Muito bom. Então vamos que vamos. Chat tá funcionando. Já vi que vocês escreveram aqui. Maravilhoso. Vamos com tudo, então. Então tá bom, pessoal. Então hoje a gente vai conversar um pouquinho do pertencimento, OK? E já vou avisar que alguns vão se incomodar, OK? vai dar uma luta feia aí com o ego de Cada um de vocês, ok? Alguns vai ser tranquilo, outros vão entrar numa guerra com o ego aí, ok? Então, o que eu vou pedir para vocês é assim, ó, não é para engolir o que eu vou falar, mas é para refletir, ok? Então,
vamos, não é para engolir, não é para rejeitar de cara, absorve. Depois vocês vão refletindo devagarinho, combinado? OK? Então, boa. Então, antes da gente começar, queria fazer umas reflexões com vocês para Preparar um pouquinho a consciência de vocês pro que vem pela frente, ok? Então, vamos lá, vamos trocar ideias aqui. Por que que eu sou agora? Vamos olhar pro físico, tá? Pro físico. Por que que eu sou fisicamente diferente de vocês? Ou porque que eu sou fisicamente diferente dos meus irmãos? Quem me ajuda aqui fisicamente? Não tô falando de consciência, não tô falando de gênio,
de nada disso. Fisicamente por que meu cabelo é assim, meu olho é Assim, meu nariz é assim e não tem outro igual. Pode ter parecido igual, não tem. Por quê? Como é que é possível isso? Que que vocês acham? >> Pode falar, Regina. >> Combinações genéticas. Combinações genéticas, não é isso? Combinações genéticas. >> Acho que as informações que você recebeu é diferente das informações dos seus irmãos. >> Perfeito. Aí isso, a minha consciência. Sim. Perfeito. Mas se a gente ver fisicamente, é o que vocês trouxeram, uma combinação genética, OK? Mas eu vim do mesmo pai,
da mesma mãe que os meus irmãos. Mas mesmo assim foi feito, no meu caso, uma combinação genética diferente, não é isso? E então tá legal. Podemos observar, acho que todos observam aqui, que viemos da mesma fonte, né? Da fonte criadora, da Informação, de Deus, do criador. Aqui é uma questão de nomenclatura. Cada um vai dar um nome diferente, mas vamos chegar no mesmo lugar, certo? A fonte, a fonte criadora, Deus, o criador, poderia me gerar sozinho, só na vontade dele? poderia, não poderia? Tem poder para isso. Tem poder para isso. Mas pode ser, agora a
gente não tem certeza, agora a gente vai refletir. Pode ser que se ele gerasse direto ia ser todo mundo igual. Não é isso? >> Também não, porque cada um é uma experiência. É, >> então cada, mas ok, mas por que que cada um é uma consciência? Tem um por que que Por que que um é diferente do outro? Vamos usar essa reflexão, porque tem uma combinação genética, não tem? >> Então, o Carlos >> pode falar, Regina. como se a gente fosse partes do todo, que nem no nosso corpo tem as células do fígado, do Coração,
que formam um ser integral, mas cada um tem a sua função, tá num determinado lugar atuando de alguma forma. >> Perfeito. Perfeito. Então, somos partes do todo, mas cada um tem a sua individualidade, não é isso? E se a gente olhar pro nosso físico, físico, vamos olhar pro físico primeiro. Essa individualidade vem da combinação genética, não é isso? Então nós viemos dessa trilha informação Espermatozóide do papai que trouxe uma combinação genética dele, óvulo da mamãe que trouxe uma uma um conjunto genético da mamãe uniu então formação, Deus criador, óvula, espermatozóide e gerou o Carlos. Mas
o Carlos tem essa fisionomia porque recebeu a genética da mãe e do pai. E essa genética que eu recebi da mãe e do pai, se a gente falar fisicamente, é o que gera a minha individualidade física, não é isso? Não é isso? Genética do papai uniu com a genética da mamãe e fez o olho do Carlos ficar castanho. Como fez o olho do car do outro ficar azul, do outro ficar verde, uniu lá a genética do papai com a genética da mamãe e fez o formato do rosto do Carlos, não é isso? É isso que
tá diferenciando. E aqui, pessoal, Carlos, eu não gosto da cor do meu olho. Lamento, vai ter que engolir, não é Isso? Porque a genética veio do papai e da mamãe. Não tem onde fazer para mudar a cor desse olho. Pode pôr uma lente, pode, mas a hora que você tirar a lente vai est lá o castano. Ah, mas eu queria ter olho verde. Vai ficar quendo. Não é assim. Por que un essa genética e não tem o que eu fazer? Oi, boa noite. Eh, pegou, né, a do papai e da mamãe, mas os irmãos são
diferentes. >> Isso porque é uma combinação genética diferente. Veio genes, não sei o nome científico para isso, mas veio genes diferentes do papai e da mamãe e formou o irmão diferente. >> Hum. Tá. OK. >> Tá. Então, OK. Então, estamos analisando fisicamente, não estamos falando de consciência, não estamos falando de gênio, de nada disso. Tô falando de cor de pele, cor de olho, tipo de cabelo, Veio, veio deles, >> ó Carlos, mas se calhar também podemos ter eh algumas pessoas nascem com certos corpos para poderem eh cumprir a missão para qual elas vieram, porque quando
al >> alguma pessoa nasce com uma deficiência ou isso, isso já não faz parte do contrato da alma. >> OK? Mas se a gente primeiro estamos analisando aqui a nossa parte física, certo? >> Sim, eu estou a falar da física. Há Pessoas que têm com deficiência justamente porque elas propuseram vir faz parte do seu contrato de alma. >> OK, entendi. Mas eu tenho que observar que essa genética do pai e da mãe influenciou, certo? >> Sim, sim, sim. >> Influenciou. OK. Então tá, vamos guardar esse raciocínio físico que é mais palpável pra gente andar durante
a aula. OK? Então eu recebi essa genética do pai e da mãe aqui. Estamos falando da parte Física. Só quero que vocês guardem isso. Bem, então muito bom. Então a aula de hoje, pessoal, a gente vai falar bastante e a gente vai cair num tema que a gente já falou um pouquinho, ó. colocaram no chat aqui energias que trouxemos de outras vidas. OK, mas aqui já saímos da parte física, já estamos indo paraa parte energética. Aqui a gente tá falando só do físico por enquanto, OK? Então, onde a gente vai cair? Hoje a gente vai
conversar Bastante, a gente vai cair num tema que a gente já falou, que é do amor incondicional, ok? Então, vamos refletir um pouquinho mais o amor incondicional antes da gente começar. Então, o amor incondicional, pessoal, é aquele amor que a gente não vai, não tem julgamento, ok? Mor incondicional a gente não julga. Carlos, eu vi uma pessoa morando na rua. O amor condicional é pegar ela, trazer para casa, dar banho, alimentar, arrumar Um emprego, cuidar dela. Não, isso não é amor com senhor. Isso não é amor com senor. Isso é apego. Isso é a sua
necessidade. Isso é seus traumas fazendo esse movimento. OK? Porque primeiro, não sei nem se aquela pessoa quer sair da rua. Eu não sei nem o que que ela fez para estar na rua. O amor incondicional é você olhar aquela pessoa na rua e não julgar. O amor incondicional você parar um pouquinho do seu dia, olhar para aquela Pessoa e se ela vier conversar com você, você conversar sem julgar. Esse é o amor de inicional. OK? Então, Carlos, é fácil amar incondicionalmente, pessoal? Para mim não é. Agora eu tenho que falar a minha a minha experiência.
Não sei você, mas para mim não é fácil amar o amar incondicionalmente. OK? É aqui aquele termo assim, é lindo falar do amor incondicional, mas é difícil fazer, Mas a gente caminha para isso, não é? A gente vai se trabalhando, expandindo a sua consciência, limpando a consciência, limpando o porão pra gente, porque a gente veio do amor condicional e para lá que a gente vai voltar. Então esse é o nosso caminhar. Não é fácil, mas é possível. OK? Não é impossível. É possível, caras, mas é difícil. Eu sei que é difícil, mas é possível. Eu
tenho que observar isso e eu tenho que ir trabalhando para ir Caminhando para isso. Porque hoje a gente vai falar de papai e mamãe. E para olhar papai e mamãe a gente tem que ter o amor incondicional ou a gente tem que vir trabalhando esse amor incondicional. OK, Carlos, mas minha mãe foi maravilhosa, fez tudo para mim, uma mãe de ouro. Essa é fácil amar. Ah, Carlos, mas meu pai não foi o pai de ouro. O pai foi ruim, o pai brigou, o pai bateu, o pai bebeu, o pai abandonou. A gente vai, se a
gente trabalhar o nosso amor incondicional, a gente vai ver se pai um pouquinho de fé, ok? Então, tá. Outra coisa pra gente refletir, eu acho que aqui muitas pessoas são pais, muitas pessoas são mães, ok? Levanta a mão, quem nunca errou com os filhos? Tem alguém que nunca errou com os filhos? Eu sou pai de três. Ó lá, a Rosana libera o som aí, Rosana. >> Eh, Freud já falava, mas façam como vocês quiserem, vocês vão errar de qualquer maneira. >> Isso não é OK, então tá. Então, posso falar? Vou falar por mim, a minha
experiência. O meu filho mais velho que eu tinha era muito mais novo quando ele veio. Ele se ferrou. Se ferrou. OK. Se ferrou de verde amarelo. Por quê, Carlos? Porque eu errei muito com ele. Errei por todos os lados. Controlei Absurdamente. Para cada erro, se eu for pontuar os erros que eu fiz, os que eu lembro, né? Eu vou pontuar o erro e com certeza eu vou dar 1000 razões porque eu errei. Eu vou querer ficar argumentando meu erro. Isso não vai adiantar. Eu já errei. Isso que a gente tem que entender. OK? Então, ah,
eu controlei o Artur quando ele queria fazer tal coisa. Ah, mas eu controlei por causa disso, disso, disso, disso, disso. Controlei, já errei. Terminar com o filho do meio, que é o Noa, já só faz 2 anos e 3 meses que eu erro. Com certeza já errei na criação dele. OK. Com a Serena que tá na barriguinha da Ju também, com certeza já errei, porque eu tô conectado com ela, com certeza já eri. Então a gente tem que entender. O erro faz parte, hein? O erro vai, o erro faz parte. Eu posso amar, Carlos, mas
você ama seus Filhos? É óbvio que ama. Se vocês me perguntarem assim: "Você morreria pelos seus filhos? Eu como pai da boca para fora, vou falar que morreria na hora que eu ia ver se morreria ou não. A mãe, eu acho que morreria. Nada, porque a conexão é outra, não tenho, não tem o que dizer, né? Mas eu amo eles. Amo muito. Mas mesmo amando, eu erro. OK? E lá na frente eles vão ter que Entender isso. E se não entender eles vão sofrer, porque eu posso errar por amor. Só que se eles não entenderem
isso lá paraa frente, eles vão sofrer. E aí vai ser uma coisa deles, eles carregarem esse sofrimento. Combinado? Então, ponto importante, todo mundo erra, que eu preciso saber disso para mais incondicionalmente, que é questão de escolha, não é questão de erro. Eu posso ter feito a melhor escolha possível para mim, foi pior para ele. Só que eu escolhi por amor, mas escolhi errado. E agora com 41 anos eu escolho diferente do que com 20. É óbvio que sim. OK? Meu pai, a mesma coisa. Meu pai quando teve o primeiro filho fez umas escolhas. Quando nasceu
o caçula, depois de anos, ele fez outras escolhas, n? Ok? Então, hormônio incondicional é isso, entender que são escolhas. Escolhas t consequências, mas são escolhas. Até aqui, pessoal, estamos caminhando junto, estamos preparando o terreno. Então, tá? Então, a gente tem que observar que o amor incondicional é um caminho que a gente percorre. Quando a gente ama incondicionalmente o outro, tudo fica mais fácil, tá? E tem uma outra coisinha que eu tenho que entender. Eu errei muito com o filho mais velho. Errei, trabalhei muito esses erros em mim, mas errei. Eu querendo, não querendo, eu tô
conectado com esse filho. Não tô, porque ele tem minha a minha genética. Se a gente falar em genética, eu tô conectado com ele. Não tem o que eu fazer. Só que agora vamos vir paraa consciência aqui. A minha consciência tá conectada com a consciência desse filho, não tá? Tá conectado. Já aconteceu com vocês? Acho que eu já dei esse exemplo. A casa tá uma beleza. O cachorro tá quietinho brincando lá com o brinquedinho dele. A mãe tá tranquilona. Chegou o pai estressado. O pai não falou nada. O pai só chegou, o cachorro já começou a
andar para cá, para lá, daqui a pouco ele tá querendo pegar o rabo, a mãe já tá ficando nervosa e o pai não falou nada, o pai só Chegou. Aconteceu isso porque a consciência chegou e a consciência tá em desequilíbrio e ela vai emaranhar com quem tá naquela casa. Só que eu tenho que entender, a minha consciência tá emaranhada com a consciência do meu filho, ele querendo ou não. A consciência dele tá emaranhada comigo, eu querendo ou não. OK? Aí eu posso fazer uma escolha de emaranhar só com o positivo, desconectar do negativo. Isso eu
posso tudo, mas que Que a gente tá emaranhado, a gente tá. Então eu tenho que entender. Quanto mais negativo eu tenho na minha consciência, pior vai ser essa conexão, OK? Pior vai ser essa conexão. Essa frequência vai ser não legal. Então, eu tô emaranhado com a mãe, eu tô conectado com a mãe. Quanto mais problemas eu tenho aqui com a mãe, essa conexão com a mãe, ela vai sofrer interferência. Quanto mais problemas a mãe tem, quanto Mais negativo a mãe tem na consciência dela, mais ela vai interferir nessa conexão mi dela. Concorda? Não é isso,
cara? Então você tá querendo dizer que quanto mais a mãe e o pai tá equilibrada, eles já estão ajudando o filho. Sim. Como? Quanto mais o filho tá equilibrado, eles estão ajudando a mãe e o pai. Vice-versa. Aqui é uma mão de dois lados. Combinado? Então, quanto mais raiva eu Tiver, eu posso me conectar com a mãe pela raiva ou posso me conectar com a mãe pelo amor. Lembra que a raiva é negativa? Porque a gente fala que é negativa. Raiba é raiva. Rai ficou negativa porque a gente observa como uma informação ruim. Mas eu
posso me conectar com a mãe pela raiva ou pelo amor. Uma conexão vai ter um um resultado, outra conexão vai ter outro resultado. Eu posso conectar com o pai pela tristeza, vai ter um resultado. Posso conectar pelo pai, conectar com o pai pelo amor, vai ter outro resultado. Eu posso me conectar com o Artur pela culpa, porque eu errei muito. E se eu guardo essa culpa, eu posso me conectar com ele pela culpa. Isso não vai ser bom para ele, não vai ser bom para mim. Agora, se eu elimino essa culpa dentro de mim, essa
frequência clareia, essa conexão clareia. Concordo? Então, quanto mais uma consciência vai se equilibrando, vai trabalhando, mais quem tá conectada com ela vai se beneficiando. Tranquilo até aqui? Tá. Deixa eu ver no chat se tem alguma dúvidas aqui. Pera aí. Cada um tem sua. Tem que ver. Ó, eu errei muito com o meu primeiro filho porque eu via muito a opinião de outras pessoas, não era muito e era muito segura. No segundo errei menos porque Tive mais decisões na criação. Perfeito. Isso todo mundo, pessoal. No meu primeiro filho para trocar a fralda dele, eu tinha medo
de quebrar ele no meio. Na minha cabeça, a perna dele ia sair na minha mão se eu trocasse a fralda. OK. Do no eu troco no escuro, viro para cá, para lá e vida que serve. Mas no primeiro filho tinha medo, hein? No para dar banho no no primeiro filho. Era uma estratégia ninja. Ele vai Morrer. O no peguei no segundo dia, vamos lá pro chuveiro, toma banho, acabou. Deu umas espirradinha, deu, mas tá vivo até hoje. E com a Serena agora vai ser mais food ainda. Normal. >> Isso todo mundo. OK. Isso é muito
real. Parece que sinto antes, ó. Isso é muito real. Parece que sinto mesmo antes do meu marido chegar em casa, dificilmente eu erro. Perfeito. Ele fica nervoso com algo, a casa inteira fica desestruturado. Perfeito. É isso mesmo. OK. Como pai, como pais, devemos deixar eles fazerem o que quiserem. interrogação. Orientamos e explicamos tudo que pode acontecer e e deixar eles fazerem o que acharem certo. Como pai, vou dar a minha opinião. Como pai eu tenho que orientar, mas orientar com amor, não no controle. Conversar, orientar e ele não vai escutar e eu vou conversar De
novo. Por que que ele não vai escutar, pessoal? Porque nós não escutamos. Não é isso? Nó, eu falei mil vezes pro meu filho que o estudo era importante. Minha mãe falou 100 vezes para mim que o estudo era importante. Quando que foi importante? Quando a água bateu na minha bunda e eu vi que era para mim. E com o meu filho vai ser igual. Então eu vou orientar no amor, não na dura. Aí é o amor, no amor Incondicional. E ele vai fazer umas escolhas que eu não concordo. Vai, mas é só escolhas. Aí eu
não vou julgar. que é completamente diferente de abrir mão do filho, não é isso? Tem hora que a gente vai controlar, tem hora que a gente vai controlar. Se o filho for por lá na frente do ônibus, eu vou controlar e depois vou explicar porque que eu controlei, mas com amor, não pancada. Na pancada que eu quero dizer, não controle, no poder. Não é Exercendo o poder, é exercer no amor. Combinado? Então vamos com tudo aqui, então, ó. Ó, isso para as pessoas que moram na mesma casa ou não? Não só na mesma casa, pessoal,
porque não tem espaçotempo, não tem barreira. Não tem barreira. Não existe barreira. Tem gente que fala assim: "Carlos, quando eu faço algum terapeuta às vezes fala isso, né? Eu me Sinto invadido quando eu faço um atendimento. Se a gente for ver bem, pessoal, não tem invasão, porque a consciência não tem barreira, a informação não tem barreira. O problema é que você se sente invadido. Se a consciência emaranhou com a sua, é porque tinha que emaranhar por algum motivo que talvez você não saiba, mas tinha que emaranhar e tá tudo bem. OK? Se não fosse pra
gente fazer conexões que a gente não quer, nossa Consciência vinha com muro e não vem. Então, a gente tá conectado o tempo inteiro, combinado? Então, vamos que vamos. Vou projetar para vocês aqui. Vamos com tudo. Projetou lá. Vou pedir só para vocês me confirmarem se tá projetando para vocês. Tá projetando. Então, tá. Vamos com tudo aqui, ó. O seu lugar já existe e está dentro de você. Vamos começar com essa reflexão. O seu lugar já existe, já existe e está dentro de você. Você tem um lugar na vida. Se você veio para cá, você já
tem. Sempre teve. OK? Então vamos com tudo. Você não precisa buscar o que já é seu. Às vezes a gente busca o que já é nosso. Então gravem isso. Você não precisa buscar o que já é seu. Muitas, muitas dores começam quando confundimos pertencer com ser. Aqui é duas Palavrinhas. Se a gente olhar rápido, ela é escrita completamente diferente, mas o sentido dela, se a gente bater o rá bater o olho rápido e não refletir, elas vão ser igual. E isso que dá toda a confusão, ok? Pertencer é uma coisa, ser é outra coisa. E
é isso que a gente vai conversar aqui hoje. Quando vocês entenderem a diferença de pertencer e ser, tudo fica mais fácil, OK? Enquanto a gente achar que essas Duas palavras é igual, a briga vai ser pancadaria dentro de vocês, porque elas têm uma diferença. Pode ser sutil, mas que muda completamente. É isso que a gente vai ver aqui, ó. Hoje vamos clarear essa diferença. Libertar pesos antigos e abrir espaço para o amor fluir. Então, a gente precisa entender essa diferença pro amor poder fluir mais fácil, OK? Pertencer é a raiz que não se arranca. Pertencer
é a raiz que não se arranca. Meu olho é castanho e acabou, Carlos. Mas eu não gosto. Tá bom, mas é, não tem como mudar isso. Seu olho é castanho Carlos, meu cabelo é caracolado. Eu quero ele liso. Faz chapinha, joga química. Choveu, tá caracolado. Não é assim. É assim que funciona. Por incrível que pareça, anos e anos atrás eu já fazia a chapinha porque eu Queria o cabelo liso e usava tiara, tá? Aí eu encanei tanto com tanto com o cabelo que ele caiu. Tá bom? Vamos lá. Pertencer é a raiz que não se
arranca. Não tem como mudar. Não existe c pertencemos aos nossos pais porque através de ó aqui já tem gente pulando de raiva. Calma, respira. Vamos, vamos refletir. Pertencemos aos nossos pais porque através deles Deus, a fonte criatura, o Criador, a fonte de tudo, nos deu a vida. OK? Por que Deus, a fonte criador, usou os pais para me dar vida? Eu não sei responder, mas eu sei que ele usou, OK? Então eu acho que eles são importantes, senão não teria usado porque é deles que vieram à minha individualidade. Agora eu posso vir paraa visão informacional.
Vamos sair da genética e Vir paraa visão informacional. recebi um conjunto informacional do papai, recebi um conjunto informacional da mamãe e a informação primária. Deus, a fonte criadora. Essa tríade gerou caus. Então, conjunto formacional da mamãe, conjunto formacional do papai criou o quê? A individualidade do E aqui a gente pode aprofundar um pouquinho mais, porque se a gente já falou disso, vou falar outra vez, ó. Se eu entendo que a Informação está em mim e eu estou na informação, eu sou uma partilha dessa informação, não sou. Se Deus está em mim, eu tô em Deus.
Se o criador tá em mim, eu estou no criador. Eu sou uma partícula desse do criador. Só que não vai adiantar milhões de partículas iguais. Tem que ter uma alguma diferença, tem que ter a individualidade. E essa individualidade veio das Informações, conjunto informacional papai, conjunto informacional da mamãe. Vamos traduzir. Conjunto informacional veio da das alegrias, das raivas, das rejeições, das tristezas, as preocupações do papai, das crenças, dos pensamentos, das histórias que a mamãe viveu, gerou o car. Então eu pertenço a eles. Como eu pertenço ao criador, eu pertenço dos pais, porque eles eles foram eles
Foram necessários para gerar o ponto. Então, pertencemos aos nossos pais porque através deles Deus, fonte criadora nos deu a vida. Eles foram o canal que nos trouxe ao mundo e moldou nossa individualidade. Se o termo pertencer tá doendo, esquece um pouquinho o pertencer. Vê aqui, ó. Eles foram o canal que nos trouxe ao mundo e nos moldou nossa individualidade. Concordam com isso ou não? Sem eles não ia ter o Carlos. Podia ter outro Carlos. Se não fosse meu pai, com a minha mãe, não tinha ter o Carlos. Podia ter o João, a Maria, o José,
o Antônio, mas não o Carlos. do jeito que o Carlos é, tanto fisicamente como o conjunto informacional do Carlos. OK, Carlos? Então você tá querendo dizer que as suas escolhas também é baseado nas informações papai e mamãe? Sim, porque Eu recebi informações deles, depois gerei as minhas, mas eu tenho informação deles em como eu tenho informação do vovô, do da vovó, da tataravó, da tá tá taravó, eu recebi tudo isso. Pergunta para vocês aí, ó. Como me sinto quando reconheço que pertenço, independente de qualquer circunstâncias? Como é que vocês se sentem ao refletir que vocês
pertencem, independente da vontade de vocês? Alguns vão falar: "OK, legal". Outros vão falar: "Nem a pau juvenal, não pertence ao meu pai de jeito algum, não é isso?" Mas pertence. Então, pertencimento é a raiz que não se arranca. Pode fazer a birra que você quiser. Você não vai arrancar essa raiz, porque se você arrancar raiz, você não existe, você volta sem informação primária. Concordo? Tranquilo até aqui? Tão muito bravos comigo ou não? É por isso que a gente muitas vezes se pega fazendo certas atitudes que a gente não gostava no pai ou na mãe. >>
Perfeito. Exatamente. A gente já vai ver o porquê disso. E >> obrigada. >> Combinado. Exatamente isso. Vamos dar um passinho a mais. uma pergunta. >> Pode, lógico. >> Ah, nesse aspecto assim, só envolve mesmo a questão eh linear, uma questão biológica ou uma criança adotada, por exemplo, ela vai ter característico, seranhada, vai acontecer da mesma forma. >> Da mesma forma, da mesma forma. E tem outra curiosidade, é assim, a pessoa que tenha conhecido o filho ou pai ou a mãe Depois de muitos anos. Esse emaranhado vai continuar, esse emaranhado vai continuar. Isso continua, essa conexão
continua. Eu refiro ao pai ou à mãe biológica que não traz. Então adotado que tem os pais pais biológicos. Mas vai que esse maranhá também >> também tem também tem. >> Então é essa pessoa vai ter dois dois dois aspectos. >> Perfeito. Cara, você quer dizer que essa Pessoa vai ter um pouquinho mais de sujeirinha para eliminar? Sim. Porque ela vai estar emaranhada com os dois pais e as duas mães. Carlos, mas eu nem sei quem é meu pai. Ele subiu. Eu nem sei. Minha mãe nem sabe quem é. Mas vocês estão em Maranhos. E
esse é um dos primeiros traumas pra gente começar a eliminar, porque a gente tá em mar >> e e provavelmente uma história mais Prática, né? Uma coisa aconteceu para mim. Sim. Perfeito. Exatamente. Combinado? Então, muito bom. Então, ó, vou voltar aqui só para vocês verem. Fotografem essa questãozinha aqui, ó. Como me sinto quando reconheço que pertença, se você fala assim: "Carlos, eu não gosto. Marca aí, não gosto". E depois você vai entender o por não gosta. Carlos, eu gosto. Marca aí. Eu gosto, para mim é tranquilo, para mim é horrível. Eu não quero, Carlos, eu
não quero. Tá bom, eu respeito o seu não querer. Mas aí você vai ter que entender porque que você não quer, porque a hora que você entender o você não quer e eliminar isso em você, a gente vai ver o que vai acontecer. OK? Então tá. Pode libertar, ser, pode libertar ou Aprisionar. A gente viu pertencer, agora o ser. O termo ser. O significado do ser, ele pode nos libertar ou nos aprisionar. Aí vai entrar a individualidade de cada um. OK? Ser dos pais pode ser mal interpretado como posse ou controle, criando resistência. Então é
aqui que a gente não pode confundir o pertencer e o ser. Ser do pai traz essa posse, traz esse Controle. E aqui que a gente se fecha. Então, se a gente observar que pertencer e ser é igual, a gente vai se fechar para isso e aí a gente vai sofrer um pouquinho na nossa história. OK? Então, ser dos pais pode ser mal interpretado como posse ou controle, criando resistência. Aí vocês vão resistir. Se vocês observarem que vocês são do pai, vocês vão resistir. São da mãe, vocês vão resistir. Ok? O verdadeiro ser reconhecer que carrega
a mesma origem de vida que o gerou. O verdadeiro ser é reconhecer que carrega a mesma origem de vida que o gerou com liberdade para viver de acordo com quem você é. Ok? Então, se vocês observarem que ser é posse, isso dá atrito, isso gera controle, não vai ser bom nem para você, nem pro papai, nem para você, nem pra mamãe, nem Para você, nem pros seus filhos, porque você vai passar essa informação para eles. Porque se eu tenho na minha consciência desequilíbrios com o meu pai, agora eu assumo o papel de pai, passo a
informação pro filho, ele pode passar a ter desequilíbrios comigo, porque é essa informação que eu passei para ele. Eu tô falando que eu amo ele, mas a consciência dele tá rodando um arquivinho que eu joguei lá na união Espermatozoide óbvulo, que pai é ruim, que pai não sei o quê, que pai não sei o quê, que pai não sei o quê. Eu tenho que entender isso, car. Mas eu falo pro meu filho todo dia que eu o amo, mas o arquivinho dele tá rodando lá na consciência. Você você entregou isso para ele. Se eu tenho
problemas com meu pai, posso passar os problemas também pro meu filho. Meu filho agora eu ocupei lugar de pai. Percebem aqui como a gente tem que olhar com muita atenção para isso, com muito amor para isso. Porque se eu tiver problemas com o meu pai agora, eu assumo o papel de pai. Eu replico isso, posso replicar isso no meu filho. OK? Então tá. O verdadeiro ser é reconhecer que carrega as mesmas origens de vida que o gerou com liberdade para viver de acordo com o que você é. Em quais momentos eu sinto que ser Significa
perder a minha liberdade? Porque se vocês perguntarem para mim assim, Carlos, você pertence ao seu pai, eu vou falar pertenço. Carlos, você é do seu pai, eu vou falar sou. E tá tudo bem. Se vocês perguntarem para mim, Carlos, você pertence à sua mãe? Vou falar: "Pertenso. Você é da sua mãe?" Eu vou falar: "Não, porque eu tive traumas com a minha mãe, que não tive com o meu pai. Mas eu tenho que entender que eu Pertenço à minha mãe. Então eu tenho que resolver esses traumas com ela. Não falando com ela, mas eu tenho
que resolver aqui dentro de mim, porque senão minha conexão com ela vai est sempre turva. Se eu tenho problemas com a minha mãe, não resolvo. Minha conexão com a minha mãe vai ser sempre ruim. E agora a esposa é mãe. Então minha conexão com a esposa vai mudar, porque a Minha informação com mãe é negativa. Agora ela é mãe, não é minha mãe, mas é mãe do meu filho. Minha conexão com a esposa m ouviram falar assim, Carlos, o casamento foi por água baixo depois que ficou grávida? É porque é mãe, você tem problemas com
a sua mãe, agora você tá em Maranhão diferente que a esposa, que agora ela tá acessando outras informações da sua consciência. Você tem problema com seu pai, agora você é pai, Tá vindo à tona. Percebe a importância da gente olhar para isso? Só que enquanto eu julgava a minha mãe, não adiantava. A mãe não mudava. Não é para ela mudar. O problema é que eu esperava ela mudar, aí me gerava mais dor. O problema é que eu esperava ela amar. Carlos, mas ela te amava? amava do jeito dela, que não era suficiente para mim, mas
isso é um problema meu, entende? Enquanto eu não resolver isso Aqui, eu vou ter problemas com a mão e os dois estão prejudicados. Então, eu posso observar que por amor a mim, eu tenho que resolver essas pendengas com a mãe dentro de mim. Não é falando com ela, não é enfiando na cabeça dela, não é esperando ela mudar, mas aqui porque eu me amo, eu tenho que resolver isso dentro de mim. Parar de julgar. Primeiro ponto, eu tenho que parar de julgar, porque ela só fez Escolhas. Enquanto eu julgar, eu não consigo eliminar. Por quê?
Porque aí meu ego vai bloquear. Só que eu pertenço a él. E isso eu não tenho como mudar. A esposa, eu consigo mudar, o amigo eu consigo mudar, o emprego eu consigo mudar, o filho não consigo mudar, mas consigo ter outro. Fico tentando, mas a mãe eu não consigo. Caros, eu tenho 15 filhos, ainda não fiz o ideal. Não vai fazer. Você vai morrer fazendo o Filho, não vai fazer o ideal, porque o ideal é na na sua visão do filho ideal. OK? Então, olha lá. Em quais momentos eu sinto que ser significa perder a
minha liberdade? é com o papai ou é com a mamãe ou é com os dois. Para minha consciência ficar clara para mim isso. Para mim resolver o problema que eu tenho com a minha mãe, primeira, primeiramente eu tive que tomar a consciência que eu tenho um problema com ela. Esse é o primeiro ponto. Tem que tomar essa consciência. Eu tenho problemas com a minha mãe. Minha mãe me rejeita, tá bom? Agora eu vou resolver isso aqui dentro. Combinado até aqui. Então vamos dar o pass. Deixa eu ver no chat aqui. Pera aí. Só pra gente
não deixar pergunta muito muit muito para trás. Ó, eu pertenço, mas não aceito. Pera aí. Eu não, eu ó, eu pertenço, mas Não aceito uma série de coisas. Perfeito. OK, Carlos. Eu pertenço, mas não aceito. O que eu não aceito, eu vou trabalhar dentro de mim. Esse é o pertencer. Eu pertenço, mas não aceito. Tá bom? O que eu não aceito, eu tenho que olhar para dentro de mim, não esperar que o outro mude. Entenderam isso? O que eu não aceito, eu tenho que limpar no meu porão, na minha consciência, não querer que o outro
mude. OK? O Pertencer me faz sentir aprisionada. Isso. Mas aqui a gente tem que observar. Eu tô entendendo o pertencer como ser. Por isso que eu tô me sentindo aprisionado, porque eu tô tô colocando o significado de ser no pertenco, o ser que vai trazer o controle, que vai trazer a posse. OK? Por isso que eu, mas eu entendo isso, Carlos. Eu me sinto aprisionada se eu observa o que eu pertenço. Você tá se sentindo aprisionado que você tá pondo o Significado de ser no pertencer. Você não é do pai, mas você pertence porque você
veio dele. Você não é da mãe, mas você pertence porque você veio dela. He reflita um pouquinho. Vínculo indissolúvel. Isso, ó. Antes do HQI, pera aí, vamos ver aqui. Antes do HQI não reconhecia que era pertencente a eles. Depois que eliminei, olha lá, depois que eliminei muitas informações negativas que senti e tive em relação Aos meus pais, esse ano meu pai fez uma declaração de amor para mim, que eu cheguei a chorar. Depois de 47 anos, ele disse que me ama. Minha mãe também disse que sou linda e quando eu era pequena, ela dizia que
eu era feia. Até hoje elimino quando surge traumas com eles. Perce aqui, pessoal, é a prova que tudo muda quando a gente trabalha. O hemaranhamento muda. Vou ler de vou ler de novo. Tá lá no chat, ó. antes do HQI não reconhecia Que era pertencente a eles porque tinha atrito. Carlos, eu me sinto aprisionada se eu observo que eu pertenço a eles. Tem atrito aí. Depois que eliminei muitas informações, depois que foi lá pro porão, eliminou as informações negativas da consciência, tive que senti e tive em relação aos meus pais. Esse ano meu pai fez
uma declaração de amor para mim. Por quê? mudou a conexão entre vocês. A mãe Me falava que eu era feia e agora ela fala que eu sou linda. Mudou a conexão entre vocês. Mas observem, pessoal, ela praticou a HQ. Não foi a mãe, não foi o pai. Ela trabalhou nela e aí a conexão já muda por si só. Gratidão. Hoje me sinto muito grata a eles e me sinto que pertenço a eles. Perfeito. Ó, deu um passo maravilhoso e e posso dizer com toda certeza que a que a vida dela Com certeza mudou, porque aí
a vida abre, porque daí as coisas fluem. He, ó, mesmo com todas as inseguranças, problemas dos meus pais, eu amo ter vindo a vida através dele. Entendo as fraquezas deles, como eu tenho as minhas. Perfeito, perfeito. Maravilhoso. Ó, estamos no caminho. Exatamente isso. Pode falar, Conceição, agora que eu que eu >> Oi, boa noite, Carlos. Boa noite todo mundo. Carlos me corrija se tiver errado. Então eu posso entender que o pertencimento noite >> ele tem a ver com a carga de informação recebida e aos aspectos comportamentais. O pertencer e o ser é a forma como
a gente lida com o pertencimento. >> Pode pode ser pode ser. Bom >> para assim pensar de uma maneira resumida. >> Posso, posso, posso sim, >> né? e a gente acaba decidindo por ser ou não ser em função dessa desse pertencer, né, de porque não é só aspecto, eu não vejo como só aspecto informacional, porque tem a questão comportamental também no convívio, né, que a gente pode espelhar o comportamento dos pais ou pode ser antagonista ao comportamento dos pais também, né, discordando. >> Perfeito. >> Então, nesse caso, a maneira como eu trabalho essa essa esse
espelhamento, Esse antagonismo. Tem lógica o que eu tô falando? >> Tem, tem. E a maneira que você vai trabalhar isso é a vivência que você teve com eles, é as informações que você foi gerando nessa vivência com eles. É o sentido que você foi >> gerando. >> Acho que extrapola um pouco a questão assim de sentir compaixão pelos pais, entender que eles vieram de outro momento, não é isso? É uma coisa mais >> mais profunda, né? É mais profunda, né? >> Perfeito. Exatamente. >> Tá bom. Obrigada. >> Imagina. Gratidão. Então aqui, pessoal, uma dica para
vocês com todo o carinho do mundo. Quem se incomoda em observar que que pertencer é pesado, quem olha pro pai e pra mãe é pesado pertencer, tem informações para trabalhar nessa consciência, tem informações para trabalhar nesse porão. OK? E aí já pode ser o início da limpeza De vocês. Carlos, por onde eu começo? Pode começar por aí. Começa no papai e mamãe que você vai achar um monte de inform. Eu já no começo da aula eu já comecei falando, se meu filho mais novo, se o mais velho for trabalhar HQI, se ele começar pelo pai,
a vida dele muda, porque o pai pôs um monte de lixo ali dentro por amor, mas pôis. Certeza que coloquei certeza. Combinado. Vamos dar uma passinha a mais aqui, ó. Pertencer e ser não são a mesma coisa. Pertencer e ser não são a mesma coisa. Pertencer é um vínculo permanente e incondicional. Ser é a expressão da origem de vida, mas quando distorcido pode virar submissão ou perda de si. Então a gente não pode distorcer isso. OK? Ó, dúvidas no chat lá, ó. Desde criança nunca me senti pertencente À minha família. sempre me senti excluída ou
não vista. Ó, coisinha para trabalhar aí nesse porão, nessa consciência. Já acessou que não se sentia pertencente. Maravilhoso. O passo difícil já foi dado. Agora é só usar o que vocês sabem ou que vocês vão aprender para eliminar. O passo difícil é entender, Carlos, eu não me sentia pertencente. Show. Esse é o difícil. Eliminar as emoções é a parte fácil. Combinado? Então, olha lá. Pertencer é um vínculo permanente incondicional. Ser é a expressão de origem de vida, mas quando distorcido pode virar submissão ou perda de si. A confusão cria a busca e a busca criador.
A confusão do pertencer e ser cria a busca e a busca criador. Então, vamos entender isso. Quando acreditamos que não pertencemos, olha os probleminhas aqui, pessoal. Quando acreditamos que não pertencemos, Começamos a criar a necessidade de provar o nosso valor. Então, quando acreditamos que não pertencemos aos pais, eu crio uma necessidade de provar isso. Eu crio uma necessidade de provar o meu valor. Só que aí eu começo a fazer escolhas não tão legais, porque eu já não faço escolha pelo amor, eu já faço escolha em desequilíbrio, entende? Eu já tô em desequilíbrio. Se eu tô
em Desequilíbrio, eu vou fazer escolhas em desequilíbrio. OK? Hoje uma mãezinha me mandou WhatsApp desesperada assim: "Carlos, meu filho pegou dinheiro de mim, eu vou falar com ele". Falei: "Não vai, você tá com raiva, não vai falar com ele. Primeiro você vai eliminar isso aí aí dentro. Carlos, mas ele pegou dinheiro meu, isso é errado. Tá bom, eu sei que é errado, mas todo mundo erra. Mas se você for falar com ele agora, o pau vai tourar e não vai adiantar. Vocês vão se afastar e você não vai conseguir ajudar seu filho. Respira, elimina tudo
que sentiu, elimina as emoções, elimina os pensamentos, elimina as crenças, depois vai falar com o filho, porque daí eu vou usar o amor para falar, porque se eu falar agora, eu vou usar raiva. E às vezes a sabedoria é silenciar, tanto pra mãe como pro filho. Se a mãe falar algo que me desagrada, eu já rebato, eu vou rebater as neiras. não vai adiantar nada. Agora, se eu me trabalho antes de falar com a mãe, é completamente diferente. Quando quando acreditamos que não pertencemos, começamos a criar a necessidade de provar nosso valor. E eu não
tenho que provar nada para ninguém, pessoal. Só que se eu tiver essa necessidade de provar o meu valor, vai dar problema, vai dar doença no Corpo, porque às vezes eu não vou conseguir provar, às vezes o outro não vai ver, às vezes o outro não vai compreender, mas agora eu tô necessário, tô condicionado a provar o meu valor. Aí já comecei a fazer escolhas erradas, já comecei pôr lixo na minha consciência, no meu porão. Meu corpo vai adoecer. Percebem isso? Essa busca pode gerar sofrimento, repetições e relações tóxicas. Enquanto eu querer provar para minha mãe
que eu tô certo, esse esse relacionamento só vai por água baixa. Enquanto a mãe quiser provar pro filho que ela tá certa, o relacionamento só vai por água bate porque vai usar o controle. Como é que eu vou fazer o outro engolir o que eu quero? usando o controle, usando o poder e aí vai gerar desequilíbrio. Compreendem isso? Reflita um pouquinho isso. Deixa eu ver No chat aqui. Carlos, quando essa sensação, ó, quando essa sensação de não pertencimento em relação aos avós e tios paternos, também deve ser trabalhado também, que eles são os meus ancestrais
também são. E você vai entender o porquê já. Ao pensar no pertencer aos meus pais, me sinto bem. Mas eu também desde criança me senti excluída e não vista, como por exemplo, situações onde não fui Convidada para estar em comemorações. Tenho que trabalhando isso. Carlos, me sinto pertencente, mas tenho rusguinhas aqui. Tem coisinhas que não foi legal. Essas coisinhas tm que ser trabalhada. Quando eu me trabalho, pessoal, eu, como agora eu tô no papel de paz, se eu equilibro minha consciência, eu ajudei meus pais, ajudei meus filhos por tabela que eu marente com os pais,
emaran diferente com os filhos. OK. Deixa eu ver que é mais aqui. No meu caso, me sinto preterido pelo meu pai com relação às minhas irmãs. Aqui, pessoal, uma coisa que eu falo assim, ó. Isso também gera muito desequilíbrio. Carlos. Meu pai ama ama mais a mim do que as minhas irmãs. Se eu não tomar cuidado, isso vai me desequilibrar. Eu tenho que eliminar. Se eu sentir culpa, por causa disso, eu tenho que eliminar. E essa culpa não é sua, isso é um Problema do pai e do seu irmão. Já basta os seus problemas, mas
elimina essa culpa aí dentro. OK? Você pode até danificar sua estrutura óssea por causa dessa culpa. Combinado? Que mais aqui, ó? Muito interessante essa luz do do HQI que ensina silenciar os pensamentos de maneira eficaz e que funciona assim. Tudo fica mais fácil. Perfeito. Não, maravilhoso. Vamos dar um passinho a mais aqui. Perguntinha para vocês, ó. Onde na minha vida estou tentando conquistar um pertencimento que já é meu? Onde na minha vida estou tentando conquistar um pertencimento que já é meu? Vamos aprofundar um pouquinho isso. Buscar o pertencimento é como procurar a chave do carro
que já está com você. Já fizeram isso? Já procuraram a chave do carro na casa Inteira e quando colocaram a mão no bolso, ela tava lá? Por que que você não achava essa chave de jeito algum? Porque ela já tava no seu bolso. Então, quando a gente busca o pertencimento, pessoal, por que que a gente não acha? Porque tem pessoas que busca, tem pessoas que não quer o pertencimento, tem pessoas que buscam o pertencimento. É que o termo que vocês estão usando é Errado. Se a gente ficar buscando pertencimento, a gente não acha simplesmente porque
a gente já pertence. Buscar o pertencimento dos pais, dos avós, dos tios, é buscar a chave do carro que já tá no bolso. Você não vai achar porque você já pertence. Pertencer é fato. Sentir-se pertencente é uma escolha interna. Problema é que você não não todo problema é quando você busca o Pertencimento. Você não tem que buscar, você já pertence. Você tem que sentir que você pertence. Esse é o ponto, essa é a chave da do jogo. Esse é o segredo. Por que que eu não quero me sentir pertencente ao pai? Vai vir uma lista
de porquês e essa lista que você vai trabalhar. Por que que eu não me sinto pertencente aos pais? Vai vir outra listas de por essa lista tem que trabalhar, mas você já pertence. Você não só não sente Pertenco. Então eu não tenho que buscar o pertencimento, eu tenho que sentir. E o sentir é comigo, o buscar é para fora. Percebe que essas duas palavrinhas muda completamente o jogo. Quando eu busco, tô buscando para fora. Tô esperando a mãe mudar para mim achar o pertencimento. Não vai achar nunca. Você já pertence. Agora, se você se perguntar
por que eu não me sinto pertencente à mãe, aí você Vai vir essas respostas. Caros, eu não me sinto pertencente à mãe porque ela me rejeitou. OK, trabalha essa rejeição. Primeiro, você não pode comprovar que ela rejeitou. Você sentiu que ela rejeitou. Ela pode ter amado do jeito dela, com as informações dela, com o conjunto formacional dela. Ela te amou como ela conseguiu, caras, mas ela me batia triste, mas é o que ela conseguiu. E agora é com você eliminar isso para fluir o amor incondicional ou remoer isso e se afastando da mãe. Só que
se você se afastar da mãe, você vai sentir dor. Não a dor física, mas o corpo vai adoecer porque você já pertence. Não tem como mudar esse pertencimento. Pode falar, Rodrigo. Ô, Carlos, uma dúvida. No meu caso, por exemplo, essa questão do pertencimento, eu entendi bem e até aceito legal, né? A Gente pertence aos pais, né? pai e mãe. E só que ficou um pouco confuso para mim, porque eu tento sempre que eu tento dar um passo, eh, principalmente em sentido do trabalho, né, de fazer transição de carreira, enfim, eh, parece que me trava. E
uma coisa não sei se tem a ver, por exemplo, todo mundo fala que eu sou muito parecido com meu pai, nossa, como você parece seu pai. Até me identifiquei quando você comentou do seu caso, né? E o meu pai sempre foi aquele Cara que o trabalhador braçalva e sempre todo mundo elogia, né? Ó, como que, né, o co trabalha e é isso esforçada, isso tal. E parece que eu toda vez que eu tento fazer essa transição com um trabalho mais leve, parece que eu não vou, não sei se isso tem a ver também, eh, se
tem esse prazer de parecer com o pai também, que tem a ver, né? >> Tudo a ver, tem tudo a ver. >> É. E no caso, no caso da minha mãe, a Minha relação com ela já é mais do controle, né? Tanto que a gente ficar duas horinhas juntas, a gente começa já sair algum atrito, né? no caso assim, é, eu amo ela, ela também me ama, tudo, só que a gente tem esse conflito. No caso do meu pai, hoje ele tá, né, depois de um acidente, ele não tem muita consciência eh por causa do
acidente, né, que ele bateu a cabeça, mas sempre tive uma relação mais, né, como se fosse, até vi no comentário aqui, né, Como fosse o protegidinho do meu pai, né, mais do que o meu irmão. E e eu não quero isso paraa minha vida, eu quero, né, fazer essa transição, eu quero fluir. Isso pode ser inconsciente essa esse esse bloqueio, vamos dizer assim, >> pode porque o pai tinha um trabalho mais braçal. É isso? >> Sim. Pode, pode. Era inconsciente porque agora você trouxe pra sua consciência e Agora você consegue observar isso, consegue trabalhar isso.
E aí eu posso trabalhar o condicionamento de querer ser igual o pai, a necessidade de querer ser igual o pai, condicionamento de querer honrar o pai. >> Então são condicionament consciência. Agora o jogo, o jogo quando você traz pra consciência, o jogo já começa a mudar. Quando você elimina o jogo mundo, combinado? E depois você vai ter que Eliminar o quê? >> Os prazeres e ser igual ao pai. Isso ajuda muito. Prazer, desejo, apego e dependência de ser igual pai. Combinado? E falo isso por experiência própria minha. OK? Exatamente isso. >> Obrigado. >> Imagina. Pertencer
é fato. Já vou pro chat, tá? Pertencente, pertencer é fato. Sentir-se pertencente a uma escolha interna. Muitas vezes nos afastamos dessa verdade por pensamentos como agora tô indo pro outro lado, ó. Não sou tão bom quanto meus pais, por isso não me sinto pertencente a eles. Magoei meus pais, por isso não me sinto pertencente a eles. Me culpo por algo que fiz ou deixei de fazer. não atingir as expectativas deles. Aqui são hipóteses, tá? Tem milhões de hipóteses. Aqui são coisinhas para vocês fotografarem e se Questionarem. Eu me sinto tão bom quanto meus pais ou
não? Não me sinto. Então tem coisa para trabalhar nesse porão. Essa consciência eu magoei meus pais. Magoei. Então tem culpa. Tem que trabalhar nessa consciência. Nesse porão. Eu me culpo por algo que fiz ou deixei de fazer? tem que trabalhar. Quer ver uma culpa que muitos carregam, mas talvez não observam? Quando o pai ou A mãe partem, quando o pai ou a mãe morrem, aí os filhos começam a se culpar porque não passou mais tempo com eles. Isso tá na sua consciência. Não esqueçam, pessoal, pai e a mãe, quando eles partem, eles só, você só
não tá vendo na matéria. A consciência deles continua. Só emaranhamento continua. OK? Não atingir as expectativas deles. Tem pessoas que falam assim: "Carlos, eu sonho com meu pai". Só que no sonho ele Tá sempre triste, porque essa tristeza tá aí dentro de você, não é dele, mas você tá emaranhando com ele pela tristeza. Elimina essa tristeza, você vai começar a sonhar diferente ou nem vai sonhar mais, mas você vai sentir aqui dentro que agora ele tá bem. Não é ele tá bem, sei que você que tá bem. E aí você tá fazendo um emaranhamento diferente
com ele. OK? Quais histórias eu conto para mim que me fazem esquecer que já pertence? Quais a histórias eu conto para mim que me faz esquecer que eu já aperteço, que eu deixo a chave no bolso? OK. Deixa eu ver quem mais aqui, ó. Vou ver no chat aqui. Agora com meus tios são poucos que sinto algo bom, outros não. A maioria estiveram sempre longe, mas não transmitem amor. Eu sentia e via isso. Preciso trabalhar nisso. Precisa. Precisa, que você tá emaranhado com eles. Precisa sim. O pertencimento é uma das leis sistêmicas. Opa. O pertencimento
é uma das leis sistêmicas. Perfeito. Pertencer é fazer parte. Fazemos parte da família por meio da qual nos materializamos. Perfeito. Não querer pertencer equivale a querer romper um vínculo que não pode ser rompido. Nossa força vital vem da família de origem. Perfeito. Exatamente isso. OK. O que eh emaranhamento, pessoal, é a mesma coisa que frequência, que ressonância, mesmo significado, tá? Emaranhar, conectar, entrar na ressonância, entrar na frequência. Combinado? Se a gente olhar pelo termo físico, a ressonância, a conexão, a ressonância vai acontecendo, a frequência vai acontecer. O emaranhamento é papum, Não vai emaranhando, emaranha ou
desemaranha, frequência vai entrando, vai saindo, emaranamento é na hora. Essa é a diferença explicando o público de uma maneira mais física. O entrelaçamento, isso, isso mesmo. OK. Passinho a mais. Já volto pro chat. O falto, o falso pertencimento machuca. Então aqui é uma coisa importante e vai no que vocês já questionaram um pouquinho. Você pode não querer pertencer, pessoal, Ok? Você pode lutar para não pertencer, mas você pertence. E a sua consciência quer esse pertencimento, porque ela precisa, porque ela veio dali e ela vai dar um jeito de gerar, de buscar, de sentir esse pertencimento.
Ela vai dar um jeito, OK? Pode ser pelo amor, pode ser pela dor. Explica isso, Carlos. Pode ser pelo amor incondicional. Eu pertenço a minha mãe porque eu pertenço, Eu trabalhei ela aqui dentro. Tá tudo bem. 1000 coisas que ela fez para mim foi errado, mas aqui dentro tá tudo bem, porque eu vim eliminando isso no meu porão, na minha consciência, e agora eu pertenço à mãe. Não concordo, não faria igual, mas não julgo. Já entendi que ela fez escolhas de acordo com o conjunto formacional dela. Isso é uma maneira de pertencer, viu? Outra maneira
de pertencer, porque a sua Consciência vai buscar pela dor e aí vai ser inconsciente. Eu já dei esse exemplo várias vezes, vou dar outra vez. Eu tem exemplos que eu vou trazendo sempre que eu preciso que vocês comecem a refletir, né? Tempinho atrás eu falei para vocês que eu pertenço ao pai, para mim tá tudo bem, eu pertenço à mãe, mas isso me incomodava. Então, eu não quero pertencer da mãe. Eu não quero ser da mãe, mas eu já Pertenço. Então, minha consciência vai buscar isso de alguma mano. E a consciência que me minha a
maneira que a minha consciência achou de buscar isso é eu tendo depressão, porque a minha mãe tem depressão. Se a mãe tem depressão, eu tenho depressão, agora ela sente pertencente. Aí a pior maneira de se de buscar o pertencimento, a pior maneira de pertencer. Se tirar um pouquinho o peso, é o que o Rodrigo trouxe para nós. Carlos, eu só sustento um trabalho braçal porque dessa maneira eu me conecto com o pai. Perfeito, mas tô me conectando do jeito errado. Inconsciente, óbvio que é. Ninguém quer ter uma depressão, mas você pode ter uma depressão para
sentir pertencente àquela parte da sua família. você pertenceu. Bom, que é um termo que a visão sistêmica usa Muito, que é boa consciência, né? Só que não necessariamente a boa consciência tem informações boas. É isso que esse termo é difícil para algumas pessoas. A depressão é uma informação da boa consciência da minha mãe. Não é uma informação boa, mas faz parte da boa consciência dela. Está na boa consciência. E uma maneira de eu emaranhar com a mãe, de eu entrelaçar com a mãe, de eu pertencer com a mãe e eu gerar Depressão, porque se ela
tem, eu tenho, agora ela me aceita. Tudo inconsciente isso, pessoal, porque minha consciência vai buscar isso. E aí a pior maneira, podemos criar doenças, repetir dores dos pais ou entrar em relações destrutivas para sentir a conexão. Vou dar um exemplo mais palpável. O Carlos, meu pai era alcólatra e era muito ruim ser filha dele. Era muito ruim, mas sua consciência tá Buscando pertencimento. E você não trabalhou nada aí dentro. Você não iluminou nada que você sentiu pelo pai ser alcólo. Você vai casar provavelmente com o alcól porque sua consciência tá buscando esse pertencimento. Percebe? E
você vai separar e vai casar com outro alcólago e você vai estar no 30º casamento. O alcólogo, Carlos, mas ele veio no cavalo branco, ele era perfeito. Espera, talvez ele Vira alcólogo. Até você trabalhar isso aqui dentro. Combinado? Então, podemos criar doenças, repetir dores dos pais ou entrar em relações destrutivas para sentir a conexão. Vou dar o meu exemplo de novo. Eu e o pai, show, eu e a mãe não. Então, para que lado que eu vou? Do pai, não é isso? Minha segurança tá no pai, meu porto seguro tá no pai. Só que minha
consciência tem um vazio. Tem um vazio dentro de mim, porque eu não tenho, eu não me sinto pertencente à mãe. Eu não quero esse pertencimento à mãe, só quero do pai. Tem um vazio, então eu tenho que me vincular mais no pai. Meu pai falava que me amava direto. Eu me sentia conectado do pai, mas minha consciência quer mais. E o que que minha consciência fez? Meu pai teve infarto, eu tive pressão alta com 22 anos. É normal ter pressão alta com 22 anos, não É? Meu pai teve câncer no nervo ótico, eu tive câncer
no olho. Meu pai teve câncer no nervo ótico do olho direito e eu tive câncer no olho direito. Percebe? Meu pai viveu a vida preocupada e eu vivi a grande parte da minha vida preocupada. É o inconsciente buscando ainda mais esse pertencimento. Porque aqui dói, então eu vou grudar aqui. Aí eu vou ter que trabalhar os dois Lados, né? Esse prazer de parecer com o pai. essa dependência de parecer com o pai e vou ter que olhar pra mãezinha e cuidar também dessa mãezinha. Ela me rejeitou, eu me senti rejeitado, já foi. Eu tenho que
olhar para isso na minha consciência, no meu porão e eliminar o que eu senti. A raiva, o ódio, a inferioridade, a rejeição, a carência, o abandono, seja o que for, Carlos. Mas foi a vida inteira. Então Você vai começar a eliminar e assimamente já vai mudando. Eu não preciso eliminar tudo para mudar minha realidade. Eu vou eliminando, ela já vai mudando. É por isso que a gente ensina a observar as pequenas melhoras. OK? Tem vários alunos aqui que tinha dor e eles relatavam: "Carlos, a dor não tá passando. Vamos perseverar. Vamos eliminar. Carlos Ador tá
melhorando. Vamos perseverar, vamos eliminar. Carlos Zador sumiu. Pronto. Mas para sumir, ela às vezes vai começar a melhorar. Eu só não posso parar. OK? Mas isso, presta atenção nisso, ó. Mas isso é buscar no sofrimento o que já existe no amor. Você não precisa buscar o pertencimento, a sensação de pertencer no sofrimento. Isso é uma escolha que você tá fazendo. Pode ser uma escolha inconsciente, mas é a que você tá fazendo. E agora você tomando consciência disso, Você pode fazer outra escolha. Agora eu vou buscar pelo amor. E pelo amor é olhar para dentro de
você. Pelo amor é tirar da sua consciência as informações negativas. tirar do seu porão o lixo que você mesmo gerou. Só que para mim conseguir eliminar isso, não é que para funcionar, mas para mim ter coragem de entrar para dentro, eu tenho que começar a abrir mão do julgar. Se eu continuar julgando, eu não acho informações que eu tenho que achar. Se eu continuar julgando pai e mãe, eu não encontro as informações que está na minha própria consciência. Eu vou pôr o porão dentro do porão. Vou pôr no armário. O armário eu vou pegar, jogar
no cofre. O cofre eu vou jogar no rio do porão. Mas ele tá lá dentro. Se eu paro de julgar, Carlos, não é fácil parar de julgar. Eu sei que não é, mas devagarinho eu consigo ficando atento, perceber, ó, tô julgando A mãe de novo, tem mais coisas para mim trabalhar aqui com ela. Tô julgando a mãe de novo. Eu tenho que observar que isso que ela tá fazendo é só uma escolha dela, vinda do conjunto informacional dela, que se eu tivesse essa mesma informação, eu estaria fazendo a mesma escolha. Aí o julgamento para. Se
você entender, se você tiver o mesmo conjunto informacional da sua mãe, você vai fazer a mesma escolha. Aí você começa a olhar o julgamento de uma outra maneira, mas você tem que trazer esse exercício para você. Isso é necessário, pessoal. Perguntinha: Que comportamentos meus podem ser tentativas inconsciente de buscar conexão? que o Rodrigo trouxe pra gente aqui. E quando ele verbalizou era sem perceber, agora ele percebe. Posso estar sustentando um trabalho braçal para me ligar mais no pai? Pode. Porque aí depois ele verbalizou assim: "O pai me amava mais." Ele observou isso. Então, se o
pai me amava mais, eu tenho que amar mais o pai. Eu tenho que honrar esse amor do pai. Mas eu não tenho que honrar o amor do pai. Por que que eu não tenho que honrar o amor de ninguém? Porque a gente ama sem querer a troca. Se eu amo esperando a troca, não é amor. Se meu pai me amou mais esperando que eu amasse mais ele, ele quebrou a cara. Porque isso não é amor, isso já é negociação. Entendem? Eu amo meu filho porque eu quero amá-lo. Eu não amo meu filho para quando ele
tiver 20 anos ele me amar. Eu não cuido do meu filho para quando eu ficar velhinho ele cuidar de mim. Se eu cuidar do meu filho para ele cuidar de mim lá na frente, eu vou quebrar a cara. Ele não vai cuidar porque o meu amor já tá indo com negativo para ele. Eu posso não estar verbalizando, mas se Eu cuidar do filho para ele me cuidar, depois ele não vai cuidar. Porque eu tô mandando um amor que já não é incondicional. Eu tô mandando o amor com condições. A consciência dele tá entendendo e a
consciência dele vai falar aqui não, Juvenal, eu não vou cuidar por obrigação, porque se ele me cuidar por obrigação, ele vai me adoecer mais ainda. Ou ele cuida de mim por amor, ou ele não cuida, paga alguém para cuidar. Combinado? Passinho a mais. Quando nasce a vontade de não pertencer? Olha vocês que me falaram assim: "Carlos, me incomoda, eu me sinto presa, eu me sinto preso." Quando nasce isso, pessoal? Quando nasce a vontade de não pertencer? Quando passamos por momentos difíceis com nossos pais, quando passamos por histórias ruins com os nossos pais. Então, qual vai
ser o nosso caminho? Lembrar dessas histórias, lembrar das emoções, eliminar as emoções. E aqui a gente vai usar HQ ou algum outro método que vocês conheçam que realmente elimina. Carlos, como é que eu vou saber se elimina ou não? Lembra da história? Se chorar não eliminou. Se incomodar não eliminou. OK? Nos atendimentos, pessoal, é comum a pessoa vir e falar assim: "Carlos, isso Aconteceu isso comigo, mas isso eu já trabalhei, tá tudo bem." E eu falo: "Conta para mim". A pessoa conta e chora. Então não tá trabalhado. Vamos trabalhar agora. Então, quando passamos por momentos
difíceis com os nossos pais, esses momentos têm que ser eliminado as informações que eles geraram, senão vocês não vão se sentir pertencente. Aí vocês vão buscar o pertencimento da Maneira dolorosa, da maneira sofrida, porque a sua consciência vai buscar. Quando vemos atitudes com as quais não concordamos, essas atitudes que vocês não concordaram geraram informações negativas no seu porão, na sua consciência. Você tem que eliminar, senão você não vai conseguir se sentir pertencendo e aí você vai adoecer, porque sua consciência vai buscar esse pertencimento. É aquele vazio eterno. Caros, eu tenho que aceitar tudo que a
mãe fez comigo. Não, pessoal, não é uma questão de aceitar, é uma questão de eliminar o que você sentiu. Aí a conexão já vai mudando. Porque se você carrega a raiva da sua mãe, você tá emaranhando raiva para ela. Ela tá emaranhando raiva para você. Onde dá faísca tem fogo. Se você elimina a raiva aqui dentro, se é uma aranha diferente, ela para de tear, emanar raiva. Você não precisa pegar a mãe para casa, cuidar da mãe, dar presente pra mãe. Isso não é amor. Você só precisa estar bem com a sua bem aqui dentro.
Caros, eu não converso com a minha mãe não porque eu não a amo. Eu não converso porque não converso, mas aqui dentro tá tudo bem. Se ela precisar de mim, eu tô aqui. E é essa informação que você tá mandando pra consciência dela. Mãe, tô aqui e ela Tá recebendo essa informação, então tá tudo bem. Eu não preciso trazer a mãe para casa, dar presente pra mãe, dar presente pro pai, falar que eu amo a mãe todo dia. Não é isso, pessoal. É tá equilibrado aqui dentro. Só que se eu não olhar para os momentos
ruins com os pais, eu não vou equilibrar isso. Eu vou adoecer, caros. Mas eu fui adotado. Minha mãe me deu. É só uma escolha. É só uma escolha. Vou dar um exemplo real. uma cliente nossa, ela foi, ela, a mãe colocou ela no, no orfanato. Ela não foi adotada, mas ela passou a vida dela no orfanato. E a hora que ela se resolveu com essa mãe, a mãe até partiu. O pai até partiu. Não, o pai ela não, ela não sabe quem é. A mãe partiu a hora que ela se resolveu com essa mãe, se
resolveu com esse pai, que ela nem sabe quem é, a carreira deslancha. Carreira dela deslanchou. até ela resolver não deslanchar. É sempre aqui dentro, pessoal, sempre aqui dentro. Muitas pessoas que têm problemas financeiros tem problemas culpados. Geralmente tem, não é uma regra, mas tem. OK? Quando passamos por momentos difíceis com nossos pais, quando vemos atitudes com as quais não concordamos, quando sofremos por conta das escolhas que eles Fizeram, é aí que muitas vezes começa a nascer a vontade de não pertencer. Caros, mas eu não encontro. Vem para atendimento, a gente vai encontrar junto. A gente
encontra, pessoal, OK? Eu já falei várias vezes, eu não desisto de vocês. Se vocês não desistirem, eu não desisto. A gente vai estar grudado até achar essas informações, pode ter certeza, tá? Tem muitas pessoas que falam assim: "Carlos, tem vezes que eu emareio com o Professor Sérgio e vem a informação que eu tenho que trabalhar, porque o professor Sérgio também não desiste de vocês. Ele não tá na matéria, mas a consciência dele tá aí. Ele não desiste. Eu não desisto. Se você desistir de você, aí eu fiquei inérte. Aí eu não consigo fazer mais nada.
Mas se você não desistir, a gente vai chegar, a gente vai achar. OK? Deixa eu ver aqui. Deixa eu ir no chat. Já vou Para cá já. Ó, para pertencer a minha mãe, tive pedras nos rins. Quase todos da família da mãe tm esse problema. E ó, pegaram. Já pegaram. Raciocínio. Já pegaram o raciocínio. Onde está a dor está o amor. Muito bom. Minha mãe era diabética. Quando minha mãe faleceu, eu aqui tá escrito reivi. Acho que eu tive, eu tive diabetes, pertencimento, pode ser hipótese, mas eu tenho que Olhar para essa hipótese. Não preciso
tomar como regra, mas eu tenho que olhar. OK. Prazeres da vida para mim são pesados. Descobri que estou conectada com pessoas do passado. Tem a ver com pertencimento. Como faço para limpar? Tem a ver com pertencimento. Vou olhar, vou mergulhar no meu porão, mergulhar na minha história e encontrar o que que tá gerando esse pertencimento negativo e começar a eliminar, arregaçar a manga. Pessoal, mas não acho. Vem para atendimento quanto antes. Vamos achar isso junto. OK. Sinto que tenho pertencimento com minha mãe através do amor, mas busco uma conexão maior através da dor, da dó.
Desculpa. Sinto que tem uma conexão com a minha mãe através do amor. Pera aí. Correu aqui. Pera aí. Aqui. Sinto que tem uma conexão com a minha mãe através do amor, mas busco uma conexão maior Através da dó. Amor, mas também tem as questões negativas, como estar sempre no quarto, em depressão, etc. etc. E isso. Posso estar me conectando com a com a mãe pela dó? Posso. Eu tenho que eliminar essa dó se entender que ela tá fazendo escolha. Carlos. Mas a mãe tá sofrendo escolhas que ela fez e eu tenho que respeitar essas escolhas,
porque se eu tivesse a mesma formação dela, eu faria as mesmas. Tenho dores corporais da minha mãe já falecida. Olha aí. OK. Quando não sentimos que temos tanta ligação com os pais, de que maneira isso me afeta? Olhar para dentro e buscar se questionar por que que eu por que que eu não sinto isso? Isso pode ser uma carência, isso pode ser uma desaprovação, isso pode ser uma rejeição, isso pode ser crença, isso pode ser só pensamento, isso pode ser um condicionamento de Pensar assim, de sentir assim. Aí a gente tem que cercar essa consciência.
Aí é olhando para essa consciência e vim o que a gente vai achando, a gente vai eliminando. Vocês têm que que entender, pessoal, quando vocês começam a eliminar as informações da consciência, vocês vão começar a acessar outras informações, porque você foi treinado a não lembrar e agora você tá quebrando isso. Conforme você vai entrando para dentro, Eliminando, você vai começar a acessar mais coisas, lembrar de mais coisas, fazer mais reflexões, mais conexões, mas você tem que começar e não pode parar. E quando não conseguir mais, pede ajuda, vem pros atendimentos, hein? Dá para mudar? Dá
para mudar. Falou: "Não posso parar, pessoal. Como, como você diria sobre cuidar dos pais na vida idosa? Por amor, cuidar por obrigação não vai dar certo. Se é para cuidar por obrigação, paga Alguém para cuidar. Que se você cuidar por obrigação, vai dar negativo nas duas consciências. Tem que cuidar por amor. Não é por obrigação, não é por retribuição, é por amor. Aí você consegue trocar fralda, aí você consegue dar banho no pai, porque é por amor. Se for por obrigação, não vai dar certo, pessoal. Você vai adoecer e o pai vai adoecer mais. Vocês
estão conectados, Carlos? Mas eu falo que eu amo. É, você Fala que eu amo. Sua consciência tá mandando raiva. Da boca para fora não adianta. OK. Costumo falar que é interessante aceitar, não precisamos concordar. Depois desse trabalhar com a HQI, conseguimos um relacionamento saudável. Exatamente isso. Você não vai concordar, você só vai eliminar, ficar neutro. Você não vai concordar com o que a mãe fez. Não é isso. O amor incondicional Não é isso. O amor incondicional é não julgar. O amor incondicional é ver alguém na rua e ver que que eu uso esse exemplo? Porque
esse exemplo que é mais fácil, é ver alguém na rua e entender que ele fez escolhas para est ali. Carlos, mas eu tenho dó de quem tá na rua. Você tá julgando aquela pessoa. Você não tem que ter dó. Mas aí se é frio, não. Só tô entendendo que ela fez escolhas. E se ela pedir ajuda, eu vou tentar ajudar no que eu consigo, sem me invadir para ajudar o outro. Combinado? OK. Gratidão. Ó, tive pouco contato com os parentes maternos porque eles moram muito longe. Acho que por causa disso tenho a mesma mania de
limpeza da minha mãe. Sempre tive uma boa convivência com ela. Ó, já estão começando a acessar. Vocês já sabem fazer as reflexões, pessoal. Agora é só começar a eliminar. OK. Vamos dar uma passinha a mais aqui. Olhar para o porão da sua consciência e eliminar todo o negativo gerado nesses momentos permite olhar para os pais sem julgamentos e então algo dentro de nós começa a se pacificar. Carlos, o que fazer? Tá aqui a resposta. Olhar para o seu porão da consciência, da sua consciência e eliminar todo o negativo gerado nesses momentos permite olhar para os
pais sem julgamento. Então, algo dentro de nós Começa a se falsificar. Esse é o caminho. Esse é o caminho que eu conheço. É o único caminho que eu conheço. É o único caminho. OK? O que ainda guardo no meu porão que me faz resistir ao pertencimento. Que história ainda eu guardo lá dentro da minha consciência com o meu pai, com a minha mãe, que não me deixam me sentir pertencente? Então, todo mundo que o termo Pertencimento incomodou, tem que olhar pro papai e mamãe o quanto antes, pessoal. OK? Vamos dar um passito mais aqui, ó.
O que sustenta o vazio são as crenças. A sensação de não pertencer nasce de agora a gente tá falando de emoção, estamos falando de crenças, crenças herdadas. Não sou bom o suficiente, não pertenço a essa família. Pensamentos, pensamentos recorrentes. Não mereço Amor. Preciso mudar para ser aceito. Condicionamentos emocionais. Viver para agradar. Tem gente que vive para agradar o outro. tá ferrado. Se culpar por discordar, silenciar para evitar conflitos. Silenciar, pessoal, nem sempre é sabedoria. Sabedoria, silenciar e agir. Silenciar e agir. Que a gente fala muito no financeiro, sentir, pensar e agir. Ficar só pensando, ficar
só sentindo, ficar só Agindo. Não é bom sentir, pensar e agir. Às vezes a gente se silencia para evitar conflito e a gente guarda tudo aquilo para dentro de nós. Ou se moldar para caber nas expectativas. Ninguém fez isso. Só eu fiz isso aqui na minha vida. Se moldar para caber nas expectativas. OK? O que penso sobre mim e o que acredito que preciso mudar para ser aceito pelos meus pais? Agora que a gente tá buscando padrão mental. Que que eu penso de mim? Que que eu penso que preciso mudar? Tudo isso tá dentro da
sua consciência. Esse silenciamento da doença autoimune. Se você se autoinvadir, sim, se eu me autoinvad para não gerar conflito, vai dar uma doença autoimune. E ó, as autoimunes estão da autoinvasão. Você se invadindo, você fazendo o que não quer fazer. Fotografaram aí? Combinado? >> Ainda não. Quando >> volto lá, volto lá. Desculpa, >> imagina aqui. Pronto, pode fotografar. Só me avisa a hora que fotografou aí. >> Sim. Gratidão. Ag. Quando o amor se liberta, ele flui. Quando eliminamos as dores e distorções criadas na relação com os pais, descobrimos que é possível amá-los incondicionalmente. Carlos, eu
duvido que eu consigo amar Meu pai incondicionalmente. Elimina o que você sentiu de negativo nos momentos ruins dele. Pega todos os momentos ruins que você passou, Carlos. Foi milhares. pega esses milhares em momento, vai eliminando, você vai ver que você vai conseguir a mais incondicionalmente. Paga para ver, pessoal. Seja cientista de vocês mesmo, ok? Seja cientista de vocês mesmos. Pague para ver, não por obrigação, nem para aceitar Tudo, mas porque o amor volta a fluir. O que em mim ainda impede que o amor flua livre para meus para os meus pais? O que que em
mim ainda impede que o amor flua para os meus pais? Carlos, minha mãe me castigava. vai olhar para cada vez que ela castigou eliminar o que sentiu. Caros, meu pai chegava bêbado em casa, quebrava a casa. Vai lembrar de cada vez que ele chegou bêbado e quebrou a casa e vai eliminar o que sentiu. Esse é o Caminho, pessoal. Simples, trabalhosinho. Trabalhosinho, mas simples, combinado? A gente põe pelo onde não é para pôr. É trabalhoso. É trabalhoso. É simples. É simples. Combinado? Você já pertence, sempre pertenceu. Lembra da genética? Você já pertence, sempre pertenceu. A
vida mostra caminhos para viver isso Plenamente. Quando você escolhe continuar caminhando, a vida mostra caminhos para viver isso plenamente. Quando você escolhe continuar caminhando, essa escolha a gente vai lincar lá na aula do tomar a vida. Olhar para os pais e eliminar o negativo é tomar a vida. Isso é tomar. Se eu não olhar pros pais, eu não vou conseguir tomar minha vida, porque eu tô renegando da onde eu vim. E Aí não vai ser muito difícil você tomar. Você vai conseguir tomar um, dois e já vai cair. Combinado. Uma vez eu escutei assim: "Carlos,
tomei a minha vida, tô endividado, não quis nem saber. Viajei paraa Alemanha, você não tomou a vida, você foi louca. Não tem nada a ver com tomar vida isso. Você não tomou sua vida, hein? Você tá desequilibrado no último e tá tomando, Fazendo escolhas absurdas. Tomar a vida é olhar para dentro, eliminar o negativo, querer viver, alegria de viver. Isso é uma isso é tomar vida. Olhar pros pais. Não vai ser legal. Não vai. Não é legal olhar papai e mamãe. Não é, mas eu tenho que olhar. E conforme eu vou eliminando vai ficando legal.
Ah, Carlos, olhar pro meu pai é facinho porque eu amo muito ele. Não vai ser porque você tem um monte de dependência Dele que você vai ter que trabalhar também, OK? Então tem que fazer. Quando o pertencimento é sentido, a busca termina, o coração descansa, a vida volta ao fluxo natural. Quando o pertencimento é sentido, a busca termina, o vazio acaba, o coração descansa e a vida volta ao fluxo natural. Enquanto tiver buscando, enquanto não Aceitar iso que eu pertenço, vai dar doença aí nesse corpinho. Nosso corpinho não aguenta, pessoal. A nossa consciência até aguenta,
ela sofre. Nosso corpinho não aguenta. A gente tem que dar uma ajudinha para ele. E ajudando é eliminando essas informações negativas, ok? Como seria a minha vida se eu vivesse todos os dias lembrando que já pertence? Seria boa ou seria ruim? Deixa eu ir pro chat enquanto vocês Fotografam aí. O que me confortou quando minha mãe partiu foi que eu pude cuidar dela. Caso diferente, caso diferente eu não teria me perdoado, me conformado, mas às vezes me pego pensando que podia ter feito algo a mais. Olha para essa historinha com a mãe, você vai achar
o que eliminar aí. Olha para essa mamãe. É libertador pensar que colaboro com os cuidados da minha mãe sem ter a sensação De peso, mas antes da prática do HQ tudo era difícil. Perfeito. Agora eu cuido da mãe sem peso, não é mais por obrigação, porque eu olhei paraa mãe, esse silenciamento, ah, aqui já foi. Quando você teve muito, ó, e quando você teve muito contato com o pai e nem sabe muito bem como ele, quando você, ah, desculpa, quando você não teve muito contato com o pai e nem sabe muito bem como ele foi,
trabalhar o quê? O que você sentia por não ter contato com o Pai? O que você sentia ao ver os amiguinhos tendo o papai e você não. Começa por aí. O que você sentiu no dia dos pais que todo mundo tinha o pai lá no colégio e você não? Combinado? Quer ver um trauma meu, pessoal, que eu demorei para achar? Meu pai era show de bola. Mas um trauma que eu carregava era no dia que eu fui jurar a bandeira, que Que eu jurar a bandeira? Você faz 18 anos, vai lá, vai lá pro exército,
serve. Quem não serve jura a bandeira, né? Então é um dia no exército lá a bandeira do Brasil e no Nacional fica lá posição de sentido. Por que que serão tal para mim? Porque meu pai não foi. Quem me levou foi o motorista da grave, que tava tudo bem o motorista me levar até eu ver que o mar de moleque de 18 anos estava lá, o pai tava lá. E quando acabou o juramento, todo mundo veio para Com cumprimentar os filhos e no meu caso veio não, pai. Isso era um trauma para mim que eu
não achava, eu não encontrava, eu não encontrava. Percebe como a gente tem historinhas que parece boba, mas nada é bobo. Tudo gera informação. Fotografaram aqui? Vou dar um passito a mais. Quando você encontra o seu lugar dentro de si, a vida inteira encontra um novo lugar para você. Quando você encontra o seu lugar dentro de si, a vida inteira encontra um novo lugar para você. Aí sua vida, aí sua vida desgaste. Enquanto você não se arrumar aqui dentro, sua vida para fora não. Você pode levar no tranco e barrando. Um dia você não vai aguentar.
Um dia não vai aguentar. Percebe que as doenças só vão piorando, não é isso? Só vai piorar, Carlos. É por causa da idade. Tem nada a ver idade, Pessoal. Vai piorando que você vai guardando negativo, negativo, negativo, negativo. Quanto mais velho, mais informação, mais lixo no porão, pior as doenças. É por isso que a doença piora. Não é por causa da idade, é porque você vai guardando o lixo aí dentro. Tem pessoas de 100 anos que morrem dormindo, nunca adoeceram. Chega o fim delas e tá tudo bem. Tem Pessoas que sofrem desde os 10, desde
os 5, desde os 30. Essa é a diferença. Combinado? Lembrem disso. Quando você encontra o seu lugar dentro de si, a vida inteira encontra um novo lugar para você. Você não vai achar o lugar dentro de de si se você não observar que pertence a papai e mamãe, porque ali é o início. Se você não sentir que pertence a eles, você não acha o seu libertad. Beleza. Hoje você viu que pertencer é fato, sentir-se pertencente é escolha. Você pertence porque através dos seus pais, Deus, a fonte criadora, lhe deu a vida. O que impede de
sentir isso são as histórias, crenças, dores que ainda carrega. Quando essas informações se transformam, o amor volta a fluir e o peso da busca desaparece. OK? Pode falar, Sina. Só clica no microfoninho. >> Desculpa, foi sem querer. >> Foi sem querer. >> Pode falar. >> Não, foi sem querer. >> Ah, tá bom. Tá bom. Tranquilo. >> Imagina, imagina. Pode ficar tranquilo. Tá bom. Vamos, vamos ler de novo aqui, ó. Hoje você viu que pertencer é fato. Sentir-se pertencente escolha. Pessoal, você já pertence. Agora é uma escolha sua, se sentir pertencente ou não. OK? Lembra da
genética um pouquinho? Já veio. Seu olho já é castano, seu cabelo já é assim, seu nariz já é assado. OK? Mas sentir-se pertencente a escolha que você tem que fazer. E aí só depende de ti. Você pertence porque através dos seus pais, Deus, a fonte criador, ele deu a vida. Se não precisasse dos pais, Deus não usaria os pais. Você brotaria da macieira, percebe? Ia ter uma árvore de ser humano, mas não tem árvore de ser humano. Tem papai e mamãe. Então, por um algum porquê tem. OK? O que impede de sentir isso são as
histórias, as crenças e dores que ainda carrega as informações da sua consciência, as informações do seu cora. Quando essas informações se transformam, o amor volta a fluir e o peso da busca desaparece. Bom, olhar para papai e mamãe, pessoal, geralmente não é tão Fácil. Geralmente quando a gente olha pro papai e mamãe, a gente pega algumas coisas mais superficiais e aí que os atendimentos ajuda bastante, ok? Porque a gente vai cutar junto esse papai e mamãe. Você vai chorar, a gente vai chorar junto, mas a gente vai eliminar. Combinado? Regina, pode falar. >> Oi, Carlos.
É o seguinte. Ah, bom, deu uma bagunçada aqui na minha cabeça essa aula no no bom sentido, né? Maravilhoso. >> Cutucou, levanta a lebre, vamos limpar. Que é o seguinte, eu sempre me senti pertencente, sempre fui a queridinha do papai e da mamãe, filha única, fiz tudo que eles queriam, mas agora você conversando, porque uma coisa é pertencer o outro ser. Quer dizer, eu acabei fazendo escolhas eh que eu achava que tudo que eles faziam para mim era pro meu bem, então tava tudo certo. Ah, eu queria ter Viajado, estudado fora, mas minha mãe achava
que eu tinha que casar com bom provedor. Aí eu casei muito jovem, pá, pá, pá. seguir tudo direitinho, mas hoje eu sinto que eu tenho justamente uma trava em relação ao contrário do Rodrigo, né, que ele falou, eh, e me jogar mais ou que eu tive em me jogar mais profissionalmente por causa desse sonho da minha mãe para mim, que era ser uma boa esposa de um homem bem-sucedido, Quando na realidade quem queria ser bem-sucedida era eu e acabei de alguma forma sendo. Então acho que eu vou ter que cutucar bastante essa toca do coelho
aí para tirar esses bichos. Eu ainda ser muito bem sucedida por mim, pelos meus próprios méritos. >> Maravilhoso. E a Regina, pessoal, ela trouxe uma coisa para nós aqui importantíssima. Eu não devo tentar viver o sonho dos Pais. Sonho dos pais é sonho dos pais. Se eles não realizaram, o problema é deles. É isso que a Regina trouxe em outras palavras. Porque se eu tentar vivenciar o sonho da minha mãe, eu vou sofrer, porque o sonho é dela, da consciência dela, das dores dela, das escolhas dela, da informação dela, não da pertencer aos pais não
é realizar o sonho deles. Percebe como é uma linha muito fininha pra gente caminhar? Isso é muito importante. Agora que a gente fecha aqui com chá chave de ouro, ó. Eu não devo viver os sonhos dos pais. Esses sonhos são deles devido aos problemas deles, devido às dores deles. >> Ah, ia falar que eu acho que eu ia até, >> como eu quero trabalhar minha vida profissional, talvez no curso eu vou jogar essa coisa porque vai sair coisa aí abessa. >> Vai sair, vai sair. Perfeito, vai sair. Professor, só uma colocaçãozinha rápida. A gente, eh,
o professor falou, a gente não deve ver o sonho dos outros, mas eu queria um pouquinho mais além com relação aos pais, porque eu estou fazendo essa reflexão com relação à minha criação. Eh, a gente não deve ter eh tentar viver ou corrigir, tentar corrigir os erros dos pais, porque foi isso que eu fiz na minha Vida. e num caso aqui num relacionamento que foi claro fadado ao ao fim, porque através do que eu absorvi, dos erros dos meus pais de um para com o outro que eu disse: "Não vou fazer assim, não vou fazer
assado". Ou nesse momento esse que fez serve ou esse não serve. E claro que meu relacionamento não deu certo. E agora mesmo sozinha eu tento entrar em outros relacionamento. E agora eu tô me sabotando. >> Isso porque agora eu vou ter que olhar para dentro, eliminar. Já começo, >> Carlos. Começo aonde? Eliminando o que eu senti no relacionamento que não foi muito bom. Senão eu vou criar outro que não vai ser nada bom. Não, preciso de terapia para ontem, professor. >> Todos nós. Todos nós. >> Meu Deus do céu. Gratidão por me ouvir. >> Gratidão.
Gratidão, profundo. Rosana, pode falar, Rô. Só liberar o som. >> Ah, não. Eu só ia falar porque a Regina comentou, né, da coisa e e aí ness nessa situação que a mãe queria para ela também tem a ver com a crença da família, né? não é só da família, só da cultura que tinha na época. Então também é legal eliminar a crença total, né, de crença coletivo. >> E uma crença também ou talvez a crença que os filhos têm que honrar os pais >> também. >> Uma crença, o filho tem que ser ele Mesmo, ele
tem que, ele pertence, mas é a vida dele, é a liberdade dele. >> Mas antigamente era assim, a mulher não tinha que pensar no profissional, ela tinha que olhar para ter um bom marido, né? Tem um marido que prove, né? >> Perfeito. Exatamente. >> Que legal ela fazer. Se a gente observar, a mulher não tinha que pensar no profissional, mas a mulher foi a que sempre que mais trabalhou. >> É verdade, >> não é? A mulher sempre é que mais trabalhou, muito mais que o homem. Agora vai do que vocês acham que é trabalho >>
para mim ficar acordada de madrugada vendo o filhinho pequenininho, isso é um trabalho que eu não consigo fazer. ela consegue. Eu não sou capaz de fazer isso. OK. Isso. Então, né, a mulher nunca gera, a mulher não gerava o financeiro, mas era que mais trabalhava. Olha que Quanto desequilíbrio aí na consciência já e na consciência coletiva de todas as mulheres, né? OK. Muito bom. Deixa eu ver no chat aqui rapidão. Carlos, olha que loucura. Fiquei aliviada quando o pai morreu. Ele brigava muito. Fiquei até feliz. Loucura. Lembrei disso agora. Isso, ó. Perfeito. Trabalhar esse pai
aí. Quando meu pai partiu, sofri pela perda, mas tive paz porque fez tudo, fiz tudo que pude a ele, dando amor, recursos Materiais dentro da minha da minha realidade. Perfeito. Mas posso olhar um pouquinho para dentro e entender porque que eu sofri. Saudades é uma coisa, sofrimento é outro. Eu posso começar a olhar um pouquinho como é que eu observo a morte. Saudades, OK, sofrimento não. E >> Carlos, pode falar? >> Pode, pode sim, Vanessa. >> Então, e essa história que nem o pessoal Às vezes fica com esses papos, né? Ah, é do sagrado feminino,
sagrado masculino, dessa história que você tava falando até do prover, né? que nem hoje, às vezes a mulher ela pelo menos uma temporada da vida, que nem eu tô ajustando algumas coisas e eu pretendo primeiro arrumar agora meu financeiro para depois novamente ingressar num relacionamento que eu quero aumentar o meu nível. Eu quero uma pessoa com o mesmo nível que eu e não abaixo ou igual ou acima, né, Para poder somar. Então essa história também de falar, ah, eu quero nesse momento prover do dinheiro de estruturar deu deu, porque eles fala que o dinheiro é
uma energia mais masculina. De fato, a gente tem as duas energias, as polaridades dentro, né? Então essa questão de falar como se a gente tivesse que sempre depender só de ter um masculino do lado para conseguir fluir na vida. Isso também é errado, né? Sim, também errado. Porque Olha lá, o masculino eu já eu já tive, papai. Se eu me se eu me ajeito com ele, eu já tenho masculino que necessário para mim. Posso observar assim, >> uma vez que eu já me organizo com meu pai, então já tenho a energia do meu pai dentro
de mim, então já tô completa. Independente do meu sexo, >> meu gênero, eu consigo fluir. Acabou. >> Sim. E aí vou eliminar todos esses pensamentos, essas crenas. Agora eu sei que você vai, talvez você fique brava Comigo, mas olha só, primeiro eu vou arrumar meu financeiro para depois me relacionar. Isso é controle. Você já tá condicionando. >> É verdade. Sim, >> isso é controle. É, é porque lá no fundo também eu fico com a com aquela a aquela crença que assim, isso aí eu sei que teve, eu preciso trabalhar mais forte que veio. É como
se eu sentisse às vezes como se eu fosse um peso paraa relação. Talvez ao assistir, por exemplo, minha Mãe, quando ela ia no mercado, ela colocava, por exemplo, uma coisa na prateleheira, na prateleheira, não, na esteira ali do do mercado, meu pai tirava, aquilo me dava um strress tão grande e eu acabei ficando inverso, virando uma compulsiva praticamente, que eu me percebi assim de consumir as coisas. Ah, eu tenho vontade, tenho dinheiro, compro, compro, compro. Então eu percebo que eu virei ao contrário, como se fosse uma dor de não querer Passar aquilo. Muito doido, né?
É, e olha o perigo dessa observação, ó. Primeiro eu vou arrumar o financeiro para depois me relacionar. Se minha consciência tem traumas e não quer relacionar, inconscientemente eu não arrumo o meu financeiro. >> Ah, meu Deus. >> Entendi. >> É, é, mas é verdade. Eu até arrumei assim pessoas bem sucedidas. É vocês treinar, >> mas aí não manteve. >> Perfeito. É vocês treinarem, ouvir o que vocês falam. OK? Por que que às vezes o terapeuta pega um pouquinho mais? Porque ele ouve o dia inteiro, ele treina esse ouvir. Mas vocês podem ouvir o que vocês
falam. Ó, Carlos, primeiro eu vou arrumar o financeiro para depois o relacionamento, tá? Se a minha consciência não quer se relacionar, eu não arrumo esse financeiro nunca. Posso fazer o que for, Não arrumo esse financeiro. E às vezes eu vou ter que arrumar o relacionamento para liberar o financeiro, entende? Ou quebrar essa ordem, quebrar esse controle. Só vou viver, vou confiar na vida. Pessoal, confia na vida, ela não erra. Pode confiar. Confia na vida. Confia em Deus. Confia no criador, no termo que vocês usarem, mas confia. Ele se, ele ele ele te pôs aqui. Ele
sabe o que ele tá fazendo. Só vai, vai Eliminando e andando. Eliminando e andando. Vai dar tudo certo. Se não der certo, é porque não chegou ao final. Vai dar certo, combinado? OK. Muito bom. Deixa eu ver que mais aqui, ó. Depois que resolvemos os problemas com a família, conseguimos ter o sentimento de pertencimento. Passamos também ter o sentimento de pertencimento aos demais grupos que que participamos, como trabalho, lazer, igreja, até mesmo No grupo HQ. Perfeito. Exatamente isso. Maravilhoso. Maravilhoso. Tá, ó. Não sei se tem relação com meus pais, mas todas as namoradas que tive
não tiveram pai. Qual seria a mensagem por trás desse padrão? Aqui às vezes você tá vinculando em consciências que buscam um pai e você é o paizão. Só que talvez esse relacionamento não dá certo, porque pai não ama filha. Pai não se relaciona com filha no relacionamento Que a gente tá falando aqui. Então tem que observar. Será que eu tô sendo muito paizão? Mas percebe como vocês já estão refletindo, por que que toda namorada que eu tenho, que eu tenho não tem pai, já tá entrando no porão. Já tá entrando no porão. OK. A mulher
trabalha, pera aí, a mulher trabalha como mãe, dona de casa, para sustentar uma ordem que possibilita o marido ter uma família e buscar meios Para protegê-la. tendo amor de ambos os lados, está tudo certo. OK, mas isso também pode ser uma crença, porque o pai pode trabalhar em casa e a mãe fora, por que não? A gente não vive mais caçando, isso é da origem, mas hoje mudou. Posso observar, Carlos? Posso pelo menos eliminar essa crença e observar de novo isso? Posso eliminar esse pensamento e observar de novo isso, porque muitas crenças nossas, pessoal, Foram
geradas lá atrás. O índio saía para caçar porque o índio era mais forte. OK, mas só força bruta, né? Só força bruta, porque a mulher tem muito mais sem a mulher muito mais, na minha opinião, mulher muito mais rensata do que o homem. Eu costumo dizer assim, tem vez que eu falo pra Ju assim, Ju, homem é burro. Quando você quer alguma coisa, você pega e fala: "Se você ficar esperando eu perceber, você vai sofrer." Mas só você chegar e falar: "O homem é meio meio tapado. Se a mulher ficar esperando o homem, ah, não,
tô dando toques, eu fui dando toques, tá perdendo tempo, eu não vou ver. Fala. Às vezes o homem precisa que você fala, ganha tempo, evita, evita encrenca, porque o homem às vezes é meio tapadão. O homem, pelo menos eu, eu não, eu não consigo entender o que minha esposa quer quando ela olha do jeito assim assada, mais fácil ela falar: "Ah, e aí o Relacionamento fica mais fácil". Fica esperando, fala. Cada um tem sua qualidade, não é assim? Combinado? Deixa eu ver que mais aqui. Pera aí. Porque o filho pequeno precisa da mãe muito mais
que o do pai. Eu entendo. Mas olha lá. E o e os filhos que não têm mãe? O pai vai dar um jeito porque a mãe tá emaranhada com o pai. Porque a mãe tá embareada com o filho, mesmo não estando aqui. E às vezes a mãe Vai embarehar com o pai para ajudar o filho. Porque aqui, pessoal, observar essa crença pode ser uma pode ser um limitador do financeiro de vocês. Se eu observo que a função do homem gerar o financeiro e eu não sou casada, como é que eu vou gerar o meu financeiro?
Isso pode ser um limitador? Pode, entendeu? Isso pode ser um invitando, Carlos. Por Que que eu não deslancho? Porque você observa que a mulher não é para gerar o financeiramento. E aí pode ter casos assim, ó, não gero financeiro, não sou mãe, perco aqui o sentido da vida sem perceber. Percebe? Vale a pena a gente olhar para essas verdades, para essas crenças e vir trabalhando. E aí reflete de novo, Carlos, eu tô observando igual. Então, será que essa é a sua essência? Então, então, respeite ela. Mas às vezes é só Uma crença. Você tem que
eliminar as crenças para entender isso é crença ou não é crença. Combinado? Muito bom. Deixa eu ver que mais aqui. A força física do homem foi feita para proteger a biologia da mulher para a criação. OK, eu entendo, tá? Então eu tenho que que eu tenho que observar assim, se eu observar que a mulher é para criação, essa mulher não vai gerar matéria. Só que o filho dela precisa comer. Então às vezes ela vai ter que gerar matéria, porque cuidar do filho também é alimentá-lo, também é prover para o filho. Tem vezes que a mulher
tem que gerar matéria para cuidar do filho. E às vezes o financeiro pode estar bloqueando aqui nessa observação que às vezes eu tô observando errado, eu tô observando com crença, eu tô observando com peso. E se eu elimino essas crenças, eu posso Observar e entender isso um pouquinho diferente. E o cuidar também é também ali alimentar, não é isso? Mesmo lá nos índios, se o pai morreu, a mãe ia ter que alimentar de algum jeito. Ela ia pescar. Bom, ela poderia não matar um urso, mas pescar ela conseguiria. Ah, Carlos, mas aí a sociedade alimentaria,
tá? E se ela for expulsa dessa dessa sociedade, ela vai ter que Alimentar esse filho, ela vai ter que prover, senão a gente limita. OK? Por que não confiamos na vida? Porque tenho um marido que tenha a pera aí, deixa eu voltar aqui. Correu aqui para mim. Por que não confiamos na vida? Porque tem um marido que tem a personalidade do meu pai, que era meu ídolo. Pera aí. Por que não confiamos na vida? Porque tem um marido que tem a personalidade do meu pai, que era meu Ídolo. Mas eu criei essa realidade. Se meu
pai era do era o ídolo, eu vou criar, eu vou emaranhar com uma consciência que traga aquilo. Agora eu posso me questionar assim: será que realmente eu casei por amor ou casei pelo apego que eu tinha no pão? Pode falar, Rosana. Eh, então tem tem um cara que estuda há tanto tempo relacionamento que ele fala exatamente isso. Eu tava vendo o tempo Todo você falar, eu falei: "Nossa, tem tudo a ver, né? Que assim eh todos nós, a gente vai buscar pessoas ou situações que não vão dar o que os pais não deram. Se a
gente pensar o que que a gente queria dos pais e a gente não recebeu, é exatamente o comando que a gente precisa trabalhar. >> É o exatamente a situação, né? >> Essa carência, >> exatamente a mesma coisa, ó. Por que que eu tô com o marido assim igual meu pai? Porque é isso. >> Perfeito. É dessa ou até por eu idolatrar o pai, por eu estar apegada ao pai. Aí eu vou replicar igual. Perfeito. Eu vou replicar igual. Perfeito. Aqui, pessoal, lembra o às vezes nós vamos ter que eliminar o positivo também, não só o
negativo. >> Isso >> que nesse caso eliminar o positivo desse pai ser ídolo. Faz as minhas Dependências desse ídolo do pai. Vou ter que eliminar, senão vou ficar emaranhando com a mesma pessoa. OK? infinitas possibilidades. Perfeito. Agora eu abri a consciência a infinitas possibilidades. Show. E agora, Carlos, que possibilidade? Eu vou olhar aí que a gente fala lá naquela aula que a gente fez da nossa essência. Eu tenho que eliminar minhas verdades para encontrar minha verdadeira essência. Então, elimino a crença que a mulher é para isso, elimino a crença que o homem é para aquilo,
olho de novo. Elimino o pensamento que a mulher é para isso, elimina o pensamento que homem para aquilo, olho de novo. Carlos, agora eu tô entendendo um pouquinho diferente. Maravilhoso, porque as infinitas possibilidades existem, mas eu vou observar uma. E se eu não desconstruo a minha verdade, eu vou ficar observando sempre a mesma. E tem outras possibilidades. Perfeito. Quantas crenças tomamos como verdades? e que emaranham nossas consciências. Perfeito. Exatamente isso. Muito bom. Deixa eu ver a última do chat aqui, pessoal. Já vou liberar vocês já já. O que é preciso olhar quando o marido é
completamente dependente da mãe dele? A alegria dele é a alegria dela. E ela não está bem, ele também não está. O que o que a esposa precisa olhar? A Esposa precisa eliminar o que ela sente do marido agir assim, porque ela não vai mudar o marido. Então a esposa tem que eliminar aqui dentro que ela sente do marido hoje assim. O marido só vai parar de dia assim quando ele quiser olhar para dentro dele e trabalhar essas informações, que esse pode ser o apego da mãe, a busca do pertencimento. Aí várias várias hipóteses. Cada aula
eu vou trazer uma hipótese diferente. Mas nessa pergunta, ó, o que é preciso olhar quando o marido é completamente dependente da mãe? A esposa tem que olhar e eliminar o que ela sente pelo marido ser assim. OK? Sensação de ser trocada. Tô chutando, tá? Sensação de ser trocada, inferioridade. Tem que vir trabalhando tudo isso, combinado? Mas não esperar a mudança do marido, ele não vai mudar, pessoal. Quer dizer, se ele olhar para dentro e trabalhar, ele muda. Mas eu não posso ficar esperando isso. Eu tenho que trabalhar isso em mim. He, esse marido está casado
com a mãe, troca de marido, mas se não trabalhar em formação, vai casar com outro marido. Perfeito. Tá, vai casar com outro igual. Tá bom. Muito bom, pessoal. Combinado. Quarta-feira que vem nos encontramos novamente às 19:30. Espero todos vocês Aqui, tá bom? Amanhã, eh, na sexta-feira eu coloco o link, o link da gravação para vocês. Essa aula é uma aula que vocês tem que escutar, assistir várias vezes, fazendo anotação. Isso é importante. Tá bom? Vou colocar no grupo hoje, eh, hoje não, na quinta ou na sexta-feira o link, pessoal para vocês passarem pros seus amigos
entrarem no grupo. Eu vou deixar fixado por alguns, por alguns dias lá, tá? E aí vocês vão compartilhando pra gente trazer mais Gente pro nosso grupo, paraas nossas aulas, que é maravilhoso. Essa ajuda eu preciso de vocês aí. Bom, então tá bom. Deixa eu só parar o compartilhamento para mim ver todo mundo. OK. Aqui acho pessoal, gratidão profunda pela companhia. Qualquer dúvida que aparecer, manda aqui para mim, tá bom? >> Nos vemos aí quem tá fazendo o curso. Tem aula amanhã e nos vemos quarta-feira que vem, tá bom? Gratidão, pessoal. Gratidão. Gratidão. >> Gratidão. Boa
noite a todos. >> Gratidão. Boa noite a todos. >> Boa noite a todos. >> Boa noite a todos. É, não, não se deixa ver talvez M.