Estamos no ar, diretor, ao vivo >> de Avaré para o mundo. para o mundo e para a Bahia. >> Salve salve Avaré, diretamente da QI Estúdio, com produção, direção e edição da Exemplo Mídia, agência que cuida de tudo aqui do Altcast. E hoje o Bom Filho à sua casa retorna. Nosso amado diretor Éder Luiz está de volta, senhor diretor. Muito boa noite. >> Boa noite, garotinho. E aí, como que Você está? Sentiu falta dessa pessoa aqui que desfala? >> Por onde que tu andavas, hein, rapaz? Rapaz, tava com saudade daqui, ver o campeonato ali da
associação. Tava tomando mais do que meu tempo, cara. Minha mente. >> Aprendeu um futebol pelo menos ali futsal. >> Não, aprendi a editar em 5 minutinhos um conteúdo e subir imediatamente pro pro ar. >> Colocou o pé na bola. >> Ah, isso eu fiz. Quase umas boladas qu derrubei o celular. Assim vai. >> Sensacional. Bem-vindo novamente, diretor. >> Nós, garoto. É nós. >> Está no ar mais um altcast ao vivo para você. Eu sou Altieri Santos. você já me conhece e eu recebo aqui no estúdio hoje especialistas em entretenimento, em bar, em restaurante. Olha, são
os principais pontos aqui da Cidade o qual as pessoas frequentam e eles representam muito os bares, restaurantes e muito mais. Eu tenho aqui ao meu lado Pedro Gracete do seu Zeca. Seja bem-vindo, Pedro. Boa noite. Boa noite, Tieres. Boa noite, todo mundo. É muito, tá muito feliz em tá aqui. É muito prazeroso falar sobre sobre uma coisa que a gente ama, que a gente gosta e dividir um pouco dos perrengues também, né? Sensacional. >> Talvez é isso que todo mundo quer Escutar, né? >> É, também, cara. Chico, o Chico da Ashib Cervejaria, seja bem-vindo ao
Altcast, Chico. >> Boa noite. Boa noite, pessoal do Outcast. Eh, vamos bater um papo gostoso aí e trocar umas ideias. Vamos embora. >> ver como que é a noite avarense. >> Exatamente. E Fernandão, velho amigo, Fernandão da Velha Toca do Lobo. Bem-vindo novamente, Fernandão, >> o mais [ __ ] da história. [risadas] Mas é isso aí. Estamos aí. Vamos, vamos falar. >> Bora. Sensacional. fala as aventuras da noite aí que é maravilhosa. >> Muito bom, gente. Olha só, o programa está aberto, com o chat aberto, inclusive apenas para quem é inscrito no canal. E isso
é proposital, porque nós queremos aquele apoio que a gente merece. E o diretor não quer ninguém no anonimato, né, diretor? >> Exatamente isso. Quer participar, tem Que se inscrever. aguarda o tempinho ali de apuração e pronto. Só mandar sua pergunta aqui, fazer o seu comentário e a gente vai ler aqui no ar se for relevante, né? >> Boa. Então, participa, se inscreve aí, coloca no chat a sua pergunta, a sua dúvida, manda um alô aqui para os meus convidados. É muito importante a sua participação. Aproveita e se inscreve em nossos canais @utcastalkshow. Pedro, Chico, Fernandão,
tô muito feliz com vocês aqui. É um prazer recebê-los aqui no Alticast. E o papo de hoje é sobre o ramo de vocês, o qual vocês são especialistas, né, Fernandão, começando por você, você está à frente da velha toca do lobo. >> Isso >> é um pub, >> é um bar, um rock bar underground. Não é nada comum lá é tudo simples, de louco para louco. >> De louco para louco, >> com certeza. Porque normal não vai lá não. >> Não vai lá. >> Não vai. >> Eu já fui lá, hein. >> Com certeza. Por
isso, né? [risadas] >> Sensacional. >> Chicô, ASHB cervejaria. É isso mesmo. >> Isso mesmo. É, sou distribuidor da ASHP na cidade de Avaré. Tem o impóum do shop, que é a choperia que a gente Conhece, né? Eh, tem o restaurante também, o Zacota, restaurante, né? Zacota também. >> Isso. E estamos aí para >> Sensacional, Pedro. E você está à frente do seu Zeca? >> Seu Zeca. É, a gente tem o bar, Seu Zeca, a gente tem porções, coquelaria, pratos, a gente também tem um braço do seu Zeca que atende eventos, né? Então, casamento, festas, formaturas,
eventos corporativos que a gente leva o nosso Bar, né? a nossa eh a nossa estrutura de bar, de drinks, shope, enfim, para atender eventos e também com com Gobar, com app, né, que é uma startup, uma startup avarense, inclusive 100%, >> criado aqui em Avarela, >> criada aqui, desenvolvida aqui para uma empresa vareense. >> Que legal, >> eh, que que atende o setor gastronômico, né? a gente tá ainda eh expandindo a Varé, a gente tem alguns Estabelecimentos, a gente tá expandindo para outras cidades que a ideia é atender eh o setor gastronômico com uma ferramenta
que possibilite, que ajude, que auxilie eh levar as pessoas pro salão, né? Então isso é uma é uma estrutura de de de tecnologia para provocar, para movimentar, para levar as pessoas para consumir, >> fidelizar, enfim, >> e chamar a atenção da galera. Sensacional. Esse é um dos assuntos que Eu quero abordar com vocês hoje, que é sobre inovar nos dias de hoje. Isso está sendo muito necessário, né? Estávamos inclusive conversando nos bastidores sobre a essa geração que não sai de casa, né? E e como levá-las para o bar, né? Levá-las para o restaurante. Eh, depois
da pandemia, eu mesmo vi pessoalmente diversos restaurantes e bares fechando suas portas e atendendo apenas delivery, né? E a gente tem visto uma grande demanda de delivery, mas no Caso de vocês, o delivery não é tão interessante quanto a pessoa ir até o local, né? De que forma que vocês estão lidando com essa questão? >> É, no meu caso, eu nem tenho delivery justamente por causa disso. Faço o meu lanche na hora do rolê, só >> não faz. >> E eu trabalho mais com banda, né? E é quase uma casa de de show. Vai só
no horário. >> E eu eu atendo só no horário. Acabou. Acabou. Quem teve o prazer de estar lá curtindo o som vai ter o prazer de comer um dos melhores lanches da cidade. Eu posso falar com com mais porque o lanche é bom mesmo. >> Verdade. É top. >> É top. >> Sensacional. >> É simples e tudo. Tem que ser. Não pode ser diferente. >> É a especialidade da casa. O lanche >> não? Qual a especialidade? Tem tem Drinks lá com o nome de vocês lá? >> Tenho diversos drinks, todos eles um copo de 500
ml mais simples possível também. Não tem nada sofisticado. A cerveja tá sempre estupidamente gelada. >> E vamos que vamos. Lanches, porções. >> E o bom e velho rock and roll, né? >> Boa. 500 ml é L, viu? Parece que é pouco, mas é L só. Meio é meio dois, viu? Dois copos é 1 L. É bastante, hein, Fernandão. >> Bastante. >> Chicô, qual que é a especialidade da Ashab e também do Zakota? O Zakota eu já almocei lá, cara. >> Sensacional, hein? Muito bom. >> Que bom. Lá é minha esposa que fica mais à frente,
né? >> Sim. >> Eu eu cuido mais da choperia. >> Perfeito. >> E especialidade nossa é a variedade de Estilos de chope, né? Não de marcas, né? A marca única que a gente trabalha é ASHB. >> É ASHib. >> É, mas os estilos, né? O IPA, o P ou vai eh chopear esse chope de vinho. >> Traduz para mim, Chico. Eu não bebo shope, cara. >> Tá. Só >> aliás eu conheço só o Pilsen. >> Isso. [risadas] Pilsen é o que a gente costuma, >> o tradicional >> tomar muito no Brasil, né, por ele ser
mais leve. Eh, mas em outros países a a tendência assim é eles tomam outros tipos de mais forte, né, de trigo, chope mais forte, né, tipo o de trigo é o alemão toma bastante, né? O paywayo foi foi o primeiro tipo, o chope, a fermentação do tipo e foi a primeira que surgiu, né? >> Correto. >> Depois que surgiu os outros tipos de Fermentação que que faz a cerveja pilson hoje, por exemplo, né? Então, a gente trabalha com variedades, variedades de sabores de shop também, eh, drinks, variedades, né? Porções e lanches, tá? Uma grande variedade
de porções e de lanches, tá? >> Temos música ao vivo todos os dias também, >> tá? Eh, varia muito gênero também, né? E >> de vez em quando faz uma costela Maravilhosa. >> É, a gente faz um almoço de vez em quando também. Fernandão tá falando dessa costela aí. Eu não sei se ele tá me convidando para irá comer ou tamanho. Ó o tamanho da barriga da criança. Você acha que [risadas] >> ficamos a >> costela? Isso é >> é mesmo. >> Geralmente no domingo, um domingo no mês a gente faz. >> Sensacional. Me avisa,
hein, Chico. >> Tem que acordar de madrugada para pôr a costela que ela fica 7 horas lá. >> 7 horas. >> Sensacional. Costela é costalo, né? >> Quando tiver, nós vamos lá comer, hein, Fernand? >> Tem que ter paciência para ficar certo. >> Tem que ter paciência. O duro é dormir. O duro é dormir sábado tarde e acordar domingo de manhã, né? Nossa, mas aí ninguém vê. É você mesmo quem prepara. >> Não, tem gente >> aí tem a pessoa que faz perfeito. >> Mas o olho do dono tem que tá em cima. >> Mas
a gente sempre tem que tá atento, né? >> Mesmo, viu? Mesmo quando não tá, tá com o celular, tá olhando, tá acompanhando. Isso. Se ele tiver na casa dele tentando dormir, ele não vai dormir. Então é melhor tá lá. Mas graças a Deus eu tenho uma equipe muito boa, sabe? >> Parte de gerência, a equipe realmente assim demorei para acertar. Diferença tremenda, né? Não é fácil. Faz 10 anos, eu vou fazer 10 anos esse ano de bar e a equipe realmente é muito boa, veste a camisa, sabe? A gente tem uma relação muito boa, graças
a Deus. >> Que legal, importantíssimo. Pedro, e aí, quais as especialidades ali do seu Zeca, do Gol Bar? Cara, o seu Zeca quando a gente criou, né, a gente abriu em 2019, Eh, a gente queria trazer uma coctelaria diferente pra Varé, né? Então, na época até >> coctéis, >> é diferentes. Então, assim, eh, os tradicionais, né, que a gente sempre tem, os clássicos, que era que é legal, mas apresentar alguma coisa diferente, né? Então, a gente tem um drink que vai numa bota, o drink que vai num regador, >> um drink da banheirinha, assim, a
ideia é sempre >> eh trazer coisas diferentes, até mesmo nas porções, né? Então, a gente tem uma roda gigante de coxinha, que coxinha vem na roda gigante, enfim. Então, sempre quando a gente vai criar alguma coisa, inventar, ela tem que ser ou diferente no no sabor, né, na legal >> na composição dos ingredientes ou na apresentação. >> Legal. Você busca uma temática ali, >> a pessoa acaba se divertindo, comendo, bebendo, experiência. >> Você já começa a a a degustar o alimento quando você quando ele chega, se ele já chega de é >> primeiro você come
com com os olhos, depois você vai, meu, e é bom para [ __ ] lá, velho. A gente tem um drink da pipoca, então assim, cara, pipoca doce, então vem num pote com pipoca, a pessoa 100% das pessoas antes de tomar pega, come uma pipoca ali, né? Então assim, que é que é o final do do bar, né? bar ele tem que ter uma experiência, Né? Porque a pessoa legal >> tem que sair de casa para a cerveja ela tem em casa. Mas aí o bar isso daí cria a identidade do bar. Eu vou lá
pr para por causa disso, disso e disso. Acabou. >> Cria uma experiência gastronômica ali, realmente algo diferencial. >> E isso faz toda a diferença no bar. >> Faz toda a diferença desde um de um do teu atendimento tem que ser sempre. No meu caso, eu não falo nada porque lá na toca você vai ser mal atendido, não tem Jeito. [risadas] >> É temático. Éático. >> Por isso que eu falo que é um bar underground, mano. De motociclista para motociclista lá a gente é é daquele jeito mesmo e acabou. V >> eu lembro o dia que
eu te pedi uma cerveja lá a a vez que eu fui, o Fernandão nosso, eu pega lá, [ __ ] [risadas] >> Enche o saco, [ __ ] >> Você pegou, você foi pegar? >> Ah, então pronto, [risadas] funcionou. Funcionou, >> cara. É porque lá a gente a gente tem a gente formou uma roda de amigos, né? E eu e é assim mesmo, eu abri, é diferente. Queiram, não queiram. Meu meu lado é outro, é diferente do de vocês. Eu jamais quero chegar ao nível de vocês. O meu negócio é mais underground mesmo. É o
que eu gosto sempre vai ser assim. Eh, eu nos bar são são nichos, são temáticas, são objetiv público Diferenciado, tudo. Eu piro quando eu vou no bar, vejo aquele tudo sofisticado, aquela coisa linda e é da hora. [ __ ] mas se eu for pegar para beber, eu tomo 15 daquilo lá. Eu tô [ __ ] [risadas] >> Aí não trabalha, né, Fernandão? Vocês consomem durante o trabalho? >> Não, >> não, >> nada. >> Bebida alcoólica? Não, >> não tem como, >> cara. Até mesmo comer lá assim, a gente come, né? Mas [ __ ]
quando é para se divertir, a gente vai em outros lugares, entendeu? Não adianta. Consegue. Eu eu como lá, cara. Eu como lá sempre legal. Vai falar da costela, filha da [ __ ] Não, [risadas] não. Costela >> é o lanche, as porções. Eu gosto também com durante o durante o trabalho não, né? Mas assim, putz, antes de começar, depois de começar, >> primeiro que você beber entrar no teu trabalho é totalmente inviável, porque você tá você tá merced de de n problemas que você pode ter durante a noite. Você pode sofrer uma fiscalização, você pode
ter problema com um cliente bêbado, um tombo. >> Ah, é um trabalho, né? Não é só porque você tem que estar preparado. Pensou, você tá lá mandando cerveja para dentro, como eu já eu já fui atendido por dono de barca e o cara tava com bafo de Cerveja desgraçado. Como é que pode? Eu acho um absurdo isso daí. Eu depois que eu abri o bar diminui 90% o meu próprio consumo de cervejar que eu mandava pr dentro. >> Eu nunca vi dono de bar que bebe dá certo, cara. >> Eu nunca vi. Pode ser que
exista, mas que eu conheço não. >> É, eu também não. Porque se o cara tão chapado quanto o cliente, >> absurd, >> qual o controle dele? Empresa >> cara, é um serviço como outro. Assim, as pessoas às vezes acham que bar é diversão, né? É, >> é diversão que o dono do bar não trabalha. >> Tem muita gente que imagina não. >> Ou que só trabalha à noite bar se não der cer o estoque. >> Esses dias eu comecei a a publicar porque falaram para mim: "Ah, dando do Bar só trabalho à noite". Uma pessoa
falou para mim, >> é fácil. >> Daí eu comecei a tirar foto, tudo que eu fazia de dia, cara, e postava no Instagram mesmo da empresa, cara. Ah, porque, né, desde manhã tá lá forne toda a parte de escritório, toda a parte de controle, tem uns desenvolvimentos que tem que fazer, se tem uns pratos que precisa criar, se tem estoque, contagem, >> não é só chegar, abrir e vender a Cerveja gelada, o shop gelado, o drink. Quando uma pessoa, quando dois amigos vão montar um bar, geralmente eles sentam numa roda, daí eles falam: "Vamos montar
um bar?" A gente trabalha de dia e à noite a gente monta o bar, né, >> cara? Nossa, nós vamos ter um trabalho se não aguenta. Eu >> ten outra coisa, né? Acho que eu sempre falo, tem tem são duas coisas. Você gosta de bar ou você gosta de ter um bar. >> Não são coisas excludentes, ou seja, você pode ser os dois, né? Putz, eu gosto. >> Sim. >> Mas, cara, ter um bar é totalmente diferente. Você gostar de bar, você gostar de estar no ambiente, >> é uma empresa, é um negócio sério, né?
>> Envolve pessoas ali, envolve negócios. cortar vocês para falar que o Piranar, já que o papo é de bar, mandou uns quitutes para vocês agora que acabou de Chegar já. Sim, rapaz. >> É, >> gente, Piranargues, a dega completa aqui de Avaré que tem tudo pra sua festa, seu churrasco, seu esquenta aí, ó, mandou uns quitutes aqui para pros nossos convidados. Sensacional, gente. Tá aí. Muito obrigado, >> Piranargues. Abraço, Thagão. Piranargues tá apoiando o Altcast desde sempre, hein. >> Tem mais, >> ô diretor, tá de brincadeira. >> Alguém quer uma coca gelada? >> Ah, é.
Vai bem. [risadas] >> Sensacional, Fernandão. Aí, eita. Valeu, Thago. E >> ele mandou também aqui, ó. Ah, eu tava tirando o sarro do Fernandão aqui. >> Ele tá querendo levar a gente pro maior caminho já. E enferrujar aqui o radiador Do Fernandão. >> Vocês aceitam coca? Vou na aguinha aqui mesmo. >> Vai na aguinha. >> Vou na aguinha. Coca tomar baixo da mesa. Não coloque no na visor. Beleza. >> Mas pode >> aproveitar. >> Mostra aqui, diretor. >> Ah, para mostrar não tem problema. Fazer o merchan, né? Você vai de coca? Vai >> de coca
um pouquinho. Coca. >> Pera aí que eu vou eu vou mostrar aqui pra galera, hein? Coquinha sensacional. Valeu, Thago. >> E ele pensou em tu também, garoto. Ó, >> mandou uma sem açúcar também, ó. >> Sensacional. Aí que isso, hein? Generoso Thago, hein? Incrível. Eu vou tomar já. Olha aqui. Spatenem geladi, ó. Geladíssima, viu, Fernandão? >> É bom essa daí. Dá >> não, só depois. >> Horário de trabalho, né? Trabalhando. [risadas] >> Ah, >> que que vão pensar da gente se a gente beber em serviço? Pô, não pode. >> A gente tá falando de trabalho
aqui. Você bebendo, Fernandão. Tá certo. Não é isso aí? >> Sensacional. Bora comer, gente. Que que vocês querem aqui? >> Você que manda à vontade. >> Tem bacon, tem camarão com pimenta. Que Isso, ó? Pimenta mexicana. Pimenta mexicana é top, hein. Bora. Vamos abrir aqui, ó. Vou botar. Ô, ô, meu diretor. Opa. >> Eu consigo trocar esse potinho aqui, por favor? >> Consegue? >> Eu acho que tem precisa de um maior, meu diretor. >> Maior >> isso para caber tudo isso aqui, hein? Deixa eu ver se eu tenho. >> Boa. Enquanto isso, eu vou fazer
o seguinte, ó. Deixa eu dar um recadinho para você de casa, ó. Tá vendo isso aqui? Esse aqui é o meu family cart. Pois é. é o meu cartão de benefícios. Gente, Family Card tem milhares de estabelecimentos credenciados, ó. E aqui na cidade eu uso esse cartão para fazer compras no varejo, os principais supermercados, farmácias, postos de combustíveis e muito mais. E atenção Você que é funcionário público do município de Avaré e é associado à Associação dos Funcionários Públicos do Município. Se você não tem o Family Card, peça o seu para a associação ou entra
em contato direto com o Family Card, viu? Além de milhares de estabelecimentos credenciados, você ainda tem acesso ao clube. Bem, um clube de vantagens para você e sua família é o Family Card e a Associação dos Funcionários Públicos do Município de Avaré, juntos para facilitar o seu dia a dia. Family card. Ó, eu tenho o meu. Pede o seu aí, hein? Isso aqui eu não largo por nada. Vocês já aceitam Family Card no negócio de vocês? Hum. Eu ainda não, ainda não. Eu vou passar o contato depois, hein. Eu quero lá gastar o meu family
card lá, hein. >> Demorou. >> No seu Zeca, na Ashb, no Zacota, lá na velha Toca do Lobo. Sensacional. E ó, vocês viram o que que chegou aqui Na nossa mesa? Copinhos da Igo, mobilidade urbana. Pois é, o maior aplicativo de mobilidade urbana do nosso interior paulista. Aig mobilidade urbana. Se você precisa viajar, passear, se você precisa fazer suas compras, estudar, se você quer ir passear no seu Zeca, na Ashib ou lá na Velha Toca do Lobo, vá de Iigo mobilidade urbana. Se beber não dirija, claro, se precisar se deslocar vá de ig. Tem aqui,
ó, o Qcode que tá aparecendo aqui na tela. Aliás, o QR code é aqui do lado esquerdo e tem aqui o cupom Outicast 10, viu? Aplique aí Alticast 10, cupom de descontos da Igo, mobilidade urbana. Você quer viajar com conforto e segurança e pontualidade, vai deigol. Aliás, essa semana foi aniversário do Léo. O Léo é fundador da Igol Mobilidade Urbana, nosso parceiro. Fica registrado aqui um sincero e fraterno abraço a você, Léo. Parabéns pelo seu aniversário. Inclusive o Léo e o Flávio, que são as pessoas o qual Fundaram a Igobilidade Urbana, eles têm uma importância
muito grande em nossa região. São parceiros de diversas empresas. diversas ações sociais, né? E através dos negócios deles, muitas pessoas, muitas famílias aí são impactadas de forma positiva. Então, parabéns pelo seu aniversário, Léo. E claro que você seja muito próspero aí com a Igade Urbana, que já está presente em mais de 17 municípios. Sensacional. Igol mobilidade urbana. Ô meu diretor. Obrigado aqui, senhores. Eita laá. Agora sim, ó. Pimenta mexicana. Legal. >> Pimenta mexicana. >> Para beber mais. Para [risadas] beber mais. >> É tática. Zé tática. >> Sal na pipoca. >> É sal na pipoca. >>
Joga mais. Toma mais água. Mais chuva. >> Estratégia, hein, Pedrão? [risadas] Camarão, bacon ou pão de alho. >> Camarão. >> Camarão. Bora, vamos misturar aqui, meu diretor. O senhor tá aí petiscando também? >> Tá na mão, ó. Sensacional >> aí. Incrível. Boa. Fiquem à vontade, senhores, por favor. Olha, gente, o papo aqui tá muito bom e eu faço questão que você participe aí da sua casa, viu? se inscreve aqui em nosso canal e participa do chat mandando alô, Mandando perguntas. Afinal de contas, o programa é feito para você, viu? E já tem aqui participação. Júnior
Andrade. Ô, Júnior, abraço para você. O Júnior tá aqui mandando um alô para todo mundo e pro Fernandão, ó. Grande Fernandão no salva com os rolê rock and roll na cidade. Sensacional. >> É isso aí. Gente boa para caramba. É nós. >> Odair Gomes. Boa noite, parabéns, senhores. Eh, e Simonete >> é o Lucas. >> Lucas Simonete. >> Ah, ó, se estivesse aí eu estaria pedindo nesse exato momento, hein? >> Tá falando lanche lá. >> Sensacional. >> Com certeza. >> A toca é igual está na casa da gente. Abrimos a geladeira e pegamos cerveja. É
verdade. O Fernandão fala: "Pega lá, caralho." Tá bom. >> Imagira. Você tá me defamando, [ __ ] Eu [risadas] não falo essas coisas. Xaveco não fala mesmo. Foi super bem atendido lá. >> Pior mais ou menos. Mais ou menos. [risadas] >> Ah, o Júnior Andrade disse que quer comer quituts lá, hein? Sensacional. >> Sabadão. Estamos lá. >> Muito bom. Galera, qual que é o maior desafio? Há quanto tempo existe o seu Zeca? >> Bremos 2019. Outubro de 19. >> 7 anos. >> É 6 anos e pouquinho. Vamos fazer 7 anos. Ess >> vai completar 7
anos. Asb. Faremos 10 anos do bar, né? A distribuidora já 14 anos. >> Nossa, a ver >> do lobo, 2 anos e meio. >> Poxa, qual que é o maior desafio que vocês enfrentam para se manter eh abertos ali em funcionamento? >> No meu caso, legislação. >> Legislação. >> Problema com altura de som. >> É o som. >> Som. Reclamação da vizinhança. >> Não dá para tocar rock. >> Não tem como. Não, não dá para tocar rock. E quem toca pagode, não dá para tocar o pagode. >> Qualquer som, >> qualquer coisa. A legislação hoje
é muito, eu não vou falar rígida, é uma Vergonha, porque uma cidade, uma instância turística, você não poder ter uma música ao vivo dentro de um bar é um absurdo. Não vou falar que não incomoda, é claro que incomoda, mas não fica a noite inteira. E tá sendo o grande problema de todo bar. Isso daí não pode, não pode nada, nada é tudo com problema. Esse é o maior desafio >> no meu caso, é o maior desafio do rolê é isso daí, porque o o bar já tá estabelecido, tem sua Clientela própria, graças a Deus,
tem louco para caramba que curte o bar. >> Show. >> Mas a gente sempre trabalha com aquela dúvida. Tem que est preocupado em controlar a altura do som, manter o som sempre muito bem regulado, que é para não extravazar. É complicado. No meu caso, a minha maior preocupação é isso daí, porque o rolê a gente faz, é, é vira eu com auxílio da minha esposa, que é uma uma tanque de guerra que pau para Toda a obra, o meu filho que também faz os lanches, é maravilhoso. >> Trabalham lá com você >> e ela que
tá, ela na verdade ela que tá à frente. >> Como é o nome da esposa? >> A Kelly. >> A Kelly. >> Ela que manda e obedece quem tem juízo. E assim vai. E vamos que vamos. >> Muito bom. >> É nós. >> É. E o seu no na ASHB, qual que é o maior desafio, Chico? >> Eu acho que todo dia tem um desafio novo, né? >> E vai vai aparecendo mais, né? >> Vai aparecendo mais, né? Eh, um dia é reclamação de som, outro dia é mesa na calçada. Eh, sempre acham algum problema,
né? É legislação, né? Correto? >> Eh, eh, tem a Lei é para ser cumprida é mais 55 dbis, 65 db num som. Se um carro passar na rua agora, ele ele se você medir aqui >> é mais de 70 >> já ultrapassa, entendeu? Então é um negócio e como o Fernando disse, é, a gente tá numa instância turística, né? Eu tô na avenida de Avaré, mesmo assim eu tenho problemas, entendeu? >> Você vocês vocês estão em áreas comerciais, né? >> Não são áreas residenciais, né? Não, >> o meu é comercial. >> Comercial também. É, eu
acho, acho que quando eu, quando eu penso em desafio assim, a ti, eu vejo que eh o bar ele é muito exposto a a gente fica muito exposto a diversas situações de mercado, temperatura, eh comportamento das pessoas, né? Então, se a gente for passagem, que a gente tava comentando antes, como era o comportamento pré-pandemia, como é o comportamento hoje pós-pandemia, a gente Tá muito exposto, né? né? Então a gente tá cara, tá frio, a gente é muito exposto. >> Chuva, >> chuva exposto, questão financeira, putz, se por algum motivo o mercado não tá legal para
todos os mercados, a gente também e eh sofre. Por quê? Porque o cara que ia toda semana, ele ele passa a ir uma vez cara 15 dias. O cara que gastava 50, ele passa a gastar 40, ele passa a gastar 30, né? Então a gente é Muito exposto e o desafio é conseguir ler isso, né? Ou >> e se adaptar. se adaptar ou tentar >> vencer essa >> e vencer isso. Ah, a gente tava aberto durante a pandemia, cara. >> Foi uma situação que >> pagou para trabalhar. >> Não, a gente não sabia o ia
fazer e era dia a dia e e pós, né? E o pós >> a gente não sab, o problema é que a gente não sabia quando ia acabar, né? >> É. Então assim, >> então mandava abrir, no meu caso, ah, vai abrir esse final de semana, eu comprava shope, chegava segunda-feira, aumentou o número de mortes, ter que fechar. Eu perdia todo o estoque meu, porque o chope vence muito rápido, entendeu? Essa é, esse foi o grande problema, né? E é negócio de fiscalização, né? Ah, >> não. E o e o pós também, né? Porque as
pessoas saem menos, né? É aquela velha História. Antes, que eu até comentei antes, a gente sempre fala isso, né? >> Antes, na sexta-feira era: "E aí, para onde a gente vai hoje?" >> A pergunta era essa. >> Pergunta era essa. >> E agora a pergunta é: "E aí, vamos sair ou vamos pedir alguma coisa?" Então, não que o delivery hoje não seja algo relevante no mercado gastronômico, eu acho que é sim, >> sim. >> E isso é é muito forte e aumentou muito, mas olhando pro nosso setor, tá falando sobre mesa, sobre atendimento presencial, eh,
a gente tem esse ponto, né? Então, como é que a gente vai trazer? Como é que a gente vai vencer isso? Como é que vai vencer um dia frio, >> né? Como é que vai vencer um dia com chuva? Tá, tá calor, calor, calor. De repente, pum, tá frio. Ou tá calor, tá tranquilo, >> tá seco. De repente vira tudo. De Repente, como eu peguei vend que arrancou tenda, arrancou tudo lá e fez aquele puto estrago, depois abriu um sol maravilhoso e ficou o bar acabado e a gente sem condição de abrir, >> é, então
a gente fica exposto. Então o desafio é ler, desafio de estratégia, vai de de manter o negócio é ler isso. Fora os outros desafios de você, cara, contro que qualquer outra empresa tem também, né? Burocracia. administrativo. Tem uma gestão muito Forte, né? Porque as pessoas acham, ah, só porque tem um bar, o cara não não conta a cerveja, conta. Tem entrada, tem saída, tem balanço, tem, estávamos brincando, >> tem números, tem indicadores. É um negócio que a gente vive disso, né? É brincadeira. Tem gente que fala, senta numa rodinha de bar e fala, fala com
os amigos, né, Chico? >> Geralmente assim, né? O, o bar surge assim, né? >> Da hora, a ideia é maravilhosa, né? >> Pessoal tá bebendo lá. Vamos montar um bar. Olha lá, aquele bar tá cheio sempre. Vamos montar um >> para ninguém ver os boletos que o cara tem pagar na segunda-feira, né? A gente trabalha no dia e abre o bar da noite. E >> abre o bar à noite, >> como se quem tem o bar à noite não trabalhasse, >> como se não fosse profissional na área, né? >> O cara olha para você, ele
enxerga um milionário ali, né? >> L sabe que a conta tá estourada, o carro financiado três vezes porque ele teve que financiar para pagar pronanto para trás. >> Difícil. Difícil, hein? >> Complicado. >> Essa questão de mesa na calçada é muito polêmica. Inclusive, eu ando pela cidade, ando muito. Eu vejo muitas calçadas arrebentadas e parece que não Há fiscalização para isso, mas se tiver uma mesa na calçada aí de um bar, a galera cai matando em cima. >> Isso tá tá acontecendo, tá tendo algumas denúncias, né? Se eu não me engano, a lei fala que
você tem que deixar 1,20 m pra pessoa passar. >> 1,20 m. >> A gente deixa, costuma deixar, né? Mas às vezes depois que o cliente senta, ele vai para trás, né? >> Aqui em Avaré criou-se o aquela, eu Tenho que aparecer no rolê, então eu tenho que estar no meio da rua, >> correto? >> E eu acho errado. Por quê? Porque na rua você hoje os tempos estão mudou completamente. >> Sim, >> meu. Você tá sujeito a um cara vir mexer com você? É muito noia, tem para todo lado, em toda a cidade, é inacreditável
a quantidade. Eu acho um absurdo. Eu sou de São Paulo, Tem muito barzinho com meses na rua, mas eu sempre tenho tá dentro >> dentro da do estabelecimento, >> justamente por causa disso, porque você não sabe o que vai acontecer. Eu já vi cada coisa em bar lá em São Paulo que você fala: "Não, isso não tá acontecendo e aconteceu." >> Mas, Fernando, eu eu tenho um espaço grande dentro. >> Uhum. >> Mas as pessoas gostam de sentar, >> gostam de ficar na rua, >> gosta de ver o movimento, cara. Ah, tanto é que eu
fiz o deck agora lá na frente >> por causa disso. É, >> ficou legal. Uma coisa que se a turma tá reclamando da das calçadas, tem podia fazer que nem faz em São Paulo. Você compra, você aluga da prefeitura a área de estacionamento na na frente do baronamento. >> Aí você monta um deck ali, ali é tua Área, você monta tuas mesas ali, a calçada fica livre. >> Fica uma ideia pra prefeitura aí, né? >> É uma boa. Em São Paulo tem muito isso aí. Você vê os bar, >> [ __ ] Eu acho muito
bonito, cara. Eu eu adoro passar na avenida e ver os bares cheios. Não só o meu, a cidade inteira é legal. Isso é bonito, é bom pra cidade, entendeu? >> Fomenta o turismo, né? >> Fomenta muito o turismo, que nem a turma Fala da toca. Ai, faz barulho. Foi vizinho, no caso, né? Eu tenho um problema com o vizinho lá. E só que ele não olha que eu de geralmente quando tem evento grande, eu loto, boa parte dos hotel menorzinho, pousadas, essas coisas com o pessoal que vem de fora. Isso daí ninguém leva em consideração,
[ __ ] A gente tá numa instância turística. Fecha todos os bar para você ver para onde que vai isso aí. Vai ter turismo onde, >> pessoal? Antigamente o pessoal ia muito para Botucatu. >> É verdade. >> Hoje eu arrisco a dizer que a noite a variência é menor que a noite do Botucatu. >> Ó, isso é importante. >> Eu falo isso daí com com propriedade, porque a quantidade de banda que procura a gente para vir tocar aqui é inacreditável. Por quê? Porque em Botucatu mesmo tá tá complicada essa Situação. Não sei por qual motivo,
não entrei em maiores detalhes, mas saturou lá. >> E olha que a renda per capita de lá é quase o dobro daqui e a população também acho que é uma vez e meia, uma vez e meia maior. >> E a gente tem bastante bar aqui. A gente tá representando três bares aqui. >> Não, tem muitos bares, muitos bares bons bares de qualidade. Temos o Lucas lá da da o Lucas da da do Benjamim. >> Benjamin. O Lucas do Benjamim. Sim. >> É muito bom. Tem aquele original que abriu agora. Tem a cachaçaria, tem o backstage.
A >> cachaçaria tá meio mudando para restaurante agora, né? Não tá. >> A cachoçaria é um estilo próprio deles, né? >> É, eles estão mais pro lado mais familiar, vamos dizer assim. Tem aquele >> uma galera das antigas que >> lado original, como é que é o nome? >> É o backstage. >> Backstage. Isso é nunca fui lá, mas é muito bom, >> muito bom. >> E o seu Zeca também tem umas mesas para fora ali, né? Mas dentro do espaço dele né? A gente tem um deck grande na frente ali. Foi o que a
gente colocou. É, a gente tem também um deck do lado. A gente tem uma área externa grande ali, mas é dentro da >> Cara, eu acho muito bonito esses espaços De restaurantes que tem de de bares, que tem guarda-sol, que tem essa. Fica muito bonito, realmente, né? >> Fica agradável ali, né? >> Fica agradável para caramba, né? >> Muito bom. >> E na boa, tinha que haver incentivo por parte da população, ó. Vamos incentivar porque é o seguinte, vocês geram emprego. Você gera emprego para quantas pessoas? no seu barco >> direto, indiretamente 12 famílias. >>
12 famílias. E lá na >> Mais de 20, >> mais de 20h eu trabalho em família lá. >> Você trabalha em família? >> Tem algumas pessoas que vão ajudar pessoal do próprio motoclube mesmo. >> Pois é, mas é uma família com certeza, >> né? E e o o a velha toca do lobo é grande, cara. Eu fui lá, eu eu pude escolher sentar lá fora, lá dentro. >> Tem um quintal maravilhoso lá. >> Sensacional demais. E não é só isso. E de forma indireta você tá tá gerando ali, né? Tá girando tudo tudo que a
gente compra é comprar. A gente compra no comércio e avaré, certo? Não, eu não compro nada fora, tudo aqui dentro. E vai ser sempre assim, porque a gente tem que fomentar a nossa cidade mesmo. A gente tem que fortalecer a nossa cidade >> com toda certeza, >> porque é um absurdo. Ah, eu tenho um Comércio aqui, eu vou comprar fora. Não, se tem possibilidade. E não é fácil comprar aqui não, porque é fechado. É bem fechado. O pessoal aqui é muitas vezes é mais caro, né? >> Exatamente. >> Às vezes é mais caro, às vezes
não tem. Quando não tem, eu busco fora, mas >> eles não têm eles não têm aquela aquele hábito de falar: "Não, eu vendo, eu vendo esse copo aqui, ó". >> Uhum. Ah, acabou. Vou pedir outro. [ __ ] antes de de acabar já compra. Deixa só Não, não. Eles fazem aí, espera. Demora tanto tempo ness. Aí você tem que ir para outro canto, entendeu? É complicado isso. >> Muito complicado. >> Eu ouvi, aproveitando essa deixa aí, né? Uma pessoa falando sobre frango assado, né? Não tem nada a ver com assunto, mas ela falou assim: "Se
você começa a vender frango assado na garagem da sua casa e você tem uma clientela fixa, no Dia que você falhar e a pessoa for comprar em outro, é o suficiente para você perder esse cliente." >> Perdeu. É, >> o cliente hoje é disputado a tapa. Imagina se >> a fidelização do cliente é muito importante, né? >> Muito importante. Certeza. E eu perguntei para vocês dos desafios porque acredito que um dos grandes desafios seja a mão de obra, não a a Falta de pessoas, mas a escassez de mão de obra no mercado. >> Isso tá
em geral, >> tá geral, né? Parece que falta muito se reclama, mas pouco pouco se empenha em melhorar a pessoa mesmo para poder >> pois suprir as necessidades, porque a turma gosta de falar não tem emprego, não tem emprego emprego alguns tem bastante >> até tem, >> porque todo empresário que você Conversa, >> a principal reclamação é a falta de mão de obra específica. >> Falta mão de obra. Mas sabe uma coisa que eu vi depois da pandemia que aconteceu e parece que é muito geral, não só com bares e restaurantes, mas antes da pandemia
se via muito curso profissionalizante e pós pandemia parece que isso decaiu de uma forma. >> Hoje tem um problema de não fechar sala. Os cursos estão aí, não fecha a sala Porque falta interessado. >> Não tem interesse, >> certo? Eu acho que a pessoa eu acho que a pessoa prefere fazer uma faculdade, por exemplo, >> da que às vezes um curso técnico. >> E eu não sei se daqui a um tempo, talvez um técnico seja isso. >> Isso que eu falo, prestação de serviço. Um eletricista daqui um tempo encarnador provavelmente vai ganhar mais do que
Alguém que é formado num faculdade, entendeu? Olha, na própria Aigonidade, >> muitos motoristas são formados em direito, são bacharéis ali em diversas áreas, administração e são motoristas da IG. >> Sim. >> E estão ganhando muito dinheiro, estão sustentando suas famílias comigo mobilidade, né? Eh, a faculdade é muito interessante, é muito importante, mas precisa o o os profissionais ali, Principalmente ah profissionalizante mesmo, essa parte técnica, tá faltando já, já tá faltando no mercado, realmente, né? >> Sim. Eu acho que a gente tá vendo uma transição, né? Tá vendo, talvez uma instabilidade, como é que vai ser,
se vai ser curso técnico, vai ser mais ou graduação ou eh falam-se muito sobre automação, né? né? O que que vai conseguir automatizar, o que que não vai, o que que vai ser interessante, o Que que não vai ser interessante, né? >> Vai ter uma seleção muito forte. >> Então, >> então acho que é uma transição. Daqui uns anos a gente vai ver uns 10 anos >> vai correr para para onde o dinheiro for, né? Exato. Porque a tecnologia ela já tá aí, já lançaram inteligência artificial para tudo, já está sendo implantada inteligência artificial em
tudo. Eh, vocês usam automação, né, no no na empresa de vocês e tudo mais, Porém eh tem um paradigma muito grande aí que as pessoas estão Você tem você usa também automação? >> Não uso nada, meu. É no caderninho mesmo. Vai que vai usa [risadas] >> a automação do Fernandão é Vicky, mas usa da idade da pedra. Ela vendia portuguesa ela. Pois >> boa. >> Sensacional. Mas o que eu quero dizer é o seguinte, muitas pessoas estão dizendo que a inteligência artificial vai Substituir pessoas e tudo mais, só que é o contrário. Vai precisar sempre
de pessoas, >> com certeza, >> né, para liderarem, para manipularem tecnologia e inteligência artificial. Enquanto tiver chucro que nem eu, vai ter que ter, porque, cara, é complicado, velho. Não >> precisa. >> Ainda hoje eu tava vendo um negócio de fazer adesivo pro bar. [ __ ] Atendimento da empresa totalmente eh é automatizado. Automatizado. >> Um joinha e tchau, cancelei. Eu tenho que explicar o que eu quero. Não é a máquina >> falar com o humano, né? >> Vi direcionar. E não sai aquilo que a gente quer na na verdade sai do jeito que ele
acha que tem que ser. Isso. >> E eu não eu não concordo com isso daí. sabe que a própria internet, ela já atingiu o ápice dela de coisas Artificiais, né? Eh, vocês estão na internet também, vocês devem saber. Nós chegamos num ponto em que tudo que se criava na internet era artificial. O cara de gravatinha, de eterno, todo bonitinho. Agora as pessoas na internet elas já querem ver coisas mais naturais. >> É >> o mercado regulando, né? as pessoas. >> A internet ela tá fazendo isso aqui. A tecnologia é a mesma coisa, como você tá
dizendo. Eu trabalho com tecnologia Também. >> Eu odeio ser atendido por alto atendimento. Hoje virou um vício isso daí. Você vai pedir uma pizza, eh, você tem que ir no cardápio. Mas eu quero com mais moçarela, eu quero com menos mussarela, eu quero massa grossa, massa fina. Isso não tem na aplica. Isso casa é uma rep. >> E quero conversar com uma pessoa. Às vezes eu tô conversando com o cara da telefonia lá. Eu quero conversar com uma Pessoa, quer >> você quer mandar o cara para aquele lugar e você não pode, porque se você
é [risadas] toma um processo gamag de festa. >> Isso é importante, cara. Mas a mão de obra que nós temos falta em todas as áreas, ela não tá buscando nem se qualificar com tecnologia. Parece que as pessoas estão parando no tempo, né? Isso é uma realidade, porque a gente tem dificuldade para achar mão de obra, Tanto sem tecnologia quanto para tecnologia. Não encontra, não encontra. E as pessoas precisam buscar conhecimento e precisam buscar qualificação. Isso é muito importante. Independente de ser bar, de ser restaurante, em todas as áreas, em todas, eh, não se encontra técnico
de informática mais, só encontra os caras das antigas, técnico, jovem, >> mecânico de autos. Então, >> não tem mais >> mecânico. Já é trocador de peça, né? Já é trocador [risadas] de peça. Aqueles camarada aqui só fala que que tá acontecendo. Ah, o motor tá fazendo tec tec tec. É tal defeito. Ah, tá fazendo tac tac tac. É tal defeito, cara. Acabou. Isso aí já era. É um abraço. O cara já a tem que passar no scanner e meu. É, é brincadeira, velho. É brincadeira. >> Então, olha, e essa é uma grande Preocupação do mercado,
acredito, que é a qualificação de profissionais e e a falta de mão de obra. as pessoas não só pela falta, mas tão faltando pessoas no mercado procurando emprego. >> Eu acho que não só qualificação, viu? Eh, eu eu busco muito pessoas que desejam às vezes primeiro emprego, sabe? E pra gente tentar moldar da forma que a empresa pensa, né? E mesmo assim é muito Difícil, né? É difícil. Eu não sei, é uma opinião minha. Eu acho que às vezes é muito pouco para quem recebe e muito para quem paga, sabe? E fica essa discrepância, >>
essa discrepância. As pessoas hoje elas elas estão interessadas em quanto ela vai ganhar, não enquanto ela vai te produzir para poder valer aquilo que você tá pagando. >> Então, mas assim, o salário que a gente De quem para quem recebe parece ser pouco e para quem paga é muito porque tem muita coisa embutida ali, né? Então, >> eh, existe muitos benefícios hoje também que se a pessoa for registrada, ela vai perder. Isso também >> é um problema. Eu não sou contra os benefícios, mas eu acho que deveria haver alguma forma aí de dar benefício para
quem realmente precisa ou por algum tempo, né? uma forma de você até justificar a sua pobreza, porque ai Eu eu tenho que continuar assim, porque senão eu perco. >> Cara, eu eu acho um absurdo essa quantidade de de benefício. Hoje >> tudo a pessoa não trabalhar é lucrativo para ela. Para que que eu vou enfrentar um batente, ganhar R$ 80 por dia? Se o bolsa tal, vale tal, vai me fornecer isso daí? O cara não tá nem aí. E se ele for registrado, ele perde. >> Virou uma fábrica de, desculpa, é feio falar até, mas
virou uma fábrica de Vagabundo isso daí, porque tem muita gente que não tá nem aí para trabalhar. É, é feio falar, eu sei disso daí realmente, >> mas é verdade. É feio. É, é, é crítico pro país isso daí. Sim, >> porque o país não produz, a a produção do do país acaba diminuindo, se retraindo e cada vez mais gente dependendo do benefício e reclamando de benefício, reclamando, reclamando, reclamando. Vai chegar uma hora que isso Vai causar um problema sério, porque as contas não vão bater, >> aí acaba caindo aonde? na própria população, na própria
pessoa que depende dos benefícios, porque ele vai acostumar, vai acostumar e vai chegar uma maro que não vai ter da onde tirar, porque o governo tá achar. Cada vez tá apertando mais o empresariado e todo setor, todos os setores. Uhum. >> Vai chegar uma hora que não vai funcionar, mas a roda não vai mais Girar. >> Essa roda já tá oval, ela já tá prendendo. >> Mas para ser difícil virar, >> difícil, fica difícil trabalhar, >> com certeza. >> E depois que você dá um benefício é muito difícil você tirar, né? É o >> quem
que vai ter peito de tirar agora? >> É porque é muito antipopular você tirar um benefício, né? Agora certeza >> eu não sou contra que nem a pessoal Recebeu um um Bolsa Família, ó, você perdeu o emprego, beleza, você tem tal curso para se qualificar, tal curso, tal curso, tal, dá diversos caminhos, você tem tanto tempo de benefício, vai se qualificar, o governo montar, sei lá, uma estrutura para poder direcionar essa pessoa para um para um uma um nicho de trabalho que ela possa se virar sozinha. Meu. Ah, você não quer ir? Perdeu, filho. Você
também vai perder do outro lado. Aí o cara vai ter que mexer, >> vai ter que levantar a bundinha da cadeira, porque senão tá ferrado. >> É, é. Para tudo tinha que existir limite, né? Ó, tem benefício até certo ponto para você correr atrás. Aí, >> porque não tem. Por que que o cara vai levantar? Eh, se o cara vai ter um final do mês, ele vai ter pelo menos pro básico. >> E é uma forma de politizar, né? É uma forma de politizar. Com certeza. >> Claro. Você dá, você dá um benefício pro Cara,
o cara vai lembrar de você. Toda vez que ele falá recebeu bene estratégico, né? É, não, não adianta. E e não tem como fugir desse assunto porque, >> eh, acaba tornando difícil o processo para você contratar e para você manter profissionais, né? Porque querendo ou não, a pessoa hoje ela vive iludida com internet. Ah, vou qualquer coisa eu vou virar blogueiro. Ah, vou virar um apresentador de podcast aqui que vai dar Tudo certo. >> Vou abrir um podcast aí. Pronto. [risadas] >> Quem quem viaja que é fácil, né? Pedrão tô ganhando rios de dinheiro aqui,
viu? >> Mas viu, mesmo para para ser blogueiro, para trabalhar com conteúo na internet, o cara tem que o cara tem que aprender, cara. >> Só os bons que vão se destacar, na verdade, né? >> É como qualquer outra profissão. >> É igual jogador de futebol. O cara ser bom. O cara pode é bom, é bom, mas ele vai ter que treinar para [ __ ] Ele vai ter que passar em monte de peneira, ele vai ter que Então assim, >> é o que eu vejo a geração que tá vindo, perdeu-se aquilo que nem na
minha época. Eh, eu quando eu tinha 11 anos, eu pedi pro meu pai: "Pai, me dá uma bicicleta". Meu pai tinha dinheiro, mas era aqueles português filha da [ __ ] falava Português correto, né? >> Fala aí o português. >> Fala: "Não tenho dinheiro". Falei: "Tá bom, então vou arrumar um trampo e vou comprar minha bicicleta". No primeiro salário fui na loja e comprei uma bicicleta. Meu pai de birra comprou outra. Eu fiquei com duas. Eu tinha uma cala cross e uma cala E10. >> Ó, que beleza. >> É. Aí o que que aconteceu? Nunca
mais parei de trabalhar. Hoje a molecada de Hoje, capaz que tá preocupada com isso daí. Ah, não tenho dinheiro. Sabe qual que é o meio que vai tomar? Ou >> sabe que é um grande erro da nossa geração? Um um pensamento da nossa geração. Acredito que tenhamos aqui idades próximas, né? A minha geração. >> Mais ou menos, viu? Porque dono de bar cada ano é sete, viu? [risadas] Chico tem 18 anos. Ele tá com a saidade, mas ele tem 18 anos, entendeu? [risadas] >> Chico tem 18 anos ali, ó. Fernandão tá com 21. >> Cada
ano dia pega aí quantos anos? 15 anos. Faz sete aí ele tem caramba. >> Eu sou da geração que eu ouvia dos meus pais. Tudo que o meu pai não poôde dar, eu vou dar pros meus filhos. >> Esse é o grande erro dos pais. >> Ex. >> Tudo que eu não pude dar, tudo que eu não pude receber, eu vou dar para os meus filhos. E aí, o que que tá Acontecendo? A galera não tá aprendendo a pescar, já estão recebendo peixe de bandeja. >> Exato. >> E aí fica difícil, meu amigo. E aí
a gente cai nessa nessa questão de encontrar mão de obra, né? Às vezes o filho não quer trabalhar, o jovem que precisa trabalhar, mas não quer trabalhar. Você começou cedo. Eu comecei cedo também. Eu com 14 anos, pô, meu pai é pedreiro, cara. Com 14 anos estava Batendo massa pro meu pai lá. E é muito difícil. E aí é é uma um grande erro dessa geração, essa esse dilema, o que eu não tive vou dar para os meus filhos. Não é dar, é ensinar, né, cara? >> Eu tudo que eu que eu pude proporcionar pro
meu filho, eu eu não desperdicei uma oportunidade. Eu tinha tudo que eu tinha que zoar eles, eu zoei mesmo. Vai trabalhar e não enche o saco. >> Perfeito. Você ensinou o caminho. >> Graças a Deus tem uma filha formada. Meu Filho mais velho é comerciante, tem um tem um comércio de peças, tá bem encaminhado, a minha filha é psicóloga e o meu mais novo, graças a Deus, passou na USP, vai para São Paulo agora semana que vem e vai >> vai seguir o caminho dele lá, porque eu não tive estudo, não tive nada >> e
eu fui chato para caramba. A molecada, não sei como é que não não fugiu de casa, não é? [risadas] Mas é, graças a Deus, eu fui muito Agraciado com isso daí, mas eles sofreram porque não tiveram bem. Não, >> boa. >> Não tiveram mesmo. Agora das dificuldades que a da mão de obra, a gente sabe que existe uma dificuldade em todos os setores, mas vocês trabalham com produtos perecíveis, produtos que vocês dependem de fornecedores, bebidas, comida. E aí vocês são produtos que precisam de Preparo ali na semana, no dia, né? Produtos que precisam estar gelados
ali. Como que vocês lidam no dia a dia com isso? Porque vocês acabam dependendo muito dos fornecedores, né? >> Sim, sim. >> É, você tem que é tem que tem cada produto tem sua particularidade, vai, vamos dizer assim. Às vezes você você faz um negócio em casa, ah, vou fazer um, pô, sai, mas como é que você faz numa cozinha industrial que você abre Todos os dias? Funciona, não funciona? E se não sair, como é que você faz? Como é que você planeja isso? Como é que você prepara? Como é que você produz, né? >>
Peso certo, >> peso certo, embalagem correta, tempo de preparo, porque uma coisa é você falar: "Ah, vou soltar um lanche aqui, cara. solta um lanche com aquela filipeta ali cantando e mais 30 na sua frente. >> Então assim, o desafio é como >> eh ter tempo de entrega com manter Qualidade, manter giro, conseguir comprar com bons fornecedores. >> Eu falo que um dos um dos segredos de de cozinha é o porcionamento, né? Você fazer as coisas antes, né? Deixar tudo preparado. É tudo já encaminhado. Deixar tudo encaminhado eu costumo usar um um uma analogia com
a prensa. Tem tem que ser um processo da prensa de estacionamento duplo, né, cara? Era era um botão só para ter a prensa. O cara fal perdi a mão. Para não perder a mão, Colocaram dois botões pro cara ter as duas mãos e ocupadas para ele não perder a mão. Então, >> processo na cozinha tem que ser igual. Mesmo se o cara quiser errar, >> perão, >> ele não não vai conseguir errar. É tempo, é preparo, é é porcionar do jeito que tá. nem já já coloca >> as grandes indústrias regem os valores, acaba eu
vou dar um exemplo, eu trabalho com Tecnologia, a as coisas de informática nos últimos dias deram um salto que praticamente já dobraram de valor. Memória RAM que custava R$ 80, agora custa R 400. Então assim, triplicou o valor. Eu não sei se vocês souberam dessa questão, mas a Nvidia tá montando o computador para inteligência artificial mais poderoso do planeta. O que que ela tá fazendo? Comprando tudo. >> É a maior empresa do mundo hoje, né? >> Comprando tudo. Só que aí nós aqui >> é >> faltou >> sobe o preço, né? >> Sobe o preço,
triplicou o valor de produtos de tecnologia. vocês compram de grandes fornecedores, grandes indústrias, principalmente da da cervejaria e tudo mais. Como que vocês lidam com esses fornecedores? Porque há um monopólio querendo ou não. O fornecedor ASHB é só da ASHB. O Fornecedor da cerveja X é só da cerveja X, né? >> Como que vocês lidam com isso? >> É, e a gente não tem estoque, né? Você não consegue estocar nosso estoque curto, não 21 dias. 21 dias no máximo. >> É, o shop dura 20 dias, cara. É >> no pau da viola, no >> pau
da viola e depois que você engata ele é três dias, entendeu? >> Então ele é uma bomba relógio. Você Engatou ali, meu amigo, >> choveu três dias, Chico. >> Choveu três dias já era. Entendeu? >> Vai lá, vai lá na chuperia tomar lá. >> Somos amigos e vamos que churrasco. >> Caramba, amigos que gosta, né? >> Se acabar a energia no bar de vocês, >> chora, meu amigo. Não tem o que fazer. >> Ch [risadas] >> chora e pede desculpa, né? >> Não tem o que fazer. Fal que aconteceu uma quarta-feira, Eu tava com Chris
Rockfeller no bar, o bar cheio, acabou a luz três vezes, demorou 40 minutos a primeira vez para voltar. E aí você vai falar o que pro teu cliente? Virou bagunça, porque todo mundo se divertiu na bagunça que a gente acabou, não tem o que fazer. Um breu desgraçado no bairro inteiro. Eu, meu, em 2026 aconteceu um caso, é uma vergonha para uma empresa realmente, >> certo? Que cuida você acabar uma luz de um bairro inteiro numa quarta-feira que Não é num horário de pico de consumo, não tava a temperatura, ah, não tem dessa de ar
condicionada, é não sei que lá, não é isso? É falta de manutenção e uma sem vergonha filha da [ __ ] da empresa, porque é um absurdo acontecer. Existe alguma lei que fale, olha, não pode faltar energia por tanto tempo no num bar ou existe alguma coisa assim ou não? >> Eu eu desconheço. Eu sei que eles avisam às vezes quando vai ter >> desligamento. E outra, queimou dois, no meu caso queimou dois freezers. >> Eu acho que existe alguma coisa que conseguir o ressarcimento. É uma briga. >> Você tem que tirar lá, ó. Daí
eles falá: "Não, não teve variação. Não, não teve". Eu, graças a Deus, eu tenho 100 testemunha lá que que o negócio vinha e ficar batendo, >> correto? >> E aí? É brigar com peixinho pequeno, brigando com peixe grande. >> A bebida gelada, a cerveja, principalmente, se ela perder ali a temperatura, ela choca, né? >> Sim. >> É, você tem que manter sempre uma, >> no mínimo, se você deixar ela quietinha, ela não mexer na geladeira, ela não vai chocar, mas se você se variar muito a temperatura, ela perde um pouco só. >> Acabar, se acabar
a energia por um dia. >> Ah, >> ah, por um dia perde. >> Sai correndo colocar na geladeira dos outros, >> pegando emprestado. >> Mesma coisa com as porções, inclusive. Ah, colocando criser da sogra, da mãe, do amigo. >> Nossa, é muito difícil, hein? Jogador, >> já fiz isso algumas vezes. >> Caramba. >> E comigo o negócio de energia aconteceu em dezembro. Tivemos, chegou a derreter o fio do poste lá e aí não tinha o que Fazer. A CPFL foi lá, falou: "Ó, não tem o que fazer". Aí era 11 horas da noite, eu acho
que tinha mais de 500 pessoas na choperia. E aí, graças a Deus, pelo menos no computador tinha no break. a gente conseguiu encerrar as contas ali, mas assim, teve muita gente que foi embora sem pagar, mas mandou mensagem depois, sabe? Pessoas elas são elas são honestas, >> não? A maioria noite >> 95% acho que é maioria assim >> 95% são honestos. >> Eu acho que até mas os outros cinco são corintianos. Eu tô brincando. [risadas] Brincadeira. >> Mais ou menos isso. Brincadeira. >> Ainda bem que você tem palmeirense aqui, hein? [risadas] Eu ia falar de
palmeirense. >> É, se falar de palmeirense. >> Eu achei muito legal. Teve gente falou: "Fila tava muito grande, eu fui embora, mas eu consumi tal". Pode olhar lá. >> Puxa, que mandava. >> Nossa, isso é importante. >> É, existe amizade também, né? Muita gente conhecida. Pessoal, é uma cidade pequena, você não tem como você fugir. Que no meu caso, eu tenho as, meu, eu tenho cliente lá que vai, acho que toda semana desde que eu abri. Se o cara pagar no dia, não pagar também vai a semana que vem paga. Eu manda um Pix, me
manda mensagem no É da hora. É legal. Então não preciso. [risadas] >> É, você não vai querer ver que eu vá na porta de sua casa, né? Mandar um recado bem dado para você, né? [risadas] Mas então você paga, viu? >> Ele falou, falou que pode não pagar, mas não que vai acontecer se você não pagar. >> Pagar na hora, né? Não pagar na hora. >> Não pagar na hora, né? >> Tá certo. >> Mas depois a gente vai conversar frente À frente. Aí o negócio entorta um pouquinho. >> Melhor pagar. É. falar e pagar.
Olha, deixa eu dar uma dica para você. Quer fazer suas compras com conforto, comodidade e economia? >> Baixa o aplicativo do Saladão que está aparecendo aqui no seu vídeo. Pois é. No Saladão Supermercados tem o Clube da Economia Saladão, o aplicativo do Saladão que você economiza muito. Tem cashback direto no app para vários Produtos selecionados. Então, parte do valor desses produtos voltam para você gastar nas próximas compras, viu? E tem mais, tem combos incríveis e tem economia de verdade. Olha, com o clube da economia Saladão, tá aparecendo aqui o Qcode, né? Baixa aí no seu
celular, hein? Com o Clube da Economia Saladão, você tem a sensação de levar o supermercado para dentro da sua casa e você escolhe se você quer que o Saladão entregue aí no conforto do seu lar ou Você pode retirar rapidamente em uma das lojas, viu? Saladão, Supermercados, tem quatro lojas em Avaré, uma em Arandu e tem uma inauguração prestes a acontecer aqui na Avaré. Aqui na cidade de Avaré você não pode perder, hein? Saladão Supermercado, ponto certo da economia. E também quero falar para você famosa fábrica de sorvetes Palácio do Sorvete Express. Pois é, o
sorvete da Palácio você já conhece, né? picolés, sorvetes e açaí de fabricação própria. Agora você Pode frequentar a fábrica da Palácio do Sorvete para retirar o seu sorvete ou até para tomá-la mesmo. Fica na Avenida Carlos Ramirez 108, no Jardim Europa. E olha, você pode mandar uma mensagem, tem um QR code aqui na tela também. Muito bom, né, cara? >> Você é bom demais, Chico. >> Costo benefício. >> Sensacional. Excelente, cara. Pego. >> Ol, juro para você, eu fui pra praia esses dias, eu peguei um sorvete lá do Rochinha. É gostoso também. >> R$ 25
assim, uma bolo >> e vou falar para você, do palácio é melhor e você paga seis, cara. >> Vale muito a pena. >> Não é muito bom, cara. É muito bom. >> É um orgulho pra varé assim de verdade, cara. Eles >> são bons mesmo. E olha, gente, a Palácio do Sorvete é entregue em qualquer lugar aqui da cidade de Avaré. Você manda mensagem no QRcode ou no número de Telefone que está aparecendo aqui no vídeo. O robô chamado Itfood vai atender você, vai enviar o link do cardápio, você escolhe os seus produtos e a
Palácio se encarrega de entregar aí no conforto da sua casa, viu? E você ainda pode levar Palácio dos Sorvetes para o seu evento, para sua festa, seu churrasco. A Palácio envia até carrinho para você servir seus convidados gratuitamente. Então não perca tempo, salva esse número aqui e pede. Inclusive, diretor, nesse final de semana eu pedi palácio do sorvete em casa, hein? Sensacional. Palácio do Sorvete Express. >> A gente revende o sorvete do palácio lá. >> Olha que incrível. Nossa, é incrível. >> Muito bom. >> Sensacional. >> É um sabor terremoto que é sacanagem. >> Terremoto
>> é um chocolate amargo, cara. É, >> é bom demais. Não, eles usam produtos de Altíssima qualidade. É incrível. Galera da palácio. É, >> é bom mesmo. Serv, >> são bons mesmo. Qual que é a a sua porção que você mais vende lá, Pedro? >> A gente lançou uma porção ano passado, chama Um bolinho de cupim. É um cupim desfiado. >> Muito bom. com tem uma massa bem legal que vai catupiri, é bem temperadinho. >> Olha que interessante >> bolinho de copinho é o que mais vende o drink que a gente mais vende é nosso
Moscomule, que é um drink com gengibre que a gente produz, né? Algo bem bem artesanal, bem gostoso. Vai com aquela aquela espuma em cima. É. E chope, né? Chope Brama. >> Caramba, vocês precisam ficar inventando, né? Você precisa buscar coisas ali. Não é só vender cerveja, >> não. Buscar, inventar, testar. Às vezes dá certo, às vezes não dá certo. >> Pedro, quando for me testar [risadas] me chama, hein? >> Mas nem nem sempre dá certo, viu? Vocês só vem só só vai pro salão depois que testou muito. >> Depois que testou muito. Eu sou um
bom degustador, viu, cara? >> Tem que ser crítico. Ô, Chico, qual é a porção que mais vende lá na Ch? >> Hoje a porção que a gente mais vende é o filé mon molho gorgonzola. >> Filé minon molho gorgonzola. Também Vendemos muito a batata australiana e o frango com molho mostarda. São três carros chefes ali. >> Três pratos que mais saem na Ache. >> Sim, mas nós temos mais de 30 tipos de porções, sabe? Picanha, contra filé, >> bastante >> é dadinho de tapioca, crispo de mussarela. A nossa cozinha é maravilhosa assim, sabe? Eu tenho
muito orgulho dela. >> Que legal. >> O pessoal deve tá vendo lá. Mandar, mandar um beijo para eles lá. >> Pessoal tá tudo assim agora lá. Juliana. Sensacional, hein? Chegando >> Mas é bom. Tem equipe boa. É sensacional, cara. Bom, >> chegando lá vai ter aumento. Tô brincando. [risadas] >> É, eles já ganham bem, hein? >> Qual é a porção que você mais vende lá, Fernandão? >> O meu meu ramo de trabalho é diferente Do deles. Meu, meu bar não é um bar underground, meu. É o básico. A gente tem porção de de >> Cara,
eu comi um salgadinho lá que é sensacional. A gente tem as coxinhas, tem kibe, tem agora tem quitute de calabresa, a gente tem os anéis de cebola que é muito bom, sai bastante, fritas, eh, calabresa, essas coisas simples >> e uns hambúrguers, né? >> É, o meu forte é o hambúrguer. Hambúrguer, principalmente o bacon salada, que é maravilhoso, é muito bom. >> Então, o molho da casa lá, tem toda uma técnica que meu filho faz, é uma, é sensacional. O moleque é diferenciado. E eu vou ter um sério problema agora porque ele vai pra São
Paulo, né? Vai para lá. Então, minha filha vai assumir e eu e ele e ela tem que fazer exatamente como ele faz. >> Mant. >> Aí o pau vai fechar. [risadas] Não é Fácil. >> Incrível. Por que que eu tô perguntando isso para vocês? Porque vocês trabalham com bar, né? que quando se fala em trabalhar em bara, imagina-se que a pessoa só vai para beber, mas vocês precisam ter uma cozinha, uma cozinheira ou vários cozinheiros ali, pessoas preparadas para preparar o lanche, as porções, os pratos, né? E isso é muito importante. E como vocês estavam
dizendo, é necessário e é importante Causar esse impacto, essa experiência gastronômica pra pessoa, né? Então a pessoa ela vai lá no seu bar, ela vai consumir um drink, uma cerveja, um chope, mas ela também vai ter essa experiência gastronômica de poder comer e precisa haver um casamento entre o que eu estou bebendo e o que eu estou comendo, né? Isso é importante, precisa ser digestivo, né? >> Vocês têm cozinheiros nos restaurantes de vocês? O seu filho? >> O meu é o meu filho e a minha esposa. >> É eles que comandam lá. >> É, ainda
por um tempo eles vão continuar. Eu vou pôr outra pessoa no lugar do meu filho que vai ser, >> a gente vai fazer umas mudanças agora pr incrível. Mas de qualquer forma, há um estudo em cima disso, um preparo só própria cozinha em casa, saiu tudo de lá. >> Você me chama então para comer qualquer a toca do lobo veio de uma de uma, entre Aspas, uma brincadeira. >> Uma brincadeira. >> E tá dando certo >> dentro com todos os perrecos que a gente passa, porque a gente não mejava chegar, né? Mas pegou, tá legal.
Eu gosto muito de lá. >> Bacana. >> O meu forte são os eventos são trago banda de fora até. Eu eu sou louco por isso. Daí >> eu levei meu sogro de 75 anos na toca do Lobo. >> Ele é do sertanejo. Ele estava lá só aqui, ó. Uhu! Eita o sogrão. Só no rock and roll lá. >> Sensucional. Você sabe quando eu comecei em 2016, voltando a falar de de cozinha, né? Eu comecei sem cozinha, né? Eh, na verdade não era nem para ser um bar, era para ser minha distribuidora de shop e e
as pessoas começaram ali a ir consumir no copo, tal. E eu comecei a vender no copo. E aí, Aí passou um tempo, o pessoal, ó, tem que ter alguma coisa para comer, né? Daí começamos a fazer algumas porções frias, depois já foi uma fritadeira para fazer batata e o negócio só foi crescendo, crescendo, escalando, Chico. >> É, hoje em dia, graças a Deus, >> que bacana. >> É, nós já passamos por três lugares, né? A primeira choperia ali na frente do prédio, cabia 12 mesas, na segunda cabia 20 ali na esquina e hoje cabe 80,
graças A Deus. >> Que legal. Mudou bastante, né? Foi um lugar que você pegou ali. É sensacional. É, eu gosto muito da região ali. >> Muito bom na entrada da cidade, né? >> Sim. >> E o seu Zeca começou já com cozinha bombando ou não, >> cara? Já se Zeca, ele nasceu >> a gente, a gente começou no setor em 2007, né? Eu era moleque, trabalhava com meu pai. A gente primeiro, primeiro Negócio que a gente teve do ramo de de alimentação, assim foi as foram as cantinas do centro avariense. Ficamos lá 2 tr anos,
depois abrimos o porão em 2009 que era um pub. Cara, >> eu cheguei lá muito bomilos >> aquilo, aquilo é um pub. >> Verdade. >> Ficamos lá de abril a dezembro de 2009, aí teve um desentendimento comercial lá, a gente entregou o ponto. Aí em 2010 a gente abriu Madalena, ficamos 10 anos. E Aí 2019 eu morava em São Paulo na época. Eh, e aí a gente queria abrir uma coisa diferente aqui com a coquetraria diferente, né? Então assim, trazer algumas coisas legais para cá, porque eu sou defensor de Avaré. Avaré é excelente. Isso aqui
é um paraíso. Não somos daqui, eu também sou de São Paulo. Vim para cá, moleque. E a ideia, quando a gente abriu o seu ZC em 2019, no comecinho era ter um bar pequeno, era ia ser um box só para 78 meses para testar O mercado, né? Aí a primeira vez que a gente foi lá, falou: "Ah, e aí que tal colocar um deck aqui na frente, né?" Aí a proprietária, putz, abraçou a ideia também, achou maravilhoso. Aí logo a gente conseguiu pegar o do lado. Putz, o negócio foi foi >> foi crescendo. >> Abrimos
em outubro e veio em março, veio pandemia, né? Então a gente ficou cinco meses aberto. Então assim, a primeira temporada ali de 19 a 22 a gente foi foi Tocando porque foi mudando muito, né? Mas aí quando a gente nasceu, a gente já já queria uma uma cozinha diferente, com porções diferentes, com uma apresentação criativa, né? E sempre trazendo essa essa experiência, né? Lógico que com o tempo a gente foi alterando, mudando, né? No começo nós não queríamos ter pratos eh refeição, né? E hoje a gente tem refeição, né? Tem tem quiser uma coisa vai
pro outra. >> É. E aí, mas assim, é o que eu falei, Tem que ir lendo o mercado, entendendo, testando, né? [ __ ] testa, não deu certo, beleza, mas você tem que ir testando, porque se você não testar, você nunca vai saber se o mercado tá mudando ou não, né? >> Correto? >> E inclusive hoje a gente até aos sábados, né, em partir primeira semana de janeiro, a gente começou a abrir eh pro almoço aos sábados. Não, não, não abríamos só da tarde pra noite, né? Mas Como a gente colocou os pratos, né, foi
encorpando a cozinha e a cozinha aquele negócio, né? Putz, quando você coloca um prato, não é só um prato, é um prato, é os insumos desse prato, é a embalagem desse prato, é como é que você vai porcionar isso. Então, às vezes você coloca um item, cara, você tem mais um monte, né? Então, você tem que ir também escalando aos poucos para você entender. >> Tem que pensar em tudo, >> tudo. >> Vou colocar uma parmediana lá. Mas pera aí, parmediana vai batata, vai molho, vai mussarela. Preciso de tabela. Você tem que produzir o molho,
você tem que arzenar o molho, >> não pode ser qualquer molho porque senão >> Exato. >> É compra que você vai fazer, tem que ter a tua identidade. Não adianta você pegar um, que nem eu vejo muito aqui, pizzaria, colocar molho pronto, cara, é um absurdo. São Paulo sempre uma Pizzaria, você comprar o molho e vender e pôr na tua pizza, pode fechar as portas. >> Ninguém compra. >> E eu já ouvi de don uma pizzaria que a vigilância sanitária não permitia fazer o molho. Mentira isso daí. Eu não vou dar nome porque é vergonha
pro cara, porque eu falei: "Mano, você tá falando isso para mim, velho? Verdade. >> Beleza. Cara, é um pecado porque a Pizza, o o sabor da você pode ter o maior massa, a melhor massa do mundo com os melhores recheios. Se você não tiver um molho próprio, com a tua identidade, >> molho bom. Você matou a pizza. >> Molho bom. >> A gente vê muito aqui em Avalé. Vocês estão vocês são testemunha. É, é uma vergonha isso daí. Então, cada restaurante tem a sua identidade, tem o seu tempero, o seu toque especial. Lá na toca
eu tenho isso daí. Meu, meu filho Faz um faz um tempero o hambúrguer com a técnica que ele usa para fazer o hambúrguer, que é dele. E tem diferença isso daí, porque o hambúrguer você vai lá, ele tem ponto. Geralmente é aquela, né, aquela obra de hart, né, carne tipo de carne que meu filho sempre falou: "Pai, menos é mais, não precisa inventar muito que a gente". Exato. Cardapio extenso é um perigo assim, né? Você tem que ter uma [ __ ] estrutura que eu não tenho. >> Imagino que você tem que ter na cozinha.
Você tem que ter de tudo. Você tem que >> Por isso que eu falo o o lado do bar tenho nem eu não sou 10% que eles são, >> mas eu tenho a minha identidade. Você, o pessoal sabe que vai lá e vai comer daquele jeito. Como ele tem o dele, ele tem o dele. >> Sim. E olha, precisamos tirar o chapéu pro Guto do São Pastel >> também. O cara tem mais de 800 itens no seu cardápio e o cara administra aquilo Com uma maestria, meus amigos, fazer uma crítica. Eu eu sinto muito o
caminho que o São Pastel tá tá tá caminhando. >> Por quê? >> Porque eu já fui mal atendido lá. Um dia no almoço eu esperei para almoçar e quando eu almocei a comida tava fria. >> Eita! Ela tava, não dava para comer, certo? E ainda me cobraram o que é um absurdo também, que não pode, né? Se eu bater, eu não vou fazer isso daí. O que eu deixei no prato, eu não comi porque Tava tava congelada a comida, >> correto? >> Eu achei um absurdo isso daí. >> Não deu sorte, hein, cara? Não, não
é, ele vem perdendo a qualidade. Eu já fiz uma crítica no Google a respeito. Ele tá deixando na mão de funcionário que não tá cuidando da marca dele. É uma pena, porque é uma é um [ __ ] de um bar, >> um ba. Eu acho que eu acho que a gente tem que se colocar no lugar. Eu acho que é um é um ponto nosso. >> É, >> eh, se colocar no lugar, não vou falar que não acontece comigo, acontece. E tá assim, mas eu acho que a gente tem que se colocar. Não é
acho que não é não é justo >> bater assim nele, não, tá? A gente a gente apanha também, né? >> É, é difícil tocar, cara. >> Difícil. É difícil tocar. >> É jogo duro. Eu já eu recebi uma uma Resposta na hora >> que não era para ter recebido da pessoa que eu recebi foi chato. >> Porque é uma casa, pô, o São Pastel quando ele era um aquele meu, o pastel dele é magnífico, [ __ ] Sempre foi, >> era uma referência. >> Come aquele pastel nordestino que tem, que vende lá. >> É muito
bom. Eu acho que quando você tenta abrir muito o teu leque de de acaba complicando as outras coisas. Se Você é eu na época que ele era pastel virou começou a aumentar um pouquinho, acaba imagina o tamanho da cozinha que ele tem que ter. >> É, você faz rodízo de pizza agora. >> Faz rodío também >> faz. Tá fazendo rodío de pizza. >> Nossa, eu vinha de São Paulo. Eu vinha de São Paulo, era sagrado. A gente vai, vai São Pastel, comer pastel, >> correto. >> Sentava na calçada. Fala tanto da da Calçada. da calçada
ali, eu frequentei muito ali. >> Boa. >> É muito bom. É um pecado ver às vezes a qualidade que aí ele tem que controlar mais o funcionário. >> Sim. Correto. >> Para não acontecer esse tipo de coisa, porque é complicado. >> Correto. É, realmente. Eh, acredito que você não tenha tido sorte aí, né? >> Sim. Tomara que que mais >> porque eu eu frequento lá e poxa, sempre foi muito bom lá. >> Ele faz uma porçãozinha com uns hamburguerzinhos pequenininho. >> Uma delícia. Aqueles hambúrguers são deliciosos, realmente. >> Muito bom. E o cara tem 800
produtos ali no cardápio dele, né, cara? >> E o que você quiser. E sabe o que é interessante? Cozinha dele deve ficar. >> Nossa, cara. E sempre tem tudo lá. Todos Os ingredientes tem tudo, cara. Isso que eu acho muito impressionante porque tem lugar, é como o Chico falou, precisa tomar muito cuidado com cardápio extenso, né? Mas o cara lhe administra aquele cardápio lá e não falta nada, cara. Você pode chegar lá qualquer hora, qualquer dia que tem tudo lá. Eu acho isso incrível. Chapéu para ele. Eu tiro o chapéu da alguns anos ele começou
começou na na combi, na praça, foi aumentando. Uma pessoa que tá muito Tempo assim, a gente tem que tirar o chapéu, né? Como abrir o negóci, abrir o negócio é difícil. >> Manter depois de muitos anos é 500 vezes mais difícil. >> Umas mudanças, desafios. Cachaçaria é um comércio que já tá há muitos anos. Deve ter o quanto? 30 25 anos. >> Ah, por aí, hein? >> Também sempre com a mesma qualidade. Agora parece que eles estão mudando mais para tipo mais restaurante agora. >> É, eles eles são eles têm um escondidinho que é muito
forte lá, né? O escondidinho da da cachaçaria é muito famoso, não é? >> É o que eu falo, cara. A varé, a noite a varé é muito boa. Você vai ouvir muita gente falando que não >> sabe? Às vezes é, mas é síndrome, é o síndrome do do virau, cara. que nem eu faço evento, né? Eu faço parte de bar, faz, comecei em 2022. Não, porque eu vou trazer um par de Fora, cara, não necessariamente, não é porque é de fora, não é não é porque é de fora é melhor, tá? Então assim, é lógico
que é uma coisa diferente que não tem aqui, tudo bem, mas cara, tem coisa boa aqui. >> E enquanto a gente não defender, qualquer mais coca aí, >> quero. >> Enquanto a gente não defender a Varé, a gente nunca vai. Então eu sou defensor, >> acho, eu sou defensor, >> eu sou defensor, não sou avarense de não nasci em Avaré, mas sou Avarense de coração. E >> e eu falo Avaré não deixa, não deixa >> a desejar em nada para nenhuma cidade, >> não só da região aqui, para todo lugar. >> Tem água também, cara.
Eu acho que é referência, cara, na Claro, >> na noite assim, >> até botucatu que todo mundo falava muito antigamente. >> E a gente não tem problema com assalto. Você imagina que nem você com o teu deck lá >> em São Paulo, cara, é um risco noiada, encher o saco, tal. Cara, é um inferno isso daí lá. Meu pai sofreu muito na época do restaurante, >> só você sentar do lado de fora. >> Ah, aqui a gente pode ter ter um comércio daquele jeito, tranquilo. Você não vai ter problema. Tem que defender mais, né? Eu
sou, eu sou um até, até na pandemia a gente chegou a se juntar para Entender, para, cara, para puxar uma, não, uma organização, uma associação dos bares restaurantes para trazer mais evento. Isso muito já fizeram, a gente chegou a se juntar na época para pr para se unir, porque >> é assim e até mesmo quando a gente foi criar o app, né, que que é o bar, eu falei: "Pô, mas você vai colocar em outros bares?" Falei: "É lógico que eu vou colocar. Quanto mais gente tiver, quanto mais gente tiver no salão, quanto Mais gente
tiver na rua, todo mundo vai, todo mundo vai, vai ganhar com isso. Isso é muito importante. >> A concorrência não, não é algo que faz você quebrar, você quebra, a concorrência não te quebra, ela pode se desestabilizar. Então, por exemplo, ah, você tem um nicho ali, aí vai abrir um bar parecido. Putz, por um tempo pode existir dois, três meses, >> existe a curiosidade do público. >> Só que se você tem uma gestão, você Percebe essa mudança de mercado, cara, depois vai mudar, vai se ajeitar e vai regular e assim vai. >> Boa e dá
para todo mundo. >> Incrível. >> E olha essa união aí, de repente pode até regulamentar a compra, né, fornecedor, viu? Vem cá, nós vamos comprar, vamos criar uma cooperativa aí, meu amigo. A gente compra grande quantidade, compra lote da mesmo problema que eu tenho, Todo mundo tem. É algo que a gente às vezes quando a gente se encontra, você viu, a gente se encontrou aqui, >> putz, os os perranges são semelhantes, né? Cada um com o seu nicho, cada um com a sua intensidade, talvez, mas os pereng são semelhantes. Então, como é que pode se
ajudar, né? Eu eu não sou, mas pô, mas o cara ser um concorrente, cara. Se faz uma concorrência leal sem te prejudicar, é >> quanto mais gente na rua, quanto mais Gente, >> debate tranquilo, cada um tem a sua identidade e isso daí você não apaga. >> Então você sabe que você vai lá, você vai comer que nem falou do bolinho de de meu, uma delícia. Eu já fui comi, tem umas coxinhas também que ele serve lá que pelo amor de Deus. E tem uns testes que a gente vai fazer junto, né? [risadas] >> E
às vezes a pessoa vai no bar dele no final de semana, vai no meu no outro, >> mas esse movimento é vai no dele na quinta, vai no teu na sexta, vai no meu no sábado, vai no Lucas, vai no coisa, vai no gordinho, vai no Urban. >> Tem muito tem muita opção. >> O cara não indo para fora, eu acho que >> é você tem que segurar o cara aqui, porque às vezes o cara vai para fora, ele ele dá um rolê, ele corre o risco na estrada, ele é mal atendido até lá fora,
>> correto? come coisa muito pior do que tem aqui. >> Mas vocês perceberam que isso diminuiu >> do pessoal sair? Verdade. >> Diminuiu muito, cara. Diminuiu muito. Eu acho que é graças a à noite nossa, >> porque a gente tem um tempo, né? A gente vai melhorando isso, vai >> diversificando, cada um fazendo na sua parte. Ninguém mexe com ninguém, cada um tem que no caso ele >> no domingo da costela tava um pagode tocando lá, se eu não me engano. >> Isso é totalmente oposto mim. E meu, meu Filho foi, meu filho me enchu
o saco no dia. Falei: "Pô, vamos lá, vamos lá, vamos lá". E tinha diversos amigos meus lá na no dia. Eu detesto o pagode, cara. Eu, mas >> e eu acho muito ruim quando abre abre o estabelecimento, né? Aí eu olhando pro nosso mercado e fecha. >> Pô, você viu que fulan fechou? Cara, fiquei muito triste porque o cara investiu, o cara não sofreu, cara. >> Então assim, e isso é ruim quando fecha Algo, >> aumenta esse sentimento de putz, a varé não tem nada, a varé nada vai, nada vai pra frente, cara. Isso é
horrível. Vai sim, a gente vai conseguir. Aaré é bom, saiam de casa, consumam. Ah, é legal viajar, passar por >> não é tão caro, não é o custo, custo é alto, mas pessoal de fora que vem aqui, cara. O custo em avaré poderia ser um pouquinho melhor. O custo em avaré poderia ser um pouquinho melhor. Principalmente quem paga aluguel. Aluguel é muito caro aqui em Avaré. >> Eu eu vivo de aluguel, cara. Eu pago aluguel. Eu acho caríssimo aluguel. Agaré. >> Tem uns aluguéis aqui que eu falo, principalmente de de comércio assim, >> aí entra
Botucatu. Botucatu é quase a metade do valor aluguel lá, cara. É, >> o custo aqui não é barato e mesmo assim a nossa comida não é >> é mais barato que o fora nem >> é realmente >> certo acho acho que a questão é nem nem sobre barato e caro porque eu acho que quando o cara vai para fora ele já já coloca na na cabeça que vai gastar >> é mais assim percepção de qualidade né percepção de nem sabe se vai ser bom só porque ah porque eu fui num bar em >> 200 km
aqui [ __ ] aqui você não sabia >> mas o cara às vezes ele vai para fora ele gasta mais do que ele gastaria aqui >> mas fica aqui Elogia, elogia o cara daqui. Vamos se assim é assim que cresce. Quanto mais gente, a pessoa vem de outra cidade para cá, ah, o Chico tá cheio, eu tô cheio, vai para lá, vamos para lá, vamos lá que a gente encontra algum lugar para ir. É isso que a gente precisa. >> É isso. >> Fica uma dica para você que tá assistindo, viu? Prestigio o comércio de
Avaré. Isso é muito importante pra nossa economia. E claro, quanto mais a gente Prestigia, mais sucesso o comércio tem e mais qualidade eles vão nos oferecer. E por falar em qualidade, deixa eu dar um recado para você do verdadeiro hot dog prensado com aquela maionese de alho deliciosa. >> De quem que eu tô falando mesmo, diretor? Ninguém faz aqui. >> Tem o tem o isca de >> Marcelos Dogs. São mais de 26 anos de tradição, fazendo o verdadeiro hot dog prensado com a maionese de alho que só o Marcelo sabe preparar. E olha, não é
só isso, viu? No Marcelos Dog você encontra hambúrguer artesanal suculento e saboroso, hambúrguer de fraldinha, tem beirute, tem panquecas, omelete, saladas. acabar volume. >> A batata frita é extremamente crocante e sequinha. Então, olha, pede aí, Marcelos Dog, tá aparecendo aqui no vídeo. Deixa eu colocar aqui. Aqui, ó. >> Tá aparecendo o QRcode aqui no vídeo, o telefone, peça Marcelos Dog. Marcelos Dog atende todos os dias aqui em Avaré até às 2 da manhã. Também em Lençóis Paulista. Tem loja em Botucatu, tem duas lojas em Bauru, duas lojas em Londrina, no Paraná também, uma loja em
Arapongas. E atenção Araraquara, em breve Marcelos Dog aí em Araraquara. Sucesso. Abraço, família da Fara e a todos os colaboradores do Marcelos Dog. >> Eu não passo uma semana sem comer Marcelos Dog, viu, diretor? >> Sim. Nossa, o Marcelão também >> é bom demais. Tem meu vizinho lá, gente boa demais. >> Vizinho de frente, né, Chico? >> Nossa. E [ __ ] eu lembro do começo dele. É uma história maravilhosa assim, >> uma história incrível, né? Eu admiro muito ele. >> Eu vim de São Paulo para cá em 94, que eu abri a Magic, cara,
quando a gente chegou aqui, viu os lanches que tinha na cidade, ficava louco, velho, porque era o mesmo preço que eu enchi salada numa Padoca lá em São Paulo e vinha aqueles [ __ ] lanche, os cachorro quente. Então, e essa turma vem desde aquela época batalhando e vencendo. >> Muito bom. Come lanche, Pedrão? >> Como lanche. >> Já comeu lá no Marcelo? >> Já. >> Acho que é o número três com batata. >> Quem nunca? >> Caramba, [risadas] sabe até o número lá. O cara bate cartão lá, ó. Saindo daqui a Gente vai todo
mundo lá, hein? Passando lá no Marcelos Dog por conta do diretor, inclusive. [risadas] >> Mão de vaca do jeito que ele é. É ruim, velho. Isso é turco, mano. Salimiba dorme com São Risal, entra com São Risal na piscina. Não [risadas] sai inteiro, >> não derrete, né? Não abre a mão. >> Como que funciona os bares de vocês? Você abre todos os dias? Não, eu abro de sexta e de sábado. >> Sexta e sábado. >> Às vezes eu não abro na sexta e não abro no sábado. É quando eu tenho evento marcado. Só >> só
quando tem evento. >> Só quando eu tenho evento. Eu não tenho delivery, não tenho nada. É o que eu falo, o meu foco é outro, né? >> Correto. >> A gente foca nos eventos. >> Entendi. >> Eu só não abro na segunda-feira. >> De terça a domingo. >> De terça a domingo. >> Que horas? >> E de terça a quinta da das 6 até 11:30 meia noite. Finais de semana vai até 1 da manhã. até 1 da manhã. >> É, sábado abre às 4, domingo abre às 4 também. Mais cedo a gente passa jogo lá.
>> Legal. Tem telão, tudo. >> Tem telão. Fizemos telão de LED agora também pra Copa do Mundo. >> Tá se preparando pra Copa do Mundo, Chico. >> Sim, acredito que vai ser legal. >> Que legal, né? >> Tem que ganhar, né? >> Pelo menos chegar na final para ajudar a gente. >> Não, tem que chegar pelo não, pelo menos na final tem que ajudar, né? >> Tem que chegar, cara. [ __ ] foi uma tristeza a copa passada. Não lembro até hoje, cara. >> Hora que o Rodrigo perdeu o gol lá, Cara. Como caiu, né,
cara? Incrível como o futebol caiu no jogad top no mundo inteiro. Nosso, fazendo sucesso no mundo inteiro. Mas os caras se juntam, não sai. P incrível, cara. >> Não sai futebol, cara. É brincadeira. >> Parece o Corinthians. [risadas] >> Que horário que funciona lá o seu Zeca? >> A gente vai de terça a sexta, das 6 à meia-noite e aos sábados a gente abre às 11 da manhã e vamos até à meia-noite, né? No sábados a gente abre no pro Almoço, depois a gente fica, >> vai direto, >> vai o dia inteiro. É. E fechamos
aos domingos e às segundas, né? >> Legal. Como que é a relação de vocês com músicos? Vocês levam música ao vivo pros bares de vocês? >> Eu tenho todo dia. >> Todo dia? >> Todo dia. >> De terça a domingo. >> Isso. >> Todo dia. >> Hoje tá o Giovan Zuk lá. Ontem foi o Gildo Cavaco. Terça foi o Juninho Moreno. Amanhã é o Cabral. Sábado é o Samuca Salgueiro. >> Caramba, cara. E lá também só quando tem evento, quando tem rock and roll ao vivo. >> Ao vivo. Às vezes numa sexta-feira eu coloco violão.
Às vezes a gente coloca uma banda mesmo. >> Legal. >> Sábado é sempre banda. >> E eu vou falar um negócio para você, hein? Ótimos músicos Avaré tem. >> Tem muito. Tem >> ótimos. A Varé aí é região microrregião aqui, cara. >> A nossa região top. Muita gente talentosa. >> Como tem gente de qualidade aqui, pessoal de qualidade tem uns cara, >> tem uns cara muito bom >> diferenciado aqui. >> Muito bom. >> Lá no seu Zeca tem música ao vivo também, Pedro? >> Não, a gente tem música ambiente e foi lá lá atrás quando
a gente criou a a ideia, né, o conceito, a gente sempre se questiona sobre pôr, não pô, né? Mas é uma questão de >> de conceito e de do mesmo jeito, tem gente que gosta, tem gente que não gosta, >> gente que não gosta do som, né? Tem gente, não é nem de gostaram não. Talvez naquele dia, talvez naquele dia você não quer algo mais >> mais agitado ou com música ao vivo, você quer uma coisa mais tranquila. Então >> a mesma pessoa quer duas coisas diferentes ou a pessoa pessoa não gosta, né? Eu sou
assim, tem dia que eu quero ouvir música e tem dia que eu não quero. >> Eu já cometi isso com a minha esposa. A gente às vezes quer, sou do rock, sou Sempre fui. >> Entendia, cara, que você quer só beber uma cerveja assim. Tranquilo é nada. Põe uma musiquinha, não vai sempre. Você só quer ver uma coxinha rodando na roda gigante. [risadas] >> Fica tentando pegar ela, ela vai rodando assim. >> É bicho feio. Quando eu vou com a minha, vai com a minha fam eu, minha esposa, meus o negócio acaba tão rápido que
nós não vê nenhum negócio de girar. Então já Era. Mas é, >> mas é isso. Acho que é, acho que é a gente não coloca por uma, por uma, por um estratégia, é de identidade, de >> boa. >> É aquele negócio, nunca diga nunca, né? Porque é aquela questão, você tem que tá sempre >> uma coisa certa. Primeira vez que você colocar, esquece, você vai ter que pôr sempre. Eu tive durante seis anos, eu não tive música. Nas duas primeiras Choperias eu não tive. >> Daí coloquei primeiro eu comecei com rock porque também sempre fui
do rock e tal, sempre gostei do rock, né? Mas você não pode ser, como que fala? Eh, você não pode tocar o que você gosta, né? Você tem que tocar o que o seu público gosta, né? >> Pú gosta. É a diferença de gostar de um bar e ter um bar. >> É. É. [risadas] Então, né? É igual o DJ egoísta vai tocar música, ele gosta. Não Tem que tocar música os outros gostam, né? Então hoje a gente >> toca toda a variedade deal >> menos funk, né? Essas coisas. Não. >> Ah, mas isso aí
também não é música. Então >> é isso é verdade. [risadas] >> É bem eclético. Por que que eu tô perguntando de músicos para vocês? Porque eu tenho visto e acompanhado muito na internet, na TV, várias polêmicas envolvendo bares famosos e Músicos. O músico ele vai no bar e o bar ele não fornece sequer o refrigerante ou uma refeição pro músico ali e etc. E eu queria saber de vocês, né? >> Na toca eu forneço lanche para cada um lanche para cada integrante. >> Se quiser uma porção, claro que nós vamos dar uma porção e e
a água >> o resto a gente cobra cerveja. Por quê? Porque teve bandas que como sempre, né? Teve um outro que abusou e abusou muito. Então eu falei, não vou dar para mais ninguém. >> A bebida alcoólica é como é é trabalho, né? >> É >> o cara, mas a água, a água, [ __ ] se não fornecer água pra banda, o cara tem que ser muito, muito sem vergonha. E o lanche, o lanche que o cara escolher vai ter lá fritas. >> Legal. Na também lanche é refrigerante, água e A gente ainda dá dois
shops no máximo. Exatamente pelo que o Fernando falou, por alguns >> abusaram, [risadas] cara. Vai querer tomar, >> mas é do ser humano, né? O ser humano ele. >> Então, mas né? Não dá, cara. A gente é profissional. >> Ninguém tá ali pra brincadeira. >> Ninguém tá pr brincadeira. No caso que eu falo é uma banda com cinco Integrantes, os cara cada um toma três Heineken. >> Então >> faz diferença no final. Você já tá pagando cachê pro cara, cachê >> eu negocio bem o cachê sem tem uma boa. >> Isso é legal combinar antes,
né? O combinou antes. O combinado não é caro, né? >> É. No meu caso já já tá já passou mais de 70 e poucas bandas no meu bar, então já tá a turma já vem acostumada já. >> Galera já sabe como funciona. >> E combinado realmente, né? combina tudo antes. Ó, aqui a regra é essa, né? Tá tudo certo, >> tem as bandas aqui de Avaré que tem umas que é as bandas de de coração, né? Que nem encruzilhada. >> Eh, os caras são parceirão nosso. Já briguei por eles já. Uma vez a banda quase
acabou e eu intervi, meti a boca em todo mundo. Tenho essa liberdade com os cara, os Caras são muito bom. >> E tem outra, tem muita. Você >> tá falando do encruzilhado. O Gutão tá aqui, ó, mandando mensagem. O Guto, ó. Nós Guto Mex >> como músico, agradeço os elogios aí, Guto. Abraço. >> Eh, [risadas] mas tem muita banda vigaristas, a Só BR, o Dom Ramon, >> cara, vale pr pra qualidade de música [ __ ] Bom, cara, >> tem artista bom pr car. >> Eu tiro o chapéu, eu falo, cara, >> Giovan Zuk tá
tocando hoje, >> toca pr caramba. E outro cara não toca só um um coiso, >> ele toca pagode, ele toca sertanejo, ele toca rot. Falar pro cara, ele tá tocando. Toca, sabe? >> O moleque é impressionante assim, sabe? >> Que legal. Nossa, >> ele usa aqueles loop station. Quando você vê, você acha que tem 15 pessoas, Tá só ele tocando com o violão, ele vai gravando, vai fazendo. Samuel também, o >> cara, ele toca o castilho. >> Nossa, bom demais. >> [ __ ] mano, você f você olha, você falou: "Não, tem três ou quatro,
não é só aquele filha da [ __ ] Arras o bico, o cara é [ __ ] velho. >> Demais. Põe a gaita na boca e bate com o pé. Não, eu que não sou da música, impressionado, né, cara? >> Tocou muitas vezes já lá. >> Nossa, bom demais. >> Vinícius, tem o o Vitinho, deve ter umas duas ou três bandas, quase todos já tocaram lá. >> Bacana, >> cara. Toca muito, toca muito e toca de de terça a domingo, todo canto aí na região do sertanejo, no sertanejo tem muita gente boa também. >> Tem
mesmo. >> O Felipe Maed é muito bom, cara. um talento assim, sabe? >> Toca muito >> a varia. Às vezes eu fico pensando, sabe >> que que esse cara tá fazendo aqui, velho? >> É por que que não teve uma oportunidade, o cara canta muito mais que muito cantor que faz sucesso, >> entendeu? >> É um absurdo, velho. Absurdo, >> mas, né? Não dá para entender, realmente não. >> Tem tem uma galera aí que é mais Comercial mesmo, né? Você percebe que o cara ele tem perfil comercial, ele não tem perfil artístico, não. >> Às
vezes é o empresário que é bom. Eu acho assim, eu já até conversei com alguns músicos aqui de Avaré, às vezes falta culhão para o cara meter a a letra das músicas de baixo do braço e bater porta encruzilhada é uma delas. >> Os caras são bons, hein? >> Muito bom. Ontem mesmo, anteontem eu Mandei do a vai ter acho que é o Lola Palusa, não sei que festival que vai ter que tá tá fazendo coisa das bandas, seleção das bandas. >> Sim, eu já votei lá em >> para fazer a votação. Eu que eu
que mandei, euentei, mandei pro Gutão, mandei pro pro Luk. Falei: "Meu, vai lá, caramba". Mandei pro pessoal da daqui de de Cerqueira que tem umas bandas boas também, muito pessoal bom. Mandei para muito gente, meu. Vai atrás, cara. Qualidade não deixa desejar nada, nada, nada, nada. >> Agar tem o Mateus se e Gabriel também que são dois moleques. Gabriel já estiveram a ganhar uma coisa demais. Eles ganharam o prêmio da rota 166 de >> um de tipo um de voice que é eles são >> e se o cara não tiver culhão para ir atrás, velhinho,
não vem sozinho. Eu fiz um evento no meu bar >> que muitos se falava de fazer, mas nunca ninguém teve peito de de meter, que foi O primeiro manifesto autoral, né? Acho tocou oito, nove bandas, sei lá, uma porrada de banda num domingo. Caraca, velho. Quem que tem peito de botar uma casa abrir as portas só autoral? Eu falei, se o cara botar uma uma de uma música de outra banda lá, corta na hora o som. Pode cortar na hora, meu. Foi maravilhoso. Foi um [ __ ] de um rolê. A gente, eu tô começando
a a já criatiçar para fazer o segundo. >> Nossa, sensacional. Eu assisti Encruzilhada lá, eles tocaram >> o som deles nesse autoral aí. Foi dia, você foi no dia que choveu pra [ __ ] Nossa no meu carro, Fernandão. >> Aaré, velho. Aaré assim mesmo. Se não tiverá no na Félix Fagundes, galera, só água dentro do carro. Tá molhado até agora. Isso já fazem uns quro meses. >> Não tem jeito, velho. Mas também o cara vai no dia que que ele combinou, brigou com o São Pedro, falou: "Seu São Pedro, tô indo lá na toca,
ferra nós." Pronto, [risadas] >> tava caindo um dilúvio lá, mas foi muito fo >> Perfect e a qual que foi a outra banda que tocou? Não foi a Perfectional também. Foi um dia que choveu para caramba. Veio >> encruzilhada. >> Foi encruzilhada. E qual que era outra? Você foi antes. Teve outra banda junto também. Eles abriram para outra banda. Não lembro qual que foi. >> Eu não, >> mas eu peguei três rolê, cara. De banda só banda. >> Os caras são bom. Bom. >> Vai me cai. Nossa, velho. Caiu dilúvio bem na hora do rolê.
Ah, não tem o que fazer, velho. Não tem o que fazer. Água. E lá de baixo é de cima. Não tem aquela corredeira de água que vem lá do do PMEC lá. Sai lá. Isso aí não tem conserto, né, cara? >> Não tem como, velho. Não tem como. Eu a Turma fala: "Ah, porque o prefeito tem que resolver, cara, para você resolver isso daí. >> Não, você não pode culpar o prefeito, cara. Muita gente culpa perfeito por muitas coisas, não é? Mas às vezes é, a gente tem que fazer, né? >> Eu tava com uma
calçada arrebentada lá na frente da choperia. Vou ficar enchendo o saco lá. Não, faz uma fiz uma parceria lá, o cara calçou para mim, eu pus o nome da empresa dele lá. >> Tchau. >> Tchau. Entendeu? Acabou. Tem uma galera. Ó, eu vou agora abrir meu coração. Tem uma galera na internet reclamando de mato alto aí que a prefeitura não toma providência. Gente, época de chuva, >> chove demais. Que você corta hoje na semana que vem tá grande. E outra, na frente da minha casa eu mesmo limpei, cara. >> Claro. Eu vou ficar metendo pau
na prefeitura, Cara. Se eles colocarem 5000 funcionários lá, >> não vai dar conta, porque a hora que o cara terminar lá do outro lado, o que ele já carpiu aqui já cresceu de novo. >> Eu dei uma resposta para um rapaz ontem que tinha uma velhinha cortando o mato, tirando mato da calçada da casa dela e o cara, né, que absurdo, a prefeitura não sei que lá. Eu falei: "Parabéns pra senhora que tá dando, tá fazendo valor, é, tá com a idade dela, tá cuidando da Porta da casa dela." >> E não é viés político,
não, tá? Mas se cada um fizer sua parte, cara, sabe qual? básico, pelo menos fizer básico, né? O povo tá muito midiático. O povo vai na internet, reclama, mas ele não mostra um vídeo dele fazendo a parte dele. >> Mostra a porta da casa dele. É, mostra a porta da casa dele como é que tá. >> O cara não mostra um vídeo, viu? Ó, eu vou fazer uma crítica aqui, mas eu tô Mostrando que eu estou fazendo algo aqui. Não tem. >> Aí vamos falar da >> A calçada tá quebrada, você foi lá, arrumou. Na
minha casa tava tinha mato na frente da minha casa, cara. E pô, eu vou >> se você perder meia meia horinha que você perder lá, já era. É chato. É chato, mas é necessário. Minha >> casa tá tudo certo, cara. Tá tudo certo. >> É coisas assim que eu precisei trocar Lâmpada, eles trocaram para mim assim. Eu não tive problema nem com essa, nem com a outra, entendeu? >> Não tem. A verdade é >> é muita desculpa. Eu acho. Às vezes as pessoas dão as pessoas ficam com muita desculpa, muita crítica e não fazem nada.
É sempre a oposição fica metendo pau e isso não faz a cidade pra frente, entendeu? >> Não faz, cara. É altamente prejudicial, >> né? É muito prejudicial. A gente tem que Pensar na cidade e não de que lado político você tá, né? Eu não vou votar contra um projeto que às vezes é bom porque o cara não tá do meu lado político. É muito ruim, né? >> É uma briga. >> Isso acontece, acontecia e sempre e não tem solução. Eu não vejo solução para isso. >> Não tem. É uma briga constante e as pessoas ficam
brigando, brigando, brigando, brigando que parece que estão Sendo entretidas ali. >> Quem perde somos nós, né? Todo mundo perde, cara. >> Exatamente. Exatamente. >> Vamos falar pelo pelo lado musical. A turma do pagode mete pau no rock, que mete pau no outro, que mete pau no outro. Cara, você acha que eu vou deixar de num pagode tomar a bela de uma cerveja gerada porque tá tocando o pagode? Cara, o cara tá tocando o pagode lá e eu tô pensando naquilo que eu Quiser. >> Esquenta minha cabeça, velho. >> Viu? As pessoas precisam aprender a criticar
menos, a usar menos a mídia para criticar e fazer mais. Cada um fizer sua parte, as coisas começam andar melhor, né? >> A turma tá caindo matando naquele no velho do rio lá embaixo, perto do da Ferroviária que ele tá fazendo o pagode na praça lá. >> Verdade. >> Mas tão sentando o reio nele lá porque ele usa a praça. Meu, vai lá, tem 100 pessoas, 150 pessoas assim. >> Nunca ninguém sentou naquela praça, né? >> Se divertindo, rapaz. É um é um é é uma cidade que tem muito problema de de suicídio, tem muita
gente com depressão, [ __ ] Então deixa o pessoal ser feliz, [ __ ] vai curtir a vida. Não, os caras preferem ficar falando mal. Ai porque tal coisa põe põe mesa na calçada, >> viu? E é culpa da prefeitura? Não, não É. É culpa do próprio. >> Falando da Adega, cara, que põe a mesa na calçada 2 horas da manhã. Quem que que cadeirante que vai passar 2 horas da manhã lá, velho? E eu tenho certeza >> do bar do Juvenal criticando também. >> É, se aparecer um cadeirante ali, vai levantar 20 para ajudar
o cara, rapaz. Vai carregar o cara no colo se for preciso, velho. >> Porque aqui a gente tem um povo bom, cara. O pessoal que frequenta bar à Noite >> é duro de você ver um um uma casca de de laranja podre lá, velho. Geralmente o pessoal é do bem, velho. >> 95% sou honesto. >> Eu acho que eu nunca tive briga no no meu braço. >> Nunca. Eu nunca tive também. Eu não tenho segurança na toca porque não. >> Antigamente era muito pior, não era, Fernando? >> Claro. >> Na minha época da década de
90 época da médic, pelo amor de Deus, cada pau na rua lá. Que Deus me livória. >> Bairro contra bairro nessa época, né? Não, as pessoas são mais educadas agora, >> é, >> sabe, eu procuro sempre o lado bom das coisas, sabe? Eh, percebo que as pessoas bebem menos, mas com mais qualidade. Eh, existe esse negócio de não ter mais briga, cara. Eu acho muito legal. Todo mundo é amigo, sabe? Não tem mais Rivalidade. Antigamente é tinha uns negócios meio chucro, né, cara? É, depende. O o Isso até falava, o teu pai falava isso daí
que quando ele fazia pagode, ele tinha que pôr 20 seguranças. Quando ele tinha o sertanejo ele punha 10. >> Do rock ele tinha só o pessoal que recebia o bilhete lá. Isso é palavra do teu pai pro Falou, surgiu no >> Sim, sim, sim, sim, sim. >> Porque a diferença era essa. Isso, até Isso aí tá mudando. >> Até isso aí tá mudando mesmo. O pessoal tá se conscientizando. Vai para se divertir, não vai pr para arrumar briga. >> Exato. Eu trabalhei muitos anos de segurança de balada. Fiz muito com essa cara feia, malandra. Quem
que vai botar a cara? Não tem jeito, velho. >> E aí, [risadas] meus amigos, nessa época era briga para tudo. O cara saía para brigar. >> Deus me livre e guarde, velho. >> O cara saía para brigar e aí você tirava o cara, >> o cara nem chegava no rolê, ele já já brigava no caminho, ele já saía da casa dele tropicando e já chutando a qualquer já chegava. >> Só que tem gente sem noção em tudo quanto é área. >> Não tem jeito. >> Eh, agente penitenciário que ia pra balada armado porque o cara
achava que tava que >> é dar carteiradas. carteirada. Isso >> isso aí acabou muito, sabe, cara? Antigamente tinha muito isso. Você sabe com quem você tá falando? Sabe esse tipo de coisa mundo tá assim um monte de agente penitenciário armado de dentro de balada, bêbado, porque o cara queria arrumar a briga porque tava armado, cara. >> Quando tinha o rancho bar, não sei se chegaram, conheceram ali na rua São Paulo do outro lá, passando >> sei do atrás do Jaú. É isso. Ali eu fiz segurança ali uns três meses quando eu vim de São Paulo.
Foi uma época meio, tivemos problema de de doença na família, tal. Então eu fazia um bico lá de segurança. Eu tive um problema com polícia uma vez que ele queria deixar entrar armado e eu não deixava entrar armado. Não adianta. Não é porque o cara é polícia que ele vai entrar armado. Ah, mas eu eu posso falei: "Não, aqui dentro você não vai entrar. Você guarda a arma No carro. Certo? E o cara querendo bater boca". Eu falei: "Cara, não vai entrar, velho". Falei: "Eu sou responsável pela segurança. Você não vai me você vai encher
o rabo de cerveja lá dentro e vai arrumar uma confusão, porque tem confusão para [ __ ] aqui e vai dar problema. Aí o Tinha dois caras atrás, meu, duas paredes atrás do cara. Era dois policial federal, velho. Eu dei risada para Caramba que esses caras, eles, eu não sei da onde que eles saíram, mas eles foram umas duas vezes lá e ele falou: "Bacana, você não tá ouvindo o cara falar aquilo, você não vai entrar. Você não vai entrar. É um direito, o cara até tem o direito de de tá com a arma, mas
dentro de um lugar insalubre como é um bar, todos eles são. >> Ah, é mais do inferninho daquele lá, porque lá era complicado, velho. >> Um cara desse, >> o cara vai beber, vai ter uma, ele tem, ele saca uma arma dentro daquela vai dar problema, então não tem que entrar >> não. Aí que o cara falou: "Nós já deixamos, tá ali o carro, tá ali a nossa tá lá dentro, você vai querer discutir?" >> Aí o cara cala a boca, entrou para dentro, depois curtiu para [ __ ] dançou, pulou, ficou chapado, depois na
hora de sair só faltou cara me abraçou, meu, você tá certo, obrigado. [ __ ] que lugar da hora. Eu nunca tive meu Problema com uma briga lá. Depois os caras com muito mais segurança jogaram segurança dentro da do rio, rapaz. [ __ ] E se um cara desse tá armado lá dentro? >> Exatamente. Não. Qual que é o intuito de um cara entrar armado numa balada? É jogo duro. >> Se o cara tá entrando armado é porque ele tá na maldade, cara. Malí, >> não. O o o cara da segurança pública para começar, viu,
se ele quer beber, Ele não vai ir arm. >> Não, mas ele Mas não, mas tudo bem, ele tem que eu eu acho, eu sou a favor da arma, porque o cara ele é polícia 24 horas por dia, >> mas depende da onde você vai. >> Naquele lugar jamais eu poderia permitir, porque tinha, meu, era complicada a situação, né? >> Não, não pode. O cara tem filtro, o cara tem que ter filtro. >> Cas toca. É, no caso da toca é um lugar Provavelmente onde vai ter mais gente [risadas] armada na cidade, porque vai muito
polícia, vai muito agente penitenciário, então vai um monte e todos eles carregam arma, porque o cara ele tirou, ele pode muito bem encontrar com o cara ali que tem alguma bronca. >> Ah, tem tudo bem, mas é um ambiente familiar, né? >> Mas a gente faz o ambiente, >> isso, >> entendeu? É diferente. >> Pois é. >> Então não tem problema nenhum. Eu não faço revista lá. >> Eu acho que o bar é muito a cara do dono, cara. >> Do dono. Dono faz o bar. Eu eu lá eu recepciono todo mundo. Se entrar 200
pessoas, 200 pessoas eu recepciono. Por quê? Porque o cara olha pr essa cara toda ferrada, feia para [ __ ] o cara já vai pensar duas vezes de fazer merda. Porque já teve casos do cara chegar e Olhar e dar volta e embora. Você sabe que o cara tá errado lá dentro. Não é pro cara tá lá, entendeu? E é bom que não esteja mesmo. >> Mas isso é em todos os âmbitos, né? Não é só o policial, só o agente penitenciário, é tudo. Mas eu eu já tive casos de tirar o cara chapado da
balada e o cara tentar esfaquear o outro na frente. >> Não tive teve e na época da Médic quando >> Então você vê que o cara sai pra maldade, né? O cara não sai para se divertir. >> Nossa. E hoje a gente ouve muito pouco, né? >> Muito pouco >> acontecer isso. Aliás, a balada, né? Deu uma >> é a balada em si acabou, né? >> Acabou, né? >> Acabou. Depois da quis. Então piorou em todo lugar. Legislação ficou muito Pesada agora e com razão, porque eu vou falar, eu to eu tive em casa em
São Paulo, a gente tocava, toca muito tempo, tenho, tenho balada assim, a gente fazia, era absurdo, cara. Por isso, Deus nunca aconteceu nada. Era na Magic mesmo, cabia 300 pessoas. Teve uma noite lá que era festa do industrial com o Cfan, deu 16 pagantes, mano. No lugar cabia 300 pessoas, circulou lá dentro 16 pessoas. Como? Não sei, velho. Não me pergunta isso daí. Mas é assim, cara, e Se acontece alguma coisa? >> A parte de bombeiro você fala, né? >> Loucura. >> Você pode ter o que for, porque a legislação, eu tô vai ser para
250, 300, com 1000 pessoas circulando, o pessoal dançava, balançava a cabeça, porque não tinha o que fazer, cara. Não ten o que fazer. Chega, eu chegou uma hora que eu falei: "Meu, para entrar, para entrar um, tem que sair pelo menos 10, 15, porque não dá mais, não cabe mais Ninguém". E bombou. Eh, e tinha briga, tinha tudo. A gente dava, fazia revista, tal, era complicado, mas tinha lugar que os caras podia passar arma, alguma coisa. Foi, graças a Deus, nunca aconteceu nada. Já na parte do lanchódroman, até tiro saiu. Vai, o cara podia atacar
arma lá dentro. >> Tá louco? Não. >> Então esse depois da quis acabou esse negócio porque é e tem que ser mesmo, tem que ser controlado mesmo, porque é Complicado, velho. >> É, no centro avarense quantas baladas teve, né? E hoje em dia que não passaria nunca numa vistoria de bombeiro, né? A parte subterrânea, né? >> Pois é, cara. Mudou muito, né? >> Mudou muito. >> Você faz evento, né, Pedro? >> A gente faz, mas a gente faz a parte de casamento, eventos corporativos, a gente faz a parte de a gente não faz eventos Assim,
a gente não >> seria mais voltado pro buffet. >> Só a parte do bar, só parte não, só a parte do bar, a parte de bebida. É, é >> faz a parte do bar. Ah, legal. >> Aberto, não, carro aberto >> não, não. A a gente monta todo misturo, a gente tem toda a estrutura de balcão, a gente leva, >> monta tudo. >> A gente leva tudo, pessoal, se preocupar Com nada. Uma balada como um festa particular. >> É, a maioria das vezes é uma festa particular, né? Então assim, a gente faz casamento, >> eh,
aniversário, né? Então a gente leva, a gente desenrola, a gente atende 100% bar. Então assim, ah, você quer bar de coqutelaria, você quer chope, eu atendo com chope. Você quer que eu leve refrigerante, água, eu levo. Quer que eu leve garçom para para circular com essas Bebidas, né? Então >> a parte de bebida, a parte de bffê a gente não não trabalha, não. Tem uns parceiros que a gente indica, tal. >> Trabalha. Perfeito. Vocês atendem muito a a represa? >> Bastante. Inclusive a gente tem um >> um braço nosso, né, assim, da da drinqueria que
atende um condomínio na represa que a gente duas vezes por mês a gente tá lá. Que legal >> que a gente vai atender os os os Proprietários lá que a gente que a gente faz. E isso é muito doido porque as pessoas amam a avaré. E aí eu não conhecia, né? A gente começou aí o ano passado em julho e a gente vai duas vezes por mês e as pessoas amam. Tem gente que eu conversei lá que vem para cá 30 anos >> é >> e fica na represa. >> E tem gente que vem para
cá 30 anos, não vem na cidade. E aí? E aí que tá. E aí quando eu falei, putz, tem muita gente que conhece a Varé, a gente tem que aprender a pescar, né, a trazer essa situação pr pra gente, porque putz, a empresa tá aqui. Aí o cara, pô, mas eu tive tinha que trazer de não sei na onde, de fora. Falei: "Cara, pega aqui em Avaré, vamos consumir aqui avaré". Por quê? Porque a represa é tão, ela é tão rica. >> Exato. >> Tem tanto dinheiro rolando lá, tem tanta Movimentação, a gente não pode
se presentear, ah, não, vamos até lá, né? né? Foi aí que eu comecei a entender. Falou: "Não, a gente tem que ir até lá, tem que conhecer as pessoas, mostrar o quanto a varé é bom, né? Tô tendo ser até repetitivo, mas a gente sai no mesmo ponto. Atendemos a represa e às vezes os caras falam: "Pô, mas onde vocês são?" Sevaré: "Pô, mas você de varé, cara". >> Mas como assim você de Avaré? E outra a visão dele, você faz um faz um evento Hoje, você já geralmente você já deixa dois, três engatilhado, >>
mesmo que não seja na hora, mas o cara já tem e acaba procurando depois. Faz pouco tempo que eu tô, né? Eu tinha esse projeto de atender festas assim quando a gente abriu, 2019, que eu falei: "Putz, deixa eu abrir, né? Porque já que a gente vai abrir uma estrutura, vai ter uma marca, tal". >> Uhum. >> atender, né? Fazer essa essa essa Situação. Mas aí veio pandemia, tal, engavetei tudo, minha vida virou de cabeça para baixo. Aí em 2022 fui fazer um evento, eram para oito mulheres numa quinta-feira, uma parceira, uma [ __ ]
parceira minha, a Mônica. Mônica falou assim: "Putz, quero fazer, vamos fazer, vamos". Ó, mano, mas é o seguinte, eu nunca fiz, nunca fiz. Pode >> laboratório aí >> você, ó, você topa fazer igual você falou, vou fazer um teste, você topa. Pode ser que dê tudo errado, pode ser que dê tudo certo, >> correto? >> Vamos embora. Aí a quinta-feira eu não tinha equipamento, não tinha estrutura, não tinha copo, passei no seu Zeca, tirei, tirei tudo, não tinha nem coqueteleira, fui fazendo, cheguei lá, montei tudo, tal, não sei o quê, fi lá, pediram um drink.
Quando eu fui ver, eu tinha esquecido o gelo, cara. Não tinha gelo. >> Mas você que foi botar a mão na massa? >> Foi >> você. Mas o laboratório é assim mesmo. Coló colocou na massa ali laboratório. >> Aí eu dentro do caminhão carregando balcão 5 horas da manhã. >> Vai ser esse sábado para ver se eu não tô na cozinha, se eu não tô tirando show. Sério, Chico, >> é por isso que eu não te vejo pela cidade. Você tá trabalhando, cara. [risadas] Faz de tudo. No mesmo dia você vai no escritório, você passa
no contador, depois você vai no mercado, depois você atende mesa, tira show. Vai. >> Nossa, o que eu encontro de gente no mercado, cara. Nossa, os amigos do de bar, cara. Impressionante, >> principalmente para vocês dois, né? O Pedro e o Chico, né? Quando vocês estão aqui, o pessoal que tá lá é ponta firme, tá no comando, tá chegando mensagem para você. >> Você percebeu que tava no celular? Você percebeu que tava no celular? >> Você percebeu que eu tava no celular aqui? >> Parede na frente aqui. Um gordo na frente. Muito ali. Tava trocando.
>> Tava lá. Tava >> tava tirando uma dúvida de um cliente aqui. >> Não é ponta filme, mas a nossa, pelo menos para mim, cara. a minha vontade de ficar olhando e fica olhando nas câmeras E manda mensagem e olha aqui, mas assim, você tá aqui, mas tá lá, tá aqui, mas tá lá, entendeu? Tá aqui, mas a cabeça >> a cabeça tá lá. Não adianta, cara. >> Não adianta na câa também como desligar. Fernandão já tá elaborando aí o próximo evento. >> É, já tá, graças a Deus, já tá tudo esquematizado. Não tem muito
segredo, né? É tourar o pau com a banda lá e a cerveja já tá gelada. Minha esposa cuida dos drink do jeito dela lá. Ó, o Guto Mexedo, o Gutão, mandou um alô aqui. Ah, o Ronaldo. Ronaldo Zogobão. Era [ __ ] o >> Era mesmo, era do [ __ ] Eu cheguei lá, >> era, né? Muito bom. Ele mandou aqui, ó, rolê em Panema level 2. Ele disse que sempre levou o filho na toca para comer. >> É, Ronaldo vai direto, né, irmãozão Nosso. >> Incrível. O Guto mandou aqui, ó, que eles foram selecionados
para participar da votação. Eles foram selecionados pela rádio 89 rock. >> Sim. >> Ô, sensacional, hein, Gutô? Abraço para você. Cavine mandando boa noite. Do teu pai foi o Guto. >> O Guto. É, o Guto era. >> Que legal. >> A gente conversava. >> Cavine mandando boa noite. Abraço, Cavine. Encruzilhada. Classic Rock. Salve. Sensacional. Ah, Simonete Porão foi do meu sogro. Muito bom. Ó que legal. Esse é o Lucas, né? >> O Lucas. >> Lucas. Sensacional. Incrível. Que bacana demais. >> O porão é o típico pub mesmo que nos caras falam. Era muito legal, cara.
Aquilo era legal, sabe para quê? Fazer um clube de whisky. Um lugar legal para você sentar, tomar um, tomar um bom bom panhaque, fumar um charuto. >> Ali, ali foi uma escola, né? A gente ficou de abril a dezembro de 2009. >> E a gente nunca tinha trabalhado na noite, né? Foi a primeira vez que a gente trabalhou na noite, né? se aventuraram era perito. >> É, era um negocinho que ia ser por um mês, >> eh, depois por dois, aí foi foi e putz, f aprendendo muito, errando muito e aquele negócio de E aí
e aí como é que vai ser? Porque era um negócio pequenininho, né? Aí a gente fazia blues, rock, choro de quinta-feira tinha uma roda, >> a gente falava que era o choro da vela. A gente acendia uma vela na mesa assim, ia tocando até a vela acabar. Enfim, >> que legal. >> Era um negócio >> maravilhoso, né? Aquele lugar é super bonito. >> O lugar é o lugar é perfeito. >> Boas lembranças de lá e >> e aí aprendeu muito. Depois vão sempre >> muito >> procurando outras coisas, né? Um lugar a Vara tem um
bar que eu gosto muito de lá que é a caverna do gordinho. Mano, aquele lugar é sensacional. E o gordinho é um é muito bom. >> Fica aqui do lado, né? >> Pertinho aqui no outro quarteirão. >> Pertinho daqui. A gente a gente vai passar ali depois, viu? O gordinho >> e o gordinho é gente boa para [ __ ] também. Então tá sempre no bar lá também. Tem gente, o cara é gente boa. Agora tem muita casa boa. >> Tem muito, né? >> Tem muita casa boa. Tem o tem o Urban que é >>
o Urban old car >> top. É >> top. É, tem a cúpula fica lá na estrada do Ipiranga, né? >> Isso. Tem a cúpula que é do pessoal do do >> cúpula do trovão. >> Isso que já frequentam bem aqui. Tem muito bar, >> tem bastante opção, né? >> Tem, tem bar, assim. Eh, falando de rock, vai. E tem os outros bares que é >> top, né, mano? São os baros. Eu não me comparo nenhum deles. Tô muito, tô anos Luz a distância deles porque não >> tem comparação. >> Tem comparação. Cada um tem o
seu. >> Não, mas é >> cada um no seu. Cada um se estil não é o meu estilo, né? Tenho minhas ideias de chegar, mas nada porque o meu negócio é underground mesmo. Eu sou da da eu sou de São Paulo. Eu frequentava Madame Satã Cister em São Caetano. Salão alternativo. É meu tudo escuro, um um estrobo piscando, o som de Alta qualidade com grave [ __ ] e som alternativo. Não era nem rock, era mais EBM, industrial, era coisa assim. S era aí. Então é, é duro você migrar, né, para outro lado. Você continua
>> Mas eu acho que acho que esse é esse é o final do dia. Final do dia assim, cada um com seu estilo, do seu jeito. >> É igual eu assim, putz, do mesmo jeito tem gente que gosta de música ao tem gente que não gosta e tá tudo bem, entendeu? É aquele negócio Bar. É, é que nem eu falo, tem dia que eu gosto de ir no, domingo mesmo, gosto de ir no Lucas, ó, tomo uma, >> vou lá, tomo um show. Muito gente boa, é parceiro de vocês. >> É meu sócio. Não, não
é aquele é meu sócio. >> Muito gente boa. Gosto muito do Lucas. É Benjamim. Muito gente boa. Vasquininha lá. É certo. Ainda não fui no seu bar. >> Que bacana, né? Mas eu claro que eu preciso comer a costela. Por falar tod Nasceu para todos. No caso de vocês, a lua nasceu para todos, né? Certeza. E outra, e meu, e a noite é magnífica, cara. A noite é magnífica. >> Eu adoro a noite. >> Não é fácil, mas é gostoso. >> É, mas quem acostuma com a noite não troca pelo dia nem ferrando. >> Vocês
não dormem cedo. Ah, >> ah, eu tenho, eu tenho oficina mecânica também, né? Então eu não tenho. >> Que horário você dorme? Só Deus sabe. >> Não tem horário não. >> Só Deus sabe. Quando eu pego. >> Depois da meia-noite. Todo dia. >> Todo dia. Depois da meia-noite. E você ficou também meia-noite uma hora. Eu, graças a Deus eu tenho >> tenho uma equipe muito boa lá. Meu gerente >> tá tranquilo. >> Fecha lá. E >> é, mas a gente tem uma rotina diferente de todo mundo. >> É, a rotina diferente. Eu acordo cedo, por
exemplo. Eu gosto de acordar cedo. Então >> a gente fala muito cedo. Que horas, Chico? 6 horas da manhã. >> 7 horas. >> 7 horas de Alemanha. 7 horas. Caramba, Fernando. >> Eu e minha esposa, eu e minha esposa a gente tem outras profissões, a gente não é exclusivo do do bar. >> Acorda cedo também. A gente acorda cedo. Eu acordo a hora que dá. Eu não tenho muito horário também. A minha esposa não, minha esposa é professora. Então é o negócio é >> precisa acordar sem d >> sofre, hein, bicho. Porque quando você dorme.
>> Ah, a hora que dá também, né? Não tem, mas depende do dia. Depende do A gente não tem, a gente não tem uma rotina. A gente às vezes tá encaminhando, tá encaminhando para ir dormir a plando a Mensagem. No meu caso ainda que sou diretor do motoclue, tem que tá sempre atento ao celular, >> tem que tá ligado. >> E eu sou meio viciado no ráo de celção. >> Além além de mecânico, você >> trambiqueiro, dono de bar, >> é trambiqueiro, é dono de bar, palmeirense e ainda é de é diretor de um motoclue.
>> Motoclue. >> Caramba, cara. >> Graças a Deus. >> É difícil, hein? >> Tem uns loucos que anda comigo aí. Falar diretor que tem que ser muito louco, né, velho? Normal não anda não. Louco mesmo. Normal ser louco mesmo, viu? [risadas] >> Eu quero dar um recadinho para você de casa. Olha, você precisa conhecer o clube da economia Saladão. Pois é, no Saladão Supermercado você economiza muito dinheiro e muito tempo. Por quê? Por que você economiza tempo? Porque Você faz as suas compras direto no aplicativo Clube da Economia Saladão. No aplicativo Clube da Economia Saladão,
ó, o QRcode tá aqui. Você vai baixar o aplicativo, você vai economizar muito dinheiro porque tem descontos reais, tem combos incríveis direto no app e tem cashback direto no app. Significa que parte do valor dos produtos que você compra voltam para você fazer as próximas compras. É simplesmente sensacional. Com o Saladão Supermercado, com o Clube da Economia Saladão, você pode escolher se quer que o Saladão entregue >> no conforto da sua casa ou você pode retirar rapidamente em uma das lojas. Tem Saladão, Supermercados. Aqui em Avaré são quatro lojas e tem também em Arandu. E
atenção, hein, Avaré, em breve tem uma inauguração do Saladão. Aqui na cidade de Avaré vocês não podem perder, viu? Saladão Supermercado, ponto certo da economia. E também quero falar para você da novidade da Palácio do Sorvete Express. A galera aqui já tava falando que eles são fãs dos sorvetes, da Palácio do Sorvete. Pois é, eu também sou. Mas olha, nesse ano de 2026, a Palácio do Sorvete Express, a fábrica da Palácio, iniciou um projeto de expansão da sua rede. Então, hoje a fábrica da Palácio do Sorvete, a Palácio do Sorvete Express, conta com uma logística
de mais de 300 km daqui de Avaré. O que que isso Significa? que você é empresário, até 300 km daqui de Avaré, você pode revender os picolés, os sorvetes e o açaí de fabricação própria aí na sua cidade, no seu comércio e obter um grande sucesso. São os melhores picolés, os melhores sorvetes e o melhor a sair de fabricação própria. Então, atenção, ó, faz contato no QRcode que tá aparecendo aqui no telefone. Você vai falar direto com a Leninha. Ela vai te dar toda a consultoria para que você Obtenha muito sucesso com a revenda dos
produtos de altíssima qualidade da Palácio do Sorvete Express. E tem mais, se você desejar abrir a sua sorveteria aí na sua cidade, a Palácio do Sorvete Express se encarrega de abastecer a sua sorveteria, além de toda a consultoria. É sucesso, com toda a certeza. Faz contato aqui. Palácio do Sorvete Express. Se tem alguém que entende de sorvete, é a Palácio do Sorvete, que aliás a Palácio do Sorvete Express vem Lá de Itápolis, hein? A capital nacional do sorvete. Não é qualquer um não, viu? >> Imagina vender esse sorvete na praia. Que delícia, hein? >> Nossa,
demais. >> A ideia é incrível. >> E a praia tá bem pertinho daqui. Palácio de sorvete. Com certeza tem logística para isso, viu? >> Nossa Senhora. Incrível, sensacional >> pela qualidade e o valor assim. >> Tá querendo desconto da pala? >> Não, não tô cara, não tô [risadas] porque eu sou fã. Eu sou fã deles, cara. >> Bom demais mesmo. A gente revende na choperia. A gente revende, cara. Você >> aqui, ó, essa empresa aqui, ó, eles patrocinam o bar também, >> mas é uma empresa [ __ ] porque o bagulho funciona, cara. >> Ah,
vamos dizer, eles bateram no Uber aqui, né, cara? Tipo que é, né? Exatamente. >> Tem que tirar o chapéu. >> Tem que tirar o bagulho. O negócio quando é bom, você tem que elogiar mesmo. Bom, é bom. Lá no meu bar pessoal usa muito mesmo. Usa muito. >> É incrível. E eu vou aproveitar o gancho aqui e já fazer a publicidade aqui do nosso parceiro Aigo. Ó, Aigo Mobilidade Urbana, gente, é o maior aplicativo de mobilidade urbana do nosso interior paulista. Tá vendo? Pois é. Com a mobilidade urbana, você viaja com Conforto, com economia e
com segurança. E quando eu falo de segurança, é porque todas as corridas da Igomobilidade são asseguradas do início ao fim. Poucos aplicativos oferecem este serviço, hein? E tem mais, só Igol Mobilidade tem Igol para Elas com motorista mulher. Temigo Pop, que é o carro popular, Igol Comfort, e tem Go Compras, que é para você viajar com suas compras. Você vai ao supermercado, faz as suas compras e Aigo envia um carro com porta-malas Maior, com motorista preparado para você levar suas compras pra sua casa com segurança, com economia e com conforto, viu? A gente já sabe
que diversos aplicativos cancelam as suas corridas quando sabem que é compra. Aig tem esse cuidado, ó. Se você quer estudar, trabalhar, se você quer passear, quer ir lá na velha toca do lobo, quer ir lá na ASHB, quer ir no seu Zeca, vá de Iigo Mobilidade Urbana, baixe o aplicativo que está aparecendo aqui no seu vídeo e Aplique o cupom de desconto Alticast 10. Ó, usa esse cupom, anota aí, porque o Léo prometeu que esse cupom aqui, ó, é quase eterno, hein? Eu [risadas] uso sempre, viu, diretor Outcast 10 mobilidade urbana. Diretor, eu quero aproveitar
já, eu vou dar esse recadinho aqui pro pessoal de casa também, ó, que eu tenho certeza que o Pedro, o Chico, o Fernandão logo vão aceitar o Family Card. Olha, tá vendo esse cartão aqui? É o meu Family Card. Esse cartão de benefícios de convênio, gente, ele é aceito em milhares de estabelecimentos. os principais supermercados, drogarias, postos de combustíveis, lojas no varejo, prestadores de serviço e muito mais. Com esse cartão eu compro em todos esses lugares. E você que é funcionário público do município de Avaré e é associado à Associação dos Funcionários Públicos do Município
de Avaré, se você não tem o Seu Family Card, peça o seu para associação ou direto com a Family Card, viu? Esse cartão te dá acesso ao clube bem, um clube de vantagens para você e sua família. É um Family Cart e a Associação dos Funcionários Públicos do Município de Avaré juntos para facilitar o seu dia a dia. Eles já facilitam o meu. Falta só o seu aí, hein? >> Jazz lá noão. Aqui ninguém mais. >> Chegamos a fazer >> pena. Cheganda, bem, fala, eu tenho Vontade de fazer um aqueles barzinhos, tipo lá mesmo, pessoal
mais selecionado, umcão bom, pô umas bebidas diferenciada, um bom charuto, tocar um jazz, um blues, um negócio mais >> jazz blues, hein? É bom aí, fernandão? Sensacional até para isso. É diferente. >> Eu quero aproveitar esse gancho aí. É o seguinte, eu quero saber se vocês gostaram das canecas do Altcast. Gostou, Pedrão? >> Excelente. Muito bonito. Adorei. Muito bonito, cara. Eu quero presentear vocês com as canecas do Outcast, tá? Obrigado. >> Essas canecas são um presente aí do Outcast para vocês. Usarei. >> Obrigado. >> Tomam 12 cafés por dia. >> 12, Pedro. >> Eu acho
que a gente deve ter isso em comum. >> Minha mulher até tá tirando, tá tirando o café de mim. Ela proíbe. Eu vou pra Roupa tomar café porque em casa >> a base de cafeína. Mas eu bebo muito café também, gente, muito mesmo. E ó, então essas canecas são um presente do Altcast para vocês. Elas têm o oferecimento da Piranargues, a dega completa aqui de Avaré. A Piranargues tem tudo pra sua festa, seu evento, seu esquenta, seu churrasco. Tem gelo, carvão, itens para churrasco. Realmente uma infinidade imensa de bebidas extremamente geladas. E o Thiago prepara
Drinks lá deliciosos. Inclusive eu que não bebo alcoólicos, o Thigo prepara para mim um drink sem álcool que é delicioso. O diretor que sempre é convidado para ir lá nunca vai tomar drink. Eu queria entender. Diretor, explica pro pessoal de casa por que você não vai na Piranargues. >> É igual fazer anúncio de um evento, né? Você tem que anunciar pr as pessoas vim, né? E não depois que >> precisa anunciar antes. É isso. >> Isso, rapaz. >> Ah, é que sempre que eu chamo ele, eu já tô lá. [risadas] Piranargues, a dega completa de
Avaré que está apoiando o Altcast desde sempre. Abraço para você, Thaago, Nanda, todos da Piranargues. Acessa aí @piranargues e segue lá, hein, gente. Então, as canecas do Altcast tem o oferecimento da Piranargues, viu, senhores? E tem outra coisa, só que essas canecas não são de graça, não, tá? Chegou o momento, viu, diretor? Um momento de mostrar o talento aqui. Uh, >> pois é. Bom, senhores, nesse ano de 2026, nós do Outcast pensamos assim, já que somos talentosos, a gente durante o programa pode fazer o seguinte, podemos cantar uma música bem boa, que vai sair muito
ruim, e vocês podem escolher entre ouvir uma música ruim cantada pelo meu diretor, >> agora sou [risadas] >> ou fazer um Pix misterioso para nós. Esse Pix misterioso é um Pix simbólico para apoiar o nosso projeto que é independente, o qual desejamos levar informação pro pessoal de casa. Qual é a escolha dos senhores? >> A oferta do Pix é tentadora, mas vê o nosso amigo ali pagando mico, não tem preço, [risadas] >> viu? Douro de bar não tem dinheiro, ó. >> É tudo quebrado. Así tem cerveja, tem porção, tem lanche. Isso aí é mole. Como
que Como que eu falo? >> Talvez vai ser é vai ser o podcast que você menos vai arrecadar. Não é possível. >> Como que eu falo pras 300 famílias que vocês empregam isso, hein? Venão, o Chico tava dando até aumento pra equipe dele lá. [risadas] Não me comprometa. >> E Chico, brincadeira. Então, gente, essa é a caixinha do Pix que a gente faz depois, tá bom? Tem que caixa preta cantar. Agora vai ter que cantar. Não tem cantar, [risadas] rapaz. >> Não tem boi. Minha responsabilidade, pô. Eu canto mal para [ __ ] >> Essa
[risadas] é a ideia. >> A gente tem certeza disso. Por isso que é bom. >> Sensacional. Incrível. Muito bom. >> Cada um. >> Olha o ramo de bar. Você está 2 anos e meio. Chico a 10. Você chegando a sete já. >> É com seu Zeca 7. >> Com seu Zeca 7. Mas já tem experiência outras. É. outras experiências, como vocês estavam dizendo, em relação a essa questão de haver a não é rivalidade, mas eu tenho outros bares o qual a pessoa vai abrir. Quem deseja abrir o bar, o que que vocês diriam pra pessoa
não fazer um erro pra pessoa não cometer? Não achar que vai trabalhar pouco, >> não achar que vai trabalhar pouco, [risadas] >> não se iludir, principalmente porque a pessoa acha que, ah, o bar tal bar lá enche, nossa, lá dá para caramba. >> Cada um tem seu público. Não é assim não. Você tem que cavar até conseguir o teu. >> Eu eu acho que a pessoa tem que ser profissional. Não adianta ela achar que >> vai trabalhar de dia e tocar o bar à Noite. >> É difícil. [risadas] É, mas eu acabo fazendo isso daí.
Toma na cabeça por causa disso. Mas é aquela que você não abre todo dia, né, car? >> É algumas sexas e alguns sábados. Porque quando, no meu caso, eu >> por também ser a séde do Lobos MC, >> eu respeito todo o evento de motoclube que tem na cidade. Então eu respeito e vou respeitar sempre a data do que é o segundo sábado do mês, que é o pessoal Do Gafa, os irmãos do Gafa, como é que eu vou abrir o bar no dia deles? Ele, o dia que eles fazem o rolê deles para pagar
o lugar deles, para ter o dinheirinho para ajudar na viagem do caramba. Então a gente tem que ir e e outra, eu vou frequentar lá também, sempre frequentei, inclusive antes de de eu estar no meio >> do do dos motoclubes, a gente tinha tenho lá como referência, são grande amigo, grandes amigos nossos e >> respeito muito o pessoal do do Unidos pela Fé também, que é a terceira, sexta-feira. Nesse dia eu não abro, pode fazer chuva só, eu não abro, adianta, >> não abre >> porque eu tô lá. O Bala quando faz o evento deles
que não tá fazendo direto também a gente não abre. A gente combina ou abre num horário diferenciado que eles vão tá. >> Você consegue combinar com essa galera? >> Isso sim, claro. Tem que ter o respeito, Né? O motociclista dentro do motociclismo tem que ter o respeito de um de um brasão para outro. >> Boa. >> O dia que você ia acabar não acabou muita coisa no meio. >> Correto. >> Jogo duro. >> Esses então são os erros primordiais que as pessoas não devem cometeras. conta pessoal com conta. >> É, mas aí aí entra no
senso comum de Empresa, né? >> Mas eu acho que talvez coisas a se fazer do que não fazer, né? >> Tem algum erro que você cometeu nessa caminhada com bar que você não cometeria novamente, Pedro? [ __ ] cara, não sei porque eu acho que faz parte também cometer os erros aprend e o mesmo erro seu talvez seja um acerto dele. >> É, eu acho que depende muito. Acho que faz parte também errar, achar que você não vai acertar na primeira, >> achar que você nunca nunca assim nunca vai ser igual, né? O que é
esse ano tá funcionando, ano que vem talvez não funcione. Então assim, talvez o erro faz parte e >> porque bar, cara, é uma coisa absurda. Que nem eu vou dar um exemplo na toca. Eu vou, faço um estoque enorme. Eu vendo muita, muito império lá. Uma semana o cara toma império, na outra semana ele vai na Petra. É inacreditável. Aí você vai em tope o bar Com aquela marca porque no outro bar faltou, no outro evento faltou. É a turma. Cara, é um absurdo. >> Verdade. O público oscila assim, >> oscila. He, tem o povo,
o público da Hein que vai, meu, você vende 30 fardos de Hein assim, vai que vai. Vem e no outro e no outro não vai. Entendeu? É inacreditável. >> É sério isso? É um absurdo, cara. É um absurdo. Eh, >> vai flutuando. >> Perguntar sobre a oscilação, né? Isso que é acho interessante. Um bar, que que é pior? Um bar vazio ou bar lotado? Que queima mais a cabeça de você? >> Com certeza é vazio, né, cara? >> Ah, não. Tá louco. >> É, no vazio dá mais erro do que lotado, cara. >> Verdade. >>
É, >> [ __ ] Dá muito mais problema do >> Sabe por quê? Porque as pessoas relaxam, >> relaxam, >> entendeu? Eu sempre falo, principalmente na minha cozinha, entendeu? >> Nunca ficar relaxado, cara. É, [risadas] >> não é, você tem 30 mesas e >> é erro grotesco, não é erro facinho, não é merda mesmo. É incrível, cara. As pessoas relaxam, ficam menos, talvez menos atentas, né? Que negó, ah, tá tranquilo, então não, né? Eu tava vendo o meu celular agora que um cliente amigo Meu mandou: "Hoje é promoção de lanche lá. Você compra um lanche
com hambúrguer, vem dois hambúrguer, né? Toda quinta-feira é >> dobra. Você dobra o hambúrguer. >> Os cara quer ferrar os gordos. Tá vendo? >> Então é [risadas] cliente mandou para mim, ó. Mandaram para mim com um hambúrguer, entendeu? Por quê? >> E hoje é um dia calmo. >> É, eu olhei na câmera assim, tá cheio, mas não igual uma sexta e um sábado, por Exemplo, né? Então a gente tem que tá sempre também motivando eles, né, explicando, né, porque também não é fácil para eles. Cozinha, cara, cozinha é a parte mais estressante, eu acho. >>
E o cara cria uma rotina, então ele vai fazer o lanche, ele faz um mil lanche com com hamburguer só. [ __ ] aquele dia >> o cara acaba no automático. É terrível isso daí. >> Hoje o Chico dobra. >> Hoje dobra. Hoje dobra o hambúrguer. >> Isso >> é, faz parte, né? Faz parte. >> É, faz parte. Erro falar que que você errou que você não erraria de novo. >> É normal, >> né? Se eu não errasse não tava acertando agora. >> Uhum. >> É isso. >> O negócio é errar é dá risada e
faz o certo. Depois já era, velho. >> E para vocês que tocam bares, no período noturno, é mais fácil trabalhar à noite ou durante o dia? >> Eu acho que varia de pessoa para pessoa. Eu acho que é gosto, né? Quem nasceu pra noite não vai no dia. Não adianta. >> Não vai no dia. >> Não vai. >> Correto. Que nem >> isso é a coisa mais certa do mundo. Porque tem gente que não vai de noite. Não adianta. Não tem. Ad >> é perfil também. É. >> O meu pai trabalhou 40 e poucos anos
no restaurante São Paulo, o restaurante Parreirinha. Restaurante muito famoso. Foi top 10 por muitos anos, muitas por décadas até. >> Uhum. E ele nunca trabalhou, nunca conseguiu ficar o dia acordado, era sempre à noite. >> Sempre à noite. E dormir, sempre foi assim. E é o que ele gostava de fazer. E >> e o dia que o restaurante fechou, porque >> uma questão fisiológica aí >> é os dois irmãos eram dois setirões e não tinham para quem passar o restaurante e acabaram, enquanto eles estavam respirando, o restaurante funcionou. Começou a falar respiração, teve que fechar,
>> teve que fechar, não >> matou meio mundo também. >> Eita. [risadas] Mas é a história de lá é é bonita, >> bacana, hein? Parreirinha foi fogo. >> Foi, tem uma história bacana. >> Encontro muita gente aqui varé que frequentava lá só. >> Verdade. Que legal. >> Tinha muita gente daqui que eu falo, meu pai também que não era o Parreirinha não, né? Eu falei era o Parreirinha. [ __ ] tem muita, principalmente. Pessoal que trabalhava em banco, essas coisas no centro de São Paulo lá, né? >> Sim. >> É legal, pô. Você vê, você
fala, tá longe, para tá nada, bicho. É pertinho. >> Você nunca vai imaginar que >> incrível. Outro dia mesmo eu tava falando com com um amigo nosso, o Chico Pinto, ele ele falando, né, falando do restaurante, ela falou: "Pô, ia no restaurante assim, assim, assim, comia caldeirada". Aí eu falei: "O do meu pai fazia era o parreninha". Falei, era [ __ ] ia direto lá, que legal, tal, não sei que ele Trabalhava em banco ea comer caldeirada. >> Legal, sensacional. >> Legal. Tenho o pai de um amigo, o o Zé, ele trabalhou muitos anos aqui
no posto Avenida também, muito conhecido, atendeu muitas pessoas, artistas e tudo mais. E muita gente conhece ele pelo atendimento diferenciado que ele fazia. >> Diferenciado. >> E o atendimento ele também faz parte dessa de toda essa ah experiência, né? >> Com certeza. Não adianta você ter o melhor shop gelado, o melhor prato, mas o atendimento ele tem que tá em conjunto. >> Que nem eu brinco lá na toca que eu você vai ser mal atendido. Eu não puxo o saco de ninguém. A gente eu sou do jeito que eu sou, eu sou lá no barco
também e a turma gosta. Grande maioria gosta. Pessoal fiel mesmo da toca, eu sei que gosta, porque o cara voltar, [ __ ] Então você tem essa pegada, né, Fernando? Se o cliente voltou, é, é o maior indício. Eu >> tenho clientes fiéis aí, são amigos nossos, né? Viram. >> Isso é importante, cara. >> Mas em todo lugar é assim. >> E é personalidade, né? É a sua personalidade, a personalidade da sua família que você colocou ali. Isso é bacana demais. E nos bares de vocês também, né? Porque você cria uma experiência. >> É. E
assim, eu falo, eu sempre falo, não tem segredo atendimento assim, como é que você gostaria de ser atendido? É o básico. É >> faça. Não tem, ah, tem lá as regras, tal, mas assim, >> seja você mesmo no atendimento assim, fala assim, se você não sabe, só minutinho, eu vou vou entender. Olha, se errou, falar: "Você me desculpa, errei, mas o que que eu posso fazer para ajudar?" Assim, >> sempre e eh o bom senso e e a delicadeza ali na hora de servir e falar, não é? >> É, no meu caso, é a delicadeza
de um bom. Não, mas mas não, mas é é uma delicadeza porque você faz isso, os seus clientes gostam e é um perfil. Então assim, quero não é uma maneira. >> Isso é o mar. Exatamente. >> Pro Luiz dos Reis que a gente mandei o o Luizão de Bouais. >> Aí eu mandei para ele, né, para ele Assistir o programa, tá? Ele falou: "Ei, você vai falar que o programa é fodástico?" Eu falei: "Porra, com certeza [risadas] você é [ __ ] É, é muito engraçado. E cara, é gente boba demais, né? Vai esposa sempre.
>> Incível." Essa é uma identidade do da velha toca do lobo, né? É essa identidade. Show. Eu vi uma reportagem em São Paulo. É, acredito eu que seja em São Paulo. Tem um bar que o cara xinga Os caras lá. >> Eu vi isso aí já. >> Você viu? >> Não, mas tinha tinha um em Viçosa uma vez chama bar do capelão. Ele tinha esse estilo de >> o cara xinga meu. >> E quando ele era educado, o cara falou assim, não vou vir, cara. Não quero que você vai tomar no seu cu. Você não
fala desse jeito não, [ __ ] É, [risadas] >> pô. Em Bauru tinha um restaurante que o Cara fazia um filé minon lá e o estilo do filé miele é cru por dentro assim, né? Uma carne bem mal passada. Daí chegava alguém: "Ah, >> quero bem passado." Não, então você não vai comer aqui, vai embora. Você quer ver meu filho morrer, velho. O cara, ah, faz, dá para você fazer bem passado, faz um smash para mim. Cara, o meu filho vai no céu e volta 10 vezes [risadas] porque ele tem toda uma técnica de fazer
o lanche. Não tem que ser assim, não sei Que lá. Acabou o lanche, ele olhou assim, essa [ __ ] não tá bom, tá? Calma aí. Ele faz outro. >> Mas a gente não tem o que assim, eu >> no no pr shop sem colarinho. A gente sabe a importância do colarinho, né? Para manter a temperatura. É polêmico isso aí. Mas [risadas] é polêmico. >> Gosto sem colarinho. Sempre gostei. Sobre polêmico, >> entendeu? >> Isso é muito polêmico, cara. Até a Própria cerveja, né? É polêmica. >> Tem uma galera que fala que beber a cerveja
sem a espuma é diferente do >> É, eu eu como bebo fui criado assim eh meu vô trabalhou na Antártica desde quando ele fazia entrega, que era aquelas caminhãozinho de madeira ainda, né? Fordin 29. Ele tirava a cerveja da geladeira tipo 20 minutos antes. Aí ele bebia cerveja. Eu fui acostumado assim, bebê, desde pequeno. Aí eu ia lá, ele dava meio copo de cerveja, meio copo De guarana Antártica. Cerveja Antártica também. Estão fazendo >> a gente manda o boleto depois. >> Era, era aquilo lá, foi a vida dele inteira assim, hoje acabaram com as marcas,
tudo bem. Mas o Então eu bebo cerveja de qualquer jeito, malandro. Pode tá quente, pode tá quente, não, né? Pode estar temperatura no ambiente. Eu bebo também para mim não tem. Ai não, cerveja tá quente. Daqui que eu bebo essa [ __ ] e vai que vai. >> Certo. Bom, hein? Mas a gente escuta cada um no barco. É jogo do Você dá vontade de dar risada, velho. >> É, mas é gosto, né? Tem gente que gosta de tomar com xuxinha, né? >> É, mas aí é aquele negócio, cada cliente tem seu ponto. É que
nem o famoso, é que nem o famoso, famoso pud burro, né, que os cara fala que é o limão com >> É, a gente chama xuxinha lá. >> Absurdo. É, é um absurdo, velho. Absurdo. Absurdo. Mijo de égua. [risadas] >> Cada gente no Brasil que vai é um nome, cara. Kaider, ele pode falar um negócio que você não sabe, você vai saber o que é. Saber o que é. No bar. Meu barco tem dois pés de limão lá, meu. Tem um pé que ele, mas ele lota de limão. >> Aí os filha da [ __
] pega o salzinho que te põe dos lanch >> acaba com o ra do salzinho pegando fazendo com de burro. Dou risada. É bom isso aí. Por quê? É, faz parte da Identidade do >> faz. Pô, legal pr caramba. >> Um dia o cara falou: "Ah, você não tem um limão para espremer no no na na calabresa?" Eu falei: "Escuta aqui, ô cidadão, tá vendo aquela [ __ ] lá, ó? Você não sabe ver não com o pé de limão? Vai lá e pega o limão, porra". [risadas] E o cara tava caro, né? >> Ele
rachou o bico. Criou uma identidade. >> Eu vendo shop de vinho lá e muita gente Fala: "Ah, mas isso não é shope, não sei qu". E é o segundo shop que eu mais vendo depois do Pilson. É o vinho, cara. >> É o de vinho. >> Impressionante, assim, o público feminino adora, cara. E o meu público é 60% feminino, né? E, eu adoro is >> é um que >> os exos de Jeep Renegade também amam shop de vino. Tô brincando, brincadeira. Brinc [risadas] >> polêmico também. >> Vai, já vai tomar um pau dos corintianos também.
[risadas] >> Polêmico. >> Ainda bem que você é grande. Se fosse eu falando tava >> brincadeira, brincadeira. Tive uma, eu tive uma situação lá no escritório, no escritório do, uma vez ali na >> na Amazonas com a com a Rio de Janeiro. Eu cheguei lá no, acho que era umas sexta-feira ou no sábado, não lembro. Era no sábado, parece. É, era sábado, Era umas 4:30 da tarde. Aí eu sentei, ele falou: "Fernandão, você vai querer um shopping escuro?" Falei: "Vou, ó, eu vou avisar, só dá para tirar três." Falei: "Então perdeu barril, porra". Não, mas
não po que amanhã a gente não abre domingo, tal. Não era na sexta-feira porque ele não abre no sábado. É isso. A gente não abre. Eu falei: "Cara, eu não pega de barrilzinho lá, por favor. Se eu não beber tudo, eu pago o barril. Acabou, não tem Problema." Eu derrubei o barril. Derrubei o barrilzinho e mais os três chup que tinha. >> Que beleza, hein? >> Até hoje ele fala, fala: "Meu, você vai beber assim?" Depois que eu abri o bar, eu não consegui mais fazer isso, rapaz. Trava. Eu não sei, criou uma barreira. Aí
eu bebo até certo ponto e mas antigamente era um >> não tinha fim, >> era um fenemê solto na ladeira, sem Freio, malandia que ia até descabelar. >> Fazia 500 m com 4 L. É isso, né? >> Era, era menos era menos [risadas] distância. >> Ó, o encruzilhada tá mandando aqui a velha toca do lobo é puro suco da noitada, rock and roll raiz de avaros. E também mandaram aqui um registro, Pedro, não sei se já falaram, mas temos que lembrar do Franco, do antigo Madalena, grande parceiro do Encruzilhada. >> Fizemos alguns eventos lá e
>> Pois é, você é filho do Franco, né? >> Exatamente. >> E o Franco não tive a oportunidade de conhecê-lo pessoalmente, mas ouvi muito falar e ouço muito falar. >> Bem ou mal. >> Bem, muito bem. Inclusive, grande empresário de noite, que é da noite não tem como ser mal. Eu vou falar para você, um cara que teve, quanto tempo teve o Madalena? >> Com 10 anos. >> 10 anos. >> Sexto e sábado >> fazendo e lotando. Que balada que que faz isso, cara. Entendeu? >> Foi o mais e era no começo era até mais.
Era quinto ser sábado, depois a gente reduziu o sexto sábado. Mas assim, a maioria dos anos, os últimos seis anos ali foi toda sexo. Incrível. >> Sim. Eu acho que é um dos ícones assim Da noite amarense. >> Sim, com certeza. reza a lenda que a balada em Avaré não foi mais a mesma depois do Madalena. Não é nem lenda. Na verdade, alguns falam que é pandemia, mas na verdade depois que o Madalena acabou não teve mais >> feliz ainda. Ainda mais quando >> é a Valé tem desde a época da da da antigas que
nem eu tive a Magic em 94 94 95 96. >> Onde que era Méic mesmo? >> No Largo da matriz ali. Praça Padre Tavares número 200. O dia do meu casamento foi o último dia da Magic. Naquela época já tinha o Arne, a Mauria Arnês, o final da Maria Arnês também tocava muito. E cara, Vé é uma cidadezinha, eu adoro aqui, cara. Eu não me vejo mais em São Paulo. Tudo que a gente fazia em São Paulo tem aqui, velho. >> Bacana, tem aqui. >> E melhor >> aí só precisamos promover >> melhor. Falta o
pessoal mesmo de Avaré, pessoal raiz de Avaré dá mais valor para essa cidade. >> Valorizar com toda a certeza. Isso é importante, né? >> Com certeza. >> Muito bom. >> Todos os sentidos. Pô, tem gente que sai daqui para fazer compra em outra cidade. Tem aqui, cara, tem tudo. A varia tem tudo hoje. E >> a Varé tá chegando no nível, né? Eu acho que quando a cidade chega ali próximo de 100.000 pessoas, começa a vir empresas grandes, né? E o e o negócio deslancha. Eu acho que eu tenho essa tendência que a Varé vai
deslanchar, cara. >> Tem. Inclusive, eu recebi uma informação semana passada que a Capau >> está vindo para Varé com investimento de mais de R$ 100 milhões de reais. A Capau é uma empresa gigante do agro, né? Igual Campos de Olambra, mas acredito que seja Até maior. >> E estão fazendo aí, foi anunciado um investimento de 100 milhões aqui para nos cader, né? >> Vai gerar muito emprego. >> E a vareta é um baita de um potencial, né? Nós temos uma localização estamos no centro de duas rodovias importantes. >> Exato. >> Certo. Tem tem bacana demais.
Aí eu te falo, o dia que pegar as grandes Empresas, ver a varia de uma maneira diferente, vai faltar a mão de obra. >> Pois é, >> infelizmente vai faltar mão de obra. >> Esperamos que a cidade cresça, né, evolua, né? >> Eu acho que a prefeitura tem que tomar uma atitude em relação a isso daí, trazer mais >> mais focar mais nesse trabalho de de >> profissionalizar >> profissionalizante. >> Mas eu acho que não é específico de Avaré, Fernando, acho que é >> geral, né? >> É geral. Eu na minha época eu sou formado
pelo SENAI o do Ipiranga. A molecada disputava tapa. >> Então >> vai lá hoje falta sobra vaga. >> Verdade. >> Entendeu? >> Industrial tinha curso técnico, não tem Mais, né? Agora tudo bem, a gente tem lá em cima >> o FSP lá, né? O Instituto Federal, mas eu lembro que industrial tinha e bombava, né? Todo mundo queria fazer mecatrônica. >> Hoje a molecada não tem interesse nenhum. >> Tomara que volte. Isso é importantíssimo, né? Eu quero dar um recadinho pro pessoal de casa. Tá gostando com certeza do papo. Aproveita, Se inscreve aí no nosso canal
para dar um apoio que a gente merece. Vou comendo. >> Vai comendo aí, Fernandão. Vai enganando a fome, porque o recado que eu quero dar é do Marcelos Dog. Pois é, o verdadeiro hot dog prensado com molho de alho que só o Marcelo sabe preparar, hein? No Marcelos Dog você encontra também hambúrguer artesanal, suculento e saboroso. Tem hambúrguer de fraldinha, tem porções, beirutes, Panquecas, saladas, omeletes. A batata frita é extremamente crocante e sequinha, tem sucos, bebidas e muito mais. Marcelos Dog atende todos os dias aqui na cidade de Avaré. Ó, o link tá aqui para
você fazer seu pedido, hein? Aliás, tem todas as cidades. Tem Marcelos Dog aqui em Avaré, tem Marcelos Dog em Lençóis Paulista, em Botucatu, tem duas lojas em Bauru, duas lojas em Londrina, no Paraná, que aliás já teve convidados aqui do Altcast lá em Londrina e eles já pediram Marcelos Dog em Londrina. Tem também Marcelos Dog em Arapongas, no Paraná e Araraquara. Em breve tem Marcelos Dog inaugurando aí, hein? >> Sensacional. O que que é produção? Marcelos Dog mandou para nós. Então guarda lá. Que isso? É nosso. Sensacional, hein? Hoje o Marcelos Dog, ó. Obrigadão, Marcelão.
>> Sensacional. Tá aí recebido do Marcelos Dog. O diretor e o meu. >> Você já tá gordo já? Não precisa não. >> Ah, >> você já tá gordo. >> A gente vai junto lá. Sensacional. Pedrô, como é que a galera te encontra nas redes sociais? Pode bater um papo, perguntar, conversar com você? >> Pode seguir a gente. Segue a gente, segue o Seuzeca. É @seuezeeca. Tem o @seuezeuseca. Que é o nosso Instagram, onde a gente Divulga toda a parte de eventos. Segue o Gobar também. >> Gobar. >> Gobar. Segue lá, faz o cadastro, entra no
app, tem coisas bem legais lá e vai ter muito mais. E é isso. Vamos lá tomar um shopping no seu Zeca, um drink, porção, prato. Vamos almoçar com a gente de sábado. Vamos nessa. >> Sensacional, hein? Boa, Chico. Como é que a galera encontra >> no Instagram? @imporumoshope. >> @imporumdoshop. Isso. Segue a gente lá também e apareçam lá quem gostar de variedades de shope, de drinks, porções, lanches, eh música todo dia. Eu sou >> será sempre bem-vindo. >> Incrível. Fernandão. >> É isso. Insta é a velha toca do lobo e tem o face também, a
velha Toca do Lobo. Só seguir lá. A gente põe toda a Programação de de eventos lá. >> Tá tudo lá. Tudo lá. >> Sensacional. naquela zona do caramba lá. E vamos que vamos. >> Muito bom. >> E deixando aqui só um recado, eh, meu Avaré tem muito barbom. 95% deles, pelo menos, a comida é maravilhosa. Todos eles têm uma seleção esplêndida de de variedades de lanche, porção, almoço. Alguns servem até janta. Janta Não, mas pratos que ser viram uma janta jantar, né? Então, em vez de você perder tempo de ir para outra cidade para curtir
um bar, olha pra tua cidade, porque a varé é [ __ ] nesse nesse quesito. A gente tem muito bar bom, muito bar bom aqui. É isso mesmo, >> entendeu? A gente tem duas >> duas opções aqui fantásticas. A toca é a toca é aquela [ __ ] zoeira mesmo. E vai que vai, mas eu a gente faz uns rolê muito bom, banda boa e >> que também caprich, né, Fernandão? Sim, com certeza. >> Sensacional. Pedro, Chico, Fernandão, eu gostaria muito de agradeccê-los por ter vindo aqui, pra gente ter batido esse papo, ter feito essa
resenha. Eu desejo muito sucesso para vocês e estamos junto. Espero que nos encontremos mais vezes aqui pra gente bater esse papo, tá? >> Só convidar. Sempre muito bom falar sobre a varé, sobre o que é importante Pra gente, os perrengues, histórias e é isso. >> Eu agradeço também e é sempre muito gostoso falar do que a gente gosta, né? >> E a a minha vida é essa e >> e sempre é um é um prazer imenso poder conversar às vezes com pessoas que só pessoas do setor entendem às vezes algumas coisas, né? E é muito,
muito gostoso ter, >> ter essa convivência. Eu fico muito, fiquei muito feliz por ter sido Convidado e quando quiser pode chamar. >> Com certeza. Vou convidá-los mais vezes, hein. >> É isso aí. >> Fechou? >> Com certeza. Com cerveja. >> Valeu. Bem gelada ainda. >> Com cerveja tá aqui, ó. >> E bem gelada. >> E bem gelada. E a você de casa, o meu mais muito obrigado pela sua audiência, pelo seu carinho, a sua participação. Eu te encontro aqui na próxima segunda-feira com mais outcast a partir das 8 da noite. Até lá. Uma delícia.