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PROIBAM essas pessoas de cozinhar!

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Matando Matheus a Grito
Fiz um bolo aqui e agora eu vou provar. [risadas] Delícia. Mãe, eu provando buzado do Guo.
Nossa, ficou nojento mesmo. E [risadas] pior que eu comi mais que você ainda. E eu que coloquei 10 ovos, né?
Falando de ovos, falando de brownies, peti gatos. Olha só, ela deve ter pensado, não, vou na receita original que vai vários ovos. Oi, gente, eu dei vontade de comer um bolo.
Pedi para [risadas] minha irmã comprar para mim quando eu abri o bolo. Olha a situação. Que que é isso?
[risadas] Pode assinar. Que nojo. Credo.
[risadas] Oi, eu sou [música] o Mateus e esse é o Matando Mateus A Grito. Hoje vamos falar sobre desastres culinários. Afinal de contas, gente, um bom chefe tem que passar por várias decepções, vários erros.
Eu acho que os erros fazem parte, né? O problema é quando o erro é constante, quando você erra tudo, vai fazer um bolo dá errado, vai fazer o décimo bolo ainda tá dando errado. Eu acho que todo mundo já se aventurou na cozinha de uma forma ou de outra, né?
Algumas, né, aprenderam com os erros, outras ainda estão apenas errando. Conta aí qual que é você. Nossa gente, eu já fiz tanta coisa errada na cozinha, já queimei tanta coisa, já perdi até forma de bolo.
Bolo inclusive eu tentava fazer tanto bolo quando era adolescente. Eu nunca tive essa coisa de fazer bolo. Nossa.
Ah, eu já quase incendiei a casa várias vezes. Ai, todo tipo de caixinha. E o pior de tudo, eu vi as receitas na na televisão.
Às vezes eu tentava fazer da minha cabeça, da minha cabeça eu inventava. E aí é óbvio que dá errado, mas eu acho que faz parte, né, da curiosidade humana. Olha só, falando de bolos, eu amo este bolo aqui, que é um bolo diferenciado, um conceito do bolo CD, um bolo fino, né, quando você tá com vontade de comer uma coisa, mas não é aquela fome avaassaladora, né?
Apenas na medida. Disse que ia fazer um bolo hoje, viu? Aí realmente fez, mas aí ela não fez no forno e na forma, ela fez na impressora.
Só pode ter sido a [risadas] Mas Lara, tô esquecendo a cara dela. Oi. Nossa, mas a massa diminuiu em vez de crescer.
Gente, não consigo entender o que aconteceu com esse bolo. Ele botar o quê? Nada.
Botei todos os ingredientes aqui. Como que você botou todos os ingredientes? Mas então era medida para um bolo de caneca, né?
Só não. Só pode. Porque isso daqui?
Será que não era um bolo de caneca? Ela decidiu botar na forma? Como que ela botou todos os ingredientes e sabe que tem um detalhe maravilhoso que quando ela mostra o bolo dá para ver as fincadinhas de garfo?
[risadas] Ela tava tentando ver se o bolo cozinhou. É claro que cozinhou, tem 1 cm de bolo, botou na forma, tá assado. Pois é, porque mesmo se o bolo embatumasse, só da quantidade de líquido, ele já ficaria maior que isso, né?
Colocar numa radiola, [risadas] toca introdução de faroeste de caboco. Faltou farinha, faltou leite, faltou fermento, faltou tudo. Agora o que diou?
Olha aqui, gente, as fincadinhas de garfo. Não aguento isso. Ela verificando pr conferir, né?
[risadas] Se o bolo, se o bolo assou, é claro que assou. Se o bolo tivesse ficado cru também, aí minha filha, pode desistir de tudo. É um cookie, né?
Ah, é uma cook. Sei que aconteceu com esse bolo que ficou só a foto. Como é que vamos comer esse bolo?
Tá parecendo uma hortia. Fosse branco [risadas] pra igreja. Tá bom.
Desenformou. Só não se não desen tá bom. Tá ótimo esse bolo.
Não, tá maravilhoso. Vocês comeriam? Vocês aceitariam um pedaço desse bolo?
É um bolo porção única, né? É para uma pessoa só. Ah, imagina se ela tenta montar esse bolo, né?
Colocar uma cobertura, um recheio ou vai ter mais recheio que bolo. Essa é uma boa ideia. Transformar a hóstia numa coisa mais palatável.
Olha o pecado, hein, [música] gente. Quem pecar vai pagar. Quem pecar vai morrer.
Mas esse bolinho de hóstia ser tudo. Gente, quando eu tava para fazer a comunhão, eu queri uma expectativa tão grande com a hóstia. Eu achava que a hóstea ia ser saborosa, sabe?
Eu ficava vendo as não é, né? Ai gente, será que não podia ser esse bolinho dessa menina? Ah, botar um salzinho assim na host, né?
Um queijo. Um queijo. Não, não, uma incrementada assim, um temperinho, um lemon, lemon pepper.
Ela podia ser de tapioca. Podia ser. Gente, eu me decepcionei tanto.
Tudo bem, né? Que não é para ser um alimento, né? Não é para ser uma coisa gostosa, é o corpo de Cristo.
Mas assim, o vinho, né? Não é o sangue de Cristo. O vinho é uma delícia.
Por que que a hóa não pode ser também? É verdade. Ah, vamos temperar aí, gente.
Vou colocar um sazãozinho de cá. Um problema que muitas pessoas têm e muitas vezes erram é fritura, o que aparentemente deveria ser uma coisa muito fácil. Vira um caos na cozinha de muitas pessoas, né?
Não sei se você já tentou fazer alguma fritura fritura [risadas] e não deu certo. É até melhor assim. Mas olha essa daqui, gente.
Um novo conceito de coxinha. A coxinha de colher. Fiz coxinha e quase que ela queima.
Aí aqui a gente já tem um vislumbre [risadas] da coxinha. Gente, virou um fóssil já. Que que é isso?
Olha isso. E a coxinha. Não, pera aí que a coxinha a pessoa ela nem fez o formato de coxinha, né?
É uma bola, né? Cadê a ponta dessa coxinha? Você é uma bola?
Não é uma coxinha. Mas o recheio tá intacto. Veja só.
Será que o óleo estava aqui? Mas como que chegou nesse ponto, né, gente? A pessoa botou pr fritar e foi dormir.
Mas foi dormir, ué. Porque não tem outra, não tem outra justificativa. O treco ficar preto desse jeito.
Você tá olhando ali na panela o treco fritando. Você vê o treco preto e deixa lá assim, fica preto desse jeito? Não, ficou um tempinho, né?
Na panela. Não, eu vendo na fritura dessa igual aquela mulher vendo aquele aquele hambúrguer com corante corante preto do Burger King. É, é preto.
Quero não. Que veio pr embaladinho, né? E preto, não quer não.
[risadas] Olha, olha que conceito diferenciado. Olha, olha na casqueta. A coxinha na casqueta, gente.
Casquinhas de abacate. Gente, achei interessante. Tá vendo?
E é assim que novas receitas surgem, né? Muitas receitas elas surgem através do erro. Pouquíssimos cozinheiros, quase [música] ninguém me inspirou em nenhuma das competições do MasterChef.
Você não somente [música] me inspirou, como que eu te admiro muito, muito, muito, de verdade. Você tem talento? O brownie, por exemplo, é um erro, né?
Dizem, né? Dizem, né? É confusa a história, mas dizem que o brownie foi um erro porque era para ser um bolo e o bolo esqueceu, né?
O cara esqueceu o fermento, virou o brownie, que é um bolo sem fermento, né? Uma maravilha. Ou seja, algumas receitas vem daí, mas se, por exemplo, o brownie, que é uma receita que surgiu de um erro, e se você erra o brownie, erra o erro.
Inclusive, gente, eu já tentei fazer petigatô em casa, né, que é inclusive outra receita que é um erro, né, mas acertou, ficou gostoso. Não, porque eu já fiz várias vezes. Eu já conhecia a versão.
Não, mas é porque já tava na minha fase MasterChef melhorada, né? Mas eu errei muito na minha vida. Por isso que eu só falou das pessoas errarem, gente.
Se você não erra, você não aprende que tem que fazer certo. Que o petig gatou do Mateus é uma delícia. Sim, mas é porque hoje eu acertei, já sei todos os truques, a primeira vez que eu fiz ficou bem boa e aí depois eu tentei fazer várias vezes e todas davam errado.
E outra coisa que aconteceu, eu confesso que tive um pouquinho de nojo quando eu descobri que o creminho do pet gatô não era um recheio, sem a massa crua. Eu confesso que isso me deu um pouquinho de nojo, [risadas] mas o sabor fala mais alto. Mas a massa é só chocolate praticamente, não é?
Não tem muito ovo, muito ovo. Ah, gente, mas aquece, mas a gente, né? Ai, ai, gente, já superei essa coisa de ovo cru também, sabe?
Carbonara, carbonara. Ah, cozinha um pouquinho, tá? Mas só um pouquinho, né?
E eu que coloquei 10 ovos, né? Falando de ovos, falando de brownies, petits gatos. A pessoa foi fazer uma receita de peti gatô que vai muitos ovos, mas ela foi fazer de caixinha.
E na caixinha imagino que o ovo já tá ali no meio da mistura em pó. E aí você só precisava acrescentar um ovo. Olha só, ela deve ter pensado: "Não, vou na receita original que vai vários ovos".
E em vez de botar um ovo, ela botou 10. E aí virou um omeletin e eu que coloquei 10 ovos. Se era só um K esse petig gatô aqui de dona benta, né?
Aí tava sedindo todos os passos aqui, né? O leite, a manteiga. Mas veja só a importância do design, né?
Tudo bem que assim, ah, o ovo parece um zero gigantesco. Verdade. [risadas] Então, eu acho que foi daqui que ela tirou que eram 10 ovos.
Ela deve até ter pensado, né? Nossa, botaram o zero em destaque para que a gente não erre. É verdade.
Para ver que não é um, são 10. Erraram o português, né? Porque tá no singular, mas não erraram na hora de fazer o numeral.
Verdade. 10 ovo inteiro. [risadas] 10 ovo inteiro, né?
Um conceito do interior, né? Goiano. Os ovos.
Quando chegou na parte dos ovos, eu entendi que era 10 ovos. Depois quando fui ver lá no YouTube era um ovo, só era o gente. E eu coloquei 10.
É mais de minha gente. Parece ser 10. Diga aí.
Como fica virou um omelete de chocolate, gente. Não posso falar. Ruim não vai ficar.
É porque ovo é gostoso assim. Ai não sei. Tava viralizando recentemente aquela receita de ovo mexido que você batia com chocolate que as pessoas estavam morrendo de nojo.
Mas aí você vai ver olhar a receita original de mousse? É só ovo e chocolate. É claro e chocolate.
Claro e chocolate. Ou seja, não muda muita coisa. É a forma que nos é apresentada, a coisa que choca.
Se bota o ovo cru, mistura com chocolate, deliciosa moussea. Super normal. Agora se cozinhou o ovo, ah, não.
Mas assim, quando cozinha muda o gosto, mas não é tão tão diferente assim, né? Você acho que 10 ovos numa meio excessivo. É.
Não, aqui sim. Aqui sim. É excessivo.
[risadas] Outro brownie. Gente, é impressionante como muitos brownies dão errado. Ô, Renata, deu certo o brownie.
Ó, ficou essa parte com petig gatou, né? Assim. Esse daqui ficou queimado.
Isso ai, a gente já teve esse problema em casa. Não, mas pera aí. Aqui ficou como que ela como que essa pessoa conseguiu ao mesmo tempo queimar e deixar cru?
Posso falar? A gente já teve um fogão que era torto. É verdade.
E aí o forno fica torto. É, a gente teve mesmo um fogão que era torto. Tudo saía desalinhado.
Lembra? Deve ser isso. O fogão deve est torto.
Mas, mas assim, tem muito pouca massa nessa, nessa forma pr sair desse jeito, uma parte seca e a outra molhada, né? Mas ficou bom. Aqui, ó.
Como tá molhado, gente. São crispies. É que o fogão dela tá assim, ó.
Ela ela pode tirar as lascas daqui e mergulhar [risadas] aqui no fundi. Olha só que conceito diferenciado. Um erro que não, na verdade, não é uma receita, não é nemum erro.
O erro é a receita existir. As receitas fit. Muitas vezes eu desisti de receita fit na minha vida, gente.
Eu já tentei fazer várias, já tentei fazer cook fit, é só perda de dinheiro, porque você não consegue comer, fica um nojo e não passa vontade de comer o que você realmente queria comer. Assim, tem algumas que ainda vai, sabe? Tem, mas são poucas.
Mas o negócio, sabe o que que é o problema? É que as pessoas no TikTok vendem assim, fica igual. Não fica igual, gente.
Seja sincero, pelo menos vai fazer a receita fit, ai gente, fica gostoso, fica comível. [risadas] Mas aí o povo vai falar: "Idêntico". Não tem diferença.
Tem. Não seja falsa, não seja hipócrita, não minta para os seus seguidores que você sabe. Sim, senhora, que fica muito diferente.
Aquela canjica que eu fiz aquele dia ficava igualzinho. Ficou risigou. Eu falei pro Guigo, Guigo, faz a canjica normal, né?
Canjica, né? Mungunzar. Mungunzá.
Você devia achar escrito canjica aí, mas é mungunzá. Mungunzá. O Guigo foi fazer que cismou que ia fazer um mungá fit.
Eu já vi. Isso aqui não vai dar certo, né? Mas ele foi.
E aí? Olha, eu não faço isso com você. É, mas eu te falei, meu bem, que não ia dar certo.
Eu te falei, mas eu te falei, eu falei, olha, faz o normal, tá? O Guigo tava passando desejo de comer. Eu falei: "Faça o normal".
É verdade. Não, foi fazer o fit sem açúcar. Também foi bom que eu não comi também.
Sem. Olha, veja só o mungunzar sem açúcar, sem leite condensado. Qual a chance de dar ruim?
De dar ruim em todas, né? Qual a chance de dar certo? Não vai, não ia dar.
Ficou, gente, ficou horrível. Tadinho. Eu acreditei na mulher do TikTok.
Pois é. Não der, a gente não pode acreditar em TikTok. Olha aqui, ó.
Filho provando a receitinha fit da mamãe. Pode fazer desfeita da comidinha de mamãe. Ó, estamos aqui.
A coroa fez um bolo aqui devidamente. [risadas] Eles já estão rindo, já sabem, né? Olha o bolo zero açúcar, zero lactose, zero glúten.
Normalmente quando é assim é zero sabor também, né? Fez um bolo aqui e agora eu vou provar. E, bonito.
Tá [risadas] delícia. Mãe, [risadas] eu provando usado do Guo. [risadas] Nossa, ficou nojento mesmo.
E pior que eu comi mais que você ainda. Comeu mesmo. Dei uma colherada e falei: "Vai pro lixo".
[risadas] Uau! Coitado da mãe. Ai, gente, isso é muito triste porque você pede os ingredientes, você gasta tempo.
Ingredientes que poderiam ter virado uma boa receita. Não mata a vontade de comer o que você queria comer, porque aí você vai comer isso e vai comer depois a coisa que você realmente queria, porque não adiantou de nada. Normalmente, se você tem alguma restrição alimentar, tem saídas melhores normalmente do que as fit.
Ég fit, muitas vezes falta sabor. É, então sabe porque, por exemplo, ah, eu tenho uma restrição alimentar, tá beleza, mas tem outras saídas, porque, por exemplo, tem muitos bolos sem glúten muito gostosos, inclusive bolo de chocolate que faz, às vezes o pessoal faz a base de maizena, muito gostoso, mas aí quando tira tudo também, não dá pr tirar tudo, tem que ter alguma coisa, gente. Algo tem que ter alguma fonte de sabor.
Eu não sei se vocês conhecem a legítima receita de escondidinho, a receita original, né? Porque muitas pessoas fazem errado, não entendem o real conceito de um escondidinho. Essa daqui fez da forma correta, um escondidinho de costela com batata da Carolina.
Receita da Carolina. Vamos aprender aqui como se faz um verdadeiro escondidinho. Esconder, né?
Ela escreveu aqui, ó. E eu que fui fazer um escondidinho de costela com batata e esqueci de colocar no principal a costela. Ou seja, ela fez um purê [risadas] assado.
[limpando a garganta] Ixe, não dá nem para ver a carne. [roncando] Estava falando, ué, não dá nem para ver a carne. E aí depois da ficha cai, né?
Cadê a carne? Cadê a carne desse lanche, gente? Esqueceu como, gente, mas é impressionante, né?
Como que a pessoa esqueceu a costela? do escondidinho de costela. A pessoa botou só batata na forma.
E onde tá a costela? É mesmo, porque será que ela não fez nada da costela? Tá vendo?
Esse é o verdadeiro escondidinho. Quando a coisa está de fato escondida. [grito] Cadê a costela escondida?
Ué, [risadas] acho se puder. Mas será que a costela foi feita ou será que ela simplesmente amassou a batata? Jogou aí feito?
Não, não é possível. Olha aqui os comentários. Olha, a primeira vez que alguém esconde certo ou também esquecidinho de costela.
O pior é que tá uma, não posso falar uma delícia que eu não provei, né? Mas tá muito apetitoso essa batata, gente. Essa batata está apetitosa.
Tá dando vontade de comer. É só comer. Se a costela já está preparada, coma a parte.
É. Ou então bota a costela no vai ficar uma delícia. Olha que lindo.
Dá para ver um esmerol, ó. Tem até um um cheiro verde aqui em cima, um gratinado delicioso. Que delícia.
Muitas pessoas às vezes decidem fazer certos certos pratos que são complexos em casa e muitas vezes na tentativa de economizar, né, para você não pagar R$ 80 no sushi, você gasta 300 para fazer em casa e aí no final das contas fica muito pior que o que você poderia ter cobrado. E fora trabalheira, né? É, isso acontece muito às vezes com o hambúrguer.
Você pensar não vou pagar caro no hambúrguer. A gente viu fazendo pior que fica gostoso. Não vou pagar caro no hambúrguer.
Aí você paga três vezes mais para fazer em casa. Não, no negócio do hambúrguer que era um problema é a bagunça. Faz, faz muita bagunça.
Isso para mim é o principal problema. Engordura a casa inteira, fumaça. Mas vale a pena.
Pov sushi é muito caro, deixa que eu faço em casa. Cadê o resultado? Esse daqui tá tá tá deformado, mas tá bom.
Nossa. Ah, não. A faca cega.
Meu Deus, gente. Mas para de cortar. Se o primeiro não deu certo, já para.
Ou é outra faca? Porque o problema aqui não é o sushi, é a faca. É a faca que não tá cortando, tá amassando.
Não tá cortando, ela está amassando. Olha, virou pur. Essa faca tá ceguíssima.
Não, gente, que que é isso? Miupia total. Essa faca aqui não dá não.
Não. O sushi acho que deu certo dela, aparentemente, né? A faca nunca enxergou na vida.
Usa o outro lado. [risadas] Usa o outro lado da faca que deve estar mais afiado. Esse daqui realmente não tá dando certo, não.
Tá péssimo isso. Eu não caio nessa propaganda de fazer sushi em casa. Você não come nem fora de casa não.
Mas eu como fritinho. É, eu como os fritinhos. Os quentinhos eu como.
A minha mãe também, gente. Minha mãe não come os cruzinhos. Minha mãe só come os quentinhos, os fritíos.
A sua mãe nunca vou esquecer a sua mãe, que sua mãe sempre me chamou para comer japonês. Mas agora ela come mais coisa, né? Tá comendo.
Mas aí ela, ela sempre me chamou. Eu falei que a gente ia no restaurante. A gente foi no restaurante japonês aqui no Rio que era o do shopping lá.
Aí a gente conversando, né? Que que eu ia pedir? Mãe, ah não, esse eu não gosto.
Aí eu falei assim: "Ah, esse aqui não, esse eu não gosto". Aí eu falei assim: "Uai, que que [risadas] você gosta então criatura? " Ela falou: "É porque eu não gosto muito dos que tem alga".
Aí eu: "Tá, então vamos ver outra". Ela e eu também não gosto muito do arroz. Eu falei assim: "Ai, ou seja, gosta do peixe cru, ela gosta do peixe só".
Não gosta do arroz, não gosta da ela não come as comidas quentes também. [risadas] Diz que japonês é esse que ela gosta. Ou seja, eu gosto de peixe.
Eu toda felizinha, né? Fazendo um pastel. Até que no final, depois de tudo aqui, ó, encaminhadinho, essa massa maravilhosa.
Olha que bonito. Queijo presunto. Hum.
[risadas] Tristeza. Ai, coitada. Gente, mas isso é uma coisa que acontece muito fazendo pastel em casa.
A gente fazia muito pastel. Uma época, fazia muito pastel. Teve uma época que a gente era viciado em Nossa, a gente teve vezes que a gente exagerou.
Nossa, teve vezes que a gente comeu assim, a gente fez aquele pacotinho de pastel inteiro, comemos tudo e aí depois quem disse que a gente conseguia dormir, não conseguíamos fazer nada. Na verdade, a gente a barriga estufada igual aquele cachorrinho que rasga a os sacos de ração passando mal. Ai, mas é tão gostoso um pastelzinho, né?
Isso daqui parece que aqueles pasteizões de forno que ela ia fazer, né? Hum. Queça.
Ai, que delícia. É um erro muito comum as pessoas fazerem pastel em casa. esquecerem de tirar o plástico, que às vezes o plástico tá tá tão bem coladinho que você não vê.
Olha só, pesquisando rapidamente no TikTok, tem vários relatos de várias pessoas que fizeram isso. O que eu acho que é o recheio opcional. Você come ou não come, você pode escolher.
E meu marido, que fechou todos os pastéis com plástico dentro, diz ele que o plástico é comestível e iria derreter só fritar. Como assim, gente? O plástico, o plástico é comestível.
derreter o plástico da PR derretido na grudou na A minha mãe me passou por muitos anos da minha vida a fake news de que podia comer o papel do trident isso várias pessoas falam várias pessoas e eu sempre comi o o papel do trident mas para quê e nem achava bom nem achava bom parece que não sei você achar que ele era comestível deixava a experiência mais é que falava que ele era de arroz né falava que ele era de arroz cheio de tinta no negócio e o povo tacando na boca p o chiclete por si só né já é microplásticos É, microplástic microplásticos no meu intestino. Em tempos de morango cravejado, vamos falar da torta do morango de funto. Será que essa é a nova tendência do morango?
Talvez pro ano que vem, quando chegar a nova temporada de morango, que sempre precisa inventar uma nova receita com morango? Oi, gente, eu dei vontade de comer um bolo, pedi pra [risadas] minha irmã comprar para mim quando eu abri o bolo. Olha a situação.
[risadas] Que que é isso? O que que é isso, gente? É um defunto mesmo.
Credo. Tá parecendo um caixão esse negócio. Tá parecendo isso aqueles morangos, como é que é o nome?
Hidro hidrolizado. Então eu fiquei pensando, será que não é um morango hidrolizado que tá feio? Nossa, porque não é possível que esque não, gente, que isso?
Tá putrefato esse morango? Eu não comeria essa torta. Óbvio que não.
Não dá nem pr só tirar o morango e vai ficar com nojo. Olha aqui, ó, o morango assim. Se esse morango tá assim, imagina de quantos dias esse bolo.
[risadas] Morango. Gente, que que é isso? Como que o povo teve coragem de entregar isso?
Morango crucificado. Que horror, nojo. Credo.
[risadas] Ai, que horror. Ai, essa foi horrível. Pode assinar, tio Paulo.
Como que a pessoa tem coragem, né, de fazer. Olha que delícia esse aqui. Hum.
Quando você achar que é um pouco esquecida, lembre-se, quatro dias atrás eu comecei a fazer um purê de abóbora e esse foi o resultado. Esqueceu do purê no meio da feitura do purê quatro dias atrás. Quatro dias atrás.
Essa daqui, né, junto com a do esquecidinho de costela. Qual chega mais longe? Vejam só.
Olha. Gente, isso daqui, ó, é no restaurante, na confeitaria do bolo de morango, né? De morango crucificado.
É assim que trabalham com os morangos. Nossa, mas em só quatro dias a abóbora ficou desse jeito. É como queijo, né, gente?
O mofo dá um saborzinho, né? Um fungo ele traz umas notas especiais. Olha que delícia que vai ficar esse purê de abóbora.
Praticamente um purê de abóbora trufado. Vai ser o último purê de abóbora que você vai você vai comer na sua vida. E e [risadas] falando de dos morangos, voltando nos morangos, né?
Eu tenho uma raiva de quem coloca as bandejinhas de morango e bota aqueles morangos lindos em cima e embaixo só tem os mortos e às vezes mofado. Sempre acontece, sempre tem que verificar as bundas dos morangos. Gente, eu pego aquela cartela linda de morango, você vira, tá tudo podre embaixo.
Então isso me irrita. Parece que eles fazem de propósito. Eles ficam lá na produção, separam todos os podres, todos os bons.
Aí faz uma camada de podre e uma camada de bom. É desesperador. Eu só queria fazer bolinho de chuva.
Vocês comeriam os esperminhas fritos? Olha que lindo, gente. Em homenagem, né, a biologia, a origem da vida.
Nossa, mas pior que ficou bonitinho, né, assim? Esse aí não. Esse assim bonitinho.
Eu acho que você forçou um pouco. Não, mas esses daí, ó, dá para pegar pelo rabinho. Não, esses aqui estão um pouco pavorosos.
Esses não. Mas os outros dois, os outros dois funcionaram. Esse daqui tá um sperminha bonitinho.
E esse daqui tá tipo uma coxinha. É, esses daí até rola de comer. Agora esses dois delícia, hein?
Tá me dando fome. Esse aqui tá parecendo um rato frito. Ai, que nojo.
Você sabe que a minha família não tinha hábito de fazer bolinho de chuva. A minha avó sempre teve, mas a minha avó sempre fez sem a cobertura de canela e açúcar. Uai, mas aí é só o biscoito frito, só o bolinho, sem canela de açúcar.
Mas a graça não é a canela e o açúcar. Ah, depende, né? [risadas] A minha avó também sempre fez bolo de cenoura sem chocolate.
Tanto é que eu prefiro, até hoje eu prefiro o bolo de cenoura puro. Minha avó botava as cenourinhas assim no meio, ficava com as aqueles pedacinhos de cenoura. Hum.
Tanto é que o Guigo odeia que quando eu compro o bolo de cenoura, eu arranco a cobertura. É, mas eu não odeio não. Eu só Não, você sempre me xingava que eu tirava a cobertura.
Aí agora eu deixo para ele. Eu Aí você fica com a cobertura em dobro. Olha só.
Perfeito. O, você sabe que eu acho que eu nunca vi na minha família, tanto minha mãe quanto minha avó, fazer um bolinho de chuva. Foi uma receita inexistente nos cadernos de receita da minha família.
Ah, eu acho bem gostoso, mas tem muitos anos que eu não como, né? Mas vocês comeriam esse permin aqui? Quais outros desastres vocês cometeram, né?
Todo mundo comete um desastre culinário uma hora ou outra, ou sempre, né? Conta aí pra gente que eu quero saber. E se você gostou desse vídeo, deixa um gostei aqui embaixo, se inscreva no canal, se você ainda não é inscrito.
E até o próximo vídeo.
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