esta apresentação trata dos comentários aos temas da segunda instrução para Mestres maçons os temas que abordaremos nesta instrução são os cinco pontos de perfeição os sinais de horror e de Socorro seu significado e Tradição A insígnia e os instrumentos de um mestre maçom a idade marcha e bateria dos Mestres o símbolo da trolha e o salário o discernimento vitriol seu significado interior assim como a sobriedade e a base da Regeneração individual a intrigante postura que é formada entre os irmãos para a formação dos cinco pontos de perfeição causam curiosidade e temos que buscar tal curiosidade
nas tradições antigas onde eram chamados de cinco pontos Do companheirismo termo que é utilizado na língua inglesa the five points of fellowship e já aparecia no manuscrito antigo chamado edinburgo register House de 1696 ou seja muito anterior à formação da grande loja em 1717 e mesmo com relação a outros rituais que aparecem depois no século XVI e curioso Que tal procedimento conhecemos como sendo o responsável pelo levantamento do Irã adormecido na cerimônia de exaltação com a entrega da palavra Sagrada se formos buscar a literatura mais antiga tal procedimento dos cinco pontos de perfeição era parte
do grau de companheiro e sabemos que só existiam antigamente Dois Graus o grau de aprendiz admitido e de companheiro da arte sendo que a maioria dos membros da Loja eram companheiros e o mestre era apenas aquele companheiro que ocupava a cadeira de direção daquela reunião chamado mestre da loja dessa maneira tal procedimento fazia a parte do grau de companheiro exatamente era o momento de se passar a palavra Sagrada ou a palavra de mestre maçom de um membro para outro e para tal se realizavam Então os chamados cinco pontos de perfeição portanto Eles são muito anteriores
A introdução dos cinco pontos de perfeição que conhecemos hoje na chamada exaltação e enfatiza com certeza a beleza que existe nas relações Do companheirismo na maçonaria diversas as interpretações que são dadas aos elementos que compõem os cinco pontos de perfeição e aqui citamos Apenas Mais uma ou seja quando os pés direitos estão Unidos significando a vontade de progredir de marchar juntos de caminhar juntos como bons companheiros quando os joelhos estão Unidos existe o sentimento de reverência comum de um com o outro as mãos direitas Unidas formam a comunhão da intenção na ação conjunta entre os
dois peitos Unidos mostra a unidade de inspiração e de sentimentos entre os dois e as mãos esquerdas se abraçando a identidade de propósito que existe entre os irmãos ou seja o símbolo como um todo Poderíamos dizer é um símbolo perfeito da chamada cooperação fraternal os mestres maçom possuem sinais característicos e vamos abordar os sinais de horror e de Socorro com os seus significados e tradições encontramos três modalidades desses sinais ao longo do tempo e considerando os usos e costumes o mais antigo deles é a figura que está logo à direita e equivale a aquele mãos
ao alto ou seja as duas mãos elevadas ao alto Paralela à cabeça como que pedindo um determinado Socorro em alguma emergência outro sinal que é ensinado no grau de mestre maçom é o do Punho direito fechado na testa onde ao abrirmos o dedo indicador médio e anular citamos o nome dos três filhos de Noé Sam Kim e Jafé esses nomes aparecem no livro de Gênesis no capítulo 10 como sendo os três filhos de Noé tendo sem como o antepassado dos povos da região média C como o antepassado dos povos do Sul e Jafé o antepassado
dos povos do Norte já o sinal mais reconhecido internacionalmente é o das mãos entrelaçadas no alto da cabeça como mostra a figura os instrumentos Assim como as signas do mestre maçom são características e muito comuns entre diversos ritos os instrumentos fundamentalmente são o lápis o compasso e o Cordel e mostram uma aade extremamente intelectual que cabe aos Mestres realizarem Ou seja aquele trabalho bruto do Aprendiz de desbastar a pedra bruta na pedreira para entregar para o companheiro poder polir a pedra agora passa o mestre maçom a traçar os planos do projeto como um todo das
suas construções se nós utilizarmos a simbologia Operativa ou das guildas medievais o lápis é para as devidas anotações ou seja de uso de um membro letrado e que conheça a geometria dos traçados do compasso que é um instrumento extremamente flexível e muito inteligente por traçar diversos círculos e desenhos geométricos já o Cordel é o que faz a marcação do terreno para a construção ou seja tem que existir um perfeito alinhamento e de inteligência na marcação de todos os elementos para que a construção saia de forma perfeita portanto os instrumentos do mestre maçom equivalem a atividades
plenamente intelectuais e ilustradas Em contrapartida com os outros instrumentos dos outros graus vemos que o Mestre também porta uma espada Ou seja a partir do momento que ele é exaltado passa a portar uma espada fazendo reverência à época dos Cavalheiros que sempre utilizavam uma espada como seu instrumento de proteção pessoal E ao mesmo tempo de autoridade e vemos isso em diversas gravuras antigas as insígnias do mestre maçom têm certas diferenciações conforme o rito Além de sua própria cor curioso ainda citar que em alguns ritos é utilizada também uma faixa que parte do ombro esquerdo para
o quadril direito tendo ainda nessa faixa uma joia com o símbolo de um esquadro e compasso a letra g laureada o mestre Maçon carrega essa faixa que equivale ao simbolismo mais astrológico e Esotérico equivalente à inclinação do Equador Celeste em relação à eclíptica terrestre onde a terra em relação ao Sol percorre os 12 signos zodiacais e tudo isto dentro de um simbolismo mais amplo e avançado a ser estudado mais à frente a idade a marcha e a bateria dos Mestres maçons nos remetem aos números 7 8 e 9 relativos ao estudo numerológico do grau a
idade 7 anos e mais tem sua referência ao s anos e 6 meses de tempo que levou para ser construído o Templo de Salomão Em contrapartida a marcha é realizada em oito passos sequenciais nos Relembrando as oito direções da perfeição que existe na rosa dos ventos enquanto que a bateria que é formada por nove batidas 3x TR sendo esta uma adaptação do rito escocês antigo e aceito por ser um rito recente de 1804 em relação aos ritos antigos como os ritos de São João e de schreder onde possuía nos graus e no grau de mestre
apenas Três Batidas o gráfico inclusive embaixo mostra a posição dos pés em esquadria para a marcha no rito escocês antigo e aceito se utiliza o pé esquerdo na frente enquanto o rito moderno usa o pé direito e o pé de pato muitas vezes é aceito dependendo de cada loja e de cada rito a sequência da marcha do mestre maçom nos conta que como aprendiz devemos seguir retos e justos na condução de nossos valores morais enquanto que como companheiro nossos pensamentos e avaliações sobre o mundo podem variar de direção mas que que ao chegar a mestre
devemos matar a morte da ilusão do mundo passando por sobre o esquife do Ego morto e enterrado para renascermos na luz do oriente ao nos defrontarmos com a letra g ali presente nos ritos ancestrais um dos símbolos relacionados ao grau de mestre maçom e que não aparece comumente na lista dos instrumentos de mestre é a trolha e que está relativa ao seu trabalho e ao seu salário na maçonaria Operativa a trolha era um instrumento para espalhar o cimento que une todas as partes do edifício para formar uma massa comum e Assim somos ensinados a espalhar
o cimento aquele do afeto e da Bondade que une todos os membros da família Maçônica onde quer que esteja disperso pelo universo pelo Globo e em uma companhia de amor fraterno de Socorro e de verdade existe um símbolo muito antigo relacionado a isso também que é uma águia de duas cabeças que segura uma espada e uma trolha representando a união dessas duas forças do construir e do proteger e a muralha em seu peito brilha curiosamente uma passagem da a Bíblia faz referência a esses dois elementos construtivos trabalhando em conjunto A trola e a espada é
a passagem de Neemias e o momento da reconstrução do muro em volta de Jerusalém que foi destruída anteriormente onde devido à ameaça de novas invasões os construtores carregavam a espada e a trolha ao mesmo tempo para realizar os seus trabalhos na construção e ao mesmo tempo se protegerem contra eventuais invasores um dos princípios importantes a ser seguido pelo mestre maçom é o desenvolvimento do seu discernimento e sabemos que o discernimento nos ajuda nas escolhas e é importante que o mestre maçom tenha discernimento nas suas escolhas até utilizamos de sinônimos do discernimento para melhor entendimento os
melhores dicionários nos Dizem que o discernimento significa ainda bom senso juízo perspicácia inteligência acuidade em relação às coisas sagacidade percepção clarividência esperteza e principalmente Lucidez para se analisar os eventos atitudes e situações e já como neófitos iniciamos a prática do discernimento no momento que escrevemos o nosso Testamento tendo que fazer escolhas nesse fatídico momento de nossa iniciação a câmara do Meio onde o companheiro é submetido à cerimônia de exaltação nos lembra de certa forma a das reflexões onde se encontra o chamado vitriol cujo significado Os alquimistas dão como visita o interior da Terra e retificando
descobrirás a pedra oculta ou seja um convite para se penetrar na sua própria alma para a busca da sua essência mais profunda e do seu ser e a cerimônia de exaltação nos parece não ser outro momento senão esse de exatamente buscar dentro de si aquele Irã adormecido aquele Irã que parece morto mas que a partir do momento de um raio de luz se busca novamente a ressurreição ou a Regeneração do próprio ser em sua essência mais profunda a base da Regeneração individual que se busca na exaltação pode ser sintetizada na sobriedade e o que é
ter sobriedade ser sóbrio significa ser equilibrado não ficar desnorteado mental ou espiritualmente não ser levado ao rodão por todo o vento de doutrinas não se transformar quando ouvir algo que nunca tinha ouvido é saber controlar a si mesmo ter domínio próprio de seus instintos em todas as situações ou seja a sobriedade ainda existe quando alguém se permite compreender o seu real significado descobre o tão escondido segredo da Tranquilidade do seu eu profundo Desta forma a busca da Paz Interior está na sobriedade que cabe ao mestre maçom conquistar com a sua Regeneração individual