é bom pessoal vamos para segunda parte então da nossa aula sobre interações a gente vai falar de interações antagônicas agora a predação ele deveria parasitismo e doenças e são interações ordem uma espécie se beneficia e outras pestes vai prejudicar Qual é os dois principais exemplos são a predação e herbivoria predação primeiro na relação são relações consumidor recurso né basicamente onde uma espécie consome o corpo de outra espécie é um pedaço de um inteiro e aí a gente tem hoje alguns desde clássicos né com o caso do guepardo correndo atrás de uma gazela né consumido a
batendo né Predador e presa clássico até outros exemplos a mais dias assim como é o caso dos joaninhas que são consumidoras de outros artrópodes na especialmente insetos como é o caso desse pulgão aqui você falar são usados no controle biológico na agricultura porque elas consomem animais que são nocivos as plantas temos um outro exemplo é o caso dos parasitoides né como o caso dessa vez que tal roupa citando né colocando ovinhos dentro dos pulmões aí hoje recorda larvas aí consome o fogão de dentro para fora né então diferente do parasitismo que a gente vai falar
seguro onde o parasita não mata o hospedeiro tipicamente o parasitoide sim mata o seu hospedeiro né onde a larvinha sindimoc dentro e consome partes do corpo do hospedeiro a esses podem pensar o queima só animais Então são predadores né não necessariamente temos aqui uma série de exemplos né de plantas que são também entregadoras não precisa reconhecer diversos dela é um plantas carnívoras né e elas têm diferente de método de captura dessas plásticas aqui que tem mecanismo de sensibilidade dentro Elas quando as mosquinhas amiga não me certo aqui dentro ela fecha quanto algumas outras que tem
esses tubos aqui que parecem já rinhas que com água dentro parece que o bichinho cai ali dentro ele caiu na água né tem e nas laterais dessas dessas paredes é internas e tinha não consegue subir acaba morrendo afogado a ir por fim temos um exemplo aqui de glândulas a quantos que vem glândula sensíveis ao toque quando o inseto cai ali fica grudada planta se enrola né e acaba digerido então todos esses casos aqui de plantas elas digerem Michel E como você sabe o corpo dos animais é rico em nitrogênio né e as plantas se beneficiam
então de desse tipo de interação no qual os poderia classificar como predação ama e já herbivoria também não é uma relação consumidor recurso né Lilian neste caso a gente tem um animal urso Mendo o corpo de uma planta e desde exemplos mais clássicos né comum que vem à mente diretamente com uma vaca pastando né uma girafa consumindo folhas de uma de uma árvore até a lagartas né que consomem folhas na super importante na em algumas culturas elas podem ser bastante dá-nos até formigas cortadeiras né onde a formiga na verdade ela ela não consome a planta
em si ela corta um pedacinho leva o Formigueiro o havendo para lá usa os planos para alimentar um fungo e o que é um fungo muito a lista da formiga na gente vai falar de mutualismo a seguir onde a fui então se alimenta da planta EA formiga consome o fungo não é um pelos é uma interação dinheiro e as plantas e também outros casos né Por exemplo insetos galhadores não já devem ter visto algumas plantinhas começa saque cujas folhas ou troncos Às vezes tem nódulos mas se abre um módulo de se você vai ver que
tem uma laranjinha lá dentro então os insetos geralmente insetos é o robô zitão no tecido vegetal eles têm um hormônio que mimetiza o crescimento é os hormônios de crescimento das plantas em escala no mesmo câncer na planta que forma este lugarzinho aí tá escrito em que vai proteger o hospedeiro ali dentro né o herbívoro alimento não temos também é vivos ficam sob em madeira por exemplo é como é o caso dos besouros serão decididos na besouro Serra pau então uma série de diferentes organismos que são herbívoros a ilha tanto herbivoria quanto à predação tem obviamente
importantes muito grandes sobre a o controle EA regulação das populações de presa neutra alguns exemplos aqui esse exemplo a específico ele é a quem é de um estudo não aceito nas Bahamas aonde diversos e ilhotas com essa aqui onde se pesquisador tá elas foram submetidas alguns tratamentos né algumas Ilhas elas tinham lagartos e outras não tinham lagartos e Aranha que são presas e Lagartos foram introduzidas nessa Ilha nessas Ilhas olha só aqui interessante em azul claro são as Ilhas com o lagar então a linha azul aqui é a quantidade de aranhas então nós tem que
a quantidade de aranhas nas ilhas com lagarta em cima de ge a caixa com o passar do tempo ou seja significa que os lagartos estão consumindo as aranhas porque na pregando os aranhas em produzidas neste local Enquanto nas ilhas sem lagartos que abre as suas vidas nos pontos de rosto com o seu dizer o padrão que são essas barra que acontece aqui as aranhas se deram super bem pela ausência da predação ele fica muito Evidente a importância que a predação tem no controle das populações de preços e esse esses tipos de interações podem ser utilizadas
no controle biológico daqui é algo muito importante na agricultura na meta de digamos Limpo né de combate à herbívoros e aí eu trago um exemplo aqui que é o exemplo das cochonilhas né que são insetos que sugam a seiva das plantas na ia da vespa parasitóide uma vez que tinha parasitoide é feito então esse experimento que eu vou mostrar para vocês aí o resultado mas basicamente que acontece são que as espinhas colocam os novinhos é dentro da cochonilha e agora vinha se desenvolve ali dentro não vai Cláudia a gente começa a crescer consome a cochonilha
então lata com a família e livra planta de ser herbívoro indesejável na cultura e plantas cítricas são plantas e frequentemente tem problemas né com cochonilha da olha só aqui interessante aqui assistência o primeiro gráfico como vocês gráficos na verdade eles mostram árvores a consulta e Eagles controle queixar descontrole são árvores que não tinham o tinha uma quantidade muito baixa de cochonilhas e de espinhas em quantas árvores enviar de claro né as minhas de Caruaru representam as árvores que tiveram cochonilhas introduzidas na colocadas nelas as minhas de experimentais Olha que interessante aqui nesse primeiro gráfico a
gente ver em nós arquivos controle o número de cochonilhas não foi muito alto né longo do tempo em longo dos meses e manter de baixo já aqui onde estão reprodução das cochonilhas obviamente teve um pico é desses insetos de carapaço o consumia na mesma coisa E olha que interessante mas a nas árvores do experimento não ouvir cochonilha introduzida o Jump com um aumento logo em seguida enorme de vespas parasitoides tanto juvenis planta adultos na e depois ela tem que o número de cochonilhas é também né E na verdade que na linha verde claro e o
número de vespas também isso Então significa que uma vez que as cochonilhas é foram introduzidas isso atraiu muitos nesses parasitoide que fizeram o seu like eliminaram basicamente em uma proporção muito grande a as cochonilhas dessas plantas é um novamente mostrando o importante o efeito da predação Oi e um fenômeno muito legal que pode acontecer na em Sistemas de predadores e presa são é a formação de ciclos populacionais são esses dados que vocês vêm aqui nos gráficos são resultados a de são Dados já obtidos lá da Hudson bay no Canadá é uma Bahia Aonde a Siena
avião a grande companhia que coletava peles para comprar comprar de caçadores peles de linces e dê leves e vendia para Europa Quer algo muito comum aí até os anos 30 40 e olha que interessante Então pegando esses dados da quantidade de peles de leves e delícias que chegaram desde 1840 por aí até 1940 a gente botando nesse gráfico a gente consegue ver que a esses Picos sobrepostos na abundante delícia celebs estão e vamo acompanhar alguns velhos aqui olha só que você tem em verde são as lebres tá ao número de peles de Neves indicam abundância
das espécies na natureza e a laranja eo vermelho abundância de peles de Lins indicam comuns e quiseram na natureza naquele momento certo e olha só quando os linces aqui tá vão embaixo que que aconteceu com a população de lebre parecia que não tinha muito predadora qual uma população de leve estava alta os lixos começaram a aumentar em abundância E aí a população de leves declinava que a população de lebres declina o delícias começa a aumentar serve e a população delícias aumenta e logo em seguida da população de metros né e fica se formando esse círculos
aonde logo depois de um ano super cheio nade super bom para lebres vem um anos o Valencia E aí as abundâncias na presa reduzem e logo em seguida do Predador também formando esse círculos há mais ou menos cada dez anos então um pico na população desses bairros organismos e depois anos de escassez Então essa formação de círculos populacionais aí pode ocorrer nos sistemas entre os principais predadores e suas presas e obviamente os organismos que sofrem à predação é um dano muito é um preciso muito grande né perder parte do seu corpo o seu corpo inteiro
numa interação então a obviamente a evolução de defesa no caso dos predadores dos animais a uma série de defesas que podem ser comportamentais e estruturais químicas ou clizia na em resposta à predação então é a evolução de defesas comportamentais além possui por exemplo comportamento de fuga certo habilidade de detectar o risco de predação e fugir né mas também alarme não é o caso dos suricates né eles ficam já devem ter visto em alguns filmes e da ou em documentário ele sempre tem um alguns que são vigilantes Neves ficam cuidando se tem pregador e hoje em
dia de dentro da da população se revés Oi e essa mecanismo para agitar a predação ou a utilização né de ambientes em horários os predadores não estão presentes então a irritação do encontro com os predadores também é o tipo de defesa as defesas podem ser estruturais para o meu caso dos Espinhos dos ouriços Neo de carapaça em Patos a existência de toxinas ou dissabor não palatável olhar com os predadores é um tipo de defesa química em outro tipo muito comum é a clips ia né propriamente todos vocês já viram algum inseto que parece uma folha
ou um galinho seco tá Então essas são é defesas são todos os tipos diferentes de defesas evoluíram em resposta à pressão seletiva né da predação e a e em função disso pode haver contratações de predadores a essas defesas porque a gente tentam evolutivamente superar Essas barreiras se tornando a enfim ainda mais capaz de nerd consumir essas presas mesmo quando elas têm algumas adaptações formando que a gente pode chamar de corridas armamentista na a onde cada vez por exemplo uma gazela corre mais rápido cada vez alguém parte precisa correr mais rápido né uma população de pré-pago
vai ser vai selecionando os que correm mais rápidos e aí fica nessa por isso que esses organismos atualmente são tão veloz né é mas enfim um exemplo de uma adaptação que eu trago aqui é dessas cobras não que foi feito nesse tudo é sim já chegou a redução na velocidade de nado das cobras em função do tempo que ela já estavam expostas aos sacos por uns que são sapos que tem uma toxina nas glândulas paratóides na nos lugares que em que enfim quando uma cobra com sono sapo nesse pastor que vocês vão se ficam mais
lentas e olha que interessante e no lugares onde os sapos cururus foram introduzidos a mais tempo né 60 70 anos a a perda da velocidade das cobras após conseguir um saco de se era pequena perde ou seja elas estavam evoluindo já uma certa tolerância a essas toxinas lá em cima contra a resposta dos predadores a evolução de uma defesa o nosso presas enquanto nem em áreas onde essas cobras porém produzidas o saco entre o dia da menos tempo as cobras elas ainda são mais susceptíveis as toxinas nada ou mais devagar quando é enviando em contato
com essa toxina sabe Então essas compra adaptações à predação elas também podem existir na natureza E aí e ir as plantas isso também acontece né nesse caso Então são defesas contra os herbívoros e essas diferenças elas podem ser também culturais que me cansou relacionados a tolerância ao consumo são as diferenças estruturais elas são muito Claras né todo mundo já viu uma planta com espinho ou com a uma carapaça super dura na ou com pelos ou com secreções quando você toca elas gruda lá colocado dos cactos né tem espinhos tá então esses todas essas coisas esses
elementos são defesas contra herbívoros certo às vezes podem ser químicas quando uma planta tem substâncias que tentam limitar os um dos seus tecidos pelos herbívoros o meu caso da capsaicina que essa substância picantes que tem na pimenta aqui só uma defesa para que os mamíferos não consumam as plantas elas os frutos é bem E essas palavras e sim os seus verdadeiros dos personagens que são as aves respiratórios eficiente o ar ironia do destino e a gente os humanos gostam né da da picantes E domesticaram essas plantas para fazer o consumo mas Originalmente na natureza os
animais não gostam da das suas toxinas nas capitais China que tem nos Pimentas então chamar defesa da planta contra os herbívoros e as plantas podem ter também tolerância ao consumo isso gera um o que a gente pode chamar de crescimento compensatório é a questão você tem por exemplo uma planta que tem o seu medo de extrema continha do estolão lá do Magrão projeto quando o herbívoro come a conta da Grama ele tira aquela parte de sistemática onde tem os hormônios de crescimento e esse estímulo que os meristemas secundários ou seja dos Galinhos laterais cresçam Então
é isso da planta uma tolerância o fato dela ser consumida em duas nelas é um crescimento ainda maior certo Oi e aí Obviamente as plantas assim como os animais no exemplo anterior elas podem evoluir contra a os amigos podem comer contra adaptações essas defesas das plantas ele tem temos um exemplo aqui da amor inda é uma planta asiática que ela é super tóxica não é uma causa boa mesmo só quem consome e nem vi ela cheia de toxina e raramente ela atacada por ele vivamos por conta dessas toxinas entretanto essa essa próxima né que é
um certinho e livre que utiliza os frutos dessa planta para ouvir pode suas lágrimas desenvolverem dele elas evoluíram uma capacidade né de tolerar essas toxinas Então é isso que faz com que apenas Este grupo de moscas utilize essas plantas então elas têm uma uma evolução contra adaptação que permite que essas moças e esse recurso Ah e assim como acontece no controle biológico por por animais agropera dores ou parasitóides pode acontecer por ele vírus né na Austrália hoje a invasão biológica né não seja plantas foram introduzidas neste local vindas oriundas de plantas oriundas de outro local
do projeto a E essas plantas acabaram virando invasoras que é o caso desse cartas aqui E esse cactos nas áreas onde a Nativa eles têm uma então utilizados Rua essa lagartinha aqui não é Mariposa do carro então de pescadores tiveram uma série de teste e perceberam que seria um prometi uma boa ideia utilizar essa foi Mariposa para controlar essas populações de carga e olha que aconteceu aqui no esquadro B é a figura de uma parcela antes da introdução dessa Mariposa Inn ser nós temos o local está aqui essa plaquinha sequinha né logo depois da logo
depois de 13 anos depois da introdução dessa Mariposa E olha que aconteceu com os caras foram dizimados né então neste caso uma espécie de problemática foi controlada através da interação a negativa né que essa planta tem com os herbívoros tão um exemplo de utilização de lagartas neste caso para controle biológico Oi e o fenômeno muito interessante que pode acontecer com um sistema de predador e planta e empresas é evolução dos mimetismos né e há dois tipos de mimetismo mimetismo batesiano e o Milena o mimetismo bateja no meu corre quando predadores evitam o espécies após temáticas
e a coisa mais que espécies com um certo padrão de cor e os indivíduos de espécies de São Paulo ataves que não são não são tóxicos e não tem gosto ruim eles são beneficiados E aí temos esse exemplo aqui aonde a gente tem um a vespa né que ela rica e ela tem um gosto ruim então quando os predadores bota lá na boca eles percebem que aquilo é ruim salto daí evitam hoje consumir a animais outras Vespas é o animais com esse padrão de cor e aí animais como moscas em mariposas que também são pretas
e amarelas um padrão mais ou menos parecido de cor também são evitados e isso forma grupo de organismos que se parecem uns com os outros a onde Alguns são palatáveis e outros não são palatáveis Ah e outra céu de outra possibilidade mimetismo conhecido Miller ano foi escrita por esse senhora aqui o fim de semana né que é um alemão que viveu no Brasil por bastante tempo né E muito que ele descobriu é baseado na espécies brasileiras de Harry em Blumenau em Santa Catarina e aí Olha que interessante é o mimetismo mülleriano ele ocorre quando tiver
tu diversas espécies que não são palatáveis desenvolvem o padrão similar decoração de coloração de advertência Ou seja a gás tem uma espécie só com um certo padrão você tem várias de todas elas são box casal com gosto ruim então isso aumenta a eficiência de sinalização para o predador de olha não pode me consumir porque eu não sou Paladar não Oi e aí temos alguns exemplos desses sapinhos aqui que ocorre no peru Então olha só aqui interessante essas duas espécies são diferentes né Cada quadrinho desses aqui cada um desses quatro quadros tem duas espécies diferentes tá
E ela que interessante como elas são parecidas umas com as obras na Então isso é um tipo de mimetismo minerando tem duas espécies a dando Sinai o mesmo sinal dos predadores né de que não somos a palavra certo e aí ocorrem coisas incríveis a coisa passar rnti por aqui que a sua segunda espécie no local ela se ela é preta e amarela parecida com a outra espécie que coexiste com ela em outro local rnt porque essa daqui ela é azul e laranja que se parece com a r fantástica que é a espécie com a cola
que existe neste local e aí ele tem uns essa outra coisa super bizarro onde você o r variables EA RM ter que são verdes e pretas e noutro sítio essas duas espécies não são verdes depressão são amarelas azuis pretas e se parecem muitas umas com as outras embora Então essas são as mesmas peça aqui em cima aqui embaixo elas são totalmente diferentes no local e em outro né para ver importância e a pressão de predação tem na evolução dessas defesas nos organismos e agora isso pedaço vamos falar um pouquinho de parar de tista e doença
se eu parar de ciúme doença também são tipo de relação consumidor-recurso na e elas são interações onde o parasita beneficiado e os perderam prejudicados um ganha e o que se ferro nessa história e aqui parte do Hospedeira consumidos sem diretamente matá-lo a gente sabe que no caso de uma carga muito alta de parasitismo pode acontecer a morte do hospedeiro Tá mas tipicamente não acontece a moro no caso das doenças a mesma coisa tem uma doença dízimo uma população é ruim próprio doença porque ela também vai deixar de existir seus hospedeiros também pontos acabaram certo então
ela é um tipo é de interação aqui tanto para assistir quantas doenças Aonde a virulência violência baixa é favorecida virulência muito alta ela não é evolutivamente estável porque dízima população de hospedeiros E aí Isso não é bom nem para parasitas a carta pa acabaram todo mundo né então há uma tendência para evolução de violência baixo intermediário e raramente violência alta e embora não haja a morte dos hospedeiros frequentemente a sua vida uma reduzida ou Sérgio vão ter dificuldades para o prejuízos né no céu na sua sobrevivência no seu crescimento e na sua pregação minha geralmente
quando a gente pensa em parasitos a gente pensa em animais né carrapatos ácaros piolhos Pulgas as plantas também tem parasita na como as reservas de passarinho é um de nematoide solo que acometem as raízes das plantas então tanto plantas podem ser parasitas mas as outras plantas animais para mim separar jeito de planta também e os principais grupos de parasitos como vocês já devem conhecer 6 conhecer na de conhecimento senso comum mesmo é um que os vírus né como o caso do coronavírus os primos que são proteínas que se dobram e com a palavra onde conseguem
se conectar outros nesse Ligar outras proteínas que também se dobram e podem causar doenças no caso da doença da vaca louca por exemplo o gesto de peças causada por um primo a esse protozoários bactérias fungos e uma série de helmintos parasitos que ocorre a comédia humana e os parasitas podem ser de dois tipos podem ser ectoparasitos quando eles vivem na parte externa de um organismo olhos podem ser endoparasitos quando eles vivem dentro do corpo de um organismo é um aqui nesse no caso dos humanos é nós temos uma série aqui de Endo e ectoparasitos para
a gente tem um embrião aqui que ocorre no sério por causa doença de creutzfeldt-jakob aí tem ectoparasitas como os piolhos e assim sucessivamente e o que eu queria chamar atenção para cá é como os diferentes parasitos tem os preferidos na no corpo de seus hospedeiros não se a gente também apresentam especializações tem que olhos e basicamente ocorre só na cabeça você tem bactérias que causam a tuberculose por exemplo só ocorre nos pulmões e nos dias respiratórios é uma especialização nos habitas ocupados pelos parasitos Oi e a transmissão dos parasitos ela pode ocorrer de forma horizontal
ou vertical na forma vertical por exemplo a gente tem uma Garça que passa a Clamídia nos seus filhotes ou seja entre gerações uma Garça o pai não o genitor passa para sua prole os filhotes no ninho EA transmissão horizontal pode ocorrer de diferentes formas através de vetores né como é o caso do vírus do nilo Onde tem um pernilongo que fica um animal depois fica o outro e aí transmitir de uma outro o vidro e temos também a transmissão direta né como é o caso da gripe aviária entre as artes ou do coronavírus e nós
humanos né gente passa um para o outro diretamente E também temos a transmissão horizontal quando coexistência de diversos hospedeiros por exemplo uma alguns elementos na diárias de um adulto deve sacar e isso contamina um caramujo que é consumido por um sapo que por fim esse saco consumido pela Garça E aí o aumento volta é de um organismo para para outros da mesma espécie e mesmo para o mesmo indivíduo Tá bom então a o mecanismo de transmissão de parasitas pode ser através da transmissão horizontal ou vertical a e apenas para ilustrar que o efeito de parasitos
de doenças eu pago esse exemplo dos vírus que Trilhos estão são problemas gravíssimos no planeta Porque eles estão acabando com as populações de anfíbios Então olha só que interessante daqui embora interessante umas trágica olha só aqui a temos América Central né Costa Rica Panamá e olha a rapidez com que se viram está se alastrando né 87 ele só comer tia antigos no norte da Costa Rica tem 93 já tinha tomado conta da Costa Rica 96 mortes do Panamá em 2004 chegou no sul do Panamá e olha que interessante estudaram pressa este ponto aqui onde o
vírus chegou em 2004 vírus não forro Desculpa vou em Hot 2004 avião amostragens deste local um e periódicas Ou seja no mesmo local se conectar a água os bichinhos é um sacos periodicamente Então a gente tem uma mapa aqui mapa Dá um braço mostrando o número de coleta de anfíbios capturados é por hora entre 1998 e 2005 na Lembrando que o vírus foi é chegou nesse local 2004 e notem que tanto para as bolinhas roxas quanto azul na bolsa são espécies de anfíbios ativas durante a noite e azul artigos diurnos o João aumento no número
de dias capturados até 2014 em 2014 houve uma queda abrupta na abundância na frequência de coleta indicando que abundância desse do organismo está a rapidamente desacelerando na diminuindo o função da morte da mortalidade causada por esses apuração doença na causa e os que Trilhos eu não presto segunda parte da aula a gente tem o que pregação herbivoria para assistir as doenças são relações de consumidores de recursos onde uma espécie conforme o corpo de outra espécie né tipicamente é no caso do parasitismo e das peças sem matar o organismo né Por causa da série de coisas
frequentemente mata tipo também de consumidor não mata o recurso né vai passar diminuir a sua aptidão pode haver a coevolução que quando uma duas ou mais espécies afetam evolução uma da outra pode ocorrer essa cor solução pode uma espécie Impacto não fiz na outra você já aptidão da outra parece uma espécie não se beneficia nem é prejudicada não tenho muito porque evoluir adaptações para se defender os se beneficiar de uma interação e a pode haver evolução né defesas contra Tanto à predação contra herbivoria e assim cuidar fezes comportamentais estruturais químicas e PSI tolerância ao consumo
tanto pela dores quando seres vivos podem ser usados no controle biológico como assistir em alguns exemplos e pode podem envolver conjunto de espécies similares né através do que a gente chama de mimetismo E aí tem dois tipos mimetismo batesiano ele ano a e os parasitos não aparecer em dialecto e ser transmitidos horizontalmente ou verticalmente sobre a segunda parte é basicamente isso nos vemos no terceiro vídeo