[Música] exame abdominal o exame abdominal é realizado em quatro etapas na seguinte ordem inspeção a culta palpação percussão inspeção primeira coisa é que o paciente tem que ficar deitado no leito numa posição bem confortável uma boa iluminação e a seguir a gente solicita que levante a a blusa que fique as cúpulas diafragmáticas bem visualizadas até o cicatriz até o os pelos pubianos E aí a gente afasta um pouco e faz uma manobra de ficar visualizando onde a gente vai ver o o aspecto do do do abdômen a forma o volume se tem cicatriz se tem
retrações os movimentos se tem algum movimento anômalo e pulsações que normalmente você pode e perceber pulsações normais mas aí a gente na a pulsação é importante depois na palpação a gente vê se é normal ou é patológico para dividir o abdômen em quatro quadrantes basta imaginar uma linha vertical e uma transversal que se cruza em um ângulo de 90º na cicatriz umbilical as regiões delineadas são denominadas quadrante superior direito quadrante superior esquerdo quadrante inferior direito e quadrante inferior [Música] esquerdo para dividir o abdômen em nove regiões iremos traçar duas linhas imaginárias verticais que ligam os
pontos médio claviculares aos pontos médio inais em seguida traçamos algumas linhas imaginárias transversais duas delas atravessam a margem inferior da décima cartilagem costal uma de cada lado e outras duas atravessam as espias ilías Ant superiores as regiões delineadas serão denominadas como hipocôndrio direito hipocôndrio esquerdo flanco direito flanco esquerdo fossilífero EP mesogastro e hipogastro a compreensão dessas divisões é importante para examinador localizar as projeções dos órgãos abdominais durante o exame isso é evidentemente fundamental para um bom raciocínio anátomo fisiopatológico a culta terminando a inspeção procede-se ao escuta do abdômen ela deve ser realizada antes das demais
etapas porque a palpação e a percussão podem estimular o peristaltismo alterando a sensibilidade do exame utiliza-se preferencialmente o diafragma do estetoscópio a pesquisa dos sons deve ser realizada em todos os quadrantes por pelo menos um minuto em cada [Música] região nesse momento é importante principalmente na auta nós verificarmos a presença dos ruídos peristálticos normais ou se eles estão exacerbados ou reduzidos e principalmente na procura de sopros principalmente a gente na linha mediana na horta a gente pode [Música] escutar e sopros também da artéria renal normalmente a gente coloca dois dedos para fora do umbigo dois
dedos à esquerda e dois dedos à direita a gente pode escutar sopros da artéria renal que é muito importante principalmente patologias renais que estão associadas com hipertensão arterial por exemplo ou anomalias renais das artérias renais e também é muito importante a gente aus cutar também as artérias ilíacas dois dedos abaixo do do do umbigo da cicatriz umbilical dois dedos para fora a gente vai pegar direita mesmo procedimento dois dois dedos para baixo e dois dedos para fora artéria ilía esquerda também é muito importante a presença de sopro nessas regiões principalmente pacientes que TM claudicação intermitente
eventualmente a gente pode encontrar também sopros em outras regiões por exemplo no no hipocôndrio esquerdo ou no hipocôndrio direito relacionados com patologias do do do Basso ou patologias hepáticas [Música] percussão a principal técnica é a dígito digital que consiste na utilização de um dedo pleximetro que normalmente é o dedo indicador ou dedo médio da mão não dominante do examinador Este dedo deve ser colocado em contato com a parede abdominal enquanto os demais dedos se mantém afastados com a outra mão o médico executa um golpe seco sobre o dedo pleet de preferência com dedo indicador ou
médio aconselho grupos de dois golpes por vez emada ponto examinado percussão é muito importante e a técnica tem que ser bem bem revista Toda vida porque nós vamos fazer a percussão em todos os quatro quadrantes e como a maioria do abdômen tem alças intestinais nós vamos ter sempre um som tipic com do normalmente com do hipoc direito Onde tem um som maciço Então nós vamos começar pelo som tipico [Música] hepatimetria o examinador deve realizar a hepatimetria que é a medida do tamanho do fígado a técnica consiste na percussão do tórax ao abdômen seguindo a topografia
da Lim clavicular direita deve-se marcar o momento em que o som passa de Claro pulmonar a maciço ponto onde está localizado o limite superior do fígado o limite inferior por sua vez é determinado a [Música] palpação espaço de tra na percussão extremamente importante é nós avaliarmos o espaço de traub que é uma região que fica entre o sexto sétima oitava nona e 10ª costela é um espaço reservado para o fundo gástrico E logicamente como é do fundo gso a gente vai ter um Son [Música] timpânico ele é delimitado pela linha anterior e a linha lá
média quando nós não temos um som timpânico e sim um som maciço significa que tá vendo um aumento um aumento e do baço mesmo que o Basso não seja palpável você se você tem masss nessa região do espaço de traube Isso denota esplenomegalia então isso é um dado extremamente importante na semiologia a percussão abdominal portanto é importante para identificar a presença de líquido acídico massa sólida aumento da quantidade de ar nas alças abdominais ou fora delas e para determinação do tamanho do fígado e do Basso palpação a última etapa mas não menos importante é a
palpação do abdômen inicialmente devemos aquecer a mão para que não tem uma fique muito fria na hora que fo papar o abdômen e solicitar ao ao paciente se tem algum local que sinta dor perguntar sempre se tem algum local que apresenta dor e a gente começa sempre pelo local em que não dói a palpação tem por objetivos principais avaliar o estado da parede abdominal reconhecer as condições anatômicas das vías e detectar possíveis anormalidades além de verificar a sensibilidade do abdômen a palpação da abdmen é dividida em superficial e profunda então nós temos dois momentos a
palpação superficial em que ela pode ser feita apenas com uma mão deslizando sempre movimento deslizando com essas as ppas distais que a gente vai fazer a palpação sempre circular ou com duas mãos mesmo sempre movimentos circulares em que a gente vai avaliar textura sensibilidade dor alguma massa que possa ser palpável nessa nessa nesse movimento e a seguir a gente vai proceder a palpação profunda essa sim seria um pouco mais você aprofunda mais é importante a gente gente entender que existe órgãos que são fixos regiões em que tem órgãos fixos como o sigmoide então é fácil
palpar o sigmoide e o Seco também que é um é fixo e normalmente na palpação do seco você pode perceber um um sonzinho de um gargarejo Então você faz a palpação e o transverso é um pouco mais difícil porque o transverso não tem uma uma localização não é fixo pode ser encontrado tanto no região superior como até uma região mais baixo Então você faz faz a polpação e sempre observando se o paciente esboça algum algum tipo de dor algum alguma sensibilidade Então essa é palação profunda e um espaço especial que você vai também palpar a
região umbilical regiões onde tem um potencial de encontrar herne que são regiões umbilicais regiões inais innos e escrotais e na presença de algum achado anormal você vai ter que caracterizar em relação a a forma tamanho consistência se é endurecido se é elástico é fibra elástico qual a região que se encontra e é muito importante saber se essa essa normalidade ou esse achado ou esse achado ao exame físico tem relação com os movimentos respiratórios ou ela tá em contato com o diafragma que seria no caso o fígado ou próximo ao fígado em contato com o fígado
que também tem um movimento respiratório já as lesões e retroperitoniais elas não guardam essa relação com a movimentação do diafragma um passo especial é a manobra de palpação das vías sólidas no caso seria o fígado e o Basso palpação do fígado na palpação do do fígado Assim como nós vamos ver na palpação do Basso é muito importante a gente utilizar os movimentos respiratórios então uma técnica que existe basicamente várias técnicas para passação do Figo nós vamos nos deter a duas técnicas a técnica de matier que é uma técnica que a gente chama mão em garra
você fica paralelo a coloca as mãos paralelas ao abdômen paciente e você solicita que o paciente faça a inspiração fav inspir você não penetra no abdômen e acompanha o movimento respiratório e aí você fica paradinho e solicita o paciente respirar novamente e você dá um iato nesse movimento então eu não preciso estar fazendo essas manobras aqui só repetindo inspire por favor solte você acompanha E você só vai entrar no abdômen do paciente na expiração você fica um pouco lá embaixo na próxima inspiração você dá um pequeno iato e aí você sobe respire como é uma
manobra que é extremamente importante eu vou vou e mostrar momentos em que essa manobra não está sendo feita corretamente por exemplo eu penetrar na inspiração inspire então o paciente sente dor que eu tô penetrando no momento em que ele tá inspirando então isso é manobra errada a outra forma errônea de da gente da gente fazer a palpação é eu entrar normalmente na inspiração respire fundo na expiração solte entrei normal mas aí eu fico aqui com aquele desespero de querer palpar e fazer esses movimentos circulares não ajuda em coisa nenhuma é uma manobra errônea Então essa
também não deve ser feita e uma outra maneira errônea de se fazer Pode respirar fundo vou penetrar normalmente solte penetrei só um minutinho penetrei na expiração fiquei normal mas olha aqui agora no próximo movimento eu subo rapidamente respire então subi rapidamente quer dizer não fiz a manobra adequada essa técnica permite que na próximo movimento da Inspiração se você tiver um fígado aumentar de tamanho ele vai bater na sua mão important você caracterizar a borda a superfície do fígado a consistência se tem ndulos ou se não tem nódulos ela é paralela respire fundo uso os mesmos
movimento solte só vou entrar na expiração fico aqui respire e no próximo movimento é que solte eu vou ter a palpação da borda hepática respira solte então entro na expiração respire dou um certo eato no próximo movimento e aí é que eu vou ter a borda hepático batendo sobre os dedos palpação da vesícula uma outro órgão que é importante também na palpação e principalmente quando ele está e alterado do ponto de vista ou por um processo inflamatório ou por um processo neoplásico é a palpação da vesícula E aí Aqui nós vamos ter na coles aguda
eu vou ter uma respire fundo e quando eu tenho a colest aguda eu na inspiração profunda respiro o paciente tem uma parada brusca por causa da dor e eu posso palpar a vesícula então isso é o sinal de MURF um outro sinal extremamente importante também na em relação a vesícula É nos paciente que tem que ter ISO obstrutiva quando tem uma uma equ tería colestática que nós palpamos uma vesícula uma uma como se fosse uma uma pera piriforme com uma diferença ela é indolor e aí a gente vai palpar pode ser abaixo do rebor costal
um pouco mais no no no hipocôndrio direito ou às vezes até um Pou pouco no flanco respire fundo e aí não é o caso nós estamos fazendo um exame de paciente normal nós vamos encontrar uma vesícula piriforme palpável indolor então iso é o sinal de cur vazir palpação do Basso Essa manobra é utilizada também no Basso paraar o baço depois que eu fiz a percussão no espaço de trb eu vou inspiração profunda não faço nada acompanha a inspiração a expiração e fico aqui não e na próximo movimento é que eu vou sentir quando o Basto
está aumentado pode ainda sensibilizar colocando a mão aqui respiro solto fica a mão paradinha na próxima inspiração é que eu vou ter noção de como é que tá o Basso o Basso é importante PR diferenciar de aumento de outras massas porque eles TM A chanfradura então quando a gente palpa a chanfradura isso é um sinal de que a gente tá diante de um aumento do Basso manobra de shuster uma uma manobra semiológica também importante que a gente faz é é a manobra de para avaliar e aumento do Bá então a gente procede da seguinte forma
pede ao paciente para ficar em dec lateral direito a perna esquerda é e a perna direita fletida botando essa mão aqui sobre o pescoço poar essa essa aqui ficou meio P aqui sobre o pescoço e aí a gente flete bem assim e aí você vai nessa nessa nessa medida aqui nesse nesse movimento você vai fazer a mesmo procedimento que você faria anteriormente faz a pede pro paciente inspirar inspire fundo solte E aí você faz o mesmo movimento que você fez para palpar o fí e Basso respire fundo quando você tem um aumento do tamanho do
baço na expiração você vai na próxima inspiração S respire você vai sentir a ponta do baço tocando os seus dedos Essa é a manobra de shuster manobra do obturador uma outra manobra duas outras manobras importantes principalmente no paciente com suspeita de abdômen agudo seja de origem abdominal ou pélvica é a manobra do do obturador uma delas é a manobra do obturador que quando é bem executada e paciente vai sentir dor na região hipogástrica O que significa que tem algum processo inflamatório irritativo do obturador seja pélvico ou seja da do na na no hipogástrico então consiste
em você fletir a perna fazer uma rotação interna o paciente faz e você pede o paciente para fazer força em direção seu lado contra lateral e você puxa para lá e você faz o paciente puxa pro lado contra lateral e você puxa para cá quando tem um processo inflamatório vai sentir dor nessa região e é sugestivo de apendicite né Se for do lado lado esquerdo sugestivo de verticulite ou processos inflamatórios pélvicos na mulher tipo anex manobra do pessoas uma outra manobra também na suspeita de abdômen agudo ou para avaliador abdominal é a manobra pra gente
pesquisar o uma irritação no músculo psoas que consiste em você Dependendo de qual pessoas que tá acometido você coloca decupe lateral dec lateral no caso dec lateral direito que eu tô suspeitando que ele tem uma irritação no P esquerdo e eu faço palpa aqui o pisos eu faço uma manobra é forçando né o estiramento da do das fibras do do psos esse sinal vai suscitar dor no paciente que tem um processo inflamatório Agudo seja abdominal seja pé pode voltar a posição normal se eu tiver suspeitando que o pessoas que tá irritada é o pessoas à
direita eu faço essa manobra dec lateral esquerdo e Faça o mesmo procedimento pode acontecer também traumas ao nível do PS ess infecciosos també a nível comprometendo própr pessoas sinal de Torres Homem é importante também um outro outro sinal semiológico extremamente importante principalmente paciente com febre com hepatomegalia com anemia com dor é fazer a pesquisa do sinal de torris que é uma pun percussão pode ser assim ou pode dessa e que você faz pequenos movimentos e o paciente tem um momento em que ele vai sentir mais dor que corresponde exatamente um o local onde tem uma
coleção possivelmente um abcesso então é um sinal semiológico importante sinal da descompressão brusca alguns outros sinais semiológicos principalmente paciente com dor abdominal ou com Agudo a gente também deve pesquisar um deles é o sinal do da descompressão brusca você examina o olhando pro paciente você faz movimentos e paciente solta quando solta o paciente além de dele sentir dor na hora que eu tô palpando quando eu solto Como existe uma irritação peritoneal ele também expressa sinal de dor é claro que a gente não tem que ficar fazendo várias vezes porque aí você tem que respeitar tá
primeiro o paciente você faz uma vez mostrou bem típico você não precisa est fazendo novamente ponto de MCB um outro ponto também que é importante é na suspeita de apendicite aguda é o panto de macb que é traçando uma linha imaginária no terço distal você tem um ponto um pouco mais doloroso também que você pode suscitar também essa mesma coisa na suspeita de apendicite grave o médico pode fazer a pesquisa do sinal de blomberg que consiste em comprimir o ponto de MCB e soltá-lo rapidamente se a dor aumentar a descompressão brusca o sinal é considerado
positivo sinal de gers um outro sinal semiológico nos pacientes que T suspeita de de F caloma é o sinal de gasoni em que você vai fazer a palpação do do sigmoide do colo esquerdo e você vê como se fosse uma uma região que seus dedos praticamente como se os dedos entrassem numa massinha de criança fica a a a presença das Polpas digitais numa área e relativamente amolecida então isso fala a favor de fecaloma sinal de Jordano um outro sinal semiológico extremamente importante também que a gente vai ver um paciente tá com uma suspeita de de
uma infecção no trato urinário é o sinal de Jordano que consiste você fazer pequenas manobras no flanco no flanco direito se for no caso na dor no flanco direito e no flanco esquerdo também dependendo onde é que paciente refere a dor e o paciente tem uma dor refere dor importante normalmente com essa essa esse movimento as pequenas batidas do paciente não sente dor mas na hora que ele tá com infecção urinária uma pel nefrite e ele pode sentir também dor nessa com esse tipo de manobra a depender se é do lado direito ou do lado
esquerdo é claro que for Cistite aguda sem muita manifestação que pegue o rim ou o ré esse exame pode ser [Música] normal sinal ou síndrome de job um outro sinal semiológico também extremamente importante é a perda da massa se hepática nós vimos que o fígado o hipoc direito nós temos a massa hepática e eu faço uma percussão não é o caso que esse é um um exame ilustrativo há uma perda da maciza hepático isso ocorre basicamente em pneum peritônio se o paciente tem uma dor abdominal muito importante ou pode ocorrer também numa numa situação sem
ser um abdômen agudo que é uma interposição de uma alça intestinal achados patológicos do exame abdominal então dando sequência a a semiologia do do abdômen nós vamos eh mostrar hoje como é que é feito a avaliação de um paciente com acite e aumento de volume abdominal e nós vamos contar com a colaboração da paciente que é acompanhada aqui no nosso ambulatório da Universidade Federal do Ceará a paciente que é portadora de uma hepatopatia crônica por esteato hepatite não alcoólica e a primeira coisa que a gente faz na na é a inspeção né então na inspeção
a gente pode pode observar um abdômen bastante volumoso com inclusive com protusão da cicatriz umbilical que isso é um apanagio de e aumento de volume e o aumento de volume abdominal claro que além de acite pode ter outros fatores né especificamente no caso é um um paciente que tem uma doença hepática crônica e é devido a acite Mas além de acite pode ser um aumento de volume abdominal pode estar relacionado com excesso de gases com excesso de gordura com gravidez que não é não é o não é o caso especificamente e com a presença de
massas além de fecaloma também fecalomas às vezes de grande de grande monta pode ter aumento do volume abdominal então o que que nós o que que nós observamos na semiologia primeiro inspeção um abdome bastante volumoso e uma outras vezes quando não tem uma quantidade e tão grande de líquido você pode encontrar aquele abdômen batráquio que é um abdômen que fica mais caído os flancos e observar ver se tem além da no umbigo outros locais que a gente tem que pesquisar hne são a região innal presença ou não de herne que especificamente não tem mas no
homem tem que pesquisar também e presença ou não de cicatriz e um outro ponto que é fundamental é a gente ver a como é que a paciente se encontra do ponto de vista respiratório porque dentre as causas de aumento de volume abdominal por acite é uma das causas é doença cardíaca cardíaca pericard constritiva e claro que eu terência jugular inspeção e a paciente não toleraria tão facilmente esse Decor é importante a gente ver os membros inferiores tanto para ver se tem algum quadro de infecção para ver os pulsos periféricos posteriori em cacifo e avaliar o
grau de edema também todo paciente com acite que especificamente como a nossa paciente já está em tratamento ela não tem edema de m inferior porque primeiro a ser mobilizado é o líquido que fica nos membros inferiores mas as as aites decorrentes de hepatopatia infuência cardíaca geralmente você tem aumento de volume abdominal ac e edema de membros inferiores um dado semi importante na avaliação de pacientes com acite é quando você não não está em tratamento o paciente tem acite sem edema de menos inferior nesse caso eu tenho que pensar em patologias que comprometem pró primariamente o
peritônio E aí eu tenho que pensar em doenças infecciosas que pode cometer o peritônio dentre elas a tuberculose peritonial e processos expansivo que compromete o peritônio que em geral dá acite e não vai dar Emes inferiores ou poderá dar numa fase mais tardia ainda podemos avaliar na mão se tem ou não a presença de contratura doem que é uma contração dessa desse tendão do quarto tendão né correspondente que aqui especificamente não tem e se tem baqueteamento digital ou se tem cianos extremidade baqueteamento digital depois da inspeção a primeira coisa que eu tenho que fazer é
aos cuta para ver se tem como é que tá o peristaltismo se tem ruído de luta se tem R de luta na ausculta ela é fundamental na presença quando eu tenho uma suspeita de aumento volume abdominal no paciente com abdômen agudo que aí eu tenho que ver as características do dos [Música] ruídos mas é de 1 a 3 minutos em cada quadrante para você afastar para dizer que não tem ruído hidra Presente porque senão você pode dizer que não tem na verdade T né então eu faço essa alcuta onde eu vou ver o número de
a característica do ruí do aéreo se tá presente se não tá presente se tá exacerbado se não tá exacerbado se tem perist de luta se não tem dando sequência a palpação a gente faz palpação superficial em todo o abdômen e aqui sempre fazer a cação observando a face do paciente para ver se esboça dor é claro que no paciente que tem que tem acite uma das complicações pode acontecer é peritonite bacteriana espontânea e você pode flagar do na na palpação do superfici uma manobra uma manobra que é que é muito que é muito utilizada na
principalmente em aites de grande volume é uma manobra que a gente chama de rechaço que ao invés de você tentar fazer a palpação profunda você faz pequenas ondas tanto ao nível do hipoc esquerdo como a nível do do hipoc direito pequenas ondas e nessa manobra se tiver aumento do Bao aumento do fígado quando você faz esses pequenos movimentos o baço desce e depois ele bate na sua mão Então essa é uma manobra que a gente usa frequentemente em acit volum e na presença de hérnia a gente tem que ver se tem essa hérnia se ela
tá como é que ela tá se ela consegue voltar para dentro da cavidade abdominal ou se é uma hér que tá encarcerada se tem dor se tem sofrimento se tem calor se tem rubor E logicamente que essa hérnia também ela aumenta mais na posição quando tá em pé essa é uma hérnia redutível né mas na hora que você solta ela rel ela volta novamente manobras para detecção de aite piparote semicírculos de escuda maz móvel pode ser a ajuda de um de um acompanhante ou da própria paciente ou de um aluno residente coloca a mão no
meio e com a mão espalmada no outro no outro flanco e eu vou fazendo manobras que a gente faz pequenas percussões e cria uma onda que essa onda vai ser transmitida até a gente sentir perceber essa onda no outro na palma da mão Então essa é uma manobra que faz parte da da semiologia de íes de grande volume a medida que eu tenho um aumento do volume abdominal por líquido o que é que vai acontecer no deculo dsal as alças Como estão Chei de de gás elas ficam flutuando Então ela ficam mais ter umbilicais enquanto
que o líquido ele fica mais na na região mais mais embaixo então eu vou É como se eu tivesse fazendo pequenos círculos redondos esses círculos eu vou à medida que eu vou me aproximando da da região hipogástrica eles vão ficando mais maciços enquanto que o centro é mais mais timpânico Essa manobra é manobra importante porque ela vai diferenciar por exemplo de um útero gravídico um ú gravídico eu vou ter o quê eu vou ter um uma uma percussão ao contrário vou ter um ú que vai aumentando de tamanho então ele vai ocupando o centro e
aí eu vou ter Maci no no centro e nos flancos eu vou ter timpanismo Então essa é uma manobra importante essa diferenciação então só vamos vamos vamos ver como é que a gente faz tem duas maneiras da gente fazer essa manobra uma fazendo eu vou fazer pequeno círculo vocês vão ouvir o timpanismo timpânico timpânico Tim Pânico então eu fiz um círculo Imaginário um semicírculo imaginário e vou me afastando timpânico mas já mudou um pouco timpânico aqui já vai tá submaciço submaciço submaciço submaciço e o o terceiro ou quarto semic você pode fazer vários vocês vão
ver que vai ficar bem mais maciço em toda porque eu vou pegar bem F ó Então vou demonstrando o qu que eu tenho o centro que as alças estão boiando aqui no centro E logicamente toda essa região aqui do centro eu vou ter timpanismo à medida que eu vou aproximando dos flancos eu vou tendo níveis níveis de da do líquido né do líquido acídico e eu vou ter massa seis o princípio da massa se móvel o que é é o movimento das alças e do líquido a medida que eu mudo o deculo nós estamos em
deculo dsal eu faço uma mudança peço para paciente virar para cá deup lateral direito e aí eu faço a percussão o líquido que estava acumulado aqui no flanco a medida que eu faço mudança de decúbito o líquido desce e vai ocupar esse espaço Então vamos lá titânico e aqui já ficou maciço aqui também macio né macio Então isso é o que a gente chama de macz m ou seja houve uma mudança no som que anteriormente no decit dorsal era maciço submaciço timpânico para timpânico timpânico submaciço e maciço Então isso é que a gente chama de
m móvel a manobra de m móvel é realizada em três etapas na primeira o paciente encontra em decúbito dorsal nessa posição teremos a presença de ISO nos flancos e de som timpânico na região central na segunda o paciente ficará em decúbito lateral direito teremos então timpanismo no flanco esquerdo e macicez no flanco direito na terceira etapa o paciente ficará em decúbito lateral esquerdo nesse momento teremos timpanismo no flanco direito e macis no flanco esquerdo o sinal do piparote é positivo em acit tensas com volume superior a 5 l a manobra dos semicírculos de scoda detecta
de volume superior a 1,5 l o sinal da mass 6 móvel é a manobra semiológica mais útil para a pesquisa dait detectando derrames peritoneais acima de 1,5 l em aites pouco volumosas o método de maior sensibilidade é a ultrassonografia abdominal detectando derrames tão pequenos quanto 50 ml icterícia nós estamos diante de uma paciente com uma hepatopatia crônica em fila de transplante que mostra uma icterícia Três Cruzes em quatro como a gente pode visualizar aqui no olhinho dela você vai ver o grau de icterícia e que poderá ser visualizado também a boca essa parte aqui pleno
lingual Diferentemente do que ocorre quando por exemplo você tem uma uma uma hipercarotenemia em que você fica a pele amarelada mas nem nem colore a a mucosa e nem colore a [Música] conjuntiva circulação colateral então nós como nós podemos ver o paciente se encontra em pé e exacerba mais a circulação colateral como é que eu vou como é que eu vou diferenciar uma circulação colateral de apenas uma distensão das vênulas do abdmen vocês vão ver que ver a gente faz uma palpação vai ver que existe uma uma elevação da dessa veia dessa circulação E aí
nós vamos ver o fluxo como é que predomina se é de baixo para cima ou se é de cima para baixo como é que eu vou saber isso eu inicialmente eu pego um ponto e seco essa vula e solto então eu vejo quanto tempo levou para preencher quando eu soltei aqui embaixo e faço a mesma coisa seco novamente e solto de baixo para cima então demora muito mais tempo enche mas demora muito mais tempo de cima para baixo quanto de baixo para cima então isso caracteriza uma circulação colateral tipo porta que vai de baixo para
cima quando eu tenho uma recanalização da veia umbilical e faz o cabeça de Medusa eu posso ter um fluxo eh embaixo aqui que é o contrário ele faz de baixo de cima para baixo e o fluxo aqui em cima de baixo para cima esse é um fluxo misto que a gente chama de cabeça de Medusa se eu tivesse uma obstrução da Via cava superior Como é o fluxo da Via cava superior normalmente é é de cima para baixo então a circulação colateral da Via cava superior Seria o mesmo jeito de cima para baixo aqui não
eu tenho uma circulação tipo porta como ocorre também quando eu tenho uma obstrução da cava inferior o fluxo da cava inferior é de baixo para cima então se eu tiver uma obstrução da de CAV inferior eu vou ter o fluxo também de baixo para cima Aranha vascular aqui tem uma aranha vascular quando a gente comprime né eu vou comprimir vai desaparecer depois enche do do Centro pra Periferia eritema Palmar caracterizado muito bem um eritema Palmar bem vermelho na na região na região central menos e também na ponta dos dedos também eu tenho um rit formá
FP nós vamos fazer uma pesquisa de um sinal semiológico que ocorre nas encefalopatias não é patog de de encefalopatia hepática Pode ser na ência renal numa numa hipoxemia também você pode ter esse esse FP mas diante de um paciente com doença hepática crônica é muito importante a pesquisa desse FP porque caracteriza também a encefalopatia Então nós vamos nós vamos fazer a pesquisa do fap não Eu não aqui eu pego aqui embaixo faço uma extensão e solto então o paciente vai ter tremor [Música] k [Música]