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ÉDIPO REI - Leitura Encenada

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8.35k7,128 Wörter35m readGrade 18
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Núcleo Educatho
3 meus filhos por que permane aí ajoelhados portando os Ramos rituais de suplicantes ao mesmo tempo enche Tebas de fumaça de incenso e enche também de hinos tristes vamos ancião explica por essa atitude que receio tendes fala que pretendeis apresso em assegurar vos que meu intuito é socorrer plenamente é rei do meu país vê como estamos aglomerados ao palácio teu somos pessoas de todas as idades Alguns são sacerdotes como eu sou de Zeus Tebas de fato Como pode ver tu mesmo hoje se encontra totalmente transtornada ela se extingue nos Germes antes fecundos da terra morre
nos rebanhos antes múltiplos e nos abortos das mulheres tudo estéril é a pavorosa peste que dizima nossa cidade não te igualamos certamente a divindade nem eu nem os teus filhos que cercam teu lar vamos livra a nossa cidade preserva a tua fama mostra-te agora igual a épo de outrora se tens de ser governante desta terra que é tua é preferível ser senhor dos homens do que de um deserto fique sabendo que nenhuma embarcação é coisa alguma se vazia sei dos motivos que fazem virem aqui hoje seiem que todos vs sofreis afirm vosso não supera o
meu veio minha mente uma única solução que logo pus em prática mandei creonte irmão de minha esposa para indagar Oráculo de Apolo o que me cumpre agora fazer para salvar de novo essa cidade mas quando ele voltar eu não serei então um homem de verdade se não fizer tudo que o Deus dear por intermédio de creonte é já vejo o creonte eo de volta e está está alegre isso é um bom sinal creonte meu cunhado transmite-os depressa o que te disse o Deus foi favorável a resposta pois Suponho que mesmas coisas tristes sendo para bem
podem tornar-se boas e trazer Ventura mas que resposta ouviste se é teu desejo ouv na disponho a falar ou leva a Palácio quero que fales diante dos tebanos todos teremos de banir daqui um ser impuro ou espiar morte com morte pois H sangue causando enormes males à nossa cidade que morte exige expiação quem pereceu li senhor outrora Rei deste país antes de seres aclamado soberano sei por mas nunca pude vê-lo ele foi morto o Deus agora determina que os assassinos tenham um castigo justo seja qual for a sua posição presente onde os culpados estarão onde
acharemos algum vestígio desse crime tão antigo em nossa terra disse o Deus o que se busca encontra-se mas foge noos o que deixamos mas foi no palácio foi no campo ou em terra estranha onde foi que assassinaram Laio disse ele quando foi Laio ia ouvir o Deus e nunca mais voltou aos seus à sua terra e nenhum aralto ou companheiro de viagem viu algo que pudesse orientar-nos hoje todos estão agora mortos salvo um que desapareceu com medo e pouco disse o que disse que disse é pouco mas um mínimo detalhe Talvez nos leve a descobertas
decisivas falou que alguns bandidos encontraram Laio e o trucidaram mas não com a força de um só pois numerosas mãos se uniram para o crime como teria usado tanto malfeitor sem conspirar em Tebas sem corrupção tivemos essa ideia mas após o crime Nenhum de Nós em meio a males mais prementes pode cuidar naquela hora de vingá-lo que males no momento em que o poder caía vos impediram de aclarar o triste evento a esfinge uando sempre trágicos enigmas não nos deixou pensar em fatos indistintos pois bem eu mesmo he de torná-los evidentes sem demora verás que
vou juntar-me a ti no esforço para redimir nossa cidade Quem matou antes um rei bem poderá querer com suas próprias mãos matar-me a mim também presto um serviço a Laio e simultaneamente sirvo a minha causa vamos depressa filhos levantai-vos PG amnos foi para isso que viemos todos os dias vivemos Tebas deste flagelo para sempre Zeus todo poderoso que trazes a nossa terra se Deus todo poderoso porque de novo a ilustre teba por medo poror te perguntamos porque toda essa desgraça traz de novo a nossa tebus tempos de miséria Zeus para nós tebanos Mande logo os
seus trovões dasos imploramos por medo por favor te perguntamos porque toda essa desgraça traz de novo a nossa terasus [Música] povo de Tebas as notícias que vem de Delfos salvarão com as palavras [Música] diz senhores Sem dúvida serão ouvidas tuas preces se deres a atenção devida à minha fala e a tua ação corresponder à circunstâncias já que somente os fatos alegados honraram me os tebanos com a cidadania declaro nesse instante em alta voz CAD meus ordeno a quem soubera aqui quem matou Laio filho de ládo que me revele tudo ainda que Rei represálias Fale quem
se denunciar não deverá ter medo não correrá outro perigo além do exílio a vida lhe Será poupada se alguém sabe que o matador não é tebano é de outras terras conte-me l pois a minha gratidão vir juntarse uma TIM mas se aoo cidadãos se ao dises e se de ququ de quiser inocentar por medig daut de assassinato eis minord terminantemente aos habitantes dest país que acolham o assassino ou lhe dirijam a palavra que todos ao contrário afastem de seus lares que ele comunica mácula Ei cidadãos como eu demonstro acatamento ao Deus e apreço ao Rei
há tanto tempo morto o criminoso ignoto seja ele um só ou acumpliciado peço agora aos Deuses que viva na desgraça e miseravelmente E se ele convive comigo sem que eu saiba invoco para mim também os mesmos males que as minhas maldições acabam de atrair e quanto aos desobedientes Peço aos Deuses que a terra não lhes dê seus frutos e as mulheres não tenham filhos deles e sem salvação pereçam sobre o peso dos males presentes ou vítimas de mal muitas vezes maior mas quanto a vocês para vós que concorda comigo que possa a justiça sempre estar
do vosso lado e não vos falte nunca a proteção divina agora vamos vamos levantem-se escuta então senhor tuas imprecações compelem a falar não fui o assassino e nem sei quem foi cabia Paulo Deus profeta que nos mandou punir agora o criminoso dizer-nos quem outrora cometeu o crime São justas as tuas palavras mas ninguém detém o poder bastante para constranger os deuses veio me a mente uma segunda ideia sei que tirésias venerável é o profeta mais próximo de Apolo se lhe perguntares dele ouviremos a revelação dos fatos eu não ignorei esse recurso aconselhado H pouco por
creonte já mandei buscar tias espanta-me que ainda não tenha chegado e quanto ao mais só rumores vãos remotos quais rumores fala quero conos todos por andarilhos Eu também ouvi dizer mas não há testemunhas mas se o culpado for sensível a tuas ameaças não irá resistir quando o co agires quem age sem receios pode não temer também as minhas ameaças pronto estão trazendo em nossa direção vidente guiado pelos Deuses único entre os homens que trazem sua mente a Lu da Verdade tiesas tias tu que apreenda verdade toda tanto os fatos logo divulgados quanto os ocultos e
os sinais vindos do céu e os deste mundo Sem dúvida conheces Os Terríveis males que aflem nossa terra para defendê-la para salvá-la Só nos resta a sua ajuda pobre de mim como é terrível a Sapiência quando quem sabe não consegue aproveitá-la passou pelo meu espírito essa reflexão mas descuidei pois não deveria vir qual a razão dessa tristeza repentina manda-me embora assim suportará melhor teu fardo e eu o meu em minha opinião a tua longa fala foi totalmente inoportuna para ti então para que eu não incorra em erro igual não não não pelos deuses não já
que sabes não te afastes eis-nos aqui à sua frente em atitude súplice toda a cidade Que dizes Pois todos vós sois insensatos quanto a mim não me disponho a exacerbar meus próprios males para ser bem claro não quero falar os teus Que dizes tu sabes a verdade e não falas Não quero males para mim nem para ti queres traos e extinguir nossa cidade por que insiste na pergunta é tudo inútil de mim por mais que faças nada saberás não falarás então pior dos homens pior dos homens maus capaz de enfurecer um coração de pedra persistirá
inabalável inflexível acusaes de provocar a tua Cólera não vês aquilo que está que está preso e me censuras e quem resistiria a natural revolta ouvindo te insultar assim nossa cidade o que tiver de vir virá agora eu cali mas tens de revelar-me agora o que há de vir nada mais digo encolar ia-te se quiseres sed a mais cega Ira que cober em ti fique sabendo que em minha opinião articulasse o crime e até o consume Apenas tua mão não o matou e se enxergaste eu diria que foste o criminoso sem qualquer ajuda teu pensamento é
esse então escuta mando que obedecendo a ordem por ti mesmo dada não mais dirija a palavra a essa gente nem a mim mesmo pois é o maldito aqui quanta insolência mostras ao falar assim não vês que é aonde quer que Vas serás punido eu sou livre sou livre trago em mim a impávida da Verdade e de quem recebeste de quem a recebeste de tua at de ti forçe me a falar Que dizes Fala novamente vamos fala não pude ainda compreender tuas palavras não percebeste logo queres que eu repita parece-me difícil entender fala pois ouve és
o assassino que procuras não me dirás palavras tão brutais de novo devo falar ainda para enfurecer-se prossegue se quiseres falarás em vão apenas Quero declarar que sem saber manténs as relações mais torpes e sacrilégios com a criatura que deverias venerar cres que te deixarei continuar falando tão insolentemente sem castigo duro se ao lado da Verdade há sempre a força creio pois ah exceto para ti em tua boca torna-se débil a verdade tens teus olhos teus ouvidos e até mesmo o teu espírito é um desventurado dizendo impropérios que todos os tebanos dentro de algum tempo proferir
sinceramente contra ti tua existência é uma noite interminável jamais conseguirá fazer-me mal tias jamais nem aos demais que podem contemplar a luz nisto está certo os fados não determinaram que as minhas mãos te aniem cua apo de conduzir-te ao fim e os deuses tudo podem são tuas estas invenções ou de creonte ele não é a causa dos teus males tu mesmo chama sobre ti mais ninguém força e superior talento que imensa inveja provoca por causa do poder que Tebas me outorgou como um presente sem um gesto meu de empenho creonte Amigo Fiel agora se insinua
por trás de mim e anseia por aniquilar levado por um feiticeiro charlatão conspirador que só tem olhos para o ouro e é cego em sua própria arte e tudo mais pois quando foste um va fid por silencie diante dos tebanos ansiosos por palavras esclarecedoras na época em que a esfinge L propunha enigmas por qu e tentas derrubar exatamente a mim na ânsia de chegar ao trono junto com creonte não fosses tu um velho e logo aprenderas a força de suplícios que não deverias chegar assim a Tais extremos de insolência embora sejas eii edip eu tenho
direito de responder-te pois eu me julgo igual a ti não me considere teu servidor e sim de Apolo Deus profeta tampouco sou comparsa de creonte a minha cegueira provocou injúrias tuas pois Ouve os olhos teus são bons e todavia não vês os males todos que te envolvem nem onde moras com que mulher te deitas sabes de quem nasceste a maldição de tua mãe e de teu pai há de exp pulsarte um dia em vergonhosa fuga de nossa terra a ti ép que agora vê tudo mas brevemente enxergará somente sombras e todos os lugares onde ouvir
bem cedo os teus lamentos quando afinal compreenderes em que núpcias vivia dentro desta casa onde encontraste uma viagem tão feliz um Porto [Música] horrível sentir-te às um dia tão aniquilado como jamais homem algum foi nesse mundo eu tolerarei Tais impropérios vindos dele maldito sejas pelos Deuses nesse instante por que não te retiras desse lugar eu não teria vindo aqui se não me mandasse Se fosse previdente não me convidar-te a vir até o meu Palácio consideras louco mas para os teus pais que te puseram nesse mundo eu fui sensato que Paz hein fala que que paz
que homem me deu a vida verás no mesmo dia o teu princípio e fim falaste vagamente recorrendo a enigmas Não és hábil para decifrar enigmas insultas no que me fez mais Virtuoso dessa Aventura te há de vir a perdição Eu salvei essa cidade é quanto basta então irei embora vai-te logo aqui me ofendes longe não eu já me Retiro mas antes de ir direi sem nada ar recear o que me trouxe aqui pois o teu poder não basta para me destruir agora ouve o homem que vens procurando entre ameaças e discursos incessantes sobre o crime
contra o rei Laio este homem épo está aqui em Tebas e se faz passar por estrangeiro mas todos verão bem cedo que el Nasu aqui e essa revelação não há dehe proporcionar prazer algum que agora vê demais ficará cego ele que agora é rico pedirá esmolas e arrastará seus passos em terras de exílio dentro de pouco tempo saberão que ele ao mesmo tempo é irmão e pai de muitos dos filhos com quem convive filho e consorte da mulher de quem nasceu e que ele fecundou a esposa do próprio pai depois de havê-lo assassinado vai vai
e reflete sobre isso em teu Palácio e se me convencer de que agora minto então terás o direito dizer bem alto que não há Sapiência em minhas [Música] profecias [Música] traga nosso rei teve o corpo perpetrado criminoso ignoto não terá mais como se esconder saiam saiam todos de suas casas encontremos o culpado e jul ele será pelo rei lemem que apolus tem olhos para tudo para seus trovões fiéis não exe escudo saiam saiam todos de suas casas encontremos o culpado e julgado ele será pelo Rei culão nosso rei imaculado Mas de onde essa Cólera surgiu
com tanta força ó cus Fiquei sabendo que lanças contra mim acusações terríveis não me disponho a suportá-las Sem nossos infortúnios de hoje Tu imaginas que em Atos ou palavras lhe fiz injustiças não quero prosseguir vivendo sob o peso de tal imputação o dano que me causa essa suspeita não é pouco se na cidade se por vós por meus amigos acusado de traição ao nosso rei acreditavas que eu não via tuas maquinações e não as puniria havendo as descoberto não é conduta de um louco cobiçar o poder que vem do povo e da riqueza que podes
esperar de mim falando assim deixa me responder pois sou igual a ti e julga livremente após haver me ouvido é ábio em palavras sinto-me inclinado a ouvir-te embora sejas inimigo pérfido primeiro quero futar essa palavra primeiro Não me digas que não és culpado se crês que a intransigência segue um bem enganas-te se cres que a ofensa não será punida ilude concordo com tuas palavras mas revela-me o grande mal quem tu opinião te fiz persuadir-me ou não me persuadem a consultar o venerável adivinho ainda agora sou da mesma opinião e quanto tempo já passou desde que
Lio morreu ferido pela mão de um Assassino contte uma sequência longa de anos e ja tirésias nesse tempo não era divinho ele já era Sábio e reverencial e ele aludiu então a mim alguma vez que eu saiba nunca não te ocorreu mandar investigar o crime fizemo-lo e nada descobrimos Por que se adivinho nada disse não sei quando não compreendo silencio mas ignoras e digo ainda que sem haver entendimento entre tiresias e ti jamais afirmaria a ele que fui eu o causador da morte deio Sabes o que ele disse Mas eu também tenho direito de fazer-te
algumas perguntas pergunta não serei por isso criminoso quem sabe depos ase minha irmã Jocasta só posso responder afirmativamente partilhas o poder com ela e manda igual faço-lhe todas as vontades no governo depois de ti e dela não sou eu quem manda é certo esse fato O Que agrava Tua culpa segue meu pensamento e mudarás de ideia cres que jamais homem algum preferiria o trono e seus perigos a tranquilo sono tendo poder idêntico sem arriscar-se pois quanto a mim ambiciono muito menos a condição de rei que o mando nela implícito sem me expor obtenho agora tudo
de ti ou não porém se eu fosse Rei teria de ceder a muitas injunções por que motivo então me tentaria o trono mais essa onipotência livre de percalços não sou ainda cego a ponto de almejar mais que a influência e o proveito consequente já sou por todos festejado já me acolhem todos solícitos e todos que precisam de ti Primeiro me procuram todos eles conseguem tudo por interferência minha como haveria então eu de desprezar o que já tenho para obter o que ensinas o plano que imaginas não me atrairia e eu não realizaria ainda ajudado queres
a prova sem demoras vai a Delfos informa-te se relatei fielmente o oráculo não me acuses com base em vagas pálidas suspeitas sem me ouvir fere a justiça el dar levianamente os bons de maus ou os maus de b e desprezar um amigo fidigno em minha opinião é o mesmo que menosprezar a própria vida Com passar dos anos seguramente reconhecerás tudo isso pois só com tempo se revela o homem justo mas basta um dia para descobrir o homem pérfido se empregam afoiteza para derrubar devo ser afoito ao defender-me se eu não estiver atento aos planos deles
eles podem se transformar em Fatos e os meus fracassaram inevitavelmente e que pretendes exilar desta Terra deseja a tua morte e não o teu exílio seria justo se provasse minha culpa comportas como se não devesses nunca ceder e obedecer ao detetor do mando a retidão faz falta em tuas decisões quando se trata de Meus interesses não o meu também mereceria igual cuidado és Malu creonte não queres compreender mas deves me da mesma forma obediência se mandas mal não devo é meu povo meu povo também ao povo que não é só teu Por que vos enfrenta
nessa disputa estéril desventurados não pensais e não corais de vergonha por aventar vossas querelas em meio a Tais calamidades para Tebas entra edipo e tu creonte volta ao lar não deve uma frivolidade transformarse em causa de aflição mais grave para vós parece justo ao teu esposo minha irmã tratar-me ruid mee ép quer que eu opite entre dois males ou o exílio doloroso da terra de meus pais ou vergonhosa morte confirmo tenho convicção de que ele tramou a minha queda e quis realizá-la que eu morra maldito pelos Deuses se de qualquer forma mereço essas acusações sem
fundamento é suplico-te que creias nas palavras dele primeiro pelo juramento recém-feito perante os deuses e depois por reverência a mim e aos cidadãos de Tebas dá-lhe que crédito reflete suplico-te senhor concorda com creonte nunca ele foi insensato e hoje chegou até o juramento Sabes o que está me pedindo se peço é porque sei senhor aclara Então o que disseste não deves acolher jamais rumores vagos não provados para fazer acusações desprimor ao amigo não deves ignorar então que pedes simultaneamente a minha morte e o meu exílio não pelo sol Deus mais alto que eu morra no
pior suplício abandonado pelos Deuses pelos amigos se passou pela minha mente esse propósito pois viva ele em paz então ainda que por isso eu morra ou seja expulso dessa terra meu ódio há de segui-lo para sempre temperamentos como teu Ed atraem sempre Sofrimentos não vais então deixar-me em paz por que não abandona teas sim partirei pois não quiseste compreender-me sei porém que meus concidadãos presentes aprovam meu procedimento Por que tarda senhora a levar nosso rei de regresso ao palácio F quando ouvir o teu relato levantaram-se vagas suspeitas provocadas por simples palavras a injustiça bem sabes
ofende fala refere-se aos dois tanto a qu que diziam os dois no debate eu creio que basta Senhora Nossa Terra já está muito aflita Por que razão EDP permite que essa Cólera feroz te vença dirte eii pois tenho eu tenho amor eu eu te honro mais que essa gente a causa foi creonte com sua indecência ele me acusa a mim a mim de ter matado lá seu porta-voz foi um malévolo adivinho não há razões então para inquietação ouve-me atentamente ficará sabendo que o dom divinatório não foi concedido a nenhum dos mortais e em escassas palavras
vou dar-te provas disso não direi que Apolo mas um de seus intérpretes há muito tempo comunicou a Lao por meio de oráculos que um filho meu e dele o assassinar pois apesar desses oráculos notórios todos afirmam que assaltantes de outras terras mataram Laio há anos no num Encruzilhada Vivi o nosso filho seu terceiro dia quando o rei Lao lhe amarrou os tornozelos e o pôs em mãos de estranhos que o lançaram logo em precipícios naquele tempo Apolo não realizou as predições o filho único de Laio não se tornou o matador do próprio pai não se
concretizaram as apreensões do rei que tanto receava terminar seus dias golpeado pelo ser que lhe devia a vida falharam os miráculos O próprio Deus evidencia seus desígnios quando quer sem recorrer a intérprete somente ele minha alma encheu-se de temores e a aflição subiu minha mente ouvindo te falar senhora que ânsias te possui para dizeres isso terias dito há pouco que mataram Lio em uma Encruzilhada ou foi engano meu assim falaram e repetem desde então onde ocorreu o evento lamentável sab a região chama-se fosses onde as estradas se convergem quando se deu o fato podes recordar-te
pouco antes de assumires o poder aqui ai Zeus poderoso Zeus o que fazes de mim agora qual é o motivo dessa inquietação senhor não me interrogues antes quero que responda como era Lio Quantos anos tinha então ele era alto seus cabelos começavam a pratear se L eu tinha traços teus ai feliz de mim eu começo a convencer-me de que lancei contra mim mesmo sem saber as maldições terríveis pronunciadas hoje Que dizes tenho medo de encarar T edip é horrível eu temo que tirésias mesmo o cego tenha enxergado mas ainda quero ouvir uma palavra tua parece
parecer-me também estou inquieta mas responderei a todas as suas perguntas fazas pois era pequena a escolta que seguia la seus seguidores eram Unos cinco ao todo Ai meu Deus tudo agora é claro mas quem foi outra hora que que te comunicou esses detalhes um serviçal que se salvou ao regressar ainda ainda se encontra no palácio esse criado não ao voltar vendo-se no lugar de láo tomou minhas mãos suplicou que eu mandasse aos Campos para apacentar nossos rebanhos pois desejava estar bem longe da cidade e será será possível tê-lo aqui em pouco tempo seguramente mas por
que esse desejo temos senhora haver falado além da conta por isso tenho pressa em vê-lo interrogá-lo Ele Virá mas creio também merecer uma palavra sobre os teus receios meus pais são Reis em Corinto todos consideravam me seu cidadão mais importante mais uma festa um homem que bebeu demais pois a insultar e a afirmar que sou filho adotivo revoltei na hora e bem cedo na manhã seguinte Procurei meu pai e minha mãe quis interrogá-los ambos mostraram-se sentidos com out tragem mas ainda assim o Insulto sempre me dói grava-se profundamente em meu espírito sem o conhecimento de
meus pais um dia fui ao Oráculo de Delfos mas Apolo não se dignou de desfazer as minhas dúvidas anunciou claramente todavia maiores infortúnios trágicos terríveis eu me uniria um dia a minha própria mãe e mostraria aos homens descendência impura depois de assassinar o pai que me deu a Vida Diante dessas predições deixei Corinto à procura de um lugar onde me hilaria e onde jamais se tornariam realidade essas profecias e a ti mulher direi toda a verdade agora seguia despreocupado a rota quando me aproximei da Encruzilhada eu vi um aralto à frente de um vistoso carro
correndo em minha direção no carro vi viajava um homem já maduro com afeição que me descrevesse há pouco o aralto e o próprio passageiro me empurraram com violência para fora do caminho Eu encolerizado devolvi o golpe do aralto o passageiro ao ver me reagir aproveitou o momento em que me aproximei e me atingiu em cheio na cabeça e como era de se esperar custou-lhe caro feito com essa mão eu feriu gravemente pendendo para o outro lado ele caiu e creio que também matei seus guardas todos se O Viajante morto era de fato Laio quem é
mais infeliz que eu nesse momento que homem poderia ser mais odiado pelos Deuses o pior é que fui eu não foi outro qualquer quem pronunciou as maldições contra mim mesmo eu eu terei de exilar em minha vida errante não poderei jamais voltar a ver os meus demem pô de novo os pés no chão de minha Pátria Corinto pois se o fizesse estaria fadado a unir-me a minha mãe e matar o rei meu pai Deuses por favor Deuses fai com que esse dia nunca chegue fai com que minha vida acabe Antes desse dia chegar tudo isso
nos aterroriza mas ser esperançoso até que fale a testemunha e esclareça todos os fatos é a única esperança é a única esperança que me resta esse homem esse pastor só ele nada e mais ninguém mas que certeza a vinda dele Pode dar-te o seu relato pode coincidir com o teu e livrar-me Ei dessa eminente maldição a Que relato te referes ouvi de ti há pouco segundo ele Os Assassinos foram vários assaltantes Se ele vier e reiterar a afirmação o criminoso não sou eu somente um homem não equivale a vários mas se ele falar de um
homem só de apenas um então senhora a imputação se aplicará a mim sem dúvida ele falou exatamente como eu disse agora não irá mudar o seu relato toda a cidade pode ouvi-lo edico além de mim se entretanto ele afastar-se das palavras já divulgadas ainda assim não provará que o crime cometido contra Laio a tempo correspondeu à predição oracular pois apo declarou que ele terminaria seus dias mor pelas mãos de um filho meu masio não morreu golpeado por meu filho meu pobre filho faleceu muito antes dele e tens razão conto ao escravo mande buscá tua vontade
será feita sem demora [Música] somente o céu gerou as leis ó santas leis homens falíveis [Música] simples mortar não poderiam criar novas leis mas o orgulho parece inevitável o orgulho é o alimento do tirano lamentável Deus todo poderoso se tu merece teu santo nome soberano seus demonstra que em sua glória imortal não és indiferente a tudo isso pois o orgulho é a beira do [Música] precipício diz o que vieste mensageiro e que notícias trazes notícias favoráveis para tua casa senhora e para teu esposo EDP de que se trata de que terras está chegando eu vim
de Corinto espero que minhas palavras hão de trazer-te algum prazer e seguramente elast trarão Mas podem também afligir-se quais são essas palavras de eficácia ambígua querem fazer de Ed pro seu rei segundo afirmam o quê Já não detenho o mando velho pbo não mais a morte acaba de levá ao túmulo estou ouvindo bem ebo morreu quero também morrer se não digo a verdade corram corr vão sem demora anunciar o fato ao meu esposo oráculos dos Deuses re Ed exilou-se apenas por temor de destruir um dia a vida desse homem agora morto pelo destino não por
eleo ouve a mensagem deste Forasteiro e vê aonde levam os oráculos quem é este homem é de Corinto vem comunicar que teu pai já não existe acaba de morrer Que dizes estrangeiro Fala tu mesmo se assim desejas faloo morreu por trai foi matam gente idosa O Infeliz foi vítima de alguma doença foi e dos muitos anos que ele viu passarem Por que devemos dar tanta atenção ao fogo Divinal dos Profetas segundo antigas predições eu deveria matar meu próprio pai agora ele repousa debaixo da Pesada terra e quanto a mim não pus as mãos ultimamente em
qualquer arma Há quanto tempo estava te alertando sobre isso dou-te razão mas o temor desatina pois não lhes DZ mais atenção de hoje em diante não deveria amedrontar minha perspectiva de partilhar o leito com a minha mãe o medo é em tempo algum proveitoso ao homem o acaso cego é o seu senhor inevitável e ele não tem sequer pressentimento Claro de coisa alguma é mais sensato abandonarmos até onde podemos a fortuna instável não deve amedrontar então o pensamento dessa união com tua mãe muitos Mortais em sonho já subiram ao leito materno vive melhor quem não
se prende a Tais receios seria válida tua argumentação se minha mãe já fosse morta mas é viva e embora julgue justas as tuas palavras não tenho meios de evitar esse temor De qualquer modo é grande alívio para ti saber que pbo teu pai está no túmulo concordo mas receio Aquela que está viva e que mulher é causa desse teu receio falo de merop viúva do Rei ela é capaz de motivar os teus temores H um oráculo terrível estrangeiro poes expô-lo ou é defeso a um estranho vais conhecê-lo disse Apolo que eu teria de unirme a
minha própria mãe e derramar com estas minhas mãos o sangue de meu pai eis a razão porque há numerosos anos vivo afastado de Corinto embora saiba que é doce ao filho reencontro com seus pais deve-se o teu exílio então a Tais receios eu não queria assassinar meu meu velho pai porque ainda não te livrei desses temores Senhor se vim movido por bons sentimentos se for assim terás de mim o justo prêmio estou aqui sem dúvida com a intenção de beneficiar-se quando regressares não voltarei a aproximar-me de meus pais não sabes o que fazes filho bem
se vê e essas razões ainda te afastam de Corinto temo que Apolo se revele um Deus exato ainda receias a união com tua mãe exatamente ancião eis meu temor de sempre sabes que Nada justifica os teus anseios mas como não temer se nasci deles dois pois ouve bem não é de pólibo o teu sangue Que dizes pbo não é então meu pai tanto quanto o homem que te fala e nada mais nada és para mim és igual meu pai ele não te gerou e muito menos eu por que então ele me chamava de filho o
rei te recebeu senhor recém-nascido escuta bem de minhas mãos como um presente ele me amava tanto a mim que ele Viera de mãos estranhas é plausível esse fato levou a isso o fato de não ter um filho e antes de dar-me a ele havias me comprado ou por acaso encontraste me abandonado achei lá no cerum num vale escuro Por que motivos percorria Tais lugares levava meu rebanho ao pasto nas montanhas era pastor então ou amando de um senhor era era mas eu te salvei naquele tempo filho e como estava eu quando me descobriste lembro-me bem
de teu estado deplorável teus tornozelos ainda testemunham isso fazes Recordar antigas Desventuras desamarrei teus tornozelos trasp segue-me esse defeito horrível desde a infância teu próprio nome te relembra esse Infortúnio sabe se o devo a minha mãe ou ao meu pai não não não não sei quem te entregou a mim deve saber não me encontraste tu então Forasteiro não meu senhor trouxe-te a mim outro pastor e quem era ele podes identificá-lo ele era tido como servidor de Laio do antigo Rei deste país quer dizer exato era pastor do rei que mencionaste e esse pastor ainda está
vivo posso vê-lo sois do país deveis saber melhor que eu algum de vós sabe quem é esse pastor algum de vós o viu no campo ou na cidade pensas mulher pensas o homem que mandei buscar há pouco é o mencionado pelo Forasteiro a quem se refere não pences mais nisto afasta da memória essas palavras fúteis seria inadmissível que com Tais indícios eu não trouxesse a luz agora a minha origem peço-te pelos Deuses edipo se ainda te interessas por tua vida livra-te dessas ideias já é demasiada a minha própria angústia mesmo se for provado que sou
descendente de tripla geração de escravos nem por isso mulher irá sofrer qualquer humilhação nada me importa escuta-me por favor para não decifrare ess mistério agora move-me apenas Ed por teu interesse e dou-te mais conveniente dos conselhos admito mas esse conselho me desgosta ah infeliz nunca jamais saibas Quem és ninguém entrará até aqui esse pastor Ai de mim Ai de Mim infeliz o seu nome que hoje merece nunca mais ouvirá outro por que tua mulher se retirou senhor arrebatada por um desespero insano não seja teu silêncio aceno de desgraças en rompa o que tiver de vir
mas minha origem humilde como for insisto em conhecê-la ela é vaidosa como são sempre as mulheres talvez tenha vergonha da minha ascendência obscura mas eu sinto orgulho de ser filho da sorte isso não me ofende eis Minha Origem nada poderá mudá-la não há razões para deixar de esclarecê-la diz-me agora Forasteiro é este o homem de quem nos falaste é ele aqui o tens diante de teus [Música] olhos olha-me bem responde a umas perguntas que te farei serviste antigamente ao eu era seu escravo ele não me comprou desde pequeno foi criado em casa dele como vivias
que fazias para segui durante toda a vida seus rebanhos em que lugares demorava por mais tempo cam as vezes outras vezes perto podes Dizer se Te recordas deste homem qual era seu ofício mostra meav É este aqui já o encontraste alguma vez não posso responder súbito não lembro não é surpreendente a sua hesitação lembras que me deste uma criança um dia para eu tratar como se fosse um filho meu ou esqueceste não ouvi bem qual a razão dessa pergunta aqui está a frágil criancinha queres a tua perdição não calarás não deves irritar que falta cometi
meu amo generoso não respondeste a indagação sobre a criança esse homem fala sem saber perde seu tempo preferes responder por bem ou constrangido não deves maltratar um velho tem piedade não vamos amarrar logo as mãos à costas não vamos amarrar as mãos à costas sou mesmo um desgraçado Levaste criança que ele se refere levei E por que não morri naquele dia é o que te espera agora se silenciar será pior se eu falar senhor estás amando-te em rodeios vãos não meu Senhor entreguei-lhe o recém nascido de quem o recebeste ele era teu ou de outré
não era meu recebi-o das mãos de alguém das mãos de gente dessa terra de que casa não pelos Deuses rei não me interrogues mais serás um homem morto se não responderes ele nascerá no palácio do Rei Laio simples escrava ou então filho do próprio Rei Quanta tristeza é doloroso palar mais doloroso de escutar mas não te negues seria filho dele mas tua mulher que deve estar lá dentro sabe muito bem a origem da Criança e pode esclarecer foi ela mesma a portadora da criança sim meu senhor foi Jocasta com as próprias mãos Por que teria
ela Agito desse modo mandou-me exterminar a Tera criancinha sendo ela a própria mãe não te parece incrível tinha receio de uns oráculos funestos Senhor e quais seriam os oráculos tu sabe diziam que o menino mataria o pai por qu Por que desde o recémnascido a este ancião por qu Por que deste o recém-nascido a este ancião por Piedade Senhor pensei então que ele o conduziria a um lugar distante de onde era originário para nosso mal ele salvou-lhe a vida si é quem ele diz jotte o mais importunado dos mortais é de mim as dúvidas se
desfazem a luz do sol queiram os deuses que essa seja a última vez que te contemplo luz do sol hoje tornou-se claro a todos que eu não poderia nascer de quem nasci nem viver com quem Vivo e mais ainda assassinei quem não devia [Música] cidadãos ilustres dessa terra logo ela vai expor à luz outras desgraças o sofrimento são ainda maiores quando autor e vítima são uma só pessoa gemi sentid pelos fatos já conhecidos vai contar-nos novos males Nossa rainha Jocasta não existe mais com as próprias mãos ela deu fim à existência quando a infeliz transpôs
a porta do seu quarto lançou-se como louca ao leito nupcial com suas mãos ela cava seus cabelos depois fechou as portas violentamente chamando aos gritos Laio há tanto tempo morto gritando pelo filho que trouxera ao mundo para matar o pai e que a destinaria a ser mãe de filhos de seu próprio filho como em seguida ela morreu eu não sei contar aos gritos edb correndo como um louco em todos os sentidos atirou-se de encontra a dupla porta e se precipitou no interior da alcova podemos ver pendente de uma corda a esposa o laço retorcido ainda
estrangulava entre urros horrorosos o rei des fez depressa o laço que a suspendia a infeliz caiu por terra vimos então coisas terríveis de repente o rei tirou das roupas dela uns broches de ouro segurou os firme e sem vacilação furou os próprios olhos gritando que eles não seriam testemunhas nem de seus infortúnios nem de seus pecados na sombras de que Viverei de agora em diante dizia ele não reconhecerei mais aqueles que não quero reconhecer provaram antes a felicidade hoje L restam só gemidos vergonha maldi e morte logo ele vai aparecer as portas já se abrem
ah sofrimento horrível para os olhos o mais horrível de todos que vi que loucura importunado épo tomão bom neste momento sobre ti que divindade consumou agora teu trágico destino inelutável prostrando-se com males que ultrapassam a intensidade máxima da dor ah como és infeliz faltam-me forças para encarar e eu desejava tanto fazer indagações ouvir-te olhar-te é muito forte a sensação de horror que teu aspecto lastimável causa como sou infeliz aonde vou em que Ares minha voz te ouvirá foi Apolo Foi sim meu amigo foi Apolo autor destes males de meus males terríveis foi ele mas fui
eu quem vazou os meus olhos mais ninguém fui eu mesmo infeliz para que serviriam meus olhos quando nada me resta de bom para ver para que serviriam só me resta pedir-vos levai-me para longe daqui sem demora Eu vos peço levai meus amigos o maldito o motivo de horror odiado por deuses e homens se eu tivesse morrido mais cedo Jamais eu seria assassino de meu pai e não desposaria a mulher que me pôs nesse mundo não sei como justificar tua atitude talvez fosse melhor morrer que viver cego não quero teus conselhos como encararia meu pai no
outro mundo ou minha mãe infeliz depois de contra ambos perpetrar Tais crimes que nem se me enass eu os pagaria Teria algum prazer vendo o semblante dos Pobres filhos os meus nascidos Como foram ao Mas vamos logo pois não se deve falar no que é indecoroso de fazer levai-me depressa amigos ocme sem demora longe daqui bem longe não importa onde matai ou a-me ao mar em lugar onde jamais seja possível encontrar-me aproximai-vos e não tenham nojo amigos não tenham nojo de pô as vossas mãos em mim um miserável para atender ao teu pedido e aconselhar
chega crion em boa hora ele tornou--se o único Guardião de Tebas sucedendo O que poderia eu dizer-lhe e esperar dele antes fui demais injusto com um creonte não vim até aqui para insultar nem para censurar teus erros no passado escuta-me creon escuta-me por favor lança-me fora dessa terra bem depressa suplico-te cuides de um funeral conveniente a infeliz ind em sepulta no palácio apenas um dever pois ela tem teu sangue quo aos filhos meus varões não devem preocuparte pois são homens onde estiverem Não carecão jamais de nada para subsistir Mas minhas filhas tão infelizes dignas de
tanta Piedade que ouço Deuses tem piedade delas por favor cron tem piedade delas vendas nidade privadas de qualquer apoio salvo teu faz um sinal de assentimento homem bom se generoso toca-me com tua mão e vós minhas crianças se já possuísse entendimento Eu vos daria um conselho apenas desejai onde estiverdes filhas viver uma existência mais feliz que a minha já choraste demais volta agora ao palácio não não não deverás afastar-me de Tebas creonte exilando só o Deus poderá decidir quanto ao teu banimento mas os deuses me odeiam talvez ouvirão O teu pedido é sincero creon só
falo depois de pensar Então leva-me vamos depressa libera as crianças não as Tire de mim não pretendas mandar teu poder de outros tempos agora deixou de existir V de bem habitantes de Tebas meus concidadãos Este é édico decifrador dos enigmas famosos ele foi um senhor poderoso e por certo o invej em seus dias passados de prosperidade em vulgar em que abismos de imensa desdita ele caiu agora sendo assim até o dia fatal de cerros os olhos não devemos diz que um mortal foi feliz de verdade Antes de ele cruzar as fronteiras da vida inconstante sem
jamais ter provado o sabor de qualquer sofrimento [Música] [Música] quem teve a vida transtornada assim quem pode ter a vida mais transtornada com força Milagrosa atirou a Flash pensou ser feliz com inteligência poderosa derrotou até a Virgem Milagrosa e finge que assim se di quando veio de terras gantes o recebemos com tanta alegria ó porrei o que foi que você [Música] fez mas quem foi ferido por um gelo e um sofrimento tão violentos assim eu não sei não sei quem suportaria tal dor filho de Laio que um dia nos aliviou e agora trás gemidos nos
olhos surrados cerrados lacrimejados por desamor é de porre o que foi que você fez de pro rei rei dos reis o que foi que você fez n
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