Olá, pessoal, tudo bem? Eh, essa aula tem um propósito de esclarecer, de deixar bastante claro, né, bastante eh objetivo um pouco daquilo que as pessoas muitas vezes têm dúvidas ou imaginam saber, mas talvez não fique clara a trajetória e o todo. Eu vou trazer para vocês aqui aquilo que a gente entende como o modelo exerci, né?
E o que se caracteriza isso? O modelo exercivenção. Modelo exercivenção é um modelo, uma maneira, né, um exemplo a seguir uma trajetória para intervir de uma certa maneira.
Então, o modelo exercência é um modelo de intervenção em educação física especial. Então, há mais de uma maneira possível ah de se trabalhar em educação física especial. eh pode haver eh na proposta de se atuar nessa área, eh eu criei um modelo que os profissionais possam atuar nesse contexto.
Então, ah, para que eles possam, eh, eh, ter clareza da trajetória, das quais características, as diretrizes para atuar de uma forma interransdisciplinar, de uma maneira que siga as práticas baseadas em evidência, para que cumpra as dimensões de uma intervenção eh eh científica e comprovadamente eficaz. eh, e que se proponha a fazer o tratamento do transtorno, eh, seja do transtorno do espectro do autismo, do TOD, do TDH, da transtorno do da coordenação ou de alguma de uma condição que traz prejuízo pro indivíduo, né, diferentemente da da educação física tradicional, da educação física adaptada. É preciso que esses profissionais então tenham uma um modelo, uma diretriz.
Então o modelo exerco, né, um exemplo, uma orientação, uma diretriz de atuação em educação física especial. O modelo exerciência de supervisão, é um modelo já descrito para treinar profissionais para atuar em educação física especial. Então, o modelo exercição de serviço e não mais um modelo de intervenção para ah treinar e supervisionar esses profissionais para atender de forma especializada.
Profissionais podem atuar em educação física especial sem supervisão? Bom, eh, essa é uma orientação, né, geral de que nenhum profissional deveria atuar num tratamento, numa terapia, não estando sob supervisão. Entretanto, o modelo exercência não é um órgão fiscalizador, não é um órgão ah governamental, não é um conselho de classe que vai obrigar a que as pessoas atuem.
Ah, o modelo de exerci ele de supervisão, ele é uma prestação de serviço facultativa, então, para os profissionais que podem de alguma maneira buscar a supervisão com outros profissionais, com outras pessoas, com outros especialistas na área, tá? Ah, para além disso, ah, eu, como proponente dessa área, me preocupo bastante que a área possa ter ah os seus o seu o seu avanço, né? Eh, e por isso toda a tecnologia comportamental que eu desenvolvi para que os profissionais possam atuar em educação especial está gratuito.
Os protocolos estão gratuitos, as pessoas podem baixar, podem utilizar. Ah, o que nós vendemos é a formação, né? se as pessoas quiserem ter a formação e o acompanhamento na aplicação desses protocolos, seja avaliativo de intervenção, é o que nós temos como prestação de serviço.
Então, a educação fiz especial, ela é um atendimento interdisciplinar, como essa imagem tá mostrando. Então, as peças do quebra-cabeça não são para sinalizar o autismo, mas sim a conexão entre os profissionais, de forma a não deixar eh espaço, não, não deixar lacunas na intervenção pro indivíduo, né? É uma combinação de forma que parte da da intervenção de um vai entrar na área do outro, pensando na intervenção baseada centrada no aprendiz e não uma intervenção centrada na área.
Se fosse uma intervenção centrada na área, cada um faria o seu papel separadamente, assim como tem na imagem a parte de cima ali, é uma arte mais eclética em que cada um faz o seu papel separadamente e de alguma maneira leva a algum a algum grau de intervenção pro nosso aluno. A literatura vai dizer que quanto mais próximos esses profissionais definos comuns, não maneiras de intervir comuns, né, mas objetivos de intervenção comum, o mesmo objetivo, o mesmo propósito entre eles, com expertizes, com formatos de intervenção diferentes para eles, há muito mais chance. Isso é um atendimento colaborativo e interdisciplinar.
E a transdisciplinaridade, no caso das práticas, né, com mais chance de de tratamento, não somente de atendimento, mas de intervenção terapêutica, de tratamento, ela especialmente pro transtorno espectro do autismo, a gente tem a 28 práticas, né, com evidência pro tratamento de características, né, da da do core feature, características definidoras do autismo, né, ah, porque é a área que tem mais robustez de pesquisas nessa essa área, embora a defesa intelectual tenha bastante pesquisas, mas não se tem ainda uma uma ah publicização, né, eh, paraa comunidade das práticas com mais chance de sucesso. Então, a gente se baseia aqui na área do TEA, né, 24 das 28 práticas são baseadas na ciência da análise do portamento. Então, os profissionais para poder atuar no tratamento precisam, né, se alinhar.
Não est sobre o guarda-chuva dessa linha. Então, como se essa análise de cortamento passasse por todos os esses, todas essas áreas, de forma que as dimensões, as diretrizes da análise do portamento, né, as dimensões comportamental, analítica, efetiva, generalizável, enfim, elas sejam parte, né, sejam diretrizes da atuação de quaisquer profissionais para atuar, né, no tratamento, né, interransdisciplinar. em geral, como é que o modelo exerc, né, de supervisão e como é que a gente entende o modelo exercice de intervenção em educação free especial.
Então, esse aqui é um modelo eh sugerido pela CASP, né, que é um grande órgão internacional de orientação, como é que estrutura uma intervenção terapêutica, né, para que se torne sustentável financeiramente e ah se torne realmente eficaz, né, pro seu aprendiz. Eh, a gente tem na ponta ali do eixo um analista do comportamento, alguém supervisor, que a gente chamaria supervisor do caso que lidera. Não é a pessoa que manda, mas é a pessoa que lidera o caso.
Ah, muitas vezes pode ser contratado pela família e aí você vai ter então o aplicador ou técnico, né, o AT ou o técnico comportamental que faria a aplicação dos programas orientado por esse supervisor dentro de uma clínica. Então que você tem então um ah um AT para vários, né, alunos ou então mais de um AT para cada um de um aluno ou então um AT atende mais de um aluno. Você então precisaria eh ter uma estrutura de acompanhamento desses ATS.
Então, foi criado uma categoria chamado de assistente, né? eh é o analista do comportamento assistente, é uma pessoa que talvez tenha uma formação em caminho de um analista do comportamento, ainda não é um analista de comportamento, mas está em formação de ser e já consegue fazer algumas avaliações, consegue acompanhar registros de desempenho, consegue treinar os ATS, mas ainda não consegue necessariamente tomar as decisões mais rigorosas de situações mais delicadas, não é um analista do comportamento ainda. Então essa é a estrutura em geral de uma equipe.
onde entra o profissional de educação física ah atuando, né? Então, pensando nessa lógica, como eu trouxe para vocês aqui, poderíamos a ver. E eu penso o profissional de educação física nessa altura, né?
Ele não é ainda um profissional analista, comportamento e informação, mas ele também não é um AT, porque em geral, especialmente nos Estados Unidos, um AT ou um aplicador, ele não precisa ter graduação, né? Ele é uma pessoa que segue regras, segue orientações, aplica, né? Ele não é um analista do comportamento, ele pode estar estudando a análise do comportamento, mas ele aplica, ele segue, ó, tem que fazer desse jeito, registrar assim, dá esse tipo de ajuda, dá um intervalo, né?
Eh, e segue um roteiro, vamos chamar assim, de intervenção. O professor Cast é alguém formado, né? Então, é alguém que já tem algumas decisões sobre alguns aspectos da área que caracterizam a categoria profissional de educação física, tá?
Entretanto, o profissional educação física em geral, por não saber na graduação, por não ter muitas diretrizes em outros lugares, ele precisa saber quais são as prioridades de intervenção, quais são os procedimentos que t mais chance no tratamento do TEA. E por outro lado, o supervisor do caso, né, responsável pelo caso, muitas vezes não sabe o que que o profissional pode fazer, como treinar esse profissional, porque isso não tá listado, não tá escrito em livros, né? Então, o modelo exercio, ele é uma área que atua intermediária entre o supervisor do caso e o profissional de educação física.
Ele faz esse meio de campo, né? Então, o modelo exercio, a minha equipe trabalha aqui. Então, eu, o supervisor eh cosupervisor, professor Luiz, ah, e assistentes ABA, eles atuam nesse suporte para dar o profissional de educação física, diretrizes para trabalhar de forma interransdisciplinar, eh, orientando o profissional para fazer essa comunicação com o supervisor e quando não conseguir fazer isso diretamente, né, e orientando então quando necessário esse profissional que falar para esse profissional, né, de educação física.
Então a gente atua aqui o a gente chama de supervisor de área, a área de exercício e movimento, tá? Poderíamos, esse modelo que eu trago é um modelo que pode estar sendo replicado para supervisor da área de comunicação, fonodiologia, por exemplo, pode ser um supervisor na área de AVDs, na área de TOO, né? Pode ser que a gente pode até envolver aqui no futuro eh supervisor de área da área de exercício confinamento.
Pode envolver pisioterapeutas, pode envolver terapeutas ocupacionais no futuro, pode ser. a gente mais ou menos atua aqui. Então, dentro dessa lógica, né, a gente teria o profissional de educação física respondendo diretamente pelo para pelo analisamento, né, e podendo haver um supervisor de área ah se comunicando com o analista do comportamento assistente ou mesmo com super analista comportamento supervisor, tá?
Ah, vocês devem ter alguma ciência, mas é importante que tenham clareza que já há vários artigos que a gente tem escrito sobre isso. Esse é o primeiro escrito lá em 2020 que fala um pouco da trajetória, né, que a gente tem criado essa categoria profissional. Aqui são dois artigos mais recentes, 2020 e 2022 e 2000 2023, que a gente tem a publicação, né, numa revista em análise do comportamento, eh, sobre eh prescrição de exercício físico baseado num FIBMP, é um exemplo de atuação aqui, e também como atuar nessa área.
Então, esses artigos, se vocês não leram, é importante que vocês leiam para ter maiores esclarecimentos, tá? Esse é um artigo mais um capítulo de livro mais recente numa publicação de uma revista ah da UEL, Universidade Estadual de Londrina, em que a gente falou sobre as tecnologias analíticortamentais, né, produzidas e que vocês já dominam. Então vai explicar um pouquinho de cada dos protocolos que a gente tem a maioria deles, certo?
Esse aqui é um um livro, tem um capítulo de livro, se vocês quiserem adquirir também podem falar comigo, com a equipe para adquirir. Se tornou um bestseller pela quantidade de vendas, vocês podem procurar. Recentemente também saiu um sobre TDH e agora vai sair um sobre ABA, né, que então todos eles têm capítulos meus nesses livros.
Bom, como é que funciona a trajetória de um profissional que atua no modelo exerciência de intervenção em educação física especial? Tá? Primeira coisa, o modelo e esse profissional precisa estar a minha o modelo exercíci orientar é de que esse profissional esteja, né, recebendo o suporte de um especialista, tá?
De um quem que com maior expertize, né? mesmo quando as pessoas já têm bastante experiência, anos atuando, é sempre fundamental ter a supervisão, porque os novos casos surgem eh eh nuances, o autismo tem mudanças repentinas, tem mudanças de humor, mudanças de procedimentos, mudanças de equipe, mudanças em vários aspectos. Então, é importante que a as intervenções sejam assistidas, sejam assistidas no sentido de auxiliadas, tá?
e assistidas também no sentido de visibilidade. A gente chama isso de televisibilidade, é o termo que se usa, né? Se tornar visível para outra pessoa acompanhar e agir.
O modelo exercizeia nesse princípio para não se depender do relato do profissional e não de uma resposta de confirmação da informação, da orientação, mas sim eh ver o que o profissional está fazendo para dar o feedback. a gente dá o feedback de acordo com o que o profissional faz e a gente eh acompanha se ele tá fazendo e tem a correspondência entre o que ele vai fazendo e o que ele vai falando sobre aquilo. Então é importante que vai modelando também a fala do profissional.
Então o termo de uso, autorização do uso de imagem, tanto para pela família do aprendiz quanto do profissional é fundamental, tá? A gente então vai orientar uma série de possibilidades para definir o que ensinar, tá? O primeiro recurso, e não é o único, não é o melhor, mas é o mais robusto, fonte de informações para selecionar o que ensinar de forma interransdisciplinar, são acesso às avaliações comportamentais.
Então vocês recebem mensagens, né, para orientar e pedir a os os desempenhos nas avaliações comportamentais. Quais são? Elas podem ser variadas avaliações da área de comunicação, de habilidades sociais, da habilidades funcionais, de habilidades eh de de habilidades básicas de aprendizagem, habilidades eh de dignidade pro indivíduo, né?
Então, é importante que após isso vocês comecem a solicitar, né, a pra equipe que atende o seu aprendiz a a os os grides, os relatórios. Isso é recorrente porque as avaliações vão acontecendo, eh, atualizando e você precisa pedir novamente, né? Então, o nosso suporte do modelo de exercícia de supervisão é orientar o profissional de educação física a pedir pro supervisor do caso essas avaliações ou pro analista do comportamento assistente, tá?
Junto com o P e com o PIC, que seria plano de intervenção comportamental ou plano de desenvolvimento de intervenção, o que que seria o PDI, tá? E seria basicamente receber essas avaliações para treinar vocês a interpretar o resultado de algumas dessas avaliações, se receber e então prescrever exercício físico baseado nesses objetivos, tá? Ah, muitas vezes, né, você, a gente sabe que vocês podem ter dificuldades em solicitar essas informações.
Então, nós criamos um um documento que vai facilitar vocês a pedirem isso, né? Então, esses são documentos que vocês podem enviar paraa família, podem enviar pro pro supervisor do caso para solicitar. Ele vai dizer aqui como é que você vai atuar.
Ele vai dizer aqui quais são as avaliações que a gente estaria pedindo, para que que a gente tá cedindo isso, né? Como é que funciona a autorização da família, porque is é um documento, né? Ah, eh que é de eh sensível, né, da pessoa terapêutica.
Então você não pode compartilhar esse documento com qualquer pessoa, tem que ter ainda uma segurança no acesso à informações. Você vai documentar e vai deveria levar de volta o planejamento para o supervisor do caso para ele acompanhando e isso se torna muito mais eh eh eh alinhado toda a intervenção, tá? E alguns cuidados que são necessários, né, para cumprir essa essa privacidade de acesso aos dados, tá?
Hã, muito. Nós também podemos nos utilizar de uma outra fonte de informação para selecionar objetivos de intervenção, que são nossas avaliações mais comuns da educação física, por exemplo, TGMD, Bolt, MBC, KTK, eh EDM, as avaliações, né, motoras e motoras físicas que a gente pode ter, tá? Ah, vocês pod também podem ter como fonte aquela avaliação que é aquele registro, né, quando a gente não conseguia exatamente fazer as avaliações de forma fidedigna para avaliar o comportamento de forma que é a e como é que ele responde a forma motora sobre instrução, sobre uma dica oral, sobre um dica visual, né, se ele faz frequentemente, se ele faz às vezes, se ele faz num ambiente, não faz em outro, essa qualidade do desempenho.
Então, essa avaliação aqui foi criada por mim. Vocês podem também utilizar mais uma fonte para selecionar o que intervir, né? É importante também caso vocês não conseguem aplicar as avaliações motoras de forma tradicional, padronizada, vocês vão utilizar as barreiras, né, de testagens motoras.
A gente tem aulas para vocês aplicarem isso aí. Então isso é mais uma fonte e à medida que vocês conseguirem registrar nesse protocolo que há barreiras para a aplicação dos testes motores, além de vocês poderem justificar paraa família e para outras pessoas porque que vocês não conseguem aplicar a parte motora que do que simplesmente dizer: "Ah, eu não consigo aplicar", né? O aluno não fica, não presta atenção, não olha para mim, não segue instrução, não fica no ambiente, não espera, né?
ou ele fica frustrado em errar, enfim, ou ele tenta tentar faz, tenta fazer de qualquer jeito. Em vez de vocês dizerem dessa maneira, vocês vão registrar e ao sinalizar isso vai indicar que a prioridade da intervenção é nas barreiras e não na intervenção motora propriamente dita, tá? Ah, mais informações sobre isso na ocasião de aplicação dessa avaliação, tá?
É claro também que isso vocês não vão deixar de ter a fonte de informações de quem contrata o serviço, né, para validar esse serviço, uma validade, né, externa, né, saber com a família quais são os valores, quais são os interesses, né, e as entrevista de levantamento de prioridade vocês também devem fazer logo no começo para ter essas informações. Isso especialmente quando você não tiver acesso às avaliações comportamentais que eu falei no início, tá bom? A, é claro que a gente também tem a outra fonte que é a avaliação de engajamento, que é ir lá no cenário inclusivo do indivíduo, né, onde ele tá com seus pares, sobre o controle instrucional de alguém e avaliar eh aplicando isso aí.
Então, para quem tá trabalhando na área, é importante ir na escola, se ele faz escolinha de judô, se ele faz escolinha de natação e observar e aplicar essa avaliação. Ela não somente vai funcionar para definir o que eh intervir, mas também poder saber se o efeito do seu trabalho em educação ficial tá tá reverberando, ele tá sendo trazendo efeito pra inclusão social, escolar, esportiva desse indivíduo, né, e que se torna aplicando a dimensão eh de generalidade também. É importante que vocês possam também registrar esse desempenho e acompanhando ao longo do tempo, tá?
E é óbvio que vocês vão precisar fazer orientação também de uma avaliação de preferência. A gente chama especialmente avaliação de preferência eh de operante livre. Que que é atividades, exercícios, brincadeiras, jogos que o aluno tem mais interesse.
Para quê? A partir das atividades que ele mais se interessa, você usar como oportunidade para ensinar determinados comportamentos e atividades que ele gosta, mas não gosta tanto que você vai ensinar outros comportamentos. Em geral, não é uma regra.
atividades que ele gosta mais, a gente usa como oportunidades para ensinar os comportamentos mais difíceis de aprender, de de ensinar e as atividades que ele menos gosta. Ele gosta, mas menos gosta como ambiente para trabalhar as habilidades que eh a gente consegue ensinar, mas não são tão difíceis em comparação a outros comportamentos, tá bom? Então aqui existe uma grande conjunto que o modelo exercivenção propõe como fontes de informações para você selecionar o que ensinar.
Então é importante que essa essas avaliações sejam feitas recorrentemente, mas especialmente no começo do seu trabalho. Preciso que você se tente se aplicar. Ah, eu já apliquei essa, não apliquei essa.
Preciso que vocês comecem a dominar essas fontes de informações. Quanto mais objetivos, mais significativos, mais chance de você selecionar e errar menos no qual é o objetivo ou quais objetivos você vai intervir. Para que que você vai fazer isso?
Para você chegar no principal documento, né, que você vai produzir e vai compartilhar recorrentemente esse protocolo com a equipe médica, a equipe terapêutica, com o supervisor do casa. vai sendo atualizado recorrentemente. Por isso, além desse documento ser físico e ele poder ser editável, a gente também vocês devem ter acesso a aquele documento que está no drive, né, que é uma planilha que você vai atualizando nossa equipe.
Vocês vocês podem compartilhar em PDF e link pra família acessar esses documentos que ele vai sendo atualizado recorrentemente. Esse documento ele é o core, ele é o âmago, ele é o principal, ele é a fonte, ele é o coração do ah do modelo exerciente de intervenção, em que a gente vai combinar aqui informações do que ensinar, como ensinar e como saber se aprendeu. Ele vai combinar as estratégias da análise do comportamento pela forma de ensino, ele vai combinar os objetivos de tratamento e ele vai combinar a a a estrutura isso em educação física.
Então, na parte inicial, vocês têm informações para isso. A gente vai dizer da onde que a gente tirou. Então, nessa parte aqui, qualquer uma dessas fontes vem para cá, avaliação de engajamento, o Vibmap ou o KTK ou avaliação de preferência ou avaliação a entrevista, né?
Vocês vão tirar ou avaliação de barreiras, né, de de de intervenção, a barreiras de testes motores e o código, né, o objetivo que vocês vão ensinar. Tá? Ah, e aí isso vai ser listado em vários, né?
Ponto. Você não precisa necessariamente a quando você lista os objetivos, criar todas as atividades para isso. Você pode listar objetivos e ao longo do tempo e criando caminhos, criando exercícios que vão oportunizar esse ensino, tá?
E aqui então são, a gente vai dizer então o como ensinar, né? qual é o caminho? Qual é a brincadeira?
Qual é o jogo? Qual é o arremesso, qual é o circuito? Qual é a atividade que você vai proporcionar para criar esses para oportunizar o ensino aqui?
Como é que você vai ensinar? Então, planejando a ocasião para que essa esse comportamento aconteça e criando as consequências, né? Então, você vai colocar desempenho que o aluno, o que que você vai consequenciar imediatamente quando ele alcançar o objetivo, né?
Por exemplo, no esperar, né? tá trabalhando cada ocasião do esperar numa brincadeira de amarelinha que ele apresenta o o desempenho de esperar, você vai consequenciar de forma X. Quando ele não esperar, você vai dar ajuda.
Então é uma consequência Y. E às vezes ele não espera de n, mesmo com ajuda, você vai consequenciar de forma W. Você vai descrever as consequências aqui, que é a forma de você ensinar pelas consequências, tá?
A gente é o como ensinar. Aqui vai vai descrever se pode sair na piscina, se vai sair na natação, se vai ser no esgrima, se vai ser no judô, se vai ser no balé, se vai ser eh no pique pega, tá? E aqui o como saber se aprendeu.
Então, quando você tá ensinando esse objetivo nessa atividade, o aluno vai evoluindo, né? Você vai ensinando e você vai criando novas dificuldades, né? Aí você vai descrevendo essas mudanças no seu trabalho, como se você estivesse modelando, se estivesse ensinando esse comportamento.
Quanto mais você pratica, quanto mais ele vai aprendendo, se torna mais difícil. É isso que você vai descrevendo aqui para que ao longo do tempo você vai dizendo o quanto que ele evoluiu naquilo que você tá ensinando, tá? Se são mais repetições, se são mais cones, se são mais arremessos, se é mais pesado, se são mais repetições, se ele tem que fazer agora na frente de mais pessoas, se é um ambiente mais difícil.
enfim, com mais peso, o que que você tá fazendo de mais difícil para que ele vaiá evoluindo nesses objetivos aqui dentro. E aí você pode, obviamente, ir descrevendo outros objetivos que não são aquilo que você tá necessariamente ensinando, mas outros objetivos também você quer ensinar, mas não é o foco, né, onde a gente tá fazendo o tratamento. E em geral são objetivos motores e físicos em geral, mas pode haver outros também.
E aqui você pode colocar várias observações, se é uma estrutura de ensino antecedente, consequente, generalização, de intervenção direta, se quando que começou, se é na escola, se é num lugar, você pode colocar várias observações. Se você precisou de ajuda de alguém para registrar isso, tá? Você precisa de algum material de comunicação.
Então esse documento ele sintetiza essa ordem, né? Por isso que era da esquerda paraa direita, o que ensinar, como ensinar e como saber se aprendeu. Se você não pensa qual exercício na educação físicial, sem antes saber aonde você quer chegar.
Então o exercício ali, a brincadeira é a oportunidade para ensinar o que é ensinar, tá bom? Essa então sintetiza a combinação da objetivo terapêutico em geralmento de tratamento da do exercício físico e a análise do comportamento. Ele sintetiza esse modelo exerci aqui de intervenção, tá?
H, então feito, eh, em geral, feito cada linha dessa, um próximo passo que vocês poderiam seguir é detalhar essa atividade, quantas repetições, se você vai dar ajuda física, se não vai, se você vai usar painel de comunicação, se você vai eh usar fichinhas. E a gente vai para um documento chamado detalhamento. Então, é como se fosse análogo ao programa de ensino.
vocês podem ter acesso a ele para poder descrever, tá? Não precisa preencher ele todo, mas ele detalha essa linha nesse documento, de forma que aqui você não vai colocar toda detalhes atividades, quantas repetições, que instrução você vai dar, você vai simplesmente colocar a atividade e essas informações adicionais que tem um manejo de comportamento interferente, se você vai preferir de alguma maneira aqui, você vai colocar nesse documento, tá? E aí, como é que você vai fazer?
Que dia que você vai fazer cada atividade? em que ordem se ela vai ser a primeira, a segunda ou a terceira atividade naquele dia. Seu aluno vai poder escolher as atividades na aula.
Isso é o cronograma. É importante que vocês passem por isso também para seguir o modelo exerciência. Modelo exerciência de intervenção, alguém que domina o modelo exercíciência de intervenção, domina essa forma de avaliações, domina registrar, sabe montar o detalhamento e montam um cronograma.
E é claro, o próximo passo é vocês aprenderem a registrar desempenho em cada sessão, em cada atividade, em pelo menos três atividades numa mesma sessão. E aí a gente tem mais de uma maneira de registrar desempenho. Aqui é aquele modelo de tirinhas que a gente faz, então de três tentativas iniciais e as duas últimas por atividade.
Então, se na minha brincadeira tem na minha na minha aula tem amarelinha, tem a tem a pique pega e tem um circuito. Então, né, eh essas são atividades que vão oportunizar um objetivo específico. Então, eu vou usar três fichinhas dessa aqui, tá?
E é claro que ela pode ser plastificada, pode ser apagado, mas vocês podem utilizar ela ah como vocês bem entenderem, tá? E tem maneira de vocês registrarem já, planejarem as consequências. Aqui vocês vão precisar de de ajuda, comportamento interferente.
Aqui os tipos de ajuda que vocês podem colocar, tá? Aqui é uma maneira de vocês registrarem desempenho. Ah, caso forem para ambiente aquático, né?
Até três atividades. Pode ser com velcro, pode ser ambiente aquático, mas pode não ser também. Para quem não se familiarizou com isso, pode se orientar.
A gente tem também essa maneira de registrar desempenho, tá? Então o modelo exercício, selecionou, vai documentar isso, acompanhar o processo, então uma forma analítica para tomar decisões e você precisa tomar decisões a partir de gráficos, né? Então isso vai envolver a parte comportamental, vai envolver a parte tecnológica das dimensões da análise do comportamento.
E esses esses relatórios vão ajudando vocês a mudarem as metas. Quando reg o registro desempenho é como saber se ele tá, né, a a se você tá conseguindo ensinar, se o aluno aprendeu com o registro de desempenho. Até aqui, até detalhamento, até cronograma, essa tá ainda para a parte de o que ensinar, tá?
E é claro que você vai poder envolver ali seu exercício antecedente, consequente, generalização ou treino direto. Quando você vai montar a estrutura do exercício físico, portanto, que a gente se baseia nas práticas baseadas em evidência. Então, a gente dispõe no modelo exercisão, treinamento sobre essas práticas baseadas em evidência, modelagem, reforçamento, avaliação funcional, análise de tarefa, a suportes visuais, ah, reforçamento diferencial, extinção, várias, né?
exercício de movimento, modelagem, modelação, vídeomodelação, eh várias estratégias da análise do comportamento para ter uma intervenção bastante sofisticada, tá? E é claro que as práticas baseadas evidências vão ser descritas lá no seu detalhamento, que é o seu o detalhe dessa atividade, tá bom? Eh, quando você for fazendo também avaliações de preferência, né, para usar como consequência no sentido de eu vou usar fichinha ou eu vou usar eh painel visual para dar estabilidade pro indivíduo da da da previsibilidade, se eu vou usar alimento, se eu vou usar tablet, se eu vou usar uma atividade que ele mais gosta, eu vou usar essas informações também adicionalmente aqui a gente não ensina a aplicar isso aqui.
vocês, a gente ensina vocês a seguirem as instruções de um outro profissional que usa esse tipo de estratégia. E se acontecer um comportamento interferente, a gente vai ensinar vocês a registrarem. Aconteceu o comportamento interferente, tem que registrar a ocasião e a função desse comportamento interferente.
Nós temos aulas para vocês aprenderem sobre isso, a registrar o sentido A, B, C ou então do tipo checklist. Às vezes o comportamento interferente é o próprio objetivo de intervenção. Então, às vezes a flechinha aqui, ó, o comportamento interferente, ele é o próprio objetivo, a reduzir o comportamento agressivo, reduzir o comportamento autolesivo, destrutivo, tá?
Mas se acontecer tem que registrar. Então, dessa maneira aqui, ó, eu sintetizo para vocês, tá? a combinação, né, a de protocolos de uma trajetória.
Então, se você eh está sobre supervisão ou gostaria de estar sobre supervisão, é importante que você faça uma revisão, né? E agora que tem uma visão geral da trajetória, do que ensinar, qual é esse documento principal, tá? se a gente tá documentando, montando eh cronograma, se você segue práticas baseadas em evidência, se você registra desempenho, se você registra comportamentos interferentes.
Então, uma pessoa que domina a o modelo exercição e educação física especial são pessoas familiarizadas com isso e que tem além de domínio das da dos protocolos, né? hã, expertise alguma experiência em usar exercícios com função antecedente, consequente, generalização e treino direto. Bom, ah, é importante que vocês discutam, que vocês, eh, tirem dúvidas e se tiverem sugestões, tragam para nós.
E é importante saber também que esse modelo exerci ele tá em processo contínuo, como qualquer ah estrutura, né, de intervenção eh baseada na ciência, ela tá em constante reformulação e sugestões, então, são muito bem-vindas, especialmente para quem tá aplicando isso diretamente, tá bom? Um abraço e espero que vocês gostem, tenham gostado dessa aula. Yeah.