Ok. Bom, vamos nossa eliminação de leitura antes da nossa da nossa chamada. A recomendação de leitura hoje é de dois adores, né, e ah, esse livro Só do Gosto sem falar emoções. Se você de algum modo se interessa pelo se você Tem e de habilidades sociais social, você sabe que dentro do de habilidades sociais encontram-se componente isso. Se nível moço, ele pode trazer algumas informações pelo menos interessantes historicamente sobre o chamado que a gente vai em algunos sociais de componentes não verbais. Por quê? Veja, esse o livro só de rosto Ele não tem nada a
ver com psicologia, mas ele não é um livro para psicologia, ele é um livro de história. Ele faz um recorde, se eu não me engano, do século X. início do século mais o recorte entre o século X e início do século XIX. E esses dois autores, eles vão falar um pouco sobre como as pessoas desse período entendiam ah as expressões faciais na arte, nos manuais de boas maneiras, nos manuais de Oratória. uma arte uma arte como expressão das emoções, ela também tinha muita relação com aspectos da né coisa do ser comedido lá, essa coisa do
ser cometido, não vou não vou me expressar de modo um mal aberto afinal, né? Isso pode ser mal interpretado. Isso tudo era parte desses chamados manuais de etiqueta, manuais de boas maneiras, manuais de retórica, como o indivíduo na sua retórica ele transmite aquilo que ele quer através Das expressões faciais. Então é isso que esse livro ele vai trazer. Ah, deixa eu abrir aqui para ele. Isso. Ele vai falar sobre esse ahã sobre essa esse essas expressões e às vezes usam usam capítulo de domesticação das paixões. Então, quando essas elas são estresses e quando elas precisam
ser domesticadas, a de ocultar também essas emoções transmitidas essas expressões sociais. Então, é muito legal mesmo esse Livro. Eu admiro que eu não imaginava que haveria um filme tão interessante sendo basicamente a expressão das emoções. Eh, mas esse livro aqui ele trata sobre isso. de de fato, mas se você gosta do tema das habilidades sociais feito a compentes não verbais baristos, esse livro ele pode fornecer algumas informações muito interessantes do backloud histórico do século X a X, que É assim que se faz, né, esses históricos se definiram bem. nesse histórico para poder eh perceber que
é isso que nós entendemos sobre expressão das emoções hoje não sendo conhecido, né, obso foi um pouquinho diferente. Fica aí a minhação ah de hoje do canal emoções da editora >> 72 vamos lá para nossa chamada Adila, Alexandre, Ana Luía, Ana Paula, Ana Laura, Laura, Beatriz, Eduardo, Júnior, Júnior, Felipe, Jordana, Gerson, Eloise, Eloise, Eloí, >> Eabela, Gabriele, Isabel, Camille, João Paulo, Júlia >> aqui, >> Júlia, Sabin >> K, Letícia, Lenela, Millam, Lívia, Batista, Helena, Luía, Luía Sério Maria Eduarda, Naira, Nicole, Priscila, Rafael de Souza, Rafaela Aandro Rosneid, Sandra, >> Sand, Susana, >> Raí, >> Vaiana,
>> Vitória, >> presente >> e >> presente. Muito bem, gente. Vamos lá. Hoje nós vamos fazer um breve resumo da nossa prova da semana de Ã. De novo, algo que eu comentei já na nossa aula passada, não seie apenas nesse resumo. Esse é um breve resumo. Vamos passar por cima e tudo mais, fazendo a memória, outros, né? Não dá pra gente passar todo semestre muita aula. Então peguei, eu pensei alguns pontos, né, gerais aí das aulas e a gente vai revê-los um pouquinho aqui, beleza? Então não tome como referência Apenas esse resumo. Volto meio, alguém
me pede os chamados subdirigido. Gente, uma faculdade subdiida é você pegar o livro estudante. Você se dirige a biblioteca e resolve isso daí. Não tem como ficar fazendo estudo pergunta para você ler e depois procurar as respostas. Isso aí a gente vai fazer durante a aula algumas coisas, mas não dá. Mas assim, tá bom? Ah, e de novo, né? Já falei isso última vez para vocês. Ah, essa é a nossa aula Aula está com bastante, eu acho que é porque tá em cima mesmo. Deixa eu ver o que eu faço aqui rapidinho. Deixa eu ver
se vamos ver se isso aqui vai perí. Posso trocar de garantia o negócio vai ainda. deixar mas me diz aí quem tá aqui tá a Eh se melhorou não. Se alguém puder me falar aqui que não tá só de tá. Eu acho que alguém tá rando porque tava em cima da do me falarem eu vou tocando negócio, senão vou tirar o microfone, vou sem microfone para ver para vocês. Bom, vamos lá. Melhorou, mas ainda tá vivo. Aí eu não sei que que rola. Vou tirar o microfone. >> É sem microfone melhora. E aí audiência me
diz aí e não tá para eu saber se melhorou ou não melhorou. >> Hãch microfone. >> É, mas eu não sei se melhorar acabando. Melhorou. Melhorou. Pronto. Então vamos ficar sem sem o semante sem o microfone. Vamos lá dar uma olhada então, né, um pouquinho em alguns aspectos que a gente Viu ao longo aí desses semestres. E agora lembrando, a nossa prova ela vai até emoções, tá bom? Neuros e das sociais e emoções. A gente vai até aquele ponto lá. A partir de neuropsicologia do desenvolvimento, a gente já vai isso aí de assunto paraores. Beleza?
Vamos olhar um pouquinho alguns aspectos da história. Começando com galo. A isso aqui tá na bola. Vamos começar com Galeno. Lembra que Galen quando ele estava desse lado aqui, perdão, o pessoal aí tá no computador. O Galen quando ele estava ah estudando, né, o cérebro, tentando estudar o cérebro encéfalo, ele chegou à conclusão de que o cérebro ele armaenava emoções. Eu moro enquanto cerebro no movelo fez isso como? Qual que era a qual que era a lógica de alento? Era simplesmente por uma questão de Textura ou de maciez. O cérebro, por ser macio, ele acabava
armazenando emoções, né? Eh, esses aspectos um pouco mais etéreos, segundo galo. Ah, enquanto o sero por ser duro, ele deveria então ordenar o movimento dos músculos. Ele queria fazer o movimento e a gente viu que Galeno não estava tão longe da realidade, né? Galem está tão longe da realidade. Pessoal que tiver aí acompanhando pelo computador, nova já está esses mesmo, esses mesmos slides. Então se vocês não conseguirem ver, vocês encontram lá no AB também. Perdão, não tô falando aqui com eles porque vocês conseguem ver aqui eles também melhor pelo slide que tá lá já no
no no esqueminha, né, no na água lá. Bom, vamos lá. Então, galera não estava tão longe, mas é lógico que o jeito dele pensar que chegava essa conclusão. Nosso galera, ele meio que chega a essa Conclusão mais para uma mais um golpe de sorte do raciocínio dele, do que um golpe do que de fato o raciocínio que estava conduzindo aquilo que nós vamos perceber eh na neurociência sobre o movimento, sobre memória, emoções. ele vai mais uma espécie de golpe de sorte, né? Mas ele estava contando estão longe da realidade. E a Leno também ele observava
quando ele fazia então as suas eh as suas necrópsias, eh ao partir de um cérebro, então ele encontrava os Ventrículos. Esses ventrículos eles estavam cheios de líquido. E ele imaginava que isso era para movimentar os músculos, né? Ah, isso porque Galeno, ele foi muito influenciado pela chamada teoria umoral. O que, do que tratava a teoria humoral? Inicialmente, lembra que o corpo humano ou o ser humano, corpo humano não, o ser humano, >> isso, exatamente, haveriam quatro fluídos, quatro humores que cirariam Pelo corpo humano. E esses humores, eles precisariam estar em equilíbrio. Se esses rumores eles
estivessem em desequilíbrio, portanto era necessário equilibrá-los, né? E aí vem o que vai depois mais à frente e é colocado como o transporta esses conceitos para depocta também para as emoções. E aí vem os conceitos de ah sanguínio, reumático, melancólico e colégo, né? Que já vimos, já vimos esses conceitos nada tem a ver Com psicologia. Nada tem a ver com ciência. Isso daí é muito legal, é bonitinho para você fazer uma palestra que o bom di não sabe de nada e ganhar uma grana em cima do povo. Mas não tem nada a ver com ciência,
tá? Tem nada a ver. Então lembrem-se quando vocês se depararem com a teoria dos quatro nores, né? O o quatro nores, não, atualmente de teoria dos quatro temperamentos, pode olhar para aquilo e desconsiderar. Se você como psicólogo acha que a teoria dos quatro temperamentos faz sentido, o seu trabalho é inútil porque diz que as pessoas não podem mudar. Não é assim que funciona. Beleza? Não é assim que funciona. Eh, e Galeno, ele trazia isso exatamente para essa compreensão, tá? Essa compreensão e usando o conceito da teoria moral. Então, eh, ele olhava, já que havia esse
livro ali desde livros, portanto, haveria de fato esses humores que ciravam o corpo humano. E esses Humores, ah, eu ponto encontro uma prova deles nisso daí. E essa ideia de que esses elíquos movimentavam os movimentavam os músculos, né? Ah, essa essa ideia permaneceu até aí mais ou menos o século X7, porque era um período em que estudos de movimentos hidráulicos estava em alta. Lembrando dos movimentos hidráulicos que a gente tem até hoje, o pacto de diversão daqueles nos brinquedos, né? é por através de movimentos hidráulicos que diversos Brinquedos se movimentam, a trava para você não
morrer. Se bem que no caso Rob H não impede de quebrar a coluna, né? Mas pelo menos você não é lançado para fora do negócio. É tudo parte desses movimentos hidráulicos, desses movimentos hidráulicos. Algo que permaneceu então até o século X7. Mas diga quem tá falando [risadas] dizia, >> desculpa Ela dizia que não tinha contato e uma pessoa porque >> é >> é basicamente isso. Teoria hoje como as pessoas apresentam quatro inteiramente é basicamente isso. Não era nessa época. Nessa época eles entendiam que o indivíduo ele estava polérico por um desequilíbrio dos humores. E aí
eu precisava equilibrá-los. Aí vem a sangria, gelado e coisas. >> Hoje essa teoria do temperamentos diz: "Ah, ele é assim porque ele é colérico, ele é assim porque é sanguíneo, é assim porque é teumático". Tipo si é tipo Sim. Ah, eu sou desse jeito que eu sou canceriano. Chato para caramba. Não é bem isso daí, né? Ah, eu sou assim porque eu sou libriano. Não, você só parece chato. >> Exato. É que hoje as pessoas estão querendo patologizar algumas coisas. Não precisa patologizar o chato. Às vezes Não é chato. Patologia para eles. Não sei se
é vários teoria. E aí tenta fazer uma média isso exemplos. Eh, e tem gente que grava isso lado da igreja, né? Aí vai olha na Bíblia TV. Mas mas a hora que você estuda assim, não dá, não dá para se encaixar, por eh nem os exemplos. A gente não não para lá para ver se >> você não tem informação suficiente, né? É muito complicado. >> É verdade, mas tem gente que ganha dinheiro isso. >> Gan demais. Esses dias aí na tem um, eu já acho que eu já comentei para vocês, uma comunidade webs chamado psicologia
memes. Tem de tudo lá, menos psicologia de verdade, né? Aí esse dias alguém colocou: "Ah, eu não sei o que fazer. Eu encontrei uma pessoa, acho que é pneumático que ela se viu lá. Eu não sei muito bem o que lhe dá porque é a primeira vez que eu encontro uma pessoa assim aí documentar a situação se preocupa não, até porque a teoria dos temperamentos não tem qualquer fundamento científico até aí o ministro do século XVI, mas a partir de hoje eu não tem menor sentido. Então pode ficar com você não tem muito que fazer
com isso daí não desse modo porque as pessoas ainda levam isso pro coração de novo. Por quê? Porque são explicações Simplistas pra vida, né? Ah, eu não preciso pensar em toda a complexidade comportamental do indivíduo. Eu não preciso fazer uma análise de todas as contingências as eh e que envolve o vida dessa pessoa. Várias desses sequem em paralelo. Eu não preciso fazer isso porque basta dizer que ele é sanguíneo, basta eu patologizar a chatece dele, né? É fácil eu patologizar o comportamento dele que não é adequado socialmente. E aí fica Muito mais simples. Essas explicações
simplistas, elas aquecem operaciono, né? Entender os outros entender o ser humano é um desafio já de séculos, né? Tentar entender o que é o ser humano, como ele é, por que se comporta assim. E essas teorias elas simplificam, né? Perdão, não simplificam. Elas tornam sintório o comportamento. Tanto quanto desse outro indivíduo aqui branal, né? Ele procura então o que quando a gente passa a mão no nosso Crânio, a gente vê que o crânio ele não é redondinho, ele não é uma uma bolinha de bilhar branca, né? Não, ele é cheio de saliências. E aí propôs
então disso originado as circunvolções da superfície em século. E aí o que é que Gal queria concluir com isso? Haveriam então organizações específicas para cada área moral do indivíduo. Quando Gala ele analogia, ele está pensando em moralidade. Então ele pensa, se eu conseguir, se eu conseguir medir o Tamanho de cada área da cabeça da pessoa, eu consigo dizer se ele é uma boa pessoa, se não é uma boa pessoa, se é a pessoa confiável, se não é uma pessoa confiável. E aí surge aquilo que vai ser denominado de frenologia, né? Cada cada região era função,
era responsável uma função de refletia essa personalidade. E não era só uma personalidade do jeito de ser, era uma questão moral. Era uma questão moral que Qual ele trazia com essa teoria. E de novo, assim como a teoria dos quatro temperamentos, ela é tão popular e a galera gosta de falar sobre isso hoje, a teoria da fenologia na época de Galo também se tornou muito popular. Por que se tornou muito popular? Porque eh era fácil você explicar o indivíduo, especialmente as elites que conseguiam encontrar nos escritos de Galão para elas serem da elite, né? Razão
para ser da elite. Pô, tá vendo? Eu sou um eu Sou uma pessoa eu sou uma pessoa eh realmente singular e eu tenho uma prova científica disso, de que eu sou espetacular. Então essa teoria, ela é muito, ela se torna muito interessante, muito discutida exatamente por conta disso, discutida eh de modo popular, tá bem? Exatamente. Conta disso, porque ela é simplista. Ela é simplista com uma cara, uma aparência científica, mas não é científica coisa nenhuma. na própria Época de Gal, essas essa teoria dele já não era mais levada em consideração. As pessoas, os próprio cientistas
não olhavam aquilo como algo sério, mas por ser tão simplista acabou se diindo eh entre a população, não vou falar população geral, porque as pessoas não tinham acesso tão fácil a livros nesse período. é que eles conseguiam algum acesso a livros. Essa teoria ela foi muito difundida porque ela acaba até mesmo discutando Algumas ações das pessoas. E aí eu deixo para vocês refletirem como tem algumas pessoas que querem fazer a mesma coisa hoje com algo que de fato é científico com os lavos. Mas eu assim, a a la boca é formada formada, perdão. E as
pessoas as pessoas dizem: "Ah, isso aqui eh geralmente pode ser rí, né? Al e na questão daologia Também que não personalidade de produção. A as pessoas que exemplo para a Mas aí no caso não é >> é não é o crânio. Agora eu não eu não ouvi nunca ouvi falar disso, mas se não tem cheirinho da mesma coisa. Tem fal >> não. >> É mesmo? >> É. Não, não vou falar disso aí não. Mas que tem um cheirinho de da mesma que da mesma água que tem aí na na internet que Fazer esse tipo de
>> Ah, então com certeza é a mesma coisa. >> Tá cheio. >> Ah, porque o formato do sorriso da pessoa >> é é muita, é, tem muita gente que tem uma, tem a vontade de ser chegou a homes, né? Você quase assistiram aqui naquela série de um tempinho já, a série Sherw maravilhosa do livro, né? Se você não assistiu, convido muito que assista. Ela é incrível, mas tem a galera que Quer [risadas] ser o Sherlock daquela série, né? Olha o negócio. Descobri quem é o assassino, porque tem um pelo de cachorro no terra dele. Ele
sorria com um sorriso e tinha uma lasca de maçã no dente. Calma lá, irmão. Bora voltar aí pra realidade, né? Você tá tá assistindo um filmealista. é que que é mais ou menos a mesma coisa que se baseia em algum, no caso do mentalista, o chelope também, né? A série shopp se baseia em princípios Reais, se baseia em alguns princípios reais, mas a aplicação não é real, né? Eh, é tipo Dr. House. Doctor House se baseia em princípios reais da medicina, mas aquilo não existe no hospital, irmão, né? Não tem aquilo no hospital, né? Vamos
aqui sentar e vai lá na casa de fulano, não sei o quê, dele. Então é, é assim que uma mentira consegue se propagar de modo muito fácil. Se não chega ser analogia, mas >> é exatamente. Pode não ter Não sei o quer >> quase setang. Mas é que su mesmo, mesma coisa. Isso aí. >> Exatamente. Bom, continuando nessa parte história, eu ia passar um slide aqui, ó. nessa parte histórica que estava se falando, veja, porque apesar do Galer uma ideia, um conceito, uma teoria que não era real, né? Como acabei de falar, é assim que
ã é assim que ideias falsas se propagam. há um pouquinho da realidade ali ou de uma possibilidade Qual ele acaba eh impulsionando impulsionando a ideia da [grito] do da teoria localizacionista, né? Porque lembra que havia a ideia localizacionista e de que o o ele teria então suas funções localizadas em regiões diversas, enquanto outros achavam que ele funcionava como uma coisa só. Ahã. começou a ser, apesar de da teoria de galor sentido, acabou fazendo com que outros começassem a olhar um pouquinho Mais para a teoria localizacionista. E quem mostra isso de modo muito contundente é tocar.
Tourocokar através do famoso paciente de pantana. E aí vem a expressão do pantã, né? Mas o pantã ele era tantã porque ele só falava a sílaba tan, né? Ele só falava ser uma trama. Ah, esse esse indivíduo quando ele vai passar aqui >> vai passar aqui. [risadas] Então vai lá. >> Pronto. Hã porteira. A porteira, Eh, só tava em 1861, quando ele morreu. Ah, então cá fez uma uma nec vai falar outra coisa, uma necrópsia. Ele fez uma necrópsia e descobriu que este paciente dele tinha uma lesão então na região do frontal esquerdo, né? Vou
cortar esquerdo. Eh, evo >> sim, é novo. >> Ah, é [risadas] de novo. É, é para ter corrigido aqui, gente, de novo. É não corrigido. Então, é louco, lobo, ter Corrigido. Isso é lobbo, tá? O lobo frontal esquerdo. Eh, esse método de brocar e não era só brocar que fazia isso. Outros tantos fazia a mesma coisa. verbos chega a mesma profusão com o mesmo método. Era o chamado, lembra, método anatomo clínico. que se baseava em metan clínico ao longo do período de vida do paciente sem fazer investigações, pesquisas, questionar, obrigação de testes e tal, tal,
tal, Tal, tal, observando então alguns desses sintomas, algumas alguns desses comportamentos eh característicos da pessoa que juntava então vários que tinham comportamentos muito similares. Depois que o indivíduo morria, fazia assim com essa necrópsia, né, do indivíduo e com essa necrópsia encontrar, tentava se encontrar uma referência anatômica para esse possível para essa possível dificuldade que a Pessoa teve, tá? Eh, isso era o chamado método anatomo clínico que Blocal usa, velho que usa, porque lembra que naquela época você não tinha exames de mágica. Você não tinha exames de mágica, né? É is podemos atrapalhar aí. Licença do
Gustavo. >> Oi professor. >> Olá. Olá. Olá. Meu Deus. Pessoal da Oi, boa noite pessoal. Boa noite Pessoa. Estamos interrompendo a programação para fazer aqui na vivo. Dia 15 de outubro. Me ajuda aí média, gente. Quem é mesmo dia 15 de outubro? entregar uma lembrança aqui do máximo do professor Gustavo, agradecer todo o esforço da transmite aqui para nós, você entrega pros alunos é um professor tem 1 milhão de funções, mas ele tem 1 milhão de funções. Então ele ele se deslobra e vai está vem para Cá e fora a vida do dia a dia.
Muito obrigado, quer dizer, muito obrigada porque a sua forma de conduzir as aulas, né, a sua didática, o seu, a sua identificação com os alunos tive muitos defendes aqui e é até difícil, né, Gustavo, gente, vocês estavam é Gustavo foi aluno nosso a primeira na casa dele é da casa do começo Então Deus continue abençoando vocês acomia saúde para continuar produzindo esse Grupo de profissionais que através das suas mãos irão baixar o de muitas pessoas irão transformar vidas porque professor é isso é mais do que informar formar. Então esse é o preparo que a gente
tem para você. Obrigado. Obrigado. Obrigado. [aplausos] A gente queria também fazer uma oração. Vamos orar, pessoal. Senhor Deus, muito obrigado, Pai, pela vida do professor, por ele estar aqui presente conosco, Sempre dedicado a dar o seu melhor nessa instituição. Pai, queremos agradecer porque o senhor tem enviado, conduzido. Queremos pedir que esteja presente diariamente na vida dele, acompanhando seus sonhos, seus donos e atendendo de acordo com a sua santa vontade. esteja também presente em cada aula que eu vou mencionar para que os seus alunos eles consigam sempre aprender da melhor forma, que o professor se sinta
realizado e saiba que o propósito dele Aqui é muito maior do que simplesmente questões profissionais, mas também questões espirituais. Queremos então te agradecer por tudo que o Senhor tem concedido na vida dele e continuará concebendo em nome de Jesus. Amém. Uma boa aula. Fechamos. Fechamos. >> [música] >> Muito bem, vamos lá. Então, burocrático ele se utilizava do chamado Método anatomo clínico. Esse método se baseava basicamente entrevistas e testes enquanto o paciente era vivo. E quando ele morre, procurava assentar algumas possíveis sorrelações anatômicas eh em relação com relação à aquele aqueles sintomas, aquel aqueles comportamentos que
o paciente acabava demonstrando aí ao longo da vida. Tá? E no caso do brocá, ele percebeu não só o foi denominado o paciente, mas que outros pacientes dele ele que tinham as mesmas Características, os mesmos sintomas e os mes comportamentos, todos eles apresentaram esse eh a lesão nessa região aí do lontal esquerdo. Ah, e veja, o indivíduo ele continuava tentando restando as suas funções preservadas. Ele conseguia entender o que os outros falavam, ele conseguia se locomover, ele conseguia raciocinar, ele conseguia fazer cálculos matemáticos. O problema era falar, ele já não conseguia mais falar, não tinha
influência na Fábula. Eh, e aí ele persegue isso daí e publica o artigo, dando cada vez mais ênfase ou potência na teoria do localizacionismo, lembra? Então, quando a gente fala de Gau, apesar da teoria de Gala não ter qualquer relevância científica, passou a impulsionar cada vez mais para que as pessoas pudessem investigar melhor a chamada teoria localizacionista. tem avança. E a gente chega então no século XX Ah com um indivíduo que fez um trabalho espetacular, que continua até hoje as descidas dentro do tempo, que através, né, dos seus pacientes que tinham reflexidia, que lembra que
tem a ideia, a questão dele é que ele queria auxiliar os seus pacientes que tinham epilepsia. auxiliar como através de choques nas regiões ah que provavelmente estariam dando algum conflito, né, algum conflito de comunica de comunicação, ó, algum conflito de conexão. Então, ele dava Pequenos choques, estimulava eletricamente aquela região para que o indivíduo ele pudesse então estar ã bem na plenitude, né, ele pudesse ter alguma recuperação. Claro, os pacientes de Weles apresentavam boa melhora, mas junto com isso ele conseguiu então eh avaliar duas regiões que ficaram conhecidas, então córtex pré-motor e pré-motor, ó, então cótex
motor e o cótex sensorial primária, né? Porque ele percebia que ao estimular Aquelas regiões determinadas regiões ali do Córt, ele passou a perceber que em algumas regiões movia o braço, em outro lugar deixava lima dormente. Em outra região fazia com que a perna se movesse, em outra região fazia com que a mão ficasse dormente. E aí ele percebia que eram regiões, né, eh, localizações, foi eram localizações com funções específicas. Com funções específicas. E aí se criou o chamado Núcleo de temp ô miserária evitar aqui tirar aqui para lá. Eh, estabelecendo se o que eu citei
ficou denominado como um de então a região, né, do da motor e o código chamado sensorial primit, né, cor e o pórtic chamado sensorial primit, né, dando ambulão de primários. Eh, e aí depois tem aquele, né, daquela não vou, acho que não coloquei que a Bonequinho que é caringon e tudo mais, denominando o quanto de área desse corte são utilizado para cada região aí do corpo. Bom, isso a gente vê um pouquinho a história do que a gente vai chamar dessa chamada neurociência, mas agora a gente precisa começar a observar de modo mais direto o
próprio sistema nervoso. Quando a gente fala sobre neociência, neuropsicologia, ele tá tratando do sistema nervoso, basicamente. O sistema nervoso, ele vai ter uma divisão que é chamada então de divisão fundamental entre sistema nervoso central e sistema nervoso periférico. O que o que seria um sistema nervoso central? Não, vamos tá aqui, né? Pergunta dela. O que se compõe um sistema nervoso central em célo e medula espinhal? E por que sistema nervoso central? Esse encontra se tá bem claro Não sei isso é um nervoso periférico porque periferia nas contas é isso aí tá sempre serve aí então
nervoso central composto de iné medura espinhal tem todos nervos periférico de nervos gâes de terminações nervosas obviamente né periférico vai ter as suas terminações ncólicas, sendo o cérocal dividido basicamente em três partes. Serve ser encefático quando se interv periférico entre os nervos os nervos são Divididos entre cranianos espinhais que basicamente é a região a qual eles se conectam, tá bem? Então, ah, essa é a divisão fundamental que a gente vai ter no sistema nervoocentral. Tudo que a gente falar sobre sistema, nervoso, vou entrar sobre sistema nervoso. Tudo que a gente falar sobre sistema nervoso, a
referência principal é qual? >> Central. Sistema nervoso central. Então, quando a gente fala sobre nervoserentes e aferentes, nós vamos falar sobre Informações que entram e sai de aonde? Sistema nervoso em central. Tá bom? ele que é a a referência quando nós estamos falando então de sistema nervoso, tá bem? Tenham isso sempre. que a referência é sem sistema nervoso, sem trabalho. esse sistema nervoso, eh, ele tem então seus personagens, seus atores que que estão em atuação ali nas células ã da guia, né, que é a não, as outras células que auxiliam os neurônios, os principais as
A célula principal é neurônio, né, distribuído ao longo de todo ser neuroso, mas existem algumas outras células que auxiliam esses neurônios. né? São os cojugantes nesse sistema deo. Eh, nós temos então basicamente quatro tipos de células. Astróendrófilos, células chor e micróis. Beleza? Os astrófilos eles servem basicamente para quê? Lembram para que serve os astrócios? Os astrócios se localizam basicamente Aonde? do quê? O sistema nervoso central. Ele funciona com uma barreira física, né, do sistema nervoso central, impedindo que células invasoras, né, e ou células exógenas possam entrar nesse sistema nervoso. Ele funciona também como aquele que
serve de nutrientes, todas essas células do sistema nervoso central. Então, eh, Os astrofesos excesso função importantíssimo no sistema central, OK? Os olibrosos, o que que eles fazem? Axônio, >> de qual axônio? D50, acções do sistema nervoso central. Os olodócitos v o seguinte, não é bem por conta, não é bem por isso que tem esse nome, mas qual que é a referência do sistema Nervoso? No sistema nervoso, vamos ver qual que é a parte referencial >> central. Pense os oligarcas. Lembra da história? As oligarcas, os oligopólios, era aquela galera que tinha grana, poder que mandava todo
mundo que tava na nata da nata. Os oligos pertencem essa oligarquia da células da guia. Eles só estão sem central e não estão fora, tá bom? Eles não se misturam com a ralé, eles não se misturam com a Periferia, eles são os oligendros, entendeu? Eles não usa isso que você consegue memorizar onde é que ele tá. Ele só vai estar no sistema negócio central. Eles são osendrócitos, tá? Eles são os oligaros que [risadas] pode ser ou não. Depende de onde você estiver, >> né? você tiver na China e na USS é todo Mundo. Então as
coisas podem ser muito diferentes osócos eles são no sistema nervoso central e eles são responsáveis pela mielinização, podendo mielinizar até quantos ônios? Até 50. E eles ficam ali podendo mielimizá-los. A célula de chão fazendo o quê? A minimização do sistema nervoso. >> Exatamente. Então, enquanto os olivendos Eles seguem apenas a o sistema nervoso central, as células de chão fazem a mesma coisa também. Elas são responsáveis pela liração de axônios, mas o sistema nervoso perifério. O sistema nervoso periférico. E cada e e quantos axônios as células de chão conseguemizar? Um diferentes dengos podemizar até 50. As
células de chão, elas mielimizam único axônio. E as micróbias, qual que é a função delas no sistema nervoso? Ela Funciona como o quê? >> Defesa. >> Defesa. Elas são as células de defesa no sistema neurocentral. É para isso que é essa a função das micróbias. Todas essas aqui são as chamadas células da. É claro que os principais, os grandes atores nervoso são os neurônios, mas os neurônios sozinhos não fazem tú. assim como personagem principal do filme, se tiver só ele fica chato demais o filme, precisa ter os seus codantes. E é e as Células se
levam então como esses codantes dos neurôgos, auxiliando eles em todo o trabalho. Então, as trostos seguindo com barreira física, eh, especialmente nervocentral, utilizando servido também como, ã, pão de nutrição da dos neurônios, os olivoendrófos responsáveis primariamente pelainização ah dos dos neurônios do sistema nervoso central, podendo imunizar até 50 células de chuan responsáveis pela imunização do Sistema nervoso periférico, não me engano, apenas um axônio por mês. habitual. Essas são as células de defesa, né? São vai tirando os meio fio ali enquanto estão fazendo trabalho de nír que são essas responsáveis ali. Ah, é isso aqui. Não,
vamos outra divisão que a gente tem no sistema são é a divisão funcional. Então a gente viu aqui a divisão fundamental e essa aqui é divisão funcional. Ou pelo próprio nome é uma divisão por função. OK? Então, o sistema nervoso somático vai ter, né, seus nervos aferentes, ferentes e o sistema nervoso autônomo, ah, ele vai ter então os seus nervos aferentes e ferentes, responsável primariamente pelo sistema simpático e parassimpático. Eu acho que já pelo nome a gente já consegue definir muito bem o que que é o qu, né? O sistema nervoso somático é o quê?
Soma que agrega. Soma que agrega é soma, mas é a soma. A palavra grega é a soma que significa corpo, né? É o sistema nervosomático. É aquele que é é utilizado para a movimentação intencional do então que movimentos dos olhos, movimento dos braços, ah, mastigação e tudo mais. que são movimentos ah intencionais. Enquanto sistema nervoso autônomo, ele como o próprio nome diz, ele é responsável pelo quê? Movimentos autônos >> que a gente não contam batimentos cardíacos, respiração, movimentos peristáltalicos, tudo isso diz respeito a uma a movimentações que nós não controlamos. E exatamente aí que vai
entrar o chamado sistema simpático parassimpático, que é vai ser responsável eh ou pela digestão e repouso ou então pela fura, né? Ativando então determinado determinados órgãos e regiões do corpo. Ou para preparar o corpo para comer e Dormir, né? gestão e descanso ou preparar o outro para voltar e fugir. Os dois dificilmente estarão estarão ocorrendo juntos, né? Nada que imagina uma mesa que você tá fugindo de um perigo, você não vai parar na esquina para comer o hot dog, né? Para encher um pouquinho de sombra antes de continuar fugindo do bicho que tá vindo atrás
de você para te pegar. É assim que a coisa funciona, né? Seria uma cena muito estranha antes tiver imagina na isso acontece em algum filme alguma coisa comédia porque não é o que se espera, né? A comédia fazer isso, essa quebra de expectativas. Ahã. Então essa é a chamada divisão funcional. Como eu disse, o sistema nervoso ou simpático para simpático. O sistema nervoso simpático, ele vai ativar ah os órgãos para lutar e fugir. Enquanto tem nervoso par simpático, repouso de digestão. É aí que a gente vê que o motivo, né, como eu já comiei vocês,
por que algumas pessoas aquele negóci do caso almoço não conseguem tomar muitas decisões de modo mais ágil, porque o corpo não tá preparado para isso. O corpo tá preparado, a soneca boa ali, né, com dormir. Ben eh alguns animais precisam se proteger quando estão com seu sistema nervoso parassimpático muito ativo, como o caso de hideração Ou o caso de cobras que precisa de um tempo para digerir, ela se protege, né? Tem negócio da possa esconder a cabeça eh dentro do seu próprio corpo, todo enrolado. Isso é uma proteção, porque esses são sistemas que normalmente eles
são concorrentes. Ahã. Vamos avançar. Quando a gente fala sobre avaliação psicológica e neuropsicológica, a gente tem dois tipos de avaliação que são essencialmente diferentes. Quando a gente faz uma avaliação neuropsicológica, não precisa ser psicólogo para fazer uma avaliação neuropsicológico. Pode serador, pode ser fisioterapeuta, pode ser fonaldiólogo, pode ser psicólogo também. Não é necessário ser psicólogo para fazer uma avaliação neuropsicológica. É, enquanto numa avaliação psicológica, como o nome já disse, é necessário que seja psicólogo. Não dá para fazer uma avaliação psicólogo. Psicológica sem ser psicólogo, né? Assim como dá para você fazer uma avaliação física se
você era educador físico. Se você só vai fazer a sua avaliação porque você viu uns vídeos do Cariane na internet, agora você acha que consegue fazer uma avaliação física da pessoa, você não consegue, tá? Fica tranquilo aí. Você pode até fazer os exercícios legais da academia, variação física e outra história. Então, para fazer uma variação psicológica, de fato, você precisa ser psicólogo. Para avaliação neuropsicológica, não, porque a neuropsicologia ela é uma área que ã que está presente em diversas outras áreas do conhecimento. A a abordagem da avaliação neuropsicológica, ela é uma abordagem ideiográfica, ou seja,
porque idiográfica éog é idiota mesmo, né? Que é o indivíduo em si mesmo. Então é ideográfica porque é uma abordagem que procura avaliar o indivíduo com si mesmo. Enquanto a avaliação psicológica, ela é uma abordagem maisética. Ou seja, é uma abordagem que busca comparar o indivíduo com os seus pares, com a população. A variação neuropsicológica, parte de modelos e a avaliação psicológica de modelos psicológicos. Tá bem? Essas são basicamente a uma diferença entre Avaliação psicológica e neuropsicológica. Um outro ponto importante, isso é que vocês vão ver agora, vocês precisammente para rara a atuação de vocês,
o que a gente vai chamar de fontes fundamentais e fontes complementares de informação. Qual que é a diferença entre fontes fundamentais e fontes complementares? É, era alguma coisa que a Muito bem, é isso daí. Veja, quando eu Vou fazer uma avaliação de indivíduo e eu estou fazendo uma avaliação psicológica, eu parto para fazer essa avaliação de fontes fundamentais. Aqui está as resoluções, OK? parte de fonas fundamentais, é nelas que eu vou fundamentar toda a minha avaliação. E as fontes fundamentais são basicamente três. Lembra quais são as basicamente as três fontes fundamentais? >> Testes psicológicos aprovados
pelo Sateps. Testes psicológicos que não são aprovados, que não são exclusivos de psicólogos e que não foram avaliados. Eles não entram como pontos fundamentares, tá? Então, testes aprovados ã por satex. Que outra? Quais são as outras duas pontos fundentais de formação? A lei de testes psicológicos. >> Anamnésica é a entrevista psicológica. E o que mais? De observação. >> Exatamente. Então, protocolo de observação também pode ser uma força fundamental de informação. Quando se fala sobre testógicos, falam de teste esse volume. Vocês não têm mente, então certo pro não. Você tem na cabeça. Os testes eles ã
são consideráveis até testes possíveis porque eles têm uma fundamentação científica. OK. Onde está a fundamentação então Da das entrevistas e das observações? História do indivíduo. >> História do indivíduo. Como assim? O que ele me traz eu falo na minha entrevista a partir do relato dele. >> Por que que você considera isso fundamental? Por conta da teoria. É a teoria, tá? Lembra que eu comentei com vocês em clínica e basicamente qualquer atuação, eu tô Tomando a clínica, por exemplo, mas em clínica você não faz nenhuma pergunta toda. Você não faz pergunta sem sentido, pergunta sem intenção.
Tudo que você pergunta, tudo que você faz dentro de uma sessão é intencional. Você fez aquela pergunta porque você queria uma resposta. Você hã aplicou uma intervenção em sessão porque você precisava aplicar aquela intervenção. Eu já vi alunos, né, em Brunos e Ságio fazendo perguntas, Intervenções porque achou que era interessante simplesmente aplicar aquilo. É quando se pergunta, fala: "Mas qual que é a sua intenção com isso? O indivíduo se perde, não sabe porque que tá fazendo aquilo?" Porque você precisa se basear na teoria, gente. Então, fos fundamentais de informação, os testes psicológicos, eles têm a
sua revisão por pais. Daí, de onde é que vem a fundamentação então eh do do da entrevista e da observação? A teoria, você sabe porque você tá perguntando. Você, quando você observa o comportamento do indivíduo, você não está observando qualquer coisa. Você está observando com atenção a determinados detalhes que serão importantes para você. Aquele indivíduo que não tem a sua base teórica, qualquer coisa importante e coisas irrelevantes podemos parecer importantes quando não são De novo. Essa é a diferença entre você e um amigo. Lembra o ID? Cliente, paciente não é seu amigo. Cliente, paciente não
é seu amigo. Existe uma troca. Você está prestando o serviço e na hora que você presta o serviço, não é um amigo, né? A, eh, até porque por motivos práticos não Daria certo, sinceramente. Ã, então se você vai fazer uma observação entrevista profissional, aja profissionalmente, você se baseiam na teoria, isso se torna fonte fundamental. Tanto que na hora que você vai fazer, por exemplo, um audio, né, apresentar algum documento psicológico, você usa da teoria para apresentar o porquê de tudo aquilo que você tá apresentando. Beleza? Fontos complementares, Que que elas são? >> Isso. Mas qual
que é a função delas? >> Comprementar. complementar o quê? Aquilo que você já fundamentou antes, seja com teste psicológico, seja com observação, seja uma entrevista. Então você pode complementá-los. O que pode ser então complementar? Usar o complementar >> hã, >> isso são documentos de outras áreas que passaram por revisões de pares, tá bom? Eh alguns testes que não são exclusivos de psicólogos, que aí você vai encontrar lá no satéxo e a lista de alguns deles, não são todos, mas alguns estão ali, você encontra aí no no sateps testes que existe uma demonstração, né, por meio
de uma análise científica de que eles podem de fato ser usados, né, porque tem fundamentação científica naquilo, ainda que não seja da área da psicologia. Tudo isso para complementar a Informação. Aonde entra os testes que não foram aprovados e os testes que não foram avaliados? Fonte complementar ou forte fundamental? Nenhum dos dois, tá? Você não utiliza nunca aquilo que foi não aprovado. Você nunca vai utilizar aquilo que não foi avaliado. Se está na lista dos testes não avaliados pelos adéficos, você não pode utilizar nunca, Exceto se em caráter de quê? Pesquisa. Se for um caráter
de pesquisa, né? Eh, há uma h uma pesquisa acadêmica, né? espaço você pode utilizar, mas fora da pesquisa, fora para protóos acadêmicos, não pode utilizar em momento algum nenhum teste que seja não avaliado pelo satélite, né? Como sinal lista dos testes não avaliados pelos satélites ou dos testes Que não foram aprovados pelo satélites, tá? Não utiliza nunca. Beleza? Fontos fundamentais, fontos complementares. Quando se vai fazer uma avaliação psicológica, membro psicológico, esse aqui ele funciona do tem dois tipos de uso, que são as baterias fixas e baterias flexíveis. As baterias fixas são baterias que você pode
encontrar já prontas, já testadas, tudo mais, você simplesmente aplica elas do início ao Fim. Eh, colocar o visco, baterias fixas, por exemplo, e as baterias flexíveis. são aquelas baterias que você monta uma série de testes para poder o subtestes além que você pode acabar selecionando subtestes no risco guais, por exemplo, eh para elaborar aí então a sua avaliação através de alguns testes selecionados por você. As baterias fixas, eh, elas são vantajosas para quem tá começando, Porque você não precisa pensar na série de testes de sériados. Então, as baterias flexíveis, elas exigem um pouco mais de
experiência e conhecimento, especialmente o conto a ser avaliado. Bom, vamos partir dessa aula vai até aí, cinza, né? Então beleza, vamos dar uma olhada em algumas funções, começando com a atenção. Que que seria a atenção? capacidade de filtrar e processar informações de Ambientes sérios ou internos, de forma consciente ou préconsciente. Então você filtra esses estímulos que recebem de novo aqui, seja de forma consciente ou préconsciente. Al, já disse, alguns usam inconsciente, mas eu prefiro préconsciente para ter menos isso. confirm com a psicanálise porque são conceitos diferentes, tá bom? O inconsciente psicanálise é uma coisa, o
inconsciente quando a gente trata de neuropsicologia, falamos de outra coisa. Quando falamos de inconsciente ou préconsciente na neuropsicologia, estamos falando daqueles processos ah aos quais você não se utiliza de grande energia cognitiva. São processos mais lentos do que os mais rápidos do que os processos ah conscientes. Tá? Mas por exemplo, se eu tenho uma informação que eu não estou acessando agora, mas eu sei facilmente vai ver uma história da infância Pensando nela memória é um processo é um prazo que ela tá é uma informação que Tá armazenado. Nesse caso não, porque ela é um processo,
né? É só uma informação que está armazenada. Quando você precisa, ela pode vir aqui minha turma quando eu >> não, a gente vai ver aqui alguns exemplos. Vou dar um agora. Por exemplo, Eh, andar de bicicleta é um processo préconsciente ou consciente? Depende, começa a consciente, começa a consciente e vira préconsciente, porque ele fica automatizado. Você já não pensa mais sobre, sei lá, com atos abilidades. >> Isso. Então, é isso que é o chamado préconsciente. você não passa a processá-los de forma intencional e o Processo é muito rápido, enquanto o processo consciente ele muito mais
lento. É, mas ela não não sei lá, mas ela ela esquece todas as informações. Você pergunta para onde ela mora, ela não sabe, ela não sabe nada, mas ela sai na rua, ela sabe para trás. Isso. Isso é porque isso encaixa-se naquilo que a [risadas] gente pode falar depois assim, Mas da memória, né? Então, eh, da memória declarativa e não declarativa, n pode até, pode coisas novas, eh, mesmo com essa animésia assim muito severa, >> isso porque a animésia ela impacta as a as informações declarativas de memória declarativa, mas existe uma gama de memórias não
declarativas que elas não sãoadas, né? É o indivíduo, ele pode, lembra lá do paciente HN, o paciente HNe perdeu o seu mor declarativo, mas isso Não impediu de aprender a desenhar uma estrela quando ele não sabia mais conseguiu aprender porque era basicamente parte chamado memória rural, entende? Então essa é uma diferença dos dois. Bom, vou falar rapidinho, vou me demorar muito também a gente não termina hoje. Lembro que existe os laços atencionais. Os laços atencionais são aqueles daquelas pequenas falhas eh no processo Atenal. Então você vai ter o deissão, né, quando você não inclui uma
etapa de estimulação, você pula aquela etapa. Lembra do exemplo que eu dei aqui com a Luía e o sanduíche dela? Tira aí a portembora. Eh, então lembra exemplo que eu dei um sanduíche em breve, eu nem lembro mais que colocava um sanduíche, colocava coisa lá que era nem >> então muito bem, deve ser esse daí. era isso. Ela fala que é aí, mas deixa a omissão é quando deixa de deixa de incluir uma ação ou que faria uma etapa que faria parte de toda aquela ação. Isso é um outro ah colocou o exemplo ali também
foi colocou ali face tomate colocar queijo que foi para cá esquecido aquilo lá no preste atenção. É, então isso é, isso é a chamada etapa de omissão, ápicional, Áps omissão. Esse áp consideração quando se repete um estilo ou uma ação que deveria já ter ficado de lado, se repete, né? Ele tá se perseverando. Eh, aí, deixa eu pegar aqui um exemplo para além do do sanguí. sai aquele negócio, sei lá, imagina que Letícia tá organizando aqui, sei lá, os enfeito de Natal dele, né? E ela coloca aqui eh, sei lá, né artificial do lado pra
esquerda e ela coloca Bolinha lá da hora de Natal. Aí de repente é lá não sei o quê, conversando tal, ela vai colocar artificial pra direita. Errou. Ah, caramba é aqui. Pega lá, separas joga direita só atenção alta. de quê? Perseveração repete uma etapa, né? Repete um estilo, uma ação que não deveria ser repetida. Intrusão. Quando se inclui algo que não deveria fazer parte daquele Comportamento, inclui-se então uma parte do naquela naquela ação. Claro, Letícia, separamos um feixezinho dela de Natal, né? Neveç sa pra esquerda, bolinha de Natal pra direita e aí de repente ela
vai e pega a estrela ali e joga pra direita também. Não, filho, só depois a gente vai ter depois deixa de lá. Isso daí é um intencional por infusão. Intensional por pipação. Não se identifica a etapa seguinte. Vamos Voltar a pegar o outro exemplo para demonstrar que isso pode acontecer em outras situações. Letícia organizando de novo, né, né? linha de pra direita, eh, né, de artificial pra esquerda. De repente a Letícia lá conversando tal, não sei o quê. Ela pega ali a bolinha de Natal, fica assim, eh, quer fazer, né? Ah, para [grito] cá. Isso
aqui é uma pena ativação ou uma apenção que é ativar, né, a mesma ação quando o contexto exige outro que é o Exemplo que eu dei para vocês é se você sempre acorda e vira pro lado esquerdo na cama. É, você vai pro hotel, tem uma parede do lado esquerdo, você levou um batecar para parede, uma cabeçada lá na parede. Eh, isso daí é a chamada ativação para atenção quando se ativa a mesma situação e o contexto que ele exige outro. Veja, vamos lá que tá isso daqui. Sono de fim. Qual é o responsável primariamente
pela Atenção? pensar frontal >> frontal ali é a região que se processa primariamente o quê? as funções >> as funções e a tensão é parte disso. Para um controleório é necessária atensão, inclusive a tensão. Acontece esse jogo diferente. Você vem tem que utilizar o seu controle vitório. Aí eh, então a atenção o lugar A região, o lobo é processado é o lobo tá bem. Ah, vão entender algumas partes dessa chamada função executiva. Então, as funções executivas, uma dessas funções executivas é o planejamento, né? capacidade de você ter objetivo definido e a partir dele definir as
etapas, os passos do melhor modo de alcançá-lo. Eh, até Eh se fala no um dos conceitos, não dos conceitos de inteligência que envolve o planejamento, quando o indivíduo ele consegue encontrar uma solução e elabora etapas para resolver eh o problema dado diante dele. Qual que é a diferença entre um problema, uma solução aprendida por compresente e uma, né, planejamento? Vem lá então uma uma função operacional, porque nem sempre é tão óbvio chegar aquela resolução, né? Eh, esse Planejamento eu eu tenho um problema e aí esse problema é apresentado para mim, pro Gerson. Eu posso elaborar
alguns passos para resolver esse problema. Gerson vou elaborar outros passos para resolver o problema. Não significa que uma usou o planejamento, outra, ambos usaram o planejamento, mas envolveu processos diferentes, porque a gente nem sempre é tão óbvio, são tão óbvios esses passos aí, tá? Então, é interessante que na parte do planejamento existe uma Parte de uma teoria de inteligência que se utiliza do planejamento para falar sobre o que seria a chamada inteligência. Eh, além de planejamento também temos a chamada tomada de decisão, hoje tem várias alternativas e é claro que isso acaba envolvendo também o
chamado contorno aó que a gente vai falar um pouco mais à frente, a memória operacional, né? aran zenamento Temporário de informações para manipulá-las de tal forma a conseguir ã realizar a atividade do momento presente, né, do momento presente, bem como também foi chamado controleitório, né, livre respostas ou reações diante do contexto no qual o indivíduo se encontra. eh ele aprende a modular isso a partir do contexto que o contexto diz como ele deve ou não deve agir. E a outra, a última dessas funções cognitivas é a funções cognitivas, ó, Funções executivas é a flexibilidade cognitiva.
Eh, não aí f lacional usando flexibilidade cognitiva. Quem é que sofre muito de flexibilidade com a com a falta de flexibilidade cognitiva? Autismo. Autismo é é o é um dos principais, não, um dos que mais se comenta hoje sobre eh a dificuldade de lidar com a Flexibilidade cognitiva. Eles s uma fibidade cognitiva bem bem afetada, né? Ah, porque você mudação de acordo com que o ambiente acaba te proporcionando naquele momento. Eh, e indivíduos com pé, eles têm muita dificuldade com isso, porque ele planejou tudo, passou a executar e de repente o ambiente, né, como eu
já diria aquele skete dos melhores do mundo. A vida é uma caixinha de surpresas. Já viram isso? Já viram, né? Muito legal, né? A caixa de Surpresas e de repente Joseph Willer se depara com situações novas e se adaptar, né? Ah, isso é a chamada flexibilidade cognitiva. Seguros também às vezes, né? De certo modo, sim. É um seguro pode lugar que ele planejou que de repente segue diferente. S agora segue já táando. Já tá suando. É verdade. É verdade. É verdade. Verdade. Ah, rapaz, Mas eu nunca pesquisei antigo, talvez fale sobre isso, seguros e, né,
a as funções frontal funções legal. É verdade. Faz sentido. Bom, vamos falar um pouquinho da memória. Vamos examinar essa chamada taxonomia da memória. Não vamos na aula de memória. A gente vai olhar a partir da taxonomia. Vamos olhar todas. Então, a gente tem a a memória pode ser Dividida numa divisão temporal ou numa divisão por conteúdo e função. Na divisão temporal, que é modelo de chip, eh se divide basicamente entre memória essencial, memória de curto prazo e memória de longo prazo. Cada uma delas, né, como é a divisão a divisão temporal, despeita quanto tempo eh
essa informação fica sendo processada. A memória sensorial, ela diz respeito basicamente ao momento em que o indivíduo recebe o estilo, é na questão De 20 segundos que isso daí ele processar. Então ela recebe e esse estilo com vias aferentes. O que são as vias aferentes? Lembra a fé exféré. Se é ex é da onde? Lembram do seu ex? para onde? Para fora da vida e as aferentes para dentro. Então são as a por guias aferentes ou pelas aferências culturais. Alguém pode dar um exemplo de uma Ferência, de uma via de aferência? A opção, né? vindo
ali com todas as os seus componentes. É uma via de aferência, né, de receber então essas vierações mecânicas do ar e transformá-las em um sinal institucional. Então essas são as vias aferentes. Então a memória sensorial basicamente vai processar essas informações que chegaram pelas aferências. A memória de curto prazo vai trabalhar com isso, depois trabalhar com essa chamada memória de longo prazo. Mas veio então o outros dois pescadores, Verley Rid, e eles destrincharam qual dessas três memórias de curo. E eles já denominaram memória de trabalho, tá? E aí na menor de trabalho eles apresentaram esses três
componentes principais que é central executiva, expospacial e a fonológica. Sendo a fonológica é responsável pelo Processamento da imagem. A central a central não, o esforço bisoespacial responsável por esse processamento imagens e como Paulo R diz ah pelo pelo ambiente tridimensional no qual o indivíduo está. central executivo integrando tudo isso em dois tipos de memória, lembra? A memória soltificada, a cristalizada e a a memória mais maleável, fluível. Exatamente. Memória fluída. A lembar cristalizada é aquela que vai conter todas as informações que fica aquilo que a gente vai chamar de longo prazo. E quando fluída, ela vai
trabalhar com essas informações no momento, transforma essas informações e as envia de volta lá pra memória cristalizada. Então, a memória de trabalho é o que a gente normalmente denomina de ter presente. Aquilo que eu sinto como presente é Aquilo que com o qual a memória de trabalho está na tornando, né? Está trabalhando, né? É isso que a memória trabalha trabalha, né? Nossa, foi esquisito para caramba. Mas é com isso que a memória de trabalho se utiliza para o seu processo, seu >> é então toma-se uma informação, faz toda essa associação com a memória cristalizada, ou
seja, com informações já presentes, transforma essa informação que foi acabou de ser adquirida e lança De novo para chamar memória de longo prazo, que é a memória inicializada. E vai nesse processo aí que a gente tem o chamado aprendizado. A divisão do contorno de função divide-se então entre memória declarativa e não declarativa. Qual que é a diferença declarativo e não declarativo? Diferença básica. Você consegue declarar não declara. E é isso mesmo. O ele é bem ele é bem explícito, né? Então, uma é Memória declarativa também chamada de memória explícita e outra memória não declarativa também
chamada de memória implícita. Eu prefiro declarativo e não declarativa por conta disso, fica muito mais claro, né? Uma você declara e a outra você não declara. Na memória declarativa, nós temos então a memória episódica, memória sem prospectiva. A memória episódica diz respeita ao quê? episódios E eventos pessoais que aparecer. Exatamente. Diz respeito aos eventos da vida que você consegue depois falar sobre eles. Então, a sua memória de infância, a sua memória eh de bom, você tirou uma nota legal na escola, quando você ganhou um jogo, quando você tomou um chifre, tudo que isso é parte
da sua chamada memória episódica, tá? Ah, a memória é o quê? conhecimentos, conhecimentos gerais, conhecimentos que trouxeram para você Que não dependem da sua vivência. Essa é chamado memória semanal. E a memória prospectiva é um tipo de memória que ainda está sendo eh estudada, né? É uma divisão mais recente, que é o tal lembrar de lembrar, né? Ou lembrar que eu preciso lembrar de alguma coisa. Então todas essas aqui elas são memórias capazes de serem declaradas diferente dessas outras. Memória procedural diz respeito ao aprendizado de um procedimento, eh, onde existe Então uma associação entre estímulos
eh e uma resposta mecânica, doutor. Bom, isso é chamada ah memória procedural. E aí a gente tem vários lugar de bicicleta, passarem de carro, eh, que essa lei falar como procedural, né? Sempre dá certo, deveria ser procedural, aí sempre procedural, né? Então, eh, são essa esse essas habilidades que você consegue desenvolver e você não declara. Você não declara a memória de passar uma marcha, você não declara a memória de Andar de bicicleta, simplesmente você faz. Ou é outros exemplos de memória procedural, desenhar formas geométricas simples. Lembra que eu comentei para vocês que isso é um
tipo de chamado, é, chama-se de forma geomérica simples, porque você aprende ele de que modo? Proceduralmente, né? Você aprende a desenhar quadrado procedamente. Você não precisa eh de algum esforço cognitivo para Desenhar um quadrado. Depois que apresentou desenho quadrado, você tem um quadrado tranquilamente, sem precisar se perguntar dúvida com isso, né? Engante diferente das cham lembra da chamada figura complexa de lei porque é complexa e não simples. Você não consegue fazer aquilo que percebi, né? Então, memória não declarativa procedural quando eh através daquela memória, alguma outra ação, algum outro Comportamento recebe um valor maior do
que receberia anteriormente, né? Diante do determinado estímulo, você acaba ele eh aumentando o valor de outro tipo de resposta. Isso é chamado e a gente tem um cheirinho no banheiro e face a pessoa no são exemplos que eu cheguei a dar na aula, né, gente? Chegem agradável no banheiro eh promove eh a limpeza do banheiro. O banheiro se lindo por mais tempo porque o banheiro está ah chegando bem, né? É, um exemplo, o nosso banheiro Lá da ele sempre das mulheres, mas dos homens tá sempre cheirosinho. Nunca tá sujo, velho. Aquele lá eu acho ele
maravilhoso, nunca tá sujo lá porque ele tá cheiroso. A galera tem completamente mantro do mesmo jeito. Isso tudo prim a habituação. Quando você passa a executar comportamentos por á, né? E aí tem um exemplo aqui do Gerson Deus, a pessoa não pode perder memória, mas ela consegue ir para determinado lugar e voltar daquele determinado lugar para Casa, porque ela segue o mesmo caminho. Isso é hábito. Isso é habituação. Esse é diferente de da memória procedural. Memória procedural diz respeito a uma ação executada. A habituação diz respeito a um comportamento que encabece com diversas ações, tá?
como seguir o caminho, ó, isso daí e a aprendizagem associativa. E aí a eh na aprendizagem associativa a gente vai ter eh um portamento, né, ã clássico, mas nós vamos operando, Nesse caso, é clássico que a gente vai ter essa parte do aprendizado eh no associação, tá? Tudo isso aqui é parte da chamada memória não declarativa. Uma área muito importante da memória, especialmente o que tem memória isó e espacial é o hipocampo, né? E por que chama hipocampo? Porque parece como hipocôbus, que é o cavalinho científico do cabalí. Para mim parece o alien, mas dizem
que parece carinho. Então é o caral, né? Eh, o único ele tem esse formato e recebe esse nome porque esse assemelha ao cavalo marinho. O nome do cavalo marinho é importante. Bastante fácil isso. Vai lá. Eh, e a gente viu no paciente HM que a retirada do hipocampo prejudicou a sua memória de, né? Ele começou a perder gravmente em toda a sua memória. Inclusive a gente viu como a memória espacial ela também é afetada com isso. Lembra experimentos ratos. Ratos com campo ah prejudicado, eles acabavam se comportando de um modo mais equivocado, né? Ah, porque
esses ratos eles se perdiam na localização. Ainda que eles já tivessem feito do meus caminho diversas vezes, eles acabavam errando, né? os lugares eles tinham dificuldade de encontrar l experimento lá do tanque com o livro do leitoso que escreveu no fundo E tinha uma plataforminha era ali até aquele onde estava a plataforma ele diretamente lá memória espacial quando eh se danificava canto desse rato, ele passava a buscar aquela plataforma como se nunca tivesse aprendido isso. Então o portanto ele é importante tanto a memória episódica, como a gente viu no paciente HM, como nesses experimentos em
modelo animal, nós percebamos também que ele é muito Importante paraa memória espacial. Ã, vamos rapidinho na linguagem. Na linguagem, a gente sabe que a linguagem ela tem uma dominância do hemisfério esquerdo. E como é que se descobriu isso? Se descobriu isso através eh de diversos experimentos tanto inicialmente tanto rústicos, né, como os experientes de brocar. Precisava que a pessoa morresse para que se Observasse então eh a área danificada ali no C. observa observa sempre essa dominância do lado esquerdo. O outro modo que se eh que se apresentou, gente. A linguagem é muito difícil de ser
investigada a partir do modelo animal. Por quê? Porque a linguagem humana ela é muito complexa, né? Isso não significa que animais não se comunicam. Animais são né? Ô, os outros outros animais eles são mas nada como ser humano. A linguagem humana ela é muito mais complexa. Por isso o modelo animal não serve para estudar linguagem, não serve para estudar linguagem. Eh, e aí o diverso se se verificou a predominância do lado esquerdo por conta desses experimentos com seres humanos. Um desses experimentos envolveu a a comissurotomia. Principal comissura defalo é o Que que é uma comissura?
É um local onde há um encontro, né, de duas regiões. Comissura da boca é aonde comissura dos olhos, comissura do inséculo. A principal é o corpo caloso, não é a única também. O o cerebro ele serve como algum como uma certa comissura também serve, né? Até que você pode perceber aqui, ó, algumas regiões aonde eles se conectam, Mas não é tão potente quanto o corpo caroso. Então, e a a pacientes como suizados, eles apresentam então essa dominância ah do lado esquerdo para a linguagem, porque as informações que são lançadas e precisam ir para o lado
esquerdo, elas não vão, né? informações de linguagem que são emitidas pelo olo direito, elas não passam para o lado esquerdo. Percebe que o indivíduo não consegue você sa aquilo, né? A Informação semântica simplesmente não vem. Como eh o exemplo desse experimento, né? Onde o indivíduo tem uma palavra, essa palavra não chega do lado esquerdo, né? V pro direito, depois vai para lá, já que ela vem p esquerdo, eh, e divid não consegue dizer o que ele tá vendo, mas na hora de pegar ele pega na bola. Então, percebe-se que a dominância do lado esquerdo do
cérebro, eh, a dominância da linguagem, ela é pelo Hemisfério esquerdo. Isso não significa que não ocorra nada no hemisfério direito. Individo, indivíduos ah com prejuízo no ministério direito, eles por vezes eles têm dificuldade com quê? do direito, no que diz respeito à linguagem. Lembra que eles vão ter dificuldade com a prosódia, com a fala vai ser uma fala muito mais monótona, né? Vai ter dificuldade comó, vai ter aquela nota, vai ter dificuldade comas porque ele não consegue processar isso que está aí sendo processado do lado direito, né, no hemisfério direito. Mas apesar disso, todo restante
no que diz respeito à linguagem é processado pelo hemisfério falar rapidinho das afazinas aqui, mas eu acho que vai dar certo. Vamos lá, vou ligeiro. Vamos falar dos afazias. Lembra que as afazias se dividem em duas? Quais são os dois tipos de afazas? fluentes e não fluentes. Que diz respeito a essa fluência e não fluência? É fluência do quê? Da expressão, tá? É a fluência da expressão. Quando a gente tem a fase de velo também é denominado de fazia de compreensão, então essa é o tipo de fazia fluente. Por que fluente? Porque a fala ela
é Espontânea, fala expressiva, né? Onde ele se expressa é espontânea, tem uma repetição fluente, mas é tudo sem sentido. Lembra aquele vídeo que eu demonstrei para vocês terinha para com a fazer dele falando? Eu não entendiendo nada que ele falava, mas ele falava. A expressão não foi prejudicada. ele tem dificuldade de selecionar a palavra, o som, o significado. Então, por isso, toda essa fala dele fica confusa, até porque eh todas as unidades Linguísticas elas estão em concorrência e por isso é a grande dificuldade. E ele não tem consciência no seu próprio discurso inentivo. Ele fala
que não tem sentido, mas ele acha que ele tá falando que tá tudo certo. Não dá nada certo. Tá bom. com essa fazia de compreensão. A outra é a fazia de condução também, uma fazia fluente que a fala ela é expressiva espontânea, né? Ela é adequada, ou seja, não sai falando Palavra sem sentido, mas a fazer evolução vai ter dificuldade no quê? Na repetição. Por quê? Porque há uma possível lesão do chamado facículo arqueados. O bacípolarqueado é uma é uma sincaria, né? É uma rede de neuro que se conecta então a área de hidrogar com
a área de vértico. Então a [grito] área de expressão e a área de composição da linguagem. Como há uma, provavelmente existe uma lesão nesse paciente, o indivíduo tem Dificuldade da repetição. É Letícia quando les passinho para casa fala Letícia vem desligar essa garrafa rosas ela vai ficar lá ela não ela tem dificuldade no mundo dessa lesão e eles diferentes do advers são conscientes da sua própria dificuldade e existe também a fase anônimica que é como ele tem essa dificuldade né na re evocaçãoicalical então não consegue falar a palavra E aí ele acaba se utilizando de
ah de para tentar suprir isso, acaba utilizando-se então no recurso de server funcionalmente o objeto a palavra que ele tá querendo, que ele tá querendo buscar e ele não consegue falar, né? Essa vocação daic prejudicada. É o que a gente fez até aqui um experimento, né? Complexo al não tem para falar a gente vai. >> Ah, não, eu falar comologismo. >> É, eu não lembro. Acho que você não foi Além. Isso aí era os troços lá, né? Os trocinhos troção, troçudo, uns negócios desses. Isso aí. Eh, então essa afazia afazia fluente. E agora as chamadas
afazias não foi fala ela é espontânea. Ah, mas a repetição da sentença ela não foi dificuldade. Concord, né? A associação de ver de palavras desconhecidas. Então se a palavra ela vio, porque lembra as afazias elas vêm Não de nascência, ninguém nasce com uma fazia. A fazia ela vem por conta do quê? Lesão. >> Lesão. Essa lesão pode ser dees, desde um tiro, uma facada ou que é o mais comum, AVC, né? Ah, a fala é telegrfica. Lembra de que aquela fala telegráfica? é uma fala que normalmente não influenciativos eh crônes. A pessoa ela tem aquela
tipo de criança, a gramática ela não é ninguém construída, né? Por isso que Essa dificuldade de frases complexas dependentes de gramática e não tem dificuldade como sentenças super aprendidas. Aí lembro que eu dei o exemplo para vocês, tá? A menina come uma cerveja. Essa frase ele sem sem dependência gramatical. Por quê? Porque semanticamente você consegue entender mais ou menos o que exércit tá falando, porque semanticamente é possível entender, dado que meninas normalmente não são verdes e maçãs não existem como Meninas. Então se eu falar menino com a maçã verde, eu não dependo gramaticalmente para eh
não depende dramática para entender essa frase. É simplesmente eu sinogamente o significado, enganar as palavras, praticamente as palavras. fazer associações necessárias. Então, quem tem a a fazenda de expressão, a fazenda de blocar, vai ter muita dificuldade de falar, porque Na fazer de blocar, lembra que a fazer de blocar ela tá próxima da região que controla o quê? Hã, não, não a linguagem, a fala. É, a pessoa não consegue controlar direitos músculos para falar. Isso. Então, a pressão não consegue falar porque lembra que a região onde está a fazer de trocar a área da expressão é
a região próxima do movimento da da área motora da boca vai Falar. E aí você pode entender porque se a pessoa tem dificuldade de se expressar. Eh, e existe outra fasia também, essa é muito mais grave, é a fase global, onde tudo é baseado em circção e tem uma competência realmente prejudicada, exécoo comando simples. Fala, levanta, senta, vamos, fica, eh, come, coloca o floresto, a pessoa consegue entender. Agora, se você precisar falar a uma frase maior, ele já Se pede isso aí, chamada frase global. Mais ou menos isso. Mais ou menos isso. Isso ocorre normalmente
para dar lesão aonde? Encéra. OK. Mas que região? Uma lesão essência esquerdo e direito. Normalmente, normalmente vem a partir de uma lesão também que ocorre mais ou menos. Agora dois esquerdo, hemisfério direito. Vamos rapidinho sobre a visão. A visão ela segue um fluxo Ah que a gente chama de fluxo podendo ser o fluxo dorsal ou o fluxo ventral. Lembra qual que é a diferença da do tipo de informação processada? A visão no fluxo vem da da responsável em processar que tipo de informação vem responder que tipo de pergunta o quê que objeto é esse e
que ele é, né, processo essas imagens enquanto o fluxo dorsal na maior parte Das vezes tá processando o quê? Como esse objeto se comporta, onde ele está. Então aqui se no fluxo ventral está ele é responsável mais pelas funções visoconstrutivas enquanto o fluxo dorsal é responsável pelas funções espaciais espaciais né se aproxima muito rápido onde ele se encontra aqui enquanto o outro está a a o fluxo ventral é mais responsável pela Função vídeocstruttiva Sol isso que tudo isso aqui se isso aqui é é o curso da entrada. Quanto mais distante, mais simples ou mais complexa
a informação? Hã, >> mais complexo, passando por mais e vai se tornando cada vez mais complexo. Lembra? Eh, que quanto mais próximo, quanto mais próximo eh, foi mais próximo dos ângulos, né, ali do Mas informação do campo de luz, uma Barra claro escuro e quando vai se aproximando cada vez mais distante, vai ficando mais complexo, como por exemplo o processamento de rosto até chegar no ponto de processamento também curso conhecido que nem sabe mais ainda exatamente onde ficaria esse tipo de processamento, mas fluxo dorsal e fluxo ventral. Então fluxo do ventral, né? Objetos, formas fáceis
basicamente isso daí que ele vai processar. Enquanto o fluxo dorsal, ele é responsável por essa localização do gênero, né, pelos movimentos que são guiados pela visão, até porque o movimento ele, o nosso movimento nosso deslocamento, né, ele não se dá apenas pela visão, ele também se dá por onde? O que é o sistema auditivo, sistema auditivo ele também é muito importante, muito importante para a nossa orientação espacial, Né? Eh, se você já experimentou aquela, já teve aquelas experiências de som 3D, sabe? Quem já experimentou esses sons 3D? Não, se você já exper você sabe, tipo,
se você não experimentou, te recomendo muito, vai lá no YouTube, digita lá só um 3D, sals, qualquer bagaceinha dessa, você coloca um r, a ser que você tenha caras maravilhosas, super cristalinas, ambiente todo isolado, beleza, mas já resolve. Eh, e aí, aí tem o do barbeiro, Né, cortando parece que tá cortando todo seu cabelo, um fósforo, passa redonda, né? Ah, tem uma pessoa com Xix para entrar no seu risco. Tem um jogo que eu joguei Xbox. Cara, esse jogo é muito bom. Joguei um dois tive recente. É, mas chama Hell. Ah, tem a personagem principal
que é a Sun. Ela é uma das tripas assim. E a história toda Gira em torno do marido dela que foi dilacerado, né, sacrificado a o estilo da e tal. E ela agora vai atrás dos deuses para poder pelo menos colocar o amigo dela no paraíso norte. Cara, mas esse jogo ele é sensacional. Assim, eu acho muito bom assim sério, mas ele é, depois que eu descobri que ele era de terror, eu não achava que era, não. Achei que serão um jogo de aventura mais fador assim, mas depois que eu descobri que jogo de terror,
mas ele é um jogo Sensacional porque a Seixa que é essa personagem principal, você tem jogar isso de fone de ouvido, porque ele é todo somcial, temas vozes, a gente fala você, né? Dependendo onde você vai, ela as vozes às vezes tentam te enganar. Essas vozes outras vezes conduzem lado pro você ouve um monte de coisas. São muitas vozes na tua cabeça assim, vem enquanto dorm lugar, os lugares são Distorcidos para caramba. E aí o jogo legal porque depois você joga, você termina ele é uma história muito legal. É todo esse jogo, no início do
jogo tem até um alerta. Então assim, se você sofre ou já sofreu de psicose, melhor não jogar. Esse é o primeiro anúncio. Quando o jogo começa, a primeira cena que aparece que é um rio e ela tá num barquinho, aparecendo crédpó. E o primeiro anúncio do jogo é se você Sofre, eu já sofri de psicó, melhor não jogar. Então já disse que o jogo é bom, mas ao final do jogo, porque se você vê isso antes de jogar não vai ter graça, mas ao final do jogo tem todo um documentário sobre produção do jogo. Os
caras quando produziram o jogo, eles queriam conscientizar as pessoas sobre a psicose. Como que é uma psicose? que tá sofrendo psicose. Eh, a experiência de você ouvir Vozes que não são que te conduzem para lugares, que interagem contigo, como o ambiente é distorcido, imagens que surgem, que não são reais, né? Ah, então se torna muito interessante o jogo. Finalmente, eles fizeram um jogo baseado em experiências reais de pessoas do Instituto de Psicos lá na Inglaterra. Eh, muito legal. Então tem toda orientação psiquiátrica, né, científica para produção sobre isso que eu acho muito legal, mas ele
Se você tiver jogando sozinho em casa, 7 algumas coisas, melhor se não jogar não, porque é isso aí. Vamos voltar para a aqui. Bom. Ah, [grito] então não nos orientamos apenas pela visão, nós nos orientamos também pela ição, mas nós nos orientamos primariamente pela visão, porque com seres humanos a visão ela é muito importante pra gente. Vamos pra última parte aqui da nossa aula. Emoção. Quando falamos de emoção, Harland define então como uma experiência objetiva, acompanhada manifestações fisiológicas que observadas. Eu trouxe aqui para vocês os três aspectos, os três componentes primários da emoção, que são
esses eventos observáveis, eh essas reações fisiológicas e os chamados eventos ah encobertos, né, que é aquele pensamento que o indivíduo ele tem. Então tudo isso forma aquilo que a gente vai denominar de emoção. E claro que existe uma certa subjetividade e a subjetividade é o modo e a intensidade que se encaram em determinadas situações, se elas podem variar de indivíduo para indivíduo. Eh, vimos também que como o ser humano as emoções e o o as relações sociais elas são tão importantes que a exclusão social ela dói, né, no sentido de sofrimento, ela Gera um sofrimento
tão denso quanto o sofrimento de uma dor física, não é, não é a dor o processamento pontual da dor, mas o sofrimento que aquilo casa, causa. Então, a exclusão social vai tanto quanto a dor física. E eu já vocês essa existe prazer para eh o para vocês, é um artigo falando mais uma vez sobre isso, sobre como solidão mata, né? Como solidão mata. Então nós como seres humanos somos seres sociais e Por isso levantar informações a vida social dos indivíduos é muito importante para você saber como ele está. Eh, inclusive na sua própria saúde emocional,
inclusive na própria saúde emocional não haverá pessoa mentalmente saudável se essa pessoa está isolada. Não tem saúde nacional nisso, porque como seres humanos, nós somos seres sociais, dependemos disso. Lembra até na aula de linguagens como um bebê ele aprende melhor uma língua a partir do Contato social direto das pessoas. Com estado de emoções, nós temos também duas principais, tem outras, né? Essas são as é as fundamentais, né? que é de James L, no qual James Lange diz que nós não, as nossas emoções elas vêm depois de uma percepção sensorial no que está acontecendo. Então você,
a ideia deles, né, usando a frase, você não chora porque você fica triste, você fica triste porque você chorou. Então é para eles o choro vem primeiro, depois Vem o sentimento ou a emoção de tristeza, né? Então vem o ste para vem o ste o cótex é processado primariamente no cótex controle vem essa resposta do autoral volta protex sensorial e aí sim vem o sentimento. Então essa é a teoria de Isma que foi posse de lado, alguns não consideraram viável, mas que voltou à tona, lembra? com eh o agora começa pagar o cá, rapaz. Antônio
Cadê já vi na cabeça. Mas ela torna aí eh marcador somático, nada a ver com né teoria do marcador somático de máquar eles partem de um outro princípio para hoje o processamento emocional se dá com o processamento tanto sensorial quanto motor ao mesmo tempo. Então para enquanto para James L você não chora porque fica triste, você fica triste por isso. Você não fica triste porque você Chorou. Não, >> vai lá. Você não chora ficar triste. Você fica triste porque você chorou, né? Você chorou, você ficou triste. Você chorou primeiro para depois ver a sensação de
tristeza. Enquanto para quem não os dois ocorrem ao mesmo tempo, né? Os dois estão sendo processados ao mesmo tempo. ela ela associaças que seria Esse sozinho assim, me deixa sozinha sem nada. Uhum. E eu não >> então, mas você ainda entra em >> Não, mas você ainda entra em contato com pessoas. é que ele não tem contato com ninguém e ele não busca ter contato com ninguém. >> Isso daí eh traz diversas dificuldades porque nós somos seres sociais. São Paulo Uma vez na vida. São Paulo é um lugar com muita gente solitária. Muita gente solitária.
Eu não posso eu também sou >> porque então porque são coisas diferentes. Tem gente tem gente que precisa de duas pessoas. Tem outros que precisam de 20. Cada um, cada um tem as histórias que conduzem isso. O que é fato é ninguém Fica sem ninguém. Não é saudável isso. Não é saudável psicologicamente a questão não é o número de gente contar. Entendi. >> Por vezes ao e a gente vê isso com adolescente primariamente, né? Que ele acha assim: "Não, poxa, eu eu tenho meus dois amigos aqui, eu tô feliz, mas eu acho que eu não
sou muito sociável, porque eu tinha que falar, mas tá tudo bem, né?" É porque a adolescência fechou na adolescência quando existe uma de Grupos muito intensa, né? É, eh, na escola a gente vê isso, você tem um grupo de adolescentes aqui. O período das férias, ele é sempre um período de mutação. Depois das férias aquele grupo muda. E é assim mesmo, né? Tá. E esse indivíduo aí sofre por uma pressão social que para ser legal você tem que táar envolto de 20, 30 pessoas comum. Nem sempre. O que vai ser preocupante é esse aconcente nunca
tem aí. Agora eu tando minha filha ela então eu pergunto Para mãe como eu faço pessoas as pessoas não me deixam sozinha mesmo é uma coisa é não é que as pessoas vai me incomodar não é isso. Sinto eu me sinto melhor estando sozinha. Não sei mas eu de fato melhor que porque se eu tivesse pessoas eu já pensar se não sentivo também porque ela ela fez exatamente Essa semana. Então eu façoar sem >> Então o ponto é a todo mundo precisa de gente, isso é natural do ser humano, não tem como ser humano. E
existem diversos marcos neurológicos para isso. Produção, eu já falei para vocês, produção de rosto, processamente russos conhecidos, aprendizado a linguagem na presença e na interação de outros. Eh, o fato de que a solidão mata, mas Isso não significa que todo mundo precisa de 20 pessoas. Às vezes tem um já suficiente o valoridade. Bom, vamos lá rapidinho aqui para eu poder encerrar. Eh, então o sistema principalmente das emoções. Lembrando do do papel preponderante da Nívela, a Nívela, ela é responsável por integrar essas interações sensoriais essas forças fisiológicas complementares. Vamos dar Um exemplo, na hora do susto,
né? Ah, o susto ele vai gerar que tipo de de resposta fisiológica? Aceleração é aceleração dos batentes cardíacos, né? A batimento cardíaco. Que mais? Respiração. >> Aumenta a respiração pode causar tremedeira, pode causar chudorese, tudo isso é respostas fisiológicas, né? E essas respostas fisiológicas elas foramadas a que tipo de inflação sensorial? Tipo isso aqui, entendeu? Entendeu? É esse esse negócio aqui rapidinho no barulho. Deus quer tirar algumas respostas fisiológicas, como agora a Letícia tá com seu coração respirando mais fundo e a resposta comportamental dela foi se afastar, né, daquilo que estava causando susto nela. Excelente,
viu? Que é o caso da Então, a raí ela vai integrar tudo isso daí. Isso daí é uma informação episódica necessariamente Não. A língua ela é responsável integrar todas cinco relações. E é por isso que a gente vai ver que alguns indivíduos que têm lesão tocando, ainda assim eles aprendem a resposta do meio. Eles podem nem se lembrar mais do que aconteceu. Eles só sabem que eles têm medo. Só que entendeu porque a mí ela entregou essas informações todas mesmo que não se armazene a informação Episódica da situação, né? Nosso armaz episódio episódio da situação.
Lembra? O indivíduo ele sofre inclusive um momento de césio intenso, de um intenso. A liberação excessiva de cortisol pode acabar danificando algumas partes do hipocâbio, fazendo com que esse indivíduo ele não se lembre mais, tá? O car acabar não se lembrando mais. Eh, inclusive animais que tiveram lesão na Ídola, eles acam também nem sentindo Mais medo, né? E aí lembra lá do macaco que o macaco ele acabava ignorando a cobra, né, já na própria lado. Ele queria era pegar a que estava ali. Vamos lá rapidinho analisando aqui o corte de préfrontal e especialmente o corte
préfrontal ventro medial. Lembram? Có préfrontal ventro medial. ele é responsável por ser essa integração entre as emoções processada aí o quadro e o cóf frontal que eh onde ele vai pegar então essas Informações mais ã racionais que a gente pode dizer. E aí com experimento de mágem, percebeu-se através do marcador somático que nós tendemos a ter respostas fisiológicas primeiro, que essas respostas nos auxiliam a tomar determinadas decisões. Lembra? indivídu lesão no córtex préfrontal, especialmente cótex pré-frontal ventro medial, eram indivíduos que, apesar de ter a sua convenção preservada, sempre tomavam decisões erradas, como eh o caso
Do Fasade, como é o caso ah e esqueci o nome dele, lá, que era o caso do que Antônio Lamar estudou, apesar de ter a sua congreção preservada, ele continuava tomando decisões erradas. Por quê? porque não tinha esse marcador emocional, esse marcador somático, ou seja, seu corpo não reagiu eh a determinados riscos que surgiam dentro de si e ele não conseguia projetar os períodos do futuro, que era o caso nesse experimento aqui da ilha de Caras, onde Uma pula trazia recompensa, a outra trazia muita punição, apesar de grandes recompensas iniciais. o indivíduo com o córtex
prejudicado, ele acabava eh escolhendo sempre a outra que dava recompensa grande a início. Ele não conseguia projetar a emoção de uma coisa de uma coisa futura. Beleza? É, temos a nossa prova na semana que vem. A prova ela será composta de 15 questões, três objetivas e duas Dissertativas. OK? indo até aqui o o fator das emocionais e sociais. OK? Isso aí, nos vemos até >> gente. Deixa eu já falar sobre isso aí, pessoal. Eu vou ver com professor