[Música] sozinho à noite Eu estava trabalhando de vigia naquela construção quando aquele monstro apareceu para não sofrer um novo ataque daquilo procurei uma senhora que sabia muito sobre o mundo sobrenatural e tive que pagar o preço para não perecer nas presas da criatura meu nome é Everaldo e tenho 44 anos hoje moro em São Paulo mas na época da ocorrência dos fatos eu morava no interior do Rio Grande do Norte lugar no qual eu sou nascido e criado naquela época eu tinha acabado de completar 18 anos eu trabalhava como ajudante de pedreiro em uma grande
construção um Casarão de dois andares encomendado pelo velho prefeito da cidade a obra ficava Mais afastada do povoado e ficava situada em um sítio na beira de uma estrada de terra eu rapaz novo e cheio de energia e devido à precisão me joguei de cabeça no trabalho naquela obra trabalhavam cinco pessoas contando comigo eram dois pedreiros dois ajudantes e o mestre de obras o clima naquela construção era de muita brincadeira e descontração pois os trabalhadores contavam piadas o dia todo a única queixa do dos peões era que devido ali ser isolado não passavam umas mulheres
bonitas na frente da obra para eles poderem dar as tradicionais cantadas apenas um dos trabalhadores era mais calado e na dele de segunda a sábado às 4:30 da madrugada eu me levantava fazia um café forte arrumava minha marmita pegava minha bicicleta e seguia pela estrada de chão até chegar na obra meus companheiros de serviços moravam ainda mais longe e em outras direções e geralmente chegavam um pouco depois na construção o serviço era por empreitada então a gente ralava o máximo que dava e só saíamos do serviço lá pras 5:30 da tarde só depois dessa hora
que todo mundo caçava o caminho de casa até aí tava tudo bem O problema foi quando após algumas semanas começou a sumir as coisas sumiu muitas ferramentas e material de construção então o mestre de obras decidiu que alguém precisaria passar as noites por lá cuidando do material obviamente ninguém se ofereceu para ficar dormindo ali e foi então que o mestre de obra disse que quem ficasse à noite na obra ia ganhar duas diárias a mais por semana ali todo mundo já era casado e só eu que era solteiro então depois dees para cumprir o turno
noturno na tarde Daquele mesmo dia fui PR casa com a missão de retornar para a obra mais tarde Após a janta feita pela minha mãe entre outras coisas peguei a garrafa de café a rede minha espingarda e também um facão que eu havia amolado na pedra e fui para a obra quando cheguei lá o mestre de obras ainda estava por ali me aguardando voltar e logo ele se despediu de mim fo or na sua motinha fumenta durante a noite o clima Alegre e barulhento do dia sumia dando lugar a uma atmosfera silenciosa e sombria mas
eu era cabam macho não tinha medo queria era encher o bolso um pouco mais tarde armei a minha rede no alto da parede em cima do andim e depois acendi um cigarro fiquei pitando e tomando um bom café a primeira noite transcorreu serena mas a espingarda permanecia sempre do lado sempre que eu retornava para a obra à noite o mestre de obras se despedia de mim e ia para a sua casa sendo assim sempre tinha alguém na construção fiquei vigiando a obra por várias noites e nada demais aconteceu os roubos se encerraram o que deixou
o mestre de obras muito contente no entanto em uma determinada noite a paz foi quebrada era uma noite como tantas outras e eu tinha descido da rede para tirar a água do joelho eu me afastei da construção para não deixar nenhum cheiro per obra quando eu já ivir o Fado de um por fando e baraem per deim ai estanis não hav nenum ali porém criando porco solto pelo jeito era um porco dos grandes e o barulho Só vinha se aproximando estava escuro e de repente percebi que o bicho estava correndo para o meu lado eu
sabia que seria muito perigoso caso um porco grande me atacasse ainda mais num um breu daqueles corri cheguei até o andim subi e fiquei na rede não demorou mais que 5 10 segundos e o bicho chegou no meu encalço iluminei com a lanterna e era mesmo um porco gigante e muito magro porém não era um porco normal o dailo de Gente O me aterrorizou foi aabe o anim tinha a cara de por to deformada e olos Fundos e toe esos suasão grandes que seet for doinho Fi Med queci da espingarda por um tempo o bicho
se jogava fortemente contra o andim e tentava me derrubar da estrutura Mas medo de verdade foi quando aquilo começou a dar uma espécie de risada se é que dava para chamar aquele grunhido medonho de risada o bicho também tentava falar coisas que eu não conseguia entender peguei a espingarda e quando ia atirar o bicho correu e ficou fazendo uma negaça do cão lá no [Música] escuro aquilo só foi embora próximo do Amanhecer quando o povo chegou de manhã para trabalhar eu falei o que aconteceu à noite e disse que não ficaria mais à noite ali
nem que me pagassem o triplo voltei à minha rotina normal de trabalhar na obra só durante o dia uns dois dias depois o outro ajudante que era mais velho que eu uns 3 anos aquele que era bastante calado me chamou de canto e me falou que tinha falado com a sua tia que era Rezadeira sobre a Estranha criatura que eu havia visto e ela ficou muito preocupada com a situação ele relatou que essa sua tia queria falar comigo eu concordei e no domingo eu fui até a casa da mulher que meu companheiro de serviço havia
me indicado a casa daquela senhora ficava naquela mesma Estrada do Casarão porém ficava ainda mais longe quando cheguei lá a senhora que morava sozinha me mandou entrar e pediu para eu relatar detalhadamente o que me acontecera dona Vanda Esse era o nome dela me ouviu com atenção e sem me interromper quando terminei ela me encarou e falou que aquilo não era coisa boa e era um aviso de morte disse que o bicho com cabeça de porco era uma espécie de maldição um espectro de azar encarnado uma figura que aparecia para anunciar que algo ruim estava
para acontecer com quem o visse porém dona Vanda relatou que AL poderia ser feito para me livrar das garras do Mal perguntei o que eu precisava fazer e dona Vanda falou que sabia de uns encantamentos antigos e de muitas simpatias ela me ensinou uma reza de proteção e disse que aquilo ia afastar provisoriamente aquele bicho feio de mim mas que para eu me livrar daquilo de vez eu teria que fazer um ritual que quando eu ouvi ela dizer eu julguei ser muito pouco ortodoxo ela falou que eu era um jovem muito bonito e tinha um
corpo muito Formoso e que para cumprir o ritual eu teria que me deitar com ela por sete sextas-feiras após dizer aquelas palavras aquela mulher passou de uma mulher séria e recatada a uma rampeira que utilizava palavras provocativas e de baixo calão aquela senhora disse que o procedimento deveria ser do seu jeito que era para eu pegar ou largar disse também para eu não questionar seus métodos pois senão mais hora ou menos hora o bicho me pegaria a Vanda já era uma mulher velia e aparentava ter bem mais de 60 anos ela tinha os cabelos brancos
mesclados com preto e tinha a cara de devassa mesmo a contra goosto eu fiz o sacrifício e fechei o acordo com aquela mulher aquela velha era bem obscena e relaxada em relação à moralidade bem o povo fala que não existe idade PR safadeza ela sabia de todas as perversões fetiches E de tudo que não prestava se é que vocês me entendem como eu tava dizendo não teve jeito para eu não ir para o céu da boca daquele javali dos infernos tive que macetar a veia apesar da idade aquela senhora era bastante enxuta sendo magra e
elegante o corpo bem desenhado daquela velha contrastava e muito com o rosto jamei Sambado pelo tempo depois das intensas sessões de vuc vuco ao invés da veia sair cansada daquelas atividades promíscuas eu com meus 18 anos era quem quase morria de exaustão aquela velha tinha muito fogo no facho e um fôlego admirável Aquela mulher só podia era tá tomando tesão de vaca só pode e é como se diz hoje em dia eu meti marcha na veia até não poder mais a Vanda ainda tinha a cara de pau de me falar que fazia aquilo apenas para
me ajudar no decorrer do tempo a velha passou a me dar roupas garrafas de Whisky do bom correntes de ouro dinheiro e vários presentes não sei onde ela achava tanta coisa para me dar já que ela morava em uma casa simples e longe de tudo apesar dela disfarçar notei que a velha estava completamente obsecada por mim ela pediu para eu me afastar das namoradinhas que eu tinha na época usando o pretexto que caso eu não fizesse isso O Ritual não funcionaria o ritual para me salvar do Queixada dos infernos não ia surtir efeito eu falei
para ela que da minha vida amorosa cuidava eu e a velha me mandou calar a boca e disse que ela sabia o que estava fazendo Avé ainda me disse que eu era apenas um franguinho que não sabia nada da vida e que ela iria me ensinar a ser um homem verdade os dias foram passando deu as sete sextas-feiras que eu estava fazendo a simpatia e a Vanda falou que eu teria que continuar com a nossa fornicação pois seus guias orientavam que assim fosse eu já tinha me acostumado com aquela situação pois a veia era muito
boa em tudo e me dava muitas coisas então eu não a questionei e deixei as águas rolarem o sobrinho dela aquele que até então era muito calado sempre que me via perguntava quando ia ser o casamento obviamente mangando de mim ele ficava rindo e falava que se eu me separasse da sua tia ela poderia mandar o porcão magro me pegar essa história é muito longa e tem vários detalhes que eu não posso contar aqui mas para resumir o causo certa noite Eu estava na casa da Vanda e por volta das 9 da noite começou uma
tempestade daquelas eram raios e trovões altos um atrás do outro Eu sempre tive muito medo de chuva assim então fiquei com as mãos nos ouvidos e enrolado debaixo do cobertor até agarrar no sono a chuva Demorou a passar mas quando eu acordei bem mais tarde o pé d'água já tava fraquinho olhei na cama e a Vanda não estava tentei voltar a dormir mas o sono não vinha Então me levantei para ir ao banheiro que no caso ficava do lado de fora da casa andei pela casa toda e a velha não tava em canto nenhum quando
cheguei na cozinha a Vanda também não estava lá e a porta estava reganhada eu pensei que ela também tivesse saído para ir ao banheiro Então Saí para o terreiro no banheiro não tinha ninguém mas foi aí que eu ouvi um barulho era o gemido da velha pois eu conhecia muito bem o gem dela se é que vocês me entendem na hora só me veio a cabeça que aquela danada tava me traindo com outro cabra corri até o quarto e peguei a lanterna e o facão eu ia desmascarar aquela velia bandida e ia ser naquela hora
fui na ponta do pé na direção dos barulhos que naquela hora estavam bem diferentes fui com a lanterna apagada e quando cheguei perto daqueles sons liguei a mesma o que eu vi não era coisa desse mundo e sim uma coisa vinda diretamente do [Música] inferno a velha estava de quatro com os joelhos e os braços no chão e a cara da infeliz tinha virado a cara de um porco deformado imediatamente ela caiu em uma poça d'água e começou a se enlamear corri desesperado PR casa daquela veia tinhosa e a porta depois de uns minutos só
escuto o barulho de um porco rondando a casa e fazendo aqueles barulhos grotescos iluminei brevemente o animal pela janela e aquilo era o mesmo Porcão magro de Olhos Negros diabólicos que havia me Aparecido tempos atrás lá na obra O bichão tentou por diversas vezes derrubar a porta para entrar mas não conseguiu Eu Fiquei trancado rezando e com o facão na mão se aquela peste entrasse era eu ou ela aquele bicho só parou de fazer aqueles barulhos feios e de fuar o Lio lá fora quando estava perto de amanhecer o dia quando o dia Clareou a
velha bateu na janela ela tava nua e toda suja de lama e falou que nós dois precisávamos conversar eu tava cego de raiva pensei em passar o facão na jugular dela mas me controlei eu não quis saber das explicações daquela maldita fui embora dali e espalhei para toda parte o segredo da Vanda ela por sua vez tempos depois pegou suas coisas e foi embora da região para um destino desconhecido até hoje eu não me esqueço daquela véia ela me desejava e armou Aquela tramoia toda para ficar comigo E me usou como o seu brinquedo apenas
para satisfazer os seus Caprichos doentios ah