[Música] Olá! Nesse vídeo você será apresentado a diversas ferramentas e plataformas que podemos utilizar para atrair, e se relacionar com os clientes. Iremos abordar redes sociais através de uma visão de lógicas de plataforma, e você entenderá como jogar o jogo do algoritmo.
Ferramentas de comunicação digital: são diversas ferramentas, plataformas, recursos que a gente tem a nossa disposição para fazer a nossa estratégia digital da presença digital da nossa marca. Então a gente precisa conhecer quais são essas ferramentas, e entender o que vai fazer mais sentido dentro da nossa presença. Por isso agora nós vamos entrar nas principais ferramentas e passar uma a uma, para a gente entender quais são os principais pontos que a gente deve considerar.
Redes sociais, redes sociais as nossas queridinhas, são ambientes de relacionamento e entretenimento, e isso é que a gente precisa entender para ter um bom ponto de partida. Redes sociais não são ambientes de venda na maioria das vezes, é só a gente pensar por que que a gente entra no Instagram? Porque que a gente entra no Tik Tok, no Facebook?
Normalmente as pessoas entram por causa desses dois pontos. Ou para se relacionar com pessoas, ou para buscar entretenimento. Aliás, Instagram é uma lógica de plataforma que busca o relacionamento.
Tudo partiu da onde? Dos nossos amigos. Já o Tik Tok, não parte dos amigos e sim, do desconhecido para a gente ter contato com conteúdos diversos, ou seja, a busca é muito mais pelo entretenimento.
E a gente precisa entender essas lógicas de plataforma, para conseguir compor a nossa presença digital de acordo com o que a gente deseja para a marca. Gerar comunidade, aproximar clientes, e preparar futuros clientes, são três objetivos que a gente pode colocar aqui como o norte da composição que a gente vai fazer dentro das redes sociais. E se a gente parte da rede social sendo um ambiente de entretenimento e relacionamento, existem dois pilares que a gente deve trabalhar para compor conteúdos que façam sentido para o nosso público.
O primeiro pilar é o envolver. É aqui que a gente vai buscar o envolvimento com o nosso público, a gente precisa aproximar ele. E por isso tem três coisinhas aqui que a gente pode proporcionar, que é gerar conexão contar histórias e também trazer um entretenimento.
Gerar conexão. Como a gente gera conexão com as pessoas? Nós precisamos contar histórias, nós precisamos buscar entretenimento, tudo isso vai gerar conexão, trazer um pouco mais da essência da marca, buscar aquilo que a gente tem como propósito.
Isso sim aproxima as pessoas, envolve elas. Contar das nossas histórias, contar dos nossos desafios, das nossas conquistas, tudo isso vai estar no pilar do envolver. O segundo pilar é o pilar do educar.
A gente está trazendo um cliente, um possível cliente para dentro da rede social, por isso, quanto mais ele conhece sobre o nosso nicho de atuação, mais ele vai ter vontade de consumir um produto que obviamente vai ser relacionado a nossa marca. Por isso, a gente precisa educá-lo, e aqui também vão 3 coisinhas que a gente pode fazer na educação: gerar valor, ajudar ele, e informar. Gerar valor é sempre pensar por que que a pessoa vai acompanhar a nossa marca na rede social?
Precisamos entregar algo que faça sentido para ela. E aqui vem essa, essa jogada do gerar valor, ou seja eu entrego algo que faz a pessoa "gostaria de seguir essa marca porque ela me agrega algo", isso também tem totalmente relação com ajudar e informar, ou seja trazer informações, ajudar as pessoas, não é à toa que nós vemos muitos conteúdos por aí que são tutoriais, o passo a passo de fazer tal coisa, um check-list para fazer tal coisa, ou seja, de alguma forma a pessoa ou a marca que tá ali por trás ela tá trazendo um conteúdo que ajuda as pessoas ao seu redor. E isso faz com que ela seja educada dentro do nosso nicho de atuação.
Por isso, pense sempre nesses dois pilares: envolver e educar. E aí a gente estará fazendo um bom trabalho dentro das redes sociais. Aqui eu separei um pouquinho dos conjuntos de redes sociais que a gente tem, mais ou menos tentando categorizar elas para facilitar o nosso entendimento.
Primeiro eu coloquei o Instagram, Facebook, Tik Tok, que são redes de atuação pessoal. Depois vem o Linkedin, que é uma rede muito mais voltada para o lado profissional. E por fim, o YouTube, que é uma rede mista, ou seja a gente tem atuações pessoais lá dentro, a gente busca entretenimento, a gente busca conteúdo relacionado à nossa vida pessoal, mas também muito relacionada à educação para um lado mais profissional, então por isso considerado uma rede mista.
Consumos. A gente vai entender aqui que Tik Tok, Instagram e Facebook o consumo é instantâneo, ou seja um conteúdo que é postado agora é visto pelas próximas horas, depois isso não faz mais sentido, é só a gente pensar nos stories, que ficam 24 horas no ar e depois sai. No Linkedin, o consumo é mais semanal, a gente posta algo lá a gente entende que as pessoas vão ver aquele post, aquele conteúdo, durante uma semana.
A gente entra no Linkedin, a gente consegue ver conteúdos que já passaram alguns dias, por isso um consumo mais semanal. Já no YouTube a gente entende como um consumo perene, ou seja, nós podemos ser impactados por vídeos que estão há muito tempo no ar. Isso, às vezes ganha relevância por causa do algoritmo.
Vídeos que foram postados a mais tempo por exemplo falando sobre a taxa SELIC que caiu, e no momento que a taxa SELIC cai de novo e as pessoas começam a falar sobre esse tema novamente, é capaz esse vídeo ser trazido à tona novamente, porque? Porque faz sentido aquele conteúdo, sobre o assunto que as pessoas estão buscando. Então o consumo é perene, quem produz algo no YouTube entende, que vai ser um somatório de vídeos e que ao longo do tempo, esses vídeos continuam ganhando visualizações, ou seja, totalmente diferente de Instagram, Facebook e Tik Tok.
E também temos a questão de categorização do tipo de conteúdo no sentido de amador ou mais profissional. Quando a gente vai para o Instagram, Facebook, Tik Tok, a gente entende que o conteúdo que melhor performa muitas vezes é um conteúdo mais amador, mais simples, ou seja, aquela pessoa caminhando e falando com o celular no estilo selfie, às vezes ganha mais alcance do que um conteúdo super bem produzido por uma agência que gastou milhares de reais para fazer esse tipo de conteúdo. Ou seja, um conteúdo amador, ele pode performar muito bem, porque joga de acordo com o que as pessoas estão buscando ali dentro.
Que é um relacionamento com amigos, ou seja, a gente está buscando um conteúdo mais simples de alguém que a gente conhece. No Linkedin a gente tem um conteúdo mais direcionado né? Ele fica no meio termo entre, buscando um lado mais profissional mas também tentando trazer um pouco mais do amador no sentido de que as pessoas publicam no Linkedin suas conquistas "ah fiz um fiz um certificado em tal curso", as pessoas colocam lá ou seja uma pequena conquista, conseguiu um cargo de uma nova empresa, coloca lá, ou seja é um conteúdo que tem de caráter profissional mas nem sempre ele é trabalhado, né, dando uma roubagem profissional nele, ele pode ser às vezes simples também.
Mas é um conteúdo mais direcionado, porque a gente pensa nele sobre como as pessoas vão ver, sobre o caráter profissional em cima dele. Já no YouTube, o conteúdo é totalmente profissional, dificilmente as pessoas postam conteúdos tão amadores lá dentro, porque? Totalmente relacionado ao consumo perene.
Quando a gente faz um conteúdo para vídeo no YouTube, a gente pensa que esse vídeo vai ficar anos no ar, e por isso a gente tenta fazer ele bem escrito né, ele tem um script por trás, ele muitas vezes vai ter uma pós-produção, ou seja a gente vai editar esse vídeo, vai colocar uma vinheta na entrada, vai colocar uma chamadinha legal, vai fazer uma intro, a vinheta, e depois o conteúdo, vai ter uma conclusão, ou seja, é um vídeo mais bem pensado. E isso que vai estar totalmente relacionado depois que a gente vai falar sobre frequência né. Então vamos pensar aqui também em formatos: Instagram, TikTok e Facebook, a gente tem múltiplos formatos.
A gente pode trabalhar com imagem, a gente pode trabalhar com texto, a gente pode trabalhar com vídeo, e nos vídeos a gente tem vários tipos né, hoje a gente tem reels, a gente tem feed, a gente tem stories, daqui a pouco surgem outros tipos de formato ali dentro. Já no Linkedin, a gente tem as publicações mas o que mais chama atenção ali dentro são os artigos, que é basicamente um artigo de blog só que trazido dentro do LinkedIn. Então, é um tipo de conteúdo que as pessoas compartilham, jogam adiante, republicam quando o artigo faz sentido para elas e dentro do YouTube, a gente tem os vídeos, que é o principal, obviamente.
Mas, também temos textos e publicações lá dentro do YouTube, talvez você nem saiba disso. Mas sim, os canais conseguem também fazer publicações, um uma imagem e texto, só que como isso não é tão utilizado, isso não vem pra gente com tanta força. Por isso os vídeos, é simplesmente o formato que mais bomba lá dentro.
Agora, frequência. A gente vai falar sobre frequência, e para isso tem totalmente relacionado também ao tipo de conteúdo: amador, profissional, né? Quando a gente fala em Instagram, Facebook e Tik Tok, a gente tá falando sobre uma frequência diária, ou seja, a marca precisa estar lá dentro o tempo todo.
Porque? Porque os conteúdos são instantâneos, as pessoas querem ver o que tá acontecendo no momento, se passou, passou. Então eu preciso ter uma frequência mais constante, estar publicando basicamente todos os dias.
No Linkedin é uma frequência, três vezes por semana, duas ou três vezes por semana é o recomendado, porque? Porque são conteúdos de consumo semanal, as pessoas vão entrar uma, duas vezes por semana lá e elas vão ser impactadas pelos conteúdos das marcas. No YouTube, também os canais que mais crescem né, pelo uma lógica que eles mesmos colocam lá dentro, eles trazem essa informação de que normalmente a gente tem uma frequência de duas publicações por semana, ou seja, são dois vídeos.
Isso totalmente relacionado ao que? Ao conteúdo ser mais profissional. Que nem os grandes, que fazem vídeos o tempo todo por exemplo portais de notícia que vão publicar todos os dias lá dentro, isso é um tipo né, mas quando a gente tá falando na marca de construir uma presença digital, o conteúdo profissional requer muito mais trabalho.
Por isso, uma frequência de dois vídeos por semana é uma boa volumetria né, de conteúdos que a gente está colocando lá dentro. E por último que a gente pode pensar aqui também é o tom de comunicação. Por vezes uma marca vai ter um tom de comunicação, mas ele vai adaptar essa voz da marca para cada uma das redes sociais.
É só a gente pensar que por exemplo, uma marca que tá vendo LinkedIn, ela está falando sobre alguns tipos de conteúdo e de uma forma. E quando ela vai para dentro do Instagram, ou Tik Tok, ela vai modificar isso, vai buscar mais entretenimento, talvez vai usar mais a questão do humor, até os emojis vai colocar nos seus textos porque? Porque a outra lógica ali dentro, de consumo desse tipo de formato.
E agora a gente entra na questão das mensagens diretas ou seja, o nosso queridinho do WhatsApp. WhatsApp se tornou a ferramenta mais utilizada como comunicação geral aqui no Brasil. Se a gente for pensar lá fora em muitos países não é WhatsApp que bomba, mas aqui a gente tem WhatsApp, estourando em todas as linhas de comunicação também profissionais, não só pessoalmente.
E por isso a gente tem que saber usar isso dentro da nossa estratégia. Como é que a gente pode colocar o WhatsApp, como utilização de mensagens de comunicação com os nossos clientes e futuros clientes? Falando do WhatsApp, a gente tem alguns tipos de comunicação que a gente pode usar ali dentro, são recursos que a plataforma nos oferece.
A primeira delas é obviamente a conversa particular, ou seja, a gente consegue falar um a um com as pessoas né? Tanto com os nossos amigos, familiares, mas também quando a gente tá falando num âmbito profissional. Eu falar com cada uma das pessoas que está chegando para conversar com a minha marca.
Agora, eu também tenho a lista de transmissão. E a lista de transmissão é um canal muito poderoso para eu filtrar alguns grupos de pessoas e mandar algumas comunicações específicas para eles, ou seja, é interessante que uma marca possa categorizar as pessoas que estão chegando. E para isso a gente até usa o WhatsApp Business, que é uma ferramenta que o WhatsApp nos proporciona, que dá para a gente categorizar clientes, prospects, pessoas que a gente está conversando, que já estão mais aquecidas e talvez até mais prontas para comprar, a gente consegue categorizar isso dentro do WhatsApp Business.
E aí eu posso gerar uma lista de transmissão para essas pessoas, e mandar um conteúdo que faz mais sentido para cada etapa que essa pessoa tá dentro da jornada do cliente. Outro tipo de comunicação que a gente pode fazer, é grupo de distribuição. Ou seja, aqui eu tenho um grupo de pessoas, que eu vou distribuir conteúdos.
E a gente fala que é um grupo fechado, porque não é aquele grupo que todo mundo pode comentar, mas sim um grupo que só os administradores podem comentar. Isso é bem comum quando a gente quer distribuir um conteúdo para muitas pessoas, mas não quer de fato que elas interajam porque a gente não quer ficar moderando aquele fórum que vai ser criar ali dentro. Então a gente faz um grupo de distribuição de conteúdo.
Agora também tem o grupo de interação, que aí vem muito mais para o lado de ter uma comunidade mesmo. E aqui é normal algumas marcas criarem um grupo de interação chamado Vip né, ou seja, um grupo exclusivo, que algumas pessoas foram convidadas para fazer parte desse grupo. E aí elas podem interagir lá dentro, ter acesso a alguns tipos de conteúdo diferenciado, e isso também pode ser uma estratégia de comunicação da marca.
A marca pode criar por exemplo um grupo de interação com aqueles clientes que são os mais queridinhos, que consomem mais, que engajam mais nas redes sociais, ou seja, proporcionar momentos de comunicação diferente para as pessoas que estão ao redor da marca. E o telegram? O telegram também é uma ferramenta de comunicação assim como WhatsApp.
Direta, para grupos, aliás uma ferramenta bem interessante para grupos porque a gente consegue colocar muita gente, milhares de pessoas dentro de um grupo, o que a gente não consegue fazer no WhatsApp hoje, até hoje, até o momento que a gente tá gravando essa aula. Mas, o telegram é algo que as pessoas se cadastraram porém, não utilizam diariamente assim como utilizam o Whatsapp. Logo as marcas entenderam que não adiantava criar um grupo dentro do telegram, encher de gente sendo que essas pessoas não vão olhar os conteúdos no dia a dia.
Por isso às vezes é melhor optar por uma ferramenta como WhatsApp, onde é que a gente vai ter que criar mais grupos para ter as pessoas lá dentro, só que a gente tem certeza que elas estão recebendo e olhando o conteúdo, do que as vezes a gente ir para uma outra ferramenta que a galera tá lá dentro tá cadastrada mas não tá utilizando. E aí faz mais sentido a gente ficar onde é que as pessoas estão se comunicando melhor. E aí chegamos na nossa ferramenta de e-mail, que ainda é uma ferramenta muito utilizada e gerando vendas para muitas marcas por aí, principalmente quando a gente fala em negócios B2B então e-mail não morreu.
Ainda é uma ferramenta legal para a gente pensar na presença digital da nossa marca. Porque é uma ferramenta assim que as pessoas podem utilizar para chegar a mais público-alvo, a clientes, a entregar conteúdos direcionados. E aqui eu vou citar algumas coisas que fazem o e-mail ainda valer a pena: captação de leeds integrado, ou seja a gente consegue gerar pages, criar páginas de captura, integrar várias coisas e jogar essas pessoas para dentro de uma mesma ferramenta por exemplo.
Fluxos automáticos, eu posso criar um fluxo de disparo de meios automáticos, coisas que com WhatsApp ainda, tá meio truncado são coisas que a récem estão começando, e nos e-mails isso já acontece há muito tempo. Então eu posso criar uma, um fluxo de meios que vai ser disparado um a um para pessoa que entrou automaticamente. Segmentação eu consigo fazer diversas segmentações lá dentro, pelo canal que a pessoa entrou, pelas páginas que ela acessou, pelo tempo que ela tá dentro da minha lista, eu consigo fazer vários grupos e mandar e-mails direcionado para essas pessoas.
Eu consigo ter um trackeamento muito avançado, ou seja saber se as pessoas receberam o e-mail, se elas abriram o e-mail, se elas clicaram no e-mail, em qual link elas clicaram no e-mail. Por exemplo eu monto um e-mail com várias chamadas, que mandam para vários lugares, no site, no Instagram e tal, eu consigo saber quais são os links que estão sendo mais clicados, ou seja o trackeamento é muito eficiente ali dentro. Eu tenho análises apuradas, então totalmente linkado com essa parte de trackeamento, eu consigo ter uma análise muito boa, de saber se as pessoas estão abrindo, quantas pessoas estão se engajando e depois mandaram e-mails só para essas pessoas que estão se engajando.
Evitando de cair daqui a pouco em uma lista de spam, porque eu trabalho só com aquele público que realmente quer receber os meus e-mails. Score de leads, que é uma ferramenta que normalmente está dentro das plataformas que a gente usa para disparo de e-mail, que é justamente dar pontuação para as pessoas que estão ali dentro. Então se a pessoa abrir um e-mail, se ela clicou ela recebe um ponto tal.
Se ela entrou na minha página que eu falei ela recebe um ponto tal, se ela baixou um material por exemplo um e-book ela recebe um ponto tal, isso a gente chama de score de leads. Eu vou dando pontuação para entender se essa pessoa tá mais avançada na jornada do cliente. E aí eu posso fazer uma ação comercial, somente com as pessoas que já atingiram aquela pontuação.
Ou seja, vocês conseguiram ver que e-mails nos dão possibilidades que ferramentas como WhatsApp e telegram, ainda não usam? Uma série de recursos aqui que a gente pode utilizar e isso torna a nossa mensagem no e-mail muito poderosa. E trabalhando B2B isso é muito forte porque no B2B a gente tem uma ação muito voltada com pessoas que trabalham em escritórios.
E escritórios utilizam e-mail como uma ferramenta de comunicação oficial. Então quando a gente está falando em B2B, e-mails são essenciais. Agora, B2C é um caso que a gente precisa pensar um pouquinho.
Porque se a gente se comunica com pessoas que por exemplo não utilizam os e-mails, não tá na vida delas, por exemplo vou falar com profissionais que trabalham que são eletricistas, elétrica. Acho que esses caras não trabalham porque eles estão o tempo todo ali, é um trabalho muito manual, eles não usam computador no dia a dia e tal, talvez eles não acessem muito e-mails, então talvez não seja uma estratégia tão forte assim. Agora, se eu vou trabalhar com o consumidor final que trabalha dentro num escritório, provavelmente sentado no computador, ele utilize os e-mails como uma ferramenta de comunicação oficial.
Então sim, é uma estratégia bem adequada para esse público B2C. Ou seja, a gente tem que avaliar, agora, e-mails ainda são uma ferramenta poderosa e a gente tem que considerar na nossa presença digital. Para trazer três exemplos de ferramenta rápido aqui para vocês, entenderem onde é que a gente pode usar para fazer páginas de captura, envio de e-mail, esse fluxo automático, colocar tudo isso para rodar, eu tenho três exemplos aqui.
É o RD Station, Maichimp e Click Funnels. São três ferramentas que vocês podem entrar e olhar que todas elas vão fornecer esses recursos que a gente passou. O RD Station é uma ferramenta brasileira, bem conhecida.
Maichimp e Funnels são de fora, mas todas elas fornecem pacotes que a gente pode começar aos pouquinhos implementando dentro da estratégia, e conforme a gente vai deixando mais complexo a gente vai crescendo também nos planos que eles oferecem. Agora a gente vai falar sobre sites e blogs. Sites e blogs são muito importantes quando a gente tá falando em presença digital, são ferramentas fantásticas pra gente trabalhar nossa, maneira de ser encontrado em buscadores.
Quando a gente pensa né, vou pesquisar sobre algo, onde é que vocês vão buscar isso? Normalmente, em buscadores como nosso querido Google. E pra gente estar bem posicionado dentro do Google a gente precisa ter boas páginas, indexadas que a gente fala.
Ou seja, essas páginas vão ser encontradas pelo Google, e isso normalmente está relacionado a ter um site ou ter artigos dentro de blog. Agora a gente tem diferenças entre quando a gente pensa no site, quando a gente pensa no blog. Um site a gente normalmente quer ser encontrado por palavras-chaves, ou seja, eu vou focar naquilo que a minha empresa, minha marca gostaria de ser encontrada.
Eu vou ter algum, algumas palavras-chaves algum conjunto de palavras-chaves que são importantes para mim e vou trabalhar essas palavras-chaves dentro dos meus textos em várias páginas no meu site. E portanto eu vou sendo encontrado depois de um tempo, conforme as pessoas vão buscando por isso. Agora no blog, a gente vai sendo encontrado pelos conteúdos.
A ideia é eu escrever conteúdos que as pessoas estão buscando por isso. Então eu vou entender por exemplo, se eu sou uma empresa de marketing digital, eu vou escrever um conteúdo por exemplo sobre como captar mais leads em 2023. Ou, como montar uma boa estratégia de presença digital.
Isso são tudo artigos que poderia escrever e colocar dentro do meu blog. E as pessoas buscando por isso, vão cair dentro desses artigos. Então é todo uma outra lógica, onde é que a gente vai montar conteúdos para serem bem anexados no Google, de acordo com o número de pesquisas que tem.
A gente pode usar ferramentas para avaliar número de pesquisas também. Então diferença entre site e blog: o site a gente centraliza as informações, ou seja muita gente às vezes acredita que só estar da rede social, dentro do Instagram é o suficiente. Só que lá dentro do Instagram as informações ficam às vezes muito perdidas né, a gente tem uma coisa no feed, uma coisa que rola só nos Stories, aí tem os destaques alguma coisa está lá no reels que o cara precisa assistir.
Então as informações não ficam bem centralizadas. O site é uma boa forma de a gente construir a nossa narrativa. Centralizar as informações e entregar as informações de uma forma que faça sentido para o público que tá entrando.
Eu posso montar páginas onde é que eu crio exatamente um storytelling, ou seja, eu guio a pesso, para que ela entenda exatamente como eu quero e chegue no final querendo dar o passo adiante. Também tem toda parte de Analytics, que a gente pode colocar por exemplo até o Google Analytics, que é uma ferramenta para fazer análise de dados. E aí no site a gente vai saber quais as páginas, as pessoas estão acessando, qual é o tempo de que as pessoas estão permanecendo nessas páginas, para onde elas estão clicando, e enfim eu posso ter muitos dados para analisar, se meu site está sendo eficiente, ou não.
Às vezes, a gente tem um site que tem páginas que não são nem acessadas. E a gente quer dar relevância para aquelas páginas e muitas vezes as pessoas nem acessam. Então, pela análise de dados a gente consegue identificar esses gargalos e corrigir.
No blog, a estratégia é inbound, ou seja, eu construo conteúdos, que façam sentido de acordo com, um funil de conteúdo. Eu construo conteúdos que vão conversar com uma pessoa quando ela tá procurando entender qual o problema que ela tá enfrentando, depois ela vai descendo esse funil e vai entender um pouquinho mais quais são as soluções que existem para esse problema, e por último qual é o produto que eu ofereça e que tem totalmente relação com esse problema que ela quer solucionar. Então a estratégia completa de Embauer, que nós vamos falar adiante nas próximas temáticas.
O blog também serve para a gente trazer relacionamentos, ou seja, conforme eu vou criando conteúdos ali, eu também vou abastecendo a minha comunidade, e eu vou aproximando a pessoa. Um site, não tem essa função. Não é para construir relacionamento.
A pessoa entra para buscar uma informação direta e talvez já demonstrar interesse e já falar com o time comercial. Um blog não. A gente tem essa ideia de construir o conteúdo para se relacionar com as pessoas, e também tem um esquema muito importante no blog que é autoridade.
Quando a gente tem um blog com muitos posts lá dentro, as pessoas que estão chegando entendem que aquela marca ela tem uma autoridade para falar sobre aquilo. Logo, ela vai considerar essa marca num patamar acima de outras que provavelmente não postam nada, não publicam nada sobre o assunto, porque ela entende que quem fala sobre isso tem mais autoridade, e pode provavelmente fornecer uma solução mais apropriada. E aqui por último nós temos as comunidades, os fóruns.
Ou seja, são lugares onde é que rola muita discussão, conversas da área. Isso talvez está sendo um pouco deixado de lado pelas marcas, elas não estão ocupando esses espaços. E a gente precisa pensar que são sim espaço que a gente deve ocupar para ter acesso a informações privilegiadas.
Ou seja, muitas vezes uma discussão, que está começando agora está se dando dentro de um fórum, de um grupo, às vezes dentro de um Facebook da vida, onde é que as pessoas estão conversando sobre isso. E eu posso ter acesso a informações privilegiadas e até compor depois na minha estratégia de presença sobre esses conteúdos que estão sendo falados lá dentro. Por exemplo, a área de TI é uma área muito forte que tem diversos fóruns e grupos que as pessoas participam, para discutir o que está sendo feito na área, o que está sendo desenvolvido, novas tecnologias são muito comuns, então as pessoas ocuparem esses espaços.
Outro fator importante que a gente pode colocar é construir autoridade, então quando eu estou com a minha marca ou às vezes como pessoa representando a marca dentro de uma comunidade, e eu falo sobre algo lá, eu também sou considerado uma autoridade. Então eu posso, dentro desse grupo, falar sobre aqueles assuntos e as pessoas me considerarem "opa, essa pessoa sabe sobre o que ela tá falando" e portanto, quando ela precisarem de algumas solução elas procurarem essa pessoa para ajudar elas. Então é uma forma de a gente construir autoridade e também ganhar relevância.
Porque quando a marca é relevante, as pessoas vêm atrás e querem consumir as soluções dela. Então grupos, comunidades, fóruns são ferramentas importantíssimas para a gente pensar para ocupar com a nossa marca, ganhar relevância, buscar autoridade, e acessar informações em primeiro plano. Nessa aula, nós vimos diversas ferramentas de comunicação digital, e ainda poderiam ter várias outras, mas aqui, a gente tentou categorizar elas de uma forma que você vai saber utilizar dentro da presença digital da sua marca.
E a partir de agora, nós vamos ver vários conteúdos que vão nos ajudar a entender toda essa lógica por trás.