Se eu te perguntasse o que te faz diferente, o que você pode criar que ninguém criou? Se sua resposta for não sei, essa aula é para você. Mas se sua resposta for tudo, essa aula também é para você.
Queremos que nessa aula você destrave a sua mente, possa potencializar o seu processo criativo. Queremos que você saia do comum para o extraordinário. Meu nome é Maicon Jeres.
Seja bem-vindo à Escola de Inovadores. [Música] Essa é a primeira aula da escola de inovadores e eu quero fazer minha autodescrição. Eu sou um homem branco de 1,78 m, uso calça jeans na cor azul e jaqueta jeans na cor azul, um boné marrom.
Também tenho barbas. Vamos iniciar a nossa aula. Bom, pessoal, chegamos então à nossa primeira aula dessa escola de inovadores.
E eu preciso dizer para você que se você tá pensando que essa aula ou essas trilhas vão ser como uma receita de bolo pronto e que você pega ali e coloca em prática e uau, eu serei uma pessoa inovadora ou eu consegui vou conseguir montar o meu empreendimento como uma fórmula mágica que você aponta a varinha ou faz um estalar de dedos e aí a mágica acontece. Eu vou te decepcionar. Hum.
Essa escola de inovadores, ela serve sim para destravar a mente, fazer com que você possa mudar o seu status qu, fazer com que você possa olhar a sua cidade, a sua região de uma maneira como você não tinha visto antes. Mas a mudança, essa maneira que você vai colocar em prática, só depende de você. Eu estou aqui para dizer para vocês que se você chegou até aqui porque alguém pediu para que você estivesse ou aquele professor foi lá na sala e falou assim: "Olha, você tem que se cadastrar na escola de inovadores ou você está assistindo essa aula e pensando que que eu tô fazendo aqui?
Por que que eu estou assistindo? " Eu quero te dizer que nós nada poderemos fazer. A motivação, ela é intrínseca.
Ela vem de você. Você tem que ser o seu principal agente em querer a transformação. A partir do que você quer, o seu cérebro vai potencializar para dizer: "Eu vou mudar a minha situação, a situação da minha escola, da minha Etec, da minha Fatec, da minha família, da minha cidade, da região, eu vou mudar pra cidade que eu quero.
" Enfim, a motivação ela é intrínseca. Não dá para nós pensarmos que você chegou aqui porque alguém te obrigou. Pensa comigo, como que você que se isso aconteceu, que seja a última vez que você esteja em algo ou que você esteja participando de algo que é bom para você mesmo, mas que outro exigiu, que outro pediu para que você estivesse.
Eu sei que às vezes quando a gente tá ali equilibrando pratos, a gente pensa que aquilo é difícil. Fala: "Nossa, é muito difícil equilibrar pratos para que tudo fique na em ordem". mais difícil é ser o prato que precisa ser gerado.
Então já fica um alerta nesse momento que você está assistindo a escola de inovadores. Eu quero que no final de toda essa trilha, eu quero que no final dessa minha aula, você seja uma pessoa que esteja pronta às mudanças, que uma pessoa que fala assim: "Eu sei como eu cheguei até aqui, cansado? É, obrigado, pediram para eu fazer essa aula, mas não importa.
Eu quero que seja um marco na sua vida, que a partir de agora essa minha aula que eu vou dar o meu melhor e que você vai fazer essas trilhas de inovação que a partir de agora seja um marco em que você possa dizer: "Eu mudei a minha cidade, eu mudei a minha Etec, eu mudei a minha Fatec, enfim, eu não estou mais em um status parado. " E para isso, para isso, olha aí, foi uma motivação legal, hein? foi um chacoalhão.
Para isso, eu quero muito que vocês eh participem dessa minha aula. Não é uma aula como eh bom, vocês me conhecem, né? Vocês já devem ter ouvido falar, eh, visto algum vídeo, alguma coisa meu, em que sentido?
Eh, eu sou vice-supintendente do Centro Paula Souza hoje, mas eu minha trajetória até aqui é que eu sou professor da área de gestão e negócios. Professor da área de gestão e negócios. quando eu comecei lá atrás e vim fazendo, tendo aí essa minha eh carreira profissional.
E o que que eu trago de novo nas minhas aulas? O que que faz com que a minha aula ela possa ser atrativa para os alunos? Por exemplo, pra administração, quando eu chego em um curso de administração, eu não vou ensinar os alunos sobre administração.
Eu preciso ensiná-los a administrar. Eu preciso que a prática seja uma realidade. Então, durante toda essa minha aula, nós teremos conceitos, nós defenderemos conceitos.
Eu quero que vocês estejam eh entendam a plenitude de cada uma eh do da vertente que vamos estar falando, mas principalmente eu quero que vocês aprendam na prática. Então vocês vão ter aqui eh PDFs, slides, eu vou deixar um material de apoio com eh vídeos, filmes, podcasts, todo o material de apoio para vocês. Aqui, como é um tempo muito reduzido nessa aula, eu preciso colocá-los em prática e aí o conceito mais fundamentado, ele vai estar no material de apoio.
Tudo bem? Então vamos pra prática. Vamos entender o que significa ideia, criatividade, inovação.
E que se você não destravar isso, você não vai conseguir ter êxito até o final dessa trilha. Então, ideia, criatividade e inovação. Vamos lá, Maicel.
Ideia, criatividade e inovação não é a mesma coisa. Quando eu falar assim: "Nossa, o fulano tem muitas ideias, ele é muito criativo, ele fala muito bem. Então, cara, ele tem uma explosão de ideias, ele é extremamente inovador.
Não, pessoal, ideias é diferente de criatividade que é diferente de inovação. Mas eu, como se eu pudesse dizer assim em síntese, um depende do outro. Você não vai ser criativo se você não tiver muitas ideias, se você não tiver pensamento divergente.
Você não vai ser inovador se você não for uma pessoa criativa. Então eu quero te apresentar esses três passos de uma maneira para você colocar em prática, beleza? Então vamos, eu só vou trazer uma síntese do que significa cada um em prática para que vocês possam entender.
Então, ideia, a ideia ela é uma faísca, ela é um insight, ela é aquele pensamento que você tem bruto. Então, quanto mais ideias, mais pensamentos divergentes você tem, vamos imaginar, então você tem uma explosão de ideias, uma explosão de pensamentos divergentes, vai te levar ao ao lado criativo seu. Então, quando você começa a ter várias ideias diferentes, vários pensamentos divergentes, você quando coloca-os em prática, quando você tira da zona da somente da sua mente, quando você tira apenas do abstrato e coloca em prática, você passa a ter algo criativo.
A criatividade, o que que é criatividade? trazer algo novo, algo que não existia, algo que você pode colocar em prática algo que não existia passa a se tornar real. Isso é criatividade.
E o que é inovação? A inovação é quando esse seu pensamento divergente trouxe algo criativo, você colocou em prática, agora ele passa a ter a ser aceito por uma outra pessoa. Aquilo que eu trouxe como uma solução de problema, ele passa a agregar na vida de outra pessoa, ele passa a ter no mundo dos negócios, nós podemos dizer que ele ele passa a ter valor de mercado.
Então as pessoas passam a comprar. Por exemplo, vamos entender na prática ideia. E se eu tivesse um tênis sem cadarço?
Criatividade. Eu crio este tênis com sensores. Inovação, um Nike que se ajusta ao pé do atleta.
Ideia, criatividade e inovação. Vamos então falar sobre ideia, sobre o pensamento divergente. Pessoal, toda inovação nasce de uma ideia.
Mas como nasce as ideias? O nosso cérebro ele é fantástico, ele é uma máquina fantástica. No material de apoio, eu deixo até um exemplo dos nossos neurônios, na como ele faz as conexões.
E essas conexões, vocês vão ver no material de apoio, elas trazem esse olhar novo, esse pensamento que nós temos. E aí quando eu falo assim, o que é um pensamento? Ele é esse insight, ele é esse novo olhar a tudo como as pessoas estão vendo.
Então, quando eu falo para vocês, pense em uma casa amarela com bolinhas azuis que fica num campo com um cachorro na frente, cada um pensou de uma maneira diferente. Cada um visualizou essa casa de uma maneira diferente, porque cada um tem sua própria referência de cachorro, de casa. Uns pensaram numa casa grande, outros pensaram por serio de bolinha amarela, uma casa simples, outros pensaram em uma floresta.
Enfim, cada um pensa de uma maneira diferente, cada um tem um olhar diferente segundo as suas vivências. E aqui mora o X da questão. Você precisa se permitir a ter pensamentos divergentes.
Você precisa acreditar que o maior número de pensamentos que você tem vai resultar em algo bom. E quando eu falo sobre essas vivências, eu estou dizendo sobre experiências sensoriais. O que é o pensamento divergente?
E aí eu preciso que você entenda muito isso. O pensamento divergente, ele é aquele que eu olho as circunstâncias, eu vou olhando tudo que está ao meu redor e eu passo a pensar em uma solução para aqueles problemas. Eu passo a pensar sobre uma maneira diferente daquilo que eu estou vendo.
Aquilo como é feito, eu passo a questionar se ele pode ser feito de uma outra maneira. Isso é o pensamento divergente. Pensamento convergente é quando eu começo a julgar esses pensamentos.
É quando eu começo a falar assim: "Não, isso tá errado. Isso sempre foi feito. " E aí quanto mais o tempo passa, mais pensamentos divergentes eu paro de ter.
Quer dizer, então menos pensamentos divergentes eu tenho e aí eu procuro ter a resposta muito certa para o meu pensamento. Mas Michael, então como que os como que eu posso ter um pensamento divergente? Eh, eu não sou uma pessoa que pensa em muitas soluções.
Isso pode ser por vários motivos. Eu vou dar um exemplo só que você pode estar condicionando o seu cérebro a algo que vai matar o seu pensamento divergente. E recapitulando, pensamento divergente, que é a ideia, é o primeiro passo para você ser criativo e você ser inovador.
Tudo bem? Então vamos lá. Talvez você é uma pessoa que reclama muito.
Hum. A reclamação, ela é uma dos principais fatores para matar qualquer tipo de pensamento divergente, criatividade e inovação. Eu vou te dar o exemplo.
Flávio Augusto, eh, que escreveu os livros Geração de Valores e etc. , uma pessoa muito conhecida. Ele diz o seguinte: "Às vezes você mora numa cidade e você diz o seguinte: "Ah, essa cidade que eu moro não tem eh barzinho legal, não tem um restaurante bom, não tem um lugar pra gente ter lazer, não tem cinema, não tem um campo de futebol, não tem lugar para sair, não tem emprego, ah, eu preciso de alguma coisa, eu tenho que viajar dessa cidade.
" Então eu começo o quê? reclamar, eu começo a ver problema diante de tudo isso. Quando você tem um foco com pensamento divergente, você olha toda aquela situação e você pensa assim: "Aqui tem espaço para eu abrir um um barzinho, para eu abrir um mercado diferente, para eu ter uma conveniência.
Aqui nessa cidade ela tem um espaço para que eu crie um campo de bit tênis, porque está em alta. Ah, mas e se caiu o bit tênis? Eu posso fazer de vôlei, eu enfim, você passa a não olhar aquilo que tá todo mundo reclamando e você vai na contramão pensando: "E se essa cidade fosse um marco em espetinhos?
E se essa cidade fosse turística por ter a melhor maçã produzida? E aí vai ter maçã do amor, maçã do amor de chocolate, maçã do amor de uma maneira diferente? Aí você não para de ter ideias.
Então, o pensamento divergente, ele é aquilo que faz com que você olhe as circunstâncias e você comece a programar o seu cérebro para pensar de maneira diferente em soluções. E aí você não pode ter medo de julgar os seus pensamentos, você precisa treinar o seu cérebro. Você quer ser uma pessoa inovadora?
Então a gente já começa a treinar isso. Por exemplo, você está dirigindo num trânsito e ao invés de reclamar do trânsito, você começa a olhar e querer algumas eh ideias diferentes. E se os carros ao invés de ir só pra frente e para trás, eles andassem de maneira lateral.
Ah, que ideia ridícula, Maicel. Mas essa ideia vai começar a destravar tantas outras. Como eu disse, para você ter, para você ser inovador, criativo, você precisa ter ideias diferentes, pensamento divergente, eu preciso parar aqui um pouquinho para te mostrar que não é difícil ter ideias diferentes.
E aí eu quero propor um desafio para você antes de nós continuarmos. Eu quero que você pegue um objeto que esteja próximo de você. Se você não está perto de algum objeto, você desenha esse objeto ou pegue a figura dele.
Por exemplo, vamos pensar em uma eh em um guarda-chuva. Quero que você pegue um guarda-chuva ou você desenhe esse guarda-chuva, essa imagem de guarda-chuva, e você pense 30 maneiras diferente de usar este guarda-chuva. Imagina o seguinte: "E se eu tiver que vender guarda-chuva para e uma cidade que não chove?
E se eu tiver que vender guarda-chuva para uma senhora? E se eu tiver que vender um guarda-chuva para uma criança? Como que eu posso usar um guarda-chuva de maneiras diferentes?
30 maneiras diferentes de você vender esse guarda-chuva. Vamos lá. É, depois você faz isso, tá?
Só anota aí para você fazer. O que eu quero dizer para você é essas e essas técnicas começam a destravar o seu cérebro. Você pode começar a colocar 30 ideias diferentes, olhar algo e começar a colocar na frase.
E se ao invés de uma fila que tá eh tendo tanto problema, nós tivéssemos dois andares de fila. E se nós, ao invés de ter dois andares de fila, nós fizéssemos de com duas saídas de banco, duas saídas para chegar a um caixa de banco. Enfim, pessoal, eu quero que vocês comecem a explorar as ideias.
Você vai condicionar o seu cérebro a sempre pensar de uma maneira diferente. Ah, Michael, então é só essas técnicas? É só através dessas técnicas que eu tenho pensamento divergente?
Não, pessoal. Aqui vem também um segredinho para todos nós. São técnicas, mas lembra que eu falei que o cérebro ele faz conexões?
A maneira como o meu cérebro se conecta, ela é diferente da maneira como outra pessoa se conecta. Por quê? Porque o meu cérebro ele vai ter as conexões que eu tenho como vivência, como entradas.
Pensa comigo, aquilo que eu como, aquilo que eu vejo, aquilo a os lugares que eu viajo, eh, a revista que eu leio, o livro que eu leio, eh, a série que eu assisto, o filme que eu assisto, tudo isso são entradas. as pessoas que eu converso, tudo isso são entradas para o meu cérebro que vai produzir as conexões. Então, se eu sou uma pessoa que converso sempre com as mesmas pessoas, se eu sou uma pessoa que assisto sempre o mesmo tipo de filme, se eu sou uma pessoa que como sempre as mesmas coisas, que vou pro trabalho sempre pelo mesmo lugar, que eu sou uma pessoa que não viajo, nada, eu estou, eu vou usar uma linguagem aqui errada, mas para que vocês entendam bem informal, eu estou atrofeando as minhas conexões de criatividade.
Eu preciso ter experiências diferentes para que o meu cérebro possa ter essas conexões, ter pensamento divergente, os insightes, sabe? aquele momento que vem, uau, que ideia boa uau, é, é sobre isso que eu preciso ter, porque ele vai ter, ele vai ter essa conexão e criar algo a partir dos pensamentos que você está tendo. Vamos imaginar o seguinte: você é uma pessoa que gosta um jovem de 16 anos de idade e você gosta de conversar somente com jovens, você gosta de assistir filme somente de uma eh de uma categoria, ah, eu amo comédia romântica.
E você sempre lê livros de romance. Seu cérebro já está condicionado a fazer essas eh ligações. Seu cérebro ele faz essas conexões.
Porque, vamos ser sincero, por mais que o filme possa mudar o enredo, por mais que o filme muda ali o cenário, sempre tem aquele mesmo roteiro. É a menina e o menino que são totalmente diferentes, colocados em um contexto juntos que a gente passa a falar: "Ah, eles têm tudo a ver e aí acontece alguma coisa que vai fazer com que eles se separam", mas no final eles vivem felizes para sempre. E aí o seu cérebro ele já fica programado a isso.
Vamos imaginar se você conversa sempre com as mesmas pessoas, se você não tá nem prestando atenção, você já sabe como que aquela sua amiga fala, você já sabe como aquele seu amigo fala. Quando você vai falar com alguém mais velho, o seu cérebro ele para, ele começa a dar foco para aquilo, ele começa a criar mecanismos e fazer conexões diferentes. Por exemplo, ah, eu não gosto de ler nada sobre pets.
Quando você começa a ler algo sobre pets, mesmo você não gostando e não se interessando sobre isso, existe uma probabilidade muito maior de você criar soluções para o mercado de pet do que uma pessoa que está só lendo aquilo, porque você vai olhar aqueles problemas com uma nova conexão a sua, com a sua própria vivência. Então chega de dizer que você só come as mesmas coisas, só anda nos mesmos lugares sem nem perceber uma flor nova, uma árvore nova, uma experiência nova, sem nunca viajar, sempre ouvindo as mesmas músicas. Chega para que você seja uma pessoa que tenha várias ideias, você eh vários pensamentos divergentes, você precisa de inputs diferente.
Então, você já fez uma prática, é, eu já te dei um desafio aí do guarda-chuva e agora eu quero que você também faça e elabore aí algumas, é, no rasconho mesmo, o que que você pode fazer diferente? Você pode andar em lugares diferentes, você pode fazer caminhos diferentes do trabalho, da escola. Se você é uma pessoa que reclama muito, tá reclamando muito da vida, você pode fazer então eh pensar como que você pode parar de reclamar e ver oportunidades onde você tá vendo problemas?
Porque talvez esse problema que você está vendo é o problema que toda a sociedade vê e espera uma solução. Então comece a se indagar. E se no material é de apoio, eu deixo algumas técnicas para que você possa ter o maior fluxo de ideias.
Vamos paraa segunda parte, criatividade.