minha mulher, minha filha enfeitando esse cachorro. Coitado. >> Eu não vou falar que não fica bonitinho. >> Fica bonitinho. [risadas] Mas eu vou dizer uma coisa. A finalidade é só essa, né? >>
Mas bicho, você tem que tomar muito cuidado. Tem uns cara que nem teve um que você falou lá da mamba negra que eu vi. Já vi alguns vídeos teu. >> Cara, o cara pegou uma mamba negra na mão também. Pelo amor de Deus, eu encontrei uma vez uma menininha na África, ela foi para um lado, eu fui para outro e olha que eu não tenho problema com cobra, meu amigo. Eu ten eu já tenho um pouquinho meio receio já. Ixe, mano. Vai que o bicho sente meu >> Isso imagina se tivesse sido picado por uma
serpente aí, cara. Ah, terminando. É isso. Olha, eu vou posso terminar. Vou comissário continuar. Ó, toma um presente para você. Eu vou te dar um também desse aqui. Depois tem que dar pra escada bota. >> Esse é para usar em cima da bota. É uma caneleira [limpando a garganta] pr da Nexus. Isso daqu é bom >> nosso parceiro para evitar. Esse é testado. Tem C. CA quando tem já foi testado. Você sabe cadei de >> E aí ela foi testada. Então você >> fechou. Ô isso daqui é bom pr de cobra, né? >> É cobra.
Cobra. É pra cobra. É feito pra cobra. Pronto. Já tem comida, você já tem proteção contra cobra. Você já tem proteção contra mosquito. Você tem uma faca que você vai vai ganhar do Renê. >> Eh, >> faltou uma bússola. Hum. Aí faltaram coisas fogo. >> Será que a gente não podia dar uma boneca inflável? >> Vamos dar um oitão para ele. >> É, no caso dele é ele nunca vai [risadas] ser abandonado. >> Já decidimos o que você precisa. >> O qu >> uma boneca inflável para você não ser abandonado. [risadas] >> Ela nunca vai
te abandonar. Ela nunca Vai te abandonar. Então, então sempre vai estar comigo. Então, >> vou aproveitar uma outra coisa que não sei se você encontrou muito lixo no caminho que você foi, mas o ser humano é porcão, não somos porcões. Vamos falar a verdade. >> Olha, te falar que a primeira coisa que me [limpando a garganta] deixou feliz foi ter encontrado plástico. >> Mas é verdade, é a poluição não dá nada. >> Plástico nunca foi problema. Nós somos o Problema. A linha oceano da Embalicho, ela pega plástico que tá lá no mar, que foi transportado
do rio pro mar, porque a gente acha que só porque sai na nossa frente resolveu, né, o problema. E termina lá no mar, eles tiram lá numa planta que eles têm lá em Ubatuba e transformam esse plástico em um saco de lixo reciclado, dando uma segunda oportunidade pro plástico. O plástico nunca foi problema. O plástico é uma baita solução barata para uma série de Coisas. Quanta coisa tem de plástico aqui? Se ia ser de quê, né? Só existe elefante hoje porque existe plástico, né? >> É tartaruga também. Falaram, a tartaruga morre por canudinho, não sei
o que. Antes da tartaruga morrer pro canudinho, a gente fazia uma eh pente de de casco de tartaruga. Tanto que tem a tartaruga de pente, que era a melhor tartaruga para fazer pente, >> tampa, tudo, tudo. Tinha óculos. Era Feito com armação de óculos antes quando não tinha plástico, né, >> cara? Não achei. >> Então, o que que você tá procurando, bebê? Eu ia procurar o kit de sobrevivência para te mostrar para ver se tá aprovado. Se ele ia aprovar. >> Você já nem achou. Você viu como você tá achou? >> Ele não trouxe o
kit. [risadas] >> Se hoje fosse a viho, você tá um desastre, Betinho. Ainda bem. Não, Provavelmente tá indo no carro. Já vi que você não aprendeu nada, cara, com essas experiências. >> Não, o Betinho sempre vai ser um exemplo. >> É, >> cara, na verdade, >> só depende de como você olha o ângulo. Pois >> o que que acontece? Isso. Isso. >> O que que mudou na mudou algo na tua vida? assim, fora a questão de Aprendizado, mas mudou na tua vida a reconhecimento. >> É todo esse toda essa essa onda que sem dúvida que
te trouxe inclusive aqui até hoje, né? >> Ó, uma coisa você pode ter certeza, as pessoas gostam muito de você. Tem tirando os sobrevivencialistas que vão, né? Tipo sempre falar po falar. Eu, ó, eu eu meti o pau em você, eu fiz postagem, mas assim, sempre no bom humor, ácido como eu sou, ácido, Detonando, mas de uma forma cort, de uma forma construtiva, mas tipo usando um exemplo do que não fazer, não te criticando pelo que você fez, você não tinha obrigação de fazer. >> É, você foi na verdade um uma oportunidade para poder um
monte de gente, né? >> Sabe o que que machuca nas pessoas? elas se matarem de fazer fogo e não sei o quê, pai, e querer criar aquele universo da sobrevivência e chega um Cara desconhecido, vai lá e se desponta, você causa a inveja nas pessoas. Então, o sobrevivencialista vai te rejeitar e vai te vai achar qualquer narrativa para desconstruir e falar a história da raposa e das uvas. Ah, não. Como se for para ser famoso como Betinho na sobrevivência, eu não quero. >> É como os biólogos comigo, alguns, né? É como muitos sobrevivencialistas comigo. Então,
meu amigo, você a ó, é uma bolha da sobrevivência que mete o pau em você. Eu tô nela, tá? Mas a grande [risadas] maioria, >> a grande maioria te ama, meu amigo, te ama. você tem um carisma, você essa sua essa sua natureza amorosa, isso daí >> mas deu frutos issos práticos deu fruto. Eu fiz bastante publicidade. >> Eh, depois que eu voltei assim, eu expandiu, explodiu, fui para podcast, vim várias vezes para São Paulo, vies para São Paulo, comecei e o que você está fazendo hoje para poder alimentar Esse essa essa situação? Então, eu
tô com os planejamentos, sou professor, né? Sempre tive meus trabalhos, né, de antes como professor, sou técnico de segurança. Então, eu dou aula das NRs, a gente tem atualmente várias NRs que são normas dentro da empresa. Dou aula para bombeiro, para socorrência de APH, né, primeiros socorros. Eh, tô começando na área de palestra junto com a com a minha irmã. A gente vai estar lá na Shotif Fair agora Para poder estar palestrando. Mas >> você tá palestrando no mesmo dia que eu? >> É. [risadas] dois aí, ó. >> Fechou. Eh, também atuo na área de
financeiro, é consultor, né? Então, trabalhava, não sei se conhece a Demicon, então eu sou parceiro da Demicon, trabalhava já antes. >> Eu tenho os consórcios da Demicon >> aí, ó. Quer fechar um? >> Não, eu não fecho mais nada porque Falaram que eu ia resgatar rápido essa [ __ ] Tô esperando faz tr anos que tô esperando. Depend consultor. >> É, sempre vi isso. Eu já tenho dois tenho dois consórcios diferentes de bloco consórcio com dois consultores diferentes. Car, >> se você se [ __ ] uma vez não significa que vai se [ __ ]
a segunda. Se última vai se [ __ ] [risadas] a terceira. >> Mas essa a terceira não me pegam não. >> Não tá até. >> É alavancagem. Vem falar em alavancagem. Eu vou dar uns três tapas na tua testa aqui. >> Avancem. Aí a gente fala sobre investimentos. >> É. Tá beleza. Não, eu acho que tem o s, se fosse, se fosse vendido como investimento para mim, eu teria poderia tomar decisão, falar: "OK, investimento, tem um plano de seguro que é legal, porque hoje eu uso como seguro." Eu, por exemplo, eu não tenho seguro pessoa
Física, porque a minha atividade não permite ter. Eu, se tiver, o banco não vai pagar porque vai falar sim, porque vai falar o Richard morreu porque um >> tava fazendo algo perigoso, tá? Então eu não tenho seguro no Brasil não tem >> periculosidade que fala, né? Só que eu o Mas aqui no Brasil >> não, aqui no Brasil. Só que eu já tinha um seguro antes de eu ir pra televisão. >> É. >> E aí eles não podiam, >> mas você então, mas tem que tomar cuidado, tá? Porque esses cláusulas pequenas, então eu sei que
não vão me pagar. Por muito menos não pagaram minha mãe, que não era uma aventureira, teve um acidente, falar: "Ah, mas o acidente dela foi não sei o quê, um monte de cláusula para não pagar". Então assim, o seguro não quer pagar e vão uma vez roubaram meu carro, consultor rodou, rodou, rodou aqui para ver até quando eu falei: "Meu mano, Que que você quer? mio não quer pagar, fala que vocês não vão pagar e a gente vê na justiça. Então assim, o problema é esse. Eh, aí esse o o para mim este valor que
eu fiz de investimento de de seguro de de nessas >> consórcio, car >> de consórcio, é, tenho duas dois consórcios bons, >> para mim é seguro, >> entendeu? Porque o seguro que meus filhos são são e minha mulher são Beneficiários. Se algo acontecer comigo, eles vão pagar grana para eles. Tem um seguro para essa mista. Isso é muito bom. É muito bom. Então, tipo, eu trabalho com essas vertentes, entendeu? E hoje como um influencer, só que eu tô aprendendo ainda a lidar com essa caneta de influencer. >> É, mas você tem que se mexer, tá?
Você não, isso é é >> o que que você me daria de dica? Você que tá na área, né? Eu pegava esses [ __ ] aí, muitos deles que não t projeção, não é o caso do do Renê, mas assim, muitos que eles não tm projeção xingando você e eu fazia produtos nessa nessa linha sua, porque alguma coisa que você tem em projeção, o seu é o caso que supostamente não deu certo e supostamente eles podem ajudar a formatar, por exemplo, produtos para vocês vender, entendeu? >> Por exemplo, você teve lá o Luciano Tigre grudado
nas suas bolas um tempão Aí, >> o por que que você não usou a imagem do cara para se alavancar também? Você tem que saber trabalhar isso e e a internet não perdoa o tempo, tá? >> O timing é muito importante. >> É verdade. Então ainda tô nesse time, porém ainda tô pegando bem. >> Então é é isso vocês precisam se mexer, tá? Porque o tempo passa muito rápido, a internet esquece rápido, tá? >> Ó, e se se perder duas vezes, você ó, já Tem aqui, já tem outra oportunidade aqui já uma já tá requentando
um caldo que agora é mais uma oportunidade. >> Falar. >> Amém. Obrigado. E eu, né, agradecer você. Não, não ag, mas para nós é bom que você esteja aqui, vai dar bom para nós também. Mas assim, aproveita essas oportunidades. O o aqui a internet ganha, ganha, todo mundo ganha. É bom quando todo mundo ganha. Aliás, essas relações são boas assim, né? Você saiu Com a menina, você perdeu, ela >> e ela perdeu, ela perdeu, ela perdeu, você perdeu. Você ganhou agora por conta, você ganhou mais do que ela, porque ela só perdeu, né, nisso. >>
Mas é, é bom quando os dois ganham, né, os dois lados. E hoje a moeda que mais valoriza no mundo, quer dizer, a moeda de maior valor no mundo não é o real, não é o dólar, não é o yem, o euro, é a atenção. O tempo que a pessoa para na frente desse [ __ ] aqui é que gera Alguma coisa, cara. >> Você conseguiu fazer isso. >> É, [limpando a garganta] >> é, >> é >> transformar o limão na limanada. Eu odeio esse termo, mas é isso. É isso, né? >> O suco de
Se a vida te der peras, faça um suco de maçã. >> [risadas] >> E surpreenda todo mundo. E surpreenda. >> Sabe o que faltou você entregar para ele antes que eu esqueça? >> Energético. >> Um pichau, cara. Quer com sem açúcar? >> Anyway. >> Ah, ele não liga para isso. É. >> Não é porque eu sou largado e pelado. >> Você pode me indicar um que você goste aí. >> Pega um maçã verde. Maçã verde zero para ele. >> Aí, ó. Fechou. >> Você sabe, Richard que >> depois que você vira largado e pelado é
assim, você vai na na casa dos par o microfone, né? É. Caraca, o microfone >> é o microfone. Aquela bolsinha ali é onde fica o gravador, né? Gravado 24 horas tudo que você fala até mal da produção ali, sabe? [risadas] Eh, depois você vira largados e pelados assim, você vai na casa de algum parente, alguém assim, tipo, ah, Renel, O chuveiro não tá funcionando, mas você é largado e pelado. Ó, estamos sem colchão aqui, mas [risadas] >> não, as pessoas acham a >> Tudo bem, mas o o meu lado veio bastante meme, né? Meu lado,
nossa, explodiu no meme. O me conheceu pelo meme. >> Conhe por meme. >> Então, tipo assim, >> saúde, saúde, saúde, >> saúde. Tô tomando água. >> Pichu, pega aqui no meu energético. É isso aí. >> Pal é bem legal. Essa lata é do tamanho, >> pô. E tem tem umas avizinhas dessa ali em cima. >> É, essa é uma fênix. Mas é, tem umas aves. Vocês vi lá você se divertindo com nossas aves. >> É, rapaz do céu, carindé. Eu eu tenho um rancho no Tocantins, inclusive eu voltei de lá hoje, né, para tá aqui,
né? Tinha falado, né, foi esse meu. >> Que bom, obrigado, viu? >> Não, Richard, pelo amor, né, cara? Primeira vez que eu pego a estrada, hein? São Paulo. Dirigindo, >> é estrada dirigindo. >> 1000 dá 1470 km de lá. E agora o caju começou a florada, né? Tá, tá florando lá. Eu não sei que diabo que essa arara vê graça naquelas flores de caju. Arara não chama canindé, né? Hum. >> E assim, você você quer dormir até um pouco mais tarde, é insuportável o Barulho que elas fazem. >> Nossa, >> não. Fiz vários vídeos. Os
meus amigos que foram lá a primeira vez, fica todo encantada. Eu falei: "Meu, >> tem mais arara aqui que pardal, né?" E as pessoas não entendam. Ah, mas por que que em São Paulo não tem? Tem burit em São Paulo. Você [limpando a garganta] para um bicho ter, você tem que ter coisas. >> Burit adorito. >> Você precisa do burit para ela comer, para ela fazer o ninho pr Então as pessoas e elas enteraram. Por que que falta isso? Onça, onça parta. Gente caça aqui no interior de São Paulo. Eu nunca vi um lugar para
ter tanta onça. Eu vejo mais onça parda no mato do que gato feral. Apesar que a onça come gato feral, né? A gente tinha problema com gato feral, acabou, não tem mais. A gente faz seva de javali. Ah, Mas a onça não come javali. A gente faz ceva de javali, coloca o milho, tal. Quando a seva pega corpo, a onçra vai lá, a a parda fica lá esperando o porco vir comer para ela para ela catar o porco. Eu tenho aqui, ó, foto e vídeo e de javali grande, onça menor que javali derrubando javali grande.
Cara, eu >> mandar você depois eu só agradeço por esses bichos, né? Agradeço demais por ter dado esses bichos. Tipo assim, o que que me alertava durante a floresta era Os barulhos. Que nem você tava falando de barulho, cigarra, grilo, começou a entardecer esses bichos, faz uns barulhos, >> mas se tudo ficar silencioso, meu amigo, >> aí aí aí eu já [limpando a garganta] tava já tava pensando no apocalipse. Daí >> o único bicho que não vai fazer barulho nenhum é o predador. >> Ah, >> é >> nenhum. >> E cobra, cobra também. Cobra é
>> é que a cobra não vai ser ativa contra você, né? >> Ela não tá te caçando. A cobra vai te atacar se você pisar nela. um truque aqui no São Paulo. Não, mas vamos supor que tivesse acontecido isso lá naqueles fundão do do da floresta amazônica ou os fundão do Pantanal. Você tiver numa mata fechada, amarra uma corda, um cipó na sua cintura e deixa uns 10, 12 m a ponta dele lá para trás. A onça, ela sempre Vai pegar você pelas costas e o último da trilha. Se você andou, ela vai escutar que
tá vindo um barulhinho lá de trás. Ela vai ficar da espreita, vai passar e cadê? >> Hum. Hum. Sobrevivência. Isso é, >> caraca. >> Hoje em dia nem tanto, mas na época dos bandeirantes >> você desperta com barulho, cara. >> Com barulho. E se você quer se aproximar, porque você já fez bastante, Não sei, aproximação assim desses animais assim, como que funciona? Você vai com um e onça você encontra sem querer ou você vai que nem eu tava no Pantanal que aí você tem elas estão na na época certa na beira do barranco do rio.
>> Ou você faz igual o rapaz já que virou de onça. Você vai cevando, cevando na hora que ela esturra esturra também. É. >> Caraca, velho. >> Um outro bicho que voltou muito pra gente é o lobo guará, né? >> É. >> Como tem lobo guará? A gente vai caçar um termal, né? Como a gente vê lobo guaran e [ __ ] foboca também. >> É porque antes o pessoal matava muito o lobo que achava que ele ele era um predador. Ele era [ __ ] um bicho >> bobão, cara. >> Outra coisa da onça
tá voltando também pelo javali, assim, a onça parou de Atacar o carneiro e o bezerro. Ela dá preferência pro javali, o dono da fazenda. >> Espero que você tenha razão nisso que você tá falando, porque era o que a gente precisava mesmo, cara. >> Ó, é o que eu tenho visto. >> É o que a gente precisava. Essa história de ambientalista, vamos salvar a onça, não se preocupa, meu amigo. Quando você pisa num formigueiro, se você tentar arrumar a bagunça ali, vai causar mais Cal nas mais caos nas formigas. Isolária. É o que tá acontecendo
com os gatos hoje. Você não precisa de cuidar da onça, ela se cuida sozinha, cuida do entorno. Hoje, eh, pelo menos o interior, aqui na região de Araraquara, Boa Esperança, onde cria carneiro, cria gado, você tem muito, muito javali. Eh, e esse javali, embora é uma praga agrícola, ele também tá fazendo um papel, na verdade, dois papéis muito importantes do ponto de Vista de conservação. Primeiro, tá voltando os predadores. Eh, a onça aumentou. Pera aí, mas aumentou onça e aumentou gracham? Porque antes a onça comia o graxhaim, porque ela não tinha tanta comida, ela tinha
que matar grachain. Hoje grachainim é mato. >> Mas pera aí, não tô entendendo. A onça tá dando preferência pro porco. O grachain, que é o lobo, cachorrinho do mato, tá crescendo, come lebre. Lebre Também tá virando outra praga, >> [ __ ] >> A gente caça, a gente vê em um lugar, você usa uma termal, você vê se você vai ver que o nosso amigo samurai quando você for caçar, você vai ficar impressionado com a quantidade de bicho à noite. A nossa fauna é insana. >> Para poder caçar, como que funciona? Você precisa ter um
porte, algum? >> Vamos chegar lá, a gente chega lá. >> Eu que eu que eu >> eu vou ter eu ter umas turmas para outubro ainda. Vai te preparando. >> É, você tem que primeiro ser cque, né? Você tem que primeiro ter acesso à arma. A não ser que você quer caçar de arco, eu cao de arco também. Tem fuzil, tem rifle, tem arco. A, o meu, eu cresci na internet caçando de arco. Eu fui chamado para um largados e pelados porque eu me despontava na caça com arco. E e o arco você só precisa
fazer o seu CTF do IBAMA, pá, pá, bonitinho. >> Uhum. ter o seu nome no Simf de uma fazenda e correr menos que eu. [risadas] >> Boa, boa, boa. Não, pô, você ter é com arma já é mais [ __ ] Teria que ter o C, né? Ah, ainda bem. Vamos na chater, já descolamos. >> Não, você vai estar com a gente [risadas] lá. Você já tá amadrinhado. Você >> aí, ó. Da hora, cara. Porque >> a shot lá é, você vai conhecer. >> Mas para mim é isso que mudou. Short fair tá aqui, tá?
Eu eu sempre tô agradecendo muito a Deus. >> É, é, tem que cultivar isso. Tá sempre cultivando. O de do dia que eu eu comecei em 2003, cara, >> e ainda estou de certa forma relevante, cara. Porque, mas porque eu nunca parei, cara. A gente sempre tá tendo que se recriar, repensar, mudar as estratégias. Não dá para ver. Hoje você, eu te Considero como um dos embaixadores, na verdade o embaixador da consciência ecológica no país, >> de biologia na área. Você foi o cara que começou lá atrás, >> tipo criador de animal silvestre, pá, pá,
tudo aquilo que ainda era um tabu, hoje é ainda a sua concepção de como que é o manejo de javali, a sua ideia, embora você fala: "Eu não mato um bicho, mas eu entendo o papel dele e eu sei que tem que ser um, existe um controle. Acredito também ali, embora eu tenha algumas divergências com o biólogo Henrique, inclusive um dia eu até gostaria de trocar uma ideia com ele. Já vou até deixar uma uma deixa aqui. Cadê a câmera? Cadê biólogo? Henrique, você é um biólogo de apartamento. Ah, aguenta [risadas] agora vai, hein? Vespar.
Que isso? Friends. >> Eu vou falar uma coisa. Eu acho aquele cara fantástico, o trabalho dele é Sensacional, mas eu não tô aliviando a barra não, hein? Presta atenção. >> Você já bateu boca com ele? >> Não, nunca, nunca não. Mas eu já comentei assim, mas assim, é uma provocação. Ele é ele é relevante. Eu tiro o chapéu para ele, mas eu eu para mim ele é biólogo de apartamento. Ele é um cara de react, ele é um cara que ele domina o assunto, vai pá, estudou, ele é um ótimo professor. Isso é muito bom.
Isso é muito bom. Mas eu queria que o Biólogo saísse com a gente para ir pro mato, pisar de >> Mas ele faz, é só convidar, ele faz. Ele gosta, ele já, ele já viajou comigo. Ele é um cara, né? É, é só, é só convidar. Ele vai, [risadas] é que é oportunidade. Veja hoje como ele, ele, ele que ele faz, ele, ele monetiza muito hoje uma fórmula com uma fórmula que já tem, >> mas ele ele ele é um cara que, meu, tem mestrado em Cobas, eu não tô deferindo Porque que eu gosto dele
para [ __ ] Eu acho ele e ele é ele foi um aliado. Veja, a gente hoje >> eh os biólogos não gostam de caçador >> nenhum >> e ele é um ponto fora da curva. Nós temos que, ele, vocês caçadores, tem que estender a mão para ele, porque ele é um cara que entende a necessidade e defende o manejo, mesmo levando porrada, porque muito dos públicos do público dele, eh, a, acha que como é tinha meu público Também muito fantasiando em cima disso. >> Aham. >> E, e é muito é muito difícil defender a
caça para quem é da biologia. >> Aham. >> Porque a biologia se transformou só em amor, cara. Ah, eu [limpando a garganta] amo os bichos, então eu quero ser biólogo. Eu falo: "Meu, você ama os bichos, sei lá, >> vai ser >> não necessariamente seja biólogo, é, é Porque tem especialmente biólogo da conservação, >> mas eu gosto e eu se eu não assim eu também sou a favor da caça de animal silvestre regulamentada, como acontece na África". >> Não, no Brasil não tem condição, né? Que a África é um outro ambiente e outra condição. Nós
não temos condição no Brasil. >> Primeiro que no Brasil, cara, nós temos que ser honestos assim, o o >> o Brasil nós temos que aprender algumas coisas. A gente vive reclamando os nossos governantes que eles são desonestos, mas o aade desonestidade começa lá embaixo no ninho, tá? >> No cara que estica um peixe para poder levar um peixe fora da medida. No cara tem a licença para pegar dois e pega três peixes. Nos Estados Unidos, se você pesca um peixe a mais, você sabe como é que funciona lá? Você, o teu vizinho te denuncia e
quero que se [ __ ] Você tá Tirando o que é meu. O que é nosso, >> sabe? O que é nosso é meu também. E quando você tira e se privilegia do que é nosso para você, você tá tirando do que é meu. E lá eles não perdoam não, cara. Brasileiro, tem que aprender com isso. Natureza do brasileiro é assim, se você plantar um pé de manga na frente da tua casa, nunca ninguém vai comer uma manga madura. >> É. >> É, >> infelizmente. Mas eu até entendo, a gente passou a a nossa a
história do Brasil, ela sempre foi ali voltada pro pra escassez, >> não? e >> é que a nossa história sempre foi escrita com tinta azul e nunca teve tinta vermelha nessa história. Essa é a verdade. Desde que Dom Pedro puxou a espada, ele já tava com Dom João, o pai dele falando: "Pai, deixa comigo aqui que eu". Ó, liberdade, morte, tá [ __ ] Nenhuma. Já tinha um acordo atrás. Aqui é o país dos acordos, sempre tem um acordo atrás. A gente foi enganado tanto tempo, inclusive na política achando que eram tinha partidos opostos, era
toda a dança das tesouras, todo mundo amigo, cara. Entendeu? Mas enfim, é da comunicação, mas também, >> mas assim, partindo dessa primícia aí do da escassez, a gente vê o nosso povo ali, >> onde tem escassez aqui? >> Não, >> escassez tem lá. Eu tô falando >> seis meses em marcho da neve. Aqui nós temos fartura. Esse que é o problema. Tem tanta fartura que criou um monte de gente que não quer fazer [ __ ] nenhuma. Tá que eu pego uma árvore aqui, comer uma fruta e [ __ ] Aqui nunca deve se preparar
para tempos difíceis. Car, >> a pessoa aqui, ela quer comer a fruta, mas não quer botar água na planta. >> É bom. Ela não quer, ela quer a sombra, mas não quer podar o galho. Essa escassez. Então, a pessoa não tem, ela, ela não consegue, existe, mas ela não tem. Ela tem que pegar do >> Então isso não é escassez então de oferta porque >> nem de ferramentas, nem coisa, é escassez de mão de obra mesmo, cara. Chegamos >> escassez de vontade de trabalhar. Bora lá trabalhar. >> A escassez, ela vem tipo, bora trabalhar, [
__ ] A escassezja ela vem quando uma pessoa tá sentindo escassa, né? E só voltando, pegando o gancho ali até do biólogo Henrique. Realmente o trabalho dele é louvável em pr nós que somos caçadores. Eu embora você fala que não, eu sou a favor, eu defendo a caça de animais silvestres, eu acho que quando tem valor, se uma onça valer mais que um bezerro, vai sobrar onça nesse mundo. >> É [risadas] complicado. É complicado falar. Estamos, nós não estamos, nós não temos essa, a, é, primeiro que, é a, como a gente, os nossos animais, primeiro
que a gente não tem, por exemplo, que nem na África e quem tem nos Estados Unidos, grandes animais, né? Então você lá tem ceros grandes, você tem aqui, nós temos o servo que tem aqui é o servo do Pantanal, está ameaçadíssimo, né? >> Então nós não temos hoje populações Saudáveis para poder fazer esse tipo de coisa. É, >> mas eu posso falar, existem existem animais, por exemplo, você vê o queixada, >> é, >> você consegue fazer capivar em alguns lugares. Quechado sabe o que? Eu acredito no manejo, mas o que eu acho que aí órgãos
ambientais e vamos dizer os proprietários de terra onde os queixados realmente estão Prosperando mais que é no Centro-Oeste brasileiro. Apesar de alguns pesquisadores dizem: "Não, não tá acontecendo, está acontecendo sim, não tem como dizer que não, falar que não, tá cego ou tá defendendo algo que depois você quando o meio ambiente fica omisso com uma relação, porque sempre a gente tá acostumado com pouco, né? Aí sim tá faltando, tá faltando. Mas quando tem algo que tá numa que está a mais, né, ou que está eh que deveria ser, nossa, que Legal, recuperamos a população, ah,
mas passou um pouco da conta, temos que pensar em manejo e e isso está acontecendo, tanto que estado do Goiás hoje tá trabalhando nesse sentido, né, através do licenciamento estadual. Esse eu acho que assim, aí é manejo, aí é o quê? O órgão ambiental junto com eh proprietário de ar, não sei o que, eles fazem o quê? A gente faz um trabalho científico, olha, deveria ter 5.000 animais, tem 10.000, tem 5.000 a mais. Vamos então controlar essa população. Mas eu acho que assim, eh, a caça do Silvestre hoje já nós não precisa, tem a caça,
não tem a caça do Javali, deixa os cara caçar pro Javali que precisa. Eu quero chegar na segunda parte dessa história, >> porque eu acho muito perigoso. O o Silvestre não estamos sou contra Castel Silvestre, na minha opinião. >> Eu eu sou a favor do Silvestre nessa condição que você falou, a gente tem que Ter um estudo, saber o que que é o excesso e o que que pode ser manejado. Então vamos supor, um cara, isso aqui é uma história real, tá? Em 2005, um um 2005, um parente meu tinha lá quase 2000 alqueir no
no Tocantins de terra. Era época de MST, era época que a soja tava derrubando o serrado, tal, tal. Ele não tinha dinheiro para fazer trabalhar terra, para produzir soja, pressão dos caras querendo comprar a terra dele e pressão de invasão de terra. Tinha uma Terra boa, tinha três nascentes, tinha mata nativa cerrado, intacto. E ele fez um estudo, ele tinha mais ou menos 2000 porcos queixada na propriedade dele. E ele fez uma proposta pro Ibama, ó, eu queria fazer isso. A gente tem um estudo, dá para fazer o manejo de 200 animais ano sem eu
derrubar uma árvore do meu serrado. Vou colocar, vai ter eh população local, vai ter guia, vai ter pousada, vai ter o turismo de caça. O Ibama falou: "Claro que não, ele teve Que vender, derrubar, só deixou 20%, hoje não tem 200 porcos na propriedade dele naquela região. >> A a pro país, >> mas derrubaram para plantar >> para plantar soja? >> Não, e onde tem, desculpa, mas onde tem onde tem milho e soja tem mais hoje quechada do que quando tem mata de galeria. Não tem. Mas ali não tem mesmo, porque eu acho que durante
o processo deve ter debandado. Muita gente caou Hoje. Hoje isso foi em 2006. Eu não sei como é que tá hoje. Eu eu tenho se plantaram tem mais. Hoje hoje no estado do Goiás 67% da do tempo dos queixadas é trabalho científico, tá? Foi publicado ano passado. É dentro não é achismo, tá? E tem muito aismo. Falar o achismo. >> Não, não, não é achismo, mas não é achismo, tá? Isso é dado científico. Às vezes a gente tem a tendência a achar, mas assim, eh, isso vale para qualquer lado, tá? Quem é a favor, quem
é contra. E, e o que a gente tem hoje de trabalho científico no estado do Goiás, né, é 67% do tempo, 63% do tempo o queixado tá dendo, milho, 14% na cana e 8% na mata galeria, que é o tanto que foi publicado o trabalho. E esse trabalho deu origem a o quê? lá no estado do Goiás é a primeira planta CF de >> para poder fazer um controle aí >> de de frigorífico de abate de queixada >> só que manejado, que é quando a ciência e a biologia trabalha junto com os Proprietários rurais, etc.
Porque quando a ciência fecha o olho para isso e fala assim, gente, não tem esse problema, não tá acontecendo esse problema ou [ __ ] porque o problema é do agronegócio. E na verdade o problema do agronegócio é o problema de todos nós, porque se o queixada comer metade do milho, o milho aumenta 50%. Aí você vai falar: "Eu não rouo o milho, beleza, mas a carne, o DDG é o milho, o peixe come milho, a frango come milho. O combustível que a gente Coloca hoje é etanol, é biocombustível feito de milho, tá? Então a
gente vai ter um aumento em todas as coisas. Aí as pessoas falam: "Ah, mas aumentou". Eu falei: "Pois é, isso é, você não gosta do agronegócio, tá aí, se fodeu." Parente meu que perde lavoura para prar que é a base de tudo, mano. É a base de tudo. >> A segunda coisa demais, cara. >> Mas o o queixado ele de fato e e o manejo, na minha opinião, é hoje é a Melhor forma de da gente controlar, de ter realmente de controle, porque aí o meio ambiente trabalhando junto com E aí o proprietário rural que
acontece é o que você falou aí. O proprietário rural, ele, eu concordo com você, é dar valor aos animais. >> Isso. >> Ele vai dar valor porque o queixada vai valer dinheiro. >> Sim, exatamente. >> No manejo, no manejo. Um dia, sei lá o Que acontece, um dia que a gente pode olhar no futuro, mas hoje a gente não precisa. Eh, eh, a o o manejo ali ainda é a melhor solução no caso de Silvestres, de regular, >> né? Porque normalmente tá faltando, é uma exceção agora essa questão do queixado que as populações aumentaram de
fato. Só não acho, é trabalho científico, não é porque eu acho ou não acho é só. E depois você vê dentro dos campos de milho o cara que saindo bando Gigante de queixada que os antigos não viam isso há muito tempo. >> Então assim, estamos dando valor. Eu também acho que tem a gente só vai eh dar valor a algo que tem valor. >> Uhum. Sim. >> Quanto vale uma onça pintada? Ah, é R$ 5000 que é a multa se eu matar uma. Não, vale muito mais uma onça pintada. Se eu preservo uma onça pintada
dentro da minha fazenda, ela é, o valor dessa onça pintada vale milhares de reais, mas Muito, talvez milhões de reais. >> Preservo ela, você cuida dela. Por isso, >> se eu preservo ela, eu faço eu faço um trabalho pro estado. Você concorda? Se eu preservo, se eu tô preservando, vamos lá. Você tem uma fazenda hoje, você sabia que quando você tem uma fazenda, você não pode ocupar 100% dela? >> Não sabia. >> Eu não posso derrubar 100%. >> Dependendo >> dependendo do bioma que você tá é de 20% 80%. Se então, por exemplo, digamos que
eu esteja lá no cerrado, lá não. Lá dependa to é de pode ser de 20, mas pode ser de 35 a 40% no serrado. Hoje é 40%. Então, ou seja, eu comprei uma área, eu só posso usar 60% dela. 40% eu tenho que preservar e pagar a conta dela. >> Se vender a outra parte, tem que vender numa reserva proporcional aos 40%. Paga imposto, >> paga imposto sobre tudo e se pegar fogo você tá [ __ ] Ou seja, você tem que Cuidar de verdade, né? É um papel que às vezes nem o estado consegue
fazer num parque nacional. O o proprietário do agro tem que fazer, >> paga imposto e tudo e aí mantém 40% as expensas próprias para quem? paraa sociedade. Só que aquilo tem que hoje é um [limpando a garganta] é um ônus e tem que virar um bônus, entendeu? Se você preserva algo, você tá proporcionando um benefício para todos nós, né? Para eu que vivo aqui num apartamento, que já Não só tô emitindo carbono e não tô não tô sequestrando nada, não tô sequestrando de carbono nenhum, só tô produzindo carbônio, [ __ ] eu tenho que pagar
a conta de quem tá fazendo a coisa direito lá. Essa é é a sociedade tem que ajudar. Na minha visão é isso, cara. Entendeu? É isso, é criar valor, porque aí o cara vai falar: "Porra, beleza, eu tô eu tô preservando, mas eu tô tendo uma rentabilidade sobre isso. >> Sim, tá tendo um retorno. >> Não é justo só eu por, né? É como se tem imposto só para um cara, entendeu? Não é justo, tem que ter imposto para todo mundo pagar, né? Enfim. Mas é, o meu sonho ainda um dia vai ser chegar ali
no Javali, você ter a sua empresa de caça deali fazer um manejo ao mesmo tempo que você ganha dinheiro com o turismo da caça aqui. Hoje é >> parece que vai ganha, parece que vai ter agora um pagamento de R$ 100. Alguns estados estão falando aqui não paga a Conta, mas ajuda. >> Eu acho que >> se não atrapalhar já ajuda. Vamos falar a verdade. >> Realmente se não atrapalhar ajuda auda. E >> mas olha como que funcionaria. Imagina assim que eu abatesse quantos javalis se precisasse, eu tivesse uma tag, chegava num frigorífico falava: "Tá
aqui a carne", ele me pagava por aquele animal abatido, fazer inspeção sanitária e Vendia aquela carne como acontece na África hoje. Eu poderia est abrindo de comer. >> Nossa senhora. É que >> é só tem que tá tem que tá livre. Você tem que ver e que é o grande problema hoje porque o javali é parente do porco. >> E todos esses javalis, então aí você tem, por exemplo, as pé suína, por exemplo, né? Tudo que um porco pegar é que o Brasil ele tá isolado disso, mas pode acontecer. Esse é o problema do Controle.
Se se a população crescer muito, se um ficar doente, >> todos ficam doentes. >> E aí é muito é muita população. >> E a outra parte a outra coisa boa do javali no sentido de de eu não tô puxando o saco do javali não, mas entendendo que um algo ruim que o limão se pode ser feito uma limonada, né? Não. >> Eh, as pessoas, o caçador, ele parou de caçar animal silvestre porque ele sabe que ele vai levar fumo. Ele tem uma arma Regulamentada, ele tem uma propriedade regulamentada e tem uma caça com valor eh
eh de carne muito bom. Ele tem tem um recurso, ele tem o esporte que é caçar e tem o prêmio que é a comida dele. >> Sim. >> Sobrando. Por que que o cara vai querer colocar em risco o CR dele, a arma dele, a a a liberdade dele? caçando um animal que não é permitido. Então hoje, pelo menos onde eu vejo no estado de São Paulo, populações de animais silvestres Que antes eram caçadas voltando. Hum. >> Né? E e ao passo que o cara que caçava fala: "Para que que eu vou correr risco matar
um [ __ ] se eu posso comer um javali? Você não prefere comer um javali do que comer um viado?" [risadas] >> Era essas toda essa construção para terminar nisso, né? É, eh, de qualquer forma, a gente tem que lembrar que a o problema do Javali é uma caça de extermínio, né? Ela não é Esportiva de verdade, né? Ela é uma, ela tem que ser uma caça, porque a gente tem que aniquilar. >> Isso me surpreende as pessoas que criticaram aquele menino que é namorado da >> da da Ana Castela lá, né? O rapaz, >>
namorado da Ana Castela. Porque cara, o cara gastou uma [ __ ] grana, matou num dia só, sei lá, cento e tantos jabalistas, mano. Ele fez um serviço aqui, pagou, gastou helicóptero em tudo, Nunca vai se pagar isso. >> Gastou uma grana que é absurdo, cara, que é um absurdo para poder aniquilar. É isso que ele fez. Parabéns. Como ele chama lá? O cara, >> ah, eu não lembro o nome dele, mas >> Rincom, parabéns, Rincom, parabéns. Ele sofreu algum processo, alguma coisa por isso? Ele >> rate rate de quem? Cancelamento de quem? de quem
já tava cancelado, mano. Que cancelamento ele levou? >> De que cancelamento ele levou? De quem já tá cancelado? Só produzindo cancelamento. >> Esse é o problema que o cancelamento existe quando você trabalha para uma segmento que não gosta de ele. Você tá tente que você não é original, você é você tem que ser se você é original você não vai ser cancelado porque você já tem esse discurso sempre, entendeu? Você já cresceu assim, o seu lugar de fala à vezes as pessoas vão se acostumando. >> Você vai ser cancelado por aquele que você já é
cancelado. >> Hoje eu tenho um problema. Eu tô ali, ó. Eu tô com um Largados e Pelados estreiando aí que é uma competição. >> Não, tá passando agora. Tá passando. É o Global Showdown. >> A gente tá, foram selecionadas as melhores grupos, as duplas do mundo. Eu sou que tenho a maior SP no Brasil. Eu sou o melhor sobrevivencialista do Brasil, segundo descobre. Ou com certeza Há pessoas melhores, mas que se desponta, né? a gente sabe como que é a história. E e tô jogando o Brasil lá em cima. Mandamos várias equipes gringa para para
fora e estamos lá firme e forte, indo pra final agora que vai passar na próxima semana. Então eu tive um R, >> mas já terminou, >> não é? Já foi gravado, né? Trata, né? [risadas] >> Aí então o que que acontece? A gente tem O hype te traz muito seguidor aleatório e isso pro meu nicho é horrível porque cai meu engajamento, a pessoa não vai querer assistir. Então vem uma mina que gosta da sobrevivência, mas vê eu como, pendurado, com cara de mal. >> Entendi. Achando que o cara é sogueiro. Então o que que eu
faço? Eu já dou a postagem antipetista, eu já dou postagem contra a menininha do do da frangia do pai ausente. Eu já posto o bicho por >> frangia do pai ausente o que fiz >> para nem entrar. >> Para não entrar. Exatamente. Para se entrou já sai. Eu falo: "Meu, obrigado." Eu ainda agradeço. >> A pior coisa a pessoa começa a assistir você e aí vai embora. >> Aí a máquina entende que você não é desimportante. >> O hater ainda, o hater em um texto ainda é legal porque tem que escrever. >> Não, não perde
uma coisa só. O hater é o Seu maior fã. >> É o o hater. Vem o teu fã, começa a >> Não pode. O hater. Ah, lá. Onde será que ele tá? Que que ele tá postando? Eu pego aqui aquela tiazinha lá que para subir uma escada precisa do correimão. Ou o gordo de tetim ali que temo de 300, vem falar que eu sou um macho escroto, aquela aquelas coisas toda de enfim. Aí eu falei: "Ah, meu, é tua mãe, vai procurar teu pai biológica, alguma Coisa." Aí ele me retruca. Na hora que ele dá
a terceira réplica, o algoritmo entendeu que aquilo é legal. Aí eu coloco: "Obrigado pelo engajamento e acabou." Não interessa a conversa. O algoritmo lê a mensagem se tá gostando, não gostar para ele, tanto faz, ele quer que interaja. >> Atenção, >> é a maior moeda que eu falei, é atenção. É só atenção. Quanto mais tempo a pessoa parar olhando aquele [ __ ] que você Postou, mais longe você chega e aí você vai converter aquilo em moeda. Olha, galera, eu tô vendendo aqui, ó. Eu tô pela high micro. Eu vendo equipamentos térmicos. Se você quiser
regularizado assim, pode chamar o cara que não gosta, ele vai olhar aquilo, vai pular, morreu. Se for um público que é engajado, aquilo vai passar para um, para outro. Olha, galera, Defense tá aqui, pô. Olha aqui o pitu e que não sei o quê, porque vai agregando aquela coisinha ali em volta Do seu universinho e você fez a sua lojinha. É melhor você ter 10.000 pessoas que te consome, te dá uma renda mensal do que ter 1 milhão e ser rico no banco de examente. >> Eu falei isso para você, né, que hoje em dia
o número do seguidor não quer dizer nada. >> Melhor lá um na mão do que um na bunda. [risadas] >> Exatamente isso, meu amigo. Nada, nada. Bom, você aprendeu alguma coisa na tua Na tua caminhada? Tá valendo a pena essa caminhada? No fim, se eu vou fazer uma pergunta meio caótica. Se tivesse que repetir hoje, você sabendo no final, você faria tudo de novo? >> Eu faria, mas não por pelos motivos. >> Fala no microfone aqui. >> Eu faria, mas não pelos motivos do que veio à tona depois. Pelos motivos que o que eu aprendi
lá em dentro da montanha e o que eu senti lá dentro, entendeu? Então, tipo, minha fé, Deus tá com a minha mãe ali, senti uma presença. Então, isso daí eu repetiria para sentir essa sensação de volta, entendeu? Não por, ah, o seguidor, cara, eu sou um cara que nem eu falei, eu era um só offline, sou anônimo, entendeu? Tem muita gente que não sabe quem eu sou, tem muita gente que sabe. E assim, eu não me importo com se vai ter hater, se vai ter alguma coisa. Eu >> que bom. Isso já é um grande
passo, Porque >> eu eu sou um cara que assim, eu aprendi muita coisa na montanha, eu repetiria porque ah, por conta dessas sensações que eu >> é melhor se arrepender de algo que você fez. Essa é a minha opinião, tá? Do que você não fez. É o pior arrependimento daquilo que você não fez. >> Só que aí tem um ponto. Eu prejudiquei a imagem de outra pessoa também por uma estupidez minha. >> Ah, uma guria também. Hã? >> Ah, eu prejudiquei. >> Você prejudicou a imagem dela? Ela se prejudicou, mas por conta da ministro de
marimbonda e você que deu a ferroada, meu amigo. >> Sua alma tá lavada. Deixa eu só fazer uma pergunta aqui. >> Você foi lá para dar uma gratinada nela? Não deu. Mas é aí agora. >> Gratinada é [ __ ] >> E aí? E hoje como que tá essa grelha aí? Tá >> gratidando geral agora. >> Valeu. Nossa. >> Ah, tá. Ele é muito bonzinho. Ele tem cara de ser bonzinho. Ele não é um escroto você. Ele é um bonzinho. Muito calmo, cara. Ele é bonzinho. [risadas] Ele é bonzinho. Sou respeito. Tranquilo, irmão. Ele é
bonzinho. Ele é bonzinho. >> Não sou um cara que vai sair aproveitar >> sendo aquele que puxa a calcinha de lado ali. >> Sou humilde, mano. Humilde. >> Lavou o pau na pia assim, [limpando a garganta] tipo. Não, assim, [risadas] >> olha numa numa relação. Esquece. >> Numa relação. Eu tenho meu fogo, né? Mas eu sou um cara tímido. Sou um cara tí. >> Você é um cara bonzinho. Você >> Mas gratinou. Então beleza. Gratinou. >> Não, gratinha. Ah, gratini. Gratin. >> Então tá. [risadas] Tem alguma coisa onde a gente acha? Onde A gente acha
o meu amigo Renê agora no? >> Olha, se der um Google colocar Renê pelado no Google quando cair no Ô, >> dá medo no Excel. [risadas] Esse é o fim de carreira. Você sabe que tá, você ainda tem essa, né? >> Quando tem, quando acabar tudo, você ainda tem essa porta ainda. Se a ferramenta de sobrevivência for compatível, você tá garantida. Você ainda tem a plataforma. >> Mas sim. Mas quem quiser me procurar é só procurar lá Renê Pelado no Google mesmo, mas a minha rede social é murad.renê, >> né? Então >> no Instagram a
gente vai colocar aqui na na descrição do vídeo. >> E você, meu bonito? >> Ah, aqui é ficou como o nome mais conhecido aí, Betinho da Montanha, cara. >> É, tinha que ser aí justíssimo >> Betinho da montanha. Aproveitar que da montanha. Saiu da montanha. Vai da Montanha. Eu ganhei uma cachoeira. Como o nome? Eu tenho >> Cachoeira do Betinho. >> Cachoeira do Roberto. >> É sério? >> Tá lá no Pico Paraná lá. Cacho Roberto, cara. >> Cara, quando que a gente vai fazer uma expedição para lá? >> Olha o >> para se perder. >>
Cuidado que esse cara gosta de expedição Só pelado, tá? Só isso que eu vou falar para você. É isso que eu ia falar. [risadas] Eu só gosto de expedição com pelado e não passo fome, hein. >> Vixe, mano. Aí você vai ficar com [risadas] >> Não, mas tô falando, sério. Tô falando sério. Ô Betinho, não, tô falando sério, velho. Vamos organizar alguma coisa para ir com a galera aí. De repente o pessoal tá assistindo, eu tenho certeza que tem gente que gostaria de fazer uma aventura Dessa >> sem se perder, galera. >> Não, com segurança.
Agora ela tá sinalizada. É, o brasileiro é aquele tipo, né, cara? >> Tem que dar uma merda para >> Qual a melhor época para ir para lá? Ah, na época a partir de abril, >> 29 de fevereiro, uma excelente data com ele. Fazer uma expedição 29 de fever. >> As épocas boas para subir montanha a partir de abril, junho, julho, >> mais no friozinho mesmo. >> É, é melhor lá na região. >> Mas lá não chove essa [ __ ] nessa época >> chove direto, cara. Montanha você não sabe se vai. Ainda bem que eu
não peguei granizo, mas ali é serra do mar, né? >> Ali é serra ali. Tipo, cara, uma hora tá sol, outra hora tá chovendo. É. E aí, pega o flanco do vento oceânico ali, >> vai todos os climas em um dia só, cara. Não, complicado. >> E é [ __ ] Mas assim, >> mas essa ideia é boa, >> esqueci o que eu tava falando. >> Fazer organizar uma expedição. Penda, eu acho super legal. >> Ah, verdade. >> E ainda e não é de graça não, tá? A gente vai ter que dar uma força pro
Betinho aqui. A gente vai formar um voucher. Vamos ter um valor legal, acessível. Mas, ó, eu vou estar com o Betinho pelado na montanha. >> Lá, lá, lá. Esse papo aí é só para ele. Daí daí quem quiser se perder lá com ele vai. >> Vamos [risadas] agradecer a Basic também que nos veste aqui. As roupas são [ __ ] da Basic aqui. Tô precisando levar minha minha mulher e minha minha filha lá, viu Jorjão. Nossa, mas estão enchendo meu saco. Loja nova. Top demais. Você vê que é uma loja é uma marca é uma
marca de roupa sem marca. É basic. >> É. Você vai ver que eu tô com a marca, Mas essa blusa é do dono. Então eu tô vendo três marcas aí. Não, mas é que isso é do dono. >> É do dono ele. Esse aqui ele não vende. Isso aqui ele tinha para ele. Aí ele aí ele esqueceu aqui. Aí eu roubei dele. >> Mas eu avisei ele que eu roubei dele. É que não tem marca e que a marca seja você porque você paga mais caro para ter uma, você ainda faz propaganda na marca e
paga mais caro para usar a marca. >> Essa aqui é basic, ó. É basic. Essa Calça que ele tá é basic. A minha calça basica, né? >> Calç. Ô, eu vi ela parece uma calça cargo, né? >> É cargo, só que é de elástico. >> Essa aqui é aquele tecido de paraquedas. >> Muito bom. Esse daí no meio da montanha eu tava com umas estilas daí, cara, descendo a montanha. >> Ó aí, Jorjão, imagina esse cara com basic descendo da montanha toda arranhada falando, chama nós que nós nós Faz umas gravação com ela usando e
uma basica lá em cima lá [risadas] começando a aprender já. >> É isso, moçada, muito obrigado, Renê. Muito obrigado, Betinho. Espero que vocês tenham gostado. Faça seus comentários aqui. Jun >> toca pau Marquito. Até o próximo. Muito obrigado pelo tempo de vocês.