Isso acontece muito em família, a inveja. Claro, existe uma bela diferença aí do que acontece na frente das câmeras e o que acontece, ó, quando as câmeras desligam. É, há muita inveja dentro da família.
Inveja é pior do que macumba. A inveja é capaz de fazer o outro ficar diabólico. Um grande invejoso é um tipo de narcisista ele.
Então, ver a você feliz causa muito mal-estar. Em meio às acusações de ser um pai narcisista, Fábio Júnior voltou ao centro das atenções após novas revelações de Fiuk. E o mais intrigante é que Fiuk não é o único filho que já relatou problemas sérios com o pai.
Cléo Pires também já falou publicamente sobre essa relação conturbada e isso levanta uma pergunta difícil de ignorar. Seria Fábio Júnior mesmo que inconscientemente um pai incomodado com o sucesso dos próprios filhos? Quando você entende como a inveja funciona, inclusive dentro da própria família, alguns comportamentos começam a ganhar uma perspectiva perturbadora.
E é exatamente isso que vamos investigar hoje. Nesse vídeo, vamos mostrar os 12 sinais de que alguém próximo pode estar sentindo inveja de você, especialmente quando essa pessoa está dentro da própria família. Vamos analisar tudo isso trazendo as opiniões da Dr.
Ana Beatriz Barbosa, do padre Fábio de Melo, do psicólogo Marcos Lacerda e da comunicadora Márcia Sensitiva, usando o caso Fiuk, Cléo Pires e Fábio Júnior como base para um entendimento mais profundo, porque talvez o mais perigoso não seja o invejoso que está longe, e sim aquele que está dentro da sua própria família. Assista até o final, já deixe seu like e compartilhe. Esses alertas podem te salvar.
Meu nome é Gama e você está no canal Tesouro da Mente. Imagina a seguinte parada, você tipo acabou de conquistar o maior sonho da sua vida. Pode ser, sei lá, aquele emprego que você sempre quis ou a casa própria ou até algo simples, né?
Mas que tem um peso gigantesco para você. Sim. Algo de muito valor pessoal.
Exato. Aí você corre com o coração saindo pela boca para contar a novidade para aquela pessoa que na teoria, né, deveria ser o seu porto seguro, a pessoa que te deu a vida. E a expectativa é a de acolhimento.
Uhum. Total. Só que a resposta que você recebe do outro lado não é um abraço, não é um parabéns.
É, cara, é um silêncio absoluto, uma mudança de assunto, uma frieza que gela a espinha, sabe? Aham. É um balde de água fria.
Pois é. E hoje a gente vai entrar num território que hum muita gente tem pânico [música] de explorar. É o maior e mais obscuro tabu que existe dentro das casas brasileiras.
E é exatamente nessas águas turvas, né, que a gente vai entrar no nosso mergulho de hoje. A gente vai usar como pano de fundo o caso das revelações do Fiuk, isso, os desabafos, os vídeos chorando e todo aquele cenário caótico dele em relação ao pai, né, o Fábio Júnior. E ó, deixando muito claro para quem tá ouvindo a gente, o nosso objetivo aqui [música][canto] o tesouro da mente não é brincar de juiz da internet.
Com certeza não. Não temos [música] acesso à intimidade deles. Exato.
A gente não tá lá na sala de estar da casa deles para cravar quem é o vilão da história. O que a gente vai fazer é usar esse caso [música] que é super midiático, que tá aí sobre os holofotes para levantar uma questão que, hum, é muito desconfortável, que é a inveja na figura parental. Sim.
Seria possível que um pai ou uma mãe, mesmo que de forma totalmente inconsciente, sentisse incômodo ou inveja com o sucesso, a independência e o brilho dos próprios filhos? Inveja é pior do que macumba. A inveja é uma energia vermelha.
Se você é um cara invejoso, você com certeza sua vida vai para baixo. Uma pessoa invejosa tem que ter, bom, vamos lá. Sinais, sinal.
Um. Essa pessoa invejosa tem contato frequente com você. Telefone, envia e-mail constantemente da rede social, enfim, não desgruda de você.
Bom, tem gente que sabe a hora que eu acordo. Então, uma das coisas que a gente tem que [música] ter muito cuidado é desativar o localizador do nosso celular, do nosso smartphone, né? Porque o st ele vai ele vai vendo onde você está, ele ele vai, se você frequenta uma determinada padaria, um determinado café, ele vai começar a frequentar ali, fazer amizade com a pessoa que serve o café, saber mais ou menos que horário você vai e ele vai começar a estar naquele lugar.
E aí quando ele estiver naquele lugar, ele vai eh começar tipo assim, você tá com a roupa tal, você tá fazendo isso. O invejoso é aquele que está sempre de olho na vida do outro, né? Ele não tem tempo para viver a própria vida.
Ele fica o tempo todo prestando atenção no que o outro tá fazendo, no que o outro. Claro, se você é uma pessoa que tem feito a sua parte no mundo, se você tem conquistado [música] seus objetivos, se você tem tido sucesso, êxito na sua vida, eu tenho duas notícias para você, uma boa e uma ruim. Qual é que você quer?
Primeiro, a notícia boa é que você tá na direção certa. Continue. É por aí o caminho.
O genitor com traços de inveja ou narcisismo, ele não acompanha a vida do filho para vibrar com ele. Ele monitora para encontrar a falha. É uma vigilência constante, sabe?
A inveja dentro do núcleo familiar é algo [música] que a sociedade simplesmente recusa a debater abertamente. É um tabu gigante, né? Sim.
Porque destrói a base da nossa organização cultural, sacou? O caminho da [música] vida é o das conquistas. A notícia ruim é que vai ter um monte de gente com inveja de você e você vai ter que lidar com invejosos.
Isso nem precisa ter grandes coisas na vida, nada. Basta um vale de transporte. Já há quem tem inveja do seu vale de transporte.
[risadas] É verdade. As pessoas invejam tudo ou nada, mas elas invejam. A pessoa sabe tudo.
Ela sabe onde que o programa cantou, mas ela sabe demais. Então eu acho que isso é inveja. Eu tenho pensado muito sobre isso, sabe?
Eh, quanto mais a gente vai ficando público, maior, né, são as pessoas que vão eh serem bondosas com você, mas vão ser também maldosas. E eu descobri que nós precisamos tomar uma vacina de que nos imunize para essas maldades do mundo. Da mesma maneira como uma mãe vai imunizar o filho para ele não pegar hepatite, para ele não pegar gripe, para ele não pegar essas doenças todas, meningite.
Nós precisamos tomar uma vacina todo ano que nos imunize das maldades do mundo. Como revestir-nos de Deus, revestir-nos da palavra do Senhor, da força que vem do céu e começar a só permitir que as coisas boas permaneçam entre nós. Errar, nós vamos errar.
Crítica positiva, ela sempre será bem-vinda na nossa vida, mas nós não podemos permitir que a inveja venha destruir a nossa vida. Então, a gente precisa aliviar o nosso coração de tudo isso. Se você for olhar os comentários da nossa própria comunidade aqui no canal, a divisão do público é tipo um retrato perfeito dessa complexidade toda.
É muito polarizado, é um contraste gritante, sabe? De um lado você tem uma galera batendo muito pesado, chamando o Fiuk, supostamente de marmanjo de 35 anos, dizendo que é mimado, preguiçoso, que só sabe chorar desde a época do BBBê. O argumento do privilégio, né?
Isso. O argumento é tipo: "Ah, ele teve o privilégio do sobrenome e agora tá na internet reclamando de barriga cheia". Sacou?
Mas se você vira a moeda do outro lado, os seguidores lembram de episódios muito específicos do passado. Questões bem delicadas de saúde, inclusive. exatamente relatos de que ele supostamente chegou a pedir ajuda financeira pro tratamento de câncer da mãe dele e que a figura paterna, que esbanja sucesso, que tem shows lotados pelo Brasil inteiro, teria, né, virado as costas.
Você acha que Fábio Júnior realmente se incomoda com o sucesso dos próprios filhos ou tudo isso é apenas uma interpretação injusta? Comente abaixo antes de continuar, você sabia que dá para ganhar dinheiro no YouTube sem aparecer, mesmo tendo 50 mais e nenhuma experiência, apenas pegando uma notícia e transformando em um vídeo simples? Foi assim que o Tesouro da Mente já faturou mais de R$ 125.
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Final dois. O invejoso vive o tempo todo se comparando a você, ou seja, vive de comparações. Ele deseja ter o que você tem e muitas vezes compra objetos e coisas para dizer que tem e que é melhor que o seu.
E veja bem, quando pensamos em uma dinâmica de pai e filho, onde o pai já é uma estrela gigantesca da música ou da TV, como é o caso do Fábio Júnior, sim. E o filho decide, de forma até natural pela convivência trilhar o exato mesmo caminho artístico. A comparação se torna inevitável por parte do genitor.
E para um pai que já está no pedestal, que está acostumado a ser o sol daquele sistema solar todo. Aham. O filho começar a emitir a própria luz não é visto com orgulho.
Inconscientemente aciona um alarme de ameaça territorial. Cara, faz muito sentido. É como se ativasse o sinal número 10, né, que os autores falam que é aquela necessidade de provar quem é o melhor o tempo todo.
Perfeito. Cria-se uma necessidade irracional de provar quem é o dono daquele espaço. Eu falo assim, tem uma coisa errada, a energia é densa.
Não sei se você já notou, aquelas pessoas que ficam em volta e tudo, ai, mas não sei que, ai, que shampoo você usa, ai que não sei que lá. Impossível assim, esse tipo de coisa. Bajulador invejoso é uma coisa que vem junto.
A diferença de inveja e admiração. Nenhum invejoso te admira. O invejoso, ele acha que o que você tem era para ele ter.
Hum. E como você teve na frente, você tirou o lugar dele. Esse é o pensamento do invejoso.
Mas o invejoso, ele olha tudo. A blusa que você tá segunda, terça, quarta, ele vai comprar. Ele vai comprar igual a você.
Agora se eu falar assim: "Puta, onde ele comprou esse troço? Vou comprar uma. " desgraçado, comprou e eu que tinha que ter essa roupa.
Se você é assim o tempo todo, é uma coisa muito errada. É tipo, eu gosto de imaginar uma analogia para isso. É como se o filho tivesse suando a camisa no sol quente para construir a própria casa, sabe?
Tijolo por tijolo. Sim. A própria vida.
Mas o pai, que já é o dono do condomínio inteiro, ficasse o tempo todo com uma trena na mão, medindo a altura do telhado do moleque, só para ter certeza absoluta de que a casa nova não vai fazer sombra na mansão dele. Sensacional essa imagem. E o mais logo disso tudo, cara, é que o filho nem sabia que tinha entrado numa competição.
Ele só queria um teto, sacou? Essa analogia da trena ilustra exatamente a simetria dessa relação. É uma competição completamente desleal e unilateral, porque o filho tá buscando validação, né?
Ele busca aquele olhar de aprovação do pai, aquele abraço que diz: "Eu tenho orgulho de quem você se tornou". Aquele reconhecimento básico, né? Exato.
Enquanto isso, o pai, preso nessa dinâmica de rivalidade [música] velada, está defendendo um território imaginário. O filho joga o jogo do afeto e o pai joga o jogo do poder. Nossa, pesado.
O filho joga o jogo do afeto, o pai o do poder. Sim. Sinal três.
A falsidade se fará presente o tempo todo. O invejoso vive de ilusões, mente, inventa histórias, faz de conta que o admira muito. Tudo para manter suas intenções maldosas.
Essas pessoas bajuladoras, por exemplo, eu tenho pavor, porque a pessoa puxa saco, bajulador é um grande puxa saco. Ela chega: "Ah, você é linda, maravilhosa, p nunca me viu, já tá se comportando como fosse minha best friend". Eu, a inveja é capaz de fazer o outro ficar diabólico.
Ele não sabe fazer outra coisa se não falar mal dos outros. Ele não sabe fazer outra coisa se não colocar defeito nos outros. E aí se expõe, né?
Porque todo mundo sabe, tá falando mal, por quê? Porque tem inveja. Então é, isso é muito perigoso.
Sinal quatro. E você sabe, né, que o maior invejoso é a turma da família, né, e a irmã da gente. Eh, [música] então, pois é, é irmã, é pai, sei lá, tem.
E isso nos leva a um desdobramento inevitável que traz mais sinais. Como essa figura paterna reage quando o filho finalmente consegue uma pequena vitória? Cara, aí [música] é que entra aquele silêncio que a gente falou no começo, que consegue ser hum mais ensurdecedor que um grito, sabe?
E lendo os materiais do Lacerda, da Dr. Ana Beatriz, isso é descrito como uma das paradas mais destrutivas. E isso acontece muito em família, [música] a inveja.
Claro, claro. Assim, as pessoas tendem a achar que família é um conjunto de pessoas com harmonia plena e nenhum sentimento ruim, não é? [música] Em geral, dentro das famílias, eh, existem muitos sentimentos ruins.
Eu acho até que família é um grupo que tá ali para crescer, para amadurecer. Então, todas esses desafios de traições, de vinganças, eh, de inveja, tem que ser trabalhado ali. É óbvio que dentro da família vai ter tudo isso que a gente tá falando e às vezes tem até em graus muito mais elevados.
Tem várias coisas, né? Vingança, traição, inveja, talvez sejam os sentimentos mais humanos. Eu acho que não os mais os melhores sentimentos humanos, mas são muito comuns, né?
A família não é um local santo, nem de idolatria, como se costuma [música] pensar. É, há muita inveja dentro da família também e você vai lidar com isso como você lida com a inveja de qualquer outra pessoa. Há muita inveja sobretudo entre irmãos.
Entre irmãos tem muita inveja. Às vezes também há muita inveja entre de mães, mães para filhas. Então, sobretudo quando a filha é muito bonita e tá ficando uma moça, às vezes [música] as mães sentem tanta inveja.
Pode não se dar conta claramente dessa inveja, mas sentem. Porque a beleza e a juventude da filha é uma prova de que a dela tá acabando, né? Porque se a filha tá cada vez mais esplendorosa e mais jovem, ela tá cada vez mais velha.
Óbvio. Então há certas mães que de fato tentam destruir as conquistas das filhas, né? Pode ser dos filhos também, mas tô falando mais especificamente mãe e filha.
Então sim, a família tem gente invejosa. Você vai lidar da mesma forma que lidaria com qualquer outra pessoa. Vai compartilhar o menos possível das suas questões com quem da sua família.
Você sabe que honestamente não torce muito por você. Normalmente precisa ser alguém próximo, né? A gente não tem inveja de pessoas distantes.
Você não tem inveja, por exemplo, do rei Charles da Inglaterra, porque, né, agora [música] de pessoas próximas que conseguem coisas e lhe ofendem por terem conseguido e você não conseguir, aí você tem inveja. Pois bem, isso pode ser uma coisa muito ruim, porque muitas vezes o invejoso trapasseia, joga baixo, se faz de amigo. Então, neste sentido, você precisa ficar feliz por ser invejado e não ser o invejoso, porque afinal de contas só se atira pedras em árvores que dão frutos.
Não é uma árvore que só tenha folhas, ninguém joga pedra. Então, se você é vítima de inveja, saiba, você é uma árvore frutífera. Tem filhos, tem filhos, [música] gente, que morre de inveja.
Sinal cinco. Fofocas também serão regulares e frequente. As pessoas invejosas não guardam segredo.
Gostam de criar casos de alguma maneira e tudo isso de forma intencionada. Cuidado com as pessoas que te procuram para falar mal de outras pessoas, daquelas pessoas que chegam assim: "Nem te conto, queria te dizer que descobri isso e isso de fulano, eh, falando como se aquilo fosse algo muito importante, descobrir coisas da vida da outra pessoa. " Isso é o típico fofoqueiro.
Em geral, o fofoqueiro é bajulador. Tem que ter cuidado com uma coisa e outra. Eh, mas o fofoqueiro típico, ele nunca te procura para poder falar bem de alguém.
Cuidado, não se luda. A pessoa que procura alguém para falar com você mal, né, de outra pessoa, um dia fará a mesma coisa. Falará mal de você com outro alguém.
Não dê telas a fofoqueiros. Os fofoqueiros se alimentam de falar mal da vida dos outros. em geral não tem vida própria.
Eu sei que não é fácil administrar a inveja dos outros, sobretudo quando essas pessoas inventam histórias, quando elas começam a te prejudicar com, Aliás, eu tava eu tava refletindo muito sobre isso no final do ano. A internet é um instrumento muito perigoso nos dias de hoje, porque se você solta uma fofoca lá na na internet, até que você corrige aquilo, até que a pessoa que sofreu aquela afronta consegue provar que não é que não é verdade aquilo que estão dizendo, né? Outro dia disseram e disseram que eu morri, que eu fui assassinado.
Coisa de que não tem o que fazer, né? Os meus amigos que não conseguiam contato comigo porque eu estava no lugar que meu celular não não pegava, durante 3 horas ficaram pensando que eu tinha morrido, que eu tinha sido assassinado no assalto em São Paulo. Então veja bem, o que que é uma pessoa, o que que é a maldade humana, né?
A maldade, a inveja, todas as coisas ruins que fazem parte da vida. Você não tem como se livrar disso. Isso vai estar onde existir pessoas humanas, onde existir gente, lá a maldade inveja de estará presente.
Agora você precisa se vacinar. Você precisa estar imune a esses males que o mundo lhe causa, porque senão você vai ser destruído por tudo isso. Outra forma de neutralizar a inveja é não receba recados.
Há muitas pessoas que vão lhe trazer esse recado, vão lhe trazer notícias do invejoso. Olha, você sabe o que fulano tá dizendo de você. Você sabe o que fulano andou comentando?
Corte imediatamente. Corte falando, eu não quero saber. Você não precisamos trazer essa notícia.
Isso você vai guardar para você. Ah, mas é uma coisa que você precisa saber. Não, não preciso.
Eu vou viver sem saber isso. Eu preciso saber de outras coisas importantes na minha vida. O que o outro diz a meu respeito, eu não preciso saber.
Isso definitivamente eu não preciso. Então, aprenda a neutralizar cortando também a fala de quem traz o recado. E nem sempre essa fala é mal intencionada, não.
Às vezes essa fala é bem intencionada, mas na hora que você perceber do que se trata, corte, fulano, a gente para aqui. Quero mais saber disso, não. Isso impede que você se envenene, porque um dos objetivos do invejoso é que você caia, né?
Então, se você permite que certas coisas entrem em você, você fatalmente cairá. Final seis. O invejoso gosta de criticar e de se lamentar e muitas vezes faz isso de formas sarcásticas, fazendo brincadeiras e ironias.
O invejoso gosta de criticar, você sabe, né? Ele critica tudo que você tem, ele fala mal das suas coisas porque ele quer ser você. É inveja, né?
A questão de ser uma pessoa muito incomodada com o sucesso dos outros. Ele sempre se acha invejado, mas ele não percebe o quanto ele é invejoso. Invejoso.
Exatamente. Um grande invejoso é um tipo de narcisista. Ele não tolera que o outro tenha algo melhor que ele ou que se destaque de uma forma.
E ele só vai prestar atenção no que o outro tá errando. Ele nunca vai poder mandar uma mensaginha do celular parabenizando por aquilo que deu certo, mas cada vez que há um erro, ele vai fazer questão de mandar uma mensagenzinha, ele vai questão de fazer questão de ligar, ele vai fazer questão de dar um recado. Por quê?
Porque o objetivo do invejoso é destruir aquele que faz alguma de alguma maneira que ele acha que está competindo com ele, fazendo sombra para ele. Pelo amor de Deus, né? E outra coisa, ele desdenha.
É, imagina você comprou esse carro. Ah, podia ser outro. No dia seguinte, ele tá com sempre de algum defeito, né?
Sinal sete. Dificilmente uma pessoa invejosa irá elogiar algo que você fez, pois ela se sentirá sempre acima de você e dos seus valores. É o sinal número sete, a pura incapacidade de comemorar a vitória.
Isso, a invalidação sutil. É aquele cenário tipo, você consegue um papel numa novela ou sei lá, lança uma música que entra nas paradas ou consegue comprar seu primeiro carro com seu próprio dinheiro suado. O marco importante, Aham.
Você chega em casa radiante e a reação da pessoa é, cara, mudar de assunto. Ela pergunta se vai chover mais tarde ou pior, o elogio público e a diminuição privada. Exatamente.
A pessoa até te elogia na frente dos outros, né? nos jantares de família para pagar de paizão, de figura maravilhosa. Mas nos bastidores, no dia a dia, ela diminui a sua conquista.
Diz que você teve sorte ou manda aquela clássica: "Ah, na minha época era muito mais difícil". A invalidação sutil é a arma perfeita dentro da psicologia familiar, porque ela não deixa nenhum hematoma físico. Você como filho não tem como provar para o mundo exterior que aquela pessoa te machucou, porque não foi um soco, né?
Não, a agressão foi justamente a ausência de uma reação positiva, é a pura negligência emocional. Eh, então são pessoas que se vêm extremamente superiores aos outros. O outro necessariamente ele tá abaixo.
Uma outra forma de neutralizar o veneno do invejoso é tendo clareza de quem é você nessa existência. Se eu tenho clareza de quem eu sou, do que eu faço, do que eu posso, do que eu me dou, não importa o resto. Aprenda o seguinte: ninguém neste mundo, mas ninguém mesmo, estará imune à frustração dos outros.
E um ser humano frustrado é um ser humano perigoso. Então, aprenda a conviver com isso. Quem é você?
Se você tem certeza, o que o outro diz, o que o outro pensa, o que o outro propaga a seu respeito, cai por terra. Nada disso importa. Siga seu caminho, continue vencendo e continue sabendo.
Quanto mais frutos você der, mais você receberá pedradas. Em contra partida, mais você também terá da vida, porque essa vida é assim. Todo fruto, no final das contas, dá origem a novas árvores.
São sementes. Então, sabendo você do seu lugar de semeiador, comece a acalmar seu coração quando alguém tentar simplesmente tomar o que é seu, porque o que é seu ninguém tomará. é a sua alma, é o seu talento, é o seu brilho.
[música] Pense nisso. E olha só que parada interessante que os nossos inscritos e lembraram aqui. O Fiuk não é uma voz isolada nessa narrativa toda, né?
De forma alguma. Temos o caso da Cléo Pires. Exato.
A Cléo já relatou publicamente em várias entrevistas ao longo dos anos o quanto a ausência paterna na infância deixou marcas muito profundas nela. Uma sensação de abandono real, um vazio formador de caráter. É.
E lendo os comentários aqui no canal, teve um que me pegou de jeito, cara. Uma inscrita escreveu assim: "Vou até resumir aqui: "Eu passei a vida inteira tentando encontrar um pai nos meus relacionamentos amorosos. " Clássico.
E ela continua: "Por causa desse buraco, dessa validação que eu nunca tive em casa, eu acabei tolerando anos de abusos na mão de caras extremamente tóxicos, porque qualquer migalha de atenção parecia amor. " Cara, isso é pesado demais. É um relato muito denso, mas que ilustra de forma cirúrgica como o nosso cérebro funciona.
Na psicologia, nós chamamos isso de compulsão à repetição. Como assim você repete o trauma? Exatamente.
Quando você cresce num ambiente onde o amor paterno ou materno é condicionado, ou seja, você só recebe afeto se for submisso, se não incomodar, se não brilhar muito. O seu cérebro registra que o amor é igual a sofrimento e controle. Você normaliza a parada, né?
Você normaliza. A eterna busca por essa validação cria um roteiro invisível na sua cabeça. Na vida adulta, a pessoa se torna um imã magnético para parceiros que replicam exatamente a mesma dinâmica de invalidação que o pai tinha.
Sinistro. Sinal oito. Uma pessoa invejosa fica incomodada.
Ah, isso fica ao ficar próximo das pessoas influentes, inteligentes, proativas, com semblante sereno. Por isso, tenta de qualquer forma provocar situações desagradáveis. Por exemplo, é um das grandes personalidades que estabelece uma relação tóxica, porque ele precisa eh fique mal para ele cada vez ficar melhor.
Então, são pessoas que têm muitas vezes um caráter bem duvidoso no sentido de se relacionar com os outros. Final nove. O invejoso vive de forma limitada, se faz de vítima o tempo todo, se desvaloriza perante os outros, tudo para manter o foco e chamar atenção para si.
Se você é obrigado a conviver com esta pessoa, porque nem sempre eu posso me afastar, inveja no local de trabalho, como é que vai fazer? Você vai deixar o trabalho? Inveja na família, como é que você vai fazer?
Vai se separar da sua família? Nem sempre dá, né? Tá, mas dá pra gente diluir a inveja estando sempre em grupo.
A pior coisa é você ficar a sós ou no particular com o invejoso. Então, cuide de diluir este sentimento que lhe é dirigido, ficando sempre em grupo. Sinal 10.
O invejoso tenta provocar cada vez mais invejas em outras pessoas, elevando assim seu circuncioso. Ele é invejoso, ele quer que os outros tenham inveja dele. Hoje existe grande parcela das redes sociais que postam para causar inveja no outro.
E isso é triste. Isso é muito triste. Porque assim, eu só posto uma coisa que eu realmente indicaria para alguém, um pôr do sol, uma música, um lugar que eu falo vale a pena estar aqui, né?
Hoje em dia não. Tanto que uma das coisas que eu acho que afasta muito a gente dessa condição de ser humano, de compartilhar, é a tal da ostentação. Eu acho ostentação uma das coisas mais Mas tem uma explicação para isso.
Tem. A gente vive numa sociedade em que você tá valendo pela grife que você usa, né? Você tá sendo, não.
E hoje em dia pelo número de seguidores. Nome de seguidores. Mas você vê as grandes pessoas que tm milhões de seguidores são pessoas que ostentam uma vida eh que eu não sei nem se elas têm, mas perfeita.
O que a gente sabe que é uma mentira. Então assim, existe hoje um movimento de massa e isso é muito ruim, onde as pessoas estão se iludindo. Sinal 11.
O invejoso apresenta dificuldade para se relacionar com pessoas ao seu redor e vive trocando de amizades, busca novos alvos, pois ninguém é bom o suficiente para ele. E acha que que todas as pessoas ao seu redor eh não estão suficientemente qualificadas para estar com ele ou com ela. Pois é, o invejoso ele nunca acha que, por exemplo, eu acho a Sônia Brão uma das melhores apresentadoras que eu trabalhei.
Muita gente que eu falo da Sônia Brão torce o rabo. Por quê? Porque tem inveja da mulher.
Sinal 12. O invejoso é aquele que ele quer a sua desgraça. Por quê?
Porque eu não quero ele bem. Acabou. Acabou.
Porque a alegria dele me atrapalha. Tem gente que a alegria da pessoa atrapalha o outro. Então, ver a você feliz causa muito mal-estar.
Que merda. O invejoso sempre é assim, porque pessoal fala lá inveja branca, inveja. Não existe isso.
Inveja é inveja. Ou te admiro ou te inveja. Se não fosse ela tá lá eu estaria.
Quem disse? Porque nós somos seres humanos, nós somos tanto pensa assim que tem um circuito no cérebro que quando o invejoso vê o a pessoa que ele inveja sofrendo, aciona um circuito de prazer. E quando ele vê a pessoa e eh que ele inveja é como é que se diz?
Se dando bem, é uma coisa de dor. Dor, isso é estudo, gente. Isso.
O problema é que como a gente fica feliz com as coisas que a gente consegue, a gente acha que todo mundo fica também, não fica. Há pessoas que lidam muito mal com a ideia de que não conseguem coisas e outras pessoas conseguem. Então, se certificar com quem você divide sua vida é de fato uma ótima forma de neutralizar isso.
Também é [música] comum a gente confundir inveja com admiração, né? Uma coisa é eu admirar certas pessoas e até usar essa admiração como modelo para crescer na vida, para alcançar coisas, para tentar ser como aquela pessoa. Isso é uma admiração, isso é uma inspiração a pessoas que são realmente inspiradoras.
Eu, por exemplo, sempre desejei escrever com a genialidade de Nelson Rodriguez, né? Mas, coitado, nunca tive a genialidade dele, porque de fato Nelson Rodriguees é um fenômeno para mim. Ele é para mim só não, ele é reconhecidamente um homem [música] que de fato escrevia de forma genial.
Isso é estimulante, é dizer: "Nossa, eu quero ser como essa pessoa, eu quero perseguir [música] esse objetivo". Isso não é inveja não. A inveja ela é misquinha, ela é pequena, porque a inveja tem por objetivo [música] sempre destruir o objeto invejado.
Não é suficiente admirar a escrita do outro, não é suficiente admirar a casa ou as conquistas do outro. Não, [música] eu tenho que maldizer, eu tenho que distorcer, eu tenho que diminuir, eu tenho que implodir o que o outro tem. Na família doente, o sucesso de um é percebido matematicamente como a derrota do outro, como se a luz de um ofuscasse o outro.
E na hora de controlar a narrativa perante o resto da família e a sociedade, o genitor controlador frequentemente adota a postura de mártir. Ele se faz de vítima. Sim, ele inverte os papéis.
Ele faz com que o filho, que está apenas denunciando a toxicidade pareça o louco, o ingrato, o desequilibrado da história. Esse é o mecanismo de defesa definitivo para manter a própria imagem imaculada perante o mundo. E é muito eficiente, infelizmente.
Cara, deixa eu fazer o papel de advogada do diabo aqui, porque, bom, eu li um argumento que apareceu repetidas vezes nos nossos comentários e ele bate de frente com tudo isso que a gente tá falando. Vamos lá. A nossa cultura no Brasil, cara, ela é profundamente enraizada na religião, nas tradições familiares, num conservadorismo afetivo, né?
E muita gente cita aquele mandamento pesado, como se fosse tipo um escudo intransponível, honra teu pai e tua mãe. É um clássico demais. A galera que ataca o Fiuk usa muito isso.
Eles falam tipo: "Cara, não importa os defeitos do seu pai, não importa se ele foi ausente ou vacilou. Ele te deu a vida, te deu sobrenome, te deu oportunidades que 99% dos brasileiros não t. Você engole o choro e respeita.
Uhum. É a culpa imposta de fora. Exato.
Como é que fica o peso dessa questão cultural e religiosa que é tão massiva quando o ambiente dentro de casa, sabe, longe das câmeras, é um verdadeiro moedor de carre psicológico? Olha, esse é, sem a menor sombra de dúvida, o obstáculo mais complexo que as vítimas de abuso intrafamiliar enfrentam para conseguirem se libertar. É a culpa cultural.
Eu já tive pessoas confessaram e é, sabe uma coisa tipo assim que me deu pena, porque na realidade a pessoa não fazia nada. Ela vivia em função de ver o que que o outro tomou dela, mas não tomou, entendeu? Não tomou.
Eu falava: "Não tem o que você faça. " Só é invejoso aquele cara que não é feliz. Sim.
Eu, por exemplo, 100% do meu dia é tomado com coisas boas. Você acha que eu tenho tempo de pensar em coisa ruim na minha vida? Eu.
Você leva pra tua vida aquilo que você foca. Você vai focar na desgraça, sua vida vai ser uma desgraça. Você vai focar nas possibilidades, vai vir, vão vir um monte.
Então eu tiria ou eu tento ter, melhor dizendo, na medida do que eu consigo, alguma simpatia pelo invejoso. [música] Eu procuro mesmo, não tô sendo irônico não, porque eu parto sempre do princípio que aquela inveja tem muito a me ensinar. Ensinar o lugar que eu ocupo, ensinar o como eu desperto determinadas coisas em algumas pessoas e sobretudo a inveja do outro me serve de bússola que me dá a certeza de que eu tô na boa direção.
Porque se eu não tivesse na boa direção, ninguém teria inveja de mim. Confie, porque a nossa tendência é [música] ter raiva, é ter rancor. E o que eu tô lhe propondo é: não entre na frequência do ódio, da raiva, da vingança, do vou dar o troco a esse invejoso.
Porque se você entrar nesta frequência, você acaba se tornando igual ao invejoso, ou seja, alguém infeliz. Todo mundo tem, mas se você é um invejoso, conto mais que uma coisa assim, eu posso admirar você, posso admirar você, admirei o lilás dele, mas eu não quero que ele tire essa roupa para ser minha, entendeu? Amor, você sendo você ou trilhando o caminho que o universo escolheu, você sempre vai estar arrasando.
Agora, saiu da trilha, vai ter sofrimento, não tem jeito. Primeiro a pessoa tem que admitir. Tem que admitir.
E aí, qual é o tratamento? Tipo assim, quando você fala pra pessoa que ela é ímpar, vamos descobrir os seus talentos. Deixa o talento do outro.
É lá, tá lá. Ela já achou. Você que tá perdida, procurando num lugar que não vai est, porque assim, é incrível isso.
E a inveja, minha gente, é um sentimento natural, brota naturalmente o coração de todos nós. Aquele que fala que não tem inveja tá mentindo, porque num determinado momento esse sentimento terrível toma conta de nós. Agora a gente precisa tomar cuidado com o que que a gente faz, com a inveja que a gente sente.
Então tá bom. Eu olho pro Cristian, ele toca piano muito bem, eu sempre tive vontade de de tocar piano, eu sinto aquela invejazinha dele, mas olha, aí eu começo a prestar atenção naquilo que eu sei fazer e o Cristian não sabe, porque o invejoso só olha para o que o outro faz. e que ele não, o invejoso tem uma dificuldade de perceber-se, ele tem uma dificuldade de enumerar o que nele é valioso, o que nele é precioso.
Para que que eu vou ficar querendo o talento do Cristian se eu já tenho uma série de talentos que o Cristian não tem? É assim que vale a vida. E é nessa participação bonita de cooperação.
Eu sempre digo, né? Eu não sei mexer em informática, essas coisas de computador. Aí alguém fala assim para mim: "Ah, você precisa aprender?
" Falei: "Não, eu não preciso aprender. Quando eu precisar, eu chamo um técnico, porque senão eu tiro o emprego do técnico também, não é verdade? Se eu começo a saber tudo, daqui a pouco eu não dou oportunidade pro saber específico do outro.
Agora, a inveja nasce justamente neste momento, quando eu começo prestar atenção no que o outro tem e eu me esqueço do que eu sou [música] capaz. O que a gente tem que neutralizar da inveja primeiro momento é ela dentro de nós, quando ela nasce naturalmente dentro do nosso coração e a gente fica querendo o que é do outro. E neutralizar também o poder do invejoso sobre nós.
O invejoso vai julgar as suas farpas. Então você dê um jeito de criar uma imunidade. Proteja-se dessas lanças que o ou invejoso está lançando em você.
E se você se destaca em alguma coisa na vida, é natural que as pessoas tenham um pouco de inveja de você. Você precisa administrar isso. Não permita que os invejosos venham apagar o seu brilho.
Seja um bom profissional, seja um bom pai de família, seja uma boa mãe de família, seja um homem e uma mulher de sucesso, assim, administrando bem aquilo que Deus lhe deu, as suas possibilidades, as suas capacidades, mas saiba também valorizar o que os outros têm de bom. [música] É isso que vai fazer diferença no mundo, você capaz de reconhecer o que você tem de bom, mas você também saber reconhecer o valor daquele que está do seu lado. A sociedade e muitas vertentes religiosas usam esse honrar pai e mãe como um instrumento de coersão pura para manter as aparências, para botar pano quente.
Exato. Mas se a gente voltar pra sabedoria contida naqueles mesmos comentários da comunidade que nós citamos antes, de pessoas que sofreram isso na pele, a resposta está na reinterpretação desse conceito. Ressignificar a parada.
Isso. Honrar a quem te deu a vida não significa validar atitudes destrutivas. Não significa de forma alguma assinar um contrato vitalício de servidão emocional e aceitar ser saco de pancadas psicológico até o fim dos seus dias.
Pegou a visão? É, é tipo separar o fato biológico do comportamento diário, né? Exato.
Você pode ter um sentimento de gratidão genuíno pelo fato biológico de que aquelas pessoas te trouxeram ao mundo. Você pode agradecer profundamente pelos pratos de comida ou pelo suporte financeiro inicial que te deram. Uhum.
e ao mesmo tempo, de forma lúcida e madura, decidir que o melhor para sua integridade mental é manter quilômetros de distância física e emocional deles. A linha unânime entre os psicólogos e psiquiatras que estudam essas dinâmicas é muito clara. A sua principal responsabilidade moral enquanto indivíduo adulto é preservar a sua própria sanidade.
Nossa, muito forte isso. E ó, se essa análise de hoje fez a sua cabeça explodir, se alguma coisa que a gente falou tocou numa ferida ou numa memória sua, não guarda isso só para você. Transforma isso em libertação, sabe?
Deixa a sua opinião, seu relato aqui nos comentários. Manda esse vídeo para aquele seu amigo ou parente que você sabe que tá precisando muito ouvir essas palavras hoje para conseguir respirar aliviado. Exatamente.
Espalhe essa reflexão. E você já passou por alguma situação em que sentiu a energia pesada de alguém que tinha inveja de você? Como lidou com isso?
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