Kom. Olá, pessoal. Esperar só mais um pouquinho para ver se vai entrar mais alguém.
Eu recebi um monte de mensagem, tem um pessoal que só vai ver a gravação mesmo, mas vamos só esperar mais uns dois minutinhos e aí conforme for eu começo a falar aqui com vocês e mando a gravação depois pro pessoal M. Olá, vamos começar então, pessoal, para não atrasar também. E hoje é uma sessão mais curta.
Eu eu queria ver com vocês se vocês conseguiram observar na vida de vocês, no dia a dia, no cotidiano, esses momentos em que a gente perde a nossa energia, em que a gente se deixa levar por aquelas necessidades que a gente fez, aquela aquela planilha e vocês começaram a capturar aonde que tá onde tá o nosso foco, aonde que o nosso foco sem querer é desviado e por causa disso a gente acaba perdendo a nossa força no dia a dia. É importante a gente observar isso. Se vocês tiverem conseguido observar eh o que que faz vocês comprarem, o que que faz vocês eh entrarem numa fofoca, o que que faz vocês eh tirarem a sua atenção do que que você tinha que tá fazendo, de onde você preserva sua energia, de onde você tem foco e o que que fez você sem querer eh ser consumido por uma outra coisa.
fez você gastar dinheiro que você não precisava, fez você comer alguma coisa que você não precisava, qual era o sentimento? Qual qual daquelas necessidades que vocês tinham o rankingzinho de qual que era mais forte e menos forte? porque todas elas impactam a gente de alguma forma, mas eu acho que no ranking tem um um pouquinho, acho que são mais fortes, são mais fáceis de seduzir a gente no dia a dia sem querer.
Então, a gente tá lá focado, você acorda lá, não, hoje eu vou fazer tudo certinho, eu vou cumprir o meu cronograma, eu vou comer direito, eu não vou fazer gasto que eu não preciso fazer, eu vou fazer tudo certinho, você tá lá todo fiel no que que você precisa fazer, mas aí de repente eh alguma coisa acontece e você ao invés de ficar focado, você desfoca e vai ser seduzido por aquilo. No entanto, vocês devem ter percebido isso ao longo. Eu espero que vocês tenham percebido isso ao longo do dia de vocês.
Mas além disso, eu queria mostrar para vocês um um super poder que essas habilidades trazem junto. A, eu não falei disso da primeira da primeiro ponto porque para não misturar, para quando no dia a dia vocês começarem a perceber o que que tá acontecendo, para vocês não olharem também para esse lado, porque é muito importante a gente saber aonde vaza. É legal você saber qual é o superper o que que vem junto com isso, mas ao mesmo tempo a gente tem que tomar muito cuidado com onde vaza, porque é muito fácil vazar.
E às vezes a gente não tá atraindo abundância, não tá com uma vida próspera, não tá se sentindo confortável na nossa realidade, porque a gente simplesmente tá dando oportunidade pra energia não ficar inconscientemente. Então, alguma coisa bate no no na nossa necessidade de significância, por exemplo, e aí você precisa se mostrar significante e aí você se perde e perde seu foco. Aqui eu vou falar para vocês um pouquinho sobre como que essas como que que essas eh necessidades elas trazem junto delas a maioria delas, só uma delas que não, um super poder.
O que que isso significa? Isso significa que quando você sente, por exemplo, a necessidade de ser significante ou de ter aprovação ou de ter aceitação ou qualquer uma dessas que vocês t na quantidade que vocês tiveram lá na planilha de vocês, que vocês fizeram lá o o quiz e encontraram qual delas predomina, qual menos predomina, às vezes umas disputam o espaço, às vezes você pode ter um empate técnico entre duas delas, mas o importante é a gente saber que o que que tá morando dentro da gente pra gente poder fazer diferente. Então, quando você tem essa, vamos supor que significância, que você se sentir significante, é a uma necessidade importante para você.
É legal você saber que além de tudo que for te fazer, se sentir significante e for te atrair, eh, instontaneamente você vai estar fazendo nada e aquilo vai sugar a sua atenção. E aí cabe a você julgar se aquela que se aquela se aquela tensão é realmente merecida para aquele lugar ou se você tá sendo seduzido como se fosse o canto da sereia, sabe? Todo mundo já ouviu falar?
Ou a miragem do deserto, não sei se vocês já viram algum desenho animado, alguma coisa que tinha que o pessoa tá andando no deserto morrendo de sede, de repente olha, vê uma fonte d'água e não tem nada, você se joga, só tem areia. Então, eh, é o que essas necessidades fazem com a gente no dia a dia, se a gente não tomar cuidado. Então, você vai est lá, como eu falei, e num dia normal, trabalhando e alguma coisa te suga e lá se foi a sua energia, lá se foi todo o seu foco, lá se foi todo o, como fala, a força de vontade que você tava tendo até então.
Então, por exemplo, tem pessoas que estão lá super certinha na dieta. Aí vai para uma festa de criança cheia de docinho e pensa: "Ah, não, é só hoje". Só que o só hoje nunca aparece só porque tá na festa.
Às vezes a pessoa teve um dia difícil, às vezes brigou com alguém, às vezes tá chateado porque o boleto tá atrasado. E aí essa emoção que fez a festa de criança ser o tal só hoje, entre aspas, e você comeu tal do docinho, que você tava indo super bem na sua dieta. E como sempre é o só hoje, nunca fica só hoje.
A gente se perde no docinho. E aí o docinho vai ser amanhã, vai ser depois, vai ser depois. o dia do lixo acaba virando semana do lixo, o mês do lixo e aí a dieta vai embora.
Então, e isso que é importante a gente entender pra gente poder decidir conscientemente a não deixar mais a nossa energia vazar. E aí vem o outro lado da moeda. Sempre que a gente tem essas essas necessidades, a flor da pele dentro da gente, sempre que essas necessidades estão ali perturbando a nossa cabeça, elas trazem também dentro do nosso coração um super poder.
O que que isso significa? Uma pessoa que tem muita necessidade de significância, ela tem também o poder de ser influente. Ela sabe impactar decisão, ela sabe conversar com as pessoas, ela sabe chamar a atenção das pessoas.
E aí o que que, por que que é legal você saber isso? Porque se você sabe que você tem um superperer como esse de chamar a atenção dos outros, por que não você usar a sua necessidade pro bem? Por que não?
Você, ao invés de usar a sua significância, a sua vontade de pertencer, de ser notado, por que que você não pega isso e faz alguma coisa que você pode estar ajudando outras pessoas ao mesmo tempo? Porque aí o que que acontece? Você vai estar transformando a sua necessidade, o que vaza a energia em alguma coisa que vai aumentar a sua energia, que vai trazer energia para você de um jeito bom, que ela vai estar na sua vida, você vai estar nadando, imagina como se isso fosse água.
E aí, ao invés de você ter uma piscina cheia de furo, que a água tá saindo para tudo que é lado, a sua piscina tá ali, tá crescendo, crescendo, crescendo, ela vai expandindo. Então, era um pocinho, de repente virou uma piscina, de repente virou um lago, de repente virou um oceano. Você vai aumentando o lugar aonde que você vai recebendo essa energia, porque você tá investindo nela.
Ao invés de você tá deixando ser seduzido por ela e deixando a sua energia que você trabalhou tanto para poder segurar embora. Então, na significância é influência e é importante vocês saberem disso. Então, se vocês têm lá o rankzinho de vocês, eu vou mandar esse esse documento no e-mail da mesma forma que eu mandei junto com a gravação do vídeo para vocês terem essa esse gabaritinho aqui das necessidades.
E aí, meu meu conselho para vocês é o seguinte, vai lá na planilha e olha a o ordem das coisas para poder ver a ordem dos superperes que moram aí dentro. A gente não é só defeito, pessoal. Eu sei que é muito fácil a gente olhar pra gente e pensar: "Nossa, como eu tenho isso de defeito, como eu tenho isso que eu tenho que melhorar, como eu tenho isso que falta".
É normal, a nossa cabeça é programada para procurar esses defeitos, porque isso faz com que ela se sinta segura de uma forma muito estranha. Mas a gente pode mudar isso à medida que a gente vai trazendo informação pra nossa cabeça, pra nossa mente, né, pro nosso coração e vai substituindo esses sentimentos. Então, se toda vez que você percebe que você tá, ah, alguém, eu tô no trabalho e aí eu preciso mostrar que eu sou eficiente e aí eu começo a mostrar serviço de um jeito, eh, diminuindo meu outro colega de trabalho e tal, isso tudo para poder provar a minha significância.
Isso vai vazar a energia. Agora, se você pega e fala assim: "Não, pera aí, eu percebo que as pessoas me escutam. Então, se as pessoas me escutam, ao invés de eu diminuir o colega, eu vou treinar o pessoal, eu vou ajudar as pessoas a fazerem melhor, eu vou influenciar de uma forma positiva.
Aí você tá expandindo e isso vai atrair mais abundância paraa sua vida. A aprovação, pessoal, eh, do outro lado, desse lado bom, é quando você consegue, tem carisma, você tem simpatia, você olha pro outro e você realmente sente a dor do outro, você sente o que que o outro tá querendo dizer, como se fosse com você. Tem pessoas que até se emocionam, que choram, que sentem mesmo o que o outro tá sentindo.
Isso é um super super poder, porque quando você sente o outro, você vai conseguir responder melhor ao outro, você vai conseguir acolher, você vai conseguir ajudar, você vai conseguir ajudar de uma forma como se você tivesse nos pés do outro, como se você realmente tivesse no na vivendo a vida do outro. Tem uma coisa que as pessoas falam assim: "Ah, vou dar um exemplo, eh, vou querer comprar um presente para uma pessoa". E aí você vai na loja e busca um presente que você gostaria de ganhar.
Quando você faz isso, você não tá dando presente pra pessoa de verdade. Você tá comprando um presente para satisfazer uma necessidade sua de dar um presente para alguém. Quando a gente quer realmente dar um presente para alguém, a gente pensa no que que a pessoa quer ganhar, o que que ela gostaria, o que que ela ficaria feliz.
A gente pensa com a cabeça dela e não com o que é que a gente gostaria de ganhar. E nessa necessidade barra superper agora é exatamente isso que essa pessoa consegue fazer. você consegue ver a necessidade do outro e entregar o que o outro tá precisando.
Tem um outro exemplo que eu gosto de dar que é como o seguinte: o marido tá indo para casa, saiu do trabalho, a mulher tá em casa com a criança pequena. Eu já falei isso num vídeo. E aí o marido pega, passa para comprar uma pizza que demora para ficar pronta porque a pizzaria tava cheia e leva para casa achando que vai ser super, que a mulher vai ficar super feliz porque ela não vai ter que cozinhar porque chegou com a pizza.
Mas o que ela precisava não era a pizza, não era a janta. Ela precisava que ele chegasse mais cedo porque ela queria tomar banho. Então, na hora ele pensou com a cabeça dele o que que ele queria fazer para agradar a mulher e como que ia ser bom.
E ao invés de telefonar para ela e perguntar: "Olha, tô aqui pensando em passar para pegar uma pizza e tal". E ela podia falar: "Ah, não, não, não, faz o seguinte, vem para casa direto, pede a pizza para entregar aqui, que eu preciso muito tomar um banho porque eu fiquei com a criança o dia inteiro, por exemplo. " Essa é a diferença.
Nem todo mundo consegue atingir o outro dessa, desse ponto. Se essa pessoa, por exemplo, esse marido tivesse esse super poder do carisma e da simpatia, esse marido não passaria para buscar a pizza. Ele teria feito a ligação ou teria ido direto para casa.
Então isso é um super poder. Você consegue ler as pessoas e logicamente na hora que ele faz uma coisa que é super bem recebida, que a esposa fica feliz, como é que vai ficar esse ambiente? Essa casa vai ficar muito mais alegre, muito mais feliz, muito mais amorosa, porque a esposa vai est recebendo o que ela precisa, ele vai est dando o que ela precisa e vice-versa, né?
Porque quando a gente recebe, normalmente a gente retribui isso. Então, quando a gente fica muito feliz, vocês já viram isso? Quando a gente ganha um presente ou quando alguém fala alguma coisa, a gente não pula, não abraça, não ri, não fica super emocionado e isso não contagia.
A gente não sente o outro lado, nossa, que legal que eu fiz isso por essa pessoa, porque você se sente bem com aquilo também. Então é uma via de mão dupla. A gente faz e recebe, faz e recebe o tempo inteiro.
Então a gente ter esse superper a gente conseguir usar esse superper é importante porque vai fazer a nossa vida ficar mais leve e vai trair mais abundância, porque você vai estar vibrando num outro nível. Você não tá vibrando no nível aonde que você quer que o outro diga que você é bom. que você quer a aprovação do outro, você tá vibrando no nível aonde que você está se adiantando para fazer o que precisa ser feito e você vai ter aprovação automaticamente sem você precisar pedir.
Na aceitação, o superpercimento. Essas pessoas, elas têm uma capacidade de fazer com que o outro se sinta importante. Então, por mais que ela queira que ela de ser aceita num grupo, de ser aceita num num determinado ambiente, por mais que ela queira isso, ela sabe fazer isso com os outros.
Então, se ao invés dela ficar buscando, tem um ditado, um ditado, não, uma historinha que fala assim: "Eh, se ninguém te convida para sentar à mesa de outras pessoas, construa sua própria mesa. " O que que isso significa? a gente fica querendo fazer parte de um grupo, principalmente quando a gente é mais novo, adolescente, você quer fazer parte daquele grupo que aquele grupo é especial, aquele grupo é popular, aquele grupo não sei o quê.
E aí às vezes as pessoas não te convidam para aquilo. E aí esse esse tipo de gente no superper, o que que essa pessoa faria? Ela construiria uma mesa, colocaria a cadeira e convidaria todo mundo para sentar na mesa dela.
Então você para de precisar de sentar na mesa dos outros para você poder oferecer espaço para que os outros possam sentar. Então você pega, imagina você pegar todo mundo que tá se sentindo rejeitado, que não foi convidado para sentar numa determinada mesa e você poder agrupar essas pessoas e fazer com que elas se sintam importantes, com que elas se sintam acolhidas na sua mesa com você promovendo isso, o quanto que isso não é satisfatório e alegre e quanto que isso não aquece o nosso coração. Então, é sempre uma questão de escolha.
Eu posso ir atrás da aceitação e ficar brigando para poder sentar na mesa do outro. Ou eu posso vir aqui agora e pensar numa forma de criar a minha própria mesa e convidar as pessoas para sentarem perto de mim. E esse esse essa necessidade traz esse superper, a pessoa consegue fazer isso.
A inteligência é um também que a gente falou sobre a necessidade do outro de ser reconhecido pelo pelo gabarito, por tudo que ele fez na vida, por todos os cursos que ele fez. E aqui pro outro lado é a capacidade de resolver problema. A pessoa busca lógica, ela consegue analisar os padrões e ela consegue entregar uma solução prática.
Então, se ao invés dela ficar querendo ser reconhecida, porque ela fez três MBAs, duas duas faculdades, 40 pós-graduações, o caramba, ela vai querer ser reconhecida, porque ela é uma pessoa que as pessoas buscam para resolver problema. E aí ela fica feliz em ser uma fonte de solução pros outros. Então você imagina eh uma pessoa que precisa desse reconhecimento e de repente ela começa a ter pessoas indo atrás delas: "Ah, eu queria um conselho para isso, eu queria uma recomendação para aquilo".
E aí você começa a resolver. É muito comum às vezes as pessoas nesse lugar elas reclamarem: "Mas eu resolvo o problema o dia inteiro, todo mundo só me liga com problema e tal". E aí, nisso você tá indo na contramão disso.
Imagina, ao invés de você ser abundante, de você oferecer ajuda, de você oferecer suporte, de você fazer o que a gente veio para fazer, que é caridade, que é ajudar as pessoas, que a gente se tornar de verdade um, uma só energia, uma só potência, você tá indo contra, você não quer, você não quer dividir com os outros o que você tem. Então, se você tem a capacidade de resolver problemas, se tem a capacidade de de ajudar os outros, simplesmente ajuda. Uma vez eu escutei uma, eu perguntei para uma pessoa, falei assim há muito tempo atrás, falei: "Mas você ajudou ele?
Pá, não sei o quê". Aí eu fiquei assim: "Mas o que que te tocou para ajudar? " Ela me respondeu assim: "Não, nada me tocou.
Eu só ajudei porque eu podia. " E a palavra é e e a frase é perfeita. Isso ficou comigo pra minha vida até hoje.
Toda vez que eu surge para mim a oportunidade de ajudar alguém e que eu não vou ganhar absolutamente nada em troca ali, tipo, não é uma troca, não tô oferecendo serviço, não é nada, eu só tô ajudando. E eu eu sempre penso isso, eu tô ajudando porque eu posso. Lembra que a gente já falou sobre isso?
Não é tirar de você, não é o sacrifício, não é nada a ver com isso. É você ajudar transbordando, dando alguma coisa que para você não vai fazer diferença, não vai te faltar. Você vai simplesmente doar.
E isso vai voltar para você de outro jeito, não necessariamente da forma que você deu, mas vai voltar sempre, sempre volta. Você não tá fazendo por isso, mas vai voltar. Então é um super poder muito interessante, porque todo mundo tem problema para resolver.
E eu acho que muitos de nós temos aqueles amigos, aquela pessoa que você sempre vai para poder te dar uma mão e você talvez nunca tinha notado que essa era a questão e tá aí o a solução. O poder, a pessoa que tem necessidade de poder, pessoa que tem necessidade de mandar nos outros, de querer tudo do jeito dela e tal, o super poder dessa pessoa é o controle. O que que é o controle?
Que o controle, ah, Bárbara, mas controle não é ruim, não. O controle não é ruim se ele for usado da forma certa. O que que é um controle usado da forma certa?
é você conseguir organizar as coisas, é você ter disciplina. Eh, para poder pra gente ter disciplina, a gente precisa de muito controle. Só que não é controle na vida, é autocontrole.
E o autocontrole, pessoal, é o controle mais difícil que a gente pode ter. A gente segurar a nossa língua de falar o que não deve, a gente segurar o nosso pensamento de pensar o que não deve, a gente segurar a nossa atitude, a nossa boca para não comer o que não deve. A gente segurar isso tudo é muito difícil.
Então essa pessoa, se você tem dentro de você esse superper, talvez você só não tenha isso desenvolvido ainda. Esses superperes todos moram dentro da gente junto com essas necessidades que a gente tem. Só que a gente passa boa parte da nossa vida focando no problema.
Como tudo, né? A gente acorda de manhã, muitas a gente acorda pensando no tudo que a gente tem para fazer. A gente não, é muito raro, a não ser que a gente treine, a gente acordar com pensamento, poxa, eu vou começar o meu dia pensando em tudo que eu já tenho, em tudo que eu já conquistei, nas pessoas que me amam, no na casa que eu moro, no trabalho que eu tenho, mesmo que não seja muito, eu já tenho isso.
Então, eu já conquistei esse pedaço. E a gente normalmente não acorda, se a gente acorda pensando os boletos que tem para pagar, o lugar que tem para ir, o trânsito que vai para buscar. Então, a gente é treinado para ir no na contramão do superper.
E aí o convite hoje aqui agora é pra gente ir na mão certa. É como se você tivesse nadando com o fluxo. Ao invés de você nadar contra a correnteza, você vai nadar a favor da correnteza.
Então você vai pegar a sua necessidade, o que que você mais precisa, que que você mais quer no mundo. E você vai combater isso, entre aspas, usando o seu superper que é convidando as pessoas, é oferecendo serviço, é ajudando, transbordando sempre, tá pessoal? Às vezes você fala assim: "Ah, mas eu ainda não tô no momento de transbordar".
Tudo bem, continua o seu trabalho de autoconhecimento, continua indo atrás de se conhecer melhor, continua fazendo a sua terapia, continua lendo o que que você tá lendo, continua indo atrás de você melhorar. E aí vai surgir, Deus vai sempre colocar na nossa vida, no momento certo, a oportunidade de retribuir, de ajudar alguém. E na hora que isso começar, pode ter certeza absoluta que é como se a torneira tivesse abrindo.
E aí a torneira vai abrir e a água, a energia, as coisas vão começar a fluir. O último, que eu não sei se vocês lembram, mas tinha uma piedade lá, que é você ter eh você a pessoa querer ser reconhecida pelas dores dela. Esse não tem um superper, infelizmente.
Por que que ele não tem um superper? Porque ela retira força, ela ela que essa essa pessoa é a única pessoa que ela não consegue sair do mundo dela. Então, na verdade existe dentro dela uma indignação ou uma raiva ou um que acaba virando um egoísmo e ela não consegue sair daquele mundo.
Se você apareceu isso em algum dos seus níveis, como isso uma coisa mais forte, a sugestão aqui agora é o seguinte: por espontânea vontade sua, escolha escolha ajudar alguém, escolha fazer alguma coisa pelo outro e escolha colocar a sua ferida num lugar quietinho, aonde que você diz pra sua ferida o seguinte: "Eu reconheço você, a gente se machucou muito, mas eu mereço uma vida melhor do que a que eu tive quando a gente se machucou muito". Então, por isso, nesse instante eu tô escolhendo tentar uma coisa diferente. E aí você vai tentar fazer alguma coisa diferente, que é sair do eu e ir para o nós e ir para o lado de fora.
Porque o que que acontece enquanto a gente fica remoendo as nossas dores? E todos nós temos muitas dores e é muito comum às vezes as pessoas falam assim: "Ah, mas eu até sonho com o que aconteceu comigo. Eu sonho tipo com frequência com alguma coisa, alguém que me machucou.
Eu eu passei, sei lá, por bullying na escola e até hoje eu tenho, sei lá, 50 anos e até hoje eu lembro do bullying e sonho com isso às vezes. Então isso é comum, pessoal. As pessoas sentem isso, mas você tem sempre a escolha de enquanto você tá acordado, porque isso com o tempo vai até mudar o seu sonho, mas enquanto você tá acordado de você escolher não pensar no bullying e pensar que aquilo foi uma parte da sua vida, que por algum motivo que você ainda não sabe qual, mas um dia essa essa resposta também vai vir, fez parte daquele da sua formação.
E aí você agora tá tendo o privilégio de poder desenhar sua vida do jeito que você quer. Então aquilo passou, você não tinha controle sobre aquilo, você não teve como fazer diferente, mas tá no passado. Isso não tá no presente.
Ah, mas às vezes está no presente. Às vezes as pessoas têm alguma coisa que que machucam ela aqui no presente. Concordo, pode ser.
Mas ainda assim você pode escolher onde você vai ficar com o seu foco. Então o meu foco, eu escolho que o meu foco não vai ficar na dor e eu não vou querer que as pessoas me valorizem pela dor. Eu vou escolher que as pessoas me valorizem pelo pelo segundo momento.
Então naquela planilha, a piedade vai est em um deles. Se foi o primeiro, vai pro segundo e começa a exercer o superper do segundo ou do terceiro ou do quarto e deixa isso paradinho. daqui um tempo, daqui sei lá, uns 3 4 meses, refaz o teste e vê se começa a ver que isso vai começar a mudar as proporções.
Isso vai começar devagarzinho a ser diluído, porque você não vai estar mais com foco na dor e você vai estar com foco aonde há poder de mudança. As nossas dores, elas são horríveis, eu concordo com vocês, mas elas têm função. A gente veio, elas são o nosso caminho do nosso trauma.
Então, ela é a forma que Deus achou para que a gente fique profundamente tocado, a ponto de aprender alguma coisa, a ponto de querer fazer diferente, a ponto da gente saber o que que a gente veio fazer nessa vida. Então, é muito comum pessoas que, por exemplo, muitos dos psicólogos que a gente tem hoje, pessoal, são pessoas que sofreram muito na vida. As pessoas tiveram algum tipo de trauma, algum tipo de rejeição, algum tipo e aí elas viram terapeutas para poder ajudar outras pessoas.
Médicos, a mesma coisa. pessoas que tiveram muitos problemas de saúde quando era criança e tal, e depois depois quer fazer medicina para poder ajudar outras pessoas ou para poder simplesmente simplesmente se entender melhor. Nas profissões é fácil a gente ver essa conexão, mas na vida, no dia a dia, às vezes nem sempre.
Às vezes a gente não consegue fazer essa conexão entre o que que a gente passou e o que que a gente tá acontecendo agora, mas essa conexão existe. A gente só ainda não está conseguindo ver. Então, eu vou mandar isso aqui para vocês junto com a gravação dessa dessa sessão hoje para vocês poderem ver.
Vai lá no na planilhinha de vocês. Se for o caso, como já tem quase três semanas que a gente fez, dá uma olhada se vocês querem refazer a planilha. De repente isso já pode ter começado a mudar, porque às vezes quando a gente começa a ter consciência do que que tá acontecendo, é o primeiro passo da mudança.
Então, às vezes a gente começa, a gente não sabia uma determinada informação e a informação chega e sem querer a gente começa a fazer as coisas diferentes rapidinho, sem perceber e aí de repente tudo começou a mudar e você fala assim: "U, mas esa aí, até ontem não era assim, mas mudou". Então vou mandar isso para vocês. Façam no tempo de vocês.
É importante a gente saber isso e a gente exercia o nosso superper, seja qual for. Ah, mas o meu primeiro é piedade, eu não tenho superper. Não se concentra nisso, por favor.
Não deixa você ir nesse lugar. Vai pro segundo, vai pro próximo, pro próximo que tem e começa a exercer deles todos o que que você pode fazer, aonde que você pode ajudar uma pessoa, aonde que você pode ser e útil honestamente com alguém, às vezes com você mesmo, às vezes você não sabe quem ajudar os outros, mas você pode começar a comer melhor, você pode começar a ter melhores pensamentos na sua cabeça, você pode começar a escolher devagarzinho coisas que vão te fazer mais bem do que mal. E isso já é um caminho, certo?
Eu vou abrir para vocês fazerem perguntas agora. Eu vou mandar tudo isso para vocês, como eu falei também. Se tiver pergunta depois vocês podem mandar o e-mail porque às vezes na hora de ver as pessoas têm algumas dúvidas.
Querem fazer pergunta? Pode fazer. >> Boa tarde, gente.
Eu entrei um pouquinho atrasada, mas eu acho que eu entrei no momento exato. Eh, eu comecei a prestar atenção e eu refiz essa todas as semanas. >> Oh, que legal.
mudou muito. Eh, eu comentei, né, no nosso último encontro que feridas que eu achei que já estavam curadas na hora que eu vi a pergunta vieram à tona e eu falei: "Não, eu tenho que mudar isso, eu tenho que fazer alguma coisa. Eu fui atrás de meditação, enfim, e aí eu fui refazendo e me perguntando por que que isso ainda dói, por que que isso ainda tá aqui dentro?
O que que eu consigo fazer para mudar? " E eu percebi que eu diminuí os números, sabe, bastante nessas três semanas. Então, tá fazendo muito efeito, mesmo eu estando ainda numa situação um pouco delicada.
Eu tô enfrentando um luto recente, eu tô com transição de carreira, um monte de coisa acontecendo ao mesmo tempo. Mas o que eu quero compartilhar com vocês, na verdade não é uma pergunta, é sobre a piedade. Eu estava nesse lugar e exatamente como você falou, eu me tornei terapeuta, eu tô fazendo uma transição de carreira já tem 4 anos por conta disso, porque eu descobri que dentro desse lugar de piedade, aonde eu me coloquei, onde eu era coitadinha para ter algum tipo de atenção, porque eu achava que eu não podia fazer mais nada no mundo, eu descobri que eu tinha muitos poderes.
Então, o que eu conseguia fazer, que para mim parecia nada, era exemplo para muita gente que começou a se movimentar porque viu o meu esforço. Na época eu tive uma depressão pós-parto violenta. Eh, a minha filha tinha muitas crises de asma, eram muitos problemas e eu achava que dali eu não saía, que eu não conseguia mais trabalhar, que eu não conseguia fazer nada.
E de repente eu vi pessoas ao meu redor falando: "Se ela consegue, eu também vou. E aí eu olhava, falava: "Eu consigo o quê? " E aí as pessoas, eu quero ser como você.
E eu pensava: "Como eu, o que que eu tenho de bom? " E aí eu falei assim: "Pera, se se as pessoas estão vendo algo de bom em mim, eu tenho que ver também, eu tenho que achar como assim. " E eu comecei a prestar atenção e parei de me espelhar do lado de fora no que as outras pessoas me traziam para eh me impulsionar, para ter admiração, para ter foco, para crescer.
e comecei a olhar para as batalhas que eu já tinha vencido e descobri que aquele lugar de piedade não era meu, que eu não tinha que ficar ali. >> Então eu saí dali e eu consegui vencer a depressão, eu consegui estabilizar uma fibromialgia que me deixou de cama por 6 meses e eu consegui inclusive melhorar a autoestima da minha filha, ensinar ela a respirar e hoje ela não tem mais crise de asma. Nossa, perfeito.
>> Então assim, a minha vida mudou totalmente e eu descubro que ainda tem que mudar muito mais. Eu tenho muito para melhorar, sabe? Tudo que eu caminhei que parece gigantesco, acho que foram uns três degrauzinhos só.
Eu tenho muito para subir, mas eu queria muito contribuir com isso. O campo da piedade, ele tem poder. Ele tem poder.
>> E o poder é você olhar para dentro. Eu olhei para dentro graças aos outros, né, que que apontaram e falei: "Caramba, tem gente se espelhando em mim e eu achando que eu sou um nada >> e aí descobri que eu não era. " >> Não, não é de jeito nenhum.
Mas é faz parte da ilusão, né? A gente acreditar que não é. E a e ele isso tá ali.
Nada na nossa vida acontece por acaso. Às vezes a pessoa fala assim: "Ah, mas por que que eu tô aqui presa na piedade? " Tá ali justamente para que você pudesse encontrar o seu caminho.
E você conseguiu encontrar o seu caminho de volta. Ele ele tá ali te tudo que acontece é pro bem, nada é pro mal, nada é para machucar a gente. Então a gente tá ali naquele lugar justamente porque assim Deus reconhece que você tem a força para fazer aquilo.
E é dito, né, que que a gente escolheu a nossa vida, que a gente escolheu a nossa vida para que a gente pudesse se transformar por mérito próprio. Então, se Deus colocou a gente ali, se essa energia criadora colocou a gente nessa posição, é porque a gente tem capacidade de sair dali. a gente só não tá conseguindo ver ainda, mas tem capacidade.
É isso que você falou também, de você na fazenda planilha começar a ver os os problemas e começar a querer ir atrás. É o ponto disso tudo é exatamente isso, porque é o conhecimento que muda a gente. É a gente ter informação e começar a querer ir atrás e ter a disposição de fazer diferente, porque enquanto a gente não tem isso, a gente fica preso no mesmo ciclo.
E aí a gente reclama que a vida não tá boa, que as coisas não andam, que tá tudo difícil. Porque o dinheiro não sobra, mas o o que o quanto que a gente tá se esforçando, né? O quanto que a gente tá fazendo diferente de verdade no todo dia.
E eu sei que é difícil para muita gente às vezes sair da inércia, sair do mesmo lugar. E super te agradeço, Priscilo, depoimento, porque você, o que você falou foi exatamente isso. Você saiu da inércia, você quis fazer diferente.
E a gente, ele liderar, por exemplo, na Cabalá, a gente fala muito isso. Qualquer coisa, tudo que a gente faz é exemplo para alguém. Às vezes a gente acha que a pessoa não tá vendo.
Isso já até aconteceu comigo. Eu trabalhava numa empresa que tinha uma pessoa que anos mais tarde, assim, acho que uns 8 anos depois, falou para mim que ela ela ela trabalhava num setor e trocou de setor, foi fazer outra faculdade e tal. E e quando ela já tava formada, já tinha tudo, ela pegou e falou assim: "Cara, eu vi você trabalhando e eu eu pensava: "Eu quero fazer isso da minha vida e eu nunca soube".
Era uma pessoa que trabalhava assim, tipo assim, super distante de mim. a gente deve ter trocado conversa em corredor meia dúzia de vezes em muitos anos e eu não tinha a menor ideia. Então é exatamente isso que você falou.
A gente tudo que a gente faz no dia a dia, a gente pode ter alguém olhando e não necessariamente para julgar. A gente tá acostumado com os olhos de julgação, de julgamento, né, das pessoas olharem, é, aquilo tá errado, a roupa que você tá vestindo, não sei o quê. A gente a gente fica sempre atento para isso.
Mas e pro outro lado, o quanto que o nosso, a gente fazer alguma coisa legal pode estar inspirando alguém que a gente nem tem ideia. Isso é muito poderoso. Obrigada mesmo, Priscila.
Super agradeço. Alguém quer falar mais alguma coisa? Vocês estão satisfeitos?
A gente pode, eu vou mandar para vocês. Eu sei que as coisas acontecem depois e tem muita gente também que não gosta de falar assim com todo mundo ouvindo. Então vocês podem escrever depois também, não tem problema nenhum, tá certo?
>> Oi, Bárbara. Oi, Fábio. >> Eu só quero agradecer aí seu seu trabalho, sua eh dedicação.
Não tive tempo de, quer dizer, não priorizei eh olhar direito à planilha porque tem com outras demandas aqui, mas vou olhar direitinho, analisar e faz muito sentido tudo que você falou aí. E eu eu tenho um mestre espiritual que ele fala que eh a gente a grande ilusão do do ser humano é a necessidade de de querer ser alguém. Então se se encaixa com tudo isso que você falou.
É eh são desdobramentos desse disso aí que eu eh encaixei tudo, interconectei aí e é isso aí. >> Tá certo? Super obrigada também.
Tá muita luz por aí você precisando. Eu tô aqui, pode contar. >> Tá certo.
Valeu. >> Amém. >> Amém.
É isso, pessoal. Obrigada mais uma vez. Obrigada por mais esse dia.
Mandem mensagem se tiver dúvida, qualquer coisa depois pode mandar. Eu respondo os e-mails. Vocês sabem disso.
Para quem já mandou sabe que eu respondo e eu vou mandar a gravação para vocês, tá certo? Um beijo no coraçãozinho de vocês e a gente se vê em breve.