Olá, hermanos, como están? Bonjour. Buenas notes. [risadas] Não tem que falar alguma coisa em alemão. Guten Guten. Guten Hoje eu estou poliglota porque temos aqui eh três pessoas que eu admiro muito e mais o PL. [risadas] O terceiro que eu Falei é o Leni, o Leni que eu admiro muito. Temos aqui três pessoas que eu admiro muito, mais o PL e vamos fazer um programa sensacional. Peço desculpas aí a vocês que o o Nego Di teve um problema com eh a família e não pôde vir. Ele tinha vários compromissos aqui em São Paulo, cancelou todos.
Mas ele vai marcar de novo em breve, né, Lene? Como vai ser o programa de hoje com o pessoal para participar dessa live maravilhosa? Ó, é o seguinte, você manda o seu super Chat para cá com a sua pergunta ou você viu que eu tô falando melhor super chat? É verdade. Na nas férias você ficou treinando. Eu dei uma treinada na frente do espelho assim para poder aprimorar, né, a técnica da locução aqui, né? E aí é o seguinte, ó. Você manda para cá o seu super chat com a sua pergunta ou com o seu
comentário, tá bom? Mas antes disso, você dá um like no vídeo, se inscreve no canal, se torna membro e Ativa o sininho para receber as notificações aí de quando as lives começam. Exato. E vamos começar essa live já falando. Vou falar com o meu amigo P aqui que é o seguinte. Eu e ele somos patrocinados por essa marca maravilhosa chamada Insider, não é, Lenis? Exatamente. É Insider. Ó, que que é isso aqui? É um moletom. Você tem esse moletom aqui? Eu tenho, Cara. Esse moletom é extremamente confortável. E agora ele tá voltando, né, pra coleção
aí do no inverno. Tem o moletom e a Tech T-shirt manga longa. Eu sempre tô aqui com a Tech T-shirt, que aquela camisa que todo mundo já sabe que ela desamassa no corpo. Antibactericida ou eu se nunca sei. Antibacteriana. É, acho que é antibacteriana. Não pega suor, evapora o suor rapidamente. Então para quem não toma Banho é muito prático. Por que você tá falando isso? Para você. Ah, entendi. Uma é um é um toque para mim. É igual o to que você acabou de se dar em si mesmo, né? Mas ela é macia, né? Bacana.
E o mais o mais legal de todos é que ela, você falou que ela desamça no corpo, né? É. É. Ela é o quê? Ela também, ela também além de desamassar no corpo, a Insider ela não precisa, ela não desbota, sabe? Você não vai comprar a camisa toda hora. Ela é duas vezes mais macia. E o algodão? É, pô, o algodão, cara, é mais é mais leve que o algodão esse negóci muito legal. As fibras também elas elas não desgastam, né? Aquela coisa da da camiseta ficar toda esgarçada assim e Tal, as fibras dela não
desgastaram. E tem o nosso cupom que é inteligência 12, né? O QR code. Tá na tela. Tá na tela, o link na descrição. E aí? Exatamente. Tem mais alguma coisa que você queira falar sobre insider? Acho que isso, né? Acho que é só isso. Só mandar um moletom para mim também. Então você não, você é o único que recebeu, sabia? Você é o de férias, né? Perdeu o moletom, mas chegará. E eu quero ouvir, o pessoal ainda não ouviu a Voz do nosso querido amigo que está que a gente não tem o nome para ele
ainda, né? Porque todos aqui têm pseudôimos, né? É, tentamos um apelix. Obix. Ô Bela, fala aí pra gente. Cara, você ganhou alguma camiseta da Insider? Até agora eu não ganhei nada, né? Nada, nem uns docinhos. Tá, então vamos, vamos consertar isso, então. Não, docinho aqui, ó. Por favor, Vem aqui, apareça aqui. Não, nunca apareceu, né, Fab? Então, apareça aqui. Olha. Só que lindo nosso fotógrafo oficial de hoje aqui. Pegue uma jujuba. Abaixa mais aqui, ó. Lá. Esse é oix, ó. Bela. Olha ali. Olha ali, ó. Pra frente lá, rapaz. Esse é o filho esquecido do
Jacar Vanguela. É mesmo, né? Ele tem uma tem uma semelhança. Pega dois do É uma mistura de Cau eemoura com jacaré. Jacaré banguela. É ou não é? Então é isso, P e eu somos patrocinados aí. Nós aqui na na inteligência usa o nosso cupom inteligência 12. O pessoal da França então carimba como Mas você sabe que inclusive eu acho que os sócios da Insider são franceses. Acho que sim, viu? É, não sei se todos, mas é parte deles. Parte deles. Não, eu super gosto dessa marca. Você tem meu cupom também P 12, se quiser dar
uma sacaneada nele. Pois é que tá. Não, não, não, não. Inteligência 12, né? Ô, ô, gente, é o seguinte. Eh, a gente já fez alguns episódios de comédia gringa aqui, né? Pou está em quase todos eles aqui. [risadas] E hoje temos o Dolens, que faz tempo que não vem aqui ao programa. A Lea também Vieram no comecinho do programa. É o pessoal que diferente do PL acreditou nesse programa no começo, que a gente chamava o P no começo e falava: "Não, quando crescer, quando tiver mais inscritos, eu vou". Isso posso dar as bem-vindas para eles
como os coringas da comédia. Bem-vindo. Vocês são os coringas da comédia. Quando alguém vai se sabem que contam com a gente. A gente já fizeram show juntos? Quem se encontrar no Não, a gente é um projeto, né, no início. Sério? pensou em fazer a monote de gringos. Mas aí decapitamos só a um e estamos aqui com você agora. Beleza. Então investir nós se apresentem para quem não conhece você. Conhece você Dolens para aquela câmera mais alta. Se apresente dê suas credenciais. Maurício Dolens, ator mágico comediante E acolhido por esse Brasil e essa família de comediantes
e que me fez crescer igual que vocês e que chileno. Chileno é nascido na Argentina. Ei, ei, ei, ei. É, não é que é consangini. Pera aí, pera aí. Você é argentino? Ou você é chileno? Eu chamei achando que você era chileno. [risadas] Não sou que você era eu aceitei achando que você era chileno Também. Se fosse argentino, após o que vocês fizeram conosco na Copa, eu vou embora. Vocês não têm um desse? Sim, eu tenho. Tenho, claro que eu tenho. Tá bom, mas você é nascida e olha aqui. RNE, Registro Nacional de Estrangeiro, gente.
Chileno. Mas tem chileno e argentino, viu? Ah, é Por quê? É uma piada já feita no documento. É, [risadas] juro. Todo mundo aqui vai. Ó, Dolens, viu? É, tá, tá os dois aí. Dolens, bem-vindo. Prepare uma primeira mágica pra gente aí. Pronto. Leia contigo. Tua câmera é essa daqui de cima, ó. Se apresenta pro povo que não te conhece. Lê Maria Alema do Brasil, né? Que pensa Alto nas redes sociais. E é isso. Alemoa do Brasil. Alemoa do Brasil do Sul. Muito bom. Viajando Brasil como shows e fazendo umas gracinhas. Pô, se apresenta da pior
forma possível. Da pior forma possível. P Cabanes e francês, comediante. Queria ter a mesma elegância que você hoje porque é extremamente estiloso. Total. Obrigado. É que vim de uma reunião de de corporativo que Ah, você fez corporativo. É, é, faço muito, mas tenho que ir aprendendo sobre o que tá acontecendo, energias renováveis, todo o negócio. Então, tenho que ir pronto e tentar eh entender o cliente e surpreender. Por isso que estava com algumas coisas para fazer. Entendi. Não, eu não entendi. Não vou fazer uma. Por exemplo, você não também não entendeu quando fala A entendi
assim que geralmente não entendeu. É que você falou, fez faz eventos corporativos, né? Hã, mas você faz um show corporativo. É isso. É, é, depende do cliente. Só que para energias renováveis, ele tem que entender o assunto para fazer. faz específicas assim. Claro, você não fez o show, você fez uma reunião para entender o o mercado do cliente. Ah, entendi. Energia solar, essas paradas assim, tudo, tudo é como tem uma geração que não tá entendendo o que tá acontecendo no mercado e que continua trabalhando na empresa. A última vez que alguém falou isso para mim,
ele quis me vender para entrar na sociedade rinod, velho. [risadas] [ __ ] pode crer, né? É, é muito, é muito interessante. [risadas] É muito interessante porque o empresário te te obriga a falar: "Ô, Precisamos trabalhar sobre isso." Sabe? Outro dia, por exemplo, você sabiam, você sabe ler uma conta da luz? Mas como assim? Ah, o todo aquele não, só vejo o valor, [risadas] viu? Claro. Isso é o que tá acontecendo. Você sabia? Não, mas que que se a gente soubesse, vamos supondo, e que que mudaria na nossa? Você pode você pode economizar até 40%
da conta da luz. Por quê? Porque você começa começa a ler diferentes eh tudo tudo. E aprendi com esse cliente que agora tem um aplicativo que te ajuda a você imprimir a conta da luz e faz uma uma leitura e te mostra onde você pode economizar e vira dinheiro, vira grana. Mesma coisa. Mas é a mesma coisa da Apple também. Todos os da Apple, todas as mesas você vai ter que ter uns descontos e você nunca sabe de onde vem isso porque ainda nunca nunca tá Escrito, né? O que de onde vem exatamente? Da Apple.
Exatamente. Apple. É, por exemplo, Apple é do do da marca de de celulares de iPhone. Sim. Sim. Porque não, porque você, por exemplo, você tem uns aplicativos que você paga, mas aí tem outras coisas que às vezes a gente desconta, vem vem comprando coisas que você às vezes não Entende de onde vem isso agora, mas tu vai deixar passar. É. Hum. O aplicativo cria um ecossistema, está tá na alta o ecossistema, sabe como o ecossistema? uma plataforma que dá um serviço e que cria outra plataforma e que e às vezes eu faço analogias com baralho
supostamente. É, sim. Por exemplo, azul ou vermelho, qual que vocês preferem? Vermelho. É, também igual ele. Tudo que ele falar e aliás fizemos um especial sobre Revolução Francesa. Depois, eu vi. Foi legal, he? Vi, eu vi, eu vi. Muito legal. Obrigado por ter chamado, cara. Adorei. Bom, e eu sou eu sou eu sou [risadas] Me senti bem representado ao meu país, cara. Tem um pouco de francês. Eh, eh, Vasco. E não, sim. Não. Eh, Zavala. Zavala vem de de Eu sou Maurício Alberto Dolens. Zavala. É, é. Não é não é espanhol. Francesala e Zavala. Vasco.
Vasco francês. Ah, Zavalá. Eu vi. Vasco francês. Você já viu? É uma um chefe meu dos navios croata falou: "Você é dolens, vocês croata." Nossa, mas era austro-húngngaro. Mas como assim? Vasco francês. Você diz Vasco? Vasco de quê? É o País Vasco. Vasco. Vasco. Ah, Vasco. É isso. O o País Vasco. Ah, tá. Ah, entendi. Entendi. É, exatamente. É, mas pertence da França, né? Ele é médio devagar ou é Ele [risadas] é Ele é bem devagar porque são os polígotas. Quantos se [risadas] você falar se você falar Vasco em vez de Vasco, porque não é
com B, com Basco? É que é é Tem uma, eu tenho um mecânico amigo meu que corrige também fala quando eu falo vou para Curitiba e para Curitiba ele fala não Curitiba. Curitiba é mais sou eu que sou devagar, né? [risadas] Não, mas quantos idiomas fala você? Ah, é bem assim, português e inglês. Bem, bem assim. Ok. Você três, dois, [limpando a garganta] Dois, três. Só merda também. É espanhol. E o o Z três. Três. Três. Três também. É. A gente somos todos todos burros. Inglês, alemão e português. Sim, tudo para ó, você trabalha em
navio, você tem que falar um monte de É quatro, mas o quarto é mais ou menos também. É como terceiro. Cadê o italiano? Cadê o Diogo Portugal? Só participa se ele tiver aqui. Ele tá vindo para cá. O [risadas] pessoal pediu muito ele daqui. Ele tá vindo para cá. Caraca, que maravilhoso que o Ó, escuta. Vermelho, né? É baralho normal. Já vocês já viram um dos dos meus clássicos. Eh, basicamente é adivinando o Pensamento só de olhar. Leia, embaralha. Ah, eu nunca sei se a pessoa fala leia ou tipo leia as cartas. Ah, que leia.
[risadas] Eu também eu tenho esse problema. Aí já tem uma piada feita. Você monta de bruxa e fala leia. Mas eu tenho o mesmo o mesmo problema porque brasileiro fala muito pô em vez de poxa o [ __ ] E daí? Eu nunca sei no futebol, cara. Pô, passa a bola, pô. Mas não tô nem com a [risadas] bola. Ok. Ó, bem embaralhado. Sim, você embaralhou. Dá para ver? É. Tá ótimo. Hum. Ok. P, você vai falar para quando você quiser. Para aí. Uhum. Pega a carta. Pronto. Vou mostrar para vocês que estão Assistindo. Vou
fechar o olho para Deixa eu ver. É. Tá bom. OK. Vai. Ô, Lenis, qualquer eu tô com olho fechado. Uhum. Só para quecer. Beleza. OK. É perfeito. Leia embaralhou. Paul pegou uma carta, colocou no meio. Sim. Você quer que eu coloque no meio? Colocou. Tá bom. Em qualquer parte, qualquer lugar. E embaralha, por favor, Paul. Tá bom. Embaralhar é mexer no, né? Sim. Shuffle. Shuffle. Shuffle. Shuffle. Viu? Tem que falar mais. Aí estamos começando a comunicar, entendeu? Comunicar. Tá entendi. Se ele não pensa em português, vou ter que pensar em inglês. Embaral. Embaral. Embaral. Como
que você faria? Eu [limpando a garganta] eu faria assim, né? Ah, aquele crack, sabe? Você claramente não joga cartas. [risadas] Tentaram me ensinar o truco, mas é muito difícil, cara. Truque é fácil, cara. Não, eu vejo uma eu vejo os caras falando 3 4 5 Roberto Carlos 21. Para mim é muito, é muita informação. Eu não jogo, muito alfíil difícil. Tá embaralhado. Perfeito. Conhece, conhece a embaralhada espanhola? Muita informação. Pera aí. Vai, vai, vai. [risadas] Conhece. Ele escuta o podcast. Eu eu vou assistir por aqui. Vai lá, vai lá. Como que é o espanhol? Esse
quem pegou pegou. Não apareceu. A espanhola é difícil. É, tem que ser mais alto para aparecer. [risadas] Não, já a piada já foi. Esquece. Nem. Ah, poxa. V. Não, mentira. Mentira. Não. Tá doido. Se for fazer de novo, essa câmera que pega, ó. Vai lá. Essa que pega. É, ó lá. Essa daí pega. Tá bom. Tem que ser mais para cima um pouquinho aqui. Aqui a espanhola, ó. Ah, entendi, entendi. Ah, tá, tá, tá. Podia ter pedido para você, mas entendeu que não. Você peg, você pegou a piada. Eu acho que não [risadas] sabe que
é espanhola. Bom, então vamos lá. Então, vamos lá. Tá bom, tá bom, tá bom. [risadas] Tá um pel, ó. Vem embaralhado. Sim. Vem Embaralhado. Sim. [risadas] Tá. Leia. Tá. Só porque fiz a piada. Bem embaralhado. Boa. OK. [roncando] Lembra você que pegou a carta, né? Uhum. Uhum. Tua carta no meio, n? Eh, existe um um jogo, mas eu acho que eu fiz, mas vou Ser diferente dessa vez. Eh, como você gostaria que que eu achasse a sua carta? Sei lá. Pega a terceira começando de cima. A terceira começando de cima. É. Então, conta comigo, ó.
Uma, dois, duas e três. Posso pegar? Sim. Ah, mano, [risadas] Eu só falava. A primeira vez que eu assisti o seu show, isso ficou uma semana na minha cabeça. [risadas] Isso não sai nunca. O a música sempre canta isso. Ele fica cantando enquanto tá fazendo a mágica. Ele começa a show assim. É, é quando triunfo, eu er a música de Victória. Ah, às vezes já aconteceu de você errar o os truques durante o show? Ah, mas aí que nasce a piada. Ah, você faz de propósito. Às vezes sim, às vezes não. Às vezes descubro e
às vezes utilizo. É, [risadas] não queria saber porque vai que o cara tenha um plano, né? E aí sai, sai do previsto. Como que como que faz? Ah, às vezes eu como eh se é uma mulher faço alguma alguma graça. É que ela falou que ficou uma semana na Cabeça dele. Não sei qual graça se fez, mas não é que essa como que é a musiquinha? Como que é? Faz aí. Faz aí. [canto] Só que fica direto. Ah, tá certo. É igual o Víor Sal. Ele ele conta piadas, depois fica na edição. T t t.
A gente fez semana passada falou, só faltava essa musiquinha no final com ele. É, é com ele, Merelhas, né? O Maurícião. A gente fez uma coisa aqui Que você quiser fazer também, a gente pode fazer. A gente fez um pedido de desculpa para poder soltar qualquer merda que tiver cancelar a gente já tem o pedido desculpa. Querem fazer? Vamos fazer. Vamos fazer. Então, olha para aquela câmera e mas faz um pedido desculpa que pode ser para qualquer coisa assim. Olha. Tá bom. Tá bom. Tô arrependido aqui para aquela câmera. Bom, queria dizer que eu fui
muito além do meu pensamento eh quando me expressei a respeito do a respeito daquele assunto ã, né? E daí foi [risadas] como que fala? Daqui a pouco no contrário, daqui para frente para trás. Não, não, não, não, não. Como assim daqui a pouco? Tipo assim, é pouco tempo atrás, é isso. Poucos minutos atrás falei uma grande doideira. Isso. Não, começa de novo. Vai, vai lá. Vou de novo. Cara, inclusive eu fiquei chateado que a piada que eu fiz sobre a Flor preta, eu acho que era muito além do meu pensamento, queria pedir desculpa. Aí isso
aqui da Flor Preta você pode cortar, colocou outras coisas, outro assunto. Foi mal, eu queria pedir desculpa ao Brasil, não me julguem. Sou uma pessoa sensível com minhas falhas e hoje eu conto com a Empatia de vocês. Não enaltez certas atitudes que eu tive no passado. [aplausos] Eu perdoe, cara. Eu perdoo. Perdão. Quer fazer? Pode ser. Então faz aqui, ó. [limpando a garganta] Eh, queria pedir desculpa. Vocês sabem que, né, os alemães às vezes errant [risadas] eu não sei se eu desculpo, não, velho. Mas e para quem não acredita em mim, eu Vou até falar
também mal espetic eh vai se poder, tá? [risadas] Ó, e deixa, eu eu quero me desculpar, desculpa pelo que fiz. Foi na hora e passou e e vou tentar resolver com uma mágica, tá? [risadas] Leia plus que lei. Ah, ele te xingou. Você [risadas] fal que que ele falou? Ele que falava quando Dava merda uma uma mágica. Falava pras mulheres que ele falou: "Você é mais linda do que eu sou". É, eu acho ao mesmo tempo lindo. Ah, tá. Lindo e t e t que dizer, [risadas] ó. bem embaralhado. Do mesmo jeito, eh, Leia, você
vai falar para quando você quiser, OK? Assim, ou melhor, pega que Você quiser, tá? Eh, OK. Não me mostro. Ou melhor, fala para como você prefere. Para. Ok. Vou fazer assim. Para aí. Perfeito. Essa carta eu já vi. Ok. Tá. Essa não vi. Pega. Olha, lembra, decora. Pera aí. O Len, o Leni tá, tá dormindo Aí. E agora coloca no meio. Ah, tá. O mesmo processo, mas diferente. Dessa vez você escolheu como acertaria. É. E agora vou com você. Tá difícil, mas eu vou conseguir. Eu acho que tua carta é essa aqui. Eu acho que
esse não foi, né? Não, não. Você errou de propósito, certeza. É que foi na primeira pouco tempo. Você viu a carta da lei? Vi. OK. Vamos fazer assim. Ah, um clássico é imperceptível. Per três. Ó, agora coloca um se transformou em três. Cara, é matemática. Falaria ara. Apareceu a nota Da minha entrevista no Flow a última vez. Não entrou o início e o final, cara. Transformou um 10 em três assim. Entrou 10, saiu três. A sopra, po. A minha quê? A sopra. A sopra. Sopra. Não tem carta não. Sumiu. É. É que você não viu
quando eu coloquei não. Pois é. Porque sumiu, né? Aí você tirou, mas viajou. Olha, traspassou. Não, agora nem a pau. Nem não. Nem a pau. Nem a pau. Nem a pau. Ai, deu merda. Ah, tá. [risadas] Se aparecesse aí. Quando é que não é que quando passa é porque passou a mesa também. Foi. Vê se tá lá embaixo. Embaixo onde? Ô você, Paul. Ah, tá aí, pô. Jura? Ah, não, velho. [risadas] Tô impressionado, cara. Que absurdo, que absurdo. Posso te fazer perguntas de de porque eu tô curioso de saber, porque eu sempre converso com com
outros estrangeiros, inclusive aqui, né, que em geral são de De países que são ou ou Estados Unidos ou Europa. Aliás, teve o Batista também que Angolano, mas assim, de outros países da América do Sul nunca. E eu queria saber para você também que tá aqui faz o quit anos, 10 anos que tá aqui mais de 10. 10, 11. E que que para você é diferente no Brasil? Que que é diferente no Brasil? É de em relação ao Chile. Bom, vai faz uma mágica. É, é que que muito que que Não, não, mas culturalmente, culturalmente, então.
Ah, em algumas coisas são parecidos, certo? Em algumas coisas são parecidos, em que tem um enemigo em comum, um argentino. Mas você também é argentino, Maurício. Mas por isso que eu tô falando, sempre fui suado desde pequeno por ser o argentino pequeno. Porque meu irmão Quando voltou, meu irmão mais velho quando voltou da Argentina, como eu nasci lá, ele não, mas quando ele voltou pro Chile, ele ele era argentino. E ele não era o argentino. E eu era o argentino pequeno. Ah, o inimigo de do do chileno também argentino. É, também argentino. Parece que argentino
é o inimigo de todo mundo, né? É. Você sabia disso? e que falam que Argentina não é é tipo a Alemanha do da América do Sul. [ __ ] [risadas] olha isso. Então, então isso é é interessante o que você fala porque o tem essa fama, né, entre o italiano, francês e o alemão. É, o britânico fica por fora. É que quando eu Não, mas o britânico também não gosta Alemão, não. Mas acho que não gosto de francês. Sem zoeira, sem zoeira. Eu acho que também não gosto de francês. Os os europeus em geral. Ah,
italiano fala que a gente é esse snob. Isso verdade. Britânico fala que a gente é snob. Vocês falam o que da gente? Sn [risadas] arrogante. Arrogante também. Que tipo a eles eles não são verdadeiros, tipo não são verdadeiros também. A gente não acha É a gente é falso. Vocês acham que a gente é falso? É. É francês. [risadas] É por causa disso que você se dá certo também na no Brasil. Mentira. Por isso que você fã. Pois se você se dá certo no Brasil. Mentira. [risadas] Não, mas eu acho que tipo o francês a gente
tem esse clichê porque Pode ser também no país da moda e tudo mais, né? Vocês serem um pouco mais esse superficial do que o alemão, né? Porque o alemã Ah, fútil. Fútil é mais fútil. Entendi. Entendi. Mas galera, desculpa aí que tava rolando a vinheta em cima do negócio aí o la ver agora. Tá tá OK. Ah, ah, tá certo. A partir de onde vocês Vocês que que vocês perderam exatamente? Quem? Quem? Não, não, não tá rolando tudo que tinha um um sonzinho atrás, agora resolvendo. Ah, tá certo, tá certo. É, mas a gente tava
falando sobre o Eu também não sei, velho, mas a gente tá só falando e tentando puxar puxar assunto. Então, eu puxo o assunto. Vamos lá. Vamos lá. Eh, você teve na França agora e você também fazer show na Alemanha, não foi? Como que também na França? Também na França. Como foi essa? Você encontrou no Paríis você Mas qual foi o a a o caminho que vocês fizeram? Eu fiz eh é que a gente não foi junto, né? Mas eu eu fui para Portugal, aí depois Zelanda, Paris e Alemanha, aí foi em Berlin e Frankfurt. Mas
para público brasileiro, para público local? Sim, para brasileiro. Ah, é? E quem mais que que outro comediante estava rodando na mesma época que você? Não, cada um faz separado, né? Não, porque ele também ele foi na França, aí se encontrou em Paris. É, mas coincidentemente, porque ela ela tava lá no mesmo período. Eu aproveitei para apresentação no circuito legal aí, muito bom. Tem tem bastante gente rodando. É, você podia, você quer fazer shows na Europa? Por enquanto não, porque eu tô com quantos filhos eu tenho? Eu tenho três, então tô começando. Eu sou Ah, tem
três filhos. Sua esposa é brasileira? Sim. Ah, é? São Paulo. Do centro. Do centro. Do centro. Você tá morando perto também? Estou no centro. É, eu estou agora embaixo da rua. Não, não pode falar. Pode falar embaixo da Rua. Tá bom. Tá embaixo da rua. Tô embaixo da rua. Tô morando embaixo da rua. Qual? Não sabe embaixo da rua. Verdade. É verdade. Você tem Eu tenho duas filhas. Você tem a pretensão de ter de ter filhos um dia? Ah, acho que em algum momento sim. E aonde você teria? Ah, eu acho que acho que nasce
tudo pelo mesmo lugar, velho. Não, mas se um brasileiro, se fosse um Brasileiro, é, imagina que você se casa com um brasileiro. Não, não precisa se casar. É no sentido é casado. Não sei. Mas e eu acho que Ah, mas você se casou pelo pelo documento? Sim. Confesta tudo? Não, confesso não. Só pela documentação, né? Não, eu eu eu Sobrevivi [risadas] na Europa ilegal, hein? É, hein? Dois anos escondido. Ah, é? Em qual país? Valência. Ah, esp, desculpa. Sim. É no sul, né? Da espanhol. É que é é a é a praia de vocês, né?
Você gostou? É verdade, é a praia da Gente. Mas na verdade a França também é a praia de muitos europeus. Tem muitos, tem muitos ingleses que vão pro sul da França. E porque para eles morar no sul da França é barato, sabe? Mais barato que Canárias. É porque Sim. Não sei. Mais bar. E também também tem praia, né? A Inglaterra tem praia, mas são praias com tudo respeitos inglês. São pras pras que são muito desgramentar Inglês. Inglês alguém. tirando, não tem nenhum inglês. Então eles vêm paraa França, pro sul da França, Riviera, e eles compram
terras e eles ficam lá. Eu eu tocava Bill Franch, os navios nas quartas-feiras o navio parava em Ville Franch, você fazia show de no navio. Gente, desculpa, o Vilan assumiu, tá? A gente assumiu o papel dele De apresentador. Eu vou falar também. Insider, gente, é cupom inteligência 20 para vocês. Mas é o S mais eles compram muita coisa na em Portugal e fui agora para lá e e no sul tem muitos subcolonistas também. Is mais, né? No sul do da de Portugal. Ah, é que todo mundo vai para Portugal agora. É, Vila, ela voltou. Lançar
um outro assunto. É, mas não falaram da da tour de vocês lá. Sim, estamos falando de [risadas] de como os franceses e os alemães utilizam as costas da Espanha como praia, entendeu? Enche a a Málaga, Valência, colonialismo moderno. É, chega no no inverno, vai todo mundo lá para todo mundo. É por, cara, se não me engano, a Espanha É um dos lugares que mais ganha dinheiro com com turismo, não é? Portugal. Portugal também. Sim. É, França, Portugal sobre Sorve, só vive do turismo Portugal. É, França também. França também resolveu lá seu problema. Não sei. Resolveu.
Aí pessoal tá reclamando aí do da da imagem. Vê se tá boa agora, hein, Fabi. Tá rolando. Tá, Tá rolando. Pronto. Eu eu eu quando morei em Tenerife, na Cília Canária, tinha um casal de alemães. Hum. Que eh tinha uma tinha uma perna e a outra tinha um problema na columna. Só tinha uma pena, mas morávamos em um hotel que virou apartamentos, deixou de ser hotelu e virou, cada um comprou uma casa. Então Era como um hotel sem recepção, onde cada um morava. As alumes adoram fazer tipo as coisas alternativas, não é muito legal. E
aí eo que tinha umas uma uma terraça grandona assim, terraço. Então às vezes você saía no terraço de hotel assim maravilhoso. Eu via a ilha, morava com a com a Carol e era maravilhos minha esposa maravilhoso. Era pá, ele só um é Ó ele é romântico. É você que [risadas] sai, é você que é você que sai e ele que perde a conversar, cara. Não, porque eu nunca tinha ouvido diferente. Ele fala, ele comenta ao vivo sobre a esposa, ele fala assim: "Eu tava com a minha esposa maravilhosa, cara. A gente tava num num hotel
sul do Portugal, [risadas] minha esposa tava linda de morrer, maravilhosa. Isso, isso mesmo. Não, mas se eu fosse sua mulher, eu tô querendo ser sua mulher agora. [risadas] Falar para mim assim em podcast nacional. Inclusive, parabéns. Eu vi que você está no prêmio e best como top três dos podcast brasileiros. Obrigado. Obrigado. Vai. Por isso que eu vi finalmente. Eu tava esperando isso para vir aqui. É. Não, você [risadas] vem sempre, né, pô? Pra E e o pessoal fica, você vê o comentário daquele primeiro que você veio e fala: "Ah, isesso aqui vai bater 1
milhão". E o pessoal falou: "Pu estava certo, Paul estava certo". Todos os podcasts que eu fiz com antigo bateram 1 milhão. Todos sem exceção. E lá no no último úo no Denite foi bem para caramba também. É que o fo deu 2 milhões. É incrível, cara. É gostoso seu programa. Então, mas cara, o The Noite é, mas é assustador também. Por quê, cara? Porque eu fui no The Noite em setembro de 2022, então era a primeira televisão nacional assim que eu fazia. E aí você pensa isso mesmo. É porque você pensa se eu falar uma
merda, imagina é para sempre, né? Entendi. E veja que eu falei várias, mas [risadas] é que quando você fala Besteira às vezes funciona. Então é, mas tá na casa do Danilo, sendo comediante é mais fácil, né? É, exatamente. É por isso que eu eu percebi isso. Quando você dá entrevista para comediantes é muito mais fácil. Quando você dá entrevista pra gente que não é comediante, por exemplo, eu dei na França para eu dei entrevista na França, digo, eu eu também dei bastante na França, mas é outro motivo. E daí o Aí é aí é aí
é normal. Aí é vida que segue normal. Aí é espanhol, né? Aí, ah, pegou. Ah, agora mas por exemplo, eu fui entrevistado pela Rádio France Internacional, que é um um rádio de de bastante prestígio, só que a pessoa que me recebeu, sabe, é uma outra vibe. E não não desrespeito, fico grato pelo convite. Você pesquisou pelo menos sobre você? Não, não, não, não. Aí, aí a pessoa, pô, o cannabis que tá aqui conosco primeiro Que já [risadas] é e deu uma pegada que você faz a piada, a pessoa não pega. Então a sua piada, ela
vai lá longe pra casa do [ __ ] pega, dobra a esquina, pega a terceira direita, vai caminhar uma hora de trilha, se perde na natureza. E a e e essas entrevistas são mais difícilis, mas no Zones não foi assim, não foi assim. Isso foi legal porque ali é legal o Danilo nas entrevistas, mas fica tenso. Eu não sei Nem porque que a gente conversou disso, cara, [risadas] por causa de bater 1 milhão e tal, né? Mas o que eu ia falar para vocês é isso, cara. Por que que por que que os gringos estão
fazendo tanto sucesso aqui? Porque não são só vocês, o influenciador também. Hoje à tarde teve a aa que é que é russa, a Olga. Cara, o brasileiro tem uma tem uma a ele recebe tão bem, né, cara, quando você vê um gringo, mas porque eu acho que o Lance de vocês tentarem falar português, falarem português também abre muita porta, né? Mas eu acho que não, eu sou, eu não sou brasileiro assim, tipo, eu percebi isso também na manhã. Os os comediantes que mais fazem sucesso são grandes, são cringos, porque eles gostam de ser suuado pelo
pelo pela pessoa de fora, porque ela tem um olhar diferente, el tem lugar de fala, você é a mesma da sua cultura, Você fica tipo: "Ah, você é a mesma coisa que eu". Você sabe que eu eu senti isso muito inamento na França? Porque eu faço standup no Brasil e em julho eu fui pra França, agora passei 20 dias e eu quis me desafiar. Eu fiz standup umas 20 vezes em francês, participações em clubes, sabe? 7, 8 minutos assim e eu percebi que tudo bem, piada é piada, não era ah, sem graça nenhuma, mas também
faltava o o interesse. Eu era meramente Um francês falando a felicidade. A felicidade. Não sei se acontece com vocês, você é casado, você já solteira, você camina pela rua, cara, você fala muito comigo cí, ninguém interrompe os outros falando a felicidade sem ser coach. [risadas] Não, ninguém começa a frase assim, não é que não. E termina também porque não teve eh Final de frase, foi duas palavras. Ah, felicidade. Ponto. É que diferente. O brasileiro pode estar na bosta, mas tá feliz. O francês é assim e eu parece que comeu bosta. Mentira. [risadas] Não, mentira. O
alemão tá feliz, manovra. Que a gente já tem aliança aqui [risadas] contra você, entendeu? Adorei. Cham os Estados Unidos para salvar a gente. O alemão é mais malumorado. Você sabe? Não É que ele falou, ele falou, falta uma coisa, é como chileno, eu vou fazer mágica ou comédia para chilenos, eu não consigo pegar o jeito deles, mas aqui eu sou super engraçado. Nos outros países tem essa risada assim, o alemão, o francês ri para caramba assim ou não? Não ri até um pouco menos, mas eu tava me referindo a outra coisa. Eu eu entendi o
seu ponto, mas eu tava falando do fato que eu sou um francês na França, Então é é já é menos interessante, sabe? O que que esse cara vai nos contar? Bom, lo que eu falo para você, no Chile os caras me olham is que que é tá se achando argentino, espanhol? Não, mano, morei 10 anos na Espanha, morei 10 anos no Brasil e tô aqui agora tentando fazer rir. E, bom, sou um bicho que parece fala com um futebolista que morou muitos anos na Europa. E, e você acha que então como te explico que no
Brasil eu sou muito Engraçado? Entendeu? Porque a língua me deixa mais engraçado. Então, mas sabe que isso foi uma das piadas que eu fazia na França? Quando uma piada não funcionava, eu falava: "No Brasil essa piada funciona muito bem. Então o problema [risadas] é de vocês, não me". Isso é muito bom. Claro, claro, claro. Então isso, isso é lo que é gostoso quando você fala que recepciona muito bem, é porque vocês, uma pergunta, você foi assaltado aqui Já? Eu fui assaltado uma vez por dois moleques na barra fonda de Mas foi totalmente inofensivo, não foi
perigoso. É, fiquei puto. Você agora também eu não porque vocês eu acho que tem um radar de que é como periférico. Sim. Que vai dar merda, né? Que você não, que você sabe quem é gringo na primeira. Ah, não, isso sim. Entendeu? Até gringo do próprio país. Esse aqui é de Belém do Pará, entendeu? Esse tá aqui perdido. Mas acho que nós somos mais espertos que o brasileiro. Não, o brasileiro detecta quem é gringo e e como que protege. Ah, em volta. Não vai ir a roubar para um gringo, entendeu? Porque um ligeirinho não vai
fazer, vai tentar roubar a quem é mais fácil, não? Que tá mais Iluminado. Quando eu fui quando eu fui pra Fortaleza, por exemplo, eu também entrei em várias ruas e várias vezes as pessoas e eh enfrentaram e falaram que não vai aqui. Claro, claro. Te protegem. Exatamente. E se enfia num lugar a galera que daí já que tem malandra já mesmo fala ó é ou te acompanha até ali que é perigoso quando ela tava em Paris esse verão Também já falei várias vezes para para ela não vai aqui não vai aqui não. Você já tentaram
há 60 anos não vai nos pegar uma segunda vez assim com suas coisas de alemão assim em Paris [risadas] mas ela entra e Mas você curtiu ou não curti curti é que é que Paris não é não é muito não é bombe não foi bombeado, né? bombardeado. Bombardado. Não, mas pior que foi é mas bem menos do que Berlim, por exemplo. Aí em Berlin você tem tem Várias arquiteturas novas e em Paris eles manteram eles. Aí é muito mais lindo, né? Fui eu não fui nessa aula da história. Sabia até que qual a relação do
povo alemão e francês? Qual o quê? A relação do povo alemão e francês tem alguma tipo de disputa? Ele acabou de falar que eles são. Você acham como é? É, a gente acha que o o Francês é arrogante assim, [risadas] porque a gente tem isso, né? Porque E a gente não acha nada dele, só despreza eles. Só despreza que também e a gente a gente tem que aprender, a gente tem que aprender também francês na escola. E normalmente a a professora francesa é muito chata, porque ela ela também se acha, porque ela também já foi
pra França, ela já morou lá, ela conta as coisas de um jeito que tipo que a gente é inferior, entendeu? Entendi. Ah, é sério? É sim, sim. o que eu é meu chefe, meu chefe num navio que me fez crescer muito e era francês e era muito, é muito legal, mas queria se diferenciar um pouco de, sabe, reconhecia minha minha meu talento, meu sobrenome também, Dolens, que era o Runger, tudo e e Savala, mas sabe, mas foi era difícil agradar ele. Uma vez agradei Deixou pr pr Ted de tudo quanto é de todo lugar, diretores
de navian italiano deve também ser bem aberto. que é a impressão nossa italiano gosta se você é malandro. É, é, é porque italiano, sabem, né? Funciona quando eu faço ser italiano, tirou uma italiano, a galera sabe, tá no DNA dos caras. E é isso. E também não sei se acontece que que a os romanos na Espanha são pedreiros, muito bons Pedreiros, né? Romanos e búlgaros e polacos. Sim, mas também na Alemanha também eles eles fazem muito mal de obra assim. Exatamente. São muito bom. Não sei se é igual que aqui que os pediros aqui. É,
na verdade é também um pouco abuso de como é que é? Humanos. Ser humanos. Ser humanos. É porque a gente usa esse esse esses trabalhos. Eles vão para Alemanha e trabalham para muito menos, Né? Porque às vezes trabalham também ilegal. Eles trabalham em campos ou trabalham em casas e o também em como é que é casa de idoso. É asilo. Asilo. Asilos. É, muita gente, tipo, tem uma eh polonesa que que cuida da tua avó, entendeu? Tem isso muito na Alemanha. É, agora assim, em relação a ao francês, eu tava lá em julho e o
que eu percebo realmente é que o francês ele tem um Lado legal e tal de de sei lá, respeitar as regras e tudo, mas realmente falta falta um sal. Quando você comparar o brasileiro, o brasileiro tem uma coisa de de uma uma ginga, uma jogo de cintura e o e o brasileiro é muito brincalhão. Isso o francês não é francês aqui parece que todo mundo é humorista. Você já reparou nisso, cara? Todo mundo, a sua faxineira, o atendente do bar. o seu patrão, todo mundo tem a a piadinha na ponta da Língua. Mas eu acho
que eu acho que isso vem também da do bullying da escola que é porque tu tive que se virar na escola com piadas para não ser o o menos acetado e aí você tem que sempre ser engraçado assim. Então, outra coisa que que eu comecei a reparar também, que é bem um detalhe que as pessoas sempre falam a palavra entendeu no final das frases que vocês têm muitas muitos vícios de linguagem. Vocês tm o ií, vocês tm o View, mas também tem o entendeu. Só que geralmente a pessoa fala uma coisa muito fácil de entender
antes de falar o entendeu do tipo a França é bem longe, Minas Gerais é bem mais perto, entendeu? Sei sim, não entendi. Quem que vai falar? Não, não entendi. [risadas] Se tu reparou nisso, cara? Em em Portugal fala, percebesse? Ah, Percebess. P [risadas] também não percebe, percebe percebe. É percebe nesse mesmo sentido. Nesse mesmo sentido. Ah, é. Aí eu fui fiquei tipo que percebia o que [risadas] não entendi. Você consegue entender o catalã, por exemplo. É um um um pouco, né? Eu acho que um pouco porque eles têm o Mercy, né? Merci seria o obrigado
deles iguales. É interessante, tem muita coisa das línguas que estão que estão relacionadas que a a a Carol consegue entender o romano, por exemplo. Romano, o cara de que às vezes o não, de na România. Ah, o romeno, porque é o romeno é é muito interessante. Eh, e os búlgaros eh, por exemplo, não sabia que Bulgária e não é Assim que se é para [risadas] para na Índia também tem um gesto assim que é assim na Índia é na na cuchada se fica na Estambul. Bom, estava fazendo uma mágica. É Turquia. Estava fazendo uma mágica
para uma criança. Falei: "É tua carta? Pega uma carta." É sim. Que que isso? Mas nossa, eu eu percebi isso também no Brasil. Tem tem um negócio no Brasil Também. Eu fui eu fui eu fui numa vez numa praça que eles arrumanam as eh os sapatos, não, o sapateiro. Foi uma vez e ele fez o tempo todo. Eh, como é que é? As respostas dele era sim ou não? Não, ele ele me chamou e p Ele sempre fez isso. Px. Ah, é. Normal, entendeu? Entendeu? Não, mas ele ele falou isso. Ele falou falou isso durante
a a frase, né? Você você trabalha onde? Pi Ah isso o tempo todo. Isso é uso de droga, Lean. Isso é outra. [risadas] É, isso é outra coisa ali, cara. Não, mas ele acho que ele já tá isso tão internado que ele faz isso tipo sem perceber porque ele chama as pessoas na rua assim. É como é Macapá. Fui macapá e ele é mana. Tudo bem em Belém do Pará pode ser égua, mas mais no interior macapá e tudo Isso. Você fala uma coisa, é égua. Égua, entendeu? Por qualquer coisa que você falar é o
qu? É, mas mas você sabe que tem uma família disso. Tem também você pode falar pai d'égua, é filho de uma égua. Cara, é, vem a família toda disso. [risadas] Você fala primo deu? Certeza que tem uns Caras que falam lógico. Cunhado d'egu. Cunhado d'eggua. Mas o que significa égua? Égua é uma expressão e ox ox. Mas oi vem de oxente. É que ô parece o carnal é francês. É você vê. [risadas] Ah, é verdade. O cara sempre faz. Mas Porque o Ox ele é engraçado porque ele também tem a variação. Tem oente, tem ich,
que na verdade é VI, que é Vix Maria que vem de Virgem Maria. Exatamente. Mesma coisa, cara. Deu um rolo assim. Sabe muito do Não sei muito, cara. demais, cara. E não sabe fazer a inteligente por iso [risadas] por isso que você acha olha aqui por Isso que você acha porque inteligente. Olha o pescoço dele, velho. Eu vou explicar. É, levanta, levanta, levanta. Não, do outro lado. Vira pro outro lado. Conhecimento. É conhecimento. Dá para ver, vou explicar porquê. É porque eu tava tudo empipocado aqui. Mais uma palavra que eu não conhecia, inclusive. Empipocado. Empada.
pipocado. Mas cara, e eu eu em março eu entrei numa manicure, tava esperando a mãe das minhas filhas, a Lu e a man tava demorando assim. Então eu falei pra Manicuria: "Você não quer fazer minha barba enquanto eu tô esperando?" E ela falou: "Faço, faço". Daí ela chegou com uma lâmina sem sem barbia de creme de barbear, né? Sem isso, sem pós barba também. E aí ela só fez minha barba desse jeito, cara. O dia seguinte eu tava assim e daí Faz seis meses, isso não é nem zoeira, que eu tô me tratando com dicas
de seguidores, melhorou? Não, acho que até piorou, mas também não tô pagando. Então assim, para mim tá valendo a pena a pena. Mas se tiver um dermatologista eu aceito suas dicas também. E outra coisa que eu percebi é que todo mundo te dá dicas quando você tem esses problemas. Meus seguidores, nossa, eu já ouvi cada coisa, cara. O problema é que eu vou seguindo as dicas, então fazer, faço um Monte de coisa que não tem nada a ver. Eu queria só um dermatologista que me fala assim: "Faz isso, você vai, você vai sarar, vai sarar".
Mas, mas eu acho que é muito um negócio. Eu também eu tive problemas com com a pele desde que tô no Brasil. Tipo uma uma quando você cuida muito da pele, você tem cuida quando cuida quando você cuida muito da pele, usa muitas cremes, você tem uma doença de eh eromosa, se chama doença de eromosa, que Você que a pele fica tipo irritada. É quando com minha e aí tu tem que parar de usar qualquer produto por um tempo. Até por um tempo, até porque eu usei uns produtos umas manchinhas assim. Sim, porque também alguma
coisa a gente nossas nossas pelistas tem que se acostumar. Eu acho. Eu acho que tem que lavar a cara. Só [risadas] é só lavar a cara de nem maquiagem não. Só lavar a cara de manhã. O tanto de coisa que eu já fiz. Já tomei um antibiótico, já usei pomada, algas marinhas, lei da atração, nada funciona. Pede para alguém mijar no seu pesco xixi. Eu faria até de até uma Golden Rey. Uma Golden Ray no pescocinho assim. Não faz se quiser fazer cara eu até topo qualquer coisa agora. E coloca música ele já levantou [risadas]
Aí vai ficar um papo de de queimadura, de água viva, alguma coisa que tem que mijar na perna, né? Quando quando queima não tem. É, se acontecer comigo e a gente tiver só nós dois na trilha, você vai morrer, velho. [risadas] Você não vai mijar? Não mijo na perna de você não. Aí você vê os amigos. Aí você vê os amigos. Meu amigo, cara, mija. A ri não vou mijar. [risadas] Vai que eu mijo no cara errado, sei lá, ou na perna errada. Exato. Mas isso também porque o brasileiro tem problemas com nudez. Tem nudez.
Nudez. É. Você sabe sabe o que que o o mineiro acha de nudez? Hum. Melhor nudez do que no noss. [risadas] Mas por que que tem problema nud? Não, porque é é não sei. Eu acho que porque tipo ser pelado 100% pro brasileiro é muito estranho, tipo sauna, entrar na sauna, entendeu? Mas ela entra na sala pelado, homem e mulher. Ah, então eu eu eu fui agora, tipo, depois de muito tempo e acho que é eu já virei muito brasileira, viu? Porque porque ficou meio estranho, né? Eu fiquei estranho porque eu foi com Minha tia,
né? Ela falou que tipo: "Ah, se tu acha, se tu tem problema com isso, pode falar, né?" Aí eu falei: "Não, eu sou, né, madura, eu sou alemá, não sei o que, vamos fazer essa experiência." Tia, a filha vai para isso. É, tu vai com uma família, às vezes com uma filha, família do seu do seu namorado. Nossa, todo mundo fica pelado lá. Todo mundo fica pelado. É porque é natural. É natural, sim. É mesmo. Seria melhor se fosse aqui assim, eu acho. Você acha? Por quê? Eu acho, cara. Ah, porque sei lá, não tem
nada a ver mesmo. Mas você foi a banhos de vapor, por exemplo, esses banhos turcos? Não, mas sempre com homem e e mulher separado, nunca junto assim. Ah, não, não junto não. Não, junto total. Ah, não. Pludista fu junto. É. E aí tu fica e onde fica essas saas aí? Só dar uma [risadas] É que tu tem tipo piscinas e internas, sabe? Uma casa de piscina. É. E aí tu tu tem um par que é sauna que é só que tu só entra pelado. Hum. E aí tu fica tipo, tem várias tipos de sauna. Olé,
ninguém fica de Olhando [risadas] com com a peça dura. Não, isso por certo no Brasil, entendeu? Acontece às vezes acontece e aí tu coloca uma toalha, né? E tu senta de um jeito diferente. Sei [risadas] cara, imagina que imagina o o Paquito no negócio desse, cara. Não ia prestar, velho. Você já foi em praia nudista? Já fui Em Tenerife. Fui. Uma delícia. Assim, tipo, tem a praia. É muito gostoso. Não, mas é muito bom porque você fica, tipo, você se sente humano, entendeu? Humano é areia. Você vai sentar num Ah, depende da praia, mas normalmente
lá tem muita pedra, né? É, é. Você fica em pedra, então pula na água. É outra sensação. É outra, é outra. E o, e o, ó, bateu. Sim. Eu fui com os amigos também. Sim, Sim, sim. É gostoso. É o amigão. [limpando a garganta] E aí, cara? Beleza. Foi, foi, mas fiz na época que eu estava na ilha morando e festa e trabalhava num restaurante aí tudo. E tem pessoal que serve coisa na praia assim, comida, bebida. Não é que você tem que ir numa praia, no no caso da ilha que eu fui ir uma
praia nudista. Sei. Então você sabe, tem que se esconder num Umas quedas assim, pum, e vai. Mas não é por ficar pelado, é por você estar em contacto com a natureza isolado e uma tarde completo assim a cachorra brincando. Nunca você nunca ficou com vai com a com a Mari, mano. Procura uma praia onde não tem ninguém, fica pelado com ela o dia inteiro. O nó também uma praia que não tem ninguém, fica pelado. É difícil aqui no Brasil, né? É, não vão fazer nada. É que o brasileiro já vai fazer a piada O tempo
todo [risadas] sobre outra pessoa, né? Acontece que tipo, não sei, deixar isso pro lado. Brasileiro não consegue museu, fica apontando pros pintinhos do da da das estátuas. Cara, isso [risadas] se tem um cara apontando, pode ter certeza que é brasileiro, cara. Cara, você vai nessa nos museus lá na Europa, cara, só [limpando a garganta] tem brasileiro apontando. O resto tá nem não, mas só tem brasileiro na Europa de Qualquer forma. Na rua não, em Paris tem muit muito, muito. Eu fui, eu fui no Lufre agora, né? E aí tinha tinha uma fila grande para ver
a Mona Lisa e tinha sopras [risadas] dessa fila e todo mundo eles estavam falando muito alto, né? Falando o que assim? Ah, falando que tipo ah e tipo brigando para ter espaço para tirar a foto, porque você reclamando, reclamando é óbvio, para tirar a foto porque todo Mundo tava querendo para postar e realmente tu fica lá tipo que nem um animal, né? Só para tirar a foto rapidinho da Monalisa. Gosta muito, gosta muito do brasileiro quando tá fora. Eu, eu, eu gosto. Quem não gosta de brasileiro quando tá fora é outro brasileiro. Exatamente. [risadas] Porque
você fica envergonhado, né? É o cara que tá falando al é o cara que acha que não tem mais Ninguém que entende o que ele fala. Claro. Nossa, esse ônibus aqui tá fedendo, né? [ __ ] tipo, ele ele [risadas] ele acha, ele acha que ninguém tá entendendo o negócio. Aí você falou: "Querido, fala mais baixo." É, dá vontade, né? Mas [ __ ] é melhor não parecer brasileiro. Fale, mas você sabe que quando eu cheguei no Brasil queria evitar contato com outros franceses? Você também iso? Eu acho que sim. Mas até na França eu
queria evitar o contato com outras frances. [risadas] Eu falo pra minha esposa, eu falo: "Amor, você tem que viver no seu próprio país como um turista". Como assim? É viajar, conhecer, porque eu também conheço muito menos telemó que muitos brasileiros que viajam para lá. Eu falei pr Tati, ele falha quase inteira de carro. Eu eu acho que muito Alemão nem faz isso, né? Não. Ah, foi é, eu peguei uma roda completa lá. Foi muito legal. Inclusive eu trouxe alguma coisa mais na ri. Olha que legal. Eu não sabia mais se você trouxe presente, mas falei
um presente no mais, mas eu falei que vou trazer isso só para uma um licor. É um licor de pep é pepint. Não é menta. Claro, né? Eu trouxe pra gente tomar. Vamos tomar. É um negócio bem bom o cheiro, né? Vaiar um pouquinho. Não, ela vai trazer uns copinhos com gelo. É, é puro ou é com gelo? É melhor com gelo. Acho que o brasileiro é ou fazer do teu jeito alemão ou quente, né? [risadas] A gente tomas coisas que é. Mas de verdade eu não eu não queria muito contato com com francês porque
eu acho que mas eu acho que tem Um negócio de de que ah, tô tô longe do meu país, não é? Para ficar com meus conterrâneos. Depois de vários anos eu começar a querer novamente ver eh ter contato com francês. Mas é, mas não tem aquele lance de tô longe do meu país, eu preciso porque brasileiro é muito assim, ele quer uma comunidade assim, ele quer ficar, não é diferente. O brasileiro vai para lá, ele quer ter amigos brasileiros. O francês, eu acho Que o alemão também, pelo jeito, ele vai para outro país, ele quer
ficar longe dos seus, entendeu? Porque ele quer fazer essa experiência também no outro país, né? Ele já ele já pagou muito para viver isso, para aprender a outra língua, conhecer outras culturas. Paguei caro ainda, porque eu achava que aqui fala espanhol, cara. Então, fiz seis meses de aulas de espanhol, gastei 2.000€ chegando aqui, percebi que falar português, cara. Pronto, só um pouquinho aí. Aí vai muito. Nossa, eu não bebo. Eu não bebo. Não bebe. Não bebe não. Juro. É. Nunca nunca não tive a cultura. Lógico. O cara começa a frase assim com a felicidade. Você
acha que ele bebe? [risadas] Ele certamente faz tratamento com algas Marinhas e leite da atração. Velho, gratidão. [risadas] Por que que o senhor tá escuro? O Ah, tá. Ó, mas acontece com vocês. Aconteceu comigo. Nossa, é bom. É bom. Aconteceu comigente. Mas me remete um pouco a coisa para limpar o Colgate [risadas] o Colgate, né? O Cara, mas Colgate é francês a palavra, né? É. Não, não. Ah, eh, norteamericano, congate. Ah, congate. Aconteceu com vocês agora que saíram e voltaram pro pro país que voltaram pro Brasil, que saíram que saíram do Brasil E que voltaram
pro Brasil, não ficaram felizes de ver os amigos comediantes eh brasileiros? Não ficaram. Vocês tem amigos tem amigos comediantes alemães e franceses? Fizeram ah de ver os brasileiros. É, comediantes. É, eu fiz, eu fiz sim, fez amigos França. Eu fiz com e eu que aconteceu quando eu fui pro Chile, fiz amigos, mas não teve essa química. Como comediantes não tivemos essa química. Por qual motivo? Não sei, mas eu cheguei aqui na época do Comedians e me lembro que o primeiro camarin do Comedians, cara, eu abracei seus filhos da mãe, jurei de saudade. É porque fiquei
um mês e eu tentei me adaptar, entendeu? Tentei fazer o que que temos aqui, Mas também tinha R$ 300 de cachê na época. Era 1000. [risadas] Eu também teria chorado de emoção, velho. Era 1000. 325. Se era apresentador [risadas] a noite con era 150. É, mas tá sessões, né? Imagina. Que que linda época aí, ô época boa. Quando marcava a gente no sábado era três sessões, [risadas] hein. Não, mas eu gostei de conhecer os Comediantes frances e e foi muito interessante porque eh querendo ou não, e e no Brasil tive a sorte por um conjunto
de fatores de de sorte, de trabalho também, de chegar a lotar teatros muito grandes. Agora tô fazendo, sei lá, teatro, fiz 2400 em Curitiba e daí na França eu voltei a nossa vários e vários degraus, né? Ninguém me conhece na França, não. Eu eu ia lá mendigar 5 minutos nos clubes de comédia para fazer para 10 pessoas. Então, foi muito Interessante porque eu eu realmente voltei muito muito para baixo. Então, eu gostei muito de ver e me deu uma perspectiva e também eu consegui ficar mais grato do que eu consegui eh atingir no Brasil, porque
eu percebi que foi muito caminho percorrido. Só que a gente a gente esquece, né, quando você começa a fazer salas, teatros enormes, podcast de grande alcance, você começa a achar normal. Mas o fato de voltar muito para trás, indo pra França assim, me Desafiando, me fez perceber a sorte que eu tive assim de do Brasil, é o nível que que a gente atingiu assim. Isso. Por isso que eu acho que maravilhoso que fez Rafinha Bastos. Ele foi lá, depois voltou para cá, passou o que tinha que passar e e tinha conseguido muita coisa antes da
pandemia. Aí voltou de novo e pum e e continua batendo na tecla e vai. É isso que a gente tem que fazer. É isso lá. Lá, por Mais que ele seja um cara de fora e que pessoal saiba que tenha sucesso no Brasil, ele tá começando lá, né, e tá estourando, né, cara? Isso eu acho muito bom. Impressionante. É muito bom o a brincadeira que se propõe na comédia e e como vai mudando e vem alguém do Instagram e alguém que é da Alemanha e entra e e sai um e e vem um brasileiro com
um personagem e é muito variado. Mas mas aí eu acho a ti um pouco Diferente, né? que ele ele fez sucesso como para ele fez o caminho mais difícil na verdade primeiro que é fazer sucesso no seu país como brasileiro, né? Tipo, e depois vai para fora. E aí, claro, é é que a gente foi para fora primeiro, voltando e fazer tipo agora no nosso país é o maior desafio na verdade, sabe? Mas só que ele teve uma circunstância favorável que ele fez, ele começou quando tinha pouca gente também. É, Então é sempre isso. Eu
acho que porque eu eu falei disso pro frances assim, eu falei: "Ah, lá no Brasil tenho um vento a favor, sabe que de ser estrangeiro no Brasil." E um cara me falou uma coisa interessante. Ele falou: "De qualquer forma, numa carreira você tem que ter um vento a favor." E às vezes pode ser porque você é um dos primeiros, que é o cara, o caso desses caras, ou pode ser porque se tem um, se pega uma rede Social nova, que é o caso dos primeiros do TikTok, sei lá, sabe? Então assim, também eu entendi essa
essa verdade. E o Rafinho eu acho que ele teve isso no Brasil ali, ele começou em 2005. Teve a geração do do Ventura pegou o Facebook quando o Facebook entregava para caramba, entendeu? Então assim, às vezes tem que ter um pouco de sorte também, né? É, tem que ter tava caindo urcut e tava Começando no Facebook. É, o Facebook estourando assim, entregando para caramba, fazia vídeo, dava milhões e milhões de views. Então assim, lotamos muito show com o Facebook na época. Você ficou rico assim com standar? Ele já era rico. Ele já era rico antes
de Não, mentira. Tô brincando. Não, não, não. O homem trabalhador, ele não parou. A gente fez show em muitos lugares. Os podcast todo Dia se eu sou rico, né? Não, não, não. Uma brincadeira. O Alfonso uma vez falei falei: "Você é rico até que ponto? Quantas gerações você vai conseguir alimentar se você parar agora?" Aí ele parou, falou: "Vou pensar, não vou pensar". Entendeu? Não, nunca sabe falei não sei que que o Afonso é rico, velho. [risadas] Não, se o Afonso não é rico, ninguém é rico, então porque olha os teatros que ele lota. Ele
Ventura, né? Não é? Não, não. Se ol por isso eu falo, mas quando você fala, OK, quantas gerações vá sobreviver com o que você fez agora? Então, mas não dá. Acho que trabalhando não não dá para fazer isso de gerações. Isso é quando você acumula uma um um tem empresas e tal, acho que fazendo comédia você não garante mais do que a sua geração, a geração do seu filho, entendeu? Não sei. Meus filhos já estão entendendo que o pai faz piada e gana grana. É [risadas] por que que você acha isso? Que que eles falaram?
Porque o a primeira vez Lourenço quando eh fez comigo lá no no Hilárius eh a Halloween quando nasce o Coringa, eu falei para ele porque Luís Francia mudou a data de de show, falou: "Vai, você em Halloween". Aí eu falei: "Que que eu faço em Halloween?" Aí falei: "Vou fazer o Coringa." Lourenço, coloca a roupa de Batman. Vamos. Para ser brincadeira. Aí quando terminei o show, chamei o Batman, todo mundo, subiu Lourenço. E ele deu três tapas na minha cara, me derrubou. O quê? Porque ele tinha visto a imagem do filme, aquele que o Ah,
o que o Batman bate no Coringa. O Coringa. O Batman bate no Coringa. Então para ele essa era a cena. Ele subia no palco p e meia em em em golpe. Aí eu saí e quando saímos do Hilário do Capela, veio o gerente com um cheque Falando: "Dolens, esqueci de te passar o cheque". Obrigado. E olhei pro Lourenço e falei: "Cara, se você fizer isso e a galera rir como agora a gente pode ganhar muito dinheiro". Sei. Aí eu dividi o cachê com ele. Seus filhos tm quantos anos? Oito, se e quatro. Hum, legal. É
bem bem bem legal. Então os dois caro também, né? Hã? Bem caro também. Eu tenho duas de 119. Não, eu digo, amo elas, não tem problema não. Mas também moram lá ou aqui? Moram aqui. Graças a Deus. Melhor, né? Graças a Deus. É porque senão é. Já pensou ganhar aqui e ter que pagar as coisas lá em euro? Nossa, mas mas se bem que se bem que eu acho que o custo de vida de São Paulo e de Paris Ele é comparável. É também. você colocar um e um com você no centro. É porque aqui
eu tenho que pagar plano de saúde. Mas mira no centro? Sim, sim. Centro perto da Paulista. Então coloca na França perto da da Torrente. Não, mas mas lá tem muito serviço público, então você não vai pagar. O transporte é muito barato, o sei lá, o a Escola é tudo público, hospital, mais 1 m quadrado. É. E se não for, se não for privado, vai custar R por mês, que vai dar R$ 15.00. Mas aqui em São Paulo você não tem uma escola integral por esse valor? Não, entendi. Mas eu tenho plantas que não que morrem.
O quê? Eu tenho plantas que morrem. É, pois é. [risadas] Nem as plantas ela ela consegue Tartaruga. Mas você não tem filho, então não. Não. Tá de boa. Não fala isso para as pessoas que tm plantas e gatos no Brasil. Ah, não fal. Eles se consideram pais demais. Pais de de samambaia. Você não é mãe de seu mamãia? Não, não. Ah, então Claro que não. Morreu. Morreu. E se e se você [risadas] ficar grávida, Hum. Você aonde escolheria para ter os filhos? Porque não sei, no teu caso, a minha esposa, ela escolheu o Brasil porque,
claro, tá família, [limpando a garganta] tudo. Falei, então por isso que eu não saio daqui e porque escolheu você também. Mas é, acho que enquanto eu tô feliz aqui, Eu ia também escolher Brasil. É teria teu filho aqui. É, mas vai ser bem caro. Vou ter que fazer bastante dinheiro para na Alemanha é mais caro também pensar comparativamente. Não, mas acho que na Alemanha você você na verdade a escola pública é de graça, né? E você recebe até apoio do do governo também. É. É. E saúde lá é é é gratuito ou não? Vamos para
lá. É, é também. É também. É que na verdade se você não tem condições, você ganha um certo valor do do governo, né? que tipo sustenta. Claramente eu tinha eu não tinha os os mesmos favores que alguém que vai para uma uma escola privada, né? Mas eu acho que não foi mal criada. Sou um pouco ignorante, mas [risadas] mas você não se dá, você me falou uma vez, você não se dá super bem com a sua família, né? Não é que é que na verdade foi uma das Razões que foi um pouco mais fácil também
morar fora, né? Quando você quando você não se dá bem com uma família, né? Você que fica feliz de fazer a Skype no Natal. É uma desertora. É uma desertora. É uma quê? Desertora. É que que é isso? Que saiu do do exército, sabe? Se escapou do dever da alguma coisa da família. Sim. Mas você sabe que eu também eu Também não tenho uma relação muito próxima com meus pais e isso também favoreceu, facilitou para mim para vir do pro Brasil, porque Hum. Eh, acho que é cultural um pouco, né? A gente não tem tanto
essa cultura. Primeiro que os pais eles eles querem nos expulsar de casa o mais rápido possível. É. É, é claro. Não querem ficar segurando e não, como desses se anos já sair de casa já vai embora. É, eu sei aos 18. Se vira por, hein? É cultural. É. E, e eu acho que é bom isso. Você acha? Não, eu acho que não. Eu acho que de certa forma tem uma independência e tal, Beliz. Mas assim, o o fato de ter uma relação muito mais formal, isso não é Muito bom. Eu vi no Brasil que, cara,
vocês são muito amigos dos seus filhos. Isso eu acho legal, muito legal. Eu aprendi muito a ser brincalhão. É mesmo? Não, meu pai sempre falava essa frase: "Ah, não sou seu amigo, tá? Sou seu pai". E que de certa forma acho que é ruim, porque minha relação com ele, ela podia ser um pouco mais brincalhona e tal. E aí eu aprendi isso com a ser assim com minhas filhas no Brasil. Eu vi os pais de vocês assim, eu vi os caras Brincalhão, amam os filhos. Falei: "Tá bom, vou amar vocês". Então você acha que Mas
você acha que isso também por causa da guerra? Sim, porque na Alemanha é assim, né? Tipo, eu cresci com minha avó e quando eu falei agora com ela sobre a infância dela, ela falou que nunca ouvi um te amo ou ela nunca, a mãe dela nunca abraçou ela. A mãe dela, ela, ela, ela, a noite que ela Nasceu, ela pegou a bicicleta e ela não podia ligar a luz porque era tipo alarme de bombas. Aí ela foi pro de bicicleta pro hospital da próxima cidade no escuro para ter a para ter a filha, entendeu? E
tipo, na época dela não tinha supermercado, não tinha, não tinha nada, entendeu? Então foi uma outra época que eles cresceram e acho que por isso eu ten essa frieza, né? Porque eles já viveram. Mas ainda hoje o o francês de geração Mais velha é muito endurecida. Endurecido de muito mais que o brasileiro, até mesmo de geração mais velha. El não não expressa emoções, não demonstra muito carinho. Eles têm uma coisa muito dura. Eu percebo, cada vez que eu falo como francês, que tem mais de, sei lá, 60 anos, eu percebo uma dureza emocional. E eles
chamam a gente de mone também. Meu pai falava para mim, você enquanto morar na minha casa, vai seguir minhas Regras, senão escola militar. É mesmo. E ele era socialista. Falar escola militar. Tá bom. Com 18, se você quiser, faz do seu cuito. [risadas] Que que é um mapito? Apito. Apito. Ah, então assim que você que você vai tocar o apito. Que tem a ver o cual as calças, nem o apito. Então, [risadas] mas é mas isso faz parte, das das milhares de expressões. Eu aprendi uma expressão brasileira hoje mesmo que é olha só para ver
o cheiro. É isso. Olha só para ver o cheiro. Não, não, não, não. Desculpa. Olha o cheiro disso. Olha o cheiro disso. Olha o cheiro disso. E tem a famosa também. Escuta. Tá me cheirando bem. Só conheço. Olha o cheiro. Não tá me cheirando bem. Eu conheço. Olha o cheiro. Não, mas bom, me falaram olhar o cheiro Disso que o famoso também. Escuta só para ver. É, escuta só para ver. É o E aí a mesma pessoa hoje falou uma coisa engraçada que eu postei um, eu postei uma foto hoje no Insta e uma pessoa
falou: "Orgulho da porra". Orgulho de quê? [risadas] Porque para nós é você fala [ __ ] para nós remete a Ao semen. Ah, também provou semen. Falando nisso, já colocou semmen [risadas] aqui. Resseca, velho. Resseca essa grossa. Coloca seme. Tá rindo por Leia. Essa pegou, hein? Essa você pegou, hein? Depois é espanhola, né? [risadas] Ah, pegou. Mas como é que você faz piada disso sem que você não entendeu a a expressão? É isso que eu quero saber. Você sabe, na Verdade, eu eu sei se Ah, [risadas] fingi que não sabe. Fingiu que não sabe não.
Mas olha, olha o que eu queria falar. Eh, trocar de assunto. Não, eu queria [risadas] porque a quando as pessoas falaram para mim, tipo, boa sorte pr pro show também, eles falaram merda. Merda. É, eu também não achei muito estranho, tipo, mas merda eu acho realment. Merda. Merda. É merda. Ah, mas isso isso tem uma é do teatro, tem diferentes anexos explicações. Era que primeiro que me contaram a mim que o que o e é criativo, a bosta é criativa. Espera, não espera. Ah, tá. Você sabe a outra explicação que isso parte do show do
Coringa. [risadas] Ah, tá claro. Porque ele explica, fala qual é o órgão mais criativo que tem o corpo? mais criativo. O órgão mais criativo que tem o corpo. O órgão é mais criativo. Eh, no caso do brasileiro é claramente o cup que tem milhares de expressão, né? É, não, porque tem diferentes formas. As bostas que você faz, nenhuma parece com outra. São todas diferentes. Então é isso é primeiro que você na peça tenha muita criação, muita criatividade. E a outra Que antigamente no teatro se tinha muita bosta, muita merda, era porque estava lotado o teatro.
É. Era essa. O outro é mais frente porque tinha muitos cavalos na frente. Outra expressão mais. Sim, inclusive ainda é merda. Merda. Merda. Merda. É merda, merda. Quebra uma pata também. Quebra uma pé. Quebra um pé. Não, se te des te desejaram isso no início do show é é bom sinal. No meu caso é que falam isso no final do show. É isso que chato. Mas se desejaram isso no início. [risadas] Ah, no final. Isso é bom. [risadas] Obrigado. Deus te deu em dobro. Isso foi boa. Tá, tá veloz. Tá, tá, tá voando. Tá voando
esse menino. [risadas] Vo tá voando. Vo voando onde? Voando. Ele falou Voando. Vo voando. Se eu tô falando, eu já sou brasileiro, mano. Como assim? Tá voando. Voando van de fazer tipo piadas. [risadas] Ele é explicado. Maravilhoso. Você tá mandando barando. Você tá voando. Você quebrar. Claro. Ah, pode crer, pode crer. [risadas] Ué, por exemplo, eu não sabia que falava no sentido de de tipo tá com piadas engraçadas e falava. Claro, tá rápido. Claro, tá sério que estamos explicando? Não, isso é devagar como você falou no início do podcast [risadas] novamente de espaço. Despacio, mas
você nunca ouvia, tipo, acreditei um funk, eu tô voando alto e aí tipo acho que é mais expressão, né? Não, acho que não. Não conheci. Eu Contei um outro funk hoje que me fizeram contar. Qual? Que eu dei uma do Dedê Santana. É isso? O Leo. Leo Santana. Dedé Santana é do trapalhões lá. Ah, não é o Leo. Leo Santana, né? Leo Santana. Pode ser que ele fala uma, ele tem uma música que ele faz contar pras, que ele faz as pessoas contar no final do show, não é? Ah, você lê Leo Santana. Eles me
fizeram contar. Tava na Ah, não, sério? Esse desafio? É, foi nesse? Não acredito. Qual desafio? Tem um desafio que eu que o Leon é ele ele tem ele ele tem uma música, um parte da música que todo mundo faz no palco e aí todo mundo tenta eh imitar ele. Ah, tá. Ó, assim, aí você tem que Contar. [limpando a garganta] Tô só de cá, só de boa, posturada e calma, observando tudo com o meu copão na mão. E aí você vai falando tudo até o Vai no chão, B, vai no chão, B, vai no chão,
B, vai no chão, B. Você já, você já cantou, não? E aí no final é aí, aí que [ __ ] E daí? E daí eu tive que contar isso hoje, cara. Também não entendi. Metade da letra eu não entendi, cara. Mas [roncando] é muita gira. Mas são muitas giras. É isso que faz o charme do Brasil também. Muita gira. O cara só tem uma piada e falou: "Tá voando, cara. Como que é?" É que o raciocínio é aquilo que eu falo, muitas vezes a linguagem ao vivo te dá uma piada que tá que ficou
no ar e você descobre, faz um uma relação que só você faz é no português, que faz sentido no português, entendeu? Então não tem essa linha em alemão, não tem essa linha Em francês, tem quando você tá constantemente fazendo shows e pega, entendeu? Não, mas por isso que não tem como traduzir piadas. É que é muito, por exemplo, uma piada que brasileiro fala muito, é uma estrutura de frase que nem faz sentido em francês, que eu nem imagina. Por exemplo, se eu falar, você fala inglês, você vai falar, pô, nem português eu falo, imagina inglês,
sabe? Nem imagina. E que seria ulalhá, nãoess para você, nem português imagina tal, porque vocês fazem muita piada assim, né? É. E eu vi, eu vejo muito meme assim, por exemplo, nem sei lá, fal é assim, se se eu já não falo português, imagina espanhol ou para vocês é difícil entender essa não é que é uma é um formato de piada que vocês fazem que não existe em francês, Não dá nem para traduzir porque essa estrutura não existe. Mas o ulalá você falou que quer dizer o ulalá, cara, mas ulalá faz 60 anos que ninguém
fala isso na França. Eu falo, mas existe [risadas] porque eu gosto de aproveitar o clichê para vender ingresso. Proxou, mas para aí. Ninguém mais fala. Não, lógico que não. Mas que quer dizer o lalá? Acho que é uma exclamação. É igual, viu? Opa. Puxa vida, tchê. Não, ó, eu tenho uma eu uma piada fal coisa que eles sabem francês. [risadas] Tem nada a ver. Croação esgrima, né? Lev. Ah, v. Sabe o que significa isso? Não. Você conhece essa frase? Levinha, hein? Significa você quer ir pra cama dormir comigo hoje. É. Por que que olha para
mim falando isso? Não, eu lembrei porque vocês [risadas] estavam começando a falar qualquer frase em francês. Estão falando croação. Pois é. Aí já vem o olha lá. Olha lá, viu? Fica bonito. Bem. Já finge de ser francês? Faç show em qualquer país. Finge de ser francês. Dá muito certo. Eu te confirmo isso. É, ajuda muito. É, por exemplo, é holandês. Você entende holandês? Um pouco. É, Se eu te falar mo meixe. Eu sei n cen que você manja. Me mandou tomar no cu. Landês. [risadas] Você, você sabe nenhum? Não. Nen é na cozinha. Na cozinha.
[risadas] É. Tudo bom, né? Como que é? Nen the cooking. Nenh cooking. É uma coisa muito específica para aprender, né? [risadas] Parece um prato, né? É que a gente aprende porque a gente acha tão engraçado o alemão achar engraçado. E aí eu é que nem do que tá. O engraçado no alemão são os números. Tem, você tinha falado 55.000 alguma coisa. 5555. Que que é isso? Isso 555. Isso. Como que é? 5555. Preço de uma um aluguel em São Paulo. É do quarto perto da Paulista. É na minha a minha avó falava assim, ele e
vou tentar falar, hein, não sei se vocês vão entender. Em espanhol seria o del8 del 88. La Chela e eu saímos de passeio a Chimbarongo. Ninguém entendeu [ __ ] nenhuma, né? Não, o 8/08/88 a Shelly e eu saímos de passeio para Poiangaba Mas tudo com entendeu? El del 88 la e eu saímos de passeio a Chimbarongo. Mas Argentina nessa maneira de trava língua chileno tem trava língua francês? Tem. Quer tentar? Eh, se falar assim, por exemplo, nossa, é muito difícil, tá? Para ele é difícil até para mim. Três tigres triste Tristes em francês? Não,
acho que não, mas tem um outro leschã ou archó a primeira eu consel o arch. Ah, mandou bem. Parabéns. Dessa vez sou eu que aperto sua mão. [risadas] Rote rü roll rote man. [risadas] Duas primeiras. Rote rü rollen richto. Rot roll. O rei de Roma, aquele negócio lá. [risadas] A roupa do rei de Roma. Rote Rüben rollen Richtung rote Mann. Que que é? Eh, é você qual é a tradução da da sua trava língua? Eh, as meias da arquidesa são secas ou arquice secas? Nossa, [risadas] a tradução é pior. É pior. E e o seu?
peterrabas vermelhas colan em eh em direção eh de uma cidade que se chama Rotoman. Sim. Ah, muito bem. Você a ver, repite. R com R cigarro. R com R cigarro. R com R barril. R barril. Ridu del carril. [risadas] Ro carido ran los carros ruedan los carros carros no ruedan de rueda de ruedan ruedan carros cargados de cigarros cargados de cigarro Del ferro carril ferro carril espanhol sempre parece que tá bêbado a pessoa eu percebo que com meus filhos e eu percebo que com meus filhos não sei se com teus filhos no sentido de pegar
de francês e ou ou na língua alemana. Eh, para meus filhos, tá? E demora para eles tr conseguir fazer isso [roncando] de pronunciar o rádio Rato rato no sul no sul eles eles fazem mais isso, né? Eles mais o rato rato. É, mas eu tenho também duas palavras mais para vocês sentaram. É, na verdade é o mesmo. Esquilo na alemão é esquiloão. Não, esquilo alemão. Ah. [risadas] in barbaro kombarel que tem que olhar essa boca vai de novo. Constelens é só língua, mano. É só, é só con língua. [risadas] Desculpa, mas no alemão o som
mais comum é o quê? É o porque no espanhol tem eh [risadas] espanhol espanhol, porque no no francês tinha o som assim de s, né? O j é o biquinho. E no no alemão, o que que é o mais comum assim de som de só aqui na gargar? [roncando] É tudo, é tudo, é tudo aqui, né? Que se, que se faz na or. [roncando] É isso. Mas vocês tm também o som que a gente tem francês, que não tem em português, que é U. U, u. É isso aqui. U. Nossa. Uhum. Que seria como que
escreve isso? U. U mesmo. É. É. É um ponto em cima, né? Contrema. No caso deles, com trema. Sou sou é só o mesmo. É aqui vocês e é que o aqui, por exemplo, em português, o U se pronuncia L como se fosse uma L. Como assim? Ah, tipo Portugal. A é o ele que se pronuncia, né? Isso. Obrigado. Sou de léxico. Isso é curioso, né? Para nós quando a gente quer imitar a língua portuguesa do Brasil sem falar português, a gente só fala isso no final das palavras. Eh, por exemplo, o francês falaria, sei
lá, bonjor, me apel Paulo. Se ele quiser imitar um brasileiro falando, ele vai falar assim: "Bonjour, Jap. É só fazer esse U no final que ficou muito característico para mim da do brasileiro foneticamente. É. É. E você até consegue lá fora detectar obviamente de que lugar do Brasil é cada brasileiro, tanto por por anatomia. É, agora consigo. É, não, agora eu consigo porque eu visitei muito do Brasil, mas na na época não, não cons muito. Tem que conhecer, tem que conhecer. É que nem quando você vai, quando você no primeiro momento acha que não consegue
diferenciar o tailandês como o vietnam E aí quando você visita você consegue diferenciar, consegue dar. Mas veja que ainda hoje do Nordeste, por exemplo, não sei muito bem diferenciar um cara que é de Recife e Fortaleza, sabe? Por exemplo, o sotaque é difícil um pouco. É assim, você tem que você tem ouvido bem treinado para saber de qual região é, sabe? É, você tem algum algumas, você Sabe alguns estados. Eu acho que Ceará talvez eu consiga. Ceará, talvez eu parana, eh, Florianópolis e gaúcho é bem diferente. Mineiro é bem diferente. É, paulistano também muito característico.
Uns dois ou três paulistanos, né? Diferente. Sim. Não, mas digo o paulistano da cidade mesmo que tem o paulista que é o um da moca, né? Meio Não. Aí essa aqui é muito característico meio é meio certo e o certo pô. Tá certo meu. Vencia já foram pra Venécia, pô. Mancada meu. É mancada. Mas vou mais o qu Vencia já foram para Vencia você detecta e quem é morador de Vência e quem não é morador. Ele que te dá cotubelada falando prego, prego, prego, prego. Tá Sa cheio de turista e também fala atenção. E pick
pocket. Atenção. Exatamente. É bom agora que isso tá na bom. Em Barcelona, na altura dos dos olhos, no você já foi lá Barcelona se meteu [roncando] detrás do borne da desse bairro do do Borne Barceloneta. Tá. Eu morei na Barceloneta e quando atravessava pelo borne, eu eu me lembro que tinha nas paredes escrito assim como grafiti e pick pocket love tourist. Ah, em todas as esquinas cheio. Era a única forma. Hoje em dia tem o Instagram falando atenção, pit pocket. Mas isso também me irrita em na França, cara. Lugares turísticos em Paris sempre tem pick
pockets e você vê eles tá cheio, é maravilhoso. Por que ninguém faz nada, sabe? É muito, tá cheio de pick pocket, tá cheio de turista também. maravilhoso pro pros pro PP não tem muito mercado lá, mas é dá Uma riv para quem é de lá porque você sabe quem são. Você sabe quem são, você vê eles e eu vou começar a gritar igual essa mina aí que sempre tem um que tá distraído. Sempre, sempre a gente, por isso que os mágicos e tem uma frase que eu estou lendo de um livro que é francês, eh,
é Despertar dos Mágicos. Uhum. É muito interessante. É, É sobre o novo show que estou preparando e e fala ator aprende a colocar a atenção. A, desculpa, o ator aprende a colocar a voz. Quem vai nos ensinar a colocar a atenção? Então, às vezes, Mágico consegue. Ó, vou fazer, por exemplo, ah, você falou de Pet e tudo, o show Pokerman que eu vou voltar a fazer é feito com o que antigamente todo mundo, outro dia fiz isso com Nando Viana aí no no [limpando a garganta] festival de Comédia do Cris Pereira. Pck Pocket é o
o bate carteira, né? O o Pck Pocket. Isso. Pck de pegar e pocket ligeiro com com bolso. Ó, tem euro aí. Vocês têm euro, né, meninos? Euro. Vocês tá com euro na carteira, né? Tem, não tem. Ah, eu tenho um, na verdade. Viu? [risadas] Tenho um aqui, mano. Isso. Você viu isso em Barcelona, O jogo da bolinha e tudo na 25 também? Ah, eu sei o que que é. É, é, eu também filmei. Os os caras fazem isso. A gente tava junto, não é? É verdade. A gente estava junto lá quando eles fizeram isso. É,
eu filmei os caras. Ó, a carta preta é a que te faz ganhar, tá bom? OK. Você tem que seguir essa. Tem R aí? Tem alguma moeda, uma moeda? Uma nota. Vamos postar 12. Vamos postar doce. Vamosar 12. Um docinho. Tira. Guarda essa moeda. Ah, só doces. Tá bom. É, vamos 12 porque senão vai ser precisado. Que bom que eu tenho 1 €. [risadas] Ok. Uhum. Aposta no 12. Coloque no 12 um 12. Sim. Ó, prestem atenção, hein? Movimento vai ser esse, certo? Ok. Certo. Eu vou tentar distrair na velocidade. Vocês têm que saber aonde
que tá. Tá bom. A carta. É, tá bom. É, já tá tento. É, é, peguei. Eu acho que o Paul veio falando, cara, eu vou ver o mágico de perto, eu vou pegar porque porque são inteligentes. Então eles se acham do [ __ ] Isso é francês. Então, além de se achar inteligente, é muito snoby. [risadas] Ok. Então, cadê seus doces aqui, ó? Ah, para apstar. Cadê seu doce? Tá bom. Não tenho aqui. Pega aqui. Não tem. Tá bom. Tá aqui, ó. Pega, pega para ela. Tá. Você é meu cúmplice. Tá bom. É o seu
cúmplice. Claro. É, é a nova geração. Estamos, por Isso que estavam aqui, entendeu? [risadas] Ok. Por não, Paul, o Paul tá pensando, só em piada para me ferrar. Já tô tá pensando. Não, pior que não. Eu tô realmente focado na no nessa dama aí. Ok. Ó, isso. OK. 1 2 3. Vai. Nem eu sei onde tá. Pronto. Aqui eu coloquei aqui, ó. Hum. Tá. Tá. Vou colocar aqui. Ah, você acha que tá aí? Posso. Posso Virar? Não, toca. Você na França é morto se você encostar na carta, hein? É. Não, não, não. Ah, já perdeu.
[risadas] Já viu o que que ganhar isso aqui. Aham. Ah, muito bem. Ganhou um para você. Chupa Francia. Alemanha 1, França Z0. Alemanha 1, França Z0. [risadas] Ok. [roncando] Tá. Ainda não. Eu vou fazer. Presta atenção. Pega teu doce. Pr. Tá no meio. No meio. Já pego o doce. Ah, já. Pegar aqui. Você não, você é meu complic. Ah, também acho. Apostou dois. Dois. Não, a sua. É não. Não, não pode. Pode dobrar a bolsa. Não tem problema. Não tem problema. É só diabetes. [risadas] Não, não quero. Não quero. Não quer eu quero um. E
você tá morta nesse momento na Alemanha. Você estaria morta por ter colocado. Soltou a ficha já tá aí Valendo aqui. Aqui Brasil por as não conseguir entender não. Mas já foi no vício. Viu como é viciante? Fala duplo. Perderam meninos. Ah, como é possível? Perderam. Não, não. Toque ah de novo. Ele vai comer nossas guarda para nós. Exatamente. Sim. Por quê? Porque está aqui sempre. Lembre, quando vocês viajar pelo mundo, OK? O ganador sempre vai deixar na mão no lado esquerdo. Sim. Ah, sempre. Entendeu? Então, quando você for apostar, por coloca no esquerdo. Sempre. Hum.
Ah, é. Coloca, viu? Já teria perdido. Nunca tá no esquerdo. [risadas] Tá no meio. Ficando confuso. Tá, tá confuso. Então, é assim que tira teu dinheiro. Uma vez falando quê? Você conhece a Expressão tô mais perdido que Segir? É, aprendi com você. Cachorro [risadas] e mudança. Ah, em Paris inclusive, né? Tô mais perdido que cachorro e mudança. É, sou bom. Eu tentei explicar isso pra minha família mais perdido que eu sigo em tirotei e eles falaram com nossa, só no Brasil que [risadas] falei: "Ah, e ele alemão, foi que falou?" Ich Bin ich bin mehr
verwirrt als ein Plinder in einer Schießerei. [risadas] Ah, maravilo, maravilo. Exatamente. Uma vez o cara, um cara fez uma trapassa e marcou a carta ganhadora. Olha aí. Essa aqui sim. Tá, tá a carta ganhadora. Ele não percebeu, Mas tampouco noutra carta. Aí depois quando ele foi fazer Sim. Sim. Uhum. Que tinha a marca quando ele foi fazer. Sim. Cruzou, fez cruzado, sabe? E ficou distraindo tudo. Tá claramente aqui. Não. Ah, é possível. [risadas] Não dá para confiar em ninguém, velho. Muito bem. Mas não apostou, então perdeu. Pessoal que tá cortando as câmeras aí. Tá muito
faço o anúncio do seu choc porque eu eu quero ver meu show. Você tá se produzindo, né, do seu show de mágica? Hum. De mágica. É, eu sempre agora inventei o Coringa que me permite falar coisas que não falaria Como Maurício. Ah, entendeu? Legal. Coisas que acontecem como me viram no Brasil com três filhos, como ele fala. É um pouco isso. Uhum. E e vou desafando. Aliás, o negócio das poleta, quando quando das boletinha susto aqui é aquele dia eu já estava começando a trabalhar no Coringa. Entendi. Tava começando. Por isso que eh para mim
foi muito criativo vir aqui, porque no fundo tava estávamos sentindo tudo que estava acontecendo. Mas de que de espolet? Que que foi isso? Não é que eu a primeira vez que eu atirei com a espoleta. Que que é espolet? É uma arminha de espoleta que faz um barulho. Faz barulho, mas não tem. Ah, não tem munição. Não conheço essas politinhas. É uma arma que tem um negócio. Você não teve isso na infância? É, eu não tive infância. É que eu não tive. Quantos anos você [risadas] tem? 33. Ah, 33. Um cara de 45, mas tenho
só 33. Ah, [risadas] dizem que eu pareço mais velho. Inclusive foram vocês. É, foram par Capitão América antes da transformação. E muito boa, muito boa. Coloca um um colar militar. Igual aquele magrinho na máquina assim todo. [risadas] Se fosse a primeira vez que eu era humilhado nesse podcast, eu deixava em branco. Não é a primeira vez na na última vez foi a mesma coisa também. Segunda vez não. Ele ele falou ele falou pior. O Vila ela falou: "Você é loiro de olhos azuis você é o quase bonito. É aquela deu, sabe quando vai alguma coisa
aconteceu no final? Acabou a tinta. [risadas] No meu caso é muito claro que me separa da beleza é a foliculite. E só barba última vez eu tava sem foliculite, já falaram a mesma coisa. É, eu tiro a barba e falam que sou igual o Marco Luk. Ah, tem um pouco. Ah, você é bonito. Obrigado. É, é uma mistura de francês que eu tenho. Ah, aliás, já se riou naturalmente. Ganhei. Muito bem. Você se veste muito bem. Ah, obrigado. Aprendi lá na na na Europa. Ah, ô Leni, enquanto eu fazer um xixi, manda Umas perguntas aí
já. Bora. Boa, boa. Tem aqui, ó. É o seguinte, a galera já mandou algumas coisas aqui aí, eh, primeiro o Cruzeiro fenomenal, o fenomenal, ele falou: "Pô, agora eh, você é CLT aí no inteligência, que sabe que é CLT, né?" Eu sei o que que é um contrato de trabalho. Eu tenho a parte do trabalho, só não da remuneração, [risadas] infelizmente. Por isso eu falei bem-vindo como Coringa. É, muitas vezes a gente se transforma em Coringa da de desse circuito. É normal nesse mercado. Não, mas tô grato. Eles me convidam sempre. É que na verdade
também eu sou o único cara que vem para compensar as falhas de convidados. Eles me chamam: "Pô, vem aqui que deu merda o negodita com o problema ali, tomou mais cerveja mais". Aí eu vou e eu participo e eles ainda me chamam para compor o elenco. O os caras me me falam assim: "Você tem ideias de quem a gente podia convidar?" Daí eu sou, além de ser convidado, eu sou também o um dealer dealer de de até um traficante de convidados. [risadas] Eh, ó, é o seguinte, aqui o o sou e é o Anderson Rodrigo,
ele fala aqui, ó, sou O cidadão italiano e gostaria de saber eh do PL porque uma parte dos franceses não gostam dos italianos. Eu tinha um amigo milanês que disse que poderia apresentar quem fosse menos francês. E é tipo brasileiro e argentino, uma mágoa de guerra. Aí ele mandou um abraço pro seu É, é, é uma guerra, uma guerra chamado final da Copa do Mundo 2006. Ah. [gemido] Ah, eu sabia uma piada que e mostrava a briga. Falam que o o o os e Os os franceses estavam escapando dos italianos e e os italianos precisavam
atravessar o rio para atacar os franceses, mas estava todo mundo meio camuflado. Aí que sabe piada, né? Não. Que que os o italiano falou: "Puta, como é que vamos atravessar o rio?" falava, "OK, vamos fazer assim, todo o exército na beira do do rio, o capitão falava, vou contar eh una, duas, três, todo mundo vai sugar o rio, vai abaixar a água e a gente passa Para atacar os franceses. [risadas] Meianoite, todo mundo sabe, não contou ela assim, um du [roncando] e não abaixar o nível do rio. Una, duas, tr E não abaixar o nível
do rio." a piada e aí depois falou: "Não, espera". E todo mundo silêncio, silêncio. Você escutava que mais para em cima tava todo falando du não A piada com t igual. Tchau. Boa noite. [risadas] O que que é isso? Será alguma piada? Cara, você não quer participar de um podcast com o Henrique Jacentar essas piadas? Eu fiz isso há cinco dias. [risadas] É patético, né? mesmo deu o mesmo efeito minhas piadas. É, é que quando você começa a traduzir a piada do chileno pro português, pode ter esses erros de, sabe igual que corretor Do WhatsApp
que te manda um viva e é você. Não, mas faz parte, faz parte. Não, mas toda piada mais para cima estava nos franceses fazendo xixi ao mesmo tempo que os outros sugavam. É essa piada. E tem como não colocar isso na internet? Já [risadas] foi. O cara a que tirar. Mas eu te perguntar, Leia, vocês mesmos tem uma coisa com italiano? que eu falei um pouco na Brincadeira, a gente não tem muita ros italianos, eu acho que é mais com os alemãos, talvez. É, talvez também um pouco do futebol, mas os italianos é, mas acho
que mas acho que fora isso também não. A gente a gente é a gente vai lá, eu pensei que o italiano era como argentino daqui, sabe? Como argentino. Não, não, não. Eu acho que o nosso argentino é a França, com certeza. [risadas] É sinceridade todo. É um pouco é Sim, porque sabem de tudo. Sabem de todo. Claro. É que o francês, o argentino, ele ele tem uma uma fama em comum que que essa coisa de se sentir um pouco superior e tal, sabe? Por isso que eu eles nos vê desse jeito. Vocês nos vê desse
jeito. É. E ambos e ambos tem muitas nazistas alemães que fugiram da Alemanha, Argentina e França, né? Tipo, tem a a França também tem. Hum. Não, a França não tem é esse esse alemães que fugiram da Alemanha, se diz é que o não, após a guerra para para escapar guerra assim para escapar as repercussões. Claro. Os exnistas pra França não. Pra França não. Ué, como que eles iam pra França? Sendo que a França é um país que sofreu muito Do nazismo? Ah, mas tipo na na Argentina eles conseguiram esconder bem. Sim. Argentina, mas na França
acho que o contrário até não aconteceu não. Na França é o contrário. Depois da guerra foi uma cassação muito grande de quem colaborou com o regime nazia. Então assim, cara, foi foi muito não foi. Acho que acho que não teve nenhum cara, se tivesse, cara, os caras tinha sido escura, os caras vêm pro Nosso país e ainda além de fazer esses ainda beberam nossos melhores vinos. Porque eles quando digo eles, né, se que você não tem nada a ver com isso, mas durante a guerra os alemães vieram pra França e aí eles eles invadiram uma
parte inteira da França, entravam nas carras e falavam: "A gente não vai expropriar vocês, só vamos pegar os as melhores garrafas e os melhores queijos". Então eles literalmente, você sabe, vocês pegavam os nossos melhores Vinhos. Por isso que eu tô para para ir pra Alemanha qualquer dia para recuperar tudo isso, cara. Vou entrar na casa das pessoas bater na porta. Sabe sabe que minha avó também fala que o tio dela foi na na prisão na França, ela falou, ele falou que foi o melhor tempo, aproveitou muito. É mesmo. Ele falou: "Não, porque ele falou que,
tipo, eu tenho um um, o tio dela foi eh Preso na na França, outro tio foi na Inglaterra e o outro foi na Rússia". O da Rússia sofreu muito, mas da França e da Inglaterra foi o melhor tempo preso porque, né? tava lá no campo precisando batalhar e bebeu tipo bebeu champanheu champanha rat com rat com ratui é legal isso não sabia quer dizer é legal não é legal não, mas [risadas] que bom eu pensei que ia pegar fogo no momento Não, eu falei legal quando tem um silêncio, tem que falar alguma coisa brasileiro odeia
silêncios é verdade. Tem falar qualquer coisa menos tem que tem que evitar o silêncio, cara. Qualquer coisa mandar um pode crer, pode ser, pode pá, qualquer coisa que me com pode Eu eu no meu show falo o que que é de ser opa, opa. Que que é de ser opa, opa? É tipo encontrou alguém. Opa, mas fala. Oi. Oi. É op. Olá. É o Eu contou isso no show. Falo que entrei no elevador e tinha um vcinho. Falei: "Boa noite". Um vizinho no elevador. Um vcinho meu no elevador. Falei boa noite opa. Sabe que upa
na mão significa vó literalmente o quê? A a Upa é a palavra significa avó em alemão. Ai que interessante. Mas você fala com essa entonação sempre quando você se refere à sua avó. Eu entendi porque que eles eles vão embora de da família aos 18 anos. E é ué. O que que quer dizer? Ué. É. É estranho. Ué. Mas é existe em francês. Só que significa é uma maneira de dizer de uma forma mais descolada. Igual o inglês que Tem o yes e o y e não estão bem. O é maneira de falar, quando você
é informal. Então o do francês é ele confunde. Quando eu uso os mineiros fala ué o qualquer brasileiro inclusive, cara, para mim minha cabeça buga sempre porque eu imagino que o cara falou sim para mim e à não tem nada a ver com isso. Quer dizer, não tem nada a ver com isso. Eu falei assim, falei pro cara, quando ele falou, opa, eu pensei que ele tinha Peidado bem na hora que eu entrei. [risadas] Aí eu perguntei: "Você peidou? Não peidou?" Ele falou: "Ué, não foi como um looping, sabe? Fiquei no mesmo ponto, voltei, fechou
a porta, ficou um clima e um cheiro de bosta". [risadas] Uma outra coisa que que também brasileiro faz, isso eu é uma coisa que eu que eu vi na internet, não sou eu que fiz essa observação, é que brasileiro, se ele te conhece, ele levanta a cabeça para cima assim, ô, e se ele não te Conhece, aí é para baixo, ô. Opa. Tu reparou nesse detalhe? É verdade, né? Ô, é quando conhece levanta, cara. Você é um cara de fora para quando você quando você não quer qu que a que a pessoa quando você vê
a pessoa você reconhece mais como você não sabe quem é você faça aí tem isso também o eu tava num posto de gasolina colocando gasolina e o e tinha dois frentistas aí do nada um Falou pro outro assim foi bem no oestí ele falou carne carne que que foi aí eu olhei e era uma menina que estava vindo de chorcho moto para colocar gasolina. Ele falou carne, carne carne. Tava avisando para ele, [risadas] mas o outro falou onde? Sabe eu mesmo falei e o clima que ficou porque falei Foi onde isso aí? Não posso falar
no Brasil. Sim, sim. No interior. Sim. No posto de gasolina no interior. Mas sabe como que o cara ó tá vindo uma mulher, entendeu? Carne, carne, carne. Claro, porque vinha com short numa motinha, entendeu? Você não sabe como existe, né, na Alemanha de do da a menina tá andando na rua e o cara mexer Com ela. Existe cantadas cantadas cantadas. Não, não, né? Não é, é assédio. [risadas] Não, realmente não. Eu acho que eu acho que não existe. Eu contava com um amigo comediante e uma vez aconteceu, descimos [limpando a garganta] no avião em Valência
e ele trabalhou com Rafaela Carrá, não sei se conheceram a Rafaela, não sei, é outra geração, mas ele me levou pro shopping, descemos do navio, Me pegou no carro dele e numa rotatória, como ele gosta muito do sotaque dos latinos, ele fala: "Ah, que você tem um sotaque tão assim, tão empalagoso assim dulção que que fala, fala alguma coisa para menina que tá aí do lado do carro do lado. Aí eu falei: "Tá bom". E ele depois contou isso no navio, no show. Aí abaixou. Eu falei: "Desculpa". Ele abaixou a janela. Eu falei: "Desculpa, eu
não sou daqui. Você sabe Onde fica a rua amor à primeira vista?" Soltei essa. O cara falou: "Vai tomar no cu, velho, eu vou embora." Não, porque senão a mina desce e me comia. Ele falava: "Te comia a mina no sentido que foi muito boa a cantada". Você acabou de usar mais uma expressão com a palavra cu. Desculpa, porque você que falou que ele falou, ele falou vai tomar no cu. É que ele ele ficou puto que eu falou, cara, não pode acertando. Mas isso é impressionante. É impressionante o o tanto de expressões que tem
com essa palavra. Porque se você for ver, eu eu percebi que o brasileiro fala meu cu também. Meu cu é uma forma de é só que se você for ver também tem teu cu, que é uma mais uma maneira de falar quando você não acredita no que a pessoa falou. Ah, teu cu. Eh, eu, cara, eu ganhei na na loteria. Isso aí você fica. E o meu cu é como? Eu acho que me maneira de de Ah, meu cu. É tipo assim, não vou fazer tomar no cu. Mas no cu. Só que assim, tem uma
variação regional do teu cu. Só que assim, desculpa. Do meu, você arrotou do meu. É, desculpa. Foi tá falando do meu cu. [risadas] Ele tá ficando confuso. É que muito jujuba, cara. Vou refazer. Eu tava falando, só que tem a variação regional do teu cu, que é o seu cu, a terceira pessoa do singur. Ou seja, se você for pensar, cara, o brasileiro ele tem uma conjugação do cu, cara. E e isso é uma coisa muito, tu reparou isso? Tem todas as pessoas assim da da tabela gramática do Minha filha pequena absorve absorve esse tipo
de de ai cu. É tudo assim. Não consegui uma quebrou a a unha. Que cu, viu? Cu [risadas] bom. Aí tem isso também. Muito bom. Mereceu. Dessa vez ele mereceu. E o E o Mas, por exemplo, em Portugal, eu falei [ __ ] e eles falaram que não pode falar porque é muito forte. Ah, é? É. E o brasileiro falava o tempo todo. [ __ ] para caramba. Ah, é? [ __ ] [ __ ] Eu eu inventei o capitã. [ __ ] capitão. [ __ ] Um superherói, capitão. [ __ ] Sabe quando alguém
tá? Ah, estou me afolgando. [ __ ] Como que não é? É como Mas lá em Portugal, né? Não, aqui é em Portugal eles eles falam isso, né? É, [ __ ] lá. É para outra para tudo. Cudo. [ __ ] [ __ ] É [risadas] muito [ __ ] Nossa, eu adoro isso. Não é nenhum s No Chile, por no Chile, por exemplo, eles falam tudo com animais. Como assim? Aqui normal uma vaquinha. fazer uma vaquinha, já todo mundo sabe. Tá lá é Perro. Perro é amigo. Perro que é cachorro. Cachorro é mas aqui
tá fal falar. E aí cachorrão? Ah, é. E a cachorro também [risadas] fala. É, é verdade. Verdade. Entendeu? Tem veio de lá, ó. Não sei. Não sei. Tem. E eh, putz, agora. Ah, mamão, por exemplo, a fruta. Aqui vocês têm mamão. Mamão é mamão papaia. Isso. E o mamão normal ou mamão papaia, como é? Como assim? É só mamão aqui. É mamão papaia, tá? Tem mamão e mamão papaia lá no Chile. Mamão é eh mamão é é [ __ ] [ __ ] Ah, em Portugal é pico. Então brasileiros quando vão pro brasileiros quando for
pro Chile vem vão pra feira a comprar e você achar mamão, Fala: "Tem papaia [risadas] lá na tem mamã lá na Argentina. Eu fui com eu fui pra Argentina com o meu carro que era parreiro na na Ah, é. Tem uma pajiro sim. Carreiro é é [ __ ] É [ __ ] Exatamente, né? Os caras ficavam apontando pro carrinho. [risadas] Parreiro. Parreiro. Pois eu falo que o Alfonso quando sube no meu carro, ele fala a Padilha, ele Sube no meu carro, ele fala: "Esse carro tem cheiro de pai". Ele cheiro de pai. Pai. É.
É porque tem cheiro de cigarro. Ah, tá. [risadas] Muito bom. E não, eu porque eu acho que ele se sente se identifica porque se fosse o carro do pai é pajero e pajero na espanhol é pajiro. Então qual é o [ __ ] mais reconhecido do Brasil? O Alfonso. É verdade. Ele mesmo se fala: "Não, eu acho que eu tenho rec." É, achei inclusive a solução pro pessoas que são que nem Alfonso na Alemanha tem o automático de cigarro. É um automático de cigarro na rua. Tipo assomato, tipo um como é que se chama? Você
não precisa ir a comprar lá. Você não precisa falar que eu vou lá comprar cigarro não. Você vai est na maquininha no lado da casa. Fuma muito. Vocês tem muito Francês demais. Eu acho que mais que vocês ainda. O francês é muito impressionante. É, é, é. A gente tem balada, bá, tudo ainda fumante. Mas aí vocês fumam tabaco de liar. Vocês fuma de uma forma ou cigarro de de caixa. Ambos. Não. Ambos. Em qualquer lugar do mundo. É quando não tem dinheiro, compra esse de bolar. É isso. Não é impressionante. Opa no que ser tipo
mais saudável, mas Na verdade não é. Ah, claro. Ah, que não tem nicotina, né? Ah, mas é isso. Tem muita palavra, muita deunção também. Uma palavra que tem muito é a palavra chá, que você tem o são celebrações em geral, tem o chá que de se tomar, chá de bebê, que é uma celebração que não existe na França, chá revelação, se eu não me engano são duas coisas diferentes. Aí tem o chá de panela também E que é uma coisa que eu aprendi também recentemente que é que é, você sabe o que que é ch
de panela no Brasil? Não, cara, você convida, basicamente você se mudou. Ah, open house a que evoluiu para open house, é, mas é um conceito. Você basicamente você vende, você deixa, você compra salgadinhos, uma caixinha de salgadinho, você oferece isso paraos seus convidados e em retorno eles vão construir sua Cozinha. Ou seja, cara, eh, eu mesmo estou construindo uma casa em Maringá, eu paguei R$ 200.000 R um pedreiro. Era só dar uma caixa de de coxinha, velho, para eles. Eu fiquei puto quando eu vi isso. Mas mas, por exemplo, chá de bebê, quando a primeira
vez que eu ouvi falar isso, eu achei que, cara, isso é algo bem nojo, porque um chá de bebê, tipo, eu fiquei muito confuso [risadas] porque porque chá de bebê, chá, na verdade, se Tu falar chá de alguma coisa é o chá é feito da coisa de chá de bebê. Então eu se for por essa linha, imagina o chá de [ __ ] Então, se for bom, vamos fazer uma mágica melhor. É, vamos. [risadas] Tá voando esse menino, hein? Voando novamente. Voando novamente. Escuta, essa para você, Vilela. Essa para você. Eh, fala uma carta. Falar.
Sim. Com com você. Você escolheu. Você escolheu. Você fala uma. Paus. [limpando a garganta] Não quer trocar não. Ok. Podia ter falado qualquer outra, né? É, eh, vamos fazer assim, vou tentar fazer. é que tenho que normalmente eu faço, não sei se vai conseguir porque eu faço, preciso Colocar num canto de uma mesa porque eu intento cortar com um yoyô, fazer um corte por um yoyô, com um yoyô pela tua carta, pela carta que você falou. Que carta que você falou? As de paus. As de paus. Ok. Quando você quiser, eu paro de embaralhar. Parou
aí? E sim, Paul, corto. Faz um corte ou não? Eh, vai, faz, vai. OK, viu? Vai. Não falou sim, não. Falou vai. Vai. OK. Eh, putz. É que se eu sair da toma para cá, eu vou vou te ferrar. Então, vou fazer assim, vou tentar cortar. Ah, você sabia que que existe a memória digital? Como assim? Sabe quando um chefe, o Jacan, por exemplo, quando fala duas colheradas de sal, ele não pega duas colheradas. Ah, é? Não, ele já sabe a quantia. Ah, é num tacto. Então ele já sabe. Isso é a memória digital. Então
eu teria que sentir mais ou menos aonde pode estar a tua carta. Meio senso sentido assim o negócio não é uma textura. É como quando você sabe quando você tem que soltar um sutian rapidamente, mas você não conhece aonde que está, mas sabe chegar a teu lugar. Tem que acreditar no seu mapa mental. [roncando] C tá diferente. É, [risadas] co tá diferente. Ó, eu não falei que eu faria. OK. É, Faz um corte você. Eu? Sim. Faz um corte só completo. Faz você um corte. É só para dar suspense. OK. Perfeito. É incrível, ó. Mas
você cortou. É num lugar certo. Humum. Não acredito. Olha aqui o quê? Ah, mano, De paus. Leia. Vamos pro cassino. Vamos pro [risadas] cassino. Tem que levar você pro cassino. Mágico pode ir em cassino. Eh, não. Sim. Não. Hoje, hoje, hoje eu fiquei sabendo. Sim. Hoje fiquei sabendo que que teve um golpe feito por dois ou três eh caras que vinham do do leste da Europa da Europa que foi no casino da da Inglaterra hoje vi na TV e que conseguiram enganar O casino. Putz, antigamente existia um a roleta só na roleta aqui é carta
é outra coisa. Eles enganaram na roleta. Na roleta conseguiram ganhar não sei quantos milhões na roleta. Mas por quê? Não era porque os caras ultrapassearam com sistemas de computação que dava probabilidade. Eles simplesmente faziam por estimação. É como, sabe quando você fala: "Puta, Vai dar no radar, no radar de velocidade", sabe quando tem um número? Fala: "Ah, eu vou passar a 50, a 48". E dá 48. E dá 48. Então, mas como que eles sabem isso da roleta? Porque eh vão contando os giros que faz. Ah, esse giro tenabilidade. Mas você sabe que meu pai,
ele ele ele estudou eh probabilidade nos Estados Unidos quando era jovem, ele tinha um professor que era proibido de entrar em qualquer cassino da zona norte-americana V, porque ele tinha a capacidade dizem de de [risadas] entrar na rum porque se estudia é parte do que eles estudam e o padrãos e por exemplo matemático fala: "Bom, esse padrão que estamos sempre, mas ele vai acertar com maior frequência". Não, mas é que te mostra o mapa. Exatamente. É, exatamente, exatamente. 50 vezes. Dessas 50 ele vai ganhar, sei lá, duas vezes, mas já é suficiente para eh superar
as perdas. É, mas falando nisso também tem uma coisa que é muito provável, é chegar no podcast do Vilela e precisar mijar porque dura muito tempo. Eu eu a probabilidade se cumpriu. Eu vou lá, peço desculpa licença, eu já volto. Me dá dois minutinhos. Tem problema. Mas, por exemplo, é como falar quantas quantas cartas tem? Eh, por exemplo, quantas cartas tem aí? Chuta rápido. 36 aqui. Tá doido, velho. Ah, não. Aqui tem 36, talvez. Eu tinha falado ser pequeno, mas agora não, não. Entendeu? Tu, tua estimação é uma bosta. Mas você, mas [risadas] você já
saberia mais ou menos quanto tem só de olhar. Sim, mas agora já abri a probabilidade de eu saber. Leia. Vamos. Mas entendeu como como os caras falam? Eh, faz um corte. Quantas cartas você acha que tem aqui agora? Eu acho que tem uns 30. Rápido. 30. É demais. Eu acho que tem 11. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11. Eu errei por cinco. Caramba. 11 12 13 14 15 16. Tinha 16. Entendeu? O Margem do erro. 1 2 3 vai diminuindo 8 9 10 11 12 13 14 15 16 Sim, exatamente
16. Entendeu? Aí você vai vai aproximando. Faz um corte você. Perfeito. Ó, mais ou menos aqui. Só de tocar 21. Na outra. Nessa. É nessa 21. Conta. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 20 19 20 21 Exatamente. Por pelo só para você pela pela por exemplo, cara, entendeu? [risadas] Vamos Paul Paul. Ó, minha vez. Quanta? Faz um corte, tá? Quantas cartas tem aqui? É 23. Contei, viu? Olha que seguro. Ele não gaguejou muito. 1 2 3 4 5 7 8 9 10 11 12 13 14 15
6 7 18 19 20 21 22 23. Claro, mano. Último. Entendeu? Nossa, mano. É isso. É isso, viu? É a mesma sensação que ele teve de um cara que ganhou na roleta. A mesma sensação. O impactou, entendeu? Foi o real? Você não, você não tr, você não, você não trucou, né? Não, não, Sacanagem ou nunca vamos saber. Lalá, ele pode ter deixado acertado antes. Não. Ah, então é ele teria trocar também, cara. E às vezes, bom, vocês não vão entender. Meu meu cérebro funciona um pouco diferente. É mesmo, Viu? Viu? [risadas] Viu? Por isso que
você, minha amiga, vamos tirar ele de elenco também. Vamos di ó, eu não digo que eu sou superior, mas você entende porque que eles não acham arrogant? Quem quem consegue adivinhar o número certo de cartas? E quem e quem acertou antes no negócio? Viu? Viu que o qu que você quer demonstrar que é melhor Que o an que antes se eu acertei também é passando não passando aquelas cartas lá das três. Você perdeu todos os Mas isso eu fiz de propósito também. Ah, porque eu queria que você se sentisse bem. Você se sentisse bem [risadas]
para te dar a confiança de por isso a gente entra na França, sabe? [risadas] Me senti muito bom. Mas essa é a sensação, [ __ ] é muito boa. Fala, Lenes. Ó, é o seguinte, pediram para perguntar pra Leia, é o que que ela acha dos alemães brasileiros. Como assim? [risadas] Ah, alemães, os alemães tropicais que moram no sul. É, eu acho. Depende, né? [risadas] Depende. Não, eu não posso falar mal porque senão eu não vou, nunca mais vou Fazer show no Sul. Não, mas eu acho, eu acho tem uns uns alemães brasileiros que são
bem legais porque, né, eles têm essa, não sei, eles são organizados e eles tomam banhos, né, que é muito bom, primeiramente, né, parabéns. Mas eu sempre falo para eles que eles não podem ficar muito assim, né, eh, patriota, porque o alemão já ficou patriota demais, né, e [limpando a garganta] aí já deu merda. Mas assim, tipo, eu acho Que é interessante, né, que alguns eh eu já fui para shows, aí tem alguns que falam que tipo, ah, meu tatar avó era e o amigo do meu tatar avó era alemão. E aí eu sinto até hoje
a influência, sabe? Aí ele ele fala que tipo ele tentar me explicar e queijos ou culturas. É muito engraçado, né? Eu gosto de ouvir porque acho que às vezes ele tem mais alemão dentro de si do que eu em mim, mas eh não, eu acho, eu acho bem legal. Mas assim, o que o que eu acho deles é que Às vezes eles são mais honestos assim, porque quando tu vai é como que a carcaça mais o motor, sabe? É outro DNA. É como que conseguiram. Hum. É que é que eu sinto quando eu vou mais
pro norte, a galera tem mais jeitos de esconder a verdade, sabe? De falar, por exemplo, que, ah, você gostou, você gostou, por exemplo, a minha fantasia. Ah, eu achei legal, mas eh poderia, né, usar num outro evento no Sul, eles falam que, tipo, ah, não, tá feio, troca, entendeu? Sabe o o fala? Não é isso? Aconteceu a mesma Aconteceu hoje que eu conheci um brasileenho que falou comigo pelo Instagram. Brasileiro chileno. Ah, é? É. Eu conheço esse cara. Mostra o o tanto Murier. Mostra licença. Ele sabe tudo, velho. Ele sabe tudo. É, não, não, não,
não. Tô confundindo com o brasileiro argentino. O argentino brasileiro que é um outro cara também, viu? Tem, tem umas misturas assim. Sim, tem que tá muito, que tá muito eu sou um viralata. Eu sou quase que um vira lata. Ou não mexi no meu telefone, deixa mostrar o É, eu gostei até você. Não gritei. [risadas] Interessante. Ó, mas o que que foi? Espera que agora ele saiu da mensagem, ó. Escuta a mensagem em chileno, ó. E primeiro escreveu: "Cara, muito bom. Eh, viva você, viva Cocolran e viva os dinamita show, que são referências de os
irmanos, sabe, como comediantes antigos daqui da da época. É, eh, fala um comediante antigo da Costinha ou do mais antigo ainda. Hum. 90, 80, 90. Ah, dei. Ok. Ele me manda essas referências. Falou, esse cara escrevendo em português, falando coisas de comer aí me manda um áudio. Ola, Maurício, pero que que gustan não chileno, sou brasileiro, pero vivi em Chile anos, mano. Cara, pera aí. A gente estava falando de cultura brasileira. Fui mijar durante um minuto. Voltei. Estão falando de escutar áudios de colegas chilenos. Que que Aconteceu? Não é que ele perguntou. Eles perguntaram a
sobre os alemães tropicais. O que eu acho dos brasileiros [limpando a garganta] no sul que tem descendência alemão? Acho deles que você acha é que você tava respondu você tia muito. É preocupante. Eu vou perguntar pro chat GPT depois. [risadas] Gente, qual foi? Me dá um resumo do que Rolou no inteligência ltda. É. na entrevista de hoje, colocar inteligência dela. Eu ainda avisei o P por aqui, ó. Presta atenção nos seus amigos da live. Eu tava comentando porque eu eu queria gerar um vínculo com a galera. Não gere não gere do da live. Eu eu
comentei com vocês aí e daí eu desprestei um pouquinho de atenção aqui, mas a galera tá o chat é sempre a parte Mais legal. Eu acho que eh Brasil tem uma mistura e um embaralhaamento lindo de de de culturas de de de argentinos brasileirados, chilenos argentinados com tudo. Você se você tiver filhos, vai ter vai fazer o quê? Vão ser como? É muito interessante a a mistura entre o brasileiro e e povo. No meu caso, eu posso falar o europeu porque é o que eu sou, mas é porque é meu caso, porque você começa a
adquirir o melhor dos dois dos dois países. É verdade. Porque eu vejo que o o europeu ele tem um uns pontos legais, por exemplo, a organização, sabe? Tem qualidades que são tipicamente europeas, assim, é um o o europeu se projeta muito no futuro também. Agora o brasileiro sabe aproveitar melhor o momento. Socialmente é muito melhor que que nós. Tem esse jogo de cintura, tem essa essa malemolência emocional. Então tu pega, tu faz a mistura dos dois, dá um ser Humano perfeito, cara. Sem sem querer me chamar assim. Mas eu acho que, cara, eu cheguei a
um ponto, [risadas] chego no psicólogo, o psicólogo fala assim: "Sai daqui, velho. Só um minutinho. Você atingiu a perfeição. É isso? Segundo meu psicólogo. Não, não, [risadas] não, não, não, não. No sentido humano e espiritual, é claro, né? Só no humano e espiritual. Tem coisas que eu posso fazer ainda que eu não sei ainda. Por exemplo, sei lá, Ah, sei lá, quantas ovelhas no Kenia? Não sei, velho. Tá, tem coisa que eu não sei. Eu reconheço meu medo. Mas você tem que tomar cuidado, né? Porque se você vê, por exemplo, no no Sul tem também
muita influência europeia, mas eles não têm eles não têm a mesma. Você não acha que tem diferença entre o brasileiro do sul e o brasileiro que tu vai mais? Então, cara, eu eu eu Gosto muito do um lugar que eu mais fixou é o Rio Grande do Sul, por exemplo. E porque eu gosto do fato que o o sulista brasileiro justamente ele tem essas coisas realmente, às vezes eu me sinto um pouco na Europa, sei lá, Blumenau, Joenville, só que ao mesmo tempo tem esse esse esse carinho, essa essa malemolência, essa abertura. Então, assim, é
um equilíbrio muito interessante, Muito interessante. Mas eh, mas eu aprendo muito em qualquer região também. Agora vou pra Recife, Fortaleza Recife. Vou fazer um pou só um pouquinho de de propaganda rapidinho, se permite. Recife sexta-feira. Sexta-feira agora dia 11. Fortaleza dia 12 e dia 13 agora. Tu vai tu vai pr pra Recife. Dia 11. Você vai dia 11? Não, eu vou dia. Vou fazer no Rio? Ah, 16. É, fazendo no Rio Mar. Não, mas vou em todas as regiões. Norte também sou muito fã. Eu também. Já rodaram o Brasil inteiro já ou não? Não, eu
acho que a única únicas partes que não foi Belém. Tu já foi para Belém, né? Uhum. Belém não fui ainda em Mato Grosso. Acho que você sabe que em Belém eu comi o açaí. Você sabe que o açaí deles é diferente. Primeiro que é super puro. Ele é feito. Digo, a massa em si, ela aquilo que eu embelei, ela tinha sido feita no mesmo dia, tipo colhendo da fruta fazendo. Então é muito fresco. E e também a diferença que lá eles comem salgado. Para você que é de Belém, de Manaus e tal, a saí de
vocês é salgado com um acompanhamento que vem peixe, farofa. Eu provei isso. Eu provei isso. E daí é acho que deve existir. Eu tenho amigos Que tomam dessa maneira. Eu acho que muito legítimo. É que nem é que nem açaí é na Amazônia, né? Tipo a açaí que do jeito que eles comem na Amazônia é bem diferente. É salgado. É é porque é tipo é um pouco gosto de terra, né? Fal assim. V agora você podear todos seus [risadas] shows. Você acabou de ofender milhões de tipos brasileiros na nossa frente. E eu te eu falei
um pouco, eu falei um pouco. Eu já dei a desculpa antes, então eles Podem agora colocar desculpa. [risadas] Agora colocar desculpa. É como avoc avocato. Avocato. Vocês abacate vocês comem com açúcar. Doce. Lá no Chile a gente come hot dog com chucrurut. Ah, vai tão e sal e limão. Sim. Como é que de vocês? Tem agora também cuca boga de cuca, né? A gente do cuca, sabe? Hambúger. Hamburger de cuca. Que que é cuca? Cuca é um é uma é uma é um bolo. Ah, eu sei bolo cuca. Então eles eles usam isso. O pão
é é o o bolo. Nossa, é horrível. O o é o croassan. Você falou como é o curação. No Chile não tem croação. Na Argentina tem mais a cultura do que seria a media luna ou la factura, como se fala. Mas eu faço essa esse coração. Você sabe fazer curação? Não, ninguém sabe. Se você não for Padeiro, você não sabe. Extremamente não. Juro para você, é complicadíssimo. É, é complicado. Casa é uma massa folhada. É, eu fiquei uma tarde 15 folhas e tem que assar do jeito certinho para ficar leve. E uma vez eu fiz
no apartamento dos meninos no 52, começamos com Juca, Alfonso, Thago, Renato, tal. Vou fazer, falei e e croasançan e começamos 11 da Manhã. 6 6 da tarde ainda estávamos comendo coração. Nossa, já deu tempo pro Afonso bater umas sete punhetas. [risadas] Não, na verdade era entrava e salia. Você é muito amigo deles? Sim. É. É porque eu cresci numa geração justamente com ele que que Rafinha, Danilo tinham começado A fazer TV. Uhum. e colocar num comedy e aí vem uma geração que que tava fazendo, criando, criando e aí eu entrei. Aí eles me acolheram e
depois dos shows acostumávamos aí no apartamento de alguém. Primeiro foi no Osmar, eu acho lá no do Ventura do Fernando e Padilha, né? Isso é um Nando. Era para mim era o melhor coworking que existia. Um publicista maconheiro. É [risadas] Um banqueiro. Um banqueiro muito organizado. Chegava lá tinha 30, 40 pessoas. É, e o e um comediante maravilhoso e roteirista que naquela época estava com com Porta dos Fundos. Eu falei o o Padilha, ele não gostava, ele tinha que ir para o Rio. Falei não vai, faz as piadas para você. Quantas piadas descarta os porta
dos fundos? Cagam para todos os que você fala. É, eles descartam muita piada, Sei lá, 10 roteiros, 20 roteiros para usar um ou dois. É, então falei, não, pega o que sobrar e faz teu humor, mas você sabe que isso é um dos segredos do humor, porque eu conversei na França com um comediante lá que é um amigo ou Cortela. Agora é Cortela. Ah, é verdade. Não, e o cara falou que na verdade ele escreve 100 piadas para manter uma. Caramba. Então, na verdade, o o segredo é que tem gente que é super super seletivo
e aí Fica muito bom porque imagina você escreve 100 piada, se não ficar uma boa. Imagina seis, éramos seis na cozina comendo pão com manteiga que o Alfonso gostava e café. É, eh, duas da manhã e e e premissa. Procurando premissa, procurando piada, rematando. E naquela época não não dava para anotar. Era decorar, guardar, voltar anotar e voltar. E me lembro que eles tinham todos tinham pizarras e como Se fala e onde escreve na aula. As loças todas tinha loças com postchichi com piadas por todo lugar. Por todo lugar então eu entrava do nada 1
da manhã e aí a a festa uma vez chegou Márcio Balas e era Márcio Balas, Ventura, Alfonso, todo mundo fazendo clown até 5 da manhã, [ __ ] 5 da manhã clown. clown fazendo. É, é Porque o Márcio é um excelente, um excelente professor clown. Então, imagina, foi a única vez que eu vi uma aula de Márcio Balas com Alfonso, Thago e todo mundo brincando, brincando. Então, crescimos muito tempo depois dos shows indo a ver os meninos e muito camarim. Depois da pandemia morreram os camarines. É. E agora estão voltando aos poucos. E você não
é legal? É muito legal. Tá todo mundo junto. Sim, claro. É como uma [ __ ] bem organizada. [risadas] É todo mundo gosta. Uma [ __ ] europeu. Claro. Já você fez [ __ ] por exemplo, na sua adolescência? Eu na sua adolescência. [risadas] Adolescência. Adolescência. Começa aos 12 na minha concepção das coisas. Uma vez bem antes. Já era criança quando eu comecei Sim. Não, eh, não, não, porque nunca nunca não. Quando quando eu era mais jovem no, nos meus bem mais jovem, eu gostava de de fazer esses mear, essas doideiras e tal e fiz
algumas vezes, mas depois me passou muito o gosto, sabe? Eu eu não sou muito tradicional, eu sei lá, eu gosto de sei lá, uma mulher cara, eu Já fiz uma vez um, mas turba acho que não, mas menagem, sabe quando é três pessoas, né? Essa é a pronúncia perfeita. Fala de novo. Uma palavra francesa. Sim, sim, sim. Eu vi já gostou já. É porque é uma palavra francesa. É, eu sou cortela. Pode me chamar assim. [risadas] Menagem menagem. Menagem. Menagem a tr. Ah, men. É isso. É, é verdade que a lei do do menagem é
que a o homem escolhe como é a mulher de novo. O homem o homem escolhe quem? A mulher escolhe quem quer. O homem escolhe quem pode. É isso. Não é isso. Ah, isso, isso, isso é legal. Mas, né? Mas é meio que assim, né? Né? Isso aqui a mulher escolhe. A mulher escolhe quem quer, o homem Escolhe quem pode, com quem, com quem ele pode, sabe? Ah, tá. Eu não sei, eu nunca fiz, mas por isso eu pergunto no caso, eh, eu quis dizer que a gente chegou esse assunto aqui, [risadas] não, a promiscuidade. A
promiscuidade. Estávamos vendo a promiscuidade dos franceses. É que a lei estava tendo aqui embaixo de mim. Falei, vai ataca o francês, [risadas] Alemia que tá aqui Frente. Não, mas tem tem francês, ele é um pouco aberto de de nessa nesse quesito, sabe? Um pouco liberal, moderno e tal. Tem um pouco disso. É, é. Você não, Alemanha não é mais não. Alemanha bastante, né? Porque a gente não tem um o Fra Cultura, cultura do nudismo. Então a gente não tem muito, mas não tem muito a ver Nudismo e sexualidade, sabe? Não tem muito a ver, mas
eu acho que mesmo assim a gente não tem esse esse não sei essa barreira de falar que, por exemplo, eu não vou fazer a zuruba porque, meu Deus, eles são bem ampelado. Por exemplo, você vê um grupo de brasileiras, eu acho que fala muito mais entre si de do assunto do que um grupo de franceses. Eu acho que aqui o grupo gostou muito de fazer. Uma vez eu trabalhei num restaurante e vieram duas meninas com um cara que elas Já tinham ido outros outra uma vez anterior para ver meu show de mágica de perto num
restaurante. Aí voltaram e voltaram com outro cara. Aí [roncando] quando fiz mágica de novo nas mesas, aí eles falaram: "Bom, a gente queria te convidar algum lugar." Fala: "Sim, eu tô trabalhando, mas fala eh não, eu eu fiz uma piada." Falei: "Meninos, já estão pronto para homenagem aqui?" É, fala: "Ah, falando nisso, queríamos falar com você". Fala [roncando] quê? A gente Queria convidar você numa casa de swing. Sim. Primeira vez, nunca aconteceu. Eh, ah, entendi. Ah, não, não. Obrigado. Sou casado. Eu tive que Nunca tinha acontecido comigo. Agora, por exemplo, com Coringa, com Dolens não
acontecia, mas com Coringa começarem a mandar nudes pelo Instagram. Nossa, quem mandar pro Coringa, velho. [risadas] É, é um disturbo muito grande. Fui no CCXP, fui no de Coringa, teve uma menina que Tava com bem bcxp do cosplay. Ah, não, nerd, evento nerd. Traduz para ele. Traduz. Não, XP é uma plataforma final. CCXP. Sim, é que eu sou CCXP. É comicon. É isso aí. Tinha uma menina de cosplay bem bonita assim e falou: "Posso tirar uma foto com você?" É claro. Falei e e tirei. Falou: "Abre meu vestido". Quê? Não, abre. Abre meu vestido. Por
quê? Que eu te mostrar uma coisa. Abri o vestido, me mostrou uma tatuagem assim do do Coringa, do Joaquim Fênix. E aí? Falei: "Eu adoro, falei: "Posso tirar uma foto de costa?" Assim quando ela tirou, eu estava de Coringa, ela falou no meu ouvido, falou: "Me manda que eu te mando no WhatsApp". Ela falou: "O quê?" "Ah, me manda, claro, me manda teu telefone Que te manda no WhatsApp". Fala: "Não, não precisa, não precisa." E daí paraa frente, sabe? Me mandam. E aí eu fico, mas não sei que que o Coringa tem nas mulheres, não
sei. Mas que você é um rapaz meio que rebel, eu acho que é meio que rebel que tem nisso que você acha que você encontra uma pessoa que não tem limites. Exato. É, com certeza. Isso atrai vocês. A gente, porque eu tô aqui representando a mulherada, todas as mulheres. Todos os alemães também. É, alemães, né? Eu tô aqui. É interessante. Tem no Brasil esse negócio inclusive de de que, por exemplo, quando eu era adolescente, eu pegava ninguém porque eu não era o o bad boy, sabe? O o menino maltinho, eu representava o certinho, só que
o Brincalhão, mas só que o brincalhão certinho, sabe? Sei. Mas nerd, óculos. Um pouco nerd, é um pouco nerd. E daí eu não pegava ninguém. E daí na na França para para conseguir ter sucesso, você tem que ser um pouco uma pegada um pouco bad boy, sabe? desprezar um pouco, ficar um pouco distante, sabe? Ter um certo, uma certa malandragem, malandragem com as mulheres. No Brasil Rola isso também na na época da adolescência. É sempre Sim, eu eu sentia isso também. Não sei se hoje em dia mudou, mas sentia isso, não é, Lenil? Os cara
mais barra pesado, os cara mais bad boys, era sempre que se dava bem e os mais nerdzinho ficava até hoje, né? Na França, na adolescência, para ficar para ter sucesso com o sexo oposto, principalmente se você for um cara, você Tem que ter duas coisas, duas coisas. Você tem que ser o badge boy. Vocês usam a palavra badge boy? Sim. Dá para falar, não usa, mas a gente entende sim. Entende. E você tem, é o cafago, o pilantra, né? Hum. É, basicamente, se você quer ser o popular da escola, você tem que pegar a mulher
e eh gostar de brigar fisicamente, que o francês brigava bastante mais que o brasileiro, porque o Brasileiro, como é que o brasileiro, eu percebo isso, tem poucas brigas de bar e tal, porque acho que quando tem um dos dois morre, então tem tem pouca coisa. Já na França não tem bastante essa cultura igual os inglês, sabe? De de sair dos bares. Já os os dois caras brigarem. Na manha era muito se você vende drogas, qu se você vende drogas, você [risadas] ser popular. Você é popular tinha tinha russos e turcos que eram os mais populares
porque eles venderam venderam drogas, né? Eles eram também um pouco mais pombados. Russo ou turco, né? Rus. Ah, é. E e quem consome droga lá é é popular também. Que na França também tem um pouco esse negócio na adolescência. Quem fuma, quem fuma e quem fuma cigarro também. Sou não, não sou droga também. T, tende a ser o cara mais popular na Adolescência, né? Depois só vai ficar desempregado, aí já perde um pouco charme. Mas na adolescência uma Eu eu me lembro quando fui pra Dinamarca e fui pra Cristiania. Já foram pra Cristiania? Uhum. Não,
é hermoso. É, não é muito legal porque é tipo, é um um paraíso, né? Você pode também usar Várias drogas, né? E tipo, a lista para entrar lá e morar lá. É, é um quarteirão. É, é um quarteirão só. Do lado tem igrejas ortodoxas, tudo. Um quarteirão. E dentro você pode ver mulheres vestidas de clã, vestidos de noiva, bicicleta, sabe? Aquela bicicleta grande com roda pequenininha, cantando, felizes, que talvez estão com um ácido, brincando, esculturas, artistas, casas que estão feitas de outra forma. Mano, é uma casa Convencional e mora a gente. É um mundo fantástico
e e vai e compra a xixi. Quando tem um pouco de polícia como que controlam um pouco. É como que vai ser Sodoma e Gomorra, mas ninguém tem que passar mal. E é só um quarteirão. Quando você sai desse quarteirão vivar cristiania. Tem uma frase que quando você sai desse quarteirão, tem uns cartais que fala: "Você está entrando na comunidade europeia". Não é? Uhum. É muito doido ver só nesse quarteirão você. Mas tipo, o que falta na verdade é um tempo bom, né? Porque tipo, você não sempre vê todas as pessoas nas ruas porque quando
tá frio é [ __ ] Exatamente. É muito [ __ ] Mas é bonito isso de Dinamarca. Todo mundo de Hugo Boss andando de bicicleta. Ah, é? É muito bonito. É frio, mas é legal. E Quando chega em cristiania é outra coisa. É tudo tudo. Você vê tudo que você quer. Tudo. Não tem artistas e se pinta no corpo. É. Mas não é loucura total, sabe? Eu passei, eu passei, eu casei lá, né? E aí? É, casei lá. E aí eu lá é como um gusto. Isto como um gusto que ficou congelado no tempo, né?
Não. Sim, mas eu eu casei lá porque é tipo o Las Vegas Europa, né? Tu casa lá Numa semana e fica arrependido a vida inteira assim. [risadas] Fica o quê? É arrependido a vida inteira. As coisas que faz mistura da droga. [risadas] Mas eu eu lembro que, por exemplo, a mel de lua, né? Não, como é que lua de mel de lua é bom. Mel de lua é lindo. É o porre antes da lua de mel, né? [risadas] A lua de mel, eu passei numb que achava que era um que a gente tinha um quarto,
mas não tinha. Eh, o cara dormiu na mesma no mesmo quarto e a gente só descobriu a noite porque ele nunca saiu, ele não saiu. Aí a noite ele ele começou a ir e e pegar uma cama que tava na parede, colocou pro lado e falou: "Aí vou dormir aqui no sofá e vocês na cama. Maravilhoso." Aí vou tiver porque a gente não tinha dinheiro, entendeu? E aí a gente então Dormia num bimb junto com um cara. Esse era a nossa merda a lua de merda. Você entendeu que não ia dar certo, né? Claro. Foi
aí que já deveria ter reparado. Você você casou, Rogério? Você é casado? Casado. É. E você também, né? Há há muito tempo. É, então eu pedi em casamento, mas não ca mais. E tô em união sempre. Quanto tempo? 21 anos. Nossa, tudo isso sabia que era Já, já é um experimento social já. É, [risadas] é. Mas eu falo para ela que antigamente eu procurava nela o ponto G para para sabe para que era o grande mistério pros homens naquela época. Só isso. Agora eu intento sobreviver, entendeu? Porque com é porque é o que fala coringa,
com cada orgasmo a gente tem micromortes. Ah, São micromortes. É. Então eu tô aqua assassina. [risadas] E as mulheres gostam do Coringa, né? Eles falam: "Não, mas eu gostei que você no início do do podcast você elogiou ela demais e agora a gente chega na na verdade acontecendo." Claro, é claro. É, é, é que você vai estudando, entendeu? Mas você conheceu ela no show assim, no navio? Al, é, é, ela cantava e eu e eu fazia isso, mas no Começo era e tava com 22 anos, então já fui por uma espanhola, depois outra espanhola, depois
caí na brasileira e já parei. Daí para, mas eu eu eu eu não sei se acredito em em tipo relacionamentos da vida inteira assim. É, por quê? Não sei. Porque porque acho que as pessoas mudam muito, né? E eu acho que gente muda, né? É, mas mas eu acho também que, tipo, em algum momento você Busca uma nova aventura ou você busca uma nova uma, um, não sei, um outro estilo de vida que, né, ter filhos nova aventura. Ah, ter filhos é uma aventura bem cara, é tipo mais Disney, Disney Orlando do que, sei lá,
um litrão no bar do da esquina, se você for fazer imagem assim, que é um Nossa, um ador ter filhos. Eu adoro ter filhos. Você tem irmãos? Tem três irmãos. É, mas somos quatro Quatro igual também. Somos quatro. Como você tem esse médico? Você é casado ainda? Bom, a gente a gente aí tá casado no papel. Resolvemos manter o vínculo de família. Entendi. Sabe, a gente tá para Você não mora junto? Não, a gente tá para morar, tá? Tá para morar separado. A gente ainda mora junto, Tá? Mas como não tendo, você separou? É, é
que eu não, eu não falo muito da minha vida privada, mas se você eh se for for deduzir, é isso que que a gente é que o casamento ele várias coisas, ele pode ser o casal, ele pode ser também a construção da família, sabe? Tem tem um uma dimensão de amor e tem uma dimensão de pertencimento também. E aí a gente resolveu manter essa parte de pertencimento e e aí a gente, né, com Com a lua a gente ah a parte do casal a gente deixou no entre parênteses assim. Mas assim, a gente a gente
Mas isso que a Lea falou, eh, que eu acho interessante assim, de não não ter essa ideia do do amor para sempre, né, que é uma coisa que eu sempre pensei assim, pô, daqui 20, 30 anos, né, como, que que vocês acham disso? Você é uma pessoa mais você tá 21 anos, né? Então, 21 anos é o o que que mudou de lá para cá o a parte Do amor assim da vira outra coisa? é que quando a mulher dá a luz dos um, dois ou três seres, é o o cérebro, todo mundo fala que
o cérebro da mulher muda, então nem ela sabe para onde vá. Então, se tem um companheiro que assiste ela e acompanha ela, tem um processo em que você percebe que está voltando a ser ela, tá voltando a ser essa mulher que eu conheci. Nunca vai ser a mesma que não teve filhos, mas eu quero que ela recupere A carreira dela, o tempo dela. Você acha que muda o amor da mulher por você quando ela tem filho ou muda tudo assim? Muda um pouco porque a gente dorme pensando nos filhos, não dorme pensando na mulher que
tem do lado, entendeu? Peidou um, falou o que que foi? Torceu. A preocupação primeira é diferente, né? Quando você não tem filho. Exatamente. Mas aquilo que eu tava comentando, o Vínculo de família é uma coisa e não quebra, né? Não, não quebra nunca. Inclusive, eu não quero ter mais filhos que ninguém, sabe? Não. Mas tá bom. Já dois. É, tenho duas já. Tá bom. Ah, não, tá, tá bom. Eu já tá demais. Já, já dei a minha conta. Já renovei o É porque a gente tem em dois, temos duas filhas. Então assim, a gente tá
A gente tá pr [risadas] cada um fica com uma É, não é não. Renovou o dia que eu morrer e a Lu morrer, aí fica duas pessoas. Tá bom, já fiz, já fiz minha parte. [risadas] Nossa, mas olha isso, cara. E você, você mas você realmente você realmente acha que tipo isso é possível que as os as porque tem gente que tem filhos por causa disso também para ter alguém que cuida de você. Não [limpando a garganta] fale isso. Eu não falei isso. Eu falei que no mundo eu renovei a a cota de pessoas porque
dois entram dois. É isso que eu tô dizendo. É um é um casal de dois entra dois filhos. No meu caso, tô devendo uma porque só tem um filho. Então quando sair dois só tem um. O dele já passou da cota. Examente. Claro. Ah, não. Aí que bom. é que ele ele equilibrou a é que é que eu acho eu acho que no meu caso eu fiz Queria na época que eu queria com entre os 20 e os 30 eu viajei o mundo fazendo que eu amo com uma mulher, uma parceira excelente e uma artista.
Então teve muitos conflitos que eu não tive. Quando quis, a gente quis parar para ter uma família, paramos para ter uma família e e e alimentar. Então, mas deve ser complicado um artista morar com um artista e viver viver junto com um artista, né? É, por um lado é mais fácil que entende É a a o lance de viajar muito, né? Claro. É, exatamente. Mas meu medo seria assim, se se eu fosse junto como artista, o o medo seria assim, sabe? O artista ele tem que ter uma dose de egocentrismo. Claro. É. E a cabeça
do artista é muito, é egocentrismo é muito centrada na carreira, no que ele quer fazer. É verdade. E também você nunca focou em nada, né, Velho? A gente tá sempre nas ideias. Tem no espencial especial do do eh tamborin, sabe? Do Chris Rock que ele fala sobre isso, não. Ele fala que você também tem que tocar o tamborim porque na relação com a ex-mulher dele, ele sempre sufocava na carreira dele e ela só cuidava das dos filhos e da família. E aí, tipo, aconteceu que ela ficou infeliz com depressão e ele fez a vida dele.
Exatamente. Que lo que tô que eu estou Intentando, porque e quando estava Lourenço, que era meu segundo filho, estava com 2 anos eh veio a Bela Sofia e a gente Sofia nós foi uma surpresa. Foi eu não jurei por nenhum filho, por ela eu, porque realmente me surpreendeu, sabe aquela [ __ ] isolada que [risadas] você esqueceu, sabe? Aí quando a gente tá, é tanto amor quando vê os filhos dormir, descansar, sabe? Não sei. Latino É assim, francês é mais frio. Mas [risadas] não tá atenção. Não, tô brincando. E oí, sabe a Bela Sofia passou
embaixo da catraca, sabe? Quando passou pela catraca. Então, eh, foi surpressivo e foi bom, muita gente falou coragem para mim, coragem foi a palavra que mais falaram, mas bem, enfim, não me lembro porque tá falando isso. Falam de filhos, né? É. Eh, tá chorando agora do amor. [risadas] É, não, não, não, não, não. Que por exemplo eu já fiz, por exemplo, fechou os olhos e tal, deu um dramática a fala. Mas você caou, caou pela igreja, por exemplo? É, sim. Aqui no Brasil, Não, lá é na França. É. Tá. Eh, lá também é é Igreja
Católica, se quer Ah, tá. Por exemplo, eles têm como, eu acho que um casamento, vocês têm uma casamento artístico também, porque você se conheceu com ela trabalhando. O Warley me contou, sua esposa é artista, é modelo e atriz. Ah, o que faz parte da ela nutricionista. Cara, meu sonho é ser ator hoje em dia, sabia? Queria se não, vocês não tem um papel para arrumar para mim no cinema brasileiro? Teremos, teremos. Mais sim, sim. Você vai fazer cinema? Não, série, mas eu te chamo. É verdade. Você vai produzir séries. Sim. É o que eu acredito
que vou. Não, mas eu não quero te acreditar. Eu quero um contrato com dinheiro. [risadas] Não, não tem nada certo ainda. Agora se você fica perto dele, fica perto dele, fica perto dele. Porque porque quando eu quero uma coisa, eu consigo, cara. Porque tem é esse ele escrevia para Estados Unidos. Não, nem o Nego dito conseguiu ter de convidado hoje. [risadas] Não, mas é que o peor exemplo que você colocou. É, faz sentido. É o negro de não conta. fal vai rolar um dia, porque é só eu lançar meu livro, aí eu vou focar na
série. Você escrevia, você desenhava? Sim, eu desenhava para para caras de Estados Unidos. Assim que construiu o império dele. Império. [risadas] Tá rindo por isso aqui. Isso aqui uma Estrutura império. Nossa. Sexto. Claro. Tudo isso pro Noa, né? [ __ ] já pensou? E já quer outro. Você quer uma menina, né? Eu queria outro. Mas já quer dizer alguma coisa se você precisa passar para, né? Um, como já quer dizer alguma coisa se se você precisa passar para um potero que que não deixa entrar o carro. Ele perguntou Várias vezes qual esse nome? Lê Maria.
Lê Maria. O quê? O quê? Sério? Ele ficou. [risadas] Normalmente eles já liberam logo quando sabe que é pro podcast. É, é que é por causa de mim. Eu entendi [ __ ] Eu entendi [ __ ] Eu também entendi depois que seriro. [risadas] Porteiro. Não, quando eu passei pelo [ __ ] né? Mas o que você acha, por exemplo, do filme da Barbie assim? Não vi. Não vi. Alguém viu? Eu vi oheim. Assistiu? Não, não assisti. Fantástico. É fantástico. Você viu Barbie? Eu vi Barbie porque eu tenho duas primas, né, que não gostam de
Openheimer. E aí eu fui com eles na no Barbie. Eu acho engraçado porque na verdade é é importante, né, pr tinha Muitos brasileiros que se irritaram com esse filme, né, pô. Gente, pr caramba. que se irritaram, homens, né, geral. É porque cara se irritar com o filme da Barbie, cara. [risadas] Tipo, o cara nem gosta de Barbie, mas assiva não é muito bom, é muito bom a crítica que eles colocaram no filme, né? Mas o que eu na verdade mais queria falar que eu achei engraçado, é que eu saí do Filme com minhas primas e
uma prima é bem alamar, ela falou que tipo: "Ah, é legal, mas ah, tem esse arco histórico americano, sabe? te sempre que que eles não eles estão clichezão clicheão, entendeu? E quando eles vieram também no trailer, eles acharam tipo bem clichê clichezinho, mas eu achei tipo legal que dentro do filme mesmo assim você tem uma mensagem especialmente pras mulheres ou pras meninas que vão porque é é Basicamente é que vocês têm que assistir no filme. Eu não é eu não tenho tempo três filhos. Tenho tempo para intentar. Ela tá igual, ela tá igual nos botecos.
Quando sempre tem um cara que fala assim, sabe o João, sabe a Cláudia? Ninguém sabe, mas aí ela vai contar a história mesmo assim [risadas] porque eu quero educar vocês porque é importante para o futuro. Minha mulher viu e quando sai no stream envolver O que eu s mas Openheim eu vi, gostei para car. Então, eu te expliquei nesse livro que eu tô lendo da do Despertar dos Mágicos, faz tempo que eu tô lendo e aparece Hopenheimer e Einstein e sai a carta que o Einstein manda pro governo falando de de como e é importante
um um investimento para conseguir eh mudar o mundo que está na mão do mundo. Eh, não ir pelo caminho do Openheimer. Basicamente Era como que a energia, tem tudo a ver com isso. O filme do Openheim, man, eu sei que vocês não assistiram, mas é sobre o o cara que que de novo um cara falar sobre um filme que ninguém assistiu [risadas] aqui, velho. É verdade. É verdade. Vamos assistir falar de um filme que todo mundo assistiu. Titanic, então. Que que você, que que é isso? Olha que bonito. Isso aqui tem até um, como chama
isso? É, como que chama isso aqui mesmo? Song. No e você que é brasileiro, você tem que lá os caras. É isade, [risadas] né? Você que nos diga, velho. Len, fala aí. Olha que letra bonita, viu? Olha aqui. Caprichado a letra. Fala, Lenis, que que o pessoal tá falando além de xingar a gente? [limpando a garganta] Falaram que a que a Lea fala que nem Roubou, né? É, é. Fala. Já te [risadas] falaram. Acabaram de ler aqui. Eu li aqui. Por que que você trouxe isso? Por que que você trouxe esse caderno, Maurício? Não, porque
são as anotações das coisas que tô que quero falar para vocês. Cara, mas você trouxe um livro de 200 páginas. Sim. É, Então, ó, como que chama? O despertar dos mágicos. Ah, tá certo. Fala, Len. Luiz Paules e ó, dá uma olhada. Você que é francês. Fala aí, ó. A Nanda Gonçalves, ela ela falou aqui, ó, tenho uma pergunta. O que eles acham dessa censura do Léo Lins? Vocês tiveram que mudar alguma coisa no show De vocês por conta disso? Cara, eu recebo essa pergunta em todas as entrevistas que eu dou, velho. Todas as entrevistas
que eu dou. É a única pergunta que o Jacam me fez no podcast que eu fiz com ele, inclusive. Mas cara, lá na lá na França não é uma discussão isso. Na Alemanha não tem essa discussão não. Lein não, porque ninguém conhecia ele lá. Exatamente. E sobre limite do humor não tem. Tem o movimento chamar chamar o Walk lá também. Chamar walk. Sim, mas é menor. Eu acho que a discussão é maior aqui mesmo. É. É o Leolin. Eu não sei. Você não teve nunca problema, né? Sim. Já. Já. Ah, mas é é coisa pontual.
Uma vez eu eu brinquei um pouco com uma moça que que acho que tava fumando Fumando o cigarro. É, não, acho que eu tinha fumado. Ah, tá tá. E eu brinquei com ela e aí dei uma piada muito clássica quando alguém fala alguma coisa que é que não faz muito sentido, o comediante fala: "Impressão minha ou você fumou, sabe? Fumou um baseado." É uma piada muito clássica, mas só que ela se ofendeu muito. E é Depois ela cara que trapou normal, né? A gente fala assim: "Pô, parece você fumou um baseado, tá louco, né?" Não,
mas de vez em quando eu faço piada, por exemplo, caramba, eu fiz uma queira, era ridículo o rate que eu recebi. Eu falei, eu tinha uma piada que eu chegava no palco que era assim: "Boa noite e antes de tudo queria pedir desculpas não pelo sotaque, mas pelo cheiro que é Autodepreciativa essa piada. Mesmo assim tem gente que falou: "Você tá depressão dos franceses, cara, não é possível que você faça isso." É, toda a piada vai ser assim. Ai, cara, [risadas] mas de forma geral o meu amor ele é um pouco leve. Você já teve
mais problema com isso? Ah, já foi. Não passaram já foi, já foi. Agora já se ligou como que é que [risadas] funciona. Agora já não quero passar mais polêmicas, não. É, mas [limpando a garganta] o problema eu acho que nem é no show, né? Quando posta piada em rede social, não é? No show, no show todo mundo tem meio compacto, né? Tá todo mundo lá. Agora se alguém filma ou mesmo você filma e coloca na rede social, aqui você não tem controle [limpando a garganta] mais, vai ser compartilhado, vão cortar. Eu acho que o o
eu percebo quando qual é o público que vai assistir a Leia, qual é o público que vai assistir o Paul, Qual é o público meu de Alfonso, da Bruna, qual seria o público do Leo do Leolin? É, você tem que ver qual é a quantidade de pessoas que vão realmente gostar do humor dele. Eu acho que tem tanta gente que segue ele que eu acho que talvez, talvez ele atingiu o o nível de o limite dos seguidores, sabe? como que daí pra frente já. Mas no caso dele tudo bem, porque é um limite que é
tão grande, é um que é tão grande. Não, por isso, mas por isso, mas que mas o lugar aonde está, talvez ele se encontra com essa parede em alguns lugares, em alguns momentos, mas acho que ele nem liga. Às vezes o cara faz, ele ele ele, cara, ele tem uma casca bem grossa, cara. Como ele aguenta, inteligente. É por, é muito inteligente O Leéo, cara. Ele é muito inteligente, cara. Na na na parte de limite do humor, eu não sei se eu concordo com tudo que ele faz. Agora tem uma coisa que eu admiro nele.
Ele vai lá, ele faz vídeos eh promocionais, promocionais, quando ele faz show sobre a cidade, ele não tem nenhum medo de denunciar as obras atrasadas, os políticos corruptos. Isso é muito corajoso da parte dele. Pode dar uma merda muito grande, né, do Cara ficar puto e mas sempre ficam puto. Não, mas passar do ponto, entendeu? É. Não, mas é mexendo com político, você sabe como que é. É, eu tô ligado. Isso é triste. Mas é por isso que eu quero virar político, cara, para lá na oprimir os outros. Eu [risadas] eu acho eu acho. É
aqui aqui tem chance. Eu acho que na pão francês, né? É o pão pão francês. Primeira primeira lei que eu vou votar. Croação sem reche e obrigatório. Ninguém pode rechear mais. Fechamento das lojas croaçon no Brasil. Fechou. E não, não, mas eu não quero. Acho que é muito difícil ser político também. A gente tira muito sal deles porque muitos deles também fazem muita coisa errada. Mas acho que em si também uma profissão muito na França eu conheci a filha de um ex-ministro, ela me falou que era um trabalho muito ingrato também, porque cara, se você
for ver, tem os honestos, pega os caras que são honestos, desde lado os que desviam dinheiro. Aí esses caras eles têm uma carreira e durante 20 anos eles trabalham 20 anos assim. Aí do dia pro outro sai uma um rumor que às vezes é falso, que destrói sua carreira. Imagina, cara. Eu acho que é a única Profissão que é assim. Uma outra profissão que eu respeito muito também é treinador de futebol. São duas profissões que acho muito engraças. Ganho muito dinheiro, mas cara, eu vou te falar, eu acho que não vale o sofrimento. É horrível,
horrível. Eu tinha uma Você pode ganhar 10, aí você tem uma sequência de três, três partidas que você perde é burro já. Não, cara, vou te falar. Tenho um amigo que é que que era que que era do São Paulo, né? Ele e por isso que eu fiz um um standup jogador o qu Não, não, não. Do da comissão técnica. Por isso que eu fiz um standup para eles em fevereiro paraos jogadores. É. E ele me falou, cara, que e é o único trabalho que toda semana milhões de pessoas que geralmente não conhece bem o
a sua profissão vão te julgar. É, e isso e todo mundo é técnico, né? Cara, Mexeu errado, fez não sei o quê. É difícil, é difícil. Falando isso, voltando ao assunto da felicidade, o eu acredito que acontece com todos quem somos comediantes. Quantas pessoas falaram para vocês que que o a risada que você faz neles faz eles se sentir muito melhor e se sarar dos momentos. Alguém tava com depressão, passando momento. É, mas isso eu nunca entendi, velho. As pessoas que falam que tava com uma depressão, eu tenho vontade De acreditar, porque eu me sinto
tão bem. Cura é um cara da depressão, mas não é curar, não é, é fazer um momento, ele ele parar de pensar em coisa ruim e pensar em coisa boa. Isso é legal. O, o, eh, Epicuro, Epicuro, o filósofo falava, tinha um grupo de de filósofos que pensavam com ele, que chamavam os peripatéticos. Sim. Sempre falei, sempre falei para todos, para todos falo, para todos os Comediantes falam. Eu acho que o governo teria que fazer o Ministério da Felicidade. Aliás, as empresas já estão colocando isso dentro da empresa, uma coisa que te faça ser feliz
quando você entra no trabalho. Então o o eu acredito que o o cada país tem que ter um um ministério em que o cidadão normal vá a falar os problemas que tem e os especialistas, porque o comediante faz isso. Comediante faz isso, pega os problemas do dia a dia. Não, mas o Comediante consome alguma droga, alguma coisa assim. O o o que essa ideia foi muito viajada sem querer moment. Eu adoro seu trabalho, mas essa ideia que você falou, velho, não. Se tá bom, se tá bom, pode ser pode ser desnecessário. No Multipro não tinha
o viu o o ministério da reclamação. The Ministry of Silk. Não, não, isso tem um que era para para Debater, era de era você pagava para discutir, tá? Entendeu? Aí chegava pro cara assim, mas não precisa disso, basta ir pra França, todo mundo discute contigo o tempo todo. É verdade. É, tem muito debates e aí aí chegava, eu acho que eu acho que na verdade é ainda mais eh engraçado e mais legal debater do que fazer a piada. Tipo, é Mais interessante para pr as pessoas também na Alemanha. É mesma [limpando a garganta] é a
mesma coisa o lance de de o de debater, de debater, tipo, eles ficam falando, discutindo por horas e horas sobre um assunto e não perde amizade e não não perde amizade e não faz piada e não faz piada. Ah, é, [risadas] né? A gente tem, né? Mas é, mas é muito comum. E aí acho que por isso também eu Eu senti esse quando a minha família me visitou aqui no Brasil, porque a gente estava sentada numa mesa e aí rolou tipo por horas e horas um debate sem nenhuma pessoa rindo, todo mundo só falando sobre
difícil ter no Brasil de juntar uma galera e não ter risada. Mas isso que eu te falei no início do podcast. É verdade. Não tem discussão séria em bastante gente acolorada. É isso que eu te falei, todo mundo é humorista no Brasil. Curioso. O seu barbeiro é o cara começa a falar muito sério, aí o cara já começa a suar fal, eu adoro, eu sou super fã disso. Não sou fã de tudo no Brasil, sabe? Isso seria a falsidade da minha parte, mas esse ponto da cultura de vocês, de todo mundo ser brincalhão, é incrível.
Faz muita diferença. Tem uma época que, cara, qualquer coisa assim, tipo, a gente tá discutindo sério, aí você fala assim: "Não, cara, sabe que caiu uma ponte?" Ela agora falou: "Egenheiro, então engenheiro." Eles tão falando Cortela. Eu cortei aí. Aí acabou a conversa. Aí outro cara tá falando não sei o quê. Você viu o negócio do governo? Não sei o falou agora o político. Esse cara se tem alguém que tem de cara [risadas] não conseguia nem eu não posso falar de ministério da felicidade porque falar não é magonheiro feliz. É agora feliz que a gente
tem que fumar antes. Podia fazer um podcast e não avisar para ninguém fumar muito antes e [risadas] fazer o podcast inteiro fumado para gravado. Existe. Mas isso existe. É um outro podcast que existe [risadas] na internet brasileira. Já meio que acabou e vou vou virou outra coisa, né? [risadas] Mas é, cara, mas até apelidos, o o bullying aqui de forma geral ele é ele é bem vivido. Se você for ver o Brasil é o Único país que você fala, sei lá, e aí gordão? E qualquer país as pessoas se ofende muito. Aqui não, aqui o
aqui o cara vai te responder. Ih, tamos junto, carcão. E cara, é muito entre amigos, né, mano? No show do Coringa eu solto umas pérolas assim que a galera ri, tipo, ah, xingando assim, falando o que não se pode falar, tá? Entendi. Qualquer coisa que não se posso, eu falo e a galera ri porque sabe por quê? Porque faz tempo que ele escuta essas besteiras porque estão sabendo que não é sério. É sério? É porque tá e porque tá aproveitando porque é a última vez que vai escutar também porque [risadas] em breve suas essas piadas
são vão ser. Mas se eu postar isso eu sou cancelado. É o que ele falava. Aqui se permite est dentro do my fucking comedy club. Tem vários lugares, eu não sei aqui, mas lá Nos Estados Unidos, eu fui assistir standup, os cara pega seu celular para entrar, não pode mais entrar com o celular de medo dos cara. Eu assisti também no Dave Chapel Berlin, né? A mesma coisa também colocaram dentro de um negócio para saquinho, né? Sério? Aqui vai ter que fazer isso também, cara. Ah, o show da Madonna foi assim, No comedians, a gente
tinha que andar atrás do car falar: "Não gravem". É naquela época quando Ventura estava soltando os vídeos e soltando. É. Hum. Cara, interessante, hein? Mas no show da Madonna e Paris foi assim, ouvi falar. Não, mas aí já era outro problema. Não, aí já não era para questão de piada, é só para questão de não filmar um um um show privado assim. Entendi. E ouvi falar desse negócio de saquinho que você entra lá, eles eles grampeam seu saquinho de de plástico e você não pode filmar, você não pode usar seu celular. Caramba, se bem que
você poderia, se você for pensar, porque um saco de plástico não quebra. Mas não é saco de plástico. Para mim era tipo outro material que não dava para Passar. Não, não dá, não dá. É um negócio que não dá para você. É, é que nem quando você vai em pré-estreia de filme também você tem que você tem sigilo e tudo mais. [limpando a garganta] Ah, é pré-estreia. É que eu nunca fui, por isso que eu quero. Quando você vai nesse negócio de imprensa, dependendo do filme, é, você coloca o o o celular, deixa lá e
só pega Na saída e tal. Não, por isso que eu quero entrar no cinema para poder participar desses eventos glamorosos, cara. Se não, você não falou cinema, você falou web. Não, não, não para mim, mas eu tô falando, você tem cara de amigo gringo de do Rassum, por exemplo, entendeu? Leandro Rassum. E ele é o amigo gringo dele, né? Eu sou o gringo da Netflix na série do G Lopez e nas séries dele eu tenho, já fui personagem, já tô aí Netflix, o a série do no especial do D Lopes. Não, no especial do D.
Ah, no especial, né? Especial não, no na série dele do o processo tá na Netflix aí não é? Você falou Netflix, velho. Por que você falou Netflix? [risadas] Eu assisti também forir, eu também participei. Se for assim, eu Também sou matord. Eu também participei [risadas] também. Então, cara, então eu era o gringo da Netflix. Netflix agora já. Ah, você é o gringo da Netflix. O personagem na série do G Lopes. Eu era o gringo da Netflix. Entendi. Entendi. Entendi. Ô, Leni, bota uma bota uma uma ordem nesse negócio que o negócio tá aqui, Papo de
maconheiro. Ó, é o seguinte, o Rodrigo da Silva, ele falou que o o filme mais engraçado que ele já assistiu é francês, chama Táxi. Ah, só que não é aquela versão de Hollywood, né? Eu conheço o da J Beating lá, que é uma merda que ele fez. É, ele tá falando sobre uma versão que é mais antiga, que é de 19, 1998. Esse táxi muito legal. E é bom. Sim, sim, sim. Não sabia não. Bom, é a História de um cara, um cara que é basicamente um cara que é motorista de táxi, né? E aí,
aí é isso. A premissa do filme é isso. Nossa, que vontade de ver esse filme, hein? [ __ ] a menos que entre um cara de Uber e eles começam a trocar porrada, vai ser um filme [risadas] chato, né? Fala, Len. Ó aí, ó, o Jean Simans, ele perguntou para se vocês já comeram arroz com ovo. Por que tão específico arroz com ovo? Para mim a pergunta para vocês no geral. Ô, o meu filho gosta de arroz com feijão, por ele comeria todos os dias arroz com feijão. Aqui arroz com é muito bom, principalmente aquele
com a gema mole que você fura e, né, da pra demais. Mas você não come, não sei se não gostam. Brasileiro não gosta muito do ovo meio cru, né? Eu gosto, mas a galera não gosta mesmo. O brasileiro não gosta muito. Você gosta? Eu gosto. Eu gosto. É, também gosto. É, quando eu ainda comia também gostava. Ah, que não come mais nada. Sou vegana agora. É, faz tempo ou não? É, faz uns um, dois anos por aí. É, sim. Você come de tudo, né, Paul? É, mas arroz com ovo não, velho. Não, Não sou fã.
[risadas] Não sou fã. Parece francês. Não sou fã de [risadas] eu posso ó. Muito bom, velho. Nossa, ele ri da própria piada. Filma isso. Filma ele. Foi horrível, cara. Filma ele. Não, mas tá. Olha, olha. Pega o pega teu copo. Ih, eu queria um pouco de bebidas. É, mas não tem, né? Tem. Claro que tem. Ó, coloca isso. Não, não, não, não. Bebe, mas não engole. Hã? Não engole. Agora faz um gargarejo, consegue? Eu sempre quis ver um francês fazendo um gargarejo por, entendeu? Pelo [risadas] que segurar a nunca é é um treino pro francês.
Rod, [risadas] vou fazer o quê? Ô Len, eu não sei o que eu faço daqui pra frente, cara. Depois do gargarejo do p, eu não sei para onde a gente vai. Aí, acho que tinha alguma coisa na bebida que ela é. Vamos chamar [risadas] o Jací, né? [ __ ] falar nisso, gostei. Por falar nisso, o Vctor Campos, ele mandou uma pergunta aqui, ó. Pô, você acha que o Jacan ficou com ciúmes porque ele não é o francês mais famoso do Brasil? Hum. Eu acho de umar, né? Pode ser. Bom, eu eu [suspirando] não sei
o que eu posso falar. Eu participei de um podcast com o Henrique Jacan há 5 ou se dias e eu não tive muita oportunidade de falar, mas assim, eu eu respeito ele, ele é um cara muito gente boa. Ele me chamou para fazer uma peça gente com Junto com ele, né? Peça, uma peça de teatro. Ele quer se lançar nisso. Que legal, pô. Pô, eu te juroano. Não, não, não. É verdade. É tipo ol Ratatui. Não, mas não tem nome. Eu acho que o, não sei se o projeto, sabe? Não tem também. Vergonha, Como que
vou fazer tudo isso, cara? Entendeu? Vergonha da profissão. Ai, pois é. Mas você é verdade mesmo. Tá zoando, gente. Ele me ofereceu isso. Ele me ofereceu isso ao vivo, inclusive. Depois ele falou ainda comigo, ele queria que eu tivesse, que eu estivesse no que eu fosse pro, pro restaurante dele à noite e tal. Não podia também, Mas eh obrigado, sei lá, pelo comentário. Não sei se exatamente, [risadas] não sei nem o que te responder, cara. Obrigado. Deus te dê em dobro, tá? Você merece. Pronto. Não sei se o cara merece. Merece não, mas nem sei
que que ele merece. Aí teve um teve um um montante aqui de de pessoas pedindo o WhatsApp da Leia. Então você tá solteir, você deve rece para caramba, né, no no Insta, essas Coisas. Não recebe um monte de pedidos? É brasileira é meio cara de pau, cara. Sim. Não, eu já recebi também pedido de casamento pelo e-mail. Pelo e-mail, pelo e-mail. Aga que passou muito também. Foi. É, mas qual foi a a a cantada? A cantada. Ah, diferente. Às vezes é um testão, às vezes é só uma uma pôquer casar. Casar. Entendi. E aí ontem
também recebi um Você não, você não gostaria de receber 4.000€ por mês para para mandar um pack de de pé. Pack de pé. Não, aí já aí já já 4.000€ 4000€ recusou, pô. É R$ 20.000. Quem disse que ela recusou? Ah, tá. Você não sabe. É, ela tá falando a oferta. Maravilhoso. Eu tô fazendo o Only Fans do Coringa. Sério? [risadas] Sério? [limpando a garganta] Só que tô mandando, sabe, documentação. Meu documentação é é do Brasil, mas tem que mandar a chilena. Endereço é um saco, velho. Mas eu descobri que tem uma galera que que
gosta, então vou mandar. É, mas uma vez um cara tinha oferecido para mim 5.000 para ficar dois dias no Rio com ele. R$ 5.000. Só ficar ou ficar ficar? Não, não. Acho que acho que, né? [risadas] Se pagar 20 Não, 20.000 R$ 5000, car, para um cara ficar dois dias, pelo menos eu acho que o cara queria me comer, desculpa a a sinceridade. E daí? Daí eu não fui, mas eu mas se eu tiver sofrido, será sete ou oito. Fica aí a dica pra galera. 7 o é ter o preço. Daí pra frente pagava onifan
pra frente só para trás. Por trás. Olha o fone do Coringa. Meu Deus. [risadas] Não pode mostrar, não pode mostrar. Ah. Mas essa aqui não é seu corpo, né? Claro que não. Ah, tá. Mas pode mostrar, não tem nudez aí. Ah, melhor não. Não, mas de não no é spoiler. Vou ter um liifã meninas. Bom, ele tá com os abdominais trincondas Assim. É. Uhum. Gostar. Pagava, pagava um lifã do Coringa. É. É. [risadas] Fala, Nenes. Ó, o Mark Alves mandou aqui, ele pediu pro chileno e explicar o que é cuca no Chile. Cuca Existe? Eu
esqueci. esquecilho que é cuca. Mas existe essa palavra lá? Eu acho que sim, mas esqueci. Fala pro cara falar que a gente não sabe. É o Mar, manda pra gente aí porque ele também não sabe. Eu vou ligar pra minha mãe perguntando o que que é Cuca. É. E aí a a galera perguntou aqui, Pediram para vocês falarem a agenda de show de vocês aí, se vocês pretendem ir para outros estados por por aí, eh em breve. Opa. Aí é que eu juntei a pergunta de várias pessoas no final, no final o pessoal dá o
recado aí. Tem mais alguma coisa? Vamos encaminhando pro final. Então o Leni já tá até gaguejando aí. Só isso aí. Ah, bom. Eu vou vou falar. Eu estou em Blumenau dia 19 de agosto com show do Coringa no eh porão comedy. O novo comedy do Irineu. Tem que tem que lá. Tá. E é isso. Abriu a segunda sessão. Chupa Paul. [risadas] Aí segunda sessão, muito legal. Você já foi novo porão? Já foi fazer? Ah, eu sei que tem que ir, tem que ir porque o que eu fui era antigo, então por é o pequenininho, Agora
tá dentro de um de um de um lugar maior, um centro comercial. Eh, e tá muito bom, então tá tá tá muito bom. E vou estar também dia 9 em 17 em Garopava, 19 Blumenau. OK. Agenda de shows. É aí Recife dia 11, Fortaleza dia 12 agora no Rio Mar. Os dois aí no Rio Mar. E aí depois tem Juní, vai ser mais de 1200 pessoas, se eu não me engano. Teatrão. É nessa nesse nesse domingo, tá? E em seguida tem mais dá tem for São Paulo me cara, nunca vi um show. Não, mas que
meu show em São Paulo, cara, eu fazia numa numa livrareia que fez show que é o Eva Hertes. Verdade. É. E aí eu fiz um show na calçada. Foi um, inclusive foi foi bem divulgado na mídia e tal. Dois dias depois reabri o teatro, fiz esse show em vão na calçada, [risadas] Fechou a livraria, mandei o teatro tá funcionando. Então é, eu fiz um ato revolucionário e tal, falei ato de resistência, tava na capa do Estadão, o francês na resistência e tal, dois dias depois reabri o negócio, fiz tudo isso para nada, mas agora tô
sem teatro porque eu não, provavelmente não vou refazer lá. Aí eu tô sem teatro em São Paulo. Então se quiser me assistir em São Paulo, será me convida na sua casa, nos Sua sala. Tá solteiro, né? Tá solteiro, viu? Cara, cara. É voltando pro Brasil. É isso. Eu vou semana que vem, na verdade, amanhã eu já na quinta eu vou para Guarulhos, aí no domingo vou para Sorocaba, aí seguida 16 para Recife vou fazer o Nordeste, quer dizer a João Pessoa. Pô, que legal. É Natal, Salvador no dia 19 e aí no final do mês,
no dia 27, vou para Curitiba, tá? Então vou pro um pouco do E também na rede social de vocês, tá? sempre agenda lá. Se o pessoal tá vindo is aqui muito pra frente, né? É só entrar rede social e eh Instagram é poucabanis do jeito que tá escrito aqui no título da Pabanis. O se Obrigado a você, Ju. É Le Maria Yan, super nome não interessa, só Leia, mas no Instagram tá Le Lia Yan. Tá. Uhum. Yan de S. Isso mesmo. Ya. [risadas] Maurício Dolins. D O L L L E N Z. Dolens, Maurício Dolens,
me segue aí Instagram e isso é LinkedIn, tudo empresas, faço corporativos e isso. E acompanham também o podcast do Vilela, inteligência ltda melhor podcast do Brasil, por exemplo, quando tá top três, mas vai chegar o top um porque eu acredito nesse menino. Sempre acreditei, nunca desconfi que ele virar o número um. E ele tá crescendo, né, esse podcast o melhor do Brasil. Fal, você fala isso para todos, mas com você foi sincero. Tá bom, fechou. Eu aprendo muito. Aprendo muito. Muito legal tudo o conteúdo que você coloca, geopolítica me ajudou muito a trabalho. Olha o
de Revolução Francesa. Muito legal, hein? É, eu adorei. E vai ter um de marxismo também. Minha participação foi muito boa. Ótimo. Depois eu te passo esse de de de realismo fantástico e atrapalhar. Não, mas tô suando. Eu não sou Historiador, não. Eu sei, mas era só para eh deixar mais leve, né? Obrigado demais, pessoal. Vocês já são da casa. Obrigado, Len. Obrigado ao nosso Obela, Obela Obelix aí. E vocês que tiveram até aqui com a gente, então se inscreve, dá like, não se esqueçam do nosso cupom aí do inteligência 12 que está o QR code
na tela e o link na descrição. Você coloca inteligência 12, todo o site da Insider com 12% desconto, inclusive esse moletom Bacanérimo que é macio, bacanão. E Olen, já que o pessoal se inscreveu, tornou membro, é, tá dando like agora porque esqueceram, o que que o pessoal escreve nos comentários para provar que chegou até o final dessa live? Olha só que anotei. Eu não sei se eu bom, eu peguei duas duas frases aqui. Eu não sei [limpando a garganta] se uma pode, mas então vou falar a segunda. Mel de lua. Mel de lua. Que a
Lê aqui falou. Gostei de mel de lua e tem lua de mel. Então Escreva mel de lua que a gente sabe que você sabe que a gente sabe que a gente sabe. Eu acho que a meu da lua tem um sentido assim meio esotérico. Meu da lua já colocou o meu da lua aqui? É. Meu da lua. Mel da lua. Ah, meu da lua. Ah, mano, o pao. Valeu, gente. Obrigado. Beijo [risadas] no cotiro. Tchau. Pô, tá muito loucão, Cara. Foi muito bom.