Muito bem, estamos gravando aí. Então, nós estamos aqui. Bem-vindas, bem-vindos. Deixa eu colocar o grandona aqui. Bem-vindas, bem-vindos à nossa terceira aula, onde a gente vai falar um pouquinho mais sobre traumas e sintomas na vida adulta. E no finalzinho tem um exercício para vocês e tem bastante práticas somáticas também, tá bom? Então, mesmo esqueminha, cuidado com a Câmera aberta. Se você levantar com a câmera aberta, minha equipe fecha, você não consegue mais abrir por segurança. Tem gente que troca de roupa, vai no banheiro, esquece, troca a câmera aberta. Você pode escolher, tá? Aberta ou câmera
fechada, tá bom? Então, só por medida de segurança, vai se movimentar, pode se movimentar, mas fecha a câmera. Mas o ideal é que você fique paradinha aí para prestar atenção. Misericórdia, é como se você estivesse ao vivo comigo, Porque é muito conteúdo, né? É muito material. Muito bem. Na aula dois, nós estudamos um pouquinho sobre sistema nervoso, não é? Ah, antes disso, uma palavra de como que você está chegando aqui. Uma palavrinha só. Opa, pera aí. Não tão como cohosting. Pera aí, tem que dar. Majô, consegue dar cohosting para eles? Você consegue? >> Não, amiga,
só você porque você tá como anfitriã. >> Pera aí, porque agora eu vou ter que achá-los. Ai, ai, ai. Ã, Gabriel, levanta a mãozinha. Natália, levanta a mãozinha para eu achar vocês e abre a câmera porque aí pula pra primeira tela. Se vocês não abrirem a a a câmera, eu não acho vocês, porque já tem 300 pessoas. Levanta a mãozinha. Natália já levantou. Ã, pronto, Natália, já deu certo. Deixa eu ver agora o Gabriel. Gabriel já levantou A mãozinha. Pera aí. Cadê o Gabriel? Gabriel, levanta de novo, por favor, que eu não tô te achando
aqui. Achei. Achei, Gabriel. Deixa eu dar o corosto. Certo. Todos os dois estão com cor agora. Só confirma, né? Ok. Maravilha. Então, vamos lá. Uma palavrinha de como vocês estão chegando. Estou animada. Quem mais? Vamos ver. Uma palavra só. Uma palavrinha. Como é que vocês estão chegando aqui? Teressada. Que mais? Ansiosa? Que mais? Atenta, reflexiva. Mesma coisa a gente vai dizer aquela combinação. Não conte aqui, tá, meu amor? Porque a sua história pode traumatizar alguém, tá? Pode ser gatilho para alguém. Você pode contar para mim, tá bom? Só isso de jeito escrevendo. Não tô acreditando.
Não, não saio daqui não. Tem 300 Pessoas. Eu só tive resposta de três. Não, pera aí, pera aí. Acho que eu tô no lugar errado. Pera aí. Aí, meus amores, não adianta vocês me inscreverem no particular que eu não consigo ver. Tem que escrever para para para todo mundo, tá? no chat inteiro. Elas não tão, elas não estão conseguindo escrever no chat inteiro. Ah, não tô conseguindo ver. Vocês estão escrevendo no chat? Não tô Conseguindo ver. Pera aí. Todos só parou aqui. Boa noite. Só entrei no grupo ontem à tarde. Como consigo as postagens antigas?
Cadê os outros comentários? Não tá dando para escrever no chat. Por quê? Fabila escreveu aqui que não tá dando. Deixa eu ver o que aconteceu. Majô, você mexeu em alguma coisa ou não? >> Não, eu tô vendo a pessoa escrever. >> Ah, tá aqui, ó. E confitriões. Tá Errado. Tá pronto. Agora eu já abri. Tá, agora consegue todos escreve aí para mim. >> Tá chegando. >> Ah, agora sim. É porque alguém alguém mexeu aqui e tava só anfitrião e com anfitrião. Tá, então fica chat o grupo todo. Beleza, agora vai. Curiosa e paz, perdida. Quem
mais? Animada. Quem mais? Quem mais? Curiosa? Aí, ansiosa, Alegre, esperançosa, bem interessada. Muito bem. Tensa. Aí, tensa pelo quê? vero que aconteceu no dia ou tá com receio do que nós vamos trabalhar hoje. Conta aí para mim. Então, vamos lá. Então, vamos sossegar um pouquinho os dedinhos aí no chat e vamos relembrar rapidinho o que que aconteceu na aula dois. Então, na aula dois a gente falou sobre o sistema Nervoso, o simpático e o parassimpático, né? Simpático é aquele que vai te dar energia, ah, fazer o movimento paraa ação e o parassimpático vai deixar você
parado, congelado, vai botar você para dormir, tá certo? Então, ah, pra gente lembrar do simpático e parassimpático, quem aqui é gateira? Quem aqui tem gato? Isso é muito comum em gato. Então, por exemplo, gatinho novo de rua, sabe aquele gatinho Bravo que fica bufando, que não deixa você pegar? Ele tá no quê? Ele tá no simpático. Ele tá na luta e fuga, porque ele vê que tá em perigo, tá com medo, tá com muito medo, tá inseguro e ele vai atacar você. Ele tá no simpático. Agora, sabe aquele gato que tá morrendo de medo, mas
ele fica parado, quietinho, ele não te ataca, ele fica congelado? Então eu tenho um gatinho aqui chamado Cmos, que a gente pegou tem um ano, quando a gente foi buscar, ele Ficou parado e congelado. Ele não saía do colo parado e congelado. Quando a gente colocou ele no quarto, no quarto, ele se esconde. Então ele fugiu. Então aquele parado no meu colo e não atacar a gente, a gente achou, ai que mzinho, que bonitinho, ele é, não é não, ele tava congelado. Então esse congelamento é do parassimpático, eu não consigo reagir. Então isso também a
gente pode trazer pras nossas vidas. Quando eu procrastina, não saí do lugar, eu não Consigo resolver as coisas, eu posso estar acionada, né, com esse nesse, nesse modelo, nesse modo. Existe o outro que é o gatinho engajado, tá? A outra gatinha que a gente pegou junto, a Odara, ela já chegou com tudo, se defendendo dos outros, brincando, não se escondeu, não lutou, não fugiu e não congelou. Então, ela tava o quê? Engada. São os três estados. Eu tô bem, tá? Tô aproveitando aqui minha casa nova, enquanto que o outro lá tava congelado e Enquanto tem
gato que fica desesperado e vai te morder e vai te atacar. Não é assim que funciona, tá? Quem tem gato sabe que é assim. Então agora nunca mais você vai esquecer o que é o simpático e o quebra, que é o parassimpático, tá? O gatinho bravo tá na luta e na fuga. O gatinho quieto, tá no congelamento, tá desligado e o gatinho que também tá engajado e tá relaxado, tá bom? Tá no estado calmo. Então, quando a gente fala em trauma, o que que a gente trabalhou Na aula um e na aula dois? Eh, quem
tá em trauma tem medo de não sobreviver. Tem medo de não sobreviver, tá? Então, afinal, o corpo está em estress. Então, esse não sobreviver, ele tem medo do abandono, da rejeição. Ó, abandono e rejeição. Se nós somos seres sociais, né? Se eu sou abandonada, se eu sou rejeitada, eu corro o risco de não sobreviver. E isso é muito sério. E isso vai paraas nossas relações. Porque quando a gente fala em sistema nervoso, Estamos falando de relações. E quando a gente tá falando de traumas, a gente também tá falando de relações. Então, na verdade são as
relações pagam a conta dos nossos traumas. As relações pagam a conta dos nossos traumas. Se vínculo é a primeira necessidade da criança, se ela não tiver um vínculo de um adulto que tenha compaixão para dar comida, trocar a fralda, cuidar daquele bebê, Tá? O desamparo é o grande problema, é o nosso medo primordial. Então, se você é aquela pessoa que tem muito medo hoje, muito medo de morrer, tem que dar puxar esse fio, né? Puxa esse fio e veja o que que aconteceu na barriga. Se consegue, né? Na barriga da mãe tem caroço, né? Na
barriga da mãe algum o bebê percebeu algum perigo quando era muito pequenino, ou seja, teve um medo primordial. Lembrando que todas as fases do desenvolvimento humano são Potencialmente traumáticas. Então, um acidente que a mãe tem, um nascimento de fórceps, um nascimento difícil, ficar numa incubadora, não conseguir amamentar ou a criança não ficar bem alimentada, cólica, nascimento de dente, todas essas coisas que o bebê tem, tá? Desfraude, tirar a mamadeira, tirar a chupeta, ir pra escola. Todas essas questões são potencialmente traumáticas e vão aparecer traumas ocultos, traumas com T minúsculo, mas a gente nem conhece, a
Gente desconhece, tá? Mas não podemos desconsiderar esses traumas nas nossas vidas, certo? Então agora a gente vai fazer uma preparação, porque isso aqui só foi o gancho com a aula de ontem, não entramos ainda. Então vou pedir para você ficar em atenção plena, os pezinhos no chão, a coluna ereta. Se for confortável para você, você fecha os olhos. Senão você pode ficar com os olhos abertos, não tem problema. E levando atenção pra sua respiração. Inspirando e expirando naturalmente pelo nariz. ficando no momento presente, nenhum lugar para você ir, nada para você fazer, apenas ficar aqui.
E agora veja o que acontece quando você me escuta dizer: "Os seus sentimentos são bem-vindos aqui." Os seus sentimentos são bem-vindos aqui. Pronto, voltando. Como que foi? Como que foi? Como que foi? Como que foi? Conta aí para mim. E vamos começar, tá? Nunca me senti tão acolhida. Ai, que linda. Estranho, mas eu gostei. Coração quentinho. Foi bom. Bom ouvir isso. Maravilha. Muito legal, né? Gostoso, né? Quando a gente tem eh uma outra pessoa que atende as nossas necessidades, né? Então, vamos voltar ao nosso assunto de hoje, né? a gente vai falar bastante de dissociação,
Vamos trazer algumas novidades aqui. No finalzinho a gente tem práticas e exercícios, tá bom? Então vamos lá. Eh, o senso, nós precisamos sentir segurança, certo? Nós buscamos segurança, nós precisamos de segurança. Nós mamíferos precisamos de segurança, os animais todos precisam de segurança. Então a gente tem que tá o tempo todo rastreando segurança, confiança. Então se eu perco a confiança em alguém ou perco a confiança em algum Relacionamento, eu me sinto insegura, porque eu não tenho mais confiança, tá, nessa pessoa ou naquele relacionamento ou na vida. E essa confiança, esse sentido de segurança, ele é mapeado,
ele é construído, ele tem os seus primeiros fios, as suas primeiras raízes no início da vida, através do relacionamento da criança com o cuidador. tem um experimento terrível, horroroso, aonde eles estudaram, não sei se há 100 anos atrás, sei lá, 80 anos atrás, crianças Em orfanato, tá? E elas nunca eram tocadas, não recebiam colo, nem brincavam, nem nada, era só trocar a fralde da comida. Vocês não têm ideia dos problemas mentais que foram desenvolvidos na na todas as crianças. Elas ficaram sem condição nenhuma de conviver eh bem numa sociedade. O bebê precisa de toque. Nós
precisamos de toque. Pele, né? Nós somos regulados. A mãe tem a coisa do cheiro, o citocino, O bebê também tem a coisa do cheiro que é importante, o cheiro do leite, o cheiro da mãe. Então esse vínculo, alguém está cuidando de mim, eu posso descansar, é importantíssimo. Se você não teve, você vai ter traumas relacionados a essa área, mesmo que você não lembra. Então, se você acha que você tá inseguro, não confia em ninguém, sente muito medo, tem que dar uma estudada nisso e você tem que continuar e você Tem que aprofundar para entender como
que o teu corpo reage a esse medo, quais são os sintomas que você sente, percebendo os gatilhos, o que que você pode enfrentar, o que que é melhor não enfrentar, né? Porque a gente tem que entender com relação ao gatilho, ao trauma, eu enfrento ou eu fico? Eu, isso é um recurso ou isso é uma entrega? Eu estou engajada ou não estou engajada? E a gente precisa de tempo para poder Entender como é que o teu corpo vai funcionar. Então, na verdade, o senso de segurança, ele tá atrelado ao nascimento da própria vida e isso
que vai sustentar a tua vida toda. Então, o tipo de vínculo que você teve na sua infância, nos seus primeiros dias de vida, é que vai sustentar a sua vida inteira. Por isso que hoje em dia se fala em parto humanizado. A criança nasce já vai pro peito. Isso tem que ser combinado com obstetra. O Parto natural é super importante. A criança nasce já vai pro peito. Ela primeira coisa que ela vai fazer, nem cortou o cordão ainda, nem limpou nem nada, é ir pro peito da mãe. Isso é extremamente importante, né? eh eh pouco
barulho eh sem aquela iluminação toda de hospital. Então, hoje em dia tem uma série de de conhecimentos que a gente faz para quê? Para que esse nascimento seja o mais acolhedor possível no Momento que essa criança chega no mundo, seja muito acolhedor e já vai pro quarto. Antigamente não, né? Ficava observação lá, vocês já viam. agora já vai pro quarto, já fica no colo da mãe. Então essa é a base de todos os seus relacionamentos. E aqui para quem é religioso, hoje é uma aula importante para quem tem religião, porque a gente vai entrar na
questão da fé, na questão de Deus que tá relacionado com trauma. Sim, essa Criança, vários estudos mostram que a criança que tem um senso de segurança bem desenvolvido na infância, ela vai ter uma base muito importante para os relacionamentos e para a fé. Pessoas que têm muita fé, elas têm segurança. Então, essa coisa da segurança é: "Alguém cuida de mim". Porque é muito desolador, é muito desamparo um bebê concluir que ninguém cuida dele. Eh, o mais fácil a gente vai ver o bebê Normalmente de aqui cheio de batom. Roubei o batom da minha filha. Roubei
o batom da minha filha. O bebê ele prefere botar culpa nele. A criança, nós colocamos a culpa em nós. Nós não merecemos o amor da mãe. Nós não merecemos o amor do pai. Porque é muito desolador. Não tem como o sistema nervoso da criança concluir que o pai é ruim, que a mãe é ruim. Eh, sou eu o problema. Então, aí já começou a bagunçar a autoestima da pessoa. Então, Se meus pais cuam de mim, eu começo a ter fé. Eu começo a ter fé, fé nas pessoas, fé na vida e eu tenho mais esperança,
tá? Então essa essa primeira experiência original de cuidado vai eh ser o chão, vai ajudar você quando adulta a perceber eh qual o seu lugar no mundo, em quem que você pode confiar, se o mundo é acolhedor ou o mundo não é acolhedor. Percebe? Eu gosto muito da pedagogia Waldorf, né? Não sei se tem pedagogos aqui. Meus filhos foram Criados na Waldorf até os 7 anos. Porque eles trabalham muito com a ideia de que a criança até os 7 anos, ela tem que achar um mundo bom e belo. E isso faz todo sentido. Um mundo
bom e belo, ela tem que ter isso, porque a gente tem que dosar as informações. A gente tem que ter cuidado com o que fala pra criança, como conta para a criança, as atrocidades, as coisas que contam no mundo. Eu protegi muito os meus filhos disso. tá pronto de falar para babá, não Conta isso perto da criança, né? Porque mora na periferia, na favela, e traz aquelas informações toda, matou, não sei que estuprou outro, não sei o que lá. Ela vinha contando tudo, ó, calma, isso pode contar para mim, mas não é para ficar no
celular falando na frente da criança, porque a criança está captando todas essas informações. Os 7 anos são importantíssimos. Eu costumo dizer que nós copiamos o que aconteceu até os 7 anos e estamos colando até Agora. Ah, pois é, é cont C, copia e cola. O que aconteceu até 7 anos foi o tempo de moldar ali os caminhos neuronais do seu sistema nervoso, já entender o para onde que o que que é o simpático faz, que que o parassimpático faz. Então, olha a importância dos primeiros 7 anos, extremamente importante, tá? E aí essa base, é isso,
eu tô contando isso para você que eu quero que você já vai pincelando, tá? O que que acontece, Como é que foi a sua infância em termos de segurança? Qual foi a sua experiência original? Porque em situações de estress agudo ou de terror, as pessoas vão buscar, isso tem vários trabalhos científicos que mostram, na hora do desespero, a gente procura a nossa primeira fonte de conforto. Primeira fonte de conforto é a mãe. É a mãe. Hoje uma paciente, eu não atendi, só Atendi uma paciente hoje, que na época que eu tô na Tecilã, eu paro
a agenda, né? Bloqueio a agenda para dar atenção para vocês. E ela tá passando problemas físicos e muitos problemas físicos de doença e ela sonhou com a mãe. Foi interessante, né? Porque você sonhou com a sua mãe? Porque quando a gente não tá bem, a gente vai paraa mãe, porque é o primeiro vínculo. Ou você vai paraa mãe Ou você vai para Deus, você vai paraa fé. Tem vários estudos que mostram isso. Você tem essas duas bases fortes, mãe e Deus, tá? Independente de religião, se você acredita em Deus ou não, isso são resultados científicos,
certo? São estudos na área da psicologia que mostra a importância da fé para quem tem trauma. É muito interessante. Não interessa qual é a sua fé, qual não tenha qual a religião melhor, mas é a fé. Você nem precisa ter religião, mas é A fé. É a esperança de que tem alguém cuidando de você. E quando ela trouxe essa coisa que ela falou da mãe, me lembrou de eh uma frase que eu li num livro, até ele tá aqui, esse livrão aqui que eu gosto muito de neurobiologia, que fala assim, eh, em, ã, em qualquer
tempestade, numa tempestade, numa tempestade qualquer mãe serve na hora da tempeste. Está, eu já fiz até Uma ilustração com isso. Qualquer mãe serve, sendo bo ruim. É mãe, serve. Qualquer mãe serve. Isso me lembra também um outro livro de um psicólogo que ele relata um caso de uma paciente dele que já tava 20 anos com ele, uma senhora médica de 70 anos de idade, 75, que eh americana, que trabalha, morava numa cidade muito pequena, só tinha aquele hospital e todo mundo conhecia ela, porque ela era professora dos residentes e ela tava com queda de Cabelo,
já tava velhinha, tal, e ela passou a usar peruca. Ela cai na casa dela, mora sozinha, ela cai e faz um belo de um corte na cabeça que não dá mais para botar a peruca e precisava tomar pontos e ela não queria ir nesse hospital porque os residentes todo mundo ia vê-la naquela situação decrepe, tá? Segundo a cabeça dela. E aí ela vai, chama o filho e leva ela numa outra cidade vizinha onde os as pessoas não a conheciam para fazer o Curativo. E o médico fala: "Uma semana sem usar a peruca". Nesse momento que
ela tá fragilizada, sozinha, caiu, não pode ir no hospital, quando ela se sente muito mal, ela acessa a mãe que era mãe narcisista maligna, que fez muito mal a ela e ela tem vontade e ela compra o sorvete de café, que era o sorvete preferido da mãe dela. E ela toma chorando aquele sorvete de Café. E aí ela fala: "Eu tive saudades da minha mãe louca". Por quê? É exatamente isso que eu tô falando para você. Nos momentos mais estressantes, tem relatos que falam das mulheres em momentos de estupro, elas chamam pela mãe ou por
Deus. Por quê? Porque é esse vínculo original. Certo? Vou terminar de contar essa história no final porque ela continua. Tá? Ela vai continuar no final. Só Guarda isso aí. Você chama pela mãe ou você vai para Deus. Por quê? Porque tá relacionado com a fé, tá? Então essa experiência de cuidado, ela é importantíssima que vai trazer trazer eh conforto e trazer a proteção. Quando esse clamor, quando você não tem uma mãe para te ajudar, quando você eh Deus não, você acha que Deus não te ajudou, tantas pessoas que são religiosas e passam a não ser
mais religiosas, elas têm traumas religiosas. Sabia que existe trauma religioso? é um trauma religioso. Quando esse clamor não é atendido, o senso de confiança básica é despedaçado. E aí a pessoa traumatizada, ela vai se sentir completamente abandonada, expulsa da sociedade, eh não merecedora do cuidado divino, da proteção que sustenta a vida. E a partir daí, um monte de sentimentos podem acontecer de desconexão que vai permear, vai desembocar, vai Enlaçar, vai chegar nos seus relacionamentos, desde os seus laços mais íntimos, tá, até afiliações mais abstratas, como comunidade, trabalho e religião. O trauma vai enlaçar absolutamente todo,
certo? E e aqui tem uma formação muito interessante, né? Eu acho que acho que é do Bel essa essa frase. Acho que é do é do autor Bell. Bessel Van Dec. Ele fala Assim: "Quando a confiança é perdida, as pessoas traumatizadas, é muito forte o que eu vou falar, sentem que pertence mais aos mortos do que aos vivos. atravessou você. Esse é muito forte. Quando a confiança é perdida, as pessoas traumatizadas sentem mais próximas dos mortos do que dos vivos. É a pulsão da morte que Freud falava. Existe a pulsão da morte e a pulsão
da vida. Lembra do Impulso demoníaco que eu falei ontem na aula dois de Freud, da repetição, da repetição, pulsão da morte. Então, como cura, eu vou falar para vocês na última aula, como é que eu curo o trauma? Eu tenho que pulsar na vida. Como é que eu pulso na vida? Praticando atenção plena, yoga, dança. Eu tenho que viver o momento presente. Teatro, dê o seu jeito aí. Se vira aí, dê os seus pulinhos. Eu pratico mindfulness e é isso que eu ensino vocês, tá? Então, na mentura Rematenária, o grande recurso que eu vou ensinar
para vocês é o Mfons formado para trauma, que é para mim que funciona super bem, tem vários artigos científicos, né, com resultados maravilhosos para trauma. Mas você precisa de recursos. Se você tá onde você está ainda, se você ainda não conseguiu se libertar do sofrimento de trauma, porque você ainda não teve recursos, porque trauma é tratável. E tem alguns que você consegue curar, sim. Ah, mas eu não curei. Poxa, mas você senti um medo número 10, agora você sente dois. Tá maravilhoso, tá excelente. E quando entrar um gatilho, você já sabe o que fazer. Por
quê? Porque você já tem treino, então a gente precisa treinar para sair dessa ativação, percebe? Tá? Ou seja, eu preciso e é simples, tá? É viveu agora de uma maneira muito simples que o estilo de vida mindfulness vai Trazer para vocês, tá? Então vamos lá. Diante do desamparo, tá? Na verdade, a criança ela ela foge do desamparo, ela tem muito medo do desamparo, então ela tenta negociar para não ser desamparada. E ela ela negocia a própria autenticidade. De que maneira? Ou ela se aproxima dos pais e agrada os pais e ela sacrifica a própria autenticidade.
Vou fazer o que os meus pais estão querendo, tá? Isso tem um preço muito alto. A maioria de vocês fez isso. Me aproximo da essência dos pais, agrado os pais, faço o que eles estão pedindo, porque não vale a pena brigar, não. Não compensa brigar. Ou eu afasto dos pais, né? Primeiro é o mais interessante. Aproximo da minha essência. Aquela criança que dá trabalho, que não tá nem aí, aquele TDH, aquele diabinho. É, é a melhor criança. Eu fico mais feliz com uma criança encapetada, endiabrada do que com uma criança Boazinha, quietinha, mocinha. Porque essa
quietinha, mocinha, delicadinha, ela tá talvez sacrificando a própria essência. Só que os dois têm um preço, né? Eh, aproximar muito dos pais é afastar dos pais. Por quê? Porque a a imaturidade dos pais. Porque quando os pais são maduros, é possível ela se aproximar da essência dos pais, mas sem se abandonar, Porque senão o preço é muito grande, né? E aí, como eu tô longe da minha essência ou paguei um preço muito alto para se aproximar da minha essência, mas os meus pais não aprova minha essência, pode acontecer a fixação. E aí eu vou repetir,
repetir, repetir. Ah, uma de vocês escreveu para mim que o pai bateu nela até os 20 anos de idade. Vocês não têm ideia dos relatos que eu ouvi, né? E ela escutava as pessoas falando. Eh, não sei quem falava, não lembro tantas histórias que eu tô misturando. Essa aí vai apanhar muito quando casar. Ela apanhou, ela casou três vezes. O primeiro marido batia, né? Ela desconfigurou o rosto. Ela escutava, ela escutava, ela escutava. Essa aí vai apanhar. Ela entra onde? Ela fixa, ela repete, repete sem querer. É a compulsão diabólica, entende? É como se eu
me sentisse Atraída por essa relação. Tem culpa? Claro que não, mas é sintoma de trauma, porque o trauma limita o meu livre arbítrio. Eu acho que eu tenho liberdade, mas eu não tenho liberdade. Ele limita a minha possibilidade de sentir. A gente vai ver hoje também que ele a gente não percebe o perigo. A gente não percebe o perigo. Então a gente não consegue mudar diferente. A gente fica repetindo a mesma coisa. Na verdade a gente fica que nem um zumbi e No piloto automático. Por isso que o estilo de vida mindfulness ele vem exatamente
para curar isso. Sair dessa vida. ática e trazer mais engajamento paraa sua vida, certo? Talvez você nem soubesse. Você sabia que você tava num estádio de alerta tão constante? Você sabia que em 2025 você tava num estado, você tinha, você tem ideia que você tava nesse estresso, que eu tô ensinando sobre estresse para vocês? Você tem ideia de que você tava vivendo Tanto trauma em 2025? Sim? Não. Sim. Sabia? Sim. Não. Metade sim, metade não, né? É metade sim, metade não. Então, meu amor, escreve aí no seu caderninho, pelo amor de Deus, tá? Eu vou
pedir, não vou mandar agora. Agora eu vou mandar. Meta para 2026, saúde mental e manejo do estresse. Vamos trabalhar nisso, pelo amor de Deus. Meta de 2026 não é o emagrecimento, até pode ser um dos Objetivos, não é nada disso. É saúde mental. é a sua saúde mental. Eu tenho falado nisso desde dezembro. É o manejo do stresse. Se você conseguir manejar o estress, você tem tudo na sua vida. Se você tá parada, procrastinando, você não tá conseguindo manejar o seu estress. E você tem que perceber o que que é o estress e como que
ele atua. E é por isso que você tá aqui na tecelã, certo? Eu não consigo manejar o meu Estress agora se eu não consigo entender o meu estress infância. E quais as ferramentas que o meu sistema nervoso adotou lá na infância? Eu não consigo manejar o stress quanto eu não souber o quanto o meu self tá danificado, o quanto o meu eu tá danificado. Percebeu? Então vamos falar do eu danificado. Todos nós temos uma parte danificada, certo? Então, claro que se um vínculo sólido com pessoas gentis, pessoas atenciosas, Maduras, é essencial para o desenvolvimento da
personalidade da criança, quando esse vínculo é rompido, quando existe uma traição, e é esse o termo que a gente usa, existe uma traição, né? a criança precisava a apoiava nesse nesse nesse conforto, nessa gentileza, nessa compaixão e os pais pararam de dar isso. Então, existe uma traição, a criança fica traumatizada e ela vai perder a noção básica da sua essência, Certo? Então, eh, se eu não curo isso na adolescência ou na da infância, qualquer problema que eu tenho, isso pode, a mesma dor vai voltar de forma repentina. E agora eu vou completar aquela história. Lembra
da história? A médica ficou a semana toda em casa porque não podia usar a peruquinha, mas ela tava na hora do dia da sessão, ela falou: "Eu vou tirar satisfação com esse psicólogo porque eu tô me sentindo exatamente como Eu tava me sentindo há 20 anos. acessi as mesmas dura. Não adiantou nada essa terapia. Ela bota o lço na cabeça e vai lá tirar satisfação com ele. E aí o terapeuta só leu uma frase, uma frase de nich para ela. Ele só lêu uma frase. Ele que é mais ou menos assim. Deixa ver se eu
lembro. Mais ou menos assim. No cansaço, quando estamos cansados, somos surpreendidos por pensamentos Que a gente já tinha superado. Ai, gente, isso é extraordinário. Quando eu tô cansada, quando eu tô estressada, eu sou surpreendida por pensamentos, por sentimentos, por emoções que eu já tinha lutado no passado e eu achava que eu já tinha superado. Quantas vezes isso aconteceu com você? Quantas vezes isso aconteceu com você? Você evoluiu, você melhorou, você fez terapia, você já não sei o que lá. Ah, eu já arrumei, eu já cuidei Desse trauma, eu já resolvi, já não sei o que
lá. Pba. te pega de novo e você desanima. Ah, não tem jeito, não vai dar certo mesmo. Eu nunca vou sair do lugar. Não vai acontecer nunca. Eu preciso sair, mas eu não consigo sair. Por quê? Porque é normal. Essa volta é super normal. É normal. A gente acessa as dores, eu ainda acesso muito as minhas dores, só Que eu saio mais rapidamente. Eu demoro mais para acessar, mas quando acesso eu já sei como é que eu saio. Cura de trauma é isso. Não tem milagre receitinha de bolo. Existe um trabalho profundo com a sua
criança que vai espaçar, né? Vai espaçar as crises e quando você entra você já sai rapidamente, certo? Eu tenho deimia, eu tenho depressão leve desde criança. Ainda tenho deimia de vez em quando ela me Visita. Só que quando ela me visita, eu já sei os gatilhos, já sei o que tá acontecendo, né? Os meus gatilhos são: "Hum, não quero ir na academia hoje não. Pois é, tá chovendo, eu não vou correr não. Ai, que vontade de comer doce. Ah, eu vou pedir um iood. Ah, vou estudar hoje, não vou ficar vendo dorama o dia inteiro.
Ah, vou lavar louça, não. Ah, areia areia do gato eu troco depois. Eu já sei Que tá entrando. Então, eu já tomo providências. Então, já faço algumas práticas para ela não me tomar. Então, eu já conheço. Então, isso é cura, é conhecer os gatilhos, saber que tá chegando e manejar o que você tá sentindo, certo? e fazer. Claro, tem várias práticas de cura da criança interior. Voltar pra criança é cuidar dela. E cada criança tem um estilo. Então você tem que ter um protocolo para a sua criança. E a gente faz isso no Rematernar, né?
Fazendo aí um protocolo para você sair do rematenar com protocolo de cuidado com a sua criança, tá? Então você vai voltar. Sabe por que você vai voltar? Porque a cura de traumas ou a evolução de qualquer coisa, a sua mudança, ela não é linear. Ela não é assim, ó. Teve um obstáculo agora. Pulei. Nossa, mais um obstáculo agora. Pulei. Nossa, mais um obstáculo agora. Pulei. Não é assim. Não é dessa forma. A cura, a nossa vida, na verdade, ela é uma espiral, tá? Então, vou desenhar aqui para vocês, hein? Aqui eu já sabe porque eu
fiz, eu gravei um vídeo, que eu gravei um vídeo, eu não postei ainda. Então você tá ainda aqui, você acha que você tá aqui, né? Nossa, é um obstáculo. Uhu! Ultrapassei mais um. Uh, ultrapassei até que vio um grandão. Uhu! Vou ter que ultrapassar. Só que a vida não é isso, né? A vida é um espiral. Ó, Você tá aqui, ó. Lá, lá, lá, lá, lá. Tô. Nossa, que roubei ela preser minha filha, gente. Lá, lá, lá, lá, lá. Veio, veio, veio, veio. Opa. Encontrei um obstáculo. Eu tenho que dar a volta. Certo. Dei a
volta, não dei? Continua minha vidinha. Lá, lá, lá, lá, lá. Vou para lá, vou para cá, vou para lá, vou para cá. Só que quando eu chego aqui, repito. Repeti. Encontrei o mesmo problema. Tenho que Dar a volta. Dei a volta mais uma vez. Continua, continua, continuo de novo. Uau! Repetir quantas vezes foram necessárias até que ficar concêntrica. E pode observar que em algum momento elas se tocam. É aqui que você acha que você parou de evoluir, ó. Aqui, ó. Porque ela toca. Não significa que você travou, que você não sai do lugar, que você
não consegue nada. É um ponto que você voltou aqui. Você só tocou, mas você continua, Continua e continua. A maioria de vocês tá aqui ainda, ó, ainda não conseguiu ficar concêntrico. A cura do trauma vai te trazer isso aqui, ó. Tá? Você vai passar quantas vezes foram necessárias até ficar cons novamente. Ah, não é lindo? Ah, muito bonitinho, né? Sou muito desenhista, né? Essa é muito isso. Cuid nada cuidar da criança dando chocolate. Calma, para com isso. Vou até fechar esse esse esse chat aqui que aí isso é vício, tá? Ó que as Dicas aí,
essas dicas não estão boas não. Nossas dicas não estão boas não. Presta atenção na tia dezinha aqui. Então vamos lá botar chocolate pra criança não que vai entrar no vídeo, tá? Então vamos lá. Eh, isso você tem que ter cuidado porque você vai retornar lá. Em alguns momentos você retorna, mas você já tem recursos, percebe? Você já tem recursos, né? Quando o trauma acontece, eh, a autonomia da pessoa, ela é avariada, ela É violada, né? Eh, você perde a sua autonomia, você não consegue resolver as coisas do jeito que você conseguia resolver. Se foi uma
violência física, um abuso sexual ou um abuso físico, o corpo é invadido, o seu templo, o seu corpo, ele é profanado. E isso é muito sério, certo? Muito sério. Então, a a além disso, naquele momento do trauma, né, quase que por definição, quase que por definição, a vontade da pessoa, o teu Desejo não conta para nada. Quando você apanhou do pai, quando a mãe tomou uma decisão, quando você limpou a casa, a mãe falou que não tava bom, quando você sofreu bully na escola, quando o pai separou da mãe, a tua opinião não foi, não
serviu para nada. E o que que vai acontecer? Isso é um tipo de violência, é um tipo de desprezo que você recebeu e aí a sua autonomia e a sua dignidade vai para as cucuias. Portanto, o evento traumático, ele Destrói a crença que você tem em você mesma em relação aos outros. Porque aquilo que você queria, aquilo que você desejava, aquilo que você achava certo, aquilo não foi respeitado. Hoje nós conseguimos lidar com isso, que nós somos adultos, mas a criança não tem gabedal. A criança não tem recursos para lidar com isso, tá? vai destruir
a crença de que ela está no lugar certo. Ela vai achar que ela faz as escolhas erradas, que ela não Serve para nada, que nada do que ela faz tá certo e a autoestima dela vai sendo destruída. Tô falando com você agora. Já fechou o chat? Ah, não vou abrir agora não. Agora fechou o chat, tá? Tenho certeza que eu tô falando com muito de vocês aí. E aí vai surgir uma dúvida. Essa dúvida reflete a própria incapacidade que a criança tem de se conectar com os outros. Se eu falo, se a pessoa não entende,
se essa pessoa, ela não valida os meus sentimentos, se essa Pessoa descarta, menospreza os meus sentimentos, tá? Eu não tô conseguindo me conectar com essa pessoa, eu não consigo ter essa conexão para viver. E se for uma pessoa que você gosta, que você ama, pior ainda. No caso dos pais, pô, provavelmente a criança ama os pais, então aquilo vai doer em dobro. Então é normal que sobreviventes de traumas duvidem de você mesma. E se você Tá duvidando de você mesma, talvez tenha relação com os traumas da infância. E aí pode surgir o quê? Um sentimento
de inferioridade. Sentimento de inferioridade é praticamente universal em quem passa por traumas ocultos, ã, ou não ocultos, né? Traumas com T maiúsculo, tá? Amanhã eu falo muito sobre culpa e vergonha. E tem o exercício da bonequinha que eu vou pedir para você trazer lápis coloridos pra Gente poder trabalhar, tá? A gente fechar. E na última aula a gente vai falar sobre a cura. Na quinta-feira, na aula da cura, a gente vai abrir vagas pra mentoria rematenar. E é limite de vaga mesmo. Sim, tem limite de vaga mesmo, porque eu não sou doida de pegar um
monte de gente na primeira. Essa é a quinta, 15ª turma da mentoria rematernar. 15. Na primeira a gente não pontou limite de vaga. Vieram 500 pessoas, A gente quase enlouqueceu. Eu e a Majô, a gente parou a nossa vida, paramos de atender, foi uma loucura que somos primogênitas, né? Nossa, a gente trabalhou horrores, não tem condição, nunca mais. Aí a gente começou a colocar limite de vaga, tá? Porque antes do dinheiro a gente pensa na nossa saúde mental e também na saúde mental de vocês e também de dar um bom trabalho para vocês. Isso vem
sempre em primeiro lugar, certo? Essa segurança. Quem Trabalha com grupos grandes sobre trauma tem que ter muito cuidado por conta da segurança, porque já faltou segurança. Aí você vem para um curso sobre trauma e não tem segurança com as mentoras, lascou, você tá retraumatizando. Então o nosso cuidado, a nossa responsabilidade, ela é imensa com vocês. É o nosso compromisso. A gente procura não falhar, né? que é impossível que a gente acaba falhando, mas nós faz um, nós fazemos um grande Esforço para não falhar, justamente porque é um grupo delicado para trabalhar, tá? Trabalhar com pessoas
formatizadas, você tem que ter treino, porque senão você faz mais estragos do que você tá imaginando, certo? Então vamos falar um pouquinho sobre os dois grandes blocos que eu já comecei falando ontem e vamos falar hoje também que é hipervigilância, tá? e a dissociação. Então, a gente tem para falar um pouquinho da Hipervigilância, mais um pouquinho, porque todo mundo tá nesses dois blocos aí, a gente colocou até a tabelinha lá no grupo para vocês. Então, a hipervigilância vocês já estão bem acostumadinhas, né? Se você não perdeu a aula, é aquele estado de autoproteção, aonde relaxar
é difícil. Então você faz coisas demais, tem ansiedade, fica muito ligada no apego ansioso. Os seus relacionamentos também tem esse apego ansioso. O sistema Nervoso chega a exaustão, vai prejudicar as outras habilidades, acaba procrastinando também, tá? De tanta coisa que você quer fazer, tanta agitação mental, a cabeça fica assim, ó, esquentando, naqueles desenhos animados e aí você também não consegue fazer nada porque é como se você tivesse sempre no modo de guerra. A conta vai chegar em forma de doenças. A conta vai chegar. A gente sabe inúmeros casos de doenças, né, tipo De câncer, por
exemplo, um monte de doença que pode estar relacionado a esse descontrole, estar sempre em vigilância, tá? Gastrite e por aí vai, uma série de de doenças físicas e doenças mentais também, tá? Então, na verdade existe uma coisa assim meio contraditória no trauma, né? É meio, é quase um paradoxo, é, é contraditório, porque você tem dificuldade de modular a raiva intensa. Muitos de vocês que estão na vigilância t essa dificuldade de modular essa Raiva, né? Então os sobreviventes do de trauma, ele vai oscilar entre ter a fúria, intolerância, agressão por qualquer coisa, mas ao mesmo tempo
você pode ter um lado que tem é compassivo, tem solidariedade, né? E eu até vou abrir porque esse é um perfil que acontece bastante, pouca gente trabalha. Então vê se eu tô falando com você. O narcisista oculto, tá? O narcisista oculto, eh, e alguns outros Tipos de narcisista, ele dentro de casa ele oscila, ele é agressivo, raivoso, tem rompantes de raiva, mas lá fora ele é bonzinho, gentil, tem compaixão, não é, não é? Tá? Isso faz parte de um conjunto de trauma. Não tô defendendo ninguém não, mas isso é comum, tá? E essa é uma
fonte de tormento da pessoa. Você consegue ser uma pessoa muito legal, você consegue ser uma pessoa muito bacana, tá? Você consegue para um grupo, para o outro grupo você não Consegue. Percebeu? Tô falando com você. Conta aí para mim. É teu caso, teu irmão é assim? Então, se você vê essa pessoa que consegue ser boa para um grupo e não é boa pro outro, ele tá refém do trauma, ele tá aí na hipervigilância, ele fica oscilando. E tem vários estudos com eh soldados que vieram da guerra, do Vietnã, que muitos com esse tipo de comportamento,
certo? Então eles tinham lá, isso é Muito comum também, é interessante, eu tenho uma paciente assim, o pai dela é do AA, ele é maravilhoso no AA. alcólitos, alcólitas anônimos, mas dentro de casa, então lá na religião, se for um um narcisista comunitário, na religião é maravilhoso dentro de casa não. Isso é reflexo de trauma. A pessoa está oscilando. Ah, vocês estão reconhecendo nos outros. Ninguém tá reconhecendo isso. Isso não. Marido, irmão, ninguém se reconhece dessa forma. Então, olha só que interessante, gente. Isso é muito interessante. O trauma, ao mesmo tempo, que leva a pessoa
a se afastar de relacionamentos íntimos, por isso que ele briga em casa, mas ele procura desesperado por esses relacionamentos lá fora. E às vezes você tem esse sentimento, vê se já não aconteceu com você. Você tá desesperado para ter um namorado, marido Ou amigos, mas você não quer marcar. Ai, tem que marcar com ele, chamar para vir em casa. Você não consegue. Você fica entre quero me relacionar, mas eu não consigo me relacionar. Eu gostaria de me relacionar. E é aquele tipo que você quer que chama para ir na festa, você nunca vai. No dia
que não te chamar, aí é gatilho para você. Percebeu? Tem alguém nesse estilo aqui. Você nunca vai na festa, mas você quer ser convidada. Você precisa de vínculo. A pessoa gosta Desse vínculo, porque esse vínculo é um recurso contra o sofrimento do trauma. Então, eu tenho pavor de ficar com pessoas, mas eu tenho pavor de ficar sozinha. Com certeza. Isso também reflexo de trauma, tá? Então, as pessoas traumatizadas, né, a gente sofre com a estrutura básica do do meu self, do eu, quem eu sou. Eu perco a confiança em mim, perco a confiança nas pessoas,
eu perco a confiança em Deus. A minha autoestima é atacada, porque eu tive Experiências de humilhação, de culpa e de impotência. E a minha identidade é, aquela identidade essencial que eu nasci com ela, ela é destruída ou muito danificada. Percebem? Olha só que interessante, né? Então, tem indivíduos que têm eh eles são muito sociais e consegue ter esse enfrentamento, né? E consegue vai pra luta e consigo ser ser sociável. Mas é uma luta, é difícil, principalmente Quem é altamente, quem é altamente sensível, certo? Agora, se eu não consigo trabalhar meus traumas e eu me sinto
incapaz de me relacionar, desconectada das pessoas, eu corro mais risco de sofrer mais traumas. Percebeu? Porque eu já tá muito, eu tô muito sensível a isso. Então, vários estudos mostram que eventos traumáticos na vida adulta são mais intensos, são implacáveis. em quem Já tem saúde mental danificada, em quem já não tem uma boa saúde mental. Então, lascou. Se você já tem alguma condição de saúde mental ou depressão, ansiedade, ou você é do grupo do neurodivergentes, vocês, todo mundo que tem isso, nós que eu me coloco nesse grupo daia, da depressão, os eventos traumáticos pra gente
são muito mais intensos, certo? E aí quando a gente entra em contato com esse intenso, a gente pode dissociar que é aquela Desconexão, certo? Que algumas coisas ficam desregradas, a memória se apaga, eu não lembro da infância, né? Eu não sei bem o que eu tô sentindo. Aí eu falo aqui que você tá a Ah, não senti nada. É como se eu tivesse uma anestesia emocional. Eu perco um pouquinho, é triste falar isso, mas eu perco um pouquinho da minha humanidade. Quando a dor é muito grande, a melhor saída, a saída mais segura é eu
Dissociar. Eu saio um pouquinho disso. E claro que isso vai afetar os relacionamentos, porque eu fico desconectada de mim. Como é que eu vou me conectar com as outras pessoas se eu não consigo nem conectar comigo mesmo? E agora um grande problema. Essas pessoas dissociadas t muito medo também. Nós quando estamos dissociados somos presas fáceis, tá? De pessoas narcisistas, manipuladoras. Somos presas fáceis. E o pior, se a gente fica muito tempo nisso, a gente acha que nós não somos, nós não somos dignos de amor, nós não somos dignos de respeito, nós não somos dignos de
atenção, que nem o a a que eu comentei com com vocês, né, eh do documentário do arquivos, tá? da perversidade, no arquivos da perdid da perversidade, né? A gente tem eh ele escutava do abusador dele que ele não ia acontecer Nada, não ia servir para nada e e vira e mexe essa voz volta. Tem um outro documentário também, não sei se vocês viram, que chama Influência do Mal, que é a história de uma psicóloga que perdeu o registro, mas se tornou eh da igreja dos mórmons. E aí ela começou a inventar um método próprio e
ensinava disciplina rígida às crianças e torturava a criança. uma dessas crianças de 12 anos, um menino que foi resgatado da casa bilionária dela, Eh logo quando ele foi resgatado e ele foi torturado, não dá nem para descrever o que aconteceu com ele, ele falava: "Mas eu mereci, a culpa foi minha". Gente, isso é terrível. A culpa foi minha, eu mereci isso. Então ele não mereço o respeito, eu não mereço o amor. Quantos de vocês, vocês não foram torturados dessa forma, fisicamente, mas foram mentalmente? Quantos de vocês acreditam que vocês mereceram o que vocês tiveram na
Infância? Isso é muito forte. Mesmo que mentalmente você fala: "Eu sei que eu não mereço". intelectualmente, o seu raciocínio, seu mental fala: "Claro que eu não mereço". Mas você sente. Por que que você sente? Porque na cura da criança interior eu tenho que trabalhar com a minha parte adulta, o meu mental e trabalhar com a minha criança. Se eu não trabalho com a criança, eu fico fazendo terapia só Falando com o adulto. Só falando, só falando, só falando. Ah, pois é, claro, né? Tem sentido nenhum. A criança não fui culpada. Claro que eu não fui
culpada pelo abuso. Claro que eu não fui culpada porque minha mãe batia em mim. Claro que eu não fui culpada pelo bullying, claro que eu não fui, mas você sente. Então esse sentir é da criança. Então tem que ter práticas específicas, entrar em contato com a criança. Eu tenho que Fazer esses dois trabalhos, tá? Porque senão eu não consigo chegar num consenso para diminuir esse trauma. Lembrando que trauma em última instância é desconexão. Então eu tenho que conectar a minha parte adulta e a minha parte criança, certo? Ok. Então tem que fazer essas duas coisas
ao mesmo tempo, senão lascou, eu não consigo, eu vou ficar correndo atrás do rabo. Vamos falar um pouquinho sobre vício, depois a gente vai pras práticas, tá? E vamos falar um Pouquinho também nas falhas de perigo, de de perceber o perigo, que isso também é bem típico de quem não tem os traumas ainda trabalhado, tá? Veja só, vício, eh, compulsão, nós chamamos de bombeiros. Tá? Esses bombeiros eles vão procurar apagar um fogo. Um estress apareceu no meu organismo, vai vir um bombeiro. Uma dor apareceu no meu organismo, vai vir um bombeiro. Essa dor vem da
onde? Pode ser que essa dor Seja muito antiga. Pode ser da infância, pode ser da adolescência. Percebeu? Se for algo da infância, da adolescência, que você não tem nem conhecimento, você nem sabe por, aí você vai ativar o bombeiro. Comida, no meu caso, compulsão por compras, aí tem álcool, cigarro, sexo, pornografia, jogos, todos os vícios que você possa imaginar para mim, porque eu preciso daquela dose de dopamina, tá? E então a gente não pergunta: "Ah, Mas por que que você entrou no vício?" Não, qual é a dor? Qual é a dor original? Qual é o
exilado? Qual é a parte que a gente chama exilada? Qual é a parte exilada que apareceu? Por que que esse bombeiro foi chamado? Qual foi a dor? Que que apareceu? Tá? Problema que a gente vai precisando cada vez de doses maiores, né? Não para nunca. É mais comida, mais jogos e vai indo ou mais álcool, tá? Então, com o tempo, na Verdade, eh, perde-se a importância e você só fica ali com o vício. Você nem sabe mais porque que você tá comendo. Você tá comendo para diminuir um pouco a sua dor emocional, mas a repetição
vai dar uma sensação de alívio e você vai ter medo da abstinência, né? Você acaba ficando com medo da abstinência, tá? Então o Gabo Matê, que é um outro autor que trabalha com trauma também, ele fala que esses vícios funcionam como uma automedicação. Algum ganho você tá tendo, tá diminuindo a sua dor. O benefício a gente a gente sabe que é curto prazo, é eh ele é curto prazo, né? E vai fazer donos a longo prazo e você vai ter muita dificuldade de romper esse ciclo. Então, de olho nos seus vícios, precisa trabalhar os vícios.
Você não vai trabalhar os vícios se você não olhar a criança, você não vai. Não adianta emagrecimento, né? Compulsão. É um trabalho multidisciplinar. Precisa da Psicóloga, das pessoas especializada, na nutricionista, do da pessoa que vai trabalhar, do profissional que vai trabalhar com físico, né? E precisa talvez até de psiquiatra. Olha quanto, gente. Só que se você não trabalhar a infância, se você não ouver a dor, dificilmente vai ter êxo, vai ter êxodo por pouco tempo, certo? Então, a gente precisa fazer esse trabalho com a criança. E a mesma coisa, se você tá envolvido em relacionamentos
Abusivos, se você coloca-se em risco, em situações de risco, se você tem comportamentos autodestrutivos, certo? Se você não não não não, digamos, você não aguenta, você não tolera um ambiente calmo, tem que tá sempre bagunçado, aqueles relacionamentos bagunçados, parece que você tá sempre buscando um conflito, sabe? O você confunde um relacionamento calmo com tédio, você acha que aquele homem é um homem Banana, você acha que aquele homem eh é um homem que não tem energia masculina, porque você tá acostumada com briga, com manipulação. Aí chega um homem bom, um homem tranquilo, você, ah, não gosto
dele. Por quê? Porque você tá acostumado com que o amor é essa bagunça, é algo estressante, é ali o simpático acionado, porque que você não entra no parassimpático no engajado. Percebeu? Tô falando com você, dona moça. Tô falando com você. Conta para mim aí. Deixa eu Ver se tô falando com você. Comida desse jeito. Uhum. Tô falando com todo mundo hoje, hein? Misericórdia, hein? Hoje eu tô falando com todo mundo. Uhum. Interessante isso, né? Documentário influencer do mal. Influen Netflix, influencer do mal. Vale muito a pena vocês verem. Só que tem muito gatilho, tá gente?
O influência do mal ele não tem eh abuso sexual, mas tem eh violência física contra criança. Então é Muito doloroso. Você tem que estar preparada para ver. Não surgir, espera, vai ver sábado e domingo. Não vê no meio da tecelã. Não, não é muito gatilho para vocês, tá? Tem que ir devagar aí. Certo? Vamos falar um pouquinho sobre dificuldades na leitura de pistas de perigo. Hum. Isso chama neurocepção. Dificuldades na neurocepção. Eu tenho dificuldade de perceber que eu estou em perigo. Claro, por uma questão evolutiva, os nossos avós, bisavós, nós Aprendemos a identificar pistas de
ameaça. Vai imaginando a gente, nossos avozinhos, lá no leste da África, há 70.000 anos. na época das cavernas. Hum, todo mund nós viemos de lá, né? E aí ele tinha que saber a hora que tinha que dormir, a hora que tinha que caçar, quais animais eram perigosas, as plantas que eram perigosas, tinha que saber tudo. Então, eh, nós somos sobreviventes dessas pessoas, porque as pessoas que não se preocuparam com as plantas que Podiam comer, o o hábito dos animais, como é que caçava, como é que se protegia do frio, não sobreviveram. Então, nós somos sobreviventes
de um sistema nervoso que foi treinado para procurar pista de ameaça. Esse radar é chamado chamado neuropeção, tá? Neurocepção. Neurocepção. Então, nós temos um autor muito bacana que é o Porges, que ele trabalha com a neurocepção, Que é essa informação de perigo que vai chegar na minha consciência. É uma leitura quase que instantânea. Opa, tô em perigo e eu não gostei dessa pessoa. Já aconteceu de todo mundo no trabalho gostar daquela pessoa e você não ia com a cara dela e você tava certa. Sabe quando você percebe, você percebe a vibração da pessoa, principalmente as
pessoas totalmente sensíveis. Então isso é isso aqui. Você tem uma leitura. O problema é que se você tiver com muito Trauma não tratado, essa leitura sua tá danificada. Você vê perigo onde não tem e onde tem perigo você não vê. Tá, eu tô com uma paciente agora, já tive várias mentoradas, trabalhei com várias mentoradas assim também, tá? Eu tive uma mentorada muito boazinha, a da última turma agora da 14. Então, a as minhas mentoradas vêm conversar comigo no WhatsApp, né? Então, ela eh trabalhava e ela era muito explorada no Trabalho, mas ela não conseguia ver,
ela era muito boazinha, ela tinha muita dificuldade de falar não, as pessoas explorando, né? Eh, só que no trabalho era uma maravilha, mas também não chamava para almoçar. Tinha festa, não chamavam ela, tinha coisas extras, não a chamavam. Então eu comecei a mostrar para ela que isso era uma espécie de manipulação, de exploração. Ela não percebia isso. Por quê? Porque eh esse sistema dela da Neurocepção não tava legal. A leitura dela não tava boa até ela perceber a maldade das pessoas, tá? né? Até vai, levou um tempo ali, tá? Então, eh, o problema é que
agora o bicho pega. Se desde pequeno você teve violência, viveu sobre abuso emocional, físico ou sexual, você teve muito medo na infância, mas você foi cuidada, teve escola, comida, teto, tua mãe cuidou do básico. Muito cedo você confundiu as vias de Amor e de medo. Amor e medo. Amor e medo. Teve uma confusão ali. Nossa, mas quem cuida de mim faz negligência. Nossa, mas quem cuida de mim tá me rejeitando. Teve uma instabilidade. Você não teve um bom treino. Na vida adulta você vai buscar mesmo tipo de relacionamento. Fonte de medo, de cuidado, de afeto,
de desrespeito. Percebeu? Percebeu? Então a sua neurocepção, ela vai ficar descalibrada. Você passa a enxergar perigo onde não existe encrenca com todo mundo, leva tudo pro lado pessoal, todo mundo tá te atacando, todo mundo tem inveja de você e é, mas aí você percebe segurança onde não existe. Todo mundo fala que aquele cara era um jurandir e você não percebia. Hum. Você fala: "Não, não, ele teve muitos problemas da infância, ele é legal, mas todo mundo percebia, mas você não percebia, sacou? Aham. Gostaram do Jurandi, né? Eu tive um tio chamado Jurandi, agora virou Jurandi
pros homens. Ai, meu Deus do céu, coitado do Jurandi, né? Meu tio Jurandi já morreu. Então, ah, todo mundo vê, mas você não vê. Por quê? Porque o seu sistema de neocepção ficou descalibrado. Então, a gente passa a enxergar perigo onde não tem, tá? Ou então, sabe aquela pessoa que conta para conta a história dela para todo mundo, sabe? Encontrou com você numa fila do Mercado, a pessoa contou a história toda para você. Então, a neurocepção dela tá danificada porque ela nem te viu e já tá te contando tudo. Mas sabe aquela pessoa também que
não confia em absolutamente em ninguém? Tem gente que não confia em ninguém, tá? Não consegue confiar. Tem gente que vem pra mentoria rematernári desconfiando de mim. Ela vem porque ela amou o conteúdo, mas ela fica, hum, ah, será? Ah, essa mulher vai me responder mesmo, se a Mulher não só quer vender, isso é muito comum, tá? Mas ela vem aí, ela vem. Então eu posso decepcionar essa pessoa, mas ela vem porque essa pessoa tem esse esse ela tem essa desconfiança muito grande. E aí como eu tenho uma neurocepção danificada, eu posso me colocar em situações
mais vulneráveis, situações de risco, me manter emaranhada, relacionamentos nocivos, tudo isso pode acontecer, tá? Então agora a gente vai fazer uma prática, tá Bom? Eh, eu vou eu vou dar uns minutinhos para vocês. Depois eu vou colocar essa prática, esse prática, não, exercício depois no grupo para vocês fazerem e a gente vai fechar com as práticas corporais que eu vou passar para vocês, tá? Quando você tiver congelada vai fazer isso, quando você tiver ativada vai fazer isso, para você ter uma prova de como é que a gente trabalha, tá? Lembrando que e a cura do
trauma, que eu Vou falar na quinta-feira é quando você se sente inteira. Estou sendo respeitada, conheço os meus sentimentos, estou em relacionamentos saudáveis, relacionamentos que me deixam crescer, tá? E para fazer isso, eu tenho que voltar lá na infância e buscar o que foi esquecido, as coisas boas daquela criança. E a gente vai fazer isso amanhã. Você não pode perder a aula de amanhã, tá? Que praticamente a teoria a gente fecha aí, amanhã a gente vai fazer Essa prática. Vamos buscar lá os tesouros esquecidos no meio do caminho, no seu passado, na sua infância. e
a gente fecha com a aula de cura, tá certo? Lembrando o que que estamos no meio do curso, faltam só duas aulas, né? Então eu acredito que você vai dar conta de terminar essas aulas aí, tá? Então vamos lá, pega o seu caderninho aí, meu amor. Vou dar um exercício muito difícil para vocês agora. Pera aí, pera aí que vocês vão Ver. Bora trabalhar. Eu vou deixar aqui compartilhadinho, depois a gente vai paraas práticas, tá bom? Muito bem, vamos lá. Vamos fazer um exercício aqui. Você não precisa copiar, tá? É só para te ajudar. Aí
você já pode responder. Quando você fica estressada, você costuma ã fazer muita coisa, gosta de controlar ou você fica fica ansiosa, as características da ativação, ou você se Desliga, você evita, procrastina, congela, não faz nada, ou você fica oscilando nos dois, como que você age? E vai escrevendo aqui para mim, para eu saber, tá bom? Olha só, eu fiz aqui, né? Deixa eu ver a pesquisa com vocês. Deixa eu ver. Pesquisa com vocês. Ó, cadê? Cadê? Olha, deu quase 50 em todos os grupos, que a gente tem vários grupos de eh metade fica, né, na
ativação e metade no Congelamento. Interessante, né? Metade. Metade. Tá. Deixa eu ver. São vários grupos. Ã, é metade metade, praticamente um pouquinho mais para a agitação, pro simpático, tá? Então, agora, uma pergunta mais difícil. Esse funcionamento que você escolheu aqui, ele tá te protegendo do quê? Porque é uma proteção. Do que que ele te protege? Escreve aí. do que que ele tá te protegendo. Já Protegeu você lá na infância? Foi o mesmo sistema. Protegeu o que lá na infância e agora tá te protegendo do quê? Tem algum ganho aí? Agora tem um custo. Que que
tá acontecendo com a sua vidinha? Que preço você tá pagando para viver dessa forma? Ou na ativação ou no congelamento? Que que tá acontecendo com você? Opa, volta aqui, menino. Então, sei lá, o preço, uma vida travada, não consigo realizar meus sonhos, não saio do lugar, eu não prospero, não sou feliz, não tô bem comigo mesmo, minha autoestima não tá legal, tenho compulsão. que preço você tá pagando por viver muito tempo nesse sistema quando você tá estressada, quando você tá estressado. E a última frase hoje, depois das aulas aqui da Tcelan, como adulta, eu Reconheço
que isso foi uma forma de proteção na infância, foi uma forma de proteção. E hoje você pode escolher o quê? Que que você escolhe? Que que você pode escolher hoje? Tá. Eu vou voltar com esse quadrinho na última aula, tá? Na última aula, o que que você vai escolher? O que que você vai fazer? Você vai escolher estudar mais? Você vai escolher cuidar da sua criança, você vai Escolher aprender sobre o stress, você vai escolher aprender sobre manejar, sobre autorregulação. O que que você pode fazer hoje? hoje com base em todo o conteúdo que eu
passei para você, para diminuir aí essa conta que você tá pagando, qual é o caminho mais viável que você acha, tá? Vou continuar cuidando da minha criança, vou continuar cuidando dos meus traumas. 2026 é o quê? É o ano do quê? que que você vai fazer diferente de 2025, certo? Então isso vai ser colocado lá para vocês também. Deixa eu ver um pouquinho das respostas e vamos para as práticas. As respostas. Cuidar de mim, cuidar da minha criança, aprender mindfulness, fazer práticas, autocompaixão, viver o momento presente, tratamento de Traumas, manejar o estresse, dar a mim
o que eu não recebi. Aí, Bet, dar a mim o que eu não recebi, me libertar de medos, cuidar de mim, me ouvir, saber limite, dar um passo à frente, cuidar de mim, cuidar da minha criança e mais gentil, aprender a manejar. Que bom. Me diz uma coisa, terceira aula, agora a gente vai para as práticas. Eu vou, a gente vai fazer várias práticas aqui, vou mostrar para vocês como que você tá até agora, que que você Aprendeu, tá gostando? Tá valendo a pena? Valeu os R$ 25 que você pagou. Já pagou teu ticket? Conta
aí para mim. Gostando muito. Valeu. Já pagou. Valeu mais. Valeu mais. Valeu muito. Olha os coraçãozinho aí. Ai, que lindas. Valendo muito aí. Que gracinha. Olha, o feedback é importante para mim. Eu preciso saber. Ai, que lindinhas, que fofinhas. Ai, feliz nezinha, você é mil. Ah, Gracinha, me descobrindo, me conhecendo. Ah, eu vou querer filmar esses coraçõezinho aí, vai, bota um monte de coraçãozinho aí que eu vou botar, vou botar lá nos stories. Cadê meus coraçõezinhos? Que gracinha. Aê, muitos corações. É legal que coraçãozinho sai com o nome, né, lindas? Amei, amei. Então, vamos lá.
Vocês querem práticas primeiro para quem tá ativado ou para quem não tá ativado? Qual você prefere? Como é que você tá agora? Você tá ativada ou você tá mais caidinha? Vamos fazer as práticas. Quem que você quer? Anda para mim. Ativada. Vamos fazer paraa ativada. Depois a gente não é porque a gente vai dur vocês vão dormir depois, né, gente? Então vamos desativar aí, tá bom? Tá. Vamos fazer paraa congelada aí, anima. Depois a gente baixa para poder dormir, tá bom? Tá certo. Então vamos lá. Animada. Então Vamos lá para dar um um ânimo, tá
bom? Gente, vai começar com alguns tapinhas no corpo, porque isso ajuda na circulação e faz acordar e faz eu perceber, sentir o meu corpo. Meu corpo existe, eu tô aqui que eu porque a tendência é dissociar, né? Então eu preciso sentir esse corpo. Então aperto, abraço, tudo isso vai funcionar, tá? Então a gente começa com essa mão aqui e você vai dar 20 soquinhos aqui bem devagar, ó. Nada de se machucar, pelo Amor de Deus. Conta 20. Nem contei, já perdi, gente. Mudou. 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16
17 18 19 20. Agora aqui, ó, 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20. Aqui. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20. Aqui 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20. 1 2 3 4 5 6 7 8 e 10 12 13 14 15 16 17 18 19 20 E aí? Tá, já dá um, já esquentou um pouquinho aí, né?
Então a gente vai continuar. Estica o bracinho. Bom, e vai aqui, ó. 20 também. 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17, 18, 19, 20. Agora você vai fazer na virilha,
se não for gatilho para você. Então, se tiver gatilho de abuso sexual, você não vai fazer na virilha, tá entendendo? Você pode se levantar ou sentada mesmo e vai bater na virilha. 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20. Agora atrás do joelho, ó. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20. Aí, pronto. Fecha os olhos um pouquinho e fica. Perceba o fluxo sanguíneo, seu coração, sua respiração. Hum. E pronto, retornando. Conta para mim
como que foi essa prática. Vai ser para congelamento. Tô com baixa de energia, Tá? Fiquei com sono. Escandou. Legal. Aí despertou, tá? Normalmente vai despertar. Você pode fazer quando tá procrastinando, você tá para baixo, com depressão, sem ânimo, sem vontade de fazer nada, tá? Mesma coisa. Polixinelo, pular corda, agitar, fazer um cárdio, tudo isso vai te ajudar, tá? Esquentou, esquentou os músculos. Muito bem. Agora a gente vai fazer uma outra Prática junto com a respiração. Essas duas por causa do tempo também. A gente vai fazer essas duas para o congelamento, tá bom? Então essa prática
aqui um pouquinho mais complexa. Você vai est sentadinha e você vai botar cotovelo aqui, cotovelo aqui. Você pode até encaixar aqui, né, no ou no seio ou aqui na na cintura. Eu gosto de fazer assim. E aí você vai vir, vou até tirar os óculos e você vai deitar a sua cabeça aqui. Deitar mesmo, ó. E vai até lá embaixo. E aí você vai desenrolando, desenrolando e abrindo também os braços. E vai deitando um pouquinho na cadeira, ó. E foi. Tá vendo como eu abri, ó? Eu expandi, ó. Que que eu tô fazendo aqui? Eu
estou acolhendo minhas emoções difíceis. Olha, ai, acolhi, eu estou triste, ansiosa, tô com medo. Essa prática é muito para medo e tristeza. E eu entrego e expando. Olha só. Ah, entrego e Expando mais uma vez. E depois a gente vai combinar com a respiração. E foi. Percebeu? Aí agora que que a gente vai fazer? A gente vai expirar descendo e subir inspirando, ó. Sobe inspirando. Solta. Sobe pegando ar. Solta mais uma vez. Solta. Pronto. Agora fecha os olhos um pouquinho e veja o que que você sentiu depois dessa prática. E quando você puder, você compartilha
aqui. Emoção, chorei. Tontura, alívio, você leveza. Essa prática é excelente. Tá leve, maravilha. Eu tenho um vídeo dela, Amanhã eu boto no grupo para vocês, tá? Porque explica direitinho como é que faz, tá? Leveza, não sei definir leveza. Maravilha. Então, esses são recursos corporais, aonde a gente vai manejando o strress, tá? Ah, para quem é terapeuta, a gente usa nas sessões ou você vai colocar no seu dia a dia mesmo, porque as emoções estão, o trauma mora aqui, eu tô, eu tenho que manejar, eu tenho que liberar, Eu tenho que sair. São práticas de mindfulness,
tá? e que a gente vai trabalhando ali no estado que eu estou do stress para eu chegar num equilíbrio, tá bom? Agora vou passar duas práticas para vocês de quando eu tô muito ativada, tá? Uma dela muito simples, extremamente simples. Você vai faz quando você tá segurando uma barra lá em cima e solta com tudo, ó. Subiu tudo, ó. Subir, subir, soltei. Vamos fazer seis vezes. Foi, foi, foi. Solta. Foi, foi, foi, foi. Soltou mais uma vez. Foi, foi, foi. Perceba agora como é que você fica. Essa você pode fazer. Tô trabalhando, tô estressada, tô
cansada. Você pode fazer essa prática também, tá? Segurou, soltou. Certo. Muito bom. Muito bom. Dá mais uma. Vou dar três, tá bom? H a outra que é interessante também para você fazer, eu tô cansada, né? Essa aqui Para relaxar, você vai botar a mão aqui, ó, na nuca, tá? Ó, botei a mão na nuca e a outra mão você bota aqui na testa, ó. Você fica aqui só sentindo isso, ó. Tô aqui descansando. Tem gente quando você tá na reunião, você tá assim, ó. Ó. É isso, ó. Ou a pessoa tá assim, ó. Você pode
botar a mão aqui e a outra mão aqui, ó. Os cotovelos estão apoiados na minha mesa. E você fica aqui um pouco, ó, só percebendo o que que você sente Quando você coloca a mão aqui na testa e quando você coloca a mão aqui no pescoço. Só isso, ó. E descansa. Pode ficar 1 2 minutinhos. Mais um pouquinho. Como foi essa? Gostou? E a última para raiva. Tem várias práticas para raiva. Aprenda a manejar a raiva, tá? Aprenda a manejar raiva. Se você tem depressão ou tristeza, normalmente a tristeza ela tá encobrindo Algum outro sentimento
difícil. Provavelmente quando você foi criança, você não podia expressar raiva, não podia dar birra, não podia gritar, não podia reclamar, não podia espernear. É ou não é? Mas a tristeza, você ficar triste chorando a moada era permitido. Então você passa a esconder a raiva que você não tinha permissão para expressar com a tristeza, que foi o meu caso. De olho na tristeza, ela encobre normalmente outras coisas. E a raiva ela É básica. As meninas chegam na mentoria rematenar não sabendo que tem raiva. Raiva dos pais, raiva da infância, raiva da vida que ela teve. Não
consegue identificar. Então, raiva é para trabalhar. Você tendo raiva, ah, eu não sou uma pessoa raivosa. Ah, eu não tenho raiva. Gente, a raiva é necessária. A raiva traz movimento. A raiva faz você tomar decisões. Claro que você não vai sair para explodindo, matando todo mundo, mas a raiva é algo para ser Experimentada. Cuidado com as pessoas que não tm raiva, cuidado com as pessoas muito boazinhas, muito quietinhas, muito calminhas. Você não sabe que essas pessoas estão escondendo. Então, às vezes é uma raiva velada aonde ela não consegue expressar o que ela tá sentindo e
todo mundo vê fala: "Nossa, a pessoa é tão calma, tão boa, você não tá vendo o universo dela". Tá? Então essa prática aqui é muito simples. Ã, espero que você faça que é gritar em Silêncio. Por que que eu vou gritar em silêncio? Para não incomodar meu vizinho e nem incomodar os gatos. Mas você pode gritar também, morar no meio do mato, onde você tiver, quiser gritar, você pode gritar. Tá bom? Então, como é que eu grito em silêncio? Eu simplesmente faço todo o movimento. Não é, vai ser totalmente muito silêncio, mas vai sair um
bem pezinho, ó. E aí você relaxa. Ah, vamos lá. Tá com coragem? Eu vou até tirar aqui a marcação que eu quero ver a carinha de vocês fazendo. Adoro. Vamos lá. Para. Fecha. Perceba mais uma vez. Hum. Pronta. Ah, não é bom. Ah, é bom, não é? Fala a verdade, não é? Que foi aí? Alívio, choro relaxante, o pescoço instalou. libertador. Fantástico. Então, essas são algumas das práticas que a gente vai fazer nas aulas ao vivo, né? Eh, nas aulas gravadas da mentoria rematenar, tá bom? Abrindo que a gente vai abrir vagas. Quem quiser continuar
com a gente, né, continuar trabalhando os traumas na infância, a gente vai abrir vagas na quinta-feira, tá bom? Cuidado com ofertas de chegando no seu WhatsApp de vendas antecipadas. A gente é cheio de cheio de golpe, como somos muito grandes e a gente dá cursos muito bons, chegam sempre algumas quadrilhas mal intencionadas, totalmente mal Intencionadas, e fala lá que o curso tá por R$ 190, ele te manda mensagem 3 horas da manhã, não vamos vender antes. Você só vai conseguir ter a vaga da mentoria rematenar aqui, o link vai ser colocado aqui e nos grupos
na quinta-feira às 20, às 19:30, tá bom? Então a gente não vai ofertar vagas para vocês antes, então não caia em golpes, tá bom meus amores? Tá muito bem, muito bem. Já teve supostos profissionais? Ah, Plageando. Isso é direto. A pláia é o que mais tem, né? Pláia é o que mais tem. Amanhã eu espero vocês. Vai trazer. Olha, eu tenho aqui roxo, verde. Traga três cores. Eu ainda não fechei a prática, tá bom? Eu ainda vou ver as perguntas de vocês. Responder só, respondi só uma pergunta. Eu vou responder mais perguntas para vocês lá.
Traga uns três lápis coloridos para amanhã a gente fazer a nossa bonequinha, a tecelagem, que vai ser bem bacana, que Você vai mapear a base dos traumas da infância, tá? Isso é legal também. E vamos trabalhar amanhã com cimentos do trauma, que é a culpa, que é a vergonha. E como é que eu trabalho a culpa e a vergonha, tá bom? E no último dia a gente vai falar sobre os caminhos da cura e abrir as vagas pra mentoria rematernal. Alguma dúvida crucial? A cupom os alunos tm 10% de desconto. Tá bom. O curso rematenário
a continuação. Isso é a continuação. Quem Quiser continuar comigo, tá bom? Muito bem. Pode ser canetinha colorida, pode. Tá. Então, o sorteio da vaga é só do primeiro dia, é uma vaga só naquela primeira postagem, porque tem número limitado de vagas, né? A mentoria não pode ter muitas, né? A gente trabalha com pouco, tá? Mais alguma pergunta, alguma coisinha, meus amores? E quando os traumas surgem nos sonhos, então aí eh, a precisa liberar no corpo, então eu preciso trabalhar durante o dia, durante A noite eu não vou conseguir, tá? Então aí teve uma intrusão. A
intrusão que nós vimos ontem é quando o meu corpo acha que ainda tá naquele perigo, que tá naquele momento ainda, tá? Eh, então eu preciso fazer práticas de liberação. Primeiro entender o que aconteceu na infância, porque o meu corpo tá se sentindo em perigo ainda, por que eu tenho essa dificuldade, por que eu tô sonhando, qual o significado disso? E aí fazendo práticas de atenção plena, né, Práticas de mim nos cuidando da criança. Vou falar para vocês como é que vocês vão cuidar da criança na quinta-feira. E aí, isso com certeza isso vai diminuindo, tá?
Valor do curso, eu vou falar só quinta-feira, tá? Então, prática de mins online de qualidade sem dica? Não, não, app nenhum. Ah, eh, a gente tem o curso de mindfulness, né? Vocês na mentora rematerná terão 20 encontros de 10 Minutos de mindfulness. Vou passar todo o roteirinho de mindfulness para vocês. O programa de oito semanas de mindfulness, ele custa aproximadamente R$00, R 1200, depende da cidade, né, que tem. E é difícil a cidade ter presencial, né? Temos poucos instrutores de mindfulness, né, no Brasil, não é verdade? Então, o que que a gente faz? Como eu
trabalho muito com mindfulness, né, a gente coloca o Mfan como base da didática de todos os nossos cursos. Então, a gente tem encontros às 6:30 da manhã até às 6:40 para você começar a vida com praticando mindfulness. Fica gravado, você pode ver a hora que você quiser. Então, vocês já vão ter essa essa demonstração do MFON eh no dia a dia, tá? Ah, a gente vai passar o calendário. Sim, tem aulas gravadas e tem aulas ao sábado de manhã que ficam gravadas. Tem encontros às quintas-feiras de meia hora para tirar dúvidas. A gente tem bastante
Encontros ao vivo, mas tudo fica gravado, tá? Quintas a gente tem aula das 8 às 8:30, de segunda a sexta, das 6:30 às 6:40. Tá bom? Deixa eu ver. Então, eu travo muito a minha bandida. Então, você pode gritar. Então, se você guarda estress nessa região, né? Então, além de fazer a massagem, outra coisa que você pode fazer também é relaxar a língua, que é uma coisa que a gente não lembra, a gente não sabe como é que eu relaxo a língua. Então, você vai colocar A língua na lá no céu da boca e conscientemente
eu solto. Ó, quando eu solto, ó, e eu já solto essa região aqui, ó. Então eu deixo de travar porque você tá travando de uma forma inconsciente. E experimente também falar sorrindo, como eu falo muito, ó, já tô mexendo. É o sorriso da Monalisa. Traga mais o sorriso para você trazer mais movimentação aqui, tá? Perguntinhas, perguntinhas. Indecisão e trauma. Então é a Insegurança, né, Gabriela? Então eu tenho tenho muita insegurança, eu tenho muito medo. Não, provavelmente não teve um caminho, não teve uma direção, que a gente chama fome de mãe, né? A gente tem uma
aula especial só sobre fome de mãe na mentora rematerná de 2 horas. Então o que que acontece na fome de mãe? Tem uma, é o vínculo amoroso que até os 7 anos é muito importante. Depois eu tenho a tal da direção. Essa essa direção ela é dada na adolescência. A gente não pode Largar os adolescentes, não é uma disciplina, mas dá orientação e direção para o adolescente. Eu não sei como que foi isso na sua vidinha. Então, nesse caso, é bom trabalhar a adolescente interior, porque a gente também tem, não é só a criança, não,
tem adolescente também. Você não precisa identificar os traumas, mas se você me falar como é que é a sua vida hoje, quais são as suas dificuldades, o que que você sente, onde são suas travas, a gente já desconfia da Onde que são os buracos, né? Aonde que estão os nós, aonde que estão as questões na sua infância? você não lembra, mas se eu passar 5 minutos com você e vocês vão estar em contato comigo no WhatsApp, né, minhas mentoradas, eh, faço algumas perguntas, a gente já sabe como é que era a relação da mãe, quando
você tirava uma nota ruim, o que que a mãe fazia, como é que era o relacionamento da mãe com o pai, que que que tem na sua mãe que você gosta, que Que você tem que você não gosta, que frase que marcou, como que você ia na escola. Então, esse tipo de anamnese que é muito fácil de fazer, a gente já meio que desconfia qual é o seu esquema, né? Eu trabalho muito com a terapia dos esquemas também. Então, qual é o teu esquema? Da onde que você veio, tá? Valor do curso a gente vai
falar amanhã. Devaneios excessivos é fruto do trauma. Muito provável, né? devaneios. Tem que ver também se não tem uma um transtorno De humor, mas esse devaneio, essa coisa de sonhar, de querer e não sei o que lá, tem cara de mania também. Tem que dar uma olhada, tá? Eh, você quer entender melhor a neurocepção desqualificada? Como assim desqualificada? OK. Deixa eu ver que mais. A dissociação acontece quando a gente conta um gatilho. Provavelmente se você dissocia, você congela, você achou uma Dor. Essa dor veio de algum gatilho. Então, qual é o seu gatilho? Alguém fala
que você é mentirosa, é sono, é cansaço, tem alguma coisa que acontece que aciona esse congelamento. Ah, para quem tem resistência em trabalhar as práticas corporais, isso acontece muito, é muito comum, a gente vai devagarinho, tá? a gente começa com a respiração, começa, ah, anote aí cinco coisas, descreva quatro coisas que você tá fazendo. A gente já tem esse grupo Que é, não é fora da curva, é normal isso, tá? Eh, mas a gente tem outras outros exercícios. Isso. Na quinta-feira a gente vai falar todas as informações sobre a mentoria, tá? O o as aulas
já estão liberadas para você que tá perdidinha, tá bom? E qualquer dificuldade procura majô, porque as aulas vão para lá. Agora a gente vai botar a aula três, tá? Vou subir a aula três pro YouTube e coloco Lá para vocês. Deixa eu ver mais alguém. Já respondi, já respondi. Mandíbula. Deixa eu ver, gente. 59. Deixa eu ver que tem mais alguma coisa crucial. Eu atendo individualmente, mas no momento eu não tenho vaga. Na minha agenda não entra nenhum mosquito. Não tem condição. Eu tô é tirando, gente, né? Eh, então eu não consigo encaixar mais ninguém.
Que que acontece com quando eu tenho vaga, eu chamo as minhas mentoradas que já Estão na fila. Então, normalmente as meninas fazem, os meninos também, né, eh, fazem a mentoria rematenar, demora 3 meses. Depois que elas terminam, que elas viram tudo que tinha que ver, elas estão prontíssimas. Às vezes eu não tenho agenda, eu indico alguma mentorada para alguma amiga minha e elas amam porque elas já sabem que a paciente chegou prontinha, já sabendo um monte de coisa. Nossa, a qualidade é outra. E aí quando eu tenho vaga, eu coloco no grupo Das alunas, né,
que o grupo da manutenção, porque quando você se torna minha aluna, você vai pro grupo da manutenção. O que que é o grupo da manutenção? É um encontro de mindfulness por meses gratuito, vitalício. Todo quarto domingo do mês a gente se encontra para fazer uma prática, uma meditação, tá? Paraas todas as turmas. Aí quando tem vaga eu coloco lá, eu tenho uma vaga para terapia, aí normalmente preencheo em 10 minutos. Aí Preencheu. Até peguei umas duas pessoas em dezembro e aí eu não tenho mais vaga. Mas a a o caminho para você fazer a terapia
comigo e às vezes às vezes você quer fazer uma sessão só, eu atendo. Eu também tenho um programa só de quatro sessões, tá? Às vezes a pessoa vem fazer só as quatro sessões depois que ela termina a mentoria rematenária, ela fecha aquele pacotão todinho. Então fica mais fácil você vir pra mentoria e depois você consegue para mim, tá? Deixa Eu ver aqui. Neusar, me dá uma ajudinha. Como eu, eu como educador educação infantil faço acolhimento na semana de adaptação e durante o ano em relação a pegar as crianças no colo. Muitos, se deixarmos, fica aula.
Eu ia adorar. Eu ia carregar quatro que nem macaco em cima de mim, né? Você tem que introduzir essa criança que tá querendo muito seu colo e você tá dando colo, trazer a atenção para um ambiente e fazer com que de repente ela Se interesse em fazer amizade com outros coleguinhas, né? brincar com outros coleguinhas ou dar um brinquedo, trazer afetividade para o brinquedo, segurar na mão, fazer um carinhozinho. Tudo isso é importante e tá sempre com o olhar atento, conversando, percebendo, mostrando para ela que ela é vista, que ela é ouvida, mas que é
interessante também ela interagir com os outros coleguinhas. Eu sei que não é fácil, mas esse seria o caminho, tá? A dissociação ela tem um pacotão, né, que nem a gente viu. Dá dificuldade de focar? Sim, pode ter dificuldade de focar, tá? Agora eu posso ter dificuldade de focar e não tô dissociada, eu tô agitada, tá bom? Não é só da dissociação não. Tá bom. Deixa eu ver, deixa eu ver. Roer a unha é trauma. teria que ver, porque aqui é uma compulsão, é um jeito de diminuir a minha ansiedade. Às vezes Não é trauma, às
vezes a pessoa realmente tá ansiosa por várias coisas que estão acontecendo na vidinha dela, né? E não necessariamente é trauma. Vamos pras últimas pra gente fechar. Deus e minhas filhas tiveram uma babá que ficava contando um monte de tragédia. Descobri mesmo depois. Hum. Qual a idade delas? Dificuldade encerrar ciclos em ambientes. Ã, só pra gente fechar. Dificuldade em Encerrar ciclos em ambientes que fazem mal. São traumas. É. É. Então, assim, relacionamentos que não estão legais, que estão te fazendo mal, você tem que ter essa capacidade de cortar essas relações, porque aquilo não serve mais para
você, né? Claro, você vai cortando tudo de uma vez, tudo que aparece, mas eu tenho limite. Eu vou falar sobre limite na última aula, tá? Eu sei que vocês estão precisando muito de uma aula sobre limite, né? Deixa eu ver. Uhum. Certo. 6 e 9 anos. Então você tem que falar as coisas boas da vida. O ideal é que as suas crianças fizessem terapia se pudesse, com uma arte terapeuta, de preferência que pegasse até faz de desenhos e de coisas para ver se ficou. Pode ser que não tenha ficado. Eh, elas podem não narrar, mas
gravou no corpo, tá? Pode não ter, elas não consegue narrar, mas ficou no corpo. Bota essas Meninas para fazer teatro, para fazer dança, para fazer ginástica olímpica, alguma coisa que movimente o corpinho. Isso é muito importante. A expressão, né? pintura ou cerâmica, música, bota essas crianças para fazer atividade física nesse sentido para ir liberando e e trazer muita positividade, muita história boa, contar histórias legais, a história da mulher que salvou o gatinho, mostrar isso, olha que legal, trazer meme, trazer essa coisa. Você vai Fazendo esse contraponto, tá? Ã, atenção na nuca, sim, tá? É, é,
é, é estress, né? Certo, meus amores, vamos fechar. Odeio amizade feminina. Ah, você não gosta de de ter amigas, mulheres? Ah, pode ser que tenha alguma coisa a ver. Tem que ver a relação com a mãe, que que você aprendeu sobre as mulheres? O que que você aprendeu sobre os homens, né? Eh, deixa eu ver. OK. Então, dores nas Costas, braços, tudo sem estresse. Tá bom. Eu vou abrir aqui para não ficar muito tarde, que a gente tem que descansar, a gente tem que dormir, tá bom? Deixa eu filmar vocês aqui e amanhã, claro, espero
vocês para penúltima aula, não pode perder para fazer a prática. Uma palavrinha de como é que foi o nosso encontro hoje? Uma palavrinha >> intenso. Intenso, muito intenso hoje. >> Espetacular. Obrigada. >> Maravilhoso. >> Maravilhoso. >> Foi ótimo. Muito bom. >> Sempre maravilhoso. Amei. >> Excelente. Eu amei. >> Beijo, amores. >> Amém. Beijinho. Até amanhã. Não congelem. Até amanhã. Beijo. Tchau. Até amanhã.