David do samba é o ar. Amor e alegria vamos exaltar. Vítimo carioca é hora de sambar. >> A sintonia, >> a sintonia que vem do coração. Eia e os guerreiros são pura emoção. A intendência é o nosso lar. Com muito samba vamos festejar. >> E aí? Oh, no café da manhã, o samba vaiar. >> Vem comigo. Venham guerreiros, é hora de brilhar. diz, diz. Vítimo que corre no sangue da gente, sou carioca. Vamos com garra e raça. Carnaval de verdade na tendenteia. Vem nos embalar no compasso da vida. Samba é o ar. Amor e alegria
vamos exaltar. V no cora vem nos embalar no compasso da vida do samba é o ar. Amor e alegria. Vamos exaltar. Vitivo carioca. É hora de sambar >> a sintonia. >> A sintonia que vem do coração. Dia e os guerreiros são pura emoção. >> A intendente, >> a intendente é o nosso lar. Com muito samba vamos festejar. >> Vem comigo agora. No café da manhã, o samba vaiar. Venham guerreiros, é hora de brilhar. Só dizer. No sangue da gente carioca. Vamosar em raça. Carnaval de verdade na tendenteia. Venos embalar no compasso saba é o ar.
Amor e alegria vamos exaltar. Vind no cô é hora de sambar. Olha, vem nos embalar no da vida. Samba é o ar. Amor e alegria. Vamosar ritmo carioca. É hora de samba. >> Ritmo carioca. Bate palma aí. Bom dia, meus queridos. Bom dia, queridos e queridas. Bom dia, família Ritmo Carioca. Vamos chegando. Vamos chegando. Hoje, dia 30 de abril, hein? 8:10hos Agora nesse momento, 25º aqui no Rio de Janeiro. E sejam todos bem-vindos aqui a mais um Café no Barracão, a mais um bate-papo matinal aqui dessa família maravilhosa. Vamos chegando, vamos chegando. Deixa eu tomar
logo meu golinho de café. Quem tá tomando café agora, aproveita ou já coloca o seu fonezinho no ouvido. Você tá no transporte, tá no transporte público, tá em casa já se arrumando. Como é que tá isso aí? bota o fonezinho No ouvido e vem com a gente falar um pouquinho de carnaval, bater um papo assim, colocar aquela energia lá pro alto para poder eh levar o resto do dia, né, num com astral bacana, porque essa família aqui, a família Ritmo Carioca, é uma família maravilhosa que tá sempre com astral lá em cima, sempre pensando de
forma positiva. Então, vem com a gente, vem chegando aí de mansinho que eu já vou falar, já vou ver quem tá por aqui agora pra gente dar aquele super Bom dia, né? Vamos lá. É isso aí, meu povo. Bom dia, família. Bom dia, família do ritmo. Família ritmo carioca. Nosso café tá na mesa, né, gente? Nosso café tá na mesa. E hoje a gente vai falar de um assunto aí que tá fervendo desde ontem, né? Um assunto que pegou muita gente de surpresa, inclusive, né? Além das luzes da avenida, que a gente sempre gosta de
olhar e falar: "Bom, vamos ver como é que a coisa tá brilhando, se está Brilhando ou não está, né, ao longo da semana, mas de vez em quando a luz dá uma piscada assim na avenida e a gente vê, olha e vê o que que tá acontecendo e às vezes a gente se surpreende, né? Então assim, nesse meio, nesse jogo aí de eh sorteio de movimentação de escolas, nesses xadrez que eu sempre gosto de falar, né, do tabuleiro do carnaval, dessa vida de carnaval, o barracão às vezes dá uma dá uma estremecida, né? Às vezes
ele dá umas Surpresas, traz algumas surpresas pra gente. E o assunto que tá movimentando os bastidores desde ontem foi a movimentação na Unidos de Padre Miguel. Foi, não é, né? A movimentação na Unidos de Padre Miguel com a saída da Nick Salmon, né? Carnavalesca, a saída dela que deu uma mexida aí com a cabeça da gente um pouquinho, né? A gente levou um monte de especulações, um monte de gente. Os grupos de WhatsApp, gente do céu, os grupos de WhatsApp são O fervo, né? No carnaval é uma confusão, é uma fofocada, é um negócio. Um
diz uma coisa, outro diz outra. Um jura de pé junto que é um negócio, o outro jura que é o outro, o outro diz que é um informante, que tem um informante que sabe tudo de lá de dentro e passa tudo. Olha, eu fico lendo, fico vendo e fico rindo, né? Porque tem horas que a gente dá vontade de rir, porque é tanta maluquice que aparece, aparece coisa OK, mas também aparece umas coisas Totalmente esdrúxulas, entendeu? E eu fico, meu Deus, mas é realmente o povo, o brasileiro por si só já é criativo, mas o
povo do samba, vou dizer para vocês, haja criatividade, viu? E é isso aí. Aí a gente se pergunta como é que fica então o projeto de carnaval da escola, né, da Vila Vintém aí, como é que fica esse projeto do boi vermelho aí da Vila Vintem. E a gente vai analisar tudo isso, analisar essa movimentação aí, falar um pouquinho sobre isso, né? É O que que também eh depois que a gente tem um sorteio recém, né, recém feito lá de fervendo, um sorteio eh que aconteceu há pouco tempo. Como é que fica isso tudo, né?
Como é que fica a cabeça e como é que fica esse astral do da galera do samba e da galera lá do Alpeng? Então vamos conversar sobre isso hoje. Já puxa a sua cadeirinha, já senta, já pega sua canequinha de café, sua xícara, bota o fonezinho no ouvido e se você tá no transporte público, não se estressa, não Se estressa, vem com a gente que aqui você tem aí uma resenha e um entretenimento garantido logo de manhã, né? Então, pega sua caneca, pega a sua xícara, bota o seu fone de ouvido e vem com a
gente que eu tô chegando. Eu sou L Moreli, sou jornalista, sou publicitária e sambista aqui com vocês, tá? E junto com a família Ritmo Carioca. Então, deixa eu ver quem tá chegando por aqui logo nessa manhã de hoje, essa nossa turma maravilhosa. Deixa eu ver quem tá chegando por aqui. A Eliane. Eliane, Eliane, não é a Eliane. Eliane, olha o meu meu óculos aqui. Eu tenho que chegar pertinho. Bom dia, Eliane, querida. Valesca, bom dia. Serginho, daia Mendonça, Luís Otávio, bom dia, meu querido. Valesca, nossa, estavam tão amigáveis no sorteio. O que aconteceu para isso?
Para isso acontecer. Estranho demais essa dispensa. Antônio Martins, bom dia, Antônia. Aluísio, bom dia, Aluísio. Valesca, é uma confusão, uma fofocada. Eu ri alto aqui. Seu jeito de falar é pior que é verdade. Muita fofoca. E disse me disse bota fofoca nisso. Ô Silvano, bom dia, querido. Lia, ótimo dia. A Porto da Pedra vai ter que ficar bem esperta quanto ao horário de desfile. Sexta-feira, sendo a terceira e vindo de São Gonçalo em dia de trabalho. Uh, que se liguem, né? É complicado, Hein? Mas vai dar tudo certo. Vamos, vai dar tudo certo. Bom dia,
Wilson. Querido Diego Frantino, bom dia, Diego. Meus amores, a turma tá chegando aí para esse nosso café, sempre energizado aqui na manhã. Primeiro agradecendo vocês sempre por estar aqui, né, por estarem aqui conosco aí, trazendo essa audiência maravilhosa. Valesca, eu deixei um agradecimento a você na nossa comunidade, tá? por pela ajuda que você deu ao nosso amigo, né, Que colocou lá que não tava conseguindo comentar no chat, né, e ele tinha até pensado que era alguma coisa, algum problema técnico, né, na verdade foi o que ele colocou, né, ali, eu não tô conseguindo comentar e
tal, só depois que o vídeo encerra, né, e aí ele conseguiu e tal, e você prontamente foi lá e falou: "Não, o meu tá funcionando tudo aqui. OK? E tal, e eu fiz um agradecimento a você, é específico na nossa comunidade, porque isso é uma Coisa que eu tiro o chapéu para vocês e que eu sou muito feliz com isso, que é vocês entre vocês aí no chat, vocês se ajudam, vocês trocam ideia. Se um tá com dificuldade no negócio, o outro vai e ajuda, responde. Tá com dúvida, tira, porque eu não consigo ver todo
mundo, né? Então, eh, nem sempre eu consigo falar com todo mundo e ver todo mundo. Então, obrigada aí pela sua ajuda e obrigada a todos que sempre t uma iniciativa de Ajudar o amigo, de ajudar o colega aí no nosso chat. Isso é muito bom. Isso é muito bom mesmo. Isso é sinal que a gente forma uma comunidade super forte, né, meus amores? Bom, como a Valesca falou aí ali, eu morri de rir com você aí quando você falou da fofocada, gente, porque é uma fofocada. É uma fofocada. Ontem o WhatsApp tava uma coisa de
deixar qualquer um doido. Eh, eu tenho alguns grupos de WhatsApp Que eu participo porque me colocam lá dentro. Ninguém pede permissão, não, simplesmente me colocam. eh, mas que são de carnaval. Eh, tem dois, três que são de de próprio pessoal de imprensa, tenho outros importantes que é tipo Rio Tour, eh, coisa das ligas e tal, mas tem o tem os grupos aleatórios, né? Tem os grupos de carnaval aleatórios que surgem. Meu Deus do céu, gente. Olha, me botaram noss grupos que eu fico, meu Deus, às vezes eu vou dizer para vocês, eu não dou nem
bom dia porque eu não consigo. De um dia pro outro, quando eu abro o WhatsApp, tem 500 mensagens. Falei: "Meu Deus!" E o povo lá pá pá pá uma fofocada, gente. E aí eu tava vendo ontem, né, com essa questão aí da Anque. Isso deu uma mexida, isso pegou a gente de surpresa, né? A mim pegou. A mim pegou de surpresa, Porque eu ontem, inclusive lá no Facebook, eu até esqueci de fazer isso aqui hoje, porque vocês podem ver que a minha, eu tô um pouquinho assim falando devagar meio porque eu tô morrendo de sono,
quase não dormi. Então assim, eh, eu ia fazer hoje a transmissão também lá no Facebook e acabei esquecendo aqui de configurar o troço, mas tudo bem. Eu coloquei lá no Facebook o corte de um vídeo que eu havia falado justamente da Nick numa resenha nossa que nós fizemos, aonde eu vim elogiando o trabalho dela e falando da minha eh assim da minha alegria, na verdade, de vê-la como eh chegando na UPM como carnavalesca, né, de vê-la ali como uma representatividade, né, da mulher, eh, como uma carnavalesca jovem, né? Jovem que pode trazer muita, eh, muita
coisa ainda, né, pra gente, pro carnaval. Então eu Eu fiquei, eu quando eu vi a notícia eu fiquei meio assim, eu fiquei meio parada assim pensando porque eu falei: "Meu Deus, eu acabei de colocar, eu tinha acabado e eu tinha colocado vídeo lá no Facebook, o pessoal comentando assim, a galera comentando, poxa, isso aí eu também quero ver o trabalho dela, porque eu tava ansiosa e curiosa para ver o trabalho. É, e todo mundo comentando lá no vídeo, né, pessoal? Ah, isso aí e tal. Aí de Repente eu olho, tô eu lá navegando para ver
as notícias. Falei: "Gente, como assim? Como assim?" Eu fiquei meio, eu fiquei meio parada assim ainda processando, sabe, a notícia. E assim, vamos vamos ser realistas. Vamos ser realistas. Anique, eh, ela fez um trabalho de muita sensibilidade lá no arranqueo, fez um trabalho de muita sensibilidade, Enredos que trazem a reflexão, enredos que de uma forma ela conseguiu pegar assuntos pesados, assuntos mais fortes, mais densos, mas colocados de uma forma extremamente leve, né? Eh, bonita falar no arranco. E eu ouvi algumas pessoas nesses grupos doidos aí falaram assim, eh, ah, carnavalística de escola, de escolinha, de
escola que não tem muita expressão, De escola que eu, de escola que não sei o quê. Gente, eu fiquei assim primeiro, eu fiquei pasma com a falta de não só conhecimento, né, da cultura do carnaval, mas também da falta de sensibilidade dessas pessoas, até mesmo eu diria, de de educação. Primeiro, por quê? Eh, gente, quem acha que o arranco é uma escola nova que nasceu outro dia? Alô você, gente, pelo amor de Deus. Arranco não é escola nova. Tinha gente falando que o arran Ai, meu Deus, gente, olha. É, tem hora que dói, né? É,
o tinha gente falando que o arranco que ela era que ela é uma carnavalística nova, porque o arranco eh tava agora a pouco lá na Intendente, que era uma escola nova que tava chegando na intendente. Como é que uma carnavalística que tava nova numa escola nova queria fazer um carnaval de ponta Numa escola como a UPM? Gente, eu fiquei parada. Eu não sabia se eu ria, se eu chorava, se eu falava assim: "Alô, você, querido, vai estudar um pouquinho". Entendeu? Porque eu falei, gente, esse povo tá ficando maluco. É isso mesmo. Acho que o povo
tá ficando doido. Não é possível. Aí eu eu falei: "Gente, como assim?" Isso era uma coisa. A outra coisa era desmerecer a profissional, sabe? desmerecer falar de uma maneira debochada, de uma maneira mal educada, Sabe? De eu, gente, eu fico passada, eu tô pasma com o que o carnaval tá se transformando, sabe? E as pessoas falando de uma forma tão baixa, tão sabe, eh, olha, tem que ter estômago. E eu lendo essas coisas e eu pensando comigo, eu falei, gente, primeiro, Arranco é uma escola antiga. Segundo, eh, a Ranco já nos trouxe eh muitos eh
nomes incríveis do carnaval. Sambas lindos. Eu mesmo, eu já fiz parte Do arranco. Eu já fui da bateria do arranco. Eh, aque é uma pessoa que merece todo o respeito do mundo, uma profissional de mancheia, uma moça nova, criativa, inteligente, que tá trilhando o caminho dela no carnaval. E se uma coisa de repente não rolou, não deu certo, não é para crucificar a menina, Sabe? As pessoas perdem a noção das das coisas. Ela fez esse enredo de 2025, de 2026, que diga-se de passagem, eh, muita gente criticou, mas muita gente também elogiou a passagem do
arranco pela avenida. Inclusive no ensaio técnico, eu havia falado: "Poxa, o ensaio do arranco me surpreendeu e olha que tava tudo jogando contra, né? Vocês lembram que como é que tava o clima no Rio de Janeiro? Negócio de chuva, negócio dos Ensaios, mas foi um ensaio que eu gostei. Eu curti o ensaio do arranco e o desfile do arranco. Ah, Lia, mas teve erro, teve falha, teve isso, teve aquilo outro. Gente, qual a escola que não teve? Me explica aí, me conta aí. Não é assim, carnavalesco que bota o projeto, agora tem outras coisas que
não são da alçada dele, tá? Mas enfim, ela botou um um carnaval em redo com muita sensibilidade, que me parece inclusive Que as pessoas não entenderam muito o enredo e era um enredo muito legal, tá? É, aí a gente se pergunta o seguinte, ela ela, né, segundo segundo tudo ali no palco do carnaval, ela pediu a a saída. Conta-se aí nos bastidores que foi porque ela não aceitou a contraproposta da escola que ela colocou. Inclusive tem uma fofoquinha aí rolando, né, dizendo que ela A fofoca dos grupos, né, dizendo que ela não, como é que
se diz, que ela não aceitou porque a escola queria botar o outro carnavalesco junto com ela e que teria, por causa disso, a escola estaria tomando essa essa posição porque não gostou do projeto que ela apresentou. achou o projeto dela ruim, achou o projeto dela fraco, achou o projeto dela isso, aquilo, outro, aquilo outro. E aí ela não concordando com isso e ficar junto com outro carnavalesco, Ela eh pediu para sair, tá? Eh, essa aí é o, né, o o rolo que tá aí, né? E o que eu penso, independente de quem seja a pessoa
que tá saindo ou que pediu para sair ou que a escola tirou, independentemente disso, eu peço, eu penso o seguinte, o nosso carnaval 2027, ele é um carnaval que vai vir mais cedo, né? Ele é um carnaval que ele tá chegando aí para para vir mais cedo Em fevereiro. Com isso, ele exige que as escolas deem aquela aquela acelerada. Tanto é que a o sorteio veio eh num tempo até rápido, né? sorteio veio e tal. Só que as escolas, como elas precisam dar uma apertada no passo, elas precisam do projeto do carnaval rolando a pleno
vapor. E quando acontece uma situação desse tipo, né, eh, a escola tem que ajustar o projeto dela. Ah, a Lara colocou que a escola, a Lara fez essa promessa a comunidade de que o enredo trata, tem que tratar de macumba, né? Ou seja, que a escola vai eh trilhar nessa nesse perfil. E aí de que de repente a a o pessoal falando, né, que aque pode não ter, eu não queria exatamente assim e tal, mas eu penso o seguinte, se nesse nessa troca, nessa passagem, isso acende meio que um alerta pro programa do carnaval, o
programa a programação da Escola, porque o carnaval pode não parecer não, Mas um dia, um único dia que você eh desperdiça ele com alguma coisa, é impressionante como que lá na frente esse dia faz falta. lá na frente, quando você vai botar eh na no contabilizar os dias de projeto, é impressionante como isso faz falta lá na frente, porque cada dia que se passa é um dia menos que você tem para debater, para Arrumar sua equipe, para arrumar o seu projeto, para definir as coisas de barracão, para isso tudo. Então, eh, a gente, eh, fica
torcendo para que tudo se resolva muito rápido, né? Teve o sorteio, a Lara tava lá, falou com todo mundo, falou com todos os veículos, falou comigo, então ela tava muito tranquila, muito calma. Então, assim, esse ajuste do projeto, o tempo vale ouro, né? E vamos ver como é que isso Vai se ajustar, porque isso reflete em barracão, reflete em material, em aquisição de material, reflete no pensamento de um projeto lá na frente. E aí eu pergunto a vocês o seguinte até aqui abrindo um parênteses, vocês acham como a como a Lara colocou, né, que a
a UPM vai trilhar esse caminho, ela vai trilhar esse caminho aí de a nosso papo aqui é a macumba e a gente vai em frente. Vocês acham que isso é válido? a escola pegar Esse, por exemplo, um estilo, se amarrar naquele estilo ali e seguir em frente ano, um ano após o outro com aquele estilo. Ou vocês acham que a escola precisaria ser um pouco mais ousada e de repente testar outros outros perfis de enredo, testar outras outras visões, entendeu? Como é que vocês enxergam isso? Deixa, escreve aí no chat para mim. escreve aí no
chat, me diz o que que vocês acham, o que que como vocês Enxergam isso. Vocês acham isso um ponto positivo? Vocês acham isso bom? Eh, permanecer na mesma linha ou tem que dar uma respirada, respirar novas? Como é que vocês enxergam isso? Como é que vocês estão vendo uma uma fofoca dessa acontecendo já chegando, beando mês de maio? Já daqui a pouco chegamos no meio do ano. Como é que vocês estão? enxergando isso, escreve aí nos comentários enquanto eu vou tomar aqui essa água na minha garrafinha térmica Aqui de sempre e eu vou tomando essa
água e vocês vão deixando aí no comentário que eu já vou ler o comentário de vocês pra gente chegir em frente. E quem tá chegando agora, deixa seu like aí já deixa seu like pra gente eh falar mais. A gente ainda vai falar aqui sobre outras coisas, mas vamos debater um pouquinho isso porque isso é importante, tá gente? Isso é importante para uma questão de projeto de carnaval que não é isso tá acontecendo na UPM, Mas isso podia estar acontecendo em qualquer outra escola, tá? Deixa eu ver aqui que que o nossa, que que nossos
maravilhosos estão falando. Vamos lá pegar aqui nosso nossa turma. Vamos lá. H. Valesca, de nada, Lia, gosto muito de interagir no canal, ajudarei sempre. Depois vou lá na comunidade ver o agradecimento. Obrigada o Dilson. Bom dia, Dilson. O que sabe sobre a Sanique? A Sanique. Saída da, ia falar saída da Nick, eu falei Sanque. Oi, Zé Nunes, bom dia, Li. Obrigada, deu certo. Estou conseguindo comentar agora. Legal, Zé Nunes. Isso aí. O Dilson falou aqui, tô achando que ela vai parar na São Clemente isso aí rolou ontem, tá? Rolou ontem, mas lembrando, São Clemente tem
carnaval até então, tá? Até então o Cadu ainda permanece na São Clemente, a não ser que durante a Madrugada já tenha mudado, mas por enquanto Cadu ainda está na São Clemente, não sei se tal, será que de repente ela seria convidada para São Clemente para trabalhar junto com o Cadu? Uma pergunta. Segunda pergunta, será que se ela fosse convidada ela aceitaria? visto que ela não aceitou na outra, que é o que se dizem, é o que se diz por aí. Segunda pergunta, fica aquela interrogação. Terceiro, eles tirariam o Cadu para colocar o nick? São várias
interrogações, né, Valesco, WhatsApp curto não, já fiz parte de uns, saíram, aguentaram muita informação. Disse, me disse fofocada como disse Deus me livre. Ah, é o tempo todo. Mas eu não posso sair do WhatsApp, né? Porque é o meu meio de comunicação com o mundo, né? Inclusive. Oi, Jorge. Bom dia. Jorge deixou seu like. Obrigada, Jorge. Um abração. Cássio, bom dia, Cásio. Quanto tempo, Marcos Hipólito, querido. Marquinhos, um beijo. Bom dia, Júnior Bigodinho. Bom dia. O Cos. O Cos botou aqui a Nick é o PM. Que loucura mesmo. Valesca, bom dia, Jorge. Valeu por me
lembrar. Deixei o meu aqui também, esqueci na correria, mas tá, tá dado like. Luiz Cláudio querido, também com a gente todos os dias chegando aí. Quem mais? Ó, o Dilson botou aqui, se não me engano, o último acesso da Porto da Pedra foi com ela. Bom dia. Eu gosto muito dela. Eu gosto muito. Eu acho que ela tem muito potencial a ser explorado. Eu acho que ela tem muita coisa a mostrar no nosso carnaval. Eh, é uma carnavalística que vai enfrentar dificuldades. A gente já sabia disso. A gente já sabia disso. Eh, e me perdoem
os meus amigos carnavalescos, mas dito por eles mesmos, né, do nicho do meio dos carnavalescos, que é um meio muito vaidoso, Né? são trabalhados de muita vaidade, então existe uma grande competição entre eles também. Eh, o Jorge botou: "Bom dia, Lia. Não entendi o que aconteceu com a Nick, ela é top. Eu eu curto muito ela. A Valesca botou falta de respeito pelo ser humano, esses comentários querendo desmerecer a pessoa, as escolas super deselegantes, complicado. E o pior que o que mais tem, Né, quando a gente olha na rede, se não for para elogiar força,
não comente, guarde para você suas opiniões. Fico triste pela pessoa e a escola criticada, pois quem é de fora não sabe o sufoco, que era um car que é colocar um carnaval na rua. Santana, bom dia. Santana Dilson, agora tem um milhão de canais de carnaval com pessoas que nunca pisaram em uma quadra, nunca tomaram uma gelada e um copo de requeijão na comunidade, não conhece Sequer um bairro do Rio. Dilson, eu vou dizer para você uma coisa, amigo. Olha, isso é pura verdade, gente. trabalho com aqui as redes, né, de uma forma geral, mas
o nosso carro chefe é YouTube. Eh, antigamente eu trabalhava com Facebook direto. Depois quando eu vim pro YouTube, hoje o YouTube é o meu carro chefe seguido do Facebook e tem as outras redes que eu ainda tô montando, Né, que elas são mais tranquilas lá no nosso trabalho, mas a gente ainda tá eh fazendo uns projetos para ampliar e tal. E nessa andança nossa pelas redes, olha o que eu vejo, gente, mas é coisa assim, é coisa louca. É do dia paraa noite. É de um dia pro outro. Um dia pro outro eu vou navegar
o que aparece de canal falando abobrinha de carnaval. Abobrinha literalmente, porque os canais de carnaval realmente que falam de uma maneira séria e que Falam eh com conhecimento são poucos. São muito poucos, porque tem uma leva que, meu Deus do céu, olha, é cada coisa que vocês fica assim de boca aberta. Valíca, é só em elas, é só elas conseguirem menos trancos e barrancos, é de ser louvado, aplaudindo, aplaudido principalmente da força de enaltecer as pessoas que colocaram sua comunidade na avenida. Zé Nunes Botani, que eu lembro dela bem na Unidos da Tijuca, quando ela
Entrou numa comissão de carnaval em 2015 ou 2016. Não estou certo, Cáso. Antes ninguém falou nada. Foi ela sair que apareceu um monte de gente falando que a culpa é da Nick desse jeito. Certo que alguma coisa deu errado no acordo com a escola depois do sorteio. O PM deve anunciar o Alex de Souza. O CO votou o enredo nem era dela, era de um sonho da presidente Lara. ela só iria desenvolver. Deu muito certo na Imperatriz. O PM, assim como todas, precisam variados temas. Eh, o Silvano botou: "E como fica o contrato firmado?" Olha,
Luí, eu não sei como é que funciona nesse sentido na UPM, porque eu vou vou dizer para vocês como uma pessoa que trabalha no carnaval, literalmente sempre trabalhei, independente daqui da minha função de jornalista, eu sempre trabalhei no carnaval, né, dentro de escolas, como vocês sabem, fui ritmista durante Longos anos, mas também fui diretora em várias escolas e hoje sou diretora na Império da Tijuca, no império da Tijuca, eh, com mais dois amigos na no mesmo na mesma diretoria. E eu posso dizer para vocês, eh, não posso, não vou dizer que isso é a UPM,
porque eu nunca fui da UPM, né, de diretoria, mas eu posso dizer para vocês o seguinte, como você perguntou aí, como fica o contrato firmado, amigo? Contrato é uma coisa raríssima no Mundo do carnaval, raríssima. Contrato, muitos, acredite você, é de muitos são feitos de boca, outros são até feitos no papel, mas abras parênteses, estamos lidando com o mundo do carnaval. mundo do carnaval, você pode ter até um contrato escrito, mas, ó, isso nunca foi impecílio para fazerem várias coisas. Não se leva em consideração o contrato. Muitas vezes a pessoa não reclama, né? Enfim, vocês,
gente, eu não preciso aqui falar certas coisas que vocês sabem, entendeu? Eh, o contrato quantas vezes a gente vê aí? Quantas vezes? Vou dar um exemplo prático. A gente olha ali para internet Magalhães, por exemplo, quantas quantas e quantas e quantas vezes vocês vêm nas redes Carnavalesco reclamando, eh, diretor reclamando, intérprete reclamando, é, não sei o quê, reclamando porque não receberam, porque não foram pagos, porque não sei o quê. Ora, se você tem um contrato, o que que você faz quando você tem um contrato e não acontece aquilo que que tava escrito ali no contrato?
Dependendo do que tá do das cláusulas que tem, você rescinde o contrato e alguma das partes vai ter que pagar. Ou vai pagar uma multa ou vai pagar a essa essa rescisão do contrato ou vai pagar alguma coisa, porque é um contrato, mas isso tá dentro da cláusula eh de conhecimento de ambas as partes. Agora, se você eh não tem nenhuma cláusula que a que te assegure alguma alguma situação ali, fica elas por elas o dito pelo não dito. Porque mesmo que tenha a cláusula, você já viu alguém do carnaval, um ou outro assim muito
raramente processar alguém Dentro processar alguma escola por algum motivo? Nós já vimos outras situações, por exemplo, ah, uma empresa que foi contratada, uma empresa que foi contratada, por exemplo, para fazer a limpeza do barracão lá na cidade do samba. Aí a empresa não foi paga. Aí é jurídico com jurídico, é CNPJ com CNPJ e aí entra a justiça e fica lá rolando eternamente. Agora, pessoa física, que a gente não Sabe se foi o caso dela, mas pessoa física, você já viu alguém processar alguma escola, alguma coisa? Isso é quase que uma utopia no carnaval, né?
Então assim, contrato no carnaval é uma coisa, gente, eu tava falando aqui, mas nós sabemos, nós sabemos como é que funciona, então não tem essa. Bom, a e como é que fica o contrato? Não fica, né, Ronaldo? L, tá faltando criatividade. As Escolas de samba estão só nessa linha de mesmice. Sobre orixá, tanto tema para explorar tá cansativo. Eh, segundo a presidente, eh, ela vai seguir na linha, né, na mesma linha. E aí eu fiquei pensando, né, eu falei: "Poxa, será que é uma boa? Será que não é?" Não é, não tô nem dizendo em
relação ao gosto ou ao perfil da escola ou não. Eu quando quando fala isso, eu fico me Perguntando em relação a jurados, em relação ao carnaval, porque o carnaval é uma competição, o desfile. E aí eu fico pensando em como que o jurado vai interpretar isso, como é que o jurado vê isso, né, essa fala, como é que ele ele interpreta. Ué, pera aí. A escola vai trazer sempre a mesma coisa? Sempre a mesma linha de enredo? Será que ela não consegue fazer algo diferente? Eu fiquei me perguntando Isso. Não foi por causa da escola
propriamente dita, da posição do presidente ou outra coisa. Não, foi por uma questão mesmo da própria competição, da saúde, da competição. Como é que o jurado vai enxergar isso? Como é que os jurados enxergam esse tipo de posicionamento? Entendeu? Essa é a minha curiosidade. Jorge botou eh o Jorge botou aqui eh Jorge Costa: "Carnaval é também ousadia, além de Criatividade, não somente luxo, onde o carnavalesco tem que ter liberdade de trabalhar desafios no carnaval fazem parte como foi feito com enredo zumbidos palmares." Concordo contigo. Eu acho que o carnaval, na minha opinião, eh, atual, inclusive,
eu acho que ele precisa de ousadia, precisa, porque a exigência tá muito grande, a exigência técnica e por talvez diversidade de enredos, por isso que eu toquei na questão do jurado, eh, Tá sendo bastante exigida. Então, como é que fica isso, né? Como é que vai ser interpretado? Vamos ver. O Luís botou aqui, o Luiz Cláudio, a Santa Cruz, a mais distante da Sapucaí, é a primeira escola a desfilar. A Avenida Brasil fica com engarrafamento e não sabemos ainda se terá o trem, pois a empresa ferroviária vai mudar de gestão. Vamos ver, né? Eu acho
que sinceramente acho que vai ser a mesma coisa de todo Ano. Cáio, acho que as escolas têm que se diversificar. Carnaval é é alegria, diversão, mesmo falando de assuntos sérios. Ah, o Serginho Botou, ela foi vice-campeã na Porto da Pedra e no ano seguinte a escola subiu com o Mauro, com Mauro Quintais. O Diego Lia, carnaval 2027 tá pegando fogo desde quando acabou de 2026. Na verdade, Diego, eh, na verdade o carnaval ele não Para mais, né? Ele não para, não. Não tem mais, não tem mais. Acabou, ó, essa coisa de, ah, não, carnaval a
gente tira ali uma semaninha de férias, amigo, não dá. Eu até agora, a gente já tá indo para maio, eu não consegui descansar. Eu não consegui de por isso que de vez em quando me dá uma pane nos circuitos e eu falto aqui dois três dias aqui com vocês porque eu preciso recarregar as baterias porque é exaustivo. Então você imagina paraas Escolas hoje em dia não tem mais não tem parada. É, é direto, é direto. Eh, Jorge, como você diferencia a carnavalesca Rosa Magalhães da Anque? Como eu diferencio, eu não diria. Eu eu ao contrário,
eu acho que tem mais semelhanças do que diferenças. Eh, porque assim, eu vi a Rosa primeiro com uma sabedoria gigante na área dela, não tô falando como Carnavalista só, mas como uma profissional da área de artes plásticas, né, e da área lá de Belas Artes, artes plásticas, uma pessoa extremamente ente inteligente, eu diria visionária. Eh, eu vejo a mesma coisa na Nick. Eu eu meio que eu olho para Nick, gente, eu vejo eu eu penso numa na rosa nova de idade lá atrás no início, enfrentando as Dificuldades. Eu vejock dessa forma, acredito em vocês, eh,
inteligente e visionária, ousada, porque os enredos que a Onique fez foram enredos diferentes, como eu falei para vocês, não era uma não era uma repetição de enredos, era diferente. Sabe quando a pessoa vai apostando em formatos? É, não, eu vou colocar esse aqui, vamos Ver como é que vai ser. No ano seguinte eu coloco outra coisa, vamos ver como é que vai funcionar. Até que ela encontre a ela construa aquele perfil dela eh de carreira no carnaval. Porque claro, isso isso para você, veja bem, para uma pessoa nova que tá fazendo, tá trilhando uma carreira,
a pessoa nova que eu digo de idade e uma pessoa que não tem tantos anos assim de experiência como antigos carnavalísticos, mas já tem alguma, ela vai experimentando, ela vai Experimentando, ela vai fazendo o seu laboratório para para construir o seu perfil, o seu perfil de carreira. para ter aquele perfil que você olha e você já já identifica que aquele carnaval é daquela pessoa. Então eu olho ela com mais semelhanças do que diferenças. Uma mulher, eu acho ela eh dentro daquilo que ela se propõe, eu acho que ela tem uma pitada de ousadia, porque enfrentar
esse meio não é para qualquer um, tá? Não é para Qualquer um. Enfrentar o meio do carnaval. Já é complicado. Enfrentar o meio de carnaval, sendo uma carnavalesca nova e mulher, gente, é mais tenso ainda. É mais tenso ainda. Então, eh, eu vejo a Rosa sendo um modelo para ela, sabe? com repassando para ela muito aprendizado. Eu acho que ela é ousada, a Anque, mas botando o pé no chão. Ela não é usada au viajando na situação, não. Ela é usada, mas uma coisa que eu gosto Muito nela é ousada com uma característica cultural. Ela
enxerga o carnaval de uma forma muito boa, culturalmente falando, sabe? Não são enredos aleatórios, são enredos que têm um vés cultural, que tem, sabe? Eu eu gosto eu gosto da forma como ela como ela desenvolve o carnaval dela. Então assim, eu diria a você que eu não vejo diferença, eu vejo semelhança e vejo um Uma bagagem, um aprendizado muito grande, sabe, de rosa como uma um modelo e ela e a Nick desenvolvendo o carnaval dela. Eu não acho que ela tenha que ser uma segunda Rosa Magalhães. Eu não acho isso. Eu acho que car e
cada carnavalesco tem que tem que ter o seu perfil, a sua bagagem, a sua história, tem que construir a sua história, mas nada impede dele trazer, dele ter alguém como como inspiração, como modelo, né, e como aprendizado. Eu acho que é super Válido nesse sentido. Bom dia, PH. Opa, galera do juramento aí na casa, hein? Alô, morro do juramento. Ó o povo aí chegando. Uhu! Beijou. Beijo para essa turma. Valesca, confesso que fica um pouco cansativo abordar praticamente todo ano a mesma pegada. Ao mesmo tempo tem aquilo. Time que tá vencendo não se troca, mas
que fica um pouco repetitivo fica. Valesca já deu aí o o palpite dela. Jorge, pode deixar que eu vou, eu vou combinar com você. Só não vai ser agora, tá, amigo? Isso vai levar um tempinho, tá? Porque eu tô com muita coisa aí acontecendo. Eh, eu tô com muito trabalho, muita coisa já agendada, mas fica tranquilo que eu vou marcar com você, até porque eu não vou ao meu bel prazer, né? Eu vou marcar com você antes. Olha, gente, para quem não sabe, o Jorge tá falando aqui, o Jorge ele é um apaixonado, tipo eu,
né? Apaixonado Assim por carnaval, pela história das escolas de samba todo. E ele construiu um museu eh do samba. Ele construiu um museu do samba lá, muito legal, muito bacana. E eu vou marcar com ele para ir lá conhecer, né? Tá, Jorge, fica tranquilo que eu vou marcar com antecedência, tá? Não vou te pegar de surpresa, não. Fica tranquilo. Essa didática, essa didática, essa dialética entre criatividade e competição torna cada vez mais o Dinheiro imperativo, tirando cada vez mais o povo da jogada. É o o eu acho que a competição ela poderia continuar existindo. Não
vejo problema nisso. O problema é que na verdade eles eles colocaram a questão da competição e aí vem o outro lado, a parte administrativa da coisa. Colocaram o comercial de frente, né? O problema é que quem o que tá ditando as regras do carnaval Atualmente é o lado comercial, mais do que qualquer outra coisa. O Júnior botou aqui, isso é complicado, vira estigma da escola da escola. Tipo, a PM só fala de orixá, o tema afro cansa e outra fica uma percepção que já vimos o enredo dela na avenida. Isso pode acontecer realmente. Tem aquele
papo, né? Se você falar isso da repetição de tema afro, o orixá vem a bolha perturbar. Porém, a bolha perturba quando a escola sai da mesmice. Lembra? Lembra, lembrem da Tuiti? Tempos atrás. Dilson. A Rosa era mais pro lado lúdico, a Anique é mais pro lado irreverente. Eu não acho a Anque irreverente não. Eu acho Eu não acho os enredos dela irreverentes, não. Eu acho que os enredos dela também tem uma pegada lúdica, só que eh é um lúdico leve, mas tratando de assuntos bastante culturais, bastante ali densos. O desse ano foi, o do ano
passado foi. Ela ela é ela tem é uma, como é que eu diria? É o o visual, a plástica dela é diferente, é diferenciada, remete a uma coisa lúdica, mas não é irreverente não. Eu não acho que seja irreverente. Ele é alegre. Ele pode vir numa pitada de alegria, mas eu olho ele com ar, os enredos dela com ar mais cultural do que propriamente irreverente. Pode até uma pitada de reverência que Outra ali, mas não vejo. Eu eu lia, tá? Tô falando, eu não vejo isso não. Eu vejo ele mais cultural, porque se você mergulhar
no nos temas, se você mergulhar nas nas sinopses e nas coisas, você vê que tem uma coisa bastante cultural, bastante eh estudada, pesquisada, trazendo temas bem bem legais assim, sabe? A a Valesca botou aqui, a Rosa era maravilhosa, mas tinha condições de Colocar em prática sua arte impecável. A Nick é tão maravilhosa quanto, mas não teve uma escola que desse a ela essa condição. Eu eu concordo com a Valesca também. Eu acho que assim, na verdade, a Rosa construiu a carreira dela, passou a ser uma carnavalística renomada, obviamente, né, com passe alto, com uma estrutura
para fazer carnaval bem mais interessante. Mas vocês vejam que mesmo um carnavalesco renomado, uma carnavalística renomada tem os seus dias De que não são de tanta glória assim. Porque vocês lembram quando a quando a Rosa fez o enredo falando da pedra, que foi um aê, né? Vocês lembram disso? Olha o que que Olha o que que tá acontecendo com laje. Olha o que que acontece às vezes até com o próprio Lousada, entendeu? O pessoal é, mas é aquilo que a gente tava falando. Nós aqui, nós somos antigos de carnaval. a gente acompanha a trajetória do
carnaval dessas pessoas, da história das escolas Dos carnavalescos e a gente sabe que eh dos pontos, né? Ah, o carnaval o ah, de repente o enredo X foi melhor do que o enredo Y. Claro, gente, são humanos, ué, eles não vão fazer o 100% sempre, toda hora, né? um enredo, até porque ninguém agrada a todo mundo, ninguém agrada ao 100%. Então, eh, a Rosa já teve em Redos que foi super criticada. O Laj mesma coisa. Loado, a mesma coisa. João Vitor, a mesma coisa. Vários carnavalescos. Então, eh, aí entra essa questão que a que a
Valesca colocou muito bem. Se você, você é uma carnavalesca, você pode ter ideias maravilhosas. Se você não tem recurso na sua mão, você vai fazer o quê? Você não é santo milagreiro. Você tá ali, tá sendo pago para fazer um trabalho, mas se a escola não te der recurso, meu amor, não tem milagre. Não tem milagre certo para você Conseguir fazer o seu trabalho, né? Então isso aí também tem esse ponto, né? Eh, agora, gente, eu vou fazer aqui um parêntese. Cai entre nós, cai entre nós aqui. Eh, tudo bem. Ela vão falar: "Ih, Lia
tá criando fofoca". Não, não é criando fofoca. É uma questão de análise. Eh, tudo bem, ela pode ter pedido para sair, OK? Ah, porque ela não gostou, porque é o que eu o pessoal tá falando. Ah, porque ela não gostou. que colocou ela com outro carnavalesco, porque a escola não gostou do projeto dela, porque não sei o quê. Enfim, isso são palavras de bastidores. Mas olha só, para mim não foi só isso, gente. Não foi. Eu acho isso a ponto Da da das pessoas falarem, comentarem, que ela até colocou ela de uma forma muito enfática.
que ela estaria se afastando do carnaval paraa pessoa chegar a esse ponto. Não é só isso, não. Não é. Eu acho isso muito pouco. Eu acho isso pouco pra pessoa tomar uma decisão tão, sabe, tão assim, por mais sangue quente que você esteja, eh, não sei, Posso estar aí especulando, jogando no ar aí, mas não sei. A gente que conhece o carnaval, a gente sabe como é que as coisas funcionam. Sei lá, não sei. É uma é uma uma viagem minha aqui, mas eu fiquei com essa pulga atrás da orelha. Nada, Jorge. Preciso agradecer não,
meu amigo. Estamos juntos e misturados. André Dil, bom dia, André. Cada carnavalesco, cada carnavalesca empreende o seu olhar, sua genialidade, Suas ideias. ao apresentarem suas ideias na passarela do samba, isso enriquece e muito esse maravilhoso evento chamado desfilhos de escola de samba. Isso aí, André. Gente, eu sinceramente eu vou ser sincerona aqui agora. Você sincerona. Concordo com a balística de que, ah, que time que tá ganhando não se mexe, mas abrindo um parênteses, às vezes a gente tem que dar uma mexidinha mesmo no time que tá ganhando. Porém, porém Isso aí é um gosto pessoal
meu. Gente, eu queria sinceramente chegar todo ano e ter 100% das escolas de samba de todos os grupos, de cima até embaixo, com enredos inéditos que a gente nunca viu na vida. Ah, outra coisa, tá? Vou. Ah, vou ter que falar. Me perdoe, mas eu vou ter que falar. Gente, São Jorge tá pedindo arrego, tá? Meu o meu protetor, uma conversinha que eu tava tendo com ele. São Jorge tá pedindo, tá pedindo arrego, gente. Ele tá cansado. Ele tá virando 24 por7. Porque tá difícil, tá complicado, gente. Que isso? Saiu agora uma leva de escola
e tome de São Jorge, tome de São Jorge, tome de São Jorge. Que isso, gente? Pelo amor de Deus. Eu tô falando, e eu tô falando eh justamente da a gente aqui falando Dessa diversidade de enredos. Me lembrou isso agora. Eu já vi só de ontem para hoje, eu já vi umas quatro escolas com o mesmo enredo. Gente, depois como é que a escola quer reclamar que o jurado deu nota baixa? Até o jurado fica cansado. Ele não quer nem mais saber da plástica, ele não quer saber mais do que da alegoria, do que tá
passando na avenida. Ele não quer mais saber. Ele não quer mais saber. E aí a escola vai perder um tempo Precioso, vai gastar dinheiro, vai para ficar repetindo enredo, gente. O Salgueiro também tem esse estigma. Saiu do afro, a bolha vem para cima. Jorge Costa, amiga, como você avalia as críticas de Paulo Barros a sambistas que não concordaram com sua opinião de que não faz samba porque não gosta? Será que a criatividade ousadia no enredo fez a diferença? Ô Jorge, na verdade vou te dizer assim, como Como uma pessoa que trabalha com público, na verdade,
na verdade, verdade, verdade verdadeira mesmo, o que provocou isso não foi essa questão, não foi isso aí, foi só o temperinho. Sabe o que que acontece? O Paulo Barros já tá sendo criticado, ó, há um bocado de tempo e não foi por causa disso. Ele tá sendo criticado um bocado de tempo, desde que ele que ele saiu da Unidos da Tijuca, desde que ele eh saiu eh das escolas com as quais ele fez um carnaval estrondoso, campeoníssimo e tal, ele tá sendo criticado por quê? Porque a pessoa que faz ou fez o que ele fez,
a pessoa que você se tratando de carnaval, você leva uma escola ao campeonato, ao 100%, né, que é o o auge lá, o título. As pessoas que olham de fora, elas querem sempre o 100%. Elas não aceitam 99, elas querem sempre o 100%. É aquela velha história, você pode ser a melhor pessoa do mundo. Se você sair uma vírgula do que você tá ali acostumado a fazer e as pessoas conhecerem você por aquilo, você aguenta porque vem chumbo grosso em cima. As pessoas não aceitam 99, elas querem o 100% o tempo todo. Quando o Paulo
Barros deixou aquela aquela Característica do campeoníssimo, né, foi para uma escola aqui, foi paraa outra, tentou ousar, porque o Paulo Barros ele paga o preço pela ousadia dele, porque ele quer ser o diferente. Então, por que que ele naquela época que ele botou o carro do DNA, que foi o o que ele botou a a o o a a comissão de frente trocando de roupa, foi o u do negócio. Ó, não foi o do negócio, todo mundo, nossa, ele é o cara. Ué, então depois ele deixou de ser o cara. Ele só era o Cara
quando ele entregou um negócio que ninguém nunca tinha visto. Aí ele era o cara, ele era o nossa, ele era o todooderoso do carnaval. Então, quando ele deixou de entregar o 100% e ele passou a entregar 99, ele já não era mais o cara. Ele já era um um carnavalesco medíocre, ele já era um carnavalesco que não sei o que, que não sei o quê, porque aí a, ou seja, eh, as pessoas elas querem que você seja 100% o tempo todo, só que elas esquecem Que você é humano. Então o ele quando ele ele já
tava sendo criticado ao longo dos anos, né? Eh, aí tava foi criticado pelo negócio da Vila Isabel, pelo enredo, né? Esse essa última passagem dele na lá na essa passagem dele na vila. O que que aconteceu? Eh, qualquer coisa, qualquer coisinha que ele falasse, ele ia ser criticado. Qualquer coisa. Se ele tivesse falado isso em relação a, Por exemplo, o enredo da da Rita, ele ia ser criticado. Se ele tivesse falado isso o enredo da, sei lá, da imperatriz, ele ia ser criticado. Se ele fosse falar do enredo, criticar o enredo do do do Nei
Mato Grosso, iam dizer eh que ele era preconceituoso, que ele era não sei o quê, que não sei o quê, não sei quê. Se ele foi criticar o outro, iam falar a mesma coisa, o outro a mesma coisa. Só Que como ele criticou a questão do afro, e aí isso se une às causas, né, as causas sociais, as causas, né, que estão muito em pauta o tempo todo, foi um prato cheio. Então, ah, agora é o que eu digo sempre, eu não, eu não, eu não tenho que julgar o Paulo Barros pela pessoa dele, até
porque eu não o conheço. Eu nunca fui na casa dele, eu nunca sentei com ele no café, na na casa dele para tomar cafezinho e bater papo. Então Eu não posso julgar a pessoa dele. Eu olho para ele como carnavalesco, como um trabalhador do carnaval. E como um trabalhador do carnaval, eu acho ele muito bom, porque eu acho ele ousado ao extremo. Ele não tem medo de ousar, ele não tem medo de se desafiar, porque quando ele ousa, ele não tá usando para, ah, eu quero aparecer, não. Ele tem um perfil para mim, Lia. Isso
é uma visão minha, tá? Particular minha. Eu tenho para mim, quando eu olho pro Paulo Barde, que quando ele faz um enredo desse tipo, ele está se desafiando. Ele não tá desafiando o só o sistema, ele tá se desafiando. Ele quer ver atéonde ele consegue chegar. Porque para um profissional que é trabalhado no desafio, e eu e eu posso falar isso de experiência própria, porque eu sou assim, eu enquanto eu não me desafiar, enquanto eu não conseguir resolver uma coisa que eu me desafiei a fazer, eu não sossego, ele é igualzinho. Então, ã, essa questão
de criticarem ele, porque ele não gosta de samba afro, né? Porque, ué, gente, mas ele é obrigado a gostar. Ele é obrigado a gostar. Ele não é obrigado a gostar, gente, entendeu? E eu acho assim que falta um pouco de, sabe? Eh, enfim, essa esse entendimento lá do lado dele, porque ah, ah, mas ele falou isso, isso, isso, aquilo outro. De repente ele pode ter sido rude, pode ter Sido grosseiro, pode ter sido, mas isso depende da interpretação de cada um. E ele ficou lá, ele não deixou de ser o Paulo Barros por causa disso,
entende? É, é, ou seja, cria um um Isso cria um burburinho muito grande em cima dele, que ao mesmo tempo que ao mesmo tempo dá ibope a ele, porque ele não deixa de ser Paulo Barros, ele não deixa de ser valorizado por aquilo que ele fez, porque enquanto o pessoal daqui reclama, O pessoal de outros lugares pega, ele passa, paga o passe dele a preço de a preço de ouro. Então ele deixou de ser o Paulo Barros? Não. Ah, ele foi, ele é antipático. Não sei. Depende de cada um, entende? Então assim, é uma coisa
muito louca da da gente falar. Eu olho ele como carnavalo. Eh, hum. Ah, ele fez, ele falou isso, falou aquilo. Eu eu acho assim, foi é a opinião dele, cara. Eu não sabe como é que eu vou julgar a pessoa. Eu não vou, eu não posso julgar, sabe? Eh, eu não diria o que ele disse, mas eu não posso julgar. É esse que é por é isso que eu sabe que eu vejo assim, porque muita gente também que eu vi falando dele já falou muita coisa igual ou parecida nas redes, entendeu? O Jorge Gomes botou
aqui, penso que não Se deve podar a essência de qualquer artista do meio cultural e político cultural. É artista e artista. Balanço do samba. Bom dia, Marcão. Dilson dedo like, galera. Valeu, Dilson. Obrigada. Hã, deixa eu ver aqui, ó. Som dedo no like. É isso aí, eu até esqueci de de pedir de falar com vocês aqui do like. Olha, Eu eu acho que você perguntou aí os três carnavalescos. Eu eu eu diria, eu acho que eu acho que o Arindo foi foi maravilhoso. Pamplona também. entendeu? Eh, eu acho assim que na verdade os carnavalescos, eu
acho que os carnavalísticos eles meio que acabam se dividindo por épocas, né, por épocas. O Laj, eu gosto muito do Laje. Joãozinho 30. Eu acho, na verdade, eu acho que cada um deles teve a sua glória, teve a sua, eh, trouxe alguma coisa, acrescentou alguma coisa nova pro carnaval, entendeu? A Rosa Magalhães, Renato Laje, o o ô meu Deus, pera aí, o nome dele agora. Eh, ai meu Deus, tô com a a tô com a figura dele na mente aqui E eh esqueci o nome dele. Deixa eu ver se eu pego aqui de vez em
quando. Me dá uns branc uns brancos. Acho esqueci agora. Depois eu lembro de quem eu ia falar. Mas esses que você falou aí, o Joãozinho, o Arlindo, o Renato Laj, cara, eu acho que todos eles têm a sua época, sabe? Todos eles tem a sua época e vão ter na sua história de altos e baixos. Isso é normal. Isso é normal de um carnavalesco, Entendeu? Ah, Marcão gostou muito do enredo da Unidos de Lucas. Achei legal também. Muito bacana. Muito bacana. A gente vai falar sobre ele aqui, não hoje. O Jorge Costa botou Paulo Barro
também tá entre os melhores carnavalísticos da história. Ó, o Jorge botou carnavalescos com mais ousadia e criatividade tem mais chances de se destacar do que carnavalesco só Tradicional. Jorge não vem mais só da Capadócia, vem de todos os cantos. Não, o que vem da capa doce, ele já tá, meu amigo, ele tá já enlouquecido. O que vem da capaça tá enlouquecido já. Bom dia, Jacira. Mudança sempre bem-vinda, mas pagode russo com incorporação ficou esquisito por demais. Francisca Gomes, bom dia. Bom dia, Francisca querida. As ligas fazem tantas plenárias que numa delas seria o momento, principalmente
nas que tem muitas escolas filiadas, de observar que haverá muitos enredos, haverá muitos enredos iguais ou parecidos. Ô Viola, bom dia, querido. Paulo Bar prefere outros temas de carnaval, mas se não tiver opção, ele faz sim. Samba África, por sua ousadia e criatividade, vai se destacar no mundo do samba. Dilson, sorteio da série qualquer grupo Da Superliga, só lá para novembro, outubro, novembro, segundo o presidente Vinícius, tá? Eu falei para ele, eu falei, eu falei assim: "Ah, meu Deus, espero que ele esteja brincando". Mas foi o que ele falou para mim lá no, no dia
do sorteio da Liga RJ. É o Marcos falou aqui, né? Verdade que tanto que no desfile da primeira cidade líder lá ele foi ovacionado o Paulo Barros, né? O Lucas Zon, esses já são de uma de uma geração mais mais nova, né? Olha o Max Lopes, eu sou suspeita para falar, sou suspeitíssima. Já falei aqui com vocês. Max Lopes era meu irmão, era meu irmão, assim de sentar na casa dele, tomar cafezinho, comer bolo de fubá. Era meu irmão, assim, eu tenho uma saudade dele no carnaval, assim, é gigante, gigante. Era um doce de pessoa,
um doce, um doce de pessoa, inteligentíssimo, Com uma cultura, gente, meu Deus do céu, que cultura que ele tinha. a casa dele. Para vocês terem uma ideia, eu vou vou pegar uma foto dele depois para trazer aqui para vocês. A casa dele, uma casa maravilhosa, mas dentro, internamente, ele que decorou, ele fazia questão de falar, eu que decorei tudo e tal. A casa dele era decorada com peças eh que ele trouxe de cada país que ele passou com muitas coisas. E ele ia andando comigo, ele fazia questão de fazer isso, ele ia andando comigo pela
casa, mostrando e contando a história de cada peça daquelas. Fosse um bibelô, fosse um quadro, fosse um o que fosse, uma estátua, qualquer coisa, ele ia, ele vem cá, vem cá, vem cá. Lá íamos nós dois com o cafezinho na mão e bolo de fubá. E ele olha, ele olha, essa aqui é a que eu mais gosto por causa disso, disso e disso. E aí ele contando, ia contando. Aí ele contava a história da peça, como ele comprou ou como ele ganhou, como ele adquiriu aquela peça. E aí contar, vamos supor que fosse uma peça
do Marrocos. Aí ele ia, contava a história da peça, contava a história do lugar, contava a história. Gente, eu ficava assim, eu nem abria a boca, né? Eu falava: "Max, pelo amor de Deus, eu não vou sair daqui da tua casa hoje, sair daqui 5 horas da manhã, né? E nossa, ele, gente, era assim um irmão. Como eu aprendi com Aquele cara? Como eu aprendi, como eu aprendi. Muita coisa, muita coisa. Eu vou trazer, vou pegar a foto que eu tenho lá na casa dele que eu eu gravei um vídeo, tipo assim, fiz uma, eu
falei: "Ah, Marcos, vamos fazer, vamos fazer como se como uma entrevista". Aí eu peguei e fiz. Tinha até o vídeo, acho que tá até aqui no canal. um deles e depois o outro vídeo vocês acreditam que eu perdi? E aí eu coloquei eu vou trazer a foto para vocês verem, Tá? Saudade demais dele. Ele muito bom, muito bom. Eu, nossa, e tem enredos que saem hoje em dia que eu olho assim, eu falo: "Isso era a cara de Max". Eu falo logo, né? Ah, deixa eu ver aqui. Deixa eu ver. É, o Pul era da
Vigário. Falei com ele ontem à noite. Tarcísio tá sendo um grande carnavalesco. William, com todo respeito, mas o Jorge da Capadóscia quer aposentar. André, não fala não. Esse sorteio da Superliga tarde, meu amigo, tá? Se tá me deixando tensa, imagina os presidentes. Jorge Luiz, bom dia. Li, a nossa rainha. Quintou ou sextou seria o Milton Cunha. Amiga, existem algumas formas do carnaval da Intendente ter maior crescimento pela autoridade ou será necessário uma outra sapocair? Amigo, ali não tem mais para onde crescer. Esse é o problema. Ali não tem mais. Ali não tem mais para onde
crescer porque são residências, né, do lado e comércio. Então não tem como, nossa, como tirar. Não tem, tem que mudar de lugar. Eu amo aquilo ali, mas tem que mudar de lugar. Não pode tirar a característica popular, né? Mas que precisa mudar de lugar, precisa, porque ele não comporta mais. Não comporta. a não ser que retirasse dali o grupo que tem as escolas grandonas E colocasse lá para Sapucaí, como era antigamente o grupo B. Aí dá um respiro. Mas se fizerem isso, olha só, se do jeito que tá, ao invés de diminuir, que era o
que deveria estar acontecendo, tá aumentando, se pegar as escolas ali e botarem lá para Sapucaí, vai chover e escola ali no intendente de novo, né? Do mesmo jeito. Não sei como é que vai ser isso, mas eu acho que tá pedindo outro local. Não comporta mais não. Não comporta. Ô Venícius, bom dia, amigo. Você não acha que deveria ter uma comissão para ver em Redo e se fazer um sorteio entre as escolas pro carnavalístico desenvolver? Sim, o São Jorge não iria querer descer o do cavalo. Não, ô Venícios, eu acho que é acaba tolhindo muito
a o carnavalco, né? Por exemplo, eu eu me coloco muito no lugar, né, das pessoas. Se eu fosse carnavalesco, eu não ia Querer, eu ia querer fazer o que eu o que eu, sabe, planejei. Eu falei: "Pô, pera aí, eu tô com um eh enredo assim, assim, assim". Porque hoje quando você conversa com os carnavalescos, você vê que os carnavalescos hoje em dia, antigamente você conseguia eh ah, rolou o carnaval, você até conseguia chegar e falar: "Não, deixa agora pensar no enredo". Por quê? Porque o carnaval dava uma parada, ele tinha um período mais ou
menos de Descanso, mas hoje com a exigência do carnaval como um espetáculo grandioso e altamente lucrativo, comercialmente falando, ele não tem eh descanso. Então o carnavalesco hoje, se você for conversar com o carnavalesco, ele já tem três, quatro enredos na manga. Ele já tem enredo para esse carnaval, pro outro, pro outro, pro outro. Inclusive pensando da seguinte forma: "Bom, se eu for para uma escola com o perfil tal, eu vou propor esse. Se eu for pro outro perfil, eu proponho esse outro. Se for, ele já tem tudo ali, porque ele não pode perder tempo. Ele
não pode perder tempo. Então, assim, eh, e eu acho que o carnavalesco ele quer desenvolver uma coisa. Eu tô falando carnavalcos que realmente vão lá arregaçar as mangas e trabalhar. Eu acho que eles querem fazer um Como é que eu vou dizer, um trabalho inédito, né? Eu penso, eu pelo menos penso nisso. Mas a gente sabe também, nós sabemos também, não somos inocentes, que muitas vezes tem a pressão da própria presidência da escola. Muitas vezes o presidente quer porque quer aquele enredo X ali e pronto. E o carnavalesco de duas a uma, ou ele engole
ou ele sai da escola, não tem outro jeito, entendeu? Então, Né? É, é danado. Vamos ver aqui, ó. O Jorge Botou Max Lopes foi um excelente carnavalista. Ó, o Jorge botou, ó. Joãozinho, Osvaldo Jardim, Rosa Magalhães. Eu gostava muito do Pamplona, jeito dele assim. Joãozinho 30 também. Mas eu acho que o Joãozinho 30 justamente pela pela ousadia, né, pela, sabe, trazer uma coisa diferenciada, uma coisa Que realmente tocasse as pessoas. Sim, André, a o a intendente foi considerada patrimônio imaterial e cultural. Por isso que também agora fica meio esquisito, né? Quer dizer, se colocou ali,
se colocou eh o carnaval da Intendente como patrimônio material cultural, tá com seus devido registro lá e tudo dia, como é que eles vão tirar isso de lá agora? Fica meio chato, né? Vai ficar meio esquisito. O Picclis. Bom dia, Péricles. Como está o andamento das obras da cidade do samba? Como é que está? Não está. Só isso. Não está. Péricles. Não está. O, daqui a pouco o povo do samba tá quase querendo, tá quase tendo que fazer um mutirão para juntar todo mundo samba e ir lá construir, porque tá difícil, meu amigo, tá difícil.
Não, pro ano que vem esquece, pro próximo carnaval esquece, A não ser que faça um puxadinho, bota umas tendas lá, alguma coisa assim desse jeito, mas sem chance, entendeu? Porque o que que acontece? Vamos supor que, ah, passou a eleição, você tem de maio ou de maio, tô ficando doida até já. Tô ficando doida. Você passou ali no final do ano, que a eleição é praticamente final do ano. Como é que você vai construir? Porque eles só vão mexer nisso depois do depois da eleição. Eles não vão mexer nisso Antes. Se mexer, tá? Se mexer.
Aguardemos. Porque vê, vê bem, depois que passar a eleição, o prefeito, o prefeito, quer dizer, o ex-prefeito prometeu um monte de coisa. Prefeito novo abraçando aí as coisas que o antigo falou, né? Eh, derruba viaduto, é, faz urbanização não sei aonde, é constrói não sei o quê, é quadra para cá, é não Sei o que para lá, é para Como é que você vai fazer isso tudo ao mesmo tempo? Aí você vai empurrando algumas coisas paraa frente e aquela que já tava que é menor prioridade vai ficando para trás, né, meu amigo? Vai ficando para
trás. Então se vamos sentar e esperar calmamente. Coreógrafos ou coreógrafas. E aí eu tenho que pensar. Aí eu tenho que pensar porque coreógrafos já são Outros 500. Aí eu tenho que pensar. Luís Melodia. Luís Melodia é enredo da da Unidos de Lucas. É o Luís ou é o Aroldo? Eu não vi direito. Eu sei que é um dos dois. Pera aí, deixa eu ver aqui. Que eu vi ontem muito rápido, muito rápido, muito rápido. Não lembro direito que eu vi. Já era madrugada e eu já tava mais para lá do que para cá. Ixe, Ave
Maria, essas coisas aqui deve. Pera aí, gente. Olha, vocês no vocês forem, tentem não usar óculos, porque eu vou te dizer, tá difícil. É do Luí, do Luiz, Luiz Melodia. Sim, eu vou, eu não é porque eu não consigo pegar aqui agora para botar para vocês aqui na tela, mas depois a depois quando eu for falar dos enredos. Nossa, gente, eu não tô enxergando nada. Meu Deus do céu. Só um minuto, gente. Eu já vou fechar também, mas só um minuto. É o Luís Melodia, ó, que o André botou aí. Isso aí é o Luiz.
Aa, deveria ter mais opções para os mais pobres assistirem os desfilhos. Ah, com certeza, né, Jorge? Com certeza. Mas gente, bom, hoje a gente vai ficando por aqui. Já estamos dando aí o nosso finalzinho. Falamos aí um pouquinho sobre essa coisa da Anísa Essa mexida. Vamos ver agora como é que vai ficar, né? Vamos ver aí como é que vai ficar. Eu torço para que ela eh procure realmente para que ela procure, não, para que ela vá para uma outra escola. Pode dizer para vocês, se não conseguir aqui, vai para São Paulo, lá tem oportunidades
bem interessantes. Vai para São Paulo até mesmo eh do Sul ou em outro quantos carnavalescos nossos já foram. Puler é um deles. O Luca tá tá chegando aí na Vigários, pô. Puler já Foi pro sul, entendeu? Foi campeão, entendeu? É, então assim, eu eu acho que seria interessante. Vamos ver como é que vai ficar, né? Vamos ver como é que vai ficar. Vamos também ver, ficar de olho na São Clemente quem ela vai anunciar, quem ela vai confirmar, se ela vai renovar, como é que vai ser isso aí. Temos aí escolas manobrando, né? E vamos
ver também eh, vou torcer, né? Vamos torcer para que dê Tudo certo para ela, tá? E outra coisa que eu queria falar com vocês também, eh, falar aqui rapidinho, deixar aí um abraço pro nosso amigo, Deixar aí um abraço pro nosso amigo Robson. Tá aqui o Robson, que é da locutor da da Liga RJ da série Ouro. Vai fazer falta, hein? Vai fazer falta, porque o Robson é um bom locutor. O Robson interage com o público, ele Sabe, brinca com a galera, interage, fala com todo mundo, fala com a galera das escolas, sabe? Eh, fala
com o componente, vai. Ele é um querido nosso. E fiquei triste com a saída dele da Liga RJ. Fiquei triste. Eu não esperava que ele fosse sair, não, né? Mais fazer o quê, né? E mas ele espero que ele está eh esteja conosco lá na na Intendente, que lá ele é firme e forte também. Então espero que ele esteja lá. Robson, um Beijo. Você é um querido, você sabe disso. E espero que ele esteja conosco lá naendente, mas que vai fazer falta no sério ouro vai, tá? Eh, então é isso aí, gente. Ó, o Jorge
botou aqui, essa Santana é na Unidos de Lucas, tá? Eh, Jorge Costa, o Jorge Botamiga, eu sinto falta no carnaval escola caprichosa de Pilares, Como ela era antes com Jackson Martins. É complicado, né? bastante complicado. É isso aí, gente. Bom, meus amores, quero dizer para vocês, muito obrigada mais uma vez por vocês estarem aqui. Muito obrigada eh por esse abraço matinal, né, de todos os dias, né, que vocês estão sempre aqui, sempre trocando uma ideia e é uma delícia estar com vocês aqui de manhã. Vamos ver se agora aqui entre nós, vamos ver se a
gente não tem nenhuma surpresa hoje, né? Porque eu Vou te dizer, quando a gente tá quase dormindo, pegando no sono, aí a gente resolve mexer no celular, né, que é errado, mas a gente resolve, né? Para quê? Para quê? Povo do samba deveria ser proibido de mexer no celular de madrugada, porque meu Deus do céu, aí você tá quase pegando no sono, daqui a pouco você faz assim, você olha assim, meu Deus, aí pronto, aí o WhatsApp não para e você não consegue dormir. Só isso, entendeu? Então, eh, vamos ver que A gente não tenha
nenhuma surpresa assim hoje, porque eu pretendo dormir, tá, gente? Então, vamos lá, ó. Um beijo para vocês, tá? Fiquem aí com Deus, com muitas realizações, com muita paz e muita saúde. E a gente vai dando aquela despedida e deixa o like, tá? Comenta aqui no vídeo depois aqui embaixo no vídeo se você quiser que eu vou respondendo todo mundo. E vamos que vamos. Um beijo, Valesca. Obrigada mais uma vez Por ter ajudado o nosso amigo aí com a a confusão aí no negócio do chat aí de não do não funcionamento, mas agora tá tudo OK,
tá bom? Tá tudo certinho. Rodrigo Priates, bom dia. Rodrigo tá rindo, Rodrigo? Não é para, não é para rir não, amigo. Eu fiquei sem dormir porque o povo não me, o povo, meu WhatsApp não parava, amigo. Meu Deus do céu. Eu tô aqui, ó, meio que cambalhando de sono causa disso. Ai, meu Deus. Mas é fogo. Mas vamos lá, gente. Um beijo Enorme para vocês e até amanhã. Tá. Amanhã a gente se encontra aqui novamente. Olha, explode ritmo carioca. Olia, vem nos embalar no compasso da vida do samba é o ar. Amor e alegria vamos
exaltar ritmo calho é hora de sambar. Olia vem nos embalar o compasso da vida do samba é o ar. Amor e alegria vamos exaltar. Vítimo carioca é hora de Sambar. A sintonia, >> a sintonia que vem do coração. Eia, e os guerreiros são pura emoção. A indente é o nosso lar. Com muito samba vamos festejar. >> E aí, oh. No café da manhã, o samba vaiar. >> Vem comigo. Venham, guerreiros, é hora de brilhar. diz, diz, diz. Vítimo que corre no sangue da gente. Sou carioca. Vamos garra e raça, carnaval de Verdade na independente.