Acho que como eu coloquei só para salvar com a transcrição. Bom, agora já saiu aqui. Pronto. Então vamos lá. Bom, vou conforme também as pessoas forem entrando e elas vão pegando aí também o gancho. Mas primeiro deixa eu me apresentar, né, para quem não conhece. alguns rostinhos aqui eu já conheço. Então, meu nome é Jovana Carrilho, eu sou publicitária, comunicadora e a minha Base toda, aí já tô h 15 anos no mercado imobiliário, minha base toda sempre foi na parte de marketing, né, na área de marketing, comunicação. Então, toda a parte de gestão, de marca,
de lançamento, já tive nesse meio tempo minha agência de publicidade, onde eu atendia construtoras imobiliárias e arquitetos, foi quando eu comecei a trabalhar muito nessa parte de marca pessoal. Então, e eu comecei a ver a importância, Né, da gente ter uma marca que se realmente fosse eh valorizada, que ela vem e que ela vem muito também dessa comunicação que eu acredito que é uma comunicação de dentro para fora. E aí a partir disso, né, ali trabalhando no plantão, um dia eu cheguei e aí a corretora do plantão falou assim: "Nossa, acabei de encontrar o fulano
ali da imobiliária falando que eu sou toma com uniforme da construtora, que eu sou eh corretora de construtora e que é Muito mais fácil de vender, porque eu sou uma corretora de grife." Então aí eu falei: "Não, mas esa aí não é bem assim, né? Eh, na verdade você deveria ser a própria marca, né? e somar forças aí com a construtora. E assim que nasceu o projeto corretora de marca, que aí que faz já vai fazer seis anos, só que entre as indas e vindas, porque eu sempre toquei esse projeto junto com o meu trabalho
na construtora e junto com a vida pessoal também acontecendo, Maternidade, filhos pequenos. Então isso foi às vezes nunca consegui dar esse foco e esse ano eu falei: "Não, é realmente é isso que eu gosto." Então pera aí, deixa eu retomar esse projeto porque eu tô sentindo cada vez essa mais, né, essa necessidade de ver comunicações também verdadeiras e autênticas no nosso mercado, né? Não só no nosso mercado, acho que no geral, mas a gente vive aí uma crise, né, dessa questão de assim, ah, mas pera aí, onde Tá a nossa autenticidade? E o que eu
comecei a perceber é que muito assim nós também como mulheres, eh, acaba na correria do tempo, a gente às vezes, muitas vezes nem se questiona, ah, onde tá o meu diferencial, eh, ou qual que é o meu ponto forte ou o que que eu faço bem? Ah, como eu comunicar. E o que eu mais vejo assim são mulheres que são eh mulheres que no dia a dia elas arrasam assim, vão e brilham e fazem acontecer e quando traz essa comunicação pro Digital, trava. E aí trava a ponto de pera aí, eu não sei mostrar quem
eu sou. E justamente tem os fatores muitas vezes a de autoconfiança, medo de julgamento, tem todos esses pormenores aí que acabam pararalizando mesmo a gente, mas também tem muito aquela sensação de realmente não saber acontecer ou de não saber como se comunicar. Então, o meu papel é é realmente é facilitar esse processo da gente olhar e falar: "Não, pera aí, onde que tá o seu ponto forte? Quais são ali A os as suas habilidades que pode evoluir?" Então, e a partir disso, a gente começa a trabalhar muito uma comunicação de dentro para fora, pensando nessa
autenticidade, pensando realmente numa ã numa forma única de se comunicar, que é o que eu realmente acredito, né? E eu falo que a gente tá nessa sede, eu acho que de autenticidade, porque vem tempos de a e vem tempos de não só da da IA, mas de assim, ah, tal Modelo de comunicação funcionou pro corretor que ali, ó, tá no topo de vendas, olha, ele mostra que ele vende, faz acontecer, deixa fazer igual. E aí, de repente esse deixa fazer igual, por não ser o seu jeito de se comunicar, você fala: "Hum, pera aí". E
o que eu mais tenho visto é que parece que os corretores acabam fazendo uma direcionando a sua comunicação para outros corretores em vez ou até pro próprio mercado em vez de ser para o Cliente. Então essa é a ideia. Então aqui a gente falar um pouquinho de posicionamento, da gente falar de como ã criar uma marca que realmente seja desejada, que seja autêntica. Eh, nos dias de hoje vou falar, dar um exercício aí também da gente usar a IA como uma ferramenta, como um apoio nesse processo. E espero que vocês gostem. E aí vocês podem
também ir levantando aí a mão. Eu não vou ficar de olho no chat, mas pode Falar, Geovana, pode me chamar que aí eu paro e a gente vai conversando, que a ideia é realmente a gente ter essa troca aqui também com você para não ficar só vocês, né, para não ficar só um monólogo, né? Então, eh, aqui é nessa parte de assim, é muito além dos imóveis, né, de como construir uma marca desejada em 2026. Acho que tão conseguindo ver, né? OK. E Ah, eu acho que exatamente esse ponto que ele não está. Ai, meu
Deus, eu tô manchendo tudo. Vocês sabem que uma vez eu fui fazer um curso, gente, eu não conseguia passar a tela da apresentação e aí eu falei: "Meu Deus, e agora? Agora vai permitir?" E aí eu acho que agora vai para o próximo não tô conseguindo passar o slide. E aí eu fui pintando todos os slides, gente. Só falta. Vamos lá. sempre tem, né, a parte técnica. Eu vou parar aqui a apresentação e e vou apresentar já outra tela e aí a gente vê. Deixa eu mudar aqui. Ô, Geovana. >> Oi. >> Para mim aparece
uma flechinha bem em cima no canto direito. Não sei se >> Mas eu não tô conseguindo mudar. Você acredita? Parece essa setinha, mas na hora de eu apertar não vai. Mas a gente vai tentando aí um pouquinho De cada vez. Deixa eu ver se talvez aqui depois vai. Bom, então acho que a ideia assim do objetivo dessa aula de hoje é justamente dar essa consciência para vocês do que que é e o posicionamento, de você ter esse posicionamento claro e direto e saber na quem você é no mercado, essa capacidade de comunicar o posicionamento de
forma assertiva e atitude também para implementar nessa comunicação. Aí, como eu falei, eu gosto muito, eu sou muito mão na massa, então Eu trabalho muito nessa questão de não, vamos fazer acontecer, vamos realmente colocar em prática. Acho que essa é a grande eh ideia aqui, né? Aí vamos agora tentando ir mudando aqui os slides. Então, antes de mais nada, assim, o que que é o posicionamento, né? Eu pos eu vou me perdendo nas telas. Mudou, né? Mudou. Vou trazer aqui. Então, eh, o que que é o posicionamento? Então, ele é o espaço que ocupa na
Cabeça, que você ocupa na cabeça das pessoas. Então, não é o que você acha que é. Então, é o que o outro entende, é o que o outro sente, é o que o outro lembra quando pensa de você. E esse é um exercício muito interessante, porque às vezes a gente tem uma percepção sobre a gente, só que os outros a gente não consegue transmitir. E a questão do posicionamento, ele não está ligado só ao digital, tá? ele tá eh ligado, na verdade, ele é você já é uma marca, você Já tem o seu posicionamento. Então,
eh o o que que a gente faz com o digital é a gente leva um recorte do nosso posicionamento para o digital, né? Mas você já é aí esse posicionamento, você já tem esse posicionamento, né? Então assim, se você não se posiciona, posicionado está, porque é exatamente o que eu falei, a gente não passa essa esse posicionamento é que a percepção dos outros sobre você. E muitas vezes, se você não fala sobre você, se você não Diz, né, do seu trabalho um pouco de você, às vezes as pessoas vão criando percepção. Quantas vezes a gente
não olha aquela pessoa, nossa, tá pessoa metida, né? Porque às vezes, muitas vezes, a nossa percepção é porque ela passou de cara fechada ou algum dia não cumprimentou a gente. Então, eh, é assim que a gente vai às vezes criando esses préconceitos, essas percepções sobre os outros e os outros, né, sobre nós. E quando a gente não tem essa direção de Como a gente quer ser visto, muitas vezes ele já fica ali num automático, né? Então, às vezes, as pessoas que trabalham ali com vocês já vão falar: "Olha, ela é que sempre chega atrasada, ó,
é que meu, sempre entrega a coisa ali mais do que o previsto ou ah, nossa, ela tem, sabe se comunicar e faz um atendimento, um uma um pré ali atendimento com cliente, muito bom". Então, é exatamente isso, né? Se você não se posiciona posicionado e tem uma Frase que eu gosto muito, que é uma frase que diz, né, assim, que na verdade quando o pai ali do do branding, que é o posicionamento, ele diz que ele explica o que é o branding, ele fala que é o que as pessoas falam de você quando você não
está na sala. E eu gosto de trazer isso um pouco do mercado imobiliário, que é assim, é o que as pessoas estão falando de você quando você não está no plantão, porque E exatamente esse ponto assim, ah, você saiu ali do plantão e chegou um cliente, eh, um cliente que, né, só quer ser atendido por você. E aí você começa a conversar ou começa a falar ali, né, o teu amigo começa a falar com aquele cliente, fala como que ele te apresenta, né? como que ele vai falar assim: "Olha, quem é a fulana?" Então, é
muito isso assim, né, de quem é. Então, você tá passando os sinais certos, você tá passando a percepção certa de quem você É. E pode ser que agora que vocês comecem a tomar uma consciência sobre isso, você fala: "Nossa, olha, realmente eu ainda eh não tenho essa clareza ou essa consciência de que eu sou uma marca e de que eu preciso me posicionar e o que será que as pessoas estão falando sobre mim?" E aí tem um exercício que eu gosto muito assim, que é você pegar ali, como a gente fala muito da nossa marca
também no ambiente profissional, mas você pegar Ali cinco pessoas que trabalham com você ou até pessoas da família e você fazer tipo, faz um questionáiozinho, manda umas perguntas e fala assim: "Olha, eh, me descreva em três palavras. Eh, qual você acredita que é meu ponto forte? Ah, o que que você acha que eu preciso melhorar?" É óbvio que às vezes, nem sempre a pessoa vai ter coragem, né, para falar. às vezes os pontos a melhorar, mas eu acho que o intuito é realmente a gente ter essa clareza de Que será que eu tô passando os
sinais certos. E tem até uma curiosidade assim de que quando eu comecei esse projeto no digital, eh, eu, na verdade, eu comecei naquela, começou corretora de marca no plantão de vendas ali, né, da construtora onde eu trabalhava. Aí eu falava, eu quero mais. Eu sempre quis me comunicar no digital, eu sempre quis ir, né, me falar mais assim sobre isso. Eu gosto de me comunicar, mas tinha muito aquela insegurança, aquele medo de, Nossa, o que vão falar? Vão me chamar de blogueirinha, vão me julgar e eu vou virar chacota. Então tinha um pouco disso. No
meu Instagram pessoal, eu acabava comprilhando muito aquele momento que eu tava vivendo, escrevendo textos maternidade e tal. E aí eu comecei a andar na rua e as pessoas falavam: "Nossa, Geovana, você é uma boa mãe". Eu falava: "Mas como que essa pessoa, tipo, falava isso, né? Tipo, ela não tá no meu dia a dia". E aí logo Meendava: "Ah, porque eu amo seus textos, eu gosto, eu amo seu Instagram e tal". Então, quando eu comecei o projeto Corretora de Marca no Instagram, eu criei um Instagram novo, onde eu falei: "Meu vou não quero que ninguém
conhecido venha". Toda vez que às vezes alguém conhecido aparecia ali, já começava, ai meu Deus, e agora? Será que eu vou conseguir? E era aquele aquelas mini superações de não vou continuar, vou continuar. E quando eu comecei, eh, e aí Eu lembro que uns meses depois eu fiz essa pergunta numa caixinha de pergunta no meu stories, e esse também é um exercício legal de saber ali da audiência, da sua audiência, né, dos seus seguidores. E eu perguntei: "Ah, me descreva em uma palavra ou me descreva em poucas palavras e tal". E aí as pessoas começaram
a mandar e aí quando eu fui ver as respostas era: "Meiga, meiga, ai você é fofa". Ai eu falei: "Gente, isso daqui é péssimo paraa minha Credibilidade. Eu quero mostrar que eu tenho autoridade e que eu domino eh um assunto, né? Que eu tenho ali bagagem, que eu tenho eh formação e tudo e tenho prática. E eu chega na hora das pessoas falarem, em vez delas me falarem eh coisas assim de nossa, uau, né, e tal, fala que eu sou meiga e que eu sou fofa. Pera aí que eu acho que tem algum ruído na
minha comunicação. E aí eu comecei a avaliar muito isso mesmo. Talvez a minha insegurança, a minha vergonha ali que eu Tinha de como eu transmitia, né, a minha comunicação, fazia com que as pessoas tivessem uma percepção de que eu era meiga, de que eu era fofa. E eu falei: "Não, pera aí que agora eu preciso mudar isso". Então eu comecei a me posicionar de um novo jeito na forma de falar. Eh, deixei um pouquinho aquele tom mais amiguinha ali de falar. Me tomava muito cuidado com os diminutivos. Ã, às vezes colocava elementos de símbolos que
me dessem mais eh, talvez Assim a cara também de menininha às vezes, né? E trazer um pouco mais de elementos que me dessem um pouco mais de cara de mulher. Então, eh, isso tudo é uma construção, né? Então, a nossa percepção, ela vem de vários, eh, pontos, né? a percepção que os outros têm sobre a gente. Então, tem comportamento, tem, mas tem a parte de imagem, tem a parte de E quando o branding estourou mesmo ali no nosso mercado, estourou assim que começaram a Falar dessa parte de posicionamento. Não sei se vocês chegaram a ver
o acompanhar, mas muitos se falavam assim: "Ah, você prefere eh eh ter uma ser atendida por uma corretora assim, aí era uma corretora meio desarrumada ou uma corretora mais elegante? Ah, como que você acha e qual que você acha que transmite mais a autoridade, né?" E aí começou a passar que o a percepção, né? da nossa marca em si, ela era mais eh só a imagem e não é, Né? Então é isso, assim, o posicionamento ele não é achismo, ele é estratégia, né? Então o posicionamento ele é a percepção que essa percepção ela é construída
com vários elementos, né? entre eles imagem, narrativa e preço. Então, quando a gente fala de uma percepção, de um posicionamento de uma corretora, por exemplo, eh, e aí a gente vem e fala assim, ah, do luxo, que hoje a gente vê muito alto luxo, né, sendo trabalhado no nosso mercado, você começa A entender de ah o por que às vezes aquela corretora tá tá trazendo os elementos que façam ela se encaixar melhor naquele mercado, no autoluxo. Então, é um sapato, é um terninho. Então, quais são esses elementos, né? E e é muito interessante porque também
a gente vem numa leva daquela coisa do tipo, nossa, para eu falar sério, para eu ser levada a sério, então eu preciso de um terninho, né? E não necessariamente. Então, assim, você Consegue eh trabalhar muito isso, eh, quando você começa a analisar, como eu falei no meu caso, no caso meiga e fofa. Então, pera aí. Eu falo muito no diminutivo, então será que às vezes não é minha forma de falar? Ah, será que as as roupas eh quando a gente fala aqui do online que isso aparece aqui, será que às vezes não tem um babadinho,
alguma coisa, que às vezes passa uma questão mais romântica, né? Então assim, você vai tendo esse cuidado do universo. E Quando a gente fala eh de corretora e de imóveis, a Andreia Tavares falando isso, é branding? Sim, na verdade o posicionamento, eh, o branding ele é o posicionamento, a gestão de marca, né? Essa é a tradução, assim, é a gestão de marca, eh, isso que significa o branding, né? Então, é você fazer a gestão da sua marca, a gestão do seu posicionamento. E aí quando você começa a a entender isso e e na na corretora
de imóveis, era isso que eu Tava ia falar, eh a gente começa a entender que até os imóveis que você seleciona para vender a sua carteira de imóveis, ele também passa uma percepção sobre você. Então é aquela coisa que o cliente fala assim: "Ah, eu vou buscar um imóvel ah de médio padrão ou de alto padrão". A gente sempre fala que os extremos são mais fáceis, né? Da gente identificar as marcas dos econômicos e o e o e o superlo, né? O autoluxo. Mas assim, ah, então pera aí, onde quem é a Corretora que tá
associada ao autoluxo, né? Então isso já vai, por isso que também é importante você falar assim: "Ah, não, se eu quero ser reconhecida como uma corretora do alto luxo, quais elementos?" Ah, então eu não posso ter ali uma, é que você não pode, mas você não vai enfatizar os imóveis que não estão dentro desse mercado. Então, você começa a ter uma estratégia de até de seleção dos imóveis que você quer eh captar, dos imóveis que você quer Anunciar, dos imóveis que você quer vender, né? E aí, nessa parte de estratégia, eh, era uma coisa que
eu fazia muito também na parte da construtora, por exemplo, porque quando a gente quer trabalhar uma comunicação que seja mais aquela comunicação mais varejo de falar mais venda de venda, se, né, de trabalhar mais os elementos de venda, eh, você pode trabalhar às vezes isso até num anúncio, em alguma coisa, só para as vezes teste também entendendo Ali o perfil do teu público. Mas quando você fala de uma comunicação mais orgânica, você já sabe que não vai ser ali de bate pronto aquele primeiro contato que o cliente vai ter sobre você, né? né? Então, por
isso que é importante a gente pensar hoje no nosso conteúdo como um dos elementos do do seu posicionamento, eh, mas também entendendo que é uma narrativa. É uma narrativa de você conseguir eh ir educando e de você conseguir fazer o seu Cliente eh ir evoluindo e aprendendo e ir despertando esse interesse e tendo uma percepção sobre você. Então isso e aí você nessa gestão de posicionamento você consegue pensar aí em várias estratégias, né? Então, por exemplo, nossa, como que eu vou transmitir autoridade? E a gente sabe que confiança e que domínio de mercado, que a
autoridade de mercado, ela é importante pro cliente. E como que eu vou transmitir isso se eu comecei agora, se Eu me tornei corretora agora? Então, pera aí, né? Deixa eu revisitar a minha história. Tudo bem? Eu me tornei corretora agora, mas olha, eu tive aí 10 anos de um trabalho de atendimento ao público, então isso me dá bagagem ou ah, eu trabalhei em uma empresa de financiamento. Então muitas vezes a gente se restringe ao seu momento corretora quando tem muita bagagem aí, né? Eu falo que a mulher por si só ela já é uma gestora
nata, porque só da Mulher conseguir gerir uma casa, família, trabalho, gestão de tempo de agenda, de filhos e tal, isso já se torna, né, ali uma gestão por si só. E aí a gente vem para essas quatro camadas eh da marca pessoal, que é a sua origem, né? Então, a sua história, as suas saízes. Então, o diferencial, é o que eu falei, ele começa muito antes da carreira. né? O que te separa. Então, aquele ponto de diferenciador que é o que você tem que ninguém consegue Copiar. Então, a sua perspectiva única mesmo. Então, para quem
é para que? Então, assim, quem você atende? Qual dor você resolve? Como você quer ser lembrada? Que é esse eh ponto aí que a gente tá falando do posicionamento e como você aparece, que a sua comunicação, né, o seu tom de voz, o conteúdo, a sabia, os stories. Então, é aquela coisa de como a sua marca fica na mente ali das pessoas. Então, eh, eu queria até trazer um exercício de que Vocês pensem nisso assim, então, quem você atende e qual é a dor que você resolve, né? Então, se vocês quiserem colocar aqui no chat,
se quiserem abrir o microfone, queria só entender se vocês têm clareza disso, sabe? Giovan, eu vou contribuir que boa tarde. Que eu vou sair logo em seguida e mas enfim, eh, eu comecei a me entender e há um ano, do anos aí faz pouco tempo, porque eu sou corretora há 12 anos, Porém a gente não se olha, né? E aí a gente quer apagar fogo de todo mundo, fazer mil coisa. E aí eu tô funilando e eh selecionando meus clientes também, assim como os clientes seleciona a gente, né? Já despedi cliente com muito orgulho e,
enfim, estou aprendendo. Com isso tudo, o que que eu faço? Eu sou especialista em imóvel de terceiro e a dor do cliente é resolver o imóvel dele, porque muitas pessoas me procuram para colocar o imóvel à venda, mas não tem Nem noção de como que tá o imóvel. às vezes não não tá no nome deles. Ah, ontem mesmo aconteceu, o cara falou: "Não, ó, para vocês entender, um cara queria que eu pegasse a casa dele para vender." Eu falei: "Tá, como que tá documento?" Olhar. Ele pegou de uma construtora que a construtora pegou de outro
e esse outro tava acreditando que já tava no nome da construtora e não tava. Eu falei: "Não, eu não disponibilizo um imóvel no mercado se Ele não estiver correto". Então, é isso que eu resolvo pra pessoa. Esse é a dor da pessoa nessa parte, >> não? Isso é muito interessante. Você falou de selecionar cliente. Então, quando a gente começa a se posicionar e ter esse trabalho de posicionamento na nossa comunicação e os clientes vêm a partir da nossa comunicação, eh, e do nosso conteúdo, né, eu falo que hoje o conteúdo ele é o nosso comercial,
né? Então, eu sei que vocês são comercial Aqui, que por são corretoras, mas o conteúdo ele faz esse papel de ser o seu comercial, de chegar ali até o cliente. E quando a gente faz esse trabalho e você já cria, né, esse conteúdo eh focado em um cliente ali que você quer eh buscar no produto, enfim, toda nesse trabalho de posicionamento, você já filtra também o cliente de certa forma meio ali que automático, né? Então você já tem esse primeiro filtro. Mas aí foi interessante também você falar dessa Questão de resolver problema e você assim
eh você falou nessa dificuldade de se olhar nesse processo de resolver o imóvel do cliente, eh você se realiza nisso? Assim, qual que é a parte que você olha e fala: "Nossa, eu sou muito boa dentro desse processo de de resolver essa dor". >> Sim, mas eu entendo que a gente nunca faz nada sozinho, né? por exemplo, eh, eu faço todo o processo sozinho e eu prefiro que eu faça. Eu tenho poucos Clientes, mas que eu faça desde a angreação até o registro do imóvel quando eu vendo. >> Então, eu >> eu fico bem fazendo
todo esse processo, porque eu tenho certeza que o meu cliente vai ser vai ser eh cumprir todas as etapas possíveis e certas da forma que tem que ser feito. >> Sim. Então, aí você começa a pensar, eh, e você consegue trazer isso paraa sua comunicação, >> entendeu? Então, assim, eh, você e aí quando a gente começa a pensar assim, não, tá bom, olha no que eu sou boa, olha a dor que eu resolvo e por que que eu não estou comunicando isso? >> Até eu penso várias vezes, falei: "Não, vou ter que hoje eu cada
acontecimento que vai durante os, né, os atendimentos e tal, eu falo: "Não, hoje eu vou fazer um vídeo sobre isso". Ah, eu faço um ou outro lá muito de vez em quando, mas de conscientizar as pessoas, Tanto os compradores quanto os vendedores, para não irem conversa de qualquer um, porque aí as pessoas têm mais experiência com corretor e generaliza a classe. E não é não é por maldade, é porque eles mesmos por ignorância não procura a pessoa certa e aí acaba acontecendo alguma coisa que não dá certo. >> É, e olha aquilo interessante. Esse já
seria até um outro ponto de conteúdo, de posicionamento, de você falar: "Pera aí, Né? Não pode generalizar". Olha aqui, temos. Então assim, eh, quando você se aprofunda na dor do cliente, primeiro no seu diferencial e depois, né, você casa ali com a dor do cliente, você começa a ter uma comunicação que ela se torna muito mais assertiva, né? Deixa eu passar pra Rúbia que também levantou a mão e depois eu respondo a Helene que mandou no chat. Oi, boa tarde. Tudo bem? Parabéns pela exposição. Nossa, gostei bastante, fala Muito bem. Eh, pegando o gancho do
que a Jane falou, né? Ela ela trouxe esse contexto da situação dela aí. E eu tô justamente na hoje tentando o meu posicionamento para trazer clareza para as pessoas que querem comprar imóveis e que elas precisam ter essa segurança jurídica, né? Elas já pensar nisso antes, pensar eu vou vender meu imóvel, como que está essa situação? E realmente é muito difícil você ter clareza No seu posicionamento quando você acha que você vende para todo mundo, né? E isso reflete muito no posicionamento, porque antes eu sempre quis falar com todo mundo, porque é direito imobiliário, todo
mundo tem problemas. Mas eu tô entendendo cada vez mais que hoje o meu posicionamento ele é para famílias que querem ter a segurança jurídica, que são investidores também, que querem crescer o patrimônio, mas de forma segura. Só que é muito difícil ter Essa comunicação, né? Às vezes você acha que aquele conteúdo ali é um conteúdo importante, mas a gente traz muita técnica nos conteúdos. Então, tô nesse desafio agora de mudar, né, não trazer tanta técnica dos meus conteúdos. E a a minha maior o meu maior desafio hoje, né, trazer essa comunicação da prevenção para as
pessoas que querem comprar e vender móveis. E aí os corretores podem me ajudar nisso. >> É isso aí. E assim, é muito interessante até também um outro ponto que você falou, é porque a gente começa a acreditar que fala: "Nossa, mas tem muita gente fazendo mas esa gente, você é você". Então, por isso que eu falo que assim, a gente começa a olhar eh a gente vive num mundo da na era da rede social, eh, e aí você começa a olhar pro lado e aí você se perde. Então, eu falo que a primeira coisa tá
muito na mentalidade, na postura, de falar assim: "Pera aí, eu Sou produtora de conteúdo e não consumidora de conteúdo. Então, sei lá, a partir de hoje eu não vou ficar mais horas ali rolando o feed. Em vez de eu ficar horas rolando o feed, eu vou, sei lá, me dá às vezes 10 minutos para buscar referências e às vezes ver o que tá em alta, às vezes o que eu posso pegar, mas outro tempo eu vou ficar ali num bloco de notas, eu vou estudar, tipo, começar a pensar. E é isso que eu quero muito
trazer assim também para Vocês, usarem as IA aí como ferramentas eh de vocês identificarem padrões, de vocês entenderem vocês nos processos. Então, eh, isso vai ajudar muito nessa construção, nessa clareza, na verdade, do posicionamento, né? E, e aí você, né, falou muito também, Andreia, dessa parte de ahã de ser técnica e tal. E a comunicação hoje, tipo, ela não, a gente não consegue mais conectar de uma forma superficial do tipo, ah, se você quer saber como resolver essa parte, sei lá, De documentação, não sei quê, então esquece, a pessoa já achou chato e já rolou,
né? Então assim, como trazer fazer isso de forma assertiva? Então, tem um outro exercício que eu gosto muito que chama o mapa da empatia, eh, que eu gosto muito de aprofundar nisso, assim, de tipo e e o mapa do empatia é justamente pegar elementos emocionais do seu cliente e pensar assim: "Opa, pera aí, ah, você entende que, por exemplo, ah, ele tá preocupado com essa parte de Documento, mas, sei lá, é para conseguir deitar à noite no travesseiro e, sei lá, dormir sem ansiedade, porque tá preocupado em resolver isso." E aí você já começa a
trazer uma comunicação do tipo, nossa, você tá ansioso por conta disso e tal. Você consegue no sentimento, no emocional. E a gente só consegue fazer isso quando a gente mapeia. Então assim, eu gosto muito de pensar nas experiências, nos seus atendimentos, de falar assim: "Não, pera Aí, deixa eu pensar. Os últimos clientes que eu atendi, quem eram eles? Quem eram eles? Além do idade e sexo, onde mora, estado civil, quem eram eles na forma de pensar, quem era ele na forma de de quais eram as dúvidas, o que que tava ali afligindo. Então, esse é
um exercício bem legal também, né, de fazer. Depois eu vou até colocar lá no grupo para vocês. Eh, mas eu acho que assim essa clareza que nem até a Elane colocou, sou arquiteta, tendo cliente Médio padrão, a dor que resolve é fazer um projeto de acordo com as necessidades do cliente. Então você vê que é uma coisa assim com budget, né? É muito assim racional se você parar para pensar essa dor. Como transformar isso eh num numa questão de tipo ah emocional, putz, né? Às vezes, ah, você vai casar e você tá gastando com casamento
também, com apartamento, então como deixar seu apartamento bonito? Então, você vai começando a explorar Outros lados. Mas esse mapa da empatia ele clareia muito. Mas antes disso, eu acho que a gente trabalhar um ponto até antes do cliente, que é realmente quem é você, né, de falar assim: "Não, mas pera aí, como que eu me diferencio como marca?" Eh, e aí a partir desse momento você pode até pegar um feedback e falar assim: "Olha, um cliente que você já atendeu, que você vendeu e que você fala assim: "Pera aí, né, quem que eu ã você
Fala assim pro cliente, olha, eu sou fulana, não sei se você lembra de mim ou você comprou um imóvel, você foi atendida por você e tudo". O, eu posso passar assim, qual foi a percepção que mais me chamou atenção sobre, né, o que mais eu chamei atenção no meu processo de atendimento, o que você mais gostou, é o que eu falei, fazer essas perguntas pros colegas de trabalho, fazer essas perguntas para eh as pessoas que às vezes o círculo que tá em você. Então, Eh, eu falo que é caminhando que a gente encontra o caminho.
Então, a gente vai entendendo esse processo de como a gente eh tem essa autenticidade já dentro da gente. Então, eu falo que assim, o que quer sair, na verdade, nascer de dentro da gente já tá aí. É que às vezes a gente não permite, né? Então assim, quantas corretoras hoje, quantas mulheres, então vi que tem arquiteta, tem advogada, então quantas mulheres ali que do imobiliário a gente vê se Permitindo ter uma comunicação autêntica? Alguém que você olha e fala: >> "E pegar guarda-chuva?" >> Espera que acho que o da Amanda tá aberto aqui. Eh, de
falar e falar assim: "Nossa, olha, essa comunicação realmente, tipo, ficou na minha cabeça, né?" Então, eh, tem, eh, bordões e coisa que às vezes você fala e você marca, tem símbolos, né? Então, a gente tem aí com a Mônica Populoves, que o o ai o salto dela lá, Que até esqueci a marca, mas é o salto eh lá do da Sola Vermelha, tem o Bem-vindos ao Luxo, a gente tem a Mar Amores, né, que fala o Mar Amores. Só que assim, quando até eu gravei até um podcast com a Mônica e quando você vai conversar,
não é que ela já nasceu pronta, a clareza ela vem no caminho. E o que muitas vezes nos paralisa é a gente pensar: "Não, pera aí, eu só vou começar a me comunicar quando eu tiver um posicionamento pronto. Ah, eu só vou Começar a me comunicar quando eu realmente ã eh já tiver ali já tudo muito eh mais clar eh tudo pronto e certo. Só que não é assim na prática. Na prática você vai fazendo e faz: "Opa, pera aí que nem uma de vocês falaram. Eu já entendi, F Andreia, eu já entendi que são
famílias, né? Então você já vai começando a ter as percepções e ganhar consciência no caminho. E a mesma coisa com os seus, as suas habilidades, com os seus atributos. Você vai entendendo eh conforme você vai atendendo, conforme você fala: "Nossa, olha, me desenrolei tão bem aqui". Então assim, tem eh a questão de você fazer ali quais são meus pontos fortes, quais são os pontos que eu preciso ainda trabalhar. E aí é o que eu falei, se você não tem a clareza, pergunta paraas pessoas suas voltas, a sua volta, pergunta ali pro pro teu colega que
tá dividindo um plantão com você ou, né, tipo que trabalha ali no seu escritório E que você fala: "Não, mas espera aí, né? Onde você vê que você fala: "Caramba, olha, parece que que, né, vai natural". Então, eu acho que esse é é um grande elemento. Eu ia vou passar um exercício aqui para vocês, eh coisas assim de 5 minutos. Então, se vocês eh todas vocês usem usam o chat ou o Gemini ou Cloud, vocês já estão habituadas com alguma IA? Já? >> Sim. >> Tá, eu vou, >> eu posso falar da minha experiência? Isso.
>> Pode. Desculpa, acho que é a Andreia agora que tá falando, né? Eu tinha falado, eu confundi. Andreia, >> posso falar da minha experiência aqui? >> Pode, pode sim. Andreia. >> Oi. Eh, eu sou advogada de direito imobiliário e patrimonial. Já trabalhei como construtora, eh, dentro dessa parte de corretagem, Né? Aí eu agora tô só na advocacia mesmo. E minha maior dificuldade, eu tô começando a empreender a partir de de abril desse ano, eu comecei a empreender e eu tô com muita dificuldade de focar em um assunto porque eh a área patrimonial pega eh patrimônio
de família, associações, então uma coisa bem extensa. Então tô com muita dificuldade de me posicionar nas redes sociais. Tô começando a fazer meus vídeos e tô vendo justamente esse Aspecto que você falou da dor, né, do sentimento e e tentar buscar esses ganchos virais. Eu eu tô tentando acompanhar o que os outros advogados estão fazendo e tá dando certo, mas ainda tô com bastante dificuldade. >> É, eu acho que primeiro é mapear essa parte interna mesmo, né? Então assim, essa parte do que você quer, quando eu falo que a gestão de marca, o nosso posicionamento
no digital, ele é um Reflexo do nosso presencial, eh, é realmente assim, então assim, primeiro você tem clareza do que você quer no presencial? Que tipo de cliente você gosta mais de receber? Que tipo de trabalho dentre todas essas a todo esse mercado, qual que é o cliente ou que você tem mais domínio? Você tem essa clareza? Isso eu tenho bem definido. É tanto que o meu brand da do meu Instagram e do meu Site, eles seguem esse padrão de assim pegar um cliente que tenha recursos para pagar meus honorários, porque lá atrás eu tava
de saco cheios de cliente que ficava mitigando meus honorários, ficava desvalorizando meu trabalho. Então eu fiz uma posse de peso dentro dessa área de direito imobiliário notarial, registral, justamente para fazer a diferença e pegar esses clientes, investidor, eh, pessoas que têm patrimônio e tentar trabalhar esse Público para eh captar clientes. Eu já entendi alguma coisa assim que, por exemplo, regularização de imóveis é para as pessoas que não têm muitos recursos, porque se a pessoa não tem recurso para eh eh regularizar o imóvel, diria para pagar os honorários. Então, isso já diferencia o cliente alto padrão
e o cliente médio padrão, >> tá? Então assim, você já tem sua resposta no presencial, >> é? E aí você já tem essa sua essa Resposta no seu dia a dia. Então pera aí, como você leva isso pro digital? Então assim, se aprofunda no se aprofunda em quem é esse cliente investidor, por exemplo, vou dar um investidor que às vezes é mais fácil da gente conseguir eh mapear. Então se aprofunda, se aprofunda a ponto de assim eh falar, mas esa aí, né? Para que que ele me contrataria? Então seria para não ter dor de cabeça?
teria tipo, então assim, é, é entender não só na parte Racional, mas a dor que você resolve e no ali no emocional. Ah, é uma segurança. Eh, é putz, é você ele saber que ele tipo, meu, sei lá, vai eh investir de forma tranquila porque tem você para cuidar. E aí você vai começando a trabalhar isso. Então assim, se você já tem clareza desse público, você já começa a ter uma ponte do justamente do seu do da sua comunicação, né, de para quem você vai direcionar. Então, antes só da gente falar, eu vou Dar um
exercício também assim, então eu quis trazer uma coisa muito mais mão na massa assim para vocês do que a questão de só eu ficar falando e tal, até porque eu acho que hoje as IAS elas são ferramentas muito boas e poderosas. que pra gente trabalhar em conjunto a quatro mãos. Eh, então eu quero muito abrir a mente também de vocês para isso, para vocês usarem isso como um apoio nessa nesses insightes de você, enfim, entender. Então, eu vou fazer primeiro Dois pontos assim. Eh, hoje vocês vamos parar para pensar assim de de eu vou dar
um scriptinho aqui no chat, vocês copiem. Vocês vão fazer o quê? Vocês vão entrar ali no Instagram de vocês, vocês vão dar print. da telinha que aparece, sabe? Daquela aquela telinha que que aparece. E eu vou colocar um prompzinho para vocês colocarem na IA para vocês depois pra gente pontuar depois só abrir uma ou duas respostas, né? Eu até tinha pedido para ele fazer uma análise Mais geral, mas até pra gente depois eu posso até mandar o prompt completo só missão. Eu vou colocar isso, ó. é descrever sua percepção, ó. Então, vocês vão fazer o
quê? Vocês vão dar um print na aqui, deixa eu abrir aqui no meu celular ou pelo computador. Vocês vão dar um print da do perfil de vocês no Instagram e aí vocês vão colocar na IA que vocês usam ou se não Usando alguma, pode ser um chat, cloud, gemai, qualquer uma. E aí você copia esse esse promptinho. Então vocês vão pessal, >> Giovana, só uma dúvida, tá? Mas daí a gente vai lá no nosso Instagram agora. Você mandou no nosso Instagram. >> Isso não, eu mandei aqui no chatzinho do >> Ah, tá. No chat aqui
da >> Isso. >> Ver se eu abro aqui. Cadê o chat? >> Coloca aí. Você copia isso. >> Ah, entendi. Perfeito. Aham. Junto com a imagem do seu perfil. >> Tá. >> Tá. E aí a gente vai só para falar. Opa, pera aí, eu estou transmitindo a percepção certa. >> Ah, tá. Mas daí esse eh esse prompt que tu colocaste, a gente coloca no chat junto com >> o print do seu perfil do Instagram. >> Ah, perfeito, entendi. Tá, Tá. >> Aí coloca isso no chat. >> É, eu vou dar uns dois minutinhos aí para
vocês e aí às vezes quem quiser também compartilhar, senão depois eu eu sigo, tá? Agora é teste de ferro. Nossa, que legal. Câ no celular Alguém já recebeu a resposta do chat ou do algum? >> Eu já. E aí? >> Cadê? Deixa eu pegar aqui. >> Eu recebi também. >> E aí, Arlet, gostou? Eu gostei. É bem o que eu acho que eu tô precisando melhorar, que a resposta foi: você está posicionada como uma corretora confiável, experiente e humana, mas ainda não totalmente posicionada como uma autoridade de alto valor. é o que o meu perfil
transmite hoje. Credibilidade, selo verificado, Experiência no mercado, imagem profissional e elegante, forte presença feminina e pessoal, proximidade e acessibilidade, mas também transmite perfil mais institucional do que magnético. Pouca diferenciação em relação a outras corretoras. Não fica imediatamente claro porque alguém deveria escolher você invés de outro profissional. Então, é bem o que eu acho que eu preciso melhorar, que é a parte de autoridade e Referência, né? O que a Giane tava falando, eh, o mesmo caso é o meu, eu sou corretora independente, então, eh, eu atuo da mesma forma como com imóveis de terceiros. Eu faço
todo o processo, né? comprador, vendedor, então fica tudo no meu controle e eu acho muito mais fácil de trabalhar e flui bem melhor do que depender de uma estrutura, de setores, de muitos processos que às vezes inessam, né? Então eu busquei ser independente justamente por isso, para Poder fazer essa parte fluir mais rápido. E isso no meu perfil não está claro. É algo que pode também trazer essa referência que falta. até que o chat colocou aqui, né? Então é bem, foi bem assertivo mesmo que eu tô precisando fazer. >> A gente tem uma dificuldade muito
grande, assim, não é dificuldade, né? Mas o nosso mercado é imóvel, né? Então a gente já fala de uma coisa que é física. E aí quando a gente microfone Alene é aí é uma coisa que é física. Então, eh, a gente já tem aquela coisa que é um trabalho de dia a dia que você às vezes tem a questão do imóvel e aí é muito difícil você às vezes conseguir conectar ou conciliar com o digital. Eu falo que quando a gente começa a priorizar eh o digital entendendo que ele é parte do seu trabalho e
que isso fica muito mais fácil, né? Então não Adianta você ver falar assim: "Nossa, eu preciso mudar isso, então pera aí, deixa eu fazer um planejamento". Então assim, às vezes aproveita essa esse exercício aí com chat, vai às vezes se aprofundando também estou aqui ali paraas mentorias, mas para se aprofundar e entender o processo de como ir ajustando isso. Ah, fiz o planejamento, entendi o que eu preciso transmitir, como que às vezes eu posso mudar isso com as minhas narrativas, com o meu Conteúdo. Não fale assim: "Nossa, a partir de amanhã eu vou postar todo
dia". Agora, a não ser seja uma coisa assim de tipo, ah, na semana eu vou, sei lá, postar todo dia para ver se realmente isso traz alguma diferença, se for uma um curto período. Pensa que isso é a longo prazo. Então, se você tiver pensando, não adianta você começar já todo dia, vai ser uma coisa que você vai começar e você vai parar. Então, pensa assim: "Não, eu vou começar ali, ó, Nesse primeiro momento, uma vez por semana". E você vai indo até você conseguir eh entender que o digital ele faz parte do seu trabalho.
Então, para quem é autônoma, o digital ele também tem, né, ele tem essa questão de tipo, ele é uma ferramenta para você fazer uma captação, ele é uma ferramenta de, né, de ter essa autoridade, de ter essa troca, de ter essa indicação. Então, eu acho que é um é o que eu falei hoje é o é o coração Ali, é o comercial, né? e você transformar isso num, como o próprio chat falou, assim, de uma comunicação magnética, eh, isso vai te ajudar muito nesse, nesse processo, sabe? Então, vai a vai aos poucos, mas não desiste
caminho, né? Entende que é uma construção a longo prazo e que é uma jornada mesmo, sabe? Eu acho que tá muito até Andreia tá falando ali da das vezes da semana e tal. Eu acho que depois eh conforme você vai criando o Hábito, entendendo que o digital faz parte, você vai virando uma chave de pera aí, que tipo de conteúdo funciona, que tipo de conteúdo não funciona. Mas o segredo é ter esse hábito e entender que meu vai ter conteúdos que você vai às vezes colocar tua energia ali, você vai fazer acontecer, vai falar: "Putz,
não era isso, né? Não, não virou como eu imaginava e acontece". Então, a questão tá muito mais na tentativa ali de Acerto, de erro, de ir trabalhando esse processo, de às vezes também usar eh essa comunicação de às vezes no a um ali com o cliente, não, né? Justamente para você ir fazendo o movimento, mas você fazendo o movimento na vida real, ela é muito mais poderosa. Na verdade, o digital ele potencializa o que já faz acontecer, né? Então, eh, então você pensa muito isso. Ah, pera aí, então o que que falta? Ah, é só
realmente a minha comunicação ou falta eu às vezes Estar em um ambiente, sabe, de mais networking? Ah, como que eu posso fazer isso? Ah, vou entrar na comunidade do Elas Constrói. Ah, às vezes na minha cidade, local, como que eu posso ter mais troca com esse mercado ou com esse cliente que eu quero atender? Então, você começa a mapear os pontos para você ativar a sua marca. né, que vão muito além do digital. Como eu falei, o digital ele é uma parte, é uma parte que você usa para potencializar a sua marca, Mas ele é
um recorte. E aí a gente tem muito aquela questão também da tipo, mas de novo, de novo e o a comunicação, na verdade, a gestão de marca, essa percepção que eu falei que às vezes a pessoa vai falar sobre você, tipo, ah, em uma palavra, às vezes é repetição. Então, é você às vezes pegar um tipo de conteúdo e você só ir reciclando ele, mas ainda assim você ir sendo repetitiva naquele quesito, né? Então eu falo que hoje quem muito fala ou quem muito faz Nada, tipo, parece que você não consegue transmitir tudo, porque você
tá disputando atenção muitas vezes com você mesma. Então pelo que você quer ser reconhecida. Ah, então é realmente pro investidor, então pera aí, deixa eu focar minha comunicação pro investidor. Ah, se vier os outros clientes, óbvio, vou atender. Não, não me fecho a esse ponto se, né, for interessante para mim. Mas a minha comunicação está sendo direcionada para investidor para eu Conseguir realmente captar os investidores, né? Então é isso que que começa. Alguém mais quer compartilhar aí a percepção de falar: "Putz, acho que é esse caminho, não é?" A Lúcia também falou: "Valeu, obrigada também,
Lúcia. Que bom que eh eu quis assim trazer esses exercícios junto com a Tem mais um assim justamente para vocês entenderem as ferramentas, sabe? de entender quanto mais repertório a gente tem também. Isso vai ajudando a Gente a desenhar isso junto com uma com uma ferramenta que é IA, por exemplo. >> Você vai colocar esse material disponível no grupo? >> Posso colocar sim, posso colocar. O meu aqui ele deu exatamente essa fase que eu tô de transição, né, para sair mais da questão técnica e para ser percebida mais como estrategista patrimonial, né, que é o
meu objetivo hoje de ter esse posicionamento mais de estratégia na Questão patrimonial, de organização do patrimônio, desde o momento em que compra o imóvel até o fim da vida, né? Então, achei bem legal porque ele trouxe exatamente isso e até eu já coloquei aqui, ele já me deu algumas dicas de como melhorar também, que tipo de conteúdo produz produzir aí para alcançar esse objetivo meu, >> tá? Eu vou até depois te dar passar aqui também um outro exercício e para vocês fazerem que vai te ajudar bastante nesse Processo que aí vai ficar meio que um
exercício lição de casa, sabe para vocês. Mas eh pode falar, Elane. >> Oi. Eh, o meu também deu para eu definir melhor a minha bio, porque ela tá muito dizer assim, simpática, amorosa, mas assim, definir, né, o o nicho correto. E hoje eu faço médio padrão. Meu sonho é o alto padrão. Mas eu já entendi uma coisa, não dá para você ir lá pro alto antes de passar pelas outras etapas, né? Foi uma coisa difícil eu entender. Agora Eu entendi. E uma coisa que agora eu tô um pouco na dúvida, eu fiz um trabalho de
eh assessoria, tipo assim, não era projeto, era só decoração e eu indicava na planta o que que ia, o quadro, o tapete e passava os links. Só que assim, é como deixar uma casa chique com, não vou pôr custo baixo que chato, com melhor custo benefício. E também eu faço lá o médio padrão. Aí depois eu fiquei pensando, né, se isso Não pode dar conflito no mesmo Instagram, entendeu? >> Só que o outro ele pode me trazer um dinheiro rápido >> que eu gostei de fazer também. Não sei se eu vou ter que ter dois
Instagrams, entendeu? É, eu ou você prioriza nesse momento, você faz um planejamento que às vezes eh o cliente é o mesmo desses dois tipos de produtos. Não, não. Diferente, diferente. Cliente diferente. O cliente é para essa assessoria que eu dei, veio Através de uma influenciadora que conhece, que deu apartamento pra mãe. E a gente fez esse trabalho que sabe que eu peguei assim porque eu falei assim: "Nossa, eu mexo muito mais com obra, com projeto mesmo que decoração". Mas aí eu quis participar do desafio e eu vi que eu me saí muito bem. Nem eu
esperava assim, sabe? na hora assim que ela gostou de tudo e eu também na hora que eu fui montando as coisas, que eu fui vestindo a casa com tecidos, com, Né, e nossa, eu falei, eu não sabia que eu tinha esse dom, foi uma coisa boa que eu descobri. >> É, eu acho que talvez eu não sou contra, né, ter dois Instagrams, mas eu acho que já é difícil a gente manter um ativo, então dois é mais difícil, sabe? Então, talvez é pensar nessa prioridade nesse momento de comunicar. Eh, às vezes, ah, então vou focar
mais nesse, talvez nesse projeto que me traz um um caixa mais rápido. Então, prioriza mais essa Comunicação e aí você consegue ir depois ajustando. Então, passa, sei lá, um, dois meses, ah, realmente aí que você quer ficar, não, não é. E aí você talvez vai mudando, vai sentindo, né? Mas sim vai ter esse conflito de eh percepções diferentes às vezes sobre o seu mas agora me de uma ideia, eu vou dar uma olhada, porque tem arquitetas que faz esse serviço e faz projeto mesmo sem ser isso. E acho que tá muito po é na verdade
ele pode entrar como seu Produto de entrada, sabe? Então você ali um produto de entrada pro cliente às vezes ter aquele gostinho, ter uma assessoria e depois ir para um outro, né? Porque é o até que falou assim: "Isso é umaess, isso é uma consultoria, isso aqui é um projeto, >> né? Porque o preço do projeto é um custo mais alto e mais longo. A consultoria é uma coisa bem mais rápida. >> Sim. E às vezes até é o o mesmo o mesmo ã cliente, mas é que às vezes as Necessidades são diferentes. Então, sei
lá, é diferente de eu querer, ah, eu quero um projeto pra minha casa inteira e às vezes, ah, não, só quero mexer às vezes pensando em alguma coisa ali para dar um toque especial no meu escritório, por exemplo. Isso. >> Então, eu acho que é coisa que você às vezes consegue sim trabalhar no mesmo perfil, mas pensando muito nisso assim de na sua esteira de produtos, né? >> Uhum. >> Tá. Tá bom, obrigada. >> Então, né, que como a gente já começou mais tarde também, a gente já se estendeu, eu vou até assim aproveitar o
gancho disso assim. Então, o que que é essa questão do posicionamento, né, do posicionamento de dentro para fora, de você entender realmente quem você é, de você entender os seus diferenciais que podem potencializar a sua comunicação. E aí quando você pensa em qual o diferencial, é você pensar assim: "Nossa, todo mundo fala que eu me comunico bem. Será que eu não tenho que pensar então realmente de usar como usar minha comunicação a favor, né?" Então você começar a pensar nisso, nossa, todo mundo fala que chega na hora da negociação, eu me transformo, que eu faço
isso muito bem. Então, pera aí, deixa eu às vezes ver como que eu posso ã trazer alguém ali, alguma algum braço direito para me ajudar no no nas outras etapas para quando chegar mais Redondinho para mim na negociação ser eu que eu vou ali arrasar. Então, é você entendendo esse processo e você trazendo isso paraa sua comunicação, né? Então, eh, eu acho que esse é o primeiro ponto, é você entender você. E aí a gente vem pro outro, paraa outra base que é o cliente. Então, a gente sair daquela superficialidade do racional do cliente, que
é esse segundo exercício que eu vou passar para vocês, de vocês também ahã entenderem, falar assim: "Não, mas esa Aí, o que esse cliente sente, né? O que que ele sente antes de tomar essa decisão?" E aí a partir disso você pegar às vezes um e aí fazer o teste, que é o que a minha, né, essa minha lição de casa, de construir isso numa narrativa, em um conteúdo, né? Mas essa parte de bio também, como a Elane comentou, eh, ah, acho que eu preciso mudar minha bio e tal, é você também entender se sua
bio está transmitindo o que você ã o Problema que a gente falou lá, né? O problema que você ajuda a resolver. Então essa é a ideia da Bill, você está transmitindo isso. Então usem essa análise que o chat fez de vocês. Eh, se aprofundem nisso. Fala: "Ah, Giovana, mas eu não sei como começar a me aprofundar nisso. pega os últimos clientes que você atendeu, pega os últimos ou pensa assim: "Put, esse era o tipo de cliente que eu queria atender". E aí você, a partir disso, você começa a A mapear melhor esse cliente e aí
pensando nessa direção, mas tudo começa com você. Então assim, tenha muito clareza nesse processo de a partir de hoje de tipo, ah, você vai fazer uma ligação com o cliente, pera aí, onde você se ã você se sentiu mais autoconfiante? Ah, você vai fazer uma visita com o cliente, onde você achou que você se destacou mais? começa a ter essa autoconsciência, porque muitas vezes a gente vive no automático e a Gente não percebe. E aí o nosso diferencial, o nosso lado mais autêntico, ele tá aqui, ó, bem na nossa frente e tá, a gente não
está percebendo justamente pela correria, pelas demandas aí da rotina. Eu vou deixar um outro promptem no com calma depois. Eh, só para vocês copiarem, copiarem. Eu posso colocar depois no link. Eu até coloquei esses dias no grupo que eu tenho. Depois quem quiser também me seguir é o @gicarrilho. E lá também eu tenho um grupo do da comunidade corretora de marca. E eu até fiz um exercício esses dias que era justamente eh para trabalhar, entender melhor esse perfil, esse cliente e e aí você conseguir. Na verdade, eu vou copiar aqui essa lição de casa que
eu tinha passado para elas, é um pouquinho grande, eu vou mandar depois lá no grupo, mas é um exercício super legal. Eh, coloquem depois lá no grupo do Elas Constrem, quem for fazer, Eh, a gente faz essa troca. E eu queria só para até para vocês falarem: "Nossa, isso abriu o meu olhar, isso realmente me ajudou". Porque a minha ideia aqui era explicar um pouquinho do que era o posicionamento, mas também trazer vocês para colocarem a mão na massa e começarem aí a se conscientizar de que vocês são uma marca e de que pode ter
aí o máximo de corretoras no mercado, mas ninguém é você. Então, para você também conseguir ter essa consciência de Olhar, né, onde está o seu diferencial e como você pode comunicar isso, tá? E aí, eu queria só pegar um slide que eu lembrei de uma outra aula que eu gosto muito, só pra gente fechar e deixar assim como uma reflexão. Pronto, acho que agora vai. Deixa eu colocar a aqui para apresentar, que é na verdade essa carta, tipo, a carta da dúvida, né? E aí a gente pensa assim, eh, o sol está nascendo ou o
sol Está se pondo? O barco está chegando ou está partindo? E por que que a mulher tá nua? Ela vai aí. E aí é exatamente essa reflexão que uma corretora de marca ela não escolhe, ela decide. Ela decide porque ela é dona das próprias decisões. E muitas vezes a gente fica esperando que a vida escolha pra gente quando a gente tem esse poder de decisão, de mudar, de fazer acontecer. Não tô dizendo que que o processo é fácil, porque não é, mas essa reflexão que eu quis trazer assim, que eu quero trazer com essa carta,
e eu vou até ler um textinho aqui, que é isso que é decida o momento do sol, né? Então, primeiro assim, escolha representa dúvida e incerteza, pois ao escolher uma opção em detrimento da outra, corre o risco de ficar sempre na incógnita do que teria acontecido caso fosse outra escolha. É aquele e se eu tivesse optado Por outro caminho? Então, decida. Decida o momento do sol, decida a direção do barco, decida a razão que leva a mulher está nua. Decisão é diferente de escolha. A decisão apenas acontece a partir da mobilização da força interna. E
aí quando você decide, você se move a partir das escolhas que você vai realizando, né, que a vida também realize. Então é possível tomar escolha sem que isso implique decisão. Então eu acho que esse é o grande ponto, né, de Onde estão as suas decisões, né? Então onde está a sua força, no que você tá focando? O sol tá tá tá se pondo, o o sol está. Então, decida, realmente, tem essa força da decisão de fazer acontecer quem você decide ser a partir de agora e aí qual é a decisão que isso tem paraa sua
vida. Mas lembre que l assim que não existe escolhas fáceis e que as respostas elas vão mudando. Então esse processo da comunicação de dentro para fora, ela muitas vezes é incômoda porque É um processo também de um autoconhecimento, mas transforma também, dá para você transformar esse momento de incerteza, né, na maravilhosa oportunidade de tomar decisões. E eu sempre falo que tem aquele medo que impulsiona, então tem aquele medo de tipo, nossa, isso me paralisou e eu realmente não consigo sair daqui. Mas também tenho medo que leva a gente adiante. Então, alimente o medo do frio
na barriga, do fazer Acontecer, de falar: "Não, eu vou mesmo e vou com medo e eu vou aparecer, vão me chamar de blogueirinha, mas tá tudo bem, sabe?" Então é isso. Então eu espero muito que vocês tenham gostado assim, que tenha clareado muito nesse processo de gestão de marca, de construção ali, de um posicionamento forte e e memorável para vocês. Eu acho que quando a gente entende eh que o poder está em ser única, eu acho que isso também traz muito mais clareza pro Isso. Alguém mais quer compartilhar alguma coisa? >> Giovana, você é de
que construtora? Eu trabalhava, na verdade, na MG, que é construtora em Praia Grande, no litoral. Tô no litoral de São Paulo, Santos, >> eu trabalhava na na MGQ. E hoje eu acabo só nessa parte mesmo das mentorias para as corretoras de móveis. Não não atuo mais, né? acabei conseguindo sair até para focar mais na parte da família e nesse projeto aí que que tanto aquela Coisa que a gente tava falando dos diferenciais, eu tive a oportunidade de escolher o que eu realmente vibro, o que eu realmente gosto e isso foi uma decisão muito consciente do
tipo onde eu quero realmente colocar minha energia que faz eu acordar ali vibrando e falando: "Nossa, eu fiz diferença na vida de alguém", sabe? Eu acho que esse é o caminho assim de falar: "Nossa, você me trouxe clareza, você me trouxe eh eh eu consegui realmente entender que eu eu Consigo, né? Eu tava quase desistindo de ser corretora de móveis e realmente eu eu vi que eu consigo, mesmo que seja do meu jeito." Então isso para mim eu entendi que era o lugar onde eu queria estar e por isso a decisão também de sair da
construtora para focar no que eu realmente gostava. É quando a gente tem clareza, né? E muitas vezes a gente não chega no lugar que a gente quer por falta de clareza. Tem que tá muito claro, né? E eu sei Porque eu tô passando por isso, >> mas ao mesmo tempo, eh, não, não acho que também a minha jornada foi linear e foi muito assim, nossa, agora eu tenho clareza do que eu gosto, porque não foi? E mas eu sempre falo que os nos que a gente, eu não gosto, eu não quero, por mais que você
tenha ainda que continuar fazendo por um tempo, eu acho que isso também é uma grande forma de te dar clareza, porque você já sabe que não é mais aquele lugar ou não é mais aquilo Que que você quer, sabe? Então eu acho que a clareza ela só vem da vivência mesmo. Não adianta a gente planejar e ter todo um planejamento na nossa cabeça se na prática é completamente diferente, né? Então não tem como. É a vida acontecendo. Eh, eu mesma fui: "Nossa, agora vou retomar o projeto com tudo e isso foi em setembro. Nisso meu
filho ficou doente e aí pera aí, mais uma vez eu tô pausando o projeto." Então assim, é uma é a vida acontecendo, né? E a Gente é um alinhar de, eu fico que é um alinhar de expectativas o tempo inteiro pra gente conseguir também não se frustrar nesse processo, porque a gente sabe que muitas vezes não é só apertar um botãozinho e uau, de repente tá tudo claro. Às vezes é uma palavra que eu tô dizendo aqui ou que uma colega aqui compartilhou e que você fala: "Nossa, isso também funciona no meu negócio, acho que
esse é o meu caminho". E aí a partir dali às vezes pode ser que A clareza apareça ou às vezes é isso que você falou, tipo, tô fazendo uma coisa, mas ainda não é isso. Então pera aí, acho que, né, é um processo mesmo. >> E às vezes também eu acredito muito que às vezes a dificuldade que você tem de gostar ou ter a clareza é porque você já queria est ali, né? você não tá com muita dificuldade do de passar pelo processo. Ah, então deixa eu ver um atalho, deixa eu ver um atalho, deixa
eu ver um atalho. Isso eu tenho que tomar Muito cuidado, tem que ter respirar fundo. >> É. E outra coisa, né, como eu falei, a gente tá muito treinado já o olhar no automático a sempre olhar o palco dos outros. Então a gente vai e abre ali o Instagram e fala: "Nossa, olha, a corretora vendeu milhões e eu aqui, ó, não vendi nenhum esse mês. Nossa, olha fulana, não sei quê". Só que assim, ninguém sabe os bastidores do outro também, como foi a jornada do outro. Então eu acho que a gente acaba sendo muito cruel
com a gente mesmo quando a gente entra nesse momento de comparação. E eu falo que quando a gente começa a se conscientizar disso, de pera aí, eu vou me colocar como uma produtora de conteúdo e não como uma consumidora de conteúdo, é eu acho que esse é o primeiro ponto. Ou até mesmo assim, putz, eu tô na TPM, que que às vezes se eu vou entrar no Instagram para ver uma coisa que não vai me fazer bem, para que Que eu vou entrar? Então, às vezes, a gente também tem que ter essa consciência de nos
nutrir e nos alimentar com coisas que vão elevar e não coisas que vão fazer a gente duvidar da gente mesma, né? Então, eh, se naquele momento fala: "Putz, eu não tô bem, eu vi ali um post de uma colega e eu senti tipo um ciúme, uma inveja por não ser eu ali." Então, pera aí, deixa eu pensar o que que eu posso fazer hoje que deixa eu ver uma aula, deixa eu ler Um livro, deixa eu me capacitar, eh, ou deixa eu desfocar um pouco disso, mas entender também o nosso momento. Nós somos humanos, somos
mulheres. Eh, e eu acho que é muito importante, eu acho que essa questão da comparação também eh faz a gente ter essa urgência dos atalhos, né? Não só, eu sei que a gente também tem os nossos compromissos financeiros, mas eu acho que o atalho também muitas vezes ele vem para alimentar o nosso ego. E e eu acho que o processo quando a gente começa a encarar de uma forma gostosa, no sentido de tipo, nossa, olha assim, é comemorar as pequenas grandes conquistas de nossa, olha, descobri que eu não quero mais esse tipo de cliente, eu
já demito esse cliente, então pera aí, né? Então eu acho que é transformar mesmo essa jornada. Alguém é que como esse prompezzinho ele tá mais extenso, eu não sei se alguém começ chegou a fazer esse Último do mapa da empatia ou não, mas depois vocês façam. Eu coloquei aqui, façam depois, coloquem lá no no grupo. E não, posicionamento não é só para corretora. Eu sou engenheira civil, empresário, tenho dificuldade de me posicionar e comunicar. Eu acho que é entendendo realmente eh qual é, para você ter ideia, assim, eu fiz uma mentoria recentemente que foi bem
interessante, que foi numa imobiliária e Aí uma das mentoradas, ela era secretária da imobiliária. E aí ela falou assim: "Bom, mas eu falei: "Mas você tem o desejo de se tornar corretora?" Ela entrou agora em em numa faculdade de arquitetura. E aí ela falou assim: "Não, na verdade, tipo, né, eu tô aqui porque é meu trabalho, pago minha faculdade". Eu falei: "Mas qual que é o seu sonho? Qual que é realmente o seu sonho que vibra e faz acontecer?" Nossa, o que eu realmente quero é Trabalhar em um fazer estágio em e um escritório de
arquitetura ou de design de interiores. Então, então aí que tá o seu grad do seu posicionamento. Então, aí como a eh tá como Decore Colors aqui eh colocou eh de ser engenheira. Então assim, usem o posicionamento para também chegar nesse objetivo que vocês querem, né? Então, nesse nesse no caso dessa mentorada, a gente mapeou eh justamente ali de como ela ia como uma estudante de Arquitetura, como uma secretária de imobiliária, trabalhar a comunicação dela e o posicionamento dela para ter esse objetivo de ser vista por um escritório de de arquitetura, porque com certeza quando ela
chegar no num momento de por buscar um estágio remunerado ali, de fazer essa transição e e quem tiver contratando tentando olhar, mas pera aí, quais são os currículos? Hoje a gente sabe o quanto digital, quanto posicionamento, ele influencia na Balança. Muitas vezes ele influencia. Então, eh, pensa nisso, né? Quando você que é engenheira e empresária, pensa nisso. Qual que seria o seu objetivo? E aí você vai também pensando, ah, a dificuldade de se posicionar tá em relação a o que de conteúdo, tá relacionado ao às vezes as suas travas internas. Então a gente sempre vai
trabalhando os pilares que vai ser o autoconhecimento, o teu público ideal realmente e a sua narrativa da Comunicação. Então acho que esses três pilares são a base. Então é isso, gente. Muito, muito obrigada. Eu gravei essa aula, eu não sei como funciona aí na comunidade, mas depois também vai ficar eh disponível. Contem comigo ali no grupo, me marquem, que às vezes é difícil a gente acompanhar tudo no grupo, mas marquem ali meu arroinha também ajudo eh vocês nesse processo. Eu vou colar esse promptinho aqui também desses exercícios Para vocês lá no grupo, como eh eu
acho que é um ótimo começo para vocês entrarem nessa jornada. E é isso, né? Então, para quem não me segue ainda, é de Carrilho, tô lá e também tenho um podcast para vocês acompanharem, mas lá no meu Instagram vou falar tudo. E é isso, muito obrigada, gente. >> Obrigada. Parabéns, viu? Muito boa. Obrigada. Bar.