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Aula 3- Os documentos e as fontes documentais.

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[Música] Olá alunos nós estamos então agora dando continuidade a nossa aula do nosso ponto Onde nós estamos analisando o texto do Jakes e alguns elementos do Ofício do Historiador Fontes históricas o que seria a história e a diferença dela com o passado então na aula passada nós terminamos falando um pouquinho sobre o método historiográfico como como se acreditava na ideia de como médico iria garantir a verdade na história tem que o que a gente vai falar é que nem um método Pode garantir a verdade absoluta de todo um passado sendo resgatado pela por um discurso
então uma crítica que ele já faz a corrente historiográfica do positivismo que depois a gente vai conhecer melhor que acreditava que o método iria garantir a verdade e ele vai falar o seguinte os conceitos de historiográficos não são alicerces universais mas expressões localizadas e particulares né então por exemplo quando a gente fala se causa isso foi feito então o que que foi uma causa o que foi um efeito de um efeito de um elemento histórico históricos analisar algumas causas Em outro momento que volta a estudar aquilo eu posso observar outros elementos então Aquilo é muito
dinâmico nenhum método vai garantir que aquilo se torna estático a história ela não é estática ela é muito de mim e aí a gente volta naquele assunto da ideologia ele fala assim normalmente a gente fala assim que existe uma diferença entre história ideológica a história não ideológica e ele vai falar assim olha é uma ilusão acredita que a gente consegue fazer uma ideológica toda história tem ideologia por trás toda história tem uma uma ideia de um mundo sendo defendida né Por trás daquela lição então quando o Robson está analisando a Revolução Industrial como Dando foca
os fatores negativos ali ele carrega muito do seu Marxismo realizado mas carrega quando Thomas Edison fala os elementos positivos da Revolução Industrial Ele carrega muito do seu liberalismo e da Defesa do sistema capitalista da sua ideologia então não tem como você desassociar a visão do mundo Historiador na hora que ele vai interpretar os fatos históricos por mais que os métodos e as fontes são bases para ele colocar que elas informações e precisa tem um Rigor metodológico por trás ele não pode escrever o que ele pensa né não é um machismo você tem lá mais de
fontes historiográficas para ele escrever o discurso historiográfico Mas você não vai conseguir se blindar de elementos ideológicos [Música] Então até mesmo os temas os temas que você vai escolher eles carregam muito da ideologia porém a história constituída por significados dados ao passado por agentes externos os dominantes como os dominados tem suas próprias versões do passado para legitimar suas respectivas práticas a história nunca se basta ela sempre se destina alguém então aquilo não estava falando quando você fala da história das mulheres você tá você tá falando para um público que precisa ouvir isso que precisa ser
legitimado E que esses discursos essas memórias são importantes e um contexto então trabalhar determinados temáticas dentro da história reforçam elementos do prédio muito mais elementos do presente do que do passado elas são ideológicas nesse sentido então para quem que é a história ele faz essa pergunta a história ela alguns acham que ela tem que ser neutra né mas o que ele fala é que não tem como você criar uma história neutra né ela vai sempre carregar o seu tempo ela sempre vai carregar as angústias você tem a ideia de necessidade de antecedentes da Humanidade para
localizar ensinou agora e Este Mar em seu modo de vida atual e futuro porém os fatos passados não legitimam nada portanto as pessoas serem a necessidade de enraizar ontem [Música] recentemente esse ontem o passado tem sido procurado por mulheres negros grupos regionais minorias diversas esses passados são usados para explicar a existência dos presentes e dos projetos futuros Então você precisa entender o passado como forma de celestimar no presente então por isso que é importante a gente entender quando você está estudando um texto historiográfico que momento que ele foi escrito que estava ali naquele Horizonte quando
esse texto foi escrito você tinha uma história assim repensada e as versões dela sendo colocadas num aspecto de Vamos pensar será que é uma história sobre várias histórias que estão sendo escritas gráficos são frutos de contextos históricos tão importante que você entender o contexto histórico está por trás do que você está bem nesse sentido todas as grupos E aí ele vai falar não só do desse contexto mas os grupos as carências desse grupo vão carregar versões da história também né [Música] o trabalhador O Empresário é um trabalhador [Música] proletariado determinados momentos a gente pode falar
nesse conceito né os dominantes os dominados aqueles que estão no poder os que não estão no poder cada um vai ter um discurso acerca da história se dá como uma ciência como que se dá o conhecimento da História e a gente observou isso a história é diferente do passado a história é feita de fontes indícios desse passado eu não tenho passado eu tenho parte dele que se expressam nas músicas que se expressam nos filmes que se expressam em uma tela de uma pintura que expressa numa foto num texto que se expressa enfim um relato de
memória em vários outras ocasiões né vários outros tipos se materializa esses pontos e eu tenho indícios e é a partir desses dias que eu faço minha história ela também se constitui de metodologia como é que vou tratar um texto simplesmente ler o que está escrito lá não é preciso entender as palavras que estão ali o sentido que foi colocado qual o método que eu vou utilizar para analisar determinados e a ideologia Então os aspectos de visão do mundo que fazem com que aquele Historiador escolha determinada ferramenta para lidar com determinado assunto e até mesmo a
escolha do assunto que ele vai ter as perguntas que ele vai desenvolver na sua mente para pensar uma pesquisa histórica metodologia busca um método certo que chegaria objetividade coisa impossível então voltando a uma das questões centrais do seu texto a história ela é subjetiva tem limitação das fortes ela tem limitação dos indícios dos documentos ela é provisória porque as teorias os cursos eles podem ser objetos mudam recortes ela é provisória limitada e ela é seletiva ela é seletivo porque ela Escolhe os seus temas elas o historiador vai escolher as suas fontes vai escolher até mesmo
que não entra na história ela é seletivo em cada momento histórico esse essa frase a história provisória seletiva limitada ela foi elaborada pelo Eduardo Thompson o historiador inglês e no livro A miséria na teoria porque resgata Então essa visão do Thompson falando da fragilidade da história uma uma versão que também existe uma ideia que também existe no texto a miséria da teoria do Thompson é importante e e onde você também observa esse subjetividade na história Então o que faz a história ser frágil é a sua subjetividade é o que faz ela ser subjetivo três elementos
fundamentais seletiva limitada pelo Horizonte né e dentro disso você vai observar que mesmo método sendo um método fundamental para pesquisa ele não vai garantir a objetividade e sim todas as versões carregam ideologia vamos lá então a história ia ter fala isso que a história é um campo de batalha entre os grupos e Versões interpretações linhas classes grupos na batalha entre biologia vamos lá então em uma frase interessante Bem a História ela é teoria e a Teoria é ideologia a gente já entendeu até aí porque ela ela sendo elaborada com discurso aí do Historiador ideológica porque
ela carrega muito disso no meu na minha visão do mundo e ideologia por simplesmente ter esse material e aí Ele carrega um pouquinho do Marxismo que ele já aparentava ali trazendo alguns elementos do Thompson ele liga muito do meu interesse material com a questão do econômico ligado às questões ideológicas Ok eu não vou me aprofundar muito nisso porque nós vamos ser malas sobre o Marxismo tá com materialismo histórico de pensar a história a gente vai pensar melhor sobre essa questão dos interesses materiais que moveriam né os elementos do universo do homem é um homem se
move pelo material e aqui ele vai observar que o historiador também que as suas ideologias também estão ligadas E aí eu acho bem interessante esse texto porque ele vai falar da prática como é que se dá na prática o Ofício do Historiador então ele falou assim bem Onde estão os pesquisadores então o pesquisador de história ele é normalmente um profissional que trabalha em ambientes né educacionais principalmente no ambiente superior de universidades porque lá onde você tem o aumento da pesquisa mas hoje você também tem projeto de pesquisa no ensino fundamental né médio mas é principalmente
na academia aonde você tem o desenvolvimento das pesquisas então a gente fala dessa formulação da história acadêmica Ok E aí ele vai falar assim como esses profissionais produzem a história então eles vão trazer os valores seus posicionamentos biológicos suas preferências metodológicas os seus recortes temporais né Quais são os períodos onde eles vão se identificar mais seus pressupostos epistemológicos o que que é história para eles como se tratar o documento e aí ele vai ter uma pergunta uma questão e vai eu acho que tinha isso ele tem algumas hipóteses A partir daquelas hipóteses ele começa a
questionar Será que isso é verdade quem vai me dar essas respostas são as fontes ele começa a procurar serviço na quais seriam suas fontes como ele vai trabalhar com o método que ele vai trabalhar suas fontes e a partir do resultado da análise ele vai elaborar o quê um texto um artigo um livro pode ser ter uma aula também mas normalmente são documentados escritos OK são registrados publicados né na academia você tem essa necessidade de publicação e tudo mais o historiador Então ele pode ser ele vai se organizando dentro dessa dinâmica de produção de pesquisa
e divulgação então nesses canais de comunicação ele também vai ter esses fatores epistemológicos metodológicos ideológicos né aonde ele vai expor a sua pesquisa e aí existe uma outra parte que a questão do leitor quem lê esse material né é quando esse material vai ser lido ele vai ser apropriado por alguém já usa esse termo de apropriação então ele vai ter a sua interpretação também ele pode acatar aquela ideia pode não acatar pode a partir daquela ideia fazer uma nova tema nova interpretação então leitor também é um agente ativo na produção do conhecimento histórico a medida
em que ele que recebe isso e ele reproduz isso nos momentos né talvez não cientificamente falando dentro da academia mas Ele carrega isso E aí ele vai trazer algumas definições de história pois eu quero que vocês Leiam lá na página 51 52 essas definições são partes importantes as nossas aulas elas precisam ser muito focadas das principais partes do texto por isso que não dá tempo da gente abordar tudo e se vocês perceberem esse livro é pequeno mas nós vamos dar conta do livro todo né por isso eu preciso que depois vocês lerem o texto com
atenção E aí ele parte para uma parte muito legal que são algumas perguntas e algumas respostas Ok Fique atento essa parte do texto e ele vai colocar algumas perguntas lá e vai começar a discutir essas perguntas para a gente entender mais do que seria a história Então fala assim primeiro da verdade sobre a verdade qual é a situação da Verdade então o homem principalmente no período moderno é um humanismo a existência da ciência você tem essa busca pelos pela ideia da razão a racionalidade vai nos dar a verdade e o pós-modernismo que seria a ideia
de um de uma crise desse paradigma moderna a partir do século 20 a gente tem vários textos [Música] em crise é um processo muito longo né Nós estamos em crise e ainda você tem aspectos moderno né mas o que ele traz são elementos dessa pós-modernidade onde você não tem um certo errado você tem versões você tem opiniões né não tem definições centralizados uma maneira de desmistificar a verdade não é a verdade é a verdade daquela interpretação é a verdade para aquela interpretação então segundo por isso que você na história sempre que você foi escrever um
texto historiográfico na prova no trabalho sempre você vai falar segundo Quem então se fizer uma pergunta a história é objetiva ou ela é subjetiva né segundo eu sempre vou falar segundo o autor tal Porque porque eu posso fazer essa pergunta para um outro autor e vai me dar uma outra resposta então sempre carregue a referência segundo jeans segundo foco segundo Thompson segundo enfim [Música] você delimita e aí você fala qual é a ideia a sua ideia quando alguém perguntar qual é você historiografia Ela é feita de outros textos vão fazer muito isso quando vocês são
questionados sobre alguma coisa quadro de referências não vai além de si mesma incapaz de aprender o mundo dos fenômenos a palavra e o mundo a palavra e o objeto continuamos separados página 57 do texto Então o que ele fala é isso né as muitas vezes a gente quer definir de forma objetiva objetiva e a verdade tem isso mas quando você fala de teorias da história você fala de definições você fala de versões a verdade ela pode estar ligada a uma cultura ela pode estar ligada a realidade ela não se concretiza uma única definição por isso
ela pode ser questionar segunda questão existe uma história objetiva ou a história não passa de interpretação interessante né dos Fatos e da interpretação os fatos eles podem ser comprovados né como eu disse para você hoje tem vídeo você comprova as datas você comprova a partir de documentos oficiais mas explicar o que causou as questões que estão por trás desses fatos aí fica mais difícil é a ponta do Iceberg é aquilo que eu vejo aquilo que eu marco mas tem vários elementos e são esses outros elementos as causas consequências implicantes que eu não consigo datar que
eu não consigo traçar de formando Clara né então que muitas vezes eu não vou conseguir comprovar e provar tudo é são interpretações são análise são teorias sobre aquilo hipóteses sobre aquilo então aí você vê essa questão da fragilidade mesmo lá na página 60 o autor fala assim o que está em alta nunca são os fatos mas o peso a posição a combinação e a importância que esses fatos trazem Com referência uns aos outros na elaboração de explicações Essa é inevitável dimensão interpretativa a problemática quando os historiadores transforma acontecimentos do passado em padrões significantes que nenhum
representação literal desses acontecimentos como fatos poderiam jamais produzir então o historiador ele pega esses Fatos e ele coloca numa esteira Ele vai tentar articular a ligação desses fatos Ele vai tentar analisar a relação desses fatos dentro daquele contexto por exemplo nacional e às vezes no contexto internacional é muitas vezes numa curta duração mas em outros momentos numa longa duração Então essas análises de observarem isso que tá acontecendo aqui mas isso aqui tá ligado um aspecto de saco passado Então isso é um questionador fazer essas ligações essas análises essas interpretações e isso fato não faz o
fato Ele é fato ele se dá agora a interpretação dele porque ele aconteceu né da onde ele surge Por que que aquilo né aquela interpretação aí você vem com um texto do [Música] you origem que ele vai falar o seguinte e quando acontece algum fenômeno alguma crise social um problema algum fato histórico que gera um mal estar Social o historiador precisa existir porque ele vai lá no passado resgatar elementos para tentar entender por que que eu tava com você porque aquilo né porque e a gente faz isso na nossa vida acontece algumas coisas e a
gente começa a pesquisar isso é perigoso isso não é enquanto a gente não tem uma resposta um diagnóstico naquilo a gente não acalma o nosso coração né então a gente precisa buscar isso no passado mais pessoas tiveram isso nem isso é normal né que isso precisa de informações essa carência de orientação a gente não vive enquanto a gente não tem as nossas dúvidas respondidas Então essas carências de informação é que fazem a importância trazer a importância da história para a humanidade então a história é importante porque ela ajuda a sociedade a partir de interpretações diferentes
ele vai o sentido para que ele faça ele vai trazer um sentido essa palavra que fala ele vai dar sentido para aquilo que a sociedade está vivendo por que que não tá acontecendo e a partir daquele sentido a sociedade vai ter uma consciência Olha a gente não pode deixar mais isso acontecer então o que a gente vai fazer para nunca mais isso acontecer né vai mudar isso a gente vai fazer diferente então a importância da história para a sociedade é muito grande muito grande mesmo nós temos que valorizar a nossa área fazer com que ela
seja valorizada também pode existir o método para dizer o que aconteceu mas não existe método trazer o que os fatos significam então isso também é uma conclusão do Historiador então Historiador ele vai trazer esse elemento de interpretação terceira questão da parcialidade O que é parcialidade quais as suas dificuldades para erradicar então será que é possível o historiador não se posicionar E aí o autor Vai falar o quê não adianta né você vai sempre ver uma história assim de posições uma história de interpretações e Uma História ideológica Então essa questão de eu não vou me posicionar
você neutro é algo que fizemos não acredita e por isso que a gente tem que ter essa consciência por mais que a gente lute para que a coisa que possa acontecer de forma neutra né a gente tem que ter a consciência de que nenhum trabalho vai ser totalmente meu né O que é empatia ela é possível como porque e se ela não for possível porque parece tão importante tentar alcançar mesmo assim Sabe aquela coisa de se colocar no lugar do outro no passado né isso acontece muito quando a gente está estudando a gente tenta ser
colocando no lugar do outro existe uma das Linhas teóricas que acreditava na possibilidade de você se colocar no lugar do outro quando existe uma lacuna Mas isso também é problemático né porque não tem como eu saber o que é se colocar no lugar do outro porque até mesmo sentimentos são historicamente construídos você sabia existe um livro que ele fala com o sentimento de maternidade né o sentimentos mais afetivos que a gente acha que é uma coisa natural de todos do mundo ele foi sendo construído ele existe de até certo de expressar e até mesmo de
elaborar e sentimento era diferente historicamente construído né é historicamente construído por exemplo a relação com os animais com os pés né hoje tem relação de quase um filho né Isso é da temporada da Sé contemporânea esse tipo de relação de ser relacionamento com os animais você não tem nessa intensidade em séculos atrás você tinha um carinho mas talvez não tão grande como hoje né porque Quais foram os acontecimentos talvez porque muitas pessoas deixaram de ter os seus filhos e foram transferidos para os animais são elementos históricos e quando eu falo isso eu falo porque porque
se eu levar ai né no passado eles estavam matando os cachorros para comer Nossa como assim como não tinha coragem porque o meu sentimento hoje para analisar ontem me colocar no lugar do outro nem sempre vai dar certo é problemático Quais as diferenças entre Fontes primárias e secundárias e entre provas e fontes o que está em jogo nesse aspecto tá uma mesma fonte pode ser considerada primária quando secundária tá o que é isso sou de primária é quando a gente está falando assim olha eu quero estudar sei lá os Jesuítas no Brasil então como eu
fonte primário é o Jesuíta vou ler as cartas deles beleza e as fontes secundárias seriam o quê isso é no geral tá em Minas Gerais ah são a historiografia que fala sobre os Jesuítas vou pegar todos os pesquisadores fezes artigos que falam nos Jesuítas então para entender os Jesuítas no Brasil eu vou usar Fontes primárias que são os documentos Jesuítas e as suas secundárias que são os documentos historiografia Mas o que ele tá falando é tudo depende do meu ponto de vista porque se eu quiser entender como a historiografia viu o Jesuítas no Brasil a
minha forte primária não vai ser o texto do Jesuítas serão os textos historiográficos sobre o Jesuítas no Brasil entende que o que define isso não é o ter a fonte em si porque pros positivistas o que definiria era isso né Essa área fonte primária porque ela saiu do Jesuíta uma fonte mais antiga mas não param todo vai depender do ponto de vista né mas mesmo assim o que vai garantir a pesquisa né O que garante a pesquisa ser ou não objetivo ou subjetiva para o autor não vão ser Fontes porque ela vai ser continuar sendo
subjetiva mesmo se for baseada em Fontes primárias ou secundárias enfim né então entenda isso são duas cores para os positivistas primárias as mais importantes eram essas fontes originais daquele momento histórico e é secundária seria historiografias coisas que eu depois o autor vai desmistificar isso também e em segundo lugar ele vai observar que mesmo trabalhando com essas Fontes chamadas primárias isso também não vai me garantir a verdade absoluta é o historiador vai falar dessa questão da prova ao invés de evidência ele fala do Historiador isso gera Muita confusão pois sugere que a fonte pode ser a
prova a verdade absoluta que determina a conclusão histórica então ele vai questionar isso nem sempre você pode ter uma fonte uma fonte mentirosa eu trabalhei com documentos que analisar uma inflação no Brasil no período da ditadura que eram documentos índices oficiais que não eram verdadeiros que estava acontecendo no mercado naquela época mas era um documento oficiais Então nem sempre um documento ele vai ser a prova né mas a existência da daquilo também é um indício de que olha porque os documentos oficiais maquiagem da da gente de inflação né então também eu também uma informação importante
mesmo quando você tem uma fonte mentirosa no sentido de informação ela também é fonte ela também traz informação do passado é o que é e o que a gente faz com para minha para pareamentos com caos feito com intimidade mudança a gente gosta dessas perguntinhas na escola a gente sempre via isso é possível fazer o que se pede sabe aquela coisa Quais foram as causas da Revolução Francesa quem né respondeu isso na escola [Música] nenhum método da conta a gente responder isso tudo né Quais são as causas efeitos a gente pega algumas questões mas dá
a resposta ideal e perfeita é sempre uma tentativa né mas sempre são versões Então as causas foram essas com não segundo talvez segundo outra versão a causa é essa mas diante disso tudo a história parece que vai ficando tão fraca tão frágica para ser meu Deus tem que fazer nesse curso né não tem verdade não é isso não existe um método existe um desor científico aí mas a ciência ela também ela é limitada ela também é frágil né Mas aí tem uma pergunta interessante a história é arte paciência e ele vai falar que no século
19 você tem aí correntes que vão observar a ideia a importância da ideia da Verdade a ciência né E aí por outro lado você também vai ter essa ideia de que a história como ela é um texto narrativo ela praticamente a arte é uma criação né não tem nada de ciências o debate a arte ciência já se mostra ultrapassado nos próprios termos epistemológicos que é como a ciência histórica se dá e metodológicos as expressões ideológicas que ainda se expressam no termo método até por causa da atitude relativamente descuidado e arrogante dos historiadores no que se
referem a teoria e a auto Então o que ele observa isso essa ideia de arte ciência ela ela é meio que ela tá ultrapassada ela não é mais um referencial para gente né E também até mesmo a ideia de ciência uma coisa que o próprio Thompson vai falar ela é ciência mas ela é frágil mesmo sem ciência porque a ciência ela não é [Música] inquestionável questionável ela não é de todo objetivo Ela também tem suas fragilidades né porque a ideia de ciência ao longo das décadas ele até dos séculos ela muda né não é aquela
ciência dura Verdade Absoluta E aí o autor conclui essa parte falando que ele é cético ao pensar na ideia de uma história que traz a verdade ou a verdade ainda estou para eles existem verdades diferentes interpretações a história ela é feita de teorias distintas né E aí ele vai mostrando os aspectos que Ele carrega de ideologia né Ele é um pós-moderno também ele não acredita nessas definições de uma única verdade é o único caminho eu acho interessante é observar isso porque sendo ou não pós-modermos o que a gente precisa entender com esse texto que eu
acho muito interessante caminhando para conclusão dele é justamente o que ele aponta é porque ele desmentifica algumas coisas que a gente precisa realmente da história são os limites da do Ofício do Historiador né É entender que esse Historiador também é um indivíduo né E nessa nova realidade pós-moderna né que se coloca dentro do da Concepção historiográfica a história ela tem um desafio né que é sobreviver mesmo nesse mundo ele vai terminar o texto moderno a história ela tem que se colocar como algo múltiplo como algo de possibilidades distintas visões e que isso enriqueceria o discurso
da história então é muito importante para a gente pensar e pensar a história como essas inúmeras possibilidades de escrita da história então a história hoje ela é uma ciência feita de diferentes teorias diferentes das versões diferentes histórias tá ela é subjetiva limitada provisória seletiva porém científica porque ela carrega elementos da ciência e a gente vai ver nas próximas aulas como ao longo do tempo a história se dá como um objeto da própria história Ok Leia um texto atentamente marcas dúvidas desse texto aqui nós encerramos a unidade da nossa disciplina na próxima aula nós vamos pensar
o ponto dois até mais [Música]
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