A que derreter. A senhora não quer derreter. Senhora, senhora, tá, tá feio mesmo o negócio. Você tem chame a polícia, chame quem a senhora quiser. A senhora não vai bater em ninguém. Quem é a senhora? Quem é a senhora? Sua você. Sua empresa, sua presa. Não quer me derrubar. É, tu não quer conselho. Não, não vou derrubar não. A senhora que tá se derrubando, senhora. Porque tem problema, senhora. Tem problema. Senhora, tem problema. Tem problema. Certo. Senhora, eu não vou derrubar ninguém não. Senhora, senhora, eu não vou derrubar ninguém não. Meu Deus. Eu inveja, eu
inveja da senhora. Eu vou ter inveja, eu vou ter inveja de alguém que tá lesando consumidor. A senhora não toque ninguém da minha equipe você para você não tem não, meu amigo. Cadê sua derrora? Não toque em ninguém da minha equipe. Eu não apresento pra senhora. Apresento a solução pros consumidores. Pega a minha carteira lá no carro que eu vou mostrar para minha DRT. Vai lá no carro pegar. Pega lá minha DRT. Minha TRT vai mostrar drindade tudo que a senhora quiser. A senhora não toque na câmera, tá certo? Chame quem a senhora quiser. Não
é sua importa, não é sua empresa. Sua empresa. Olha quantos artigos a [risadas] senhora tá ferindo. Artigo licença, senhora. Artigo 35, artigo 30, artigo 6º. Artigo 66. Crime detenção de 3 meses a um ano. Se alguém vai sair preso daqui é a senora. Estou na frente da sua empresa. Tá mexendo não. Eita. Tá ameaçando? Tá me ameaçando? Isso é uma ameaça, senhora. Isso é uma senhora. Isso é uma ameaça, senhora. Inveja de qu, senhora? Pelo amor de Deus, resolva seu problema com a consumidora. Eu não vou fazer não. Tá certo, senhora? Cergonha, rapaz. Tu quer
me dar? Essa é a índole da emla. A Rane placamentos aqui totalmente totalmente tá querendo o qu fazer o qu agora grave direit tá certo senhora o que ol safada é tudo mais que a gente enfrenta pelos consumidores. Sou obrigada não quero essa mesmo. Não, mas eu tô porque tem problema senhor. A senhora descontrolada não toque em mim não. Assim é, ó, me cuspindo, colocando o dedo na minha cara, gente, pelo amor de Deus. Olha a qualidade do serviço da Vou fazer, eu não vou te dar Ibof, sabe que eu não vou te dar Ibof?
Porque eu podia quebrar tudo em pau agora. Tô aqui, Senhora. Quantas? Meu Deus, olha, olha a situação. Eu fico sem palavras. Eu peço desculpa a nossa audiência da TV Consumidor. Peço desculpas a minha audiência. Minha DRT, ela pediu DRT. Ela pediu DRT porque ela disse que eu não sou um jornalista. Aqui, senhora. Aqui, senhora. Não quer não. A senhora não quer não. Aqui, aqui. Derreter. Me derreter [risadas] que a senhora quer? Senhora. A senhora não quer derrer, senhora. Senhora, a senhora não quer derrer, senhora. Aqui derrt. Olha o que ela faz. E é senhora. Tá
certo senhora. Olí, ó. Sendo agredido pela Raiano em placamentos. Quem é a senhora? Ó, sendo agredido, sendo agredido, sendo agredido. Não toque ninguém, senhora. Não toque ninguém, senhora. Me ó, DRT, ó. Ó o que tá aqui, ó. Sendo agredido pela Raiane Vanessas. E essa senhora que eu não sei quem é. Não derrubar não, meu. Me dê meu documento, senhora. Senhora, me dê meu documento, senhora. Senhora, me dê meu documento, senhora. Ó, tá vendo, ó? Roubou até meu documento. Olha, olha a qualidade, viu? Olha aqui, ó. Tá vendo, ó? Vamos, vamos abrir uma live aqui agora.
Meu Deus do céu. Roubou meu documento. Roubou meu documento. Você não vai fechar a minha empresa. Se alguém vai fechar é a senhora. Meu Deus, senhora tá descontrolada. Minha porta. Não lhe atendo. Não abre porta para você. Sai assim reto. Certo, senhora. Estamos ao vivo. Olha como ela é, olha como ela é. Olha como ela descontrolada, gente. Essa daqui é a Raiane em placacamento. Já me agrediu. Essa senhora aqui acabou de roubar meu documento. [risadas] Tem problema não, querido. É sua empresa. Ô gente, senhora, senhora, estamos aqui enraiando em placacamentos. Está devendo R$ 7000. R$
7000. Já é a segunda consumidora. A consumidora resolva com ela. Resolva com ela. É 14 anos, mas é 14 anos cheio de no meu escritório. Eu não te atendi. [risadas] Eu não mandei você ir pro Detran. Eu não mandei você procurar seus direitos lá. Devolva [risadas] meu documento. Senhor aqui, ó. Ó, gente, amassou meu documento olha, olha o que a gente passa para defender. E ela me bateu, gente. Se fosse ao contrário, toda essa rua aqui, todo mundo já tinha me jogado no chão, mas uma mulher me batendo. [risadas] Eu não estou aqui. Eu não
estou aqui. Eu não preciso de pessoas como a senhora. É, eu preciso de pessoas comprometidas com o direito. Essa daqui é a Raiane em Placamento, gente. Ran. Já fui agredido. Já fui agredido aqui. Ela, ó, o meu documento, gente. Ela pegou minha DRT, clamou tanto DRT, quando eu dei minha DRT a ela, ela fez isso aqui comigo. Estou aqui em Baahê, certo? Ó aqui a situação. Ó aqui a situação. Eu não me Já tá ao vivo, senhora. Direito todo o Brasil tá vendo quem é Raiane em placamentos. Sou, sou baixa mesmo, gente. Não adianta eu
chamar a polícia não. Para que eu vou chamar a polícia? Eu não estou autorizando não, querido. Eu sou advogada. A senhora é advogada? A senhora é advogada? É lá de direita. Ela disse agorinha que era advogada. A senhora é advogada? Cadê a sua abelha? Ela disse: "Pera aí minha senhora". Ela disse que era advogada. Exercício ilegal da profissão. A senhora tá toda errada, toda errada. Se apresentou como advogada. Se aqui, gente, meu documento tá aqui, gente. Gente, para vocês ver ridículo pr cara dos meus clientes é ridículo para certo. A senhora que colocou elas nessa
situação. Essa situação, Gente. Vamos se resguardar aqui. A consumidora, a senhora, a senhora quer continuar conversando com ela? Não vou. Vou. Vou me resguardar aqui. O esposo dela tá aqui. O consumidor tá v fecha. Foi fique fique perto da sua esposa, tá certo? Pode ficar à vontade. Vou me resguardar um lugar aqui que eu quero que ela resolva. Fica uma câmera em mim e a segunda câmera fica lá. Meu Deus, gente, eu nunca imaginei. A gente já foi, já passou por muita coisa. A mulher toda errada pegou meu documento. Certo. Ela acabou de se apresentar
como advogada. Isso é crime, crime, porque isso é exercício ilegal da profissão. Isso é crime. Ela pediu minha documentação, eu dei por sinal pegou minha documentação ali. Tá certo. Olha o que a gente tá passando, gente. Ela disse que tem 14 anos. 14 anos. Eu tô aqui resguardada porque o marido dela tá ali e vai ficar a minha voz em cima da dela, né? Porque tá no mono. Sim, minha filha. Eu sei o que foi resolvido dela. Eu vou puxar e eu vou ver o que foi. Disseram que ela era desse jeito, viu? Ela bateu
em mim. Imagine as câas ano pass desde o ano passado que a gente tava com esse processo. [risadas] É melhor tirar ela daí você não veio aqui. Mas eu falei com você não queria ter vindo. [risadas] Eu não chamar polícia. Não quero isso não. Eu só vou te orientar já que a senhora nos chamou. Se a senhora não quiser mais conversar com ela, não converso mais com ela. Não vou terminar meu serviço, tá certo? Chama polícia. É por tu não fica fica. Eu quero ver se esse imagem poli a senhora quiser conversar com ela e
se sentir à vontade de tentar resolver, a senhora resolve. Se a senhora quiser a senhora diga para ela que resolve pela pela internet. Olha vez tu tá fazendo isso? Isso é isso é o qu a pessoa tá te pagando para fechar minha empresa. Isso daí não vai colar não. Isso daí não vai colar não. Quem é? Eu já tô sabendo o teu processo, rapaz. [risadas] Sabendo que tu fez vai no Detr, vai no conselho, ver se tem alguma coisa que eu conheço e a conheço a pessoa de pelo amor de Deus, os consumidores entram em
contato com a gente. Que eu seja louca. A senhora que tá se passando por esse papel, gente. Quero deixar aqui, gente, nada é combinado. Quem conhece o nosso trabalho sabe. Ó, minha dica é a seguinte. A a senhora não sou deputado, não estou aqui como um, não estou aqui como pré-candidato. Se eu fosse ao menos um deputado, a senhora tava presa. Se a senhora, se eu fosse deputado, a senhora tava presa. A senhora se apresentou. A senhora, a senhora se apresentou como advogada? A senhora não é, a senhora tá ocorrendo. A senhora acabou de dizer,
tá certo? Lei, eu sou advogada. A senhora é advogada? A senhora é advogada? Baixaram lá de direita. Ela disse agorinha que era advogada. A senhora é advogada? Tá gravado. Até mentirosa a senhora é. [risadas] Até mentirosa a senhora é. Não to não. Minha porta. Saia de perto de mim, senhora. Meu Deus. Vamos fazer o seguinte. A senhora quer continuar conversando com ela pelo WhatsApp, tá certo? E eu tenho certeza que ela vai e gente, eu não vou vou continuar aqui não. Tá certo, gente? Meu Deus do céu. É, é complicado. Ela é totalmente desequilibrada. Que
mulher desequilibrada. É porque eu quero cagar sua cara. Eu tô aqui, senhora. A senhora que valentia, gente do céu. O que é isso, meu pai? Meu Deus, que mulher desequilibrada. Bem que A senhora disse, bem que a senhora disse que ela era desse jeito. Eh, a senhora quer fazer como o direito é seu. Eu quero que ela faça o meu reembolso. Só isso. Se ela puder fazer agora, eu estaria com ela. Vocês estavam conversando o que ali tava falando que ela tava vendo os valores que foi feito, que era para ter conversado com ela antes.
E eu disse: "Não, mas eu falei com você, é, antes disso você mandou procurar meus direitos e eu vim atrás dos meus direitos, entendeu? Eu só queria que você fizesse um reembolso. Se pudesse fazer agora o reembolso do que foi feito, eu ficaria grata. Ela vai dar um prazo, então, né? Eu creio que sim. Então vamos, vamos, vamos aguardar um minuto aqui para ver se a gente já sair com Gente, eu tô aqui, eu tô aqui agredido. Minha DRT que ela pediu tá no bolso daquela senhora que eu não sei quem é. Ela ela mandou
a gente sair do nada, chegou no carro me agredindo, batendo em câmera aqui, quebrando tudo. Gente, pelo amor de Deus. Pelo amor de Deus. Aqui não é a porta dela. Eita, começou de novo. Tem um probleminha acontecendo no meu Instagram. Aqui não é a porta dela. A gente tem a placa aqui, ó. Raiane placamentos, tá certo? É, o Instagram dela é Rayane em Placamento. A gente tá aqui na maior tranquilidade. Pelo amor de Ela pegou, gente, meu documento, bateu em mim. Meu Deus do céu. Ó. Não, ela ela ela pegou meu documento ali. Ela pegou
meu documento e eh como é de PVC esses documentos, essas DRT, ela não conseguiu, ela só conseguiu amassar pra polícia. Tá certo. É bom que a senhora vai presa. Se a polícia chegar aqui, a senhora vai presa. Vai presa. E se o policial não lhe prender, ele vai preso também. Vai preso o policial e a senhora. se não leva presa, porque ele tá prevaricando em crime. Eu vou mostrar todas as imagens, né? Mulher não pode estar batendo em homem desse jeito também, não. A senhora tá querendo usar do argumento que é mulher para bater em
homem. Ah, coisa feia. Ela disse que eu queria enterrar a empresa dela. Eu quero lá enterrar isso. Eu quero enterrar isso para quê? Cheio de problema. Pelo amor de Deus. Pelo amor de Deus, gente. Jesus. Ela tá ligando pra polícia já. É bom quando a outra parte liga, porque quando a outra parte liga, normalmente a polícia chega rápido, porque quando eu liga ele não quer nem vir. A polícia aqui é só Jesus na causa. A segunda câmera, a segunda câmera fica aqui, pelo amor de Deus, que são equipamentos aqui que ela queria quebrar. Ela não
tá com R$ 7.000 de pagar consumidora, imagina pagar esses equipamentos aqui, né? Ela diz que já me conhece. Eu não conheço ela, nem quero. Eu fico até Eu fico até triste se ela me conhecer de algum lugar. disse que não tinha, ela disse que não ia votar em mim, nem tô aqui para pedir voto, tá certo? Não tô aqui como pré-candidato deputado, não estou aqui como isso. Eu estou aqui exercendo o meu direito de jornalista. A consumidora me chamou por sinal a senhora viu o problema. Senhor tinha dado pro perdido, não foi isso? Quando a
senhora viu lá a reportagem, a senhora disse: "Não, tem tem uma luz no fim do túnel, tem uma esperança". Então, a consumidora já tava lesada há mais de um ano. Então, para você ver que um trabalho que a gente faz, um trabalho sério, um trabalho sério. Ó, gente, como ela tá. Ela se Apresentou como advogada, ela não é advogada, certo? Tá com a minha, a outra moça, que eu não sei nem o que é, disse que era DRT. Elas duas as duas vai ser conduzidas. Elas estão, elas estão ligando pra polícia e achando que a
polícia vai me tirar daqui. Quem vai sair presa é elas no camburão. Eu quero ver qual é a polícia que vai tirar aqui. Não é a polícia que a gente conhece, não é a polícia do estado da Paraíba. O estado da Paraíba tem policiais que realmente respeitam a lei e eles vão ver que elas estão ocorrendo em crime, exercício ilegal da profissão. Ela disse que era advogada, ela não é advogada. Ela, eu pedi a OAB dela, eu apresentei a minha DRT. Gente, pelo amor de Deus, está com R$ 7.000 da consumidora, certo? A outra consumidora,
ela resolveu, resolveu e eu dei os parabéns a ela, mas só resolveu depois da intervenção da TV Consumidor. Disse que me processou. Não conheço nenhum processo que ela fez contra mim, tá certo? Não fui citado em nada. que se for mostraremos a nossa liberdade de imprensa, a DPF 130 e e e tudo que a gente tem direito constitucionalmente. Viemos aqui dar o direito de resposta a ela. Ela disse que eu queria acabar com ela, não quero acabar com ela. Eu quero que ela seja uma empresária e eh de nome, de respeito e que cumpra o
código de defesa do consumidor. Somente isso. Tá ocorrendo aqui em vários inícios pelo códig de defesa do consumidor. Artigo 30. artigo 35, artigo 6º, artigo 4, tá tudo ocorrendo em crime agora. Ela me agrediu, então já é crime de lesão corporal, a gente já pode ir paraa delegacia. Eu nem quero, gente, levar ela pra delegacia, mas já que ela disse que ligar pra polícia, então a gente tá aqui, né? Então é complicada, é complicada aqui a situação. Ela que infelizmente quer essa situação, me ameaçou, diz que eu ia ver, diz que iam me pegar. Então,
se alguma coisa acontecer com contra a minha vida, foi a Raiane em placacamentos que fez contra a minha vida, pelo amor de Deus, na maior tranquilidade. Assim, ô dona Raiane, a senhora vai devolver o dinheiro da consumidora, dona Raiane, essa moça vai devolver meu documento. Essa moça vai devolver meu documento. Meu Deus do céu, eu não posso tocar nela, gente, porque hoje a gente sabe como é a situação. Ela pode alegar que eu tô agredindo ela. Ver tempo. Como é que a gente tem aqui as câmeras, né? Senhora, a senhora, se a senhora devolver meu
documento, eu vou pra minha residência. Quando a polícia chegar, aí eu lhe devolvo. Ah, tá certo. Tá certo. Quero conversa com você. Minha porta não. Bom, tá certo. Você sabe quem eu sou? Eu não sei não. Não sei nem quero saber quem a senhora é Brasil que você já tá ao vivo para todo Brasil. Vai derrubar. Pronto. Você não vai. Você faz seu espetáculo no circo. Ele tá fazendo. Eu acho que um palhaç a senhora tem que respeitar os palhaços. Senão de senhora, respeito meu trabalho como jornalista e respeito o trabalho também dos palhaços, viu?
Pelo amor de Deus, gente. Eu vou aguardar porque ela ela tá com o meu documento. Tá com meu documento. Tá com meu documento. Tá muito estressada. Não sei o que que tá acontecendo. Eu eu queria só que ela me devolvesse assim, gente. Se ela se ela, porque a primeira vez tu deu sorte eu não me encontrar contigo. E a senhora ia fazer o que comigo? A senhora, a senhora não se cansa de me ameaçar não. Te pegava e eu não tô aqui, minha senhora. Meu Deus do céu, como ela tá. Gente, eu só tô aqui
ainda. Eu só tô aqui ainda porque ela tá com meu documento. Meu Deus do céu. A rua cheia. Olha o papelão que ela tá fazendo. A rua cheia de gente. Tem gente já pegou a pipoca, tem gente que já pegou tudo. Tá aparecendo aqui no cinema. Tem que rir. Tem que rir. Ela tá dizendo que eu tô fazendo espetáculo. Exatamente, gente. Quem vai presa é ela. Eu tô esperando que a polícia chegar. Quem vai presa é ela aqui. Ela vai sair na viatura da polícia. Se o policial não quiser levar ela, ele também vai est
ocorrendo em Crime. Eu tô com as imagens aqui e eu ainda vou fazer uma denúncia contra ela. Eu sou estudante de direito. Eu Alguém caiu ali, não foi? Parece que foi. Meu Deus, o negócio tá meio a bruxa tá tá solta, viu? Misericórdia. [limpando a garganta] Até um acidente aconteceu ali agora. Tá repreendido no nome de Jesus. Gente, eu nunca mais digo para vocês que a reportagem vai ser tranquila, viu? Não digo nunca mais para vocês que a reportagem vai ser tranquila. Você imaginava que ia acontecer tudo isso? Eu até disse pra senhora, a gente
chega lá, se todas as orientações são passadas, né? Eu disse para ela, eh, a gente passou lá na frente da empresa, a empresa tava fechada, eu tinha dito pra consumidora, ela disse, a gente chega lá, liga para ela, pede um prazo e vamos embora. Do nada ela chegou aqui, já partiu. Essa moça, não sei quem é, deve ser parente, né? Tomou as dores muito. Acho que sim. tomou as dores, chegou naquele carro. Eu quero só que resolva só isso, faça o reembolso do que foi gasto e pronto. Vend diga que disse que que que me
agrediu aqui, pelo amor de Deus, porque senão quando eles chegarem aqui, ela dizer que eu agredi, vai acontecer lá igual Campina Grande que o policial me pegou e e me bateu. Porque é assim, né? O outro lado diz que eu que bato, mas graças a Deus tá aí as imagens, né? Para comprovar. Pessoal diz assim: "Carlos, não ria, não. É porque quando eu fico, eu fico nervoso, min, meu sistema nervoso, ele ataca diferente, eu fico rindo, eu não sei o que fazer, né? Aí quando acontece um negócio desse, eu fico: "Meu Deus, eu vou fazer
o quê, né? Deus!" Quero deixar claro mais uma vez pra nossa audiência que aqui não é a residência dela. Pode até ser, mas tá aqui a placa. Grava mais uma vez a placa. Ela tá identificada também. Dá um zoom na farda dela. Eh, não, a senhora é a dona da empresa. Sou a dona da empresa. A senhora responde a senhora responde respondendo a você que você quer pop. Suba no poste para dar luz. Tá certo. Subind no poste para dar luz é boa. Gente, é cada ótima. Maravilhosa. Percebo que o seu deboche é grande, viu?
Me diga onde foi que a senhora aprendeu isso. Sabia que eu pegava. A senhora me pegou. Tá lá. Ele que a senhora me pega. Misericórdia. Você achou que eu estava longe, estava mais perto de misericórdia. Se ela vai pegar é outro. Misericórdia. Pois é. Tá repreendido. Porque um dia a gente se encontra com as pessoas erradas. Ah, tá certo. Mais uma ameaça. Eu já contei umas cinco aqui. Vou terça que eu tenho medo de tudo. Na minha porta de não. Aqui é a minha porta. E aí, meu querido? Tamamos junto. Valeu. Eu tenho um apoio
da população, senhora. A senhora tá com apoio de quem? Eu não tô ocorrendo em crime nenhum aqui. Eu não tenho, só o tempo que eu tava aqui. Já passou uns cinco aqui. Tamos junto até. Pois é, senhora. Senhora, respeita o meu trabalho, senhora. Quem tá aqui cometendo ilícito não sou eu. Ah, é verdade. Claro. A senhora, a senhora não diz que é advogada? Por porque a senhora não respeita a lei? Ei, vem cá. Tu é bacharel de direito, tu é estudante? Eu me apresentei como que? A senhora você se apresentou como quê? Eu a senhora
tem que saber. Tá esquecida também. Eu tu é estudante. Eu não me apresentei como advogado. Comportamento de um reporte, rapaz. E isso é comportamento de uma empresária. Comportamento que você quer que eu lhe recepcione. Eu não vou lhe recepcionar [risadas] não. A senhora tá com problema, você tem que recepcionar a sua consumidora. Aqui não é prefeitura não. Eita é minha senhora. Misericórdia. Aperta não. É agendado, viu? que não perfeito. É agendado aqui. É agendado. Tem que ligar para falar comigo. Não é jeito você quer não. Eita menino. Tá tudo certo. Ligar na minha porta não.
Você vê o satanás vi. Eita. Tá repreendido. Meu Deus do céu. Acho que eu não vou ligar nem pra polícia. Você que ligar para outro órgão aqui. Ligue pra federal do candurão. Pois é, minha senhora. Meu Deus, como ela é debochada. Vai embora. Ô, você vai. Eu não vou. Se eu quiser ir embora, eu vou. Quem é que vai me pedir? Então vá. Então não, eu vou ficar, eu vou ficar porque ela tá com meu documento. Ah, vai ficar ficar porque ficar e eu não tô aqui faz tempo. Então fica eu tô perdendo meu tempo
aqui contigo. Eu tô aqui, ó. Vi maravilhosa. Perfeito. Não tá. Meu Deus do céu, gente. Eu tenho que eu tenho que aprender a ficar calado. Pelo amor de Deus, para com isso, rapaz. É bem irônica. É irônica. Gente, deixa eu dar uma dica para vocês que são empresários. Resolvam. seguidor no meu Instagram. Seguidores. Seguidores. Tá certo. É isso que a senhora tá preocupada em seguidor, né? Eu a senhora tá preocupada em resolver os problemas, não, né? Porque da outra vez tava três meses. E deixa eu te dizer uma coisa. Tu vieste da primeira vez na
minha porta há três meses a estava rodando na moto dela. V e tu soltarse o vídeo porque cri bop. Mas esse tu não vai ter não. V. Tá bom. E diz aí quantas denúncias tem minha lá. A senhora. A senhora não diz que é advogada? Existe censura prévia no Brasil? Satisfação a você não. A senhora disse que é advogada. Existe censura prévia no Brasil? Existe censura prévia no Brasil, gente. Não existe censura prévia no Brasil. Eh, a gente primeiro publica, depois que não tô pertur eu já teria ido embora por sinal tinha dito só de
pega um prazo aí, a gente vai embora. Ela foi esse papelão fazendo essa baixaria todinha. Agora quem chegou fazendo baixaria foi a senhora. [risadas] A senhora tá com meu documento. Mentiu dizendo que era advogada. E daí quando é que tu vai soltar o próximo? Vai. Eu eu tô cheio de caso. Eu tô querendo resolve aqui o da consumidora, faça um reembolso dela. Faça um reembolso de 7000. Tu é despachante. Ela te procurar o propon. Ela procura quem a senhora, que quem ela quiser. Ela procura quem qu ela quiser. Rane, não é você não. Se tivesse
resolvido, ela não tava aqui há um ano e três meses. Porque ela não me procurou antes. Ela procurar agora. Procurei antes. Você mandou ir atrás de meus meus direitos. Procura. Ai, meu Deus do céu. Vamos lá esperar aqui, gente. A polícia acab acaba de chegar. Vamos ficar aqui como eles solicitaram e a gente também. Vamos ver quem quem vai atender a ocorrência. Elas já pularam ali em cima da viatura. Ai gente, é complicada a vida do brasileiro. Então e esse é o papelão que a Raiane Raiane Plancamentos faz, porque assim, era só dar um prazo,
reembolsar R$ 7.000 R$ 1000 da consumidora e a gente ia ir para casa ou dava um prazo e pronto, ela me agredia, tá com minha documentação. Então essa a situação que a gente enfrenta aqui. Pelo menos o fragrante delito eu consigo configurar agora pelo documento que ela tá comigo também é crime. Vamos ver o que que eles vão fazer. Meu Deus! Não, tranquilo, tranquilo. Obrigado. Não. E ela tá mostrando. Dá um zoom ali que ela tá mostrando meu documento. Dá um zoom. Ó, ó, ele tá com o meu documento já ali, ó. Pegou meu documento.
Nunca vi isso na minha vida. Lei no Brasil tem que se cumprir de um jeito ou de outro, nem que seja nas [limpando a garganta] esferas judiciais. Meu Deus do céu. A consumidora, tarde. Boa tarde, sargento Silva. O documento é seu. É para falar a verdade, ó. Todo amassado. Isso. Minha DRT, ela ela tomou aqui, certo? já uma apropriação do meu documento que ela tava aqui, me agrediu, tentou quebrar os equipamentos aqui, a gente tava em contato pelo celular, do nada ela partiu para cima da gente, né? Eh, da mesma forma que eu tive a
gentileza de escutar fora, eu iria pedir para ela escutar fora também. É, deixa [roncando] eu deixa eu falar com ele aqui. Mas é porque aqui no meio da é o direito de imagem tá gravando. Senhor tá me gravando e eu não quero eu quero que entre pra gente sentar e resolver meio de rua. Não dá certo não, viu car? Isso não. Vamos, vamos, vamos ter que ir para outro local da rua porque meu pai do céu é complicado. Consumidora pode, pode ficar tá filmando? Não, ó, para falar a verdade, eu tô no local acessível público
e dessa forma até numa via pública. Então, eu posso gravar, estão gravando o meu trabalho porque senal sai do meio da rua aí, por favor. Sargento, eh, a gente reporta casa demandas consumiristas, não sei se o senhor conhece o nosso trabalho. Perfeito. Tô aqui com a consumidora. A gente já teve uma reportagem até aqui. Nessa outra reportagem que aconteceu, eh, sai do meio da rua, tá? Você vão, saiam do meio da rua, por favor. Obrigada. Nessa outra reportagem, ela até resolveu a situação, sendo que depois que a gente publicou essa reportagem, apareceu várias outras denúncias
pra gente, pessoal reclamando que também estavam com problemas com ela. Ela em específico entrou em contato com a gente e disse: "Ó, tô com R$ 7.000 desde fevereiro do ano passado, ela não realizou a prestação de serviço e eu quero reembolso do meu dinheiro." Simples. O que é que a gente faz? Pega o depoimento do da consumidora e vai dar o direito em resposta à empresa, né? Então a gente veio aqui, ela não tava em casa e a gente entrou em contato. Entrando em contato, ela disse: "Não, tô em casa, tal, tudo certinho". Então, passa
um prazo, veja como é que você pode resolver isso. Ela dis: "Fale comigo pelo WhatsApp". Do nada, ela chega com essa outra moça que eu não sei quem é, naquele carro branco e já desce querendo quebrar os equipamentos. Tá tudo gravado, registrado, bateu em mim. Aí disse: "Eu quero minha DRT, sua DRT? Cadê sua DRT? Que você não é jornalista. A gente sabe que o STF já decidiu que não precisa ter DRT, mas mesmo assim eu apresentei. Quando eu apresentei, ela pegou e se apropriou indevidamente. Isso já é um crime. É assim, é o nome
do senhor é Carlos. Seu Carlos Chará. O senhor sabendo esses direitos, que o senhor ainda passou documentação? Não, não, não. Desculpa, desculpa, desculpa, sargente. Eu, ela, ela pediu porque é normal identificar que eu sou Realmente um jornalista. Conhece isso. Eu fui apresentar. Quando eu fui apresentar, ela tomou, certo, e amassou. Pode notar que ele está amassado. Ele não é desse jeito aqui. E se apropriou até agora. Eu já ia me embora sendo que eu tava esperando eles que ligar pra polícia. Tava apropriada até esse tempo. No meio da discussão acolorada, ela bateu em mim. Tá
gravado. Lesão corporal, outro crime. Não, não, não, não, não, não. Eu, eu tenho lhe como lhe provar. Só pelo documento aqui, pela apropriação, já é fragante delito. Ela tem que ser encaminhada na na viatura paraa polícia, pra delegacia. Segundo, terceira coisa que no meio da discussão ela falou: "Eu sou o advogado, está gravado." Ela não é certo e isso também é o exercício legal da profissão, também é crime, tá certo? Então eu só queria esse prazo, mas já que ela me agrediu, está gravar, se eu quiser eu lhe mostro para configurar o fragrante delito. Vai
para delegacia apresenta, certo? Ela [risadas] vai conduzida na viatura porque ela me agrediu, porque se fosse eu, o senhor sabe que eu iria só não ia ser algemado. O STF já decidiu que não. Mas veja bem, veja bem, senor, veja bem seu par. Veja só, o senhor tá falando comigo aqui. Eu tô tratando o senhor acho super educado. Eu já vi outra reportagem do senhor assim. Então assim, da da minha da minha Boa tarde, Carlos. Da minha minha posição, o senhor tá sendo bem tratado, né? Se o senhor foi maltratado em outras ocasiões aí Não.
Eu eu acredito que aqui o senhor tá tendo um tratamento respeitoso. Sim. Que a gente espera da polícia. É assim. Aí eh eh eu tenho tenho um oficial aqui que tá representando aqui o nosso puder. No caso aqui da da hierarquia, quem é que vai ser? É o comandante, tá certo? Prazer aspirante oficial Adrielson. Eh, a situação aqui é a seguinte, né? Eu não sei se conhece o nosso trabalho. A gente reporta car demandas consumiristas, a gente escuta o caso do consumidor, certo? E vai até a empresa perguntar se ela quer resolver, se não vai
às vias judiciais. A gente já veio aqui na Raiane em placacamentos. A outra, ela até resolveu depois da nossa intervenção, resolveu e a gente mostrou que resolveu. E depois que a gente publicou essa primeira reportagem, apareceu muitos outros casos que ela faz a mesma coisa, apresenta o primeiro valor, depois do nada começa a dizer: "Preciso de mais 700, preciso de mais 500". A consumidora, primeiro foi R.600, do nada a consumidora já pagou R$ 7.000 aproximadamente, tá? todos os pagamentos aqui. A gente veio, ela não tava em casa, entrou em contato pelo telefone, a consumidora falando
com ela, deu um prazo, a gente vai embora, dá um prazo, tudo certo. A gente ia terminar nossa reportagem. Do nada ela chega com essa senhora naquele carro e já chega partindo para cima dos meus câmeras aqui, tentando quebrar o câmera e dizendo: "Cadê sua DRT? Cadê sua DRT?" STF já decidiu que não precisa DRT, mas mesmo assim pedi para pegar no carro e apresentar que realmente eu sou um jornalista. Ela pegou até o presente momento do sargento chega, ela tava Amassou a minha DRT e segurou e disse: "Não vou lhe entregar. Não vou lhe
entregar". O que foi que aconteceu? Ficou se apropriando da minha documentação, tirou foto da minha documentação, me agrediu, está gravado. E no meio da discussão ela disse que era advogada e ela não é exercício ilegal da profissão. Ela ocorreu em três ilícitos aqui, por sinal crime. Quem vai dizer que é crime ou não? A delegada de polícia. Isso. Mas querendo ou não, o fragrante já tá configurado ela tá até agora com esse documento. Configura também o flagrante. Eu posso lhe mostrar aqui as imagens que ela me agrediu, bateu em mim diversas vezes, todas as duas,
feio para cima de mim. Então assim, eu nem ia ligar pra polícia, mas ela disse: "Você vai esperar, você quero ver se você é homem tudo mais". Eu disse: "Tá certo, fiquei quieto na minha, ela me bateu, aceitei bater, me agrediu e o policial aqui agora chegou e eu não sei o que que ela deseja, mas da minha parte eu peço para que ela seja encaminhada eh paraa delegacia, lesão corporal, exercício ilegal da profissão e pegou meu documento e tava até agora prendendo meu chega, a gente vai ter que analisar o cenário. Conversei com você,
agora eu vou conversar com ela pra gente entender o ela quer conversar com a parte sem a respeito do caso dela, ele pode resolver da forma que ela achar necessário, né? Só quero meu reembolso e embora. Só isso. Pagando meu dinheiro e pronto. Foi placa vertical foi é de placa vermelha. Transferência de placax não era de agregado na sombra. Que isso, gente? Se fosse ao contrário, né? Tô mostrando, ela tá conversando ali. Aí só foi enrolando, enrolando, enrolando e eu no prejuízo e fazendo empréstimo e ficando sufocada e nada, nada. Tive que pagar [grito] outro
despachante para resolver meu problema e ficou por isso mesmo. E eu falei com ela para ela fazer o reembolso do que eu tinha feito com ela e ela ficou enrolando, dizendo que eu fosse atrás de meus direitos e eu vim atrás dos meus direitos. Eu só queria meu reembolso, só isso. Quem ficou no prejuízo foi eu. Se Deus quiser, espero. Gente, fica muito feio, né? Porque assim, é duas viaturas da polícia, é desnecessário da parte dela, porque ela me agride e eu que tenho que manter a maior tranquilidade, né? Então assim, essa reportagem serve para
todo o Brasil entender as leis que estão vindo. Até quando, né? A gente como homem vai ter que ser agredido e ficar calado, né? Se fosse ao contrário, eu já tava dentro de uma viatura dessa, mas pedem para conversar, claro, eles têm que fazer esse esse procedimento, mas fica somente essa pergunta. Até quando a gente vai ter que aceitar e esse esse tipo de situação, né? A gente não tá na casa dela. Já pedi para gravar várias vezes. Vocês estão vendo mais uma vez aqui a empresa dela, Raian Placaus, né? A consumidora tá 1 ano
e 3 meses sem o dinheiro dela. R$ 7.000. A outra consumidora, ela resolveu e a gente reportou os fatos. Mesmo assim ela foi pra rede social falar de mim, dizer que eu era isso e aquilo. Deixei para lá. Deixei para lá. Eu ia deixar a agressão dela para lá de novo. De novo eu ia deixar para lá, mas ela pegou meu documento assim, é só Jesus na causa, né? Então quem dita o tom da reportagem sempre o outro lado. Tá aqui, gente, minha DRT, né? Ela amassou minha DRT. Vocês estão vendo aqui como é que
tá, ó? Não tava assim. Ela pegou, ó, o plástico já saindo. Foi ela que fez isso. É complicado. E mesmo que eu não tivesse isso aqui, gente, o STF já decidiu desde 2009 que para ser repórter, para ser jornalista, não precisa disso aqui, não, tá? Da Dr. DRT. Então, eu não queria isso. Eu falei com ela desde o ano passado perguntando, eu tive que pagar outro despachante para fazer o processo e eu pedi a ela para fazer o reembolso de que foi gasto. E ficou nisso enrolando, enrolando e bromando e bromando. Então, desse jeito era
não. Aí eu fui disse a ela, eu fui disse a ela que eu ia atrás dos meus direitos. Ela disse: "Pode ir atrás do teu direito, faça como a senhora bem quiser". Aí, pronto, eu fui atrás dos meus direitos. Pronto, já conversei com ele, já conversei com ela. Posso conversar com você também? Particular, só para mim entender? Pode, pode sim. Tem que teria como tirar aqui o para falar a senhora que quer conversar assim, eh, o que ele tá lhe pedindo não necessariamente a senhora precisa aceitar. Se a senhora quiser conversar comigo aqui, a senhora
também pode, porque eu tenho certeza que a senhora não vai falar nada ilegal aqui, que ele tá tentando afastar a senhora de mim aí. tentando entender toda a situação. Perfeito. Aí se a senhora quiser conversar com ele sem problema nenhum, só tô fazendo essa orientação, certo? Você quer conversar com ele no canto, você pode conversar sem problema nenhum. Mas o que ele tá tentando fazer é somente ler a parte perguntando é conversar com todo mundo, conversei com você, primeiro local, conversei primeiro lugar, conversei com ela. Perfeito, aspirante. Eu só tô conversando com ela que me
chamou aqui. Se ela quiser conversar sozinha, ela pode conversar. Não tem problema não, porque eu não tenho nada a esconder. Sou bem clara eu. Pronto. Ela posso, ela tá dizendo que pode conversar aqui agora só para entender a situação. É só conversar aqui. Esperando. Posso conversar com ela? Deixa, deixa ela. Pronto. O assunto foi assim. Eu entrei em contato com ela para fazer o processo da combi, que a gente tinha comprado uma combi para fazer o processo da documentação e botar a placa vermelha, que a placa vermelha seria para o trabalho combi agregada na sombragem,
na empresa que faz entrega e a gente precisa da placa vermelha. Aí sempre foi pedindo, ó, aconteceu isso. Eu é só isso mesmo, é só isso. Não tem mais nada, Livan, você não vai pagar mais nada. E sempre vinha mais alguma coisa. E eu fui pagando, pagando, pagando, pagando. Teve uma hora que eu tive que pagar outro despachante para ele concluir o processo que era para ter ser feito. E depois eu entrei em contato com ela, dizendo que eu tinha pagado outro despachante para fazer o processo e o dinheiro que eu tinha investido nela, eu
queria que ela fizesse um reembolso. Nisso ficou enrolando, embromando, bromando. Aí eu disse ela que eu ia procurar meus direitos e ela disse: "Vá procurar seus direitos" e pronto. E daí morreu boi, entendeu? Ela não entrou em contato comigo. Também não entrei mais em contato com ela, mas eu pedi para ela fazer um reembolso que foi gasto e ela não quis fazer. Certo. Eu conversei aqui, ela tá querendo conversar com você para tentar resolver essas fortes. Pronto, eu passei para ela todo o Pix que eu que foi feito. Eu só queria que ela fizesse o
reembolso. Ela já tá no celular dela com todo o Pix que eu passei para ela. Ela quer conversar com você. Quer conversar com você? vocês tentar resolver essa situação. Isso não, porque assim, olha, vamos lá, vamos ser bem sincero aqui. Carl entende de lei, ele disse que é estudante de direito, eu também sou formada em Direito, entendeu? Então assim, olha, já é a segunda vez que Carlos vem encostunando na minha porta. Eu não quero isso na minha porta, certo? Meu pai faleceu há 14 anos, eu tenho essa empresa, quem lhe indicou foi uma pessoa e
a senhora sabe essa pessoa é de cred, né? Enfim, eu não vou envolver a pessoa, não é o interesse de ninguém, certo? Então o que é que acontece? Se eu processo o que foi resolvido uma parte, eu disse pra senhora, procure seus direitos, tudo bem, a senhora está certa, mas a gente não procura nossos direitos dessa forma. A senhora poderia ter meu prazo. Desculpa, senhora não vai constranger a consumidora, não. Não, senora vai constranger a consumidora, não. Não, não, não. Cadê a OAB? Deixa eu l dizer uma coisa. A senhora não vai constrangir. Ela pode
procurar quem ela quiser. Ela pode procurar Procom, ela pode. A senhora tá querendo diminuir meu trabalho. A senhora não vai fazer isso. Ela é minha. Microfone pode ficar. Olhe, deixa eu falar uma coisa pra senhora. Eu não respondo pela empresa não, mas eu trabalho com ela. Eu vou dizer uma coisa pra senhora. Esse período que a senhora falou, se ela não terminou de resolver, é porque ela estava fogeada. E ela tem laudos para comprovar. Sim. Aí eu mudei do se a senhora tivesse procurado Rane, eu lhe garanto, eu, o tempo que eu estou com ela,
se a senhora tivesse procurado Raiane, depois que ela se mudou para cá, que ela passou o período eh de recuperação, que ela ficou sem trabalhar, certo? Eu lhe garanto que ela teria resolvido se a senhora tivesse procurado. Mas o tempo, então, mas eu procurei de várias formas. O tempo que eu entrei, o tempo que eu entrei, que eu tive o fato de grave, o tempo público na rua na frente da casa. Tem a gente entrar para conversar. Eu não vou, eu vou mais uma vez dizer pra senhora. Meu trabalho é é justamente estar perto da
senhora. Se a senhora não quiser, a partir desse momento, a senhora pode conversar. Eu vou terminar meu trabalho. A senhora pode seguir, mas eu vou pedir sim a prisão delas por agressão. Eu tô, tenho gravado. Se fosse ao contrário, eu estaria preso. Ela reteu a minha documentação, ela se apresentou. Eu já ouvi sua parte, ela também tem. Perfeito. Eu só tô dizendo aqui o que vai. Eu só tô dizendo o que vai acontecer. Se a consumidora quiser conversar com ela, ela pode. Só tô falando que existe outra situação. A consumirista eles podem resolver. Já foi
entendido. Eu já entendi. Já é a segunda vez que você fala isso. Tudo certo. Pra gente resolver que a gente entende problem. [limpando a garganta] Deixa eu só fal conversar com a senhora. A gente tem dois problemas aqui. Tem a situação dele, tem a situação da senhora. Pelo que eu vi aqui, a senhora Raiana, ela tá tentando entrar num acordo com a senhora, tá pedindo conversar com conversar com a senhora no escritório dela sem interferências. Hum. A senhora tem interesse em ir para resolver a sua situação? Bom, pronto. Ela pede o quê? Para conversar com
a senhora no ambiente do escritório dela sem interferências externas. Então a senhora vai e a gente também vai resolver seu caso agora. Certo. Perfeito. Eu vou, a gente vai finalizar agora a nossa reportagem com a senhora, tá certo? se a senhora quiser entrar em contato depois com a gente, mas como a senhora vai aceitar conversar fora das câmaras e eu não posso mais eh licença, só tirar o outro microfone, a gente não vai mais interferir nessa nessa situação, tá certo? [limpando a garganta] Certo. A consumidora aceita conversar, pode deixar comigo. A consumidora aceita conversar fora
das câmeras. A gente não vai mais seguir com a consumidora, ela segue o processo dela de forma sozinha agora. E a gente entende, a consumidora quer resolver sua situação e a gente segue dessa forma, tá certo? Se vocês quiserem, não tem problema na polícia, não. Não tô acabando. Não, ela vai na viatura da polícia. Eu vou no meu carro. Calma, calma. Não, não vai não. O senhor vai prevaricar as pirant. Existe porque eu tenho, eu quero, eu posso lhe mostrar agressão. Deixa eu falar pro senhor. Todo mundo aqui vai pra delegacia. Isso é uma palavra
que eu estou lhe dizendo. Ninguém vai deixar de ir pra delegacia. Não. Não tem prevaricação aqui nenhuma, não, viu? Seria prevaricação se isso acontecesse. Não tem não tente construir uma narrativa. Não, não vou construir narrativa, aspirante. Eu só lhe pergunto uma coisa, como qualquer cidadão, posso lhe indagar. Se fosse ao contrário, eu batendo nela, como é que seria a minha condução? Todo mundo vai pra delegacia aqui, certo? Então vou bater nela agora. Não, porque não é proporcional a a a no Brasil não é proporcional. Eu posso bater nela da mesma forma que ela me bateu,
o senhor vai fazer o que agora? Me escuta, o senhor quer que eu faça? Eu estou l aspirante. Ela vai como ela? Todo mundo vai ser conduzido paraa delegacia. Certo. Certo. Certo. Eu sou a vítima aqui. Eu quero deixar claro que eu sou a vítima e ela vai conduzida pra delegacia na viatura da polícia. Quem decide isso não é mundo vai pra certo. Quem é o tenente. Eu quero. Não, eu não vou porque eu sou vítima. Você tem Não, você pode ir. Você pode não ser meus próprios. Exatamente. Mas ela vai na viatura. Delegacia. Quem
decide isso não é você. Ela vai pra delegacia. Você vai pr delecia. Então vamos fazer o seguinte. Vamos fazer o seguinte. Eu peço o tenente da ocorrência. Eu peço um tenente. Eu peço o superior do senhor. Se ela não for na viatura, ela Eu peço o Então vai a senhora vai porque a senhora me agrediu. Assuma sua responsabilidade. Assuma a sua responsabilidade. Vai na viatura. Eu estou lhe dando voz de prisão porque a senhora me agrediu. A Senhora me agrediu. Eu não aceito. Eu não aceito. É, Carlos, eu estou dizendo que ela vai presa. Ela
está presa. Vai todo mundo delegacia. Ela está presa e vai conduzida. Ela vai presa e vai conduzida. Se o senhor não levar, se o senhor não levar, eu peço um todo mundo vai pra delegacia aqui. Eu tô entendendo que você tem sua narrativa, seu vídeo. O senhor me desculpe, aspirante. Aspirante. O senhor me desculpe se fosse ao contrário, eu iria pr delecia. Ela vai, ela vai na na viatura. O vídeo já já foi confeccionado. Tô entendendo. O senhor tá dizendo que eu não quero ganhar mil. Entendi o que a narrativa que o senhor tá dizendo.
Eu quero que a lei seja cumprida, tá certo? Quero que a lei seja cumprida. Não vou aceitar que o policial faça isso aqui não. Gente, vocês viram eu sendo agredido aí. Se fosse ao contrário, eu iria ser conduzido. Eu já estaria algemado dentro de um camburão como o pior marginal e traficante desse país. Tá certo? Não vou aceitar isso não. Vou aceitar não. Consumidora já aceitou conversar sozinha. Eu eu não tenho, eu tô ao vivo aqui, tem problema nenhum, gente. Gente, ela me ameaçou diversas vezes. Se fosse ao contrário, se fosse ao contrário, eu tava
preso. Não, vai ser, vai ser conduzido todo mundo na viatura. Certo. As duas vai ser conduzido e eu vou no meu carro, que eu sou a vítima aqui. Vai ser conduzido na viatura. Hã, v. Não, eu quero eu posso lhe provar que eu sou a vítima. Eu posso lhe mostrar a imagem aqui? O senhor tá me acusando? Não, tô levando. Ah, tá. Acabou. Então fique, fique aí porque o senhor tá querendo me acusar. O E porque o senhor tá dizendo que eu não sou a vítima? Não, não tô falando. Você está falando que é eu
tenho como provar. Pronto, tudo certo. Então ela tem como provar. Ela tava com meu documento até os senhores chegar. Me desculpe, eu tô tranquilo. Permaneça sim. Mas se por e vou permanecer até onde a situação continuar. Certo. Todo mundo conduz a delegacia lá. Agora eu vou no meu carro e elas vão conduzir. E se não for chamo o senor superior. O senhor tá representando um estado. Eu não tô falando com Adelin na sua pessoa física. Não tenho nada contra o senhor. Tenho problema nenhum com o senhor. Então pronto. O senhor sabe que se fosse ao
contrário eu estaria ali. Eu não bati não. Eu quer que eu lhe mostre as imagens ela me batendo. Pronto. Então não diga que eu não sou a vítima. Não tô afirmando isso não. Você diz ser a vítima. Certo. Digo e sou a vítima. Está gravado. Para configurar o flagrante. Eu posso mostrar aqui as imagens. Por isso que eu estou pedindo para ser levado comcentivamente. Todo mundo vai ser todo mundo. Eu não vou não, que eu sou. Gente, eu vou ficar aqui. Até a polícia me intimida. Eu não digo que eu não chamo a polícia por
conta disso. Eu não chamo por conta disso. Porque quando a polícia chega quer mudar, dizer que eu tô querendo construir uma narrativa. Ela tá saindo, tá saindo agora na viatura da polícia. Não. E lembrando, viu, ela tá indo porque foi muito pedido. Beleza. E aí, car, tudo bem, meu irmão? E aí, meu querido? Tudo na paz. Diga uma coisa, tem condições da gente resolver esse negócio aqui? Tem, a gente vai sair de 10 horas da noite lá da delegacia. Não, mas mas entenda bem, se o senhor fosse, se o senhor tivesse batido em alguém, eu
tenho certeza que o senhor o senhor é quem? Só para eu saber, desculpa. Sou Papo Falcano, sou empresário, sou jornalista também. Apresento o programa. Ah, desculpe que eu não tô vai ser melhor. O senhor vai para lá, irmão. Gente, desculpa mesmo, gente. Eu não sei quem é. Entrevistar o que ia me entrevistar. Meu pai do céu. Gente, para vocês verem, é o tio dela. Para vocês verem que realmente eu não conheço as pessoas. Tava ligando para mim. Ah, é aqui na liberdade. Éa na central. Irmão, ei, aconteceu o que aí? Fala com ele. Para falar
a verdade, a gente só, você não conhece o nosso trabalho. Conheço ela chegou quebrando as, querendo quebrar as câmeras e bateu em mim simplesmente. Aí eu disse, vou embora. Ela pegou meu documento e disse, eu só vou liberar quando a polícia chegar. Então foi ela que pediu, ela que ligou pra polícia. Não, fui eu que te liguei. Ela que ligou pra polícia. Desculpa mesmo, não tô te não tô te reconhecendo. Desculpa mesmo, de verdade. Ela que ligou pra polícia, ela que pegou meu documento, ela que me agrediu e quase quebra nossos equipamentos aqui. Certo? Então
ela que que fez tudo isso aqui. Vamos. Era o ideal era a gente resolver isso aqui, porque tu sabe tu sabe como é o procedimento. Mas mas infelizmente foi ela que pediu, ela que pediu isso. Obrigado, meu querido. Obrigado, viu? Obrigado. Parabéns. Aspira certo. Obrigado. Vou é é aonde que eu para pra gente Onde é que fica? Sen que é com a gente? Eu não, eu vou no meu no meu carro. Eu só quero saber onde é. Não, eu vou seguindo vocês. Eu vou seguindo vocês. Vocês não vão passar por ali, né? É aqui na
principal descendo aí. Descendo. Perfeito. Obrigado. Parabéns aí pra polícia. Vamos sinalizar aqui o nosso trabalho. A consumidora, não sei onde tá, mas ela aceitou. Parabéns à Polícia Militar do Estado da Paraíba pela primeira vez na história. A Polícia Militar faz o papel que é para ser feito. É audiência da TV Consumidor. A finalização vai ser diferente, nem da delegacia vai ser. E eu vou te explicar aqui o motivo. Inicialmente tentaram no descredibilizar, né, por conta de uma carteira profissional, uma DRT. carteira essa que nem é necessário, mas para tentar nos diminuir, nos constranger, eles vão
pedir isso. Quero conversar com vocês a respeito de alguns pontos, pontos esses que eu quero fazer primeira pergunta. Até quando passaremos por essas situações adversas truculentas ao nosso trabalho? Nosso programa tem mais de 80% dos casos resolvidos. Hoje eu tô aqui em Campina Grande, isso mesmo, aqui no Açud, só para dizer para vocês, passamos o dia todinho trabalhando e foram dois casos resolvidos. É isso mesmo. Eu tô aqui para dizer que a TV Consumidor, ele atua na falha do estado. Se o estado tivesse fazendo o seu trabalho, não teria programas de defesa como nós. Também
quero chamar a reflexão. Alguns sempre pergunta: "Carlos, por que duas partes?" duas partes, sim, porque são temas adversos que estão sendo colocados justamente colocados justamente na reportagem. Então, imagine comigo, se a reportagem tem vários assuntos, ele vai ser dividido porque você já vai pra segunda parte entendendo o que aconteceu na primeira. Temos dois casos aqui atípicos. Primeiro o problema com a empresa. Mas esse problema com a empresa, a empresa vai escolher agora o quê? Um problema comigo. O problema dela é com os consumidores, com a clientela dela. Mas ela vai querer um problema comigo. Isso.
Então, na segunda parte vocês viram a questão da polícia que foi chamado para a gente. Fica outro questionamento. Agressão. Ela gride e eu vou para a delegacia. Carlos, por que você tá finalizando aqui não na delegacia? A situação foi tão atípica na delegacia civil que a gente nem conseguiu gravar. Isso mesmo. Olha o que vai acontecer. Chegando na delegacia, o TCO que não queria nem ser feito, foi ia ia fazer somente como se fosse vias de fato. Não era uma pessoa me agredindo, não era uma pessoa que ficou com minha documentação. Carlos, porque você falou
exercício ilegal da profissão? É porque você vai ver que ela vai citar lá na primeira reportagem que ela era do direito pelo inicial. Caros, deixa eu te falar para adiantar. Já entendi que eu também sou da área da justiça, então entendo. Deixa eu lhe dizer uma coisa. Eu sou despacha documentalista. E na segunda reportagem ela vai dizer que era advogada. Tá certo? Is eu sou advogada. A senhora é advogada? A senhora é advogada? É lá de direita. Ela disse agorinha que era advogada. A senhora é advogada. Alguns questionamentos a gente faz a senhora Raiane. Por
quê? Ela mesmo que se apresentou, mas nada disso iria constar. Carlos, por que você não foi às vias judiciais ou coisa parecida? É porque parece que não dá em nada. O único canal e único meio que até hoje eu tô vendo que resolve problema é a TV Consumidor, que pega casos de pessoas adversas que a gente nem conhece e torna como o nosso problema, porque o problema dos consumidores tornam-se o nosso problema. TV Consumidor, mais de 80 casos resolvidos, 80%, melhor dizendo, dos casos resolvidos. Aí eu vou numa delegacia, não ia nem fazer o TCO.
Eu disse, sabe de uma coisa? Eu vou deixar para que o povo julgue, porque aquilo que se planta aqui se colhe. A única justiça que não falha é a justiça de Deus. E dessa ninguém, exatamente, ninguém pode escapar. Quero dizer para vocês, lembra daqueles casos de truculências policiais com a gente, de policial nos agredindo, de policial nos levando detido, que não foi o caso desse, mas fomos a corregedoria. Sabe o que é que foi que responderam a gente? Que essa era o padrão da Polícia Militar. Fomos a civil, não queria fazer o TCO. Depois de
muita insistência iam fazer o TCO só com o vias de fato e fica por isso mesmo. Sabe de uma coisa? Eu não quis nem fazer isso. Terceira ou quarta pergunta que eu faço a vocês audiência da TV Consumidor. Se você realmente é um fã, um apoiador e gosta da coisa certa, continue acreditando na gente. Estão fazendo de tudo para me descredibilizar, fazendo cortes para dizer que a gente é histérico. Olá, tudo bem? Tudo bem, Carlos Santos, repar da TV Consumidon. Licença. Boa tarde. Boa tarde. Tudo bom? Boa tarde. Prazer. Soul, sou repórter da TV Consumidor.
Quem realmente acompanha a TV Consumidor desde o começo foi a própria audiência que pediu, Carlos, seja mais incisivo, Carlos, não deixe que ninguém monte em vocês. E é isso que a gente tem feito. Até porque se a gente baixar a cabeça, parece que realmente os casos não são resolvidos. Pasma em vocês. Nem vai ter vídeo da consumidora. Sabe por quê? A consumidora viu aquele vídeo lá atrás. Exatamente. A consumidora lá atrás viu aquele vídeo que a gente fez na Raiane em Placamentos. Ela nem conhecia o nosso trabalho. Ficou conhecendo a partir Dessa reportagem que a
gente fez, procurou a gente. Como ela não conhecia o nosso projeto, mesmo a gente explicando a consumidora, ela aceitou conversar fora das câmeras. E assim será daqui paraa frente. Quando o consumidor aceitar conversar fora das câmaras, a gente fará exatamente isso. Finaliza a reportagem e seguimos a nossa vida. Exatamente. Mas o que é que vai acontecer? Aquilo que a gente sempre diz, não converse fora das câmeras, sabe? Por quê? Acordo de bastidor, acordo de sala secreta não se cumpre. Quem acompanha TV Consumidor ou até a ronda do consumidor lá atrás, todo consumidor que aceita fazer
acordo fora das câmeras, eles não cumprem. Ela fez um acordo com a consumidora, é total que a consumidora vai dentro da viatura para eles fazerem um acordo, sabe? Ela cumpriu. Responda para você. Eu vou te dar um segundo, 5 segundos para você responder. Será que ela cumpriu o acordo? É a audiência da TV Consumidor. Ela não cumpriu o acordo. É isso mesmo. Os 7.000 parece que ficaram por aí. Então fica todos esses questionamentos. Sigo o meu trabalho nessa missão de lutar por justiça e por direitos, apanhando pelos consumidores. O único defensor do consumidor na Paraíba,
Carlos Santos, que luta, que defende e que muit das vezes é mal interpretado. Mas eu sigo nessa missão. Obrigado a você que acompanha o nosso canal. continue acompanhando e que juntos nós somos mais fortes nessa missão. Gratidão. Seguimos e qualquer coisa estamos à disposição.