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M13 - Produtos e monetização

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amanda holzer
Então assim, primeira coisa que eu queria até dizer que assim, os rostinhos que eu vejo, né, a turma presente aqui, eh, são pessoas que nos surpreenderam muito nessa jornada, assim, vocês são top performers, pessoal, e eu preciso muito que vocês saibam disso, vejam isso e encarem isso daqui em diante, eh, diante de todo o processo, né? A minha maior vontade é que vocês tenham entendido de vez o que que é ter um Conteúdo que gera efetivamente impacto. É a gente sair desse lugar de ser uma presença e a gente partir para um lugar de ser
formador de opinião. a gente ser alguém que é capaz de abrir conversa, de gerar desejo, de demonstrar o que efetivamente é o efeito do nosso trabalho. Eh, e isso vale para absolutamente todo mundo que tá aqui, tá? Eh, eu quero muito que o principal legado de vocês seja esse. E eu acho que é muito importante da minha Parte deixar para vocês algumas alguns pontos mesmo, eh, que eu gostaria que vocês levassem de forma religiosa. O primeiro deles é entender que não é que eu produzo o que eu quero ou o que eu acho que pode
ser interessante para o outro. A primeira coisa é eu levo em consideração o outro, tá? Eu percebo do que que o outro quer falar, o que que o outro tá disposto a falar, o que que gera identificação com o outro, de forma que ele não consiga me ignorar. A Segunda coisa é não ser neutra. Não seja neutra. Não seja bege, não seja eh algo que nem cheira e nem fed. Para vocês construírem isso, vocês precisam usar palavras fortes, termos chamativos. Coloquem isso na cabeça, gente, tá? Porque senão a gente fica de novo assim: "Ah, eu
tenho muito a dizer e aí eu tenho uma estética até que é legal e aí eu vou ver o meu alcance e o meu engajamento e é baixo, né?" Então não deve ser isso, não dá para ser isso, Porque vocês têm muito impacto profissional no que vocês definiram como carreira, no que vocês definiram como caminho. Partindo disso, eu até queria fazer um convite super especial para vocês. Eh, na semana que vem, na quarta-feira, eu vou receber na Next Level, que é o nosso grupo avançado, é o Fernando, Fernando Vieira, que é o um dos maiores
copywritters que se tem no mercado. Ele trabalhou comigo na Empíricos. Eh, para quem conhece sabe, Né? A Betina foi uma das grandes copywritters na Empíricos e ele conseguiu superar os números dela de vendas com os anúncios, com os lançamentos, com a escrita e etc. Então, na quarta-feira que vem, 6:30, a gente recebe ele para justamente falar de gancho, para falar de linguagem, para falar de escolha de pauta. Eu acho que agrega para vocês nessa forma de entender como como partir para a persuasão, né, de uma forma muito Prática, muito eficaz, muito eficiente. Então, quem puder
estar conosco, recomendo, tá? E a terceira coisa, pessoal, que eu acho que é muito importante eu separar o joio do trigo aqui para vocês, é a respeito da frequência de publicação de posts, tá? Muito vocês vão ouvir falar de agora em diante sobre uma altíssima frequência de posts, as pessoas recomendando que se poste uma, duas vezes por dia, todos os dias da semana e que assim você faça Disso efetivamente a sua vida e etc. E assim, efetivamente o algoritmo vai pedir cada vez mais volume de produção, pelo menos por agora, tá? Pelo menos nesse momento,
nessa fase. Pode ser que daqui a pouco as coisas mudem. No entanto, quando a gente fala de uma base de pessoas com o repertório de vocês, com a presença de vocês, isso não se torna necessário. Eu prefiro muito mais que vocês aprendam a postar e validem o que é postar com o impacto do que saiam por aí adoidadas, enlouquecidas, postando, postando, postando, postando, porque o guru fulano falou que tem que postar três vezes por dia, tá? Quando é que a gente aumenta a nossa frequência? De duas uma. Ou quando a gente aprende na prática? Então
você fala assim: "Cara, eu sou uma pessoa muito da prática, sou uma pessoa muito da mão e Se eu preciso aprender na mão, quanto mais eu fizer, mais eu vou aprender, tá? Então, se você é uma pessoa da mão, se solta, se solta, se coloca nesse lugar, se coloca nesse caminho. Agora, se você é uma pessoa que já entendeu toda a concepção, todo tudo que que foi passado para vocês aqui, tá? e tem como intenção realmente alavancar os teus resultados profissionais na ponta e não necessariamente ter como principal KPI a Visibilidade. Eh, isso não é
algo que deveria gerar ansiedade em vocês, tá? Eh, eu quero muito mais que vocês daqui em diante se aprimorem em entender o que que é uma boa escolha de pauta, em entender o que que é uma boa escolha de jogo de palavras, em entender o que que é um impacto visual, porque isso muda o jogo para vocês serem uma marca do que vocês ficarem ansiosas e angustiadas com Certas eh receitas de bolo que por aí vocês recebem, tá? E aí, por fim, eu queria dizer para vocês, não sejam teimosas. Se eu ensinei algo para vocês
aqui, se hoje eu posso validar o resultado de toda essa metodologia com mais de 90 e tantos mentorados ao mesmo tempo, eu digo para vocês, façam, gente, façam o que foi dito. Não sejam teimosas, revisitem os encontros, assistam de novo, tentem entender, procurem. A gente Tá aqui para ajudar vocês. A gente tá aqui para validar o que vocês estão fazendo. Esse acompanhamento é algo que eu faço muita questão, muita questão. Então assim, cada etapa é pensada para isso. A gente fala sobre cada uma de vocês, a gente discute caso de cada uma de vocês. Eh,
então olhem para isso nesse lugar e nesse sentido, né? Entendam efetivamente que presença é muito diferente de impacto e ser uma marca é empilhar impacto. Uma marca é o saldo bancário. Ou a gente tá adicionando o saldo ou a gente tá retirando o saldo. E eu quero e eu preciso que vocês adicionem o saldo, tá certo? Então, ó, o que que a gente vai fazer? Eh, eu deixo vocês com essas sementes plantadas e eu peço mais do que nunca muita, muita, muita atenção de vocês nesse encontro de hoje, porque como eu falei no começo, várias
vezes eu falava para vocês: "Gente, esse encontro é Muito importante, eu preciso da atenção de vocês, saiam da segunda tela". lá lá. Mas esse encontro, mais do que importante, eu entendo que ele é requerido, é uma coisa que vocês queriam muito, eh, que é a gente falar de monetização, é a gente falar de fazer dinheiro, né? Eh, mas ao mesmo tempo ele é muito denso, tá? É um conceito que ele é complexo. Então, eu peço assim que vocês estejam Aqui estando aqui, tá bom? Vou dividir minha tela com vocês e dessa vez hoje eu vou
pedir para não interromper o encontro, tá? Se vocês tiverem pergunta ou coloca no chat ou anota pra gente discutir depois, tá? a gente abre esse bloco, a gente abre esse momento com todas essas observações que eu fiz a respeito eh da comunicação de vocês, do conteúdo de vocês, junto com essa história de monetização. E a gente vai fechar isso no nosso encontro Presencial, tá? Éonde a gente vai efetivamente dar vida, colocar a mão e fazer essa história acontecer, tá bom? Vamos lá. Deixa eu compartilhar minha tela com vocês. Vocês vem minha tela? Sim. Dá uma
cabecinha e um joinha. Carol me mostrou que sim. Tá bom. Então vamos, gente. A primeira coisa que eu preciso dizer para vocês é assim: o produto é o espelho da sua clareza, tão direto quanto isso, tá? Seja o teu Produto um serviço, seja o teu produto um produto físico, seja o teu produto um infoproduto, o teu produto, ele precisa vir de um lugar tangível e não de uma vontade e não de uma concepção de sonho e não de uma idealização a partir de um algo que alguém disse para vocês que poderia, funcionaria, seria legal ou
coisas do tipo. tipo, tá? Então, hoje a gente vai falar como transformar o que tanto vocês sabem algo que se vende. Seja o caso da gente falar de novo de produto físico, caso da Adriana, da Clara, é da Lívia, ou seja o caso da gente falar de mentoria como a Tati, ou a gente falar de serviço em si e o aprimoramento desses serviços que por muitas vezes já podem estar sendo oferecido para por vocês, tá? Eh, muitas vezes eu me deparo com as médicas nesse momento que falam assim: "Tá, Amanda, mas quando eu olho para
tudo isso, para toda essa estratégia, então eu aplico Isso no meu consultório ou eu crio uma mentoria?" Porque não ambos. Eu quero vocês mais inteligentes, eu quero que vocês tenham mais discernimento, mais clareza, tá? Para tomar qualquer que seja a atitude daqui pra frente. Então, gente, por que que a maioria não vende o quanto gostaria? E o que que vocês precisam ajustar agora? Todo produto, todo produto precisa nascer de uma ambição e não de uma ideia. Então, é uma combinação dess desse lugar, do que você tanto quer, do que você tanto espera. Ah, eu quero
um estilo de vida mais assim, eu quero ganhar mais dinheiro, eu quero ter mais liberdade e ao mesmo tempo de uma demanda que insiste em existir. Toda vez que vocês criam um produto a partir de uma demanda inexistente, esse produto se torna muito difícil de vender. De quem é a responsabilidade de gerar Demanda da vida, do mercado, do universo, não, de vocês. Vocês estão aqui aprendendo a criar conteúdo com impacto, de modo que isso aglutine pessoas que tenham desejo por aquilo que vocês fazem. Toda vez que eu junto a minha ambição com a minha demanda,
esse algo nasce e ele pede forma, preço e nome. Então vocês, idealmente, na minha cabeça já entenderam a parte mais difícil. Sem comunicação forte não existe venda. Conteúdo com impacto é o que abre. Pera aí, desculpem. Conteúdo com impacto é o que abre caminho para qualquer produto, tá? Ai, Amanda, mas meu produto tá pronto. Ai, Amanda, mas eu desenhei o meu produto. Ai, Amanda, mas eu tenho Nã. Não importa se o mundo não chegar a você e te reconhecer como o alguém que vai ser capaz de transformar algo na vida dele, porque ele tanto quer,
ele não vai Comprar de você, ele não vai pagar. E o seu produto pode ser o mais lindo, mais perfeito, mais bem formatado, mais cheiroso, não importa, não funciona, tá? Então, a pergunta que trava todo mundo, né? Eu sei muita coisa, mas o que disso vira produto? Eu tenho um baita de um legado, eu tenho um baita de um repertório. Como eu faço disso? Um produto que vende? E aí logo atrás dela vem. E quando eu tiver o produto, que que eu falo? Onde Eu posto? Como eu faço? A gente vai atender e responder todo
esse eixo e essas perguntas hoje, tá? E é por isso que é tão, tão denso o encontro de hoje. Então, a primeira coisa, gente, o seu conteúdo, ele vende por você. Ai, Amanda, ainda não tô conseguindo ter o impacto que você tanto tá falando ou que você tanto imprime ou que você tanto diz que a gente tem que ter. Volta, gente, volta no teu diagnóstico, volta no estudo das tuas referências, Volta na criação do teu cronograma, volta na aula da metodologia do alto impacto, volta, estuda, bota a bunda na cadeira. Isso faz muita diferença. Se
você não tem um conteúdo forte, eu não tô dizendo uma base de seguidor grande, tô dizendo um conteúdo forte, vai ser sempre mais difícil vender, tá? Essa é a base de tudo. Então, a gente fala, né, que quem precisa de um advogado às vezes adia meses. Quem deseja pertencer a um grupo Exclusivo corre para pagar. O desejo ele não nasce do anúncio, ele nasce da forma como você conta, como você mostra, como você simboliza o que você faz. Então, muitas vezes e ocasiões aqui a gente fala para vocês, demonstrem mais a transformação de vocês, personifiquem
mais a transformação de vocês. E por outro lado é provoquem mais a audiência de vocês, tragam mais Identificação pro público de vocês. Por quê, gente? Se eu não abro a boca do meu funil para mais gente ter a chance de me conhecer, muito pouca gente fica sabendo sobre a minha transformação. E aí, se eu tenho pouca gente para saber da minha transformação, eu vou quebrando isso e o meu número final é muito pequeno em termos de volume, em termos de valor do que eu Efetivamente recebo, tá? Então, as pessoas elas precisam ver em você o
que elas querem ser, o que elas querem ter. E aí muitas vezes o jeito que vocês querem mostrar não é um jeito que gera desejo. E é por isso que eu insisti tanto com vocês ao longo dos últimos meses de vocês treinarem o olhar, de vocês colherem referência, de vocês perceberem. Cara, é isso aqui que o meu cliente olharia e ele falaria: "Porra, eu quero, eu preciso, eu vou, É isso aqui." Então, é esse lugar que eu quero mais e mais e mais que vocês se desprendam de preconceitos, de crenças antigas relacionadas a essa questão
das referências e busquem elas, estudem elas. Isso é validação de mercado, gente. Em todas as outras áreas a gente estuda o que já é validado. Os médicos estudam o que já é validado. Por que que quando a gente vai criar conteúdo vocês teimam nesse lugar e ficam nessa Anestesia? Sai desse lugar, tá? Então, a maioria acredita que o caminho é construir o produto primeiro e falar dele depois. Então, um monte de gente passa meses quieto, calado, esperando o produto ficar bom. suficiente. E aí quando o produto fica pronto, aí eu acho que a audiência vai
tá pronta para ouvir e comprar um algo que eu nunca nomeei. Eu tava agora, antes de entrar aqui falando com a Cíntia e justamente falando para ela sobre a Linha editorial dela, né? Eh, falando se vou usar a palavra de novo, tá? Não seja teimosa e entenda que a sua linha editorial é feita para as pessoas entenderem com muita clareza o que efetivamente você faz. Porque se a sua linha editorial ela não traz os pilares que batem de diferentes formas, em diferentes pontos no que você faz e traz muita clareza para as pessoas daquilo que
você é, na hora que você vai pôr o produto para vender, sabe o que Vai acontecer? Se as pessoas não manjam efetivamente do que você é, do que você faz, do que você transforma, do que você promove, ó, pé, resultado ruim, resultado pouco. Então, eu preciso mostrar isso. E muitas vezes o problema de vocês não tá nem nessa demonstração da transformação, mas tá em outros lugares, tá em não conseguir gerar desejo, tá em não conseguir ter mais alcance. E aí eu volto para toda a jornada, né? Então o que que eu quero, pessoal? Quero que
vocês respondam essa frase, tá? Eu levo esse tipo de pessoa de uma atual situação para uma situação desejada. Respondam, please. Tá bem. que eu queria mesmo que vocês mandassem eh isso lá no nosso grupão lá no WhatsApp. Façam isso pra gente poder comentar por cima. Eu levo esse grupo de pessoa, esse tipo de pessoa, a descrição da minha persona de uma situação para essa outra. Ai, Amanda, a minha situação, a situação do meu cliente não é uma situação de dor, é uma situação de inércia, por exemplo, não tem problema. Eu levo uma mulher que tal
e tal e tal coisa que se acha sem graça para ter orgulho do que ela vê no espelho. Exemplo. A gente vai olhar depois, tá? Vou validar isso com vocês depois, tá bom? Vão mandando aqui, por favor. Vou seguir. Quem quiser tomar mais um Tempo para ir respondendo, fica à vontade, tá? Então, gente, quando falta desejo, o público ele pode até entender racionalmente o valor, só que ele não se move. Que que é ele entender, ele ter o desejo? É ele conseguir ver nos teus resultados aquilo que ele gostaria de ter. É ele ver nos
resultados dos teus clientes como ele gostaria de tá. É ele ver a partir de uma capaz de gerar, Tá? E isso faz ele de fato caminhar. Então, vou dar alguns exemplos para vocês. Eh, quando uma pessoa que tá sofrendo com conteúdo, sofrendo, sofrendo, não consegue, não tem pacto, não tem velocidade, não tem alcance e tal, não sei o quê, aí ela começa a ver uma pessoa que todos os dias demonstra, demonstra que gera resultados grandes, relevantes pro outro. Aí ela fica se deparando com aquilo. Um dia, Outro dia, outro dia, outro dia. Aí ela fala:
"Meu Deus, é isso que eu quero?" E ela vai lá e ela paga caro por um programa de mentoria. Ou, por exemplo, um alguém que tá com vontade de se sentir mais bonita, ela tá com vontade de se sentir mais, de retomar uma identidade de autoestima que há tempos ela não encontra o brilho nela mesma. E aí ela fica vendo um monte de mulher bonita Que você fez, que você conduziu, que você construiu a atmosfera do que você vive e a beleza do teu entorno. Ela fala: "Gente, nossa, eu adoro essa pessoa e ela faz
pessoas tão lindas, eu quero fazer meus procedimentos com essa médica, tá?" Então assim, essa atribuição de desejo, gente, ela é muito importante e ela não é uma coisa que assim, ah, eu vou lá e eu coloco print do meu resultado e tá bom. Não, preciso de um Apelo estético para isso. Eu preciso de uma demonstração mais agressiva de resultado. Eu preciso me demonstrar. Quanto mais seguras vocês se colocam, quanto mais marcos de resultados vocês postam, mais o público deseja a vocês. Gente, não tenham medo de comemorar as suas vitórias. Não tenham medo de demonstrar o
efetivo resultado do trabalho de vocês. Se vocês não fazem isso, é muito difícil vender, Tá? Então, aonde nasce a venda do desejo e a coerência diante da necessidade. Então, se eu não tenho uma pessoa com necessidade o suficiente, por mais desejo que ela tenha, ela fica naquele limbo do vô, mas não vou, quero, mas não quero. Então, o primeiro lugar é o desejo, mas o segundo é a necessidade. Se eu não planto essa necessidade ou se eu não encontro esse público que tem essa Necessidade, eu tenho muita dificuldade. Então, quando não bate na necessidade real,
quando não resolve uma questão daquela pessoa, a pessoa ela até se empolga, mas ela desconfia e ela desiste. Ela fala: "Ai, nem preciso disso, não preciso dessa calça, não preciso desse sapato, não preciso dessa mentoria, não preciso desse serviço." E ela desencana. Quanto mais você provoca a dor dela, quanto mais você mostra para Ela que, cara, se ela não fizer isso, ela tá comendo bola, tá perdendo tempo, mais perto de você ela fica. Então, existem três dissonâncias clássicas pro pra não venda, pro não fluxo, que é o primeiro, muita gente tem produto certo, mas tem
mensagem errada. Então, eu tenho uma promessa que é genérica ou meu discurso ele não emociona, ou meu valor percebido some, ou meu conteúdo não tem impacto. Isso acontece muito. O produto tá lá Bonitinho, certinho, bem montado, mas o resto que é primordial e tem que acontecer antes não acontece. A segunda coisa é: eu tenho um produto errado para o público certo. Então você criou algo que você queria e não algo que o seu cliente precisava. E o terceiro ponto, terceiro erro é um produto desalinhado com o teu ecossistema. Então você tá aqui falando no teu
conteúdo de um monte de coisa, só que o teu produto, ele não tem essa Conexão com esse monte de coisa. Então na hora da pessoa te procurar ela fala: "Ué, mas você vende isso? Hum. Tudo assim, você fala daquilo, então eu preciso dessa conexão, dessa coligação. Então é por isso que o teu produto, ele precisa equilibrar duas coisas. Ele precisa ser emocional o bastante para despertar o desejo. E eu insisto em falar para vocês, quando a gente compra uma blusa, quando a gente compra um sapato, quando a gente compra uma calça, A gente não tá
comprando aquela peça, a gente tá comprando fic sentir igual a pessoa que demonstra aquela peça pra gente, aquela atmosfera demonstrada na câmera. Eu queria viver isso, eu queria estar aqui, eu queria estar assim, eu queria aparecer desse jeito. E aí eu compro isso como um passaporte. E precisa ser racional o bastante para justificar a compra, porque se não é caro e aí a pessoa não Gasta e aí a pessoa não tá disponível e nem disposta. Então a a maioria acredita que as pessoas elas compram quando elas precisam, mas a verdade é que as pessoas elas
compram quando elas desejam. Então o público ele não compra o que você faz, sai desse lugar de ficar demonstrando o que você faz. Vai demonstrar o que que aquela pessoa vai se tornar em virtude do que você faz. Ai, Amanda, como essa semana falei para uma mentorada, uma de vocês aqui, cresce O teu visual, se monta mais, passa mais maquiagem, cuida melhor do teu cabelo, puxa o cabelo, se veste com mais impacto, se vista de um jeito que as pessoas olham para você, elas falam: "Nossa, eu queria ser ela". Isso paraa profissão dela é muito
importante. Faz, tragam esses aspectos do que que para vocês é muito importante. A gente demonstrou isso para vocês ao longo Desse caminho todinho. Então, quando você traz esses símbolos de desejo que faz com que o outro se veja num futuro que ele quer conquistar, a pessoa compra, a pessoa topa, tá? Então, é quando você mostra como a transformação que você viveu ou que você domina se materializa na vida dele. Agora a gente vai construir essa frase de uma outra forma, tá? Para quem vende serviço, infopruto, a gente vai construir a primeira. E para Quem vende
produto, a gente físico, a gente vai construir a segunda. Então, depois do meu processo, a pessoa passa de para quem vende produto físico. Antes da minha peça, tal pessoa era de tal jeito ou estava de tal jeito e com ela passa a ser x coisa. Mandem lá no grupão também, por favor. Carol Dalton, você tá me mandando no teu particular, mas manda no manda no grupão, please. Vou seguir. Conforme vocês forem finalizando, vocês vão mandando lá, tá? Então eu vou trazer aqui para vocês dois exemplos reais e verídicos. Vou trazer um exemplo de serviço, de
mentoria, que é o meu, e vou trazer um exemplo de produto físico, tá? A mentoria AH é o lugar onde a tua marca deixa de ser um projeto e se torna uma potência, onde o que você faz ganha direção, o que você sente ganha discurso e o que você sonha ganha forma. é o programa que te ensina A pensar o teu negócio como um ecossistema de influência real com produtos, posicionamento e narrativa em perfeita coerência, do improviso paraa estratégia, da confusão paraa consistência. Que que eu faço aqui, gente? Eu pego essas duas frases que vocês
criaram aqui e eu trago o que eu tenho ensinado tanto para vocês, que é a emoção, que é a projeção do futuro, que é o que o meu cliente quer, Que é o que vocês compraram em termos de narrativa do meu produto. E é isso que vocês vão fazer daqui pra frente, como lição de casa dessa dessa aula de hoje, tá? é criar exatamente esse texto a partir dessas duas frases que vocês compuseram. Dou um outro exemplo para vocês da cerâmica cia, que é uma marca que vende louça, cerâmica. Antes, o café da manhã era
engolido em pé na caneca de brinde do escritório. Com a cerâmica, ela pode Romantizar e ver a beleza da vida. viram 10 minutos sentada com uma coisa que ela escolheu. Então vocês percebem que tem até um viés poético aqui, traz uma luz. É isso que eu quero, engrandecer a narrativa do produto de vocês. Então, a maioria de vocês acham que precisa ou do produto perfeito ou de um portfólio completo. Eu preciso de muitos produtos na minha esteira, porque agora eu aprendi o que que é esteira, aprendi o que é portfólio de produto, né? Só que
Não. Olhem muito firme para mim nos meus olhos, gente. O ponto de partida do sucesso financeiro e o sucesso de uma marca forte é ter um um produto bom, um produto validado. No momento que eu tenho isso, na máxima pujância dele, quando o copo não é que ele tá cheio, ele transbordou, eu crio outros produtos. Então o que eu digo para vocês é, você não constrói um portfólio, você descobre um portfólio, porque o portfólio ele se demonstra a Partir das necessidades do outro que você é capaz de atender, a partir daquilo que o outro demonstra
que ele quer, que ele topa. que ele quer pagar, que ele quer fazer, que ele quer ter, aí você cria o produto e não o contrário, tá? Tudo começa com um produto que funciona. Eu quero que vocês cheguem no auge do volume de vocês, do preço de vocês, nesse produto validado que gera resultado, que gera depoimento, que gera margem. É isso que Eu quero que vocês foquem agora. E aí eu abro aqui para vocês qual é a minha estratégia de produto, tá? Esse é o eixo mais mais importante que vale para os três grupos que
a gente tem aqui. Pessoas que vendem serviço, pessoas que vendem produto físico, pessoas que vendem infoproduto, tá? Eu quero que vocês entendam aonde habita e orbita cada tipo de produto ou de serviço. Um produto de entrada, pessoal, ele obrigatoriamente É um produto gratuito. Todo mundo precisa ter um produto de entrada. Não é isso que eu tô falando. Você não precisa ter cinco produtos no teu portfólio. Eu quero que você tenha um produto muito forte, muito bom, tá? O produto de entrada, ele é exatamente a degustação do supermercado. É gratuito, ele te surpreende, ele te faz
conhecer a marca, ele te faz se relacionar com aquela marca de alguma maneira. Então a estratégia dele é gerar Confiança. Ele precisa ser gratuito ou de baixississíssimo custo, tá? Todo mundo precisa ter um produto de entrada. Não, isso é uma estratégia de prospecção. Depois dele vem o produto frontend, que é o produto mais barato que a gente tem, tá? Pensa numa Lulu Lemon. Sabem quando a gente chega na loja e a gente vê que tem tipo uns produtos baratinhos Ou numa fase de vida que a gente não tava podendo comprar muito e a gente amava
aquela marca e a gente foi lá e comprou o mais baratinho que tinha ou aquele que estava na liquidação, só porque eu amava aquela marca e eu queria muito ter alguma coisa daquilo. Isso se chama produto frontend. A razão dele existir é ser uma neusaldina. Então é a pessoa ela ter um problema específico e eu resolver um problema específico dela, tá? Então neusaldina Tomou, passou dor de cabeça, toma uma neusa, tá? É quem financia a aquisição de novos clientes, esse produto baratinho, eu preciso espalhar ele, eu preciso fazer volume dele. Pensem aí, vou voltar pra
questão dos cursos. Quantos cursos baratinhos vocês compraram e quais foram aqueles que você gostou e você continuou na esteira daquele guru. Por quê? Porque ele resolveu. Produto baratinho, ele tem que resolver. Um dos maiores erros de Quem cria produto é achar que o produto baratinho ele tem menos compromisso. Ai, eu tenho menos compromisso de entregar, a pessoa tem menos compromisso de gastar. Então assim, vai ser mais fácil de vender. Cagada. Eu só tenho um produto barato quando ele é um produto de entrada, um produto feito para resolver alguma coisa pontual e específica, tá? Depois disso,
a gente tem as vacas leiteiras, que é o filé minhon da coisa, Que é onde eu faço volume, é onde gera faturamento consistente, é o coração do negócio. Então, se a gente pensa numa tracking field, Lulu Lemon, qualquer coisa assim, a gente tá falando da legging, a gente tá falando da blusa dryfit. Se eu tô falando do infoprodutor, eu aqui estou falando do curso, tá? Se eu estou falando do mentor aqui, eu tô falando da mentoria. Depois vem o backend, que a razão dele De existir é gerar margem. E depois o high ticket, aquele produto
carão, carão, carão, carão, que quando a gente vai numa numa marca de moda, é aquele produto mais inacessível possível. Ou para quem, por exemplo, é infoprodutor, é a consultoria. ou para quem é médico é o protocolo. Então, a razão de existir é o lucro, é a ancoragem, é o posicionamento. Tá trazido aqui para infoprodutos. Eu quero que vocês entendam a respeito De cifra. A conta que a gente tem que fazer é que as pessoas elas topam gastar algo entre 5 a 10% da renda anual delas com algo educativo, tá? Então, se você pretende fazer algo
que seja educativo, você tem que se balizar por esse preço. Aonde é a minha recomendação de vocês começarem se vocês estão no início da sua jornada como infoprodutores? No backend, cuja característica é fazer Comigo juntos para acelerar. Então, é um programa de mentoria e o ticket ele fica entre 5 e R$ 15.000, te gerando bastante margem. Recomendo começar no produto baratinho, solução específica e rápida para um problema único, custando 297? Não recomendo. Muitas vezes eu acabo recomendando, até como fiz com a Tati, por exemplo, que tá aqui, eh, começar na consultoria do que na mentoria,
até porque muitas Vezes o teu próprio network já te abre essas portas para você fazer pelo outro, para potencializar ele de maneira individualizada, tá? Ai, Amanda, já tenho isso rodando muito bem. Quero ir pro meu próximo passo. Vão de baixo para cima e não de cima para baixo. É muito mais fácil fazer dinheiro com uma venda de algo caro do que com muitas vendas de algo barato, principalmente quando você ainda não tem audiência consolidada. Então, o mesmo produto, ele pode valer 10 vezes mais a depender de como ele é entregue, tá? Ainda falando agora de
infoproduto, gravado significa fazer escala e ter conveniência. O ao vivo significa eu dar mais exclusividade. Normalmente as pessoas cobram mais caro pelo ao vivo do que pelo gravado. One significa acesso premium. Isso tem que ser cobrado mais caro. E em grupo pequeno significa pertencimento. E isso vale para qualquer coisa, gente, qualquer qualquer coisa, qualquer tipo de produto, tá? Então, como é que funciona eh a dinâmica da nossa pirâmide? Se eu te ensino a fazer, eu vou para um curso gravado. Se eu te ensino a fazer e eu te acompanho, eu vou para curso com plantão
de dúvida ou tutoria. Se eu faço com você, eu vendo uma mentoria ou um mastermind. Se eu faço Por você, eu tenho uma prestação de serviço ou uma consultoria e o preço cresce de baixo para cima, tá? Aqui é um exemplo do Thiago Negro de todos os produtos que ele já vendeu. Então vou ler para vocês. Do 1000 ao milhão é um treinamento completo, gravado, que trabalha três pilares: gastar bem, investir melhor e ganhar mais. Ele já foi vendido por 1870. Que que é isso, gente? Vacas leiteiras. O código da riqueza é o maior estudo
de Riqueza da atualidade. Nele você aprende tudo sobre dinheiro, empreendedorismo e liderança, ou seja, uma solução completa por uma necessidade completa, tá? Através de um conjunto de aulas e entrevistas gravadas em qualidade cinematográfica. Ele já foi vendido por 1970. Vou vou pular aqui, depois vocês vão ficar com o arquivo, vocês lêem, tá? A imersão do 1 ao milhão foi o maior treinamento presencial de finanças do Mundo. Ele aconteceu em 2019 para mais de 20.000 primos e primas. Ela já foi vendida por 597. Que que eu quero mostrar com esse print para vocês, gente? Que isso
daqui é exatamente ele fazendo funcionar o que a gente chama de portfólio, que a gente chama de esteira, tá? Depois vocês leem isso com mais calma para entenderem e realmente trazerem isso para si. Então, a primeira coisa que eu quero que vocês respondam Agora, o que que o teu produto entrega? Pensa na entrega core. Que que teu produto resolve? Descreve para mim a entrega principal. O que que a pessoa recebe que resolve a tal da promessa? Vamos lá. Podem mandar no grupo principal também, tá? Depois disso, qual é o teu formato de entrega? É um
produto físico enviado por correio. É uma mentoria one one. É uma mentoria Em grupo. É quinzenal, é mensal. É um curso gravado com grupo no WhatsApp. Qual é teu formato de entrega? Coloquem aí para mim, por favor. E aqui a gente chega depois de entender esses pontos, justamente premeditando qual é a tua promessa central. A promessa, gente, ela não é o que o produto entrega, mas é o que o teu cliente ele vai conquistar. Em uma frase clara, sem jargão. Exemplo, em oito semanas você vai sair do caos Financeiro e ter um negócio que sobrevive
sem estar presente todos os dias. Escrevam a promessa de vocês em uma frase, por favor. Isso aqui, gente, é o ponto mais mais central do produto de vocês, porque é isso aqui que determina a narrativa, é isso aqui que demonstra para vocês o que que vocês têm que gerar de imagem, de fala para prospectar de forma ativa, em um movimento passivo o Cliente de vocês. É isso aqui que garante que no dia a dia essa construção acontece, tá? Essa daqui, essa tela aqui, a Juliana vai mandar para vocês assim que a gente finalizar o encontro,
mas essa aqui é a lição de casa de vocês, tá? A gente ainda tem muito para construir. Pera aí. Mas a lição de casa de vocês é colocar no primeiro quadrante qual é a promessa embaixo, qual é o público de vocês. Vocês têm descrito isso no Primeiro exercício que vocês fizeram? Vocês têm descrito isso no brand guide, a transformação, da onde vai o formato de entrega de vocês, qual é a dor principal, para onde vai, qual é a sua entrega core, qual é a principal objeção que o teu cliente tem ele fica te falando que
ele não tem dinheiro, que agora não é a hora. Qual é o reforço da tua promessa e o preço e a justificativa de valor? Tá? Eu Vou precisar que vocês realmente se prezem a fazer esse exercício. Tem muita gente que vai vir num vra aqui nessas respostas. Isso é maravilhoso. Mas tem gente que vai ficar, ai não sei, vou sofrer, vou chorar. Não façam isso. Se permitam errar, fazer. É para por isso que vocês estão aqui, tá? É isso aqui que eu quero olhar para cada um de vocês. Então, pessoal, antes de pensar em múltiplos
produtos, múltiplos tickets, múltiplos públicos, Pensem o que que vocês realmente podem entregar agora, que resolve um problema real e te dá lucro, tá? É essa validação que vai te criar um mapa. É essa validação que vai te dar o próximo passo. E aí você com esse produto validado, você entende qual é o perfil do cliente que te compra mais, que que esse cliente ainda precisa, que que ele tá pronto para pagar mais. O portfólio ele se desenha em resposta ao Mercado e não de uma vontade tua. Então, se te pedem um acompanhamento, nasce um produto
caro. Se te pedem um caminho facilitado, nasce um produto baratinho de entrada. Se te pedem uma comunidade, nasce uma assinatura. É da necessidade do mercado e da capacidade que você tem de entrega que nascem os produtos, tá? Portfólio é um é um ecossistema em evolução, é um organismo vivo. Então, gente, vamos lá. Como que a gente vai construir isso? Tá? Todo produto que se vende bem, ele tem três coisas construídas e nunca improvisadas. Ele tem um método, ele tem uma promessa e ele tem um preço. Se você não tem uma folha sulfite na sua mão
agora, eu quero que você tenha um bloco de notas, tá? Por quê? Porque o método é o caminho que você percorre com a pessoa. Ai, Amanda, eu vendo consultoria. Ótimo. Você tem que ter um método. Esse mesmo método pode virar Mentoria. Esse mesmo método pode virar curso, esse mesmo método pode virar workshop, esse mesmo método pode virar um produto baratinho de entrada, tá? A promessa é o que que a pessoa conquista quando ela chega no fim e o preço é a narrativa de valor desse percurso. Então agora a gente vai desenhar o método de vocês,
independentemente do que você venda hoje, tá? De onde que vem esse método, gente? da extração da sua própria Experiência. Ele já existe na sua cabeça, só que ele nunca foi escrito e o nosso trabalho agora é escrever. Então, o exercício de extração, o que que acontece? Quem domina executa coisas no automático. Você não pensa nos passos, você só faz. Só que método nasce de uma estrutura que se repete, se repete, se repete, se repete, se repete. Então, a gente vai partir de uma hipótese que é a seguinte: você vai viajar por 6 meses e alguém
vai ficar no Seu lugar. É uma pessoa formada, que tem anos de experiência, ela sabe a técnica, só que ela não tem a tua estrada. Então, antes de viajar, você vai sentar com ela e você vai explicar todo o trabalho. Só que você concorda que você não vai conseguir explicar tudo que você faz e nem precisa disso? Então, você vai escolher uma situação, a que mais se repete no seu trabalho. Então, eu quero que vocês pensem assim: "Qual é o tipo de caso que cai na sua mão toda semana?" E aí a gente vai escrever,
tá? Eu quero que vocês escrevam aí numa folha, no seu bloco de notas, com sintomas do jeito que acontece no seu dia a dia. Lista tudo que aconteceu desde o momento zero até o resultado, na ordem que vier na cabeça de vocês, tá? Eu quero que a gente faça isso agora. Vamos lá, podem começar. Não se julguem, não tentem organizar demais, simplesmente façam um relato explicando como é o seu trabalho Para uma pessoa que vai ficar no seu lugar durante 6 meses. Conversa, pergunta que você faz, coisa que você já mandou fazer, correção, ajuste. Vai
lá. Vou pedir licença para ir fazer um xixi e volto já já, tá? Me de um minutinho. Vão fazendo, gente, vão escrevendo isso daqui, por favor. Temos, vou dizer para vocês algo que a gente ouviu da Fernanda Ratori, que é a minha Mentora de Iá na semana passada, que ela falou pra gente o seguinte: a grande capacidade do futuro não é uma capacidade operacional, não é uma capacidade. A grande capacidade do futuro é saber dar contexto. Então, até para vocês conseguirem usar a Iá da melhor forma possível, isso daqui que a gente tá fazendo agora
é primordial vocês saberem passar pro outro Exatamente o que tá na cabeça de vocês ou na vida de vocês ou na rotina de vocês, tá? Quem não acabou isso daqui, vocês querem mais um tempinho, vou dar mais uns minutinhos, tá? pra gente também não correr. Eu acho que é tão, tão tão importante isso daqui. E aí, se vocês sentirem necessidade de terminar depois, vocês terminem depois. E eu digo para vocês que assim, pessoal, foi assim que eu comecei exatamente isso. Eu escrevia exatamente O que que era a minha rotina, como eu fazia, quais eram as
reuniões que eu fazia, quem que eu contratava, quem eu não contratava, aonde eu queria chegar, aonde eu não queria. E todo mundo que segue esse passo a passo consegue ter um produto forte e pujante. Então, façam. Eu vou passar pra gente não terminar muito tarde aqui hoje e vocês voltem nisso, tá bom, pessoal? Agora vocês vão supor que vocês vão deixar uma folha de papel em cima da mesa. E isso é basicamente tudo que essa pessoa vai ter. Eu quero que você escreva como se fossem os teus 10 mandamentos do tipo: "Faça isso, não faça
aquilo. Quando isso acontecer, você faz tal coisa. Quando você se deparar com uma situação, você vai fazer aquilo, tá? Façam os dois primeiros mandamentos E deixem o restante para vocês terminarem depois, por favor. Quais são os 10 mandamentos da tua profissão do do jeito que você faz? Pensa que você é controladora. Pensa que você gosta de chegar na cozinha e ter exato talher em tal lugar que ele fica, exato pote em tal lugar que ele fica. Pensa nisso na tua profissão. Vou passar e a gente vai levar isso para casa, tá? Então, vou dar um
exemplo para vocês da folha de uma nutricionista. Então, não prescreva nada na primeira consulta. Peça a rotina de quinta a domingo, hora a hora. Pergunte o que que ela come quando ninguém tá vendo. Procure onde tá a restrição antes de procurar onde tá o excesso. Ajuste o dia útil antes de mexer no fim de semana. Só monte o cardápio quando já tiver parado de compensar. Então vocês percebem que são mandamentos do que que é essa profissão, Do que que é do como é feito. E aqui são as sacadas de vocês. Aqui são os diferenciais de
vocês. É isso que vocês vão montar nessa parte. Que que vocês vão fazer no quarto ponto, tá? Vocês vão cortar tudo que é específico só daquele primeiro caso que vocês descreveram. Então, suponha que vocês vão escrever um caso real de algo que aconteceu hoje, ontem, semana passada, mês passado e tal. E aí, nessa lista desses toos, desse jeito que você faz, vocês vão colocar a letra T, como eu faria isso com todo mundo que tem esse problema e esse que é esse é específico. E vocês vão riscar tudo que tem a letra S, porque isso
não é método, isso é particularidade, tá? E aí você vai fazer o quê, pessoal? Você vai olhar pra combinação daquela Descrição com a combinação dos teus 10 mandamentos e você vai agrupar em etapas. Então é a primeira fase que eu tenho, eu faço isso, a segunda fase é aquilo, a terceira fase é tal coisa. Então eu vou dar o o meu exemplo para vocês, tá? Eu tenho quatro etapas. A maioria dos negócios tem quatro etapas. A minha primeira etapa é investigar, que é o Diagnóstico. A minha segunda etapa é escolher o caminho, que é o
estratégico. A terceira etapa é fazer a mudança acontecer na prática, é o tático. E a quarta etapa é garantir que está acontecendo, é o acompanhamento, tá? Como é que isso se encaixa no programa, no processo que vocês acabaram de passar? Vocês escrevem, vocês respondem um briefing. Esse briefing ele gera um plano de voo. Essas duas etapas combinadas, elas são o diagnóstico. Depois disso, a gente entra nos encontros quinzenais, aonde eu demonstro todo o meu repertório para vocês. Essa parte é a parte estratégica, é aonde eu construo a visão de vocês, é onde eu construo o
repertório de vocês. Depois disso vem as lições de casa e as rondas, aonde a gente faz a avaliação técnica do que vocês estão produzindo. Isso é a parte tática. E o quarto ponto é o acompanhamento, que são os grupos individuais. Esses são os quatro pilares essenciais da minha metodologia, tá? Quando eu começo a ver que eu não tenho uma palavra específica ou um verbo para um grupo, eu começo a perceber que eu tenho uma mistura de coisa. E aqui tá a maturidade de vocês de começar a separar o que efetivamente importa. Depois disso, vocês vão
tentar encaixar um segundo caso. Vocês vão pegar uma outra pessoa real ou um caso real que aconteceu, que chegou no mesmo resultado, e você vai se questionar: "Eu percorri essas mesmas quatro ou cinco etapas com ela?" Essas etapas, gente, elas podem virar mentoria, elas podem virar consultoria, elas podem virar curso. Uma mesma metodologia pode responder a muitos formatos. É só aqui que aí sim eu vou começar a pensar num nome pro meu produto. O core do meu produto, gente, ele nasce de toda essa resolução do que a gente fez até aqui. E a gente vai
tentar testar pelo menos três casos e perceber se eles se encaixam aqui ou não para eu conseguir validar, tá? Depois disso, a gente chega na oferta. Que que é a oferta, gente? A oferta é aonde eu trago uma proposta, é aonde eu Endereço o preço e o que eu entrego. É aonde o público entende o que ele tá comprando. Então, ele tá comprando um leite molco a 8,79 e ele vai receber 1 L de leite desnatado. Isso é uma oferta. Então, no momento que o teu cliente ele lê, ele escuta ou ele assiste, ele fala:
"Cacete, era exatamente o que eu precisava. Eu queria 1 L de leite Desnatado e eu achei o preço bom, eu compro". É a mesma coisa que tem que acontecer com o produto de vocês, igualzinho, tá? Quando a gente pensa só no preço, eu fico manco. Quando eu penso só nos entregáveis, eu fico manco. Quando eu penso só na proposta de valor, eu fico manco. Eu preciso juntar esses aspectos. O que eu entrego tem que ser visto como um preço bom para aquele que tem uma necessidade. Preço gera percepção, gente. Preço é algo muito importante. E
é por isso que eu insisto com vocês de vocês pararem com essa cabeça de querer vender ou muito baratinho ou caro demais e depois reclamarem: "Ai, não vende". E aí quando vai olhar pra comunicação, a comunicação ainda é frouxa. Aí eu tenho um problemão, né? O preço ele tem que ser compatível com aquilo que o teu cliente ele tá disposto a pagar e ele sabe que é mais ou menos o Que custa. Se você tá muito fora de órbita, é muito difícil do teu cliente de escolher. Então a oferta ela define o que que tá
incluso. Exemplo, no meu, tá? uma reunião individual, o acompanhamento individual, o relacionamento em grupo, os encontros em grupo, a imersão. Isso é o escopo. Qual é a minha entrega? Como ela Acontece? É a minha listinha. Você vai receber isso, isso, isso, isso, isso. Qual é o preço? Quanto custa isso efetivamente? Qual é o bônus? Tem algum bônus que eu dou, que eu posso dar? E o principal, o significado. Por que que isso importa pro teu cliente agora? Tudo isso forma a percepção de valor. Gente, isso aqui é lição de casa, tá? para quem quer dar
o próximo passo, só Que precisa ser feito. Então, uma oferta, ela sempre começa pela entrega core, que é o coração do produto. A entrega principal, ela precisa resolver o problema central da promessa, não tudo. O problema central. Não queira ser o salvador da pátria. Queira resolver o problema do teu cliente. E os bônus, gente, eles não aumentam o valor, eles reduzem objeção. Ai, mas eu entrego uma caixa com isso e aquilo e Aquilo e aquilo. Cara, esse negócio custa carérmo para você. É uma logística péssima de você fazer, mas você acha o máximo, tá? O
bônus ele tem que ser feito paraa pessoa entender que ela vai conseguir se projetar mais rápido ou de uma forma menos dolorida no que ela quer e não você ficar empilhando um monte de coisa para botar bônus. Quanto mais bônus você empilha, menos o teu cliente te quer. Quanto mais forte a tua entrega Cor, mais o cliente te compra. A forma de entrega muda completamente a percepção de valor, pessoal. É aqui que a gente diferencia um curso de uma mentoria, uma mentoria de um mastermind, de um produto digital, de uma experiência. É isso aqui que
entrega esse ponto chave. Ai, Amanda, uma coisa mais importante que a outra, uma coisa mais potente que a outra. Não, não é sobre isso, Mas é sobre a gente entender o que que o nosso cliente tá mais disposto e disponível a fazer e a comprar. E o que que eu sou melhor também fazendo? Então, exemplo, eu, Amanda, por muitas vezes eu já percebi e eu entendi que eu era muito melhor olhando pro caso de cada um e emprestando a minha visão e trazendo o meu olhar pro caso de cada um, pro, 2000, 3.000 pessoas. Eu
gosto desse desafio. Eu sou boa aqui. Posso poderia Pegar meu método e colocar isso e empacotar isso num curso como eu já fiz? Sim, poderia. É onde eu acho que eu agrego mais? Não. Então eu vou ficarondde eu sei que eu agrego mais, aonde eu agrego muito. Então eu repito para vocês, tá gente? Entrega gravada é igual a escala, conveniência e preço menor. Entrega ao vivo é igual a interação, percepção, exclusividade e preço maior. Entrega one é personalização, acesso e preço Premium. Entregue em grupo pequeno é senso de pertencimento e validação social, preço intermediário. O
mesmo conteúdo pode valer 10 vezes mais, dependendo de como ele é entregue. Ai, Amanda, eu quero independência, eu quero liberdade, eu quero que o negócio venda sem eu precisar estar ali olhando para cada um e efetivamente trabalhando cada um e tal e coisa, OK? Você pode ter uma entrega gravada, mas saiba que o trabalho da sua vida vai ser gerar Conteúdo de alto impacto. Saiba que o trabalho da sua vida vai ser gerar narrativas poderosas para lançamento. Você tira o peso de um lugar e você coloca o peso em outro. Tudo depende da onde você
é muito bom e do que você tá disposto e disponível a fazer, tá? Preço não é número, é narrativa de valor. É você quem dirige. Ai, cara, tô tendo que dar desconto. As pessoas ficam me chorando, me pedindo desconto e tarará, Tarará. Ou você tá muito desajustado do teu mercado, ou você tá com uma barra muito mais alta do que o teu mercado e você não tá conseguindo gerar essa percepção pra pessoa. Então você pode estar desenquadrado ou você não tá conseguindo fazer o seu trabalho direito de gerar desejo. E é aqui que a gente
tem um gargalo e um problema, tá? Então vocês vão definir preço sempre baseado no resultado Percebido que entrega, no nível de envolvimento e acesso. Então assim, sou eu, eu tô ali, é a minha presença, isso custa caro. E o posicionamento da minha marca, minha marca é a mais premium quando comparada do mercado. Se sim, eu posso cobrar mais caro. Então, pra vender é preciso de prova, não só de depoimento, mas rastro de consistência, demonstração do que que o outro quer Ser, da onde ele quer chegar, tá? E aqui, gente, eu vou passar para vocês a
minha visão do que que é um lançamento. Aguentem firme, respirem aí. Estamos na reta final desse encontro. Esse encontro vai gerar muito trabalho para vocês eh a respeito dessas revisão de todos esses pontos, mas eu eu disse que era um encontro denso e ele é feito para ser um encontro denso mesmo, tá? Gente, um lançamento, quando a gente fala de lançamento, é um método de venda Para gerar um pico, tá? é a forma como eu tenho de eh conseguir constituir uma narrativa que ele reprime, reprime, reprime uma demanda como se fosse aqueles eh touros em
rodeio que aperta, aperta, aperta, aperta, aperta, aperta, aperta a bola do touro e aí quando abre o portão o touro tá plau, plau, pau. É a mesma coisa. O lançamento ele é feito para funcionar dessa forma. Então ele vai reprimir a demanda para gerar um pico. Como é que a gente faz Isso? A primeira coisa, faz-se todo esse exercício que vocês passaram até aqui no passo a passo, tá? E aí vocês vão definir o produto, a promessa, a oferta, o formato, etc, etc, etc. Tá? Segunda coisa, você vai conceber um evento digital. Vou fazer um
webinar. Eu vou fazer uma série de quatro aulas ao vivo. Eu vou fazer uma sala secreta no Zoom. Quando vai ser esse evento? Qual é a Data desse evento? E aí eu vou marcar a data, eu vou escolher um nome para esse evento e eu vou escolher um tema para esse evento. Depois eu entro na fase que a gente chama de PPL, que é o conteúdo pré-prélançamento. É aqui que a sua linha editorial, ela tem que estar alinhada ao produto que você vai lançar. Então, por exemplo, eu quando vou abrir turma de mentoria, Obrigatoriamente um
mês antes, eu não posso falhar no meu conteúdo. Eu tenho que estar com conteúdo muito sharpe. Por quê? Porque eu preciso aquecer o meu perfil. Eu preciso que as pessoas entendam o que eu faço, o que eu sou, o que eu vendo. Depois disso, eu entro na fase de captação. Eu vou captar story, eu vou captar no feed, eu vou captar em anúncio. E isso vira lead. E aí eu fico esquentando esses leads Para que eles compareçam. É a mesma coisa quando tem um show, soltam o lineup ou ficam soltando quem são as pessoas. Para
quê? para engajar as pessoas naquilo. E aí eu chego para fazer um evento. Então, quantas de vocês já não participaram de transmissão, de aula, de encontro, de sala secreta? E a intenção desse evento, gente, é ter um conteúdo que muda a vida das pessoas De alguma forma. Então você vai entregar para caramba ali. Ai Amanda, isso pode ser presencial? Pode, não tem problema nenhum. Por que que vocês acham que tanta marca de moda faz evento de lançamento? É o mesmíssimo movimento que a gente tá vendo aqui quando falam dos lançamentos da boca rosa. É isso
aqui. Vou trazer um exemplo mais próximo. Nv tem feito exatamente isso. Tem importado Essa jornada e trazido pro mundo da moda, tá? E aí eu faço um evento. Nesse evento aí sim eu vou abrir pras minhas vendas, tá? Então quais são as etapas por etapa? A primeira coisa é vou criar meu plano. Que que eu vou lançar? A segunda coisa, eu vou estudar meu público. Depois eu vou desenhar o produto, a promessa e a oferta. Aí eu vou criar o evento. Esse evento Tem data. Esse evento tem identidade visual gráfica, ele tem uma promessa. Aí
eu vou determinar narrativa. Tem muita gente que resolve fazer esses eventos temáticos, fica cafona, fica meio tosqueira, mas eu vou dar um exemplo para vocês, tá? Eh, não, essa turma e a turma anterior a gente fez uma turma. Não, não, a turma anterior não. Vamos falar da 10ª turma. Quando eu fiz, quando eu lancei minha 10ma turma de mentoria, eu eu quis fazer A minha narrativa como uma narrativa comemorativa, como se fosse meus 10 anos, mas eram só 10 turmas, né? Então, a minha narrativa era uma narrativa de comemoração, de parabéns. Então, a gente fez
bolo, fez eh confete e tal. Então, isso é determinar qual é a minha narrativa. Aí eu começo a aquecer o público via meus stories, eu começo a fazer antecipação. Então, se vocês perceberem, vocês nos meus stories, por Exemplo, eu tenho postado muito mais dos meus resultados. Isso é à toa, gente, não é? em breve eu vou abrir uma outra turma. Eu preciso demonstrar resultado, eu preciso demonstrar onde as pessoas chegam e eu começo a antecipar. E ao mesmo tempo eu tô nessa fase de PPL, que é a produção de conteúdo de pré-lançamento. Eu preciso produzir.
Aí eu vou criar uma página de captura. No meu caso é o formulário. Para quem trabalha com produtos de maior escala, é uma landing page. Ela tem uma identidade gráfica, normalmente ela tem um vídeo embedado. Para quem trabalha com tráfego pago, a gente vai gravar criativo muitos anúncios. Vai gravar muitos anúncios e colocar eles na rua. E eu vou antecipar, antecipar, antecipar. Aí depois eu vou captar. Aí eu fico captando meus leads. Aí eu aqueço os meus leads no WhatsApp e No e-mail e eu fico fazendo conteúdo orgânico, reforçando todas as promessas do evento. Aí
eu faço o evento, sejam as quatro aulas, seja um webinar, seja sala secreta e aí eu abro o carrinho. Para quem eu recomendo fazer esse tipo de jornada? Para quem quer vender escala, para quem quer vender no varejo. Quando eu vou vender as mentorias, qual é o caminho que eu faço? Primeiro eu vou estourar no feed que eu Abri as vagas, mas o meu grande foco de conversão é nas sequências de stories. Nas sequências de stories, eu coloco o link que é a aplicação. Aí eu faço a seleção dos participantes e eu tenho e eu
faço a conversão via closer. Eu sempre tive uma closer, não. Por muito tempo eu era a pessoa que conduzia esse papo. Ia lá, apresentava o programa, entendia A pessoa, trazia uma visão para ela e tal. fechava. Ai, Amanda, eu vendo serviço, copia e cola, a mesma coisa aqui. Só que você não vai ter um funil de aplicação, você vai ter um funil, você vai ter um agendamento, tá? Usem os stories, gente. Muitas vezes vocês acham que tem que ficar usando story para ah demonstrar a vida, mostrar onde vocês estão, o que vocês estão fazendo. Story
é a ferramenta mais mais Poderosa pra conversão, tá? Então assim, pessoal, eh é um encontro muito denso que a gente começa ele aqui e a gente vai para um lado prático. O que muda o jogo de vocês efetivamente é conseguir responder a esta tela aqui, que assim que a gente terminar a Juliana vai trazer para vocês, tá? É isso aqui que eu quero olhar. É isso aqui que eu preciso olhar, independentemente de qual seja o seu produto. Tô chegando lá, pera aí. Muitas telas hoje aqui, tá? Eu quero que vocês preencham esse canvas completo, todos
os pontos dele, independente de qual seja o seu produto, tá? e façam a construção do passo a passo do que eu trouxe para vocês ali da metodologia, para quem quer criar, para quem quer ter a sua metodologia. Ah, Amanda, eu trabalho com produto físico. Quem trabalha com produto físico Também tem metodologia. Da mesma forma, metodologia é repetição de padrão, gente. Para eu ter um negócio que se sustente no tempo com o mínimo de escala, eu preciso ter padrão. Serviço, a mesma coisa, tá? Então essa é a lição de casa de vocês. Vocês vão submeter isso
pra gente no deadline da próxima semana, tá? Da próxima quarta-feira. A gente vai Olhar e a gente vai corrigir um por um, certo? Façam o restante dos exercícios também, porque isso clareia a vida de vocês. E aí a gente vai dar os próximos passos para vocês no encontro presencial. Deixa eu ver que já estão mandando coisas no chat. Sensacional. Fico feliz, K. Fico muito feliz que você esteja aqui, que você tenha achado sensacional. Gente, quero abrir para perguntas, dúvidas. Me Contem. Zero. >> Amanda, eu tenho uma dúvida. >> Pera aí. Opa, deixa eu respeit eh
deixa eu respeitar aqui. Vou começar pela Fla e te chamo, tá bom? Flá, manda bala. >> É verdade. A gente fez junto assim, ela ela poderia falar eh não é uma uma dúvida específica, mana, em relação à metodologia. E, olhando mais pro meu caso especificamente, eh, eu tenho muita clareza da Metodologia que eu trabalho, mas a minha situação é essa. Eu sempre trabalhei com a consultoria de forma muito pontual, porque era mais como um hobby, né, do que como um profissão e um, né, um trabalho que eu quero, uma carreira que eu quero seguir, porque
eu tô nesse processo de transição. É, então assim, eu não tenho base, né? Meu Instagram ele tá sendo começado de fato agora. Como eh eh tratar isso, né? Assim, eu Não tô em fase de de vender, eu tô entendendo que eu tô em fase de crescer, dear. >> É, então eu deixo isso tudo assim, realmente num segundo plano. Olha, Flá, vou responder e essa resposta vale para absolutamente todo mundo que tá nessa sala, tá? Tudo depende da tua necessidade. Se hoje esse produto ele não é o motor que atende a tua necessidade, sim, se dê
esse direito de criar a tua Audiência, alimentar a tua audiência, nutrir a tua audiência para gerar essa demanda reprimida. se permite acertar, testar, errar na tua comunicação para você ficar forte, para você realmente entender que você é uma baita de uma comunicadora, uma formadora de opinião e que você tem pessoas que querem muito o teu serviço. Naturalmente, naturalmente as pessoas vão vir te procurar. Quanto mais força você tiver, mais isso vai Acontecer. E naturalmente você vai ter que voltar o teu olhar a tudo isso que a gente colocou aqui hoje, tá? É muito, muito, muito
natural que efetivamente isso aconteça de alguma maneira, tá? É muito difícil a gente tá acertando a mão na nossa comunicação, a gente tá acertando a mão no nosso posicionamento e a gente não ter demanda, a gente não ter procura. Quando é que eu acelero esse processo do meu produto ou de vendas ou quando é que eu vou Efetivamente assim estudar eh os funis, as maneiras e tal e coisa? Quando eu tenho necessidade, quando eu preciso disso para pagar o pão de todo dia, tá? Eh, então vai muito de cada um, da fase de cada um.
Você pode perceber que quanto mais fogo no rabo a gente tem de necessidade, mais a gente faz, porque não tem para onde fugir, não tem como ter plano B, tá? Mas isso é muito particular, Flá. E eu diria para você Que delícia é poder criar, construir, sem ter a pressa de vender. Maravilhoso. Aproveita. >> É, é, talvez isso seja benéfico, né? É >> muito demais. Sorte a tua. Vou passar, tá, Carol? >> Bom, vamos lá. Depois da viralização do vídeo, chegaram muitas pessoas e foram mais de 200 aplicações no formulário. E aí, o que que
eu tô fazendo? Eu queria saber se tá certo, né? >> Claro. >> Eu tô entrando em contato com todas essas pessoas. Eu já tive um curso gravado que eu vendia, mas eu vi que o esforço era muito grande para vender. Então eu achei melhor ir pro caminho de tentar vender uma consultoria pontual para essas pessoas que não têm eh não tão qualificadas para mentoria, >> tá? ao invés de vender um curso de 497, que provavelmente a pessoa, enfim, talvez nem compre porque não me conhece, vai parcelar de 12 vezes e nunca vai Assistir. E aí
eu fiz isso. Algumas pessoas tô tentando vender a mentoria quando eu converso e vejo que é qualificada e para outras eu tô tentando vender só essa consultoria pontual, que seria basicamente uma reunião ali para dar um direcionamento para ela. E aí eu fiquei na dúvida se eu pensava em lançar alguma coisa mais barata ou se eu continuava dessa nesse formato mesmo, tentando vender uma coisa assim mais próxima mesmo. Olha, cá, a primeira Coisa que eu acho que é muito, muito, muito importante você entender é que assim, de novo, o produto ele tem que nascer da
demanda, tá? E não da vontade e não de um lugar de, ah, mas eu queria, eh, ah, mas eu acho que eu devia. Não, o ponto para mim é assim. Eu acho que você tá no caminho muito certinho. A primeira coisa é: será que o teu funil de aplicação ele conseguiu qualificar esses leads? Essa é a primeira pergunta. >> Por gente, como é que a gente vai qualificar esses leads? A primeira coisa que a gente tem que perguntar é se a pessoa to pagar. Hum, entendi. To para pagar, topa passar por esse processo. Esse é
o primeiro filtro de qualificação. Talvez você não tenha feito essa pergunta. E aí quando a gente não faz essa pergunta na qualificação, a gente tem um monte de lead que a gente se perde em relação ao entendimento do que eles topam, o que Eles não topam. >> Então, qual a primeira coisa que você vai fazer? Você vai estruturar uma mensagem que vá qualificar eles ao mesmo tempo e essa mensagem ela precisa ser enviada o mais rápido possível, tá? >> Uhum. Eh, dê esse comando para IA, fala para ela, eh, Cloud ou Chat PT, estou com
uma lista de mais de 200 leads e preciso de uma qualificação a partir de uma mensagem de boas-vindas E de uma pergunta que me deixe entender se aquela pessoa tope topa pagar X pelo valor do meu serviço, tá? Vou mandar essa essa mensagem. As respostas que eu colher, tanto dos leads ativos quanto dos leads qualificados, eu vou dar sequência na conversa, tá? Uhum. >> Porque cá, lead frio e lead desqualificado me vale muito pouco, >> entendeu? E aí assim, beleza, tô com lead qualificado, vou para cima dele. E aí você vai entender que você vai
fazer uma primeira sessão, que é uma um diagnóstico. Esse diagnóstico é um trampolim pra próxima fase, pra próxima etapa, pro próximo produto, >> tá? Que aí é um acompanhamento, que aí é um é o que a gente tinha falado lá no teu one que é o teu serviço em si. Eh, eu acho que assim, se a gente mantiver consistência Nesse tipo de postagem, cara, Amanda, tô com um post desse por semana, os posts estão bombando, tô chegendo essa quantidade de lead toda semana. Aí eu vou te falar, K, tá na hora do produto de escala,
pode fazer um curso gravado, >> tá? Mas enquanto isso não é a realidade, enquanto isso não é o ponto central, vai ser sofrido para vender. E você já passou por isso. E é por isso que eu defendo que o curso gravado ele não é >> o primeiro produto do infoprodutor, é sempre o serviço. Bem >> feito. >> Certo. >> Bem feito. >> Carol Dalton, você tá de mão levantada? Isso é uma mão analógica. Tá bom, gente. Temos mais perguntas? Não tá encontro denso. Não deixem de fazer a lição de casa. Eh, a professora chata, né?
Mas é Importante para vocês, tá? Não deixem de fazer a lição de casa. A gente vai olhar caso a caso, a gente vai corrigir, a gente vai demonstrar a rota para vocês, tá? Quarta-feira que vem eu reforço o convite de vocês estarem no encontro com o Fernando Copywritter. É uma habilidade que vocês têm que dominar. É uma habilidade que vocês têm que cuidar, cultivar, aprender, ler. A habilidade mais importante que tem pro criador de conteúdo, tá? Principalmente Quando a gente fala de alguém que é especialista no que faz. Eh, e eu espero vocês na outra
semana no nosso encontro presencial. Se é claro que eu vou enviar o link do encontro. Eh, se alguém aqui não confirmou o encontro, por favor, faça. Ah, Amanda, sou da [ __ ] que pariu, de outro estado. Gente, pagaram carérmo para tá aqui. Bora, vamos lá. Dá, dá um jeito, dá teus pulos, tá? Estamos esperando vocês por lá, pessoal. Um enorme beijo em vocês. O Que vocês precisarem, estamos por aqui. Beijo, beijo, pessoal. Vou fechar, tá? Ciaau.
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