Eu ministro louvor, Douglas, e eu tenho ficado desesperado assim, cara, em muitas vezes abrir o olho assim em ver que eu me acostumei a fazer algo que talvez Deus nunca pediu para fazer, entende? Como assim? Porque eu percebi, mano, que as pessoas que viram o Senhor, elas não precisam de ninguém, ajudando elas a se expressar para Deus. Quem vê Jesus é um adorador e não só aonde tem cântico o tempo todo. Mas quem não viu Jesus, não é eu mandando o cara levantar a mão, não é eu mandando ele fechar o olho que isso vai
acontecer. Eu queria que você falasse um pouquinho assim desse contexto com Azaf e tal, porque eu admiro muito o Azaf e principalmente por ser esse homem de aliança e esse homem constante, né? Como é que foi? Porque você chegou lá e foi acolhido por eles, né? Fala galera, Jesus COP da Luiz Gonçalves por aqui para mais um Diesas COP Podcast. Ó, você é novo aqui, seja Muito bem-vindo. Essa mesa aqui é uma mesa de comunhão, de testemunho, de inspiração, que a gente tá aqui toda segunda e você é o nosso convidado para sentar à mesa
com a gente. A nossa proposta é que você sinta aqui, ó, sentado aqui assim e participando dessa conversa aí. E eu tô muito feliz de você tá aqui. Se você já tá há bastante tempo, obrigado por você acompanhar a gente. E eu quero te fazer um pedido. Eh, pega o link, comenta aqui, se Inscreve. Tudo isso você faz ajuda a gente a divulgar muito mais a palavra de Deus. Tudo que a gente faz aqui tem um objetivo te deixar mais parecido com Jesus. Ó, eu tenho certeza que você vai ser muito abençoado nesse papo de
hoje. Eu tô gravando essa abertura depois de já ter gravado o podcast. Eu sei que você vai ser muito abençoado. Se prepara, tá, por esse papo aqui e depois de novo, quando alguém vier no seu coração, envia esse podcast para alguém. Vamos embora. Podcast de hoje. [Aplausos] [Música] Marcelo, mano. Como é que fala? Cacilhas. Cacilhas. Cacilhas. É. É espanhol. É espanhol. O meu bisavô só mudou a forma de escrever, então ele deu uma brasileirada, ficou com C e L só, mas é espanhol. Muito bom, muito bom. Obrigado. Você tá aqui. Uma honra, uma alegria mesmo.
Direto do Rio Grande do Sul. Isso. Um carioca que mora no Rio Grande do Sul. Rio Grande do Sul. Se bem que eu morei na parte da minha infância no Sul também. Então eu, a minha mãe é do Sul. Ah. Então ela casou com carioca. Eu fiquei meio que nesse meio de campo assim em Rio de Janeiro. E é uma mistura interessante, cara. E é engraçado que eu fiquei com o sotaque do carioca, mas eu se tu for analisar eu sou um gaúcho assim total. É, tem até fisionomia, mas assim eu não gosto de praia,
eu não sou cara de sol, eu não posso com sol, então Eu virei um gaúcho com soltar carioca assim. Entendi. É, é, é uma coisa interessante, ó. Mas importante, Marcelo trouxe presente até fica aí uma dica para os próximos convidados, tá? trouxe um presente aqui. É essa marca aqui e faz uma propaganda aqui, hein, ó. Eh, é Bruder ou Bruder. Exatamente. Bruder. É. E é de lá. É de lá. É de um grande amigo meu, irmão de Cristo, o João. Legal. É mesmo. Ele monta essa cafeteria. Eu lembro que eu tava junto Com ele, a
gente pensando no nome, até ele me sugeriu uns nomes. É, você ajudou ele nisso? Sim, porque a gente é amigo há muitos anos e então ele hoje torra café especial lá. Olha aí, assim, no Brasil tá crescendo muito o café especial, né? Olha aí, gente. Olha aí, gente. Muito bom. Que é? E ele tem uma torra lá. Enfim. Então, assim, é um café hoje referência. Você curte sem café? Você Então, eu amo café, mas eu sempre tomei café com açúcar. Hum. É, eu vou te Contar essa história. É. E aqui são dois cafés. Trou isso.
Dois produtores do Bernardo e café do Felipe. Legal. Chocolate morango. Muito bom. Muito bom. É, é um caminho sem volta, né? Então, virou até uma, uma piada popular no Brasil esse a questão do, do assunto. Obrigado, Marcelo mesa. Eh, é, eu tomava café com açúcar, mas já café especial. Tá. É engraçado isso, porque a galera falava assim, cara, botou açúcar, virou tudo a Mesma coisa, né? Mas sabe que uns anos atrás Deus fez assim um processo em mim de uma limpeza muito radical através de algumas coisas que eu fui colocando na luz. É. Eh, e
teve um dia lá em casa, eu tenho duas filhas e minha esposa e elas sabem e eu fazia a piada interna do do açúcar, né? Eu defendi a questão do açúcar no café, mas Deus falando comigo e assim, eu vi alguma coisa em mim, sempre atalhando os Problemas. Eu não gosto de falar que é uma coisa de carioca, de tentar sempre dar uma talhada, mas eu vi em mim assim uma certa eh uma malandragem, hum, de sempre tentar achar um caminho mais perto, desviálido. E quando Deus fez algo radical em mim, eu vi que eu
colocava açúcar no café, porque isso também refletia nisso e eu sabia que era muito melhor sem. Então, eu sei que isso é besteira para muita gente, mas para mim Foi algo era simbólico ali, né? É isso. E aí um dia de manhã eu peguei e mostrei para elas assim: "Esse aqui é o primeiro café sem açúcar do papai. Pro resto da vida eu nunca mais vou botar açúcar". Aí eu lembro minhas filhas me olhando assim: "Será, mas de fato é um compromisso com Deus. E assim, por mais que eu goste agora sem açúcar, eu não
gosto tanto como eu gostava antes. E eu creio que Deus nunca vai deixar eu gostar 100% para eu lembrar um marco que Tem coisas amargas na nossa vida. E Deus está nessas coisas, na renúncia. Então, para mim é um ato simbólico, mas toda vez que eu penso em café, eu lembro daquela fase interessante que foi marcante para mim e mudou o rumo assim da minha vida, entende? É, e tem uma coisa assim, às vezes a gente sempre fala essas coisas, ah, isso aqui é muito simples, né? Eh, como tirar açúcar do café, mas eh você
começa a perceber que a forma que você faz as coisas simples, Você vai fazer as coisas complexas, né? Sim. Eh, eu lembro sempre daquela passagem daquele rei, né, que o profeta visita e fala: "Ó, joga umas flechas no chão aí". Aí ele preguiçosamente joga três assim, tá, né? Ele fala: "Cara, professo fica você tivesse feito mais, se você tivesse falado o quê? Quer que eu jogue quantos?" 1000, entendeu? Se você tivesse de todo coração feito, né? Era era a sua vitória. E e tem muito a ver com isso, né? O jeito que você faz As
coisas mais simples é o jeito que você vai fazer as maiores coisas, né? É isso. Exato. Então, eh, você vê que a pessoa que tem a sua empresa bagunçada, provavelmente a cama dela tá bagunçada. Uhum. É isso. Provavelmente a a escovação do dente, a ao café, porque o jeito que a gente faz essas pequenas coisas, a gente vai fazer todo o resto, né? É. E a gente vê hoje muitos ministérios focados em ajustar coisas, por exemplo, de homens. Pois é, masculinidade hoje é um assunto, uma pauta importante que de fato a gente teve um gap
geracional de formação. Eh, mas tu sabe que tem um irmão muito querido, um disciplador que eu tenho, Nilson Ferreira. Hoje ele tá morando na Suécia, mas ele tava há pouco tempo aqui. E aí ele me perguntou uma hora, tu vai, tem a ver com o que a gente tá falando? Hum. Ele perguntou: "Cassílias, eh, me diz todas as coisas que Jesus ordenou". Aí eu, como assim? Não, todas As coisas que Jesus ordenou. Ah, Nilson, acho que eu vou passar vergonha aqui. Lembrar de algumas aqui, né? Três. Ele assim, não, mas por que se ele foi
tão claro no ID, na grande comissão de ensinar todas as coisas que ele ordenou? É uma ordem, né? Uau! E aí eu fiquei nessa, tem coisa assim, tem umas frases do Nilson que me pega, se ele vai embora e eu fico com aquele negócio anos, né? Aí um dia eu lá em casa, eu pensei, olha, eu não sei comecei a me Envergonhar. Mas eu pensei, eu também não estou ensinando ninguém a guardar. Hum. E querendo ou não, é às vezes um atalho. Tu seleciona algumas coisas, não você, eu digo geral, a gente seleciona algumas coisas
e algumas coisas a gente dá. Então, nessa questão de servir ao Senhor, tem muita coisa amarga pra nossa carne. Tem. E não dá para selecionar, não tem página da Bíblia que serve e alguma que não serve, né? E aí eu me Arrependi. E tem um grupo discipulado lá em casa, a gente tem servido uns 10 jovens. E aí eu pensei: "Senhor, eu vou aprender com eles a memorizar e guardar todas as palavras que tu ordenou". E aí a gente começou agora numa dinâmica. Então a gente começou a pegar todas as palavras de Jesus. Nossa, amei
isso, cara. Vou fazer isso. E a gente começou assim, ó. Isso aqui é uma ordem. É uma ordem. Isso aqui é sugestão. Daí a gente começou, Não, de Deus não dá sugestão, né? É ordem. E a gente tá lá com 30 pontos já. E mano, eh, para mim tá sendo assim chocante ver quantas coisas Jesus ordenou que eu não vivia, coisas simples às vezes, ou que eu fazia alguma teologia contemporânea para justificar o fato de me fazer esmola, exemplo, dá quem te pede. Aí eu crio toda uma questão política e social do que aquele cara
vai fazer com meu dinheiro. Exato. É, mas Jesus não falou Nada disso. tem uma expressão do corpo de Cristo, que é o próprio Cristo na Terra, que se expressa sem fazer essa internalização, sem esse juízo de valor do que a pessoa vai fazer com que eu tô entregando. Eu fazer o bem sem olhar quem. E muitas coisas assim, eh, de fato que eu pensava assim, por que que eu não vivo isso aqui? Isso é tão claro. Uhum. Então, e possível, né? Todas possíveis, mas é a questão de Tirar o açúcar do café. Na minha vida
é assim que eu tenho visto, sabe? Cara, chega, a gente passa muito pouco tempo nessa terra para ficar tentando melhorar a trincheira, entende? Para ficar mais gostoso. Eh, outra coisa também, hum, eu não pensei, eu pensei muito que a gente ia conversar e no fim eu pensei, falei assim: "Deus, eu não vou pensar". Exato. Mas é a melhor forma. Mas sabe uma coisa, ontem eu tava conversando com Tom sobre isso e falei com a minha esposa Também. Eu passei uma vida inteira com muito perrengue financeiro. Uhum. Assim, meu pai, eh, a minha mãe, meu pai
divorciou da minha mãe quando eu tinha 5 anos. Uhum. Ela saiu do Rio de Janeiro, foi com duas crianças pro Sul. Quem nos recebeu foi AF Borba. Uhum. Então assim, a vida muito sofrida, assim, no sentido, não tinha nada, não sobrava. E aí eu passei 11 anos em Porto Alegre vendendo shampoo, descolorante de porta Em porta, até que Deus permitiu que eu começasse ver de música. E ainda complicado, só que assim do últimos último ano suavizou um pouco, melhorou um pouco a questão financeira. Muito nesse processo de santificação também acertei todas as questões dos meus
impostos, várias coisinhas que eu tinha aquele jogo assim, sabe? Não, mas tô servindo ao Senhor. Hipócrita para caramba. E quando melhorou, eu percebi Que aquela angústia que eu tinha, aquele desespero santo de colocar o joelho no chão e falou: "Senhor, como eu pago a conta de amanhã?" Quando melhorou a situação, parece que essa angústia parte dela sumiu dessa dependência radical. E aí eu comecei a entender algumas coisas que a palavra fala sobre o rico. Uhum. Uhum. Que é a dificuldade de um rico de entrar no reino dos céus, porque há muita distração, muita fascinação desse
mundo que o dinheiro Proporciona. E aí eu falei com a Lu, minha esposa, assim, meu amor, a gente não pode perder angústia, não dá. Independente do dos números que tenham numa conta bancária, não podemos perder. a única coisa que nós temos que é o temor, a dependência total do Senhor. E eu lembrei, eu gosto muito de história da igreja e eu lembrei de John Wesley, que era um dos caras mais ricos do mundo na sua época e era famoso por almoçar batatas, porque o Dinheiro que tinha só passava por ele. Uhum. Enfim, eu tô tentando
viver uma vida verdadeira em Deus. Eu ministro louvor, Douglas, e eu tenho ficado desesperado assim, cara, em muitas vezes abrir o olho assim, ver que eu me acostumei a fazer algo que talvez Deus nunca pediu para fazer, entende? Hum. Como assim? Eh, as coisas comigo musicalmente aconteceram de uma forma muito diferente do que geralmente acontece com as Pessoas. Geralmente o cara dedica muitos anos à música e aí ele quebra o pau com os pais, não, eu quero ser músico e tal e numa hora acaba dando certo, para muitos não dá certo. Eu quando eu desisti
de música, Deus fez acontecer. E ao meu ver, ele só esperava eu desistir, entregar esse Isaque, que era um ídolo na minha vida. Só que já aconteceu com 35 anos, já não era mais um menino, já tendo vivido tanta coisa Assim. E quando eu abro a palavra no Novo Testamento, que é a nossa referência, Somos Gentius. Uhum. Eh, e vejo como a música é retratada lá. Em alguns momentos eu ministrando louvor, eu me vi assim, a gente herdou uma liturgia que ela é uma bção, a igreja é edificada, mas muito diferente em alguns aspectos de
um ensino muito claro da igreja primitiva. Quando vos reunir, cada um tem Salmo. E eu me vendo assim ministrando louvor, conduzindo pessoas à adoração. uma frase que que pegou no nosso meio, mas que ela é, não tá na palavra de uma pessoa conduzir pessoas. Eu entendo que todos, quando Paulo fala em Primeiro Coríntios 14:26 que todos têm o Espírito Santo, então todos devemos profetizar, todos devemos ter salmos. E eu entrei numa crise há uns um, dois anos atrás, ministrando louvor, às vezes vendo pessoas assim em Outro lugar. Sim, esse cara tá em outro lugar porque
ele entende que ele não é o ministro de louvor de hoje. Ele não veio para dar, ele veio para receber e eu vim para dar. E isso é um sistema e esse cara nunca vai vir para dar, entende? E aí eu pedi lá em Porto Alegre para sair, fiquei dois meses fora, OK? porque eu dei uma pirada assim mesmo. Eh, e hoje an pensando muito a respeito Disso, eu entendo que o domingo o que acontece no culto, ao meu ver, é a menor expressão da igreja. Na verdade, precisa acontecer o que tá ali. Por exemplo,
a palavra não fala qual é a cor da camiseta que a gente tem que usar quando estamos juntos, não. Mas o que nós devemos fazer quando estamos juntos, ela fala. Mas ao meu ver, muitas vezes a estética é mais uma ordem do que propriamente o que vamos fazer. E eu orando assim, Senhor, que Que eu posso fazer para que isso para que eu seja uma gota assim nesse quero ser parte dessa solução. E o Senhor falou comigo de uma forma muito clara de descer do palco e começar a ir na casa dos irmãos, nos pequenos
grupos e falar a respeito. Uhum. que eu percebi que se não acontece no pequeno grupo, não acontece no grande. Uhum. Em pior, se não acontece na família, isso não acontece nos DNAs ou como a gente Chama lá de grupo caseiro. Sim. E eu comecei a perceber que não acontecia nos pequenos grupos. Às vezes eu aparecia num pequeno grupo lá, aí um irmão assim: "Pô, Cilias, minist louvor para nós hoje." E aí eu amém. Mas por quê? Porque a gente herdou muito isso, pessoas referências e eu entendo isso. Mas por algum motivo em nenhum momento novo
testamento traz a referência do ministro de Adoração, não traz ênfase a esse cara. A gente não sabe quem é o Azaf Bórba de Atos, quem é o Ademar de Campos. Jesus, um momento que fala que ele tendo cantado um hino antes de ir pro Getsemone, eu fico pensando quem foi o ministro de louvor que conduziu Deus à adoração, né? Porque eu entendo que na cultura de Deus deveria ser natural todos os termos. Entendi. Não porque não tinha, mas porque tinha muito. Certamente tinha Homens com talento musical, com graça de Deus. Eh, mas essa centralização me
parece que essa multiforme e sabedoria de Deus, ela foi sendo reduzida a pouca expressão de poucos no microfone. E eu não tô dizendo, eu eu tô generalizando certamente, mas Douglas, ao meu ver, a solução disso tá nos pequenos grupos. É muito difícil um lugar de 1000 pessoas, não é? Não é Todos conseguirem levantar a voz. Mas eu tive uma experiência, eu tive algumas experiências que corroboram um entendimento que há muitos que querem dar, mas não se sentem convidados a dar, que t palavra, que querem profetizar, mas nesse contexto performático ele não se sente à vontade.
Teve um encontro em Porto Alegre, no de ceia, que o senhor falou assim: "Tem pessoas que estão divididas Frente de trabalho, de liderança e que eu quero que se acertem antes de compartilhar do pão." Algo super específico. E eu falo assim, parece que eu recebo palavra para caramba. Uhum. Mas assim, às vezes acontece. Uhum. E aí eu entreguei essa palavra. Inclusive eu vi que eu tinha que me acertar com alguém também. Só que no final do encontro vem uma senhora e foi um encontro, sei lá, de 800 pessoas com filho na mão, com olho Cheio
de lágrima e falou assim: "Marcelo, Deus me deu exatamente a mesma frase que tu entregou. Só que eu tava lá atrás, eu falei assim: "Eu tenho misericórdia, eu tô com meu filho aqui, eu não tenho coragem de ir lá na frente." E quando eu disse isso, tu entregou. Só fica mais claro que Deus se manifesta em toda a igreja. Uhum. todo o corpo. Eu fiquei pensando quantas vezes eu não ouvi e não tive coragem, mas Deus tinha falado com os irmãos. Então, o que Eu entendo de Paulo falando em Primeiro Coríntios 14 ali, o que
faremos, pois não centraliza numa pessoa, mas todos têm. Hum. Enquanto por que que hoje parece que que poucos têm? porque ou não tá na escala ou porque não tá na equipe de louvor. E me parece que é um erro. Então eu penso que isso tem que acontecer pelo menos um pequeno grupo, porque eu Eu sinto hoje assim e eu tenho falado várias vezes nas oportunidades, é que eu eu percebo assim uma grande cortina de fumaça do inferno assim tentando chamar nossa atenção para um um lado, sendo que o grande perigo tá no outro, né? Eh,
e quando a gente fala, por exemplo, essa essa palavra, né, ideologia, ideologia, essa cosmovisão, né, e tal, e, e aí a gente sempre olha para algumas coisas que realmente são perigosas, realmente são do inferno, mas Que não é o grande perigo de destruição da igreja hoje, né? Então a gente vai sempre para esse lado mais político, olhando tal para, ó, car estão tentando isso aqui e realmente tá acontecendo e é realmente algo de a se pensar e e se posicionar e tal, mas tem um outro uma outra parada acontecendo aqui que a gente não compreendeu
o tamanho do câncer aqui, que para mim chama consumismo, né? Porque ficou algo tão Comum pra gente, né? né? Nós estamos numa sociedade capitalista de consumo e tal, com algo tão comum pra gente que a gente não tem ideia do nível que isso formou o nosso pensamento. Uhum. Porque é o que você tá dizendo, então, por exemplo, se você pensar, vamos pensar de forma mais material, no passado, eh, todo mundo plantava. Uhum. Todo mundo colhia. Aí, lógico, uns tinha uns negocinos ali de um outro tipo, aí a gente fazia umas trocas, né? Pensava em Vila,
né? Trocava: "Vó, tô aqui um pouco de arroz, me dá um pouco de feijão aí". e tal, tinha essa troca, mas de uma certa maneira todo mundo plantava, todo mundo tinha ali um uma galinhazinho, entendeu? Quando a gente vai organizando e falando: "Não, vou fazer o seguinte, só você planta e aí nós tudo aqui vai arrumar um dinheirinho e a gente compra de você. É isso, só você tem vaca e aí agora só você tá e como isso foi nos formando de tal forma que a gente foi Fazendo isso, fazendo isso com a igreja, né?
Não fazer o seguinte, você estuda a Bíblia, entendeu? Uhum. Você estuda a Bíblia, nós vamos organizar aqui, todo mundo vai pegar 10%, entendeu? E te dá. Aí você estuda a Bíblia, tá? Tem até um negócio teológico lá para você ir 4 anos, você fica lá, depois você volta, consome de você. Isso aí você é o da Bíblia para nós. Uhum. Tá. Agora você é música, tá bom? Então você vai, ó, vocês cinco aí se dedica, pode até dar um Salariozinho para vocês aí, para vocês se dedicarem, entendeu? E aí você vem, agora você é bom
criança, então agora fazer o seguinte, treina negócio de criança. É. E a gente foi fazendo isso. Entendeu? Só que aí volta na primeira eh eh na primeira fala sua, né, de tipo, a gente foi terceirizando o obedecer Jesus, né? É isso que é o sinistro. Eu tava na, eu até contei já essa história, mas acho que cabe bem para quem não ouviu, eu Tava na Indonésia, cara, e eu sabe que era aquele tipo de viagem que, tipo, você fala: "Senhor, por que que o senhor me trouxe aqui?" que era era um encontro de missionários batistas
do americano. Então Batista do Sul lá, que é onde mais enviava envia missionário no mundo, fizeram um encontro dos missionários e na verdade assim dos líderes de missões, tal assim. Aí fez na Indonésia tinha tipo 200 países lá representados assim e aí um amigo brasileiro falou: "Ó, Indiquei seu nome aqui os caras aceitaram, você vem aí fui". E sabe quando você tá lá falando assim: "O que você quer, cara? O que o que que é?" E aí teve uma tarde, cara, que eu reuni um cara que um americano que faz o trabalho no Nepal, 20
anos, tá ali no Nepal, Índia, tal. E aí esse cara falou muita coisa legal para mim, muita coisa que abriu meus olhos. Mas aí assim, eu lembro que a gente tava encerrando assim, ia pagar o café, ele falou: "Cara, deixa eu falar um negócio para você". Aí, aí eu sabe quando você sabe que foi pro nível de profecia ali, né? Não é só ó o que a gente faz. Ele falou assim: "Você me falaram que você tem milhões de pessoas lá que segue você, né?" Falei: "E tal, tem um canal, não sei o quê". Falei:
"Então você deve ser muito eh carismático, bom comunicador." Falei: "Ah, cara, é o nosso trabalho de comunicação, tal". Aí ele falou assim: "Deixa eu contar uma História para você. Eu me formei no seminário Batista e aí quando eu me formei, uma igreja me chamou para ir pregar lá porque o pastor tava doente. Aí preguei no domingo, durante a semana, o pastor morreu, o pastor faleceu e aí a igreja falou: "Poxa, você não quer assumir essa congregação tal". Conversei com a minha família e fui. Ele falou: "Agora tem um negócio na igreja batista. Você é assim,
você prega na igreja batista deles lá, né? Você prega e aí Você chama algum outro líder para terminar o culto, porque aí você vai pra porta, aí você vai lá, cumprimenta todos os irmãos, tal, né, e dando boa semana para eles, tal. Ele falou: "Então eu pregava e ia pra porta". Aí chegava na porta, os pessoal vinha, pessoal, vários velhinhas, né? Fala: "Pastor, que mensagem? Obrigado, poxa, foi muito abençoado, tal". E ele falou: "E aquele feedback foi falando: "Poxa, que legal, né? Foi bom". Então, vim alguém com Lágrima nos olhos te falar, fal: "Puxa, que
legal". Aí ele falou: "Então, semana pró semana eu fui ficando melhor, me dedicando mais. Falou: "Não, eu quero estudar mais, quero achar mais recursos e qual a ilustração que eu posso pôr aqui e tal para explicar esse texto pra congregação viver isso aqui e tal." E eu fui me dedicando, fui me dedicando, fui me dedicando, fui melhorando a minha comunicação, meu meu carisma, tal. Ele falou até um dia que eu tava lá e aí Terminou o culto, fui pra porta, aí veio um uma pessoa e falou assim: "Pastor, que mensagem, eu nunca faria o que
o senhor faz." E aí ele falou: "Amém" e tal, né? Tal. Aí veio a segunda, falou: "Pastor, que pregação? Eu não sei como o senhor faz. Eu nunca conseguiria fazer isso, senhor faz". E aí veio a terceira pessoa e falou a mesma coisa. Foi que naquele momento Deus falou com ele, você tá tornando a minha igreja Estéril. E cara, isso é vá. É isso aí. E e assim, gera uma atenção em nós, porque a gente quer fazer o melhor. Uhum. ser excelente, né, na música, na pregação, no no nosso trabalho. Mas o que eu comecei
a entender depois desses encontros foi assim: "Cara, que que é sucesso na igreja? Que que é sucesso? Não é o culto ter sido incrível. Uhum. É as crianças estarem amadurecendo. Amém. Isso aí. Então, o que que é sucesso lá em casa? Não é a louça estar brilhando. É se meus filhos estão aprendendo a lavar louça. Uhum. E para eles aprender a lavar louça, a louça vai ficar mal lavada. Uhum. E a gente vai ter que fazer voltar a ter paz nas nossas comunidades do culto ficar mal feito. Uhum. Exato. Da pregação não ser tão legal
no domingo, porque a gente pegou um jovem, Falou: "Vai lá pela primeira vez e prega". Uhum. Mano, eu tive em Floripa agora pouco tempo atrás e tive com um grupo de duas congregações só de músicos. Dois dias a gente conversando a respeito da palavra. E eu falo muito da reforma, né? Sim. Somos protestantes, sim. Somos só escritura, sim. Amém. Então, por que que a gente inventa algumas tradições aqui e se acostuma com elas, né? Então, vamos viver isso aqui. E aí, nesse papo, foi muito bom à luz da Palavra. Aí eu falei exatamente isso. Eu
falei assim: "Irmãos, convido vocês a participar dos piores cultos da vida de vocês, deixando os irmãos se manifestar, sem centralização de 40 minutos, uma música atrás do outro. Deus não te pediu para tu ter tudo. Deus não pediu para tu conduzir ninguém. Esse é um ministério do Espírito Santo. Ele pode te usar, pode, mas não. Ele não vai usar só a tua vida. Só que como a igreja não está acostumada Com isso, naturalmente depois de 2 minutos de instrumental ali esperando uma profecia do irmão, uma oração, tu abre o olho, tem uns irmãos assim, tipo,
e aí, qual é que é? Se perdeu? Eh, tem que ser educada, né? Claro. Até até que saber que ela pode, né? Isso. E eu em alguns momentos eu passo por isso lá em Porto Alegre. A gente assim, a gente tem batido tanto nessa tecla, eu congrego na mesma igreja do Azaf Borba, né? Então os irmãos já Estão um pouco mais acostumados. Pedi até para você compartilhar um pouco pra galera que tá aqui, porque eu fui em um acampamento, acho que foi até na Atibaia, né? Ex. Isso. Você tava? Eu não tava nisso, mas no
outro tinha ido. É. Aí eu tava aqui. Aí eu lembro que eu tava na no culto que eu ia ministrar ali o a palavra e tava rolando o louvor, tal e no meio realmente alguns jovens se levantavam e profetizavam. fala, dava uma palavra, tal, e tinha uns 800 Jovens, 700 jovens. Eh, então já é da cultura da igreja lá também de dessa essa participação, né? Eu até vi alguns jovens vindo até um líder e falando para ele, ó, tô sentindo tal, tal, tal coisa, tal. Fala um pouco pra galera da dessa cultura assim, porque não
é algo tão comum, né? Sim. É, a gente tem um coordenador, né? Tá, mas assim, eu com todo o amor, reverência, respeito que eu tenho, meus amados irmãos, a figura do coordenador, cara, esse cara ele tem que Estar muito afinado com o Espírito Santo para ouvir e falar assim: "Não, isso aqui não é de Deus, isso aqui é de Deus". Aí eu fico pensando, imagina se esse coordenador do culto, se ela discute com a esposa indo pro culto, cara, ferrou, cara, a igreja toda vai ser penalizada. Então eu gosto da ideia de todos terem liberdade.
Douglas, eu tenho duas filhas, uma tem quatro e uma tem sete. A nossa principal refeição é o café da Manhã. A gente ama, a gente dedica um bom tempo para aquilo ali. E a gente aproveita aquele momento para encucar a palavra. Enfim, a Maria, que é a mais nova, ela nunca nunca levantou o dedo para falar na mesa. E eu não quero que ela levante. Uhum. Quero que me respeite, mas eu não preciso disso. E aí diz, ela fala uma besteira. A Luía também, que que eu faço? Corrijo. Sim. Sim, filha. Não, a Giz elas
fazem Perguntas muito boas sobre Deus. Sim. E a gente entra, só que às vezes fala besteira. Às vezes ela fala coisa assim que eu olho pra lua assim, já enche o nosso olho de lágrima. Cara, isso aqui foi revelado por Deus, cara. Não é possível. É, mas por que que eu tô dizendo isso? Porque tem um irmão, pastor Jamê Nobre daqui do do ele escreveu um livro sobre e a igreja e ele fala algo muito interessante que Deus foi extremamente minucioso com relação Ao tabernáculo, os detalhes, as cores, o azul, o tipo de de tecido,
se aquilo era a sombra da igreja, imagina que a igreja poderia ser cada um faz seus jeitos. Quê? O símbolo da igreja é a família. Então, se na minha casa as minhas filhas têm liberdade para falar e às vezes falam besteira e eu corrijo, por que na igreja há tanto formalismo? Por só nesse ponto que eu penso às vezes que o coordenador a gente pode ser, por que Não dar liberdade pros irmãos e alguém vir falar uma besteira e falarmos assim, ó, irmão, que bênção que tu tem, liberdade. Mas isso não é bíblico, a palavra
fala tal, geraria um temor. Isso acontece nos pequenos grupos. Isso. Por isso que eu penso que a a vida da igreja acontece de segunda a sexta mesmo, né? É. E eu perguntei pros irmãos aqui na vinda pro Fefê, como é que funciona aqui. Eu fiquei muito feliz assim de ver que e essa é uma realidade, porque os Pequenos grupos é o pulmão da igreja. Ao meu ver, o culto de domingo deveria ser só um reflexo, uma celebração do que acontece já e naturalmente durante até pensado um pouco da do domingo a gente conseguir alcançar a
cidade, né? Algo mais evangelístico. É, até um pouco mais evangelístico assim, porque realmente esse lugar da aliança, do discipulado, do pastoreio, do compartil, do ser igreja, a gente até começou a falar aqui que igreja é um Verbo, né? Uhum. Então, o lugar de igrejar, muito bom, tem sido a igreja caseira. sabe que teve algo muito importante assim, eh, dentro desse escopo de eu me sentir um pouco desesperado ministrando louvor, me sentindo parte de um de uma liturgia que eu não encontrava 100%. Assim, eu sei que eu posso estar errado, tá? Sim, sim. Tô dando assim,
e e não, acho que eu acho que a angústia e a a crítica, vamos dizer assim, né? Tá tá certa. É é é Difícil a resposta, né? É difícil. OK. O que fazer? O que fazer? pois irmãos, diante dessas coisas, mas eu tive uma experiência que ela foi muito marcante na minha vida. Tem um grupo de interseção de mulheres, muitas delas viúvas, lá em Porto Alegre, toda terça de tarde. Há anos aquelas mulheres são fiéis, toda terça de tarde elas estão lá. E há muitos anos atrás, uma delas chegou em mim no final de um
encontro, falou assim: "Marcelo, a gente vai ter Um encontro terça-feira da das interessções e a gente queria que tivesse um louvor e eu queria muito que tu ministrasse o louvor pra gente, Douglas, enquanto ela falava, aquele meu coração corrupto, mal, começou assim, ó: "Pô, convida um adolescente, né, pô, convida alguém, pô, no meio da tarde do meu trabalho vai chamar eu, pô, pô, ministro louvor Domingo, E eu comecei naquela, aquele advogado satânico que Mora aqui dentro, que E aí eu, ela acabou e falou assim: "Mas eu convidei todo mundo e ninguém pode". Aí se do
alto da minha soberba de eu achar que eu tinha que ser a primeira opção, eu vi que eu era a última. Na verdade, eu tentei todos os adolescentes, eu tentei todo mundo. E aí eu não tinha como, né? Eu falei assim: "Minha irmã, terça-feira eu tô aqui, vai ser uma alegria". Eh, e eu fui lá e eu cheguei, era 3 da tarde, eu cheguei 2:45 assim, ó, mano, tô chegando muito cedo, cara, mas eu tô fazendo meu papel para dar tempo de afinar o instrumento. Eu cheguei lá, acho que tinham 13 mulheres, as 13 já
estavam lá. E aí eu já vi assim: "Opa, tô atrasado, afinei o instrumento e tal". E aí quando eu tô pronto, eu olho para ela e ela tá com um sorriso assim brilhando. Fala assim: "Pode começar?" Uhum. E aí eu começo ele exaltado, o Quando eu chego no rei, eu não escuto mais a minha voz. Aquelas mulheres estão dando tudo que elas têm. Não, não teve aquele time de crescer. Uhum. Elas já foram pros 200 por hora. Entendi qual é, cara. E aí eu comecei a aumentar minha voz, né? Senor, que isso? O ministro louvor
sou eu. Que que é isso? Que falta de respeito comigo? Essa não tinha microfone, né? Aí eu comecei a cantar alto e tal e aquelas mulheres me venceram. Aí eu cheguei num Momento do meu jargão de ministro louvor assim, ó, acho que é um bom momento para pedir para fechar o olho. Aí quando eu abro o olho assim, só o meu olho tá aberto, cara. E aí eu começo a me incomodar. Claro que eu tô fazendo uma caricatura assim, eu não, eu fiquei feliz na verdade, mas assim, foi sendo envergonhado os meus passo a passo
de ministro de louvor, de líder de adoração. Aí chegou um determinado Momento assim, ó, rapaz, agora é o momento de levantar os braços. Aí quando eu olho, todas estão com todos os braços estendidos. E eu certamente Deus me levou para aquele lugar. Certamente Deus fez com que ninguém pudesse estar naquele dia. Porque eu percebi, mano, que as pessoas que viram o Senhor, elas não precisam de ninguém, ajudando elas a se expressar para Deus. Quem vê Jesus é um Adorador. E não só aonde tem cântico, o tempo todo. Mas quem não viu Jesus, não é eu
mandando o cara levantar a mão, não é eu mandando ele fechar o olho que isso vai acontecer. Ele, eu vou ter um resultado visual. Uhum. Certamente. Por isso que eu quando estou diante da congregação, eu não abro meu olho, porque eu não quero ser induzido pelo que eu tô vendo, porque joelho ajoelhado não me Diz com exatidão que tem alguém realmente contrito diante de Deus. Naquela parábola de Jesus com relação ao fariseu que tava orando em praça pública, agradecendo que ele dava os 10% e pa eu sou eu sou tão perfeccionista, me ajuda nisso, sabe?
É tipo, o cara super soberbo, né? Sou perfeccionista. É o cara super soberbo e um publicano que batia no peito, não tinha coragem nem de olhar pro céu falando, tem misericórdia de mim que sou pecador um tava de mão Levantado, o outro não. Então eu não quero me enganar achando que eu tenho que pedir para levantar mão para exaltar o Senhor, porque quem vê o Senhor vai exaltar o Senhor. Então eu me senti num ecossistema um pouco, eu abro caixinha de perguntas no Instagram às vezes. Uhum. Aí um dia eu recebi uma de um que
daí às vezes eu entro no perfil para entender qual é o escopo da da pergunta. É, era um cara da onde vem essa ver? Era Tipo de um um menino de uns 15 anos lá com violãozinho. Daí ele fala assim: "Como tu lida com a pressão de ministrar louvor?" Aí eu parei assim, às vezes eu tô no estúdio cansado, eu abro o caixinha de pergunta para dar uma respirada também. Legal. Legal. Daí eu fico pensando assim, qual que é a pressão de ministrar louvor? 75% tem que levantar a mão, senão é derrota. Qual que é
o tipo de pressão? É, a gente tá cantando sobre a morte e Ressurreição de Jesus. Eu celebro a pressão, ao meu ver, é justamente esse encargo de de quase um quinto ministério, sexto ministério, de conduzir os irmãos a um lugar onde eles ou estão ou já não estão. Mas a performance do culto me parece que é um problema onde tem que dar certo. É. É. E então eu não, eu, eu tô falando isso aqui porque eu tô num conflito disso há muito tempo. Uhum. E eu creio que Deus quer restaurar a naturalidade da nossa devoção
a Deus com cânticos também, uma um amadurecimento. Eu penso que lá nos anos 70, quando Deus começou a restaurar o Brasil, um avivamento que veio lá da Argentina e pegou o Brasil todo, Deus usou homens muito sérios que abriram um caminho de adoração. Eu ver se algumas sementes nesse sentido que não é centralizado em Mim, meu irmão. Todos têm, todos têm essa graça. Esse pastor no Nepal. Uhum. Isso é de Deus. Uhum. Porque senão eu tô começando, eu preciso ir nessa agenda, senão não vai acontecer lá. Paulo fala: "Eu quero estar com vocês para compartilhar
um dom". Só que esse dom também está nos irmãos. Então eu hoje tenho um grande problema quando eu sou convidado e eu vejo um flyer com várias figuras assim que vão ser porque parece que as pessoas estão Indo por causa dessas figuras e não do rei dos reis que vai estar naquele lugar, mas que também tá na porta fechada do quarto, entende? Então eu hoje eu tô muito estranho, cara. Eu tô numa crise porque não é sobre mim. Eh, eu tenho duas filhas, vejo que o meu ministério principal é esse. Eu não quero me perder,
cara. Eu não quero me distrair com aqui, com essa isso que a gente acabou herdando. E eu não tô Falando que as conferências não são uma bção, cara. Eu tava com Tominari ontem, meu irmão. Sabe o que que é isso? Eh, eu amo meu irmão, meu amigo. Eu amo ouvir o Tom ministrar. Sim. Mas eu sei que pode acontecer isso de o tom ir ministrar e daqui a pouco aquela multiforme sabedoria de Deus que se expressa na igreja, ela acontece só pela expressão do tom, entende? Uhum. Uhum. E eu creio com muita humildade que nós
precisamos amadurecer com relação a isso. E e é Doido porque é o que você tá falando, tem tem um um educar da igreja, né? Porque vamos dizer que alguém hoje ouvindo fala: "Não é isso, vamos fazer e tal, vamos dar espaço pros irmãos, nem vai acontecer nada inicialmente, porque os próprios irmãos não é uma cultura". Exato. Não estão indo ali para assistir, né? Para eh para ver alguém performar de alguma forma. Então, mesmo você dando espaço. Então, é um é um construir, né, na no DNA, nas igrejas caseiras, a gente Tem essa liturgia, né? Eh,
a gente inicia com o que a gente chama de oração coletiva, né? Então, eh, é uma coisa de música, mas com oração. E então, a gente fica esperando ali. Então, não tem qual é exatamente a música, não tem sobre o que que nós vamos orar. A gente fica ali entendendo e às vezes vai ser o líder ou às vezes vai ser algum outro irmão que vai ter pegar o fio ali do espírito, tipo, ah, isso aqui é santidade hoje e nós vamos tal. E é muito lindo assim, Porque a gente pede para alguém conduzir depois
o momento ali de compartilhar da palavra, a gente conversar. E é muito lindo que direto o fio da oração ali do louvor é o que o cara tinha preparado de chamado matemática ali. Então você vê o espírito conduzindo todas as coisas e a gente termina seando, né? A gente termina sempre seando junto, compartilhando o evangelho de novo, tal. Eh, mas é realmente esse ambiente da casa que é muito poderoso, né? Assim, de Desse compartilhar, né? como é que foi para você? Eh, eu queria que você falasse um pouquinho assim do do desse contexto com AF
e tal, porque eu admiro muito o AF e principalmente por ser esse homem de aliança e esse homem eh constante, né? São muitos anos, né? Azar feio aqui já eh tá com a gente aqui no próprio podcast e tal. E são muitos anos, né, cara? São muitos anos, eh, fazendo a mesma coisa, da mesma maneira, com a mesma intensidade. E me Marca muito quando ele fala: "Puxa, me converti aqui nessa igreja. Tô aqui nessa igreja. O meu pastor ganhou para Jesus, agora faleceu recente, né? Mas era o meu pastor há 50, 60 anos." Então, eh,
como é que foi? Porque você chegou lá e foi acolhido por eles, né? A gente, a minha mãe, a gente congregava numa congregação no Rio de Janeiro que eu zafia bastante. Hum. E a era a ligação do Sul, assim com a minha mãe. Quando aconteceu tudo conosco, minha mãe Conversava com a Zaf e a minha mãe teve uma experiência, por isso que não, a gente não consegue limitar o que Deus faz. Também não pode criar uma regra, né? Porque Jesus não curava da mesma forma. Ele é assim. Mas a minha mãe desesperada, um dia ela
não sabia se ela ficava no rio ou voltava pro sul com duas crianças. eh, sem informação. Minha mãe era uma pessoa do lar, cuidando da casa. E aí um dia ela chega em casa e ela fala: "Senhor, fala Comigo hoje". E ela abriu a Bíblia e colocou o dedo. É. É. E ela leu exatamente e a Sulamita volta para sua terra. Olha. E aí a minha mãe na hora é agora tem. E a gente faz as malas, pega um ônibus e vai pro sul. Quem nos recebe lá? O AAF. Minha mãe ligou pro AF. Osaf
falou assim: "Vem para cá". Douglas Ozaf tinha de 33 a 34 anos. Ah, é? Recebendo essas três pessoas. E então assim, eu cresci logo depois a Gente foi para Novamburgo, que era na cidade onde a minha mãe tinha mais conhecidos e tal. Mas eu fui demorar muito tempo para perceber que o Azaf era uma referência na adoração musical. É mesmo. O AAF primeiro era uma referência na adoração de alguém muito parecido com Jesus. OK. de que fez coisas que eu não teria feito com 33 anos, entende? Então, muito antes de de um cantor, quando eu
penso no AF, depois que eu penso nas músicas Uhum. é uma é um pai, Uma referência. O Nelson Tristão diz que é muitos anos sem nenhum bo, né? E difícil demais, né? E de fato, assim por e assim difícil que a gente diz eh no nível de exposição, né? É exato. Nós estamos, nós estamos tem músicas do AFF que você fica assim, isso é harpa, não é verdade? Tendo cantado o hino, provavelmente o AF tava. Isso aí não é arpa, cri, porque é são músicas que tomaram é a Igrejaonde você fosse no Brasil inteiro e
o lugar língua portuguesa estavam cantando aquelas canções Deus tinha dado pro Azar. É, então é o nível de exposição que foi, né? E e são homens que se levantam no mundo poucos. Uhum. com com o tamanho dessa graça, com a quantidade de porção que Deus derrama, né? Sim. Então ele de fato a gente sente falta dele um pouco lá porque ele é o cara do aeroporto, né? Cara, ele Mas o Azap é um Exemplo para mim de alguém que entendeu exatamente o que Deus chamou ele para fazer. Isso é importante, acho que para todos nós,
porque não é difícil a gente se comparar, OK? Ainda mais com a internet hoje. Então eu eu consigo pouca gente no Instagram porque eu eu cuido para não quero me comparar, cara. E geralmente no perfil do Instagram a gente bota a nossa melhor foto. Sim. Então, não é um lugar que eu quero ficar vendo como as coisas estão Acontecendo, mas eu penso que Deus nos chamou para uma finalidade muito específica. O sal que nós temos, ele é específico, sim. Dentro dessa digital que Deus nos deu. E quando a gente percebe isso e vive, isso frutifica.
Eh, eu quando eu viajo aconteceu muito assim de viajar e assim, acho que tu reparou que eu sou um cara muito posicionado em algumas coisas e eu sofro com isso. Hum. Eh, às vezes eu não consigo numa roda Rolar um assunto e eu não me posicionar. Entendi. Então eu ficar quietinho. Tem gente que é de boa assim, né? E o cara sai de boa assim, pô cara, queridão pr caramba. Bom, a Duda viu no carro, né? No no no almoço que a gente teve ontem. Eh, eu me acabo dando minha minha posição baseada assim, tá?
Mas onde a palavra fala disso, né? Porque minha opinião se que não vale nada, confronta. E aí em algumas viagens eu fazendo às vezes num tempo assim Jantando com o pastor, aí ele falou alguma coisa, Deus assim: "É, mas a palavra fala tal coisa, mano. Alguns conflitos teológicos assim que eu penso assim: "Por que que eu falei? Era só eu ir embora. Eu só entreguei o que eu tinha que entregar, vai embora, entende?" E aí só começou a intensificar isso em alguns assuntos. E aí um dia eu tô arrebentado, cara, volta de uma viagem arrebentado.
E Aí o Nilsinho, esse irmão, eh tava lá em Porto Alegre e aí ele tava lá no estúdio. Aí eu falei assim: "Nilson, eu decidi que eu não vou viajar mais. Eu não sei, a minha casa é toda retalhada. A minha filha Luía sempre sente muito assim as coisas e geralmente o sintoma que eu tenho ela tem. Hum. A gente tá diante agora de um retiro em Niterói. E eu tô com dor de cabeça todos os dias, a Luía também todos os dias. E eu já sei como é que Satanás faz. Mas aí eu falei
Para ele, eu não vou viajar mais. É, eu expliquei para ele. Daí eu dei o exemplo do AAF, eu falei assim, eu tô contando algo que eu nunca contei. É. Eh, daí eu falei assim: "Olha o Azaf. O Aaf tem porta aberta em todos os lugares. Todo mundo ama o Azaf. Aí ele, a resposta dele foi de muita sabedoria, cara, e me ajudou. Falou assim: "Carcilhas, no corpo de Cristo, tu já pensou que o AF pode ser o olho azul do corpo e tu seu Intestino?" Foi uma frase simples, mas é, eu entendi que eu
tava sendo até soberbo de falar assim, ó: "Não vou viajar mais, ou se olho ou eu não vou viajar". Meu, minha pigmentação não é azul. Eu entendi que no corpo de Cristo tem funções diferentes e algumas são mais difíceis. Então eu não consigo não ser o que Deus me fez para ser. O que eu tô aprendendo é colocar o vínculo do amor, né? Sim. Lógico. Porque sem amor vira um justiceiro, vira eh mais você Pode até ficar amargo, né? Você pode você mesmo isso. Ficar cético, isso cínico, né? Tu só vê os problemas. Sim. Então,
mas o Azaf é um é meu vizinho, meu pastor, meu amigo, meu pai, eu amo Azaf. Isso é isso é muito bom. É muito bom quando, mas eu eu acho assim, conversando com a ZAF, e um dos pontos para mim principais e eu acho que fica para todo mundo tá nos ouvindo e tá envolvido com música, o ministério de Forma geral é é o seu e é é a sua aliança com a igreja local, né, e com a sua família. Essas duas coisas são fundamentais, né? Porque você naturalmente você vai paraos lugares e as pessoas
vão te honrar porque você é uma visita. Uhum. Né? Você é uma visita, tá visitando. Então eles vão te falar: "Ó, eu quero muito você come isso aqui. Você vai no melhor restaurante e depois você ministra". É uma ministração diferente do que eles estão acostumados Lá. Então eles vão falar: "Nossa, que incrível, isso é uma bênção." Isso é muito bom. Uhum. Isso não tem nada de negativo nisso, né? Talvez alguns lugares pode passar do ponto, pode, mas a maioria das vezes não. Só pessoas honrando, né? Só que se você for honrado todos os dias, todos
os dias, todas as semanas você começa a ter a impressão que aquilo ali é você, né? E não, aquilo ali é o você visita, né? Sim, você cheiroso. E aí a igreja local e a Família, nossa, como é fundamental para nos colocar no chão de volta, falar assim, não, a realidade é essa aqui, dos seus acertos e das suas falhas e, né, desse processo de santificação. Isso como isso é saudável para nós. É, e a gente tem uma tentação diferente no elogio, né? Sim. De acreditar nele, né? Esse é o problema. O espurja, acho que
foi espurjon, né? Que alguém chegou nele e falou assim: "Irmão, que palavra de fica tranquilo, irmão. Satanás já me Falou que foi bom". antes de você. É, era dele. É, não, não. Eu digo assim, o Satanás falou antes de você que foi top minha pregação. Isso. Então, um cara que passou anos recebendo elogios e se mantendo. Uma vez eu perguntei para ele, safe, por que tu nunca foi morar em São Paulo, né? Porque tá lá no eixo super longe, né? A resposta Deus nunca mandou. Agora, eh, a Nat me ajuda, né, fazendo um release da
pessoa, tal, né? E aí ela Ela colocou que você tá escrevendo um livro? Eu tô escrevendo um livro. Eh, o nome vai ser a resposta dos maravilhados, tá? No sentido que a adoração é uma resposta do que vemos do Senhor. Uhum. E não algo que nós produzimos eh a partir da arte ou de qualquer coisa, né? Isso é uma um reflexo, uma expressão, né? Sim. E aí dentro de muita coisa que a gente falou aqui, eu tô muito legal me expressando, tentando ser didático. E a minha Pergunta é a seguinte, então, eh, como que a
gente pode ajudar outros a verem? Porque eh é isso que você falou, a gente pode ficar treinando respostas externas, né? Então, gente, levanta a mão, mais alto, ajoelha tal, mas do que você tá dizendo, então eu precisava ajudá-los a ver. Tem uma forma de ajudar as pessoas a verem? Eu creio que Jesus tem essa resposta quando ele fala: "Bem-aventurados os limpos de coração porque verão a Deus". Penso que a Limpeza do coração é um colhírio do Espírito Santo, hum, que abre para nós vermos o Senhor, né? Por isso que ao meu ver, isso não acontece
no culto. Essa limpeza de coração é um processo de santificação pela igreja. Uhum. Sujeitando os aos outros, eh, confessando os pecados. Por isso que ao meu ver, o que acontece no culto de fato deveria ser um reflexo de uma vida toda devoção ao Senhor. Então, e como nós temos um Coração puro, né? É pela santificação mesmo. E quando eu tive, quando eu te falei do café sem açúcar e tal, eu me decepcionei muito comigo, assim, eu achava que eu era uma coisa. E quando foi descortinado assim, meus olhos para ver como Deus estava me vendo,
foi um desespero total. E aí eu entrei num processo de santificação que ele entra com muitas regras pessoais. Vou tentar explicar, tá? Quando eh através de um gatilho, Deus mostrou como eu tava e, mano, eu tava ministrando tudo que é lugar, eh, sem perceber muitos furos na minha vida. Começou com três pontos que eu tinha que mudar drasticamente. E aí, um dia eu no carro falei assim: Espírito Santo, me fala tudo. Eu quero zerar minha vida, mas me fala tudo, não me deixa sem saber de nada. E a minha lista hoje tá com 27 itens.
E a lei, ao meu ver, ela é necessária quando há debilidade, né? A minha filha tem 4 anos, eu falo assim: "Não chega perto do fogão, mas com 15 anos eu espero que ela seja madura o suficiente para cozinhar pro papai, né?" Mas eu, como eu vi que eu era débil, eu coloquei várias regras. O açúcar é um exemplo bobo assim, mas simbólico, mas eu criei leis para mim. Eh, a própria dízimo, por exemplo, que é um assunto, a internet veio para assim, Muitos vem com uma fórmula mágica dizendo Novo Testamento não fala em Sim,
não fala mesmo, né? Mas fala de contribuição, de generosidade. Mas eu, como eu sei que eu sou déb, sou avarento, eu coloquei uma lei sobre mim e coloquei várias leis que eu creio que demonstra a minha maturidade ante Deus de mostrar que eu não sou madura. Ah, entendi. E eu percebo que isso foi muito importante para mim e tem sido e tem sido um processo de Santificação em muitas áreas e de alguma forma eu tenho visto com mais clareza o Senhor. Então eu entendo que essa promessa de Deus ela é de fato real. Deus não
mente. Então eu penso que nós não vamos conseguir fazer. Eu tô falando em primeira pessoa e eu posso estar errado, mas eu não creio, a não ser que o Espírito Santo faça um milagre e se manifeste de uma forma como ele faz. Muitas vezes não é durante um culto eu pedindo várias coisas para Alguém que ela vai conseguir ver o Senhor. Ela pode acreditar no que eu tô falando. Ela pode sentir uma adrenalina naquele momento e ela pode realmente chorar e ela pode entrar no processo, né? Pode sim ser a porta de entrada do processo.
Claro. Uma palavra, eu sei que às vezes uma ministração, passa duas semanas que tu quase não lembra nada, mas pode ser um gatilho de uma semente que entra e ela frutifica pro resto da tua vida. Então Assim, eu cuido muito e não tô nem cuidando muito aqui na real, mas eu deveria cuidar mais ao falar sobre isso, porque não tem Douglas, Deus é minha testemunha, nenhuma veia revolucionária do meu coração, dizer tá errado. Não sei se sim, não é isso. É trazer essa reflexão pra mesa que é muito importante. Inclus, inclusive eu sou muito edificado
quando eu sou ministrado louvor para alguém, entende? Mas eu penso que é menos pela pessoa, Mas é mais da minha revelação pessoal que eu tenho do Senhor. No final de um culto, um dia, um irmão veio também com olho cheio de lágrima e batendo no meu ombro assim: "Cacilhas, ô louvor hoje foi uma bção, meu irmão." E aí eu respondi: "Mano, quando não é? Hoje tu foi mais tocado. Uhum. Hoje teve arrepios. Que é maravilhoso quando o Espírito Santo faz isso, né? Mas isso não diz que nos outros dias que Tu não teve vontade nenhuma,
mas cantou por obediência. Entendi. Eu tô falando sobre uma obra que foi consumada por Jesus, que eu jamais poderia fazer nada. Meu sangue, se eu morresse por mim mesmo, meu sangue não me salvaria quando não é uma bênção. Isso. Ao meu ver, a gente tem a tentação de ficar preso a bons cultos. Assim, ó, esse culto foi muito bom. Uhum. Esse culto foi ruim. Então eu converso isso com alguns ministros de louvor para que o fardo Seja leve. Meu irmão, tu não tem o fardo de entregar um culto bom. O culto bom é é estarmos
aqui dois ou mais no nome de Jesus. Ele se manifesta entre nós, entende? Mas para não sair, eu creio que nós ajudamos uns aos outros a ver o Senhor nesse processo de santificação um com o outro. Eu tenho amigos Douglas em Porto Alegre, o João do Café, um deles que é o cara que aponta o dedo no meu nariz e mostra o que eu tô errando, Entende? Eu preciso disso. E ele também recebe. Quando Jesus, o rei da glória, o Krius fala que ele agora é amigo, eu vos chamo de amigos, a ponto de Pedro
falar assim: "Ó, Deus, vem cá, tu tá errado aqui. Para de falar sobre morte, pô. João tá até chorando ali, pô. para com isso. Ele teve liberdade para isso, mas também teve liberdade para ouvir a ré da Satanás. É, eu penso que esse é um processo de santificação Fundamental para que nós consigamos ver o Senhor com mais clareza. Muito bom. Muito bom. Faz todo sentido. Eh, até o autor de Hebreus, né, livrando-nos, né, de tudo que nos atrapalha, né, do pecado. Ele fala: "Fixa os seus olhos, né?" Uhum. O autor de consumador é come ser
um uma escama ali, né? Um algo para te atrapalhar, né? É. E é o que Pedro ficou distraído com vento, com mar, tal. Sempre a centralidade é os olhos fixos em Jesus, Né? Eh, e é legal até essa essa perspectiva, né? Porque eh até responde a uma pergunta que, ao meu ver, é a forma mais correta de respondê-la, né? Que é: "Então, por que não pecar? né? E por muito tempo esse não pecar, um dos argumentos era porque senão você vai atrair maldição, coisas ruins, né? Então eu sou infiel ao Senhor nas minhas finanças e
então vai me dar problemas financeiros. Você, entendeu? Se você for Enfiar o Senhor de tal jeito, vai te dar tais problemas, né? E eu acho que ainda não é a resposta, né? E eu vi alguém dizendo assim: "Por que não pecar? porque atrapalha minha comunhão com ele. E aí parece ser a resposta mais viável do que ele tá propondo para nós, né? Eu quero ser um com você, eu quero andar com você, eu quero ser seu amigo. E isso nos atrapalha. E foi o que aconteceu no Éden. Deus não pergunta o que Adão fez, mas
onde ele tava, porque A natureza do pecado, ela distancia do Senhor, né? Mas quando isso é a melhor resposta, é quando de fato eu quero ser amigo de Deus. Sim. E a, e na igreja tem tantas coisas tão legais Uhum. que às vezes Deus pode ser parte, mas não o centro, não o governo absoluto, ser parte. Por isso que eu penso que essa amizade uns com os outros também nos leva a isso, sim. Eh, a centralizar, a Lembrar do que é fundamental. Tu sabe que quando a gente lê, Thago de confessar os pecados uns aos
outros, eh, eu sou carioca e eu tenho um jeito carioca em algumas coisas. Aham. Mas no sul, eu gosto muito do, eu gosto muito dos cariocas e do gaúcho. Eu amo assim as virtudes de ambos. Eh, mas eu vejo que o gaúcho ele é um cara que não se abre muito, mais reservado. É bem mais reservado, Mas quando ele se abre também ele tá contigo até a morte, né? Só que uma coisa que eu me me chamou atenção depois de um tempo no Rio quando eu fui pro Sul, é quando confessa um pecado, é quando,
cara, tu já tá arruinado assim, é quando tu já deixou o negócio virar uma bola de neve gigante. E ao meu ver, é justamente o contrário. Confessar pecado deveria ser algo muito mais ordinário, natural, para que não venha a virar uma bola de neve, né? E eu não sei Se o carioca por ele já se vê eh não se levar tão a sério. Entendi. Lá eu via com mais naturalidade isso, assim, uma questão talvez cultural, mas acho que a gente tem que ter a cultura do reino e nessa cultura deveria ser mais natural abrir tentação.
Eu tenho um amigo em Porto Alegre que ele abre as tentações e eu começava assim, cara, mas eh a gente tem que confessar o pecado, não a tentação, né? Até que eu vi que esse cara não caía nos pecados, na Prevenção, né? Eu acho que ele entendeu quando Jesus ensina oração modelo, não me deixa cair nem na tentação, não é? Não me deixa pecar. Exato. É um nível de segurança muito maior. Então tem uns muros antes, né? É, enfim, tudo isso para mim faz parte de ver o Senhor, de contemplar o Senhor. O meu óleo
tá sempre limpo para ver o Senhor, para reconhecer ele no dia a dia também de eu ser igreja onde eu tenho eclésia, né? Eu preciso ser enviado, eu Preciso ser diferente no mundo. Eh, enfim, às vezes tem pessoas que estão precisando de uma palavra. Se eu não tô vendo, se eu não consigo nem enxergar o mundo espiritual. Então, para mim é muito muito distante de eu tentar conduzir o meu irmão naquele momento, entende? É verdade. E até dentro da o que é a nossa ênfase aqui, né, o tempo inteiro é essa dor de você se
parecer com Jesus, né? E o que o Senhor tem nos conduzido nesses últimos anos é Exatamente isso de que o método de se parecer com Jesus é a contemplação. É, entendeu? Então não é não é o estudo simplesmente não é o é não tem outro. Eu vejo e me torno aquilo que eu tô vendo. Bom, a base do discipulado deveria ser essa, né? Todos olhando para Jesus, né? É, cara, a gente tá passando nesse momento lá no grupo lá em casa, lendo as palavras. Sabe quando tu percebe nitidamente que o Espírito Santo tá no negócio?
Hum. Porque eu até brinquei assim, pá, tô me sentindo no conselho de Niceia aqui, cara. Isso aqui é ordem ou não é, né? Sim. Mas assim, todos participando, as minhas filhas ouvindo aquilo, porque o nosso único intuito é obedecer Jesus ali e a gente percebe que o Espírito Santo tá nesse negócio. Sabe quando acaba o grupo do senhor, mano, eu fui edificado hoje? Então, eu penso que essa é a adoração, esse é o worship. É. É de fato o que Paulo fala em Romanos 12, né, de Consagrar meu corpo como sacrifício vivo, santo e agradável
a Deus. Isso é me colocar no altar de Deus todos os dias, sendo esse instrumento de adoração, querendo parecer com Jesus. E para isso eu tive que tirar o café do açúcar, eu tive que encarar as dores, eh, as renúncias. Então, é um gerúndio que tu falou. Eu gostei muito, tu falou que igreja é um verbo. É, adoração é um verbo, ela não para. Quando os Instrumentos paramingo, a adoração não termina, não tem um interruptor, né? Ah, chama de uma vida cútica. Uma vida cúltica eterna, né? E não vai parar nunca, né? Ah, glória a
Deus, meu irmão. Não vai parar nunca. Obrigado, Marcelo. Uma honra. Pô, que tempo abençoado, viu? Uma alegria, mano. Acho que a gente levantou mais perguntas que a gente deu resposta. Jesus fazia muito isso, né? Exatamente. É, mas eu acho que uma coisa legal que eu queria assim deixar pra Galera que tá tá nos ouvindo, nos assistindo, para você aceitar esse desafio de ir para os evangelhos, principalmente e achar as ordens de Jesus. A gente começou, vou dar uma dica, já que tu falou disso, tá? Tá, dá a dica. Eh, a gente ficou pensando o que
a gente faz, começa lá em todas as letras vermelhas. Uhum. Sim. Eh, eu sugeria a gente começar com Mateus 567, que Serrão do Monte tem assim o núcleo do ensino de Jesus e João 14 15 16, que Também é palavra de Jesus pura. E aí depois quando a gente terminar esses seis capítulos, aí nós no grupo mesmo tá lendo na sua leitura anual ali, peg, ó, tem, acho que tem uma coisa que não tá nos que a gente apontou aqui. Boa. E nãous 56, Mateus 56 7 e João 14 15 16. E o ponto ali
quando fala guardando, não é apenas guardar no sentido de memorizar, mas é ter evidências disso na nossa vida, né? Essa é a nossa pegada lá. A gente precisa Mostrar que esses pontos estão em nós, né? Eu toco o violão, termino agora e eu percebi que chegou um momento que o violão eu não precisava mais muito olhar, ele já se tornou uma extensão do meu braço assim, né? E eu penso que a palavra, pô, violão, que que eu quero com violão? Eu preciso que a palavra se torne uma extensão. Eh, ponto e que parece que é
o virar carne, né? Oi? Que parece que é o virar carne, né? É o E o verbo encarnou, né? Isso. Isso. Exato. É Tipo, ele não olhava para obedecer, né? Isso. Então, o meu desejo nesse nessa prática de guardar as palavras de Jesus, eu quero guardar todas mesmo, todas as ordens, mas que seja uma extensão pessoal assim, né? Fácil falar, né, meu irmão? É lindo. Vamos embora. Mas é isso aí. Obrigado. Obrigado mesmo por esse tempo aqui. Deus continue abençoando muito aí, dando sabedoria e revelação nessa caminhada. Amém. Foi uma alegria. Obrigado você que ficou
nos ouvindo, nos assistindo e como eu disse no início, pega esse link, cara. E quem veio no seu coração aí durante esse tempo nosso aqui, manda para alguém, para mais pessoas serem edificadas. Tira um print aí, coloca nos stories pra gente saber que você tá nos acompanhando. Deus abençoe você e não se esqueça, você é uma cópia de Jesus. Uh. Uh [Música] uh. Uh.