Bem-vindo a mais um episódio aqui do Irmãos Dias Podcast. Hoje trazendo mais um convidado super especial. Vamos falar muito aqui sobre facções criminosas, sobre o que que tá acontecendo aqui no Brasil em relação tanto às facções criminosas como as leis, quanto a política. Enfim, nós trouxemos aqui o sargento Castro, são mais de 37 anos na polícia e também, né, a gente vai falar um pouquinho sobre a história dele, Histórias que ele vivenciou. Vamos colocar aqui o Cas para contar bastante história que eu sei que ele gosta, né, Carol? Exatamente. E eu tava falando com o
sargento ali fora e gente, eu eu, Carol, eu gosto de ver essas coisas de crime, porque a gente consegue ver como é que tá a situação e como que as coisas estão maiores, né, tomando maiores proporções. E a gente tá vendo isso no Brasil, principalmente. Eu comentei muito sobre feminicídio, a gente também Vai falar isso com o sargento, que é algo que tá crescendo muito e que a gente vai lutar bastante para que tenham leis mais rigorosas. Mas pessoal, a gente vai falar aqui do nosso investidor 10, que é o nosso nosso patrocinador aqui. Você
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e o também o link aqui na descrição do nosso vídeo. Sargento Castro, conta um pouquinho sobre a sua história. 37 anos de polícia, deve ter muita história pra gente contar aqui, mas fala um pouquinho como é que você começou, né? >> Primeiramente, muito prazer em recebê-lo. Examente. Obrigado por tá aqui com a gente. Obrigado. Eu quero agradecer a toda a vocês, a Carol, André, toda a audiência aqui do do irmão É irmãos Dias, né? Irmãos Dias Podcast. >> Irmãos Dias Podcast. Eu quero agradecer eh o convite. Tô muito lisongeado de estar aqui. Eu gosto muito
dessa desse tipo de comunicação que é o podcast, que é um tipo de comunicação que a pessoa escolhe o que ela quer assistir, né? Se é que nem você falou, você gosta, você vai procurar, né, podcast, programas que tenham esse esse esse teor, né? Então eu quero agradecer a audiência aqui, peço p se inscrever, que isso é muito Importante pra gente, deixar o like lá. E cara, e assim, eu entrei na PM em 1987, né? Entrei na PM, era bancário, aí não me via não, não tem ninguém na minha família policial militar, ninguém. Eu sou
o único policial militar e eu não me via bem em banco, cara. Tinha até já um um cargo ali de chefia, né? Mas não me via bem. me viu parecia que eu tava um leão dentro de uma jaula, sabe? Aí um dia Entrei em treta lá com o gerente, ele me mandou embora e eu cheguei em casa, falei: "Mãe, eu vou entrar na polícia". Minha mãe falou: "Minha mãe é baiana, né?" Falou: "Oxe, tá ficando doido". Falei: "Não, mãe, vou entrar, cara". Fiz tudo, foi tudo assim, sabe, muito encaminhado, era coisa de Deus mesmo. E
eu vou vou dizer para você que eu sou um profissionalmente eu sou a pessoa mais feliz do mundo, porque eu trabalho no que eu amo fazer. Eu amo ser policial Militar, entendeu? Eu amo trabalhar. Eu eu eu amo ajudar as pessoas. A minha vida era dedicada para ajudar as pessoas. A partir do momento que você assume uma viatura e você sai pra rua, cara, um a gente chama de mãozinha. É aquela pessoa que tá precisando de ajuda, não ligou, mas viu a viatura, dava a mãozinha. Ó lá, vamos encostar. Às vezes era uma orientação, às
vezes era uma carona, às vezes, ó, dá para você socorrer meu filho, entendeu? Quantas vezes a gente, uma vez eu eu até cân fal, uma vez eu vinha na na Salim Faramaluf, eu já entro contando história, já tava na Salim Faramaluf e era de noite, né? E eu vi uma senhora carro pneu furado, né? E ela na parede ali no telefone. Encostei com a viatura, liguei o highlight até para protegera ela ali, porque ela não tinha colocado triângulo, nada, né? E a senhora tá com problema? Foi: "Então, furou meu pneu e eu tô chamando o
seguro, mas não tô Conseguindo." Falei: "A tem step?" Ela falou: "Não sei." Aí eu fui olhar, tinha step, falei: "Não precisa chamar o seguro, eu vou trocar o pneu pra senhora". Aí ela falou assim: "Ah, o senhor vai trocar?" Falei: "Troco, fica". Aí eu falei pro meu meu parceiro, né? Fica na segurança. E fui ali, né? Conversando com ela, coloquei o macaco, pá, tirei o pneu, coloquei o pneu dela, pá. Coloquei lá no porta-mala e falei para ela, ó, eu não coloquei no no Reservatório, eu coloquei em cima para a senhora lembrar o marido da
senhora para arrumar, né, o step. Ah, tá bom, muito obrigado. Foi embora, agradeceu a gente. Aí passou um serviço, no outro serviço cheguei para assumir o serviço. Aí o, ó, o comandante pediu para você encostar no batalhão. Tá bom. Fui lá no batalhão, entrei. Aí quando eu entrei na sala do do do coronel, tava ela sentada com o senhor e eu conheci ela, né? Aí já me veio na cabeça. Falei: "Não acredito que Essa mulher veio reclamar de mim, né? Não falou a primeira. A gente é tão a o policial militar ele é tão negativo
com isso daí que eu fal não é possível que ela veio reclamar de mim, né, meu? Pensei, né, comigo. Aí entrei, me apresentei pro comandante tudo bem, ó. Aí ele falou assim, ó. Aí levantou, né, o coronel tal que era o marido dela, um coronel tal, falou bem, seu coronel, senhora. Aí ele falou: "O senhor lembra de mim?" Eu falei: "Lembro, senhora tava Com pneu furado na na salinha Faramuf e eu apoiei a senhora. Troquei o pneu do carro da senhora. Não foi isso? >> Isso outro dia. >> Isso. Dois dias depois. >> Ah, dois
dias depois. Tá. Aí ela falou assim: "É, então foi isso mesmo". Aí o coronel falou: "Eu vim aqui pessoalmente agradecer você. Ela é orientada a não falar que ela é esposa de o coronel. Eu oriento ela, né? Ela não, por isso que ela não falou, né? Mas ela me falou da Sua prestatividade, então eu vim aqui te agradecer pessoalmente, te elogiar pessoalmente. >> Olha que legal. >> Eu falei: "Pô, legal." Eu falei: "Ô, comandante, a gente faz isso corriqueiramente, isso é normal pra gente". falou: "Não, eu sei disso, mas como você foi muito prestativo, fiz
questão de vir aqui olhar nos seus olhos e te parabenizar. Isso pra gente vale muito mais do que qualquer de dinheiro, Entendeu? É salva >> a valorização. >> Outra vez eu estava num num equipe de de moto, trabalhei muito tempo de moto, gosto de moto, meu transporte é moto. E aí eu recolhendo pro batalhão ali na Amador Bren da Veiga e eu a moto vai no corredor, né? Eu passei no corredor antes de entrar no batalhão, nós paramos, tava em três motos e tinha um, eu parei do lado de um carro, eu olhei e a
senhora olhou para mim assim, mas sabe Com aquele olhar desesperador, olhou para mim assim e fez assim, baixou a cabeça. Aí eu estiquei um pouquinho a moto pra frente, olhei o cara que tava do lado dela. O cara dela, do lado dela tava assim, ó, duro. Aí eu olhei os dois da frente, os caras também, o trânsito partiu. Aí eu dei um toque de sirene pros cara avisando que eu ia bordar o carro. Dei um toque de sirene e fiz assim, ó. Quando eu dei toxina, o cara achou que Era para ele parar e ele
imprimiu velocidade. Eu com a moto fui atrás dele, chegou lá na frente uma parte da da da Amador Buena da Vega que fica contramão ser obrigado a entrar à direita ou à esquerda. Ali parou, tinha um farol, ele parou, parou. Quando abriu as portas, saiu todo mundo correndo, entendeu? Conseguimos pegar, eu consegui pegar um que tava atrás, que o carro era dua, era duas portas, ele não conseguiu sair. Eu já falei para ele, deita no Chão, deita no chão. Ele deitou. Aí os meus parceiros chegou, falou: "Um correu para cá, outro correu para lá". Aí,
geralmente quando é assim a gente não divide porque e você divide forças. Então, geralmente a gente escolhe um lado, um vai ganhar. Aí eles foram para cá e pegaram o outro. Pegamos dois. O cara tava com o simulacro, que é uma arma de brinquedo, né? Mas a mulher não sabia. Ela não sabia. Mulher tava apavorada. Mulher tava tava desesperada. >> E foi engraçado porque quando eu falei pro Cadê tá no chão, ela desceu do carro e me abraçou. E ela me abraçou e eu fiquei, sabe naquela, porque eu falo: "Não, senhora, não me abraça, porque
eu tô aqui de olho no cara, né, meu? Não, senhora, fica aqui não, pelo amor de Deus, o senhor me salvou. Fica aqui do lado, senhor. Pera um pouquinho. Emocionado e chorando, chorando. >> Ela foi eles falaram que ia me matar. >> Aí eu não falei para ela não, eles não Ia conseguir te matar com essa arma, né, meu? Mas, né, cara, sabe, >> não sabe. E de repente o cara tá com a faca ali. Não tava. O outro que correu podia estar com a faca ex >> ou podia matar ela de outro jeito, né?
Levar ela para um cárcere. E aí ela, pô, ficou sub. Então essas coisas que move o policial militar que é vocacionado, entendeu? Exato. E que, aliás, um recado aos todos os policiais, muito obrigada por cuidarem da gente, porque vocês Arriscam a vida de vocês por nós, ganhando um salário que é, na minha opinião, vergonhoso, que deveria ser muito maior. Tô incluindo aqui também bombeiros, todos vocês que arriscam a vida de vocês e que estudam, porque é muito difícil ser policial, não é fácil. Vocês provas e provas. Muito obrigada de verdade por defenderem a gente, porque
quando vocês tomam uma ação mais agressiva e que é necessário, as pessoas falam em direitos humanos, mas vocês Fazem pelo pela nação. Então vocês têm que combater sim o crime e vocês merecem o nosso apoio. Então aqui até me arrepiei porque eu já precisei de ajuda de policial muitas vezes e eu sempre fui muito bem tratada. Então, tratem bem os policiais, eles são autoridades. E você aí que faz gracinha e que acha que é malandro ou malandra com policial, tome muito cuidado, porque com certeza esse policial ele te conhece. Só de olhar, ele te conhece.
Então, respeitem os Policiais. Só só uma dúvida, só uma questão porque como você falou, né? Você sempre foi muito bem tratada. E aí eu até queria tocar no assunto porque vai ter pessoas que vão >> vão falar assim: "Ah, mas você foi bem tratada porque você é dãoquinha, você é rica, tal". Eh, sargento, eh, as pessoas que estão nos assistindo, claro, muitas moram em comunidade e falam que às vezes são maltratadas por policiais, tudo mais, isso realmente acontece, eh, ou às Vezes é um mal necessário? Qual a sua versão sobre isso? Porque com certeza as
pessoas vão falar assim pra Carol: "Pô, mas você tá falando que foi muito bem tratada porque você é rica, bonita, tal, não sei o quê, é diferente aqui no morro ou aqui na favela, aqui em São Paulo, Paraisópolis, não sei o quê". Que que você tem a dizer sobre isso? Problema do do das comunidades, vamos falar das comunidades, é que é assim, nós na comunidade há um governo Paralelo, né? O traficante ele faz um governo paralelo. Por quê? Ele o o morador fala: "Poxa, olha, meu, eu tô precisando comprar um remédio, meu filho, tá aqui,
vai lá compra. Olha, eu tô sem dinheiro para comprar um gás. Não vou dar um gás para você. Quando você tiver dinheiro, você paga". Faz as vezes, às vezes do governo, do estado. >> E aí o que que acontece? Quando você vai, um policial militar, você vai Prender esse cara, a comunidade se revolta contra o policial. >> Hum. >> Você tá entendendo? >> Então, por isso que muitos que moram na comunidade não gostam do polícia. >> E eu vou te explicar um outro motivo. Você quer ver um um motivo fácil de você explicar por que
não gosta? Porque eu vou dar só um um um coisa que ninguém nunca pensa. Um exemplo, você mora num lugar que é invadido, o dono daquele Terreno entra com processo de reintegração de posse. >> Sim. o direito dele. Claro, é um direito dele, é um direito constitucional dele. Então ele entra, aí o juiz expede um mandado, né, de reintegração de posse, vai pro oficial de justiça e esse oficial de justiça chama quem para retirar a pessoa da casa? >> Polícia. >> Você tá entendendo? Então, uma criança que mora ali, ela não sabe que foi o
Juiz que mandou o oficial de justiça e o oficial de justiça pediu apoio da polícia para fazer cumprir aquele mandado. Então, na cabeça daquela criança, foi o policial que me tirou da minha casa. >> Sim. >> Foi o policial que me expulsou da minha casa. Você tá entendendo? E o pai e a mãe não faz questão de de orientar a criança, de falar para eles: "Não, filho, não é." né? Então a criança já Nasce com aquilo na cabeça. Amanhã ela odeia o polícia porque o polícia me tirou da minha casa, mas não foi o polícia
que tirou. Você tá entendendo? Sim. Então, muitas vezes as pessoas aí vai também no lado do traficante, que o traficante dá aquela falsa falsa impressão de que tá ajudando a pessoa. Mas não tá ajudando, meu irmão. Amanhã ele vai pegar o filho dessa dessa mulher para ser um vapor. >> Mas você não acha, ô sargento, não sei. Aí você pode me falar melhor. Você não acha, sargento, que nas comunidades tem aqueles, eu não sei me, não sei se eu vou saber me expressar, mas digamos assim, os traficantes menores ou aqueles que são meio laranja, dos
grandes, você acha que os grandes estão lá? Tem alguém que é grande em comunidade hoje? >> Ah, tem, tem muitos. Só que esse esse cara ele mora na comunidade, ele comanda o tráfico na comunidade, mas ele não usa drogas, ele não é eh fichado Criminalmente, ele é um cara de boa. Se você abordar ele, ele é o dono da favela. Eu sei porque eu tenho lá perto de casa, tem uma comunidade e eu conheço o dono da favela lá. Eu vire crescer, vire pequenininho. >> Eles moram dentro da comunidade. >> Eles moram dentro da comunidade.
>> Porque muitas pessoas falam que os os grandes traficantes eles estão nos maiores prédios do Rio de Janeiro. >> Não, esses daí esses daí não são os Grandes. Esses daí são os fornecedores. >> Ah, tá. São eles que importam. Eles importam. Eles tem o >> que aí faz o contato com >> tem o noal para importar. Porque o cara que é traficante, que tá ali na linha de frente, que tá com que ele é o dono da favela, esse é o dono da boca, esse cara ele comanda ali o o, vamos dizer assim, o trabalhador
ali, entendendo? >> Ele é ligado a uma pessoa que tá lá, que essa pessoa não é só nenhuma comunidade, São várias comunidades que ele fornece, você tá entendendo? Então, tem tudo essa estrutura. Agora o cara, o o dono da favela mesmo, ele tá lá, ele vive lá, ele tá é até engraçado, né? Com o olho do dono é que engorda o gado. Ele tá lá, ele tá comando tudo, você tá entendendo? Ele tá lá e ele é o cara que ele não enfrenta a polícia, ele é um cara que ele não usa drogas, entendeu? Ele
é aquele cara um cidadão, >> passa, um cidadão perfeito, só que ele Comanda ali. E como é que a por que que a polícia não pega esse cara, Castro? tem algum acordo com o governo? >> Não, justamente justamente por causa disso, porque você não tem nada ali contra ele. Você pode saber que ele comanda a favela, mas se ele não tá cometendo o o tipo o você saber que ele está comandando a favela, não é um crime. >> Ele pode estar fazendo uma apologia ao crime, uma apologia ao uso de drogas, só Que você aborda
esse cara, ele não tem nada, cara. Você não acha uma arma com ele, você não acha droga, você puxa o nome dele, tá limpo. Você tá entendendo? Aí é onde a tem que haver a investigação. Aí não é a Polícia Militar, aí é a Polícia Civil que vai fazer a investigação, né? Colher material para fazer o inquérito e prender esse cara. Aí não é, aí não é a Polícia Militar, aí já vai pra polícia civil, entendeu? A polícia militar é Aquela que vai deparou com crime e vai tomar providência. Uhum. >> A parte de investigação,
muitas vezes as pessoas não entendem isso. A parte de investigação, ela é ela é ela é destinada à polícia civil. >> Uhum. >> Então, por exemplo, o policial militar, ele prende um cara com a arma, vai levar pro DP, a Polícia Civil vai mandar aquela arma pra perícia, vai tentar descobrir de onde veio aquela arma e vai Correr um inquérito. >> A Polícia Militar, ela chega até ali, até o inquérito. Do inquérito pra frente é tocado pela polícia civil, entendeu? Então, por exemplo, se a Polícia Civil eh fizer esse um inquérito ali e conseguir reunir
crimes ali para prender aquele cara, vai prender. Foi o que aconteceu agora na na Faria Lima, né? Os caras conseguiram ali fazer uma operação e descobrir que tinha operadores ali do tráfico ali. >> Uhum. >> Até o o pessoal que às vezes, ah, por que que não vai lá prender o pessoal da Faria Lima? Eh, porque eh eh mata o traficante na favela e não mata o cara que tá na Faria Lima, que é o Falei porque o cara da Faria Lima, ele não atira gente de fuzil, ele comanda o crime no colarinho branco. Se
você chegar lá bater na casa dele, ele vai te atender. Tranquilo. Agora se você >> mandado aqui, eu tô com mandado aqui para olhar a sua casa. Ele, opa, fica à vontade, não tem nada. Agora >> agora chega no morro lá, >> você vai no morro, acontece o que aconteceu no Rio de Janeiro, [ __ ] >> É, os caras te recebem com bala, né? não recebe com tiro. E a polícia do Rio de Janeiro naquela operação, vou falar para você, foi uma operação, só não foi, eu vou dizer assim, perfeitíssima por causa que morreram
policiais, entendeu? Porque Senão 120, 130 traficante que morreu, aquilo ali foi e vamos >> e a comunidade apoiou, né, sargento? Acho que foi 96%. >> Apoiou a comunidade. O governador do Rio de Janeiro ganhou muito. >> Tem muito trabalhador ali, né? Essa gente que tem medo, né? Eu até entrar numa questão agora que tá sendo muito comentada, sargento, e que me revoltou bastante. Tem várias aí que a gente vê, né? Todo dia parece que acontece uma Coisa muito triste assim nessa nessas coisas de que a molecada tem feito com as mulheres, meninas e tal. Essa
questão que aconteceu da menina de 17 anos, que foi a palavra, né, foi violada, pra gente não ser aqui, >> violada, >> eh, tombado, por quatro meninos. E eu tava vendo esses quatro jovens, eles são maiores de idade, eles são 18, >> não teve um de 17 que não acharam e os outros quatro, >> os outros quatro são maiores, maiores. >> Sargento, o que que vai acontecer? Essa essa é minha visão. O que que acontece agora com esses meninos? Eles vão ser presos de fato, ficar bastante tempo? Como é que serve a lei de quem
faz isso com uma menina dessa que agora vai carregar esse trauma para? Mas é importante reforçar que eles só se entregaram devido acho que a força das redes sociais que estamparam o rosto deles e pressionaram >> examente >> a a a prisão deles. Porque se talvez isso não tivesse acontecido, talvez eles estavam soltos aí. >> Fazer não. Mas com certeza vai ter retaliações a quem quem expôs as fotos deles >> assim porque não pode, >> não pode. Aquele aquele aqueles meninos que que supostamente espancaram a orelha lá, né? Teve gente que expôs as fotos dele
já tão já estão sofrendo sanções, Entendeu? Então quer dizer, não pode expor. Infelizmente a lei, a a legislação brasileira não não >> isso porque eles são menores de idade. Mesmo mesmo você pode expor de qualquer jeito. >> Não pode expor. >> E se for um vídeo, sargento, por exemplo, que a pessoa bota assim um >> borrô ali, ali aí pode, aí pode mesmo. A foto você colocar uma foto meia meia borrada ali pode. >> O que acontece? Eles não vão ficar presos porque primeiro eles não foram pegos em flagrante. Começa por aí. >> E a
palavra dela contra eles, né? >> E a palavra dela contra eles. >> Por isso >> é, vai ter que colher, vai ter que colher material aí. >> Mas o delegado parece que pegou algumas coisas ali, né? >> É. Então, então o delegado que é da Polícia Civil, ele vai ter que montar um processo aí muito bem montado para poder chegar no judiciário e o judiciário pedir a prisão preventiva deles, entendeu? Porque até então eles se apresentaram, o delegado lavrou lá a apresentação deles, né, para e eles foram solto. Entendeu? Agora com o o o rolar
da investigação, pode ser que o delegado com o material suficiente peça a prisão preventiva deles, entendeu? No caso dos maiores do país, por exemplo, >> nesse caso, >> nesse caso não. Nesse caso não, porque se eles tiver passaporte, os passaportes são retidos, né? Sim, eles eles sai de lá, ó, vocês se apresentaram, não vão ficar presos, mas vocês não pode deixar o estado, começa pelo estado, pode deixar o estado, muito menos o país, né? Mas aí o delegado já retira o pass, tiver passaporte, já recolhe o passaporte, tudo, né? Para não ter perigo de fuga,
entendeu? Mas aí você vê Que que é uma é uma a gente vê uma banalização, né? Hoje em dia banalizou tudo. Tudo no país é banalizado. Você vê aí eh há pouco tempo atrás eu vi aí uma criança de 12 anos que tava casada, entre aspas, com um cara de 35 anos e o cara traficante. >> Meu Deus. >> O cara é traficante. Aí a polícia, a polícia civil fez o processo e prendeu ele por estupro, estupro de vulnerável. Porque a lei de a lei brasileira diz Abaixo de 14 anos, mesmo que a que a
no caso é uma criança, mesmo que a criança fala: "Não, eu quis ter relações sexuais com ele". Não pode, é estupro. E ele foi, pediram a prisão, foi paraa segunda instância e um o os desembargadores eram três, uma mulher eh voltou por a pela permanência da prisão dele e os outros dois não falou que lá naquele na naquele estado era comum isso, mas não tem comum, tem lei a respeito disso. E aí eles foram, Soltaram o cara, mas aí onde houve a força da da das redes sociais que todo mundo se movimentou. Inclusive eu gravei
um vídeo sobre isso que eu achei isso, pô, >> um absurdo, né? >> Um absurdo. Se tem lei aqui no país que norteia isso, acabou, meu irmão, é lei. Você não pode ir contra a lei. >> Você tá entendendo? Se não tivesse lei, tudo bem, mas tem. Aí você vê um desembargador Tomar uma atitude dessa. Aí foram aí voltaram atrás e prenderam o cara. >> Uhum. >> Mas tudo isso por quê? Porque as redes sociais foram lá e movimentaram. >> Então hoje em dia as redes sociais ela faz um trabalho, tudo bem que tem gente
que usa pro lado do mal, >> sim. >> Mas quando ela é usada pro bem, ela tá fazendo um trabalho espetacular. Mas Sabe o que a gente tem que reforçar, sargento, que muito dessas questões que estão sendo reforçadas nas redes sociais estão ligadas a a jovens que tem um poder aquisitivo mais alto, >> porque essas situações acontecem nas nos bairros mais humildes, nas favelas, e muita gente não fala nada, >> passa despercebido, >> passa despercebido. O por que que tá todo mundo forçando nas redes sociais? Porque é filho de rico ou é filha de Rico.
Agora, quando acontece nos bairros mais humildes, ninguém tá falando nada, né? Então, a gente tem que levantar essa questão. Agora, já aproveitando esse gancho, eh, sargento, eu quero saber de você se você apoia a redução da maioridade penal, por nós estamos vendo muitos crimes sendo cometidos por menores de idade >> e que tá passando em branco, né? >> É, o Milei, o Milei diminuiu lá 14 anos. Argentina mudou, >> era 16 lá, era 16 na Argentina, ele baixou para 14, entendeu? Aqui no país é um absurdo isso. O jovem pode votar com 16, por que
não pode responder por crime, né? Mim eu sou mais radical. Para mim era 14 anos. >> Eu também acho. >> 14 anos. Tem noção do lógico que tem. Pô, o moleque >> car sabe pegar uma faca, enfiar outro menino. >> Eu tenho um filho de 7 anos. Meu filho De 7 anos ele dá nó em Pingo d'água. Meu, o moleque é ligeiro, tem 7 anos. Agora você imagina um moleque de 14 anos, >> entendeu? Passou da hora, passou da hora >> de de baixar essa maioridade, essa maioridade penal para 14 anos, cara. Passou da hora.
E esse crime aí do do do você vê a a gente tá tão banalizado que pensou um crime de um cachorro, né? Um a morte de um cachorro para poder mobilizar isso daí, cara. E quantas Crianças, quantas pessoas, quantos pais de famílias não são mortos aí por menores de idade? Porque eu trabalhei na rua, eu sei quando a gente ia abordar dois cara, sempre quem tava armado era o menor. >> Uhum. >> Sim. >> O menor é que empunhava a arma. Por quê? Porque o cara já falava, ó, ele fazia questão de sempre ter um
menor na na grande, sempre vai ser preso mesmo. >> Então, ó, a arma tá com ele, a arma tá com ele. Então, o menor sustentava, não, a arma tá comigo e ele segurava porque ele conta com a impunidade. A impunidade tá a favor dele. Não, a arma tava comigo. E ele bate o pé naquilo. E a gente, como nós somos legalistas, a gente não pode eh pegar a arma e falar: "Não, tava com você". Nós não pode. Se eu abordei, eu peguei a arma com menor, a gente tem que falar que a arma tá com
menor. Quando ele falar, "Ah, por que Você não fala que a arma tá com menor?" Não pode, pô. >> E por que que não mudam essa lei, sargento? Qual o interesse por trás disso e não mudar? >> Cara, é um interesse político. Tudo aqui no país tudo é eh eh vai por interesse. Você vê aí partidos de esquerda que defendem vagabundo. >> Uhum. >> Né? Defende vagabundo abertamente, cara. Porque, ó, >> eu penso assim, cara, o meu modo de pensar é assim. Eu acho que é um modo de pensar da maioria, da esmagadora maioria dos
brasileiros. O cara cometeu um crime, meu irmão. Cometeu um crime. Ele foi condenado por todas as provas, né? Esse cara não tem que ter direitos, [ __ ] Que que direito que esse cara tem? Acabou. Ó, seus direitos foram seus direitos civis foram cassados. Hoje em dia, o que você tem? Você vai cumprir a sua pena na cadeia. Você vai trabalhar Na cadeia para você pagar o seu sustento, certo? Vai trabalhar na cadeia e acabou. Fim de papo. Não tem direito à visita íntima. Ah, o cara teve bom comportamento. É obrigação dele ter bom comportamento.
>> Exato. Saidinha. >> Agora saidinha eh redução de pena. >> A gente paga mais para ele às vezes um que um trabalhador, né, sargento, que trabalha muito para ganhar um salário e eles têm lá auxílio, reclusão, >> [ __ ] cara. Outro câncer. Câncer, essa audiência de custódia, [ __ ] A audiência de custódia só beneficia vagabundo. >> O que que seria a audiência de custódia? Custó é assim, o cara foi preso em flagrante, a polícia civil que vai tocar o inquéro, ela tem um prazo máximo de 24 horas para colocar esse vagabundo na frente
de um juiz. E o juiz vai lá, pasm, não vai perguntar se ele, o que ele fez com a vítima, Qual o crime que ele cometeu. Nada disso interessa na audiência de custódia. Vamos perguntar para ele se ele foi bem tratado pela polícia. Essa é a única função da audiência de custódia. Nossa, >> exato. A gente tem um colega, o André sabe, que ele é policial militar e ele cuida da parte de pedófilo. E normalmente, gente, eh, não tem erro, porque os policiais federais eles, desculpa, eu falei militar, né, federal, Eh, eles estudam muito, eles
têm ali quase, eles sabem, eles têm a certeza muitas vezes que é aquela pessoa. E o que que ele contou para mim um dia que eu fiquei chocada? Eles pegaram um pedófilo e o pedófilo começou a chutar ele, chutar o policial. bater no policial. Ele falou: "Eu não posso fazer isso. Ele pode, mas eu não posso". Então, poxa, cadê os direitos do policial? Acontece algo. O policial tem que se defender, ele tem que ter uma lei Que proteja ele também. Tô certo ou não, sagito? Muito direito para prag, >> muito direito para vagabundo. Hoje em
dia o policial perdeu a fé pública. Quando eu entrei em 1987, até vários anos depois, a gente tinha fé pública. O que que é fé pública? O que o policial falasse era verdade. Você tá entendendo? Era verdade. Hoje em dia isso caiu por terra. Hoje em dia a audiência de custódia, o vagabundo chega lá e fala: "O policial me bateu". Vai, vai se abrir um processo contra o policial. Não vai, ah, vamos ouvir o policial, não. Não vai abrir um processo, o policial vai responder um processo, porque o vagabundo, né, simplesmente falou que bateu nele.
E a palavra daquele vagabundo tem fé. o juiz já o policial já sai dali já com mais um procedimento para ele responder. Isso não quer dizer que ele vá eh eh ser punido, mas ele mas é mais uma dor de Cabeça para ele, tá entendendo? Então, cara, é um absurdo o que acontece no judiciário brasileiro. O judiciário brasileiro, infelizmente, uma boa parte tá aparelhada. A gente vê que os cara eh fazem tudo para beneficiar vagabundo, entendeu? Tudo. Essa audiência de custódia é uma aberração, cara. Isso tinha. Eu sou até a favor da audiência de custódia,
mas tivesse a audiência de custódia pro ladrão e tivesse pra vítima. >> Sim, claro. >> Uma vítima aqui. Vamos perguntar o que que ele fez. >> Ah, ó, ele me queimou do cigarro. Ele tem, falou que colocou arma na cabeça do meu filho pequeno. [ __ ] tem que ver o Não, é só para ver se o tratamento por parte da polícia foi humano para ele. >> Absurdo. >> Um absurdo, cara. É um absurdo. Outro absurdo é você, pô, eh, igual você tem um carro, o ladrão rouba seu carro, ele Não pensa meia vez em
bater seu carro no que ele tiver que bater para ele se safar. Aí ele prende ele. Esse cara não é responsabilizado pelos danos que ele fez no seu carro. >> Exatamente. Você tem seguro, mas vai ter que pagar a franquia. Aconteceu comigo, eu tive que pagar uma franquia altíssima quando um marginal >> me assaltou, levou meu carro e apareceu com o carro batido. Eu gastei uma fortuna. ainda levou a chave do carro, Gastei mais dinheiro para fazer a chave. Agora o ô sargento, sabe uma coisa que eu tava pensando, voltando no caso da menina e
outros casos também, me veio aquela história do Neymar quando ele foi acusado de estupro e por sorte, eu não sei como até hoje >> ele conseguiu provar que ela tava mentindo. Então assim, não tô falando longe disso, tá? Não tô falando que a menina mentiu. Eu acho, acredito que a polícia tem, ela vai conseguir n provas Para provar isso, né? Aí ligando até um outro caso, por exemplo, do Robinho, a a menina acusou que oito homens, acho que estupraram ela, uma albanesa, e a polícia fez um trabalho muito legal, puxou gravações e conseguiu provar aquilo.
Mas a única preocupação que eu fico desse caso é o julgamento talvez precoce de pessoa, porque imagina que que vamos supor que esses meninos são inocentes, né? Não acho que é o caso, mas que vamos supor, se acaba com a vida Desses meninos, acabou. Porque o tribunal da internet ela não quer saber, ela te acusa. >> Tribunal do crime, né? É o tribunal, cara, te coloca contra a parede e acabou na rede social. Então eu acredito que a polícia civil vai fazer um trabalho muito legal, porque esses meninos se fizeram isso mesmo, com certeza deixaram
muitos rastros, conversa no WhatsApp, telefone, eh, conversando, comemorando, não sei. E aí com certeza vai conseguir Comprovar. Mas acho que só que a gente tem, vamos lembrar da história do Neymar, porque ali o Neymar foi julgado pela internet, >> todo mundo, né, >> todo mundo chamando ele de violador e tal e depois ele conseguiu provar >> por muita sorte não poderia ter acabado com a carreira do Grear. >> Mas do Daniel Alves aí que a gente viu, por exemplo, eu eu não conheço o Daniel Alves, tá? Não sei a história que Aconteceu, mas eu já
vi gente falando e aí são opiniões que ele fez, mas eu já ouvi gente falando que ele não fez. Você entendeu? E aí vai da polícia fazer um trabalho legal. A polícia tem que fazer trabalho. >> Mas aí, mas aí eu sei, André, onde você quer chegar e eu sempre bato nessa tecla. E eu acho que quando uma pessoa ela foi acusada de um crime de violação sexual, não vou nem falar a palavra porque hoje em dia você fala aí já já [ __ ] já, né? Uma uma violência sexual, vamos dizer assim, uma violência
sexual. [ __ ] se a pessoa igual eu, eu hoje sou uma pessoa, quero, não quero, eu sou uma pessoa pública. Claro, você tá entendendo? Hoje eu vou na academia lá, eu não uso o celular na academia, eu fico com medo. >> Porque se eu tiver com o meu celular aqui, a menina de repente fala: "Ah, você tá me filmando?" >> Já faz um scarcel, pronto, já vão falar: "Ô, você tá filmando ela?" Você tá entendendo? Então não nem pega o celular na academia para não ter problema. E hoje o que que acontece? Igual essa
menina que fez com o Neymar lá, que o Neymar conseguiu provar que não tinha nada a ver. O que que foi eh incutido ela de crime? Nada. Uma falsa comunicação de crime. >> Ela tá solta, >> ela tá de boa, né? Tá solta, né? >> Falsa tá solta. Uma falsa comunicação de crime. A pessoa vai lá, paga uma uma uma trabalho social e já era. >> Ela deveria ser presa para dar o exemplo para que não conseguia. >> Devia, ela não, ela não incutiu a ele um crime de, de, de, de de uma penalta. Ela
devia agora responder com um crime na mesma mesma proporção, proporção, >> porque aí você inibe. Tem muitas mulheres e daqui eu não tô querendo dizer que todas as mulheres que sofrem Algum tipo de agressão sexual estão mentindo. >> É, não estamos generalizando, estamos generalizando. Mas tem muita mulher aí que se aproveita da situação para se para se vingar do do companheiro. Ah, tipo assim, >> ah, esse cara me traiu. Por exemplo, uma traição não é crime >> não. >> Se você traiu, se a se se a sua esposa te traiu, você separa dela, já era.
Vida, vida que segue, ela vai seguir a vida dela e já era. Mas aí tem a mulher às vezes é traída. Ah, ele me traiu. Ah, eu vou aí que >> vou fingir que ele me bate. Ela vai lá, se espanca. Casos aí da pessoa, da mulher, filmagem da mulher se batendo tudo. E ele lá e fala assim, ó, ó, meu marido me bateu. E a e a justiça, o que que ela faz? já dá uma uma proteção olha pra mulher na hora e já tira o cara da casa. >> Exatamente. >> É automático. Porque
se ela te dá um um uma proteção ali, eh, me faltou o nome agora, uma medida protetiva, uma medida protetiva >> protetiva, >> você tem que sair da casa. Exatamente. >> Um golpe que o sargento falou aqui, que que é interessante, eu vi muitos advogados falando, é o seguinte: o cara conhece uma menina, se apaixona. Exato. >> E aí o bobão vai lá, vem morar comigo. Já é >> isso. Já é. >> Putz. Aí dá dá um mês, a menina começa a aprontar com ele. Bá bá bá. Simula que apanhou, vai na delegacia, medida protetiva,
o cara é obrigado a sair da própria casa. Isso existe, né, sargento? Muito, muito. Tá acontecendo demais aí. E a justiça deveria se atentar a isso. >> Sim. >> Só que a justiça hoje em dia parece que ela fica cega quando envolve mulher. >> E tem homem também, né? Eu vou te dar um outro caso. Vou te dar um outro caso. Não tem. Eu vou te dar outro caso. Aquela louca lá que brigou com o namorado e o namorado saiu com a amiga na moto. Ela passou e atropelou e matou os dois na moto. >>
Uhum. >> Você viu isso daí? Você chegou dele? Ela ela estava em casa, né? Brigou com o namorado por telefone. Ah, o namorado falou: "Não, eu tô num tal lugar, numa Festa". tava numa festa o namorado >> e brigou com ela. >> Ela pegou a mãe, uma mãe uma madrasta, não me, acho que era madrasta, colocou no carro e vamos lá na onde ele tá. Quando ela tá chegando na festa, o cara tá saindo com a moto com a menina na garupa que era amiga dele. Ela acompanhou, passou, bateu na moto, passou por cima, matou
o cara e a menina. >> Meu Deus. >> E aí o que acontece? Um crime bárbaro, um duplo homicídio, >> entendeu? Um duplo homicídio, um crime bárbaro. Aí ela foi presa. Ah, ela estava em surto psicótico. [ __ ] >> manda rasgar uma nota de R$ 100 que eu quero ver se tava, né? >> Não rasga, entendeu? Aí a justiça passa a mão na cabeça, >> não tá er >> passa a mão na cabeça. Aí vai aquele Cara lá que atropelou a menina e arrastou. A menina perdeu as duas pernas e depois morreu. Aí a
justiça vai para cima do Não que não tenha que ir, tem que ir, mas tem que ir para cima de todo mundo. >> Todo mundo. >> Você entendeu? Pegar essa menina aí que ah, eu tava em surcote cambal, você vai pra cadeia. Você vai pra cadeia porque agora tudo a mulher, aí teve um caso lá no, se eu não me Engano no Maranhão, a mulher foi na oficina do cara, colocou fogo na oficina do cara, queimou tudo. O cara não morreu porque ele pulou uma janela que ela colocou, ele tava dormindo lá no local, ela
colocou fogo para queimar tudo e matar o cara. O cara falou: "Ah, eu tô insurto psicótico". Aí meteram uma tornozeleira, ela ficou respondendo liberdade, cara. Se fosse ao contrário, fosse ao contrário, meu amigo, meu amigo, você é louco. Tava, o negócio Tava tava, sabe? É que nem o eh parece que quando tu quando envolve o vagabundo fica tudo bem igual a mulher. A mulher faz tem a lei tem que ser igual, não é? A lei não é não é >> direitos iguais para todos, >> para todo mundo. Se a mulher cometer um crime bárbaro, ela
vai pagar por aquilo ali. Ah, não, mas ela é não, não tem esse negócio de ela é mulher. >> A gente tem que ter direitos e deveres iguais. Exatamente. Iguais. É lógico que Você a mulher é, vamos dizer assim, é mais frágil. É inadmissível um homem bater numa mulher. >> Inadmissível. >> Isso é o que a gente tava, isso que eu te perguntar, sargento. Desculpa até a minha ignorância, mas assim, >> tá tendo muito feminicídio. É uma covardia. A gente a gente não, mas agora agora parece que aumentou muito. A gente todos os dias escuta
muito isso. Mas por que que você tá escutando? Pela Velocidade velocidade das coisas. Porque antigamente as mulheres apanhavam e tinham vergonha. Hoje não, hoje elas vão pra internet, falam: "Apanhei". E esses casos todos que a gente vê, né, sargento, como que é aplicada a lei nesse caso? Por exemplo, o homem que socou a menina lá no, essa palavra pode falar, né? Que bateu na menina no elevador, >> como é que fixo? Ele é preso, como é que a lei tem? >> Tem que prender prender. Eu sou contra qualquer tipo de violência. >> Mas na lei
isso existe, >> existe ali na com a quantidade de socos que ele deu nela. Ali não foi uma agressão, ali ele ele foi uma tentativa de homicídio. Tanto é que ele respondeu por esse crime. Ele tá preso. Ele tá preso. Agora o advogado dele tá falando que ele tá sofrendo ameaça na na cadeia, mas ele não era bonzão. >> Ele não gostava de bater. >> Ué, ele que se vire na cadeia agora. Não tem que passar a mão na cabeça de vagabundo, entendeu? A a justiça tem que parar. A justiça brasileira tem que parar de
passar a mão na cabeça, de vitimizar vagabundo. [ __ ] Ô sargento, existe ainda a lei e o tribunal dentro da do presídio, por exemplo, esse cara que bateu na mulher, ele vai, ele tem que ser colocado numa cela especial, senão os detentes pegam ele. Ainda existe isso? Existe muito, existe muito. É assim, inclusive acho que foi uns, um, eu vi, acho que isso ontem, ontem ou ante-ontem que os caras mataram na cadeia, mataram um cara que matou a mãe, foi lá e os cara violência com criança, geralmente assim, est abuso de de criança, é
homicídio de criança, caiu na cadeia o crime nisso daí eu mesmo, >> eles mesmos fazem a justiça, entendeu? Eles mesmos faz justiça lá dentro da cadeia. Caiou lá dentro. Cadeia feminina Também. Se entrar mulher lá que matou criança, meu, elas, a maioria entra, e fica no seguro. >> Uhum. >> Né? Tem um um uma parte da cadeia que o pessoal chama de seguro, né? E esse pessoal vai para lá, o advogado de repente entra com uma petição porque, ó, meu, minha meu cliente tá sofrendo, mas cara, eu sou contra isso. Eu sou contra negócio. Outra
coisa também que eu sou contra, ah, prender o cara por facção, Velho. Vocês estão num crime organizado, se virem, coloca todo mundo junto lá. Se se matar, meu, cada um com seus problema. Agora não. Ah, eu sou do do do de tal eh eh crime organizado, tal. Não gosto de falar o nome para não ficar dando dando moral para esses cara. Ah, eu a ficar nessa prisão, nessa nessa penitenciária, porque se mandar para outra penitenciária é do outro comando, vai. Ô, meu, pelo amor de Deus. Então, quer Dizer que agora a gente tem que ficar
escolhendo onde vai colocar o preso, entendeu? Tem que parar, tem que fazer igual o Buquê. Ele fez lá na no El Salvador, velho. >> É, eu até mostrei um vídeo esses dias, eu postei e lá é bravo, lá você acorda 4 da manhã, os presos seguem, não tem banho de sol, eles trabalham, sombriado a trabalhar a hora de dormir, a hora de dormir. Até postei um vídeo desse porque eu realmente admirei a maneira como eles Se eles têm que obedecer a coisa ali. Se cai, por isso que eu falo, se for lá um um, né,
acontecer aqui no Brasil, aquilo ali, parava muito crime, cara. Ó, eu eu eu tenho eu tenho uma solução fácil de você baixar criminalidade assim drasticamente. Primeiro, baixar a maioridade penal 14 anos, certo? Segundo, você o cara não tem mais regalia, não tem redução de pena. Ele foi condenado há 10 anos. Ele tem hoje, ele foi condenado 10 anos. Nós estamos Dia 4 de de março de 2025, 26. Ele foi condenado há 10 anos. Ele tem que saber que ele só vai sair dia 4 de março de 2036. Ele tem que ter essa certeza. Então, cumprir
a a pena integral. Segundo, pegou um vagabundo daqui, um ladrão daqui que o cara é pista quente aqui. É vagabundo mesmo, pista quente. Eu não falo, não gosto de falar ladrão bom, não gosto. Não existe ladrão bom. O, o vagabundo tá causando. Pega esse cara aqui e manda pro Ceará. Pega o do Ceará e manda para cá. Ah, mas e e a família dele? Problema dele não cometa crime. Você não quer ter o peso da lei, não cometa crime. É simples. Olha um exemplo, sargento. Essa prisão aí que até teve o o a série do
Netflix Tremé. Pô, aquilo ali tá mostrando que é um hotel, porque você vê lá o Nardoni, os Ó, o Nardoni foi o que o que >> foi da criança jogou lá do prédio. Vamos chamar Ana Paula Jatob. Daqui a pouco soltos, se já não tão. Os cravinhos até Outro dia um deles tava no solto. Tão soltos jáão soltos. Tão >> um deles tá no TikTok. Tem pessoas comentando embaixo. É, ele merece uma segunda chance, gente. Segunda chance. Ele acabou com a vida de um casal, do filho, o irmão da Suzane Rofen lá. A vida do
menino acabou. >> Acabou. Um drogado hoje. >> Então quem, como merece uma segunda chance de uma pessoa dessa? Na minha opinião não merece. >> Ó, ó, você quer ver, André, uma coisa? Eles, Elise Matsunaga, >> ela virou Uber, né? Essa ela virou essa mulher, essa mulher ela matou o marido. Aí vai, olha a psicopatia do povo brasileiro. Ela matou o marido, né, que já é um crime bárbaro. Ela picotou o marido, cara. >> Ela esquartejou. >> Alguém faz ideia do que é esquartejar uma pessoa? Cara, >> meu, pelo amor de Deus. Aí essa mulher Cumpriu
uma parte da pena, né? >> Colocou numa mala ainda os pedaços do mar. >> É, colocou as mala numa mala. Ela ela ela cometeu ela ela cumpriu uma parte da pena e hoje ela tá trabalhando de Uber. Pasmen, tem gente >> que pega o Uber dela e tira foto com ela. >> Foto, sabe? >> Admirando a pessoa. >> Admirando a pessoa. Meu, >> tem mulher que fala: "Ah, ela fez mesmo certo porque ele traiu". >> É, ele traiu, ela tratava ela mal. Meu Deus do céu, gente. Aí eu vi um eu fiz um vídeo sobre
isso. Eu falei: "Pessoal, >> vocês não tão vocês estão perdendo a realidade. Vocês sabem que matar uma pessoa, tirar uma vida da pessoa já é uma coisa horrível. Agora você matar e você esquartejar uma pessoa e colocar numa mala, crime premeditado. >> Pelo amor de Deus, >> é p é psicopata. E aí a gente vê essa prisão do Tremembé, o Robinho acho que ti para lá também, cara, virou um hotel de luxo, os caras vão jogar futebol. Tá para enaltecer. Criminoso, [ __ ] Eu não assisti essa porcaria. Eu não assisti essa porcaria. Não vou
assistir. Não indico para ninguém assistir porque é uma porcaria. Você tá lá enaltecendo a a o o esse a que jogou a criança lá, como é que é o nome do >> acho que é Jatobá, né? Jatobá. E o Nardon Nardone eles tiraram, eles estavam presos e tiraram 30 dias de férias. >> Isso não existe. >> Absurdo, né? Esse é o pior caso >> foram lá para onde os pais dele moram no litoral e tiveram 30 dias para ficar de boa lá, >> cara, >> e estão ganhando uma grana dessas séries, porque não se engana,
eles estão ganhando dinheiro para fazer para usar a Imagem deles e fazer as séries e escrever livro. Pô, se o Janny Rpping tá andando livre, leve solta por aí, ganhou milhões agora. O tio, o tio faleceu, >> uma herança de 5 milhões e parece que que o juiz já decidiu que vai dar para ela, >> cara. Olha onde vai a lei brasileira. Aquele, aquele é, desculpa te interrompido, é aquele champinha também que foi um um trástico. >> Ele tá, eu vi, eu me passou, sargento, Me corrige se eu tiver errada, mas me passou que ele
tá num lugar aonde ele tá trabalhando, sei lá, com flores, alguma coisa assim. Que isso? >> O manco do parque, >> ele já tá para ser solto já, >> entendeu? Esse cara não tem solto. O maníaco do parque, ele falava que ele morreu, acho, né? Não, tá vivo. Maneco do parque tá vivo. Tá >> vivo o maníaco do parque. O inclusive o Dr. Lordelo, né, que eu vou vou até Indicar para ele vir aqui. Vou indicar para ele vir aqui. É um cara extremamente competente, é um delegado de polícia hoje. Comunicador, é um cara meu,
o o o ele fez um um uma série sobre o o maníaco do parque. O maníaco do parque, muita gente não sabe, ele não era, ele é brocha, ele não estuprava as meninas. O negócio dele era morder. >> Que absurdo. >> Ele gostava de morder as vítimas. Ele matava e depois ficava mordendo. E ele Deixava num lugar e ele voltava depois com a pessoa morta para morder. Isso o Dr. Lordelo que passou. >> E aí chegava uma uma hora que entrava em estado de putrevação, aí ele ia matar outra. E agora o pessoal tá querendo
soltar ele. Dr. Nós entrevistamos Dr. OD falou isso. Tão querendo soltar ele. Sabe o que ele fez? Ele arrancou todos os dentes dele. Hoje ele não tem mais nenhum dente. Por Quê? Eu acho que esse cara pensa, se me soltar, eu vou ficar, vou querer, né, morder mais alguém. Então ele mesmo arrancou os dentes dele. >> Olha que louco, cara. >> Cara, tem pessoas que não tem que ter liberdade. Por isso que eu sou a favor. Eu sou a favor da pena de morte. >> Eu sou extremamente a favor da pena de morte. Tem crimes
cometidos que já há a pena de morte no Brasil, mas paraa vítima, para o policial, porque eu eu Ando armado 24 horas por dia. >> Sim, >> eu ando de moto. Se um ladrão me abordar e eu não conseguir, é lógico que eu vou tentar reagir. Eu nunca vou, eu não recomendo ninguém reagir. Eu tô dizendo como policial militar, >> como policial militar. Eu vou reagir por se o vagabundo me me surpreender e ele vê que eu estou armado, ele vai me matar. Isso eu não tenha dúvida nenhuma. Eu estou condenado à morte. >> Se
passar policial policial quando é descoberto, eles parece que eles matam, né? >> Matam, matam na hora. Então quer dizer, já há pena de monte no Brasil. >> Sim. >> Para quê? pro trabalhar. Ó, teve um caso aí de num cara que tava no carro, chegou dois bandidos, ele e ele tava no carro, um trabalhador com duas crianças no carro e as crianças saiu e o e os caras ameaçando o é e as crianças gritando, o Cara foi deu um tiro na cabeça do pai, na frente das duas crianças, sem o pai esboçar nenhuma reação. Esse
cara foi condenado à morte. Então, quer dizer, no Brasil passou da hora de ter pena de morte, >> de ter leis mais severas, né? >> Hora, leis mais severas, pena de morte. Aí, aí, aí vem aquele pessoal do direito. Ah, mas se tiver pena de morte, só vai morrer eh eh preto e pobre. Mas se o preto ou o pobre cometer um crime Que seja que que pela lei seja penalizado o crime de que ele morra, meu irmão, entendeu? O que não pode é você, ah, porque é preto e pode, pode cometer por ele. >>
Ou a pessoa que vem na internet e fala: "Não, mas ele merece uma segunda chance". E que segunda chance para uma pessoa dessa, cara? É o cara que merece uma segunda chance, é o cara que perdeu um pênalti numa Copa do Mundo. É o cara Que cometeu um, sei lá, um roubo de galinha porque o filho tá passando fome. >> Exatamente. >> Ou ou sei lá, o o o como é que é o nome do cara que estoura fogos lá na favela, porque às vezes tá mal orientado. Eh, o esqueci o fogueteiro. Esse cara merece
uma segunda chance. É, >> uma pessoa que escreveu numa estátua, né? >> É, essa merece uma segunda chance, né? Agora, pô, >> você entendeu >> um crime passional. Agora, sargento, você que tem muitas histórias nessa trajetória de 37 anos, qual foi aquela que mais te marcou, que te impactou, que você fala: "Puta, essa foi foda?" Não, cara, tudo que impacta a gente assim é envolve criança, né, cara? >> É, eu eu eu depois de pai a coisa piorou. Cara, uma vez eu eu eu sempre conto essa história que essa foi essa me impactou e Essa
daí eu acho que foi a única vez que eu perdi eh >> d vontade de chorar, né? Não, não, eu eu eu saí de mim. Se os outros policiais não me seguram, eu teria feito besteira, entendeu? Eu, meu psicológico, aquele dia eu perdi o psicológico, né? Por quê? Pagou uma ocorrência, inclusive não era nem na minha área, era de noite. Pagou uma ocorrência que tinha uma criança esfaqueada numa casa. Eu falei: "Pô, nós estava próximo, né? Apesar de não ser minha área, mas eu tava próximo." Falei: "Vamos apoiar". Eu sempre gostei de apoiar. E fomos
apoiar. Chegamos lá, ô André, nós entramos na casa, a mulher falou assim, olha lá no fundo, eu vi a criança gritando, mas quando nós entramos, ô Carol, a casa estava lavada de sangue, cara. >> Meu Deus. >> E uma senhora com a faca na mão. E eu vi o corpinho da criança no chão lá. E aí nós desarmamos essa senhora, Né? Falamos para ela joga a faca. Ela jogou a faca no chão e fomos olhar a criança com várias facadas. Que horror, gente. >> Uma criança de uns se anos, várias facadas. E ali de imediato
nós pegamos a criança para socorrer, né? Uma viatura socorreu. E aí eu, o que que aconteceu? Ficamos, fiquei, né? O que aconteceu? Ela falou: "Não, eh, eu que esfaquei ela porque ela estava, eu vi um demônio nela. Ah, eu perdi a estribeira. Eu falei: "Eu vou te matar agora". Aí meus parceiros estavam do lado me seguraram, cara. Ó, eu perdi completamente a noção ali, cara. >> Eu perderia também completamente, >> cara. Perdi. Por isso que a gente fala assim, ó. As pessoas pensam que um policial militar, ele é um >> Essa senhora era avó, mãe,
>> avó. Avó tomava conta da criança. >> As pessoas pensam que o policial é um Robô. Por exemplo, às vezes eu assisto lá na TV, eu vejo duas coisas. A primeira, e eu acho que que o policial ali tem, por isso que a gente vê que muito policial acaba perdendo, te tirando a própria vida. Quando o policial chuta a porta que ele tem que pegar a pessoa, né? As que às vezes ela tem uma criança que ela não tem nada a ver e aí o policial fala: "Olha, você vem para". Eu vejo às vezes eles
falando: "Ó, calma, fica Tranquila". Trauma, porque a criança não tem culpa. Ela tá ali, ela tem às vezes 5 anos, 4 anos e aí o policial tem que ter esse cuidado e esse e eu já vi policial chorar em algumas entrevistas falando isso, >> que a criança toma um susto, ela fala: "Não tenho nada que que eu fiz". >> A pessoa pensa e na cabeça, sabe que o policial ele é um robô? O policial não é roubando o ser humano. Inclusive o Policial é o reflexo da sociedade. >> Uhum. >> Hoje eu sempre falo, polícia
fraca, crime forte. Polícia forte crime fraco. Entendeu? Hoje em dia tá entrando na polícia uma geração que sabe, infelizmente não é vocacionada. Não é vocacionada. >> Hoje em dia tá entrando na PM muito concurseiro. Aí que que o cara faz? Ele presta cinco concursos, desgraçadamente ele passa para PM, entendeu? Aí esse Cara vai lá fazer uma escola. Aí na escola ele se depara com o quê? Com os dois pilares da PM, hierarquia e disciplina. Às vezes esse cara na família dele, ele nunca teve hierarquia e disciplina, não respeita os pais, não respeita os avós, entendeu?
Aí chega lá, ele tem que respeitar, porque se ele não respeitar é um é é militarismo. E muitos pede baixa, né? na escola mesmo já pede baixa e outros se formam ali a a do porque hoje eu falo que a PM era peca Também na formação. Eu acho que na formação o o o instrutor ele tinha que ter o direito de de veto, sabe? De no final da escola se reunir todos e falar assim, ó, igual aquele filme do BOPE, o cara quando vai entrar no BOP, esse cara aqui, ó, esse cara não serve. Sabe
se reunir, falar, mano, esse cara aqui poler uma avaliação. Esse cara que provou que ele não vai ser um policial. Então já tira o cara, não deixa o cara ali. Aí o Que que acontece? O o cara que é concurseiro, ele não tem comprometimento. Uhum. >> Você tá entendendo? Então você acha que o cara que é um concurseiro, que ele entrou na PM, tá trabalhando, mas já tá prestando outros concursos para sair fora, >> para ser delegado, >> para ser delegado, para ser para trabalhar Ministério Público, qualquer lugar. >> Você acha que esse cara ele
vai querer trocar um tiro? >> Não, claro que não. >> Esse cara vai pôr a vida dele em perigo? >> Não vai, meu irmão. Não vai. E eu sou do tempo que a gente entrava na polícia para trabalhar 30 anos. Eu entrei na polícia para trabalhar 30 anos. E eu até conto sempre um fato que eu trabal tava com as motos paradas lá na avenida São Miguel numa padaria tomando um café, né? Tomando um café. A gente já tava perto De recolher. Era umas 5, 6 horas, a gente colhia às 19, né? 5 5:30, 6
horas. Nós estava tomando um café na padaria, pá, ali fazendo um relatório, né? E aí tinha uma senhora lá que eu fazia um bico no mercado, segurança no mercado, e essa senhora fazia entrega, ela era terceirizada, ela fazia entrega no mercado. E era uma senhora negra, gente boa demais, meu. Isso que me fugiu o nome dela, gente boa demais. E eu fiquei ali conversando com ela, né? Falando Bem, você veio aqui, eu vim tomar um café. E nisso que a gente tava conversando, eu tava assim a uns 200 m da Venaga Águia de Aia, 200,
300 m. Eu escutei o cop, tava com HT, ó, atenção as viaturas aí, ó. Aí a viatur acerta copia dieta vamos chegando a São Miguel veículo roubado. Pá, eu escutei aqui, já chamei meu parceiro, falei para vamos apoiar ali. Quando eu falei isso que eu tava colando o capacete, eu já vi o carro bater e os disparos começou o Tiroteio e a gente da onde a gente tava dá pra gente ver. Aí eu montamos nas motos, chegamos arrepiar e fomos na direção. Fomos na direção, chegamos lá, os indivíduos já estavam baleados, né? a viatura que
vinha acompanhando já tinha baleado ele. Nós chegamos só para ajudar ali a no socorro, né, preservar o local, tudo conclusão aí, beleza, a ocorrência transcorreu. No outro dia eu fui pro mercado. Quando Eu cheguei no mercado, essa mulher tava desesperada, chorando. Ela falou assim: "Olha, eu não vi a hora de você chegar". E justamente nesse dia eu atrasei, cara. Era tinha que estar 9 horas no mercado, cheguei 9:40. Aí ela falou assim: "Nossa, olha, eu achei que você tava morto aí, meu, você é louco, você tá vendo os tiros e você vai na direção dos
tiros." Falei: "Mas essa é a minha função". >> Sim, >> essa é a minha função. Qualquer pessoa, se você chegar aqui, qualquer pessoa que não for um policial e falou assim: "Ó, tem um ladrão dentro dessa casa, quem vai entrar nessa casa? Você acha que algum vizinho entra?" >> Não, >> não entra. Ninguém entra. E se eu estiver com a viatura e o cara parar, acabou, ó, acabou de entrar um ladrão nessa casa. Eu vou entrar lá dentro da casa. Eu vou entrar lá e se ele Resistir, ele vai, se tiver que chorar, se tiver
que chorar uma mãe, vai chorar a mãe dele, entendeu? Então esse é é a função do policial militar. Policial militar ele tá na rua para defender o povo paulista. Eu tô falando pela polícia de São Paulo. >> Sim. >> Para defender o povo paulista. Então ele tem que E nosso juramento a gente diz que o sacrifício da própria vida. Eu não tenho que me eh me excluir. Ah, não. Ah. Ah. entrar ali que eu posso tomar. Não, não. Eu, eu escolhi essa profissão. Essa profissão é inerente da eh obrigou, né? >> Ninguém obrigou não. Eu
escolhi. Aí o cara fala: "Pô, tem polícia que falava para mim, pô, mas a gente ganha uma merrega". Falou assim: "Meu irmão, o cidadão ele não tem culpa da gente ganhar pouco. O cidadão que tá precisando, ele não tem culpa, cara. O estado não me paga bem, mas só que eu escolhi ser policial para defender o Povo. Então, independente se eu tô ganhando bem ou tô ganhando mal e eu tiver numa viatura, eu vou ajudar. >> Sabe me diz uma coisa que eu tenho uma curiosidade. Por exemplo, qual é tem a polícia civil e militar,
né? Quando acontece um caso que precisa que que vamos supor a pesquisa ali vai abrir o celular para ver as coisas, né? É verdade, por exemplo, que quando a pessoa fala pelo WhatsApp, não pega conversa, eh, que são conversas que nem Sempre a polícia pode abrir >> e etc. É uma só uma curiosidade que eu tenho, porque >> é assim, é assim, você abordou, eu te abordei na rua, entendeu? Você não, se você não tiver praticando nenhum crime, você, eu não sou eh, você não tô autorizado a mexer nas suas mensagens se você não cometeu
nenhum crime. >> Sim, >> a partir de você tá, um exemplo, eu peguei você e você tá com uma grande Quantidade de de droga. você já está num crime, aí o seu celular pode me eh me trazer, por exemplo, eh aonde você entregar droga. >> Mas eu digo assim, se a pessoa falar por WhatsApp, é verdade isso? Porque tem gente fala: "Ah, fala pelo WhatsApp, não pega". >> Não, não. Ó, esse papo de que, ah, vou apagar a mensagem, esquece, a a perícia descobre tudo. O mensagem que o cara pagou há um mês, a perícia
levanta. Igual que você tava falando dos meninos lá, que eles podem ter se comunicado ali por pro WhatsApp. Eles vão, não recupera, recupera uma medida judicial, o juiz autoriza na hora, entendeu? Mesmo a o o o a perícia vai pedir uma autorização para para levar para tirar o seu sigilo. A o juiz vai autorizar na hora >> tecnologia para isso. Então esse papo aí de que ah, eu tenho eu eu conversei pelo pelo fone do WhatsApp e clipe, como é Que é? criptografado não vai pegar. Esquece. Isso é balela. Isso é balela. A polícia quisera,
levanta tudo. Tudo. >> Hoje a tecnologia da polícia é de ponta, né? Agora, sargento, você citou em relação à remuneração do policial, ponta >> muda muito de estado para estado. Qual que é a média >> salarial do do polícia hoje no Brasil e em São Paulo? >> Então, funciona assim. A polícia mais Bem paga do país é a de Brasília. >> Ah, sabia que você ia falar de Brasília para proteger os políticos lá. é a de Brasília é a mais bem paga, até porque não é o não é o governo do do de Brasília que
paga, é a união, né? Quem paga o salário da polícia eh de Brasília é o governo federal. Então é a polícia mais bem paga do país. Se eu não me engano, lá um soldado lá em lá em Brasília gira em torno de R a R$ 12.000. >> Pô, tá bom para caramba média salarial. >> É é é eu acho que seria o salário ideal para o policial assim que tá entrando, entendeu? Aqui em São Paulo é 5000. É pouco, >> pouquíssimo, >> pouco. >> Eu acho que a média deveria ser já de entrada da ESPA
para você arriscar sua vida, cara. Mas mas é assim, ó. Não é que eu vou defender o governo de São Paulo. São Paulo tem dinheiro para pr a gente, mas a gente tem um problema aqui No no Brasil que chama pacto federativo. Muita gente não sabe disso. O que acontece de R$ 100 de imposto que é pago aqui em São Paulo, todos os impostos que é recolhido aqui, tirando o ICMS, ele vai paraa Brasília, vai para pro governo federal. Então, São Paulo de R$ 100 que paga de imposto volta cinco. >> O resto vai para
outras coisas. >> O resto vai para outros estados. >> Então, São Paulo ele >> eh mantém muitos estados nesse pacto federativo. Então, para mim, esse pacto federativo tinha que acabar, tinha que acabar, entendeu? imp o imposto que for recolhido no estado. >> Ah, mas tem estado aí que que tem mais gente recebendo bolsa família, cada um com seus problemas. Então, se São Paulo ficasse com mais dinheiro de imposto que ele manda pro governo federal, daria para fazer muitas muito mais coisas. Isso eu não tô eximindo o governo de de Repente dar um salário melhor pro
policial. Eu não tô eximindo. Eu acho que o o salário da da PM de São Paulo é baixo, precisa melhorar. >> Bem, com certeza. Rio de Janeiro é paralelo a São Paulo. >> Paralelo. Paralelo a São Paulo. Em Bahia, por exemplo, lá, vamos dizer assim, o Nordeste ali. >> Então, alguns países, eu conversei com com o comandante geral de Tocantins, né? >> E ele falou que lá o efetivo da polícia lá é 3600 homens. Aqui em São Paulo. Hoje na ativa nós temos um em média de 80.000 homens, de 80 a 85.000 homens. Então você
vê a diferença, né? Mas se você for ver o que Tocantins arrecada com o São Paulo, então a diferença grande. >> A diferença é grande. >> Acho que tem uma diferença de tamanho também, né? >> É. É, então quer dizer, e dá para Aumentar, é questão de de de e assim aí o aumento é discricionário do governador. Só quem pode dar o aumento para os policiais é o governador. Mas, pô, um deputado tem muitas outras coisas que ele além de pressionar o governo para aumentar o salário, tinha muitas outras coisas que um deputado pode fazer
para ajudar o policial. Você tá entendendo? A polícia, ó, pasmen, a polícia não recebe auxílio periculosidade. >> É um absurdo, pasm >> todo, todo, todo perigo, né, que >> um enfermeiro recebe, um médico recebe, o policial não recebe. O policial militar não é isento do do rodízio, >> meu Deus. >> Quer dizer, precisa correr ali, né? >> Ele não é isento do rodízio. Às vezes o cara sai de serviço e 6 horas da manhã e tem que esperar terminar o rodízio para ele ir embora para casa. Outro absurdo. Quer ver outro absurdo? Eh, o policial
não recebe perigosidade. O que que podia fazer? Não tem, não tem várias taxas estaduais. Eh, tira o >> IPVA, tira do cara, já já é uma ajuda. >> Chega e fala assim, ó, se você tiver dois carros, você vai pagar IPVA de um carro só. Nós vamos te nós vamos seu carro, pô. >> É, nós já vamos, não vamos. Você não vai pagar o IPVA, acabou. Dá ajuda o Policial, pô. Convênio médico tem >> não. Não tem um convênio médico >> não. Policial não tem convênio médico. >> O policial o igual por exemplo, eu sou
um policial eh eh reformado, né? Que na PM a gente chama de reformado. Pessoal fala aposentado, mas aposentado é possível. A gente é reformado ou reserva. No caso, eu tenho HM lá que eu posso usar, você entendeu? Mas precário. Agora o policial militar que tá nativo, ele tem um HM também, né? E ele não tem Convênio médico. Se ele quiser um convênio médico, ele tem que >> pagar da bolsa, >> pagar do bolso dele, >> da família, às vezes, né? >> Família. Por isso que muito policial, >> policial militar não tem um auxílio jurídico. >>
E e olha, olha como é diferente isso, pessoal. Vou contar uma história aqui que me me pegou muito assim e que eu acho que tem muito a ver com a educação Também, sabe? A, nos Estados Unidos, quando um policial ou algum militar, enfim, entra no avião, as pessoas da classe executiva, muitas vezes elas levantam e falam pro policial: "Senta aqui no meu lugar". O policial fala: "Né, fica porque você serve a minha nação e você tá cansado, muito mais cansado do que eu." Então você merece deitar e ir dormindo. Eu não, eu vou ali atrás.
E isso acontece nos Estados Unidos. E por Que não acontece em outros países, né? Olha, olha a educação diferenciada. O o policial no nos Estados Unidos, ele é muito respeitado. Você não pode chegar para um policial e ficar brigando com ele aí porque você bebeu e tal, tal, tal. Meu amigo, pega teu carro e tchau. Você vai ser preso. Até mostrou outro dia um negócio lá dos Estados Unidos que a mulher ficou retrucando com a polícia, ela deu um chute no ouvido da mulher do carro, entendeu? Então assim, é é um Pouco severo. É, mas
você tem que respeitar o policial. Tá meu aqui uma coisa que eu que eu que eu, vamos dizer assim, que eu acho muito bom nos Estados Unidos, é isso aí. É o respeito que ele tem para as instituições, instituições que eu digo militares, né? Pô, você tá Quantas vezes a gente vê, a gente vê filme lá que é filme, mas é uma realidade que tem lá. O cara tá sentado num bar lá fardado do exército americano e a pessoa chega e vai lá cumprimentar o Pol o o o soldado, entendeu? Ó, você vê aí na
rua. Ô, uma vez eu tava eu eu tava patrulhando à noite e o cara chegou com um carro, tava descendo a rua, né, com a viatura. Ele chegou, o cara chegou com o carro e ele abriu o portão automático, né, para colocar o carro dele. E eu parei, acendi o highlight, né, parei e fiquei esperando ele colocar. Aí ele colocou o carro para dentro, fechou o portão, ele abriu o portão social e ele, eu achei que ele ia me Cumprimentar. Ele falou assim: "Tem algum problema, policial?" Falei: "Não, senhor, estou fazendo a segurança pro senhor
guardar o carro do senhor aí. >> Esse é um momento que esse é um momento crucial aqui na segurança. Então, se alguém vem roubar o senhor vai dar trabalho para mim. Então, eu tô aqui fazendo a segurança." Aí quebrei as pernas dele, ele falou: "Ah, ô, não, pensei que tava acontecendo alguma Coisa. Muito obrigado". Mas quer dizer, primeiro ele veio tipo na arrogância. Tá acontecendo alguma coisa aí, policial? Entendeu? Tipo assim, é, eu tô errado. Sabe? a pessoa já vem com sete pedras na mão. >> Ô sargento, mas você não acha que isso é porque,
infelizmente, o o os bons pagam pelos maus? Por exemplo, eh nós temos policiais, acho que creio eu, que 95% muito bons e tem aquele 5% que deve ser o cara que se Passa um pouco. E aí você não acha que esse 5% acaba manchando a a imagem da polícia que faz um trabalho legal? E aí eu queria saber da sua opinião se nesses 37 anos de trabalho que você teve, se você teve que conviver com algum policial que se passava ou corrupto, se você presenciou esse tipo de coisa. Então é assim, e toda profissão tem
um bom rio ruim. >> Claro, >> isso é inevitável. Tem um bom médico, Tem um médico que não presta, é vagabundo. Tem um enfermeiro que é bom, aplica a injeção, que é uma maravilha, tem um que tem uma mão pesada. Então, quer dizer, toda profissão tem uma e a polícia, como eu disse, é o reflexo da sociedade. Claro, nós somos a sociedade, entendeu? Então vai ter policial vagabundo, >> vai ter policial que usa droga, >> peramente, >> tem um policial que é homossexual, tem Tudo. A PM é o reflexo da sociedade. Temos tudo lá. Tem
policial que é extremamente comprometido, tem policial que é violento, tem policial que é truculento, tem tudo, cara. Entendeu? Eu já trabalhe com corrupto, eu nunca trabalhei porque eu não não eh não me relaciono com o corrupto. Se eu o cara já sabia qual que era a minha a minha linha de conduta, o cara jamais ia chegar perto de mim, entendeu? Então eu não, graças a Deus, eu nunca tive nem Presenciei nenhum tipo de corrupção na minha frente, porque se eu presenciareasse eu ia tomar providência, entendeu? Isso daí os caras já sabia, >> então os caras
já Mas e eh o que você falou é uma realidade. Às vezes a pessoa pega um policial num dia ruim. [ __ ] >> às vezes o policial, todo mundo tem, o policial sai para trabalhar, deixa o filho em casa doente. >> O, ou, ou a mulheres tá doente, atrasada, >> tá com as contas atrasada, entendeu? Ou o cara, [ __ ] mano, eu tava vindo trabalhar, quebrou meu carro, eu não tenho dinheiro para arrumar, o carro ficou no meio da rua, sabe? Pô, é um ser humano, cara. Entendeu? Então, quer dizer, às vezes você
aí vai, por exemplo, quantas vezes eu cheguei para trabalhar, o cara, poa gente, hoje eu tô num dia zoado, mano, pá, eu fazer o possível para ajudar aquele policial, mano. Você quer ficar aqui no serviço de Dia? Serv dia onde fica ali tomando conta do batalhão, não vai pra rua. Você quer ficar aqui? Eu ponho outro policial no seu lugar. Não, não, chefe, não. Vou, tô legal. Vou trabalhar, meu. Cuidado, pá, orientava. Uma vez, uma vez, pô, eu não tenho nenhum problema de falar isso. Cheguei num domingo para trabalhar e o policial chegou ruim. mamu
muito. >> Tinha ido numa festa no sábado, né? Passou da conta, ele veio direto da Festa para trabalhar. [ __ ] >> quer dizer, >> arriscadíssimo. >> Não, não. A mulher dele deixou ele lá na porta e foi embora. >> Aham. >> Porque ele não tinha condições nem de dirigir, entendeu? Aí olhei para ele, falei: "Puta, mano, sabe? Mas a responsabilidade do cara, ele veio trabalhar. >> Aí eu falei, >> mano, você tá sem, você tá não. Eu falei para ele, você tá sem condições. >> É capaz o ladrão te te pegar, né? >> Faz
o seguinte, eu falei para ele, faz o seguinte, meu irmão, vai deitar lá que a gente tinha um alojamento. Vai deitar, não vai deitar, vai deitar lá. >> Você só vai atrapalhar, talvez, né? >> Vai, vai, vai lá, vai dormir, vai dormir, pelo amor de Deus. Aí peguei um policial que estava ali excedente ali no serviço de dia, coloquei no lugar dele, Na viatura. Ó, você vai ficar aqui até ele ficar bom. E fomos patrulhar normal, não, não honerou em nada o trabalho. Fomos trabalhar na hora do almoço. Quando eu cheguei lá, ele tava já
tinha sarado, tava só de ressaca, né? Mas já tinha a cachaça, já tinha ido embora. Aí a gente trazia a refeição lá pro pra companhia, almoçamos, ele almoçou. Falei: "E aí, mano, tá pronto?" "Ô chefe, [ __ ] mano. Caramba, não tem como agradecer o senhor". Beleza. Aí Troquei de novo, coloquei ele na viatura, pus o outro no servidia. Aí falei para ele: "O café da tarde é você que providencia, bolo, tá tudo aí para nós." Não, chefe. Beleza. Assim, eu não penalizei ele porque, cara, >> é um ser humano, né? >> É um ser
humano, meu irmão. Quem é que já não comete atira a primeira pedra? Quem já não não cometeu um deslize? [ __ ] nós somos seres humanos. Vai da on, vai do quê? O comandante, Quem tá ali no comando, tem a sensibilidade de agora eu pego, ah, não, vou te prender, embriaguez é crime militar, vou te prender, vou acabar com a vida do cara para quê? >> Exatamente. Você pode fazer um paliativo ali. >> Is lembra, isso me lembra, sargento. E aqui eu tô colocando nessa situação neutra. Eh, eu acho que na pandemia muitos policiais se
comoviam, né? Porque assim, a gente teve que fechar a Economia e tudo mais e muitos pais de família eles precisam trabalhar, sem dois filhos, enfim, eles não podem ficar sem trabalhar. Então o que eu acho que tinham muitos policiais que às vezes eles até viam alguma coisa, tipo um lava rápido que tá ali encostadinho e tal. E aí eu acho que os policiais se comovem ali e falam assim: "Poxa, mas isso não que eu tô aqui neutra, tá pessoal? Não, não tô falando isso, eu tô falando aqui com o sargento. Se comovem falar: "Poxa, Esse
pai ele tá precisando disso, né?" É na pandemia eu lembro que eu passei de carro ali por um senhor que ficava sempre ali perto da minha casa e ele vendia mandioca, né? E eu falei: "E como é que tá o senhor?" Ele era um senhor idoso. Falou: "Ah, não tô vendendo nada". Eu falei: "Não, põe todas as mandiocas aqui vão tudo pro meu carro e vai pra sua casa descansar. Hoje é seu dia de felicidade. Pode embalir tudo." Eu falei: "Tudo, vou pagar tudo para pro Senhor." Então assim, são situações que o policial fica ali
amarrado, né? Sargento de você pegar um cara que se passava na abordagem, por exemplo, que era muito agressivo, que ali você falava: "Puta, meu, não precisava tanto". >> O policial >> deve ter acontecido em 37 anos. >> Ah, aconteceu muito. Aconteceu muito. Isso daí que você falou, Carol, acontecia, aconteceu demais da gente, >> que é triste, né, sargento? Como é que vai fal? >> É triste da gente chegar e passar, o cara tá tá tá no comércio trabalhando ali, vamos dizer assim, as margens da lei, né? Que a lei era fechar tudo, né, meu? O
cara tava trabalhando, a gente fazia vistas grossas porque tá trabalhando. >> O cara é humilde, o cara tá trabalhando, um trabalhador, né, né? É que nem muita gente criticam às vezes esses policiais Que fazem a operação delegada, que é quando o policial delegada, operação delegada é quando o policial vende a folga pra prefeitura e degem é quando o policial vende a folga para o estado, entendeu? Então o cara vai trabalhar na folga, né? vende a folga dele pro estado, vai fardado trabalhar e vai na 25 de março. Aí o pessoal fala: "Ah, fica pegando os
camelô para é certo o camelô trabalhar?" Não, por ele tá ali na frente do comércio que o cara paga Imposto. >> Exato. >> E ele não paga, mas só que é um trabalhador. >> Dá uma dó. É se trabalhador. Então eu quando eu na época que eu fiz na época não tinha de só tinha delegada que era vendia a folga pra prefeitura. Eu ia trabalhar, eu eu fazia mais a função de espantalho, >> porque tem gente que chuta, >> chegava e falava assim: "Ó, amigo, >> se você ficar aqui, você vai me atrapalhar e eu
vou ter que tomar providência com você". Faz o seguinte, vai para outro lugar hoje aqui você não vai trabalhar porque hoje eu tô aqui, tá bom? E o cara ia embora, pegava o carrinho dele embora e >> porque dá mó, né? Tem coisa que o pessoal chuta o carrinho dó. Aí o que que eu falava para ele, ó? Ainda orientava, ele falava: "Em vez de você ficar aqui na frente da estação do Metrô, fica longe. Eu não tô te vendo e você vai continuar vendendo, tá bom?" Ô, beleza. >> E não atrapalha o comerciante que
tá pagando >> exatamente. E o cara ainda falava: "Pô, o senhor é gente boa, né, meu?" Mas não é, sabe? Eu sei que é um trabalhador, eu sei que não é um vagabundo, porque eu eu penso assim, a polícia tá ali para atrasar o lado de vagabundo. Sim. >> É adiantar o lado do trabalhador, da Pessoa honesta e prejudicar o vagabundo. Você tá entendendo? Essa para mim é a premissa da Polícia Militar. Essa a gente trabalha nesse sentido. Agora que você falou de de cara truculento, tem, pô. Às vezes eu já tive que chegar numa
ocorrência e falar: "Ô, parou, tive que tomar providência", entendeu? Falar >> a pessoa, às vezes a pessoa se excede, >> a pessoa se excede. Então, sempre tem que ter ali um alguém para para dar um freio. Você tem que ter um freio e Sempre isso é a função do comandante. No caso, eu como sargento tinha aquela a tropa ali era subordinada ao tenente, né? Mas ali eu era o primeiro comando, então eu falava: "Ô, ô, ô, parou, né? Não há necessidade." Porque é assim, a a a polícia ela tem que sempre se defender. Se o
cara vi fazer uma injusta agressão contra a minha pessoa, é que nem às vezes o pessoal muito gente critica, "Ah, você fica se vangloniando que você batia". Batia no cara que não Obedecia, o cara que batia para cima de mim. >> Até te perguntar isso. O que que te irritava mais numa abordagem policial, sargento? Cara, é o fato do cara não respeitar as ordens que eu tô dando, porque as ordens que eu tô dando para ele são ordens legais, constitucionais. Então, eu posso, todo mundo tem o direito de ir e vir, todo mundo tem, eu
posso cessar o seu direito de ir e vir naquele momento da abordagem para eh Garantir a segurança da comunidade. Então, eu posso cessar o seu direito de dirigir. E o problema do brasileiro é que ele sabe, conhece muitos direitos, mas não conhece os deveres. >> Então, a pessoa tem que conhecer os dois. os direitos e os deveres. Então, a partir do que um policial militar te dá uma ordem, fala assim: "Ô, ô cidadão, põe a mão na cabeça, ele tá dando uma ordem legal para você, vira de costa, n? Abre as pernas, são ordens legais,
estão É ordens constitucionais. E a pessoa às vezes, ah, eu sou trabalhador, meu amigo, não tá escrito na sua testa que você é trabalhador? Então eu sempre oriento meus filhos falar assim, ó, policial te parou, obedece o que o policial tá falando. Ponto. É simples. Depois ele pode ver >> para põe as mão na cabeça, vira de costa, abre as pernas, vai lá revistar. Revistou, >> não tá vendo nada, vira de costa, põe a Mão para trás, entendeu? Uma vez eu falei pro cara, colocar a mão para Por que que eu tenho que colocar a
mão para trás, meu amigo? As mãos para trás é pra sua segurança, entendeu? Porque de repente você pode querer me agredir e eu vou ter que agredir você. Então põe as mãos para trás enquanto eu tiver falando com o senhor. É para minha segurança e paraa sua. Trabalha. Trabalho. Faz o quê? Blá blá blá. Tem algum responde algum processo? Já respondeu? Já foi Preso? Não. Me dá seu documento. Vou lá puxo. Não teve nada. Cidadão. Pode ir. Disponha da polícia. Aí o cara vê. Ah, porque você me parou o o a gente chama na na
PM a gente chama de tirocínio policial. Que que é o tirocínio policial? É o momento em que o policial desconfia da pessoa, entendeu? E são vários os fatores que levam um policial militar a a Ó, você vê um um um fato simples. Eu vinha, eu acontecia muito quando eu tava de moto, eu tava Com a viatura, com com a com a motocicleta no corredor e eu vinha patrulhando, né? E às vezes a pessoa eu via que a pessoa me olhava no retrovisor e a pessoa fechava o vidro. Isso já, >> ou seja, você já fala:
"Op, >> isso já é um um fator de suspeit de suspeição, entendeu? Sim, >> já é suspeito. Aí eu ia abordava ela, dava o sinal. Costa, gostou. Aí, às vezes ela fala: "Ô, por que que você me abordou?" Falei: "Porque você me viu Pelo retrovisor e você fechou o vidro". Ah, não. É que eu tava com ar condicionado ligado. Então, foi um um vamos dizer assim, uma um >> foi uma infelicidade infelicidade, né? Uma Mas eu suspeitei de você e foi te abordar. É direito seu, é meu direito. Acabou. E a pessoa, eu vou falar
para você, ô Carol, a pessoa hoje em dia deveria agradecer a Deus dela ser abordada, porque eu ando por aí de moto, eu não vejo mais polícia abordando, Cara. >> Você sabe que eu vejo pessoas reclamando às vezes da segurança de aeroporto? Pô, mas que saco. Tem que tirar sapato, tem que tirar. Cara, você tem que agradecer que se entra um cara com uma bomba ali escondida, com tanta tecnologia que tem hoje, às vezes o cara leva uma microbomba, sei lá, e explode teu avião. Pô, eu prefiro viajar em segurança, cara. Você quer que eu
tire camiseta, eu tiro. >> Não, eu tenho uma prótese total no quadril. um acidente de moto, né? Eu tive que colocar uma prótese total no quadril e toda vez que eu vou viajar, eu tenho que tirar o tênis, eu tenho que tirar tudo porque é cinto, tênis, tirar palmilha. Eu falo pr os caras porque eu tenho uma prótese no quadril, mas não tem jeito. O cara vem e acusa lá que eu tô com metal, porque é a prótese é de metal. Aí eu tenho que tirar tudo. Eles vão lá, põe a mão, me revista. Eu
vou Achar ruim, não vou, cara. É o trabalho deles, é segurança. Então o problema do brasileiro é assim: "O brasileiro, você quer ser inimigo do brasileiro? Dá uma lei para ele cumprir." E quem vai fiscalizar o cumprimento dessa lei? Somos nós, somos policiais. Então, por isso que o brasileiro às vezes não gosta do policial, porque ele a gente vai fiscalizar. Nosso serviço é um serviço de fiscalização, entendeu? Um uma Fiscalização de trânsito, uma fiscalização pessoal. É uma fiscalização. Eu vou falar para você que é é legal ser abordado. Não é, mas é pôra meu é
do ofício. Eu tô aí às vezes com a minha moto e eu sou abordado. Os cara para, desce, levanta a mão, coloca a mão até quando o cara chega, põe a mão em meu falou: "Mano, sou um policial militar, tá armado?" "Tô armado." Onde tá sua arma? Tá aqui no peito, tá na cintura, entendeu? Ah, tá bom. Onde tá Sua funcional? Tá no bolso de trás, bolso direito, traseiro, aqui dentro da carteira. Tá bom. Pega devagar. Eu vou lá, pego, mostro. O cara, ô polícia, tudo bem? Pá, acabou. Agora eu vou achar ruim com o
cara. O cara tá me abordando, não vou, entendeu? A partir do momento que eu prefiro 10 vezes que a polícia me aborde, que o vagabundo me abordar. >> Uhum. >> Ô, sargento, me diz uma coisa, teve um caso agora recente, faz tempo e veio à Tona agora de o do LW, que era um lutador, né, que o acho que era um tenente, atirou e ele morreu, né, numa balada, me parece. >> Nesse caso eu sou leiga, tá? Eu não entendo nada de lei, nada, nada, tá, pessoal? Eh, eu tô perguntando aqui justamente porque eu não
sei como é que funciona isso. O policial ficou preso aí saiu e como é que >> funciona assim, ó. Eu vou eu vou te falar a minha a minha opinião sobre Isso, né? Esse os dois ali erraram, né? Começa assim que os dois se conheciam, né? Um era oficial da PM e o outro era um eh várias vezes campeão de gilitos mundial. Quer dizer, esse cara na na minha concepção, esse cara é uma arma ambulante. Claro, >> se ele quiser matar uma pessoa, ele mata fácil, >> sim, >> né? Não mata leão ali num golpe,
ele Mata a pessoa. Então, para mim, a partir do momento que a pessoa é um campeão num arte marcial, ele tem uma arma em mãos, >> né? E o que acontece? Os dois se conheciam e eles já tinham tido algumas tretas antes, né, meu? >> Já teve uma treta antes, tudo. E o que acontece? Eu, eu, né, acho o seguinte, a princípio os dois erraram, mas ali no caso eu no lugar do tenente faria a mesma coisa, entendeu? Por quê? O tenente, o o na Treta o o Leandro Lô, ele apagou o tenente no mata
leão, ele apagou o tenente. Quando o tenente caiu desacordado, ele volta, demora um tempo pro cara voltar. Quando ele voltou, ele viu Leandro L vindo de novo para cima dele. Ele tava com arma, ele sacou a arma e efetuou um disparo. Aí o que acontece? A a o Ministério Público, a a os promotores falaram a a princípio que ele teria ido, aí ele tinha teria voltado, aí ele saiu, foi no carro dele, Pegou a arma, voltou e matou o Leandro Lua >> como se fosse premeditado, tá? premeditado. Aí se isso tivesse acontecido, aí eles eu
eu cuparia ele. Mas não foi isso. Quando ele apagou, a defesa dele provou isso e nós entrevistamos a defesa dele e abrimos espaço também para entrevistar a defesa do do Leandro Lô. Eles não vieram, né? Nós abrimos espaço para pra defesa do do tenente. A defesa Do tenente veio, >> ele ficou ele ficou tr anos. >> Ficou preso. Ele ficou preso. Ele foi, ele foi eh mandado embora da PM. voltou e parece que foi mandado embora de novo agora, entendeu? Foi demitido. E aí ele ele na quando ele voltou e que ele viu o Leandro
Louvindo para cima dele, ele sacou a arma e efetuou um disparo, entendeu? Então quer dizer, ali, na minha concepção caracterizou, caracterizou como legítima defesa. >> Uhum. >> Né? Porque qual que é o que pensar? Pô, se esse cara me deu outro matão, ele vai me matar. >> É que nem eu, eu não luto nada. >> Eu falo para os caras, eu não luto nada. Eu eu falo, eu brinco que minha luta é 9 mm, pon40, 38. É o que eu sei, o que eu sei lutar, entendeu? Então se o cara caminhar para cima de mim
e um cara um cara forte, eu vou falar para ele, irmão, não vem. Aconteceu uma vez um Fato que eu tava no meu carro e o cara me fechou, eu xinguei o cara, o cara me xingou, né? Vida que segue, mas o cara não ficou contente. Tava em três ali no carro, três cara forte na frente dele, fechou meu carro, entrou na frente do meu carro, entendeu? Fechou meu carro, desceu, né? A princípio desceu dois, depois desceu o terceiro e vieram. Aí eu abri a porta do meu carro e eu não, eu não, eu não
mostro arma para ninguém. Eu só mostro a arma se eu for realmente Atirar, >> atirar, >> entendeu? Aí eu empunhei minha arma, coloquei aqui, abri a porta do meu carro e falei assim, ó: "Não vem, irmão, não vem, que três é pouco." Falei para ele, três é pouco aí ele deu aquela parada, né? E eu com a mão aqui baixa, uma mão levantada e outra mão baixa, né? Falei: "Não vem, cara, você me xingou, te xinguei. Vai embora, cara, pega seu carro e vai embora. >> Vai com Deus, cara. Para que você vai vir aqui
e você vai me forçar a tomar uma atitude que eu não tô querendo tomar?" Aí falou: "Ah, você tá armado?" Eu falei, "Você quer pagar para ver?" >> Que falam que policial só tira arma para só tira mesmo se for atirar, né? Esse é o certo. Esse é o certo. Aí ele pegou e falou: "É, você é afolgado". Falei: "Meu irmão, vai embora, meu irmão. Vai com Deus, Deus te acompanhe". Acabou, já era. Eles resolveram entrar no carro e foram embora. Eu entrei no meu carro, guardei minha arma. A arma ela tem que servir para
te proteger. >> Não se inibir ninguém. Se se é a favor, sargento, de, por exemplo, né, eh, a população poder ter arma, porque assim, o que que eu penso, né, o a pessoa que mora às vezes, vamos dizer assim, um caseiro numa fazenda e tal, ele não tem recurso ali e muitas vezes vem alguém assaltar ele. Você, eu penso que é justo Ele ter uma arma para se defender, sabe? Porque ele mora ali, ele não tem ninguém, às vezes é um lugar distante, né? Então, por que, >> mas talvez tem que ter uma avaliação, né,
psicológica, né? Precisa. É. É igual os CAC. Hoje nós temos em São Paulo uma média de 230.000 CAC. Só São Paulo. Brasil inteiro nós temos mais de 1 milhão de CACs. >> O que que é um CAC? >> O CAC é um cara colecionador, atirador e Caçador. >> Ah, tá. >> Então, quer dizer, um CAC ele tem direito, ele quando ele se trans ele consegue chegar, né, com com ele ele tem que passar por um exame psicológico, um treinamento, entendeu? Tá? Há todo um um uma série de de de normas para ele ser um CAC,
colecionador, atirador e e caçador a toda uma. Então eu penso assim, se você formou aquele cara, é igual você, você tira sua habilitação, Você tirou sua habilitação para deixar seu carro guardado na garagem, não. Você tirou habilitação para você andar com o seu carro ou andar com a sua moto. >> Então é assim, o cara a gente tem que ter liberdade. Então se você se acha, né, psicologicamente preparado para a sua arma, que você porte lógico. Não, mas os testes eles são aplicados. São aplicados. E outra, você Andam com a sua arma igual eu, eu
ando armado 24 hor dia porque eu tenho meu porte, meu porte funcional. >> Só que é uma responsabilidade. >> Sim. >> Se eu sacar minha arma e atirar numa pessoa que não era para me ter efetuado aquele disparo, eu vou responder por aquilo. Certeza. Então eu sou a favor de que a pessoa tenha ande armado, tem o porte de arma, mas ele tem que saber que ele tem que ter, eh, psicologicamente Está preparado para usar aquela arma, entendeu? Para se defender, porque a arma ela tem que ser para se defender. Você tá com o porte
da arma, tá com o porte da arma, você vai se defender. Tem o o o a posse da arma com a o porte é você andar com ela na cinta, no meio da rua, dentro do seu carro. E a posse você tem dentro de casa. >> Então você tá com a posse da olha tem aí a pessoa vai escolher. Não, só quero ter a posse porque eu quero ter arma dentro De casa, não quero andar com arma na rua. Mas isso é direito de liberdade. A pessoa tem que ter liberdade para escolher, entendeu? >> Sim.
>> Eu tenho certeza que >> uma grande maioria dos CACS que hoje podem comprar uma arma, eles querem a arma só para ter posse, só para proteger a sua casa. Mas desses CACs que tenham condições psicológicas de portar sua arma, que ele pode >> sim >> e e no caso responda pela pela por algum excesso, entendeu? Mas isso é é tudo liberdade. A gente tem que ter liberdade. Agora, o problema do pessoal de esquerda é assim: "Eu não gosto, eu não quero que você tenha". E não é assim, pô. >> E aí o bandido fica
livre para fazer o que ele quiser, né? Para >> fazer. Aí fala: "Ah, só a polícia que tem que andar armado". Ô, isso é Absurdo. O vagabundo andar armado direto aí, pô. Quer dizer, ah, só o policial, quer dizer, o cara vai assaltar você, ele vai tranquilo. Ah, se eu sei que que você não é um policial, você não tá armado. Você tem que jogar a dúvida pro vagabundo, porque o vagabundo é covarde. Você acredita que se você, o vagabundo vem te roubar e você olhar no olho dele, mas você encarar ele, ele, ele pensa
duas vezes? >> Não, ele vai. Ah, não. Se você tiver, Ele vai, se ele souber que você pode estar armado. Com certeza. >> Ah, não. Tipo assim, ó. O cara tá vindo para te roubar. Ele tá vindo ali da rua, ele olha para você, aí você dá uma encarada nele. Você dá uma encarada nele aqui, ó. Ele, ele fala: "Tem alguma coisa errada ali, meu irmão, eu não vou ali." Esse cara pode ser um policial >> porque ele é covarde, meu irmão. >> Ele quer pegar a Carol, >> né? Ele olha no carro, vê a
Carol no Carro, ele a bolsa em cima do banco. Eu vou quebrar o vidro, vou levar. Porque ele é covarde. O vagabundo ele é covarde, meu irmão. O vagabundo ele pode estar de fuzil. Se eu chegar com a minha viatura, eu e meu parceiro de pistola, ele amarela para nós e nós vamos trocar tiro, entendeu? Nós vamos trocar tiro se precisar, porque nós não vamos amarelar para ele. Então o vagabundo é assim, cara. >> Tem aqueles noinha também que a polícia Fal medo. Então eu sou a favor de que o a pessoa tenha liberdade. Se
você tem condições de andar, de portar sua arma, porte. Se eu quero só posse, só posse, mas que a pessoa tenha liberdade de escolha, ela tem que escolher porque, cara, é um processo muito caro você ter você e eh fazer você virar caque. Você tem que ter um um passar para um psicólogo, você tem que ter um treinamento de tiro, você tem que ter mais de 21 anos de idade, você não tem Que ter nenhum nada, nenhum processo criminal, zero. Hoje eu falo, quem tiver uma filha e for namorar com o cara e o cara
for cque, já é um aval, já é um ponto positivo, porque esse cara não é vagabundo, >> entendeu? Porque o cara não pode ter nenhum problema criminal, nada, zero. Então é assim que funciona. Eu eu sou a favor. Os meus princípios são assim, ó. Deus, família, pátria, né? Liberdade. Você tem que ter liberdade. Eu eu sou a favor disso daí. Muita gente fala: "Você é bolsonarista?" Fala, para mim, quem representa meus ideais hoje é o Bolsonaro. >> Uhum. >> Se vir outro e representar os mesmos ideais que eu, eu vou ser ele. Agora, o que
eu não admito é vagabundo ter direito. Eu não admito é passar a mão na cabeça e vai, é vitimizar vagabundo. Isso daí eu não admito, meu irmão. Você tem que ajudar o povo de bem, pagador de Impostos. Agora, vagabundo, você tem que ter a mão pesada com ele. Ô, sargento. Aliás, antes de fazer essa pergunta pro sargento, já aproveita você que tá nos assistindo, aperta o botãozinho de curtir, tá aqui embaixo, não é verdade? E se inscreve aqui em cima também, tá certo? Estamos chegando a quase 1 milhão mil000 inscritos. Quero agradecer você que tá
inscrito, então já aproveita, se você não tá inscrito, se inscreva no canal. Sargento, você já foi preso? >> Conta isso. O que que aconteceu? >> Não, eu fui preso recentemente, há dois dias atrás, há dois anos atrás. Aí, >> que que aconteceu? >> Por causa de rede social. Porque o Ministério Público do Rio de Janeiro, ele não tem violência para investigar, né? O Ministério Público do Rio de Janeiro é tranquilo. Lá estão tranquilo, não tem nada para eles investigar. Aí eles pegaram e notaram que alguns policiais estavam indo em podcasts e Estavam falando de violência,
né? Falando que batia, que matava. E é assim, a gente tira a vida de outra pessoa, mas dentro das escrudências de licitude, é isso que o pessoal não entende. O pessoal acha que um policial mata uma pessoa, se eu falar, eu já já tive vários embates, entendeu? Então, ah, eu tirei a vida de uma pessoa, tirei, né? Mas eu fui tirei para defender a minha dentro das escrudentes. Foi foi eh investigado, teve processo e Eu fui absolvido porque eu a atirei dentro das excludentes ilicitudes, legítima defesa, estado de necessidade, estrito cumprimento de dever legal, entendeu?
Então tem tudo isso daí, hein? A gente é legalista. Aí o que acontece aí? pegaram algum alguns podcasts, né, dos policiais e pegaram o meu que eu participei. E aí o Ministério Público do Rio de Janeiro mandou aqui pra corregedoria da polícia e a Polícia Militar é assim, ela não quer encrenca. Chegou um processo aí me chamaram, falou: "Man, você vai ficar preso dois dias aí pra gente >> acabar com >> para acabar com isso daí, né?" Eu falei, como eu sou do tempo, sou raiz, eu sou do tempo que a gente falava assim, ó,
cadeia tirada é gai quebrado, entendeu? Falei: "Pode, pode pôr dois dias". Porque também é o seguinte, eu fiquei preso essa vez, aí não pode mais me prender mais por esse motivo. >> Uhum. >> Eu não posso ser penalizado duas vezes pelo mesmo motivo. Eu falei: "Não, põe aí". Aí fiquei, mas é uma prisão administrativa, né? Você fica, eh, sua liberdade fica, eh, restrita, mas você não fica numa cela, né? Você fica >> é tipo isso daí que tá agora, tá? Brasília, >> é um alojamento. Eu fico no alojamento, eu tenho eh posso andar ali dentro
do batalhão, não posso sair pra rua, né? 48 Horas que eu fico repusol, >> mas é tipo aquilo, desculpa, eu eu se eu tô falando uma besteira, é tipo aquelas que eles falam superintendência, fica ali em Brasília e tira isso daí. Você não vai ficar na cela. >> Não vai ficar na cela com outros presos, você vai ficar ali dentro do batalhão, né, >> recluso, sem liberdade, >> com tornozeleira, tal. >> Não, não chega ficar com tornozeleira. Você fica ali, aí tem o serviço de dia que faz a guarda do batalhão, né? Você ali o
serviço de dia vai te fiscalizar, ó, não pode sair na rua. Você não pode nem atravessar a rua, tem que ficar dentro do quartel. Tanto é que eu tava lá e aí um ia colocar um rastreador no meu carro. Aí o cara falou: "Ô, pô, tem que colocar o rastreador do carro de show do seguro". Falou: "Não, pode vir aqui". Deu endereço, né? Aí o cara foi lá: "Ah, o senhor tá trabalhando?" Falei: "Não, não, tô preso". Aí ele falou assim: "Tá falando sério?" Falei: "Tô falando sério, pô. Tô preso aqui. Aí, mas pode usar
aí." Aí ele foi lá no estacionamento, colocou o rastreador, né? >> Dois dias e >> e fiquei dois dias lá. E, pô, e assim, já fiquei outras vezes também, né? Várias vezes eu fiquei preso por eh eh eh por menivos, né? A bota suja, né? Ó, o a Corregedoria pegou a PDO pegou a gente com a bota suja. Ah, seu cabelo tá tá fora do do normal. É tudo isso daí da cadeia, entendeu? Você fica ali presa administrativa. É uma punição. >> Agora ô sargento, você que tem muitas histórias, alguma engraçada que você lembra nesses
37 anos? Cara, >> tem tem uma que é carro chefe que é do filho que batia na mãe. >> É >> essa daí nós estávamos muitos anos daí Por trabalhava de voiagem. Olha só, foi na década de 90, 90, 2000. Aí nós estava patrulhando aí a mãozinha que eu falei para você, né? Uma senhora falou mãozinha. Aí eu falei costão, falei: "Tudo bem". Aí descemos, né? Para para ver o que que ela queria uma senhora assim, uma vestimenta evangélica, aquele vestido comprido, né? Falei: "Tudo bem, senhora? Boa tarde, que tá bom dia, que tá acontecendo?
Ela levantou o vestido e mostrou as pernas Pra gente toda roxa. Aí eu olhei e falei assim: "Ah, deve ser má circulação. Ela tá querendo ir pro hospital, né? Senhor tá querendo que a gente leve o sen hospital?" Ela falou: "Não, não. Tô mostrando isso daqui pro senhor. Isso daqui é do meu filho me chutar, do meu filho me bater". Aí eu falei: "Quantos anos tem o filho da senhora?" Ela falou assim: "Se eu não me engano, era 15 ou 16 anos". Aham. >> Falei: "Ele faz isso com a senhora?" Falou: "É, ele faz. Ele
fica nervoso às vezes que eu ele não trabalha. Ele pede um dinheiro, eu não tenho, filho, sabe? Eu recebo aposentadoria. Eu falei: "Onde ele tá?", né? Meu, já me deu um nervoso, né, cara? Onde ele tá? Aí falou assim, olha, eu montei aquele quartinho para ele porque ele não quer ficar com a gente aqui na casa. Eu fiz esse quartinho, ele fica ali, né? Tem o videogame dele lá, ele fica lá. Eu queria que vocês dessem os conselhos Para ele. Eu falei: "Tá bom, senhor. Vamos fazer o seguinte. Pessoal fica aqui fechar uma viatura, só
fica olhando a viatura que nós vamos dar uns conselhos para ele, porque esses conselhos é bom a gente não dar na frente da mãe, né? Porque senão não fica muito assim, >> muito ético, né? >> É muito ético. >> O filho se sente meio aprendendo, meu. Então deixa, deixa a gente conversar com Ele, tá bom? Vai lá. Não, filho, eu vou ficar aqui. Aí fomos lá, chegamos lá, entramos no quarto, bonitão dormindo. Era umas 11 horas da manhã, já tá, já tinha, eu entrei 6 horas da manhã, já tinha trabalhado 5 hor e o vagabundo
>> dormindo. >> Aí já dei logo um tapão na orelha dele, falei: "Acorda, vagabundo, acorda que agora você vai aprender a bater na sua Mãe." Aí dê um um couro nele, mas um couro nele. Aí chama hora que ele fingiu um desmai. Aí eu abri a porta e falei para senhor: "Senhora, me arruma, por favor, um bolde com água, um rodo e um pano". Ela não entendeu nada, deu pra gente lá, falei: "Pode ficar lá tomando conta da viatura". Fechei a porta de novo, >> tadinha. >> Jogamos água na cara dele. Foi acorda, Vagabundo, acorda
que o coro não acabou ainda não? Aí demos mais uma solva nele. Aí arrumamos ele, pentei o cabelo, aí pega o rodo, limpa aqui, porque a o chão lá era aquele cimento queimado, sabe? S, >> sei, sei. >> Se jogar água fica liso, né meu? Tem uma hora que a gente ficou jogando ele para lá e para cá no quarto lá, me dando uma sova nele. Aí vai, limpa, ele limpou tudo, falou: "Agora nós vamos trocar Ideia com a sua mãe e você não fala nada que aconteceu aqui, porque se você falar, você vai voltar
para cá de novo". Aí ele falou: "Não, tá bom, senhora". "ham chamamos ela, senhora, ele quer falar com a senhora." Aí ele: "Mãe chorando, eu nunca mais vou fazer isso com a senhora, mãe. Eu nunca mais vou relar a mão da senhora. Ela já começou a chorar também, foi aquela cena, né, meu? >> Aí nós, pô, fiquei até emocionado. Aí Fomos embora. >> Aí passou um tempo, a gente era sempre escalado naquele mesmo setor, né, que a PM era ela ter um negócio de de e fixar o policial ali pro policial conhecer os problemas ali
daquela daquela área, né, as pessoas conhecer o policial também.É >> aí nós estamos patrulhando a senhora de novo, mãozinha, depois de um tempo, acho que uns dois, três meses, a mulher mãozinha. Eu falei: "Ó lá, láó a mulher de novo, ó. Vamos dar um pau no moleque De novo, mano. Já encostamos, já fchando a viatura. Senhora, ele continua batendo na senhora. Falou: "Não, faz tempo que eu tô procurando vocês. Quero agradecer vocês. Tá indo na igreja comigo, arrumou emprego ali no mercadinho, tá trabalhando no mercadinho. >> Depois que vocês conversaram com ele, olha, ele virou.
Nossa, ficou 100%. Aí ela falou: "Eu só vi agradecer vocês e pedir que a Deus que abençoe você". Glória a Deus. Aleluia. Senhor, >> é a força do Senhor. Quer dizer, às vezes antigamente aí a polícia fala: "Ah, polícia era muito agressiva, mas às vezes você tinha >> que ser igual você pegava um cara, ô, você uma coisa que eu fico louco é o cara p sua casa, cara. >> Bota isso é não tem desculpa. >> Cara, eu acho isso inadmissível. Isso pinta pista >> mais trabalhador, depois tem que pintar de novo. >> Inadmissível, cara.
É, >> então quando a gente pegava os car de madrugada pichando, ah, hoje vai ser tiazinha, a gente falava, né, meu, >> vai, vai limpar assim, como é que é, tiazinha? Coloca os dedinhos assim para não manchar o olho e a gente pintava toudo a cara do cara, entendeu? Aí o cara embora parecendo a tiazinha. Aí e os caras são pilantra. >> Às vezes a gente pegava um pichador e a gente e virava a rua assim, viu os cara pichando, aí os caras não corria com medo. Que que eles faziam? Ele mandava o pino longe
da do do spray. E você não acha o pino, como é que você vai picha ele? >> Sim. >> Aí paguei esse sapo, né, mano? Dei só um chute na bunda dele, falei: "Rappa fora, seu filha da puta". No outro dia eu passei numa casa de tinta, falei: "Você Tem uns pinho aí para você me arrumar?" Aí o carro falou: "Tei, eu coloquei na minha bolsa". Porque aí tem todo policial carrega uma bolsa >> e nessa bolsa você só passa necessidade uma vez. >> Aham. >> Na outra vez você tem que suprir aquela necessidade. Foi
você me arrumou meia dúia para mim? O cara não entendeu nada. Aí me deu, coloquei no saquinho, coloquei na bolsa. Ah, passou uns Tempos, nós tá patrão, pim, pegar uma latinha no chão. Falei: "Fica tranquilo que eu tenho o biquinho aqui." Fui lá, coloquei, pxamo ele. Merecido, cara. Não, merecido, cara. Aí você conta um negócio daí, o cara fala: "Olha, um absurdo, porque não é sua casa que foi pichada, cara." Exatamente. E pior que o cara picha umas letras que você não entende bulufa nenhuma. >> A marca dele, né? >> A marca dele. Absurdo, cara.
Aí a pessoa fala: "Ah, nossa, a polícia antigamente, mas só que antigamente a gente era truculento com quem merecia e a gente com sua casa, entra na sua casa, fica pichando lá, ia pensar duas vezes antes de fazer esse gol, >> antes de picha, porque ele sabe se a polícia pegasse hoje em dia, sabe, >> leva pra delegacia, solta, >> não dá nada, não dá nada. O cara não, Quantas vezes outra vez nós pegamos de Dia o cara pichando e o dono da casa saiu, tivemos que segurar o dono da casa porque ele queria matar
o cara. Aí eu falei: "Não, eu comprei tinta." Eu falei: "A tinta tá aí". Falou: "Tá, traz aqui que ele vai pintar agora". Aí colocamos o moleque para pintar lá. >> O moleque pintou a casa. Se hoje em dia o policial faz isso e alguém filma, nossa, >> acabou. O policial errou >> na televisão e o cara vai pra geladeira. >> É. Nossa, olha isso. É um absurdo. Então, quer dizer, a sociedade também não ajuda, cara. Não ajuda. >> Qualquer coisa que o policial faz, ah, não podia ter feito isso. Ah, ah, ó. E aí,
ó, tá do jeito que tá. Hoje em dia a o moleque não respeita a polícia porque ele sabe que ele põe um del >> na própria faculdade, né? O cara vai lá, bota um monte de coisa, picha, escreve, não sei quê, aí a polícia chega, el não não respeita a polícia, não, não vai Tirar, não vai tirar daqui eu falar uma coisa será para você. Eu tenho um filho de, falei para você, eu tenho filho de meu, meu, a minha mais velha tem 40 anos e o meu mais novo tem sete. Mas esse meu filho
de 7 anos, eu jamais vou colocar ele na universidade pública. Atualmente nem sonho, nem sonho. As universidades públicas estão jogadas às traças. A ideologia tomou conta, entendeu? Foto de Fidelc. >> Passou hora, ó, passou a hora de ter Exame toxicológico para professores e alunos, >> que eu acho inadmissível, eu acho inadmissível a gente pagar imposto para manter o estudo de um cara e o cara tá fazendo apologia a droga, apologia ao crime. É um absurdo isso, porque o cara tá estudando lá, não é de graça, >> são dinheiro dos nossos impostos >> e ele sai
batendo as pessoas. Isso que é pior. Tô nem aí. Não, o professor, >> mas começa pelo professor que não dá o exemplo, né? >> O professor usando droga, o aluno usando droga. Não, inadmissível. Inadmissível. Então, passou da hora, exame toxicológico. Pegou o cara, ó, você tá, você vai ser advertido porque você foi pego no exame toxicológico. Você tem três meses para você se recuperar. Pegou de novo, perdeu a vaga. >> Perfeito. >> E outra coisa também, eh, cota. Eu sou a Favor da cota social, não é cota. A pior eh sinônimo de racismo para mim
é cota para negros, para pedir >> o Gulto Zacarias fala muito disso, >> ó. Por é exatamente porque você tá falando, ó, você não tem capacidade, então vou ter que dar uma cota para você. Não, velho, cota social. >> Porque a cota social como é que funciona? Você vai nas universidades públicas, vai no estacionamento, vai no estacionamento para você ver. Tudo bem, O filho de Rico estudou numa escola boa, >> foi lá e conseguiu passar. Pô, legal. Mas não, em vez de você dar cota, pega metade das vagas e deixa para uma cota social. Por
quê? Que que você vai fazer? Mas isso tudo um negócio correto. Seu, você quer eh estudar medicina aqui? Quero. Seu pai tem con Não, meu pai não tem condições de pagar. Nós vamos investigar, fazer uma investigação social. Vai na casa do pai, ó, o pai lá ganha dois, três salários m, não tem Condições de pagar uma faculdade. Então você vai ter a bolsa. Nós vamos dar bolsa para você. Mas tudo isso >> merecer também porque tem um pouco >> merecer estudar, ser fiscalizado. Agora hoje em dia as nossas universidades públicas estão jogadas as traças. >>
Olha aqui um aqui. Eu vou fazer uma defesa pro Bolsonaro. Não é porque é o Bolsonaro faria essa defesa se fosse o Lula, se fosse quem fosse. Na época do Bolsonaro ele falou o seguinte e ele não falou por mal e saiu agora uma notícia disso. Ele falou: "A gente não consegue completar as vagas de medicina. A gente não consegue liberar os pessoas". E aí todo mundo falou: "É, como assim?" Ele tá falando que não vai, não tem como pôr vaga para médico, né, que não sei o quê, fica recriminando ele. Só que saiu agora
uma notícia, eu dei essa notícia na minha rede falando que que as pessoas não estão conseguindo passar em testes Básicos para ser médico, ou seja, é claro que não consegue completar vaga, é, o pessoal acaba matando nele, porque eu lembro que ele falou isso, então podia ser Bolsonaro, quem fosse mais nisso, ele foi correto, ele falou: "Não, a gente tem que completar vaga com bons médicos, não dá para liberar da faculdade quem não sabe o mínimo." Agora parece que agora parece que agora a medicina é a medicina agora aprovaram a medicina agora é que nem
a a advocacia. >> É, você tem que passar, você se formou, só que você tem que passar no teste. Passou da hora disso acontecer. Eu vi esse dia um uma pessoa entrevistando o cara, o cara no quarto ano de medicina, quarto, ele perguntou como é que chama a inflamação do fígado. O cara não sabia. >> Quer dizer, o cara sabemos ele não saber. >> Você tá entendendo? E o entrevistador, >> aquela médica que matou uma criança porque deu um remédio errado. >> Isso foi um absurdo. Agora, sargento, >> eu vi no no num num corte
em um canal que você foi, eu não lembro qual foi, que você falou que a pior raça da polícia são sargentos. Eu não sei se eu vi ali uma imagada ou porque isso é isso aí mesmo. É isso aí mesmo. Sabe por quê? Tem uma uma coisa na PM que se chama assim promoção por merecimento, que isso para mim é um escárnio. Tinha que acabar com isso. Tinha que acabar com isso. Por quê? O sargento, quando ele chega a a Quando ele se forma sargento, um exemplo, na PM e funciona assim, primeiro estágio de sargento
é o terceiro sargento, depois vem o segundo sargento, depois vem o primeiro sargento e depois subtenente, né? Essa de sargento funciona assim. Então o que que acontece? O sarjeito para ser promovido, ele pode ser promovido por tempo ou por merecimento. Aí o que que acontece? Eu que trabalho na rua, trabalhei sempre na rua, eu Jamais vou ser promovido por merecimento. Por quê? Porque eu respondo um processo aqui, eu respondo outro ali. Isso daí quando acontece, você vai lá pro final da lista, >> tá entendendo? O merecimento. Aí o sargento que fica trabalhando lá administrativo, que
serve um cafezinho pro comandante, pá, esse cara vai ter punição? Não. Zero. Então esse cara na PM chama de cangalha. Esse cara vai dar uma cangalha de mim. Então quer dizer, Às vezes ele é mais recruta do que o de sargento, mas ele vai ser promovido primeiro do que eu. >> Uhum. >> Então os sargentos eles ficam assim. Aí tem um o livro lá, a regra para para se promovir, chamaque. Aí esse cara fica olhando ao manak, olha onde é que eu tô aqui na minha posição para ser promovido. Aí fica um querendo prejudicar o
outro. Você tá entendendo? Sim. >> Chegou o cúmulo. Ó, o que eu vou falar com vocês foi aconteceu, acredite se quiser. Uma vez nós estávamos lá na na companhia e chegou um comunicado que um sargento caiu de moto na Dutra e um camião passou por cima dele. >> Meu Deus. E ele tava indo trabalhar fardado, né, meu? E e esse sargento aí chegou a informação pra gente, falou: "Pô, tinha trabalhado com a gente, caramba". Aí um sargento teve a pachorra De perguntar, ele era segundo sargento? Aí eu olhei para ele e falou assim: "Mas o
que que interessa?" Aí eu senti que ele ia tipo olhar no Almanak para ver se esse cara, como ele morreu, se esse cara tava na frente ou atrás dele no Almanque. Se tipo assim, se ele morreu e ele tava na frente dele, tava para se prouvir primeiro que ele, era uma vaga mais para ele. Ô, um absurdo isso daí. Por isso que eu falei uma vez na reunião de Sargento, falei: "Ó, a pior raça da PM é essa daqui, ó, na reunião do sargento." E aí o pessoal, nossa, me criticaram, mas eu sempre falei isso
daí, porque tem uns sargentos, meu, que e outra coisa, eu sempre falo assim, ó, sargento, se se um batalhão, ele tem quatro um um um quatro companhias, se essa uma aí cada companhia vai ter quatro sargentos, por quê? São dois num dia e dois no outro, né? Porque 12 por 36. Então, se o comandante daquela companhia tem quatro Sargento bom, meu irmão, o serviço flui assim, ó. Maravilha. Agora tem uns cara aí que é cabide de divisa. O cara é sargento só para ele receber continência e para ele escolher férias primeiro na frente do cabo
e do soldado. Porque o cara não tem perfil do sargento. Sargento é o cara que ele que ele traz para si o o problema do pelotão, você tá entendendo? Traz para si. Uma vez eu até tive um problema com um problema não, né? Uma discussão lá com com o Comandante que ele ele pegou e falou assim: "Ele pegou, eu cheguei para trabalhar, olhei a escala, falei: "Cadê fulano?" Aí tipo o pelotão olha para mim e fala: "Se o senhor não sabe, né?" Aí eu fui olhar e tinham colocado ele no PS à noite para fazer
escolta de um de um vagabundo que tava baleado. E eu sem saber de nada. A gente fala de chapéu atolado na PM, né? A gente fala chapéu atolado. Aí quando esperei chegar a menina da da Escalante, fui lá e falei Para quem foi que mexeu no meu pilotão sem falar comigo. Ai sargento, sabe o que que é? O comandante me pediu de última hora. Falei: "Não, filha, você tem que falar comigo, eu que tenho que saber." Não, mas foi culpa ele que pediu. Tá bom, vou esperar ele chegar. Ah, vou esperar ele chegar e vou
falar com ele. Era um capitão. Aí ele chegou. Todo respeito. A gente tem que ter. Dá licença, capitão. Permissão para adentrar o recinto? Ô, sargento, faz Favor. Foi então. Ô, capitão, deixa eu falar uma coisa pro senhor. A companhia aqui, ela é toda do senhor. Todos os policiais aqui devem respeito ao senhor, inclusive eu. Mas vamos fazer o seguinte. O dia que o senhor precisar mexer no meu pelotão, senhor, por favor, senhor, me fala, senhor, fala comigo. Senhor precisar no meu pelotão inteiro, tá à disposição do senhor. Se o senhor precisar de um policial, liga
para mim. Aí eu vou explicar pro senhor por quê. O Senhor sabe qual policial a mulher tem câncer? Não. Você sabe qual o policial não tem esposa, a esposa faleceu, ele é viúvo e ele toma conta dos filhos? Não. Você sabe qual o policial que faz bico à noite? Falou: "Não." Falei: "Eu sei". Então, se o senhor precisar de um policial que trabalha de dia para trabalhar à noite, o senhor fala comigo que eu tenho o cara certo para colocar lá que não vai prejudicar a vida dele, porque o cara que o senhor colocou, ele
Perdeu o bico dele. Aí, pô, eu não sabia. Falei, então eu sei. Então, senhor pergunta para mim. >> Muito legal. >> Tá bom, capitão. Ele falou assim, isso tudo dentro do respeito, entendeu? Tudo bem, capitão? Aí ele falou assim, senhor me leva mal, mas não, car, você tá certo, você tá coberto de razão. Bem, permissão para me retirar, permissão concedida. Dei me rompi o passe e fui embora. Entendeu? Essa a função do Sargento é essa. Você tem um pelotão, você tem que brigar pelo seu pelotão, igual um líder de qualquer um líder qualquer qualquer empresa
também, né? É porque você, o sargento, ele é um líder. >> Sim. Quando ele quando ele é visto como igual eu falar para os vocês tem que me respeitar como homem, não como sargento, tem que me respeitar como homem. Então eu tô aqui para brigar por vocês, só que vocês também tem que fazer por onde, né? Se eu precisar de vocês, vocês t que, Né? É uma equipe. O cara chegou um dia e falou: "Pô, gente, minha viatura quebrou, dá pro senhor". Não tem viatura. Faltava uma hora para terminar o turno de serviço. Posso ir
embora uma hora antes? Fala, meu irmão, ele ia embora 19, era 18. falou, até às 19 horas você tá sob o meu comando. Então, se acontecer alguma coisa aqui nesse período aqui, você tem que me avisar de imediato que eu vou fazer, mas depois da 191 vai com Deus, já era, está livre, Entendeu? Então é isso que você tem que fazer. Então o que tá faltando hoje na PM é o sargento, ser sargento, não ser com uma divisa ali, o policial cobrar continência de polícia. Não, eu tô cagando para continência de polícia. Eu quero que
o cara me respeite como homem. E era que os caras, todo lugar que eu trabalhei, o pessoal me Eu, o meu, maior prazer foi um dia eu chegar na ocorrência, tava aquela aquela aquele zul que a gente chama, né? Eu colar com A viatura e eu escutar o polícia falar assim: "Ah, agora o sargento chegou, tipo assim, agora vai resolver". Esse é o é era o meu prazer, entendeu? Respeito, >> o respeito ao sargento chegou, agora vai resolver, >> entendeu? Legal, sargento. Sargento, >> sargento. Antes de antes de terminar, eu posso fazer uma pergunta? Que
eu sou muito, muito, eu gosto de perguntar essas coisas e às vezes eu sei que as Pessoas não perguntam, mas assim, como é que vai ficar essa questão, ô sargento? E o que que você acha da lei dos bichinhos aí também, né, que a gente vê, né, cachorro que maltratam tudo. E eu acho que a lei tem que ser mais severa também, por exemplo, esse caso da orelha e tantos outros casos. Eh, que que você acha da lei com os bichinhos? Enfim, >> eu acho que a lei é é a lei que que protege que
protege os animais, ela é severa, mas só que o o que tem que ser Feito, ô Carol, é cumprir a lei. Pena a pena que tá lá para para defender os animais tem que ser cumprida. Você tá entendendo? Como um com o ser humano também. Hoje em dia o Brasil, se você for analisar, ele tem umas a a as umas leis boas, >> rígidas. Só que o problema é que não se cumpre a pena, você tá entendendo? Igual o cara foi penalizado, >> tinhas, menos ainda. >> Menos ainda, porque o a pessoa pensa que Você,
pô, uma covardia, o que fizeram com aquele cachorro orelha? É uma covardia mesmo. E tantos outros, né? Aliás, fica um detalhe aí, >> teve algum outro demônio que eu consigo falar que cortou as patas daquele cavalo. Pelo amor de Deus, cara. E é começa aí, sargento. Se a gente assistir umas séries americanas reais de estudos do FBI da década de 70, Mind Hunter, até acho muito legal essa série. Os serial killers começavam assim, >> exatamente, >> machucando animais. >> Exatamente. Exatamente. >> Então depois a gente não cuida desse cara que tá maltratando animal agora. Ele
vai fazer com o ser humano. Então >> acho, eu acho que tem que ser severo. Severo >> que bichinho também tem que, né? Eu eu hoje eu não tenho mais animal. Meu, tinha um cachorro morreu, né? Meu parente. >> É como um parente. E eu não eu resolvi não ter mais cachorro porque hoje é só eu e a mulher que vim cá. Meus moleques tá tudo, o meu menino de 7 anos, ele mora com a mãe, com outra mãe dele. A gente tem um amor por eles, né? >> Então a gente tem um amor. Então
hoje, por exemplo, se eu vou viajar, vai uma mulher, tem que arrumar alguém para ficar com o cachorro. Então nós resolvemos não ter mais. Mas, pô, a pessoa que tem eh tem que cuidar, tem Que, pô, levar no veterinário, tudo certinho. Agora, as leis têm que ser rígidas, rígidas e cumprir cumprir a penal as penas, >> a pena, né? Aliás, nesse ponto, eu vou deixar aqui um abraço grande pro delegado Bruno Lima, que faz um trabalho incrível com os animais, verdadeiro, e que cuida desses animais como equipe e que faz um trabalho muito, mas muito
assim forte. Eu vou deixar aqui meu abraço pro delegado Bruno Lima. Deus te Abençoe, porque você é uma referência muito grande pros bichinhos, >> André. Eh, então acho que assim, eh, a gente tem que respeitar as pessoas, >> tem que respeitar as pessoas, tem que respeitar os animais, tem que respeitar eh a mulher, entendeu? A mulher é é inad o homem também é inadmissível tanto o homem agredir uma mulher quanto uma mulher agredir um homem. Eu falar uma coisa para você, é, eu posso até ser, o pessoal acha ruim que eu vou falar, mas Se
uma mulher caminhar de cima para cima de mim para me bater, ah, eu vou ter que me defender. Você tá entendendo? Uma vez numa ocorrência lá, eu cheguei, prendemos o marido da mulher, né, num numa viela lá, ele correu para dentro da viela, nós eh corremos atrás, pegamos ele armado tudo, né? Não resistiu algema, né? E tava conduzindo ele pro DP. A mulher dele falou: "Passa, mulher aí, chegou toda esbaforida". Aí pode vocês vão levar meu maior 42 DP, né? Ah, Eu vou também. Falou: "Não, na viatura você não vai. Pega um táxi, pega um
Não, não posso levar ela na viatura com aí quando eu virei de costa, né, para ela, ela pegou assim aqui atrás de mim, me arranhou aqui do pescoço, sabe? Pegou assim, ah, arranhou, tipo, para mim, para me agredir. Ah, eu virei, virei e ela partiu para cima de mim, né? para para fui obrigado a dar uns petelecos nela. Dei-he uns um um um uns dois, três nela lá. Ela caiu, ó, Gemei e falei: "Agora você vai com o seu marido, entendeu? Agora você vai com o seu marido." Aí levei ela, cheguei lá e expliquei pro
delegado. Ela foi, o marido foi autuado em flagrante pro porte legal de arma, né? E ela foi autuada em flagrante por agressão e e desacato, entendeu? Então aí o marido dela foi brigando com ela. Ô, pelo amor de Deus, você só me arruma confusão, né? Porque ela ia ficar de boa e ele ia ficar preso. Agora fo os dois presos. É Lógico que ela foi solta logo em seguida, pagou fiantes, foi embora porque, né, não era, não é. Aí aí e aí eu fico numa situação, como é que eu vou chegar em casa e mostrar
o pescoço todo arranhado para minha mulher e ela, e eu tive que levar a cópia do Bo. >> Sim, exatamente. >> Oi, tá aqui, ó. Ó, é, ó, tá. >> Toda ação tem uma reação. >> Tem uma reação. Agora assim, é o que eu falo, tem muitas mulheres aí que eu vejo Vídeos aí de mulheres agredindo os homens. Isso aqui aindo e tomando entendeu? Tem que ter um um respeito múo. Exato. >> O homem tem que respeitar a mulher e a mulher tem que respeitar o meu amigo, pensa assim, cara. Se o seu casamento chegou
ao ponto de tá ali um fio para agressão, termina, >> termina. >> Vai cada um pro seu lado, >> vai ser feliz com outra pessoa, né? Vai >> ser feliz com outra pessoa. E outra, ninguém é dono de ninguém, ninguém tem posse de ninguém, entendeu? Aí fica aqueles caras possessivo, ah, não vai ser minha, não vai ser de ninguém, pelo amor de Deus, entendeu? O o ser humano tem que tem que entender que a gente é livre, cara. >> Exatamente. >> Um casamento não é uma cadeia. Um casamento não é uma cela. Um casamento, eu
vejo o casamento como uma comunhão, >> uma aliança. >> Uma aliança. Não tá bem, ó. Não tá mais. Eu sou casado há 37 anos, já tivemos problemas, já já vemos mais problemas. Nunca, nunca nem sonhou em agressão. Tivemos problema de de de ideia de de sabe de às vezes não não compactuar com a mesma ideia ali e dá um momento a gente separar tudo, voltamos novamente, não tem problema. Nesse inteirinho eu tive um filho aí fora do É que quando a gente separou tive um filho, né? Um Filho mora com a mãe, eu voltei com
a minha esposa, ela aceitou, voltamos e hoje nós estamos bem, graças a Deus. E continue assim, porque eu vou falar para você, o cara que ele tem uma mulher que é honesta, séria, respeitadora, tem que valorizar. >> Tem que valorizar porque tá em falta. >> Tá em falta. >> E não coloque em risco tua família porque depois você se arrepende. >> Exato. Assim como homem também tá, né? Tá muito ruim de achar aí também, né? >> Exato. E não existe crime perfeito, né? Não existe, não existe. >> Vamos falar agora do nosso parceiro de hoje
que é o investidor 10, aqui com a gente há muitos anos, que é o melhor, é a melhor plataforma, melhor site para você fazer os seus estudos de ações, fundos imobiliários, ETFs, é tudo gratuito ali para você fazer suas análises. Tem análises fundamentalistas, eles te explicam o que que é um PL, Preço sobre lucro, o que que é um PvP, preço sobre valor patrimonial. é muito didático, é um site muito legal para quem tá começando a investir, tem que saber o que você tá fazendo. E o site Investidor 10, ele te ajuda a ao caminho,
a te levar a esse caminho, tá certo? Então lá você vai ter eh planilha de dividendos, saber quando você vai receber os dividendos, as datas, te explica tudo muito certinho, tem as últimas notícias do seu fundo Imobiliário, das suas ações, tem dá para você consolidar sua carteira agora, dá para você também verificar declaração de imposto de renda. é um site completo. Nós vamos deixar aqui o QRcode para você e o link aqui embaixo. Faça o uso desse link para você ajudar o irmãoos Dias Podcast. Sargento Castro, 2 horas de podcast. >> Legal. >> Considerações finais
aqui para o nosso público. Ô, eu quero agradecer a Carol, Agradecer você pela pelo convite, né? E depois se quiser fazer parte dois aí, parte três. Tem muita história para contar, tenho certeza. >> Não, tem muita história. Muita história. Foram 38. E assim foi, foi 30 nativa e, né? Não pensa, eu sou policial 24 horas por dia. Se eu sair daqui e eu trombar com a situação, você pode ter certeza que eu vou atuar como um policial, entendeu? Se eu venho de repente, já teve casos aí de eu de eu trocar tiro Ainda. Eh, teve
até um fato uma vez eu tava vindo com a minha mulher no carro, meus filhos eram pequenos e eu a viatura passou e queimou. A gente, a gente fala queimar, né? É o um silibi, é uma lanterna que a gente na mão para olhar o carro. E o cara olhou no meu carro, minha mulher, minha mulher é civil, né? Ela não é policial. Por que que ele faz isso? Falei: "Não, ele quer olhar que ele tá dentro do carro, né? Tá escuro." Logo em seguida, cara, um carro passou, Ele levou meu retrovisor embora e a
viatura já veio atrás. Era um carro roubado. E ali na frente, quatro, cinco carros na frente, bateu o carro, desceu os policiais. Eu vi os os ladrão correndo, os polícia atirando e o vagabundo atirando nos polícias. Falei para ela, fica aqui, né? Nesse tempo ela não dirigia. Falei, fica aqui no carro, não sai daqui que eu vou lá. Não, não vai. Eu vou. Ô, mas você acha que eu não vou na hora? Aí fui, peguei minha Funcional, levantei aqui, não, não empunhei minha arma, deixei minha arma. Ô irmão, irmão, sou Mike, sou Mike. O cara
me conheceu. Ô, ô, não, não era soldado, né? Ô, Coro, chega aí, chega aí, chega aí. Aí ele tava com um ali na mão. Segura esse daqui que eu vou apoiar os caras lá. e pegou a viatura e foi. E o ladrão deitado ali no chão. Aí eu pisei no pescoço dele e falei para ele: "Ladrão, não desacredita em mim que eu Mato você fácil". Beleza? Falou: "Não, senhor, perdi, minha casa caiu." Aí fiquei ali segurando, eles foram, chegou lá, teve um embate, os outros dois que correram trocou tiro com os policiais, foram mortos, né,
poros policiais. Aí veio outra viatura pegar aquele que tava ali, pegou, levou. Fiz a minha parte. Se eu tiver na rua e eu e eu deparar com uma situação de crime, eu vou atuar. Lógico, dentro da segurança. A gente tem que atuar sempre dentro da segurança, Analisar a situação, entendeu? Porque não adianta eu querer eh ser >> ser herói e morrer, você tá entendendo? >> Colocar um civil em risco. >> Exatamente. Então, tudo isso daí e e aí, ó, uma história vai levando a outra. Tem inúmeras histórias dessa situação. A parte dois a gente >>
já tá convidado pra parte dois. >> Sargento, onde o pessoal te encontra nas redes sociais? @sargentocastroficial é meu meu meu Instagram oficial, né? Eu Tenho um um um Instagram também, chama o Sargento Castro, que eu ponho lá, eu faço motovlog, né? Eu põho motovlog, entrevista com com eu sou muito ligado à moto, ando de moto há 45 anos no não no YouTube. YouTube. O sargento Castro no YouTube ali eu ponho entrevista que eu faço com Motoboy. Eu tenho um projeto com motoboy. Eu tenho uns parceiros legal >> que que chegam com doações, capa de chuva,
bota, capacete. E eu saio Entrevistando um um um Aí eu vejo a situação dele. É, teve tem até um legal lá que o cara tava com falou: "Ó meu, você vai, eu vou pôr você aqui no sorteio de uma capa de chuva". Ele falou: "Pô, sarento, tô precisando mesmo. Dá uma olhada na minha capa de chuva". >> Quando ele tirou a capa de chuva, >> do joelho para baixo não tinha nada, tudo rasgado. E eu tava com a capa de chuva no baú. Falei: "Não, vou te dar Capa de chuva agora. Você não vai participar
do sorteio, vou te dar agora que a Pantaneiro capas me forneceu umas capas." Fui lá, entreguei para ele, entendeu? Aí fiz um vídeo, pô, foi muito legal. Então, tenho esse projeto que é no ou sargento no YouTube ou sargento Castro. E tem o Instagram que é sargentocastro @sargentocastroficial e tem o meu podcast que é o Podcastro. Show de bola. >> Podcastroal >> Sargento Castro, mais um convidado super especial aqui no MAS Podcast, chegando a quase 1.200.000 inscritos. Se você não tá inscrito, confira aí e já se inscreve. Se você gostou dessa entrevista, aperta o botãozinho
de curtir. Da minha parte, um grande abraço para você e até a próxima semana. >> Da minha parte, sargento, muito obrigada por estar aqui com a gente, compartilhar suas histórias. Seja muito bem-vindo e sua cadeira vai est aí por muitas vezes. >> Obrigado. Agradeço, >> pessoal. Eh, fiquem com Deus. É o que a gente fala, se cuidem sempre, né? Respeitem as pessoas que tudo vai dar certo. Tudo na sua vida vai dar certo, tá bom? E Deus tá com você, gente. E eu queria deixar essa mensagem para vocês. >> Amém. >> Um beijo de luz,
pessoal. Eu vejo você aí no próximo vídeo.