Então, eu te perguntei onde que a música tava na na sua vida hoje aí, né? Você tá com o projeto com Israel e tal. E e paralelo no seu Instagram, você tá com com os vídeos ali que, cara, tá viralizando muito, tá chegando muito com, né, com os comentários aí das divisões, dos comentários, das polêmicas também, que tá muito legal comentarista, né?
Virou um comentarista aí, muito massa. E eu te pergunto, você já senti né que o povo te chama de prefeito? Você tá o prefeito, você já teve vontade de de ir pra política?
É, ó, eu vou confessar para você, naquela época ali que o Gustavo se candidatou a presia, começou aquela conversa de presidente, a gente todo mundo ali do mesmo cico, cara. Eu falei: "Rapaz, eu acho que a vida de um parlamentar deve ser legal". Aham.
Só que depois eu comecei a conviver com a galera da F, falei: "Cara, isso aqui é muito difícil, é muito complicado, é a vida assim, é, o cara trabalha 24 horas, eu sou um cara que eu não gosto muito de trabalhar, entendeu? Sou um cara mais folgado. [risadas] Já trabalhou muito, né?
A noite ela cansa muito, né, Thaago? Já fez muito show que gente à noite meu, eu não sei, eu não trabalhei com shows cantando à noite e tudo mais, mas eu sei que esse meio artístico é muito cansativo de fato, né? É, suga muito assim a energia de fato.
Suga muito. É muitas noites sem dormir, muita bebida, né? Eu fumar, eu fumei 20 anos, parei tem um ano por causa do anão que eu parei de fumar.
Por quê? Aí aí tem até trancoso no meio dessa história, né? Agora o Dioguinho, ele sempre tá comigo, ele é um personagem do meu do nosso circo, né?
Uhum. É muito gente de boa. É.
Aí eh, a gente tava lá em Trancoso, numa casa lá e ele tem alergia de camarão, né? Ele tem alergia, ele é alérgico a camarão. Também sou, só que ele é assim, ele ele bebe, ele dorme, ele vai pra sua casa, ele passa quatro, você viu como é que é, né?
Ele passa quatro, c dias aí. Aí ele tava lá um dia e a gente sempre, ó, chegava, você chega lá na, como é que é a estrutura lá? Você aluga a casa, já vem a cozinheira, aí você faz as compras, aí é tipo hotel, estrutura, vocês t que vocês t que vocês duas têm que tá lá, não tem como vocês não estar lá naquela estrutura.
Ã, [risadas] aí a gente sempre falava pra cozinheiro, ó, não, não faz camarão porque ele é alérgico. Uhum. Aí ele, primeira coisa que ele ficava bêb era querer pegar um negócio de de fruto do mar para comer, a gente segurando e tal.
Aí falei para ele faz uma casquinha de si, pede uma casquinha de siri. Aí ele foi, comeu a casquinha de siri. Só que quem tem alergia sabe como é que funciona.
É, tem gente não pode sentir nenhum cheiro. É, na hora que é acho que a mulher fez um camarão ali e misturou o óleo. Aham.
Ele começou a passar mal, começou a passar mal, começou a passar mal e eu já tava chumbado, todo mundo tonto demais. Ele sai, começou a passar mal e nós e tem e quando o cara passa mal e fecha a garganta, você tem que ir no hospital. Uhum.
Como é que você acha um hospital entrancoso no final do ano? Hum. Trânsito, não sei o quê.
Ele, cara, ele não morreu assim porque foi Deus. Uhum. Aí a hora que eu já tava lá todo roxo se debatendo, falou: "Meu Deus, eu não posso ser responsável pelo primeiro enterro de anão.
" [risadas] Você fez a promessa? Fiz uma fumei 20 anos. Caramba.
Ô meu eu fumava muito, muito. Caraca, você deve ter ficado desesperado, então o cara, o bichinho ia morrer. Não, foi uma semana assim de Kenny Music, farro.
O assunto ia ser, o Anão morreu de overdos. Ninguém acreditar que ia ser camarão. Aí eu fui e falei: "Pô, meu Deus!
Não sou de pedir as coisas, sou mais de agradecer, mas se esse anão não morrer, eu nunca mais fumo na vida. Caraca, cara, pr você ver como é que é as coisas. E lá em Trancos é muito trânsito.
A gente tava procurando uma upa, né, rapaz? De repente começou o sinal a abrir assim, tudo abrir assim, p chegou a mulher chegou, deu uma injeção nele, aí ele voltou. Caraca, eu olhei, falei: "Ô, promessa sem jeito".
[risadas] Comecei: "Será que esse anão ia morrer mesmo? " Falei: "Não, meu Deus, meu compromisso tá feito e tal". E como foi o processo de começo de de parar de fumar?
Não senti, eu não sinto um pinho de vontade de fumar. Ah, que legal, cara. Que bom.
Zero. Zero. É uma coisa assim, mas não te deu abstinência de outras coisas.
Zero. Eu, eu tentei parar de fumar a vida toda, né? Mas eu acho que esse susto aí ele mexeu com a minha mão.
Porque uma coisa é você quebrar uma perna e eu te levar a postar. Coisa você perder o ar porque, você vai morrer. Ué, sim.
É, se você perde o ar aqui, o o hospital daqui uma hora, você vai morrer. Aham. Então, acho que você mexeu com a minha cabeça e assim, eu tô me livrando de alguns vícios assim, remédio para dormir.
Parei de tomar, tomava muito, tomava muito por conta de de estrada. Sim. Tomei 15 anos, remédio para dormir, nunca viciei, né?
Aham. Aí agora falei: "Cara, vou parar". Para aí, tem uns 15 dias que eu tô sem remédio para dormir.
Não precisei de Tem 15 dias que eu não durmo. [risadas] Tô de boa. Tô Quero próximo vício é a bebida.
Quero parar de beber. Eu quero viver. Eu quero viver muito, cara.
É isso aí. E hoje assim, com tudo que tem, se o cara não vacilar no que faz muito mal, ele vive bem. Aham.
Exatamente. Me fala uma coisa, como é que a internet entrou na tua vida? Claro que paralela ali, você tá sempre no meio ali, né?
Mas quando você decidiu falar assim, vou começar a gravar vídeo agora, vou e apostar nisso aqui. Então, em 2016, há 10 anos atrás, conheci um cara, você até vai conhecer ele, o João Mendes. Hum.
Que foi o o primeiro dono da nonstop, que é do Kaká hoje. Sim, sim. Esse cara tá, o Winderson estava, tava começando, começando.
E eu fui fazer um show na cidade dele uma vez, conheci ele, ele tava com o Gustavo Mendes que fazia a Dilma e e eu comecei a fazer umas assim que começou o stories, você tinha 10 anos de idade, o Stories que mudou o o mundo da influência. 2015 2016 a turma era ali a era Snapchat não quando começou não é o Snapchat feio antes. Aí depois o o Instagram tentou comprar foi, eles não venderam e falou: "Ó, você não quer vender, eu vou fazer um igual".
Você lembra? Você lembra disso? Isso aí você lembra.
E começou a os primórdios. Sabia disso, sabia? É os primórdios da blogeragem ali que é a gente até foi pro navio da UDES uma vez.
Era a Tatá. UD. Meu Deus, eu já vi muito a UDES, gente.
A Flávia Pavanelli, a Raquel Apolônio, cara, que que coisa coisa de 10, 15 anos atrás tinha essa turma, né? E aí começou a a coisa da da internet, o João eh pegou o Winus, o Win tava bem no começo, ele viu essa desse negócio dele, falou, falou: "Cara, você pode ser, sabe, você poderia ser um grande influenciador, né? " Falei: "Pô, sério?
" Falou: "Sério". Aí o Winderson foi crescendo, a empresa dele ficou crescendo, falou: "Tiago, o negócio é o seguinte, eu vou te fazer um dos grandes influenciadores do Brasil. Você tem perfil, vamos fazer um show para você ir pro teatro contar suas piadas.
" E a música sertaneja funciona o seguinte: ela não aceita muito você ser duas coisas. Uhum. Né?
E aí eu ficava aquela coisa assim: "Você é blogueiro ou você é cantor? " E a nossa turma leva muito isso pro coração. Aham.
E eu levei demais isso pro coração de ouvir, ficar ouvindo como se ser blogueiro fosse uma coisa ruim. Sim. Pô, a blogueiro ganha muito mais dinheiro que cantor.
Gente, vocês t que vir na casa dessa para você ver o tamanho da casa dela. [risadas] Eu nunca vou comprar uma casa dessa na vida cantando, pô. Casa do tamanho é do Gustavo Lima.
[risadas] Aí, ai, eu fiquei meio assim com medo. Ele montou um show para mim, montou um texto, falei: "Cara, eu acho que eu tenho mais, eu tenho mais uma coisa para fazer na música". Aham.
Aí veio a música, fiz a dona Maria, foi aquele sucesso ali em 2018, veio a pandemia. Na pandemia, eh, para, acabou os shows, o que sobrou foi isso aqui. Aí surgiu madeirite, nosso finado madeirite, que Deus o tenha, né?
Eu comecei a ver ele fazendo aquela resenha do cestou e tal e falei: "Cara, vou começar a fazer um conteúdo parecido com isso. " Inventei um negócio de agiota, sei que da Giota. Comecei com esse assunto de dívida, enfim.
Aí, eh, foi na época que surgiu o Pix. Aham. Aí eu falei: "Cara, eu vou começar a dar Pix paraas pessoas".
Comecei a dar Pix, comecei a dar Pix, meu Instagram Bruno começou a estourar, começou a estourar, começou a estourar, ganhar seguidor, matéria, fiz matéria na Record, tudo. Aí eu falei: "Cara, eu acho que aqui é o tal dinheiro. " Aí começou publicidade, publicidade, eu comecei a ganhar mais dinheiro com publicidade do que com a música.
Uhum. Só que a música ela é muito forte dentro da gente que é ali do Goiás. E a música ela é uma coisa gigante, né?
A música ela é uma coisa assim que eh eh hoje ainda tem lados, né? Mas a música, vamos pegar a música, futebol, futebol, o cara vai no estádio para te xingar outro time. A música não, a música é um negócio, você entra dentro da casa das pessoas, as pessoas te admiram, né?
Até falo que a a música faz a música faz um idiota virar ídolo, né? A música tem esse poder, pôra. Uhum.
E a música é muito forte. E a adrenalina do palco é uma coisa muito surreal, cara. É só quem tá em cima do palco sabe.
É um vício. O palco ele é um vício.