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GAT Aula 5

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1224,906 Palabras24m readGrade 18
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Jorge Caetano
Olá meus irmãos minhas saudações a todos nós estamos iniciando aqui agora mais uma aula do nosso curso superior livre de teologia de umbanda dentro da disciplina de gramática aplicada ao texto essa é a nossa aula de número 5 trabalhando com textos em prosa o texto narrativo e como bem se pode perceber a na aula de hoje nós vamos abordar o texto narrativo que é de praxe bastante comum anos nos textos com que nós iremos normalmente trabalhar ao longo desse custo e vamos fazer obviamente Como já tem sido feito até então uma abordagem gramatical Mais especificamente uma abordagem sintática desse desse texto temos hoje uma aula menos longa menos densa nós vamos estamos iremos nos acostumar a trabalhar com os textos em prosa com os textos narrativos e Eu já escolhi para essa aula um texto pequeno já exatamente visando a dar uma aula menos bença do que as anteriores para a gente poder relaxar e a entender esse conteúdo melhor vamos trabalhar então E aí e antes mesmo de começarmos a falar das particularidades do texto narrativo como a nossa Lu é bem mais curto já vou passar para vocês a primeira senha para vocês responderem ao chamado da aula de hoje sem hoje é bem simples está hoje a o trabalho toda bastante simples escreva o dia do mês em que você está assistindo esta aula simples assim escreva o dia do mês em que você está assistindo essa foto uma, lá tá respondida a primeira senha e vamos continuar aqui o nosso trabalho particularidades do texto narrativo chama-se texto em prosa praticamente todos os textos que não figuram no formato de texto poético disse praticamente porque a uma exceção feita e a uma modalidade híbrida chamada de prosa poética que será devidamente trabalhada mais adiante né em todos os textos e provas estão submetidos ao mesmo formalismo uma vez que a norma padrão se aplica principalmente a modalidade escrita o que que eu tô querendo dizer com isso eu tô querendo dizer com isso aqui é a do dia a dia a chamada Norma padrão Ou Norma culta da língua ela não é empregada por Nós em todos os momentos da aliás no ato da fala da comunicação oral a norma culta o anormal a norma-padrão ela acaba sendo reservada especificamente para aquelas ocasiões a mais mais formais na da chamada variação diafásica da língua né e um mais nas outras atividades comunicativas do dia a dia a gente tem uma maior liberdade no ato da fala Entretanto a na modalidade escrita né existe naturalmente a exigência de uma do formalismo no uso da linguagem tá então quando eu falo que a normalmente os textos em prosa estão submetidos quase que sempre aos mesmos formalismos aos mesmos rigores da exatamente por isso porque do texto escrito vai se exigir um maior Rigor nos garimpos e vamos prosseguir aqui ó não existe uma imensa variedade de gêneros em prosa mas para fins didáticos dividiram-se os gêneros em três modalidades está estejam texto narrativo texto descritivo e texto dissertativo uma vez que todos os gêneros acabam se enquadrando em uma dessas três modalidades a modalidade descritivos dificilmente existe de forma autônoma daqui essa palavra que é de forma tá apenas um erro de digitação nesses lábios sendo na verdade subsidiária da modalidade narrativa e eventualmente também da dissertativa e o que que nós estamos querendo dizer com isso a existe um tipo texto em prosa que é chamado de de texto descritivo o edifício mente tem uma uma existência autônoma o texto descritivo por si mesmo são raras as situações em que nós nos deparamos com textos é essencialmente descritivo normalmente a o expediente da descrição ele vai ser utilizado ele vai aparecer como componente dos textos narrativos quando por exemplo um autoral do contar determinada a história ele faz uma uma longa descrição de alguma coisa ele descreve o objeto descreve uma pessoa descreve uma paisagem aí o texto descritivo Aparece mas de forma autônoma é muito difícil nos encontrar os seus dispositivos a gente pode dizer que talvez eles estejam presentes em e umas a alguns documentos profissionais como relatórios por exemplo né e científicos profissionais respectivos relatórios e descrevem experiências científicas existe uma tendência de que a ata seja com um texto descritivo embora do meu ponto de vista ela não seja é eminentemente descritivo ela Tenha também um caráter narrativo uma vez que ela se propõe a narrar como aconteceu uma determinada reunião então universo do texto descritivo é muito restrito e ele praticamente não têm existência autônoma mas está mais a como subsidiário de outros tipos de texto principalmente da modalidade narrativa e algumas vezes também da modalidade de ser Nativa E aí e nesta unidade iremos abordar tópicos de gramática dentro de textos da modalidade narrativa permitindo uma familiarização tanto com a modalidade em si quanto com os tópicos gramaticais propriamente ditos Observe se o texto abaixo bom Antes de nós partirmos para observar o texto abaixo eu quero deixar aqui algumas características que são essenciais dos textos narrativos então quando a gente fala de texto narrativo é preciso lembrar que o propósito do texto narrativo e qual que é a discursos e narrativas sempre o de contar um fato pode ser uma uma história longa pode ser um fato corriqueiro do dia a dia montado em rápidas pinceladas mas o propósito do texto narrativo Como o próprio nome a área o que é contar alguma coisa É verdade então o texto narrativo ele se presta a narrar fatos que aconteceram e como ele está narrando um fato Ele tem algumas características peculiares por exemplo a existência de personagens uma localização no tempo e no espaço um enredo que é peculiar a ele porque você vai ter que ter uma sequência de fatos que aconteceram no tempo no espaço e essa sequência de fatos é chamada de impedido a ele vai ter a presença do discurso direto embora isso não seja uma exigência não seja Obrigatoriamente dessa forma mas de um modo geral o discurso direto vai estar presente no texto narrativo então é e e quando a gente fala de discurso direto tô me referindo a transcrição exata da fala é né da da interlocução entre pessoas entre personagens dentro do texto narrativo e é a marcação dessa interrupção ela é sempre assinalada por um determinado tipo de pontuação a na Norma portuguesa você utiliza os travessões para indicar a o início da fala de uma personagem e quando você alterna outra personagem vai falar novamente você coloca outro travessão Então essas são características muito peculiares do texto narrativo quando eu falo da norma brasileira da Norma portuguesa é porque em outros idiomas e principalmente no inglês é comum você vê a [Música] marcação da interlocução do diálogo entre personagens assinalado apurar "por exemplo entre nós não entre nós o que assinala o discurso direto é o uso dos travessões nos falamos aqui rapidamente sobre algumas características algumas peculiaridades do texto narrativo vamos dar prosseguimento né Observe o texto a baixa texto um a viagem do beagle vejam que é um texto bem curtinho né ver a página ao chegar no Brasil e ver de perto a escravidão Davi escreveu este relato é perto do Rio de Janeiro minha vizinha da frente era uma velha senhora que tinha umas tarraxas como que esmagavam os dedos de suas escravas uma casa onde estive antes um jovem criado mulato era todos os dias e a todo momento insultado bloqueado e perseguido por um furor capaz de desencorajar até o mais inferior dos animais vi como um garotinho de 6 ou 7 anos de idade foi golpeado na cabeça com um chicote antes que eu pudesse entender por que me havia servido um copo de água um pouco turfa E essas são coisas feitas por homens e afirmam amar ao próximo que assim como a si mesmos que acredita em Deus e que rezam para que sua vontade seja feita na terra o sangue ferry nossas vezes e nosso coração o esporte ao pensarmos que nós Ingleses de nossos descendentes americanos com seu jactancioso grito em favor da Liberdade fomos e somos culpados deste enorme crime então nós temos aqui na contexto muito peculiar o texto que foi escrito por dar vi né a famoso cientista o criador da chamada teoria da evolução das espécies que coisa que muito pouca gente sabe teve uma passagem pelo Brasil exatamente Quando ele estava fazendo as pesquisas é que iriam resultar na publicação do seu primeiro livro e durante essa passagem pelo Brasil ele teve a oportunidade de narrar esses fatos que ele vivenciou em relação à escravidão EA gente percebe claramente que foi uma coisa que o deixou ele manifesta em relação à escravidão um forte sentimento e e é um forte sentimento de revolta na de indignação e desprezo pelo que estava sendo feito para aquelas pessoas que como ele mesmo diz afirmam ser pessoas que acreditam em Deus e rezo para que a sua vontade seja feita na face da terra né então termo bastante interessante do seu ponto de vista conteudístico onde ele narra em alguns Absurdos que eram feitos com esses escravizadas no Brasil né vamos dar prosseguimento aqui vamos sair do âmbito a e da análise e quando eu dica do texto para nós entrarmos no antes da análise formal e nessa disciplina Pelo menos é o que nos diz respeito mais diretamente e vocês vão observar que o texto está todo ele marcado por números né cada um desses números aqui vai ser utilizado agora para as fazer referência fazer referência a as orações as frases dos períodos que vão ser analisados Tá então vamos dar prosseguimento mas antes de nós prosseguimos eu já vou passar para vocês a segunda senha de hoje para vocês responderem a chamada então é fiquem atentos aí caneta e papel na mão e escreva lá escreva o dia da semana que você está assistindo esta aula você vem vocês vão cês vão escrever Oi Ina em Algarve em números tá então a escreva o dia da semana onde Domingo vale um e sábado Vale 7 os demais estão nesse intervalo entre os sete tá certo escreve lá se você tá assistindo na terça-feira para você bota 13 se você tá assistindo na quinta você bota 15 agora se é no domingo você bota o número um lá na plataforma um local destinado a responder à chamada e assim está afastada para vocês a segunda senha da aula de hoje né vamos proceder é o que tá marcado com o número 1 o texto vamos retornar aqui ó ao chegar no Brasil tá marcado com o número 1 vamos ver qual é o comentário apresentação e não faz parte do texto de dar olha bem essa primeira linha que a linha de apresentação do texto que daqui ao chegar no Brasil e ver de perto a escravidão Darwin escreveu esse relato tá olha aqui isso aqui não faz parte do texto The Dark o texto do Davi começa aqui tá Isso aqui é só uma apresentação e o que que acontece com essa apresentação ela está marcada por um erro gramatical que é bastante comum da linguagem informal mas não é bem aceita no padrão é típica dos textos escritos vamos entender o verbo chegar embora ele seja um verbo intransitivo tá normalmente esse verbo é completado e com um adjunto adverbial de lugar jec chega chega algum lugar e aí que tá a mágica da coisa toda o verbo chegar rege a preposição a quando se refere ao lugar de destino assim a forma correta seria ao chegar ao Brasil e não ao chegar no Brasil como se como está escrito no texto na verdade a forma chegar no ela pode ser usada assim se vê ela estivesse se referindo ao meio de transporte que você se utilizou para chegar naquele lugar então se Davi tivesse de Cheguei ao Brasil no navio tal ou seja embarcado no navio tal e se não estaria correto mas quando se refere a lugar de destino a o verbo chegar rege a preposição a não não já temos aí um erro a o número 2 que ainda está na descrição do na apresentação do texto o número dois ainda não é parte do texto Davi propriamente dito né percebe-se ainda outro erro no que tange a utilização do pronome demonstrativo vamos ver lá o que que tá acontecendo tá aqui ó Davi escreveu esse relato esse dois aqui tá assinalando uso desse pronome demonstrativo os pronomes demonstrativos este esta isto aquele aquela aquilo são dentes e didáticos a moto é essa palavra tá responsáveis pela coesão do texto nesse sentido esse essa e isso olha bem pegar esse e essa E isso tem função anafórica e fazem referência a algo que já foi anunciado anteriormente enquanto este esta e isto tem função catafórica enunciam renunciando ao anunciando algo que ainda vai ser enunciado sendo assim a forma correta seria dar vi e escreveu este relato gente função anafórica o que que esta que que significa ter função anafórica significa que está se fazendo referência a uma coisa que já foi e é já foi expressa anteriormente no texto Então função anafórica se refere a algo que já foi Expresso anteriormente e função catafórica o que que significa ter função catafórica significa que você vai remeter a algo que vai ser expresso logo em seguida que não foi Expresso ainda e vai ser expresso logo em seguida Então como aqui no texto em questão a ao chegar ao Brasil e ver de perto a escravidão Davi escreveu e e tá fazendo referência o que já está escrito não ele tá fazendo referência ao que ainda vai ser escrito então não poderiam usar o pronome esse e teria que usar o pronome este então Davi escreveu este qual este que tá abaixo este relato tá certo é disso que Olá aqui é o número dois é a observação de número 21 é perto do Rio de Janeiro agora nós temos uma transcrição literal do texto todas as transcrições literais vão aparecer nessa tonalidade de azul e quanto que observações vão aparecer nessa tonalidade de azul às vezes em verde e quando se é disso é respeito a questões gramaticais por Excelência vão aparecer em vermelho né perto do Rio de Janeiro minha vizinha da frente era uma velha senhora que tinha umas tarraxas Olha só três tá aqui com quis Maga vão os dedos de suas escravas por quatro tá aqui a situação é essa número 3 e o número quatro né vamos ver aqui que esses dois números estão fazendo referência que aparece logo de cara três e quatro nos dois casos em tela o pronome que é relativo e introduz o sons aditivas lembram dos nossos de orações adjetivas sempre que isso ocorrem o que pode ser substituído por o qual a qual sempre em juízo dos disso Em ambos os casos a oração nesse caso aqui é adjetiva restritiva pois complementa a ideia Já expressa observe-se então que o trecho poderia ser escrito minha vizinha da frente era uma velha senhora a qual tinha umas tarraxas com as quais esmagaram Eu até já a a observação até já disse ou então olha só perto do Rio de Janeiro minha vizinha da frente era uma vez de hora tá aqui o primeiro que tá a senhora que tinha umas tarraxas né a gente poderia substituir se a gente quisesse adjetivar e essa frase aqui só para demonstrar que nós estamos diante de uma oração subordinada adjetiva restritiva nós poderíamos dizer perto do Rio de Janeiro mesmo vizinha da frente era uma velha Senhora possuidora de uma as tarraxas né com que esmagava os dedos de suas escravas então Em ambos os casos aqui que tinha umas tarraxas oração subordinada adjetiva restritiva e com que esmagavam os dedos de suas escravas orações subora São subordinada à adjetiva restritiva também temos dois casos de oração subordinada adjetiva restritiva né hum e em uma casa olha só onde estive antes e observe a palavra onde exerce no trecho em questão a função de pronome relativo também e também introduz uma oração adjetiva restritiva na substituição por qual teríamos em uma casa na qual os deviantes CEB é preciso pontuar que onde só é usado na língua portuguesa nas funções de advérbio interrogativo pronome relativo é conjunção integrante Vamos fazer um breve comentário a respeito isso aqui porque entenda a utilização errada do pronome onde é uns vícios de linguagem mais comuns que acontecem e língua portuguesa então a palavra onde ela tem algumas três utilizações básicas ela pode ser usado e a Bruno a advérbio interrogativo tá como é que a gente usa onde como advérbio interrogativo logicamente numa oração interrogativa né então eu posso dizer assim e onde você esteve ontem quem sabe de onde você vem o advérbio interrogativo tá ela pode ser usada como pronome relativo foi exatamente esse caso que nós iremos Então você diz assim aquela é a casa onde a Escrava trabalhava é aquela é a casa na qual a Escrava trabalhar ver se onde aí ele não têm mais função interrogativa da mas ele continua exercendo uma função de indicar a localização porque o onde sempre vai estar ligado a uma a uma circunstância de lugar certo então aquela é a casa na qual a Escrava trabalhar e ele também pode ser conjunção integrante tá a por exemplo lembro que a conjunção integrante ela introduz orações subordinadas substantivas não é quais são as subordinadas substantivas as subjetivas objetivas diretas objetivas indiretas é completivas nominais predicativa c&a positivas e agente da passiva é isso só essa 7 e vamos entender quando que esse onde pode funcionar como a uma como uma conjunção integrante se você constrói uma frase do tipo é eu não sei onde você esteve ontem Observe eu tenho duas orações primeiro oração eu não sei o verbo saber a segunda nação A onde você esteve ontem o verbo estar certo hora pega a primeira oração e percebe o seguinte o sujeito é eu o verbo é o predicado é não sei em Uberaba saber o não é um adjunto adverbial de negação Tá tudo bem mas o verbo saber é um verbo transitivo direto quem sabe ou não sabe sabe ou não sabe alguma coisa então essa oração não tem dependência cidadão preciso do complemento e vai tá na hora só seguir tá eu não sei não sei o que onde você esteve ontem esse onde aí que tá simplismente ligando as duas orações da exercendo a função de conjunção integrante Essas são as três únicas utilizações donde em português e língua portuguesa Tá certo então é repassando ele pode ser advérbio interrogativo ele pode ser pronome relativo ou ele pode ser conjunção integrante apenas essas três utilizações para o para o ônibus tá ah tá é mais uma citação literal vive como um garotinho de 6 ou 7 anos de idade foi golpeado na cabeça com um chicote e ele bota uma coisa entre parentes antes que eu pudesse intervir porque a minha havia servido um copo de água um pouco turva e vamos ver tem aqui o número 6 o número 7 né vamos ver o que que ele tá querendo destacar com esse com esse trecho e os parentes em primeiro lugar o número seis parentes nesse caso aqui eles são utilizados para intercalar uma informação acessória que esclarece embora não seja indispensável a compreensão do enunciado Esse é um um dos usos que a gramática Conserve consagra A esse sinal de pontuação Então veja que hã passando já estamos começando a introduzir normas de pontuação aqui para vocês também e aí você descobre que uma primeira utilização que é dada aos parênteses é intercalar no texto uma informação acessória você tá redigindo ali normalmente e aí você quer dar uma determinada informação que naturalmente vai quebrar por completo A sequência natural do texto Então o que você faz você abre um parente se escreve dentro daquele parente do esclarecimento que você dá você quer dar fecho parentes e continua normalmente a a oração a frase que você tava construindo é o que aconteceu aqui ó vir como um garotinho de 6 ou 7 anos de idade foi golpeado na cabeça com um chicote antes que eu pudesse intervir então ele ele abriu essa esse esse parentes aqui para dizer que para deixar bem claro para as pessoas que sim ele que ele queria ter impedido ele queria ter feito alguma coisa para impedir aquilo mas a coisa aconteceu muito rápido antes que ele pudesse entender então ele (Coloca essa informação e posteriormente ele segue naturalmente com a a sequência natural da frase a foi golpeado na cabeça com um chicote Por que me havia servido um copo a cobertura dá certo essa utilização do parentes nesse caso existem outras utilizações para o parente né e no trecho em questão as reticências são usadas para marcar uma interrupção da frase e denotar uma expressão de desagrado do autor perante o fato narrado vamos Grande a questão essas resistências aqui né A Me desculpe mas eu não consegui pegar exatamente onde se encontram as reticências aqui né trecho em questão a tá as reticências são usadas para marcar uma interrupção de frase de notar uma expressão de desagrado autor Olha só não é exatamente isso e antes que eu pudesse teve porque a minha vida Serviu de um copo de água um pouco turva e a bom e o autor parou a frase nesse ponto aqui e ele encerrou a frase nesse ponto aqui e colocou. . .
O que que essas reticências a que significa Qual é a marca deixada por esse sinal de pontuação aqui ele tá querendo dizer o seguinte que o Garotinho foi copiado na cabeça porque me avisa Serviu de um copo de água um pouco turva aí ele para a narrativa dele e deixa claro que ainda haveria mais coisas que ele gostaria de falar mas que para evitar maiores desagrados ele vai deixar isso para lá então o primeiro uso das reticências Talvez o uso mais importante que as reticências tem é justamente esse o de demonstrar uma interrupção súbita do discurso deixando bem claro que o Aquela aquele discurso teria uma continuidade lógica mas por algum e não e não explicada Talvez dedutível mas não explicar da o autor optou por não é escrever a sequência do pensamento tá o quê que poderia motivar a essa interrupção são vários fatores Às vezes o autor de um texto narrativo desejo criar uma atmosfera de suspense às vezes ele prefere deixar a conclusão daquele ali para o leitor às vezes ele está diante de uma situação de muito desagrado e isso aí é algo que a acontece com muita frequência o autor está narrando uma situação que o desagrada profundamente de repetir de parar bruscamente coloca umas reticências porque ele tá demonstrando Olha se eu começar a escrever eu vou começar a xingar e o meu texto não vai ficar legal então eu tô para a transecção sinal de pontuação a altamente subjetivo um Eles marcam uma atitude de subjetividade do autor e por alguma razão veja bem E esse caso de uso das. . .
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