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AO VIVO - Debate Arquibancada - 18/05/26 - Surgem mais enredos e sinopses para o Carnaval 2027

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013,228 Palabras66m readGrade 9
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Rádio Arquibancada
Com as bênçãos de São Jorge Guerreiro, estamos no ar começando mais um debate aqui. arquibancada. Mais uma semana aqui na nossa rádio arquibancada. Num dia em que tá todo mundo falando de seleção, estamos nós aqui para falar de carnaval, né? Afinal de contas, eh, carnaval é a nossa, né? Não tem jeito. Eu sei que tá todo mundo com a cabeça já na é aquela história, né? A partir de hoje vai todo mundo começar a falar de Copa do Mundo mesmo, mas o carnaval 2027 tá de vento em popa, tivemos novidades nessa última semana. Hoje vamos
fazer um programa, né, mais factual, mais quente aí falando do que rolou nesses últimos dias. Chico Frota e Tainara Serra estão aqui comigo hoje para esse papo. Boa noite, Chico Frota. Tá fechado seu microfone. Microfone. É, eu tô aqui falando. Tô Boa noite, Anderson. Boa noite, Tainara. Boa noite, galera, que tá nos acompanhando. Pois é. É, agora não tem como. Agora a galera vai falar mais de Copa. Acredito até que deu uma diminuída aí da A gente a gente já tem mais umas duas semanas aí, duas, três semanas aí para sairem mais sinopses e tal,
mas daqui a pouco quando parar, quando começar a Copa, o assunto muda, né? Mas tem assunto. Saíram sinopses, saíram eh saíram enredos enredos por advogados. Tivemos em redes divulgados. Tivemos em redes divulgados e carnaval vai se agitando, contratações, lançamentos, tudo por aí. Carnaval vai se agitando. É isso aí. Pois é, Tainara Serenra, boa noite, querida. Boa noite, Anderson. Chico, boa noite a todos. Eu não me ligo muito em futebol não, né? Hoje até assisti lá a convocação. Achei interessante o show que foi criado, né? Ah, confesso que não falarei de Copa em momento nenhum, Anderson.
Assim, a única fofoca que eu sei é que a Virgínia terminou com Vini Júnior. Essa é a minha fofoca da Copa. É só essa, Anderson. Vamos falar de carnaval que eu sei melhor. É uma é uma fofoca da Copa que tem a ver também com o carnaval. Afinal de contas, a Virgínia, né? É um assunto que vira e mexe, né? Aparece aqui no nosso programa, né? Metex, temos Virgínia aqui, né? Chico Frot. Chico gosta da Virgínia. Eu gosto da Virgínia. E a Virgínia foi contratada pelo Luciano Rook para cobrir a Copa. No dia seguinte do
anúncio, ela Terminou com com Vini Júnior. Mas é, não, mas não é para cobrir esportivamente, vai cobrir evento, vai cobrir porque a Copa do Mundo é um absurdo que acontece aonde tá sendo realizado os jogos, né? E convenhamos, esse ano Estados Unidos, México e Canadá, né, tem uma explosão cultural por lá e ela vai cobrir essas coisas, principalmente porque programa do Luciano Hulk. Tu imagina o Luciano Hulk perguntando para dona Deia e Rafael Portugal sobre a escalação do time de curaçal, meu irmão, [ __ ] Não é mais para poder fazer a brincadeira ali e
levar o lado cultural, né? Mas ela terminou com o Vini, né? O Vini parece que deu uma vacilada aí, mas deixa esses assuntos. Tainara, Tainara, aquele showzinho ali tava aparecendo, teve um amigo meu que falou uma coisa certíssima, parecia apresentação de de de de carnaval das escolas mi antes da apuração do grupo especial. Tá todo mundo tenso, querendo saber se vai ser campeão. Aí me coloca o cover do Falcão para cantar, cara. Não, cara, não dá, gente, não dá. Tinha ter chamado alguém. ali, ó, para fazer um evento. Poxa, olha, eh, é muito informação, sinceramente.
É muita informação. A gente tá aí com 4 minutos de programa. Já se falou de Virgínia, Luciano Hul, daquele da quem era aquela criatura, Cara? Nunca vi tão gordo, nem tão magro na minha frente, cara. Assim, e eu tava até conversando, né? Eu tava na rua, fui numa consulta e tal, né, e encontrei os conhecidos. E aí a gente até falou sobre isso, né? Eu falei assim, já teve tempo que convocação, é um rápido parêntese sobre futebol, tá gente? A gente já vai falar de carnaval, mas é é ótima comparação e tem a ver com
carnaval também. Já foi tempo, né, em que a convocação da seleção era simplesmente assim, uma lista afixada na parede. Imagina como é que foi a convocação da Copa de 58, né? O Vicente Feola deve ter feito a lista, entregou lá na CBF, a secretária foi pra máquina Hamington lá, botou o papel, que saiu né, aí errou, a massa faz outra, né? Porque naquela não existia backspace, não existia máquina elétrica com aquela fitinha branquinha para passar por cima, né? Aí ela ficava, isso aqui é é bilé, pelé. Que que é isso aqui? Garrincha. É isso mesmo,
garrincha. Aí foi lá, digitou, aí pum, aí pendurou lá na parede lá no no mural, né? Você entrava ali no antigo prédio da rua da alfândega, ali, pegava o elevador, pá, a saí do elevador tava lá, né? Do lado ali da convocação da assembleia. ordinária. Lá seleção da Copa Convocada, pá. Aí ia lá o repórter anotava, pá, Gilmar, Newton Santos, tal. E no dia seguinte saia no jornal. Cara, hoje virou uma coisa assim que, [ __ ] o futebol ali não fazia a menor diferença, né? Assim como a gente sempre brinca, né? Óbvio que, né?
uma comparação muito forçada, é que a apuração do carnaval nada mais do nada mais do que uma planilha de Excel. Eles poderiam muito bem pegar todas as notas, digitar, jogar num computador, dar um enter e pum, a fixei. Tá aqui a classificação do carnaval. Viradouro foi campeã, né? Em segundo lugar, Beij Flor. Em terceiro lugar Vil Isabel. Poderia, poderia, mano. Mas assim, é demais, cara. Assim é demais. Mas não precisa botar, não precisa botar aquele showzinho de ginásio do do do do da feira da primavera do colégio da minha filha, né, cara? [ __ ]
não precisa. Festa dos enredos festa dos enredos da tem coisas daquele nível também, né? Mas tem melhores. Era melhor ter chamado alguém que faz aquilo ali, meu irmão. Gente, mas é, cara, com todo o carinho aos artistas e tal. Mas vamos uma coisa muito simples, sem sentido. Ah, para falar que o Brasil é penta, irmão. Todo mundo sabe disso. Eu achei um troço desnecessário. Foi legal ter lá a Errica Januzzi, o o Tino Marcos, [ __ ] Importantíssimo tá o Tino Marcos, como se fosse o Showa também seria importantíssimo tá ali, Entendeu? Ou Mauro Naves,
porque Mauro Naves é contratado, entendeu? Agora o teatrinho foi desnecessário, cara. Como botar o DCIN para cantar uma música? Com todo respeito ao DCIN, oculto. Dilsim, vamos botar o DCIN para cantar uma música ali que não tinha nada a ver, cara. E ocelote ali com uma pastinha doida, fal, [ __ ] passa logo esse troço que eu quero ir embora, cara. Ainda tem que dar entrevista pro pro jornal da Globo, pro pro Jornal Nacional, cara. Pô, não, os caras, os car, os caras ainda ainda tem vão meter o homem lá no no no helicóptero. Ah,
cara, [ __ ] Deus do céu. Tudo isso aí, chega na Copa perde para Noruega, [ __ ] Sabe assim, sinceramente, passa perrengue com Haiti, não. Com Haiti não vai, pô. Passar, passa, [ __ ] passar perr com Haiti, nem o Vasco passa, cara. O Vasco faz três gols. O Vasco dá três gols para Haiti e faz cinco, [ __ ] pelo amor de Deus. E para completar, né, a gente nem terá a Copa, eu sempre quis muito a Copa por causa do feriado, sair mais cedo, né? Mas isso nem esse ano nem isso, né?
Então sinto que eu ficarei no meu Netflix na hora do jogo do Brasil. Não, não vai ter. Eu tava vendo aí os horários, eu tô monitorando e tal. Eh, vai ter jogo dia de semana, 2as, 3 da tarde, nas fases da frente, assim, não Vai dar uma despiorada. O negócio é o Brasil chegar. Mas enfim, já falamos demais de futebol, né? Lembrando a todos vocês, né? Cheguem junto. Olha, galera, eh mês que vem é aniversário da rádio arquibancada e a gente já tá desde já pedindo pedindo o presente, né? Dá aquela fortalecida, seja membro do
canal, né? Faz um Pix. Eh, não vou não vou não, aliás, nem podemos ainda divulgar muitos detalhes, né? Mas eu já falei no papo com Baltar semana passada, guardem a data, né? Agora, né? Agora antigamente você chegava assim, ó, dia tal não marque nada, né? Agora tem o save the date, save the date, né? Então, save the date, né? Dia 12 de julho. Julho, julho, né? Porque a gente também teve eh já teve gente que falou: "Ah, mas no dia dos namorados não é julho, L." Julho, julho, né? No dia 12 de julho, a nossa
festa de aniversário da rádio Arquibancada. Em breve divulgaremos mais detalhes, mas marque na agenda, não marque nada, por sinal, só para não a gente vai, prometo, é a última vez que a gente vai falar de Copa do Mundo, é num domingo e é o único domingo da Copa do Mundo que não vai ter jogo, então não há desculpas. a não ser que seja aniversário da namorada, da esposa, do marido, da avó de 98 anos e Tal, né? Porque se não for isso, todos estaremos juntos para comemorar o aniversário de 15 anos da rádio Arquipancada. Em
breve vamos divulgar mais detalhes do evento. Estamos já, já fechamos a data, já estamos em breve acertando aí os detalhes também. Tá muito tá longe, falta pouco mais de dois meses, pouco menos de 2 meses, né? Mas marque, marque, marque na, vai, vai na agenda ali do celular já marca ali. Dia 12 de julho, aniversário da rádio arquibancada, festa de aniversário da rádio arquibancada que a gente de 15 anos, não é um aniversário qualquer, é 15 anos. Não, ninguém vai dançar valsa, tá? Podem ficar tranquilos. Não é trage esporte fino, não tem que alugarem smoking,
não. É festa, pé no chão, como a gente sempre foi, junto com a galera fazendo, né? Eh, a festa. em breve mais detalhes. A gente vai divulgar tudo aos poucos, tudo direitinho, né? Mas já marca, já marca lá que a gente vai, vai, vai fazer uma festa bem bonita. Então, chega junto, dê o like. O like é muito importante, né? Deixa eu até abrir aqui para ver quantos likes direitinhos nós temos aqui. Mas vai abrindo o like, vai abrindo, vai, vai dando o like, né? Se puder, a gente agradece muito, né? Agora essa época do
mês é melhor, tá todo mundo com mais dinheiro no bolso e tal. Então vai lá, faz um super chat, dá uma fortalecida, né? Dá um super chat, faz um Pix que nos ajuda. Você não tem ideia do quanto isso ajuda a gente, né? A gente tem muitos gastos, a gente tem muita coisa aí para fazer, né? Para Tocar. Então, eh, é muito importante que você apoie, quem é membro do canal, né? Eh, participa do nosso grupo de WhatsApp, né? também pode ser membro pela Aurelo ou pelo YouTube. Os links estão na descrição. A galera do
YouTube tem a bandeirinha aí do lado do nome. Inclusive, nessa situação toda aí, né, de festejos de aniversário, estamos preparando também uma surpresa bem legal pra galera que nos apoia mensalmente. Então é isso, é isso. Eh, a gente não pode, né, acredito que vocês também queiram falar, a gente não pode abrir o programa de hoje sem manifestar, evidentemente, né, todo o nosso, todos os nossos sentimentos, todo o nosso, né, pesar pela partida de Noca da Portela, né, um dos grandes baloartes, né, do carnaval, do samba, a quantidade de coisas que ele fez, que ele compôs,
a sua atuação como compositor, como a gente diz meio de ano, como compositor da Portela, como um ser político, um cara que, pô, teve uma atuação ali muito importante também nos comícios da direta já, enfim, um personagem fundamental, né, importantíssimo, que vai fazer muita falta, né? Então, nosso abraço, nosso carinho a todos os amigos portelenses, a família, aos amigos desse grande noca da Portela, né, Chico Frota? Então, Marca da Portela, cara, um dos maiores poetas vivos da Portela, um dos maiores da história, né? Agora Nos deixou no dia de ontem, né? E tem sambas. 85
é dele, 95 é dele. Gosto que me rost, se eu não me engano é dele também. É dele. É dele. Tem. Eu lembro que acho que o Os olhos da noite também é dele. Também é dele. E cara, era uma das principais canetas da Portela. Não só uma das principais canetas da Portela como um dos caras que mais levaram o nome da Portela na história, né? Eximos sambista tem sambas gravados por Bet Carvalho, por Almig Neto, Alioni, entendeu? E já tava já tava há algum tempo com problema, né, com com problema de saúde, idade avançada.
Mesmo assim disputava samba na Portela. Se eu não me engano, o o último ano que ele disputou foi 2025, né? Acho que para 2026 ele não disputou, não fez parte da disputa de samba. Ele chegou à final inclusive, né? Ah, é, é, chegou a final. Acho que sim. Acho que sim. Não lembro, mas acho que sim. Mas eu lembro que ele que que 2025 foi o último ano que ele participou, né? E deixa um buraco enorme, principalmente pros porteletenses e para Os compositores de porteletes e para a velha guarda, né? A Portela que preza muito
a sua velha guarda, preza muito o seu time de poetas, né? Noca deixa eh esse buraco enorme, né, a sua partida, né, e que tenhamos que que Noca seja lembrado. Noa já foi enredo, eu não me lembro em qual escola, mas já foi enredo na intendente Magalhães, entendeu? Mas espero que a Portela faça uma belíssima homenagem amanhã ao velório dele. Sabemos que teremos a quadra cheia, né? A representatividade dele como carioca também tem sido muito importante. Como carioca honorário, nóque mineiro, era mineiro, como carioca honorário, né? Ele escolheu o Rio de Janeiro para viver, né?
É muito, é muito importante. Vários veículos falando da importância do noca. Aí a gente vê o quanto, o quanto é poderosa a caneta do, do, do, de um poeta de escola de samba, né? Falam sim do do dos do dos grandes feitos dele, dos grandes dos grandes sambas, das grandes obras dele para grandes sambistas, mas principalmente pelo nome que ele carregou, que ele escolheu como sobrenome, que foi Portela, né? E é muito legal que assim, eu eu tenho uma lembrança muito boa do Noca. Eu cheguei a conviver com Noca na Portela, pouquíssimo, mas cheguei a
conviver com ele. Gente boa, aquele tiozão, gente boa, que bate um papo legal, entendeu? Não era marrento, não era, era, era, vamos dizer, você não podia mexer com as coisas dele, com Samba principalmente, mas era assim, ó, gente legal, [ __ ] tiozão bacana. E o que eu mais lembro dele é é de um samb exaltação da Portela que é dele do Picolino e Colombo que foi introdução da Portela durante alguns anos, né? Que é o querido da Portela que é aquela minha Portela querida, és razão da minha própria vida. Isso aí era do Noca,
entendeu? Então deixa saudade, deixa, deixa, mas deixa muito ensinamento, né? deixar grandes obras e vai descansar. Monarco, Monarco tá doido para ele deve tá doido para contar pro Monarco que o Monarco vai ser enredo lá em cima. Que não. E e até aqui no nosso chat, né? Eu acho que a nossa nossa audiência tá sempre ligada, sempre complementa aqui. O Jorge Sená falando, foi enredo da Unidos do Cabuçu, né? O Chico não lembrava qual era a escola. E o Felipe Garcia aqui confirmando a informação, realmente eu tava certo, chegou na final com sama de 25,
eu torci pro samba dele na final. Então quer dizer o Noca até outro dia, né, já com 90 anos de idade, chegando numa final de samba na Portela. Então, né, respeito o máximo, né, Tainara, por noa da Portela. Claro, acho que você e o Chico já falaram tudo. Eh, é muito importante. Eh, e a gente percebe a importância desses atores do carnaval, quando realmente a mídia, fora carnaval divulga e divulga falando sim da importância, da relevância dele pra cena cultural e pra cena do Rio e do carnaval principalmente. Então, acho que fica o legado dele
paraa Portela e o legado dele pra história do carnaval, né? E é muito interessante que a gente conviveu com esses atores do carnaval em loco, né? E é isso, meus sentimentos da família e que eu espero que o Portela faça uma bonita homenagem para ele no próximo carnaval também. É, com certeza, com certeza, né? Vai ter que encontrar um jeito também de falar de Noca da Portela. E olha como as coisas são, né? Vou até vou até fazer uma coisa que eu costumo fazer no papo com Baltar, mas olha só como tem contexto, até porque
eh eu assisti ontem, super recomendo. Quem tiver Netflix, né? Quem tiver Netflix, assista o documentário sobre o Paulinho da Costa, né, que é um percussionista brasileiro. Cara, eu sabia que o cara era grande. Eu sabia que o cara era grande, mas o cara não, o cara é gigantesco. O cara é um absur, ele tem que ser enredo, gente. Alô. Um enredo sobre Paulinho da Costa. Ô, gente, enorme, enorme, gigante. Cara, o cara, o cara, o cara, o cara é um, o cara é um monstro. O cara é um monstro. O cara é um monstro. Eu
sabia que ele tocava com Michael Jackson, com a Madonna. É, tocou com o F the Fire. com Linel Rich, [ __ ] com Red Hot R hot Chili Peppers, assim, o cara tocou com fora os artistas brasileiros, fora Alion, fora Roberto Carlos, fora tantos e tantos outros aqui que ele gravou e o cara e aí você vê, cara, o cara era um percussionista e ele, [ __ ] no meio da música do Michael Jackson, no meio da música da Mandonia, ele tava tocando samba, cara. Ele, ele conseguia encaixar a levada do samba. Ele conseguia, não,
ele consegue, tá vivo, né, atuante, graças a Deus. botou, né, foi homenageado na calça, o único brasileiro, né, na calçada da fama em Los Angeles, né, cria do Irajá. Inclusive, eu vi no filme, ele foi criado ali na Praça Mato Grosso, ali do lado aonde meu falecido pai foi criado. Se bobeiar se esbarraram pela rua ali, eles regulavam idade. Bobá jogaram bola juntos ali pelo Irajá. E aí, olha só, por que que o Anderson tá falando do filme do Paulinho da Costa? Assistam, tá? Assistam. assim, assistam, simplesmente só digo isso, assistam, porque eu tava eu
tava vendo o final, o Paulinho da, o Paulinho ele era, ele é Portelense, né? Foi ritmista da Portela antes, ele foi paraos Estados Unidos no início trio de pandeiro, né? Isso. E ele foi paraos Estados Unidos no início dos anos 70 e tal e ficou afastado, tá lá, fez a vida dele lá. E aí no final do filme ele volta ao Brasil e ele vai na Portela. E aí você vê um documentário que foi lançado recentemente, mas tem imagens antigas. Eh, gravar, ele desfilou na Portela em 2016 e antes do desfile tem uma gravação dele
na quadra da Portela recebido pela bateria. E aí quem o recebe é Monarco, Marcos Falcon e Noca da Portela. Hum. todos juntos ali com o Paulinho. E aí eu eu assisti a cena, pensei, [ __ ] desses aí só o Noca tá entre nós, né? Aí beleza, assisti tal, terminei o filme, peguei o celular, morre noca da Portela. Eu falei: "Gente, que loucura, né? Que loucura". Então, eh, é, é assim, é é imperdível, né? Para quem, para quem gosta de música em geral, mas para quem ama assim, é uma coisa que dá um orgulho assim
absurdo, cara. Absurdo, absurdo. Anderson, eu não sei se tem, eu não vi o documentário, já vou ver o Sou fã do Paulinho da Costa. Ele conta no documentário a história do do do Don't Don don't Stop to Gary Nog, do do Michael Jackson, do que que ele fez na música. Ele mostra que a linha, a linha de tudo é dele. Ele mostra o a garrafinha e o e o e o e o agogô, não é? Mostra. Ele conta a história do Ganzá. Eu não vi ainda. Você sabe a história do ganzá? Conta aí, conta aí
que aquela o a introdução da música é tum tum tudum tumum tum tudum. Aí tem um aquilo ali foi um teste do Queincy Jones. para poder o cara colocar o baixo. Ele falou: "Toca um ganzar para para dar linha". Hoje em dia você tem o metrônomo no próprio nos próprios programas, né? A Joner depois foi medir o Ganzar, era perfeito. Ele não tirou da gravação, que é antes do grito do Michael Jackson, entendeu? O G é ele mostra, ele não conta com tantos detalhes, mas ele mostra ali o Ganzar meio como se fosse um metrônomo,
né? Ele vai ali marcando a aparece Jones falando isso. Ele ele fazia o metrônomo. Ele era um metrônomo. Ele ele era o metrônomo. Ele era o metrônomo. Ele era o metrônomo. E aqui tem esse comentário. Isso. Isso também é maravilhoso. O 10 m aqui lembrando, ele colocou cuica. A one of star something do Michael Jackson. Tem cuica. Ele toca cuica. E é uma e é cuica. E é cuica em ritmo de samba, de bateria de escola de samba. É um negó, cara, assim, na boa, só não, só não para de ver o debate agora. Terminou
o debate, emenda, assistam. Assim, é, é, é uma coisa assim que dá um orgulho, cara. Dá um orgulho assim absurdo, absurdo, absurdo. E aí, né, acabou que eu trouxe pro assunto Porque, pô, foi foi impressionante. Eu terminei de ver o filme, eu peguei o celular, tinha a Portela tinha acabado de postar, né, o falecimento do Noca, né, que estava, né, é um dos personagens ali que aparecem junto com o Paulinho, né, enfim, é isso. Viva Paulinho da Costa, né? Noca. Siga, siga seu caminho com muita paz, com muita luz. Com certeza vai ser recebido aí
por muito bamba. Mais um que chegou. Chegou mais um pra roda lá em cima. Essa roda lá em cima tá ficando boa demais, né? Cara, ele vai chegar com aquela voz rouca. Ele vai chegar com a voz rouca. Ô Monarco, tu tá sabendo tu é enredo da Portela? E aí o NCA daqui a uns anos também agora já já tá mais um aí, né? Enfim, mas vamos embora. Vamos lá até falando enredo, né? Vamos o tema do nosso programa, né? Eh eh nós já temos sete, né? Sete enredos para o carnaval. Eh, no domingo de
carnaval, só a União de Maricá ainda não tem enredo, né? A beij flor vem com zeneida, o sopro do pó de louro. O Tuiuti com Seata, né, a mãe preta do samba. A Vila Isabel que anunciou na semana passada o enredo, né, do tortuar. Eh, na segunda-feira de carnaval, a o a Mocidade e o Salgueiro ainda não divulgaram em redes, mas tem a Tijuca, né, com a cabeça do santo e a Imperatriz, que também lançou recentemente, né, a memória do rei, o sumisto da dona Júlia. E eh na terça-feira a Portela, né, como falamos há
pouco, Monar com mexe com carinho e a Mangueira o por nós, né? No caso, a Mangueira e o Tui tiveram sinopses lançadas na semana passada. Viradouro e Grande Rio ainda não tem enredo, mas eu acho que até o final do mês a gente vai ter tudo, hein, Tanara? Eh, do do que tá para pintar aí, parece que a mocidade sai por esses dias, né? Que que você tem informação aí? Isso para acredito que a mocidade saia essa semana já. Eh, o Anderson fala assim: "O que que você tem de informação?" Fica assim: "Que que eu
posso falar? Que que eu não posso falar? Você pode falar o que você quiser. A gente não pode entregar as fontes. Não, não pode dar spoiler. Se você não quiser dar spoiler, é teu direito. Pode dar spoiler. É teu direito. Mas você pode dizer assim: "A escola X deve escolher o enredo na data X. tá entre duas ou três ideias, você não precisa dizer quais são. Aí é contigo mesmo. Olha, a mocidade já acredito que saia essa semana já o enredo, né? O Reinaldo também já tinha comentado com a gente no grupo. Eh, vamos o
que mais vai sair. Acredito que assim, até o final de maio tem que a Gente já tem mais enredos, né? Tem umas escolas que eu ainda não faço nem ideia do que que vai ser. Tem outras que já sondaram algumas coisas assim para mim. Eh, acho que a gente tá indo por um caminho bem interessante para esse carnaval de 2027. Eh, pensando nos enredos que foram divulgados na semana passada, a gente vai ter uma represent representatividade feminina gigantesca, né, no carnaval. a gente vai ter muito eh as escolas falando sobre esse feminino e é muito
interessante falar sobre esse feminino. E eu fiquei pensando nisso hoje, eh falar sobre esse feminino e sem ter mulheres como carnavalescas nas escolas de samba falando sobre o feminino. Vai ser um olhar feminino do homem, né, masculinizado. Enfim, é um um pensamento meu que a gente que pega um pouco ali dos conceitos da moda também e que a gente fala muito disso, né? eh, do homem falar desse feminino e às vezes não uma mulher tá ali nesse nesse lugar de protagonismo. E aí a gente tem as escolas, tanto a Vilabel como a Imperatriz, vão dar
esse olhar também a esse a esse feminino. E outra vertente também antes de entrar nos enredos que eu tava tava analisando assim, pensando, a gente tá vindo com esse enredo, essa essa questão da literatura muito em voga para esse carnaval de 26 27, porque ainda vai vir mais. Eu acredito, segundo dizem, acredito que vai vir mais literatura aí. Olha aí, quase que veio. Não falarei. Ai, ai, ai, ai. Adoro as pessoas, as pessoas se traem ali. Mas é interessante vir mais literatura, porque, por exemplo, o enredo da Vila Isabel, eh, já falando de enredo, o
Tortarado, é um livro que eu queria muito ler, eh, sempre tive interesse e ele tava sempre na minha prateleirinha para comprar. Eu vou comprar porque eu vou vou ler, né, pra gente falar no carnaval. é um livro super premiado e é uma história super interessante de duas mulheres e vai tratar sobre essa fem, né? Eh, e também vai falar sobre as questões do trabalho análogo à escravidão e vai ter ali como um pano de fundo a chapada diamantina, nada mais nada menos. Eh, não conheça, acho que é um lugar incrível. Vamos ver qual vai ser
a linguagem dos carnavalescos, né, do Bor do Hadad na vila, fazendo essa chapada e com essa linguagem falando é sobre realmente o trabalho análogo a escravidão. E foi interessante que o dia que foi eh que o dia que foi eh divulgado o enredo também é foi o dia 13 de maio, né, que faz ali umborismo com abolição. Então acho que ficou é algo muito fechadinho. Eu sempre acho que eles pensam muito direitinho nas datas, no momento que vai ser divulgado o enredo, tudo eh muito bem pensado. Eh, e Adorei a toda um marketing, um folder,
né, a logo do enredo. Ficou muito interessante, lembra muito, eh, te remete muito à imagem do livro, né, mesmo você não lendo, você já conhecendo um pouco da história e um pouco da arte que tem no livro, já remete. Eu acho isso bem interessante, Anderson. Pois é. Eh, assim, cara, eu eu vejo, sabe, antes de tudo, agradecer aqui a Sandra Reis, que fez um Pix, e ao Cau aqui também chegou junto no super chat. Muito obrigado a vocês. Ô Jorginho, a gente não cobre feijoada de escola nenhuma. A gente deixou que a gente ia lá
cobrir a feijoada do cereo, a gente não cobre feijoada. A gente quando é convidado a um evento, dependendo da nossa disponibilidade, a gente vai lá dar um abraço, né? Eu não sabia. Tu sabia da feijoada do Sereno de Campo Grande, Chico Prot? Então, querido Jorginho. Então, querido Jorginho, cara, o Biaco é um grande amigo. O Rodney, que faz a locução e assessoria é um grande amigo, entendeu? O Lousado é um um amigo, muito amigo do meu irmão, do Vigder, cara. Mas não houve um convite. E o problema não é não haver um convite, né? A
gente não tinha informação de que ia ter a feijoada, né? Eh, serei honesto, né? Eu não iria porque eu tinha compromissos ontem, no dia de ontem, né? Então eu não iria, mas mandaria um alô pro Rod pro Bayaku, que pô, Baiaku é um daqueles que eu falei semana passada dos compositores da zona oeste. Baiaku faz parte desse time que Bota na Mocidade, no no na Vila Kennedy, na Bangu, entendeu? Ele tá nesse time, mas ele é mais ligado ao sereno, né? Mas realmente não houve nenhum convite, né? Mas não, isso não é problema. Um grande
abraço, parabéns. Eu vi o outro carnavalco, não é só o Bia ou não é só o Alexandre Lousada, tem um outro carnaval com ele desenvolvendo trabalho, entendeu? Vi por um perfil que não tem nada a ver com carnaval e achei muito interessante, entendeu? E desejo toda a sorte do mundo ao sereno, né? escola que o Vicente Magno desfilou e foi campeão na tendente Magalhães junto com o meu irmão, minha sobrinha e tal, mas principalmente o Sereno foi campeão porque o Vicente Magno desfilou. Se não tivesse Vicente Magno, não tinha título do Serena, né? Então boa
sorte lá ao Bayaku, ao Lousada. Lousada agora é o rei da zona oeste também, né? É Santa Cruz, é sereno, né? E toda a sorte do mundo é nosso querido Sereno de Campo Grande. Beijo no coração de toda a nação do Sereno de Campo Grande, né? Vamos lá, Chico. Vamos. Que que você tá achando aí? Assim, cara, a Tainara já vai comprar uns quatro ou cinco livros só por causa dos enredos do ano que vem, né? Inclusive, inclusive tava rolando, tava rolando uma Black Friday lá na Amazon semana passada. Você podia já ter feito um
carrinho. Não, Anderson. Olha só, eu tô esperando é porque, por exemplo, o livro que é da Tijuca tem disponível na plataforma do Ministério do Ministério da Educação do MEC. O MEC é uma plataforma com mais de 8.000 livros e o livro da Tijuca está nessa plataforma, o Cabeça de Santo tá lá. Eh, eu acredito que o torto arado está também. Eu vou verificar a informação. Eu não tenho certeza, mas eu acredito que esteja também disponível nessa plataforma e é de graça. Mas é porque eu sou eu, eu gosto de ter livros, então não também. Vocês
vocês disputam aí. Meu pai que gostava muito. Meu pai tinha uma uma sala de livros também. Eu dei vários pro meu irmão, né, pro meu irmão Luiz César. Mas eu vou falar uma coisa para vocês. Eu tô achando legal que nós voltamos a ter enredos diversificados, entendeu? Não é um único assunto. Vou falar nome porque não tem problema, porque além de ser um grande ídolo que eu tenho, o Anderson também, com certeza, mas é um um amigo nosso, um grande amigo nosso, o Luís Fernando Reis, fez um comentário que tá falando que parece que tá
virando uma grande feira literária o o carnaval. Graças a Deus. Graças a Deus. Graças a Deus. No livro tá cultura, meu irmão. Quem não lê tá perdido, cara. Não adianta tu ficar vendo história do Instagram da menininha, do rapaz malhando na academia, não, meu irmão. Isso aí não te dá cultura, não. Entendeu? Então, eu acho que dos livros saem enredos diversificados, temas diversificados, visões bem distintas de quem lê, entendeu? para poder transformar em enredo. Eh, eu gosto muito de enredo biográfico, né, tanto das escolas quanto de personagens, mas eu gosto de enredo que em que
a gente aprende alguma coisa. O carnaval tem essa vantagem. O carnaval ensina, até hoje o carnaval ensina as pessoas, né, seja elas jovens ou ou velhos. Até hoje o carnaval ensina. E eu acho que quanto mais enredos baseados em livros nós tenhamos, melhor paraa nossa cultura. O carnaval tem que ser cultural, tem que ter, tem que diversificar a cultura, entendeu? Da mesma forma, da mesma forma que tivemos uma época que tivemos vários enredos afro, vários enredos de temática africana, né, ou com ligações com a África ou ou eh enredos de religião afrodescendente, entendeu? O pessoal
reclamava: "Ah, só tem enredo de macumba. Agora vão reclamar que só tem enredo de livro daqui a pouco". Já estavam reclamando, só tem enredo de homenagem. Vocês querem rio de quê, meu irmão? Vamos falar, vamos fazer que nem nosso, a gente fazia com o nosso amigo Fábio Pavão, vamos fazer rede do poste do bueiro, entendeu, gente? Acho que assim, é é interessante que nossos carnavalescos, que são pessoas cultas, são pessoas que vão lá buscar essência, ele eles não ficam parados no no no coisa banal, não é falar de cidade. Ah, vamos falar da cidade ali.
Falar o que? Ah, que tem a igreja que foi fundada, que Dom Pedro passou, entendeu? Não é isso, cara. Carnaval tem que ter essas ideias, tem que ter eh desenvolvimento de ideias. Não só para quem tá fazendo o carnaval, como ensinar o componente da escola, entendeu? A gente lembra do movimento que aconteceu quando a Portela fez o o enredo há do anos atrás do do preconceito não, como é que era o nome? Esqueci, gente. Defeito de cor. Um defeito de cor. Isso. Defeito de cor. O defeito de cor. O movimento que se tornou em cima
daquilo agora provavelmente vai acontecer com relação ao Dr. Tarado, vai acontecer com relação ao livro da Tijuca. Já está acontecendo com relação ao livro da Tijuca. Não, a aí que tá, Chico. Só um detalhe, o torturado ele tem um um diferencial. O Torturado já é bestseller. Torturado já vendeu 800.000 cópias. Ele é um livro consagradíssimo. O defeito de cor era um livro manjado, era um livro conhecido, era um livro assim, ah, sei qual é, mas não, até porque ele é um livro grande para Borl, é um Sim, sim, sim. E o enredo da Portela fez,
né, as vendas do defeito de cor dispararem de uma forma exponencial. A Amazon não tinha em estoque para vender. Então, com todo respeito ao nosso querido Luís Fernando Reis, se todo ano quatro ou cinco escolas de samba escolherem um uma obra da literatura nacional, até porque eu tô meio defasado em relação à literatura. Eu leio muito não ficção e leio muito pouca ficção. A ficção que eu leio são os clássicos. Zé Jorge Amado, é Machado de Assis, eh Lima Barreto. Eu eu confesso, eu tô meio desatualizado do que é feito de literatura. Obrigado, carnavalescos. Me
de dicas de leitura. Obrigado, né, Cabeça do Santo Torturado. Eu já eu já conhecia, mas assim, eu acho que é fundamental, né, porque a partir daí há um movimento em cima, as pessoas comentam, as pessoas falam. Eh, certamente as escolas adotam, daqui a pouco cai na redação do Enem e é o carnaval das escolas de samba colocando a nossa cultura. Cultura, né? Exatamente. Cultura. Cultura, entendeu? E, e seja ela da forma que for, entendeu? Seja ela da forma que for. Eu acho muito interessante esse movimentou. As pessoas reclamam de tendências, as pessoas reclamam de tudo
que acontece, entendeu? Nada presta. Teve um outro também que que que que acabou tendo a verdade, qual foi o da Viradouro que a gente até conheceu o escritor lá na quadra da Viradouro, Anderson? Eu não me lembro se foi o Malunguinho. Foi não. Rosa Maria. Rosa Maria egipcia. Rosa Maria egipcia. Exatamente. Entendeu? que era e foi apresentado era do Luiz, era do Luiz Motte, é baseado no livro do Luiz Motte, mas aí que tá, aí que tá. Quer ver? O enredo do Tui também é inspirado em livro, no livro do Natos. Isso, entendeu? Assim, eh,
e eu acho. É, exatamente, Carl. Agora você foi no cerne da questão. Isso. Escola de samba, [ __ ] escola, né? Então assim, eh, eu fico muito preocupado, né? E eu vejo muita gente boa, muita gente esclarecida. Infelizmente, a gente tá vivendo o mundo, né? A gente tá vivendo o mundo. Hoje o conhecimento durante muito tempo, o conhecimento de uma certa forma foi desprezado, né? Assim, você vê o salário de um professor sempre defasado, né? a luta que é ser pesquisador nesse país, conseguir bolsa, a bolsa é baixa, né? Durante um tempo até o governo
financiou um projeto para que os cientistas brasileiros não fossem embora do país, ficassem por aqui e tal, ou que fossem lá fora, se qualificassem e voltassem. Enfim, a gente já sabe desde sempre que ciência, né, eh, educação já nunca foi muito, eh, prestigiado. E aí a gente entrou numa onda de massacre, de ataque a a tudo que envolva educação, sobretudo o meio acadêmico. Sim, sim. O meio acadêmico muitas vezes ele é pedante, muitas vezes ele olha a sociedade de cima para baixo. Existe isso tudo. A gente também sabe que não tem santinho do outro lado,
né? Mas justamente a gente tá vivendo, e eu posso falar isso de de cadeira, cara, né? Eu hoje tô no carnaval, mas tô no mundo acadêmico. E a gente vê cada vez mais, primeiro, uma presença maior de pessoas pretas, pardas, pessoas pobres, suburbanas, que entraram nas faculdades públicas por meio das cotas e que hoje já estão no mestrado, já estão no doutorado, já estão se transformando. Tá aqui a nossa querida Cris Lourenço, né? Ela sabe disso melhor do que eu, né? É isso, tá? A educação, arte e cultura salvam que as artes se retroalimentem e
nos presenteem com belas obras. Acessem o MEC livros. É maravilhoso. É isso. Então assim, a gente tá vivendo um momento, né? E aí, cara, me desculpa, me desculpa, me desculpa, me desculpa. Quando há uma crítica ao academicismo, por quê? É porque nós temos agora uma geração de carnavalesco jovem em grande parte que veio das classes mais baixas, muitos são pretos, estão ocupando espaço na universidade, estão fazendo essa ponte, porque eu acho que isso é fundamental. A universidade não tem que ficar lá dentro dos muros dela falando entre eles. Você faz a coisa na universidade e
você traz pro mundo de fora, né? O meu livro da minha dissertação de mestrado é uma prova. Eu eu trouxe para um monte de gente os bastidores da cobertura de rádio e baseado no na na minha própria dissertação, eu mexi em coisas da nossa própria transmissão, porque eu não tinha tempo de ouvir a transmissão dos outros. Então, a a questão da academia da academia é essa, é você aplicar na realidade. Então, quando você tem um um carnavalesco que veio de uma universidade que teve eh esse, né, essa preparação e essa pessoa devolve pra sociedade por
meio de enredos que revelam histórias que a gente nem imaginava que saberia e que foge daquela lógica dos enredos. Porque os enredos durante muitos anos eram enredos sobre personalidades da história oficial, depois virou a fase dos enredos CP. Agora a gente tá tendo outros enredos. Tá todo mundo com saudade de enredo sobre cidade? Gente, eu não tô, eu não tenho saudade nenhuma, cara. Eu não tenho enredo nem Eu não tenho saudade nenhuma de enredo C, né? É zero. Zero. A gente vive um emborrecimento da sociedade hoje em dia. Não é não é emborrecimento de ficar
burro, não. Érecimento de ficar de ficar de querer criticar tudo, entendeu? Que é só aparecer alguma coisa que as pessoas criticam. É, é o eu não gosto. O primeira a primeira coisa que fala é gosto. Eu não conheço. Eu não gosto. Entendeu? Eu não conheço, eu não quero nem saber o que que é, né? É o préonceito, entendeu? Não é o preconceito, é o pré conceito, entendeu? Então eu acho que que que as escolas, os carnavalescos, eles estão ali exatamente para trazer isso. Sim. É legal você trazer a história da escola de samba, você trazer
a história, você colocar enredos como é o enredo da Mangueira, que é um enredo que que o componente da Mangueira, depois de um enredo muito difícil desse ano, né, o componente da Mangueira se vê no enredo. É interessante que a escola durante um período como é um enredo a Portela, pelo amor de Deus, né? É é é importante que a escola coloque enredos aonde o componente se veja no enredo, entendeu? onde a escola se identifique no enredo. Mas é muito importante também que os carnavalescos levem cultura, tragam cultura pra gente, abram os olhos da gente,
né? Muitos falam do ai nos Anos 80, nos anos 90, pois é, nos anos 80, esse mesmo cara que eu acabei de falar, o Luiz Fernando Ris, ele começou a fazer enredo político e as outras escolas foram atrás dele, entendeu? Porque por quê? porque precisava abrir o olho do brasileiro. O brasileiro só abaixava a cabeça e concordava, entendeu? Mas eh hoje, mas naquela época o cara apresentava o enredo, você primeiro você ia ver o enredo a entender a sinopseer e entender eh e entender o que que ia acontecer ali. Os carnavalescos, os os compositores pegavam
e resumiam o enredo em letras para que ficasse em sambas para que ficassem mais fácil ainda para que a gente pudesse entender. Só que com o tempo, muita gente começou a querer criticar tudo. Cara, tem enredo que não saiu nem a sinopse, saiu o nome do enredo, entendeu? Por isso que eu gostava da Rosa quando a Rosa se putecia. É. Qual é o enredo? Breazil. O que que é isso? Espera sair essa nois. O enredo é pedra. É pedra. Exatamente. Onisuan que malipance. Eu acho que eu sou das poucas pessoas que falam isso aí sem
gaguejar, né, cara? Unisque malipanç. Unisque malipan. A line aqui dizendo aqui, Tainara, ó, torturado está no site do MEC. Então já Isso aí é, eu eu tinha visto, ia trazer a informação da próxima vez, mas é isso. Tanto tortarado como cabeça de santo tá no site do MEC e aí tá disponível pra gente poder ler, enfim, e cada um poder criar. E o que é interessante é exatamente isso, é você lendo o livro, né, você conhecendo essa história, você vai criar essa história na sua cabeça e você vai ver ali ou você vai ver de
um olhar completamente diferente, porque cada leitor tem um olhar diferente, vai dar um sentido para aquela história. Então isso vai ser isso é isso é muito interessante porque é um olhar novo, é um olhar novo daquilo que você já viu, daquilo que você já conhece. Então, é é interessante. Eu acho que isso também vai fazer com que mais pessoas eh vão assistir os estos das escolas de samba, porque ah porque é um livro que eu já li, porque é um livro que eu gostei. Quero ver como isso vai ser reproduzido através das imagens, como isso
que eu imagino vai tá ali nas imagens. Então isso vai ser bem interessante a gente observar. Eh, acho que isso vai ser, a gente vai conseguir observar bem isso no pós-carnaval, né? o impacto da dos livros, né, da literatura nos desiles das escolas de samba. Pois é, Cris Lourenço tá aqui dizendo, ó, defeito de cor também. Defeito. Fala, Chico. Ô, Anderson, deixa eu só eh porque é interessante, não é nem discussão, só responder ao nosso amigo Marquê essa PCOC aí, que tá sempre aqui com a gente, entendeu, no chat, que ele perguntou: "O dinheiro não
é importante?" Sim, o dinheiro é importante. Qual a cidade que vai dar mais dinheiro do que do que o carnaval carioca recada? Entendeu? E hoje em dia, quando uma cidade patrocina um carnaval, como aconteceu com a Beija Flor, como aconteceu com a Mangueira, entendeu? Quando uma cidade patrocina, ela quer que você divulgue alguma coisa cultural da cidade e não que você fale da capelinha no centro da cidade, entendeu? Que você procure, que o carnavalesco procure algo que tenha a ver com a história da cidade dentro de um carnaval. Agora vai resolver o carnaval de ninguém.
A a Beijflor não foi campeã quando foi patrocinada. E a Mangueira nem pô nem também não. Aliás, a Beija Flor recebeu uma fábula de dinheiro no ano do Rasgonguila e não arrumou nada. Depois falou do Laila e foi campeã, entendeu? Pois é. Então assim, o carnaval tem que ser, o carnaval tem que ter uma linguagem que você entenda, você tem que entender, eh, colocar a sua comunidade entendendo o enredo, né? Você tem que colocar o jurado entendendo o enredo, Que a comunidade tem que comprar a ideia do enredo, né? Você tem que colocar o jurado
entendendo o enredo, né? Eu lembro muito disso que o defeito de cor, a Portela fez um senhor desfile, não foi tão bonita plasticamente, mas foi um desfile interessante. Era um enredo que todo mundo se se emocionou, tinha um samba bom, entendeu? Foi um enredo emocionante. Chegou nem perto do campeonato, mas foi enredo emocionante. E eu acho que a a a o recado do enredo foi dado. Foi o melhor desfile da Portela nos últimos anos. Foi o melhor def da bord dos últimos anos. Exatamente. O recado foi dado. Nem sempre o recado é título, entendeu? Nem
sempre o recado é título. Agora, às vezes você vem com o enredo ali, qual é o seu enredo? Ah, meu enredo é Rio de Janeiro. E você não apresenta nada. Você não apresenta nada. Às vezes acontece isso. Então você tem que levar a cultura. Eu sou muito a favor porque o livro o o assim quando você quando a pessoa reclama que o enredo ah, o enredo afro é tudo igual, é tudo parecido. Não, não é tudo igual porque você não leu você para ver se é tudo igual. A verdade é essa, mas vamos relevar, tá?
É tudo parecido, parece que é tudo igual. Tá bom. O livro, se você não falar que é livro, parece que foi algo da cabeça do carnavalesco. É que o carnavalesco vai falar: "Não, eu fiz um livro". Engraçado, quando o livro vira filme, todo mundo gosta, né, cara? Não. Eh, a a a Cris Lourenço aqui tá falando uma coisa bem interessante. A questão também passa por uma visão sudestina que não olha para o norte e nordeste do país. Dizem que essas histórias estão distantes do povo. Mas a qual povo estão se referindo? Isso, isso não é
nem só uma visão sudestina, não, Cris. É uma visão carioca mesmo, tá? Eh, infelizmente, em certos aspectos, o carioca tem uma certa arrogância de achar que, ah, não, eu não conheço, então isso aí não me interessa, né? E justamente, né, tanto a cabeça do do santo quanto o torturado e quanto o enrediro da Imperatriz, que eu ainda não decorei o nome, né? Vou vou colar aqui, né? Que a memória do rei e o sumisto da dona Júlia. São três histórias, né? Tainara, que remetem ao Nordeste. Três histórias que remetem ao Nordeste. O enredo da Imperatriz
eh remete a Pernambuco, né? Então, a gente teve Pernamb a gente teve Recife esse ano, né, com a Grande Rio, mas a gente vai ter Pernambuco com a Imperatriz com um olhar completamente diferente. É uma história, eh, eu eu particularmente eu não conhecia. Eu fui pesquisar sobre a história. É uma história super Interessante, né? Eh, então o é o fio condutor é a boneca dona Júlia. O que que são essas essas bonecas? Elas são bonecas de são feitas de cera ou madeira e elas são bonecas ancestrais, né? Elas são calungas ali pro Maracatu que elas
servem para abrir esse cortejo eh do Maracatu. E aí essa boneca ela desaparece, né? né? Ela é criada ali nos anos 60 para ela que ela vai ser participar do cortejo do maracatur por rico, Porto Rico, que é uma é a gremiação tradicional ali. E aí ela se perde ali nos anos 70, 78, eh, ela some e ela reaparece em 2014 a partir de uma estudante, né, que conseguiu achar. E aí devolveu eh pras pessoas que participavam desse maracatu, né? Porque dizia que a boneca tava como se ela não tivesse trazendo boas vibrações, enfim. E
aí o o enredo ele é basicamente segue nesse fio condutor, né? A gente tem que ver o que que o Leandro vai falar ali, o que que ele vai ambientar a gente, né? Qual como vai ser esse Pernambuco dele que ele vai trazer? Quais são? Eh, é porque a gente já imagina quando a gente imagina, né, o estado e é um estado culturalmente muito rico, então a gente já imagina 1 soluções que podem ser utilizadas, mas aí o carnavalesco, ele realmente vai dar uma um fio, né, um norte, vai dar uma Traçada pra gente conseguir
eh entender aonde ele vai começar e até onde ele vai chegar. Mas eu acredito que deve ser exatamente isso, né? O surgimento da boneca, o seu desaparecimento e quando ela volta em em 2014 que ela retorna para esse grupo de maracatu. E aí eh são, a gente vai ter três visões por enquanto de Nordestes distintas e que é bem interessante. Eh, antes de de continuar aqui, agradecer aqui ao José Antônio Campos e a Maria Regina Carvalho que chegaram junto no Pix. Muito obrigado, né? Continuem apoiando o nosso trabalho aí, que é muito importante. Eh, deixa
eu ver quantos likes eu acabei não não puxando aqui. 121 likes. Podemos subir para 180. Podemos 180. Vamos lá, gente. Dá aquela, dá aquele likezinho esperto que aí, né, a gente vai trazendo mais gente. O YouTube começa a trazer mais gente aí na nossa audiência. Tá bem legal, mas pode melhorar ainda mais. Eh, eu assim, eh, eu acho, né, assim, eu acho que a gente tá vendo, né, além dessa, não sei, minha visão, quero ouvir o que que vocês acham. Ah, que tá tendo um viés mais literário, a gente já concordou que é ótimo. Mas
sabe por quê? Porque eu acho que as escolas cada vez mais estão preocupadas em trazer boas histórias. A gente teve, a Tainara já levantou o dedinho, já, deixa eu só fechar o raciocínio. A gente teve muitos anos aquela fase que a gente dizia: "Ah, mas isso não é um enredo, isso é um tema". Ah, o que que é o tema? Vamos supor, ah, é o telefone. Então, eu vou falar do telefone. É, ainda tem um telefone aqui na mesa, aqui na aqui no escritóiozinho aqui na casa da minha mãe. Tem um telefone. Telefone. Os mais
jovens sabem o que é isso aqui? Isso aqui se chama telefone, né? O telefone fixo, né? Parece um celular, mas não é celular. Aí tá. Vou falar do telefone. Aí eu vou fazer um redução sobre o telefone. Aí eu vou falar: "Ah, que o ser humano sempre quis se comunicar. Aí inventou o sinal de fumaça, aí inventou a carta. Aí aí não sei quê. Ah, porque o telefone serve para marcar um cinema com a namorada. O telefone serve para, enfim, você começava, né, igual aquele PowerPoint da Globo News, né? Tu bota o telefone no centro
e vai botando as setinhas em volta. PowerPoint, né? Aí bota o Lula ali porque você quer falar mal do Lula. Lula não tem nada a ver com a história. Bota o Lula, enfim, pá, pá, pá, pá. E de uns anos para cá, graças a Deus, a gente voltou a ter enredos, histórias com início, meio e fim, né? E eu acho que talvez essa vertente mais literária tenha a ver com essa preocupação, né, Tanela? Tanela levantou o dedo, depois o Chico fala. É, eu acredito que essa vertente de início, meio fim, isso isso para você entender
um desfile é muito melhor, é muito mais fácil para você contar essa história, ela vai fazer mais sentido, ela vai ter mais lógica do que quando a Gente tem um tema em que a gente vai puxando várias caixinhas, né? Então a gente faz uma coxa de retalho, né? Basicamente é isso, né? O tema é o telefone. E aí a conxa de retalho vai ser eh a pedra descobrindo o telefone, o ser humano descobrindo o telefone, o telefone até a internet. Então é uma é o que a gente chama de coach de retalho. Quando a gente
tem uma história, ela é mais linear, ela tem o início, meio e fim. Eh, a gente consegue entender isso muito melhor, eh, no desfile e os e a escola fica muito mais enxutinha. Tanto que eh esse essa linearidade, né, do desfile, isso é um isso é um reflexo nas notas, né, principalmente de enredo, né? Então, um carnaval mais competitivo, você não pode ter um enredo que seja uma colxa de retalho. Um enredo, uma colcha de retalho gera problemas em alegorias e fantasias, gera um problema no samb enredo, gera um problema em vários quesitos. Então, um
enredo com uma história é muito mais fácil de você garantir boas notas do que um enredo coach de retalho. Era só isso. Não, não. Até porque só para acrescentar, tem a questão do recorte. Os desfiles diminuíram. Antigamente as escolas tinham oito setores. Hoje as escolas têm cinco, seis setores no máximo, né? Então, se você não tiver ali um início, meio e fim, a coisa fica solta. E aí você perde, você esqueceu de falar do do quesito mais importante que é o quesito Enredo. Você perde ponto do quesito enredo. O samb enredo também, Anderson. Sambo, enredo.
É, porque você começa aí até falando pro sambredo, já vou trazer o Chico pro papo. Quando você tem uma sinopse confusa, quando quando o compositor não consegue entender, né, que é um enredo, que é uma história, ele tem muito mais dificuldade para fazer um sambo, né? E eu acho e eu e pelo que a gente notou, a gente comentou eh a gente comentou por alto aqui na semana passada, né? Mas eu a gente sente, eu pelo menos sinto a Imperatriz muito preocupada em ter um grande sambinredo, tanto que ela fez um evento na quadra, né?
Recebeu os compositores, conversou com eles e tal. Eu acho que isso tudo caminha de mãos dadas, né, Chico? Sim, caminha a a facilidade da sinopse, principalmente, né? A facilidade da sinopse e pro compositor, porque o caminho do compositor é a sinopse. Ele não obedece só a sinopse, ele vai buscar outros elementos hoje em dia, né? É muito difícil você ter um samba que passe onde o compositor fala: "Ah, o tema é aí, já vou escrever aqui." Antigamente tinha isso, né? O cara pegava lá, qual é o? O tema é o relógio, já vou escrever aqui,
entendeu? Não precisa nem nem não, mas hoje em dia é diferente. Hoje em dia você precisa precisa ter para você desenvolver as ideias, até porque são enredos mais complexos, são enredos com mais elementos, não nem que são sejam mais complexos, mas são enredos com mais elementos, né? E esses elementos eles ajudam você a desenvolver o samba, né? Eh, é importante, é muito importante, além do do do fato da sinopse facilitar a vida do compositor, os bate-papos com os carnavalescos, com diretores de carnaval, explicando o samb enredo, explicando o enredo, explicando o que que eles querem,
né? Não é o carnavalesco virando compositor, cada um no seu quadrado. Eu te garanto que se um carna se um compositor chegar lá no para um carnaval e falar, você bem que podia botar outra coisa aqui no lugar desse tripé que você tá colocando aqui, o carnavalesco vai ficar revoltado e vai expulsar ele do barracão, né? Agora, apesar que de vez em quando acontece um Cláudio Russo, um André Diniz, né, que começa a colaborar com o carnaval da escola, né, de vez em quando acontece isso, a gente sabe disso. Dá, dá uma salvada no enredo
patrocinado. Oh, meu Deus do céu, né? Como foi a vila em 2013, né? O André, o André salvou o André, o Martinho da Vila e tal, eles salvaram, né, o saudoso Arlindo Cruz, eles salvaram que seria um enredo patrocinado e fizeram um samba antológico. Sim. Agora nós eh é importante que isso seja realmente mastigado pelo carnavalo, que a ideia do carnavalesco esteja de forma fácil pro compositor entender, porque senão sai samba complicado, meu irmão. Sais samba ruim. Se o compositor não entende, não adianta falar: "Ah, a safra é ruim, é ruim". Porque o compositor não
entendeu. Quando a escola escolhe um samba ruim dentro de uma safra boa, a culpa é da escola, Né? Porque a escola escolheu um samba ruim. Agora, quando a safra é ruim, a culpa é da sinopse cara. Quando você não tira, teve escola esse ano que por causa de samba não brigou pro carnaval. Entendeu? Seja no especial, seja na série ouro, entendeu? Tem escola que sabia que balançar a cabeça que tinha tinha um um um tema interessantíssimo, tinha um enredo interessantíssimo, mas os compositores é esse e não é ah, o samba era ruim, sim, todos eles
eram. Os compositores não conseguiam entender a ideia do samba, do enredo. A culpa é do compositor não, ele não vai inventar, entendeu? Ele não vai inventar, ele tem que obedecer, senão ele não chega nem ele nem se classifica com o pai de disputa de samba, ele cai na fita ou vão empurrando ele até chegar ali na quarta de final, semifinal e derrubar ele, entendeu? Então, é importante que o enredo esteja bem esclarecido, que o compositor tenha facilidade para entender o enredo, entendeu? E que e que possa fazer grandes obras, possa fazer grandes eh eh possa
fazer um grande samba. Eh, eu vou na Viradouro para dar um exemplo da Viradoura. A Viradouro tem trazido, eh, tirando o enredo desse ano do Ciss, a Viradouro tem trazido enredos eh aonde eles apresentam personagens ou situações, né? Tivemos Malunguinho, Rosa Maria Gibsíaca, né? Eh, o Dang B, que que são enredos que não são enredos tão populares assim. Me diz um samba ruim desses três aí. Entendeu? Então eles pegaram o o o Zanon e a equipe dele, eles pegaram, conseguiram resumir para os compositores na sinopse o que eles queriam. E isso deu samba bom, entendeu?
E isso deu samba bom. Acho que faz parte do departamento cultural, do departamento de carnaval e da escola resumir isso muito bem pros compositores, porque daí é que vai sair a grande obra, não é? do milagre do compositor, não. O compositor às vezes faz milagre, mas nem sempre ele faz milagre. Ele vai obedecer uma fórmula. É diferente de instalar uma ideia de uma música e você escrever ali e fazer uma música clássica, uma música eh que exploda, né? é diferente. Ele tem que seguir uma regra, ele tem que seguir uma sinopse. E essa sinops tem
que facilitar para ele. Eu peço e e e aí, Anderson, eu acho que quando você tem como argumento como um livro, isso vai facilitar mais ainda a vida do compositor, porque ele vai pegar a sinopse, ele vai comprar o livro como a Tainá e você v você vão fazer. O compositor mais malandro, compositor, o compositor mais malandro já tá lendo o livro, cara. Quantos compositores da vila já compraram tortar? Vê lá quantas quantos livros a Amazon já entregou ali na região da Vila Isabel. Ah, mas é isso, cara. É, é, é que eu sempre digo,
cara, eu já falei isso algumas vezes. Vou vou ser mais uma vez repetitivo, até porque a nossa audiência tá tá tá se renovando, tá chegando uma rapaziada nova aí que se juntou à gente desde o carnaval. Mas cara, o enredo, quando a ideia, né, o enredo, eu sempre digo, o enredo é só na avenida. Quando a ideia do enredo, [ __ ] instiga, cara, o compositor ele já fica inquieto, cara. Ele já fica ali, ele já anota uma coisa, ele já tem uma ideia, aí já manda o WhatsApp pro outro que é bom de melodia.
Olha, cara, escrevi isso aqui, que que tu acha? Aí o cara da melodia, [ __ ] já tô com uma melodia aqui pro refrão, pô, o enredo é Pernambuco, pô, a parada tem uma parada, tem uma levada meio de maracatu aqui, não sei qu que que tu acha e tal. Os caras já vão, né? A coisa já vai fluindo. Um grande samb enredo, ele já ele já nasce às vezes muito antes da sinopse. Agora, quando é aquele enredo, né, mequetref, aquela coisa que tu fica aí, né, aí o compositor já coça a cabeça, aí já
manda o WhatsApp no grupo da parceria. Aí galera, ferrou, hein? Vamos lá, vamos ver que que a gente faz aí, né? E tal. Ah, tal. Sábado, vamos assar uma carne aqui em casa. Aí um responde: "Ih, não sei, cara. Eu acho que eu vou ter que levar minha avó no dentista. [ __ ] cara, o cara não tá, Né? Agora não. Vamos assar uma carne no sábado. Quando quando quando a ideia do red boa, [ __ ] malandro já tá 9 horas da manhã na casa, ó. Já tô aí na porta, já acendeu a churrasqueira,
[ __ ] Acabei de acordar, pô, já tô aqui porque eu tô com uma ideia, né, [ __ ] tava aqui pensando, pô, a a a o relato do Bocão e do André Diniz sobre a feitura do samba da Vila Isabel, né, desse desse último carnaval, de como ele foi feito, de como ele foi gravado, de como, né, as pessoas foram abraçando organicamente. Então é isso, gente. Eu acho que que isso facilita hoje em dia, cara, o carnaval hoje ele é decidido no detalhe e já está superada. Eu acho que, né, esse ano, se alguém
ainda duvidava, eu acho que esse ano serviu para acabar com qualquer dúvida de que samba ruim não consegue mais nada no carnaval. Se você não tem um samba de razoável para cima, porque tem sambas que vão crescendo, chegam no próprio samba da Viradouro, não era tido como melhor samba. A gente sempre colocava ele ali, né, numa segunda prateleheira da safra, a gente botava beijabel e tuutima, e o Tuut e a Viradouro um pouco abaixo e tal, mas a Viradour nunca, mas em momento algum, nem é nós aqui, nem em qualquer outra análise, o samba da
viradora a samba é ruim. Não, não era ruim. Não era ruim, né? Eh, então assim, você para ganhar carnaval hoje, você tem que ter pelo menos um samba bom, pode não ser espetacular, mas bom. Um samba agradável, um samba que vai levar sua escola pra avenida, que vai empolgar seus componentes nos Ensaios. E para você ter um samba bom, você precisa de um enredo bom, de uma ideia de enredo boa, bem escrita, bem fundamentada, que vá enxigar os compositores, que vá fazer os compositores encontrarem soluções. Os compositores têm que ter liberdade, né? Falando nisso, Tainara,
né? Eh, Toyot vai encomendar samba, né? Então, se a gente já sabe que vai vir coisa boa de lá. Mas em relação à sinopse da foi é muito engraçado. Eu no sábado eu tive na lá no na roda de samba do Tomás Miranda lá no no Alfaráb aí o Tomás, ah, não sei o que que que você achou da explanação da da sinopse da mangueira. Falei: "Não, não assisti ainda. Tô, né, assim, isso é muito importante para vocês, pra gente nem tanto, tal, não sei quê". Mas enfim, como é que você viu a sinopse da
mangueira? Eu não assisti a explanação, eu li a sinopse, mas a nossa especialista é você, eu quero te ouvir. Que que você achou da sinopse assim no que não entrar no juízo de valor se é boa ou se é ruim, mas ela reúne esses ingredientes para que a mangueira possa pensar em ter um bom samba no carnaval? Eu acho que a sinopse da Mangueira segue por esse caminho. É uma sinopse muito fácil de entender e é uma sinopse que ela quer, ela no final ela dá ênfase pra mulher, pra mulher mangueirense. Então assim, eu achei
que ficou uma sinopse bem bonita. Eh, e é uma e é uma sinopse assim que você lê, você consegue saber exatamente que está falando de Anã, Enfim, você consegue entender isso. E eu acho que o importante é isso e eh tá e tá de uma forma fácil na sinopse para facilitando a o entendimento, consequentemente a gente tem um bom samba. Eh, então a sinopse da mangueira deixa bem claro isso e deixa e deixa muito mais claro ainda a força do feminino, a força da mulher, né? Anção guerreira. Então assim, acho que esse que é o
ponto principal, esse é o que mais me chamou atenção na sinopse da mangueira. Eh, justamente isso da mulher, como todas estão fazendo, mas a sinopse da Mangueira enfatiza isso bem no final e eu acho que ficou interessante. E outra sinopse Anderson, que a gente teve também que tá que ficou também excelente, super amarradinha e seguindo na nossa ideia de histórias, é a do Tw também. A do TT conta direitinho uma trajetória, início, meio, fim. Eh, e vai ser uma história muito interessante da gente observar, que vai falar sobre várias transições ali do Rio e vai
ter várias referências carnavalescas também, não? E assim, eh, especialmente no caso assim, o Tuy, lógico, não vamos deixar de falar do Tuyuti, mas assim, é que no caso do Tuy o samba é encomendado e a gente sabe que o samba do Tuy vai est nesse nesse nessa prateleheira alta. A mangueira, por um outro lado, é uma escola que vem se ressentindo nos últimos anos ali e tal, né, de safras mais, digamos assim, animadoras. Eu gostei muito do fato de ser uma sinopse curta. Sim, muito uma sinopse curta, de fácil compreensão e e assim é o
é é uma um contraponto Muito grande para desse ano, é que desse ano de 2026 era uma sinopse difícil de você conseguir entender. Você tinha que ir além do que tava ali para você conseguir entender o que seria o desfiler. E na sinopse para 2027 você lê, você já consegue imaginar com o que que vai ser o desfile, esse que é o legal. E isso com certeza vai trazer uma boa safra de sambirredo paraa mangueira e mangueira vai fechar o desfile. Então assim, é já é mais um motor para ela ter um bom samba, né?
Eh, com uma boa sinopse, um bom tema e fechando um desfile mangueira, geralmente nunca erra, né? Quando tá fechando desfile. Enfim, quanto mais com um enredo que dialoga tanto com um enredo que foi campeão, né? Né, Chico? Sim. Dialoga com mangueirense também. Além de dialogar com o enredo lá de 2016, ele dialoga com o Mangueirense. O Mangueirense se vê nesse enredo. Eu não li, sou muito sincero com relação a isso. Eu não li, eu tive, tive um fim de semana aí meia tribulado, não consegui ler ainda, parar para ler a sinopse. Essa semana eu vou
ter bastante tempo aí para poder ler as sinopses com calma, entendeu? Eh, mas acho que a mangueira ela se e assim, como eu sempre falei, desde a escolha, eu gosto do samba da mangueira, entendeu? Só acho que ele tem alguns pontos ali complicados. Eu não gostava, Eu não era fã do enredo, eu era fã do samba da Mangueira, entendeu? Mas tinha alguns pontos complicados, tinha hora que parecia que ele não acabava nunca e tal, mas eu achava um samba lindo, mas eu não achava samba de mangueiro, entendeu? A mangueira tá precisando daquele samba de balançar
a avenida. Quem sabe agora falando de olhar, né? A sinopse, como vocês mesmo falaram, a sinopse curta. Realmente é, parece que são o foi postado inclusive no Instagram, né? São poucas páginas. São três são três páginas com fonte 18, assim, a fonte é bem grande. Então é um texto bem bem bem curtinho. E isso vai facilitar os compositores, né? vai facilitar os compositores e eles vão ter que ir lá e conversar com com o Sydney, né, com o carnavalesco da escola para poder pegar os detalhes. Por isso que eu falo aquela conversa. Ah, bate-papo com
o compositor. Isso é importante para caramba hoje em dia. Antigamente tinha compositor que nem ia, ia porque tinha quem porque era obrigado a ir. Hoje em dia isso é importante demais, porque é ali que o o carnavalesco solta os detalhes, que a direção de carnaval solta os detalhes. Então eu acho que a Mangueira, a Mangueira tá numa linha, né? Daqui a pouco é centenário da Mangueira. Da Mangueira, tá? Centenário da Mangueira, tá? Daqui a pouco é centenário da Mangueira. Eu acho que a Está abandonou essa história. Não abandonou não. Ai meu Deus. não abandonou, não
fez um acordo com a prefeitura e com com com acho que com o Ministério das do Secretaria da da Culturas e vai começar a rolar alguma coisa relativa ao centenário. Mas deixa eu falar, esse é problema da Estácio. O IFAN aprovou, então é com eles, não é? Isso aí eu nem eu nem me mento porque assim, eu posso não concordar, mas é com eles. Se o IFAN aprovou, problema do Fan não fã nem bem aprovou não. Mas enfim, vamos lá. Segue, segue a segue a pauta. Mas aí a a Mangueira tá num caminho em que
ela ou deseja ou ou precisa eh abrir o caminho para um centenário campeão que é a Mangueira. A última vez que isso aconteceu, as duas últimas vezes que aconteceram isso com datas redondas, as escolas se lascaram. A gente lembra muito da Portela agora com 100 anos da Portela, mas eu lembro muito de 50 anos do Salgueiro. E o Salgueiro entrou campeão na avenida e se danou toda, entendeu? Salgueiro tinha um sambão, o Salgueiro tinha, tirou o Renato da Mocidade, entendeu? Montou um timaço e se lascou todo na avenida, entendeu? Então, é preciso muito cuidado com
esse lance do centenário de de de quanto você cria de expectativa. E a Mangueira naturalmente vai se criar uma expectativa gigantesca, né? Mas eu acho que a Mangueira precisa fazer um caminho antes para que Caso ela venha para brigar pelo campeonato no centenário, seja algo mais tranquilo, entendeu? Tipo, fazer um grande carnaval esse ano com grande samba, com, já tem um grande redo, na minha opinião, mas com um grande samba, com grande desfile, brigando lá em cima para ser campeão, para quando chegar no centenário você falar: "Opa, a Mangueira veio bem ou até sendo campeã,
se vier, se for campeã, então o centenário é até mais leve, cara, entendeu? porque o peso já foi do título anterior. Então eu acho que a Mangueira tem que buscar esse caminho. O Mangueirense tá muito aflito. O Mangueirense tá preocupado. Quando eu falo desse negócio da data redonda, o Mangueirense ele tá querendo que chegue o centenário, tá querendo comemorar o centenário, mas ele olha muito pro que aconteceu com a Portela, entendeu? Ele olha muito, fala: "Cara, deu tudo errado ali, cara, isso não pode acontecer com a Mangueira". Então eu acho que a Mangueira tá se
preparando exatamente para que isso não aconteça. E um grande carnaval, um título ou um uma briga pelo campeonato, um grande desfile, vai deixar esse caminho mais aberto pra Mangueira, Anderson. Pois é. Deixa eu ver aqui quantos likes, pô. Vamos chegar junto aí no Pix também. Vamos chegar junto aí no Pix. Ajuda, afinal de contas, né? Você é o nosso patrocinador. 146 likes. Vamos subir. Vamos subir. Vamos para 180. Dê o like, né, gente, né? Muito importante. Inclusive, você que tá assistindo na reprise, é muito importante, porque quanto mais like receber, né? Eu fiz a brincadeira
na semana passada de que eu Queria que o pessoal em outubro ainda assistisse o programa. Esse eu quero que você que apareça para as pessoas em março do ano que vem depois do carnaval para as pessoas virarem e falarem: "Porra, eles acertaram na mosca, então eles só falam besteira, erraram tudo, né?" Então dê o like, é muito importante para que a gente continue aí reverberando por dentro do YouTube por muito e muito tempo, né? Deixa eu aqui lembrar mais uma vez, né? A galera chegou, né? Muita gente chegou com programa já começado. Anote na agenda
dia 12 de julho. 12 de julho, não é? 12 de junho ou não? Julho lho lho. L o tem a festa de 15 anos da rádio arquibancada. em breve mais informações. Será um festão. Vamos, estamos preparando aí, né? Não vai ter valsa, tá? Não vai ter valsa, podem ficar tranquilos. Não, não precisa eh alugar smoking, não precisa alugar longo, não tem nada disso, né? Tem a nossa festa do jeito que a gente sabe fazer, muito samba, muita alegria, né? Então, dia 12 de julho, né? Você que tá fora do Rio, quer vir para cá, né?
já pode dar uma reservada aí nas passagens, ver um RBMB, enfim, 12 de julho, 15 anos da Rádio Arquibancada. Em breve a gente dá mais detalhes aí para vocês, né? Mas queremos, queremos todos juntos. Afinal de contas, a festa é nossa. Você também junto com a gente, construindo essa história aí. 15 anos. Meu Deus do céu. É isso. Eh, vamos caminhando, vamos caminhando, né? Vamos caminhando. Já, já temos aí 1 hora20 de programa. Hoje o elenco tá Mais enxuto, a gente acaba fazendo um programa um pouquinho mais curto também, né? E quinta-feira, quinta-feira tem papo
com Baltá, quinta-feira às 8:15 da noite, domingo tem arquibancada SP com Miguel Fortunato. Aguardem também em junho, em junho agora junho, NH junho, né? Teremos uma super programação, Chico Frota, precisamos conversar, eh, uma super programação, né, dos 15 anos da Rádio Arquibancada ao longo do mês também muita coisa rolando. Não só tem Copa do Mundo, não, tem 15 anos da Rádio Arquibancada e a gente conta com vocês nessa festa. É isso, Tainara Serra, boa noite, minha querida. Até semana que vem, se Deus quiser. Boa noite, Anders. Sou Chico, até semana que vem. E semana que
vem, tomara que a gente tenha mais enredos pra gente falar, hein? Teremos, teremos, teremos, teremos mais enredos. Chico Frota, até semana que vem, meu amigo. Até semana que vem, Anderson Tainara. Teremos mais enredos. Vamos falar dos enredos. Vamos falar dos temas. Quando quando as sinopses saírem, nós vamos analisar as sinopses. Vamos fazer isso tudo. Simples assim. Vamos fazer isso tudo. Goste ou não, mas vamos continuar fazendo. É o jeito que a gente faz programa toda semana. Há 15 anos. A 15 anos. 15 anos. Exatamente. Não gostou? Não tem problema. Não, não, não vou nem falar
para não assistir. Assiste a gente sim, dá o like e tal. Eu não gostou, não posso fazer nada. Eh, e e como diz aquele samba, como diz aquele Samba antigo do Jacarezinho, quem ontem chorou hoje vai sorrir. Tem gente que no ano fica com raiva da gente, ano seguinte adora. É sempre assim, como como é o grito de guerra do nosso amigo Tigalá, se não gostou, reclama com Deus. Eh, querido Tinguinha, filho do Tinga, foi intérprete da São Clemente da Lisa Imperial, contratado pelo Acadêmicos de Santa Cruz. Que time bom que a Santa Cruz tá
montando, né? Lousada, Tinguinha, tá montando. Ricardo Simpatia, que é um diretor de carnaval experiente, Riquinho que já tá lá na Mestre Riquinho que se mantém lá, claro, tipão da Santa Cruz. Eh, o que mais? Emerson Dias deixou o o Acadêmico de Niterói, né? Ainda não não não deu definiu o seu futuro, né? Leozinho Nunes também deixou a cari. Leozinho Nunes que tem contrato com a Tom Maior lá de São Paulo também, assim como o Tinguinha tem contrato com a Barroca, né? Por isso o Tinguinha saiu da São Clemente, não foi nada demais. É que desfil
os dois desfilam na sexta-feira, né? E hoje a vizinha faladeira que caiu, infelizmente, pra série bronze, lançou o seu enredo. Tudo a ver lá com com a região. Aliás, a vizinha busca sempre fazer enredos ali da região, que é um enredo sobre João da Baiana. E hoje seria aniversário do João da Baiana, né? Então, vizinha faladeira, presidente Marquim Passo, goleirão. Parabéns aí, grande vizinha faladeira pelo pelo enredo. É isso aí, gente. Mais um mais uma semana. Semana que vem, se Deus quiser, com o time completo, né? É isso. É, mas nosso time, nosso time joga
bem com qualquer escalação aqui, só tem craque. Deixa eu ver aqui, finalizando aqui a nossa contagem dos likes. 159. Maravilha. Continue. Você que tá assistindo o programa gravado, dê o like, né? Você também pode chegar junto também no Pix aqui. E ao invés do super chat, você faz um valeu demais, né? né? Coloca ali o valor e também pode hypar. Agora tem essa, né? Você pode hypar, gostou para caramba do programa, dá aquela rypada que a gente gosta, tá certo? Então é isso, gente, ficando por aqui, né? Obrigado pela audiência, uma ótima semana para todos
vocês. Eu volto na quinta, então é isso. Fiquem com Deus. Com as bênçãos de São Jorge Guerreiro, vamos terminando mais um programa da Rádio Arquibancada. Ciao. Ciao.
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