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Aprenda a contar histórias que vendem - com CAITO MAIA | PodAcelerar #EP184

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Grupo Acelerador
Varejo foi muito afetado pra pandemia, bicho. A gente cresceu 40%. Você é a marca de óculos que mais vende no Brasil hoje. Quantos óculos num ano mais ou menos a venda? >> 4 milhões de óculos. >> Contratar familiares, acelera freia a empresa. Cuidar da saúde, fazer atividade física também conciliando isso com o negócio. Acelera o freia. Olha aí, dona e dona de empresa c tem 100 lojas Todo ano visita em torno de 200. Porque tem muito dono, dono de empresa que perde o tato da operação. O cara começa a ter 50, 100 funcionários assim e
ele não quer mais pôr a barriga no balcão. Mas aí é a pior cagada que o cara pode ter. Eu odeio Instagram. Instagram é tóxico. Que que você entende pela palavra brain? Você vende óculos? >> Graças a Deus, quem vende óculos é Ryan. A gente conta a história do produto. >> Nesse pode acelerar. Estou com um dos Maiores empreendedores desse país. Ele que é criador de uma das marcas mais icônicas que todo mundo conhece, é a marca da Pimenta. Tô muito feliz, muito honrado de ter aqui comigo Caío Maia lá da Tilbe Beans. Rock and
roll na. >> Rock and roll sempre. Rock and rock and roll não na música só, né? Rock and roll em tudo, né, cara? Tipo, é, primeiro um prazer estar aqui com você. Você sabe quanto eu te adoro, quanto a gente quer, quer fazer mais coisas junto. >> Verdade. Verdade. >> É, e tem oportunidade. Eu tô de cara, volto a repetir agora que a gente tá ao vivo. A sede ficou linda. Putz, cara. Impressionante. Putinda, né? >> E é muito louco porque você inventou uma modalidade nova, velho. Entendeu? O que que é aqui? É uma aceleradora,
mas uma aceleradora que fomenta, que divulga empreendedores brasileiro. É muito legal. Parabéns, cara. Obrigado. >> E tem muita coragem aqui. >> É, é isso aí. >> Tem muita coragem, >> sim. E e assim agora deu tudo certo, mas quando eu comprei o terreno lá atrás e coloquei, foi um investimento de mais ou menos 45 milhões aqui, a empresa não tinha o tamanho que tem hoje, né? E aí é o empreendedor dá aquele passo de coragem, de visão e falar: "Não, não, vamos crescer e vai dar certo". >> Você você tá na na no no do
meio de campo para trás, você chuta a bola e sai Correndo. Vamos aí, velho. E acaba fazendo gol, cara. E até nesse sentido, caí, qual que é uma decisão muito corajosa que você lembra que você tomou no começo da jornada ou por agora? É, você quer da última semana ou do do de ontem? É muito é muito. Eu vou te vou te dar, >> eu quero a recente, a fresquinha. Vai, >> eu vou te eu vou te dar duas. Vou te dar duas que são legais assim, tipo, cara, a gente tava >> eh varejo foi
muito afetado pra pandemia, né, brother? E tinha uma coisa no varejo que quando voltou, né, que era muito chão mole, que era assim: "Vai fechar tudo de novo, vai fechar tudo de novo, jura? Vai fechar tudo de novo." E era muito louco, a galera prendeu, apertava um botão, no dia seguinte tava todo fechado. Não sei se você lembra, vai volta, vai volta. A gente tava começando a voltar de novo, fechou tudo. Foi, foi radical, >> não era? Um vai e volta. >> E aí eu tava em janeiro, né? E tinha o Big Brother. E aí,
velho, a gente foi bater na porta do Big Brother para fazer uma ação para lançar a coleção do Alock, né, no Big Brother, uma festa animal. E, velho, tipo, a decisão era o seguinte, mano, vou gastar uma fortuna, vou colocar isso em mídia, rede nacional e daqui uma semana fecha tudo, porque tinha chance de fechar. Essa foi uma decisão radical, Brother. >> Fechei o olho e falei: "Não, galera, o meu time que é radical falou assim: "Não, vamos fazer, >> vai dar merda, porque se fecha você não tem retorno e venda. Você perde dinheiro, >>
você perde boa parte da grana. >> Não, queimou, já era. E é só um e-commerce, bicho. Eu falei, vamos fazer isso aí, mano. Vamos fazer isso, bicho. A gente cresceu 40%. Caraca, foi animal. E não fechou na semana seguinte. >> Não fechou. >> Às vezes, papai do céu põe a mão. >> Às vezes não. Papai do céu o tempo inteiro. >> Exatamente. >> E a última recente foi o seguinte, a gente tá um ano delicado, um ano super complicado, >> ainda mais o varejo, né? >> Varejo tá tá radical, >> tá? Eh, Eu não gosto,
eu evito falar, mas é um fato assim, você tem hoje de 10 a 25, 10 a 20% de menos fluxo no shopping e esses 80% que estão no shopping estão com poder aquisitivo menor. Então você você tem para menos gente vender e menos gente com poder aquisitivo. >> Você tem redução em duas pontas ali, né? Sim, senhor. Sim, senhor. >> Encolheu, né, o mercado >> é a nossa mesmo assim a gente a gente tá crescendo 5%. >> Uau! que é um número. É, é varejo tá crescendo 5%, a Tin vai crescer 10, >> que é
que é meio que um milagrinho. >> B. Uhum. >> Né? >> Mas beleza, vamos falar de coisa boa, que é o que a gente acabou de dar mensagem aqui. Vamos olhar e ver a oportunidade, brother. Vamos ficar chorando. >> Eh, é muito louco. Eu sou, eu, eu era um [ __ ] noveleiro e eu parei de ver novela faz uns 10 anos. E, mano, tô assistindo a tal da eh, como chama? Vale tudo. Tô assistindo a novela, bicho. E aí eu falei, mano, seguinte, vou fazer uma festa dentro dessa novela. Meuí, bicho, fez fiz uma
festa, é uma, um desfile de moda dentro da novela com os modelos girando, tipo, para lançar a coleção da Evet Sangalo. E foi uma [ __ ] Decisão, cara, no momento que tava tudo meio delicado, meio complicado, entendeu? Tive que meio que adiantar a verba de marketing, tinha que pôr grana, eu tive que pôr grana no meu bolso, você ter ideia, teve que aportar na companhia ali, >> senhor, para >> que uma ação como essa, colabet, festa na novela da Globo, né? >> Não, e detalhe, é uma verba alta, né, Ca? É uma verba e
detalhe, a gente tem Um fundo nacional de propaganda, só que tinha estourado, não é que tinha estourado, já tava alocado. Falei assim, tipo, para fazer essa história vou ter que pôr dinheiro no meu bolso. Eu pus e foi muito legal. Então isso aqui são duas coisas que você que a gente tá aqui agora falando, entendeu? Que são decisões que a gente tomou que agora eu quando vou tomar uma decisão corajosa dessa, eu procuro me embasar. Não é só >> não é uma coragem burra, né? Coragem Embasada. Você é assim também >> no sentido de, pô,
vamos fazer projeção, vamos embasar essa coragem, né? >> Essa essa pergunta é boa também. >> Ou não é mais intuição, fic? >> Não, não. É os dois, é os dois. Nos primeiros 10 anos da Tiribins, ela fechava o olho e ia, velho, filing total. E aí é importante assim, já com aquela minha câmera, dar essa cotocada no empreendedor, porque nós Temos um feeling e a gente aflorece esse filho. A gente vai aprendendo a >> opa, ô ô mano, entendeu? Acredito em você, >> mas é óbvio, quanto mais você vai crescendo, é o que você falou,
é feeling junto com embasamento. Pô, tinha uma coleção forte como Inveto Sangalo, negociamos bem na Globo, faz sentido agora. A Globo tem uma vantagem, porque como eu tô no Brasil inteiro, então é um choque, pum. Então quando uma Marca não tá no Brasil inteiro, não sei se vale tanto a pena fazer uma ação como essa, mas como você tá no Brasil inteiro, tempo tá retorno, entendeu? Então são coisas que que de novo, respondendo a sua pergunta, sim, embasado, mas tem umas horas mesmo agora você tem que falar vamos aí, velho, porque senão você não mexe
o molho, o molho fica, sabe, meio começa a ficar parado. E o empreendedor ele tem que mexer, ele tem que correr uns riscos. Não risco para falir o negócio, mas ele tem que tem que ir para cima. Te dei dois exemplos que aconteceram aí agora. >> Eu gosto disso, né? Corra riscos, mas não riscos da ruína, né? >> Ah, eu eu falo: "Dá passos largos, mas não dá passos que você vai quebrar as duas pernas." Isco da ruína, não. >> Exatamente. Caí aí uma coisa que eu sou fã da Chile e e e por consequência
seu fã também, né? Afinal, a ti Bin é o Caito. O Citim, as duas coisas estão Entranhadas, né? É uma é uma marca corporativa que tem uma persona forte ali e dentro da marca e vice-versa. E até vejo que é uma certa tendência, né? Marcas com o empreendedor, o fundador, o seu exemplo. >> Eu eu também me me encaixo nisso. >> Acho total. Mas podemos falar ali de de no bem que a Cris Junqueira aparecendo se mede a dibe. Você vê que isso é uma é uma é é uma vantagem competitiva ou é uma fraqueza?
>> Não, não. Uma vantagem muito competitiva. Só que um detalhe eh eu vou vou te contar um negócio assim interessante que aconteceu agora. Essa semana eu dei duas palestras gigantescas, Mercado Livre e tal. Aí dei uma palestra num evento incrível, olha só que radical. Aí eu tenho uma brincadeira no final que chama pinga fogo, que as pessoas pegam o microfone e começa a perguntar e é muito louco. Pergunta do negócio delas aí depois vai Ir num debate no meio da galera. Muito legal. Aí tinha um cara na frente assim, o cara foi o primeiro a
perguntar, ó que o cara me falou. Falou assim: "É o seguinte, velho. Eh, eu não sou seu cliente, a Til Beans, eu nunca entrei numa loja. Eu tinha a sensação que a Til Beans era um modelo, uma linha de segunda linha de óculos, menos qualidade, menos não sei o quê. E eu sou cliente da Ran e da Oley, Só que agora depois que eu vi tudo que tem por trás, eu sou cliente tilbins. Mas qual que é a mensagem? E aí eu te falo assim, a gente tem um desafio, eu tô até cotando Walter Sales,
fazer um, não sei se é um filme, um documentário, alguma coisa, porque é o seguinte, eu preciso trazer as pessoas para dentro da cozinha da Tilans. Eu preciso, sa, sabe quando você tem um restaurante, preciso pôr uma parede de vidro na minha cozinha >> e mostrar tudo que tem de capricho, de ciência, >> não, de tudo que tem por história, cara. Se eu te contar, tipo, cara, a gente é a única empresa no mundo que é mais do que o dobro da Raiban no Brasil, velho. Entendeu? A gente fez agora é, a gente tá indo
pro mercado, a gente vai fazer uma >> Você é a marca de óculos que mais vende no Brasil hoje. >> Eu tenho 27% de marketer. A RBAN tem Oito. Caraca. Uau! É o único lugar do mundo. >> Do mundo. Qualquer lugar do mundo é 40 RBAN primeiro, entendeu? É, é, é radical. Tem uma outra coisa que é interessante assim que tem uma Isso é, isso é é legal. >> Quantos óculos num ano mais ou menos a Tine vende? Não sei se pode. >> Claro. 4 milhões de óculos. >> 4 milhões de óculos. Ah, é, é
um volume gigantesco. Uau. >> No Natal eu vendo meio milhão no mês. >> É sua melhor sazionalidade ao Natal. >> É, é, é, é. Mas olha só que interessante, existe uma ferramenta de agência de propaganda que você coloca o nome da sua marca nessa ferramenta e ela faz uma varredura no Brasil inteiro para te dar um retorno de top of mind dessa marca. Mas é um retorno real assim, tipo, é no Acre, quantas pessoas conhecem você e aí me [ __ ] de uma ferramenta animal. E a gente jogou Tilbans lá. Velho, olha que doido.
Algumas algumas coisas que a gente que veio primeiro, eh, aí veio, né, bebida, Coca-Cola, aí perfume, não sei o quê, Boticário, Havaianas e veio Tilans. 90% dos brasileiros conhecem a Chili Beans. Uau! 90. Caraca, 75% conhece a Raiban. E detalhe, a Raian tem 110 anos, eu tenho 30. Os nossos pais, o seu pai, o seu pai mais moderno, não, mas os nossos pais chamavam óculos de Raiban. A gente é Mais conhecido que os cara, meu. >> Tipo, antigamente era que nem o Bombril, assim, o Riban era o nome da do produto. >> É, essa galera
agora chama óculos de ti, outra coisa, fazem 20 anos que nós somos a marca mais procurada no online brasileiro. 20. Chile Beans, óticas Carol e Dinis. Como que você trabalha, Caito, assim, a sua verba de marketing? É mais de branding, é mais de performance, é um pouco das duas pontas, Porque isso é outra coisa incrível da Chil Beans, né? O posicionamento e a força de marca, porque a Chili Beans não não compete por preço, né? Você tem uma proposta de valor onde tem uma série de elementos ali. >> Uhum. Então assim, eu eu eu já
comprei muito tilibins. Eu lembro que na época da faculdade eu me apertava para comprar um óculos tilibins para poder ir na praia, entendeu? Porque eu achava os óculos maravilhosos e tinha uma conexão Gigantesca ali com a com a mãe. >> Não, cara, é assim, eh, a gente tá vivendo um momento muito complicado em termos de marketing, de mídia, muito complicado. Onde eu quero chegar? Há 10 anos atrás, eu fazer uma festa no Big Brother, o bicho fazia assim, achava de vender, not anymore. E é muito louco porque você hoje, ainda mais uma marca que é
nacional e eu preciso de uma força de mídia nacional, A gente tá patinando nesse assunto, respondendo a sua pergunta, de 30 a 40% a gente trabalha institucional marca brand, 60 a gente vai pro CW, a performance. Sim, senhor. Mas nesse momento a gente tá vivendo um homem delicado, cara. Porque hoje eu tenho, eu tô eu tô refazendo e reprogramando e reachando quais são os lugares onde é que eu vou investir em marketing. Cara, é muito louco. Eu tô e assim é importante, eu falo pra galera porque Assim, uma coisa que eu não gosto de me
colocar é aquele empresário que fala que vem aqui, só fala coisa boa e tá tudo bem. A vulnerabilidade de falar que nós temos desafios é importante pro cara que tá escutando a gente, porque o cara fala: "Pera aí, meu, eu também tô, o cara também tá. Essa coisa de super homem, sabe? Eu acho coisa do passado. Temos nossas dificuldades. Então, respondendo a sua pergunta, a nossa verba de marca, quando a gente vai pro Mercado para posicionar, hoje é um desafio. [ __ ] desafio, a gente tem dúvidas. Então, por exemplo, uma coisa que eu tô
colocando uma [ __ ] energia pro ano que vem é o TikTok Shopping. E eu vou te falar o que que eu tô fazendo. E até uma dica pra galera. Eh, durante a pandemia a gente eh a gente provocou a turma para fazer live e a molecada bombava de live, velho. Só que o moleque tá fazendo na loja dele, o cara fica Duas, tr horas sem fazer nada na loja tem um espaço que ele não faz nada, o cliente não vem e tal. >> O vendedor lá na loja >> é se você for no shopping,
a média por dia de baixa de onda na loja é 2 horas. E aí >> duas horas com uma certa ociosidade ali que >> certa não, total. E aí o que aconteceu? O cara ficava fazendo live, ele não via retorno. O TikTok live, o cara pega um óculos, fala assim, ó, mas tá vendo esse óculos aqui? O cara clica na hora, ele vê a venda acontecendo na hora. Brother, uou. Isso é treta assim, por enquanto. É um sonho. Mas bicho, se eu conseguir, o que que eu vou fazer? Eu vou dar uma outra loja pro
meu franqueado, entendeu? E a ideia é que o cara tem um cara, eu tenho uma pessoa por loja em qualquer loja do Brasil fazendo TikTok lá e Entregando o estoque dele e vendendo o estoque dele. >> Você vai transformar os vendedores ali em live shop. >> E aí tem uma coisa sensacional que os meus vendedores tm uma [ __ ] personalidade, entendeu? E é muito louco o consumidor. Vou te contar outra história. Tô falando para [ __ ] hoje. >> Não, mas tá falando só coisa boa. Pode continuar. >> Eu vou eu vou te contar.
É que eu gosto De você e assim eu tenho toda uma uma preocupação de nesse papo que a pessoa que tá escutando a gente fala assim: "Puta, isso vai me ajudar, >> vai me ajudar. >> Essa é o meu foco, entendeu? Não vim aqui para blá blá blá, coisa da vida real. >> Eh, te contar uma historinha assim, eu visito loja demais, mano. >> Quantas lojas você visita em média no >> Ah, eu tô com 10000, eu já visitei uma 1000 assim e por ano eu visito 200. >> 200? Dá uma média de 10 por
mês. Não, não, mais que 15 é >> entre 15 e 20 m. >> Caraca, olha aí, dona e dona de empresa cai tem 100 lojas, todo ano visita em torno de 200, porque tem muito dono, dono de empresa que perde o tato da operação. >> O cara começa a ter 50, 100 funcionários assim e ele não quer mais pôr a barriga no balcão. >> Então, mas aí, aí vamos ficar nesse assunto. Essa é a pior cagada que o cara pode ter. Porque assim, primeiro que eu vejo poucos donos de empresa nos aeroportos por aí e
vejo nos shoppings por aí, inclusive os os superintendentes do shopping brasile inteiro, eles vêm falar comigo, me adoram, tal, e fala: "Bicho, ninguém vem aqui". Tá? Isso, velho, esse é fatal porque, meu, o que eu aprendo, brother, você não tem ideia assim, tipo, erro Grave, besta, você vai na loja, falou: "Não, quando você vai lá na loja, o que que você observa?" Então é assim, ó, >> tipo de aprendizado surge, com quem você conversa? >> É assim, eh, é legal você ter essa pergunta porque para mostrar para eles como é que é o modos operant
meio que o método caío de visitar a loja. >> É, é isso aí. Assim, eu faço isso há anos. Então, quando você faz isso há anos e você tem uma porque assim, Primeiro passo, eu aviso que eu vou. Por quê? Porque eu não tô desconfiando de ninguém. Não quero chegar de surpresa para te [ __ ] Eu vim aqui para te ajudar, porque eu quero visitar a loja. Não quero que ninguém fique me bajulando. Quero que fale real. E hoje a molecada, mano, senta o dedo, me abraça, fala: "Ó, não sei o que". E isso
que eu quero, porque se eu perder essa distância com o meu time, os caras só falaram que eu quero Escutar, casa caiu. Então, como eu falo, eu aviso, segundo, eu tenho um iPad com perguntas que vão oscilando e aí eu vou anotando as perguntas e depois no final a gente tira uma conclusão e é uma ideia e começa a trocar. Claro, tem ponto que rende mais, tem ponto que rende menos, mas existe um questionário no iPad que a gente vai customizando de acordo com as necessidades da loja vermelha, da Tiri Beans e da ótica. Eu
sento com a galera e a gente começa a Trocar ideia. Bicho, você não tem ideia assim. E assim, ah, esse óculos funcionou, esse tamanho não tá bom, essa coisa. >> Você entrevista mais o vendedor ou o cliente também? O franqueado? Não, eu falo com o franqueado, fica assim junto, mas é vendedor e gerente. >> Vendedor e gerente. >> É porque eu vou na fonte brot e a fonte é [ __ ] Eu já aprendi ficar a cara dos caras mesmo, entendeu? Tipo, >> é porque às vezes ele tá falando a, mas o corporal dele tá
falando b e aí você >> não. E no meu caso, a galera, bicho, senta o dedo, graças a Deus, porque eu faço isso há anos, >> meu. E você também se posiciona como um líder que tem abertura, transparência. >> Não. E no final eu eu falo assim, eu vi aqui para te ajudar. Tô aqui para escutar, tô aqui para aprender. E é mesmo, brother, meu. Assim, cara, você não tem ideia assim, tipo, [ __ ] a gente Precisa mais de comunicação de lente, as pessoas não sabem, esse tamanho de óculos não tá legal, isso aqui
funcionou, essa marca tá indo. Às vezes, por exemplo, a gente lançou a coleção Newera e a Vet Sangalo. I Sangalo tá indo bem, mas tá indo muito melhor que a gente imaginava e tá indo um público novo na loja. Para mim, isso é ouro, velho. Aí, voltando no que eu tava te falando, olha que encrenca. Rio, né? Trocando Ideia com a galera, tal. Chegou trocando ideia com os vendedores. Aí tinha um de 24. Fala assim: "Ah, tudo bem?" Falei: "E aí, bichão, como você compra? Qual a sua trajetória?" Falou: "É o seguinte, eu eu gosto
de marca e eu vou no Instagram. Eu gosto de influenciador grande, porque eles me passam credibilidade e aí eu vou na marca, vou no influenciador, vou na marca, depois eu converto o físico online. Ponto interessante, mesmo a geração Z de 24, ele se sente desconfortável de comprar online porque ele quer testar a parada, >> quer pegar, né? >> Sim, senhor. >> É o sensorial, né, >> molecada? A mí de 20 do lado. 20 meses geração. Eu odeio Instagram. Instagram é tóxico. >> Já tomou no queixo. Falei: "Ô, cara, como assim, meu amor? Eu não gosto.
Instagram é fake. Instagram é um mundo que não existe. Eu gosto do TikTok". Falei: "Me conta". Ela falou assim: "Eu não vou por marca, eu vou por produto". Então, tipo, não sei, brinco. Eu ponho lá no TikTok e brinco e aí vem um monte de influenciador do meu tamanho. E aí eles não são fake, eles são verdadeiros. E eles que me influenciam. Seja >> e aí eu vou cheg É, mas aí tem uma Também bem complementares e divergentes, né? Da mesma geração. Mesma geração. Então assim, só para você saber, esse é o nível de aprendizado
que eu tenho quando eu vou para um shopping, entendeu? >> É, o consumidor ele tá mais complexo, mais multicanal, multifatorial, mas assim, tem uma mensaginha aí, uma coisa que a gente tá fazendo que tá dando um [ __ ] retorno, que é muito legal, a gente tá fazendo uma competição De conteúdo dos vendedores. >> Hum. Porque eu vou, gasto uma fortuna para fazer um conteúdo. A audiência, aderência é baixíssima, aí vai o moleque, faz um [ __ ] conteúdo figura tosco, >> bomba, >> bomba. >> Então eu tô incentivando isso. >> É, é um certo
UCG, né? User >> é generator. Total, >> é, mas pelo vendedor, né? Domina o produto, né? >> Sim. E eu tenho essa vantagem porque eu tenho uma molecada muito com muita personalidade, com muita atitude. >> Aí essa gamificação, o cara ganha prêmios, >> ganha, ganha dinheiro, >> ganha dinheiro, >> ganha dinheiro e fama. [risadas] Venda também. >> Lógico, lógico, lógico. Aí fica famoso aí, não sei o quê. Cito, o que que você entende pela palavra branding? Porque você escuta muito falar, né? Branding, branding, branding. É bonita a sonoridade, né? Mas você é um cara que
de fato construiu marca, você vende óculos com super valor agregado. >> Graças a Deus, quem vende óculos é Riban. A gente conta a história do produto. >> Boa. Ah, E e isso tem a ver com o tal do branding aqui ou não? >> Total, total. Explica mais isso que você falou, porque, pô, você deu um choque no meu cérebro aqui, hein? >> Não, eu vou eu vou te dar mais um choque choque. É, até eu queria te convidar qualquer hora dessas, vamos convidar para ir ver minha palestra que você vai curtir. Assim, >> tem uma
hora da minha palestra que eu saio de Tilbins e eu ponho um Milkshake na tela. Que [ __ ] de milkshake é esse, mano? E aí eu começo a fazer algumas analogias que eu cutuco o empreendedor e isso passa por marca, passa por diferencial e passa por produto. >> Jim, bota um milkshake aí na tela. Mas põe o milkshake do boteco. >> O do boteco não sofisticado, que daí >> podrão. Podrão, >> podrão. Que custa R$ 6 do boteco. >> E é gostoso para chux. É, é, é, [risadas] é, é, é, é isso aí. Boa,
boa. Foi um moleque lá de Goiânia e falou assim: "Eu vou fazer um milkshake de pistache de Nutella, de leite vegano e bicho, aí eu aperto um botão, vem a loja daquele Milkem." >> Uhum. Sei, sei, >> bicho. 450 lojas em 4 anos. O milkshake dele custa 45. É o mesmo leite. Aí a aí eu tenho uma outra daí eu tenho várias, mas escolher duas para te falar que é muito legal. Tem a seg Um monte de ovo. Aí todo mundo não ficar com essa cara que você tá. Falei: "Cara, vim aqui nas coisas para
ver ovo, mano. Que merda é essa?" E aí tem as embalagens de ovo, tá ligado? E aí as as três embalagens são três marcas diferentes com a mesma embalagem, velho. O cara ele não tem a capacidade de mudar a cor da embalagem. Como que você quer se diferenciar? Como que você quer ter personalidade? Tá curtindo esse papo? Tá agregando valor Para você? Deixa aqui o seu joinha, deixa o seu like, se inscreve no canal, caso você não tenha inscrito, interage com a gente aqui nos comentários. Se você tá ouvindo no Spotify, saiba que tem o
Pdelerar no YouTube. Se você tá aqui no YouTube me vendo todo charmoso, estiloso aqui, com óculos til beins, saiba que a gente também tá no Spotify para você ouvir ali na esteira da academia, no carro ou em direção à sua empresa, tá? Deixa o seu, deixa seu Joinha, deixa o seu like, dá uma moral pro tio mm aqui e se inscreve no canal. Nem é cor, bicho. Você vai lá e pega o ovo que mais de coisa e acabou. Comete na veia. Aí foi um cara lá, falou assim: "Não, sabe que é, mano? Minhas galinhas
são felizes. Elas botam ovo feliz, elas ri quando bota o ovo. Elas toda feliz. E criou o tal do rap eggs. Fez uma [ __ ] embalagem colorida. Mano, eu só compro a [ __ ] do regs. [risadas] Eu acho que aquele ovo é mais gostoso que o outro. E não é, é ovo, velho. >> Não, mas às vezes torna mais gostoso pela crença que instala a marca. É, vezes é isso. É marca, é brand, é conceito, é personalidade. >> Boa. >> Então, e só para você saber, essa repex foi vendida >> pra JBS por
meio B. Caraca. Ou ovo, ouv, ovo, entendeu? Então, quais São as duas mensagens que eu queria dar? Primeira mensagem, ainda existem setores gigantescos no Brasil e no mundo, velhos, arcaicos, que você pode fazer a mesma coisa que eu fiz com óculos há 30 anos atrás. Mas eu não inventei [ __ ] nenhuma, mano. Vendo óculos. Tudo bem, meus óculos tem >> Você conta a história. >> Sim, mas eu mas assim, eu não cheguei para você e falei: "Puta, bicho, cria Uma parada". Não, vendi óculos. Eu peguei o Claro, eu exercitei o óculos. >> Sim, sim.
Não, porque eu quero que você explique melhor o choque que você deu no meu cérebro, que eu falei: "Você vende óculos?" Você falou: "Não, quem vende óculos é Raiban. Eu conto história, >> vou te contar, >> porque essa mensagem é profunda e eu não sei se a nação empreendedora entendeu assim, >> não, mas a nação empreendedora ela ela Entendeu essa mensagem que eu queria dar antes da história de rejuvenecer o mercado e agora eu vou falar da do que você tá falando. >> Nação empreendedora é legal, né, >> legal? É a galera que me acompanha.
>> É. Ô, um beijo pr vocês, nação. >> Um abraço aí, galera. >> Personalidade >> pr [ __ ] Eu construí no meu brand com me ensinando agora. Não, já já tá Construído e consolidado. >> Ó, depois desse podcast eu vou melhorar meu brand. O acelerador empresarial vai dobrar de preço. Então corre lá na na descrição aí do YouTube, do Spotify, clica no link, preenche o formulário lá, se inscreve para o acelerador antes que antes que suba de preço, porque com as aulas do Caío aqui eu vou vou vou agregar valor, viu? >> Não. E
outra, se marcar a gente vai estar nessa subida de preço, eu vou Estar junto nesse conteúdo aí. A gente >> boa, vai ter um uma entrega do Caí aí no meio da história. >> Vamos lá. Vamos lá. Há uns 20 anos atrás, eu percebi que se eu continuasse vendendo óculos escuro, eu ia morrer. Que aconteceu, velho? Eu fui mercado, foi, eu dei um choque no mercado, tipo, só se vendia óculos escuro e tudo em ótica, tudo trancadinho. Aí metia um kiosque no meio do shopping com um monte De gente tatuada, estilosa para caramba, um monte
de óculos. Galera, que tá acontecendo aqui? Só que daí o que aconteceu? A galera começou a ir pra China, comprar óculos, copiar o meu kiosque, por outro nome e começou a me copiar. Lembra de palhetas mexicanas? >> Sim. >> Lembra de Frozen Yogurt? >> Sim. >> Dançou tudo. >> Sim. Nasceu e morreu. >> Aí o que eu falei assim: "Puta, se eu não tiver o diferencial, vou morrer. E aí, qual foi o diferencial?" Eu passei a contar a história através de todos os produtos que a gente lança. Exemplo, vai. A gente a Ritali foi na
Tiri Beins, a gente começou a trocar ideia tarde inteira, bolinho de fubá, não sei o quê. Daí falou: "Só que é, mano?" Pô, gosto de disco voador, velho. Já vi Quatro vezes. Falei: "Sério, [risadas] quatro, mano? Que legal, velho. Pô, >> não foi só uma, foi quatro. >> Não, e tem uma coisa legal. Ela, ela fala assim, ela falou: "É muito legal". Ela falou assim: "Duas eu tava normal e duas eu tava diferente." [risadas] Diferente é bom, não é, cara? Excelente. >> Diferente é educado. É fofo, né? É elegante. >> Elegante. >> Elegante. Elegante. >>
Mas como você tava? Eu tava diferente. >> É. [risadas] [ __ ] É genial. Os senhores estão escutando a gente, por favor, quando você tiver numa situação, fala que você tá diferente. Diferente é é chique, é bonito. >> É, não, o camarada enche a cara, né, de cachaça, aí pergunta: "Como é que você tava ontem?" Cara, eu tava diferente. >> Nossa, é muito legal, cara. É uma [ __ ] saída porque o diferente ele é ele dá liberdade libertário. >> Liberdade. Sim. Total. [risadas] Todo mundo tem licença poética para ser diferente. >> Claro, claro. Faça,
seja diferente. >> E aí eu peguei o disco vador que a Rita viu e coloquei na Acho do óculos na coleção da Ritali. >> Caraca, que legal. O meu vendedor quando mostrava isso para um fã da Rita, ele não tava mostrando um óculos, brother, ele tava contando uma história do produto. E a última coisa que esse cara Ia me pedir um desconto porque a história encantou ele. E aí essa mensagem pro cara, pra nação, conte história do seu produto, crie história para contar, porque se você não tiver história, a única coisa que você vai bater
pro teu time é desconto e parcela, brother. É a única coisa que esse é o único argumento que esse cara vai ter com time de venda. V te dar um outro exemplo. A gente ficou 5 anos negociando com a NASA. para lançar uma coleção. Um Fator interessante. A NASA ela não deixa licenciar nada que tem a ver com tecnologia e ela encanou que óculos escuro é tecnologia e aí tive que convencer eles e conseguir convencer. E a gente lançou uma coleção NASA. Eu peguei, achei um cara lá nos Estados Unidos, um doido. Eu peguei quatro
óculos no relógio e mandei pro espaço. Eles foram voando até o espaço. >> Caraca. >> Aí tem o vídeo animal o vídeo. Depois se Vocês quiserem animar o vídeo, ele vai voando até lá em cima. vai no espaço, aí ele volta pra terra, a gente pega os óculos, a gente pegou esses óculos e leiloou esses óculos que foram pro espaço. >> Percebe que eu tô te contando história? >> Não, isso é muito envolvente, né? E a questão das histórias vem com a gente lá da época das cavernas, né? Porque quando você não tinha escrita, não
se tinha televisão, não se tinha um um Smartphone, as histórias eram a ferramenta de se transmitir conhecimento através das gerações. Por isso que até quando a gente chega aqui e fala assim: "Eu vou te contar uma história". Todo mundo já presta mais atenção. >> Sim. Não. E detalhe, >> eu concordo com você. O quanto as empresas são ruins de contar história. Eu gostei da sua expressão, né? Muito mercado tradicional com com roupagem velha, né? Como que você falou mesmo? Muita indústria consolidada. >> Setores, setores gigantescos de novo. [ __ ] bicho. Ovo, >> ovo, >>
né? Eh, pô, alimentação, milkshake, pô. Milkshake se consome no mundo inteiro. É de 1906. A própria barbearia, lembra? Agora você fizeram uma barbearia com gourmet. >> Sim, total. >> Pô, custava R$ 40, agora você gasta 400, mano. >> 400, 500, 600. >> E fica feliz. >> Total, total. >> Tá cortando o cabelo, mano. Não tem. É o cara cabelo e cabelo. Só que, né? Então assim, essa é uma mensagem que eu queria dar pro empreendedor. Sai da caixa e assim, velho, essa garrafa aqui, ó, ela tem história, mano. Eu te garanto. Teve um design que
pensou nisso aqui, essa embalagem, essa tampinha, tem história. Agora você vai coloca água, é, você Vende água. >> É, às vezes você já tem os componentes que tão te dão base para contar histórias. >> Não é, às vezes, é certeza. >> Certeza, né? tá na tua mão. Todo produto tem uma história. Uma camisa preta, ela tem uma história, entendeu? Então isso é o que vai te diferenciar. No meu caso, a história dessa aqui, ó, eu tô malhando, né, Caet? Então, a camisa preta fica mais apertadinha e tal, eu me sinto mais Fortinho, sabe? Adoro ela.
>> É legal que ele fez assim, ó. Quando ele falou, eu tô malhando, ele fez assim, ó. >> Pô, é cara, é maior trampo você meter o shape, aí você vai pôr uma roupa que não valoriza o shape e aí talvez até um espaço de nicho de moda é para quem treina, né? roupas que te deixam mais no shape. >> É, é total. Mas você sabe que isso, isso, por exemplo, você vou dar, vou te dar um exemplo de uma coisa que Aconteceu agora. Claro, isso tem a ver com pandemia, que as pessoas começaram a
usar mais esporte, não sei o quê, mas bicho, tá bombando no Brasil, no mundo de marcas de esporte, o masculino e feminino, mas não é marca só para ser pra academia, é marca para vir trabalhar, entendeu? esse conceito de de tem até um nome que eu não sei, eles inventam uns nomes assim que é tipo a roupa de training que você usa no teu dia a dia. Isso tá bombando. >> Verdade. É meio que um sportware, né? Uma coisa assim >> meio não é spotware. >> É isso aí, né? >> Então o que aconteceu? >>
Você sente confortável, >> lógico. Mas o que aconteceu era tipo camisa preta, calça preta, tênis preto. Não foi vamos rejuvenecer. >> Não é um dos motivos que eu gosto. Pega aqui nessa camisa, tá vendo que ela Parece um moletom? >> Como meu alfaiate faz? Ela parece um moletonzinho. Eu tenho uns ternos. É muito confortável. Não. >> Não. E a a Zara tem uma camisa de elástico, eu uso ela direto que é muito boa também, que é que é meio que nessa onda assim, nessa pegada. >> É, é, é, é. >> Caita, agora mudando do do
da da da cueca pr calcinha ou da calcinha pr cueca. >> Sabe uma coisa que me incomoda? Pato para ganso. Qual a diferença de pato e ganso? É a mesma coisa. >> Muito parecido. >> É pato e ganso é a mesma coisa. >> Então vou trocar até porque de cueca para calcinha estamos no underwear. Vamos montar então >> não, pr calcinha tudo bem, mas pato para gan, minha mãe que fala pato para ganso. O pato e o ganso é a mesma coisa, não é, velho? >> Vamos ser mais inovador, sei lá. Vamos, >> cara dela
tá olhando para cima. Vamos, vamos, vamos, >> meu amor. A gente gosta de falar assuntos bizarros e diferenciados, porque senão fica falando sempre a coisa aí pede a graça, entendeu? >> É, o Cai tá comentando que a galera tá rindo aqui, né? Vamos mudar da cueca para flores vermelhas. Pronto. Mudança radical de assunto. Foi, mas foi mesmo. Foi mudança. >> Foi longe, né? Será que é porque eu tô diferente? Vou vou me entregar aqui. Tô diferente.Então, tomei hoje uma água, um super cofe. Aí bateu, >> bateu. Tô diferente. >> Presença do Caí aqui ainda. Seguinte,
vamos falar de de de franquia. >> A a Til é uma das maiores redes franqueadoras desse desse país, né? Eh, primeiro, quantas franquias são? Quantos franqueados e o que que você pode Ensinar para o empresário que quer ter uma franqueadora ou quem já tem franqueadora expandir as suas franquias? Algumas lições aí do mestre Capito na construção de uma grande rede de franquada. >> Tô longe de ser um mestre, mas vamos lá. Tudo bem. Tomando, tô tomando porrada, bicho. >> Não, você é o é o mestre. A Tile tem quantos anos? >> Ela tem 26. 28.
Serve. Quantos anos a Tir tem? >> 27. Tá rápido, né? na conta. É, >> você não pode esquecer há quanto tempo você tá atrasado com a Denise, quanto isso é apanô, eu tô oito, a gente tá 8 anos e meio e a gente vai vai casar de novo agora o ano que vem. >> Esse, esse você sabe até os dias às vezes. >> Ah, mas é, não é? [risadas] >> E a gente a gente a gente agora tá Inventando onde a gente vai casar, bicho. Cogitando desde Vegas até o interior da Itália, Chapada dos Guimarães.
A gente não sabe, >> é que o mundo tem uma coisa boa, sabe? Que é muito lugar bom para ir, né? >> Nossa. Ah, você sabe, >> as pessoas às vezes reclamam do mundo, mas >> então muita coisa boa nesse mundão. >> Então, e aí eu queria pegar um gancho. >> Uhum. >> desse assunto. Eu sei que você me fez uma outra pergunta, queria falar dela na franquia. Pega o gancho aí. >> É. É. As pessoas me perguntam muito, e essa é outra mensagem que eu queria cutucar o empreendedor. >> Uhum. >> Por que que
a Tibins tem uma personalidade? Claro, eu tenho uma ve de música, né? Eu fiz faculdade de música, tem uma via artística, beleza, mas é porque eu bebo De fontes diferentes. E essa é uma outra cutucada que eu queria dar no empreendedor. O que eu percebo que fica todo mundo pensando do mesmo jeito, pensando na mesma história e não sai da caixa. Cara, se você tá no ramo de comida, vai numa feira de marketing, vai na feira de varejo, vai numa feira de franquia, vai em lugares para te informar. Por que que eu peguei esse gancho?
Eu conheço o mundo inteiro, Já gerei agora tem os menores que eu quero visitar, tipo Mongólia, não sei o que, tal. Parte do meu sucesso, da minha imaginação, da criatividade veio de viagem do mundo. Conhecer o mundo, bicho, conhecer outras culturas, outras marcas, tipo viajar, as pessoas acham que é viajar só para curtir, não é radical, mano. Tipo, por exemplo, vou te dar um exemplo, cara. Um empreendedor que pega um avião e fica 20 Dias, é que é pouco, mas beleza. China e Coreia, brother. O cara volta, meu, de um jeito, mano. Mas assim, volta
assim, nada, nenhum curso, nada vai chegar perto do que vai abrir a cabeça desse cara. O cara vai tomar um susto, mano. O cara fiz fazer fazer tipo Pim, Shangai, Hong Kong e Seu na Coreia. meu, volta do ser humano, velho. Então, beba de fontes diferentes. Legal teu setor aí vai para lá, legal para Caramba, mas sai porque isso vai te dar personalidade, vai te dar coragem, vai olhares diferentes. Bicho, você tem ideia que eu já eu vou pra China há 20 anos, duas vezes por ano, agora vou menos. Tem noção que eu já aprendi
mesmo? É muito louco. >> Muito repertório, né? >> Muito repertório. E para mim criatividade é combinatividade, né? Se você tem um repertório maior, você combina mais com acho que isso que te dá Sua autenticidade, esse pensamento criativo. >> É, eu acho que é por aí. E tem uma outra coisa, a criatividade é como um músculo, você vai exercitando, tá ligado? É muito louco. É que nem escrever músicas, >> ó. Se um dia a minha criatividade ficar do tamanho do meu bíceps, eu vou enriquecer de verdade. >> O cara quando começa a malhar, ele fica com
essas brincadeiras trocalã. Tem que ser é o mérito, pô. Você não gosta de Mostrar seus óculos, você gosta. Você é o mérito. [risadas] >> Ai ai. Não. E [ __ ] que eu tô tô com 56, bicho. Já tá. Deixa eu ver o malho. Sou radical também agora. >> Caraca, você tá inteiro. Você tá com 56. Ô, quero chegar com 56 com essa carinha de 40 aí. Ah, Deus pag. Mas eu tô. >> Você cuida alimentação, >> você você não bebe, né, Caito? Eu lembro uma vez a gente batendo papo que a galera olha para
o cara da rock and roll Deve ter acha acha assim, pô, Roberto, fica diferente toda hora. >> Acontece, sabia? A galera fica diferente, [risadas] vive diferente. Não, é muito louco. Eu tenho cara de doidão que a galera acha que eu sou muito louco. >> É, você tem uma personalidade rock and roll. >> É, é. E eu assim, nada contra, né? Tipo assim, eu dou um gole num vinho, tal, mas eu não, eu não sou um cara, a bebida Não tá na minha vida, entendeu? Tipo, eu sou muito arregrado com alimentação. Eh, água é radical, eh,
sono, meditação, reza. >> Inclusive, relação à água, tem a garrafinha de meta de água. Mostra pra galera. Pega. Tá embaixo que o Caito, que o Caito todo caprichoso. Não, não vou deixar na mesa para não atrapalhar. >> Só cuidado com brand o corpo >> aí, ó. Meta. São quantos litros de água Por dia? >> Então, eu tava tomando quatro, só que eu eu tava eu tava pensando em usar uma fralda, velho, [risadas] porque tava [ __ ] Tipo, até perguntei, será que tem fralda? Porque fralda é uma [ __ ] coisa prática, brother. Dá para
tô aqui com você falando, tô aqui falando >> fraldão do empreendedor. Você não vai perder mais tempo porque você pode estar fazendo uma reunião, gravando um anúncio, visitando uma loja que fique Que fique pra prosperidade o quanto o quanto o quanto pra posteridade o quanto esse papo está criativo. Diferente >> o fraldão do empreendedor. Isso aí tem acabar aqui, nós vamos fazer um stories. Eu vou pôr essa pesquisa no meu Instagram. Vai que dá fit o produto, não lança sair junto. É o fraldão do brother. Imagina, cara. Tipo, pô, bicho, outro dia eu parei na
estrada, velho. Parei no Castelo Branco. >> Não, às vezes eu me irrito porque eu tô Numa reunião, aí, caraca, tenho que ir no banheiro, cara. E a reunião tá tão boa, você tá analisando o indicador, criando um negócio, resolvendo um problema, e tem que ir no banheiro. Não, né? >> Mas a fralda resolve. >> A fralda resolve. A fralda >> a fralda tá tudo bem, cara. Você abaixou a quantidade de água para ir menos no banheiro. >> É porque tava [ __ ] Aí eu tô >> agora o Caito provou que ele é empreendedor, não
quer perder tempo nem de ir no banheiro. Abaixou a quantidade de >> Não, mas mas é é uma coisa que assim, tipo, e eu vou eu pou que eu faz uns acho que uns três anos que eu tô radical na água e aí eu >> Você não tinha o hábito de ser >> Não. Ah, não andava com uma garrafa. Eu ando com uma garrafa. Eu fui escolhido num num puto evento em Dubai lá, a Expo Radical. Eles escolheram eh dois empreendedores de cada país para representar o Brasil e foi eu e o a Lei da
Cacau Show. E quando eu cheguei no aeroporto, eu tive uma convulsão. >> Uou! >> É, foi [ __ ] >> Há três anos atrás, né? >> Ah, é. Nunca tinha tido nada. Zero. Sou super saudável. Não sei o quê. Minha Mulher falou: "Puta, achou que eu tinha morrido, fiquei roxo inteiro, foi [ __ ] >> maior susto, >> [ __ ] mano. Aí não fiz a não fiz a palestra, não participei do evento. Voltei pro Brasil, fiquei três dias internado, checapizão e não tinha nada, foi água, falta de água, hidratação do corpo. E às vezes
a gente tem que tomar um susto para, né? Não deveria ser assim, mas às vezes a gente é que nem tem 9 Anos que eu não bebo e e eu parei de beber depois de uma [ __ ] cagada que eu fiz, né? Porque tem gente que pergunta para mim: "Marco, por que você parou de beber? Aí espera ouvir uma história bonita?" E a e a real é porque eu ficava loucão e fazia merda e tinha que parar. [risadas] A diferente constante, né? Ficava diferentão, >> diferente lá no talo, né? >> Porque tem gente que
sabe ficar Diferente, tem gente que não sabe, eu não sabia. É, aí eu fui lá porque eu tenho eu tenho muito isso na minha personalidade, assim, eu sou muito intenso. Então eu consigo dizer não, mas para mim é difícil dizer pouco. Tipo assim, eu vou pra fazenda, aí minha mãe faz um pudim, aí ela fala assim: "Filho, come um pedacinho, mãe, ou eu vou comer o pudim inteiro ou eu não vou comer, entendeu? É um pouquinho não rola. Por isso que eu parei de beber refrigerante Também tem alguns anos, 100%, >> né? Agora eu tô
com a cara na combucha. Já tomou combucha? Combucha é bom. É bom, né? >> Mas a cada 50 marcas tem uma que presta. que nem óculos, cada 50 só tem um ali de liber. >> Então, mas mas assim, eu eu eu vou te falar uma coisa que eu eu investi no Shak Tank numa numa empresa que é chama Dot, é uma bala energética. >> Uhum. >> Legal. Assim, substitui o Red Bull, >> uma balinha para te dar um up. >> É tipo, sabe, uma Mentos aquela balinha. Sei, >> mas ela tem um gostinho gostoso, tem
framboa, se qu dar um up. >> Legal, >> legal. Tá indo bem. E aí eu fui na feira de alimentos de saudade. Meu, fiquei impressionado, brother. É todo um universo nossa, vai emergia. Brasil tá muito rico nisso, tá muito. Fiquei impressionado, cara. Queria fazer esse comentário. >> Meu querido empreendedor, tá gostando desse papo delicioso, apimentado? Então dá o próximo passo, se inscreve aqui, porque tem muito conteúdo pra gente dividir, muito conteúdo apimentado, quente e diferente. >> Valeu, galera. Boa, boa, boa. Caito, voltando lá agora pra questão do lições do Caío como um dos maiores franqueadores
e é mestre, sim, viu? 28 Anos de Tilbins, três vezes mais market share, então aceita que que você merece. >> Bom, tá bom, tá bom. Vamos lá. Eh, algumas coisas boas do do setor, assim, tipo, o Brasil ele é, não sei se você sabe que a feira de franquia no Brasil é maior do mundo. >> Sim, sim, sim. A ABF faz um trabalho maravilhoso do mundo. Isso é Brasil. Tudo bem, América Latina até, mas é Brasil. Eh, eu eu acho que eu já te contei isso, mas É bom repetir assim, eu tinha 130 lojas próprias.
E aí a gente tem outra mensagem para dar pra galera aqui. E loja pro e franquia é como se fosse pato e ganso. É business completamente diferentes. Para mesmos os mesmos negócios. Que aconteceu? Tive uma decisão, vendi 130, vendi tudo, fiquei mal, meus filhos, primeira loja, [ __ ] Birapuera, Morumbi, vendi tudo. Hoje essas lojas faturam 30% a mais na mão do meu franquado do que na minha mão. E aí vem a mensagem que eu queria dar pra galera. Tem um determinado momento, eu até entendo que você tá no começando o negócio, tem que fazer
tudo. Você tem que ser o gandula, tem que ser o massagista, o técnico, o atacante também. Mas tem uma hora que você tem que fazer uma escolha, BR. Onde você vai pôr energia, onde você vai pôr conshar o seu lugar na cadeia. Eu Não sou fabricante, velho. São, já me ofereceram várias fábricas de graça. Obrigado. Não é minha onda. Eu não sou varegista. Eu sou >> Você tem, você vende 4 milhões de óxo e você não é fabricante. >> Não sou. Uau! Você, você, você sentou na, não, na sua posição na cadeira e falou: "É
aqui que é o meu lugar, aqui eu vou dominar". >> Essa é a mensagem. Detalhe, Escolher vai ser uma merda, porque você vai chorar, porque você vai doer, sabe por quê? Porque você vai abandonar coisa que você ama, o que você faz. Você você vai falar assim: "Puta, bicho, isso aqui que eu adoro fazer, eu não vou poder fazer mais porque eu vou pôr energia aqui". Daí a grande pergunta, fala assim: "Mas o que que eu faço com outra coisa? Terceiriza, time bom. É simples como isso, velho. Eu tenho as [ __ ] fábrica na
China que Trabalha para mim há 20 anos, meus que você quiser fazer óculos que você quiser, mano. Óculos de, não sei, de acrílico, de alumínio, qualquer coisa eu faço. Fazer um óculos de prote, eu tô treinando meu rouo, isso é para mim, >> dá pr fazer. Então assim, eu tenho o cara, o foco do cara é esse, velho. Entendeu? Foco do meu franqueado é varejo, é gente, negociação com shopping. Só para Você saber, não sei se você conhece, a gente tem duas [ __ ] loja linda no Oscar Freire. >> Sim, já >> [ __
] loja linda. Vendi as duas lojas. Era as últimas duas lojas que eram minha. >> Aquelas eram suas. São mais lojas mais conceito, tipo flagship. >> Já fo no meu franqueado já. Detalhes. >> Nem as flagship são suas mais. >> Não é meu. Só para você saber, sabe o Que aconteceu? Em em quatro meses o cara incrementou 20% de faturamento. O cara fica me cutucando, pô. Posso fazer isso, posso fazer aquilo. [ __ ] eu tô tô fazendo umas porque o franqueado é especialista, é o negócio do cara, entendeu? Então para mim hoje eu tenho
essa cabeça mesmo, sabe? Tipo assim mesmo. E e aí funciona. Vou te dar um outro exemplo. A gente tem uma e a gente tá no mercado de grau agora forte. Pô, esse ano vou vender R 250 milhões deais Só de lente de de grau, >> cara. Lente ou óculos? lente, lente, só lente, lente, miopia, tudo isso. Eh, eu tenho um parceiro que faz a minha lente, chama Tivision, que já representa 40% da minha venda, entendeu? Então, fica essa mensagem. Acha o seu lugar na cadeia, acha onde você é bom, põe energia e foca. Essa é
a minha mensagem. >> Muito bom. Eh, tem a ver com você atuar na na sua essência, né, no teu Diferencial, no ou nome bonito, né, no core business ali. >> Não, e aí você descobre onde você é bom. E aí, só para completar o assunto, franquia, eh, eu super indico franquia, franquia, você quer muito rápido. O capital é do enfranqueado. Seu seu seu o seu você é uma presa acid light total, porque o, né, o capex disso é o franqua fica leve, né? Sim, senhor. >> É que nem eu aqui, eu eu sou leve para
crescer, eu não tenho comprar caminhão, Expandir ponto, enfim. Aí eu consigo ter 40 45% de margem. É, >> é isso aí. E quanto mais você cresce, mais a tua margem aumenta. Então eu tenho eh hoje na TIBS eu tenho 31 de margem. Var ter 31. É sabe o que é isso? >> Você diz o a unidade franqueado lá ou na franqueado. >> Franqueado da 15. Aham. >> E eu dou 31. >> Só para você saber. A vareja é absurdo. >> Absurdo. Sabe o que é isso? Marca, >> marca, >> marca >> e especialização num senhor.
Num, numa etapa da cadeia, né? >> Sim, senhor. Sim, senhor. E aí tem uma outra coisa que assim tal do foco, né? Então, por exemplo, a gente acabou de lançar tênis, uma [ __ ] coleção animal de tênis e drinks funcionais, caixas de som Bluetooth, eh, pimenta, tudo licenciado. Eu não entendo de vender tênis, mano. Ramarim [ __ ] lá do Sul. Os caras sabe tudo de grade de tudo. >> Ou seja, a marca Tilbans ganhou tanta força que tem muita gente que quer licenciar a marca monte >> para vender outros produtos. >> Um monte,
um monte. Parece que a gente vai lançar uma linha de oi proteí ti beins. [risadas] >> Quanto, quantos, quantas franquias e quantos franqueados, Carito? >> Eu tenho um porquê de de eu tá fazendo Essa co? >> Claro, claro. 100 lojas e 350 franquelos. >> Então a gente tá falando aí de em torno três, quatro, >> é um índice alto, né? é um que eu já ouvi de muitos, muitos franqueadores, eh, grandes franqueadores, como a Dra. Carla Sarne, o, o, o o, o o Apolinário, eh, o >> Apolinário é é franqueador, >> o Apolinário não, perdão,
ele não é é Rede própria ali. Eh, mas vários grandes franqueadores já fizeram aqui. Me lembro até bastante da Dra. Carla falando isso, no sentido de se ter um orgulho eh de se ter muita franquia com poucos franqueados. Porque assim, se se se o se a franqueadora entrega um bom modelo de negócio pro franqueado, ele vai querer crescer na rede, ele vai querer ter mais unidade. >> É isso. É isso. >> Eu acho que é uma das principais métricas de sucesso na franqueadora. >> Eu eu super concordo com isso. Eh, tem, eu não vou falar,
mas tem marcas gigantescas que não deixa o cara abrir mais que duas. Que acontece? Você não tem o cara no teu negócio, entendeu? É porque ele vai, ele vai ele vai pôr dinheiro no bolso, ele vai querer fazer outra coisa, >> claro, para ele aumentar a receita dele. Então assim, só para você saber, a minha Conta dá três, mas por exemplo, eu tenho franqueado com 50, tenho franqueado com 30, tenho frado. Qual que é a mensagem? >> Um franqueado bom, brother, vale ouro. Ouro vale diamante. E aí quando você tem esse cara que é um
puto operador, um cara bacana para caramba, você investe nesse cara e cresce. te dar um exemplo. Eu tenho uns são meninos porque, né, muito mais novo que eu, tal. Eu são dois sócios bichos. Eh, perto ali de Araçatuba, não sei os cara começaram, eu Esqueço ele, eu me perdoe, eu sempre esqueço o nome da cidade que eles começaram, cidade de 40.000 anos, abrir uma tiribans lá, resumindo, tá? Hoje eles estão com 45 lojas. Eles morderam São José do Rio Preto, moram Campinas, moriram Jundiaí e agora estão mordendo São Paulo que eu tô incentivando isso. [
__ ] frencanado redondinho, bicho. Sabe a gestão, sabe como fazer operação, sabe como ganhar dinheiro. Isso vale ouro, entendeu? E Uma outra coisa que eu tô fazendo também, eu tô vendo, eu eu já faço isso há um tempo assim, quando eu vejo um eh talento, eu invisto. Você aporta no franqueado, >> por exemplo, tipo, >> isenta mais humanidade. >> Não isentar não. Eu eu eu financio o cara, dou capital de giro, faço um planejamento bonitinho onde o cara consegue pagar. Se o juro esver muito alto, eu subsigi o juros que cabe no Bolso do cara.
bicho. Dá um exemplo, eh, Bárbara, eh, e, e é muito louco. Você faz isso pela Chile mesmo ou pelo caío, pessoal? >> Não, pela Chile. Pela Chile tem primeiro. Ah, ah, pela Chile, >> eh, começou como supervisora, não minto, começou como vendedor em Maceió. Aí foi paraa gerente, supervisora de diretora regional da Tiribins, bicho. Ela ela é casada, a a mulher dela é uma [ __ ] profissional. Resumindo, tá? Maceió e Aracaju é dela. >> Ela se transformou na franqueada. >> É, na verdade, nesse caso, >> era uma colaboradora. É, ela nesse caso ela é
os dois porque ela é muito boa, >> ela conseguiu a acumular as >> Esse é um assunto delicado. Mas resumindo, tipo, viu o potencial, tipo, meu franqueado de lá, [ __ ] que eu tenho tenho um problema com franquia que é o seguinte, o cara começa a ganhar muito Dinheiro, o cara não faz nada, o cara fica quieto, não investe, não faz por e esse franqueado não me interessa. Então, por exemplo, era uma praça lá de Maceió, [ __ ] praça maravilhosa e o franqueado, eu falei: "Não, agora a gente vai mudar porque isso é
obrigação de gestão que você tem." tem que ter, entendeu? Você não pode ter um cara a acomodado de jeito nenhum, não serve. O cara tem que estar no jogo, tem que estar barriga no balcão, tem que tá crescendo, tem que tá Me cutucando. Esse é o franqueado que eu quero, porque daí ele vai fomentando a marca. Então é para encerrar esse assunto, só para se falar, então assim, é muito, a gente investe, então assim, ter franqueados envolvidos, que nem a Carla falou, tal, isso super concordo. E aí quando você tem o cara que você fala:
"Puta, o cara tá indo bem", você investe no cara. Eu tenho, eu tenho, cara, eu tenho uns 45 franqueados, mano, desses que são assim, é a elite da assim, Bicho. E o ano que vem a gente vai investir uma grana neles. >> Como a Chili Beans e o Caeto se relacionam com esses com esses franqueados, que muitos franqueadores se queixam dos franqueados e acham pelação troncada, difícil. É pergunta ótima. E eu eu queria falar disso porque é importante. Eh, querido franqueador, sem o seu franqueado você não é nada. Esse é o cara que paga a
conta. Você tem que cuidar desse cara. Você tem que preservar. Você tem que falar sim, você tem que falar não. Mas no final do dia você tem que ter uma relação com esse cara e relação de construção mesmo. Eu sou muito próximo dos franquos. O meu time é muito próximo, a gente ajuda muito a francada, entendeu? Então vamos lá. Metodologias que que funcionam. E eu faço no no primeiro semestre uma coisa chamada Unidos pela Pimenta, que eu junto todos os franqueados. A gente faz um dois dias de debater pá pá pá. No segundo semestre eu
tenho o navio que encontra dos vendedores, gerentes, tudo isso. Mas o que funciona muito são duas regionais por ano. Por que que eu tô te falando isso? Quando você coloca 350 franqueados num lugar, o cara tem medo, o cara tem vergonha de falar do problema dele, porque o problema do norte não é o problema do sul. O cara fica quieto e ficar quieto para mim é uma merda. Então o que que a gente faz? O meu conselho, o meu comitê são sete pessoas, né? Produto, marketing comercial, financeiro. Eles vão até a região e fazem reunião
financeira com os caras. Ele é um renão de renão cu de daile. Funciona pra [ __ ] bicho. >> Com 100 franqueados e 50. >> É ah é. Entendeu? Aí pega lá vai pro sul, vai pro norte. Tem o cara de Manaus, o cara do Parábá, bicho. E aí os Caras se abrem e a gente ajuda. Ou seja, então ao invés de ter só os grandes encontros com todos franqueados, regionalizar alguns desses encontros. >> Regionalizar pra gente é a coisa mais eficiente que a gente tem. E assim, tipo, uma sala de reunião assim, mano, a
galera. E aí? Fala aí, brad. Que que tá acontecendo? >> Precisa gastar uma fortuna para ser uma super convenção? Não, não. A gente faz isso no navio na >> E aí você bota 50 franqueados e deixa eles rasgarem o verbo. >> Sim, senhor. >> Pô, é é contrainttuitivo, né? Porque existe um pouco da mística, pô. Se você, pô, vários franqueados deixar eles falarem, você pode perder a mão. >> Hum. Pode ir pro lado errado, jeito. Conversa, escuta, constrói. Outra, outra dica. Se você colocar 50 franqueados e perguntar para eles que que eles estão Precisando, eles
vão te falar de 147 coisas ou mais ou mais. A gente tem uma brincadeira que chama jogo dos três. Que que é isso? Eu vou no banheiro, vocês se viram aí, escolham três assuntos que vocês querem que a gente aborde. E é muito louco, funciona demais, porque aquele 147 era um monte de coisa que os caras pegam prioridade mesmo. A gente pega essas prioridades e entrega pra próxima reunião. >> Boa, boa. >> Funciona demais, cara. Somariza, né? >> Sim. >> É, é, é como é como quando eu faço uma pesquisa de satisfação com os funcionários,
é um monte de coisa e eu priorizo aquilo ali. Mas no teu caso, você bota o próprio franqueado, cara. três, manda aí três bolas que vocês querem que a gente trabalha. >> Isso aí. E também assim, eh, uma coisa que eu vejo muito isso é a postura do franqueador. Eu acho, eu acho errado Assim, porque ele fica reativo, entendeu? Não, escuta, brother, o cara tá te dando coisa, tem daí você fala: "Tem coisa que sim, tem coisa que não." E outra, outra coisa que eu não sei por, mas o franqueador nunca admite eu, cara, direto
falou: "A gente errou, a gente errou, desculpa, a gente errou". E aí quando você começa a se colocar nessa postura, sabe o que acontece? O cara começa a ficar, ele tira a barreira, ele começa a falar, ia ter uma simbologia Que a gente tava, isso aconteceu já há uns 20 anos, 15 anos atrás, os franquados chamavam a gente de vocês. E aí depois que eu fiz o comitê e comecei a exercitar tudo isso regional, tal, eles não falam mais vocês, eles falam: "Nossa, ou eles não chegam mais, ó, vocês metendo o dedo na cara, ó,
nós estamos fazendo isso, estamos acertando isso, nós estamos errando nisso, >> entendeu? Uau! E aí muda tudo. E assim, a primeira vez que eu fui fazer uma reunião com franqueado, me falaram isso. Fal assim: "Nunca coloca os seus franqueados juntos que eles vão te matar". Cara, aí, velho. Fala aí, mano. Conta aí. Agora a tua postura é [ __ ] Tem que ser humilde, tem que escutar e mais. >> Tem que saber devolver também, né, cara? Que às vezes o franqueado vai falar: "Grosell, você vai se posicionar". E Acontece direto, entendeu? Você fala: "Ó, isso
sim, isso não, mas o franqueado, você tem que entregar o que você combinou com o franqueado, brother". porque ele vai te cobrar, entendeu? E aí quando você entrega, você gera credibilidade, confiança, entendeu? Então é por aí assim, tipo, a gente tem uma uma rede muito junta, cara, muito unida assim, e aí não, e acontece quando, tipo assim, quando a gente faz Reunião unidos pela tal, as pessoas que vem de fora, começar a trabalhar com a fica de cara mesmo, fala: "Você jura que você vai pôr?" E aí fica de cara com a energia, entendeu? Uma
energia leve. >> Uau, faz toda a diferença. Vamos agora mudar de flores para microondas. [ __ ] cara, é rápido, hein, bicho. Cara, é rápido. >> É, tá perto de você, é inspirador. Eh, e a questão, eu tô vendo os empresários, ô ô, Caito, sempre foi uma dor, mas parece Que essa dor tá muito mais latente agora da dificuldade de se contratar a mão de obra, dificuldade de contratar vendedor, motorista, programador, gente marketing, enfim. Vocês estão sentindo isso na franqueadora ou franqueado na ponta? >> Eh, qual que é sua visão? ou não? Não. Não é
pegando aprovação com com relações. >> Não é que a gente é que assim é o que acontece assim. >> Não, libera ele liber solta o couro. Vai, pessoal. Libera. >> Ele não liberou. Ele não liberou. Não liberou. A gente a gente já pode. >> E eu já chego lá. Não, deixa eu te falar. Isso é uma dor. Isso é uma dor. No nosso escritório aqui, a gente tem umas 400 pessoas. No nosso centro de distribuição em extrema, temos umas umas 200. Com essa galera não tem problema não. Tem uma média de casa de 8 anos,
10 Anos. Tem gente que trabalha comigo há 20. Não tem problema dessa retenção. Qual que é o desafio? Loja, shopping, galera de 18 a 22. Esse é um [ __ ] desafio. E a maior dor que a gente tem. Então eu vou tenho a gente a gente tá a gente achou um caminho, mas infelizmente eu não posso dividir com você porque a gente vai soltar uma, vai fazer uma matéria falando sobre esse caminho. >> Entendi. >> Mas eu queria te adiantar algumas coisas que eu acho que pode acontecer. Uma coisa que a gente vê muito,
ainda mais falando com essa geração, muito, a gente eh porque o segredo de você reter, diminuir turnover é você entender o que que é importante para esse teu time, entendeu? É muito louco assim. E eu já errei fundo, tipo, ah, tipo, que é importante para você vendedor? Você quer um plano médico? Você quer um vale a refeição? Você quer um curso? E aí é muito louco, o cara falou outra coisa. E aí quando a gente entendeu o que esse cara quer e colocou em prática, começou a funcionar. O cara quer qualidade de vida, o cara
quer ser escutado. Olha que doideira. A gente contratou uma empresa de RH radical e a gente identificou uma uma geração precisando de ajuda, psicologicamente falando, ajuda. Olha o que a gente fez. A gente fez um contrato com uma empresa e a gente deu Para eles de graça uma consulta online com terapeuta uma vez por semana, a hora que eles quisessem. Olha que [ __ ] Quero um pedido deles. Ninguém usou. Ainda me fodia porque eles descobriram que o o terapeuta dava o eh como atestado médico e eles começaram a pegar os atestados para não ir
trabalhar. >> Tudo bem. Mas assim, a mensagem é eh quanto entender o que essa nova geração é importante para ele, sentar e Conversar mesmo, o que que que é diferencial e atuar nisso. Isso tá dando resultado. O que a gente identificou que a galera quer qualidade de vida, quer ser escutada, quer ser respeitada do jeito que ela é, entendeu? Pô, tem uns lugar aí que o cara fala, tipo, eu não contrato gente de esquerda, meu. Que isso, velho? Entendeu? Eu contrato gente, eu contrato pessoas, eu respeito a pessoa do jeito que ela é. Não sou
eu que vou te julgar, eu vou te respeitar. Isso funciona demais, muito. Olhar um pouco mais pr pr pra competência, pro perfil e >> não respeitar a pessoa do jeito que ela é, >> entendeu? Do jeito que ela é. O jeito de vestir, o jeito de pensar. Tá tudo certo, eu te respeito, tá tudo bem. Você tá num você tá num modos operando, você tá num corpo humano que tudo bem, velho. Entendeu? Você pode ser você. Essa geração nova leva muito isso em Consideração. Prefere ganhar um pouco menos, mas ter esse respeito, essa diversidade prefere.
Então tá dando resultado. >> Eu sei que lá na Tilbibin vocês têm uma uma área, uma pegada de de felicidade. Eh, fala um pouquinho dessa dessa área lá. Isso tá dentro do RH, tá fora do RH? É uma coisa paralela? é um departamento junto com RH, né, que exercita a a e assim é muito louco assim se você eh é um é um assunto delicado, porque assim É uma ferida, porque assim é é difícil falar esse assunto, mas se você vai e não pergunta como é que a pessoa tá, parece que ficar ali aquele negócio
guardado. Mas quando você pergunta e dá liberdade para ela falar, infecciona. É muito louco, cara. Fica, você entendeu o que eu tô querendo dizer quando, ah, eu não quero falar do meu problema, mas aí vem um departamento quer te ajudar, quer Entender você. A hora que abre essa ferida, a o primeiro coisa é ruim, cara. >> Então é melhor melhor não abrir ou abrir? >> Eu acho que é melhor abrir e cuidar e saber que ao abrir, talvez no curto prazo é pior, mas depois que eu resolvo, acabou. É isso que você falou. >> Entendeu?
Então a gente vai doer. É como uma, não sei, uma ferida que infecciona que depois ela cicatriza. Sim, sim. >> É isso. Qual que é a história? Se você Pegar, eu vim aqui na sala ali, né? Tinha a galera, se você pegar uma estrutura que não seja você, um departamento que vai conversar com essa galera e escutar, falar: "E aí, meu, como é que é teu dia a dia? Como é que é teu lado pessoal? O que que você tá procurando? Qual o seu objetivo? Quais são as suas frutas?" Meu, você vai tomar um susto,
entendeu? E a gente tá fazendo isso. >> Então essa área de felicidade escuta Bastante o colaborador. É, >> é a gente se a gente, então a gente tá, entendeu? E aí a hora e é muito louco as pessoas elas, a hora que você dava palavra para elas, elas meu vem velho, vomita tudo assim. Uma outra coisa interessante, a pessoa trabalha do lado de uma outra pessoa há anos e ela nunca parou para entender e saber qual é, como é que é a vida dessa pessoa, sabe? Você duas pessoas olhando pro computador, você faz assim, ó,
começa a lá se olhar. É surpreendente. Então, resumindo a história, a gente tem um cuidado com a gente, a gente tem um departamento de felicidade, a gente tá cada vez mais entendendo como é que essas pessoas são, tanto no físico quanto no jurídico. Primeiro passo é o doído, mas depois a gente cada vez mais a gente tá vendo o resultado que as pessoas estão se soltando e estão se ficando mais felizes. >> Vou fazer uma pergunta provocativa aqui. Quem é mais importante? O cliente ou o colaborador? Nossa, velho, que pergunta. Eu não sei te responder,
cara. Eu não sei te responder. E eu dou uma [ __ ] prioridade pro meu colaborador e eu erro demais. Mas assim, tipo, porque um colaborador feliz, ele escorre até o ponto de venda, entendeu? Escorre até o cliente, >> transborda pro mercado, né? Sim, senhor. Então assim, respondendo a sua pergunta, os dois são, mas se eu tivesse colher, Eu quero cuidar do seu time. Uma empresa feliz, ela escorre essa felicidade para o consumidor. E a gente preza muito isso. A gente vai na loja, você vê, você vai numa loja Tiribin, você vê que a galera
tá feliz, tá contente, é alegre. Então isso a gente preza muito. >> É isso. E isso impacta na conversão >> respondendo a sua pergunta, os dois, mas se eu tiver escolher colaborador. >> Que que é mais importante? O modelo de negócio ou a cultura? >> Cultura. cultura é muito é é muito radical, cara. É impressionante o efeito. Criar uma cultura que envolve o teu negócio, ela fortalece, ela conceitua, ela seduz. É impressionante. E aí até retoma aquela célebre frase do Peter Drucker, né? A cultura engole a estratégia no café da manhã, né? >> E a
palavra estratégia é um sinônimo ali do modelo de negócio, né? >> Não. E a hora que você tem cultura, a estratégia ela vem meio que meio que Naturalmente assim, >> a estratégia fica melhor, né? Sim, sim, sim. >> Potencialista, né? E as as pessoas me perguntam muito como construir uma cultura. A resposta é: respeite as pessoas do jeito que elas são. Traga ela pro jogo e escute essas pessoas. Essa é a resposta. Uou, uau, uau, uau. Eh, eu quero aqui agora que você responda se acelera ou freia. Vou trazer aqui alguns elementos sobre empresas e
você Responde. Acelera o freia se quiser trazer uma breve justificativa. >> Bora, bora, bora, bora, >> bora lá. Caramba, já deu uma hora, velho. Estamos aqui. >> Já deu o tempo. Voa, né? >> Nossa Senhora. >> É isso aí. >> [risadas] >> Caeto, contratar familiares acelera ou freia a empresa voltando. [risadas] Freia Caeto. E >> é, sou eu sou eu sou o senhor sincero. >> Ai, claro, né? [risadas] >> Vamos viajar. A gente vai, eu tô entrar, a gente tá com duas cabeças novas, maravilhosas no time. Eu levo, eles vão comigo agora. A gente vai,
eles, eu vou fazer essa turnezinha de de coisa. Eles vão comigo para Curitiba e Porto Alegre. >> Legal. Absorver aí a >> continua com essas perguntas tão boa. Tão boa. >> Nossa. >> É outra outra pergunta é o empreendedor cuidar da cuidar da saúde, fazer atividade física também conciliando isso com o negócio, acelera ou freia? >> Acelera muito e é essencial. O empreendedor tem cuidado da sua saúde. Uma um físico saudável, ele oxigena e traz coisas muito boas. E mais do que isso, ele passa o exemplo do teu time de acelerar. Vamos aí, galera. Exposição,
Tesão, atitude, >> super important. >> Acredito muito nisso. Tanto é que a gente tem até uma academia aqui. >> É, eu se eu não, se eu não tivesse, se eu não fosse viciado em esporte, que eu comecei há uns 20 anos atrás de, de academia, eu acho que eu não estaria aqui com você. E às vezes muitos empresários dão a seguinte desculpa: "Ah, meu negócio tá crescendo ou tá no começo, eu tô com muito problema, então Não tô tendo tempo para fazer atividade física". A atividade física é a que me dá disposição para fazer tudo
que eu tenho na minha vida. É a que me oxigena, que me dá criatividade com tudo. Um dos segredos da minha vida é atividade física. E aí com a atividade física você chega no 56 com a carinha de 40. É. >> Obrigado. Obrigado. Obrigado. Valeu. >> Mais uma aqui em relação a acelera ou Freia. H, investir em profissionais do mercado que custam às vezes até um pouco mais do que eu consigo pagar. Acelera ou Freia? Eh, Freia, eu vou te falar que os os últimos 10 gerentes e diretores da empresa, tem que te falar isso
porque é importante falar pro cara que eu que eu investi dentro de casa sucesso, tive conversão de 100%. Mano, fui no mercado, gastei uma [ __ ] grana, trouxe os [ __ ] Cara, não sei o quê, não dei resultado. Não tô dizendo que não tem que trazer gente, eu só tô dividindo a minha experiência, só isso. Os últimos coordenadores que eu apostei dentro de casa, tornei gerentes, voaram e os gerentes que eu tornei diretores estão voando. Então você diria que é é é uma boa premissa priorizar um pouco mais o prata da casa do
que trazer fora. >> É, é isso. Mas que isso não pode ser uma regra, tá? >> Não é 100% também, >> não é? Porque assim, num determinado momento, como eu quando eu não tinha gente para pr coisar, eu tive que ir no mercado contratar e me ajudaram pra caramba, tá? Eu não quero que fique isso como uma lei, tá? Não quero >> uma priorização mesmo. >> Sim, senhor. Exercita, por exemplo, um Red Hunter que vai no mercado trazer um é maravilhoso, cara. Já me trouxeram, já contratei pessoas incríveis, mas últim Nos últimos anos, eu investi
em prato da casa e deu um [ __ ] retorno. >> É, minha recomendação para os empresários é talvez uns 80, 70, 80%, valoriza o prata da casa e de vez em quando traz alguém de fora. >> É, é isso. Boa. >> Eh, sangrar a margem para poder vender mais e capturar mais mercado. Acelera ou freia a empresa? >> Não, freia, freia, freia, freia. É assim, É importante deixar claro, não quero confundir as pessoas. Coisa que a gente não abre mão dentro da tians é margem. Margem é sagrada. A margem ela cai naquele assunto que
eu te falei, tá na sua mão. Desculpa, o que que o Trump vai falar amanhã não tá na sua mão. Agora a margem do seu produto tá na sua mão. Ah, é melhor não vender do que abaixar a margem? Muitas vezes sim. Mas me contradizendo tudo. Ah, a gente Vem crescendo em market anos atrás. Todas as empresas de óculos repassaram o dólar, eu segurei e eu ganhei market gigante. Então, respondendo sua pergunta, na média, preserve sempre como sagrado a sua margem. Mas se você vê uma oportunidade de ganhar mercado, gatinhar, dá uma baixadinha no mercado
para ganhar, depois recuperar, faça. >> Se der para fazer um vai e volta, né? De certa forma. >> Vai volta. >> Ó, vou fazer um coach aqui e passar um marca-texto gigante numa frase que você trouxe que eu amei. A margem é sagrada. Repete aí no microfone. >> A margem é sagrada e a margem tá na sua mão. É mais do que isso. Além dela ser sagrada, é uma decisão sua, entendeu? Então assim, tipo, eu nem discuto margem, porque assim, é aquilo e acabou. Então margem é sagrada. Caito é mais um acelero. Freia Colaborador que
é bom tecnicamente, entrega resultado na função que tá, mas que acaba contaminando, contaminando a equipe. >> Acelera ou freia? >> É, é, é freia. O time que tem que tá unido, tem time que tem que falar na ti beans ego, eu jogo pela janela, já joguei alguns pela janela. A Tribans é uma, ela não é uma uma empresa. >> Você já demitiu o cara bom tecnicamente, mas que atitudinalmente ele era ruim, >> ele era nocivo. >> Manda embora. >> Sim, sim. Eu eu eu eu travo. >> Pode ser um vendedor top, pode ser um gerente
técnico excepcional. >> Nós somos uma cooperativa, não somos uma empresa. Todo mundo tem que trabalhar no mesmo jeito. Não tem ego, não tem nada disso. Eu já vi profissionais que vieram até mim, começaram com historinha. Aqui Não, bicho. Aqui é olho no olho. A gente pega a mão e a gente vai trabalhar junto. A gente tá aqui para mesmo propósito. E você como dono tem que atuar aí nisso. >> Boa. Boa. Eu costumo dizer que empreender é esporte coletivo, né? Não é não é esporte individual. >> Não, de não. Não. De bicho sozinho você não
vai a lugar nenhum. Cara, eu tô onde eu tô pelo meu time. Eu tenho um time radical, mas esse time tem que ser Junto. Se começar mim, miimi e começar os isso, ah, eu entrego, mas eu eu Obrigado aqui. Não interessa para mim. Eu sou assim. Boa. Eh, no começo da empresa ou em momentos mais desafiadores, mais um acelero, tá? O último pra gente fechar. Em momentos desafiadores da empresa ou mais no começo ali, trabalhar muito, 12, 14 horas por dia, até sacrificar algumas coisas num dado momento, acelera ou freia? Acelera, mas com tempo Determinado,
tá? Então, vou vou te resumir. Eu fiquei 10 anos trabalhando de domingo a domingo. 10 anos. Mas eu eu meio que perdi um casamento por causa disso. Me distancii dos meus filhos naquela época. Aí pergunta: "Pô, se você tivesse dado essa essa acelerada, você teria o que tem?" Eu acho que não. Então vamos resumir. Um determinado momento a gente tem que fechar. Você fez isso, eu fiz isso. Então você tem que fechar o olho, o Bicho e sentar o dedo, mano. Mas sentar o dedo sem dó. Mas também é importante uma hora separar, começar a
delegar, construir time para você cuidar da sua vida também. Eu faço isso boa. Não transformar coisas temporárias importantes em permanentes, né? Eu vejo empreendedor que acaba fazendo isso. Eu já ouvi empresário dizer que, ah, empreendedor não tira férias mesmo e e faz parte. >> Você tira férias e eu tiro férias. Eu Não abro mão disso. É muito louco. Eu conheço uns uns banqueiros, amigos meus radicais. Meu cara trabalha de domingo a domingo, velho. >> Vai perderu o sentido um pouco, né? >> Eu acho que sim, entendeu? Sabe, tipo, filho, família. gente, entendeu? Diversão, hobby, >>
porque você tem que ter essa consciência, gente. >> Acho que um dos ensinamentos que a gente tem que dar para esse empreendedor que Ele tem que equilibrar mesmo. >> Sim. >> Volto a repetir, se não der um gás, não vai rolar. Você deu o gás que eu sei, eu dei o gás que eu sei, >> né? Tem que equilibrar >> também. Existe riqueza na agenda livre, né? Agenda livre é riqueza. É uma é uma certa cifra, >> não? E ela vai te retoalimentar para cá >> as demais, né? História de viagem, tudo >> caío aqui
não pode acelerar. Eu sempre provoco os empreendedores é colocar em prática e fazer alguma coisa com o que foi falado aqui. >> Gosto muito. >> E aí a forma que a gente faz isso é mandando um pode acelerar pra galera. Então quero te agradecer muito por ter estado aqui. Você da nação empreendedora que curtiu esse episódio, deixa o like, comenta, compartilha. Eh, deixa suas dúvidas, seus comentários, suas Ampliações. Eh, diz aqui o que você gostou, o que você não gostou, o que faz sentido, o que não faz sentido e implementa. Faz acontecer. Um presente para
mim. Esse aqui >> opa. >> Presente para você aí. >> A nem sei dentro, mas tem um livro, tem um tem um tem um óculos também. >> Ô, time, como eu ganhei presente. Já marca na agenda aí do Caí o próximo Podcast para ele, [risadas] aquela, né? Ó, se parar o sangue esfria. Au, lindo. Sensacional, >> isso, cara. A gente foi besteller, cara. O que que é? >> Tá na lista. >> Ó, ó. Se parar o sangue esfria. >> Tá na lista do prêmio Jabuti, >> um dos livros aí mais tops de empreendedorismo, de negócio.
Fila de carbono na AS ou tem uma tecnologia embarcada bem legal, fica mais linda. Aí, >> ó lá, ó. Mas tá com autoestima lá em cima esse menino. Vou ficar mais lindo ainda. >> Não, mas isso não é autoestima, isso é coerência com a realidade, cara. É outra cor. >> Ó, então o seguinte, Caita, eu vou contar 1 2 3 e eu vou falar pode e você solta um acelerar, tá bom? que é a nossa convocação para você dono e dona de empresa transformar informação em ação, Transformar o conhecimento em sabedoria, sair da inércia, fazer
alguma coisa com o que a gente refletiu e discutiu aqui, porque conhecimento parado na caixa, não serve para nada, é obesidade mental. Então vamos transformar isso em plano de ação. Acelera de verdade. Beleza? Então, 1 2 3. Pode, >> não é que pode, deve acelerar. Bora, galera. Acelera. Ah.
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