Eh, eu gostaria que a gente vivesse numa democracia. Eu gostaria que o PT respeitasse as leis, que o Lula, eh, também respeitasse as leis, não gastasse o nosso dinheiro com a Janja. Eu queria tanta coisa. Eh, mas infelizmente essa é a realidade. A gente vive neste país, a gente vive nesta realidade, né? Eh, e aí a gente tem que fazer o uso da lei, pelo menos enquanto é possível, porque nós vivenciamos uma eleição e essa eleição vai ser pior. Pelo que a gente já tá vendo aqui, nós vivenciamos em 2022 uma eleição com intervenção direta.
Você você é um dos jornalistas que trouxe a história da Vazatoga. Então você mostrou o que foi feito. Então diante do exemplo que nós já temos, não pode haver eh discurso bonito, educado. Eh, não pode haver essa essa postura magnânima do tipo: "Ah, eh, pô, seria tão bom se fosse", viu, Carol? A questão é essa. Nós estamos diante de pessoas selvagens que fazem o que for necessário. Nós temos um um ex-presidente preso sem prova. Nós temos deputados que foram presos por bobagem, por opinião. É esse o sistema que nós estamos vivendo, gente. Uhum. Não é
o não é a utopia que nós gostaríamos de viver. Esse é o sistema. Aliás, estou aqui com o Marcelo Queiroga, nosso querido ex-ministro da saúde, eh, que vai, veio aqui para comentar a vacina da dengue. Pegando aqui já a a vamos dizer assim aqui a rabeira dessa pauta, ministro, eu queria a sua opinião porque eu citei aqui antes do senhor entrar, não sei se eu estava assistindo, que a pesquisa da ATLAS poderia trazer todo o histórico de envolvimento do PT, do Lula com o master, inclusive os 300 milhões que financiaram a BION, uma parceria, né,
estratégica que o senhor vem denunciando a forma como ela vem sendo feita. O senhor conhece isso como poucos, o que expõe ainda mais o grau de envolvimento do PT, do Lula com o Daniel Vorcar? Com certeza, Cláudio, é um absurdo. Assim estarrecidos a tudo isso, né? Eles querem de toda forma desqualificar o Flávio Bolsonaro e para isso eles utilizam todos os instrumentos disponíveis. Além da mídia camarada, daquele consórcio que passou a época que eu estava lá no Ministério da Saúde na pandemia só criando narrativas. Agora esses institutos de pesquisa que são zero e vez em
errar, né? E agora eles estão com esses expedientes que são ilegais e embute aí um viés próprio dessas políticas. Pena é que o nosso querido governador Zema cai nessa patota, né? Daqui a pouco o Padilha vai pegar o Zema e criar lá mais um programa do Ministério da Saúde, né, que é o Maisema, né? E aí dá uma papa danada, né? Que aqui no Nordeste a gente gosta de comer papa e a gente sai comendo pelas beiradas. E é que eu tô fazendo aqui, viu, Cláudo? Eu tô até com o meu chapéu aqui, olíba. Tô
indo pro sertão da Paraíba, justamente para mudar essa realidade aqui no Nordeste. Põ, põe o chapéu por, por gentileza. Pera aí, ó. Chapéu tem as cores do Brasil, ó. Hã? Chapéu do cangaceiro, ó. Ah, [risadas] excelente. Deixa eu fazer uma enfrentar essa gente. Eu sei que o senhor tá entrando. Não, mas a a prioridade aqui é falar com vocês. Eu tenho assistir todo o debate. Concordo com tudo que foi exposto por você e pelos demais debatedores. É necessário que tenhamos sim jornalistas independentes que possam dizer a verdade ao povo brasileiro. Muito obrigado. Eu vou te
ouvir, Ari, mas antes eu quero colocar mais um elemento aqui no nosso debate e a gente já vai entrar, eh, ministro, na questão da dengue, tá? Mas antes eu queria, só para fazer o fechamento dessa pauta, que ela é muito importante, é o que tá para acontecer, ou melhor, o que já está acontecendo no bastidor. Eh, eu recolhi aqui, coloca, por gentileza, essas matérias, eh, ô Brenda, que estão aqui, ó. Cadê? São as matérias, ó. Vamos lá. Link 5. Se ts mantiver censura a pesquisa, resta o STF. Cássio, nossa Didi. Tá. Quem é que tá
escrevendo isso? O Reinaldo Azevedo. Não preciso, não precisa de apresentações, tá? Volta no título lá rapidamente, ó. Tá aí, ó. Se TSE mantiver eh censura, a pesquisa, resta o o o STF. O que que ele tá colocando aqui? Tá plantando a tese de que o STF é corte recursal do TSE, não é? Tem mais, não foi só ele, não. É porque que você já vê a narrativa toda da mídia. Coloca aí, STF prepara terreno para atuação em eleições e desafio. TSE liderado por Nunes Marques. Matéria da Bela Megali lá do Globo. Tá, entrou o payol
deles aí. STF prepara terreno para atuação em eleições e desafia TSE liderado por Nunes Vago. Ou seja, o STF tá querendo ter papel de corte eleitoral agora. Põe a próxima. Ala aí tá lá. Censura Inca Fogo a 1000, candidatura do Flávio Derrete aí também. a campanha, né? Preocupa PL fazia. Tem a outra aqui. Ala do TSE critica a decisão de Nunes Marques de sustar pesquisa e caso pode parar no STF. O Estadão, eles estão com a tese de que e eles querem convencer vocês, nossa audiência. Aliás, que que tá acontecendo? Vocês não estão dando like
no programa, não estão gostando do programa, né? Ou estão muito concentrados na na no conteúdo. Deixa o like aí, senta o dedo no like. Aliás, coloca o link de transmissão da nossa transmissão nas redes de vocês. Vamos bora espalhar a mensagem aqui. Tá fundamental, até porque a gente tá sendo denunciado massivamente pelo PT, pela militância do PT para que o YouTube tire o nosso canal do ar. Então vocês têm que fazer a mesma coisa. É like aqui é coraçãozinho 100% e distribuição, porque aqui a gente faz jornalismo de verdade, tá? Então coloca lá matéria do
Estadão. Olha só que interessante. Põe de volta. Ala do TSE critica decisão de Nunimar. Ala é sempre assim, ministros, né? Ala, ala, né? E e caso pode parar no STF. Bom, deixa eu explicar para vocês. O STF [roncando] não é corte recursal do TSE. Você só pode recorrer de uma decisão do TSE em recurso extraordinário em caso de inconstitucionalidade flagrante. Se uma decisão for inconstitucional, você pode, se não vira a festa, senão pode fechar o TSE, aliás, fecha o TSE e leiloa aquele prédio magnífico que foi construído, que tem banheiros com bancadas de mármore e
torneiros douradas. não bastasse o que a gente viu em 2022 de ter um gabinete dentro do TSE e um gabinete do TSE trabalhando juntos, agora a gente vai ter como esse a gestão atual do TSE não é alinhada, Nunes Marques, André Mendonça, não são alinhados, o que que o Alexandre Morais o Mares, toda essa ala vai fazer? Vai atropelar, vai esvaziar o poder do TSE. É isso, é o que está posto e já está sendo dito pela própria imprensa Ari Alcântara. Exatamente o que eu escrevi hoje num artigo que eu tá, tô tô elaborando ainda
sobre a questão de pesquisa. O STF vai interferir no TSE, é claro, já mostraram como se diz o pano de boca de pano de boca do teatro. Então não tem, não existe dúvida disso. Essa, essa esse voto do Nunes Marques é lapidar. Inclusive eu me me surpreendo porque ele vai um encontro de umas coisas que eu fatos que eu tecnicamente já opinei há muitos anos atrás sobre a questão das pesquisas. Quem conhece o Eli conhece muito bem estatística como geneticista, uma a ciência principal que ele utiliza na na na no estudo dele é na genética
é estatística e sabe como e ele e e ele sabendo do princípio das dificuldades estatísticas que tem, ele sabe exatamente que essas pesquisas da Fonfeitas, elas sempre vão apresentar tendências e a única forma que você tem que essas essa pesquisa não ser não ser tendenciosa é é expor as tendências. Então, é claro, uma vez discutindo com o Carlos Augusto Montenegro, eu disse o seguinte: "Qual é a ordem que de dos candidatos que você apresenta? Ah, beu, você tá errado, você não pode ter a ordem. Se apresenta a ordem, você tá, você tá influindo a ordem,
a ordem de pergunta aos candidatos." Então é tendenciosa. E a colocação do Nunes Marco foi perfeita, porque essa pesquisa da Atlas, ela não tem nada de estatística de pesquisa, ela é totalmente dirigida, totalmente dirigida para apurar um fato que não é um fato concreto, é um fato opinativo. É uma, você dirige para opini para para o eleitor dar uma opinião num fato que é opinião. Então é totalmente errado. e se isso como elemento de certificação de tendência eleitoral que como disse a Júlia e a e a disse muito bem a Júlia influencia nas na na
nas eleições. Então nós não podemos viver na as eleições e o processo eleitoral como cientistas políticos sabem. Ele eles são derivados, eles o cientista político, o analista político, ele faz aquilo que lhe vem. Então, a utilizar esse tipo de pesquisa é uma é um é um horror. O Giroca tá indo pro interior da Paraíba, ele sabe o que significa chegar com uma pesquisa contrária, não é verdade, deputado? Com certeza. Chegar e então e isso é feito, isso é feito de propósito. Eu tô na política há mais de 60 anos. a gente sabe disso. E e
eu eu já inclusive numa época, eu mais moço, obviamente algumas cheguei cheguei a a ideia de tentar proibir a pesquisa. Depois, concordando com o Eli, a liberdade não não a liberdade vale mais do que a proibição. Qualquer benefício que a proibição traga, a a liberdade sempre será melhor. E isso, mas isso eu fui aprender com a maturidade, com os anos. Então é, mas agora a esse voto do Nunes Marques, essa colocação é perfeita. O Cláudio Dantas tá de perfeito na colocação dele de de indignação jornalística. É isso que nós temos que ter. Então se que
se essa é a minha opinião. Eu não sei se ajuda alguma coisa com com essas colocações. Ajuda sim. Obrigado. Deixa eu devolver pro ministro que eh vou aproveitar a presença dele aqui. Eh, eu quero a sua a sua opinião sobre essa possibilidade aí, que me parece que tá cada vez mais presente, você ter um STF eh esvaziando, né, o poder do TSE na condução das eleições eh deste ano. Quer dizer, e o e a e o e o e o e como isso vai ser deletério paraa nossa democracia, né? Tá sem áudio. Ficou sem áudio.
Deve ter entrado uma ligação aí no Ele tá no celular. Deve ter entrado uma ligação. Não tem problema. Faz o seguinte, Felipe. Eh, pede para ele sair e voltar, tá? E aí você conecta ele de novo com a gente. Deixa eu transferir pra Júlia Luc aqui. Eh, porque, Júlia, isso é muito grave. A gente tem dois e já a gente já já tem muito claro aqui duas coisas que estão acontecendo. Uma delas eu trouxe ontem, que é essa santificação das dos institutos de pesquisa. Eles estão transformando, é a nova carta da democracia. Eles estão transformando
agora Instituto de Pesquisa, né, na nova cartinha da democracia. Então, ninguém mais pode falar do Instituto de Pesquisa, não pode criticar. Daqui a pouco nós seremos proibidos de falar. Vocês estão reclamando de censura de do instituto? nós seremos censurados. Eu não tenho a menor dúvida. E temos essa novidade que é o TSE fazendo intervenção no no o STF fazendo intervenção no TSE. Eh, desculpa, Júlia, ele voltou. Deixa eu aproveitar, ministro, STF vai começar a fazer o trabalho do TSE, então é melhor fechar o TSE, menos gasto, né? É, o STF há muito tempo jogou no
lixo a sua jurisprudência, né? A gente viu aí no julgamento do presidente Jair [limpando a garganta] Bolsonaro o que eles fizeram. Levaram o julgamento para uma turma, a turma que tinha lá aqueles ministros que o Lula tinha indicado para lá. Ou seja, tudo pode acontecer, né? na realidade é uma justiça especializada e na o STF só deve interferir nas questões onde há constitucionalidade. Quando não é essas questões de discussão de constitucionalidade, a palavra de mérito diz respeito à Corte Eleitoral. Senão não haveria razão de se uma Corte eleitoral no Brasil, nem uma corte trabalho do
trabalho deixasse tudo na justiça comum, um recurso pro STJ e pro STF, mas o ordenamento jurídico brasileiro é esse e a gente tem que cumprir. Excelente. Segura aí que a gente já vai entrar na questão da DENG para eu te liberar, mas eu quero ouvir a J. Vamos lá, Cláudio, você acertou quando você explicou aqui que o Supremo ele não é uma instância recursal. Na realidade, matéria que vai pro Supremo é dúvida quanto a aplicação da Constituição. Agora, a gente sabe que hoje quando for necessário as coisas vão ser feitas. Então eu não duvido que
subir pro Supremo, pro Supremo decidir diferente. Eu não duvido que isso vá acontecer. Agora, a discussão, gente, sobre a a suspensão ou não da divulgação dos resultados dessa pesquisa, ela é anterior à própria lei. Porque lei você cria, você modifica, você revoga. Então, a lei é um valor subjetivo, é uma construção que reflete uma decisão do momento daquele grupo de parlamentares. Você pode, por exemplo, a gente pode ter uma lei que, por exemplo, proíba a divulgação de resultados de pesquisa. Ou então na linha do que o Eli falou, você pode ter uma uma lei que
diga o seguinte: "Olha, pode pesquisar o que quiser, pode fazer do jeito que quiser, tá valendo." Só que anterior à lei existe o método científico estatístico. Quando a gente tá na faculdade fazendo uma matéria chamada estatística aplicada à ciências sociais, a gente aprende a fazer um questionário, porque nós como cientistas, a gente quer saber o resultado real. o instituto de pesquisa que se vende, que entra dentro. E aí que é importante, eu vou falar coisas aqui, talvez as pessoas não saibam. Tem muito instituto de pesquisa que é contratado por campanhas e a partir do momento
que é contratado por campanhas, começa a fazer parte do time da campanha. Eu sei porque eu conheço. E aí nisso ele vai manobrando ali. Bom, tem a pesquisa interna, ele olha, esse resultado aqui é ruim pra minha campanha. Como que eu posso fazer para ter um outro resultado favorável à minha campanha? Nesse caso, pode tirar nome que tá sendo eh pesquisado, pode fazer pergunta X, deixar de perguntar sobre Y, porque existe um método e a depender da forma como você escalona as perguntas, você tem um resultado para um lado ou resultado pro outro, que é
mais ou menos o que o Ari falou. Então, a grande pergunta que nós como sociedade, eu acho que esse programa é interessante por causa disso, porque a gente tem um espaço reflexivo e filosófico ao mesmo tempo. Nós como sociedade queremos o quê? A gente quer que qualquer coisa seja divulgada. A gente quer deixar um ambiente eleitoral, um território sem lei? Ou a gente quer lutar para que haja método a partir de tudo que é divulgado no período eleitoral? Porque se a gente advogar no sentido de vale tudo, os grupos econômicos mais poderosos, gente, eles vão
dominar. Período eleitoral é pesadíssimo. É difícil quando você não faz parte de um grupo econômico, é muito difícil de você, inclusive sobreviver, de você chegar até o fim do seu partido te dar nominata. É esse o nível de complexidade que a gente tá falando. Então, acho que é importante essa esse episódio traz uma oportunidade de a gente discutir sobre o que tá acontecendo, muito mais do que aplicar a lei. É o método. Qual o método que tá sendo empregado? O que que a gente tá querendo com isso? A gente quer saber realmente uma opinião ali
do momento ou a gente tá querendo utilizar mais um instrumento de propaganda? Eu não tenho a menor dúvida de que esse suposto levantamento feito pela Atlas Intel tem um objetivo claro. Funcionou desde o momento em que 5.000 pessoas recebeu uma ligação. Você acessou diretamente 5.000 leads e você mandou uma informação ali, ó, tele guiada. Isso dentro de uma campanha eleitoral, isso é isso é extremamente valioso. Então, já conseguiu esse objetivo no momento da coleta do dado, depois conseguiu o objetivo na consolidação do dado, na divulgação da pesquisa e tá conseguindo agora o objetivo ao se
tornar a grande seleuma. Inclusive, pra campanha do Flávio, nem é bom que esse assunto continue sendo discutido, porque quanto mais se discute o assunto, mais pessoas se inteiram do fato e vão buscar saber o que que tava por trás daquilo. Então, muita gente que não teve acesso ao material em si, do áudio passa a ter a partir da discussão. Então, é além, em suma, é além da aplicação da lei, tem a vem com respeito ao método científico. Vamos respeitar isso, vamos lutar por isso ou não? Essa é a grande questão. Bom, eh, eu até eu
discordo um pouco dessa, dessa análise que é a mesma da Carol em relação a se falar sobre isso. Eu acho que eh é tão grave o que está acontecendo agora, porque é o preâmbulo do que vai acontecer eh durante a campanha eleitoral. É o preâmbulo. Nós temos aqui a primeira o primeiro episódio daquilo que vai pautar pautar a campanha eleitoral. E se não houver uma reação forte da sociedade contra a manipulação desse debate, esqueçam. Se o STF disser que é censura, é aí f e que vai ser uma ousadia. Eu já disse aqui, STF não
é instância recursal geral de decisão do TSE. É muito restrita a atuação do STF sobre decisões, na revisão de decisões. Não revisa prova, não revisa nada, tá? Muito mais revisar eliminar. Não existe isso. E a decisão que a que existe agora, que está em julgamento, ela pode originar a abertura de um processo. E o STF não pode interferir nesse processo. O processo tem que colher as provas, tem que haver uma investigação eleitoral sobre o uma investigação sobre esse método da pesquisa, sobre os questionários aplicados, sobre tudo, sobre como as perguntas foram feitas para se chegar
à conclusão da responsabilização eh do Atlas Intel e qual a punição que o que o instituto merece. Aí o instituto pode tentar recorrer depois ao STF, só que ele vai alegar o quê? inconstitucionalidade na decisão do TSE, baseada na lei e nas regras do próprio TSE, da resolução do TSE, vai dizer que a resolução que permite a suspensão de uma pesquisa, ela é inconstitucional. Agora vai dizer que é inconstitucional a resolução que valeu durante desde 2019, tá tá tá tá valendo essa resolução. Esse é o nível de ousadia. Então esse esse debate que está sendo
travado agora, que ele precisa do seu like aqui para ele poder ir da distribuição dessa transmissão para ele chegar a ao maior número de pessoas, ele vai definir o futuro dessa eleição e o resultado dessa eleição, porque é óbvio que o sistema tá se movendo para impedir que alguém que não seja o Lula eh chegue ao Palácio do Planalto e nesse caso o principal candidato da oposição. Eu vou eu vou fechar essa pauta. Eli ou Carol, tem mais algum comentário a fazer em cima disso? Carol, um minuto, Cláudio. Eu no momento eu falei que eu
achava que era censura, tá? Deixar bem claro, eu discordo radicalmente da fala do Zema de que a a a pesquisa foi censurada. O meu ponto foi só um. A partir do momento que você traz esse assunto a baila, né, de uma pesquisa que já teve depois outras posteriores, você dá eh eh combustível pra esquerda alegar que aquilo ali tá sendo, né, de qualquer forma eh judicializado, porque a pesquisa era favorecia o Lula. Foi só esse meu ponto. Mas não é censura, não é cerceamento de liberdade. Eu não é, eu não falei com você após censura,
eu falei que você que a Júlia concorda com você no sentido da estratégia eleitoral, que não é uma boa estratégia eleitoral comentar. E o que eu estou discordando, beleza, discordamos nesse ponto, eh, o que eu estou discordando é que eu acho que é fundamental que a direita debata essa essa essa decisão e o que está acontecendo agora, porque o consórcio de mídia junto com eh os donos do poder estão se movendo, se mexendo para quê? Para restringir a atuação do TSE, porque o TCE não vai atender as suas expectativas de reeleger o Lula. É isso
que está acontecendo. Então, a gente precisa ter muito claro que o debate que que esse debate ele ele não é só necessário, ele é o divisor de águas. O que está acontecendo agora é o divisor de águas do que vai do da da do tom que vai ter a eleição eh deste ano. E se alguém tinha alguma dúvida de interferência daqui ou dali, eu acho que essas dúvidas vão se dissipando com os fatos eh absurdos que nós estamos eh vivenciando. Muito bem. Deixa eu aproveitar o nosso querido ministro aqui. Vou te liberar, eh, Queroga, só
eh, depois que o senhor comentar aqui a suspensão da vacina do Butantã contra dengue. nós tivemos eh duas mortes que estão sendo investigadas, mortes de profissionais da saúde, eh que segundo reportagem que eh saíram agora eh de ontem para hoje, [suspirando] eh essas mortes elas, eh colocaram um ponto de interrogação sobre eh a segurança dessa vacina e o governo foi obrigado a suspender essa vacinação. Aliás, o Padilha fala sobre isso, né? A gente tem o Padilha falando sobre isso, do Padilha falando sobre isso. Veja aí o que que é. Primeiro que eu quero ouvir o
nosso ministro aqui. Eh, porque eh um dia desses o Caiado tava dizendo que não pode falar de vacina, viu, ô Queroga? Não pode dar opinião sobre vacina, tá? a gente tá num debate eh que ninguém mais pode dizer aquilo que não não não é o que o outro concorda. Eu queria a sua opinião como um especialista sobre esse episódio. Eh, se a decisão eh foi normal, se isso acaba colocando eh o próprio governo Lula numa situação eh incômoda, né? Porque um governo também que bate bumbo para toda essa questão de, ah, é vacina, tem que
é vacina, é vacina, vacina, vacina. Não importa se tá checada, se tá com a segurança confirmada, se tá tudo certo, se os testes foram feitos, tem que empurrar a vacina. Então, eu queria a sua opinião sobre esse episódio, eh porque, eh, é muito importante. São duas mortes, eu não sei se isso é pouco do ponto de vista científico, se é pouco, se é muito, mas eh essa essas duas mortes para pessoas as pessoas que perderam os seus entes queridos, certamente eh é é gravíssimo. E a gente viu isso isso acontecer inclusive no caso da COVID.
E ouvíamos também muita gente dizendo: "Ah, efeito colateral, eh, são, eh, são poucas mortes, né? eh no no no todo são mais muito mais vidas salvas do que eh do que mortes computadas, né, pela vacina, né? É melhor a morte pela vacina do que a morte sem vacina. A gente ouviu de tudo naquele debate lá atrás. Então, por favor, usa esse espaço aqui para ajudar a nossa audiência a compreender melhor o que tá acontecendo. Obrigado, Cláudio, pela oportunidade. Primeiro para dizer que eu discordo do governador Caiado, né? se a vacina ou qualquer fármaco ou qualquer
produto apresentar eh eventos adversos ou eventos adversos graves, como é o caso de um óbito, né? Naturalmente que pós registro se pode cancelar o próprio o próprio registro. vacina não é diferente de um medicamento oncológico, de um medicamento usado para tratamento das doenças cardiovasculares. Ocorre que eh durante a pandemia, né, essa ditadura da vacina, ela ficou muito forte, as pessoas querendo forçar as pessoas a tomar vacina e isso acontece em desfavor das próprias campanhas de vacinação. Nós fizemos justamente o contrário, fizemos campanha de esclarecimento para as pessoas buscarem livremente as vacinas nas unidades básicas de
saúde. O processo regulatório para se incorporar uma vacina primeiro requer a avaliação da Anvisa. A Anvisa faz avaliação quanto à segurança e eficácia. A vacina da dengue, ela já vem sendo estudada há uma década. Eh, inclusive essa vacina do Butantã não é uma pesquisa original do Butantã. Isso é uma vacina que foi inicialmente eh aventada e pesquisada nos Estados Unidos, no NA eh e com a a pesquisa da Merk Abdomen que foi realizada em parceria com o Instituto Butantã. é uma vacina tetravalente que cumpriu as fases eh da pesquisa clínica, a fase um, a fase
dois, a fase três. Inclusive gerou uma publicação no New England Jor of Medicine, que é uma das mais prestigiosas revistas eh científicas do mundo, não é? E a Anvisa fez um longo processo para conceder o registro a essa vacina. Então, até aí tá tudo bem. A vacina teve o registro da Anvisa e esse é o ingresso para ela poder ser utilizada no Brasil, seja nas clínicas privadas, seja no Sistema Único de Saúde. Agora, para ser incluída no Sistema Único de Saúde, eh em obediência à própria Lei Orgânica da Saúde, que foi modificada com a lei
eh 12.401 de 2011, né? Inclusive lei essa que tem a assinatura do senor Alexandre Padilha, que era o ministro da Dilma. Eh, essa vacina precisa ser analisada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS. Por que precisa? Porque a lei determina sim e isso é para proteger a sociedade. A análise da CONITEC, ela é feita nos núcleos de avaliação de tecnologia em saúde. O mais demandado no Brasil é do Instituto Nacional de Cardiologia, que é liderado pela epidemiologista Marisa Santos. E o que é que faz eh essa avaliação de tecnologia de saúde? Primeiro, avalia
a qualidade da evidência científica, se há ali um estudo randomizado, um estudo controlado, que a gente chama de ensaios clínicos randomizados, e qual é a qualidade desse estudo, se esse estudo está adequado, se há outros estudos e compara e esses estudos com estudos de outras vacinas, não é? Então, foi justamente essa fase que foi eh suprimida na incorporação da vacina na Deng no SUS. ela foi incorporada e não há um relatório eh da CONITEC. Isso não foi publicado no Diário Oficial da União, eh, não passou pelo crio do secretário de Ciência e Tecnologia, eh, inovação
e complexo industrial da saúde. Eh, e numa nota técnica, sem eh o devido valor legal, conforme a lei está assim estabelece, incorporou-se essa vacina eh e desfavor da sociedade. Por quê? Porque na Contec ali se dá um processo de accountability. Eh, a própria sociedade científica que não participou da avaliação pode opinar eh no âmbito do processo de incorporação, trazendo as suas considerações. E quando essa vacina é incorporada no SUS, todos esses aspectos eles já já estão dirimidos. Então, agora o que acontece? Eh, a Anvisa mantém o registro da vacina e o senhor Padilha suspende por
precaução. Então ele tá dizendo que se a Anvisa manter o registro é porque a Anvisa eh tá sendo omissa em relação eh a esses eventos adversos que aconteceram, que até agora não está comprovado se esses dois óbitos são diretamente relacionados às à vacina, mas é um um óbito que acontece eh no período que cerca a vacinação, né, daquele período [limpando a garganta] 21 após a vacinação. Esse é fato. Essa vacina da dengue e produzida pelo Butantã, isso é um progresso da ciência brasileira. Os pesquisadores são pesquisadores responsáveis. No caso desse estudo do New England é
o senhor Esper Carlos, o professor Esper Carlos, que é alguém que goza da nossa do nosso respeito, nossa consideração. Ao contrário daquele militante que tinha no Butantan o governo do Dória, né? A gente lembra o que que ele fazia e aqui ele se prestava. Ou seja, eu não duvido da seriedade dos pesquisadores. Agora, lamento que o ministro da saúde, o senhor Alexandre Padilha, jogue o ordenamento jurídico do Brasil na lata do lixo e comprometa a credibilidade dessa vacina. Porque quando ele ele dá essa canetada, essa padilhada, né, aliás, o nome dele nas redes sociais e
@padilhando, né, ele vive padilhando lá pelo Ministério da Saúde, né? E dentro dessas padrilhadas se inclui receber a senora Roberta Luc é amiga do tal careca do INSS. Sabe quem é, né? Aquela que paga as viagens do Lulinha. Então dá para acreditar num sujeito desse. Ele agora tá nas redes sociais dele comparando isso ao detergente IP, né? Aqueles produtos lá da do IP que a Anvisa, a Anvisa cancelou o registro. Aqui é o contrário. A Anvisa manteve o registro. Ô Padilha, por que que a Anvisa manteve o registro e você retirou é a campanha de
vacinação? Por você não acredita na vacina, Padilha? Não vem com essa história de precaução. Se fosse eu que tivesse feito isso, Padilha, eu tava preso, Padilha, preso porque suspendi uma vacina que tinha registro da Anvisa, porque a Anvisa é aidade da ciência. E você, Padilha, é de que ciência? Deixa eu só aqui para eh eh sintetizar pro nosso espectador. A vacina da dengue, ela não passou por todas as fases, mas a a sua segurança é garantida pela Anvisa e o ministro é ficada pela Anvisa. E o ministro ao suspender, o ministro da saúde ao suspender,
após essas duas mortes, ao suspender a aplicação da vacina, eh ele criou um dilema. Quer dizer, eh, ou a vacina é segura de acordo com a Anvisa, ou ela não é segura de acordo com o ministro. Eu acho que esse dilema que tá estabelecido. É isso. É isso aí. Aliás, a Avisa devia se manifestar em relação a isso, porque essa questão é uma questão de segurança, que se o Ministério da Saúde, se o ministro Padilha está certo em interromper a campanha de vacinação, ele interrompe, mas diz que a vacina é uma maravilha. Eu não entendo
isso. Se ele E o povo também não entende. [risadas] Ninguém tá entendendo nada. Aliás, é, a gente tem dois trechinhos aqui da coletiva que ele deu e da e da do anúncio da vacina que sintetizam eh o eh o o comportamento do ministro, que acaba usando eh confundindo, né, eh eh ciência confundindo com eh politicagem, né, com eh eleição, com eh eh militância, né, e com defesa dos seus próprios interesses eh particulares. E eu sei muito bem quais são, viu Padilha? Abre teu olho. Coloca e o Padilha anunciando quando ele anunciou a vacina do Butant,
por favor. Essa é a vacina para dengue, desenvolvida pelo Butantan, pelo SUS brasileiros, 100% nacional. Aquilo que é um sonho, que é uma aposta de tantos pesquisadores, de todos nós presidentes da saúde pública, já tá virando realidade. Estamos em Shangai, maior parque tecnológico biofarmacêutico da China, um dos maiores do mundo. Aqui é a Rusi, é a nossa parceira do governo brasileiro, do Ministério da Saúde, do Instituto Mutantã, para aumentar a produção, ou seja, pra gente fazer com que esse produto possa chegar a milhões de brasileiros e vai chegar. fazer o maior programa de vacinação do
mundo contra deles. Coloca agora, coloca o outro vídeo que é o vídeo dele anunciando a suspensão da vacina. Vamos lembrar que o SETA foi desmontado no governo anterior. Ele foi recuperado por esse esse governo. O PNI ouve de forma permanente o SETA sobre recomendações, inclusive ouviu o SETA para formular a estratégia de vacinação da vacina da dengue do Butantã, como também em relação à outra vacina da dengue que a gente utiliza hoje aqui no Brasil, tem 18 milhões de doses circulando em todo o país. E ao ouvir o SETA também, o SETAI, por consenso, especialistas
também reforçaram essa recomendação de uma descontinuidade temporária da atual estratégia de vacinação. Então, interessante isso aí, né? Deixou. Eh, já que a gente tá tá falando aqui do Padilha e já que o Padilha ele se animou tanto com essa parceria eh do Butantã com a China e fez propaganda, inclusive videozinho de TikTok com funk. É assim que se anuncia a vacina nesse país. O ministro com videozinho com fundo de música, eh, com funkzinho, tá? Eh, o o me parece que o Padilha gosta muito eh da China, dos produtos chineses. Ele inclusive chegou a presidir uma
associação patrocinada por empresas chinesas do setor. É, Padilha, olha só, hein. É, Padilha, você ainda é ministro? Depois que dessa denúncia aí, ele saiu. Olha aí, ó, do lado do olhinho puxado aí. Tá. preside a associação. Como é que chama essa associação que ele tava presidindo? Ele já saiu depois da denúncia. Como é que é? Deixa eu ver lá. China Hub Brasil, associação bancada por empresas farmacêuticas e de equipamentos hospitalares com interesses diretos no governo. Pode isso, ministro Queiroga? Pode um ministro da saúde presidir uma associação patrocinada por farmacêutica e grupos empresariais? Pois é. né?
O governo do PT pode tudo, né? Essa gente, eles prometem o céu e entregam o inferno. Eles diziam que iam recuperar as coberturas vacinais do Brasil, porque as coberturas vacinais caiu no mundo inteiro. Isso não é um fenômeno no Brasil, né? E antigamente as vacinas, essa cobertura vacinal, viu, Cláudio, sabe como era atestada? É pelas cadernetas de vacinação. Era um processo manual, não é? Era como quem compra um um produto fiado numa bodega aqui no interior do Nordeste, né? O camarada da bodega e ele entrega o produto na confiança. O que aconteceu no governo Bolsonaro?
A gente passou a registrar efetivamente as vacinas aplicadas, porque nós colocamos é no Connect SUS. Pode verificar que as pessoas ingressam no Connect SUS e tem lá o seu cartão de vacinação. O Padilha falou na SETA. SETAI é o comitê técnico de assessoramento à imunização. Não foi desmontado no governo do presidente Jair Bolsonaro coisíssima nenhuma. Pelo contrário, uma portaria minha renovou a Setai, incluindo ali, Cláudio, eh um um artigo que estabelecia que os médicos que inclu que participavam da CETAI não podiam ter conflito de interesse com a indústria farmacêutica. Isso é fato, porque ali existe
ali eh na SETA um número de médicos, de especialistas, que todos eles são palestrantes das indústrias farmacêuticas. E esses mesmos médicos, eles dão parecer também na Anvisa. Então eles saem da Anvisa, onde eles dão um parecer, e corre lá pro Ministério da Saúde para dar parecer também. E aí o Queroga, que é negacionista, meteu a portaria lá para acabar com essa lá dentro do Ministério da Saúde. Então entrou esse Padilha que é um parlatão, né? A gente já sabe, ele é um conversador de besteira. A gente viu que ele fez no ano no no passado.
Ele credenciou no final do governo Dilma eh uma legião de farmácias para o programa Farmácia Popular do Brasil. E nós descobrimos uma fraude de R$ 2 bilhões deais. Você sabe que nós colocamos a receita digital na farmácia popular do Brasil, só dispensava com a receita digital. Mas não é que a a Nísia Trindade, a tal cientista socióloga da Fior Cruz, tirou a receita digital. Para quê? Para continuar o mesmo trem da alegria, das sacanagens do programa Farmácia Popular do Brasil. as coberturas vacinais, [limpando a garganta] aliás, nós recuperamos as coberturas vacinais, ao contrário deles que
defendem a vacina e deixa faltar vacinas do PNI em 60% dos municípios brasileiros. Eles disseram que nós atrasamos vacinas. Quem atrasou vacinas foram eles, a vacina da dengue da Taqueda que o Lula tomou escondido, não é? Essa vacina foi aprovada em março de 2023. E sabe quando foi incorporada do SUS? Em fevereiro de 2024, a vacina do vírus inicial respiratório foi aprovada pela ANVA em novembro de 2023, a da GSK. A da Pfizer foi aprovada em maio de 2024 e só ingressou no SUS lá em dezembro de 2025. Então vejo o tempo para incorporar a
vacina contra o vírus inicial respiratório. Agora sabe quando incorporou, Cláudio? quando o Padilha fez uma PDP com o Instituto Butantã. Então veja que o Padilha ele ele conecta, né, as incorporações no SUS à PDP. Eu até pensei que ele sairia para ser candidato a a deputado, né? Porque para governador ele foi e perdeu até pro ALM lá em São Paulo, né? Perdeu quase todas as zonas eleitorais, né? Porque o Al voltou abraçado pro Lula, disse que o Lula ia voltar a cena do crime, ele voltou com ele. Foi bem, eh, o, o, o o o
Padilha, eu pensei que ele ia sair, mas eu acho que ele vai ficar aí, que é para incluir no SUS, numa PDP, os agonistas GLP1. Padilha, você pode até ir para casa, como dizia o J Soares, mas nós estamos de olho em você, Padilha. Vê o que você tá fazendo por aí, se você anda padrilhando muito, porque se você padrilhar muito, nós vamos denunciar você, Padilha. Adilhar. Você é o cara do Lula. Esse jeito que anda com Lula não dá, rapaz. É absurdo. Oi. Oi, Cláudio. Esse é o símbolo do padilhar de padilhar. Não, tão
me dizendo que que é esse? Padilando. Padilhando. Padilhando. É isso aqui. Isso aqui é o mesmo. É padrilhando. Pode ser inventando, enganando, enrolando, Omando. Não, eu me confundi. Então, porque tavam me dizendo que esse era o símbolo do do de Padilha. Porque eh me parece eh que o Fadilha tem uma quedinha pela China, né, pelos produtos chineses, inclusive tem um contrato da sua gestão, coloca na tela, por gentileza, que tá sendo investigado pelo Tribunal de Contas eh da União, tá? Contrato chinês aí, ó, investigado pelo TCU. Coloca lá, vamos ver o contratinho do do do
Padilha. Eh, 50 milhões, tá? Um custo adicional aqui. Denúncia. Pera aí, rapaz. Denúncia ao TCU aponta que o Ministério da Saúde sobestão do Padilha está envolvido em um novo escândalo. A pasta firmou dois contratos suspeitos para aquisição de insulina humana que contrariando o edital do pregão 90 104 de 24 foram fechados em dólares. Contrato foi firmado com uma empresa chinesa chamada Global X Global X Technology Limited. De acordo com os termos do pregão, a manobra é irregular e pode gerar um custo adicional de 50 de até 50 milhões aos cofres públicos, tá? Aur Cedrais é
o relator. O acordo estabelecido pela equipe Padilha utilizou a cotação de 5,46 por dólar para a compra de 74 milhões de tubetes de insulina regular e NPH. O próprio edital de licitação exigia que a negociação fosse realizada em reais e o pregoeira confirmou essa condição em resposta a uma consulta ao sistema compras GOV. Os contratos em moeda estrangeira, cada um no valor de 52 milhões de dólares, equivalentes a R$ 600 milhõesais, resultam em pagamentos superiores aos valores originalmente previstos no processo licitatório, tá? Então, tá aí e mostramos aí, né, que o Padilha chegou a presidir
uma associação eh eh que patrocinada por empresas chinesas. Então, a pergunta que fica se o ministro da saúde, se o Padilha é ministro da saúde ou é lobista da saúde. Eh, Queiroga, pois é, se ele é lobista da saúde, eu não sei. Agora que ele tava recebendo a Roberta Lucinger, ele tava, tem até foto, né? Saiu no metrópole, né? Aqui no Nordeste, a única coisa desse c que o povo conhece aqui é uma máquina de costurar, né? Então isso esse esse pessoal do PT eles não têm jeito, né? é uma gente que não tem limite.
Eh, tem um jornalista da Folha de São Paulo, Mateus Vargas, que é um jornalista sério, publicou uma matéria mostrando que eles também fizeram aquisições a empresas envolvidos naquele escândalo da operação carbono oculto, né? Então tem todo tipo de coisa aí nesse ministério, é uma caixa preta. Sabe que na transição eu os recebi, aliás, os quatro ministros que eh se viram aos governos petistas, eh um deles é o ministro José Gomes Temporão, que é um técnico, uma pessoa que merece o nosso respeito. O ministro Artur Kiuro também é uma pessoa de caráter técnico e eu os
adverti acerca da transferência de tecnologia que foi feita em relação à vacina Astrazênica para Fio Cruz. E lá eu dizia que o Ministério da Saúde aquela época, isso não foi nenhuma decisão tomada na minha gestão, investiu R bilhões deais e que essa tecnologia iria paraa lata do lixo por conta desses desses especialistas militantes, né? Tem um aí que na época da pandemia ficava o tempo todo falando, né? É uma senhora que era pneumologista, né? Cuidava de tuberculose e resolveu na pandemia virar uma espécie de de chacrete da ciência, né? Então ela um determinado momento ela
resolveu fazer propaganda das vacinas da Pisa, né? No começo ela dizia que era a vacina do Butantã, eh, da Fio Cruz, as vacinas das instituições brasileiras. Depois virou uma militante da vacina da FA e queria empurrar de guela abaixo as chamadas vacinas bivalentes que depois foram suspensas também, tá? Então, Caiado, vacina precisamos discutir, sim. Precisamos avaliar se a vacina é segura, se a vacina é eficaz. se a vacina é custo efetiva e se a vacina cabe dentro do impacto orçamentário. É isso que tem que ser feito. E é essa maneira que a gente vai fazer
com que as pessoas voltem a acreditar nas vacinas, tendo lá pessoas sérias, não pessoas que ficam recebendo lobista no Ministério da Saúde e fazendo propaganda de canetinha emagrecedora. Ninguém viu eu fazendo isso do Ministério da Saúde. Ninguém viu. Me viu mandando uns caras lá para PQP. lá em Nova York que foram me encher o saco, me chamar de genocida e de assassino quando eu tava trabalhando para defender os interesses do povo brasileiro. E o Alexandre de Moraes fez a mesma coisa. Eu fui lá repreendido [limpando a garganta] na comissão de ética de uma presidência da
República que não tem ética, que é a de Lula. E o Alexandre Moraes, o que aconteceu? O fotógrafo foi demitido, ó. Mas eu não tenho medo dessa gente não. Eu tô aqui na Paraíba, que é a capital mundial do centrão. Aqui temos eh o povo lá do TCU, aqueles que não querem eh que o Banco Central investiga o Banco Master, lembra? Eh, também tem lá aquele menino lá que é presidente da Câmara que o pai vai disputar comigo. Não tenho medo de disputar com vocês. Eu vou disputar porque o povo da Paraíba é livre e
independente. E nós vamos vencer as eleições para ter senador lá que não tenha rabo preso, que tenha coragem de enfrentar esses camaradas que estão aí. Ministro, deixa eu pera aí, deixa eu lhe perguntar uma coisa. E agora eu fiquei preocupado porque se a vacina é chinesa e e o ministro suspendeu após as duas mortes, eu fico me perguntando se ele se ele já gosta, né, se ele tá sempre na China, tem relacionamentos com a associação de chinêses que tudo aí negócio das farmacêutic. Eu fico me perguntando se ele teve alguma informação privilegiada, se alguém da
farmacêutica lá na China disse: "Ó, suspende porque tá dando ruim alguma coisa, né?" Ou então eles, Ou então eles desenvolveram alguma vacina lá também, né? Pode ser que eles tenham desenvolvido alguma vacina lá da T ainda que a gente não sabe, né? Mais, mas assim, o o Butantã, o Butantã, Cláudio, é um instituto, é um instituto da maior seriedade. Aqui eu já pontuei que o professor Esperas é alguém que tem credibilidade, que um estudo foi publicado no New England, tem um editorial do New England comentando esse estudo, aliás, comenta o estudo e comenta as outras
duas vacinas, a vacina Dengvaxia, que produzida pelo laboratório Sonafi, que não se usa mais, e a vacina eh Quedenga, né, que é a vacina do laboratório Taqueda e a vacina eh tetravalente do Butantan, que é a Butantã DV. Essa vacina, ela tem algumas vantagens, né, sobre as outras, porque é uma vacina de dose única, naturalmente que tem que se avaliar esses eventos adversos. E as pessoas desenvolvem um quadro como se fosse dengue, ou seja, é uma dengue vacinal, porque essa vacina é uma vacina feita com o vírus atenuado, né? Então, é como a vacina da
Rubéula, também é uma vacina de vírus e atenuado. Então, essa essas vacinas inclusive pr pra gestante é necessário ter uma certa precaução, não é? Então isso precisa ser avaliado nessa chamada fase quatro, avaliado com responsabilidade. Agora, não é atropelando o processo regulatório, dando canetada para fazer gracinha e dizer que vai fazer a maior campanha de vacinação eh contra a dengue do mundo, porque na realidade o que tá acontecendo nos postos de saúde é que tá faltando vacina. Então Padilha faz essa fármacomilitância, não é? E eu acho que foi um castigo para ele eh essa essa
ejaculação precoce dele em relação à vacina da dengue, porque deviam ter se preocupado com a vacina da dengue lá atrás, quando a Anvisa concedeu o registro a vacina da Taqueda e eles só colocaram a vacina e foi em março de 2023, eles só colocaram a vacina em fevereiro de 2024 daquela senhora, a senhora eh Nísia Trid, pois é, era da gestão dela. E foi por conta da que a Níia caiu anos para vacinar. um ano um ano para vacinar e agora agora querendo eh essa ejaculação precoce do Padilha aí querendo suprimir etapa. Eu não sei,
eu não sei porque se suprime a etapa. E olha, quando eu assumi o Ministério da Saúde era aquele inferno, né? O o Osvaldo Cruz enfrentou a revolta das vacinas e eu enfrentei o inferno das vacinas. Então, cheguei lá, a primeira coisa que eu fiz foi mandar eh mandar não, né, que a gente não manda, né, foi determinar que a CONITEC avaliasse as vacinas que tinham registro definitivo da Anvisa. Tá lá a portaria do ministro Queiroga, se eu não me engano, é julho ou junho ou julho de 2021. Foi feita a avaliação pela Colitec. Tá lá
a portaria para quem quiser ver. Pois bem, depois quando acabou a emergência de saúde pública, chegou a vacina para beber de 6 meses até 5 anos incompleto, não é? E aí eu encomendei de novo que a Conitec fizesse a avaliação. Foi bem, esses especialistas aí eh foram reclamar dizendo que eu era burocrata, que eu tava querendo burocratizar o processo de de vacinação no Brasil. Não, não tô querendo burocratizar, não. Tem uma lei que é a lei 8080, lei orgânica da saúde, para dar segurança ao povo brasileiro, para que as pessoas voltem a confiar na autoridade
sanitária. Eu não confiaria numa autoridade sanitária que fique aí recebendo lobista no ministério. Eu não confiaria. Eu ficaria no mínimo desconfiado. Sem dúvida. Bom, eh eh só pra gente para não a gente poder fazer o fechamento aqui. Eu pergunto se o nosso querido Eli Vieira tem alguma pergunta. Eh, pro ministro, eh, caso não tenha, eu vou passar rapidamente aqui paraa Júlia fazer um comentário, uma pergunta também, só pra gente fechar, fazer o fechamento aqui. Tenho sim, te ouvindo, eu vejo que você sabe do que você tá falando, né? Você tem o cuidado de dizer que
são eventos adversos, né? você tá muito bem informado, falou do New England Journal of Medicine, assim, impressionante como mesmo após ter saído da pasta, o senhor continua acompanhando o assunto. É. Ah, eu eu notei que umas semanas atrás que a revista de Economist ela fez esse favorzinho pro Lula aqui, que foi esse artigo meio assim, puxa-saco do da da gestão do Padilha, eh, falando que que o governo brasileiro tá obsecado com vacinas, mas isso aqui é é não é uma crítica, na verdade, é um elogio a aos aos muitos gastos que o Lula fez nessa
área. Eles colocam aqui até os aportes do BNDS, bilhões de reais, colocam em reais mesmo aqui, né? Dá para ver que cresceu bastante na no terceiro mandato do Lula. Mas o que eu queria perguntar pro senhor é é uma coisa que eu notei, né? O senhor já citou aí taqueda a quedenga, que era uma das vias, né? até tá sendo comprado mesmo assim, apesar de ter a do Butantã, mas que eu tava pensando que é uma das vias, desculpa aí pelo acidentezinho, é é uma das vias que seria uma alternativa dessa do Butantã. O Butantã,
apesar de ter, né, mais de 100 anos ali de história, é a primeira vez que o Butantã faz esse empreendimento de desenvolvimento de uma vacina no Brasil do começo ao fim. Então, eh, daí, eh, o mais cuidado seria necessário, como o senhor já colocou. Mas tem uma coisa da narrativa ali que a Economist ajuda também o Lula, que é a essa lenga lenga eh de soberania. Aí no caso soberania médica, soberania. Então, é isso, é esse papo e ao mesmo tempo tendo China, né? A grande contradição nisso aí. Eu queria que o senhor comentasse isso.
Se eh eu entendo que o senhor queira elogiar o Butantã, mas teve aquele momento lá também de excesso, né? A gente tá com uma crise de exitação vacinal, mas um dos culpados é o próprio Butantã, que disse: "Ah, a nossa vacina da COVID 100% eficaz pros casos graves, que se revelou, quando foi dada essa informação já se sabia que era falsa". Eh, então se se essa sua reconhecimento ao trabalho do tantã não poderia estar ajudando nesse papinho aí de eh soberania? e acabar atropelando as coisas também. O senhor não tá ajudando sem querer essa narrativa
do próprio Padilha? Vamos lá, Eli. Eh, o Instituto Butantã é uma coisa, as pessoas que eventualmente estão à frente do Instituto Butantã, isso aí é outra coisa. A vacina do Instituto Butantã, a vacina da dengue, como eu frisei, não é uma vacina de tecnologia totalmente nacional. Essa é uma vacina que foi inicialmente eh desenvolvida pelo NID junto com a MSD, com a MSAPD, não é? Então não é absolutamente eh nacional, tá? Agora, eh essa política de desenvolvimento do complexo industrial da saúde, ela é bem fazerja. Eh, só que nós temos um ponto de vista diferente.
Nós não defendemos essa política centrada em parcerias de desenvolvimento produtivo para se criar uma rede de laboratórios públicos que vão resultar em ineficiência e em corrupção. Nós achamos que isso é uma atividade da iniciativa privada e que o que nós queremos é de alguma maneira diminuir as barreiras regulatórias para facilitar que as indústrias se instalem aqui. As grandes indústrias inovadoras, elas são dos países de primeiro mundo, né, dos Estados Unidos, eh, da Alemanha e da Inglaterra, da França, da Suíça, não é? e eles é que detém essa expertise da da inovação. E o Brasil vai
demorar muito a chegar a esse patamar, até porque lá eh eh o investimento é é muito maior. São países ricos, há parcerias entre as indústrias farmacêuticas e as universidades, sejam universidades públicas eh ou privadas. Eh, e isso aí é feito de uma maneira muito mais profissionalizada. Eh, o Brasil engatinha nessa área. A indústria de genéricos do Brasil é punjante, mas em compensação não produz ingredientes farmacêuticos ativos que vêm da China e da Índia. Eh, é um processo que também requer um aprimoramento eh do do INPI, que demora muito em relação à avaliação as patentes, né?
O Instituto Butantã, assim como a Fiocruz, tem técnicos de altíssimo nível. Agora, o que não se pode é politizar isso aí, não é? Eh, porque isso aí é muito ruim, é muito ruim pro instituto, é muito ruim para as pessoas que são da pesquisa, tá? Eu tenho confiança realmente e em relação a esses institutos, mas é necessário que haja uma vigilância permanente e uma uma auditoria seja científica no que tá sendo feito na no que tá sendo produzido de ciência e em relação aos seus packs industriais. eh, seja em relação a questões de contas mesmo,
em relação a essas indústrias que têm um orçamento muito grande. Só para você ter uma ideia, Eli, a [limpando a garganta] vacina eh da gripe, né, que foi uma transferência tecnológica da Sanofi, na minha gestão, isso custava pro Ministério da Saúde vírgula