Bom dia, pessoal. Bom dia, meus amores. Como vocês estão? Vamos chegando. Como que vocês estão nessa segunda-feira depois de jogo de futebol, depois de final de semana de Copa, como é que a coisa tá fluindo aí com vocês? A minha voz tá chegando aí direitinho, tá? Tá chegando tudo direitinho aí para vocês? Vamos, vamos dar uma olhadinha aqui porque eu tô aqui arrumando tudo. Sejam bem-vindos. Bom dia, turma. Bom dia, família Ritmo Carioca. Como é que vocês estão? Como é que foram de final de semana? Tá tudo OK aí? Bom, eu tô chegando aqui meio
aos trancos e barrancos porque eu ainda tô testando muita coisa aqui e tô mexendo numas coisinhas novas aqui. Então tô meio tô meio tonta, mas nós vamos aqui, vamos juntinhos. Nó não podia deixar de chegar nessa segunda-feira aqui com vocês, com astral lá em cima. Tô tentando aqui regular o meu microfone para não ficar estourado. Por isso que eu quero saber, o meu áudio tá chegando direito aí para vocês? Só para eu poder regular aqui direitinho a medida aqui para não ficar alto demais, nem baixo demais. Como é que tá indo o som aí para
vocês? Tá chegando bem aí sem tá muito estourado. Bom dia, Wilson. Bom dia, Sara. Sara, Flavinho, Casimiro, Vinícius, beleza. O Flavinho falou aqui, friaca totalmente, né, Flavinho? Gente, um ótimo dia para todos vocês. Eu ainda não descobri aqui como fazer uma determinada coisa aqui. Deixa eu só pegar os pegar os comentários de vocês aqui hoje. Eu vou pegar aqui pelo celular porque Deixa eu ver aqui. Ah, tá. Só um minuto que eu vou pegar aqui pelo celular. Tem que fazer tudo aqui ao vivo e a cores, né? Mas como é que vocês de final de
semana? Vai me falando aí. Hoje eu quero trazer uma reflexão aqui para vocês utilizando a nossa beijaflor de Nilópolis. Inclusive, Sarinha, eu lembrei de você quando eu tava vendo isso aqui. Eu falei: "Quem vai gostar disso é Sara". Eu tava torcendo para que você pudesse estar aqui agora de manhã, que eu falei assim: "Poxa, eh, tomara que Sarinha esteja aqui de manhã, porque eu vou falar da escola dela". e utilizar a Beijafor. Hoje eu não vou falar para vocês eh sobre o enredo exatamente da Bejaflor, porque nós já falamos num outro momento. Eu até vou
colocar para Vocês aqui o vídeo, para ilustrar aqui do João Vittor, do presidente também do Almi falando algumas coisas para vocês dentro daquilo que eu vou abordar hoje. Eh, e vocês vão entender já já eh por que eu tô fazendo isso, tá? A Denise Frazão, bom dia. Denise. Lindo samba, ótima semana para todos. Sar, o áudio tá OK? Marcelo Pé, querido, bom dia. Venícius, Flavinho Casimiro. Flavinho Casimiro tá com frio. Sarinha, bom dia povo. Vamos soprar o pó de louro juntos. Wilson Galdino também. Nosso querido Venícius aí também chegando com a gente. Final de semana
com muito trabalho. Para Deus nada melhor. É verdade. Tá com trabalho, então tá tudo bem. Gente, sejam bem-vindos a mais um Café no Barracão. Vocês me perdoem eu entrar assim de aos troncos e barrancos, mas é nosso jeito, né? De sambista. a gente vai chegando, vai o negócio, vai fazendo aqui tudo ao mesmo tempo, tá tudo certo. Eh, hoje eu quero trazer para vocês essa essa fala em relação à Bejaflor. não é em relação à Bejaflor propriamente dita, mas é utilizando a Beijaflor como um exemplo de uma coisa que eu queria muito abordar aqui com
vocês, porque eu tava vendo esse final de semana, eh, tava todo mundo aí negócio de clima de copa, né, essa coisa. Eu também acompanhando aqui, mas confesso para vocês que eu já não estou tão entusiasmada quanto eu ficava Antigamente, mas eu tô acompanhando também e acabei até esquecendo. Esquecendo não, eh, não, acabei esquecendo mesmo, né? O negócio fui fui catar camisa minha do Brasil que eu não sabia nem onde eu tinha colocado, mas eu achei até vou usar no outro momento aí no próximo jogo e tal. E eu e eu vendo essas coisas de copa
na rede e tal, vendo as escolas, né, as ações que as escolas estão fazendo aí na na nas quadras, né, envolvendo a questão do bota telão, bota o pessoal para circular, eh faz lá seu evento junto, né, da apresentação dos seus segmentos ou apresentação do próprio show da escola. E eu achei isso bem legal, né? A gente tinha até comentado, eu falei assim: "Ah, pessoal, as escolas têm que aproveitar esse momento justamente para fazer o o marketing delas, fazer o ibope, ganhar dinheiro, né? Botar evento na quadra, botar quadra para movimentar e tudo." E eu
achei bem isso, isso bastante interessante. Inclusive, nós tivemos a a questão da pedra fundamental lá da Paraíso do Tuii, né? Que parece que realmente a coisa vai fluir, entendeu? uma boa Twitch estava precisando, como eu falei para vocês numa outra, numa outra resenha, a Twitch precisava dessa quadra, dessa quadra nova, precisava disso, urgente, de uma forma assim urgentíssima. E eu acho que é legal. Tô feliz pelo pessoal da Turiti por eh ter essa possibilidade, nessa chance de realmente eh dar um passo gigante, porque vai mudar muita coisa, sabe? Vai mudar muita coisa na escola. Eh,
eu espero que isso mantenha inclusive o gás que a Tuiuti vem tendo nos últimos anos como uma escola grande, como uma escola que cresceu muito, né, totalmente diferente da minha época. E hoje vendo a Tuti no patamar que ela está, né, grandiosa, com muita gente frequentando a escola na mídia, eu fico muito feliz, fico feliz de verdade. E feliz por essa questão da quadra nova. Queria eu estar comemorando a quadra nova da minha escola, queria eu. Minha escola já teve com a faca e o queijo na mãe não soube aproveitar. Então eu estou assim torcendo
pela Tuti por outras escolas também que estão aí eh reformulando as suas quadras, fazendo obras e tal. E tá, isso tá sendo ótimo. Tô, né, mega contente. E aí eu vendo isso, né, vendo, caminhando aí pela navegando, dizendo melhor pela rede, Vendo as coisas das escolas, eu comecei a perceber uma uma situação do pessoal também comentando comentários das pessoas em relação a ações das escolas, em relação a pessoas das escolas. Eh, e aí a gente vê uma um um uma coisa muito turbulenta, né? Muito turbulenta. A gente vê hoje na rede muita gente falando de
carnaval sem entender nada de carnaval, sem saber nada, nada, absolutamente nada. Mas pega o bonde do momento, sabe? Pega a onda, vai surfar na onda, né? Ah, tá todo mundo falando de carnaval. Nossa, eu já vi esse negócio de carnaval d Olha, tem esse pessoal aí de imprensa de carnaval que faz aí tem faz transmissão na internet, faz eh não sei o quê, faz eh continha de Instagram, vai lá, bota um monte de coisa e bomba na internet e dá muito engajamento, dá muitos cliques, não sei o que, ó, é muita gente, mas é muita
Muita gente querendo surfar nessa onda do carnaval, mas é muita gente mesmo, não é pouca não. Só que carnaval todos nós sabemos que não é bem assim que funciona, né? Você o Pegar o bonde andando, pô, é legal para caramba para quem tá ali na rede, quer quer quer cliques, né? como já disse, coisa quer cliques, beleza? Cada um no seu quadrado, vai lá. Porém, eh, para falar realmente de carnaval, falar com seriedade, falar o que tem que ser dito, abordar temas, eh, enfim, a pessoa tem que conhecer. além de conhecer, ela precisa ter a
vivência do carnaval. E o carnaval eh ele não é, ainda mais quando a gente entra naquela, né, naquele caminho de dizer: "Ah, o carnaval não é só folia, o carnaval é mais do que isso e tal". E para você entrar no carnaval nessa nesse caminho, você realmente defender a bandeira do carnaval, você precisa de mais do que do que cliques, né? Você precisa de mais do que postinho de Instagram. Você precisa muito mais do que isso. Você precisa de conhecimento. Você precisa se cercar de conhecimento. Você precisa eh eh conhecer as pessoas, se cercar de
pessoas, entender como é que é esse processo do carnaval, eh entender qual é o caminho, como é que se faz, como é que surge, como que a coisa flui para você poder tecer algum comentário a respeito. E eu tava vendo na rede, gente, umas coisas muito loucas, mas muito loucas. Você ouve as pessoas, eu eu vi um um Instagram de uma menina que a menina nem é a menina não tem nada a ver com o carnaval, nada. Sabe o que que é nada? A menina é blogueira de sei lá de quê, negócio de esses negócios
de turismo, de que fala de gastronomia que tá aí ela que que eu o que que os blogueiros fazem normalmente, principalmente dessa área, né? quando chega na nas festas, por exemplo, ah, festa junina, ele vai lá, se enfia numa festa junina qualquer e vai lá fazer os poxas, as coisas dele. E aí essa menina fez a mesma coisa no carnaval, né? Ela foi pra rua lá no meio dos blocos, aí começou a, né, a fazer lá os os posts, os vídeos dela. Beleza. Aí ela foi para Sapucaí fazer a mesma coisa, foi lá paraa arquibancada
e tá lá, né, na publ, né, pá fazendo. Gente, mas a garota disse tanta besteira, mas tanta besteira que eu fiquei apavorada. Eu falei: "Meu Deus do céu". Só que o que que acontece? A garota tem um engajamento monstro e aí todo mundo que vai, né, que segue a garota, tá lá, uau, ó. Nossa, mas a garota falando tanta besteira do Carnaval, tanta coisa errada que eu a vontade que me deu foi entrar no perfil dela porque ela falei: "Mas eu não vou fazer isso". Falei: "Não, Lia, sossega teu teu facho aí. Não, não, mas
a vontade que me deu foi essa, porque a garota falando umas coisas assim que nada tinha a ver com coisa nenhuma. Eh, a garota querendo falar sobre alegoria, sobre gente, mas olha, eu no final das contas já tava era rindo, que eu falei: "Meu Deus". E aí a gente percebe com isso como que o carnaval precisa ser tratado com seriedade, precisa ir mais além. Você pode tratar ele com folia, com festa. Beleza, que ele é isso também. Ele é folia, ele é festa alegria. Beleza, maravilha. Só que ele não é só isso, né? Ele não
é só isso. E você para tratar até mesmo com alegria, com folia, você tem que saber do que você tá falando. Você tem que procurar saber mais, né? Eh, por exemplo, eu li aqui, eu o nosso canal ele é ele tem abertura também pro folclore, por exemplo. Vai tá chegando aí Parentins, né? Nem lembro mais o dia que é. Eu acho que já tá para começar. Parentins. Eu não vou falar de Parentins sem antes ler um pouco sobre aquilo que tá acontecendo ali. Não vou chegar aqui e começar a falar besteira. você tem que ter
um embasamento mínimo que seja. Então, quando a gente, quando eu vejo isso, isso me mostra claramente como que o nosso carnaval está eh numa linha muito crítica, muito num num momento muito complicado e que a gente não pode romantizar e nem achar que tá tudo maravilhoso, né? como não tá, a gente sabe disso. Nós que somos sambistas mesmo sabemos disso. E isso me chamou atenção para um fato. O por que que isso acontece? Por que que isso, por que que chegamos a esse ponto? Aonde que nós estamos pecando? Aonde que nós estamos errando? O que
que nós estamos deixando de lado que tá abrindo a porta para esse tipo de situação aonde chega num determinado momento, a gente perde o controle e depois a gente não consegue recuperar. Ou se consegue demora muito mais e é muito mais difícil a gente recuperar o controle daquilo que é nosso, né? Então isso me levantou uma série de questões, uma série de coisas. E aí eu eu peguei, fui pegar a lista das escolas, eu falei, vou tô que eu tô já, né, já montando o meu dossiê já pro carnaval em si, já tô montando o
meu o meu, né, calhamaço de papel para, né, nos registros e tudo. Tô me preparando já, né, pro carnaval 2027. Então eu fui pegar a lista das escolas, tal, colocar tudo ali para começar a trazer para vocês a partir de agora pela ordem falar não só das escolas do especial, como acesso, outras coisas mais entendente e tudo mais. E aí eu peguei aquilo e fui eh vendo. E aí esbarrei logo de cara com a Beijaflor. E eu esbarrei com a Beijafor. E o que que eu faço? Eu listo a as escolas. Eu pego as escolas
e vou de uma em uma. Aí eu entro na rede daquela escola e vou ali vendo tudo, a movimentação, analisando tudo para que eu possa me organizar, que eu não fique doida, né? Me deparei com a Bejaflor de Nilópolis e aí fui passear ali pela rede da Bejaflor, né, pelo site, pela pelas redes e tal. E aí eu eu, caramba, eu a bejaflor me trouxe à tona uma coisa que se liga muito com a forma que eu penso. Então, por isso que eu troquis eh trazer a Beijaflor como esse exemplo para vocês hoje sobre essa
temática de uma escola De vida, tá? Então, eh eh que os torcedores da Bejaflor eh possam estar aqui, assim como a Sara, né, que tá sempre aqui com a gente. Espero que ela eh esteja aqui. Mas quem aqueles que não me ouvirem hoje, que possam ouvir posteriormente, não tem problema. Eh, mas que eu vou usar. Eh, tomei essa liberdade de utilizar a Bejaflor como exemplo, tá? Então, deixa eu ver quem tá chegando aqui pra gente. Vocês já chegaram aí, já deram o like de vocês, já se inscreveram no canal? Como é que tá a situação,
amigo? Vinícius, nosso embaixador aí, standar de ouro. Como é que tá? Como é que tá a situação aí? A galera já tá deixando o like, já tá deixando aí seu comentário. Vamos lá, gente. Vamos movimentando esse chat aí. Deixa eu ver quem tá aqui que eu tô com um panorama novo aqui na tela, então eu fico um pouco em dificuldade para ver vocês aqui. Deixa eu ver aqui agora quem tá chegando aqui. Luís Otávio, bom dia, Luís. Um beijo paraa nossa querida amiga. Cadê nossa amiga? Manda um beijão para ela. Santana, bom dia, Santana. Santana
aí na área também. José Nunes, bom dia, Zé. Bom dia, eu estava nos lençóis maranhenses. Ah, meu Deus, que luxo, hein? Nos lençóis maranhenses. Por isso passei uma semana fora, não consegui acompanhar. Que região linda do Brasil. Olha, Olha, ô Zé Nunes, deixa eu te falar um negócio. Eh, eu amo amo o nosso país, né, o nosso território. Sou apaixonada pelo território brasileiro, pelo povo brasileiro. Sou apaixonada pelo nosso país e quero muito ainda na minha vida ainda poder conhecer alguns lugares que eu não conheço, que eu tenho assim muita loucura para conhecer. Um deles
é lençóis maranhenses. Tenho loucura para conhecer. Lençóis maranhenses, Chapada Diamantina. São lugares que eu tenho assim loucura para conhecer, né? Então, nossa, que bom que você foi, né? Depois bota umas fotos na nossa comunidade aqui no YouTube. Pode estar lá umas fotos sua lá curtindo os lençóis maranhenses. Bota lá pra gente dar uma espiada, tá bom? Jonathan, Jonatha aqui, Jonathan. Ai meu Deus, eu enxergando. Ah, Mr. Jonathan aqui tomando café na empresa, assistindo. Bom dia, beijo, beijo, um beijo aí. Bom trabalho, né, Renan? Bom dia, Renan. Sarinha tá presente. Que coisa boa, Sara. É isso
aí. fim de semana com trabalho, Denise Frazão, todo mundo aqui na área. Bom, meus amores, deixa eu tomar aqui meu golinho de água, que a minha voz hoje tá meio pro Belelu. Ah, outra coisa, um recadinho para vocês. Eu tô, como eu tô testando aqui, como vocês falei, né? Tô testando uma Outra forma de transmitir aqui para vocês. Eh, o meu microfone ele tá aberto aqui no canal geral, então ele vai captar alguns sons externos, tá? Eu ainda vou testar outros microfones hoje, mas ainda não deu tempo. Ele tá vai captar. Então, talvez vocês ouçam
barulho da rua, talvez ouçam cachorro latindo, talvez essas coisas, né, básicas, mas a minha voz tá chegando aí, é isso que importa, tá? Vamos lá. E vai deixando o like aí, não esquece, hein, o like. Ah, e vamos também na hassummero gost, tá? Deixa eu botar aqui. Venícius, você tá com a hashtag, você tinha copiado aí para mim? Deixa eu escrever aqui pro pessoal #summerofg. Eh, pessoal aí do Ritmo Carioca, pera aí. na campanha, tá aí, família Ritmo Carioca na campanha Summer of Gs. Botei aí nos comentários. Vocês que estão aí assistindo, copia essa hashtag
e bota aí no comentário de vocês. Me dá essa força, me dá essa moral aí, porque eh somos nós aí na campanha do YouTube também, Summer of Gost, que é a campanha da Copa. Tá bom? Ah, então vamos lá. Deixa eu pegar aqui meus inscritos pra gente traçar aí esse Essa essa questão aí da bejaflor. Eu vou colocar aqui o vídeo rapidinho. Vou colocar primeiro aqui o vídeo do nosso querido. Algumas pessoas já viram com certeza, mas para quem não viu depois vai ver. Vou colocar aqui o vídeo do carnavalístico João Carlos Araújo, esse vídeo,
esse vídeo lá que está lá na no Instagram da escola. É um vídeo da escola, tá? Eh, eu coloquei aqui no nosso eh canal para ilustrar, mas esse vídeo não é nosso, tá? Esse vídeo é da escola. É lá da escola. nós replicamos ele aqui para vocês e vocês vão ver aí a fala do uma fala muito rápida do João Víor e depois eu vou colocar o presidente me falando e aí a gente vai eh vocês vão captar aquilo que eu tô querendo passar para vocês, tá? Deixa eu ver aqui se vai sair aí direitinho.
Pera aí. Aí então trazer à tona a história dessa mulher que além de uma pajagel uma educadora, filantropa, é uma compositora, cantora, ambientalista. Olha quantas qualidades essa mulher possui. É um Vou voltar aqui o vídeo para pegar desde o início. Tá, tô pegando aqui só para, eu voltei, gente, para pegar o a fala do João Vittor aqui desde do início, tá? Vamos lá dizer à tona a história dessa mulher que além de Mapagé, é uma educadora, é filantropa, é uma compositora, cantora, ambientalista. Olha quantas qualidades essa mulher possui. É um presente para mim enquanto artista,
né, enquanto entusiasta dessa festa chamada carnaval. Eu acho que é um presente pra própria Beijaflor de Nilópolis. Em 98 nós contamos, a escola contou esse enredo dos caruanas e desta vez nós vamos contar a história de dona Zeneida, que está aqui com a gente no auge dos seus 91 anos, com muita força, com muita lucidez e com muitas histórias para contar. Então eu tenho certeza que faremos mais um carnaval inesquecível. Então traz, acho que vocês conseguiram ouvir, né? Vocês conseguiram ouvir direitinho? Vocês conseguiram ouvir tudo direitinho? Conseguiram, né? Eu tô, eu aqui pausei o vídeo
dele. Ô meu Deus. Sou isso aí, gente. Vocês não reparam não. Sou eu aqui com as ferramenta nova me enrolando tudo aqui. Mas vamos lá. Eu ten que me tem que me ambientar mexer nesse nesse troço. Mas vamos lá. O João Vittor, eu acho que ele assim, eu gosto muito do João Víor, gosto muito dele. Eh, e foi uma coisa muito interessante que eh ele, eu vi esse vídeo, um outro vídeo que ele tá dentro do barracão. Eh, na verdade era até o outro vídeo que eu ia colocar, mas eu tava testando, acabei esquecendo de
botar. Eh, o que que acontece? João Vittor, eu vi um vídeo dele na Beijlor. O vídeo muito, o vídeo dele muito calmo. Ele falando com muita calma do barracão, ele falando do trabalho no barracão, ele sabe com uma uma paz, uma tranquilidade, uma seriedade, né? uma eu e eu fiquei isso me chamou atenção por eu pensei assim, falei: "Caramba, a Beijaflor é uma escola que implicam tanto com ela, né? implicam tanto por causa do Gabriel, por causa da de ah que a escola ganha título e aí o pessoal vai implica e ah, porque o título
foi roubado, ah, porque o título foi isso, foi aquilo. Ah, porque ela ela é uma escola, ela na verdade ela é uma escola muito visada. E por que que ela é visada? Porque ela é uma escola que se transformou numa potência. Se ela não fosse, se ela não fosse uma potência, Ela não seria visada, certo? Ela não seria, ela não teria tanta visibilidade, ela não seria tão visada, as pessoas não falariam tanto nela, né? Então ela se tornou uma potência do carnaval e por isso ela fica ali sempre no alvo, né? É uma coisa natural
que acontece naturalmente. Todo mundo que se destaca em alguma coisa se transforma num alvo fácil. Isso é normal, né, na nossa sociedade. Então, eh, quando eu vi o vídeo do João Vitor, eu parei e fiquei analisando, eu fiquei assim, caramba, que tranquilidade que ele tá falando, né? a gente tá aí no meio do ano, eh, ele falando com tanta paz, com tanta, sabe, com tanta tranquilidade mesmo, que normalmente os carnavales quando estão ali no seu processo ali de carnaval, eles já estão arrancando os cabelos, eles já tão ali e é negócio de dinheiro e é
negócio de não sei que e é material e às vezes você entra num barracão ou mesmo carnavalesco dando entrevista, por mais tranquilo que ele queira aparecer na entrevista, a gente percebe atenção, a gente percebe, mas ele não, eu eu fiquei assim, falei: "Nossa, mas o João Vitor tá tão tão na paz, sabe? Tá tão assim, tão tranquilão. Que que legal, cara, que bom isso, porque isso me remete a quê? a um, primeiro um equilíbrio e outro a uma Certeza muito grande do que ele está fazendo. Uma certeza muito grande aquela questão do eu confio na
minha competência e na competência da minha equipe e na competência de quem trabalha dentro da escola e na competência do barracão e na competência dos gestores e de toda a diretoria da escola. Porque quando você tem confiança no seu time, você fica tranquilo, você sabe, você relaxa, e fala assim: "Pô, beleza, todo mundo sabe o que tem que fazer, cada um no seu quadrado, vamos trabalhar, vamos colocar colocar eh eh aí o o negócio para andar, o trem para andar. Então, eh, vamos na paz, vamos fazendo o nosso, porque tá, tá aí vem aquilo que
eu falo para vocês, a questão da organização, a questão do planejamento. Eu ia pegar o o vídeo do Marino também, até peguei, mas esqueci de botar aqui. Se eu for subir agora vai dar ruim aqui. É o vídeo do Marino falando do trabalho no barracão. Depois eu posso até num outro momento trazer os vídeos deles para exemplificar também. É o que, gente, que que é uma coisa que eu falo para vocês? É gestão, é organização, é planejamento. E por que que eu utilizei a Beijaflor para falar sobre isso? Porque a Beijaflor ela é um exemplo
disso. A Bejaflor hoje ela não seria o que ela é se ela não tivesse esse nível de organização e planejamento. Ela podem falar o que quiser da escola, mas ela é uma escola organizada. Ela é uma escola que tem planejamento. Ah, mas ela errou no ano tal. Ah, mas o ano tal ela desfile foi não sei como. Ah, mas o ano tal. Não é isso que a gente tá falando. A escola pode errar, pode, pode cometer erros, pode, como qualquer outra, pode. Qualquer um pode cometer erros, qualquer escola pode cometer erros, vai ter, vai ter
ano que ela vai ser melhor, vai ter ano que ela vai ser pior. E é normal, ninguém é 100% o tempo todo. Agora, não pode negar que a escola é uma escola que tem um processo de fazer carnaval eh maduro, organizado, planejado e por isso que ela é o que é. Ah, mas é porque o o bicheiro, mas é porque o dinheiro, mas é porque Não é isso, gente, não é isso. É organização, é planejamento. O quando a gente ouve o Marino falar, a gente entende muito claramente esse processo, Sabe? eh é uma forma muito
muito nítida que a gente vê de eh acompanhamento. É uma forma muito nítida de processo de trabalho. E é isso que a gente sempre debate e que a gente quer sempre trazer à tona, inclusive quando a gente fala das nossas escolas menores, tá? Então eu vou eu vou botar o vídeo aqui do Almir falando e ele fala uma coisa muito muito importante. A Beijaflor ela tá com enredo belíssimo, belíssimo. Não tem para onde correr. Ah, porque a Beijaf pode fazer o a implicância que for, pode fazer, gente. Ah, Lia, então você beija flor, você tá
puxando saco de beij flor? Não, não tô puxando saco de Beijaflor, mas a Beijaflor é uma escola que eu sempre admirei e nunca neguei isso. É uma escola que eu sempre admirei e sempre admiro. Eu já tive, eu já tive problema com a Beijaflor lá atrás no aliás, vou corrigir aqui a minha fala. Eu nunca tive problema com a Beijaflor. Nunca. Nunca tive problema com a Beijor. Todos os momentos que eu fui na Beijfor, eu fui extremamente bem recebida. Fui bem recebida. Fui, eu só não vou muito Lá porque a Beijaflor é muito contramão para
mim, é muito complicado para ir para lá. Senão eu tava sempre lá, porque é uma escola que eu gosto muito. Sempre me trataram muito bem lá. O, a rusga que eu fiquei com a Beijaflor não foi no carnaval de 2024. Vocês lembram que o foi 2024, foi 2025, agora não me recordo, acho que foi 24. Quem assiste as minhas transmissões lembra que um cara da harmonia da Bejaflor me empurrou em cima da grade. O pessoal até tava pensando que era segurança da Sapucaí, não era. Era uma harmonia de ala da Beijaflor que me deu um
um porrão, me jogou em cima da grade e eu quase caí. Meus equipamentos caíram no chão. Vocês lembram disso? foi um harmonia de ala da beijor. E aí eu fiquei possesso aquele ano, fiquei muito chateada, muito triste, mas depois vieram diretores da Beja Flor, que eu conheço inclusive e me pediram desculpas, falaram ali: "Poxa, mil desculpas, isso não é para acontecer". E isso eu nem levei isso. O pessoal fala leva pro presidente, eu nem levei para esses lados, não me ia encher a cabeça do presidente com isso. Mas eh eu fiquei chateada, fiquei triste porque
não é, eu não acho que isso seja uma boa ação de uma escola do patamar de uma bejaflor. Mas eu eu procurei entender que isso não é uma coisa da escola, isso é uma coisa pontual de uma pessoa. foi uma pessoa que fez que fez isso, não foi a escola. Então eu não posso culpar a escola pela atitude de uma única pessoa, entende? Então, eu não deixei de gostar da escola por isso. Eh, eu acho a escola fantástica, eu gosto muito, eu acho uma escola que tem um potencial gigantesco. Eh, e ela, quando ela resolve
eh, eh, realmente mirar no alvo e acertar os seus ponteiros paraa escolha de grandes enredos, de grandes sambas, ela sabe fazer, gente. Não tem como dizer que não, ela sabe fazer, ela sabe o que tá fazendo. Então ela tem aí para 2027 um enredaço, um enredaço, enredaço. E nós já falamos um pouco sobre ele, não falei da sinopse. Fal, falamos a somente o perfil quando a escola colocou no ar esse enredo da Zeneida, da dona Zeneida. E é um enredaço. Eu ainda não entrei no na questão da sinopse. Não vai ser hoje que eu vou
entrar, vai ser mais para frente, mas eu quis trazer trazê-la como exemplo. E agora eh, nós vamos ouvir a palavra do presidente e aí eu vou trazer uma outra colocação que diz respeito. Lembrando, para quem tá pegando o bonde, andando e chegando agora, eu não estou puxando o saco e falando, ah, eu tô falando uma realidade, estou usando uma grande escola de samba como um exemplo do nosso carnaval, tá? entendam isso. E aí eu vou fazer umas outras colocações que vocês vão eh sobre uma outra Situação que o presidente já me falou e vocês vão
e eu vou continuar nessa utilizando isso como exemplo. Deixa eu colocar aqui. Eh, vai dar aí uns pipocos aí que eu pegar aqui o pera aí. Fala, dona Zeneida. Não é só falar de uma mulher extraordinária, é falar de um povo que que através das suas raízes aqui, deixa eu voltar aqui à fala, vou voltar aqui à fala do presidente pra gente pegar do iniciozinho. Então nós temos aí a dona Zeneida, né, que é o enredo brilhante da Bejaflor. E vamos ouvir a fala do presidente Almir. Vamos prestar bastante atenção na fala dele. Zeneida não
é só falar de uma mulher extraordinária, é falar de um povo que que através das suas raízes se transforma tudo isso em vitória. Isso é dona Zenida, isso é beij flor, isso é a nossa comunidade. Eu acho que depois de todos esses anos, que agora faz 30 anos, eu acho que era a hora de falar de dona Zeneida, porque a dona Zeneida tem muito a ver com a escola. A dona Zelda tem muito a ver com a nossa história. Você vê, dona Zeleida não precisou sair das origens dela, sair da realidade dela, que é o
Pará para se tornar essa gigante que ela é. Dona Zeneida, ela nunca abandonou sua origem para ser respeitada. Isso tem muito a ver conosco, muito a ver com a nossa história. A a bejaflor, ela sempre foi, ela sempre reconheceu Muito a sua origem, que que é a sua comunidade, o seu chão. Nilópolis, baixada Fluminense. Se não fosse a nossa escola, se não fosse a o nosso chão, a gente não chegaria onde chegamos e não estaríamos onde estamos. Nós hoje somos a maior campeã da era São Bódromo, tudo pós o livro de dona Zeneida. Então, eu
acho que e a dona Zeneida tem tudo a ver conosco. A história da dona Zeneida, o gigantismo da dona Zeneida tem tudo a ver com a gente. E ela fala a mesma língua, ela ela tem os mesmos os mesmos direcionamento que nós aqui da Beijafrô temos, que é sempre olhar pro nosso povo, pra nossa cultura, sabe? Pra nossa origem. Ali você vê, a gente na escola costumamos dizer muito sobre beijafu é mais que uma escola de samba, é uma escola de vida. Isso é dona Zeneida, uma escola de vida. É uma mulher guerreira, uma mulher
que luta pela natureza, luta pelos pelas crianças, pelas meninas daquela terra de Pará. Ela luta por, na verdade, dona Zelda luta por todos nós, que se nós pararmos para pensar com esse com tudo isso que tá acontecendo no mundo, a dona Zene é uma das das defensoras que quer o quê? Que as pessoas passem a olhar a natureza de uma outra forma, porque sem a natureza nós não vamos sobreviver. Isso é fato. Isso aí já tá mais do que aprovado. E a dona Zeneida é é uma pessoa é uma pessoa que tá aí lutando por
isso e vai e eu tenho certeza que que ela vai conseguir mudar a cabeça de muita gente para as pessoas se conscientizarem o quanto é importante o trabalho que ela faz para todos nós. Então é é é por isso não tem como não olhar pra dona Zeneida e olhar para nós mesmos. Olha como se nós tivéssemos olhando pro espelho. Falando, vocês, vocês perceberam, eh, vocês prestaram atenção nas palavras do presidente Almir com carinho. Eh, gente, o que ele falou é muito importante, é de uma importância imensa, eh, não só para a bejaflor, mas pra nossa
sobrevivência como sambistas, pra nossa sobrevivência, que eu digo em relação à sobrevivência da festa carnaval. Muita gente só olha o carnaval, né? Como essa questão que nós falamos, a questão da festa, do da folia, do legal, vamos paraa avenida, vamos assistir desfile. E o pessoal fica marretando o ano inteiro na mesma fala, na mesma coisa. Ah, quem é que vai subir? Quem é que vai descer? Ah, nossa, mas vão subir quantas? Mas vão descer quant, gente? eh eh chega a irritar porque o assunto não parece que Não sabem falar de outra coisa, parece que o
carnaval se resume nisso. É, e quando a gente vê e graças a Deus nós aqui temos essa nossa a nossa família ritmo carioca aqui para mergulhar fundo lá nas entranhas do carnaval que aonde ninguém quer, aonde ninguém quer ir, aonde ninguém quer parar para prestar atenção. Mas graças a Deus nós aqui conseguimos fazer isso. vocês são maravilhosas nisso, é mergulhar nas entranhas do carnaval, eh, para olhar a fala, para prestar atenção na fala das pessoas e na nas escolas propriamente ditas. Almir nas falas dele, na fala dele aí nos dá uma grande lição, que é
uma coisa que a gente fala o tempo todo, que é o quê? olhar para as nossas comunidades. Olhar paraa comunidade. Algumas pessoas, inclusive pessoas da própria Bejaflor, eu sei, eu sei que existe o outro lado da moeda. Eu sei que existe. Ah, Lia, mas olha, você não é de lá. Não fique pensando que aquilo lá é as mil maravilhas, não, porque olha, eu sou muito maltratada lá. Porque eu sou maltratada lá, porque gritam comigo, porque não sei o quê. Na época de Laila já era assim, Laira, Laila tratava a gente mal, era um grosso que
era não sei o quê. Gente, eu já ouvi falar coisas assim horríveis, entendeu? Eh, ah, porque Laila era isso, Laila era aquilo, Laila é aquilo outro. Agora que ele se foi, a escola continua a mesma coisa. Porque tratam a gente mal, porque gritam com a gente, porque não sei o quê. porque trata a gente como escravo. Porqueerã já vieram me falar isso mais de uma vez, não foi uma vez, não, foram várias vezes. E aí a minha a minha colocação paraa pessoa na época foi a seguinte: caramba, é assim, desse jeito? A pessoa é assim,
assim, assim. Eu falei: "E você tá fazendo o quê lá?" Aí a pessoa olhou para minha cara assim com a cara de espanto. Eu falei: "Não, eu eu desculpa a pergunta, mas eu tô eu tô querendo saber o que que você está fazendo lá, porque você tá me pintando um quadro tão tenebroso que eu eu não fico aonde eu não sou bem-vinda. Eu não fico aonde me tratam mal. A não ser que esse tratar mal, o lado bom, ultrapasse em muito na balança o lado mau para me fazer permanecer no local. Agora, esse quadro que
você tá me pintando tá pior do que filme de terror. Então você tá fazendo o que lá, querida? Como assim? Ah, não, mas é não, mas é, mas aí é que eu fico sem desfilar. Falei: "Não, pera aí, calma aí. São coisas diferentes você ficar sem desfilar. Você gosta de desfilar isso? Você gosta de ir pra avenida desfilar?" "Ah, gosto." Falei, "Você tem mais de 100 escolas de samba para você fazer isso." Desfilar é isso. Esse é o problema, desfilar. Você tem mais de 100 escolas de samba que você pode ir à vontade, não é
isso? Então vamos, vamos botar os pingos nos is. Uma coisa é você ser desrespeitado. Você ser desrespeitado, você vai lá naquela pessoa ou vai na escola, fala com quem de direito, toma lá suas providências e ponto. Ou então você vira as costas e vai embora, né? Agora você fica ali reclamando o tempo todo, mas você tá ali o tempo todo, não casa, né? Então a gente olha por pelo outro ângulo que é o quê? Existem pessoas que falam isso, existem, mas existem pessoas que falam também totalmente o oposto. Falam: "Lia, eu nunca passei nada disso.
Eu sei que a Bejaflor é uma escola exigente, é uma escola que exige disciplina, que é uma coisa que o brasileiro não está acostumado. Brasileiro não é acostumado à disciplina. brasileiro não é disciplinado, nunca foi, entendeu? Então, quando ele é exigido que no no comportamento dele, ele tem disciplina, ele tem organização, ele chia, isso é normal, tá? Eu não posso falar, afirmar nem que sim, nem que não lá dentro da escola, porque eu não sou da escola. Eu não vivencio o dia a dia da escola para falar isso, mas eu eh dou voto de confiança.
Por quê? Porque a escola, se ela não fizesse o que ela faz, ou seja, utilizar de organização, planejamento e cuidar da sua comunidade, ela não seria a potência que ela é hoje. Ela não seria, gente, se ela não tivesse disciplina, organização. E a comunidade que é uma comunidade fortíssima, é uma comunidade que quando bota o pé no chão, bota o pé lá no asfalto, bota o pé na sapocaí, ela entra, eu já falei isso aqui outras vezes, ela entra para ganhar, ela não entra para fazer mais ou menos, ela pode não ganhar. Isso é uma
consequência de outros que envolvem Outros fatores, mas que ela entra para ser rolo compressor, ela entra. Ninguém pode negar isso. Quando ela chega na avenida, o pessoal olha e fala: "Lá vem a deusa da passarela, lá vem o rolo compressor da Beijaflor. Que esse rolo compressor da Beja-Flor, leia-se, lá vem a comunidade da Beijaflor. Lá vem a comunidade de Nilópolis. Se ela não tivesse uma comunidade forte, engajada, disciplinada e que faz ali o o que tem que fazer e o processo do carnaval sendo construído da forma que tem que ser feito com planejamento e organização,
ela não seria o que ela é hoje. O Almir falou aí muito bem, ela não seria o que ela é hoje. Ela não teria a força que ela tem, o peso que ela tem. E aí hoje a gente percebe em outras agremiações que o fato da agremiação, ah, não, ã, veja bem, vou abrir um parênteses até aqui. É muito fácil culpar o outro, é muito fácil, tá? Nós sabemos, não somos ingênuos, sabemos que existem muitas coisas erradas no carnaval. Sabemos disso. Não vamos tapar o sol com a peneira, nem romantizar. Sabemos que existem muitas coisas
erradas no carnaval. Sabemos que o carnaval, o processo do carnaval, eh, tem aí coisas que não condizem com o que deveria. Sabemos agora, sabemos também que todo mundo tem o grande hábito de eh quando erra botar Culpa nos outros. Ah, mas a minha escola foi injustiçada. Ah, mas a minha escola a culpa foi do jurado. Ah, mas a minha escola é não sei o quê. A culpa nunca é da escola, nunca é da própria escola. A escola ela não olha para dentro de si e diz: "Nós erramos, nós pisamos na bola, nós realmente cometemos um
erro, nós escolhemos o samba errado, nós eh não era legal esse enredo, esse enredo não caiu bem". Gente, as escolas não é muito raramente assumem os seus próprios erros. muito raramente elas culpam terceiros sempre. Ah, porque o jurado é filha da mãe. Às vezes o jurado vai lá e faz um monte de coisa errada, faz. Nós sabemos que faz. Temos aí grandes exemplos, temos o que fizeram, né, que tá aí nas redes toda hora, o pessoal reclamando do que foi feito com a mocidade, do não sei quê. Temos, gente, eu eu posso, gente, eu Nossa,
e como eu posso reclamar de jurado? Gente, eu sou do Império da Tijuca. Vocês sabem o que aconteceu com o Império da Tijuca em 2014? Isso é uma coisa que a gente vai morrer com isso atravessado na nossa garganta. Nós vamos morrer com isso atravessado na garganta. Então, nós sabemos muito bem as dores do que é um jurado da sacanear a escola. Nós sabemos disso. Nós sabemos o que é a escola ser sacaneada. Ela já vista o PM, ela já vista tantas outras. Mas isso aconteceu e não vai deixar de acontecer no carnaval. Não vai
deixar de acontecer. Agora, o que não pode é, no momento que as escolas realmente erram, não olharem para dentro de si e assumir os seus erros e falar: "Ah, não, o erro é do outro, o erro é sempre do outro". Não, a escola tem que também olhar para dentro de si e entender aonde ela errou, entender aonde ela pecou, tá? Eh, ah, mas Beij Flor cometeu erros. Ah, Beijar Flor fez não sei o quê. Ah, Beijar Flor fez como faz, como todas as outras fazem. Como todas as outras fazem. Ninguém é 100% certo, ninguém é
100%. Mas o que que acontece quando o Almir fala aí e ele puxa essa questão do enredo, ele traz o enredo? Como que o enredo da dona Zanei da casa com a Beijaflor? justamente por ela defender situações, defender coisas e causas que se alinham com o perfil da escola, com o perfil que a escola tem, com o entendimento que a escola tem sobre o seu pessoal, sobre a sua comunidade, sobre a sobre o pertencer. Ele fala muito, ele fala isso, eh, ele mostra isso de uma maneira muito clara na fala dele. É o você pertencer.
Então, a comunidade da Beijaflor, ela é pertencente àquela agremiação. Hoje vocês vem com tantas coisas que as pessoas apontam de errado na Bejaflor, que gostam de apontar dedo e implicar. Olha a quantidade de torcedores que a Bejaflor tem. São muitos, não são poucos. Então, eh, pera aí, vamos olhar mais pro nosso lado e deixar o vizinho fazer o trabalho dele. Vamos olhar mais paraa nossa casa e falar assim: "Olha só, a gente tá lá reclamando do vizinho, mas a gente não tá olhando para dentro da nossa". Nós tivemos aí, nós tivemos aí eh Portela com
sérios problemas, né, eh com várias coisas que atrapalharam o andamento da escola. Nós temos aí Império Serrano, que tá numa luta ferrenha aí interna para arrumar a casa. Nós temos, são essas coisas que a gente tá sempre eh batendo na tecla, porque é preciso, é preciso que as pessoas tenham consciência e parem de tomar conta do vizinho e olhem mais para si, olhem mais para pros seus problemas. Ou todas as nossas escolas estão primor de gestão para que todo mundo fique sorrindo e, ei, vamos lá perturbar a vida dos outros. Tá todo mundo bem na
fita, né? Tá todo mundo legal, tá todo mundo alinhado, tá todo mundo cheio de Dinheiro, tá todo mundo bem para caramba. Tá todo mundo assim, né, para poder ficar eh eh falando mal dos outros. Então essa questão é, vamos olhar para dentro das comunidades, porque gente, eu nem as as escolas do grupo especial estão fazendo isso, nem as escolas do grupo especial não é eh pegar e fazer um ah, é dia da das crianças, eu vou ali e boto presentinho para as crianças. Pô, bacana para caramba. Aí acabou o dia das crianças, acabou, acabou ação,
não tem mais nada para fazer. Ah, eu da páscoa. Vamos distribuir ovo de páscoa para todo mundo. Legal, bacana, show. Acabou a Páscoa, não tem mais nada. Então, onde é que tá o trabalho? O trabalho não é só com as crianças. O trabalho não é só com a os componentes ali que desfilam. O trabalho é com toda uma comunidade. O trabalho é um trabalho com a saúde da comunidade, com a educação da comunidade. É um trabalho sócio e cultural, educativo. É um trabalho conjunto que tem que a eh andar a caminhar o ano inteiro, o
ano inteiro Para que a escola respire, para que a escola respire, para que a escola sobreviva, para que a escola tenha força. E por que que ah, a beja, por que que a Bejaflor é o que é, gente? Pelo amor de Deus, porque além de todo esse trabalho, o que que acontece? Uma coisa leva a outra. Uma coisa leva a outra. Ela tem o trabalho da comunidade que se transforma num trabalho do processo carnaval, trabalho todo de uma engrenagem que que constrói o seu carnaval. que transforma ela numa potência de mídia, de marketing. Ou seja,
ah, mas ela ela é a ela ela é da Rede Globo. Ah, porque a Rede Globo, gente, pelo amor de Deus, vamos parar com essa ladaainha, vamos parar com esse essa esse discursinho que já tá cansativo. Vamos parar com isso. Vamos enxergar, vamos eh admitir que a escola é uma potência. Ah, mas aí o que que acontece? Ela é convidada para tudo que é lugar. Ela poderia ser, ela poderia ser lá com o negócio da Rede Globo, que seja lá o que for, e poderia ser toda, toda travancada ali no no na sua organização. Ia
chegar uma hora que ela falou: "Ó, eles estão fechados com a gente, mas vamos ficar ali, fica ali nos cantinhos Que vocês estão pisando na bola". Gente, ninguém quer. Ninguém quer. Você não vai trazer para você, você não vai atrair para você aquilo que não funciona bem. Pô, eu quero fazer, eu quero botar minha marca no, no, no auge aí, fazer a minha marca de vender os meus produtos, não sei o quê. Eu vou me aliar com quem é todo bagunçado, com quem não tem organização, com quem não tem força, com quem não tem eh
eh perspectiva, com quem não tem visão, com quem não cuida da sua comunidade, com quem eu vou me aliar a uma a uma a uma marca assim, a uma instituição assim? Claro que não. É claro que não. Então, ah, poxa, porque só ela é chamada, porque ela faz por onde, gente? Ela faz por onde? A implicância com ela em relação ao carnaval é outros 500. Aí quem quiser implicar com ela implica. Quem quiser aplicar implica cada um do seu quadrado. Eu não sei da vida dos outros. Eu tô falando é da gente aqui. Nós ritmo
carioca. Eu olho para Bejaflor, assim como eu olho para todas as outras escolas. Eu procuro entender o processo de cada uma. Eu procuro entender o processo de carnaval de cada agremiação e entender esse processo de carnaval aonde ela tá pecando, aonde ela não está pecando, aonde ela tá sendo exemplo, aonde ela não está sendo exemplo. Só que eu prefiro dizer aonde ela está sendo exemplo, porque para você ditar os Erros, você precisa ter vivência dentro da escola. Eu não posso afirmar que a escola tá cometendo um erro assim, assim, assim, se eu não sou de
lá, se eu não estou lá para afirmar isso. Eu posso sim dizer, por exemplo, poxa, ela postou um anúncio assim, assim, esse anúncio, o marketing dele não tá legal. Isso eu posso falar por quê? porque é a minha área profissional, então isso eu posso dar pitaco. Agora tem outras coisas que eu não posso porque eu não sou da escola, eu não tenho a vivência da escola. Então, eh, eu procuro pegar todas as escolas e traçar um perfil de cada uma e procurar entender como que é o todo daquela escola, como é que é o perfil
dela em relação ao processo dela de fazer carnaval, a um projeto de desenvolvimento de carnaval. E o que ela me traz é para mim uma das escolas que mais cuida eh de todo esse processo de uma forma extremamente organizada. Outras agora estão começando a se empenhar mais nisso. Estão começando a se empenhar mais nisso. E olha só, uma outra coisa que eu vou dizer aqui para vocês, isso não é peculiaridade porque ela é do grupo especial, não, tá? Isso serve para qualquer escola, qualquer uma. Organização, planejamento e cuidado da comunidade, meus amores, é para qualquer
escola, não é só para grupo especial, não. É qualquer uma. Qualquer uma. E eu vou dizer mais para vocês, eu falo isso aqui, eu fico ainda mais feliz quando eu vejo eh quando eu pego algumas situações nas redes dentro das escolas e as pessoas das próprias escolas e eh dirigentes e tal estão fazendo colocações que nós utilizamos aqui, estão dando exemplos que nós utilizamos aqui, coisas que eu falei, coisas que nós trocamos ideia aqui, coisas que nós demos eh o o como é que eu vou dizer, o caminho, mas não vou dizer o caminho no
sentido de não, nós somos, ó, nós aqui não, não é isso não. Tô dizendo aqui assim, coisas que nós debatemos aqui que as escolas ouviram, que as escolas ouviram, pararam, analisaram e adaptaram dentro da sua realidade e colocaram em prática. Gente, isso para nós aqui, para mim, para mim, pro meu veículo, para vocês que estão aí no chat, para vocês que fazem parte dessas resenhas, desses debates, dessas análises, olha, isso é um tremendo orgulho para nós de saber, de ver que as escolas estão praticando, começando a praticar coisas que nós debatemos aqui. Então isso leva
nos leva a crer que o que nós falamos aqui não é eh não é a toa que nós estamos dando a nossa contribuição sim para o mundo do carnaval. E isso é bom demais da gente saber, da gente ver, da gente eh de de isso nos motiva, nos incentiva a continuar nessa pegada. Eu recebi eh há poucos dias, eu recebo tempo todo pessoas que me chamam no WhatsApp, que nos chamam, o pessoal da da do equipe, nos dão os parabéns, seja no direct lá do Instagram, no WhatsApp, toda hora tem alguém entrando. Lia, parabéns pelo
trabalho de vocês. Olha, eu assisti a tua resenha hoje. Nossa, você falou isso, isso e isso. E isso é, gente, é uma, é um orgulho imenso para mim. É um orgulho imenso para mim, porque as pessoas sabem que eu falo isso, não é para criticar as escolas. Pelo contrário, é porque eu amo muito o carnaval. Eh, inclusive, vocês lembram que ano passado eh, nós quando nós fizemos, foi ano passado, foi esse ano? Ah, foi, acho que foi esse ano, né, antes do carnaval, não me lembro agora, que eu fiz o o podcast com o presidente,
o ex-presidente agora, o Hugo Júnior da Liga RJ, e que quando ele estava ainda na Liga RJ, que ele falou para mim, eh, Ele falou no podcast, ele falou: "Eu não conheço ninguém que ama mais o carnaval do que você, que ama tanto o carnaval como você". Eu vi isso dele foi para mim foi um grande elogio. Foi, eu fiquei lisongeada porque eu faço isso por amor, realmente. Eh, o carnaval e o trabalho com isso. Eh, mas por que que eu tenho tanto amor pelo carnaval com tanta coisa errada que acontece? Porque eu consigo enxergar
o carnaval como uma super potência, eh, que gera muita coisa, mas num grau elevadíssimo que é mal aproveitado. É mal aproveitado por por conta da ganância das pessoas, por conta da vaidade das pessoas. e ele é mal eh aproveitado, ele acaba sendo, ele acaba caindo num mar de de coisas eh erradas que aí descredibiliza e aí a sociedade olha para ele de forma marginalizada. Já temos isso na nossa história, mas isso poderia ser diferente agora. Só que, infelizmente, as próprias escolas de samba acabam alimentando essa esse olhar ruim que as pessoas têm sobre o nosso
carnaval, né? E aí acontece isso, né? quando tem o olhar ruim, acaba abrindo a porta para outras situações, como essas que eu contei, como essas, por exemplo, que eu contei para vocês da menina que foi lá no Instagram ficar falando um monte de Besteira, que falando uns troços totalmente descabidos sobre desfile de carnaval, querendo dar uma de intelectual e de eh, enfim, de que conhecia carnaval, falando umas coisas, gente, que dá a coisa eh olha, dava vontade até de rir, porque era umas coisas tão sem noção que eu falei: "Meu Deus do céu, mas onde
é que nós vamos parar?" Então assim, mas isso fomos nós que abrimos a porta para que isso acontecesse. Então quando o quando as escolas de samba elas não olham pro carnaval com a seriedade que tem que olhar, né? que tem que olhar para si pelo menos e entender, olha, nós precisamos mudar, nós precisamos entender que nós também erramos, que nós temos que olhar com outra de outra forma, né? Quando as escolas de samba elas não eh vê dessa forma, elas começam a pecar, né? Elas começam a pecar e aí a coisa eh acaba desando, né?
acaba desando, acaba não dando certo. Enfim, e aí a gente fica nessa luta do carnaval. Ah, porque o carnaval porque aí a gente reclama de um lado, há pouco tempo, agora, há poucos dias, eh, vocês viram, deve ter visto na rede o pessoal reclamando do negócio de monte de um monte de show gospel que tava tendo no Sambódromo. E todo mundo pode fazer tudo lá. Agora o sambista, a escola de samba, se quiser fazer uma uma coisa lá, é uma dor de cabeça danada. Então, como é que pode isso? Tem alguma coisa errada, né? Como
É que pode? Então, todo mundo pode fazer tudo no sambódromo, pode fazer rock, sertanejo, gosspel, tudo. Agora nós sambistas, se quisermos colocar um evento lá no Sambódromo de escolas de samba, fazer uma festa junina, juntar, como nós já demos a ideia aqui, fazer uma grande festa junina, botar barraquinha de todas as agremiações, isso ajudaria a fazer dinheiro paraas escolas, inclusive as menores, não era só pro grupo especial, não. Vocês já imaginaram aquela pista do Sambódomo de ponta a ponta lotada de barraquinhas, de tudo que é escola de samba, de todos os grupos, de todas as
ligas. Olha que maravilhoso que ia ser. E aí botava lá na Praça da Poteose um showzão, mas showzão, mas poderia até botar o show de samba, porque, né, eh, coisa, mas botaria um show lá, umas bandas de forró, umas quadrilhas junina com todo mundo, pi. Olha que maneiro que ia ser, gente, sabe? Deixando as escolas, cada uma botar sua barraca lá. Até as as escolas menores. Bota lá, bota. Ah, Lia, mas eu não ia ter nada para vender, eu não ia ter. Ah, vai dizer que nenhuma escola de samba no Rio de Janeiro tem uma
quituteira lá que sabe fazer comida, que sabe fazer uma um caldo, sabe fazer um uma uma comida de festa junina, é um é um pudim, é um bolo, é um pô, pelo amor de Deus, entendeu? E ah, eu não tenho dinheiro para comprar os ingredientes, não sei o quê. Não tem. Bota lá seus brindes para vender. Tem camisa para vender? Bota lá suas camisas para vender. Ah, eu não tenho nada, não tenho nada para vender. Tem problema. Bota a sua diretoria então para trabalhar. Bota a diretoria dentro da barraquinha para vender o seu peixe para
chegar e falar: "Ó, nosso enredo é isso. Nossa, pinta lá uns cartazes, bota cola lá e fala: "Olha, a gente tá aqui só para a gente tem nada para vender, mas a gente queria dizer que nós vamos desfilar com enredo tal. Você gostaria de desfilar com a gente? Olha, a gente vai desfilar dia tal assim. Não ia ser maravilhoso? Não ia ser maravilhoso? Então, quando eu eu olho pro carnaval dessa forma, a gente é que eu olho com amor. E quando eu trago uma escola de samba desse porte para falar que para utilizar ela como
exemplo, eu não tô desmerecendo as outras, pelo contrário, eu tô querendo é que as outras sigam o exemplo, que é um exemplo bom, não é um exemplo ruim, é o exemplo da organização, é o exemplo daquilo que tem que ser feito e que não está sendo feito, né? E alguém tem que falar porque ninguém ninguém fala. Todo mundo gosta de falar na rede social, por trás das câmeras, ficar lá metendo pau nos outros, ficar não sei o quê. Agora bem a cara aqui, ó, que nem eu tô fazendo aqui para falar. Ah, meu amor, não
é? Mas mas quase ninguém tem coragem para fazer isso, entendeu? Então assim, eh, tem que falar sim, tem que ser dito sim, tá? Eh, para ver se a gente vai melhorando, né? Então, isso que eu queria trazer para vocês. Deixa eu ver os comentários aqui de vocês que eu falei para caramba aqui, mas é porque eu pego o gancho assim, gente, e Vou embora, né? Senão eu perco a minha o fio da meada. Vocês estão ouvindo minha gata? Minha gata tá tá tá berrando que ela quer entrar participar da live que ela adora. Deixa eu
ver os comentários de vocês aqui. Pegar aqui lá da frente. Ahã. Ah, bem lembrado aqui, hein. Já se inscreveram aí no canal? Vocês já se inscreveram? Já deram o like de vocês? Gente, eu não tô vendo o coraçãozinho subir aqui. Quem tá no celular tem coraçãozinho subindo? Não tem, né? Vamos dar, vamos botar coraçãozinho subindo aí. Ó, vamos botar coraçãozinho, ó. Eu tô aqui, ó, botando coraçãozinho. Ninguém bota coraçãozinho para mim, não, gente. Ninguém bota florzinha para mim, ó. Florzinha. Ninguém bota 100, ó. Aqui no eu sou eu mesmo. Eu ten que eu mesmo eu
tenho que dar nota para mim. É isso mesmo. Quero ver coraçãozinho subindo aqui. Gente, vocês estão aí? Vocês estão Vocês estão com sono, né? Ó. O Luís botou aqui, né? Quem passou dia dos namorados. Ah, agora tô vendo um coraçãozinho tímido subindo aqui. Quero mais. Pode mandar mais. Quero mais. Gente, só que vocês estão, vocês tá tudo com dedo mole aí, né? Todo mundo. Ah, então tá todo mundo segunda-feira, todo mundo com sono, ó. Ah, até que enfim, né? Se mancaram, né? Sobe, coração aí. Sobe aí, Sarinha. A bejaflor é bem organizada. O Aní sempre
falou sobre isso, organização. Quem plantou isso foi Joãozinho e Laila e o Anísio. Eu lembro, Lia, você falou sobre isso. Luí botou aqui em todas as escolas tem algumas peças fora de posição. Soberbas. Ah, sempre tem, né, Luiz? Sempre tem. Marcinha, bom dia, Marcinha. Marcinha tá aqui com a gente. Cadê o coração? Chegou. Vai no coração, vai com dedo no like no coração. Dedo no like no coração. Só que só aceita o coração. Gente, pode mandar coração. Gente, pode mandar coração sem florzinha. Manda ver aí nos emoji aí para mim. Manda ver. O Jânio. Jânio
Bispo. Bom dia. Jânio. Li. A Beij Flor é uma família. Meu diretor Vanderson da ala explosão do ritmo é uma pessoa maravilhosa, trata todos muito bem. Essa é a filosofia na escola. Não há clima de guerra não. Graças a Deus. Por isso que eu digo que tem os fofoqueiros lá da da os fofoqueiros aí da da área, né, que adoram fazer um tumulto, mas isso não faz bem pro nosso carnaval. Então, por isso que eu a eu vejo que ah a gente precisa fazer isso que nós estamos aqui fazendo aqui. A gente precisa enaltecer mais
as nossas escolas e não procurar Ver só os erros, porque as pessoas ficam catando os erros. As pessoas ficam catando os erros, mas para elogiar ninguém quer elogiar. Já perceberam isso? Ninguém quer elogiar, só quer catar erro e apontar apontar erro dos outros. Mas na hora de dar o elogio, ninguém quer elogiar. Então tem que pegar o lado bom e mostrar o lado bom das nossas escolas e mostrar o lado bom do carnaval, tá? Ah, Santana botou aqui, as pessoas só reclamam, mas nunca vão falar com a pessoa de direito. Imagina gerir 3.000 componentes, cada
um com problema. Fica difícil que Santana botou aqui. Exatamente. Exatamente. Fica difícil, né? Fica difícil. Vamos lá, coração. Quero coração subindo. Quero coração. Santana, as Marcou beij uma escola que tem garra e pé no chão. O Santana, as pessoas abusam também? Não, a gente tem de todos os tipos, né? A gente tem, na minha escola também tem isso. Qualquer escola nem tem a galera, mas também tem a galera que pisa na bola, né? Jo, diretores de explosão do ritmo são ótimos na Bejaflor. Jorge Costa, bom dia, amiga. Bom dia, Jorge. Sarinha, é muita responsabilidade pôr
uma escola na avenida para desfilar. Só quem desfila sabe como é. Viola, atrasado, mas cheguei. Bom dia, Lia. Bom dia a todos. Bom dia, Viola querido. Flavinho Casimiro também que tá em São Paulo. Flavinho tava aqui na área há pouco tempo, já deve tá ter ido trabalhar, que a gente já tá batendo aqui o nosso o nosso horário, mas eu tô finalizando aqui vendo os comentários de vocês, tá, pessoal? Vocês lemb lembraram? O Vinícius colocou aí, copia a hashag eh família ritmo carioca summer of e copia e coloca aí no comentário de vocês. O Vinícius
copiou e colocou no comentário dele. Faz, me dá essa ajuda aí, por favor, que é uma campanha do YouTube pra gente. O Jorge, amiga, muitas vezes o problema começa no erro de planejamento, nas escolhas de enredo, samba, fantasia na acabada, assim como alegoria, etc. Portanto, o problema pode ser este ou ensaios e tal. Eh, Jorge, o problema é planejamento, falta de organização, falta de planejamento e não cuidar da comunidade. Ponto. Essas são os três pilares que transformam uma escola de samba numa potência. São os três pilares, é comunidade, organização e planejamento. As outras coisas são
complementos dessas fases, mas esses são os três pilares. Se a escola não tiver organização, ela não tem planejamento. Se ela não tem planejamento, ela não tem comunidade, não tem desfilante, não tem nada. Aí a bagunça é generalizada. A Sarinha botou na Beij Flor tem até na quadra clínica médica. Eu lembro disso quando eu ia quando eu ia muito na época lá no passado que eu ia mais, frequentava mais a a Beijaflor. Eh, tinha, eu lembro que já tinha. Jan Estamos em junho. A Be já tá toda desenhada e organizada para 27. Se visa ganhar, essa
é a pegada que tem que ter. A be já ressurgiu e isso irrita muita gente eh que odeia a escola. Eu ô ô Jânio, eu já diria para você o seguinte, eu acho que o, né, odiar uma escola de samba para quem se diz sambista, eu acho que tá fora da da casinha completamente, né? Porque se eu sou sambista, eu não tenho que odiar a escola de samba nenhuma. Eu posso torcer, por exemplo, eu sou Tijucana porque eu sou da Tijuca. Eu nasci na Tijuca, eu cresci na Tijuca, eu moro na Tijuca, então eu sou
Tijucana, concorda? Então eu, claro, eu tenho a minha escola, eu já fui da Unidos, eu já fui do Salgueiro, são escolas potentes de grupo especial, mas qual a escola que eu abracei, que eu amo de paixão, que é a minha escola, que eu trouxe pro meu coração, porque a minha origem não foi dela, apesar de eu ser da Tijuca, eu não comecei a minha história de carnaval nela, mas eu adotei ela como minha escola. Foi o Império da Tijuca e que eu amo de paixão. Eu amo de paixão essa escola. Então, ah, não tem coisas
erradas, tem. Mas então eu vou odiar as outras. Ah, eu vou odiar não sei o que. Eu até já falei para vocês, a minha filha, por exemplo, é fã da Porto da Pedra. Aí eu vou chegar aqui, vou dizer: "Não, eu odeio a Porto da Pedra". Não, eu não odeio a Porto da Pedra. Eu não odeio a Vigária Geral. Eu não odeio. Eu não odeio nenhuma. Porque todas elas representam, elas têm uma representatividade muito forte que elas são a, elas são o nosso carnaval. O nosso carnaval existe por causa das escolas de samba. Então, eh,
vamos, né? Eu acho que o o a mentalidade dessas pessoas que fal, ah, eu odeio não sei quê, eu acho que é muito errada, na minha opinião, mas cada um com seu cada um. Eu não posso falar pelos outros, né? Tô falando por mim. Eh, hã, o Jorge botou aqui, a B já tem o planejamento correto, não economiza a aplicação de materiais nas fantasias, criatividade, luxe de alegorias e fantasias, comunidade com samba na ponta da língua, a dedicação da comunidade, ótimo e ótimos profissionais com bom uso do dinheiro na aplicação, alegorias grandes, planejamento, tudo isso
faz a diferença, né? Por isso que eu falei para vocês, essa questão do planejamento e organização, de quando eu vi o vídeo do João Víor falando, a tranquilidade dele, gente, era uma coisa assim que eu fiquei pensando. Falei: "Gente, se eu fosse carnavalesco, eu não tava assim que nem ele não. Agora em pleno junho, nossa, eu já tava pirando já. Eu já tava enlouquecida. Eu não tava com a com a Tranquilidade dele, porque eu eu ainda mais que eu sou muito perfeccionista, eu sou chata, vocês veem, né, que eu eu fico aqui, meu Deus, gente,
meu microfone tá bom, minha imagem tá não sei como, porque eu sou chata com isso. Eu sou perfeccionista, eu não gosto de falhas. Eu quando eh as falhas que ocorrem me incomodam, mas eu sei que elas existem, eu sei que elas podem ocorrer, mas eu não vou botar culpa nos outros por causa disso. Aí eu vou chegar, não, a culpa é do não sei o quê, a culpa é do não sei o quê. Não, quando é minha eu falo não. Eu fiz porcaria aqui. Eu falo não. Mas aí gente, ó, hoje deu ruim porque fui
eu que cliquei aqui no troço que não era para clicar e entenderam? Então é desse jeito. Bora lá nos corações. Cadê corações? E corações sem florzinha, emoji, vai botando tudo aí. Eu quero quero ver coração subindo aqui. Santana botou aqui nos debates é um meio de podermos falar abertamente das coisas que nos incomodam dentro das escolas. Que bom os dirigentes verem. Santana, eu acredito que eles vejam, veem sim, sabe? Porque inclusive eu tive a satisfação de alguns presidentes de escolas de samba, presidentes mesmo, não eram só diretores, não, diretores, muitos falam comigo, entram no direct,
no WhatsApp, falam comigo, mas eu já tive presidentes mesmos eh falando comigo, me dando, me parabenizando pelo trabalho aqui, pelo debate, pelas nossas resenhas, pelo nosso trabalho, pelas transmissões. Eu já tive presidente também me elogiando Na própria avenida, passando por mim falando: "Olha, sou teu fã, seu trabalho é muito bom, não sei o qu". Então isso para mim, gente, é, sabe, para mim é sinal de que a gente tá indo no caminho certo. E eles podem não se manifestar aqui, a gente até entende o porquê, mas eles ficam de olho, sim, eles eles assistem, assim
como os as próprias ligas também assistem. Então a gente tá aqui, é o que eu digo, o ritmo carioca é o quintal de casa. Aqui é para vocês realmente chegarem e falarem o que vocês pensam. Precisa ficar com medo não, que aqui ninguém vai coisa, não. Aqui é todo mundo respeita todo mundo. Vocês falam, vocês vão no chat, vocês colocam a satisfação de vocês, eu coloco a minha. Tem dia, o pessoal aqui já sabe, tem dias que eu venho aqui virada no no coisa, aí eu já falo, reclamo para caramba, não sei o quê. Eu
sou sambista, gente, eu vivo isso. Então, entenderam? Então aqui é realmente esse é o é aqui é o local para vocês fazerem isso, ficarem à vontade, tá? H Viola, camisas, camisa dos carnavais seria interessante nessas barracas. Colecionador ia comprar de boa. Nossa, eu ia botar barraquinha só minha lá do rio dali a camisa para Nossa, que eu tenho camisa aqui que não acaba mais. Poderia ter disputa de quadril, poderia ter um monte de coisa, gente, lá. Viola botou aqui, Sara, no ano passado teve aqui, mas poucas escolas participaram lá em São Paulo que ele tá
falando. Mas sabe o que que acontece também, Viola? Isso é decorrente de uma cultura que não é trabalhada. Ah, essa essa isso aí os as escolas fazem muito aqui no Rio. Ela, principalmente as menores, ela faz um evento, aí não tem o comparecimento que ela achava que ia ter. Que que ela faz? Ela: "Ah, eu fiz evento e ninguém apareceu, então também não faço mais". Aí é o erro dela. É um trabalho de formiguinha. Você não pode querer mudar uma cultura, mudar um comportamento de um dia pro outro. Não é assim que funciona. É um
trabalho de formiguinha que você tem que alimentar ali o tempo todo para ele crescer, para ele tomar corpo, né? A e como a Sara botou aqui, é divulgação, mas não é só divulgação. Você pode gastar rios de dinheiro em divulgação se você não tiver feito um trabalho de eh cultural, educativo, social dentro da sua escola, desenvolvendo aquela ideia, por que aquilo é importante? Porque, né, você pode botar ris dinheiro numa divulgação que não vai adiantar nada. O Jorge botou aqui, amiga, já imaginou no futuro no samba ter uma nova Sapucaí, onde tem apenas o trânsito
pro desfile, passarela mais larga, cobertura, Passarela acústica, contrachuva, olha, bota tempo, né? Agora, uma coisa que eu gostaria muito era cobertura na arquibancada pro pessoal, tá? Isso eu gostaria muito. Gente, coração. Ô, ô, Sara, quero coração. Manda coração aí. Quero coração hoje. Eu quero coração. E eu pedi coração no dia errado. Era era para eu ter pedido no dia dos namorados, né? Mas vai, manda agora, gente. Manda coração agora. Quero coração, florzinha, emoji, 100. Manda tudo aí agora. Eu quero hoje, hoje eu tô tô carente, hein. Bota aí, ó. Bota coração. Janete, bom dia, Janete.
Janete botou aqui, ó, girassol rosa. Ah, que linda, ó. Botou um monte de coisa. É isso que eu quero. Lá. O Luís já foi pra cidade do samba, que ele lá, ele trabalha lá. O Luís já partiu pra cidade do samba. Eu já vou partir também que eu já passei até 2 minutos do horário. Flavinho Casimiro tá no corre. É isso aí. Isso aí, Sarinha. Sarinha ali com a chicrir. Ó, que bonitinho por aqui. Vai, vamos dar essa força. Isso aí. Tá inscrito no canal? Não tá inscrito. Agora é a hora que eu já tô
saindo, hein? Já tô saindo, depois não reclamo, hein. A Janete botou beij flor, o orgulho do Nilopolitano. É, o João Víor é um querido. João Víor é um querido. Eu eu encontrei com o João Víor lá na Rocinha na última vez. Fala, João, vamos tirar a foto nós dois, que João já João a gente já conheço há muito tempo. E a gente tirou foto, eu, ele e Amanda, os do nós três lá na quadra da Rocinha. É isso aí. O Marcelo botou, bom dia, Marcelo. Não tinha te visto. Aí a Liga em São Paulo em
julho. Vai fazer a competição de quadrilha. Vai fazer de novo. Eu queria ir, não sei se eu vou poder ir. Queria ir, mas vamos ver. Se eu tiver dindinha até lá, vamos ver. Aí vocês me dizem quando vai ser. Vocês me falam aqui, Viu? Viola, Marcelo, Flavinho, galera de São Paulo, pessoal que tá aí em São Paulo, os paulistanos que também assistem a gente na na calada aí, que ficam quietinhos aí, só assistindo, só de butuca. Gente, me avisa aqui quando vocês tiverem o as atividades de São Paulo porque às vezes não dá tempo de
eu de eu catar todas as informações. Vocês me avisam aqui que eu quero ver se de repente eu vou e levo a minha filha. Entendeu? Quero ir, eu quero encontrar vocês, né? Meu Deus do céu. Coloca aí para mim no chat as os eventos insight, tudo. Vocês vão botando aí data, tudo, porque eu vou botando na minha agenda, tá bom? Meus amores? É isso aí. Começamos a nossa segundona. Eu acho que deu tudo certo aqui. Eu ainda tô aqui batalhando, né? Tô aqui na na luta. Tô aqui batalhando. Acho que deu tudo certo aqui a
princípio, né? Deu tudo certo aí para vocês? Áudio, vídeo, passou tudo que tinha que passar. Rolou? Rolou, gente. Rolou. Me fala aí para mim porque vocês estão escutando até o inhe da minha cadeira aqui. Mas deu tudo certo aí para vocês? Só me diz isso para eu poder seguir em frente aqui. Festa julina. Não, Junina. É isso aí. Legal. Então é isso aí, gente. Deu tudo certinho, né? Jorge, bom dia, Jorge. Ótima semana para todos vocês. Vamos porque tem muito trabalho hoje. E eu vou deixando vocês aqui agora, né, com a nossa telinha e vou,
ó, partindo. Ah, mas e ao longo do dia já sabem, né? Vou botando coisas aqui. Tem vídeos já cortes de vídeo indo pro ar, tem outras coisas indo pro ar. De vez em quando vocês dão uma passada também no shorts, nos vídeos curtos verticais, para deixar lá o comentário de vocês, que é importante, tá? Ter vocês lá também curtindo, dando like, tudo direitinho. E lembrem-se que semana que vem eu estarei em São Paulo, viu? Semana que vem, de terça a quinta, eu até falei errado pro Viola, falei: "Viola, não é final de semana, não vai
pegar final de semana". Eu olhei, eu tava olhando o calendário errado, amigo. É terça-feira. Terça-feira até terça, quarta, quinta, sexta. É terça. Eu de terça a sexta eu estou estarei em São Paulo, mas não vou pegar o que a gente queria pegar na sexta-feira. Sexta-feira eu tô voltando pro Rio. Se tiver alguma coisa na quarta, na quinta, você me dá um toque, tá? E sai de bateria, qualquer coisa você me avisa. Aí você dá um jeito, amigo. Você dá um jeito de me chamar, de me avisar, Miram, que eu quero estar com vocês, tá? Eh,
então, gente, semana que vem eu tô em São Paulo, não sei se vocês se lembram, hein? Estarei em São Paulo pro Influence Summit 2026 como eh criadora de conteúdo oficial, influencer da do YouTube oficial lá, representando inclusive o nosso carnaval como cobertura, como eh em LIA. estarei lá eh a convite deles, fazendo essa essa cobertura, inclusive eh participando lá, Vendo tudo aonde eh se reúnem as maiores marcas, agências, influencers, eh marcas de de publicidade, grandes empresas que vão gerar lá seus negócios. Eh, vai ser bacana, hein? as maiores marcas eh da América Latina, maiores agências
de publicidade e influenciadores lá na na Influence Summit. E eu vou estar lá como influenciadora do carnaval. Olha que luxo, bacana, né? Vou estar lá a convite deles e falando no nosso carnaval. Então vocês já sabem que vai ter resenha de outros lugares, né? Vocês já sabem. Então fiquem ligadinhos aí que a gente vai se falando, tá bom? Beijo enorme para vocês. Não saiam sem deixar o like. Quero o like de vocês aí. Não saiam sem deixar o like aí pra gente, tá bom? Um beijo enorme, ó. Amo vocês e coração aí, hein? Não esqueçam.
Tchau, tchau, gente. เฮ