เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ Bom demais, meus amigos. Sejam todos muito bem-vindos ao canal da coruja, ao canal do Estratégia Concursos. Eu sou o professor Stepan Fantini, seu professor de administração e é sempre muito bom estar aqui com vocês. Galera, já tá chegando com tudo na área. Quem já tá chegando já vai sentando a dedola no like. Wilson Pedro, já vai colocando cidade, estado de onde você vai acompanhar a nossa transmissão. Jonatas, o Pedro, boa noite especial aí pra Roberta que tá moderando o nosso chat. Morato, Diane, quem mais
na área? Ah, Lice, o Nicolas, Robson, Ronieri. Vamos com tudo. Boa noite, querido professor. Sempre bom participar das suas aulas. Enriquece conhecimento. Tamo junto. Valeu, Ronier. Vamos com tudo. A galera já perguntou se tem material. Eu vou disponibilizar para vocês. Pera aí, deixa eu abrir aqui. Vou disponibilizar para vocês o material. Deixa eu abrir aqui. Ah, pera aí. Deixa eu abrir aqui. Eu vou disponibilizar o material para vocês aqui no meu canal do Telegram. Ó, o canal do Telegram ADM Concursos. Então, entra lá no canal do Telegram que eu vou jogar agora para vocês lá
o material. Pera aí, deixa eu abrir o Telegram aqui para eu conseguir jogar para vocês acompanharem as questões. A gente vai Abordar muitas questões da banca FCC, então vai lá, baixa o material para você poder acompanhar a aula e a gente seguir. Aproveita e me segue lá também no Instagram, no @prof. Sempre tem muita dica boa rolando por lá, projeto de dicas, questões. Meu canal no Telegram, ADM Concursos, lá você tem acesso à agenda de aulas da semana, links das aulas, materiais gratuitos. O material dessa aula tá lá e o meu canal no YouTube, canal
Stephan Fantini, faça parte que é sempre muito bom ter você nas minhas redes, combinado? Vamos nessa, galera. Aí ó, de Natal, Rio Grande do Norte, a Rafa, Dores do Rio Preto, Espírito Santo, Pedro, Maceiol, Alagoas, Aline, Campina Grande, Paraíba, Rafaela, Laísa com a gente. Boa noite, Mateus Dourados, Ana Flávia, Aracaju, Ana Paula, Maceiol, Mateus, Peter com a gente também. Vamos moer a FCC, profe, com tudo, Claudenice. Vamos moer a FCC. baixar o material e também já não esquece de deixar o like no vídeo, senta a dedola no like que tem muita coisa boa na aula
de hoje. Beleza? Combinado? Vamos juntos então. Podemos Roberta do Rio de Janeiro. Vamos lá. Como eu disse para vocês, a gente vai ver questões da FCC. Ana Cristina, sempre com a gente aí de Manaus. Bom demais, Ana. Várias questões da Bank FCC. E aí a gente vai combinar uma coisa que um combinado. A gente tá no Hora da Verdade, então é literalmente Hora da Verdade, né? E aí a gente vai combinar uma coisa. Eh, quando a gente for ver um assunto pela primeira vez, aí eu dou uma explicadinha, sempre focada, né? daquele jeito de hora
da verdade. Depois, quando a gente for ver o assunto pela segunda vez, vai parecer uma outra questão em que ele pode se repetir daquele jeito que a gente já combina, né? Aí a gente vai mais e eh a gente vai mais no batidão, porque a gente já viu uma vez e a segunda vez, então a gente só vê a palavra-chave e marca. Maravilha. O material tá no canal do Telegram ADM Concursos. Vá lá baixar o material e fica por lá. Muito bom. Vamos juntos então. Vamos lá então. Vamos começar começando do início, né? Questão número
um na tela pra gente trabalhar vários pontos fundamentais para sua Prova. E ela fala assim, ó: "Todo trabalho de execução de um empreendimento pode ser inviabilizado?" Ó, seguinte. Ah, tem algumas questões que a gente vai ver que elas podem ser respondidas só pelo comando. Então, assim, ó, a gente, que que é o comando? É a parte final aqui. A gente lê, dá para responder, é assim que você faz na sua prova, viu? Já vai dando a dica, você vai olhar lá na sua prova o comando final da questão. Ah, dá para responder a questão. Muitas
vezes ele vai trazer um testão e vai colocar no aqui no final, ó. São características do planejamento estratégico. Você precisa ler tudo? Não. Agora tem questões que a gente vai ter que ler o texto. Então vamos fazer como se a gente tivesse na prova aqui. A gente vai ler o comando. Deu para responder com o comando, a gente responde. Não deu, a gente volta e lê o enunciado. Vamos combinar assim, porque a gente testa do jeito que você tem que fazer na prova. Combinado? Testa do jeito que você tem que fazer na prova, porque você
vai ganhar tempo. Dependendo as questões da FCC, tem algumas questões que são muito longas, questões que dá pra gente responder só com comando e não perde tempo para de fato gastar o tempo nas naquelas questões ah que precisam do tempo, né? Vamos lá, então. Então, vamos lá, ó. Ela já vem com o seguinte aqui, ó. A partir da análise de riscos, tais questões, opa, e ele mencionou, né, voltadas aos objetivos da empresa do sucesso do empreendimento, quando considerados na definição de suas metas E ações, tem papel. Pô, aqui e eh claro, eu vejo aqui que
já dá para responder direto porque já trouxe palavraschave gritantes, mas você fala: "Pô, professor, deixa eu dar uma olhadinha ali, porque ele, né, fez uma falou ali, ô texto, tal. Vamos então dar uma lidinha porque ele flotar essas questões. Então vamos ver. Ó, todo trabalho de execução de um empreendimento pode ser inviabilizado quando não há sintonia entre diretrizes provenientes da segurança, da saúde e do trabalho com demais mecanismos de administração do negócio em que se considera o envolvimento e a motivação dos funcionários. É, ajudou médio. A gente responde até melhor comando nessa daqui, não é
verdade? Porque, ó, a partir da análise de risco, tais questões voltadas aos objetivos da empresa, sucesso do empreendimento. Então, ele tá falando aí de forma geral, né, considerados na definição de médios e ações, tem qual o papel estratégico. O que que a gente tem que lembrar? é o nível estratégico que envolve toda a organização, discute objetivos gerais da empresa como um todo. E é isso que ele tá falando. Então o comando responderia muito bem aqui a questão. Voltaros objetivos gerais da empresa, sucesso do empreendimento, decisões do nível estratégico norteiam o rumo da organização relacionadas com
longo prazo. E a gente tem o nível tático. E o nível tático, como é mesmo, Stefan? nível tático, determinada área, departamento, divisão, médio prazo e o planejamento operacional, nível administrativo mais baixo, supervisores ali se preocupa com o que, como fazer, tarefas rotineiras, Atividades básicas do dia a dia, curto prazo. Pegou a ideia? Portanto, nível estratégico, seguindo dentro do processo organizacional, dentro do processo organizacional, o planejamento administrativo apresenta níveis temporais. Aquele que visações concretas, curto prazo, cobrança de resultados, é conhecido como novo, como nível, nível operacional, curto prazo, desempenho de tarefas, acabamos de falar dele, combinado?
Retroação da ação empresarial reflete o processo administrativo de. Olha só, aqui é uma questão das funções administrativas e a gente tem que est sempre ligado no processo administrativo, nas funções. Vamos rememorar quais são elas. Planejamento. Isso aqui é fundamental, é uma questão praticamente certeira na sua prova. organização, direção e controle. Que que a gente tem aqui? Planejamento. Estabelece objetivos e traz estratégias para alcançar objetivos. Foco tá em ideias. Claro, né? Pô, tem que criar objetivos, tem que ter ideias. Organização. Quero que você pense no arranjo organizacional, na estrutura, atribuir responsabilidades, alocar recursos. a alocação de
tarefas, atribuição de tarefas, tudo relacionado à função organização. Pensa no arranjo, Direção. Agora eu tô falando de conduzir os trabalhos, condução dos trabalhos para que seja colocado em prática tudo que foi organizado, tudo que foi planejado. Eu penso em em a eh motivação, liderança e interação com as pessoas, comunicação, tá tudo aqui na função direção, influência para orientar, motivar as pessoas. E por último, a função controle, monitorar atividades e fazer correções necessárias para manter a organização no caminho adequado ao alcance de objetivos. aqui então avaliação de desempenho, monitoramento e a nossa questão, ela fala justamente
aqui da retroação. É a função controle que tá relacionada à avaliação de desempenho. Fornece essa retroação da ação empresarial. Que que é retroação da ação empresarial? É o feedback. É o nosso feedback. Como é que tá? Deixa eu dar essa retroação da ação empresarial. Portanto, função controle, letra A de aprovado. Mais uma. No processo de planejamento financeiro, planos financeiros de longo prazo orientam ações empresariais de ordem. Longo prazo. Longo prazo. Isso mesmo. Estratégico. Maravilha. Tão comigo? Vamos nessa. No processo de planejamento de novo. Isso aqui repetiu. Repetiu essa aqui. Ohô meu Deus do céu. Repetiu,
né? longo prazo de novo. A gente teve uma questão repeteco aí em contexto de gestão estratégica de um órgão, entende-se por planejamento tático. Qual que é o tático? A gente já falou as palavras chave, né, do tático. Então vamos procurar aqui. Focado em execução de tarefasineiras. Tarefas fotineiras é operacional. Caráter micro. Micro. micro que vai lá no detalhe é o operacional de novo. Média duração e se relaciona com planos para áreas específicas. Isso é o tático. Média duração, áreas, departamentos específicos, portanto, correta. Formaliza o que a instituição é a o que quer se tornar, onde
pretende chegar. É o planejamento estratégico que faz isso. O que a organização é, o que quer se tornar, onde pretende chegar. Isso é o estratégico. Quem que você acha que vai definir isso? O supervisor ou o diretor? CEO da empresa. Claro que esses caras lá de cima. Estratégico. Acompanha o cumprimento de tarefa a tarefa dentro do plano. Tarefa a tarefa. Quem acompanha tarefa tarefa? Tarefas específicas é o operacional. Maravilha. Ficamos com a letra C de coruja e a gente segue. De acordo com o nível, planejamento pode ser classificado em tático, estratégico e Operacional. Beleza? Vamos
ver quem tá certo, quem tá errado. Tático trabalha com objetivos de longo prazo. Não é médio prazo. Longo prazo é o estratégico. Estratégico trabalha com objetivos de médio e curto prazo. Não é o tático, né? O estratég tático, médio prazo. O tático, o estratégico é longo prazo. Errado. Operacional trabalha com objetivo de curto prazo. Sim. Portanto, a única foi a letra eh eh foi a letra, cadê a a alternativa três, né? Pera aí, deixa eu achar aqui. Ah, tá. Mas ele não quer isso, ele quer ainda outra coisa aqui, né? Então vamos lá. Um e
dois estão incorretos. Por enquanto, OK. Um e dois estão incorretos. O planejamento tático opera com objetivos de médio e curto prazo, enquanto estratégico com objetivos de longo prazo. Aqui é uma questão e eh bem específica da FCC e como sua prova é da FCC, então a gente faz um um asterisco aqui para você ficar ligado nessa minha explicação. Geralmente doutrina tradicional que mais aparece em provas e etc, etc. estratégico, longo prazo, tático, médio prazo, operacional, curto prazo. Só que tem uma passagem do livro do Dijalma Oliveira que ele for, ele fala assim, de forma resumida,
que o planejamento estratégico relaciona-se com objetivos de longo prazo. Maravilha. Ah, e o planejamento tático relaciona-se a objetivos de mais curto prazo. Você entendeu? Ele fala objetivos de mais curto prazo, porque ele tá comparando os dois, né? O estratégico e o tático. Então ele fala estratégico longo prazo e o tático a objetivos de mais curto prazo, né? Ah! Ah! E aí ele fala, continua dizendo que na elaboração do tático geralmente se encontram-se dificuldades, né? Porque é necessário definir objetivos de mais curto prazo, ou seja, de mais curto prazo. Mas ele tá comparando com com o
estratégico que é de longo prazo. É claro que é de mais curto prazo que o estratégico, mas não é bem curto. Curto mesmo é operacional. Mas aí a gente pode fazer uma interpretação e o que importa pra gente é justamente o que a banca considera. Então isso daqui ela considera correto e é isso que a gente leva pra prova da FCC. Combinado? O que que ela considera? Então, ó, o tático, objetivos de médio e curto prazo. Joia? Então, se aparecer na sua prova, tático, médio e curto prazo, FCC dá isso, correto? E o estratégico longo
prazo, mas você pode tentar buscar outras, né? fala assim: "Pô, deixa eu Ver se não tem uma mais certa que fale só o tático médio prazo, né? Vamos ver se tem alguma outra". Ó, um e dois incorretos. Três tá correta, não pode ser. Três tá correta, não pode ser. Um e dois estão erradas, não pode ser. Três tá correta, não pode ser não. Então, só sabendo e você não ia ter grandes dificuldades nessa prova, né? né, nessa questão mesmo não conhecesse esse ponto específico da FCC, porque matando aqui um e dois errado, três correto, você
já só identificava a não tinha grandes problemas. Mas eu quero que você fique com esse entendimento aqui específico nessa questão da FCC para caso ela reproduza depois de novo, você vai conseguir responder com tranquilidade. Maravilha. Estão comigo? Entenderam? Vamos nessa. Vamos nessa. No processo de planej de novo essa do processo de planejamento financeiro. Essa aqui gostou de tá no material aqui, né? É estratégico de novo. Beleza. Foi essas três aí. Deu um de ter dado um bug aqui na na montagem do slide. Vamos lá. O estagiário apertou o control V aí muitas vezes, né? Vamos
lá. Planejamento estratégico. Um dos modelos de gestão estratégica é aquele considerado. Qual que é considerado? Vamos procurar. Relevante para atendimento situações de emergência, conduzindo gestão de curto e médio para não estratégico. Curto e médio. Mentira. Adequada para implementar atividade e alocação de Recursos dentro do processo de gestão, considerando efeitos que ocorrerão a médio prazo. Não é longo. Sistêmico. Sistêmico. Toda organização. Maravilha. Realizado ao nível de toda a empresa, visando o horizonte temporal mais longo, considerando efeitos que produzirá na empresa no seu todo. Maravilha. Letra C de coruja. Planejamento estratégico. Eração de projetos dentro da gestão.
Considera efeitos curto, médio e longo? Não. Flexibilidade na resposta ã da gestão a mudanças no ambiente. Garantidor de flexibilidade resposta da gestão mudança do ambiente, permitindo horizonte temporal reduzido a curtíssimo prazo. Também não. Joia. Ficamos com a letra C e já vamos paraa outra. Planejamento é a metodologia administrativa que permite diagnosticar e analisar situações atuais, estabelecendo resultados calcados em objetivos e metas. A metodologia que permite estabelecer a direção a ser seguida pela empresa é conhecida como quem que faz isso? Direção a ser seguida e o estratégico. Você sempre pensa, pô, quem vai definir a direção
a ser seguida é o supervisor, o gerente ou o diretor CEO que tá lá no topo? Esses dois aí, diretor CEO que tá lá no topo. Maravilha. Alta cúpula. Considere que como etapa inicial de seu planejamento estratégico, determinada organização pretende identificar missão e visão. O que significa conhecer? Então, eu quero que você lembre o seguinte, ó. Missão é a razão de ser da organização, a razão de existir. Indica os motivos pelos quais a organização foi criada. Então, por que a organização existo? Missão e a visão. A visão agora são sonhos que a organização pretende transformar
em realidade. Então, como a organização se vê no futuro? Objetivos finais da organização sonhos que pretende transformar em realidade. O que organização deseja ser no futuro? O que eu quero ser? Se a banca trouxer uma frase lá na sua prova, você pensa, organização já é isso, missão é algo que ela quer ser, como ela quer ser vista pelos outros. Visão, beleza? Geralmente a visão começa assim, ó. Ser referência na área, ser a melhor empresa, ser reconhecida como combinado? Então, a razão de ser da organização expressando o que faz e porque existe. Missão maravilha. Como a
organização deseja ser reconhecida no futuro? Visão maravilha. Você viu que ele não colocou respectivamente. Caberia muito bem aqui, né? Respectivamente, né? Pô, e ele trouxe missão e visão certinho. Força e fraqueza não, né? Força, fraqueza. Não, não trouxe nada aí relacionado com missão e visão, mas relacionada aqui a à análise suótica que a gente vai ver em questão futura aqui. Desafios e oportunidades presentes no cenário externo, não, né? Ah, quando a gente tem Aqui oportunidades e ameaças também é suot. Beleza. Portanto, um e dois apenas. Um e dois apenas. Está aqui na letra B. E
vamos seguir. Planejamento estratégico dos órgãos públicos se concentra no quê? Nos problemas que a organização experimenta dioturnamente. Não. Busca a superação de objetivos imediatos? Também não. Regime em que metas não são fixas? Claro que são fixadas. Parte de uma identificação sistemática de pontos fortes e fracos. Opa, perfeito. Por quê? Vamos lá. Uma coisa que eu quero rememorar para você é o seguinte aqui, ó. Vamos lá. Planejamento estratégico considera tanto o ambiente interno, o que tá dentro da organização, e também o ambiente externo, o que tá fora, o ambiente interno e o ambiente externo. No ambiente
interno tão quem? Forças e fraquezas. E no ambiente externo, oportunidades e ameaças. É essa ideia que ele traz, ó. Pontos fortes, forças, pontos fracos, fraquezas. Correta. Procure identificar internamente quais são as ameaças e quais são as oportunidades. Internamente, ponto forte e fraco. Internamente força e fraqueza, ponto forte e ponto fraco. Externamente ameaças e oportunidades. Então aqui ele errou. Maravilha. Portanto, letra D. Planejamento organizacional voltado paraa visão futura do órgão de nível geral. com Alcance de longo prazo. Ni eh qual nível estratégico? Letra C de coruja. Considere que determinada entidade esteja realizando um diagnóstico institucional para
reconhecer, para estabelecer o planejamento estratégico. Nesse contexto, a identificação da visão da referida identidade. Que que é a visão? Vamos procurar o que que é a visão. A gente já deu os conceitos aqui, as palavraschave. Vamos lá. Traduz a dimensão externa do diagnóstico. Aferida a partir de avaliação feita por cliente. Nada a ver. Reflete a forma como a entidade é reconhecida atualmente pela sociedade. Balela. Consiste em metas estabelecidas com base em projeções futuras. Otimista, pessimista, intermediária, nada a ver. Decorrerá da precedente identificação de sua missão, representando os valores. Não, quem são os valores? valores são
valores conjunto de princípios básicos e crenças que norteiam o comportamento dos membros da organização, indicam como os membros devem se comportar. Então é outra coisa. Pressupõe o olhar pro futuro. Sim, definindo-se como a entidade deseja ser reconhecida pela sociedade. Letra E. Então, se você sabe o conceito, né, nossa querida FCC, você vai buscar e vai achar o conceito correto. Não vai ser difícil de você identificar. Você vê que ela fala um monte de coisa assim, né, tudo balela, sem pé nem em cabeça. E aí você, sabendo o conceito Certinho, palavraschaves, você as palavras chave você
consegue. Joia? O planejamento abrange alguns níveis na organização que diferem entre si, no que tange a extensão de tempo e conteúdo. Orientação para curto prazo, você já sabe qual que é, né? Curto prazo, conteúdo detalhado, analítico, quem que é? É o nosso planejamento operacional. Muito bom. 15 letra A e já vamos paraa outra. Determinada organização que esteja considerando adotar matriz Gut ou a SUAT como ferramenta de gestão de planejamento estratégico deve considerar qu. Então a gente já pega aqui para matar essas duas, né? As duas aqui. Qual que é a análise SWAT? Ferramenta de diagnóstico
organizacional que busca identificar a posição da organização em determinado momento. Consiste basicamente na análise do ambiente interno. Então vamos lá, ó. ambiente interno e do ambiente externo. No ambiente interno estão os aspectos controláveis, que são as forças, aspectos do ambiente interno controláveis, são positivos, ajudam a organização, por exemplo, mão de obra altamente qualificada. E as fraquezas, aspectos do ambiente interno que são negativos, atrapalham a organização. Por Exemplo, mão de obra desqualificada. Dá para controlar? Dá. Eu pego, por exemplo, essa fraqueza, essa mão de obra desqualificada, dou um treinamento pro pessoal e transformo essa fraqueza em
uma força, em uma mão de obra altamente qualificada. Tô controlando, tá dentro da minha organização. E no ambiente externo tão aspectos não controláveis. Agora eu tô falando de quem? Tô falando justamente das oportunidades, que são aspectos do ambiente externo, que são positivos, ajudam a organização, por exemplo, falência de um concorrente não controlável, ambiente externo, positivo, ajuda a organização que pode pegar os clientes que ficaram sem a outra organização que faliu para comprar. E as ameaças são aspectos do ambiente externo, não controláveis, que agora são negativos, atrapalham a organização. Por exemplo, entrada de um novo concorrente
no setor, não dá para controlar, ambiente externo e é negativo, prejudica a organização, ameaça, por roubar os clientes da organização, combinado? Então aqui a gente tem análise SWAT e a gente aproveita para falar da matriz Gut também. Matriz, gravidade, urgência e tendência. Qual que é a ideia da matriz Gut? Gravidade, urgência, tendência. A a a a palavra, a grande palavrachave da matriz Gut, priorizar problemas. Priorizar problemas. A organização tem, o gestor tem vários problemas. Qual que é o prioritário? Não sei. Vou fazer a Guti, vou analisar a gravidade. Qual o grau de dano ou prejuízo
que esse problema pode trazer pra organização, vou avaliar a urgência, qual o prazo que a organização tem para atuar sobre o problema e vou avaliar a tendência de que forma esse problema vai se desenvolver se a organização não atuar sobre ele. Pegou a ideia? Então vamos lá procurar a nossa questão correta aqui, nossa alternativa correta na questão de número 16. Ã, a aplicação da matriz deverá sempre preceder a da matriz swatch. Alguém falou alguma vez isso daí? Não, né? Nada a ver. A matriz SWAT é mais apropriada para análise de cenários enquanto Gut, ponderação de
riscos sendo complementares. E a então ele tá falando que a SUAT é analisar cenário e a Gut é ponderar riscos, não, né? A SUAT é uma metodologia de análise de risco muito utilizada em empresa análise de risco. Não aponta só ameaça externa. Não. A Guti é focada no ambiente externo? Não. A Guti é uma ferramenta de gestão que consiste em analisar problemas conforme três variáveis: gravidade, urgência e tendência. Tá aí. Maravilha. Sempre vai ter aquela questãozinha que vai brilhar seu olho, vai est certinha com as palavraschave. Todos vivos? Falem comigo aí. Vivos. Podemos seguir. Estamos
moendo, hein? A gente tá moendo. Várias coisas do que a gente tá vendo aqui estarão na sua prova, combinado? O BSC representa uma ferramenta muito utilizada pelas organizações públicas e privadas para construção de planejamento de gestão estratégica, a qual considera, além da perspectiva financeira, o seguinte conjunto de perspectivas. A ideia do BSC, ela já trouxe muito bem aqui que costuma ser a pegadinha, por a a gente tem que lembrar que o BSC não está limitado a indicadores financeiros. Por quê? Porque ele leva em conta o equilíbrio, a harmonia entre quatro diferentes perspectivas: financeira, clientes, processos
internos e aprendizado e crescimento. As quatro perspectivas do BSC. Joia? Quatro perspectivas. Então, geralmente, não vou nem e eh vou vou até mostrar em outra questão que geralmente é isso aqui que a banca cobra. Quer ver? Ó, com relação ao BSC, no processo de gestão estratégica, esta faz o quê? Então, vamos ver o que que o BSC faz, ó. Trabalha com consideração de componentes estratégicos, sendo um D meta que vai mostrar o desempenho de Acordo com o objetivo escolhido. Isso não é BSC. Permite valer de conhecimentos adquiridos com experiência, desconsiderando indicador de clima. Não. E
ã, detenha atenção e clareza sobre microobjetivos. a fim de facilitar a definição de iniciativas, não permite desenhar o planejamento mais abrangente, que tão somente aqueles baseados em indicadores financeiros e contábeis. Perfeito, essa é a ideia do BSC. eh eh não ficar levando em conta só medidas financeiras contábeis, mas sim eh levar em consideração as medidas financeiras, indicadores financeiros e medidas não financeiras, indicadores estratégicos, que são as quatro perspectivas que a gente viu. Disso considera a perspectiva do cliente, pelo contrário, faz parte. É uma das perspectivas do BSC. Joia? No planejamento estratégico, a análise do ambiente
setorial recorre às cinco forças competitivas que impactam no posicionamento de uma empresa. Os custos de mudança são analisados pela força qualificada como Então, custos de mudança. Qual que é a ideia? Vamos rememorar aqui, né? Vou puxar um slide novo pra gente recapitular as cinco forças do Porter aqui de forma bem bem e direta aqui, né? As cinco forças do Porter. Então, a gente tem que lembrar. Primeira força do Porter. Ô, minha canetinha parou aqui. Ameaça de novos entrantes. Que que é ameaça de novos entrantes? Ameaça de de um novo player, de uma nova empresa entrar
no mercado. É fácil entrar em mercado? Não, porque a empresa encontra algumas barreiras que dificultam a a entrada no mercado. Várias barreiras. Economia de escala, produzir muito para diminuir o custo. Aí produz muito, não sei se vou vender, tudo risco. Diferenciação dos produtos que já estão no mercado, necessidade de capital. Que mais que ele falou aqui mesmo? É custo de mudança. Custos de troca. Custo de troca é uma barreira. Como assim custo de troca? Veja bem, você tem lá na sua casa aquela máquina de café da Dusto. Show, da Três Corações, show. Aí vem a
a Anespresso, que é outra marca, fala assim: "Olha, compra minha cápsula de café". Você fala: "Não dá. Para eu comprar sua cápsula, eu tenho que mudar de máquina. E uma máquina nova custa R$ 1.000. É um custo de troca. É um custo de troca. Um custo de mudança. Para você mudar de cápsula, você tem que mudar a máquina. E aí, que que as empresas fazem? Compre 200 cápsulas e ganhe a máquina. Ou seja, você tá ganhando a máquina de graça. Ela tá tentando tirar de você esse custo de Troca para isso não pesar na sua
escolha, na sua compra. Pegou a ideia? Isso é o custo de troca. E é por isso que as empresas fazem isso. Ai, Stefa, achei que ela tava me presenteando. Não, ela só quer tirar o custo de troca da sua frente. Joia. E o custo de troca, custo de mudança, tá aqui. Beleza? Eh, a os outros outras forças, ameaça de produtos substitutos. produtos substitutos é um produto similar entrar no mercado. Então, uma substituição direta, por exemplo, a margarina substitui a manteiga ou até mesmo uma substituição indireta. Smartphone substituiu as máquinas fotográficas. Antigamente tinha um monte de
máquina digital. Hoje em dia o celular tira foto que melhor, muito melhor que muita máquina, né? Poder de barganha dos fornecedores é o poder que o fornecedor tem sobre o cliente. Quando um fornecedor é poderoso, quando tem poucos no setor, quando poucos dominam o setor, quando não tem produtos substitutivos. Ah, então algumas outras situações também, né? Ele é ele é ele é forte também quando ele consegue integrar pra frente. Que que é integrar pra frente? consegue assumir o negócio do cliente. A a a fabricante de automóvel fala assim: "Ah, você tá me irritando, Concessionária, né?
Eu vou começar a abrir minha própria concessionária, vender meus carros diretamente. Ela tá integrando pra frente da cadeia. Joia? Chegando mais perto do do cliente, integrando pra frente. Poder de barganha agora do cliente. Quando que o cliente é poderoso? cliente, quando o cliente é poderoso, quando o produto não é muito diferenciado, ele pode comprar de outro. Quando o lucro do cliente é baixo, aí ele tem que ficar pesquisando muito. Quando ele consegue integrar para trás, fazer o oposto, né? Produzir o produto, o insumo que antes ele comprava do fornecedor. O produto insumo então que era
vendido pelo fornecedor, ele começa a fabricar. E por último, a rivalidade entre concorrentes, a concorrência no setor, as cinco forças do Porter. E aí, nessa questão especificamente, a a ele quer saber o quê? A análise do ambiente setorial recorre a cinco forças. Os custos de mudança são analisados pela força classificada. é na é a ameaça de novos entrantes que consiste a a na ameaça de novas empresas entrarem no setor e aí se depara com as barreiras e dentre essas barreiras tá os custos de troca, custos de mudança. Então ameaça de novos entrantes ou entrantes potenciais
que tá aqui na letra E. Então uma questão das forças de Porter. Suponha que determinada organização pública esteja utilizando como ferramenta um processo de planejamento estratégico uma matriz SUAT. A partir de tal utilização, identificam-se e relacionam-se na referida matriz, entre outros aspectos. Quem que tá lá na SUAT? Missão, etapas críticas dos processos. Nada a ver, né? Ameaças e oportunidades presentes no cenário externo em que a organização se encontra inserida. Perfeito. Metas e estratégias, não. Projetos prioritários, não. Questão bem tranquila, bem direta. Entre as principais metodologias aplicadas pelas organizações públicas e privadas no âmbito do planejamento
estratégico e gestão de desempenho, destaca-se o BSC, que é uma ferramenta. Então, vamos lá. Que que é o nosso BSC? Vamos fazer um resumão do BSC. A gente falou das perspectivas, mas só pra gente ah sedimentar aqui na nossa cabeça agora nesse hora da verdade o nosso resumão para você relembrar as palavraschave do BSC. BC traduz a missão, a visão e a estratégia organizacional por meio de um Mapa estratégico composto por objetivos estratégicos que estão distribuídos em diferentes perspectivas: financeira, cliente, processos internos e aprendizado e crescimento. Perspectivas essas que estão interrelacionadas entre si por uma
relação de causa e efeito. associando-se aqui ainda os objetivos estratégicos a indicadores, metas e planos de ação, combinado? Então, fica ligado nesse conceitão. E agora a gente procura algo nesse sentido. Utiliza o diagrama de Pareto. Mentira. utiliza o mapa estratégico. Opa, mapa estratégico BACC como ferramenta para integrar perspectivas dos clientes, processos internos, aprendizado, crescimento e financeira, visualizando relações de causa e efeito. Filé minhon B. Tem como escopo definição da missão correspondente a resultados intangíveis. Mentira, apresenta dificuldades para plena aplicação em organizações públicas, dada ênfase na perspectiva financeira que se sobrepõe às demais. Nada disso, não
tem dificuldade nenhuma. e uma perspectiva não se sobrepõe à outra. É o equilíbrio e harmonia entre as quatro diferentes perspectivas. Outro Ponto, no setor público a gente faz algumas adaptações ao BSC. Como assim, professor? Ó, perspectiva do cliente vira, por exemplo, perspectiva do cidadão. Pegou a ideia? Mas é plenamente aplicável. Faz ajustes, claro. Combinado? também pode ser aplicada como método de avaliação de desempenho, analisando produtividade da equipe a partir das perspectivas tempo de execução e qualidade de outputs. Nada a ver. Portanto, errada. Utilização do BSC como fiamenta de apoio no planejamento estratégico, gestão e avaliação
de desempenho das organizações. Que que ele faz o BSC? Vamos lá. Persegue lógica de downsin. Mentira. pode ser adaptada para percularidade de uma organização pública com redistribuição de pesos e indicadores. Opa, ele tava bem até aqui, né? Mas aí fala ambiental, social e governança. Aí tá errado. É focada no binômio, não é binômio. Inclui confecção de mapa estratégico, visualização de relações de causa efeito. Ó, presta atenção. Caindo BSC, a chance de aparecer esse conceito aqui é grande. A FCC gosta desse conceito, ó. Três quatro pontos chave, ó. Map estratégico, visualização de causa e efeito, beleza?
Entre os objetivos estratégicos distribuídos entre as perspectivas consideradas No BSC, que são as quatro que a gente viu. Financeira cliente, processos internos e aprendizado e crescimento. Joia? Então tá aqui na letra D, na letra E também nada a ver, né? Demanda identificar uma das metas e objetivos perante a sociedade. Essa não é missão, né? O escopo da Gut, frequentemente utilizado a melhoria de gestão de desempenho consiste em que que faz? Priorizar problemas. Vamos procurar. Não é gestão de por projetos, não é a perspectiva de crescimento, metas, nem ameaças. Não é mapear competências. propicial aprimoramento na
gestão de processos e resolução de problemas. Beleza, né? Eu tenho processos, tenho problemas. O que que é prioritário? Orientando a priorização de ações de acordo com gravidade, urgência, tendência. Maravilha. Priorizando o que eu tenho que fazer. Qual que é o meu problema prioritário? É esse. Vou priorizar minha ação focado nisso daqui. Essa é a ideia. Joia? Não é certificar processos. Letra D. Lembra aí de priorização palavra-chave. No processo de planejamento estratégico, a etapa de diagnóstico pode ser facilitada pela utilização de uma SUAT. Ferramenta que apresenta o quê? Que que a SUAT apresenta? Visualização de ameaças
e oportunidades que tão no ambiente externo e forças e fraquezas presentes na organização. Perfeito. Letra A. Não é missão visão, nem dimensões estratégicas e táticas, nem curto médio, nem fixação de metas e objetivos. Muito bom, todo mundo comigo? Vocês estão vivos? Falem comigo aí. Falem comigo. Pausa de 14 segundos para tomar água. Falem comigo aí. Todos vivos? Vamos nessa. Estamos num batidão. Eu quero que você acerte todas as questões de administração na sua prova e você vai acertar e vai lá me falar depois. Acertei tudo. Beleza? Gabaritei. A utilização do BSC como ferramenta de planejamento
estratégico prioriza o equilíbrio organizacional a partir das perspectivas financeira, cliente, processos internos e aprendizado e crescimento. Tá aí, né? A a letra A a gente já matou. Muito bom. Beleza? Não é econômica, não é governança, não é visão nem curto, médio e longo. Considere que no âmbito da realização de diagnóstico, determinada organização pretende utilizar a matriz SWAT. Então, deverá constar na referida matriz o quê? Vamos lá. Identificação do cenário interno com forças e fraquezas. Perfeito. E externo com oportunidades e ameaças. Letra A já trouxe a o que a Gente queria encontrar, né? Vamos ver as
outras. Não, não é prioridade, não é mapeamento de competências, não é fixação de metas em relação do principais projetos. Letra A. Vamos seguir. Pera aí. Opa, tá voltando ao invés de ao invés de ir, né? Pera aí. Aí, questão grande agora, né? Mas teve essa aqui, parece que tem que ler o enunciado, ó. A decisão estratégica de, vamos explicar antes integração aqui para você. Eu falei mais ou menos por cima, mas eu quero que você rememore o seguinte, ó. Na integração vertical, a empresa anda na cadeia produtiva. Então, vamos colocar aqui, ó, fornecedor cliente. Que
que é vertical? Vertical é isso aqui, não é verdade? Vertical. Que que é horizontal? Horizontal é isso aqui. Joia? Beleza? Então, quem que a gente tem, por exemplo, aqui, ó, sei lá, um fornecedor de carne. Aí aqui a gente tem o McDonald's e aqui tem o cliente, você que come. Isso é, então isso é a cadeia produtiva, fornecedor de hambúrguer, McDonald's e você que come, que compra lá. Joia. Então, na integração vertical, ela vai andar na cadeia produtiva. E aí ela pode ser de dois tipos. Pode ser uma integração vertical para trás, então a empresa
vai em direção ao fornecedor, ou seja, ela vai ficar para trás. Por quê? Porque ela tá mais longe do consumidor. Ela vai em direção ao fornecedor, começa a produzir o produto, insumo que antes ela comprava, que antes era vendido do fornecedor. Então, vai lá o McDonald's e começa a a a fabricar sua própria carne e a integração vertical pra frente anda em direção ao cliente final. Então, a a na integração vertical paraa frente, ela vai em direção a quem? Ao consumidor final. Seria o oposto. Então, seria, por exemplo, a empresa lá que fabrica carne, falar
assim: "Hum, não vou mais vender pro MEC, eu vou abrir minha própria hamburgueria, meu próprio fast food. Carnes SA, pronto. Carnes SA lanches. Pronto, ele abriu lá. Tá caminhando mais perto do consumidor ah final, do cliente final, que é você que quer comer o hambúrguer. Beleza? Seria essa ideia. E na integração horizontal, eu só vou expandir meu negócio no no no mesmo nível da cadeia. Não vou nem pra frente, nem para trás, beleza? Não vou nem pra frente, nem para trás. Por exemplo, aqui, ó, vem cá o Burger King e compra o McDonald's. Pronto. Agora,
em vez de ter 1000 lojas, tem ao total 5000 lojas, porque comprou 4000 lojas do McDonald's. Beleza? E que que tá acontecendo aqui, ó? A integração vertical leva em consideração reduzir a ameaça do oportunismo. Em uma relação B2B, que que é B2B? B, isso lê B2B, né? O B2B é é business to business, que seria aqui, ó, o fornecedor de carne vendendo pro McDonald's. Business to business. E o B2C B2C é o McDonald's cliente, business to consumer, pro consumidor. Então o oportunismo pode acontecer como uma parte compradora espera que o produto que esteja adquirindo seja
de alta qualidade, mas ao recebê-lo constata que a qualidade é inferior inferior. Diante dessa situação, a empresa compradora que optar pela integração vertical dessa troca ficará posicionada mais próxima de seu fornecedor final, o que caracteriza uma forma de integração vertical para onde? Olha o que que ele tá falando, ó. Veja bem, a empresa, ele tá falando que, ó, ó, interpreta aqui comigo, ó, Uma empresa. Então, vamos lá. McDonald's ea que o produto que ele tá adquirindo, que o hambúrguer lá, a carne, a carne de hambúrguer seja de alta qualidade, mas tá recebendo e tá vendo
que é inferior ao que ele negociou. Pô, eu comprei umas carnes aqui melhor, pô. Você tá me integando, me entregando de péssima qualidade. Então, ela opta por integrar para onde? Claro que é para trás, né? Para quê? para ficar posicionada mais próxima do fornecedor final para ir lá e falar: "Vou começar a fabricar minhas próprias carnes." Beleza? Mais próxima do fornecedor. Integração vertical para trás. Pegou a ideia? Entenderam? Falem comigo aí. Beleza? Entenderam? Integração. Show. Seguindo, a construção de uma SWAT como estratégia em um processo de diagnóstico e planejamento organizacional, demanda identificação. Opa. E tabulação
do quê? Vamos lá procurar. Diferentes dimensões, não. Curto, médio e longo prazo, não. Metas claras? não ameaças e oportunidades que estão no cenário externo e forças e fraquezas internamente e nem missão, visão valores. Uma das metodologias comumente aplicadas para fim de diagnóstico e gestão de desempenho diferentes instituições, o BSC apresenta como traço característico, Que é o que eu falei para você procurar em BSC, na FCC, mapa estratégico, relações de de causa e efeito e as quatro perspectivas. Joia? Então vamos lá. Descrição da estratégia, considerando as perspectivas financeiras, clientes, processos internos e aprendizado ou aprendizado e
crescimento. Joia não é indicadores, não é entidades, não é apenas entidades privadas, como eu já falei, não é benmark exclusiva de financeiros e contáveis contábeis. Por quê? Porque é o equilíbrio entre as quatro diferentes perspectivas. Muito bom. Suponha que determinada entidade pretende utilizar Gut para melhoria de processos e aprimoramento. Deverá considerar que referida ferramenta aplica-se para quê? Não é growth nem ameaças, nem a gerenciar projetos identificando gargalos de execução. Não é obter certificação, não é treinar equipe, é organizar problemas e demandas por ordem de prioridade, permitindo analisar problemas de acordo com gravidade, urgência, tendência, melhorando
o processo da tomada de decisão. Beleza? Palavra chave. Priorização. Outra, ó, vamos fazer um asterisco aqui. Depois você vai fazer a prova, você vai tá lá, abriu a questão. Aí você vai olhar para essa questão, vai falar: "Caramba, tô aqui na questão ouvindo a voz do professor. Caiu e ele falou que ia cair. Será que ele tinha uma bola de cristal lá durante a aula? Tem. Tô vendo aqui na bola de cristal. Então, presta atenção. Larga tudo que você tá fazendo aí. Vem garantir um ponto. Quer garantir um ponto aqui comigo agora na sua prova?
Quer garantir o ponto na prova do Ministério Público de Alagoas? Sim. Então, hoje, dia 15 de maio, às 8 horas da noite, 8 horas em ponto, você está vendo uma questão que estará na sua prova, combinado? Vamos lá, então. Faça aqui comigo e ouça a minha voz daqui alguns dias lá na sua prova. No âmbito do processo organizacional, atividade de coordenação busca sincronizar a atuação de colaboradores e atividades das unidades de entidade pode de apresentarse sobre diversas formas. O tipo de coordenação, vou grifar a palavra-chave para você. Coordenação que se dá como contribuição voluntária voluntária
entre membros de uma equipe sem sem vínculo de subordinação é o denominado ajuste espontâneo. Como que vai cair na minha prova, Stepan? Assim mesmo. Palavras chave. Coordenação, contribuição voluntária sem vínculo de subordinação. Como que a Banca vai cobrar? No ajuste espontâneo, a coordenação é realizada pelos próprios trabalhadores entre os responsáveis pela realização de tarefa, contribuição voluntária, então entre os próprios trabalhadores que ajustam as tarefas uns com os outros através de um processo de comunicação informal, em relações que não implicam subordinação, sem vínculo de subordinação. Vai ouvir essas palavras lá na prova, ajuste espontâneo, ponto garantido.
Combinado? Então vamos lá. Vai entrar na sua cabeça que eu trouxe mais umas duas dessas. Duas ou três, hein? Que eu quero que você acerte lá. Ó, de novo. Vamos lá. Uma organização que apresenta estrutura divisional internaliza como característica própria de tal modelo organizacional. Quando ele falar em divisional, eu quero que você pense o seguinte, para FCC, o que que importa? A gente tá aqui para acertar as questões da FCC, que quando ela trouxer ela divisional, eu quero que você lembre o seguinte para FCC, na divisional a empresa se desmembra em várias divisões. Como assim,
Stefan? Vai lá, divisão de de calçados, divisão de de roupas, divisão de biquí para se adaptar, nesse caso, a diferentes produtos ou regiões, divisão, Norte, sul. Então, eh, divisões para se atender adaptar diferentes tipos de produtos, clientes, regiões. Então, utilizo departamentalização por produto, cliente, territorial e aí vão surgindo unidades descentralizadas, as divisões que são semiautônomas, relativamente autônomas e quase independentes, operando dentro da empresa. E aí o administrador ali ele vai ter que dispor de todos os recursos necessários para atender as responsabilidades que foi atribuída a ele naquela divisão. E o que que você gosta de
cobrar, Stepan? Ela vai cobrar isso aqui, ó. Essas unidades divisões, elas vão funcionar como verdadeiros centros de resultado ou centros de lucro, em que os resultados, lucros ou prejuízos são apurados autonomizada. Mais um pontinho lá para você, hein? Foco na clientela. Supressão de qualquer tipo de departamentalização, não. Geográfico em substituição a produto, não. Presença de órgãos de duração provisória, não. Existência de unidades ou divisões que operam com relativa autonomia, sendo cada qual um centro de resultado que apura seu lucro ou prejuízo. Tá aí, é gol. Ausência de autonomia, não. Joia. Mais uma, ó. Divisional. Vamos
procurar a característica da divisional. Critério geográfico exclusivamente para f operacional sem autonomia, pelo contrário. Denominado centos de resultados. Sim. Denominado divisões. Perfeito. Possuem autonomia? Sim. Na apuração de lucros ou prejuízos. É isso que você vai procurar na prova e garantir o ponto. E ouvi minha voz lá. Maravilha. Ele verado o grau de verticalização. Não, projeto não. Centralização, pelo contrário, descentralização, né? Uma das formas de coordenação, ó lá, outra que eu falei que ia trazer mais duas ou três. Vamos entrar na sua cabeça, ó. Coordenação. Presente no das organizações é o ajuste espontâneo. Que palavra-chave que
a gente tem que achar no ajuste espontâneo? Coordenação realizada pelos próprios trabalhadores que ajustam as tarefas uns com os outros através de um processo de comunicação informal em relações que não implicam subordinação. Então vamos lá. Cadeia de comando, não. Adesão da corporação, não. Projetos idealizados, não. Presente apenas nível gerencial? Não. Se dá a partir da comunicação entre os responsáveis pela realização de uma tarefa. Perfeito. Em relações que não implicam subordinação. Então, entre os próprios trabalhadores, entre os responsáveis pela realização da tarefa, diferentes tipos de estrutura, entre os quais, então vamos lá, linear ou vertical, bem
estruturada, na qual o poder tende a ser centralizado. Então, eh, o que eu quero que você saiba agora, né, não vamos aprofundar, mas eu quero que você saiba isso. linear ou vertical. Você pensa aqui, ó, joga vertical e o que que tá lá? Uma das características de fato é centralização da decisão. Hierarquia verticalizada, a alta. Beleza? Funcional. Divide a empresa em departamento, sendo a mais comum nas organizações. Perfeito. Qual que é funcional? É o que a gente mais vê nas empresas, né? Diretoria, departamento de marketing, departamento de vendas, departamento de RH. As atividades são agrupadas
de acordo com as diversas funções especializadas que são realizadas dentro da empresa. Atividades semelhantes, similares são agrupadas em áreas departamentos especializados. Então, correta, correta matricial por base programas e projetos multidisciplinares. De fato, a matricial, ela busca aproveitar e e ela é uma fusão da departamentalização funcional, que é essa aqui que a gente vê com a a por projetos ou a, por exemplo, a departamentalização por projetos. Então, por exemplo, como ele trouxe aqui, né, base programas e projetos. Sim. E aí eu tenho aqui um departamento de projetos. E aí eu formo Uma matriz aqui. Deixa eu
desenhar direito aqui para você, né? Departamento de marketing, departamento de vendas, departamento de RH por projeto, projeto um, projeto dois. E aí eu, opa, formo a matriz. A matricial é a união das duas. Então é a ideia mesmo. Base programas e projetos multidisciplinares. Então essa aqui funcional com a por projetos ao produtos. Maravilha correta também. Um, dois e três corretos. Três tipos fazem de estruturas fazem parte de estruturas organizacionais clássicas. Maravilha. Correto. Não. E são as três corretas. Maravilha. No que concerne as diferentes atividades envolvidas no processo organizacional, fenômeno conhecido como ajuste espontâneo. Olha lá,
eu quero que você veja essa de novo, ó. Vamos lá de novo. Mais uma questão daquelas. Eu vou até deixar você fazer aí para você ver se você encontra. A resposta correta. Encontrou 5 4 3 2 1 e foi. Acertou, né? Com certeza você Acertou essa. Que que a gente tem que procurar aqui no ajuste espontâneo? Quais são as palavraschave que eu te falei? Quais são as palavraschave que eu te falei? Controle, não. Avaliação, não. Planejamento, não. Direção, não. É coordenação. Comunicação entre responsáveis pelas atividades em relações que não implicam subordinação. Garantiu. Ponto. Maravilha. Seguindo,
no que concerne as diferentes atividades envolvidas no processo organizacional, fenômeno conhecido como a jontâneo. Ah, baixa o material lá e faz a questão. Tá no canal do Telegram ADM Concursos. Baixa lá o material, ó. Não é controle nem avaliação, não é planejamento nem direção, é coordenação. Comunicação entre esses responsáveis não implica subordinação. Maravilha. estrutura do tipo matricial possui como característica a existência de órgãos. Então agora ele quer estrutura matricial. Então o que que a gente tem que lembrar na matricial que eu te falei? Ã, órgãos dotados de autonomia executiva sem autonomia. Não. Existência limitada no
tempo, vinculada a projetos, além de Órgãos de apoio funcional, esses últimos e natureza permanente. Essa é a ideia. É o que eu desenhei aqui para você. Agora a gente tem a estrutura baseada em funções de apoio permanente, vertical, com a estrutura baseada em projetos ou produtos, que agora é temporária horizontal. Ah, o projeto um acabou. Beleza, sumiu aqui, ó. Temporária. Ah, o projeto dois acabou também. Agora é o três, o quatro. Estrutura temporária com a estrutura permanente. Joia. Letra B, não é central por projeto, não é alocado na estrutura sobre funcional, sem especialização, nada a
ver. Sujeito a uma administração centralizada, tá de baixa autonomia, nada a ver. Essa é a resposta, é o conceito da matricial. Ã, vamos lá. suponha que determinada organização apresente estrutura funcional, sendo que a consultoria contratada para proceder a reestruturação propôs modificações para que ela passasse a ostentar a matricial para conferir maior flexibilidade. Tendo em vista as conceituações, a proposta da consultoria tá certa ou errada. A ideia é o seguinte, o objetivo é aproveitar a especialização desse funcionário da funcional, que ele é especialista ali naquela área, em um produto, um um projeto estratégico. Então ela tem
mais flexibilidade, mais adaptabilidade, porque eu vou, né, mudando os projetos e ela fica mais flexível, mais adaptável. Então, a figura-se adequada, porque a funcional em razão da Existência de denominado s resultado, a funcional não tem isso. Coerência na medida em que a matricial dotada de órgãos de duração temporária vinculada a projetos mostra-se mais flexível que a funcional, dado que essa última não tem essa peculiaridade. A funcional é só ela lá fixa, a outra traz essa flexibilidade. Pegou a ideia? Joia. Pouca chance. Mentira. Equivocada. Mentira. Não é capaz. Mentira. Uma organização que ostente estrutura divisional apresenta
como traz diferencial em comparação modelo funcional divisional. O que que era divisional que eu falei para você focar? Palavras chaves. Centro de resultado. Resultado. Lucros ou prejuízos são apurados autonomamente de forma descentralizada. Então não é processo de trabalho estruturado, nem gestão de risco, ã, nem maior grau de flexibilidade dotado de unidade com duração voltada ao prazo de execução de projetos. Maior flexibilidade ligando o projeto a funcional seria a ideia da matricial, né? Mais ou menos tangenciando aí. Presença de centro de resultado dotado de autonomia para apuração de lucros ou prejuízos. Letra D. Expressiva concentração gerencial.
Não, pessoal perguntou que hora que vai ter o intervalo. Vamos fazer o intervalo agora. Enquanto faz o intervalo, você vai lá e me segue no Instagram, no @prof. Fantin, que sempre tem muita dica boa rolando por lá. E no meu canal do Telegram ADM concursos, lá você tem Acesso à agenda de aulas da semana, links das aulas, materiais gratuitos, como o material dessa aula que tá lá, vai lá baixar. e o canal no YouTube Stefan Fantin. Faça parte que é sempre muito bom ter você nas minhas redes, combinado? Vamos fazer um break, uns 15, 20
minutinhos e a gente volta daqui a pouco. Maravilha. Já vejo vocês. Valeu, เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เ เฮ เฮ 오 เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ Oh. เ เฮ เฮ เฮ B. Bom demais, pessoal. Vamos voltar. Cre não baixou o material. O material tá aqui no Telegram ADM Concursos. E a gente vai continuar nosso batidão de questões, continuar moendo a FCC aqui. Vamos lá. Vamos lá continuar no nosso ritmo, hein? Uma organização cuja estrutura seja divisional apresenta unidades. Que tipo
de unidades? De duração temporária vinculada a projetos. Não. Operam com relativa autonomias denominados centros de resultado organizado por organizados por produto, área geográfica ou clientela. Exatamente como a gente falou antes do intervalo. As palavraschave da as palavraschave do divisional estão aí. Estrutura externa, não. Primeiro nível não. Critério funcional nada a ver. Mais uma. Ajuste espontâneo. Trouxe várias do ajuste espontâneo aqui para você, porque é uma aposta que vai est na sua prova. Eu já te falei isso. É O quê? Coordenação, comunicação entre responsáveis pelas atividades sem demandar a relação de subordinação. Não é avaliação, nem
controle, nem direção, nem planejamento. Maravilha. Entre relações presentes em uma estrutura organizacional, aquela autoridade de linha corresponde aqui. Eu quero que você lembre o seguinte, ó. Uma posição de linha, ela exerce o comando direto sobre o empregado, então exerce a autoridade hierárquica. Autoridade de linha, qual que é autoridade de linha? É o poder que um chefe de um órgão tem de dar ordens aos subordinados, coordenar as ações, cobrar resultados. Isso é o poder de linha. Então, não é só organizações que critério que adotam funcional, é o poder que um chefe de um órgão tem de
dar ordens aos subordinados, coordenar ações e cobrar resultados. Letra B. Não é linha do comando que parte do topo, nem função de coordenação, nem ajuste espontâneo, que a gente já viu que é outra coisa. Joia? Ajuste espontâneo de novo. O que que a gente tem que procurar? Vamos lá procurar as palavras-chave. Fundamento formal. Não opera-se entre os integrantes, sem pressupor relação de subordinação. Exatamente. Comunicação informal, não é indução psicológica, não é autodeterminação, Não é entre gerentes subordinados, é comunicação informal sem relação de subordinação. Pegou já, né? Ajuste espontâneo é coordenação. Já bateu o olho, né?
Comunicação voluntária entre os responsáveis sem relação de subordinação. Gravou, Ana? Gravou. Tatuou no cérebro. Letra B. Fizemos várias, né? Várias dessa. Agora, liderança transacional. Qual que é a transacional? Na liderança transacional, o líder oriente subordinados mantém-lhes motivados por meio de transações mútuas, por meio de troca. Então, relação de troca, como que funciona? Subordinado atinge objetivo, chefe oferece uma recompensa em troca. Então, não é carisma, é relação de troca entre líderes e liderados, que pode se manifestar por recompensa financeira atrelada a atingimento de metas. Não é caráter transformador, não é autoridade nem rotatividade. Maravilha. Relação de
troca. No que concerne a liderança no âmbito de organizações, a denominada estrutura de iniciação apontada nos estudos de 40 da Universidade de Ohio corresponde a quê? A gente tem que lembrar o seguinte, dos estudos da Universidade de Ohio, duas categorias de de liderança, Estrutura de iniciação e consideração. A estrutura de iniciação ou inicial, a ideia aqui é a preocupação tá voltada paraa organização, estruturação do trabalho, atividades. Então, o grau de estrutura de neciação indica a capacidade que um líder tem em definir e estruturar seu próprio trabalho e o dos subordinados em busca de objetivos. E
a de consideração, a preocupação agora tá voltada pro bom relacionamento no ambiente de trabalho. Pensa: "Ô, o cara tem maior consideração por mim. Pensa nisso para tentar lembrar. Tá relacionado ao relacionamento. Joia? Então, não é fenômeno, nem etapa de prospecção, nem estádio de planejamento. É uma das dimensões relativa à capacidade de estruturar o próprio papel e o papel dos liderados no atingimento de objetivos. Letra D. Joia? Não é centrada no relacionamento. A respeito da liderança, o proposto por Fedler. Aqui a gente tem que lembrar que o Feedler, pro Fedler, pro Fedler, eu quero que você
lembre o seguinte, ó. Pegar aqui a a canetinha. Opa, funciona aqui. Eu quero a canetinha deu deu pau. Na liderança de Feedler, eu quero que você lembre o seguinte, ó. Agora, beleza, um slide novo. Feedler, eu quero que você lembre o quê? Quando a gente fala no feedler, tem dois estilos de liderança. Dois estilo, dois estilos. O orientado para tarefa e o orientado para relacionamento. Orientado para tarefas, o líder se preocupa, produtividade, resultados e orientado para relacionamento, tá voltado para quê? Pro bem-estar, satisfação do grupo. Simples assim, joia? E aí tem três variáveis que o
Fedler destaca. Relação líder liderados. relação entre líderes liderados, o quanto o líder confia, o quanto o grupo confia no líder, etc. a estrutura da tarefa, o quanto as tarefas estão formalizadas, estruturadas e o poder de posição, o poder que o líder tem para demitir, contratar, conceder aumento. E a ideia do líder é o seguinte, a a ideia do do Fedler é o seguinte: em situações extremas, ou muito favoráveis ou muito desfavoráveis, se isso aqui tá tudo muito bom ou tudo muito ruim, o líder orientado para tarefa tem obter melhor desempenho. Se isso aqui tá mais
ou menos, um tá bom, outro tá ruim, outro tá bom, tá mais ou menos. Nem muito bom, nem muito ruim. Situação intermediária moderada, o líder orientado para relacionamentos obtém melhor desempenho. Joia? E o que a gente tem que lembrar nessa questão? Então, acontece a teoria? Não. Contrapõe-se a teoria congencial, entende que o líder deve sempre se orientar à tarefa? Não. Baseado em características pessoais, não. Essa é outra. quatro estilos benevolente coercitivo. Não descreve três variáveis que aconteceu na ação do líder: estruturada para tarefa, relação líder liderados, estrutura da tarefa. Relação líder liderados e poder de
posição. Letra E. Joia. Feedler. Então, o que que a gente tem de Fedler? Precisa nem ler o enunciado, né? Você viu feeder é o quê? Leva em conta apenas estruturação de tarefa, não adota o modelo autoritário coercitivo, não. Privilegia participativa, não. Considera critérios situacionais, relação dos membros com os líderes. Líder liderado, estrutura da tarefa e poder de posição. Então, Fedler, você já viu que ela vai cobrar de você, né? A autoridade é inimiga da produtividade. Nada a ver. Vamos lá. H Blake Mountain desenvolveram umo que hoje é muito utilizado é o grid gerencial. É representado
por uma tabela de dupla entrada composto por um eixo vertical e um horizontal que representam respectivamente o quê? A gente tem que lembrar Blake Mountain. Quando a gente fala desses dois desses dois autores, a gente tem que lembrar o seguinte. de Blake Mountain. Primeiro, de um lado, preocupação com as pessoas e do e aqui a outra, o outro eixo, preocupação com a produção. Então aqui varia de 1 a 9, aqui também de 1 a 9 e a gente tem cinco aqui no meio. Um um liderança empobrecida. 19, liderança clube de campo 55 liderança meio termo.
99 liderança de equipes 91, liderança de tarefas. Stepan, que que é isso mesmo? Empobrecida, não se preocupa com nada, faz o mínimo esforço. Um nove clube, clube de campo, só pensa em pessoa na satisfação da galera. Meio termo tá na meioquinha, um equilíbrio entre pessoas e produção. Ã 91, só quer tarefas resultado deficiência, produtividade, não preocupa com as pessoas. E aqui o 99 é o líder equipe, é o estilo ideal, o máximo de de produtividade e também mantém a galera motivada. Só que aquele foi mais direto, né? Pessoas e produção, tarefa. É só isso que
ele queria nessa resposta que tá aqui, né? Letra E, pessoas e produção. Joia. Hur Blancher. Agora a gente tem H e Blencher. A ideia do Hersh Blancher, a gente tem que lembrar o seguinte. Propõe a ênfase no quê? A ideia da teoria deles é o seguinte: a escolha do melhor estilo de liderança depende do nível de prontidão, do nível de maturidade. Então, depende do nível de maturidade e de prontidão dos liderados. Então, o líder tem que ser flexível para identificar o o o nível de maturidade de cada um dos liderados, o nível de prontidão dos
liderados. E aí sim ele adapta o estilo de liderança dele de acordo com a situação específica de cada liderado. Então a ênfase tá o quê? É na variável psicológica do líder, não no ambiente? Não. ênfase em quem? No liderado. Introduzindo como variável de ajuste do comportamento do líder o grau de maturidade de quem? Do liderado. Então a ênfase tá no liderado. O principal foco é o liderado. Não é nem o caráter do líder, nem o grau de resiliência. Joia? No ambiente organizacional apresentam diferentes abordagens, incluindo o conceito de transacional. A gente já viu a transacional.
O que que é transacional? Transações mútuas, relações de troca. Então vamos lá ver lá na transacional. Somente é pertinente na alta direção. Não baseia-se em uma relação de troca ou transação entre líder liderado envolvendo compensas por tarefas ou metas cumpridas, como a gente já falou. Maravilha. Letra B. é adequado só para setor operacional, eh, envolve atuação diretiva e não participativa, não. Treinamento do líder, não. Característica nata do líder, não. Lert, outro ponto, né? Teoria desenvolvida por LERT, classificam tipo de liderança com base em quê? Então a banca aborda bastante, né, dos estilos de liderança. Aqui
a gente tem que, e ela costuma ser ser direta, né? A a Lickert, ele propõe quatro estilos de liderança baseado no estilo de autoridade do líder. E aí ele traz quatro, né? E a banca geralmente aqui ela é bem bem direta, então não é no papel que líder, nem na ameaça, nem no grau de maturidade, nem na capacidade. É no estilo de autoridade do líder. Só que isso aí você já matava, né? O estilo de autoridade do líder. E aí uma gradação que vai do autoritário corcitivo ao participativo. Quais são todos mesmos? Ó, autoritário coercitivo,
autoritário benevolente, joia? Consultivo e participativo. Então, esse aqui é o mais autoritário possível e esse aqui ele já vai ficando mais democrático aqui o participativo. Joia? Não vou aprofundar em cada um desses daqui pra gente poder ver mais questões e porque a banca costuma tratar isso de maneira bem direta, tá? Eh, então agora a gente só vai falar O necessário aqui nesse hora da verdade, tá? Então, autoritário coercitivo, cara bem autoritário, coercitivo, arbitrário, depois autoritário benevolente, autoritário cocitivo um pouco mais suave, o consultivo tende a ser mais participativo, menos arbitrário, pouco mais descentralizado e aí
sim o participativo é democrático, totalmente descentralizado. Letra E. Hersy Blancher, de novo, analisa o fenômeno fenômeno da liderança com base em quem? Com base em quem? Com base no grau de maturidade do subordinado, sustentando que o líder deve adequar seu comportamento a tal variável de acordo com o nível de cada um dos liderados. Perfeito. Não é no fator exógeno, não é no nível de preparo do líder, não é no carisma do líder, nem no caráter transacional. Isso aqui seria transacional, né? Na motivação organizacional, a espécie de liderança orientado para tarefas, onde o poder de tomar
decisão tá concentrado no líder, é conhecido com, ó, então na motivação organizacional, a espécie de liderança orientada para tarefas, onde o poder de tomar decisão tá concentrado no líder, é conhecido como modalidade de liderança. Aí a gente tem os três de White Lipt. Então, a gente tem a liderança autocrática. O líder centraliza a tomada de decisões, dominador, impõe suas ordens, traça diretrizes sem qualquer participação do grupo e que no caso, então aqui é o Nosso gabarito. A gente tem a democrática. Liderados participam do processo de tomada de decisões. Líder incentiva a participação democrática dos liderados.
Líder age como se fosse um membro normal do grupo. E a liberal esfer que o líder delega totalmente, não exerce, né? Ele ele na liberal ou lefer, o líder delega totalmente a tomada de decisões aos liderados. Participação do líder limitada, ele não exerce qualquer tipo de controle. A liderança tem um papel meramente consultivo. Joia. Virando a chave agora para motivação. Vimos várias, rememoramos, né, aqui várias teorias de liderança e agora a gente vê uns pontos importantes de motivação. Então você percebeu que a gente tá passeando aqui por vários tópicos do seu edital, né? Então, a
gente tá passando por vários pontos do seu edital. Nessa nossa hora da verdade, eu tô trazendo a cereja do bolo para você. Então, vamos lá. A conduta pretendida pelo gestor de tem que ler, né? Então, não funcionou a gente direto no no comando. A gente tem que ler essa questão. Lembra que a gente combinou no começo da aula? Tenta ir sempre no comando da questão. Se funcionar, você ganha o tempo. Se não, lê a questão. Considere que o gestor de determinada entidade pública esteja cogitando aplicar conceitos da teoria das relações humanas formulada por Mazle, a
fim de Promover motivação. Nesse sentido, pretende priorizar necessidades de autorrealização dos colaboradores. A conduta pretendida, de acordo com os preceitos da teoria. Então, a gente tem que lembrar o seguinte, pro Mas o indivíduo tá sempre em busca de satisfazer suas necessidades. Então, ele é motivado por diversas necessidades. Aí ele pegou as necessidades que motivam os indivíduos e dividiu em cinco categorias e jogou numa pirâmide. De baixo para cima, fisiológicas são as mais básicas. Alimento, água, sono. Exigem satisfação reiterada para garantir a sobrevivência do indivíduo. Segurança, necessidade de estar livres de perigos físicos. psicológicos, também relacionados
à sobrevivência, eh, sociais ou afetivos sociais, relacionadas às relações interpessoais do indivíduo, amizade, amor, afeição, estima ou autoestima se relaciona a fatores internos, como a pessoa se vê, autorrespeito, autoimagem, orgulho e fatores externos, como ela é vista pelos outros, reputação, status, notoriedade e as necessidades de autorrealização, as mais elevadas estão no topo. Então, a tentativa do indivíduo de realizar seu próprio potencial em busca de se tornar aquilo que ele deseja. Então, qual que é a ideia, ó? Prozel devem ser satisfeitas nível a nível. Primeiro fisiológico, depois segurança, depois social. Então, deve seguir a ordem. Então,
ã, se ele quer priorizar a autorrealização, tá correta porque ele inovou para pôr que fatores motivacionais básicos estão ligados ao desejo de pertencimento, reconhecimento. Não, básico não. Falou Balela, né? Mostra-se equivocada. Não deve considerar que colaboradores somente se sentirão motivados a buscar a realização de tais necessidades, as das de autorrealização, depois de atendidas outras necessidades situadas nos níveis inferiores, como fisiológica, segurança social e estima. Aqui ele deu para você o conceito da teoria da hierarquia das necessidades do mago. Joia? Segue o jogo. Não faz sentido. Claro que faz. Deve considerar que apenas salfatores isoladamente já
gera motivação, reforço positivo. Nada a ver. Besteira. Teoria X Y de McGregor. Qual que é a ideia da teoria X e Y do McGregor? Duas visões antagônicas de de se enxergar os indivíduos. Teoria X, eh, a visão velha, né, baseada na desconfiança, considera que o indivíduo é naturalmente preguiçoso, não gosta de trabalhar, precisa ser controlado, dirigido. E a Y, uma visão mais positiva, moderna, considera que o indivíduo é naturalmente laborioso, produtivo, gosta de trabalhar, ah, eh, é capaz de se autodirigir, autocontrolar. Então, vamos ver, ó, apresentam pressupostos opostos. A X apresenta indivíduo desmotivado e preguiçoso,
e a Y predica que eles são naturalmente inclinados pro trabalho e para assunção de responsabilidades. Tá aí a ideia. Complementares, não apenas financeiros, nada a ver. Reforço positivo, nada a ver. Fator em duas categorias, indutor ligado a incentivo, nada a ver. Evolução. Os trabalhos do autor que considerava apenas aspectos em de subsistência seriam capazes de gerar motivação. Nada a ver. Joia. Os estudos sobre motivação no ambiente de trabalho desdobram-se em diferentes abordagens da pirâmide de Mattel. Vamos ver então o que que é que que é a pirâmide. Apresenta o escalonamento dos diferentes agrupamentos de colaboradores,
situando-se na base da pirâmide, não é colaboradores. Nada a ver. aponta uma hierarquização entre fatores que induzem a motivação, de modo que apenas quando satisfeita uma necessidade mais básica, é que o indivíduo busca a satisfação da seguinte. Perfeito. Situando-se no ápice da pirâmide ápice lá no topo, as necessidades de autorrealização. Tá aí o conceito da pirâmide de Mazle. Não é fator motivacional que impacta desempenho, não é resultado do diagnóstico do clima. Não é precedência em relação a outros na base os de maior impacto psicológico, como segurança, integração. Não é joia. Vamos ver se essa aqui
a gente consegue. Vamos ter que ler, né? Vamos ter que ler essa, ó. Para uma eficiente gestão de pessoas, o conhecimento das necessidades humanas, conforme estabelecidas por Mazle, e fundamental para estimular o bom relacionamento, ã, da equipe, o que pode ser, pera aí que eu li tudo zoado aqui, né? Proeficiente de gestão de pessoas, o conhecimento das necessidades humanas, conforme estabelecidos por Mazle, etapas da hierarquia das necessidades e fundamental para estimular o bom relacionamento entre os participantes da equipe dos projetos, o que pode ser um diferencial entre sucesso e fracasso. É, ou faltou alguma coisa
aí ou eu li errado de novo, né, que não fez muito sentido essa frase. é um para um eficin de gestão de pessoas, o conhecimento das necessidades humanas, conforme estabelecido por Mazle, e fundamental para estimular o bom relacionamento entre os participantes da equipe dos projetos, o que pode ser um diferencial entre sucesso e fracasso. Tá bom? Vamos aceitar após a construção do esquema da pirâmide, mas ó, então vamos lá, eu já sei que questão é essa, ó. Após a construção do esquema, Mazleid, então Mazle construiu lá cinco que a gente conhece, que são tradicionalíssimas, né?
é, é o tradicional. E após a a construção, mas identificou outras duas necessidades do indivíduo que se considera autorrealizado. Então, ó, o indivíduo tá aqui, já tá autorrealizado. Aí ele foi lá, identificou outras duas necessidades e classificou como necessidades cognitivas. Opa, tem mais duas cognitivas aqui em cima. Importante de serem reconhecidas as pessoas das equipes. São elas. Então, a ideia é essa, né? Eh, eh, é, é um aprofundamento, né? Eh, isso aqui eu trouxe porque FCC cobrou recentemente, então é bom a gente saber. Mas, né, eh, você vê que ela já cobrou várias questões recentes
também, só cinco, né, que a gente viu, mas aquela quis aprofundar um aprofundamento que geralmente a doutrina não nem trata, né, bem aprofundado mesmo. Então, eh, aqui ele identificou duas necessidades adicionais, necessidades cognitivas que surgem apenas nas poucas pessoas que já possuem todas as cinco necessidades necessidades tradicionais satisfeitas. Então, quais são elas? As necessidades cognitivas, né? Ah, então aqui, ó, necessidade de conhecer e compreender o mundo à sua volta. Então, necessidade de conhecer, entender, compreender relacionada a desejos que o indivíduo tem de conhecer e entender o mundo ao seu redor, as pessoas da natureza e
a necessidade de satisfação estética, beleza, simetria, arte em geral, né? Tá sempre belo, em harmonia com padrões de beleza vigente. Essa é a ideia. Ah, Stefan, eu conheço minha vizinha aqui, não tem nenhum eh não tem nem necessidade de segurança direito. Tá morando aqui, tá quase caindo o teto da casa dela e ela tá lá fazendo e eh botox, eh botando silicone. Então segue o que o Maslon tá falando aí. Beleza? Essas duas são pro Maslon. Só vai surgir quando a pessoa completou todas. Combinado? Joia. Juntos. Vamos lá. Ã, XY. Então, a teoria X do
McGregor, qual que é a X? É aquela que sustenta o quê? que o trabalho é algo natural, pelo contrário, concepção negativa, dado que o homem médio, ou seja, o indivíduo comum, evita o trabalho e necessita ser controlado e dirigido. Importância do esforço negativo, não. Três tipos de personalidade, não. Prevalência de fator social, não. Seguindo, vamos lá ver as assertivas uma a uma aqui, ó. A hierarquia das necessidades de Mason. Parte da premissa de que, embora nenhuma necessidade possa ser totalmente preenchida, quando uma delas é substancialmente satisfeita, a próxima passa a ser dominante. É isso mesmo.
A ideia do Mazle é essa, tá? Eh, nossa, Stephan, quer dizer que não é 100% Substancialmente já é um conceito que a gente também aceita, beleza? Substancialmente. A teoria de McLand enfoca aspectos relacionados à busca das pessoas por excelência sucesso, práticas de poder e relacionamento interpessoais próximos e amigáveis. Essa ideia, o McLeand para ele, as necessidades que influenciam o comportamento, motivação do das pessoas pode ser dividido em três grupos: necessidade de realização, busca por excelência, sucesso, de poder, práticas de poder, né, de de mandar e de afiliação, de ter relacionamento interpessoal próximo, combinado? Teoria dos
dois fatores de Hberg. Parte do pressuposto que funcionário ou não gosta de trabalho ou considera trabalho tão natural. Isso não é Hesberg, isso é quem? É o McGregor XY que a gente acabou de ver, né? A a o Hesberg você tem que lembrar que é outra coisa, ele é os fatores que levam a satisfação, fatores motivacionais são diferentes dos fatores que levam a satisfação. Fatores higiênicos. Motivacionais e higiênicos. Então, tá errada. X Y de McGregor considera dois fatores dicotômicos, satisfação e insatisfação, a partir da teoria higiene e motivação. Ele inverteu, né? Inverteu as duas aqui.
Aqui é o Hberg e não é o McGregor. Joia? Então é apenas um e dois, né? Tá aqui na letra B. Vamos seguir. De acordo com a teoria da expectativa de Victor Vom, comportamento é sempre orientado para resultados e é três fatores principais envolvidos no processo de motivação do ser humano, sendo um deles denominado instrumentalidade que corresponde, segundo a teoria, a ideia do McGregor. Qual que é a ideia do McGregor? A ideia do McGregor, não, né, do Vom. A gente tá fazendo questão do Victor Vom. Qual que é a ideia da teoria da expectativa do
Victor Vom? A ideia é o seguinte, o indivíduo vai estar motivado se ele acreditar que o esforço dele vai levar ele atingir resultados que vão levar ele obter uma boa avaliação de desempenho, que é, então vai lá, ó, ele vai tá motivado se ele acreditar que o esforço dele vai levar ele a obter uma boa avaliação de desempenho, que essa avaliação de desempenho vai trazer para ele recompensas que serão capazes preciso de satisfazer seus objetivos pessoais. E aí tem três palavras que a gente não pode esquecer: expectativa, relação e esforço desempenho. A crença dele de
que o esforço leva ao desempenho. Instrumentalidade é a relação desempenho, recompensa. A crença dele de que se atingiu o desempenho recebe, vai receber as recompensas. E a valência é o grau de atratividade que a recompensa tem para ele, o grau em que a recompensa dada pela organização vai satisfazer suas necessidades e objetivos pessoais. E aí aqui vamos buscar isso, né? Não é reforço positivo, não é papel atribuído a medida De esforço, não é valor atribuído ao resultado. O resultado a gente viu que é lá o final valência. Relação desempenho, resultado aqui que tá um um
ponto um ponto um ponto importante aqui, né? Eh eh a aqui tem um ponto importante, né? É a relação desempenho resultado. Você viu que ele coloca resultado, mas que ele põe entre parênteses e recompensa, né? Por quê? Porque isso aqui pode ser falado de uma outra forma. Eu quero que você preste atenção aqui, ó. A instrumentalidade é a crença dele de que se ele atingir o desempenho, ele vai receber a recompensa. Ou seja, é o grau em que o indivíduo acredita que o bom desempenho dele vai levar ele a alcançar o resultado desejado. Qual que
é o resultado desejado por ele? A recompensa. Beleza? resultado desejado. Então você vê que a banca até dá um boi nela, bota resultado ou recompensa. Então você pode ter essas duas palavras aqui na na instrumentalidade, sendo o grau que o indivíduo acredita que o nível de desempenho leva resultado esperado. Perfeito. Joia. Relação esforço desempenho. Hum. Não. Força desempenho. Expectativa. Mazle apresenta uma pirâmide. No topo tá quem? Quem que tá no topo da pirâmide do Maslow? Principais necessidades ligad subsistência. Não, subsistência fisiológica, né? Ligada à autorrealização, que o indivíduo somente busca satisfazer depois de supridas mais
básicas, fisiológicas, segurança social e de estima. Perfeito. Recompensa financeira, não. Mais prazerosas, não. Mais privilegiadas da sociedade, não. Um funcionário recebeu da empresa que trabalha um e-mail informando sobre a nova política de licença médica que passaria a ser adotada pela empresa a partir do próximo mês. É um caso de comunicação em que sentido? Olha só o que que aconteceu. Olha só o que que aconteceu. Ele recebeu um e-mail informando de quem? geralmente da galera aqui da gerência, da direção. Ele lá, o funcionário, recebeu essa mensagem. Isso é um tipo de comunicação vertical. E a vertical
a gente tem dois tipos, a descendente ou tap down, que ocorre de cima para baixo, do nível hierárquico mais alto em direção mais baixo. E a ascendente Baron AP, que ocorre de baixo para cima, do nível hierárquico mais baixo em direção ao nível hierárquico mais alto. E aí a gente também tem a horizontal que ocorre entre o mesmo nível hierárquico. Aqui no caso é essa de cima para baixo, descendente. Joia? Um evento promovido exclusivamente para supervisores do Centro de Distribuição. O supervisor situado em Garanhuns, fez uma apresentação especial aos demais supervisores ali presente pelo motivo
de ter sido o que alcançou o melhor resultado. O principal objetivo de sua comunicação foi gerar empatia para que o seu sucesso serviço de bch marque aos demais. Essa situação exprime uma forma de comunicação conhecida como que que a gente tem aí? Horizontal, lateral. Lateralmente. Por qu, Stephan? Um supervisor fez uma apresentação aos demais supervisores. Mesmo nível hierárquico. Joia. Horizontal, lateral. na classificação dos tipos de decisões, como programados e não programadas. Aqui, ó, olha aqui para mim. Hum. Bola de cristal do professor. Vai tá na sua prova, vai. Vamos fazer um asterisco. Vamos fazer um
asterisco. Olha só, presta atenção aqui em mim. Vou falar do jeito que a banca cobre e você vai ouvir minha voz lá na sua cabeça na prova. Seguinte, dois tipos de decisão programada e não programada. Qual que é a decisão programada? É aquela rotineira, repetitiva, faz parte do acervo de soluções da organização. São decisões padronizadas para situações que ocorrem regularmente. Então, ocorreu a situação, ocorre muito, já tem essa decisão pronta, decisão programada. Beleza? Beleza? E a não programada, aquela não programada é uma decisão nova para uma situação inédita. Aconteceu uma situação inédita. Ixe, eu tenho
uma decisão programada? Não tenho. Então eu tenho que tomar uma decisão não programada, nova. Vai depender do julgamento pessoal de quem tá decidindo. Combinado? E o que que a banca vai te perguntar? FCC vai te perguntar o que que diferencia uma decisão da outra. Aí ela vai trazer pegadinha que tá errado. Ela vai falar: "Ah, é que a programada é muito mais estruturada para empresas que tão muito estruturadas, se desenvolvem bem, sucesso e a não programada é sinal de fracasso." Mentira. Mentira. Qualquer grosélia que ela contar, você não acredita. A única coisa que diferencia a
programada e a não programada é o grau de ineditismo ou recorrência da situação. É uma situação recorrente, ocorre sempre programada. É uma situação inédita, não programada. Não é nada mais que isso. É simples assim. Grau de ineditismo ou recorrência da situação. Vamos procurar isso, ó. O que que é a qualidade? Não, já já nem vê. Não é qualidade coisa nenhuma. A qualidade do processo não é qualidade. As duas têm qualidade. Ora, o grau de comprometimento do tomador de decisão, eficácia do sistema de gerenciamento, o grau de ineditismo ou recorrência da situação que demanda a decisão,
a existência ou não de solução disponível no acervo de soluções, sendo a programada aquela tomada com base no acervo de soluções voltada principalmente para problemas não inéditos. Claro, é um problema não inédito. Eu já tenho uma programada, já uma padronizada no acervo. Vamos ver se tem outra aqui de novo. Vamos lá. O setor que se verificou o maior número de decisões não programadas apresentou problemas, problemas ou desafios que demandaram soluções não padronizadas e não disponíveis no acervo. Então, olha lá, se eu tenho um setor com muitas decisões não programadas, ele apresentou o quê? problemas ou
desafios que demandaram o quê? Soluções não padronizadas, não disponíveis no acervo. Nossa, apareceu tanto problema, tanto desafio e eu não tinha nada padronizado, nada no acervo. Demandou então soluções não padronizadas, não disponíveis no acervo. Beleza? Não seguiu a melhor prática, nada a ver. Ocorreram circunstância emergencial, nada a ver. Existe grande assimetria entre os gestores, porque aqueles que adotam o maior percentual de não programada é grau de maturidade inferior. Nada ver. Mentira. Aqui, decisões não programadas só devem ser tomadas pela alta administração. Nada a ver. Beleza. Processo decisório, três investes organizacionais. Nesse contexto, decisão proferida pela
alta cúpula, isso conversa muito com o que a gente já bateu bastante no começo da aula. Alta cúpula a nível estratégico. Decisão estratégica. Joia. Ã, decisão consultiva com uma consensual e outra democrática. Tem-se o quê? Aqui é o seguinte, ó. Eu tenho a decisão autocrática. Que que é autocrática? Gestor toma a decisão sozinho. Ele mesmo. Ninguém interfere. Aí eu tenho a consultiva. Qual que é a consultiva? Gestor consulta a opinião da pessoa que vai ser impactada pela decisão. Depois ele vai lá e toma decisão que ele mesmo acha mais conveniente. Depois eu tenho a consensual.
Qual que é a consensual? O gestor estimula o grupo a entrar em consenso sobre a decisão. Então a decisão só vai ser tomada quando todos os indivíduos do grupo apoiarem a decisão. Mesmo que eles discordem da alternativa encontrada, todo mundo tem que apoiar. e a democrática. O grupo tem autonomia para decidir. A decisão é tomada pelo voto da maioria. Joia? Então, ó, vamos ver o que que ele fala. Consultiva por membros externos. Nada a ver. Consensual, uma posição central que seja aceita e apoiada por todos. Consenso, todos. Perfeito. Consensual votação, onde ocorre pela vontade da
maioria. Isso é democrática. Consultiva. Membro participa apresentando e o líder não tem poder. Mentira. Consulta e ele escolhe. Democrática. Grupo tem autonomia para decisão que só é válida tomada por unanimidade. Isso é a é a consensual. Joia. Ó, decisão programada e não programada. Qual que é o fator de descrimen delas? Aí Stefan não sei nem o que que é discrimin. O que que diferencia uma da outra? Que que diferencia uma da outra? Não programada solução de mera mitigação de problema. Mentira. A qualidade do processo decisório, porque não programada é as programadas decorrem de processo estruturado
e a não programada é tomada sem reflexão. Mentira, não tem nada disso. Grau de efetividade não fala que a não programada é menos efetiva. Mentira. Tratar-se, no caso, das programadas de situações recorrentes com soluções disponíveis no acervo da organização perfeita. Sucesso ou insucesso, que significa que a determinação tipo de decisão de decisão se dá necessariamente a exposto de mentira. Você vai buscar o grau de ineditismo ou reconhecer da situação programada, tá? no acervo de soluções da organização. Partindo da definição de que processo é aquele que tem como base uma reunião em cadeia de tarefas organizadas
cronologicamente com objetivo de fazer uma entrega recorrente de serviço em contexto de fluxo de produção dentro de uma classificação de modelos. O processo organizacional de apoio é aquele em que, ó, a ideia é a seguinte. Processos primários finalísticos agregam valor diretamente ao cliente. Então, só as atividades que impactam, influenciam imediatamente a experiência do cliente podem ser consideradas parte do processo primário. Então, processo de fabricação do smartphone. Smartphone impacta, influencia imediatamente uma experiência? Sim. Então, processo de fabricação do smartphone, processo primário. Os de suporte de apoio dão suporte aos primários e aos gerenciais. Eles não agregam
valor diretamente ao cliente, agrega valor a outros processos e não diretamente ao cliente. Fundamentais para permitir que a organização realize os processos primários. Por exemplo, processo de compra de insumos, treinamento de pessoal. Se eu não tiver um insumo comprado, joia? Se eu não tiver um insumo comprado e não treinar meu pessoal, eu não consigo produzir o meu processo primário de fabricar o smartphone. São invisíveis aos olhos dos clientes. Joia? Não se admitem ajustes. Mentira. A entrega final de serviço ao usuário, esse é o primário. A percepção de valor eh pelo usuário, esse é o primário.
A coordenação entre processos primários de gerenciamento, ele não coordena os dois, não. Mentira. Não se entrega valor diretamente ao usuário. Exatamente. Agrega valor a outros processos e não diretamente aos clientes. Ã, vamos lá. Considerando que uma organiza que uma organização que atua com base na gestão por projetos tenha decidido abandonar o CPM, método do caminho crítico, para adotar o programation and review technique, o pert, tem-se que o tempo de conclusão dos projetos, a ideia é o seguinte, ó. Eu vou até chamar um slide novo aqui para te mostrar, pra gente falar rapidinho aqui da parte
da CPM, ó. Hum. Se minha canetinha ajudar, pert CPM. Então, quando eu falo em pertmem o seguinte, ambas permitem o gestor visualizar melhor como atividades do projeto estão dispostas, auxili na diminuição de imprevistos, né, utilizadas para estimar quanto tempo determinado projeto vai demorar. A diferença aqui é o seguinte, ó. Botar aqui mais CPM e pert. Tem uma diferencinha bem grande aqui que você tem que ficar ligado que é o que a banca cobra. CPM ele adota uma única estimativa de duração para cada atividade. Então ele é determinístico em relação aos prazos. Então ele mostra o
passo a passo do projeto, a sequência lógico evolutiva, indicando as atividades que vão ser realizadas, estimando quanto tempo cada atividade vai demorar, demonstrando o caminho crítico do projeto. O que que é o caminho crítico mesmo? caminho mais longo, sem folgas de um projeto, sequência eh mais longa de atividades que devem ser realizadas de forma sequencial, que são necessárias a conclusão do projeto. E pert e a pert agora agora ela é utilizada para estimar a duração das atividades baseando-se em incertezas probabilísticas, distribuição de probabilidade do tipo beta. Então, ela é probabilista em relação aos prazos. E
aí ela utiliza três estimativas distintas paraa duração de cada atividade do projeto. Uma pessimista, uma realista, que é a mais provável de acontecer, e uma otimista. E aí a estimativa final vai ser o resultado da média ponderada desses três valores. A estimativa ah realista tem peso quatro, que é a mais provável de acontecer. E as pessimistas e otimistas t peso um. Pegou? Relembrou? Então vamos ver. Ó, templo de conclusão. Pert. Ele quer saber. Toma por base ações cuja atraso pode compreender o projeto como um todo. Diversamente do pert que predica o monitoramento da integralidade. Nada
a ver. Deixará de ser uma variável relevante como ocorre no caminho crítico. Mentira. Passará a ser estimada a partir de uma méda média probabilística. que considera cenários otimista, pessimista e provável. É a grande diferença entre eles e é o que vai tá lá na sua prova. Joia? Não é bem marque nem considerar o desvio padrão. CPM significa que o denominado caminho crítico representa o fluxograma do projeto. Não. Deve ser evitado ao máximo. Não consistirá na identificação de obstáculos? não representa o conjunto de atividades a serem executadas em uma sequência lógicoevolutiva, sendo que caso alguma delas
seja executada com atraso, isso importará no comprometimento do prazo de conclusão estabelecido com projeto caminho mais longo, sem folgas. É isso aí, não é a realização de uma análise probabilística. A avaliação 360º, que que a gente tem que lembrar da avaliação 360º? Avaliação 360º é aquela realizada de forma circular por todos que mant algum tipo de contato com o indivíduo avaliado. Todo mundo avalia todo mundo. Chefe, subordinado, cliente, fornecedor, eh, eh, colega de trabalho, até ele mesmo se avalia por meio da autoavaliação. Método rico fornece informações completas, né? ele tem um feedback de todos os
papéis que ele desempenha dentro da organização, só que também tem desvantagem, tem que treinar todo mundo. Eh, eh, então, outro outro ponto que a gente tem que a as avaliações aqui podem ser tendenciosas, eu posso combinar em avaliar bem um colega, ele me avalia bem, eu avalio bem ele. Ah, meu chefe que eu vou avaliar meu chefe, eu vou avaliar ele bem, vai que ele descobre. Então, tem também desvantagens. Então vamos lá. Ah, para uma correta aplicação de tal metodologia de avaliação, é necessária atribuição de pontuação? Nada a ver. Coordenação por um avaliador independente? Nada
a ver. Suprimir a autoavaliação, pelo contrário, faz parte. Deve haver a participação daqueles que são próximos ao avali avaliado como colegas e clientes e não apenas seus superiores. Isso mesmo. Não tem nada de votação por colegiado. Supõe que determinada entidade tenha realizado a avaliação de desempenho de seus colaboradores e ao final tenha identificado a ocorrência do denominado efeito Horn em relação a determinados avaliados. Isso significa que tem um tem um erro no processo de avaliação de Desempenho, que é o seguinte: efeito de generalização é a tendência do avaliador se deixar por uma característica marcante do
indivíduo avaliado e isso afetar a avaliação como um todo. Então, por exemplo, eu vou avaliar o João das Neves. Ó, avaliu lá. Produtividade, nota 10, ele é o melhor. Se não fosse ele, a gente estava lascado. Aciduidade, ih, ele falta muito. Ah, mas é muito produtivo. Nota nove. Relacionamento interpessoal, ele briga com todo mundo, não lida bem com clientes. Ah, mas é muito produtivo. Nove. Então, João das Neves, ele foi beneficiado por essa generalização. Foi nivelado por cima. Vou fazer o Mario Bros agora. Produtividade e ele é o pior. Péssimo. Quatro. Aciduidade vem todo dia,
nunca falta. Ah, mas não é nada produtivo. Seis. Relacionamento interpessoal, lida bem com clientes, lida bem com todo mundo, é agregador, lida bem com as pessoas, com clientes. Ah, mas não é nada produtivo. Seis. Agora o Mário Bros foi nivelado por baixo. A a generalização prejudicou ele. Foi nivelado por baixo. Isso chama efeito de generalização. Alguns autores chamam isso também de sinônimo de efeito alo. Outros falam assim: "Pera aí, pera aí. Se beneficiar ele, chama Alo. Se prejudicar chama Horn". Então, qual o o cuidado que você tem que ter ao ler a questão? A, né?
Ao identificar na questão, você tem que ter um cuidado que é o seguinte, presta atenção. Quando você olhar a palavra alo, quando você olhar a palavra alo, você vai ver o seguinte, ele tá trazendo como sinônimo de efeito de generalização ou ele quer a diferença entre Al e Horn. Você vai conseguir identificar, você vai ver aqui. Vou te mostrar. Quer vendo, ó? Efeito Horne, grande heterogeneidade. Já começou falando besteira. avaliado a receber avaliação discrepante, não apresentou uma avaliação negativa, tomando por base um determinado aspecto considerado negativo do avaliado e extrapolando esse resultado para todos os
demais. Perfeito. Apresentou uma avaliação negativa, tomando por base um determinado aspecto considerado negativo do avaliado, extrapolando esse resultado para todos os demais itens da avaliação. Isso é feito horn. Não é recenticidade, nem leniência. Leniência é bondoso, né? pouco rigoroso, nota alta para todo mundo. Então, não é esse avaliação 360º. Qual uma característica dessa avaliação? Aspectos extremos do comportamento avaliado, extremamente positivo, extremamente negativo. Isso é método dos incidentes críticos. Vinculação à evolução, nada a ver. Avaliação não apenas pela chefe imediata e imediata do colaborador, mas também por aqueles com quem eles se relacionam como colegas, clientes
e fornecedores. Perfeito. Caráter tádal não. Fato de estar necessariamente atrelada também não. Efeito alo. Mais uma de efeito alo. O que que acontece aí no efeito alo? determinado aspecto do desempenho de cada indivíduo. Muito. Ah, não. Vamos ver aqui direito, ó. Considere que como resultado da aplicação da avaliação de desempenho, um órgão público tenha sido constatado ou demonado efeituá-lo. Beleza? Lembra? Efeituá-lo pode estar como sinônimo de generalização ou ele falar só da do de uma noitivo, generalizar tudo. Vamos ver determinado aspecto do desempenho de cada indivíduo, muito bom ou muito ruim. Opa, tá como sinônimo
de generalização. Foi extrapolado pro resultado dos demais aspectos. Tá aí. Aaliaçãoou. Não foi conferida a parcela, não foi nivelada a partir da média de avaliações do grupo. Nada a ver. Considerou apenas resultados mais recentes obtidos? Não. Recência, né? Recência, memória fraca. Esse é outro. Ele ele se atém apenas aos aspectos mais recentes do comportamento do indivíduo avaliado. Vai avaliar o indivíduo em eh dezembro. Só lembro que ele fez em outubro, novembro e dezembro. Esquece o que ele fez lá em janeiro, fevereiro, março. Efeito Alo. Que que ocorre no efeito alo? Vamos procurar. Apoio externo, nada
a ver. Visão preconceituosa, nada a ver. Despreparo, não possuir habilidades, nada a ver. Quando o avaliador transpõe resultado muito bom, muito ruim de um aspecto específico avaliado para todos é mais itens de avaliação, gerfeito e de generalização, ele trouxe até o sinônimo aqui. Perfeito. Apenas aspectos mais recentes, não recência, né, que a gente viu, falamos aqui agora, incidentes críticos. Que que é o método dos incidentes críticos? O avaliador busca identificar apenas características extremas, positivas ou negativas do indivíduo avaliado. O que que é extremamente positivo? É, eh, vamos lá. Extremamente negativo. Falta muito, não lida bem
com números, não lida bem com pessoas, extremamente positivo. E eh é muito produtivo, etc, etc. E o que tá aqui na meioquinha é o desempenho normal. Eu não vejo. Eu só vejo o que é extremamente positivo e o que é extremamente negativo. Joia? Só os incidentes críticos. Deve registrar aspectos extremos do trabalho, considerando excepcional considerados excepcionalmente positivos e excepcionalmente negativos. Tá aqui na letra A. Não é teste individual, não é conduta funcional, não é dinâmica de grupo, não é profissional externo. Joia? Avaliação 360º de forma circular. Que que eu faço? Todo mundo avalia todo mundo
aqui. Então é dinâmica de grupo. Falamos em dinâmica de grupo. Nada a ver. Talento existente que é elegível paraa próxima promoção. Mentira. Inclui autoavaliação. Viu que a FCC gosta de trazer essa palavra-chave na avaliação 360º. Autoavaliação. Eu mesmo me avalio. Além da avaliação por stakeholders. Quem são stakeholders? as partes interessadas que têm contato com o indivíduo, que se relacionam com avaliado, como colegas, clientes e não apenas os superiores. Perfeito. Não vai ranquear avaliados, nem vai contar com a supervisão de avaliador externo. Maravilha. Ufa. É um ufa. Não, 80 questões. Moemos 80. Luanda Aguiar, que professor
excelente. Tamo junto, Luanda. Vamos com tudo. Moemos hoje, hein? Moemos FCC. Ó, você vai lá no meu Instagram, segue lá, sempre tem muita dica boa. Depois que você for lá na prova, Você vai lá me mandar mensagem. Me manda mensagem, deixa lá no comentário da da das últimas fotos que tem lá postada, vai lá e fala: "Professor, ouvi sua voz. Caiu as questões, professor. Decisão programada, não programada. que que vai cair na programada e não programada mesmo? Que que diferencia eh eh grau de ineditismo ou recorrência da situação? Professor, caiu ajuste espontâneo. Você vai falar:
"Caiu lá ajustamento mútuo lá, né? Cadê? Até eu achar aí tem 80 questões. Não vou achar, não vou achar. O ajuste espontâneo ou ajustamento mútuo caiu lá. Que que caiu lá, professor? coordenação entre os próprios responsáveis pela tarefa, sem implicar relação de subordinação. Maravilha, professor. Caiu aqui também avaliação 360º. Todo mundo, né, que tem contato com o indivíduo avaliando até ele mesmo por meio da autoavaliação. Cai o efeito Horn. Qual que é o efeito Horn? extrapolar a avaliação por uma característica marcante e e e eu generalizo a avaliação inteira, uma característica negativa no efeito Horn.
E se for efetuáo, ela vai cobrar, como a gente viu aqui, como sinônimo de generalização, é o mais provável. Característica positiva ou negativa, extrapolando a avaliação como um todo, generalizando. Muito bom. Bom demais. Pegaram a ideia? pegaram. Que mais que a gente pode lembrar aqui? Eh, liderança, vimos várias das teorias, né? Motivação também, o pirâmide. Joia, que revisão 360º. Perfeito, né, Ana? Fizemos um batidão por vários tópicos. Aula maravilhosa. Tamo junto, Paulo, Pedro, Paulo, Luziele. Tamo junto. Muel tamo junto. Show de bola. 74 de 80. Parabéns, Onier. Obrigado. Tamo junto, Onier. Então é isso, pessoal.
Quem não deixou o like no vídeo, deixa o like. Depois fala para mim como é que você foi na prova e a gente vai junto, vai com tudo para cima da FCC rumo ao MP Alagoas. podem contar comigo e com o Estratégia nessa caminhada. Grande abraço, boa prova e até a próxima. Valeu, เฮ เ