Tá bom vamos lá porque só tem dois minutos vamos fazer essa breve análise do texto do professor João Vanderlei chamado concepção de linguagem ensino de português nesse texto o professor de vai fazer uma crítica A maneira como a disciplina de língua portuguesa ela vem sendo ministrada nas escolas vai para o não a solução mais um novo paradigma nova forma de entender esse ensino para que essa essas deficientes possam serão sanadas mas ao menos minimizadas fazendo as panelas ele traz algumas situações cotidianas em sala de aula eu gosto de teste mas também embasadas em outros autores
para mostrar como essa forma de ministrar disciplinas de língua portuguesa ela tá equivocada de certa forma ela não tá funcionando Não digo nem equivocado aqui não tá funcionando dentro das situações que ele traz ele vai e colocar três conceitos de linguagem é dentro desses três ele foca em um deles não é que eu que mais interessam para ele que a entender a linguagem com uma forma de interação e seja nessa perspectiva nas palavras do autor ele nos diz o seguinte essa perspectiva mais importante estudar as relações que se constituem o sujeito no momento que fala
o que simplesmente estabelecer classificações ele é nominal os tipos de sentença tão assim mais importante as interações sociais nessa perspectiva de linguagem o que transforma o falante um sujeito também do que outros outras perspectivas como também traçar um paralelo entre a linguagem culta e não culta o porquê que não é culto porque que você não é essas variações regionais fala que a linguagem um determinado linguagem isso é culta porque se fosse convencionado socialmente imposto para a gente colocava com uma linguagem culta linguagem padrão e e regionais por não estarem dentro da uma serem Eu que
disse pesadas também faz uma discussão sobre e forma de falar deve ser dominante Nossa Norma padrão Ou ser a gente pode colocar o regionalismo as diferenças de dialeto dentro da escola se deve privilegiar um privilégio privilegia a outra aqui no atual estado do ensino é privilegiado a não na culta padrão os regionalismos estão meio que deixado de lado então o autor pensando nessas duas vezes ele assume um posicionamento mais ligado essa segunda via e maneira que não dá para deixar a norma culta completamente de lado porque ela é um instrumento de ascensão social mas também
não dá para deixar totalmente relacionadas modeladas dá para gente trabalhar o regionalismo Mas privilegiando entre aspas muitas "aí a norma culta você acrescenta o regionalismo mais de uma confusão High e pronto e fazemos tipos dá um separados não faz sentido a gente fizer nomenclatura por causa vamos para aprender nomenclaturas que ele não consegue dominar nem o padrão do mais básico da língua portuguesa não adianta a gente está ensinando é conjunção verbal tensão nominal é advérbio substantivo subjuntivo se as crianças não não conseguem nem entender o significado dessas expressões seriam mais interessantes na concepção de eu
tô ensinar a linguagem prima definir que seria essa linguagem mas ele fala que é mais interessante estudar linguagem colocar a metalinguagem subsidiária a