Então boa noite para todos e todos aqui presente e para aqueles que vão assistir depois também que não podem estar aqui nesse momento quero agradecer a presença de todos da professora Valdirene hoje dia 18 de novembro de 2024 nós damos início à nossa primeira web do segundo semestre do ano com a professora e a disciplina de fundamentos de no ensino fundamental espero que vocês aproveitem esse momento tirem suas Dúvidas em relação à disciplina aproveitem que ela está aqui aberta para poder nos explicar as dúvidas vocês podem ir colocando no chat e no final da explicação
dela a gente abre para vocês fazerem suas perguntas tá joia peço para vocês manterem as câmeras e os microfones desligados para que não haja interferência e consiga rodar melhor até mesmo para vocês aí ao assistir Professora Muito obrigada boa aula paraa senhora e para todos cheira muito Obrigada boa noite a você aos nossos estudantes Boa noite aos nossos tutores né os demais que estão aqui presentes agradeço a presença de cada um de vocês porque sei que essa web ela não é obrigatória né então quem está aqui hoje tá querendo mesmo participar aprender um pouquinho mais
tirar dúvidas e aqueles que não puderam participar agora conosco né nessa nessa web neste momento a gente também eh deixa aqui gravada e respeita né porque muitos T compromissos e a Gente sabe como que é essa dinâmica essa rotina do dia a dia né a gente compreende muito bem até por isso que a gente faz questão né de manter essa aba no ava de web conferência e deixar ali registrado todas as as ideias os esclarecimentos né que a gente presta aos estudantes para que os demais que não puderam participar também possam ter acesso né as
dúvidas aos esclarecimentos as orientações então penso que é uma uma dinâmica bem bem legal que nós temos Dentro do curso Então vou vou iniciar eu preparei alguns slides para fazer uma uma breve síntese dos textos que nós trabalhamos na disciplina e eu fui dividindo isso semana a semana né nossa disciplina é uma disciplina densa É uma disciplina que tem carga horária grande 70 horas então nós dividimos as 70 horas em Sete semanas e aí eu vou apresentar e vou pensar as principais ideias de cada texto de cada semana para vocês em slides porque aí fica
esse material Também depois disponível para vocês acessarem vou compartilhar aqui a minha tela e a gente já inicia Ok estão visualizando né Sim vamos vamos dar início eh essa é uma disciplina muito importante dentro do curso né Eh assim como muitas outras disciplinas mas ela ela é fundamental porque ela traz um pouco da discussão a respeito dos currículos né Principalmente do currículo no ensino Mental e eu penso que eh tentar extrair as principais ideias de cada texto que foi desenvolvido aí dentro da semana eh proporciona um um aprendizado maior né porque a gente consegue interiorizar
essa ideia principal e esses principais conceitos e é interiorizando tudo isso que a gente tá construindo conhecimento né e depois então ao final a gente abre para dialogar para conversar para esclarecer e essa construção do conhecimento ela Permanece do início até o fim dessa atividade de hoje eh na semana um nós trabalhamos um texto que eu gosto muito que é o texto do Carlos Rodrigues Brandão educação educações aprender com o índio então Carlos Brandão ele vai ensinar para nós que a educação Ela está na vida né Está na escola ou seja não está só na
escola ou só na vida né a educação está em tudo em tudo quanto é lugar né então ele fala muito sobre essa questão da Relação da educação e sociedade e mostra para nós a importância dessa relação né mostra que nós vivemos na educação nós som som educação e todos nós temos o que dizer sobre ela cada um aí na sua especificidade na sua particularidade né mas somos educação Essa é a mensagem que Carlos Brandão traz para nós ele coloca lá né A questão da carta do índio E aí ele vai mostrar que não há um
único tipo ou um único modelo de Educação não é assim gessado pronto e Acabado né el ela é e pode ser diferente em diferentes tipos de sociedade então ele vai mostrar para nós também que a escola não é o único lugar onde acontece a educação e o professor também não é o seu único praticante ele vai dizer para nós pessoal h educações e na educação na educações nós temos força ou fraqueza né então ele vai eh explicar para nós que a educação ajuda a pensar tipos de homens tipos de Sociedades tipos de culturas né ajuda
a criá-los e eles vão ali passando saber de uns para os outros Brandão vem falar isso com a gente mostra para nós que a educação ela participa do sistema de crenças de de valores de ideias e é assim que em conjunto né Nós os homens construímos a sociedade e aí que tá a sua força é aí que tá a força da educação segundo o Brandão a força de uma sociedade está centrada na educação que é construída de Que forma coletivamente Essa é a sua força quando a gente se une quando esses diferentes tipos de homens
se unem para pensar a educação para pensar educações né mas a educação também pode ser usada para estar AF favor de outras ideias e interesses que favorecem apenas uns ou alguns homens não toda a sociedade e é aí que tá a sua fraqueza né segundo Brandão quando a educação é trabalhada dessa forma Privilegiando né uns e não outros então nós temos a força e a fraqueza da educação e na educação escolar dentro da escola isso também pode ocorrer né E quem materializa essas intenções é o professor olha só a responsabilidade é na prática educativa do
professor que ele vai materializar a força ou a fraqueza da educação a educação ela existe nas ideias das pessoas nos interesses né e portanto nas Ideologias dos grupos sociais eh por isso que é tão importante para nós professores né futuros profess profes que aqui estão sabermos dessas relações dessa relação que existe dentro da sociedade né da relação educação sociedade como que isso se dá né então assim pensando entre educação escolar mas voltar ali pra escola e sociedade a gente precisa perceber a importância do nosso fazer dentro da sala de aula nós vamos atuar de de
Acordo com a força ou a fraqueza da Educação de acordo com a força Nossa atuação é no coletivo né Vamos dialogar vamos conversar vamos buscar interesses comum vamos pensar em algo que seja democrático participativo aí estamos trabalhando com a força da educação né e de acordo com a fraqueza nós vamos atuar de que forma reproduzindo coisas que são colocadas para nós como favoráveis Então a gente vai só reproduzir nós não vamos criticar nós não vamos eh colocar a a a Nossa interpretação sobre aquilo nós não vamos dialogar né a gente vai reproduzir o que a
gente acredita que é algo pronto e acabado um conhecimento pronto e acabado que não deve não pode não será transformado e você quando você pensa que vai atuar dentro da educação seja na gestão seja na sala de aula seja em qualquer nível da educação você vai atuar de de que forma Já pensou sobre isso você vai atuar com a força da educação ou com a Fraqueza da educação Que professor você será né então eu acho muito interessante esse texto como eu disse no início aqui da nossa web é um texto que eu aprecio muito e
trouxe para vocês né foi pensado também pela professora Maria Lúcia que é uma pedagoga que atuou conosco no Campus Muzambinho depois ela eh foi eh foi pro Polo Machado né foi para pro Campos Machado tá atuando lá também ela também pensou bastante nesse texto para colocar dentro dessa disciplina eu acho que é Uma escolha muito eh fundamental pra gente iniciar a discussão sobre fundamentos de currículo né a gente trata aqui do do Ensino Fundamental mas é de um modo geral né quando a gente pensa em fundamentos de currícula a gente pensa de um modo geral
na semana um nós trabalhamos também um outro texto muito importante que é o texto do Tomás Tadeu da Silva ele fala sobre o documento de identidade né é um texto no qual ele traz uma Introdução às teorias críticas do currículo então ele também vai falar da dessa relação educação e sociedade ele vai falar desse papel importante do currículo enquanto documento de identidade ele vai trazer para nós essa questão da educação determinar o que tipo de homem que a gente quer formar em determinada sociedade ou segmento social né qual vai ser o perfil de aluno ele
vai ser Submisso ou ele vai ser um aluno consciente crítico se quer para Diferentes segmentos sociais ou não né então ele traz essa reflexão para nós que tipo de homem que se quer formar dentro da escola ele também trata dessa questão da transformação no contexto em que vive né a Praxis social o que que é a Praxis né Essa articulação teoria e prática né o uso dessa teoria do conhecimento sistematizado na vida né então que uso nós vamos fazer nós vamos usar isso para manter tudo como está ou nós vamos usar Isso para fazer uma
transformação né então ele traz essa reflexão pra gente ele fala sobre a origem do currículo né ele discute tipos de homem manutenção transformação relações sociais né tudo isso nos leva para essa discussão sobre currículo eu coloquei aqui no slide para vocês ó que tipo de sujeito se quer relação educação e sociedade que relação não é essa né quando a gente pensa que há educações como no texto anterior a gente já está fazendo uma reflexão sobre Essa relação educação e sociedade Quais são os valores trazidos pela escola como se se dá a relação professor aluno como
que se dá a escolha de conteúdos para serem trabalhados na sala de aula como se dá os procedimentos pedagógicos as metodologias o que vai ser ensinado como vai ser ensinado como vai ser avaliado enfim que currículo que conteúdos que instrumentos que critérios nós vamos utilizar Quando exercemos esse tipo de ação Estamos pensando e agindo com base Em currículo então quando a gente tá dentro desse âmbito escolar pensando na educação escolar fazendo todas essas reflexões nós estamos exercendo essa ação de pensar essa base né do currículo e aí o texto vem Contando um pouquinho sobre a
questão da origem desse termo currículo né então Eh mesmo antes de utilizar esse termo currículo né que é um termo novo Eh sempre se discutiam as práticas dos professores então assim ele praticamente o termo Currículo praticamente ele sempre existiu até mesmo antes desse termo começar a ser utilizado né dessa forma currículo e aí o que marcou esse campo currículo como um campo especializado de estudo foi a obra currículo escrito por HT em 1918 né nosso autor ele comenta sobre isso ele diz que era um momento importante ali na história da educação dos Estados Unidos e
assim um momento de crescente Industrialização urbanização né O que aumentou demais a demanda né da população pela escola então assim o povo precisava trabalhar e a demanda paraa escola foi né Foi gigante e aí o que levou governantes então a começarem a pensar sobre tudo isso né Que tipo de de educação nós vamos oferecer para essa grande massa né que tá migrando aí dos centros rurais paraos centros urbanos que tipo de educação a gente Precisa pensar para esse povo já que a industrialização estava em alta seria dado o mesmo tipo de conhecimento para todos ou
não né então começou a fazer uma reflexão sobre isso mas se já pensava em determinados tipos de conhecimento conhecimento para uns conhecimento para outros então assim o que que era bom o que que não era bom começaram a fazer uma reflexão sobre isso o que que deveria ser trabalhado Eh talvez pensando nesse contexto da indústria né dessa mudança que tá havendo na sociedade e aí começar a pensar qual é a finalidade da educação seria as crianças à sociedade que existia ou preparar essas crianças para transformar a sociedade ou prepararia pra economia que educação se Faria
dentro da escola ou se prepararia essas crianças para a democracia então foi lá atrás que eles Começaram a pensar sobre tudo isso e no dia a dia quando a gente pensa em currículo nos vem a e apenas conhecimento né a gente acha que currículo é conhecimento mas não é só isso né vai muito além é muito mais que isso então quando a gente pensa em currículo eh Tomás Tadeu coloca para nós assim ó quando a gente pensa em currículo está vitalmente vitalmente Envolvido naquilo que iremos nos tornar então currículo não é um monte monte de
conteúdo um monte de conhecimento não é isso é o que vai fazer a gente se formar né como pessoa como homem como professor Ou seja é dentro de currículo que está a nossa identidade a nossa subjetividade é isso que Tomás tade da Silva veem trazer com esse documento de identidade quando a gente pensa em currículo vamos Além de pensar em conhecimentos Vamos pensar que isso o Currículo é algo que nos forma né então Ele nos nos leva aí a refletir sobre isso eh nos leva a refletir sobre a importância do professor dentro da sala de
aula porque essa prática pedagógica essa prática docente em sala de aula que impacta diretamente né a vida das pessoas o que é colocado ali dentro de sala de a aula de conhecimento de discussão essa prática docente impacta diretamente na vida das pessoas então não basta chegar Com o livro debaixo do braço e falar hoje eu vou dar a aula número tal que tá aqui no livro e você vai reproduzir aquilo do jeitinho que tá porque você acredita né que tem que seguir aquela lição conforme ela está determinada página por página é o caso também de
escolas escolares que usam as apostilas né definidos com todos os conteúdos passo a passo página por página e professor tem que seguir aquilo arrisca né a gente sabe que é assim mas aí o Autor vai colocar para nós Tomás Tad da Silva eh a gente não pode ser assim né uma reprodução do que nos é imposto e se você não concorda e se você tem uma outra ideia e se você tem tem um exemplo mais simples do que aquele que tá na apostila para dar paraos seus alunos aí você não vai fazer isso né porque
você tem que seguir o que tá sendo imposto para você seguir né então é preciso pensar nessa ação porque essa ação Nossa De prática docente essa ação com os nossos alunos ela tem eh uma função também de projetar um homem pra sociedade né projetar uma sociedade n então pensar nos hom que estamos formando eles podem transformar a sociedade Depende muito da gente também né pensar no sujeito que vai ser formado para atuar dentro dessa sociedade Olha a riqueza que é ser professor né e o desafio que é ser Professor essa reflexão da Sila traz nós
a o tempo todo que professora a gente é que professora eu sou né Que professor eu quero ser eu quero ser diferente do que eu sou hoje é claro que a gente tem que pensar que tem que melhorar mas você olha para você como professor você pensa Olha eu tenho um fundamento uma concepção de educação legal você acredita que sim você acredita na sua formação quando você olha para trás e vê Todo o teu per curso sua trajetória formativa para chegar onde você chegou para est dando uma aula como você tá dando né você quer
melhoria sempre tem que querer viu gente a gente nunca está pronto e acabado né a gente tem um conhecimento infinito a a buscar pela frente né a gente nunca acaba a gente precisa estar sempre em formação continuada né mas eh eu tô indo pelo certo você faz essa reflexão isso é importante a gente parar e pensar né Eu Sou aquele que reproduz tudo não questiono nada ou eu sou aquele que ensino criticamente Ou pelo menos tento ensinar de forma crítica né então não podemos deixar que o livro didático ou que a apostila né faça uso
de nós nós não podemos ser assim né somos somos nós que temos que fazer uso do livro da apostila nós temos que fazer o uso adequado de tudo isso né Nós devemos explorar esse conteúdo que é trazido para nós nós devemos criticar Esse conteúdo para extrair daí uma aprendizagem que seja realmente significativo né então Tomás Tadeu da Silva faz essa reflexão conosco na semana dois teve o o texto da Lucila Lucila Santos a construção do currículo e a seleção do conhecimento então a gente começou a pensar né sobre educações tipos de homem relação educação e
sociedade trouxemos essa relação eh educação sociedade pro contexto da Escola Pensamos a prática docente pensamos o quanto é importante a gente extrair né do livro da apostila o que realmente é essencial é fundamental analisar estudar o que tá sendo colocado dentro da escola e perceber se precisamos ali fazer uma crítica ou não né então a semana um foi isso aí a semana dois veio falar um pouquinho mais sobre a construção do currículo e quando a gente pensa aí em fazer eh a seleção né de conhecimento então a autora trouxe Pontos de vista de diferentes na
seleção do conhecimento na construção do currículo e mesmo com as divergências né Há elementos comuns a serem considerados Então ela fala do currículo escolar o currículo escolar né ele pode causar fracasso escolar ou dependendo da prática docente né isso pode acontecer de uma outra forma né o fracasso escolar pode ser superado né Depende muito também aí desse professor está frente né a a à Educação o quanto é importante o nosso papel enquanto agente no processo escolar em favor de inclusão do Estudante ela fala do fracasso escolar ela fala sobre a questão de linguagem vocabulário escolha
de conteúdo a ser trabalhado maneiras de ensinar maneiras de avaliar fala sobre a seleção do currículo se essa seleção que é feito dentro da escola auxilia ou não a compreensão pelo decente trata também da prática pedagógica que vem compor o Currículo com conteúdos e vocabulários que sejam significativos para os alunos os alunos eles precisam compreender o que você está falando eles precisam entender o que é que você tá explicando Então você precisa ter um vocabulário significativo para eles exemplo que sejam eh estejam ali fundamentados na realidade no contexto dessa criança né Para que ela assimile
para que ela perceba para que ela compreenda O que é Que tá sendo explicado a ela Então a escola a Lucila vem colocar para nós que a escola é lugar de saber sistematizado de linguagem culta mas a gente precisa também procurar fazer esse entendimento chegar pra criança né esse esclarecimento chegar para ela então esse texto e leva a gente a ampliar um pouquinho mais o por o currículo pode ser considerado então um documento de identidade como a gente viu lá na semana anterior e apesar de muito tempo o Fracasso escolar ter sido atribuo à questões
extracurriculares sempre responsabilizando quem nesse processo o aluno ele sempre é responsabilizado dentro da escola como a causa desse fracasso né a Lucila ela vai redimensionar isso dizendo que os conteúdos que são selecionados a forma como eles são colocados para os alunos ou a forma como os professores fazem avaliação Pode ser Aí a grande causa do fracasso escolar ou seja às vezes tudo isso não faz sentido pro aluno e é aí que ele acaba se tornando a causa da não compreensão do conteúdo ministrado E aí não é não é esse o problema né talvez o problema
não está no estudante que não aprende e está de repente na própria prática pedagógica na seleção de conteúdos né na na seleção de conhecimentos na na forma como tá sendo exposta todo esse conteúdo na forma como Tá sendo avaliado Às vezes o fracasso escolar a grande causa está nessa prática docente nessa prática pedagógica e não muitas vezes no aluno né que é ocupado disso geralmente é né dentro da escola então muitas vezes a causa do fracasso escolar tá onde que eu tô querendo dizer muitas vezes a causa do fracasso escolar está no próprio professor não
no aluno às vezes é o próprio professor que não ministra o conteúdo de uma forma significativa pro Estudante né então tratar o conteúdo de uma forma alheia a realidade do aluno vai dificultar e muito a comprão desse aluno a aprendizagem dele e o que a gente vai ver lá na frente com os textos do Cortela quem pôde ler tenho certeza que se encantou com aquilo né porque eu posso ler um milhão de vezes que eu me encanto eu assim gosto muito né nem vou ficar falando muito vou focar aqui na semana dois depois a gente
chega lá mas e eh os textos do Cortela né são duas Unidades que a gente disponibilizou pensando em trabalhar essa questão do conhecimento ele vai ali nos dar exemplo dos cíceros né os cíceros são aqueles estudantes que são produzidos aí por questões intraescolares pelo material que a gente utiliza pela forma com a qual a gente organiza nossa aula né pela forma como a gente organiza os conteúdos que a gente vai trabalhar pelas falas que nós temos Dentro de sala de aula palavras que o aluno desconhece não faz sentido pro aluno né então o conhecimento acaba
ficando assim meio sem significado abstrato alheio à realidade dele e por isso ele não aprende então você vai chegar e vai falar assim olha esse estudante não aprende Mas você fez uma reflexão ele não aprende Por quê você faz essa reflexão Cortela vai dizer quantos cíceros nós temos Espalhados aí pelo nosso país afora que são alunos os cíceros eles são alunos que acham que são burros que acham que que não aprendem e na verdade eles têm plena condição de aprender de repente eles não aprenderam por conta da forma como foi ensinado da forma como foi
selecionado o currículo o conhecimento para ele né e às vezes ele vive uma vida inteira carregando isso nossa eu não vou avançar né para uma faculdade ou por uma especialização ou Por mestrado ou para um doutorado porque eu não dou conta disso às vezes é um trauma que ele traz lá da escola né então assim Cortela vai falar sobre os cíceros que são produzidos dentro das escolas né aí o conhecimento acaba assim ficando meio desinteressado né o aluno perde o interesse pelo conhecimento né porque aquilo para ele não faz muito sentido então é preciso na
nossa prática docente ouvir o aluno dialogar com ele para saber A bagagem que ele traz para dentro de sala de aula né como que você vai complementar aquilo se ele tá realmente aprendendo se ele tá eh percebendo que é possível acrescentar mais explorar mais e você Também Como Professor então o professor ele tem que ir pensando o conhecimento que o aluno traz para ir Tecendo o conhecimento sistematizado dentro da escola então o professor vai explorando esse conhecimento e aí nessa exploração Vai construindo novos conhecimentos também né nesse ambiente escolar Então nesse texto a professora Lucila
ela conta também que a discussão acerca dos conteúdos curriculares ganhou grande destaque a partir dos anos 70 ela colocou para nós né que esse destaque aconteceu ali com intelectuais eh americanos ingleses e de outros países também que começaram a mostrar como que os conteúdos curriculares eram passados por interesse das elites uma vez que o Ponto de vista desse grupo social sua ideologia né que dominava eu tô para mim sumiu aqui a tela vocês eh estão visualizando o mesmo slide tá normal professora normal olha para mim ficou tudo vou ver se eu consigo voltar tá deixa
eu concluir esse texto aqui então da semana dois então a a Luca veio falar né que surgiu aí a partir dos anos 70 essa discussão que conteúdos curriculares né Que Seleção vamos fazer então eles começaram a perceber que alguns conteúdos eram selecionados pra elite outros não né e começaram a fazer uma reflexão sobre isso então aí se percebe o quê né a ideologia a ideologia é o que dominava os conteúdos a serem ensinados para uma classe e para outra né e o exemplo disso estava na forma de falar desse grupo aí que era dominante né
então assim tinha uma uma versão meio Que autorizada da língua né era a única versão autorizada ali dentro da escola eh fechando né Essa semana dois eu pino aí desse texto dela né que eh saber escolher o material pensar num conteúdo ter um olhar né pras Entrelinhas do que tá sendo colocado ali para você como currículo a ser seguido isso faz toda a diferença no processo de ensino aprendizagem e no no no na formação do seu aluno né nesse tipo de homem que você quer formar enquanto Professor Então não é porque tem um livro didático
ou porque tem uma apostila ou qualquer outro material que isso vai chegar na minha mão e aí eu vou achar Nossa aqui não tem ideologia né Tem ideologia tudo quanto é é material que você pensa existe uma ideologia nenhum material é neutro né Ele é pensado de acordo com a formação de acordo com o objetivo com a concepção de educação que cada um tem então assim eh pegamos por Exemplo o fato da da abordagem só só pra gente pensar um pouquinho sobre esse contexto né que nós temos eh um feriado né dentro dessa causa se
a gente pensar o fato da abordagem do negro na história do Brasil como que a gente Analisa isso como que isso chega pro aluno ali sentado na sala de aula né muitas vezes chega essa imagem que está associada ao Navio Negreiro tá associado à escravidão Ou seja o negro sendo colocado no livro didático na posila no conteúdo que tá sendo estudado dentro da escola como o objeto da história e não como um sujeito um sujeito da história do Brasil né e é é isso que a gente tem que ler nas Entrelinhas né como que tá
chegando esse conhecimento dentro da escola ler as entrelinhas e pensar o que que a gente precisa desconstruir dentro de sala de aula eu conheço um professor de de história que Ele usa o material né que é colocado para ele usar arrisca Mas o que ele ensina é a desconstrução do que os alunos estão lendo é a desconstrução do que aquele material traz para ele então se ele tem que estudar a página 75 até a 78 naquele dia é isso que ele faz mas criticando tudo aquilo então ele absorve com os alunos O que é legal
e ele faz a crítica das Entrelinhas então assim ele até escreve Sobre isso eu acho muito interessante essa forma como ele aborda deixa eu verificar aqui se volta para mim aí acho que é alguma coisinha que eu tinha mudado Ok eh na semana três trabalhamos ideologia Nossa ideologia eh São muitos os conceitos viu são diversos Então eu peguei esse texto do Silvio galo né que é da faculdade de educação da Unicamp ele coloca para nós que essa Palavra ela foi criada lá no começo do século XIX para designar uma teoria geral das ideias calmar fez
um uso político dela escreveu esse livro né junto com engels a ideologia alemã então assim ele vem trazer para nós que a ideologia não é algo bom por que que ideologia não é algo bom porque traz alienação manipulação Sutil né visando a manutenção de uma condição que favorece apenas uma minoria que ocupa uma posição de poder né para manter posição m meso Então tem uma citação aqui que eu deixei para vocês no slide que eu acho legal colocar ideologia corpo de ideias produzidas pela classe dominante que será disseminado por toda a população de modo a
convencer a todos que aquela estrutura social é a melhor ou a única possível com o tempo essas ideias se tornam ideias de todos em outras palavras as ideias da classe dominante tornam-se ideias Dom antes da sociedade onde houver pessoas Reunidas ou mesmo Sozinhas haverá uma forma de ideologia em Ação então Silvio Galo não só nesse texto nos seus outros textos ele aborda essa relação entre ideologia e currículo de forma bastante crítica ele destaca como o currículo escolar não é apenas um conjunto neutro de conteúdos mas uma construção que reflete relações de poder que reflete interesses
sociais e concepções ideológicas então de uma maneira assim um pouquinho mais didática Vamos tentar Compreender um pouquinho mais essa questão da relação entre a ideologia e o currículo que que eu trago aqui para vocês pensarem que o próprio currículo ele é um produto ideológico né se o vugo vai explicar que nenhum um currículo é neutro Então vamos pensar quando eu seleciono esses textos paraa Nossa disciplina de fundamentos do do currículo no ensino fundamental eu tenho uma bagagem eu tenho uma formação eu tenho uma crença Eu tenho uma concepção de educação tenho uma concepção de filosofia
que me faz trazer esses textos para vocês Vocês poderiam estar cursando 70 horas da mesma disciplina com outros conteúdos diferentes destes Então olha só como não é neutro eu ensino dessa forma e Aprendo muito com vocês assim com esses textos mas um outro professor tem toda a liberdade autonomia para propor outros textos Outras reflexões estão vendo como que a questão do currículo é algo que não é neutro não é neutro n esse sentido porque é algo que se escolhe de acordo com valores de acordo com eh cultura de acordo com formação né então quando a
gente fala que não é neutra É nesse sentido existe alguém escolhendo para você estudar aquilo você pode concordar com tudo aquilo você pode criticar tudo isso né E aí galo ele vai explicar que o currículo Não é neutro então ele é resultado de discussões ali eh discussões não perdão de decisões políticas resultado de decisão política né Eh decisão resultado de decisão cultural resultado ali de decisão social e isso reflete em ideologias para a sociedade então quando a gente escolhe ensinar certos conteúdos e não outros a gente tá fazendo isso porque a gente tem uma visão
de mundo né a gente tem uma concepção Eh a gente pode eh trabalhar isso com a força da educação ou com a fraqueza da educação a gente pode trabalhar no coletivo no participativo Ou a gente pode trabalhar só reproduzindo né que é a fraqueza só reproduzindo sem criticar e sem dialogar então a ideologia ela surge para tentar moldar a educação né então quando a gente pensa nessa relação ideologia currículo é esse pensamento que tem que ficar claro para nós né a Ideologia ela funciona como uma lente que vai definir o que que é considerado importante
na formação ali dos indivíduos e isso no currículo se manifesta de várias formas vai depender dos valores vai depender da da Cultura vai depender eh Nossa de questões infinitas né Eh sobre Silvo galo eu penso que é importante considerar também que ele coloca que a relação né ideologia e currículo é uma relação que mostra que Ideologia e currículo está intrinsecamente ligados né porque o currículo dentro da escola ele é uma expressão prática das ideologias em disputa de uma sociedade tá então entender essa relação é essencial pra gente repensar a educação como uma ferramenta de transformação
social e não apenas de reprodução do status quo a gente não quer ficar reproduzindo né aquele estado das coisas aquele eh aquele pronto e acabado que é colocado Pra gente sem a sem a possibilidade né de uma mudança a gente não quer ficar reproduzindo isso a gente pensa numa transformação social né Eh a escola ela acompanha as transformações da sociedade então não tem como pensar a escola sem ligar a as educações que podem existir ali dentro da escola as transformações que podem ocorrer né a gente tem que fazer eh essa ponte ainda na semana três
nós trabalhamos as concepções de natureza Para trazer um pouquinho da questão da própria ideologia né dentro dos livros didáticos de ciências então é um texto que mostra para nós né como que isso é construído e também muitas vezes desconstruído pelo próprio professor dentro de sala de aula n né então ela traz para nós uma visão assim uma perspectiva holística né transformadora Eh essa perspectiva holística pessoal no sentido de mostrar né que o foco é compreender que as partes se relacionam E formam um conjunto integrado né é isso é dessa forma que a gente tem que
pensar eh a educação né de uma forma holística transformadora eh pensar o todo e as suas interconexões né que são possíveis ela aponta a ideologia como uma reflexão crítica né então ela fala sobre refletir sobre como fazer a desconstrução dessa ideologia na sala de aula o texto dela também mostra essa visão capitalista o homem dominador da natureza como se fosse algo superior Fala também de conscientização e respeito sobre os problemas ambientais trouxe uma citação aqui do texto ela coloca novas concepções e Novos Valores compartilhados delineiam para digma que concebe o mundo como um todo integrado
e não como um conjunto de partes separadas dissociadas é preciso então reconhecer a interdependência fundamental de todos os fenômenos sociais naturais e o fato de que enquanto indivíduos e sociedade Estamos todos intimamente ligados ao processos cíclicos da natureza tá ela vem falar conosco sobre isso na semana 4ro nós estudamos os pcns né parâmetros curriculares nacionais eh fizemos também leitura de texto né tinha um tem um texto da da Univesp também que tem a a a fala lá de um professor que vem mostrar essa importância de ler e compreender o mundo dentro da própria Escola né
Eh tem o depoimento de uma aluna nesse vídeo da Univesp que ela fala sobre pensar as matérias Integradas e não pensar tudo isolado O que que a gente tem hoje dentro do nosso contexto escolar dentro das escolas tudo isolado né cada matéria na sua né Elas muitas vezes não se integram e a gente sabe que eh essa questão da interdisciplinaridade ela é muito importante dentro da escola mas os professores precisariam eh se articular Melhor para conseguir fazer com que a interdisciplinaridade realmente aconteça dentro da escola né Aí Newton não Newton não Nilson que é o
professor da USP né nesse vídeo da Univesp ele fala da interdisciplinaridade que ela surge como um chamado para as disciplinas eh não arem os seus objetos mas para ver uma relação mais forte entre as disciplinas né Por exemplo quando vai se estudar pensar envolver Nesse contexto da água geografia ciências matemática química n Então ele vai apontar que a escola não é interdisciplinar essa é a realidade não é mas deveria ser né então para falar um pouquinho sobre a diferença da Inter aridade da transversalidade né que foi o assunto eh dessa semana também eu queria explicar
para vocês que a grande diferença entre interdisciplinaridade e transdisciplinaridade desculpa entre interdisciplinaridade e transversalidade está na forma na forma Como os conhecimentos disciplinas se relacionam dentro desse processo educativo né então tanto a interdisciplinaridade quanto a transversalidade elas têm o objetivo de fazer o quê superar fragmentação de saber elas querem o quê elas querem eh proporcionar um conhecimento uma aprendizagem significativa dentro da escola infelizmente Como disse o professor Nilson José Machado da USP Essa não é a realidade da nossa escola né acontecer a interdisciplinaridade e a transversalidade mas deveria ser falando ainda um pouquinho sobre a
diferença entre as duas acho que é importante a gente esclarecer isso e depois se vocês permanecerem com dúvidas vocês me perguntam a interdisciplinaridade vou me imaginar assim que ela é uma abordagem que ela vai eh promover a Integração entre as disciplinas Então são várias disciplinas e elas vão dialogar entre si exemplo imagina que a gente vai estudar eh mudanças climáticas né a gente tá estudando isso E aí nós vamos então relacionar a geografia como pensando nos aspectos físicos e ambientais então nós temos a geografia e aí a a gente vai colocar a geografia para dialogar
com quê biologia a Biologia vai estudar o quê nesse Contexto de mudanças climáticas a Biologia vai olhar os impactos no ecossistema nós vamos relacionar mais qual disciplina para ter a interdisciplinaridade na escola Ah vamos pegar a química beleza química Vai falar o quê vai falar sobre os gases na atmosfera Vamos jogar a sociologia também Ah vamos olha quatro disciplinas A sociologia vai tratar o quê dentro desse exemplo de mudança climática vai Tratar de impactos sociais econômicos tá então a interdisciplinaridade coloca disciplinas diferentes para dialogar entre si e a transversalidade faz o quê a transversalidade pega
temas que são importantes em todas as disciplinas e começa a trabalhar ele esses temas eles vão atravessando todas as disciplinas né então por exemplo a gente viu aqui na nossa disciplina a questão da ética então ética eu posso trabalhar em Qualquer disciplina depois vocês vão dizer se concordam comigo ou não ética na história ética na geografia ética na matemática na Língua Portuguesa em qualquer conteúdo eu cons consigo trabalhar a ética que mais que eu consigo trabalhar em qualquer disciplina diferentes disciplinas que eu consigo atravessar né imagina essa ideia de transversal que atravessa tá transversalidade atravessa
todas as disciplinas nós podemos trabalhar Eh Direitos Humanos Direitos Humanos um outro princípio que nós podemos trabalhar né colocar essas disciplinas aí para fazer uma reflexão sobre isso tá então interdisciplinaridade vai promover uma integração né entre disciplinas diferentes e a transversalidade vai atravessar por todas elas para trabalhar algum conteúdo que seja eh importante necessário a gente pode trabalhar Alguns são obrigatórios que a gente trabalhe Mesmo né educação ambiental ética Direitos Humanos isso pode ser discutido em história em ciências em Geografia em matemática em Literatura tá então nessa semana a gente eh trabalhou um pouquinho sobre
isso né a diferença essencial então interdisciplinaridade foco na relação entre as disciplinas essas disciplinas elas integram conhecimentos integram saberes a transversalidade prioriza alguns valores Né ou tema que vão atravessar todas as disciplinas dentro da escola tá então assim enquanto a interdisciplinaridade organiza o diálogo entre as disciplinas para construir uma visão integrada a transversalidade vai buscar garantir que essas questões fundamentais estejam presentes em todas em toda a prática educativa dentro da escola independente do campo de conhecimento né então acho que que seria Isso sobre a questão da do texto da semana 4 na semana 5 nós
olhamos um pouquinho sobre a bncc que é a base comum curricular é um um documento né que chega para nós assim pronto pra gente eh aplicar dentro da escola e ele é bem detalhado né Bem completo mas eh nada nos impede de fazer uma sobre a bncc também né ela aponta competências e habilidades ão apenas assim voltada para atender mercado de Trabalho Já começamos por aí a nossa crítica né Eh a gente precisa ao olhar pra bncc dizer não ao retrocesso então existem pessoas renomadas na área da Educação que fazem críticas fundamentadas a esse documento
acha que esse documento é um retrocesso eh nessa semana nós estudamos que a educação é muito mais rica né não pode ter apenas o foco no mercado do trabalho mercado de trabalho Eh a a educação precisa ir para além dessa premissa E para isso o papel do professor é fundamental o professor tem que atuar com a força da Educação no coletivo no diálogo na criticidade e não na fraqueza da educação que é ficar reproduzindo coisas a educação é muito rica né e o papel do professor é fundamental dentro da escola então a educação com foco
também em outros tipos de conhecimento que podem torná-los mais pensantes críticas Conhecedoras de seus contextos históricos condição social tornar esses estudantes sujeitos e não objetos né dentro a sociedade então nessa semana nós vimos que não se trata de ensinar mas como ensinar porque em nossa prática não há uma neutralidade ninguém trabalha com neutralidade né então que homem queremos formar aquele que apenas atende à demanda do mercado de trabalho ou nós Queremos formar o sujeito crítico e consciente visando transformação social não existe neutralidade e aí a gente precisa eh assumir uma posição quando a gente se
torna Professor você vai assumir a posição de trabalhar a força da educação ou a fraqueza da educação você vai ficar em cima do muro ou você vai decidir né você vai assumir a sua posição dentro da educação então que tipo de sujeito eu quero ser que tipo de sujeito Eu quero Formar é é o alienado ou é o crítico Qual é a minha posição isso tudo tem a ver não só com a nossa posição mas tem a ver com o currículo com o currículo colocado dentro da escola né então a emancipação do sujeito com consciência
com criticidade tem a ver com o currículo tem a ver com a prática docente então quando a gente trabalha PCN bncc as diretrizes curriculares nacionais para educação básicas né as Dcns temos que ter ciência que um documento não substitui o outro tá até porque esses documentos eles têm objetivos Diferentes né Vamos pensar um pouquinho sobre isso olha que acho que é importante nessa semana que a gente reflete sobre a bncc as dcns diretrizes curriculares nacionais ela tem elas têm origem lá na LDB 96 tá E aí elas foram criadas lá em 2010 e são normas
obrigatórias paraa Educação Básica né direciona o Planejamento curricular das escolas dos sistemas de ensino foram discutidas e concebidas pelo Conselho Nacional de Educação o CNE tá então assim as dcns Esse documento não foi substituído pela bncc né as diretrizes curriculares elas continuam valendo porque os documentos são complementares as diretrizes dão a estrutura a base o detalhamento de conteúdos e competências as diretrizes curriculares nacionais são um Conjunto de definições doutrinárias sobre princípios fundamentos e procedimentos na Educação Básica que vão orientar as escolas na organização articulação desenvolvimento e avaliação das suas propostas pedagógicas então assim o processo
de definição das diretrizes curriculares contou com a participação das mais diversas esferas da sociedade dentre elas está estava ali o Conselho Nacional Dos secretários Estaduais de educação com sede a união nacional dos dirigentes municipais de educação umim a Associação Nacional de pós-graduação e pesquisa e em educação que a anped então assim além de docentes de dirigentes né dirigentes municipais estaduais então assim eh ela foi amplamente discutida pesquisadores representantes também de escolas da rede privada eh houve uma participação grande né da dessas esferas todas Então ela foi construída Coletivamente diante da análise de diferentes olhares então
por isso Ela traz um viés mais crítico porque foi amplamente debatida e construída no coletivo as diretrizes curriculares elas preservam muito essa questão da autonomia da escola da proposta pedagógica incentiva instituições a montar o seu currículo recortando dentro das áreas de conhecimento os conteúdos que realmente Convém pra formação daquelas competências explícitas dentro das dcns então a função das diretrizes curriculares são essas definições mais doutrinárias mesmo sobre princípios fundamentos e também sobre os procedimentos da Educação Básica né a função da base é especificar aquilo eh especificar as habilidades que se espera que os alunos aprendam ano
a ano Então olha a diferença das diretrizes curriculares e da Bncc né então a a a base vem especificar o que que eles vão aprender Ana an E aí ela foi elaborada à luz do que diz ali as dcns E aí por isso que um documento não exclui o outro tá então a as nós temos se a gente for pensar na legislação né Vocês vão estudar Isso numa outra disciplina tá tô Só adiantando pra gente compreender um pouquinho mais esse contexto nós temos no topo a LDB depois nós temos as diretrizes Curriculares nacionais que dão
a ura dessa organização depois nós temos a bncc que faz assim ela recheia né Essa forma com o que é essencial ser ensinado os pcns são diretrizes separados por disciplinas né não obrigatórios e a bncc ela privilegia muito essa questão de competências e habilidades tá os pcns são essas disciplinas mais eh são essas diretrizes mais separadas né Por disciplinas E são mais antigos também foram criados em 97 funcionam como referências ali paraa renovação reelaboração de propostas dentro das escolas né Eh definição de de currículos de outras diretrizes Então olha só a gente tem o PCN
lá de 1997 temos a bncc de 2017 distância aí de uns 20 anos e São muito parecidos né os pcns e a bncc eles tanto um quanto o outro eles privilegiam esse olhar de competências e habilidades Né então assim acho que é importante a gente pensar sobre essas diferenças que existem entre os documentos né E aí eh que que eu queria fazer ainda dentro dessa semana 5 da bncc que são muitas as críticas que existem sobre a bncc ela recebe muitas críticas porque tem eh essa essa proposta tudo é muito direcionado pro produtivismo Apesar de
que eh a gente percebe assim que ela é bem detalhada mas às vezes esses Compartimentos todos né não dão tanta liberdade para Professor então a gente eh precisa ficar bastante crítico em relação a esses documentos e pensar um pouquinho como que eles foram colocados para nós fazer a leitura das Entrelinhas desses documentos não imaginar que isso tem que ser seguido a risca né dentro da escola a gente tem que seguir sim mas nós também podemos acrescentar Nós também podemos criticar esse é o nosso o papel também nessa construção do Conhecimento eh eu acho que seria
isso dentro da semana 5co eh já chegando pro pro final dessa web né pelo menos para esse momento de Exposição seria o final depois a gente abre para para discutir um pouquinho mais na semana se eu coloquei eh duas unidades né que fazem parte aí eh uma parte aí da tese de doutorado do Mário Sérgio Cortela a escola e a construção do Conhecimento essa tese é de 97 mas é um texto muito atual quem eh não fez a leitura ainda né Eu acho que vale a pena vale a pena fazer a leitura desse texto que
é muito didático sabe uma metodologia que nos causa uma vontade de ficar lendo mais e mais e voltar ao texto também outras vezes né então o foco da reflexão eh nessa semana é o conhecimento então Cortela coloca para nós que o conhecimento é o nosso elemento de Trabalho né enquanto Professor infindável nosso trabalho de educador estudar e aprender sempre para ensinar bem então Eh Paulo Freire foi o orientador de Mário Sérgio cortel então imagine a questão do diálogo esse eh ensinar e aprender sempre né Isso se baseia na concepção de Paulo Freire a gente percebe
isso esse ensinar e aprender juntos o professor eh não se colocar na Torre de Marfim e achar que é ele que detém o conhecimento é ele que Sabe tudo o aluno não sabe nada não é assim que funciona aquela educação bancária que é a crítica de Freire né Paulo Freire faz a crítica à educação bancária que é aquela que pensa que os alunos são baldinhos vazios que o professor vai ali e enche de conhecimento né Paulo Freire faz a crítica a educação bancária e defende o quê defende a educação problematizadora que é aquela que o
professor e aluno se relaciona no Diálogo no respeito né numa pedagogia humanizadora é assim que se aprende né Com Gosto com prazer com respeito né Então essa é a filosofia que a gente precisa carregar para nós eu acredito que vocês eh concordem com isso o professor não é um uma pessoa que se coloca ou Deva se colocar numa Torre de Marfim né ele aprende e ele ensina junto com os alunos sempre juntos então a pedagogia eh recoloca né muitas vezes para nós e Muitas vezes a gente até escuta algo assim em sala de professor eh
de que criança você gosta a educação tem muito mais coisa em jogo não é do tipo de criança que eu gosto a educação é além né então ele fala também sobre não produzir cíceros né Ele fala sobre os cíceros aquele que o professor eh não ensina direito por não ensinar direito este estudante acha que não é capaz de aprender e ele é capaz de Aprender né mas às vezes ele carrega esse trauma pro resto da vida e se acha uma pessoa incapaz acha que a educação não é ele então assim eh não produzir se tem
muito também a ver com a prática docente com a nossa prática que precisa ser diferenciada precisa ter esse foco né na na construção do conhecimento esse foco em fazer com que o nosso estudante aprenda buscar trazer novas metodologias novas formas de aprendizado para ele é esse o nosso papel quem precisa eh Repensar muitas vezes o fracasso escolar o professor mesmo por que que o meu aluno não aprende será que tem algum problema relacionado com a minha forma de expor com a minha metodologia com a minha didática com a forma como eu me expresso com as
formas de atividades que eu trago para dentro da sala de aula eh onde é que tá o problema essa reflexão precisa acontecer pra gente não produzir cíceros né então Cortela ele ele nos provoca ele vai trazer para nós né que o Conhecimento eh precisa ser trabalhado pensado pelo professor para depois ser apresentado ao estudante né que isso faz toda a diferença no tipo de sujeito que a gente pensa ou então que a gente quer formar e que todos que atuam com educação trabalham com conhecimento ele coloca muito isso isso para nós nessas unidades na sua
tese de doutorado o conhecimento ele é o objeto da nossa atividade docente então a gente Exerce isso dentro da escola precisa eh Estar atento com o que a gente está selecionando e trabalhando em sala e como estamos fazendo este trabalho acontecer e como estamos avaliando tud isso principalmente como estamos avaliando a nossa própria prática p pedagógica nossa própria prática docente Isso não é uma realidade também dentro da escola o professor não faz uma autoavaliação muitas vezes e deveria fazer então Cortela também vai falar Para nós que o conhecimento ele não é algo acabado que a
gente precisa construir conhecimento Ele explica que o conhecimento não cai do céu ele explica que o conhecimento não é para poucos o conhecimento está e para todos né Às vezes a gente acha que o conhecimento está para poucas pessoas só pros gênios só pros renomados cientistas não precisamos desmistificar isso conhecimento está para todo mundo né então a gente precisa conhecer muito Quando a gente pensa em conhecimento a gente precisa muito conhecer as condições históricas sociais culturais em que esses conhecimentos Eles foram elaborados e produzidos então a gente precisa partir dessa análise mesmo sabe sócio histórica
cultural para desmistificar e conhecer a verdade sobre como foram produzidos né esses conhecimentos historicamente eh Cortela tem uma uma parte que eu queria falar com vocês da da tese dele Que eu acho bem interessante que é sobre o erro né Cortela coloca para nós que o erro eh ele traz uma possibilidade de construção de novos conhecimentos então olhar com cuidado com atenção para o erro dentro da escola possibilita o professor de repente compreender a necessidade de novos caminhos né novas metodologias compreender o porquê errou né e fazer desse erro Algo que faça o aluno Avançar
superar né algo que eu queria destacar também eh nessa tese do do cortel E aí a semana 7 inicia amanhã né E aí tá uma uma semana mais tranquila eu tô propondo que vocês assistam um filme que é o filme escola da vida né Fala retrata isso né Essa questão da educação para a vida traz a ade de dois professores que e que possuem práticas pedagógicas diferenciadas tá então eh vai falar da importância da prática de ensino significativa da importância Daquele professor que realmente quer construir conhecimento e aí mostra essa questão do currículo sendo explorado
de diversas formas eu acho que com o filme a gente consegue assim eh fechar sabe a semana dessa disciplina fechar essa disciplina e fechar essa semana com mais leveza né um filme que é simples não é nem um filme assim complexo é um filme bem simples de repente vocês já conhecem é mais assim para que vocês possam fazer uma reflexão mesmo não é um filme que Vai proporcionar uma reflexão filosófica mais apurada sabe é um filme para vocês perceberem sabe essa questão de eh de importância de se pensar em práticas já ensino significativas E aí
uma outra sugestão de filme também que eu deixo aí para vocês eh Escritores da Liberdade esse muitos já já conhecem Já assistiram né mas pessoal eh é isso que eu queria trazer e vou abrir então agora para pra gente conversar um pouquinho vou Interromper aqui o compartilhamento pra gente poder dialogar com mais tranquilidade tá agradeço a atenção de vocês e me coloco Então à disposição aqui para ir respondendo as dúvidas professora a Alice Oliveira ela coloca assim no chat professora como saberemos como estamos atuando uma vez que as regras vêm dos superiores e depois que
somos inseridos no sistema precisamos seguir regras eh não tem uma receita sabe Alice não Tem uma receita pronta Olha nós sabemos como estamos atuando se fizermos uma reflexão assim assim assado o que que eu penso né O que que eu penso que a gente precisa ser sim seja em qualquer sistema um sujeito crítico sujeito crítico não é aquele que sai brigando com todos e por tudo não é isso é você colocar o seu ponto de vista é você mostrar que é possível ter um outro olhar sobre aquilo e a gente sabe o quanto que é
difícil ser essa pessoa dentro da escola porque Como você diz né o sistema ele quer muito aquela pessoa que obedece e abaixa a cabeça e aí a maioria digamos assim acabam obedecendo abaixando a cabeça e reproduzindo coisas que são impostas né mas eu penso que a gente precisa fazer uma reflexão e dentro da formação de professores nós precisamos perceber a importância de se respeitar as várias visões de mundo que possam existir dentro da escola sabe Alice e assim mesmo que você coloque o Seu ponto de vista que você eh não Concorde com algumas coisas que
você faça isso dentro da escola e de repente acaba tendo que seguir as regras mas se você está agindo com criticidade eu penso que já é algo bem positivo sabe aí assim cada um tem que saber o seu limite né até onde pode ir mas é importante não ficar agindo com a fraqueza da educação sabe só reproduzindo coisas e abaixando a cabeça e não concordando e não se colocando né Dentro da das discussões que ocorreem nas escolas eu sei viu o quanto é difícil atuar dessa forma como sujeito crítico eu sei e mesmo assim eu
falo que a gente precisa sim tentar ser esse sujeito crítico e não ser objeto não ser marionete sabe eh direitos e deveres Todos nós temos né e a gente precisa colocar sim o que a gente pensa como a gente acredita propor novas metodologias se for o caso pensar em Projetos Às vezes a gente eh se depara com escolas que não gostam muito de realizar projetos mas se é uma defesa que a gente faz mesmo que a gente não consiga realizar o projeto que a gente quer mas se a gente vai lá na porta e fala
Olha eu acredito em projeto Será que eu não posso fazer um projeto com os meus estudantes Será que a gente poderia envolver outras disciplinas Será que isso é possível Não não é você vai aos poucos tentando né quem sabe você não Consegue transformar quando a gente fala numa educação transformadora é nisso também nesse sentido de cada um como uma formiguinha mesmo e fazendo a diferença dentro da escola né mas quem sabe do seu próprio limite eh é a gente né quem sabe até onde a gente pode ir somos nós mas é importante a gente ter
essa criticidade conosco como professores tá ela ainda se quiser comentar fica à vontade eu vou só complementar porque Ela ainda pergunta assim se você acredita que a bncc não contempla o pensamento crítico eu penso que ela inessa muito e tira um pouco a autonomia do docente né Eu penso que a gente eh deve seguir sim a bncc mas eh não da forma engessadas ali como ela coloca né de repente a gente pensar em tudo que tem que ser colocado PR Os estudantes em termos de currículo mas lendo entre linhas também né discutindo um pouquinho mais
a Autonomia do professor que é tão importante dentro da escola né então quando eu pego a bncc para fundamentar o meu plano de aula ou de repente para fundamentar o projeto político-pedagógico da escola eu tem que ter esse olhar para ela também né eu vou seguir a risca do jeitinho que ela tá colocando né então é é é um pouco sobre isso sabe que que eu venho falar a gente não pode de repente fazer algo uma proposta totalmente diferente do que tá Sendo colocado ali pelo sistema digamos assim mas a gente pode ler as entrelinhas
trabalhar de uma outra forma ter autonomia dentro da escola também é é nisso que que eu penso a Fernanda pede para você citar uma crítica sobre a bncc sabe o que que eu vou fazer eu acho que eu vou [Música] colocar aí a gente vai levar um tempo né Eu queria colocar o vídeo que eu falo um Pouquinho sobre a bncc sabe deixa eu ver se eu encontro aqui que eu acho que seria tão tão rico a gente ver só um minuto Ah ele é longo tá bem eh Por exemplo quando a gente depois vocês
assistem assistam tá lá na semana cinco acho que é importante assistir o vídeo por exemplo quando a gente pensa assim olha Eh a gente detalha lá a idade das crianças Né então a gente coloca bebês crianças bem pequenas crianças pequenas e aí a gente vai detalhando isso dentro do documento e aí quando vê Criança mesmo parece que ficou de fora e a criança né É só bebê criança bem pequena criança pequena e a criança no seu todo no seu contexto geral quando eu penso numa criança sem pensar na idade dela eu sei que eu tenho
que trabalhar a idade quando a gente pensa em educação infantil anos iniciais eu eu compreendo Tudo isso a a seleção do currículo do conhecimento que vai ser trabalhada a forma como vai ser trabalhada tudo isso a gente tem que pensar pensando desenvolvimento né Eh da aprendizagem pensando nessas fases todas mas e o meu olhar sobre a criança a criança como um todo sem ficar colocando ela em compartimentos né Eu acho que é essa seria uma das tá Seria uma das Quando eu penso que determinado conteúdo serve Para fundamentar eh esse ess esse esse nível essa
idade esse contexto essa disciplina Será que é só para isso só para isso então que vai servir isso eu não posso pensar isso de uma forma diferente eu não posso pensar isso propondo que isso também seja refletido discutido em outras disciplinas em outras idades de outras formas tem que ser só ali naquele momento com aquela idade nessa escola né então quando a gente pensa no documento Que é muito assim eh detalhado a gente faz essa crítica né a gente eh ganha um um avanço quando pensa em autonomia e a gente tem um retrocesso quando tem
um documento meio que tirando essa autonomia do professor planejamento do Professor tem que ser fiel a isso que tá aqui no documento né então é é é bem assim mais nesse sentido sabe que eu falo mas eh existem se vocês pesquisarem né existem pesquisadores renomados que falam muito mas muito mesmo sobre a a Questão da bncc Deixa eu ver se eu encontro aqui algumas falas que nós temos eh que aí a gente cita os né dos educadores que falam sobre isso quer ver alguém mais quer perguntar alguma coisa eu vou respondendo enquanto eu procuro por
aqui o áudio seu áudio seu microfone tá desligado Sheila perdão Agora que eu vi a Maria Anita ela coloca assim então como vem ao caso a bncc deve ser usada Apoiada nos outros documentos como discutido no fórum Será que seria importante ter presente nela a interdisciplinaridade e a transversalidade o que a senhora professora tem a dizer sobre isso com certeza né com certeza Precisamos sim trazer essa discussão à tona e seria eh não só no contexto da bncc tá quando a gente pensa em qualquer outro aspecto a gente precisa precisaria ter uma Escola que trabalhasse
a interdisciplinaridade e a transversalidade isso seria o ideal mas não é a nossa realidade então caberia dentro da bncc Com certeza né dentro da bncc ou qualquer outro documento que trouxesse pr pra escola o currículo porque o aluno se ele eh desenvolve se ele constrói conhecimento via projetos com interdisciplinaridade isso pode causar para ele um prazer no aprender e a criança vai aprender muito Mais se ela tiver gostando do que tá sendo ensinado da forma como tá sendo ensinado então a interdisciplinaridade cabe dentro da bncc deveria caber né aí tá a autonomia do professor Ah
mas você tem que trabalhar todos os aspectos da bncc Tá mas eu posso fazer disciplinas dialogarem entre si né eu posso pensar em temas transversais para todas as disciplinas então cabe cabe e deveria ser assim dentro da escola mas a gente sabe que não é assim que funciona Né Eu acho que eu achei aqui o que eu queria trazer quer ver eu vou compartilhar aqui com vocês Deixa eu ver se eu acho aqui brincar e aprender teologias ativas Ah não é isso ainda acho que tá em alguma semana só um minutinho tá que eu vou
trazer para vocês pra gente discutir um pouquinho mais isso que é bem importante End lamos aí encontrei Vou compartilhar aqui com vocês tá que aí a gente discute de uma forma mais fundamentada depois se vocês quiserem eu posso disponibilizar também eh esse material viu aí Sheila me lembra de acrescentar além dos slides que eu utilizei eh essas críticas a bncc certo esperar aparecer aí para vocês Demorando né aqui já tá aparecendo professora Então tá achando tão estranho isso que para aí agora agora eu consegui enxergar tô achando estranho tem hora que fica assim uma tela
escura para mim olha então eu vou colocar aqui para vocês ó Então as críticas bncc né então são trechos extraídos do texto de uma apostila que nós utilizamos eh sobre a bncc voltada ali paraa educação infantil tá então as autoras Nogueira e Borges Elas vão falar sobre implicações na formação continuada de professores Então vamos ver que que elas trazem aqui para nós de críticas o texto da base da bncc traz seis direitos e cinco Campos de conhecimento que precisam ser pensar de forma transdisciplinar pois não possibilitam articulação entre interações brincadeiras e os desejos das Crianças
Então essa é uma crítica traz tudo assim muito nos mínimos detalhes do Jeito que tem que ser e não possibilita a autonomia do professor para fazer as brincadeiras acontecerem para ensinar essas crianças sabe algo que seja assim um ensino prazeroso para elas uma aprendizagem prazerosa para elas seria uma crítica outra a noção de competência na bncc atual a de agora aparece já com a organização do que a criança deve aprender mais baseada no controle no controle do trabalho docente inclusive vem inserido no Documento um código alfa numérico que é usado na identificação dos Campos de
experiência e objetivos de aprendizagem o que evidencia o total controle Então esse controle que abrange a condição de uma avaliação objetiva da Criança e do professor então isso nos mostra que a bncc mantém uma relação Direta com as políticas de controle do Estado privatizando o espaço público e tornando a educação infantil mercadoria por avaliar as crianças desde A educação infantil bem Como avaliar os professores e a controlar a própria formação desses professores e a formação de gestores Então esse controle é o que tira a autonomia didático-pedagógica docente é o que favorece um planejamento rígido envolve
a questão de apostilamento E aí quando a gente pensa em apostilamento elas discutem muito essa questão né da apostila porque eh é interessante ter apostila no âmbito da Escola a venda né a distribuição desses materiais que são pré-concebidos certo então assim eh essas seriam algumas críticas né a bncc é outro elemento estruturante das ideias neoliberais da Educação a bncc tem propagado ideias atreladas às habilidades que devem ser atingidas em uma faixa etária específica e utiliza um falso discurso que incentiva interações e brincadeiras mas delimita os passos a serem seguidos e as habilidades a serem Desenvolvidas
então uma grande crítica também essa questão de um falso discurso né incentiva que tem que interagir que tem que brincar mas cadê o espaço Cadê a autonomia do professor para que ele possa realmente fazer isso acontecer ao discutir os campos de experiência da bncc Pereira ressalta que quando o documento aborda objetivos de aprendizagem para cada Campo cada campo de experiência ele retira a centralidade do planejamento na criança a criança Deixa de ser o centro do processo e ele coloca essa centralidade sobre os conteúdos de aprendizagem Então as rotinas atividades experiências e aprendizagens passam assim a
ter como ponto de partida aquela lista de objetivos afastando-se do conhecimento das individualizadas das potencialidades das necessidades e afastando aí os desejos das Crianças as experiências são Consideradas tanto Como suporte para as aprendizagens infantis evocando ali situações de aprendizagem previamente organizadas pelos adultos os professores e ao mesmo tempo expressam também resultados das aprendizagens que foram ali previamente previstos né então busca-se o desenvolvimento integral das Crianças mas as autoras nos mostram que o que a gente vê são Campos de experiência ser ser sendo ali priorizados em detrimento de outros não Por acaso exatamente aqueles considerados mais
vinculados mais preparatórios para alfabetização e matemática os direitos fogem a lógica da divisão e sequenciação do projeto educativo por idades a que se resumiu o texto da bncc Educação Infantil ao tratar dos objetivos de aprendizagem e ainda das crianças do Nascimento aos 8 meses como bebês isso pode ocasionar uma discriminação no atendimento dessas Crianças e ao considerar como crianças bem pequenas as de 19 meses e 3 anos e e 11 meses e as crianças pequenas com idade de 4 anos a 5 anos e 11 meses não corresponde ao que elas de fato são já que
não podem ser analisadas pelo tamanho em escala Além disso as crianças de 6 anos ficam fora dessa classificação o Que Elas seriam então Crianças grandes então segundo os autores essas divisões são um retrocesso em vista do atendimento das crianças de 0 a 6 anos Em tempo integral outros pontos que discutem é que ao tratar os conhecimentos as habilidades e as necessidades de um modo seg a bncc da Educação Infantil se aproxima infelizmente né gente de uma espécie de ciação e hierarquização dos conteúdos e atividades a serem propostos no trabalho docente com as crianças a bncc
tem padronizado e alinhado práticas exigindo mesmo da formação Inicial e continuada De professores ao controlar o educativo por meio de testes para medir as capacidades infantis os processos de aprendizagem acabam sendo relegados a segundo plano ainda com a divisão rígida das idades retorna ao cenário educativo a ideia de etapas de aprendizagem de desenvolvimento promovendo-se a sequenciação de conteúdos objetivos o que se vê que a educação infantil tem sofrido várias limitações de vindas da Bncc pois o documento não alude à diversidade de infâncias e o ensino especial enfatiza a cisão creche PR escola bem como a
seriação de atividades elencadas por idade de modo compartimentado a categorização de crianças de até 18 meses como bebês as destitui da titulação crianças e não existe ausência da premissa fundamental da Educação Infantil Ou seja a sociabilidade entre o cuidar e o educar as concepções que orientam o Documento são atreladas a uma concepção tecnicista de currículo e de educação cabe o alerta que Regra geral a definição de um currículo Nacional pressupõe uma homogeneização cultural pois algumas vozes calarão e outras poderão ser ensurdecedor pode-se caminhar para o empobrecimento curricular as inúmeras medidas contrárias à qualidade da educação
nos indicam que nesse século XX entramos de marcha ré na história da Educação das crianças de 0 a 5 anos ou seja a falta de financiamento público e o aumento das instituições filantrópicas nos leva de forma de volta a uma educação assistencialista para atendimento de crianças de 0 a TR e quando se trata de crianças de quatro a CCO há um retorno à educação compensatória centrada na antecipação da escolarização a bncc com seus códigos tabelas e divisões etárias esdrúxulas reduz o dia a dia nas creches e Pré-escolas ao cumprimento de metas educacionais que não coadunam
com um currículo construído coletivamente e em relação com as culturas infantis Muito ao contrário inviabiliza as relações e interações na educação infantil nossa luta deve ser em prol da indissociabilidade né entre o educar e o cuidar e entre o brincar e o agir então Eh eu vou disponibilizar Eh esses slides para vocês vou interromper aqui o Compartilhamento aí a a Sheila vai me vai me lembrar que eu acho que é importante são essas Entrelinhas que a gente precisa ler dentro do da seleção de currículo dentro do que é proposto né pra gente ensinar dentro das
escolas essa reflexão crítica que nós temos que fazer né então lutar por uma educação de qualidade lutar por uma autonomia docente dentro da escola lutar lutar por um conhecimento que precisa ser construído de forma crítica Esse é o nosso papel né enquanto professores consolidados ou professores que vão aí eh se tornar né gestores até de escolas vão atuar dentro das salas de aulas com as crianças Então eu penso que às vezes não é fácil essa luta mas a gente não pode existir n a gente tem que ter esse olhar eh atento sobre tudo isso que
é colocado pra gente seguir dentro da escola a Paula tá com a mão levantada professora ela tem uma dúvida pois não Paula ô direne em relação à interdisciplinaridade transversalidade para ver se eu entendi na até na política de educação ambiental eles são traz a transdisciplinaridade a interdisciplinaridade e a transversalidade São trazidas como três conceitos diferentes não explica né só fala que o princípio da educação ambiental é fazer essas três formas de ensino tá pelo que você explicou Aqui que eu entendi o seguinte a transversalidade seria eh um por exemp tema trabalhado em todas as disciplinas
ética vamos pensar é um tema trabalhado em tudo e a interdisciplinalidade você pega um assunto que vão envolver diferentes temas cada tema de uma disciplina diferente é mais ou menos isso é porque vamos voltar naquele exemplo lá que eu dei deixa eu buscar ele aqui para Nós mudanças climáticas então fomos trabalhar um exemplo entender interdisciplinaridade certo vamos pensar lá mudanças climáticas eu eh eu fiz quatro disciplinas dialogarem entre si porque a temática é a mesma né quatro disciplinas quais foram elas eu peguei a geografia A biologia a química e a sociologia são quatro disciplinas diferentes
que dialogaram entre si cada Cada uma com o seu conteúdo específico mas numa mesma temática então Eh vamos supor que eu estou fazendo ali né promovendo Essa interdisciplinaridade dentro da escola trabalhando algo que é super importante dentro da escola e fazendo que esse algo super importante Tem um diálogo entre várias disciplinas então Eh eu coloquei esse projeto para ser trabalhado dentro da escola o professor de biologia abraçou o de geografia abraçou O de química abraçou e o de sociologia abraçou beleza vamos nós quatro de repente consegue mais gente interessada vamos nos quatro tá bom nosso
tema Então vai ser mudanças climáticas tá aí o professor de geografia falou assim nossa Beleza eu vou trabalhar então meu conteúdo focado ali nos aspectos ambientais físicos certo então enquanto você trabalhar isso eu aqui na Biologia vou falar dos ecossistemas tá tá beleza ah na Química eu vou falar dos gases da Atmosfera e na sociologia eu vou falar os impactos sociais e econômicos de mudanças climáticas Então olha só cada disciplina cuidou ali do seu conteúdo mas numa mesma temática né dialogando entre si o que que acontece na interdisciplinaridade as disciplinas conversam e pro aluno pro
aluno aquele conhecimento ele é amplamente trabalhado o aluno ele é motivado a aprender de Diferentes maneiras dentro da interdisciplinaridade né se a gente pensar por exemplo exemplo do professor Nilson da da USP que é o que tá no vídeo ali da sem que ele fala da da interdisciplinaridade até que ele coloca nós que deveria né uma realidade dentro da escola mas essa não é a realidade da escola ele dá o exemplo da água a água pode ser trabalhada em diversas disciplinas O tema é qual água né o Aluno vai aprender sobre água mas ele vai
aprender sobre água dentro da geografia das ciências da matemática da química a língua portuguesa né pode propor algo também para participar dessa interdisciplinaridade um assunto comum que se dialoga ali entre diversas disciplinas interromper só para tirar uma dúvida pois não transversalidade então seria sempre eh relacionado a assuntos polêmicos ó a Transversalidade ela é relacionada a temas que tem valores muito importantes dentro da sociedade Isso é isso é tipo temas que que que dariam muita discussão para várias coisas né isso por exemplo Direitos Humanos Juliana imagina Direitos Humanos sim é um tema que dá para pegar
is qualquer disciplina educação ambiental é então é foi o que eu entendi mesmo foi o que eu isso a gente tá falando então dos temas transversais né que nós temos vários Esses temas eles eh transversal porque eles atravessam né eles atravessam todas as disciplinas então é possível eh se trabalhar de diversas maneiras eh e Qual é o objetivo né de se trabalhar dentro de de de desse âmbito da interdisciplinaridade da transversalidade é ampliar o conhecimento e tornar esse processo de ensino aprendizagem mais prazeroso n esse esse é o objetivo da escola e por que que
não é uma realidade tá E aí é o É o que eu penso né cada um de vocês pode ter um pensamento diferente por que que não é a realidade dentro da escola porque dá trabalho dá trabalho é muito mais fácil de repente o professor trabalhar no individualismo ele monta a sua aula com o seu conteúdo ele vai lá dá sua aula e pronto acabou agora ele sentar com um grupo de professores fazerem um planejamento Olha você vê isso eu vejo aquilo Ah eu posso também fazer uma Conexão com isso na minha aula dá para
fazer aquilo fazer esses professores sentarem dentro de uma rtina de escola muitas vezes não não é fácil na maioria das vezes não é fácil né então por isso que não é a realidade da escola hoje mas deveria ser Ô Valdirene então a transdisciplinaridade é a mesma coisa que a transversalidade não olha só a gente tá falando de trans você tá perguntando uma coisa Muitíssima importante olha só a gente trabalhou dentro dos pcns a gente trabalhou com essas questões que envolvem a interdisciplinaridade né e a transversalidade tá então é isso que eu acabei de explicar e
aí quando a gente pensa na transdisciplinaridade transdisciplinaridade a gente tá pensando num outro contexto também muito importante sabe mas é um um outro Contexto a transdisciplinaridade ela Procura então fazer a interação como que eu coloco para vocês eh existe uma cooperação entre as disciplinas para fazer uma interação de diferentes saberes sobre determinado assunto a a interdisciplinaridade ela faz as disciplinas dialogarem entre si né a a transdisciplinaridade ela envolve a questão de esgotar Olhares Sobre determinada situação determinada Temática eh pensar ali né as diferentes formas de conhecimento que podem ser colocadas e isso ser assim esgotado
pelo professor na transdisciplinaridade Tá então vamos pensar eh que a interdisciplinaridade ela dialoga entre as as disciplinas existe uma ação que é coordenada né na transdisciplinaridade existe uma cooperação entre as disciplinas tá e entre Eh uma e outra mas não nesse contexto de uma ação coordenada como é lá na interdisciplinaridade então assim muito usada para trabalhar situações mais complexas dentro da escola quando a gente pensa por exemplo no aspecto eh econômico político histórico social né Eh também existe essa interação entre as disciplinas mas não com essa ação coordenada como acontece na interdisciplinaridade mas eu penso
que eh Vocês poderiam explorar um pouquinho Mais sobre isso mas na nossa disciplina aqui quando a gente pensa na questão dos PCM a gente tá falando de transversalidade tá transversalidade E interdisciplinaridade então o que que a gente eh precisa de repente pensar assim olha por que que é importante o professor trabalhar a transversalidade E por que que é importante o professor trabalhar a Interdisciplinaridade dentro sala de aula né É por exemplo trabalhar a interdisciplinaridade porque o professor ele vai possibilitar ao seu estudante ao seu aluno uma visão de diferentes perspectivas em relação àquele objeto do
conhecimento né então ele é apresentado o objeto do conhecimento ele é apresentado dentro de diversas disciplinas de forma diferente uma vai complementando a outra então ao trabalhar de modo interdisciplinar esse Aluno ele passa a compreender esse objeto do conhecimento como parte de um todo então quando eu penso eh nas mudanças climáticas quando eu penso na água e e e e coloco isso em partes a parte da geografia a parte da biologia a parte da história a parte da Matemática a parte da química eu tô possibilitando ao aluno conhecer esse objeto do conhecimento como parte de
um todo então isso dá uma visão para ele de uma realidade concreta mais ampliada né Inclusive ele consegue perceber várias possibilidades de aprendizagem Ele não aprendeu sobre água na Geografia mas ele aprendeu em ciências né ele fez uma leitura de um texto sobre água na disciplina de língua portuguesa e ele acabou não compreendendo ali mas compreendeu aqui né então o conhecimento como parte de um todo tá e a transversalidade ela amplia ela estrapola isso né tudo que é previsto dentro do currículo da escola porque Você pega eh algum tema muito importante e per passa por
todas por todas por todas a escola pode determinar Olha nós vamos fazer um trabalho esse semestre porque consta lá no nosso projeto político pedagógico um trabalho eh como enfoque para Direitos Humanos aí a escola inteira vai trabalhar sobre isso cada um procura o a forma como vai trabalhar né o a interdisciplinaridade as disciplinas se dialogam né os professores têm que sentar tem uma ação Coordenada eles precisam pensar juntos para propor algo e a transversalidade ela perpassa por todas tá eu acho que tem que pensar eh essas duas formas né porque se a gente trouxer as
outras possibilidades para essa temática além da interdisciplinaridade tem a multidisciplinaridade tem né A a transdisciplinaridade tem tem tem muitos enfoques pra gente pensar isso sabe eu acho que a gente podia focar no Transversal né no interdisciplinar pra gente não fazer confusão neste momento tá mas eh é basicamente isso o interdisciplinar tem uma ação coordenada eh essa questão da transversalidade pode ser trabalhada por todas as disciplinas em todos os contextos eh o tema pode ser amplamente debatido dentro da escola pode inclusive ser debatido com os pais né com os próprios gestores não só dentro sala de
aula com os alunos né Pode ser debatido é um tema tão importante que pode ser debatido por Tod todos os atores né Por toda a comunidade escolar e o aluno ganha o aluno ganha muito com isso né porque ele acaba eh obtendo nesse amplo debate diversos Olhares Sobre aquele contexto Os alunos não né quando a gente pensa que a gente tá debatendo dentro da escola de uma forma ampliada por exemplo os direitos humanos não é os alunos né que vão eh ganhar com isso todo mundo ganha né os Professores os gestores os pais então é
interessante porque envolve toda a comunidade escolar Então ela Traz esse essa essa exigência de ter um diálogo entre todos que eu poderia fazer um projeto que vai passar por todas as disciplinas mas ninguém dialoga com ninguém mas foi transversal Eu trouxe um tema que todo mundo trabalhou não eu preciso fazer com que depois haja pelo menos um momento de discussão sobre isso com todos os os Envolvidos assim ô Paulo Seria o ideal sabe porque a ideia é debater isso dentro da escola né então debate na sala de aula com as disciplinas debate de uma forma
ampla para ampliar os olhares sobre aquilo mas eh geralmente a gente não vê que é assim que acontece Às vezes a escola não quer nem fazer um projeto pros próprios professores fazerem isso sabe então assim a gente tem que trabalhar com o que é ideal e o que a gente vê de Realidade na prática né por isso que eh dentro da disciplina eu falo muito sobre essa questão de transformação social do nosso trabalho enquanto sujeito crítico dentro da escola porque tem muita coisa que acontece dentro da escola que a gente sabe como que é que
precisa ser mudado e quem que vai mudar né quem está ali atuando dentro do contexto escolar quando por exemplo você eh tem uma gestão da escola democrática participativa é muito mais tranquilo Você debater e trabalhar essas questões porque a gestão da escola está aberta pro diálogo também então a gestão da escola escuta os professores escuta os estudantes escuta os técnicos que trabalham nesse ambiente escolar escutam os pais né E aí esse debate realmente é com acontece sabe então a gente tem eh vários exemplos de escolas que trabalham de forma participativa democrática porque é muita gente
pensando sobre isso né não não vem nada pronto e acabado Para ser feito assim ou assado não é debatido é planejado é pensado a melhor forma a melhor estratégia quais os temas como que nós vamos envolver os pais no debate ou não vamos envolver Vamos fazer um projeto piloto só nós dentro da escola depois a gente amplia isso E aí é discutido por várias pessoas e aí acaba dando certo viu Paulo quando é assim participativo dá bem certo professora aí respondeu acabou com toda a sua explicação você respondeu a Dúvida da Graziela eu acredito porque
ela pediu para você explicar um pouco mais da interdisciplinaridade a transversalidade e a Ana Elisa ela pergunta se a transversalidade entra na essência do construtivismo Ah eu eu penso que sim porque são temas que precisam ser discutidos dentro da escola né então se eles precisam ser discutidos e muitas vezes não são tem tema que é até obrigatório ser discutido dentro da Escola e mesmo sendo obrigatório às vezes não é não é discutido né então assim é cabe em qualquer lugar e as outras perguntas é se você vai dar alguma dica do trabalho da prova e
aí Elan tá com a mão levantada e também escreveu isso aqui no chat tá bem eh sobre atividade eu tô pensando assim em propor para vocês algo eh criativo sabe que quero que vocês Usem a criatividade para desenvolver a atividade que vai ser proposta dentro da avaliação em grupo viu então eh vão ser sorteados alguns temas e vocês precisam usar a criatividade para fazer uma apresentação sobre o tema que vai ser sorteado os temas tem a ver com os textos que nós estudamos nas semanas tem a ver com o nosso material da disciplina e aí
Eh vai ser eh permitido que vocês realizem ali Consultas aos textos da disciplina quem tem o costume de imprimir pode levar quem tem o costume de ter o material digital pode levar o notebook tá nós eh não vamos assim fazer esse controle do uso da internet né a gente não quer que nada seja copiado viu quando eu falo criatividade não é copia Cola é criatividade mas será liberado na avaliação coletiva da parte da manhã o a consulta aos materiais para que vocês Consigam com a criatividade fazer uma apresentação bem criativa sobre o tema de vocês
Então essa é avaliação coletiva né voltada então para tudo que nós estudamos dentro da das semanas dentro dessa disciplina a avaliação eh individual ela vai trazer também eh questões que envolvem esses textos né que a gente estudou são são textos densos mas eu penso que na web de hoje a Gente conseguiu trabalhar um pouquinho mais cada um deles tá quando eu preparo a web Eu já penso também sabe no no no contexto da avaliação né O que que vocês precisam frisar precisam conhecer um pouquinho mais eu acho que é importante eh pensar em tudo isso
que foi falado aqui tá eh são duas questões discursivas e são acho que poucas questões eh objetivas é uma uma uma avaliação individual assim mas para você fazer uma reflexão mesmo de tudo que que Você viu certo mais nesse sentido acho que essa é a dica que eu posso dar são só essas dúvidas professoras também com uma explicação dessa impossível não compreender que bom essa essa questão da prova né incrível todas as turmas ficam assim até o final da web para saber se o professor vai dar uma brecha do que que ele vai cobrar na
avaliação Avaliação pessoal é o que a gente tá fazendo Aqui isso para mim vale muito mais as dúvidas que vocês estão tirando o que eu tô conseguindo esclarecer o que eu não consegui esclarecer eu peço que vocês busquem que hoje a gente tem muitas ferramentas para conhecer mais tem muitos artigos nós temos muito acesso ao conhecimento né A internet a inteligência tá aí então assim o que eu não consigo explicar vocês tê condições de buscar mais explicações mais esclarecimentos por outras vias até Porque a gente tem um espaço dedicado paraa web e a gente não
consegue às vezes explicar tudo tudo tudo Timtim por timtim né mas a gente tenta então assim eh isso isso aqui para mim é a nossa avaliação trouxe a disciplina de novo para vocês semana a semana discutindo cada texto isso é avaliação Então quem às vezes não leu o texto aprendeu um pouquinho sobre o texto hoje quem leu o texto e não entendeu muito bem aprendeu um pouquinho mais hoje então para mim o Conhecimento tá sendo construído aqui dentro dessa web também né E é isso que vale a pena a gente dialogar e construir conhecimento sempre
eu aprendendo com vocês e também ensinando algumas coisas e vice-versa e assim vamos que vamos né Obrigada acho que é isso né cheiro Sim nós que agradecemos eu acredito que você acabou de falar a respeito de avaliação eu concordo também eu acho que esse momento é muito mais avaliativo do que a prova escrita em si eu também acho Às vezes na hora da prova o aluno fica nervoso Sheila né pessoal às vezes fica nervoso Nossa entende tudo que ela falou sobre aquele texto do Carlos Brandão nossa ela falou sobre o a educações a educações educação
é para vida né e que tipo de homem Eu quero formar ela falou eu entendi chega na hora da prova esquece um bloqueio tá nervoso deu um branco mas sabe sabe então às vezes web é um momento que a gente avalia conhecimento né Eu concordo com Você é é é muito mais importante às vezes do que você marcar X em um papel né exatamente aqui às vezes representa muito mais a construção do conhecimento é mas foi excelente a sua aula professora muito claro muito abrangente eu acredito que todos aqui aproveitaram e v vão se sair
bem tenho certeza vão sim eu também tenho certeza que vão estudem mais um pouquinho fiquem atentos aos textos dá mais uma olhadinha aí no Material a a avaliação coletiva já vem com a proposta com o objetivo também de recapitular muita coisa tá dos textos é leve vai ser uma coisa leve eu acredito que al eles vão conseguir debates que a gente faz durante o o coletivo Nossa praticamente passa toda a disciplina novamente Então é só questão de Essa é a ideia mesmo no coletivo rever tudo para ir pro individual ó afiadinho Então tá pessoal Professora
Muito obrigada pela aula pelas suas explicações pessoal muito obrigada pela presença de todos boa semana excelente semana né para a todo mundo bom descanso estudem e até sábado se Deus quiser excelente semana para todos viu até mais tchau tchau até mais tchau tchau gente