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Estudo NarVaL-18/10/2024

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29,210 Palabras46m readGrade 18
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Isabela Paiutto
pronto então para hoje ficou a gente comentar fazer aquela análise mais comentada do um vídeo do adulto Pensei da gente fazer mais rápido assim mas ir discutindo também sem pressa e aí depois se der tempo a gente começa a análise daquele aluno que a Sheila indicou que eu já separei o vídeo também então vou pegar o vídeo aqui boa noite Débora você entrou depois acabei não falando boa noite V ajeitar aqui tá aparecendo para vocês né sim is Tá eu vou dar play Deixa eu só ver se dá para melhorar um pouquinho a qualidade vamos
lá todo mundo sorrindo Vou compartilhar um instrumento a a narrativa mantém bastante o nosso interesse né Ela é bem bem legal de assistir até pra gente que é adulto pessoal Isa meu computador tá funcionando de novo Você me aceita te aceito agora Então vamos lá eu vou lendo e a gente vai comentando eh dimensões é a estrutura textual o nível a capacidade de narrar de forma interativa levando em conta o interlocutor referências metalinguísticas manifestações gestuais ou aviso explícito de informação esquecido ou confusão ou alteração da ordem ou autocorreção marcadores de correção acho que na história
não tem nenhum momento em que ele se equivoca né para fazer esse aviso explícito não identifiquei nenhum ele tem uma leve parada que é bem no começo da história mas não chega a ser um equívoco ou um uma nada que tipo que que ele faç que ele necessite uma autocorreção é algo de memória mesmo ele para para pensar como se a gente percebe que existe uma pausa ali mas que não faz não faz não não não faz parte disso né de um erro que do qual ele parece que não se faz conta ou algo que
ele tenha que avisar intelectual tava pensando né parte do do tempo ali para contar a história né que eu acho que é a única coisa que a gente consegue perceber assim dele mas não chega a ser um erro para ser para para ter que para que exista um marcador de correção né sim eu acho que ele conta a história num tempo muito confortável para ele ir pensando enquanto tá contando a história quais vão ser os próximos episódios né É muito legal o tempo que ele utiliza na narrativa dele também não identifiquei nenhum então ele se
encaixaria no três não há construções imprecisas eu vou seguindo E aí vocês vão falando conforme vocês quiserem Se se precisar parar se precisa rever o vídeo e a gente vai conversando interpelação possibilita que o interlocutor faça hipóteses sobre ação imediata ou futura por meio da expressão facial ou manual marca de suspensão ou uso de marcadores interativos certo Você concorda ou de pausas narrativas eu acho que aqui também tem um pouco da questão do tempo considerando essas pausas que ele dá essa possibilidade do interlocutor se cativar com a história e ficar querendo saber quais vão ser
as próximas ações dos personagens né não necessariamente ele usa esses marcadores interativos faz na história certo Você concorda você entendeu sabe mas eu percebo que ele tá sempre olhando para pro interlocutor ele faz essas pausas realmente para tentar eh dar tempo também pro interlocutor pensar sobre sobre a história eu acho que seria mais ou menos isso é isso mesmo né is ele traz a pausa pra gente poder pensar que é o respiro ali da da contação que faz com que a gente tenha um interesse nele porque essa que nem que lá em cima tá escrito
marca de suspensão né ele de fato Ele conta e ele suspende o que ele tá contando e ele treina uma questão de expressão que vai que vai conduzir a gente pro próximo pra próxima cena que ele vai descontar né E aí eu acho que tem tem isso né e faz com que a gente tenha interesse nele queira saber mais do que ele vai contar do que ele tá trazendo né porque eu acho que ele traz um clima da história com essas com essas pausas e com ess com a expressão dele da próximo do que vai
acontecer né então acho que tem ele ele é um ótimo contador de his né não tem o falar quando ele vai fazendo né que tá ficando distante vai aí você fica parece que ele vai enredando a gente na história né Sem precisar ficar perguntando não é certo entendeu mas na hora que ele fala assim pro que o menino fala pro cachorro Você aceita e procurar né eu achei muito legal isso e eu não tinha tentado naquela parte ali debaixo que fala ou de pausas quando eu vi a as primeiras vezes eu entendi que tinha que
aparecer esses sinais Entendeu agora que eu que eu vi isso eu falei ah já já foi outro aprendizado dessa parte sim tem muitos elementos no instrumento que a gente vai percebendo assim depois de muitas avaliações né então em crianças em narradores mais jovens Talvez seja mais comum ver os marcadores interativos quando a gente vê né né então certo Você concorda realmente fazer essa interlocução mais direta com quem tá assistindo e mas ele eu percebo que ele faz isso de uma forma sem ser tão direta mas muito bem feito por meio dessas pausas da marca de
suspensão o aqui ainda queria fazer uma consideração até porque acho que você fala sobre isso né da da dos dos mais jovens de fazerem em algum momento da história certo né Eh você concorda a gente vê mais do tipo certo ou daquela expressão que busca uma posso seguir do seu interlocutor porque a gente tem eu não sei acho que daí é uma coisa que pras pras colegas pensarem acho que quando a gente conta história na escola eh a gente sempre tem uma questão de olhar o nosso interlocutor tem aquele que às vezes não tá prestando
tanta atenção e é quando a gente usa alguma forma de interpelação Então a gente tem uma pausa que às vezes não é porque existem vários tipos de contar a história né aqui ele conta uma história sem pausa por o ele sabe que existe um interlocutor mas é um interlocutor que ele não está vendo então ele não tá sentindo ele não tem ele não tem essa é a mesma coisa das Crianças às vezes eles ainda olha para quem tá atrás da câmera né E talvez eles sabem que é uma avaliação também eles buscam algo do tipo
tá certo vamos seguir tipo estou estou me fazendo entender você tá entendendo acho que a gente tem muito isso dentro da sala de aula e os nossos alunos acabam aprendendo a também contar histórias dessa forma então talvez acho que também algo de se pensar talvez a gente também fazer necessariamente às vezes contar a história de uma maneira mais corrida e sabe deixar rolar e contar a história corrida para que eles tenham também um exemplo de uma história desse tipo sem pausa de com esse tipo de interpelação e com com a interpelação da pausa narrativa do
clima da história Talvez assim eu não tinha pensado nisso antes eu pensei agora que a Isa falou sobre isso né mas acho que é algo pra gente pensar assim também porque eles quando a gente vê os nossos alunos a gente vê a gente também muitas vezes o modo que a gente carra né então acho que pra gente pensar que são formas também acho que da gente mostrar narrativa às vezes eu fico pensando que em situações que duas crianças estão conversando em diálogo assim sem ser necessariamente contar uma história mas contar às vezes um fato que
aconteceu talvez essa interpelação apareça mais clara assim sabe mas natural porque a câmera realmente eh intimida E no caso desse adulto por exemplo era um Google Meet E aí a interlocução é totalmente diferente do que uma interlocução presencial né então talvez seja mais possível de ver nos nos nossos alunos quando eles estão em uma situação de diálogo entre eles entre a professora do que realmente numa gravação e nessa avaliação com o instrumento Podemos seguir em r episódios clareza na introdução desenvolvimento e conclusão acho que é bem claro todos os episódios acho que ele faz escolhas
muito bem feitas inclusive no episódio do servo que a gente sempre diz que é um episódio muito difícil muito difícil de ser narrado é muito legal a proposta que ele traz todo a movimentação que o servo faz a movimentação do menino quando ele cai na água acho que deixa muito claro mas também acho que é uma uma dificuldade encontrar isso nas crianças e desenvolver isso com as crianças né Eu não acho que essa narrativa desse adulto a gente tem que esperar de uma criança quando ela sai do terceiro ano eu acho que é um desenvolvimento
que leva uma vida inteira e depende muito do do perfil também né da pessoa da das vivências da pessoa e tudo mais do sujeito assim Mas acho que ele é muito claro para mim em nenhum episódio ele não apresenta clareza são diversas ações simultâneas ali né ele porque ele monta o cenário ele então ele constrói ele faz muitas construções Então como se a gente vê visse a gente vê diversas camadas né ele monta o cenário ele faz ele faz a ação do do dos personagens e depois ele monta de novo cenário porque esse cenário tá
mudando conforme o tempo que ele tá contando Então essa é uma é um é é uma camada né uma uma sobreposição de de de elementos assim mas que é o jeito de de ir contando assim e de fato é muito difícil né is a gente vê nas crianças a gente vê nos nossos alunos e aí eu às vezes eu fico pensando também quando eu vou contar qualquer história PR os meus alunos eu acho super difícil situar tudo todas as coisas todos os elementos as sim né porque pare porque a gente tem que ter muita segurança
para não ficar confuso para fazer uma mon uma uma montagem que eu digo mas é tipo dessa construção toda né de falar do do ambiente onde tá se passando a história as ações que estão acontecendo para que fique claro né E para isso tem que tá muito claro pra gente a língua tem que tá claro pra gente até porque aqui somos todas ouvintes né não é nossa primeira língua né enfim a gente tem que ter a gente tem que ir aprendendo isso essa língua constante ente os modos de anunciar nessa língua né pras crianças elas
vão desenvolvendo se a gente ir mostrando Mas de fato pras crianças muito pequeno é muito mais difícil né e ele incorpora o personagem né daí ele faz daí depois volta pro narrador daí apresenta outro a situação no espaço bonitinho você sabe de onde saiu para onde vai que foi embora gente tudo que a gente aprende tudo que a gente aprende de gramática de de contação de história a gente vê esse cara fazer queria assistir esse vídeo mais vezes mais vezes na verdade na Ai desculpa is pode falar pode falar pode falar na verdade na na
cena né do do servo ele vira o próprio servo né ele enc é muito bacana e Só aproveitando meio que o gancho a gente tem um aluno é claro que ainda tem muito né para aprender para aprimorar mas a gente tem um aluno que desde o infantil né da Sheila o thalis é super expressivo e tem a Eloí também né elía tá no primeiro ano quando ela tiver no quto não sei gente ela arrasa ano ela arrasa a gente tá assistindo outro dia um vídeo filme de de animais e aí tava passando a onça ela
virou a onça ela era a onça exp ela consegue erguer essa parte aqui né mela assim fazer sabe o bicho você fica assim ó eu falei ai meu Deus obrigado por ver isso porque exatamente e é coisa assim que eles vão aprimorando né mas já são duas crianças que né probabilidade exato eles arrasam muito já que legal é muito legal ouvir essas experiências também de vocês eh eu sempre fico pensando que é muito jeito de pensar do surdo né que eles pensam diferente que uma pessoa ouvinte então às vezes vai aparecer construções que são do
sujeito que são individuais dele que a gente não teria visto antes e que a gente encantou a gente tem percorre um caminho às vezes muito mais longo para conseguir alcançar esse jeito de pensar né de pensar em Libras como eu vou construir essa história em língua de sinais e aí nesse nesse indicador do enre episódios faz toda diferença isso que a Duda falou por exemplo eh se o sinalizante não constrói o cenário se ele não fala que como que o sapo foi parar no pote e depois ele fala que tem um pote e um sapo
a gente não consegue acompanhar né é toda uma camada como a Duda disse todo um é um enredo mesmo e eu acho que às vezes a gente não vê essa construção e muito por também pela dificuldade da história acho que é uma história com muitos elementos para serem apresentados ali em uma situação de avaliação também né avanar informação proporcionada quade TIP de informação proporcionada então aqui a gente vê se tem omissões se se ele apresenta a informação relevante se repete ou não acho que é totalmente equilibrado acho que a gente pontuou isso já um pouco
né não sinto falta de nenhuma informação é tão claro assim essas informações do jeito que ele conta que con el contando você vai lembrando do livro né assim das imagens assim ele conta e você lembra da imagem do livro nem precisa passar o livro né nas outras com as crianças a gente ainda Precisa ver as imagens para lembrar mas com ele não fica bem claro por isso que na tese da Line por exemplo ela propõe um Esse instrumento na versão ilustrada com ilustrações de adultos eh eu lembro que na defesa dela ela foi muito questionada
né mas se a gente tá avaliando criança Por que que você tá dando exemplo de adultos e é por isso porque é um exemplo que a gente não vai encontrar nas crianças por mais que tenha uma narrativa muito bem construída alguma criança tem essa narrativa eh não sei se se serve como um exemplo por exemplo né Eu acho que a dele é muito mais sensível assim pra gente ter como base de avaliação mas é também do tipo eu acho que no no sentido de reflexão esses dias teve uma outra pessoa a gente tem a gente
tem vários grupos que analisam os vídeos né e um dos grupos não tô no mesmo grupo da Isa por exemplo que agora a gente tem outra dinâmica de analisar os vídeos das crianças e aí teve uma menina que é uma menina de c e ainda ela tá se aproximando da do e ela tá se aproximando da pesquisa e ela fez essa pergunta que a Isa falou ela fez levantou esse questionamento mas não sei se se adulto é seria adequado esse tipo de exemplo aí a gente conversou bastante sobre isso bem nessa direção do que a
Isa falou também mas eu acho que também traz uma reflexão pra gente no sentido de do de onde é possível chegar né também é uma narrativa de excelência eh ai mas é um adulto uma criança não vai apresentar Pode ser que apresente um um jovem né um adolescente uma língua bem bem desenvolvida e tudo mais que tem aprendido essa língua desde se Med enfim depende do modelo que existe mas acho que para mim pra gente trazer ter esse tipo de reflexão é um tipo de narrativa que existe é um tipo de de pessoa que existe
então a gente também consegue talvez buscar eh pesso Narradores de excelentes como ele para também mostrar pros nossos alunos né para que eles també tenham esse tipo de exemplo porque aa pode chegar nisso ela tem to é a questão de quando a gente vai falar de potencialidade da língua que não é só construída por pela pelos sinais mas também por todas as questões imagéticas que ele traz pra gente é eu acho que é Fabuloso mas acho que pra gente pensar nesse nesse sentido também que não é uma comparação como se fosse uma comparação absurd Ah
é um absurdo a gente comparar não a gente não tá comparando a gente só tá mostrando que existe esse tipo de narrar né que que existe pode ser alcançado né não é impossível ele não é ele não é ele não é único a narrar dessa maneira né vamos dizer assim pode existir outras pessoas e de outros modos mas que tem uma narrativa tão boa conta dele assim né acho que também passa pela questão da identidade que a gente tava falando mais cedo né dos das crianças mais jovens verem um realmente onde é possível chegar ter
isso como um alcance uma né É aa sua própria lngua num num num Ápice de demonstração de uso porque por exemplo nós ouvintes Vamos pensar né fazer um paralelo se a gente pensar assim quando a gente escuta a lê um livro fabuloso ler uma poesia que nos toca e a gente fala como essa pessoa conseguiu muitos de nós a gente não desenvolve né sendo fluentes em portuguesas aqui Alguém escreve poesia maravilhosamente escreve narrativas fantásticas ou romances ou coisas reais fabul não né mas a gente tem esses exemplos o surdo também precisa ter para ver que
é possível a gente viu hoje uma poesia do cacau courão eu acho que vocês devem conhecer ele ele é muito famoso é um surdo e ele é como chama Duda o cacau Mourão hum Cláudio Mourão Ele é professor da da do do da Universidade Federal do Sul e ele é ele pesquisa em Literatura surda e ele fez uma poesia pro casa libras até depois a gente foi põe aqui no link depois vocês v e é lindo é extremamente tocante é maravilhoso de ver e é uma coisa que a gente fica olhando assim meu será que
as crianças estão entendendo do tipo mas olha Qual a potência do uso da língua né E as crianças viram hoje Caram assim tipo nossa como assim né O que que passou dentro da Cinha delas é muito particular de cada um né mas para ver essa língua em usa em diversos de diversas formas e né vou mandar para vocês verem Então manda manda lá no grupo vou mandar é é importante mostar porque é referência né a referência para eles né eles precisam disso né de ter eh Exemplo né de como a língua deles é é rica
né Rig a língua de sinais né libras então pode ser usado em várias formas né e a gente quando a gente procura histórias diferentes no no YouTube eh porque geralmente mesmo eu conto a história e mesmo assim eu ainda procuro uma interprete muito boa e boto a história dela também no vídeo e tal eh eu queria encontrar um surdo contando né porque é diferente só que você não encontra né eu eu lembro uma vez que eu fui fazer um curso com com o Fábio de sai ele contou Chapeuzinho Vermelho mas o jeito que ele contou
chapinho vermelho Foi incrível eu fiquei maravilhada eu falei queria tanto um vídeo A história tão conhecida que toda história toda professora conta né daí eu mas não tem eu vi aquele dia aprendi tudo que eu podia né mas assim eu queria que tivesse mais surdos contando histórias pra gente ter mais acesso a esses materiais a gente não não encontra de né da variedade de histórias que a gente tem de livros que a gente tem então isso eu sinto falta igual é que a eh é que vocês ainda estão na pesquisa mas quando acabar eu queria
mostrar esse seide quando a finalizar pros meninos lá da escola sabe porque isso é LV eles tinham que ver porque todos já contaram mesmo então no futuro quando acabar eu não sei como que vai ser a questão da pesquisa era legal mostrar esse surdo contando lembra que a equipe veio aqui vocês contaram e gravaram olha um surdo contando essa história também para todo mundo ficar boc aberto como a gente ficou olha Débora tinha hoje eu não sei tá mas na época quando eu apr comecei a aprender libra Já faz um tempinho eh tinha existia alguns
vídeos dele no YouTube desse desse desse surto dele contando piada ele é Ó piada também nome eu esqueci o nome dele agora mas coloca para mim depois ah exist eu vou ver se eu acho algum vídeo dele mas o que tinha dele era contando piada ele é um excelente contador de histórias Mas o que eu viê a vi dele é piada Ah tá tá E aí mais dentro do universo da comunidade surda eu vou ver se eu acho de novo e daí também coloco lá no grupo mas eu acho que nada impede da gente talvez
de encomendar algumas coisas para alguns surdos também mas tem outra reflexão também que eu acho nós todos somos professores a gente faz o uso dessa língua a gente também tem que tentar de alguma maneira porque às vezes a gente fica nessa coisa assim ah não mas tem que ser o surdo não não precisa ser o surdo É claro que é ideal que seja essa pessoa mas acho que a gente também tem que se propor e esses exemplos são B são bons pra gente também né conto eu eu conto a história só que eu nunca deixo
só a minha contação Eu sempre gosto de colocar outra pessoa contando também toda história eu conto e e coloco outra pessoa daí eu queria que tivesse mais surdos mas não eu não encontro entendeu nesse sentido que eu digo mas eu eu conto conto de novo faço reconto com eles e sempre coloco um vídeo de outra pessoa também né porque cada pessoa tem um jeito de de construir aquela história o espaço ou colocar mais elementos ou às vezes tem elementos que a pessoa conta e igual a gente tá contando a Joaninha que perdeu a pintinha a
história em não fala da amiga que ajuda só que no Livro aparece amiga formiga ajudando o tempo inteiro e o surdo foi a primeira coisa que viu a formiguinha lá ajudando a amiga né daí eu falei caramba Olha a autora não colocou só que o ilustrador colocou e a gente tá vendo aqui a formiga o tempo todo trabalhando né então e eles ficam Encantados com essa parte daí daí na hora que eu contei não podia faltar formiga né claro então assim É nesse sentido Fala pode falar também como hoje aconteceu né d e às vezes
até de sinal diferente que um ou outro usa e isso acrescenta para eles na língua né então por isso que a gente gosta de ter essas comparações para eles aprenderem mesmo a variação linguística que tem sim fazer essa troca entre eles também né Débora vou levar essa sua ideia sugestão pra professora Cristina de fazer uma devolutiva pros alunos quando a pesquisa acabar eu acho que é uma proposta interessante vou falar para ela que surge essa vontade porque é uma coisa que eu também tenho pensado a gente fez a primeira coleta a gente retornou na segunda
e vários alunos falaram assim de novo essa história para quê mas mas é avaliação vale nota então talvez se eles vissem um sentido também na pesquisa mudava um pouco a forma da coleta de dados né Eu acho que é uma proposta interessante tá bom Obrigada vou comentar isso com ela vamos seguir deixa eu arrumar aqui expressão de Emoções predicados adjetivos estar triste Alegre emocionar-se e Ação construída expressão facial e corporal gente eu acho que é magnífico o jeito que ele faz a expressão de Emoções eu para mim me impressiona muito o momento do sapo que
o sapo sai do pote ele relata Mostra todas as emoções do sapo o sapo observando cenário sapo fugindo Eu acho que o tempo todo em até momentos que a gente não espera ele tá fazendo a expressão de emoção de alguma forma seja com o corpo seja com sinal seja com a expressão facial ele ele transforma a história como se numa numa aventura né Eu acho assim che recheada de Emoções né e de expectativas com as emoções dele né qual será a próxima emoção né do tipo a gente se envolve com ele de fato e essa
Esse envolvimento tá nas emoções também de todos os personagens até os que aparecem e saem que não são os principais por exemplo do cro né ele mostra aquele bicho tão bravo né que ele faz uma coisa que só hoje que eu percebi assim ele faz assim é como se fosse à frente do do eu entendo como se fosse à frente do da da cara do bicho e faz bravo ele não usa esse sinal Ele faz o a expressão dele é muito boa e ele traz como se fosse ele traz uma descrição do rosto do do
bicho né e a emoção dele de todos né de todos tipo o Castor ele tá o Castor tá bravo Ô tá doido tá gritando aqui no Meu Buraco Qual que é a sua né que que tá eu não sei onde tá o bicho que você tá gritando aqui né eu é muito legal todas as emoções todo mundo ele atribui Uma emoção para todosos que aparecem né Assim é bem legal acho que ele constrói a história real como uma fábula que ela é né É verdade porque nas crianças a gente vê muito a expressão do menino
e nem sempre a expressão dos outros personagens mas na história tem tem a coruja por exemplo que ele faz muito bem ela tá muito brava e no desenho dá para ver isso e a marilis que falou né Acho que naquele último encontro que tava todo mundo e a marilis que falou nossa ele transforma numa fábula porque todos os animais falam na na história deles só as abelhas que não falam né do resto todo mundo fala todo mundo ali fala né e é bem legal mesmo [Música] massa seguindo na mesma dimensão a expressão epistêmica então predicados
cognitivos pensar acreditar duvid duvidar e a ação construída expressão facial e corporal ele faz também né eu acho que aqui ele faz um pouco menos do que a expressão de Emoções eu acho que a expressão epistêmica dele é menos visível posso tá errada mas eu me atentei no final que ele faz o o menino pensando né no sapo nas possibilidades ali de levar o sapo ou não E aí Ele Decide por não levar porque ele pensa no que como que isso ia carretar pra família do sapo que é bem legal essa construção não sei vocês
viram outro momento da da his é que ele não traz ali né Isa mas por exemplo na hora que o sapo tá saindo do do pote tem ali uma questão que o sapo também tá Ah tem é que ele não põe Eu não eu não sei a gente teria que ver de novo mas por exemplo eu não sei se ele fala se o sapo tipo o sapo pensou Hum será que ele vai me ver será que ele não vai me ver Mas eu acho que ele traz isso em questões de expressão né Eu acho que
ele não faz o sinal mas ele faz toda a ação construída né isso isso mas é de fato aí né no epistêmico ele traz naqu nesse momento mesmo do pensar do do menino né levo não levo ele vai ficar preso num pote mas mas apesar de eu acho que de ser vamos dizer até que pontual esse epistêmico dele é um epistêmico que é aprofundado né ele não só fala ah ele pensou ah melhor não levar o sapo não ele pensou que é melhor poxa se eu levar o sa ele vai ficar trancado dentro de um
pote aqui com a família dele ele faz ele Desenrola nesse epistêmico dele né então eu acho que é um epistêmico até que vamos dizer pontual mas que tem uma profundidade né Concordo ebora eu lembro que em um dos encontros você tava muito curiosa com a ação construída você conseguiu ver alguma coisa nesse sentido no vídeo dele como é que tá essa questão da ação construída para você eu eu não eu quero ler o o os artigos que você colocou porque eu não tive tempo mesmo tá ura esse Noal de ano porque fazer uns cursos a
mais aí que eu não tava esperando também uhum e mas eu quero ler eh mas aí eu eu essa questão do do dos personagens no espaço né Essa a questão da incorporação da expressão tudo isso faz parte da ação construída né da do do processo anafórico que daí eu falei ah isso tudo para igual você falou que cada autor às vezes usa um termo né Eh eu falei tudo isso faz parte dessa ação construída né Na hora de contar da da na hora da narrativa daí eu então aos pouquinhos eu tô entendendo daí mas eu
quero ler o que você colocou e eu vou ler ainda eh eu não encontrei muita coisa eu mandei lá o que eu encontrei que foi mais um pedacinho dentro das teses por isso que eu mandei lá a paginação tá bom Sheila e mas assim eu acho que é um termo que às vezes assusta né ação construída a gente não ouve tanto esse termo Mas no fim eu acho que é muito do que a gente vê nas narrativas que é essa junção é construir essa ação é com diversos elementos com a expressão facial corporal às vezes
com o sinal e como faz isso combinado sabe eu acho que é mais isso mas aí quando você tiver tempo se você quiser ler e aí eu tô sempre disponível pra gente conversar Ah tá bom também tô estudando essa parte tá eu quis te perguntar porque eu lembro que eu te deixei com dúvida a eu falei vou perguntar para ela tá bom Obrigada vamos seguir mais alguma coisa da expressão epistêmica a gente pode seguir qual qual a diferença dessa dessa pra de cima eh ão ó expressão de Emoções estar triste Alegre emocionar-se São emoções mais
comuns a expressão epistêmica é mais sobre um estado mental então na história não tem especificamente o menino pensando não tem esse esse momento assim sabe é mais Sutil tem mas é mais Sutil então é o narrador eh fazendo essa construção de nesse momento da história o que que será que o menino pensou que que será que o cachorro achou sabe é atribuir esse estado mental aos personagens Ah entendi não a a Cris sempre diz que não é um processo muito simples pensar no que o outro pensou e ainda mais pensar no que um personagem eh
de uma história pensou né não é um aqui principalmente por exemplo nas crianças pequenas isso a gente a gente é uma construção mais refinada porque a gente supõe que o outro pensou algo então eu Suponho eu preciso ter isso para para mim que ele ele faz é que nem por exemplo Ah eu acho que a Débora pensou tal coisa para tomar tal decisão vamos dizer sabe então a criança teria a criança ou o jovem ele precisa ter isso em mente assim e fazer aferir um estado mental do outro né conforme a o que está se
desenvolvendo a gente tem esse exemplo e quando a gente vai L olhar o exemplo da na tese da da da Line que é da onde a gente tem esse vídeo né Desse esse narrador eh a gente tem então sempre esse exemplo do pensar né Aí tem tem até escrito né Isa acho que é ó pensar acreditar duvidar e uma das narrativas que nós vimos tem um aluno que faz assim que ele precisa do tipo ele faz esse sinal de procurar então do tipo ele sente necessidade então ele também aferiu que o menino sente uma necessidade
Então esse também entraria no epistêmica que é difícil a gente achar exemplo exemplo sim mas aí foi até um que a gente levou ele faz isso mas o que seria eu falei ah precisa é uma necessidade né então Ah então que que então então epistêmico da parte dele né porque ele supõe que o menino sente a necessidade Poxa eu tô procurando eu não encontro mas eu preciso é preciso é necessário buscar o sapo né então ele traz essa necessidade então é um exemplo de sêmico também bem legal esse exemplo e até nos adultos a eu
acompanhei a tese da Aline e foi muito difícil ela achar exemplo de expressão epistêmica em adulto eh esse indicador ele era muito difícil de achar então a gente encontrou no em poucas acho que foi quatro ou cinco narrativas do conjunto que ela tinha e eram bem pontuais né Eh mas eu acho que esse exemplo do André no fim da história é um exemplo bem legal ele pensando ali quais vão ser as consequências de levar o sapo ou não para casa acho que esse é um exemplo legal pra gente ter em mente Mas é isso ficou
mais claro Débora ficou é que quando eu vejo isso eu fico pensando eh E como que eu posso desenvolver isso na minha criança né daí por exemplo eu contei a história da Ritinha bonitinha quando foi na última página eu parei e falei e agora você acha que aconteceu o quê né porque ela a a dinossaurinha lá el segue ela o tempo inteiro e eu fechei e agora você acha que aconteceu o quê daí um falou ah eu acho que a dinossaura mordeu ela o outro falou eu acho que a dinossaura fez tal coisa eh você
né faz ele pensar o que que tá acontecendo né que que vai acontecer agora qual a próxima ação daí eu posso pensar também você acha que ela pensou o que que que que que a Ritinha pensou né sim ou também Débora do contar né Eu eu tenho esse livro agora e e eu fiquei pensando também nele né porque é um livro sem sem sem texto e a gente tem que trazer né é quando a gente vai contar a gente tem que tentar a gente acaba supondo né porque essa perseguição ela vai fazendo ela vai tramando
algumas coisas no caminho pro dinossauro parar de seguir ela porque ela tá com porque olha na no meu est na minha cabeça a tem medo da do do dinossauro né Então ela tá fugindo então talvez o tipo você vai contar trazendo Ah que ela ficou com medo o que que ela pensou ai ela pensou que esse sal Quer me comer quer me matar quer alguma coisa né enfim você vai a gente pode trazer isso né Então na hora que vai contar ai a Ritinha pensou sei lá não sei se eu usa um sinal pra Ritinha
mas por exemplo ela pensou o qu de sinal é E aí você conta o que ela pensou ou do tipo Ai a Ritinha pensou hum ficou com dúvida acho que isso acho que aquilo e depois no final você fala você pode aí daí também perguntar né são formas né Lógico tem diversos mas aí de perguntar pra criança o que que você acha que ela pensou você acha mesmo que ela tava com medo você acha mesmo que ela tava ou sabe enfim ou você acha que ela tava brincando ou você sabe coisas do tipo é isso
que a gente acho que é um jeito da gente puxar da gente colocar né esses elementos da gente ir puxando da criança assim ela pensa e dentro da história até o bicho pensa né porque a gente também pode aferir Poxa o dinossauro tava pensando por que que ela tá fazendo isso comigo por que que ela tá armando tantas coisas para eu cair para não ir atrás dela eu só quero brincar eu só quero estar perto dela só quero quer passar o batom só quero porque depois no final ela só quer passar o batom datinha bonitinha
B com amigas é muito fofa essa história elas ou do tipo chegou no final que que ela queria ela queria ser amiga da Ritinha bonitinha porque ela também queria ficar bonitinha igual a Ritinha porque no começo da Passou do batom dinossauro V ela não vou atrás dela e a gente de fato não sabe o que que vai se acontecer e no final a gente vê que ela queria passar o batom daí quando eu chamei eu contei daí chamei a professora surda e falei vem contar pra Iris daí a Íris veio eles vam recontar quando chegou
na última eles tamparam e deram risada deram risada e falou perguntou para ela que que vai acontecer que que você acha que vai acontecer e dá uma risada daí a Iris falou o que ela achava não era o que não era o final da história deles colocarem e deram risada eu falei ai porque quando você propõe essas coisas Eles Eles imitam a gente né e e foi muito legal eu falei nossa então toda vez que eu vejo alguma coisa assim eu fico pensando aonde eu vou colocar isso para poder ele já ir né Igual quando
vocês falaram das da das negativas sabe usei todas na Joaninha que perdeu a Que bom mas é né Você sabe que eu não não pensava tanto isso que nem esse epistêmico E aí eu falei caramba de Fato né Mas eles só vão fazer isso se a gente mostrar para eles aí parece que tudo quando eu vou falar de alguma coisa de um de um livro ou vejo um personagem e tal eu falo assim o personagem pensou tal coisa sei lá eu invento alguma coisa né para que eles entendam que existe isso porque eles também pensam
sempre alguma coisa eles acham alguma coisa eles têm dúvidas eles acreditam em algo duvidam enfim e os outros também e nas histórias e aí pelas histórias também essa essas formas né É muito legal e as e as narrativas sem texto elas são ótimas porque a gente pode criar e a gente dá abertura para que as crianças criem também sim que legal gente vamos seguir queria terminar hoje tá o nosso tempo tá ficando curto não fica tranquilo vamos é pra gente falar mesmo Débora estrutura básica da sentença declarativo interrogativo e imperativo e componente não manual sobrancelhas
levantar franzir ou posição Nel neutra cabeça elevação avanço movimento tensão velocidade esse indicador é muito sobre como ele constrói né Quais quais elementos ele usa para construir as sentenças E aí a gente considera todas as formas de sentença declarativa interrogativa imperativa e acho que ele traz é embaixo as possibilidades né você tem que observar as sobrancelhas a posição da cabeça o movimento todo o conjunto eh que é usado para construir uma sentença acho que ele faz acho que ele não deixa dúvidas que ele faz um interrogativo imperativo declarativo ele tá sempre conversando ali com os
personagens e ele conversa muito com o cachorro Então vamos procurar o menino o que que você acha eh acho que é isso não sei vocês têm alguma pontuação alguma dúvida aí tem até a dúvida do próprio Castor né que a gente já comentou até o Castor pergunta que que você quer que que você aqui dentro do meu buraco eu não sei né então e tem nisso tudo interrogativo que não é só do menino é do é do do outro animalzinho também né porque o Animalzinho Se você olhar lá na na ilustração ele tá ele tá
bravo assim né E aí ele traz essa expressão interrogativa que que que que você quer aqui ele faz Que que você quer né eu não sei onde tá o que que você quer mas aqui no Meu Buraco não tá né então eu acho que tem também do do outra do outro bichinho também é não é só o menino perguntando onde onde onde tá né procurando de fato estruturas negativas sinais manuais e elementos não manuais eh ele faz o todos os exemplos que a gente sempre fala das estruturas negativas variadas né faz o faz o vazio
do pote embaixo da cama quando o menino vai procurar ele levanta o cobertor e faz que tá vazio Então não é um não tem não é um Não achei não é um não encontrei são estruturas muito ricas muito variadas que deixa tudo que torna tudo mais interessante né torna mais cativante pro interlocutor eu acho falei que eu queria terminar todo mundo ficou quieto não é não não é para vocês ficarem quietas não vocabulário vocabulário comum e próprio da história acho que ele traz um vocabulário até além do Comum né ele traz formas bem surpreendentes assim
nesse vocabulário por exemplo que é no três o variação da categoria eu acho que tem uma coisa interessante que é de classificador mas é um é vocabulário também porque ele traz porque o cachorro quando ele procura ele faz o cachorro cheira e eu acho que isso é bem interessante que a gente consegue ver questões de variação dele né Essa varia Opa esses tipos de variações assim que ele traz assim que são são outros vocabulários né o o o o cachorro farejou o espaço a gente não vê isso em outros a gente vê só a questão
do procurou beleza Tá todo mundo procurando ali o menino e o cachorro mas esse farejar também é procurar mas é farejar ele traz ess esse vocabulário que é um vocabulário variado assim dentro de uma categoria de procurar mais farejar sei lá é o exemplo que eu penso assim parece que ele combina muito bem o sinal com classificador né vira quase que uma coisa só assim é bem É bem interessante mesmo tudo bem O próximo construções com classificadores verbos de localização movimento verbos predicativo descritivo entre outros mesma coisa eu acho que ele se encaixa no três
de maneira precisa e criativa né eu lembro na tese da Line que tem alguns indicadores que esse essa narrativa não se encaixa no três eu tô tentando lembrar Qual é mas eu não vou depois eu vou querer olhar para ver o que que é que falta sabe que que não sei não sei se é algum dos indicadores que tão aqui ou se é só no instrumento completo mas depois eu vou olhar Quando vocês tiverem um tempinho eu indico muito também a leitura da tese da Aline não lê assim perguntar agora onde tá eu mando de
novo lá no grupo mas ela tá lá na descrição ah na descrição do grupo tem uma um link que é pasta com os materiais Aí lá eu coloquei isso eu vi a só não sabia que a tese tá lá ah tá lá é tese Montes 2023 tá bom aí assim Lógico não é ler de cabo a rabo ler inteira mas às vezes tirar algumas dúvidas que vocês têm Ela traz muita referência que às vezes a gente pena para encontrar e ela fez esse trabalho ardo assim de de encontrar referências para as coisas que a gente
não v e tem todos os exemplos em QR codes então construções com classificadores tem exemplo pro zero pro um pro dois e pro três então às vezes você você quer saber como tá o seu aluno e você quer usar o instrumento e lá tem Ai que olha dá para ler consultando sabe você porque quando você olha pelo tamanho você fal Ah não vou conseguir ler tudo isso aqui né e a gente às vezes fica no entrave de começar porque é gigante a gente fala eu não vou ler isso aqui hoje né mas de consulta sabe
Débora a gente lê muito de consulta né Isa a gente assim ai tenho dúvida de tal coisa Porque Pelo índice dela o índice do do arquivo você clica no índice ele te joga onde é lá no sumário dela sabe então você vai vai tá lá escrito construções com classificadores a eu quero ver clica lá ele vai te jogar lá nos exemplos dela aí tem a descrição do classifica do que é classificador ela vai trazendo explicações e depois tem esses exemplos exemplo des escritor zero de escritor um de escritor dois então dá para fazer por consulta
sabe por isso é bem legal então tipo quando você for olhar as narrativas dos seus alunos ter aquilo ali em mão também é bom por consulta é bem legal ai que é o trabalho dela é justamente uma versão para uso no ambiente escolar porque a gente identificou que Esse instrumento só ele não é não é autoexplicativo né então ela fez essa versão com esses exemplos tanto imagem quanto escrito é é bem legal eu recomendo vou olhar aspecto gramatical eh morfologia verbal aspectu vou ler de novo aspecto gramatical morfologia verbal aspectuais construções verbais e marcadores de
aspecto acho que é muito visível né Às vezes a gente pena um pouco para conseguir enxergar um aspecto perfectivo e continuar ativo mas ele faz assim o sumindo ele faz o gritar bem assim também ele faz um ver que é legal também Isa porque que que é continuativo que eu nunca tinha visto porque às vezes a gente faz que Ele olhou para fora da da da janela e ele faz assim ah sim é verdade é legal também é porque isso é isso é um continuativo né ele não olhou só aqui ele faz assim olhou assim
então ele faz assim esse Verde desse jeito é bem na hora que o menino cai do servo ele mistura o o continuativo e o perfectivo então ele faz o menino caindo bem devagar na hora que cai cai e espalha tudo e é bem brusco a finalização do sinal então ele mistura as duas coisas na hora que o Menino Acorda também ele faz o menino acordando devagar a lua inda embora e o sol nascendo é bem legal Podemos seguir posição do corpo gestos e olhar direção do Olhar posição e orientação do corpo no espaço gestos manuais
não linguístico expressão corporal e facial não linguístico esse aqui fala sobre o desconforto a nervosismo insegurança e uso de muleta Tic não tem né nada disso entonação contornos de movimento manual e não manual acento prosódico e pausas nas diferentes construções de focos informativas entre outras a entonação dele é muito bem marcada é o acento prosódico ele é demais sim e é equilibrado também assim né aqui a gente não tem escrit equilibrado mas é também né Tem uma coisa muito muito boa que tem a ver lá também com as pausas dele né sim ção ele dá
entonação e junto ele traz uma pausa e aí ele vai construindo né que tem a ver com é que não tem aqui né o pros ódio né Isa não aqui é no próximo no de baixo e mas tem tudo a É verdade embaixo Mas tem a é muito claro isso né e é bem distribuído equilibrado bonito ó o de baixo é produção com dos articuladores elementos prosódicos e paralinguísticos volumes tensão do movimento e uso do espaço velocidade e Ritmo Algumas crianças a gente sempre diz que faz eh uma hora muito divagar e uma hora muito
rápido né Eu acho que ele faz isso mas ele faz propositalmente é linguístico então quando a história tá mais é quase como se fosse o clímax né quando tem o clímax da história ele faz super rápido e toda aquela entonação e os articuladores num quase com uma dança é bem legal é a Duda falou parecia uma aventura parecia uma aventura meso é é bem legal porque ele faz uso de tudo isso né da entonação dessas desses desses elementos prosódicos que vai contribuir com tudo isso né ele combina né articulação dos parâmetros formadores do sinal então
a configuração da mão orientação da mão lugar de articulação movimento expressão facial os parâmetros de Formação é correto são corretos né acho que eu não identifiquei nenhum momento que não fosse também acabamos eu falei que eu queria acabar hoje e aí a gente acelerou né eu acho que ele não é três no sabe quando se o final da história tem um dos do do dos níveis que é se o final da história é o único Hum então você porque ele dá porque o último três é se traz ambiguidade no final da história não é é
e o dele não é ambíguo ele dá um final único pra história por isso que ele não é três nesse lembrei de um será porque aí eu fico pensando que talvez essa coisa de primeiro o menino pegou o sapo aí depois o menino pensou e devolveu o sapo será que esse trecho não é uma ambiguidade ou será que nesse indicador ele necessariamente eh não pode apresentar um final assim único sabe eu acho que ele teria é é que Porque para mim ele teria que deixar suspenso no ar uma dúvida levo não levo porque ele devolve
o saco então ele dá um final único ele deixou lá ele devolveu o saco e foi se embora para mim ele não tem ambiguidade não tem uma ambiguidade que fica levou não levou não ele não levou Então para mim por exemplo não não vejo ambiguidade por isso que eu acho que ele não é três naquele porque no o no naquele o o três é ambiguidade Uhum ele vai embora com ele vai embora com o cachorro e o sapinho fica com a família todo mundo né é no instrumento a gente tá falando no instrumento completo tem
um indicador que chama sentido e conclusão da história e aí o três seria se o narrador apresença a ambiguidade que é deixada no livro ou se não e aí o dois é não ele apresenta um final único ele não tá nesse nessa versão final único então talvez a gente encontrou o dois do desse surdo a gente tem um tempinho eu vou vou mostrar para vocês a tese da Aline só para ver vocês se se localizarem como ela funciona e aí depois vocês podem explorar aí deixa eu só abrir ela aqui rapidinho lá na descrição a
gente tem essa pasta que é narval libras expressão materiais aí aqui artigo sobre o instrumento é o primeiro tese Montes aí tem lá todas as 300 páginas de uma tese a gente vai baixando baixando no sumário Deixa eu só aumentar um pouquinho menos né ó no sumário lá no ponto se que é narrativas de adultos surdos e descritores ela traz a proposta dessa versão ilustrada que a gente comentou vocês estão conseguindo enxergar tá bom sim e aí Ah é que nesse aqui não vai dar para clicar tem que Pera aí que eu vou mostrar Calma
calma vou fechar essa abrir a outra aí vocês vão ter que baixar porque direto pela internet não dá para clicar baixada é mais fácil aí Ela traz e todas as dimensões aqui é um instrumento completo Então vai ter dimensões que a gente não viu aqui mas por exemplo vou pegar um esse que a gente tava falando agora sentido e conclusão da história aí a gente clica nele ele leva lá para baixo aí Ela traz uma informação sobre o que é esse esse indicador traz o indicador e traz um exemplo que vocês podem ler com o
celular desse QR Code que é um trecho do vídeo E aí embaixo traz a descrição do que tá acontecendo no vídeo então o vídeo A traz uma história com o final interrompido as escolhas lexicais podem ter contribuído para esse final confuso Ela traz a transcrição do que foi feito no vídeo e é isso aí Traz um o dois tem alguns descritores que tem dois exemplos que é para vocês verem diferentes surdos todos os exemplos são de surdos adultos diferentes surdos sinalizando e aí vai indo tem de todos os aí por exemplo esse aqui é a
expressão de Emoções Ela traz referências bibliográficas que ela encontrou trechos acertos que explicam sobre esse esse indicador então é mais ou menos isso sha disse que vai ter que sair a gente já encerrou Eh vamos deixar pro próximo encontro a avaliação do aluno que a Sheila indicou eh eu queria fazer o próximo encontro na próxima sexta-feira eu tinha marcado na passada né só que a gente acho que teve uma confusão porque a gente tá acostumado sempre a ser 15 dias então eu fiquei esperando e aí ninguém apareceu eu falei melhor cancelar é a Débora apareceu
mas acho que foi uma confusão mesmo porque a gente tá acostumado sempre a ser 15 dias mas dessa vez se a gente conseguir eu queria que a gente fizesse no dia 25 por qu no dia um na semana do dia um na semana do dia 8 eu vou estar viajando e nas próximas semanas eu vou ter que correr com a minha dissertação e eu acho que eu não consigo fazer o encontro Então eu queria que a gente finalizasse no dia 25 com essa avaliação da Sheila tudo bem eu mando um lembretinho lá pra gente não
esquecer no dia 25 e aí a gente finaliza Os encontros e enfim cenas dos próximos capítulos a gente vê o que vai nos próximos anos também em novembro dezembro a gente vai fazer a terceira coleta de dados na escola então Eh vamos voltar e aí eu vou participar E aí acho que não vai sobrar muito tempo para mim me dedicar aqui no grupo com vocês e aí melhor não fazer do que fazer corrido né então dia 25 a gente faz encerra tudo bem E aí encerramos por hoje Obrigada foi muito bom tchau boa noite boa
noite até mais boa noite obrigada Isa boite sexo [Música]
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