Por que o Iran escolheu a Jordânia? Pois é, não foi somente Jordânia, mas especificamente especificamente é os maiores ataques iranianos da noite foram direcionados ao reino da Jordânia. Por você vai ficar sabendo deste vídeo, porque já sabemos de alguns eventos ah resultantes dos ataques retaliatórios iranianos.
Detalhe, o ataque a uma região eh do Iraque, Sirique, do Irã, Sirique, matou quatro pessoas, uma criança entre elas, 50 outras pessoas que estavam em um casamento estão feridas, algumas com muita gravidade. Quem fez esse ataque? Os Estados Unidos, né?
Segundo o Washington, se tratava de eh militares da Guarda Revolucionária que estavam casando, né? E tinha uma criança também que era o militar da Guarda Revolucionária. Só pode, né?
Só pode ser isso. Daí o fato é que isso aí enraeceu ainda mais Irã e a resposta não demorou. Ela começou a atingir vários alvos em vários locais.
Agora, chama muito atenção o que a gente já tá sabendo do ataque iraniano. Em uma única noite, o Irã quebrou aquela aquela realidade de ataque a e retalhação. E o ataque que presumia uma retalhação, né, que fosse mais ou menos eh com certo grau destrutivo, né?
Então, o Irã atacava, os Estados Unidos faziam um outro ataque eh covarde. O Irã já presumia que poderia também ser vítima de um ataque eh desse comum que aconteceu hoje, porque todos os ataques norte-americanos levam a vítimas civis. Os ataques iranianos desta noite quebram completamente essa lógica, porque o que ocorreu não é o que os Estados Unidos previam, não é o que Washington esperava.
Lembrando, o Trump eh disse categoricamente atacamos o Irã e faremos o ataque ainda mais devastador se eles retalharem. O que fez o Iran? Nem ligou para isso.
Pagou para ver. Totalmente. Pagou para ver.
E o que fez essa noite? Quebrou demais os pés eh dos Estados Unidos naquela região, mas sobretudo quebrou também o moral das tropas norte-americanas. E certamente isto vai levar a uma crise lá em Washington com os militares, porque eles já não estão aguentando a temos do Trump.
Já há muitos militares, né, que estão se rebelando contra a continuidade da guerra contra o Irã. Mas o que foi feito essa noite é, de certa forma ajudou a reistribuir, na verdade a retransformar o tabuleiro do Oriente Médio, tornando-o um campo de fogo cruzado. Não foram ataques simbólicos, não foram ataques, foram disparos de advertência, foram mísseis balísticos, precisos, destrutivos e direcionados a três pontos neurrálgicos, né?
três pontos bem nevrálgicos e da presença norte-americana na região. O alvo não foram bases genéricas, foram centros de comando, concentração de tropas e infraestrutura crítica dos Estados Unidos. Há vítimas, tá fatais, há mortos.
Por que que esse ataque é tão devastador do ponto de vista estratégico e também do moral, né, do moral das tropas norte-americanas? Porque é possível que um número de mortos muito grande tenha saído, tenha resultado desses ataques iranianos. Vamos lá.
O Irã não atacou para enviar uma mensagem, né? Uma mensagem ou outra. O Irã atacou para causar dano.
Dessa vez atacou com raiva, tá? Terã raivosa quando fez esses ataques. Atacou para matar, para destruir, para se vingar.
é do que foi feito pelos Estados Unidos, dentre outras coisas, sobre aquelas pessoas que estavam simples, que estavam numa cerimônia de casamento. Bom, e aquilo que a mídia tradicional tenta enterrar em machetes eh mornas é na verdade um terremoto político, na verdade um terremoto geopolítico. É isso precisamente o que tá acontecendo.
A mídia fala, a os Estados Unidos atacaram ali a vítimas. O Irã atacou, é possível ter a vítima. Não tá.
O que a gente tem é um terremoto geopolítico, porque os ataques em herbio foram fortes no cdistão iraquiano, muito fortes. O ataque no barém, os ataques os ataques lá no Barém foram ainda mais impactantes e contundentes, mas foi na Jordânia, naquele esquecido campo tintim, que o Irã desferiu o golpe mais brutal dessa noite. E a pergunta que não quer calar por justamente ali por é no campo de treinamento Tintim, no acampamento militar Tintim, porque justo neste local, quando há bases gigantescas na Jordânia que costumam ser atacadas pelo Irã, porque o Irã não se preocupou com essas bases e se preocupou em atacar este local de treinamento das tropas norte-americanas.
treinamento e concentração de tropas norte-americana, um lugar para onde foram ainda mais militares norte-americanos, em virtude de que em outros locais, bases inclusive mais próximas ao Irã, eles precisaram sair. Muitos que saíram foram ocupar hotéis, lugares desconhecidos, mas uma boa parte foi para lugares como o acampamento Tintim. Já respondi?
Não, vamos lá então. Bom, foi um ataque triplo, portanto, Herb, Barém e Jordânia, né? Vamos aos fatos.
O Irana declarou por meio da Guarda Revolucionária Islâmica e também por meio do Atech, o seu exército nacional regular, que executou ataques distintos e simultâneos contra posições militares dos Estados Unidos em três países: Iraque, Barém e Jordânia. Em erbi, eh, noistão iraquiano, os mísseis caíram sobre uma base que já era considerada um posto avançado de inteligência e operações especiais. O impacto foi forte, há relatos de morte entre as forças aliadas e norte-americanas, mas não para por aí.
No Barém, a base aérea de Shequea foi atingida como parte da 29ª fase da operação a iraniana aí, né, que é que essa é a 29ª fase da sua operação. Essa retaliação é mais uma fase do Irã respondendo aos seus agressores. O exército iraniano descreveu essa base como uma das mais importantes e sensíveis da região do Golfo, tá?
e atacou não apenas estruturas, mas centros de radar e pontos de concentração de tropas norte-americanas, tá? Então o Irã atacou, qual é o relato? Atingiu, então morreu, tá?
Porque este local, este ponto de concentração de tropas, eh reúne tropas necessárias para tocar o funcionamento dessa base. Eh, essa base ela ainda é funcional, ela não funciona através, ela funciona remotamente, ela precisa de militares. Os militares ficam nessa base, dormem nessa base.
Onde eles estavam dormindo, o Irã atacou. É só pensar onde eles dormem. não dormem em hotéis, eles dormem neste local.
Neste local. Ah, até porque muitos eh eh permanecem trabalhando enquanto outros dormem, né? Então, o que acontece?
Eh, o Irã atacou. Até o momento, não há relato de interceptação que tenha conseguido evitar com que os vetores iranianos tenham atingido e a base de Sheik Isa. Então, é provável que daí tenha saído mortos.
É provável que daí também os Estados Unidos tenham tido obtido muita base baixa além dos problemas aí em torno dos seus equipamentos, né? Tá, isso é grave. Mas foi na Jordânia que o Iran resolveu, né, entregar o seu pior castigo para os Estados Unidos.
Campo Tintim é uma base do corpo de fuzileiros navais dos Estados Unidos. Uma instalação que a própria agência iraniana Tazni descreve como estrategicamente vital. localizada no extremo norte do mar Vermelho, próxima aos portos de Acaba e Elite, ou seja, uma base que fica entre a Jordânia e o estado de Israel, fica a poucos quilômetros também da Arábia Saudita.
A sua posição, portanto, ela é importante porque ela está ali na proximidade desses três eh desses três três países. Está no local na Jordânia e muito próxima de dois outros países. E por que esse local?
Já disse, né? Porque ali estavam centenas, senão, presta atenção, milhares de militares norte-americanos, tá? Não era uma base pequena, não era um posto avançado qualquer, era um centro de concentração de tropas, de treinamento e de mobilização rápida.
O que que o pessoal faz ali? Fica treinando o tempo inteiro, tá? Não saem deste local.
E o Irã? O Irã sabia disso. Bom, agora vamos ao que realmente importa, a lógica por trás do ataque.
Porque o Irã escolheu justamente Campo Tintim, um local que a mídia ocidental quase nunca menciona. Menciona. A resposta é simples, brutal e fria e dolorosa para os Estados Unidos, porque ali estava o maior contingente de militares norte-americanos concentrado em toda a região da Ásia Ocidental.
Tá neste lugar. É, não se trata de um ataque simbólico a uma base vazia, se trata de um ataque calculado para maximizar maximizar o número de baixas dos militares norte-americanos. É isso.
Civis iranianos foram mortos. O Irã ficou raivoso, gente, porque isso é ataque de raivoso, né? atacou o local onde estava o maior número de militares norte-americanos e a probabilidade de que baixas fatais tenha ocorrido é gigantesco, tá?
e também de número muito muito grande. E claramente que Suiran atacou um local onde havia militares norte-americanos com essa intenção, eh, não jogou ali sobre o local poucos mísseis, jogou provavelmente muitos, até contando com possível interceptação, que até o momento até o momento nada foi dito sobre interceptação. Nem os Estados Unidos falaram sobre isso até o momento.
Bom, ah, portanto, não se trata de um ataque simbólico, né? Como eu disse, há provavelmente muitas baixas e há também destruição deste local pertencente à Jordânia e também aos Estados Unidos. O Irã não se importa com manchetes, tá?
O Irã se importa com, neste caso aí, a partir de um ataque como esse, se importa com corpos contados, corpos que irão através de sacos de plásticos pretos, né, para os aeroportos norte-americanos. A guarda revolucionária afirmou que o ataque matou um grande número de militares dos Estados Unidos e além disso, destruiu, vejam vocês, helicópteros de ataques e instalações vitais pertencentes ao Washington. Não deram números exatos, tá?
Ainda é muito cedo para isso também. E sequer precisam, né? Se a gente analisar a situação de novo, o local era um local onde havia militares.
Centro de comando e no Barém também havia militares norte-americanos. Lá em Herbil já é sabido, havia militares norte-americanos e também ah de aliados norte-americanos, iraquenos, provavelmente cuddos e assim por diante, né? Então não se sabe ainda sobre o que aconteceu no Barém, tá?
Sobre a possíveis baixas no Barém. Lá em Herbil há baixas, tá? E lá na Jordânia, provavelmente também há.
Bom, ah, assim, helicópteros, né? É, é outro dano muito sério os Estados Unidos continuarem a perder as suas aeronaves, né? Bom, o silêncio dos Estados Unidos sobre as baixas já é mais revelador do que qualquer comunicado oficial.
O C não falou nada até agora. Isso já é rebelador. Bom, fontes políticos, ah, políticos, eh, seguranças, né?
fonte fortes políticos, eh, fontes políticas, né, ouvidas por alguns portais como o Al Baedin, descreveram a resposta iraniana como poderosa, precisa e altamente destrutiva. E a própria agência Taznin tratou o ataque ao campo Tinim como uma etapa especial e estratégica na guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã. Ou seja, o Iran não está apenas retalhando neste caso, o Iran está enviando uma mensagem clara.
Nós sabemos onde vocês estão, sabemos quanto vocês são e sabemos como atingi-los. A escolha da Jordânia não foi, portanto, aleatória. Foi uma declaração de inteligência, capacidade operacional e vontade política.
O Irão provou que tem olhos dentro do acampamento norte-americano, que monitora movimentos, que conhece a logística, os horários, os pontos de concentração e mais do que isso, gente, provou que não teme atingir um alvo que até então muitos acreditavam que estava completamente fora do radar iraniano. É isso, né, gente? É isso.
Vamos lá. Vamos pensar mais um pouquinho aqui. Vamos pensar aqui.
Vamos pensar em mais uma questão aqui. Os Estados Unidos até o momento, não confirmaram o número de oficial de baixas, não mostraram imagens, não deram declarações contundentes, não falaram nada, não fizeram nem algo como um vídeo mostrando os militares comemorando comemorando alguma coisa. Os Estados Unidos simplesmente se silenciaram.
Por quê? Porque assumir publicamente que dezenas ou centenas, tá, de fuzileiros navais foram mortos, tá, em solo jodaniano, é admitir que o Irã penetrou a defesa aérea, a inteligência e a segurança de uma base considerada estratégica. E isso para os Estados Unidos é algo completamente inaceitável.
O campo Tintim não é apenas uma base, é um ponto de apoio para operações no Mar Vermelho, para a proteção da infraestrutura marítima e para o deslocamento rápido de tropas para o teatro de guerra regional, tá? Atingir ali é atingir o coração logístico norte-americano. O Irã não parou por aí, gente.
Tá? O ataque al Barém, a base de Sheika, mostrou que o Iran também tem capacidade de alcançar o coração da presença naval norte-americana no Golfo. Dois alvos, dois países, duas frentes e uma mensagem neste caso aí.
Tá muito interessante. Mas o que há de mais interessante neste caso aí, pelo menos na perspectiva iraniana, é o fato de que o Iran sabia precisamente o que tava fazendo. Eh, o Iran respondeu a ameaça do Trump que disse, né, aquela aquele país falido, né, aquela república falida, tal, vai desaparecer do mapa se nos atacar novamente.
O Iran pagou para ver. E agora vamos ver o que o Trump vai fazer. É isso, gente.