A gente vai fazer um bate-papo aqui. Eu vou trazer para vocês, então, o objetivo da nossa nosso encontro, né? É como a gente buscar, né?
Como a gente resgata essa criança que todos nós temos, né? E que eh que a gente possa se libertar da dependência emocional, né? Que é algo que bastante eh que nos prende muito, né?
né? Então, como que a gente faz esse percurso para que a gente viva com mais autonomia, com mais leveza? Esse é o nosso objetivo.
Então, eu vou trazer para vocês aqui eh um pouco dessa dessa visão, né? O que que é esse fio dourado? O que que é essa jornada da criança interior?
Então, eh, que que é muito importante a gente perceber, né, que muitas vezes a gente acaba, né, eh, carregando feridas, muita que a gente às vezes não sabe nem de onde vem, mas que muitas vezes elas continuam influenciando as nossas escolhas, os nossos relacionamentos e a forma como a gente vive. Então, como eu falei aqui, o objetivo é muito claro, como que a gente faz esse caminho para resgatar a criança e se libertar dessa dependência emocional e caminhar pra vida com mais leveza. E o ponto é como que a gente traz as dores do passado e para transformar em força.
E eu quero te mostrar isso hoje, né? Então, esse é o nosso intuito aqui e te falar que você não tá sozinho, né? Eh, várias de nós, não exatamente somente mulheres, né?
mas eh tem uma incidência maior com as mulheres, mas a gente tem esse mecanismo muitas vezes de de buscar, né, ou ter essa dependência emocional para nos suprir essa falta. Então, o que eu quero falar é que você não tá sozinha e que hoje a gente vai começar juntas a puxar esse fio dourado, tá? E aí a gente pensa, bom, já tentei de tudo, né?
já fiz terapia, já fiz eh cursos, já fiz vídeos e por que que ainda eh não consegui sair desse lugar? Por que que de repente o que eu tô hoje falando para vocês pode ser diferente, né? E eu sei porque muitas pessoas que chegam até mim, elas vêm mesmo já cansadas, frustradas de terem eh tentado várias coisas e não terem conseguido eh se libertar.
Mas o que eu quero falar para vocês é que muitas vezes não adianta só força de vontade. A gente precisa eh fazer um processo de consciência, de autocolhimento. Então, foi por isso que eu idealizei eh a essa uma jornada, né, com base no método chamado fio de Ariáne, que já ajudou muitas mulheres a saírem desse padrão, desse labirinto emocional que a gente acaba deixando ali internamente várias coisas.
Eu quero destacar muitas vezes que eh o que a gente precisa de verdade é um processo de como a gente pode caminhar, né, de onde a gente vai, do início, meio até o fim. E é isso que eu quero trazer para vocês aqui o passo a passo, tá? E eh eu quero trazer eh primeiramente para vocês eh algumas pessoas, né, que me conhecem, né, que algumas de vocês não me conhecem, mas algumas pessoas que me conhecem e que já tem alguns relatos aqui para que vocês escutem um pouquinho, né, quem sou eu antes, né?
Meu nome é Aparecida e eu fiz workshop no ano passado com a Conceição. Antes da jornada, eu me senti um pouco perdida em relação à minha própria identidade. Eu sabia que havia coisas que eu queria mudar em mim mesma, mas não sabia por onde começar.
Meu nome é Laura, tenho 70 anos. A minha busca foi ter uma vida mais fluída, uma velice mais tranquila, que eu me ocupasse de coisas novas e de contatos novos e de experiências novas e não guardasse para mim a falta de compreensão, a falta de aceitação e a vontade de perdoar natural. Eu tive essa coragem de enfrentar de frente esses traumas que além de eu ter sido vítima, ainda eu me culpava por ter deixado me ferir, me culpava por eu ter consentido em muita coisa.
Eu não era suficiente. Eu queria agradar todo mundo. Eu tinha vários marcos da minha criança ferida.
Então, o que eu trouxe aqui para pra gente olhar foram pessoas que já também passaram por um processo de olhar para criança e ter percebido, né, o que que é que tava incomodando. Então, quando eu trago aqui a essa perspectiva da gente olhar eh para para quem que é, né, para quem que é esse processo, né? é para todas nós, né, que nos perdemos em algum momento, eh, da nossa essência, que a gente quer reencontrar esse lugar, que a gente acaba se doando demais os relacionamentos, que a gente se sente muitas vezes invisível e esgotada, tem medo de ficar sozinha, mesmo sabendo que esse relacionamento que às vezes a gente tá não já não comporta mais, né?
tá tá machucando, a gente tem medo de ficar sozinho, então a gente fica vai ficando ali. A gente guarda, né, tudo pra gente, chora escondido e não sabe lidar com as emoções, já tentou outros caminhos de cura, mas ainda sente que tá faltando algo verdadeiro ou também tá se sentindo travado emocionalmente. Bom, e aqui falando um pouquinho de mim, né?
Então, como eu falei, algumas de vocês já me conhecem, outras não me conhecem. Eu agradeço antecipadamente o fato de vocês estarem aqui, confiarem, né, eh, e, e, e e estarem, né, curiosas, saber o que que é, quem é essa com, né? Então, eh, eu quero falar uma curiosidade.
Eu, na verdade, a minha formação inicial, minha graduação em economia. Eu sou uma economista, fiquei muitos anos trabalhando na área financeira, cheguei a a ser executiva, líder de times. Eh, só que ao mesmo tempo, paralelamente, eu sempre trabalhei com a parte de desenvolvimento humano.
Ele principalmente intensificou quando eu me tornei mãe e eu descobri que a minha filha estava dentro do espectro autista e eu busquei vários profissionais ali para poder lidar com essa realidade. E eu percebi que muitas vezes eu não conseguia encontrar eh as respostas que eu buscava. Que que eu fiz?
Eu fui buscar conhecimento. E nesse caminho de conhecimento, além de eu ter também me especializado em desenvolvimento neuroatípico, eu comecei a olhar o quanto era importante a gente olhar para as famílias. E foi esse o caminho que eu fiz para conhecer a terapia familiar.
E hoje eu sou terapeuta familiar. Nesse meio tempo, eu também conduzi as jornadas meditativas, eh, porque eu também tenho uma formação em antroposofia e fiz uma formação em constelação familiar com Mário Ciner, que ele é um discípulo direto do Bet Hellinger. Então, assim, eh, é muito próximo todo esse contato que eu tenho com a questão das constelações.
Então, além das constelações familiares, eu também lido com constelações empresariais. Então, tem todo um eh um um círculo de coisas que eu acabei fazendo para me especializar, porque eu sempre fui muito buscadora, eu sempre quis eh entender como as coisas aconteciam. E chegou um momento onde eu já estava paralelamente, eu trabalhava na área financeira e já fazia os meus atendimentos.
Eh, então eu percebi que eh toda vez que eu fazia um atendimento e e isso eu acabei eh tendo na quando eu fiz a formação de constelação, eh o quanto esse lugar da criança ferida era algo que que era revelador, né, dentro dos processos. E eu fiz então vários atendimentos onde eu colocava esse aspecto da criança na constelação e e trabalhei também muito isso em mim. Mas teve uma constelação específico que foi muito reveladora, né?
Eu eh através desse desse processo em grupo que eu fiz eh foi presencial, a gente fez ali um movimento onde a pessoa que tava representando a criança do constelado, ele caiu num num choro convulsivo, não conseguia eh escutar as palavras das pessoas que estavam normalmente falando questões mais racionais. Olha, não chora, eh, vai ficar tudo bem. Aquelas coisas que nós, como adultos, a gente acaba sempre falando, né?
Mas, eh, o que que precisava, que experiência foi necessária para para fazer um movimento ali na no lugar da criança? Ela realmente, ela precisava o quê? um acolhimento, ela precisava de um abraço, ela precisava de uma frase muito simples, eu estou aqui foi muito revelador esse momento, porque eh eu entendi naquela eh situação, por mais que eu já tivesse trabalhado, pesquisado sobre a criança, que a forma de lidar com esse lugar é diferente.
E o que que a gente observa muitas vezes? que os processos terapêuticos eles estão sempre no nível da consciência, no nível racional. E a gente precisa descer para esse lugar que é um lugar eh que tá no fundo da alma, tá muito escondido, por isso que eu falo do labirinto, tá no lugar onde é muito difícil alcançar.
Então, eh, quando eu fiz aquele processo, eu falei assim: "Não, eu preciso pesquisar mais e identificar como fazer esse caminho onde eu busco de fato a linguagem que a criança vai entender e faço o processo que o adulto também vai estar lhe dando apoio. " Então, foi bem interessante porque foi daí que eu fiz mesmo o movimento da do fio de ariáne, né? O que que eu observei?
O que que acontece dentro de um ciclo de dependência emocional? Existem três elementos que eles se retroalimentam. Vai sempre ter uma ferida emocional que pode ser eh consciente ou muitas vezes é inconsciente.
Então eu trabalho inclusive com questões de traumas que vem ali da fase uterina. Então, que você, né, normalmente você não tem consciência daquela, né, daquela situação. Eh, depois, eh, tem ao lado, né, junto com essa ferida, tem uma necessidade que não foi atendida, seja de pertencimento, seja de amor, da segurança ou de reconhecimento.
E também além disso, por conta dessa ferida e dessa necessidade não atendida, na fase da infância, a gente cria uma eh estratégia de autoproteção, que é para se proteger, para não ser ferida novamente. O que que acontece? Muitas vezes, essa estratégia ela segue pra vida adulta quando ela não tem mais eh o porquê de existir.
Só que a gente continua eh representando e reproduzindo essa estratégia. E com isso você acaba ou ficando presa no caso, né, quando a pessoa ali não teve atendido a a necessidade de amor, né, de um algum dos cuidadores do pai ou da mãe, ela vai ficar buscando isso num parceiro. Esse parceiro não não necessariamente vai conseguir suprir também essa necessidade.
E aí a pessoa, ela pode desenvolver desenvolver como uma estratégia de autoproteção aquela é menina boazinha que não sabe falar não e que acaba se machucando toda vez que alguém não não dá esse amor para ela. Então isso vai se retroalimentando. Aí você vai e acaba deixando essa ferida cada vez mais ali presente.
Então, com o fio deagine, qual que é a a possibilidade? É de entrar realmente com coragem nesse labirinto para olhar essa ferida, eh, identificar esses padrões e reencontrar uma sabedoria que a gente tem, uma força que nós todas temos e para que a gente possa se reconectar com o que é leve em nós, né? Então, a ideia é que a gente possa eh fazer esse caminho.
Então, o fio de Ariagem, ele ele nasceu da minha experiência, né, porque a gente fala também, somente uma criança eh resgatada, ela consegue fazer o caminho para uma outra eh criança, né? Então assim, eu tô falando de mim, porque eu primeiro tive que fazer comigo esse processo. Eu tive que olhar ali pras minhas dores, olhar pras minhas feridas, quais são as minhas estratégias de autoproteção.
E o bacana é que quando a gente começa a fazer isso, a gente não identifica somente em nós o que acontece, mas a gente começa a identificar no outro. Então os relacionamentos eles começam a ficar muito mais saudáveis, porque eu sei o que que ativa de gatilho no outro e o que que em mim ativa para que eh eu saia desse lugar, né? Então, eh a escuta de das pessoas que eu atendia e essa pesquisa, porque eu fui atrás de de entender esse arquétipo que foi o Yung que trouxe, né?
foi o pai da psicologia, mas diversos outros autores, eles vêm fazer então um complemento eh então foi eh não somente de uma prática intelectual, né, ou racional, mas foi de algo prático realmente do que eu vivenciei, tá? E assim, quando a gente não para para enfrentar a dor, né, quando a gente opta ou quando a gente não sabe como é que funcionam essas feridas, o que que a gente faz normalmente a gente vai eh tentar cada vez ser mais forte, engolir o choro. Muitas vezes a gente vai se preocupar apenas com os outros, então a gente vai dedicar nossa vida pro outro e cada vez mais deixa de se olhar.
É, muitas vezes a gente começa terapias também, só que e a gente se autossabota, fala: "Não, eu não tenho tempo para fazer terapia ou não tá dando certo. " Eh, e aí entra novamente em ciclos tóxicos de repetição e aí fica entrando em culpa. Puxa, de novo entrei nisso, de novo eu tô fazendo isso, né?
Então, a questão é, eh, enquanto a gente perceber que a nossa criança que tá nesse comando silencioso, você vai seguir repetindo esses padrões e nenhum curso, nenhum livro, nenhuma terapia pontual que tu fala assim: "Ah, vou eh trabalhar especificamente algo que ali tá meio superficial, a gente vai precisar realmente olhar com profundidade e acolhimento. Então, se a gente não olhar, a gente vai ficar com as feridas abertas e, como eu falei, vai re eh retroalimentando, vai criando novas feridas e aí você vai ficando descrente das coisas, né? Então, a gente entra em relacionamentos por carência e não porque você tá realmente escolher ficar com aquela pessoa.
A gente fica dependendo que os outros nos validem e aí a gente fica permanentemente cansada. Por quê? Eh, esse cansaço ele não vem do corpo, então você vai dormir, né?
Você vai achar, puxa, eu descansei mas ele tá vindo de um outro lugar, tá? Então eu quero propor para vocês aqui um exercício pra gente começar a se conectar com a nossa criança, né? tudo o que eu tô falando aqui para vocês, para que vocês eh percebam como que é, né, essa experiência, né?
Então, isso aqui já é um gostinho da jornada, né, que que eu faço para que vocês eh percebam como é que seria isso. Então, então eh quero convidar vocês eh se vocês tiverem uma caneta, um papel perto de vocês, eu gostaria que vocês pegassem ou mesmo de repente anotar no celular, que tem gente que tá de repente tá no próprio celular, né? Mas se vocês tiverem como anotar as sensações que vocês vão eh ter agora nessa nesse exercício, eh ele vai ser bastante revelador para vocês, tá?
Pro caminho de vocês, tá? Então o que que eu vou convidar vocês? Eh a perceberem como vocês estão os pés no chão, tá?
Vou convidar vocês a ficarem com os dois pés no chão, sentarem de forma confortável, tá? no lugar onde vocês estão. Eh, e vai percebendo inicialmente como que tá a respiração.
Vai sentindo a respiração chegar. Se permita estar nesse lugar. Botar aqui a Ana.
Vou mutar alguns para que a gente tenha melhor experiência aqui, tá? Eh, então, eh, vai percebendo como tá sua respiração, vai sentindo que essa respiração ela tá ali, já está, vocês já estavam ali tendo algo, mas vai percebendo agora que ela tá chegando com um pouco mais de propósito. Faz uma inspiração um pouco mais profunda.
Sente esse ar chegando até a base dos pulmões e ao expirar você sente que tá soltando alguma carga, alguma tensão que você tenha no seu corpo. Vai sentindo então esse processo de liberar qualquer carga e tensão. E eu vou convidar para que vocês fechem os olhos como uma medida, como algo para que vocês comecem a olhar para vocês internamente.
Então, sente como que é que tá internamente algum peso, vai levando essa respiração até a base do pulmão e solta todos os pesos. vai sentindo então que você vai ficando mais relaxada. E eu vou convidar vocês agora a fazerem uma visualização.
Eu vou guiar vocês por esse processo. Primeiro, eh, faça um comando interno para vocês de baixar a barreira, de não ficar eh racionalizando agora, porque é um lugar onde a gente vai acessar um espaço interno muito poderoso. Então esse convite é para que vocês estejam agora se entreguem nesse momento.
Então eu vou convidar vocês inicialmente a imaginarem agora do jeito que vocês estão adultas, caminhar num lugar na natureza, que traz muita tranquilidade para vocês. Pode ser uma praia, pode ser um lugar que tenha muito verde e você vai se conectando com esse espaço, vai caminhando por esse lugar. Enquanto você tá caminhando, você vê que logo à frente começa a chegar uma figura para você.
você começa a se conectar com algo que vem se aproximando uma pessoa, mas você começa a ver que é na verdade uma criança. Essa criança que vem se aproximando vai ficando cada vez mais nítida e ao chegar bem próximo a você, você reconhece que é a sua criança. Neste momento você visualiza como é o rostinho da sua criança, como são as roupas, como é o cabelo, com mais pressão nos olhos da sua criança.
Vaiá se conectando com ela. Perceba como tá, se ela tá feliz, se ela tá com pou abaixar até ela. Veja você também adulta se você consegue também vê-la.
Muitas vezes a gente pode não conseguir olhar paraa nossa criança porque ela tá tão escondida dentro de nós. E se isso for, aguarde essa sensação chegar. Busque na sua memória alguma foto, algo que você se lembre e se conecte com ela.
Agora que você está olhos nos olhos com a sua criança, convide a ela. Convide ela para dar um passeio com você. Pega na mãozinha dela e convida ela para caminhar.
Vocês duas continuam o caminho que você havia iniciado como adulta. Vá sentindo se ela confia em você, se ela tem medo de você, se ela não quer conversar com você, vai percebendo todas essas sensações que vão estar chegando até você. Você só vai permitindo.
Se ela permitir que ela te dê a mão, você segue. Senão, convide ela a caminhar ao seu lado. E vocês vão chegar num lugar onde vai ter como se fosse um portal.
lugar onde vocês estão tem uma certa névoa. É um lugar um pouco nebuloso, nublado. Mas quando vocês olham através desse portal, o portal ele se mostra muitos ensolarados, cheio de flores.
Você olha paraa sua criança e pergunta se ela pode ir com você até esse outro lugar, atravessar esse portal. E observe o que a criança consegue, se ela consegue dar conta de ir até o portal. Se ela não conseguir, tudo bem.
Você fala para ela, tá tudo bem, a gente vai no nosso limite. Se você perceber que ela ultrapassou esse lugar, vai percebendo como é estar nesse outro lugar, se é possível sentir que você tá inteira, você e a criança ali integradas, ou se ainda tá faltando alguma coisa para o que você esteja nesse lugar. Registra essa sensação e com essas impressões que nós fizemos, esse breve caminho, eu vou convidar vocês a começarem agora a fazer os movimentos com as mãos, inicialmente fazer movimento com os braços até, se é possível abrir os olhos no seu tempo.
Vai colocando para mim no chat as impressões que vocês tiveram. Vamos compartilhar como foi essa experiência para vocês. Se foi possível olhar primeiro paraa sua criança, se ela estava disponível para dar a mão para você, se ela conseguiu caminhar junto com você até o portal e se vocês conseguiram passar pelo portal.
Conta para mim aqui no chat como foi essa experiência para você. Tá, eu vou lendo aqui para junto. Perfeita, Elan tá trazendo que teve um sentimento de solidão, tristeza, perdida, quieta e vi ela somente em preto e branco.
Perfeito. Tá tudo bem, Tainane? Tá tudo bem, tá?
É um processo mesmo a gente vê-la dessa forma. Então assim, esse é breve exercício que nós fizemos é para que vocês tenham aqui uma visualização do que que a gente trabalha dentro da jornada. A gente trabalha algo que a gente vai trabalhar nesse lugar que muitas vezes está realmente escondido, tá?
e que a gente eh racionalmente a gente tem uma ideia da nossa criança, mas quando a gente acessa ela, ela vem de uma forma totalmente única, né? Então perfeito. Eu vou seguir aqui, tá?
Mas assim, gente, vá colocando, fiquem à vontade, tá? Aqui é um espaço de escuta mesmo, tá? Então, vou est super aqui disponível para escutar vocês e e tá de perfeito.
A Cláudia também sentiu que ela chegou, mas não conseguiu me acompanhar muitas vezes, e é bem interessante isso que você tá trazendo, Cláudio, como às vezes a gente pode ter internamente a gente uma fala assim: "Ah, eu não confio nos outros, eu não confio nas pessoas". Essa fala normalmente ela tem a ver com a nossa criança que também não tá confiando em nós adultas. Então assim, só perceba essas impressões que estão chegando para vocês, tá?
Porque elas são reveladoras, tá? A Sônia tá falando que a criança dela tava meio arredar comigo, mas deu a mão e passamos o portal e foi mágico, alegre, vimos vários animais. Olha que gostoso.
Perfeito. E aí percebe como foi então essa essa redia, né? diz muito sobre o que nós temos, né, no nosso eh caminho.
Perfeito. Eu vou seguir aqui com vocês. Eh, vamos lá.
Então, esse exercício é muito bacana de de fazer. Vocês podem fazer quando vocês quiserem, tá? Eh, vocês podem revisitar, na verdade, esse esse exercício, principalmente como vocês perceberem que você, puxa, que que será?
Tô meio desconectada. Então, é legal porque ele ele te mostra algumas coisas. Então, eu acho que vocês já conseguiram perceber um pouco como é que funciona o método, né?
E e eu não vou conseguir, lógico, passar todas as informações porque a gente tá num processo aqui de uma hora e explicando o que que seria isso, né? Mas eu quero mostrar para vocês que eh vocês possam sair inspiradas, né, com clareza de que vocês possam eh que vocês podem sair com algo para sair desse lugar que às vezes tá ali meio nebuloso, né? Então, se você sentiu que faz sentido, eu quero apresentar para vocês agora o que que é realmente a jornada resgatando a criança interior e como que ela funciona, né?
E como que é cada etapa. Então assim, existem três etapas, tá? A primeira etapa é exatamente a gente identificar o que que é que estratégia de autoproteção, quais são as nossas feridas emocionais e compreender porque que isso vai pra vida adulta, né?
né? Então é é tomar consciência dos padrões que te sabotam e iniciar esse processo de liberação com mais clareza e autoconimento. Eh, então aquela sensação que você tem às vezes de sentir que você tá repetindo o padrão, mesmo depois de tanto entender de forma racional e a frustração de que você não consegue sair do seu lugar, você vai entender o por que acontece isso.
Então isso é na fase um. Na fase dois a gente vai fazer o quê? a gente vai fortalecer o adulto interior, a gente vai ativar recurso emocional para cuidar dessas partes feridas e começar a agir com mais presença e limite, porque muitas vezes a gente não sabe falar não porque a gente não tem limite.
Ou, por exemplo, a gente tem compulsões. As compulsões, elas também são frutas de eh estratégia de proteção, seja vício em compras, seja vício eh em drogas ou qualquer outro tipo de comida, vícios em geral, né? Então é algo que você tem compulsão por algo que vai parece que vai te preencher.
E eu tenho, né, pessoas que eu atendo que é muito claro o quanto elas quando elas começam a entender esse mecanismo que muitas vezes ela vem assim, mas eu não consigo desapegar, eu não sei o que desapegar porque eh é como se eu tivesse deixando algo que é muito importante para mim. quando ela entende que ela fez um processo de apego eh por conta de algo que que tava suprindo essa estratégia de autoproteção, ela sai desse lugar, tá? Então, quando a gente tá com adulto fortalecido, que entende todos esses mecanismos, a gente para, né, de para de não eh aquela dificuldade que a gente tem de se posicionar, ela acaba, porque a gente sabe o que que tá acontecendo.
Então, a gente vai saber se posicionar, a gente vai se priorizar e sair de relacionamentos que não fazem mais sentido e parar de achar que os outros têm que suprir coisas que somos nós que vamos estar lá fazendo. A gente chama também dessa fase de reparentalização. E por último, eh, a gente faz o quê?
Depois que a gente entendeu todas as estratégias de autoproteção, as feridas e fez o fortalecimento do adulto, é a hora de ir pra nossa parte mais autêntica, a nossa essência que é leve, que é criativa, que tem alegria de viver. Então a gente volta a sentir prazer na na nas coisas que a gente faz, ser espontânea e aquele vazio existencial e aquela desconexão com a própria essência, ela para de ver, de ter, porque a gente para de viver em função das expectativas de agradar os outros, tá? Então isso é bastante interessante.
E aqui então é a carinha da jornada, né? A jornada ela tá num num formato de de Hotmart, né? né?
Então, quando eu idealizei ela, ela nasceu num processo, como eu falei, né, para vocês, eu fazia muitas jornadas eh meditativas, então ele veio num processo muito similar de uma jornada meditativa. Eu eu fiz então inicialmente num processo de eh mais customizado ali com alguma com poucas pessoas, até que eu trouxe ele para um formato de Hotmat, onde eu gravei as aulas e com isso eh eh antes eu fazia a eu abria uma jornada, sei lá, em abril. Então todo mundo tinha que fazer tudo em abril, todos os dias ali, eh porque diariamente eu colocava as coisas.
Agora, não, como tá num formato onde você pode fazer no seu tempo, eh, sem pressão de ter que terminar, você tem eh a liberdade de pausar, refletir e retomar quando você quiser. E isso, ah, faz muito sentido pra rotina que a gente tem, né, pra falta de tempo que a gente tem muitas vezes e de muitas vezes a gente sai, não vou dar conta de acompanhar uma jornada ou um processo ao vivo. Eh, e faz no seu tempo, no seu horário, né?
Então tem gente que vai fazer de madrugada, se se é o horário que a pessoa tem que sente bem em fazer e outras pessoas que podem ali estar buscando fazer logo de manhãzinha. Então você encontra esse horário. E o bacana também que assim e a a disponibilidade já é imediata, né?
Você já pode começar a fazer a jornada ainda hoje, porque isso já tá disponível, né? Então você não tem que ficar esperando uma data para chegar a jornada. E isso também tem aquela questão de não ficar ansiosa por poder, nossa, eu quero começar a fazer essa mudança.
Então, o que que eu quero falar? Tudo isso que eu que eu falei até agora nessas jornadas, elas já estão disponíveis sim no no Hotmart. Só que eh para pessoal aqui do fio Dourado, eu acabei eh construindo de uma forma diferente, tá?
Então, além disso que já tá disponível, eh vou ter três bônus. Tá? O primeiro bônus são três encontros em grupo comigo ao vivo e online no Zoom, onde eu vou eh tá fazendo a cada mês o resgate de uma daquelas fases.
Então, no primeiro encontro a gente vai falar sobre todas as questões da criança sombra, da criança ferida. No segundo encontro, a gente vai falar sobre o adulto, né? eh como a gente deixa esse adulto consciente fortalecido.
E no terceiro encontro a gente vai eh falar sobre esse resgate da criança sol, da criança que tem espontaneidade. Eh, a gente vai, né, eu também tenho uma super colega que a gente, ela é uma psicóloga também especializada em traumas. Então, é muito comum também na prática clínica dela encontrar pessoas que tenham essa criança ferida.
Então, no encontro com a Carmen, eh, que é feridas emocionais, o encontro com a sua criança interior, você vai refletir como os traumas e os desafios da vida adulta estão, né, ligados, então, essa instância. E você vai, então, trabalhar com exercícios somáticos, que ela trabalha com a psicologia corporal, né? Então, somatização, ela vai eh propor para vocês exercícios para que vocês possam fortalecer a saúde emocional de vocês, tá?
E o terceiro bônus é com o Jorge Tony, é terapeuta integrativo, especialista em Eft, que é uma técnica de liberação emocional. Ele vai olhar para um outro lugar que é o medo, que muitas vezes a gente carrega também, que a gente não sabe nem de onde vem. E a gente fala para onde que olha essa criança ferida que carrega esse medo.
Muitas vezes é racional, muitas vezes a gente não sabe de onde vem. Então ele vai fazer uma vivência prática para que vocês também possa ter oportunidade de fazer a liberação desse sentimento de medo que você vive. O que que eu eh tenho aqui para falar para vocês de benefícios de quem faz a jornada?
Ela promove a cura emocional no sentido que eh não é que assim você vai deixar de ter uma criança ferida. a gente fala assim: "Nossa, ah, quando cura a criança ferida, não, não vou ter nunca mais problema, não. Você, eh, vai ter uma cicatriz.
É como se você pudesse olhar pra cicatriz e saber: "Puxa, eu sei da onde vem isso, mas você não vai ter mais aquela ferida aberta. Você vai saber de onde vem". Então, quando a gente fala eh na cura emocional, é nesse sentido, é de se libertar do passado.
Eh, fortalecer o adulto, ele vai te dar essa possibilidade de você enfrentar os desafios e construir uma vida com mais equilíbrio e significativa. Você vai eh aprender a olhar pra vida com mais leveza, né? e entender que eh viver com alegria é possível e com certeza trabalhar esse autoconhecimento.
E eu quero trazer, não, eu tô falando aqui, mas eu quero trazer pessoas que já passaram pela jornada para que vocês escutem delas, né, o que que é que elas tiveram de ganho nesse processo. E aí depois eu olhei para minha criança saudável, feliz e o quanto ela é bem foi bem cuidada, teve amor, teve recursos, né? Esse negócio de eu não sou suficiente.
A gente transforma em Sim. Eu sou o suficiente. Olá, gente.
Boa tarde. Meu nome é Adelina Azevedo, fala aqui de Salvador. Eu fiz a jornada resgatando a criança interior ano passado, em 2024 com Conceição.
E para mim foi muito importante entrar em contato, né, com essa minha criança interior, os traumas, as sombras, né, que ainda reverberavam e algumas que ainda reverberam, né, nela. A jornada, eu me lembro que ela traz sempre atividades de conhecimento, né, onde a Conceição explica as coisas, mas traz atividades sensoriais em que você vai precisar desenhar, colocar no papel, né, a sua criança e e isso estimula o maior contato com a criança interior. Então, para mim foi muito significativo.
Vocês vão passar por isso. tá dando um spoiler e você poder, ao longo da jornada ir compreendendo esses processos e como lidar com ela e como resgatar sua criança, abraçá-la e fazer essa conexão, né? porque ela está dentro de nós e todos os dias e principalmente agora a partir da jornada e para sempre a gente precisa manter ela num local bem acolhida, bem aquecida, bem querida, bem cuidada.
Uma boa jornada para vocês. Então é isso, né? A gente de fato tá ali observando pessoas que já passaram por esse processo, né?
Então, acho que esse é o grande eh ganho que eu tenho para mostrar para vocês também, tá? Questão agora, agora você vai me dizer quanto vale sair desse ciclo de dependência emocional e que te apriso há anos, né? Quanto vale eh você dizer não sem culpa?
Porque muitas vezes a gente fala não, mas depois nossa, como é difícil falar não, né? colocar com firmeza, aceitar que você merece mais do que você tá lhe recebendo. Quando você acha que vale acordar e sentir paz por dentro por você ter resolvido coisas que realmente você tá no caminho certo, pense em tudo que você já gastou tentando se curar, terapias que você já abandonou, cursos que não tocaram na sua dor, livros, eh, cursos, eh promessas ou às vezes conselhos que a gente às vezes vai eh usar aquela mesma amiga que às vezes tá cansada de te escutar, porque fala: "Por que que você tá ainda com essa pessoa?
Por que que você tá, por que que você aceita tudo? Então assim, você já eh às vezes você não tem mais nem com quem conversar, né? Então, eh é a hora de você chegar e falar assim: "Por que que será que agora, né, com que eu tô propondo é diferente, né?
Você já fez tantas coisas. O que eu quero te falar é que se você eh quiser realmente fazer uma mudança, você precisa fazer primeiro eh um compromisso com você mesmo. Você eh precisa entrar num lugar onde você tem que dar um basta para você e falar assim: "Puxa, cansei, não dá mais para a gente seguir eh com isso e e achar que o tempo vai resolver ou que a dor vai passar sozinha, tá?
E por que que esse esse método, né, o esse essa proposta que eu tô trazendo para vocês é diferente eh de outras coisas que vocês possam ter visto aí? Porque ela respeita o seu tempo, a sua rotina, o seu ritmo. Ela não tem cobrança, não tem alguém chegando falando assim: "Olha, eh, você precisa melhorar".
Não, você vai e fazer dentro do seu tempo de forma eh segura, verdadeira, com pausa, com possibilidade de você voltar e repetir, né? Então tem pessoas que fazem a jornada, né, por eh vários ciclos. E como esse processo, né, no Hotmart fica por um ano, você pode fazer de repente, ah, eu vou curar, vou vou curar uma ferida que eu identifiquei aqui e eu e essa é a minha recomendação, trabalhe uma ferida por vez.
Então, vou trabalhar uma ferida, né? Então você vai fazer isso independente de ter eh agenda de terapeuta, de horários ali que vão comprometer você. Então, eh, a ideia é que você faça isso de uma forma, eh, tranquila e segurando, né, a cada vídeo, a cada áudio, a cada exercício.
E esse também aqui é bacana desse processo, que é um processo que ele eh você revive muitas vezes a experiência. Lembra que eu falei que dentro ali quando eu fiz a constelação, o que eu percebi que precisava reviver a a experiência. Então, a gente faz esse processo de ir até esse lugar e reviver.
Então, você vai est eh comigo aqui justamente eh fazendo esse processo a né, ao lado, né? E eh se a gente fosse pensar, né, porque são o processo são três ciclos, três fases, cada fase tem sete eh sessões, né, sete aulas, sete dias. Se você fosse fazer 21 sessões de terapia individual, quanto você acha que custaria, né?
Hoje a gente sabe que uma terapia eh com a terapeuta experiente tá em torno de R$ 400 ou até mais, né? Então, se a gente fizer uma conta por baixo eh de 21 sessões, isso daria em uns 4. 200, eh, sem uma garantia de que você faria um processo tão customizado, tão eh claro de de começo, meio e fim, né?
E algo que você faz dentro do seu tempo, tá? E muitas vezes eh você ia ter ali sessões mais espaçadas e que não ia tá chegando num ponto de chegada, tá? né?
Então, eh, o que me move muito em todo esse processo e que pessoas já fizeram, então eu não tô trazendo algo que não tem eh não foi validado, então já foi validado, já tem transformações, pessoas que que estão transformadas e que eh que eu realmente me habilita a falar que que eu tô falando aqui para você é é verdadeiro. E essa proposta de fazer esse reencontro com você mesma, tá? E quero trazer aqui mais eh um depoimento de pessoas que passaram por esse processo.
Eu busquei muito esse trabalho e tive na Conceição e no processo de composição do trabalho eh todo o aconchego, respeito, carinho que foi necessário para ajudar o processo da cura. E vocês encontrarão isso com certeza. E mais, porque quando eu fiz o primeiro e eu voltei a fazer mais vezes, a Conceição foi atualizando de uma forma tão rica, uma ilustração tão maravilhosa que facilitou muito a compreensão com músicas, com desenhos, com épocas demarcadas.
E a gente vai olhando que quando eu mexo numa situação que me foi difícil, muitas coisas do universo se movem para nos ajudar a buscar essa economidade que a gente tá procurando. O meu propósito é de autoconhecimento. Meu propósito de velícia é ter uma velice, é, aonde a eu possa colher as sementes plantadas e consiga distinguir muitas vezes o joio e o trigo, porque eles nascem juntos e a gente aprende essa diferenciação.
E essa é a oportunidade de parabenizar a Conceição por essa pessoa que tá sempre pesquisando, buscando, enriquecendo o trabalho para que a gente desfrute dos resultados. E a vida, gente, ela tem altos e baixos, mas a gente tomar consciência e trazer à luz o potencial todo que temos de cura dessa criança, olha, a palavra é extremamente libertador. Você se transforma em outra pessoa e todo dia você pode acessar esses recursos que você possui dentro de você.
Gratidão eterna, Conceição. Gente, eu fico super emocionada porque são umas pessoas muito queridas, foram pessoas que eu acompanhei o processo e é muito libertador, né? A gente e não tem faixa etária, né?
Eh, você vê uma pessoa com 70 anos fazendo processo, porque a gente não tem eh hora pra gente se libertar, né? né? Tem eh a decisão de de começar a se olhar.
Então, para mim é muito significativo, tá tá passando isso para vocês como algo realmente que é possível, tá fazendo aqui essa transformação. Eh, então assim, agora vocês vão falar: "Bom, beleza, ela trouxe tudo e quanto custa esse processo, né? " né?
Porque aí é a parte que vocês devem estar se perguntando aí como que é que funciona todo esse processo. Eh, e aqui a questão assim, eh, tô trazendo essa possibilidade de vocês fazerem e algo que como eu falei, é um ano, né? Então, se vocês pensarem no processo de de, né, 12 meses, é um investimento de 12 vezes de 5140, se for a vista 497, né?
E eu não vou ficar aqui falando que há quanto que representa na sua vida eh o esse valor, né? E e a gente não tem nem como falar, porque cada um sabe da sua realidade. Mas a questão é o que eu tô trazendo para vocês.
Não é sobre o valor especificamente, mas é sobre uma escolha. É parar de correr em círculos. É escolher olhar para você mesmo com verdade, é escolher ser a mulher que você sempre eh quis ser, né?
Ou que você fala assim: "Puxa, onde eu tô? Onde eu me perdi? Que onde que eu tô, né?
Onde que eu parei? é é voltar para você mesmo, né? Então, eh, a ideia aqui, né, esse valor não é para ficar imaginando, nossa, eh, que que isso, né, também tá dizendo, mas é a questão do compromisso com você mesma, né, eh, o quanto você tá cansada de repetir padrões que te machucam, né, aquela sensação de que você não se pertence, que você depende sempre, né?
Então, a ideia aqui é que você possa dar esse passo para te devolver suas partes mesmo. E para isso, ã, você tem essa possibilidade, né? Então, de fazer de uma forma mais parcelada, né?
E, ã, que eu acredito que não é isso que vai ser a desculpa para você começar o seu processo, tá? com presença, com decisão e com verdade. E além disso, as pessoas primeiras pessoas que se inscreverem, eu vou est fazendo adicionalmente e quem eh já fez o processo comigo, uma avaliação de mapeamento sistêmico equivalem a uma sessão também.
Então eu vou fazer um uma avaliação de um mapeamento sistêmico da família de origem, da família atual. Eh, e por isso eu tô colocando agora aqui no chat eh para vocês o link aqui. Deixa eu só achar aqui, gente, rapidinho.
Vou colocar aqui no chat para vocês qual que é o link para vocês acessarem lá no Hotmat, tá? eh com essa possibilidade então de das primeiras inscritas receberem também o mapeamento sistêmico da sua família, que isso é muito interessante também a gente perceber através dos nossos desenhos o quanto tá também no nível inconsciente. E aqui assim, vocês podem ficar tranquilas, caso, né, vocês têm, né, uma garantia pelo próprio hotmart de 7 dias, caso vocês não se sintam confortáveis com esse método e não fizer sentido, então própria e garantia do do Hotmat te dá esses s dias.
Mas eu tô indo além, tá? Vou fazer diferente. Eu vou falar aqui para você.
Se você fizer todos os exercícios, os 21 dias de prática, participar dos meus três encontros de supervisão e mesmo assim você não sentiu que você conseguiu identificar suas feridas, que você não conseguiu reconhecer sua necessidade não atendida, que você não sabe qual a sua estratégia de autoproteção, ou seja, você não conseguiu ainda atingir o primeiro nível ali da sua criança, eh, eu vou chamar você, nós vamos conversar Tá? Porque aí eu vou te dar um encaminhamento específico, tá? E se mesmo assim você falar assim: "Olha, não tá fazendo sentido nenhum, eu tô totalmente perdida".
Lembrando que lembra que o compromisso de fazer esse processo 50% é meu, porque eu estou dando todo aqui esse formato, esse processo, como eu já falei, várias pessoas eles atingiram isso, mas se você eh falar não atingir, mas porque você realmente tentou, tá? que você fez todos os exercícios e a gente vai conversar para olhar o que que tá te impedindo. Aí sim eu vou também fazer o reembolso para você, tá?
Porque o meu compromisso aqui não é ficar vendendo a jornada para falar assim: "Ah, tá vendendo aqui mais uma coisa aqui". Porque o que eu tô fazendo aqui é algo que eu validei e que eu sei que é verdade, tá? Então é isso, tá?
né? O que eu queria trazer para vocês é que vocês podem contar comigo de verdade. Então, de novo, algumas de vocês já me conhecem, já sabem.
Outras que não me conhecem estão ouvindo aqui o relato de outras pessoas, eh, para entender que esse é o caminho, né, para que você eh, dá perceber, né, que não tá sozinha, que algo ali dentro de você se mexeu, se movimentou e falou assim: "Poxa, eu tô reconhecendo que eu tenho dor, eu reconheço que tem algo ali que ela que ela falou, que tocou em mim, porque, gente, de verdade, Eh, a gente se fala, né, a gente se conversa em outro nível. É o nível mesmo de uma consciência muito mais profunda. Se o que eu tô falando para você te tocou, para e reflete se realmente é o seu momento, tá?
E tenha certeza, pode confiar que eu tô aqui do outro lado segurando o fio, como eu falo, tá? Então, gente, eh clica aí no no botão, né, que eu que eu deixei. Eh, você vai ter acesso imediato as aulas, os exercícios, a todo o conteúdo terapêutico.
E o mais importante é você se reencontrar, tá? E e de novo, né, se por algum motivo, né, no final dessa da da de toda a jornada, dos três encontros, você sentir que esse processo não te tocou, não mexeu com você, você vai falar diretamente comigo, tá? A gente vai marcar um horário pra gente estar conversando e e é isso, tá?
Então, se seu coração se sentir que é assim, eu só te digo uma coisa, vamos junta, tá? Eu conheço esse caminho que eu já passei e eu sei que você vai ser inesquecível para você também, tá bom? Eu tenho uma frase que eu acho que faz muito sentido, é transformar a dor de depender em força para se pertencer.
A gente precisa reconhecer esse lugar nosso, tá? Então é, tá aí, a sorte tá lançada, tá? Então, para quem chegou mais tarde, não conseguiu desde o início ali, obser, né, acompanhar nossa aula, eu vou deixar o replay dessa aula no YouTube e eu vou ficar aqui mais uns 15 minutinhos para até ler aqui que vocês trouxeram como foi, né, o processo de vocês, né, na visão que a gente fez da criança.
Eh, é isso, tá? Então eu quero agradecer por vocês estarem aqui, tá? Então, vou voltar aqui para para olhar para vocês.
Então, é isso. É uma alegria ter passado aqui para vocês tudo que eu, né, eh, desenvolv e eu quero então tirar as dúvidas agora de vocês. Fiquem à vontade.