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Como criar CONTEÚDOS VIRAIS em 2026

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09,060 Palabras45m readGrade 10
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Vinci Society
Essa é a Hana Frank, dona de um dos [música] perfis mais respeitados do país no assunto de criação de conteúdo. A Hana também é conhecida [música] por transformar ideias e estratégias que geram relevância, influência e, o mais importante, [música] resultados reais na internet. Para você ter uma ideia, aos 25 anos, ela já soma quase 1 milhão de seguidores [música] nas redes sociais e mais de 20.000 1 alunos na sua comunidade, [música] criadores do futuro. E eu sou a Tha Dantas, a especialista em construção de marca e geração de [música] receita, que liderou o marketing de
empresas como Azulinhas Aéreas, Boca Rosa, G4 Educação, [música] UVV e hoje sou fundadora e CEO da Vince Society, a consultoria [música] que tem como missão construir as marcas mais sexis e ricas dessa geração e das próximas. [música] E por isso hoje eu convidei a minha amiga Hana para ensinar para vocês o passo a passo de construir um conteúdo viá. Dona Hana, você fala que produzir bons conteúdos é um negócio científico. Eu queria que você me explicasse quais são os elementos dessa sua tese científica de produção de bons conteúdos, conteúdos de alto alcance e alto impacto.
Eu falo que conteúdo é como uma ciência, porque existem os elementos da ciência que a gente coloca ali para dar o resultado que a gente quer. Então, exemplo, criatividade, roteiros, formatos criativos e o pós, a edição, fazer [música] estar na linguagem da plataforma. Então, temos esses elementos aqui que fazem parte da sua ciência de criação [música] de conteúdos de autores resultado. Primeiro eu quero entender para você o que que é um conteúdo de alto resultado, o que que é um conteúdo de alto impacto. [música] Mais do que um conteúdo viral, o que que é um
conteúdo de alto impacto, um conteúdo bom na sua visão? Eu acredito que cada um tem a mensagem de alto valor que quer passar, só que nem todos sabem fazer isso de uma forma que as pessoas querem assistir. E o melhor conteúdo de alto impacto é aquele que passa o que o criador, o que o especialista, o que o vendedor quer. Então, chega no ponto, chega na moral da história dele, só que sabe fazer isso com uma linguagem que o máximo de pessoas possíveis e queiram interagir, queiram se interessar. Tem uma frase que eu gosto muito
que é o criador, o papel do criador de conteúdo é tornar interessante paraas outras pessoas o que é interessante para ele. Então essa ideia de falar o que eu quero de uma forma que as pessoas [música] querem ouvir. Uhum. Então, basicamente ele precisa e atuar gerando interesse, com uma linguagem, né, que geregue [música] mensagem de valor que ele tem, que ele quer vender, que ele quer, que ele quer vender, o que que é o objetivo dele, certo? Certo? E essa mensagem é eu falo tipo o que você quer vender, só que não necessariamente eu vendo
essa caneta ou eu vendo o meu produto. É a ideia que você quer vender. Às vezes é uma reflexão, às vezes é uma ideia. Eh, e às vezes é um produto também, com certeza. Quando quando você olha pro pro conteúdo, o que que você costuma analisar para saber se de fato ele é um bom conteúdo? [música] Quais são as coisas que te fazem entender? Putz, esse conteúdo aqui tá indo bem, esse conteúdo aqui tá entregando o que eu preciso. O que que você olha dentro de um conteúdo? Bom, eu vejo muito os comentários das pessoas,
eh o feedback que elas estão trazendo. Eu vejo essa toda essa questão de análise de [música] métricas. O Instagram evoluiu muito, né? Antes a gente tinha que usar de outras plataformas. Agora eu particularmente eu prefiro ir no mais soft. Então eu vou acompanhando ali a média de [música] time view da do meu conteúdo postado. Eu vejo quando você fala média time viw é quanto tempo mais ou menos as pessoas assistiram. É isso. É isso. A retenção ali, os comentários. Dá para sentir a a como se fosse a áurea de um conteúdo bom. Você vê que
o seu perfil ele fica mais movimentado, os directs que chegam depois de você ter postado um conteúdo. Então eu fico acompanhando isso. Quando o conteúdo é mais ou menos, não gera esse calor no perfil. Quando é conteúdo muito bom, ele sai às vezes do vídeo. O vídeo deu muitos comentários, muitos likes, mas o direct enche, você começa a a receber outras mensagens, o perfil fica mais quente. Legal. Então você olha muito pros comentários, projetos directs, retenção. Ah, número de novos seguidores. Sim. Tá, novos seguidores. [música] Perfeito. A gente vai entrar aqui nos elementos de novo.
Mas o que que você acha que faz uma pessoa hoje em dia seguir a outra? Isso é muito legal, porque muitos conteúdos eles podem ter muita, eles podem ter a viralização, mas eu acredito que o que vai fazer aquele seguidor que só viu começar a te acompanhar é você gerar familiaridade com ele. Ele é sentir, ele sentir que aquele conteúdo que ele viu de você é sobre ele. Quase como se até quando você vai contar a sua história, você conta um pouco a história dele nas suas nas suas palavras. Além disso, tem um elemento que
eu gosto muito, [música] que é o efeito ah, que é você trazer novas informações no seu conteúdo, você falar de coisas que podem até ser coisas que outras pessoas já falaram, mas com ponto de vista seu, é você [música] unir a sua inteligência real, as suas referências para colocar no seu conteúdo e as pessoas falar, falarem ou pensarem quando vem seu conteúdo, isso aqui é novo. logo eu vou seguir para acompanhar essa pessoa, porque quando gera um sentimento de eu já vi outros 15 falando disso, não tem por seguir aquele perfil. Então eu fico pensando
em gerar familiaridade com as pessoas e trazer um efeito novidade, um efeito arrá no meu Você acha que a consistência de de temáticas ou de formatos ajuda nisso? Porque, por exemplo, se eu se eu posto um conteúdo sobre, sei lá, [música] canetinha e aí eu, né, gostei muito daquele conteúdo de canetinha, mas eu vejo que aquele perfil não fala nada mais de canetinha, eh, você acha que isso atrapalha, ajuda ou como é que você enxerga hoje a consistência de temas ou a consistência de universo como um fator importante para um perfil? Eu acredito que a
questão do da repetição de formato é isso, porque vamos supor que alguém, uma pessoa não me conhece, aí eu postei um vídeo e ela gostou muito daquele vídeo. Aí eu nunca mais repito aquele formato. E esse era um erro que eu cometia muito no início. Eu fiquei muito mais de dois anos criando conteúdo. A cada vídeo era um formato diferente. Aí uma pessoa gostou de um e eu nunca mais tinha aquilo no meu perfil. Por outro lado, quando eu encontro um padrão que funciona, um formato que é meu, as pessoas que gostaram dele, elas vão
gostar do próximo também, porque eu repito as coisas que fizeram aquele conteúdo funcionar. Então, com certeza, sem falar que um padrão que funciona, vai criando marca também, né? reconhecimento. Então, totalmente perfeito. Analisamos aqui rapidamente o que que é um bom bom conteúdo e aí a gente vai falar então desses pilares aqui essenciais para criar um conteúdo excelente, um conteúdo que impacte muita gente e que gere os resultados que a pessoa, né, o criador ou ou o negócio imagina. Então vamos começar por esse aqui, que esse aqui é o mais difícil de entender, né? O que
que é criatividade? Criatividade, eu vejo que é você olhar pro mundo e conseguir ver no mundo coisas que você pode usar no seu conteúdo. Conteúdo é porque é o que a gente tá falando aqui, né? Mas olhar para uma coisa que não é o que não é o óbvio e tirar dali algo que você pode usar. E aí tem métodos paraa criatividade. É importante dizer isso porque as pessoas falam: "Mas eu não sou tão criativa como você, tudo bem, é porque eu faço isso há muitos anos já. Eu fui exercitando o meu músculo da criatividade.
Tem algumas eh alguns exercícios que eu uso para aperfeiçoar a minha própria criatividade. Tem dois que eu posso falar. Um deles é falo que é conhecimento tesão. Como é que é isso? [música] Conhecimento. Posso desenhar também? Pode. Fica à vontade. Pode pegar outra se quiser. Tá. Algumas pessoas elas são especialistas apenas no nicho delas. Então elas são muito profundas em, sei lá, nutrição. Só que é muito difícil você ser criativo do jeito que você quer ser quando você só sabe de uma coisa. Fica difícil conectar os pontos. Por outro lado, se você é muito bom
no seu nicho, mas você sabe um pouquinho de neurociência, você sabe um pouquinho de psicologia, você sabe um pouquinho de história, um pouquinho de arte, você sabe muito de filosofia, você sabe várias outras coisas, os pontos de conexão com o que você fala fica muito mais fácil, porque você pode conectar aqui um ponto de nutrição com um ponto de, sei lá, história da arte, você consegue fazer conexões muito mais fáceis quando você tem uma gama maior pr conectar. Então, uma coisa, um exercício de criatividade é você se interessar, mesmo que seja minimamente por outros assuntos
que você consegue fazer essas conexões. E tem um outro também que eu chamo de interseção criativa. Esse aqui se chama como? Tesão. Conhecimento, tesão. Conhecimento. Tesão. Sim. Conhecimento, tesão. É aquele, aquele tesão que a gente tem quando a gente quer conhecer, quando a gente tá conhecendo alguém que a gente se apaixonou, né? A gente tem tesão em conhecer a pessoa, então é um conhecimento tesão. Tá certo? Adorei. Conhecimento, tesão. Colocar um T bem grandão aqui que vocês entendem. Conhecimento tesão. Exato. E um outro também que é a interseção criativa. Fazer aqui do ladinho. Aqui. Aqui.
Eu falo que é o seguinte, você consegue conectar qualquer uma dessas outras coisas com seu nicho de nutrição. É, vamos supor, história do mundo. Como conectar a história do mundo, um fato específico com nutrição? Eu não vou dar essa resposta agora, mas eu vou dizer como como que eu penso ela. A história do mundo tem a maior parte dela, o que não tem nada a ver com nutrição. Então é a maior parte não tem como conectar. Assim como nutrição, a maior parte de nutrição não tem a ver com história do mundo. Mas com certeza existe
um pedacinho em comum entre qualquer um dos dois temas. O que a gente precisa enxergar é ir mudando o ângulo da história do mundo e tentando encontrar essa interseção entre os dois temas. Eu sou uma pessoa extremamente visual e eu sei que é besteira, mas esse desenhozinho me ajuda a tentar encontrar o ângulo de um copo d'água com criação de conteúdo. Eu preciso encontrar só essa meiucazinha. É o ângulo certo de falar o tema que eu quero conectar com o tema que eu vendo. Então é intercessão criativa. Muito bom. Muito bom, cara. sabe que tem
um tem um cara que eu gosto bastante assim, eu vou derivar um pouco assim para filosofia, mas é muito bacana falar isso porque acho que é uma dica valiosa para qualquer pessoa que tiver assistindo a gente, independente da profissão que ela tenha, se ela quer produzir conteúdo pro negócio, [música] para ela ou não quer, é uma coisa super valiosa que é o o David DUT é um é um físico e um filósofo que é preferido do Naval, ravicante. E aí ele fala um negócio [música] que é assim, é, pô, se você olhasse antigamente há muitos
e muitos anos atrás, era possível eventualmente você saber sobre [música] tudo que existe. Era possível. Hoje não é possível você saber sobre tudo que existe, mas é possível você [música] entender porque as coisas funcionam. E quando você entende o porquê das coisas [música] funcionarem como elas funcionam, você consegue entender porque tudo funciona como funciona. Tá na escola você vai aprender a fórmula. fórmula de matemática, a fórmula de física da velocidade. aqui você decorou a fórmula, não teve muito valor para você, [música] sabe? Mas se você entender por que alguma coisa, algum corpo consegue se mover
no espaço, putz, aí você já entende um monte de outra coisa. Você não entende só sobre aquele corpo, você entende [música] porque que um avião consegue, porque você consegue entender várias coisas. E aí uma coisa que é muito legal, que é isso que você falou daqui, é o que a maioria faz, né? A gente acha que a gente tem que ser [música] especialista em uma única coisa a gente tem que ter um domínio perfeito sobre só aquele tema, só que você se torna muito melhor [música] naquilo que você faz aprendendo aquilo que você não faz.
É justamente isso que você falou. Quando você consegue [música] ter uma visão ampla, primeiro que você vai entender que tudo tá interconectado de alguma forma e aí você vai conseguir fazer conexões que poucas pessoas conseguiriam. E daí é que vem as grandes ideias criativas, as grandes coisas que [música] a gente já produziu ao longo da história. Então, baita baita coisa, muito bom para conteúdo e muito bom pra vida também. Você tá querendo desenvolver um negócio, um produto, um serviço, cara, se você entender de fato é como é que você conecta, por exemplo, arte com tecnologia,
você vira o estilo de obice, que foi isso que ele fez. Se você entender como é que você conecta, [música] por exemplo, como é que você resolve o seu desejo de ficar acordado até tarde, né? o cara inventou a a luz elétrica. Então assim, entender o por que as coisas funcionam [música] e saber que não é só ser especialista em uma única coisa, você vai ser capaz de criar coisas completamente novas. Então a Hana deu um ótimo exemplo aqui, porque ela poderia ficar o tempo todo falando só de vou vender meu conteúdo. Se ela ficasse
ali falando a compra meu curso, eu faço conteúdo bom. Primeiro que ela não ia alcançar ninguém, porque ninguém tá interessado nisso e não ia ser um negócio legal. Aí quando ela traz vários outros ingredientes, ela faz com que pessoas que [música] eventualmente não estavam nem pouco interessadas em comprar um curso de de conteúdo ou em aprender exatamente sobre conteúdo, mas [música] estão aqui e ligadas a esses conhecimentos universais, desejos universais, fiquem atentos ao que ela tem para ver. Então, para você refer eh criatividade é você conseguir [música] treinar o olhar, olhar pras coisas de um
jeito diferente e estar atento para você conseguir coletar o máximo possível de referências. Seria isso? Sim. E para finalizar tudo isso, é, eu acho que um erro é as pessoas se colocarem, se enxergarem como criadores de conteúdo só na hora que sentou a cadeira, na cadeira e vai escrever seu roteiro. Dificulta muito para você fazer isso, porque para mim o certo seria você se enxergar como criador de conteúdo e viver a vida como criador de conteúdo. Porque aí enquanto você tá conversando com sua mãe ou com seu filho, enquanto você tá no trânsito, enquanto você
tá vendo uma propaganda, enquanto você tá rolando o seu feed ali, você olhar pro mundo como criador de conteúdo faz você ter ideias vivendo o mundo. E são as melhores ideias, inclusive as ideias que tendem a funcionar mais, porque quando a gente cria um conteúdo é sobre algo que as pessoas vivem no dia a dia, elas se familiarizam mais, prestam mais atenção naquilo. Então, ao invés de ser criador de conteúdo só quando tá escrevendo um roteiro, seja criador de conteúdo enquanto vive o mundo. E aí você ativa esse olhar do criador, que eu chamo. Como
é que é viver a vida como criador? Exemplo, briga de casal, meu noivo tá bem aqui. É muito legal porque às vezes a gente tem, eles brigam muito. É porque a gente não é só noivo, né? A gente é noivo, é sócio e a gente vive no apartamento que é escritório, é estúdio, é casa. Então acontecem algumas discussões normais. Mas viver o mundo como um olhar de com olhar de olhar do criador ativado, é, vamos supor, tô tendo uma discussão sobre qualquer uma das outras coisas, eu percebo qual foi a raiz do conflito e eu
vejo que é um conflito universal. Eu fico, esse conflito universal não foi só numa discussão eh de noivos. Isso acontece com as pessoas em todas as outras áreas da vida. Se eu começo um conteúdo falando sobre esse conflito, esse conflito gera identificação, porque todo mundo vive. Então eu nem seria um conflito universal. Um conflito universal é um conflito que todas as pessoas, não só eu, vivo no meu nicho. Então, como por exemplo, traição, ciúmes, é um conflito universal, como por exemplo educação de filhos é um [música] conflito universal, eh, injustiça é um conflito universal. [música]
Deixa eu pegar uma outra cor. Vamos supor que aqui é seu roteiro. O seu roteiro começa aqui e vem até aqui. Aqui tem 1 minuto e meio de roteiro. [música] Se você pensa, eu vou começar o meu roteiro falando de um conflito universal, como por exemplo, traição. Vou colocar um T de traição. Imagina que a traição é essa, esse primeiro círculo aqui, ó. E eu quero terminar falando de marketing, que é o que eu vendo. Marketing. Como que eu saio de traição, que é um conflito universal? Porque pensa comigo, poucas pessoas se interessam por marketing.
[música] Se eu começo falando de marketing, eu perco muita gente. Mas se eu começo falando de fofoca, de traição, muito mais pessoas se interessam. Então, eu começo aqui, meu objetivo é começar falando de algo que todo mundo se interessa em terminar em marketing. E aí eu uso a interseção criativa. O que que tem a ver aqui, ó? traição e marketing. Inclusive, eu fiz um vídeo sobre isso. Eu comecei o vídeo falando: "E o meu noivo que namorou 16 mulheres diferentes enquanto estávamos juntos." Traição. Só que aí no decorrer do roteiro, eu vou falando que não
é que ele namorou 16 mulheres diferentes, ele namorou 16 ranas diferentes. Porque eu mudei, a gente tá juntos há 10 anos já. Então ele namorou 16 ranas diferentes porque em toda boa história o personagem precisa mudar. A história precisa mudar. [música] E esse é um dos maiores conceitos de storytelling. Para você contar uma boa história no sua criação de conteúdo, a coisa mais importante é você começar de um jeito e terminar [música] de outro. Eu até falo assim: "No começo desse vídeo você pensava uma coisa, agora você pensa outra". Então, olha como eu comecei com
tema com um conflito completamente universal e terminei, graças à intercessão criativa, terminei falando do que eu quero. Porque a coisa em comum entre traição, nesse caso, e marketing, foi porque ele namorou 16 pessoas diferentes. Só que não foi 16 pessoas, foi a Hana que mudou 16 vezes. Mudança é um tema de marketing. Muito bom. Muito bom. Isso tem tudo a ver com uma coisa que a gente fala aqui dentro, que é basicamente [música] o que você falou. Eventualmente, 95% das pessoas precisam, ou 100% das [música] pessoas que você quer falar precisam de marketing, mas só
5% estão realmente prontas para comprar e para consumir um conteúdo de marketing. Quando você faz isso, você consegue falar com 100%, né? Você inicia ali no topo com as 95 e vai até os 5% e você leva aqui [música] nesse pedaço uma galera aqui desses 95 para cá para est pronto para comprar. Isso é uma baita dica, pessoal. você começar amplo com assuntos que sejam realmente interessantes pra sua audiência e depois você ir guiando elas em direção à sua solução, seu produto. E aí agora vamos entrar para uma para uma segunda parte que são os
roteiros. Adoro. Boa, cara. Tem uma galera que tá vendo a gente aqui que não tem ideia de como escrever um roteiro. Sim. Escrever um roteiro é um negócio que é complexo pra maior parte das pessoas. [música] Uhum. Como é que Como é que se escreve um roteiro, Hana? Para quem nunca escreveu um, cara, nunca escrevi um roteiro na vida. Como é que eu escrevo um roteiro? Eu começo sempre pensando justamente de onde ele parte, para onde eu quero chegar com ele. Então, qual é o assunto interessante que [música] eu vou chamar atenção e levar até
a ideia que eu quero vender no final das contas? Porque nesse primeiro momento eu nem penso em nenhuma palavra, eu penso no campo das ideias mesmo, de onde vai partir, porque lembra, a gente tem que começar de um assunto que chame a atenção das pessoas. Então, qual é o assunto? Qual é o gancho que eu vou usar ali? E qual é a ideia, a moral da história que eu quero plantar? Então essa é a primeira coisa que eu penso, porque aí eu consigo pensar. Quando você fala moral da história, seria o quê? Seria a ideia
que eu quero vender. Ah, tá. Então, o que você no final, tá bom. O que no final você quer ter [música] de de venda ou de fechamento do roteiro? É o da moral da história. [música] A ideia que eu quero é que o público chegue nela. Beleza? E aí, essa é a primeira coisa que eu penso, porque isso vai dar inclusive coerência pro roteiro. Eu sei de onde eu tô saindo e você sabe onde você quer chegar. E aí eu coloco só as coisas necessárias pra moral de história, nada mais que não favoreça isso. Bom,
a segunda coisa que eu penso é se ali começa e ali termina, quais são as coisinhas, essa meiuca que eu vou colocando para ir retendo atenção? Aí eu chamo de gatilhos viciantes. Quais são os gatilhos viciantes que eu vou sair do assunto de chamar atenção até a minha moral de história? Aí a gente pode colocar familiaridade, então você citar expressões, você ir citando até que memes, palavrinhas que o público e tem na memória dele, coisas que eles reconhecem. Exemplo, teve um vídeo, inclusive esse vídeo da traição, teve um momento que eu ia citar um livro,
eh, ah, o ALF me indicou uns livros chatos para eu ler. O livro não era chato, o livro era genial, inclusive era aquele livro Como fazer amigos influenciar pessoas. E aí eu levanto esse livro bem na hora. Eu poderia não fazer isso, mas eu escolhi colocar um livro muito famoso porque eu sabia que era eu ia ficar puto. Ã os comentários. Então, eh, gatilhos para ir fazendo as pessoas ficarem até o final. Então, coisinhas que você pode usar para ir as pessoas pensando: "Tá, isso ainda é sobre mim. Isso ainda é sobre mim". tem contraste
de emoções, porque se o seu roteiro for reto, sem emoção, sem eh despertar nada, a pessoa vai sair muito antes do final dele. Agora, se você vai colocando coisinhas pro seu roteiro, altos e baixos, assim, faz a pessoa pensar uma coisa, depois faz ela pensar outra, ela vai ficando. Então, é, faço um vídeo que vou que eu começo parecendo que vou falar mal o datai e depois com com coerência. Não é bem isso. Você entendeu errado. Então, esses gatilhos, esses contrastes de emoções vão fazendo as pessoas ficarem até a sua moral da história. Assunto que
chama atenção, moral da história, gatilhos viciantes e [música] contraste de emoções. Contraste de emoções, ele é um gatilho viciante. Ah, ele é um dos gatilhos viciantes, né? Ele tá tá tá contido aqui dentro, assim como familiaridade, que é citar coisas que tem na memória das pessoas. E aí, e aí você pensa nisso hoje em dia, né, que você já faz isso há muito tempo de forma estruturada ou vai mais no fluxo? Às vezes sim, às vezes não. Depende do assunto de chamar atenção lá. Então, às vezes eu eu vou mais, tá, eu tenho que gerar
isso aqui. Agora, dependendo do assunto, se eu tenho mais familiaridade com o assunto, sai assim muito mais muito mais no fluxo. É, no flow. Excelente. Só um ponto, eh, no começo era muito, tipo, eu colocava meu óculinhos assim, eu ficava, ninguém fala comigo, eu estou escrevendo. Era realmente passo por passo. E eu seguia cada um dos pontos sem falhar nada. Então, no começo, se as pessoas falarem: "Ah, mas para mim é muito difícil, tá? Mas eu já faço isso há muitos anos". Então, tudo bem no começo você [música] ser extremamente rigoroso, tá? Esse é o
momento de chamar atenção, esse é o momento de fazer tal coisa. Tudo bem se não for fluido, no começo não era fluido para mim, mas é quanto mais você faz, melhor você fica. E tem a questão também de saber a estrutura que você tá usando. Tem uma estrutura que eu adoro ela bem boa, que é [música] a estrutura IHC, que é apoia toda essa ideia. Estrutura IHC é assim, ó. Identificação, identificação, história, [música] conteúdo. O seu conteúdo, o seu conteúdo, ele é a sua moral da história. Então, éonde o seu roteiro tem que chegar. Mas
repara que ele não é conteúdo, identificação história. Ele não começa no conteúdo, ele começa na identificação, [música] que é justamente o assunto que você vai chamar atenção. Então você escolhe um assunto para gerar identificação. [música] Aqui nesse meio você conta uma história que prova o conteúdo que você quer ensinar no final. Então gera identificação para chamar a atenção. Uma história que prova o conteúdo. Então no começo, tudo bem você ir quase se dividindo em parágrafos. Primeiro parágrafo, gera identificação e fica ali, ó, vidrado em fazer aquilo ali. Próximo parágrafo, uma história que prova o conteúdo
que eu quero ensinar logo em seguida, porque aí o seu conteúdo ele vem como moral da história e aí é muito mais fácil do seu público chegar na conclusão que você quer que chegue, [música] porque aí veio como moral da história que você contou e ele já se identificou, então faz parte dele concordar também, né? E e você usa alguma outra estrutura além [música] dessa ou majoritariamente? Não, eu uso outras. Eu comecei com essa e aí é natural também, quanto mais você vai fazendo, você conseguir criar outras estruturas, adaptar. [música] Tem uma estrutura também que
eu chamo de jeito errado, jeito certo. Então você começa, dizendo o jeito errado ou que você fazia antes ou como o seu público faz errado hoje. Como assim? Dá um exemplo disso, [música] ó. Essa outra estrutura é, eu começo no conflito, aí vem conflito, aí vem jeito [música] errado, aí vem é processo de virada, jeito certo e moral da história, digamos assim, essa estrutura. Uhum. Conflito, porque a gente já entendeu que começar um conflito universal, a pessoa prende ali, ela se identifica, ela vai ficando para ver onde isso [música] vai dar. E aí logo em
seguida você vem contando o jeito errado de fazer. Esse jeito errado. Eu gosto de pensar o jeito errado que o [música] público faz hoje, porque ele também já se identifica aqui, ó. Ele fala: "Pô, eu faço assim hoje". E é legal porque é uma estrutura que naturalmente também passa a autoridade. Se você começa trazendo o jeito errado que o público faz hoje, ele vai deduzir que você sabe [música] fazer o jeito certo. E aí o processo de virada é o jeito que você foi, a jornada que você foi seguindo até descobrir o jeito certo de
fazer. E no final você termina com a sua moral da história, vendendo o seu produto, dizendo é fazendo um CTA [música] pra sua mentoria. Muito bom, muito bom, muito bom. Tem algum que você já fez assim que era conflito de jeito errado, processo do jeito certo? Teve, teve muitos que eu fiz. Tem a série de casal, inclusive eu fiz um, criei um formato para gravar junto com o meu noivo e todos os vídeos, a gente usou como uma referência [música] pra nossa série, tá lá na nossa apresentação. Que legal. Todos os vídeos dessa série de
casal seguiram essa estrutura. A gente começa falando um jeito errado que casais ou que a gente não, que a gente fazia. Lembrando, a gente tem 10 anos juntos. Então é jeito errado que a gente fazia antes, processo de virada que a gente aprendeu a lidar como casal, jeito certo de pensar como casal. Muito bom. Muito bom. [música] Só que aí serve para todos os nichos, né? E serve para todos os nichos. Excelente. Excelente. Então beleza. Você cria lá o teu [música] o teu roteiro, a criatividade, né? Os assuntos, eles vêm desse olhar atento, [música] das
referências, desse cruzamento de coisas que parecem que não fazem sentido juntas, mas que no tem tudo a ver. E aí a gente vem para formatos. Que que é formatos? Eu gosto muito de formatos. Ai, é muito bom, né? Formato, aqui a gente pode falar formato é um padrão de conteúdo que funciona, mas formato é modelo mental, basicamente é você ficar com as variáveis que funciona daquilo que você tá fazendo. Então, falando aqui de criação de vídeos, de criação de conteúdo, formato criativo é você encontrar um padrão de conteúdo que funciona e repetir esse padrão. Então,
no meu começo, eu de verdade, eu fiquei anos, eu fiquei uns muitos e muitos anos. A cada [música] vídeo, ah, agora eu vou fazer diálogo, agora eu vou fazer narrado, agora eu vou fazer olhando pra câmera, agora eu vou fazer encenado. E aí uma pessoa que gostou daquele meu diálogo nunca mais via diálogo no meu perfil. Isso é um problema, porque aí a gente para, a gente não constrói marca, a gente não constrói as pessoas que estão me seguindo por algum motivo. Por outro lado, quando você faz um conteúdo, funciona e você consegue olhar para
ele e saber exatamente o que você fez para ele funcionar, você repete o que funcionou. Então, mas vai que não funciona de primeiro, você vai fazendo testes, [música] vai encontrando essas variáveis, vai lapidando o seu conteúdo. Como é que você começa? Você faz tipo, cria uma hipótese? Eu crio uma hipótese. Então, inclusive, tem um formato no meu perfil que eu estou validando ele. Ele não tá validado ainda. Tenho outros já validados, mas esse não. E aí, como que a gente tá fazendo nele? A gente criou uma hipótese, criou uma estrutura, criou uma hipóteses de roteiro
e hipóteses visuais, porque é um ponto importante. Minha teoria de formato criativo é formato criativo não é só o visual, é o visual com o roteiro. Então tem os padrões que a gente vai repetir visualmente e tem os padrões que a gente vai repetir no roteiro. crio uma hipótese e faço e aí eu fico, sei lá, uns três vídeos analisando o resultado, como vai, crio uma outra hipótese e testo e comparo as duas, a primeira leva de teste com a segunda leva de teste. Qual funcionou mais? Ah, esse segundo funcionou mais. Logo eu permaneço com
esse até que faço o próxima a próxima levas de teste. Um exemplo, é, eu tenho um formato já validado hoje que é o de análise. Inclusive postei um vídeo ontem, já tá com quase 1 milhão de views. Por quê? Eu entendi os padrões que fazem aquele conteúdo funcionar, só as variáveis que mais fazem funcionar. Continuo com elas. Quem gosta sempre vai ter daquilo. Mas nem sempre foi assim. Eu lembro que o primeiro vídeo de análise que eu fiz foi do Rafael Grata, que eu analiso conteúdos de criadores de conteúdo. Aí eu fiz um vídeo do
Rafael, de uma análise [música] do Rafael, 1 milhão de views. Nossa, acertei de primeira. Aí beleza, fiz próximo, uma análise da Jane Keller, 1 milhão de views. Eu, caraca, acertei de primeira. É isso aí. Veio o prefeito de Sorocaba, aquele auge dele já era. Vai explodir muito mais que os outros. 160.000 views. Fiquei, ué, que aconteceu? que que tá acontecendo? E aí o processo de lapidação também inclui você colocar os vídeos um do lado do outro que tiveram um resultado muito discrepante, que que tinha nesse, que não tinha nesse. E aí eu reparei detalhezinhos, tanto
visualmente como no roteiro que era diferente. Então, visualmente, pr vocês terem noção, são detalhes mesmo. No formato que estava validado, eu começava olhando para cima e a tela era dividida. Então, a pessoa que eu tava analisando ficava em cima e eu assim, ó, com uma cara meio de deboche, tipo, não vou falar mal dessa pessoa. Já o do prefeito de Sorocaba, começava eu direto na tela. E aí eu, tá, então será que se no meu formato, no meu padrão de conteúdo que funciona, será que se eu sempre começar olhando para cima com uma cara de
deboche, será que é isso? Vou testar no próximo, mas eu também queria uma hipótese no roteiro. Eu vi que quando eu entro mais nas características que fazem na nas características do universo daquele criador de conteúdo, eu consigo gerar mais familiaridade com o público dele. Então, se eu cito mais especificidades, o público ele abraça o vídeo e aí eu consigo entrar na bolha daquele criador de conteúdo, tá? Criei essas duas hipóteses. O próximo, a minha próxima análise foi do Rodrigo Pantera, criador de conteúdo bodybuilder. E aí comecei olhando para cima, dessa vez, porque era a minha
hipótese criada, com uma cara meio assim. E eu citei coisas que só a comunidade dele sabe. Cara, esse vídeo em menos de 24 horas já tava com 1 milhão de views. Hoje ele tá com mais de dois, cresceu muito. E aí é assim que eu faço. Eu crio hipótese, testo, analiso o resultado, crio mais uma hipótese, vou lá. Muito bom. Muito bom. Bom, muito bom. Que é isso, [música] você faz a hipótese, você testa, você aprende com aquilo, aí você tem outras hipóteses de melhoria, então você reitera [música] e aí você volta para cá e
fica nesse ciclo contínuo de melhoria no próprio formato, sempre com objetivo de deixar ele cada vez melhor, certo? Melhor e também padronizado. Então eu crio os momentinhos ali. Quais são as frases que sempre vão se repetir visualmente no roteiro? Tem um momentinho, tem um personagem. Perfeito, perfeito. E hoje você falou que você tem alguns formatos validados e outros que você ainda tá testando. Como é que você divide o seu perfil? Como é que funciona? Você divide esses aqui são os formatos que eu vou eh que estão validados, eu vou fazer Xes. Os que não estão
validados, eu vou fazer X. Como é que funciona essa lógica para você? Cara, eu vou um pouco no flow, eu não vou mentir não, mas exemplo análise, é série de casal, tem esses que são mais validados. Eu vou escolhendo os meus formatos também com a estratégia do meu momento, se eu tô lançando um produto, se eu tô fazendo alguma campanha, eu vou adaptando o formato para o momento estratégico que o meu perfil tá vivendo e sempre testando algo novo. Porque como assim sempre testando algo novo? Eu sempre tô testando um formato que ainda não tá
validado, porque aí eu vou, enquanto alguns tão no ápice dele, vai que eles começam a cair, vai que eu canso, falo, eu não quero mais fazer isso, tem sempre algo que tá se tornando um formato potencialmente milionário no meu perfil. Então eu eu faço mais essa essa divisão. Eu analiso o momento estratégico para onde eu preciso estar apontando as pessoas pro meu perfil, para um curso, para um para um podcast que eu vou fazer ou para um evento grandioso que vai acontecer. Escolha os formatos já validados que apontem para essa direção e sempre testando os
novos. Uma dúvida que eu tenho aqui como [música] uma pessoa de marca é: poxa, qualquer formato serve para qualquer pessoa? Porque assim, a gente sabe que muitas coisas viralizam, né? Então, poxa, de repente se, sei lá, eu eu não tivesse aqui com essa roupa de nerdola, com esse cabelo preso, tal, tivesse com cote ou chegasse aqui de biquíni, eu tivesse bem gostosona, tô quase chegando lá, eu acho que isso ia viralizar bastante. Mas assim, é o que que o que que isso por si só é é uma métrica. Como é que a gente vê que
um formato funcionou para aquela pessoa? Porque eu acho que ele pode funcionar para algumas pessoas e ele pode funcionar para mim do ponto de vista de visualização, de comentários, por exemplo, [música] não tenho dúvida. Se eu tirar, se eu chegar aqui no escritório hoje, botar um biquínio, tirar uma foto da minha bunda e eu virada para lá, eu tenho certeza que ele [música] vai bombar. Eu nem consigo imaginar isso, sabia? Justamente por isso, não, eu tenho certeza que vai bombar, vai bombar o negócio. Mas e aí, né? Aí eu tô ferrada se aconteceu um trânsito
dele. É que eu desmanchei tudo que eu [música] sou. Mas assim, o que que o que que uma pessoa tem que est atenta? Porque pensa que aqui tá vendo a gente pessoas que trabalham com diversos [música] segmentos. Tem médico, tem dentista, tem empresário de empresa grande, tem [música] pessoa que vende eh material de construção, tem de tudo. O que que o que que as pessoas precisam estar atentas para elas não simplesmente pegarem um formato potencialmente viral ou um vídeo potencialmente viral e só fazerem aquilo eh e ler aquilo como sendo um resultado positivo? Que que
elas têm que [música] olhar? Eu acredito que um formato ideal para cada pessoa, para cada nicho, ele tem algumas características. Sim, ele é potencialmente viral. [música] Ele tem que ser um formato que está na linguagem da plataforma. A pessoa tem que gostar de fazer, então tá na personalidade dela. Porque eu penso, cara, se a gente pega um empresário que ele é mais sério, faz ele fazer uma coisa divertida, ele faz uma vez. Mas e se funciona, sabe? é, não é algo que ele vai querer continuar fazendo. Então, tem que se divertir ali na sua personalidade,
tem que te dar resultado financeiro e tem que tá na sua, no seu universo de marca mesmo. Tem que tá conversando alinhado com as coisas que você quer passar, com a imagem que você quer passar. E aí a gente aproveita o fato de que existem dezenas de formatos e dá para fazer essa esse filtro, né? Isso aqui não tem nada a ver comigo, prefiro não fazer. Perfeito. Então aqui a gente tá falando que tem que estar com a [música] linguagem da plataforma, a pessoa tem que se sentir bem fazendo, né? Então tem que fazer bem
pra pessoa, tem que gerar [música] resultado financeiro e tem que est alinhado com a marca. Acredito que sim. É isso. E um formato também, ele consegue, exemplo, formato de storytelling visual, que é o que eu faço na série de casal, tem como um formato eh servir personalidades diferentes. Então tem como fazer esse formato de uma forma um pouco mais séria, mas também de uma forma mais divertida, de uma forma caricata, que eu não ultrapassaria essa linha, mas de uma forma como um empresário faria, é uma forma como um artista faria. Então tem isso também de
olhar para um formato. Você pode não querer fazer porque você não gosta do formato, mas existe uma forma de fazer aquele formato que constrói a sua marca do jeito que você quer. Então você tem que fazer o formato caber você. Perfeito. Adorei isso. Você tem que caber dentro do formato. Então, beleza. E agora a gente vai para outra parte que a gente chamou aqui de edição, [música] mas que também tem a ver com a filmagem, com a gravação. Acho que a gravação cada vez mais ela ela é relevante. E eu vejo que vocês dois t,
você e o Alex tem um cuidado muito grande com a qualidade audiovisual do que vocês produzem. Inclusive, essa é um ponto que quando eu comecei: "Nossa, mas esse formato seu não vai dar certo não. Muito elaborado. Gosto assim, [música] pô. lugar. Quando você fazia aquelas caixinhas de perguntas que lá atrás, eu fazia da umas respostas rápida, agora você botou um negócio meio de cinema. As pessoas não entendem artistas, né? É, fal assim, pô, você tá você tá pegando a sua frustração de não ter sido uma cineasta bem-sucedida e tá colocando isso nas redes sociais. Não,
elas não entendem que não tem que só que funcionar. A gente tem que olhar para aquilo, ter orgulho. Eu sou exatamente assim. [música] Eu não tenho nada contra o Lowfy, ele funciona, mas para mim eu preciso ter uma arte ali. Eu preciso olhar para ele no final das contas falar: "Meu Deus, olha que eu gere". É muito bom, eu gosto, eu gosto demais demais. E qual que é o papel para você da edição e da gravação dentro do sucesso de um conteúdo? Eu vejo que um conteúdo ele não tem que ser só bonito, ele tem
que tá na linguagem da plataforma. Então os cortes, a velocidade do conteúdo, se você fala morno demais, as pessoas [música] não não não morn o seu, o seu é perfeito. Ela tá de morn, vocês estão vendo, né? Fui ofendido. [risadas] Não era disso que eu estava falando. É o seu T de voz, inclusive ele é ele é um elemento do formato. Ele é algo que as pessoas [música] gostaram daquilo. Elas relacionam a você, escuta esse tom, lembra de você. Inclusive, eu vi uma outra pessoa do seu time fazendo. É surreal, porque a princípio eu não
tinha a mã, mas o pior é que ela fala assim mesmo. Só achou que ela me copiava. Eu achei, eu achei, eu achei, eu achei, eu achei muito incrível porque justamente quando você coloca o seu tom de voz, o seu tom de voz marcante, marca para você. Mas o que eu tava falando não era desse tom de voz, era as pessoas que não é, fazem, fazem o vídeo ficar down, fazem o vídeo ficar devagar. Exatamente. Então isso tem a ver também com os cortes, [música] tem a ver com os inserts que você coloca para ir
retendo a atenção. As imagens que você coloca no vídeo faz gerar familiaridade com as pessoas. Se nas primeiros, segundos você põe uma imagem um pouco mais chamativa, ela já para pela imagem também. Então, acho que tudo isso impacta muito no [música] resultado. E hoje, eh, o, o, como é que você lida assim com a galera de criação que filma, que edita, eles são pessoas que você simplesmente lidera ou eles têm uma contribuição criativa nisso? Não, com certeza. Nossa, com certeza. Eu lembro que a gente teve momentos que tínhamos editores que só queriam entregar o vídeo,
mas a pessoa precisa pensar o vídeo, não é? Inclusive, eu falo, a gente não contrata editores de vídeo mais, a gente contrata [música] editor de conteúdo, porque o editor de vídeo, ele tá ali para fazer um vídeo bonito. O editor de conteúdo sabe fazer os cortes, sabe escutar o meu roteiro, saber que eu tô falando de, sei lá, um coisa aleatória. Eu tô falando de Kéfera. É o momento de colocar uma imagem da Kéfera. E muitas vezes as pessoas escuta isso, só que ela, como ela tá ali 100% focada só na no programa de edição,
ela nem liga uma coisa a outra e só tá pensando nos cortes. Então eu vejo que o time de edição ele tem que não só fazer os cortes ou o que quer que seja, ele tem que pensar o que a pessoa tá falando no vídeo para funcionar da melhor forma. Concordo totalmente. [música] Eu acho que aí é dar um recado pra galera do audiovisual. Quando trabalhava no G4, a gente via muito social mídia, como esse cara exclusivamente, que é [música] o cara que vai eh ser o diretor da cena, que vai liberar ali o o
filmmaker, liderar ali o editor. Mas para mim a figura do filmmaker que tá dentro do set, [música] ele tem que ser a figura do diretor junto ali com o roteirista que foi no social mídia, mas ele tem que ser a figura do diretor de cinema. Ele tem que pensar o quadro, ele tem que pensar a iluminação, ele tem que pensar a transição. Putz, às vezes você vai ter ali, aí, por exemplo, no cinema, [música] isso acontece muito, na TV, isso acontece muito. Você faz um roteiro, era roteirista, você faz um roteiro, você coloca as imagens
que você acredita que devam ser, mas às vezes o cara tá ali montando, editando e ele entende [música] que, se eu colocasse uma outra imagem aqui, isso ficaria melhor. E muitas vezes as pessoas não fazem porque não, tenho que seguir ali o roteiro no cinema não. Eu só ten liberdade para chegar e falar, isso aqui não acho que vai ficar tão bom. Acho que se eu fizer esse negócio aqui, eu vou dar um outro movimento pro negócio. Então assim, ess a a música, o momento que a música entra, o momento que ela sai, a altura
[música] da música, o barulho que tem, pô, o momento que não tem música, né? Acho que uma coisa que a gente tem hoje na nas redes sociais, porque a gente [música] explora quando acontece é eu gosto particularmente bastante, é o momento do silêncio, né? a gente nunca tem o silêncio, mas o silêncio às vezes [música] ele ele tem um valor muito grande. Então o profissional de audiovisual, seja o editor, seja a pessoa que grava ou filmer, que é o cara completo, [música] se ele começa a se colocar mais nessa figura de cineasta que tá conduzindo
aquilo ali junto com o roteirista, que é quem escreveu o roteiro e quem tá ali, é, determinando sobre a a parte é do que precisa ser entregue de narrativa, [música] cara, eu acho que que o negócio fica muito melhor. Mas e aí, Ana? O que que eu queria entender agora de final é pro empresário, é muito claro que ele vai usar as redes sociais como um canal de aquisição que vai ajudar ele, um canal de aquisição que vai fazer com que a marca dele se [música] torne mais conhecida pro público, dele, mais desejada pro público,
que ele consiga gerar mais demanda e que ele consiga vender de forma mais barata, que ele consiga criar a comunidade dele, criar a comunidade que vai ser fiel, leal, recomprar, indicar. Então assim, tem [música] benefícios muito claros. E hoje, para que serve a rede social pra Hana? E qual é a sua visão de longo prazo com as [música] redes sociais? Nossa, é porque existem toda toda a função, né? Se antes você [música] sem as redes sociais você fica dependendo das pessoas passarem na frente da sua porta, você fica, é, dependendo de, sei lá, as pessoas
virem até você de certa forma, com as redes sociais você consegue chegar até elas, você consegue [música] uma expansão, é, não só da sua cidade, outras pessoas viajam ou compram, enfim, como explicar a necessidade das redes sociais, da criação de conteúdo, toda ela. E pro futuro, eu vejo que eu vou insistir nesse ponto cada vez mais a construção de comunidade daqui pra frente. Eu vejo [música] que é o que vai tornar as marcas, temos várias, você nos seus vídeos você traz várias marcas que usa o poder das comunicação, de construção de comunidade, de [música] tribo,
de estar ligada nas novas tendências da Janzi, as marcas de esportes que chegaram há um, dois anos e estão batendo de [música] frente com Adidas, com Nike. Então eu vejo que é esse esse é o caminho mesmo, estar aonde as pessoas querem estar, [música] onde elas vão permanecer estando, falar a língua delas e traz elas pra sua marca. Então, só só toda a necessidade. E o que que você imagina para você, Hana, com as redes sociais [música] nos próximos anos? Eu tenho uma grande, eu sei que é meio, é, como que eu posso dizer? Ai,
qual que é [música] a palavra quando você sonha muito alto? Ah, ambiciosa. Mas você tem que ser mesmo. Eu sei que é muito ambicioso, mas vamos ser ambicioso, gente. Ser ambicioso é ótimo. Não acreditem quando falam que isso não é bom. É muito bom ser ambicioso também. não precisa ser modesto, [música] tá tudo certo. Eu eu tenho uma grande narrativa assim, uma grande visão de mundo que é criadores do futuro, que é cara onde você, tipo, quando você se imagina lá no finzinho da sua vida, quem é a pessoa que você se tornou, quais foram
os feitos que você conquistou, o que que você fez e como hoje, um pouquinho de cada vez, um diazinho de cada vez, você vai se tornando, agindo como personagem do seu futuro. E aí, nessa ideia de criadores do futuro, eu falo que tem três pontos de vista para essa frase, criadores do futuro. Criadores de conteúdo do futuro, então é a pessoa que sabe usar as redes sociais da forma certa, criadores do futuro, porque juntos a gente cria o futuro em comunidade e criadores do futuro, principalmente porque a gente não tá na mão do acaso. A
gente pode escolher pra gente, para onde a gente quer ir. logo, eh, daqui em diante, daqui nas próximas décadas, cada vez mais eu quero ocupar esse lugar de impactar a sociedade mesmo, de, eh, criar eh talvez uma nova forma de educação, talvez eh um país, talvez alguma coisa assim que impacte a educação da do país inteiro e mude as [música] coisas, porque tem várias coisas que eu olho e falo, não concordo com isso, com isso, com isso na educação. Então eu quero ser um agente de mudança mesmo, através de toda essa ideia de eu posso
mudar porque sou criadora. Muito bom, muito bom, muito bom. E daqui até o fim desse ano, tem alguma coisa que você vai [música] lançar, algo que as pessoas possam comprar e aprender mais contigo? Tem duas grandes coisas. Eh, tem formato criativo. Formato criativo que provavelmente quando esse vídeo sair, esse podcast sair, já estará disponível, que é o meu curso onde eu ensino criar e encontrar o seu formato, a sua forma de criar conteúdo, formato criativo. E também tem a formação criador estrategista, que é para você pegar essa habilidade e aplicar para empresas. Então, [música] formato
criativo é para você fazer para você, formação criador estrategista é para você pegar e fazer pro outro. Muito bom. Muito bom. Vou botar parte do time aqui para estudar [música] mais com a Hana. Foi um prazer ter te. Um prazer aprender um pouco com você. Acho que a gente tem um bom framework aí para você que quer começar a criar conteúdo ou que já tá criando [música] para ter mais resultado no seu negócio, para conseguir construir marca, construir comunidade, gerar receita. Acho que ótimos insightes. Hana, muito obrigada, muito prazer, sempre uma honra aprender com você
aqui. Adorei. Bora nessa. Baita aula, né? Muito importante, se você é empresário e tem uma empresa pequena, média ou até mesmo grande, porque [música] as grandes estão deixando muito dinheiro na mesa, entender as redes sociais como um canal que simultaneamente [música] é capaz de gerar para você conhecimento sobre a sua marca, uma percepção [música] positiva sobre ela, desejo grande sobre a marca e os produtos e receita [música] de forma previsível e escalável. E isso é uma das coisas que a gente faz por você aqui na Vince Societe. Na nossa consultoria negócios Creator. a gente cria
o plano de receita [música] do seu negócio, aonde a gente alinha marketing e vendas para entregar as [música] metas de receita do seu ano, olhando mês a mês o quanto de receita você deve gerar, quais são os canais de vendas que você precisa ativar, como a gente regula a eficiência [música] de cada um dos canais de venda e quais são os canais de marketing que vão conseguir gerar a demanda necessária para você bater o seu resultado financeiro. Tudo isso com muita eficiência, ou seja, fazendo com que você [música] gaste menos do que a média de
mercado para gerar esse resultado e de maneira sustentável, construindo muito conhecimento e muito desejo pela sua marca. Assim você consegue [música] não só bater as suas metas de receita do curto e do médio prazo, mas também a sua meta humana de ter orgulho do [música] negócio que você tá construindo e garantir que todas as pessoas que o conheçam também entendam da força do que você tá fazendo. E se você quer a [música] nossa ajuda, a minha e a do meu time, onde eu tenho pessoas aqui que atuaram construindo marcas como Trackfield, L'Oréal, G4, Boca Rosa,
Simpla, Apsen e diversos outros [música] clientes que temos aqui na Vince, é só você clicar no link abaixo, se inscrever que um dos [música] meus especialistas vai te procurar e explicar no detalhe como funciona a nossa consultoria, que tem uma única [música] missão, fazer da sua marca uma das mais sexies e ricas. dessa geração e mais próximas.
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