Saudações a todos e a todas. Espero que vocês estejam muito bem, porque eu estou, eu sou o professor Justino. Aqui nós temos as minhas redes sociais para você já seguir.
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E hoje eu, você, o Justininho, todos nós vamos discutir um pouquinho sobre a BNCC Computação. E você já sabe, você está entendendo errado a BNCC Computação e com o Justininho, >> vem brincar com Justininho, >> você vai entender tudo certinho. Simbora.
Vem comigo. O que que você tá entendendo? O primeiro ponto que eu queria colocar para você é sobre o chamado pensamento computacional.
Já fala aí pros seus amigos, paraas suas amigas, pensamento computacional, que a pessoa já vai achar que você é super chick and smart. Olha lá, algoritmo é resposta, pensamento computacional é pergunta. Quando nós falamos em pensamento computacional, a BNCC computação, ela quer nos impelir, nos forçar, nos levar a pensar com os nossos estudantes de forma mais criativa, em que ele possa ser interpelados por problemas, por situações reais e construir possibilidades de solução de problema.
É isso que a BNCC Computação quer de nós. E o algoritmo, tem muita gente falando besteira, algoritmo é o final, pensamento computacional é o processo. Vamos entender isso com mais detalhes.
Olha lá, a já clica isso aí, salva, curte, compartilha. Vou deixar no Insta também, hein. A memória, a maioria das aulas sobre pensamento computacional faz alunos seguirem a instrução.
Gente, educação infantil. Aí a pessoa vira para mim e fala assim: "Vou dar uma receita de bolo, vou ensinar a fazer fila do lanche". Isso não é pensamento computacional, isso é passo a passo, isso é sequência lógica, isso é treinamento, isso é comportamento.
Receita pronta não é pensamento computacional. Tá aqui, ó. Receita pronta não é isso parece organizado, mas não desenvolve pensamento.
Vou dar uma receita. fazer receita é seguir algoritmo. Ah, concordo que você vai seguir o passo a passo, mas isso não é pensamento computacional.
Eu preciso trazer a pessoa, o estudante, a criança para dentro do problema. Não basta só seguir o passo a passo. Pensamento computacional não começa no algoritmo, que é essa sequência de passos lógicos.
A, nós começamos o pensamento computacional em um problema. Então, anote, guarde, não esqueça. Olha aqui os três passozinhos que eu trouxe para você.
Antes de resolver um problema, entender o problema. Ah, mas como é que eu faço isso na educação infantil? Que é muita gente me pergunta, né?
Ah, eu quero colocar os estudantes sobre como organizar a fila do lanche. Então, você não vai dizer um passo a passo, você vai chegar para ele e vai colocar um problema. Crianças, tá demorando muito pra gente ir comer.
Como que vocês acham que a gente pode organizar isso aqui da melhor maneira? E aí juntos, em conjunto, essa criança, esse adolescente, esse jovem vai construir as possibilidades com sua ajuda. E aí você vai construindo.
Então, antes de resolver um problema, você precisa entender esse problema. E antes de executar, você precisa decidir. Olha como muda a forma de pensar.
Eu não entrego a solução na forma algorítmica, mas eu tento junto com os meus estudantes fazer isso, dá trabalho, dá, vão chegar na resposta toda hora. Não, mas é isso, é justamente isso que é o bacana, é construir essa solução. Gente, nós estamos demorando para fazer eh determinada atividade.
Como que a gente organiza as mochilas no começo da aula? Como que a gente organiza? Vamos pensar mais fund um, fund, vamos pensar história, por exemplo, que é uma das minhas praias, né?
Como que nós podemos organizar uma navegação marítmica? Não é dar os passos, é pensar, é dar o problema e o estudante criar essa sequência de passos para resolver. Então, antes de resolver, entenda.
Antes de executar, decida. Antes de organizar, palavra-chave, guarda, coloca aí. Questionar.
Se você ensinar pensamento computacional desde as crianças, educação infantil até fund, funde dois e médio, sem trabalhar questionamento, não é pensamento computacional, você tá fora da BNCC. Combinados? Quais são os quatro pilares?
Foco daí é agora. Decomposição, abstração, padrões e algoritmos. É claro que da educação infantil até o ensino médio, isso vai gradando em complexidade.
Qual é a ideia da decomposição? É eu aprender como que eu pego problemas complexos e transformo em etapas menores, certo? Isso já é uma, isso já é um começo pra gente pensar na abstração.
Então, olha, eu vou decompor um problema muito grande em problemas menores. Isso a gente tem que tomar cuidado, porque saber decompor decompor problemas, às vezes eu destruo a possibilidade da solução. Então, se eu quero, por exemplo, vamos pegar o exemplo da fila do lanche.
Qual é o problema? Eu preciso dar um problema pro estudante. Ó, qual é o problema?
Nós precisamos que todas as crianças consigam em tempo hábil chegar eh a tomar o lanche antes de terminar o intervalo. Esse é o problema. Agora, para fazer isso, o que que a gente tem que fazer?
Ó, primeiro tem que sinalizar o horário. Então, eu preciso saber a hora. Depois que eu sinalizar o horário, nós precisamos pensar como que a gente começa essa organização.
É do maior pro menor, é do da direita pra esquerda, é de quem tá à frente da sala para quem tá no fundo. Então eu pego o problema e vou decompondo em problemas menores, certo? Depois eu vou abstrair.
Esse esse é difícil, hein? Abstração é uma parte complicada, porque a abstração significa pegar esse problema complexo, entender as partes dele que não influenciam no meu resultado final e eu vou tratar esse problema esquecendo aquilo que não é importante. Ó que colocou, que que eu coloquei lá para você, ó.
Descobrir o que importa e ignorar o resto. Ah, mas eu tô com fome. Isso importa na hora de fazer?
Importa para você, mas para organizar a sala não. Ah, eu tô pensando sobre as grandes navegações e trabalhar algoritmo com ela. O que que importa na grande navegação?
É chegar no resultado final. Ah, eu dei um problema de física e aí eu tenho os carrinhos. Eu vou calcular S = SO + VT.
É, fala, foi longe, hein, física. O que que importa na solução do seu problema e o que que não importa? Eu preciso retirar aquilo que não influencia na solução do meu problema.
Isso é a abstração e eu vou tratar ele. E aí entender os padrões, o que que se repete ao longo do tempo? O que que eu tenho que fazer sempre?
Eu tenho que me levantar, eu tenho que ir até a porta, eu tenho que comer. Eh, eu Então, quais são os padrões que se repetem? Eu vou gravar um vídeo falando sobre Torre de Hanoi, tá?
Eu gosto muito dela. Eu vou falar sobre Torre de Hanoi para ensinar isso aqui para vocês no próximo vídeo, tá? Se você curtir, dá um comentário aí, deixa o que que você faz, traz exemplos pra gente trabalhar aqui, tá?
E aí eu venho com o algoritmo, tá vendo? Primeiro eu tenho que decompor, depois eu tenho que abstrair, depois eu tenho que pensar nos padrões para depois construir o meu algoritmo. Então tudo vem de um problema e de um tratamento desse problema para então eu construir o meu algoritmo.
E tem gente fazendo errado, começando por algoritmo, como se isso resolvesse o mundo. Algoritmo é o fim, não o começo. Mini exemplo pra gente fechar.
Se eu te peço para escrever um passo a passo para escrever o dente, você consegue, mas você não pensou sobre o problema. Isso não é pensamento computacional. Entendeu o que que é comportamento?
O comportamento da criança, do adolescente, permite que ele faça um passo a passo sobre como escrever, porque na como escovar os dentes, porque na vivência dele, na experiência dele, ele já fez. Agora ele pensou sobre o problema de escovar os dentes. Ah, então para escovar o dente o que que eu preciso?
Eu preciso abstrair aquilo que não importa, me concentrar no problema, eu preciso decompor, eu preciso pensar o que repete e então construir o algoritmo. E se eu te coloco em uma situação onde algo está dando errado ou algo pode ser melhorado, pode ser que não esteja errado, mas pode melhorar, aí então você precisa analisar, ajustar detalhes e decidir. Olha, o algoritmo que você construiu, você tá escovando o dente, mas não tá ficando bem escovado.
O que que você precisa ajustar? O tempo? O que que repete?
Sempre colocar a o creme dental sobre a sua escova? Será que a escova atrapalha? Será que eu preciso acordar mais cedo ou mais tarde?
O que que influencia? O horário influencia o que eu comi. Então, tá vendo que eu começo a analisar isso desenvolve pensamento computacional.
E por fim, aí começa o pensamento computacional. Não esqueça, printa, curte e compartilha pra gente saber. Por fim, alerta pedagógico rápido e universal.
Se a gente reduzir pensamento computacional a algoritmo, vira checklist, atividade mecânica, moda pedagógica vazia, a gente perde o mais importante. Pensamento computacional é sobre criatividade, é sobre o estudante conseguir pensar sobre um problema e criar solução para ele. É sobre isso que nós estamos falando, combinados e combinadas.
Então é isso, pessoas, bom coração. Você já sabe, ensinar algoritmo é fácil. Qualquer tutorial na internet faz e tem muita besteira por aí.
Agora ensinar a pensar, dá trabalho, demora e claro, vão errar no processo até a gente conseguir acertar. Eu sou o professor Justino e você já sabe. A gente se vê.
Yeah.