Boa tarde a todos que já estão conectados aqui com a gente para assistir o tema entendendo o que é desastre natural com a professora luci hidalgo nunes que já está ao vivo aqui com a gente a professora lucy é de obras o docente da unicamp tem experiência em extremos climáticos em impactos no meio urbano desastres naturais percepção ambiental e divulgação de temas climáticos ministra Várias disciplinas orientou mais de 90 estudantes e tem cerca de 150 publicações em variados formatos ela lançou inclusive recentemente o livro urbanização e desastres naturais abrangência americanos bom este seminário online ele
é uma iniciativa da editora oficina de textos sobre o livro para quem não conhece ou organizações desastres naturais apresenta um grande levantamento dos desastres pedro metrô Meteorológicos e climáticos shell físicos e biológicos registrados nesta parte do continente americano entre 1960 e 2009 considerando suas evoluções temporais conta o número de ocorrências calado tosas óbitos afetados e prejuízos econômicos é bem interessante do livro ele também tem muitos gráficos a luz se realmente é show livro com bastante imagens aí para vocês entenderem melhor o tema tá bom bom esse é o nosso último eliminado ano Tem algumas pessoas
aqui que são já vem acompanhando a gente desde o início mas é teremos muito em 2016 na também uma programação é bem bacana para 2016 então pra você enfim é ficar ligado receber essas novidades 2016 basta entrar no site da oficina de textos e clicar lá em receber novidades ou também se você quiser saber os próximos dois binários basta também clicar na área o webinar se inscreva se aqui bom pessoal eu vou ficando por aqui é eu Acho que muita gente está ansioso aí pra ouvir alô circo né já estamos aí com bastante gente ao
vivo então eu vou passar aqui pra professora vamos lá muito obrigada e vai te botou a apresentação e muito obrigado a todos vocês que estão acompanhando é esse tema que é sempre bastante atual nem infelizmente é falar de desastre natural é falar de alguma coisa que está sempre acontecendo isso independe da semana do dia do mês da Estação de verão e outono inverno infelizmente a gente sempre é ver pela televisão pelo rádio que alguma coisa dê bastante traje que está acontecendo no mundo é então mais uma vez fala disso é sempre falar de algo atual
e eu acho que a gente vai ter bastante coisa para conversar sobre isso hoje e eu vou iniciar justamente falando uma uma definição de desastre natural e como a mãe ter já me apresentou eu sou professora e quando eu falo seja dias ou Seja de alguma outra definição eu gosto sempre de falar e é provável que alguns dos meus alunos estejam acompanhando agora também é água a todos eles é eu sei que falo independente da definição que eu vou dar que nenhuma definição ela é própria para qualquer situação é então por exemplo é quando falo
de desastre natural eu vou colocar alguma alguns aspectos que eu acho importantes certamente há outros que também são Importantes e que a gente acaba deixando de lado e não necessariamente uma definição vai ser melhor ou mais completa do que a outra claro que quando a gente não tem uma definição pronta isso pode trazer também algumas é confusões né então por exemplo quando eu digo que alguma coisa é verde o azul e amarela todo mundo tem uma contenção disso se eu começar a chamar o que é amarelo de verde porque eu decidir É claro que aí
não tem um entendimento perfeito né pelo menos nas cores e na verdade conforme eu encerrei existem outras definições de desastre natural além dessa que eu trouxe pra vocês mas o meu objetivo aqui não é absolutamente esgotar com esse tema mas é mostrar nem o assim o mínimo alimento de algo que na verdade todos nós sabemos de alguma maneira né é quando a gente fala de desastre natural o natural a adjetivação é vem do Fato de que é um evento que tem uma causa natural é um evento que é próprio da dinâmica do planeta é então
é e quando é d e e o substantivo desastre vem do fato de que esse fenômeno ato natural é atingir fortemente a população humana porque se acontecer por exemplo um terremoto num local remoto ou melhor opção vulcânica no local onde ninguém mora sem atingir as pessoas então é que se configura um evento físico que pode até ser bastante forte na nossa energia Mas não necessariamente um desastre né então o entendimento que eu tenho de desastre natural é é quando um fenômeno natural que pode ser de várias naturezas é uma erupção vulcânica furacão uma chuva foto
deslizamento enfim quando atinge a população humana trazendo é bastante sofrimento e perdas econômicas é perda dos bens que as pessoas eventualmente tenham e é no caso extremo inclusive ópticos é existe alguma controvérsia planto a partir de que Momento um evento ele pode ser considerado um desastre natural é eu não vou entrar em maiores detalhes nisso né porque isso já daria webinar mas é eu é é tenho né é tomado com uma definição dos meus trabalhos para o meu entendimento de desastre natural a definição oficial das nações unidas não é que ela seja melhor porque é
das nações unidas mas ela é oficial e ela permite que a gente compare o que acontece no brasil Que acontece nos estados unidos com que acontece em amar com que acontece na frança é então nessa segunda essa definição o desafio é um evento é ele se configura com um desastre natural quando um fenômeno físico afeta é a o pelo menos 100 pessoas ou causa é pelo menos dez copos ou é a necessidade de uma ajuda internacional aí a desculpa é eo ou dez mortos ou eu ou sem afetados é eu ou a necessidade de uma
ajuda externa é o voto eu disse é na Literatura é todo mundo vai encontrar outras definições de desastres naturais mas é com essa que eu estou trabalhando nesse momento bom esses fenômenos eles é podem representar uma podem representar não na verdade eles representam uma modificação muito forte no local afetado e às vezes até uma própria roupa escultura da funcionalidade daquele local por exemplo a áreas que afetadas por um enorme de disso é deslizamento de terra Na época uma o que a gente chama é de movimento de massa de grandes proporções é o um terremoto muito
muito é forte ou uma erupção vulcânica enfim que simplesmente acaba com uma determinada localidade com muitas localidades então é uma ruptura total daquele lugar e certamente dada do modo de vida das pessoas que lá habitavam né e muitas vezes as pessoas que sobrevivem quando o fenômeno é muito forte uma outra coisa que a gente tem que Destacar quando fala de desastre natural é que é eles têm diferentes graus e previsibilidade então quando a gente fala daqueles é fenômenos que deflagrou um desastre natural de origem geofísico então nós falamos último baixa previsibilidade ou infelizmente de nenhuma
previsibilidade e aí é eu limpe os terremotos eu acho que o exemplo mais dramático é quanto a isso né infelizmente o terremoto ele não dá sinal de que ele vai ocorrer hoje ou Amanhã ou daqui a cinco minutos daqui a cinco meses mas com outros fenômenos é eles têm algum grau de previsibilidade eu vou pegar um caso por exemplo que a despeito às vezes o que a gente ouve falar à imprensa é é não é um fenômeno em comum aqui no nosso país que são os tornados é aliás aconteceu mais um na semana passada em
santa catarina em tão sonhados eles têm um grau de previsibilidade e março não é muito grande não Então se um local tem radar e infelizmente no nosso país nós temos muito poucos é possível é acompanhar o desenvolvimento é de células que é podem se configurar ou não como um tornado mas no mínimo né já é um acompanhamento de de que uma chuva muito forte com ventos bastante fortes vai acontecer e eventualmente isso pode ser piorado é formando um tornado então né dependendo do fenômeno natural que deflagrou um desastre natural Ele pode ter o maior grau
de previsibilidade ou menor ou infelizmente até nenhuma previsibilidade a gente já viu né isso naturalmente é um pré conhecimento que todos trazem que é um desastre pode ser desencadeado por fenômenos naturais diferentes né como um furacão um tornado na chuva mas a opção vulcânica mas ainda que esses fenômenos sejam bastante distintos em sua natureza os impactos nas consequências nefastas que eles trazem podem ser bastante Semelhantes né motos com afetados e com prejuízos é bastante consideráveis é uma coisa que eu gosto de frisar é que muitas vezes a gente dá uma data para o desastre nem
que a gente falar que ele tornando o que aconteceu dia 25 de dezembro de 2002 ou aquele tsunami que aconteceu dia 26 de dezembro de 2004 nem esse é um fato real é aquele tsunami está ainda na nossa memória nep foi um efeito bastante é dramático mas na verdade é a gente trabalha com isso a Gente entende que o desastre natural ele na verdade o processo então o ápice é o momento em que ele é deflagrado então aqui vou pegar mais uma vez exemplos que acontecem aqui no nosso país pegar um fenômeno comum aqui o
brasil que são os deslizamentos de encosta então há um momento da deflagração que é quando tem uma chuva muito intensa nos totais é volumes de chuva bastante é Bastante fortes né às vezes acumulado sair por dois três cinco dias é só que aí a gente tem que lembrar que tem população morando que tem remoção de vegetação que têm a água servidas que têm cortes nem tão na verdade são é é uma série de processos né de coisas que vão acontecendo nesses locais e aí tem lax inec é a consumação digamos assim do do desastre natural
né mas a gente sempre tem que entender que é não É apenas aquele momento mas é que tu é tudo o que aconteceu antes que favorece é que os impactos naquele é fenômeno natural sejam bastante importantes porque aí né eu é saliento mais uma vez que o fenômeno natural é um desastre quando ele atinge a população humana é ainda falando um pouquinho né dos desastres naturais é e mais uma vez a eu lembro que eu estou é salientando alguns pontos mas eu nunca vou colocar todos não poderia ficar aqui Um dois três dias falando ea
gente ainda não iria cobrir nato é é é tudo que está relacionado a um desastre natural mas eu to de qualquer maneira é sublinhando aqueles que são é com bastante importantes né os desastres eles também refletem é hoje o desajuste né na verdade até coloquei a justiça é mais a imagem dos ajuste entre a sociedade e se o ambiente físico e aí eu lembro uma coisa aliás eu convido todos vocês e eu confesso que isso serve Pra mim também embora eu moro em campinas que também é uma cidade grande eu sou oriundo aqui de são
paulo nessa deve ter percebido pelo meu sotaque é então principalmente a gente que mora em cidades grandes cidades médias mas a intensidade de pequeno porte nem se um fenômeno mais das cidades a gente é não olha para o céu para saber se vai chover a gente consultou a internet é a seis Meses até quando a gente olha a gente não tem uma visão total porque tem prédios né então é isso impossibilita que a gente tem uma noção do nosso ambiente físico muitas vezes a gente fica confinado horas e horas né num ambiente artificial num prédio
com janelas com cortinas então a gente só percebe que está chovendo porque a gente ouve o barulho da chuva lá fora né É então que cada vez mais nós seres humanos e principalmente nós seres humanos que vivemos nos centros urbanos estamos divorciados do meio físico né então é o desastre e talvez seja o melhor exemplo desse nosso de vosso iria ter mais esse nosso desajuste né nós como seres humanos é que vivemos em sociedade em relação ao ambiente físico como se nós não precisávamos deles né e aí a chuva é ruim porque causa não da
ação o papel aí mas a gente precisa de Chuva né pra a nossa necessidade básica não é só o mundo que tem 70% de água o nosso corpo é também fez 70 por cento de água ou então a árvore é ruim porque ela tá em cima dos nossos automóveis é o que é verdade pode acontecer pode causar mortes houve acontecendo nas grandes cidades do mundo é só aqui no brasil né mas já há a vegetação ela não é em si algo ruim então às vezes a gente o rio léo é ruim porque extravasa porque cheira
mal né Então a gente vê muitas vezes que nós temos um total de desajuste no nosso ambiente físico a gente nem reconhece né ea gente ainda reclama das águas dos rios né mas sim e no fundo o desastre ele acaba sendo é a personificação esse nosso de desajuste é esses é refletir é todo 111 problema não é de ordem social de ordem econômica então a ocupação de áreas que são áreas de risco é enfim então todas essas questões Acabam refletindo essa com essa essa interação conflituoso é do ser humano com o seu meio físico né
que acaba sendo um elemento importante na relação dos desastres naturais é infelizmente o registro do desastres tem melhorado bastante é hoje com toda essa tecnologia essa facilidade nós temos é muito mais possibilidade de registrar os eventos né mas se a gente quiser fazer uma comparação do que acontece hoje o que Acontecia há 300 anos o 80 anos ou mais distante num passado mais distante ainda realmente é muito difícil porque os registros são ainda deficientes muitas vezes são descontínuos são encontram incompletos e isso faz com que a gente não consiga ter é uma noção ainda muito
precisa né desse padrão espacial e temporal dos desastres ea gente tente inclusive nem no livro que eu espero que vocês leiam e gostem né Então a gente acaba tendo um descontaço a gente imagina que o padrão do que acontece hoje é o padrão do que acontecia sem 200 anos né na verdade tudo isso é decorrente da nossa falta né de registros é de um passado é um pouquinho mais distante e aí né eu acabei falando um pouquinho né do entendimento de desastres naturais e ressalto pela terceira vez o desastre natural é muito mais do que
isso né eu apenas é coloquei alguns dos Elementos que são importantes no entendimento de um desastre natural mas atrelado a isso nós temos algumas outras definições importantes como risco como perigo como vulnerabilidade eu vou falar um pouquinho dela deles então vou começar como que isso na verdade alguns autores até colocam como uma trilha tiné o risco o perigo ea crise o risco é aquilo que está lá iminente eu vou fazer um e vou dar um exemplo que nem é meu é de um autor português quente Felizmente se fortalecer o ano passado né mas que tem
uma contribuição bastante importante né análise de desastres naturais de riscos etc para ele era geógrafo como eu nem o professor fernando rebello que veio ao brasil várias vezes gostava muito do nosso país pois bem o professor fernando é que coloca nessa idéia da cria de risco perigo e desastre e exemplifica com um é um passeio de automóvel quando a gente vai fazer um Passeio qualquer autonomia automóvel a gente pode até nem pensar mas a gente sabe né no fundo que pode acontece que é um disco né esse risco pode vir de uma avaria do carro
pode dividir o do condutor do motorista passar mal durante esse trajeto pode acontecer sei lá de um animal cruzar uma coisa inesperada e cruzar o caminho uma uma caiu uma árvore é em cima enfim então a gente sabe por a por mais que a gente nem sempre nisso que existe um Risco eminente perigo é quando né a coisa se aproxima mais da gente né reflete nesse momento anterior então por exemplo o perigo pode ser quando eu começo eu estou conduzindo o meu carro começa a ter uma dor no peito então eu passei mal isso pode
por exemplo levar um enfarte é seu sua condutora é isso pode levar a um acidente ou pode acontecer quando de repente né surge uma curva inesperada ainda por cima com um buraco nem tão aí Né o perigo nele ele surge o professor é até coloca né que é o perigo seria uma uma medida do risco e aí pôr fim à crise ea crise é quando esse perigo ele se consubstancia no desastre a infelizmente seja porque eu tive um ataque no coração ou porque o animal cruzou a frente ou porque o freio falhou é acontece um
acidente que ali né dentro dessa teoria dos riscos seria a crise é outros é outras definições importantes né quando a gente fala de desastre natural é Suscetibilidade primeiro apito acho que existe uma enorme confusão e aí aconteceu uma coisa é muito importante que existam várias áreas do conhecimento é que trabalhem com desastre natural porque nenhuma área do conhecimento vai ser capaz de cobrir completamente né então é bom que tenham geógrafos como eu mas também geólogos engenheiros de vagas em vários tipos engenharia economistas cientistas sociais é todas essas e outras netamente especialidades têm a Dizer é
sobre o desastre natural mas às vezes dependendo da especialidade nós temos visões um pouco diferentes algumas coisas são aceitáveis né que nem aquela coisa você torce para o santos o palmeiras é você prefere o verde eo azul tem coisa que não é necessariamente a questão do certo é a questão de errado mas se a gente não tiver um entendimento mínimo é não por isso a 100 por cento mas o entendimento mínimo de certas Coisas realmente fica difícil a gente conversar e dessas diferentes especialidades que realmente querem entender a fundo para que os desastres sejam cada
vez menos presentes enfim se a gente não tentem um entendimento a gente não tem como a gente colaborar atraente então é uma 11 uma eu diria desculpa eu voltar a ter uma palavra um pouco forte é um erro clássico é chato falar que uma área vulnerável Aí me desculpem eu falo da minha formação eo geógrafo ele trabalha desde sempre com essa questão em algumas áreas do conhecimento que e é ótimo que isso aconteça que é estão mais é recentemente vendo o quanto que podem é contribuir com essa análise dos desastres naturais agora uma área não
é vulnerável uma área é suscetível então suscetibilidade diz respeito à área física então por exemplo uma área é suscetível a terremotos ou Não na área suscetível a deslizamentos de encosta ou não a população que lá vive é vulnerável então é uma população que pode ser atingido por um terremoto se a si mora ou se está transitando em uma área onde acontecem terremotos nem caso ela suscetibilidade nela reflete a fragilidade de um sistema é natural né então quando a gente diz que um local estável e nenhum local do mundo é totalmente estável né mundo na ilha
Instável por definição mas enfim é as instabilidades podem ser maiores ou menores nem tão a associate bilidade uma área muito suscetível é uma área que apresenta uma uma alta instabilidade ea vulnerabilidade é também a gente pode dar um monte de definições com palavras bem bonitas né mas seria a incapacidade de um indivíduo do grupo social enfrentar os efeitos advindos aí é do tite alguma questão ambiental de algum problema ambiental Nem isso pode estar relacionada inclusive processos internos então existem vários exemplos que mostram que falta de democracia está intrinsecamente é relacionada à vulnerabilidade vou dar um
exemplo bem rápido né quem é meu aluno já ouviu esse efeito é em 2008 e mianmar antiga birmânia na ásia teve é um ciclone tropical muito forte do ponto de vista físico realmente foi é do nível 4 sendo é que os ciclones Tropicais ou furacões né o o outro foi enfim tem uma classificação que o nível mais forte ou 5 ele foi de nível 4 um nível muito muito forte 45 olha a destruição é enorme e causou estimadamente 138 mil mortes bom o furacão katrina que todo mundo já ouviu falar aconteceu nos estados unidos em
agosto de 2005 também foi de nível 4 e causou cerca de 1800 mortes peraí estou falando do mesmo fenômeno Físico né que é foi o sono classificados no nível 4 1 caso 1800 mortes que é um horror é muita gente morrendo mas o outro causou um número estupidamente mais alto de mortes e aí é me amar é um país de baixíssima democracia infelizmente neopar a isso ele levou muito muito tempo para aceitar é é uma ajuda externa né então a gente vê que há uma série de Processos internos processo do processo econômico é naturalmente algumas
economias são mais taxas então vou dar acontece vou citar um exemplo de um país que tem uma economia bastante é instável é que moçambique então no ano de 2000 houve é um ciclone tropical também que o nome dado local nem naquele em alguns locais pra outra furacão é que é atingiu cerca de 2 milhões de pessoas e aí é muito difícil da recuperação Quando é um país é de uma economia mais fragilizada então há uma série de aspectos sejam pessoais sejam é daquela daquele grupo social daquela nação que tem a ver com grau maior ou
menor que divulgará habilidade ou seja aquela capacidade é dodô afetado enfrentarem os efeitos negativos que a gente vem aí de um fenômeno natural é associado a isso né que a gente está falando também está a adaptação que é uma palavra que está Bastante moda nem eu acho que moda não é nem muito bom para tratar a transportou que a gente usa né pra quem não me conhece sou uma pessoa baixinha então se for usar um vestido comprido por mais que fique lindo né maitê que é uma pessoa alta pra mim vai cair muito bem né
então se a moda já é uma coisa que já não dá nem do ponto de vista pessoal que tirar na ciência mas a verdade é que a palavra adaptação tão pouco na moda né Antes se falava de mitigação agora falar em adaptação significa que a gente já ultrapassou né um determinado estágio então que a gente já tem que se adaptar a determinadas mudanças globais que acontecem ea está associado à ocorrência eventualmente demais desastres naturais né então falar de adaptação é falar do ajuste é o que pode ser maior ou menor né dos sistemas é um
dos grupos humanos e responder alguma alteração é a Capacidade desse grupo social tirar vantagem é o perceber é novas oportunidades ou ainda enfrentar as consequências de algum fenômeno aí que atinge uma determinada área nem um determinado grupo social e aí tem uma figurinha é bem simples vizinha que mostra mac o desastre natural ele tem então n componentes mas que a gente pode simplificar em duas mais importantes então precisa de um evento físico deflagrador é que o vovô Falei pode ser de várias naturezas pode ser um terremoto pode ser um furacão pode ser é inclusive uma
infestação de insetos é tudo isso está na natureza na categoria de desastre natural e só vai se configurar como um desastre esse fenômeno natural impactará a sociedade então é tem a ver com nossos serviços e atividades das áreas atingidas que com a vulnerabilidade né das pessoas atingidas e aí eu faço um paralelo é claro que é impossível netas nós brasileiros não Deixamos de falar de uma coisa que aconteceu recentemente do nosso país mas que não é um desastre natural foi um desastre e tecnológico aliás criminosamente discutem uma outra palavra forte que eu vou usar mas
criminosamente ouvir falar né eu já ouvi isso na imprensa né que estão querendo dizer que é um desastre natural a ninguém que tivesse sido um sismo nenhum abalo uma é uma barragem ela tem que prevê Isso né e além disso é parece que está descartado é que tenha sido provocado aí por algum sismo um desafio tecnológico é que não é um desastre natural ele é desencadeado pela ação humana em geral e voluntária ninguém enquanto constrói uma barragem para que ela não resista né então é o desastre alguns exemplos dessas tecnológicos são de derramamento de óleo
em corpos hídricos pode ser no mar pode ser rios né o rompimento de barragens como Infelizmente a gente está vendo né horrorizados né o meu sentimento eu tenho certeza que vocês também o que está acontecendo é numa extensão bastante grande no nosso país escape de gases tóxicos nem tão tem uma série de eventos que se consiga configuram como desastres e tecnológicos mas quando a gente fala de 16 a 22 grandes natureza do desastre o tecnológico né como o que aconteceu recentemente em uma parte de minas mas Que está atingido também espírito santo nem e que
chegando ao mar vai ter uma extensão muito maior e os desastres naturais que é do que a gente está tratando hoje com gente como eu sempre falo com os meus alunos nem mais uma vez desculpa é porque já me conhece vai ouvir de novo esse evento a professora dra a gente pode falar da história dos seres humanos sob várias óticas e nem sob a ótica das guerras das doenças né porque Não dá paz né mas a gente também poderia falar da história do dakar nós né dos seres humanos no nosso planeta sob a égide a
égide né sob a ótica dos desastres naturais porque desastre natural é uma parte integrante do planeta e portanto da história da humanidade né ponto final eu quero dizer que esse ponto final é que sempre aconteceu e que está acontecendo continua acontecendo infelizmente pelo menos no atual estádio Do desenvolvimento científico e tecnológico né nada não só a pensar que nos próximos anos os desastres naturais vão deixar de acontecer é o que a gente espera é que eles aconteçam por menos freqüência e com menos intensidade e aí eu trouxe pra vocês alguns exemplos e é claro né
que junto a esses exemplos existem milhares e milhares e milhares de outros nem estou apenas citando Alguns certamente eu vou esquecer né não vou comentar e mesmo quando têm uma listagem maior do que essa nelton certamente são deixados para trás ea retoma aquilo que eu falei agora há pouco é tem muita coisa que a gente tem registro mas tem muita coisa que a gente não tem registo então é até difícil a gente comparar aos padrões espaciais os padres é temporais quando uma das nossas deficiências quando se fala de Desastre é justamente é a inconstância né
de dos registros mas em um fenômeno e eu faço questão de colocar até à data é do autor que eu gosto bastante brilhantes no livro que ele publicou em 2007 ele tem outras plantas obras ele fala logo na primeira página do primeiro capítulo ele se reporta a uma inundação na china é que teria acontecido aí 1.300 e pouco na qual teria havido o absurdo do quase Inacreditável número de 17 milhões de vítimas fatais está em vítimas só quero dizer motes né ele até fala que os 10 milhões pereceram rindo por causa da advogadas mesmo e
as outras porque naturalmente faltou comida nem acabou contudo acabou com uma agricultura é de cima tudo então é a outro tanto não é muito significativo de pessoas faleceram depois mas também em decorrência essa inundação Todo mundo já ouviu falar e tem aí uma figurinha e mostrando é da peste bubônica no século 14 nec por muitos anos vitimou é uma percentagem enorme da população européia e infelizmente não existem números é que a gente possa confiar completamente então a gente consultando né as fontes a gente é ver né que alguns autores falam que 30 por cento da
população europeia teria morrido por uma grande coincidência menos de um mês eu assistir Um documentário é desses que a gente vê na televisão que falava justamente sobre isso né como que as pessoas agiram errado né como ela imaginava uma maneira de tentar combater que fazem exatamente o oposto do que deveriam fazer e algumas estimativas falam de 25 mas até 75 milhões de motos é uma coisa que infelizmente a gente não pode comprovar mas é de qualquer maneira né o que chega nós o que chegou a nós Mostra que foi é um evento bastante dramático todo
mundo já ouviu falar da erupção do vesúvio a pec de ser destruiu herculano e 79 depois de cristo é e aí nem na imagem anterior nós vemos que a arte nela você serve também para retratar né alguns desses eventos severos que afligiram né a humanidade em algum momento é ouvir também olha gente aí eu tô dando um pulo enorme E estou deixando milhares e milhares e milhares e milhares e milhares de desastres naturais né sem citar o que é muito mais dramático milhões de milhões e milhões de pessoas afetadas néel até motas mas aí já
dando o salto na história é eu gosto de citar este exemplo porque houve um é um ninho né que se estendeu na índia e que as mortes gente só vocês terem uma idéia da minha cidade eram contadas por mim grupo é uma das estatísticas mais perversas Não é que eu conheço e olha que eu trabalho com isso é também partes da europa do norte da europa né sempre sofreram com inundações então tem uma famosa né que aconteceu no norte da alemanha em 1862 e tantas outras é a gente tem uma mas não é mais um
exemplo né da da arte é retratando esses fenômenos então uma enchente né que teria olha tem entrar em detalhes aqui poderia ser um assunto do motor binário né Eu estou usando o nome que está na obra então uma enchente que teria atingido a o mar do norte em 1634 né e aí já dando um salto ela chegando bem mais próximo da gente então nós temos é nós vivemos em um terremoto muito forte na turquia então acampamento e eo que é pior essas pessoas ficam meses às vezes até anos né longe de uma moradia decente e
um terremoto que aconteceu em sichuan na China que foi bastante comentado não só pela sua dramaticidade então é 80 mil mortos né mas aconteceu um pouco antes das olimpíadas nem teve uma repercussão bastante forte em bangladesh é teve um ciclone tropical no começo da década de 1970 consegue nem se fechar os números e olha não estou falando de uma pequena diferença eu tô falando entre 500 mil e um milhão De pessoas quando a gente se engana entre aspas e se em 500 mil pessoas isso mostra a nossa incapacidade não acabar em capacidade de algumas nações
de contarem né as suas mortes é quando a gente vê número é redondo ea gente sempre vê gente é frio é porque a gente sequer consegue contar os mortos a gente vê 2 mil afetados dois milhões de afetados é a gente muitas vezes não vê 2435 Nem os números é redondos mostram que essas coisas estão em aberto que a gente não consegue sequer contar nem quantas pessoas foram atingidas sejam né atingidas parcialmente ou seja até porque morreram é o tsunami é que atingiu várias nações no final de desculpa tá errado aí tá em 2002 mas
só em 2004 até falei no começo da apresentação mas foram estimada mente 226 mil óbitos olha aí o número cheio de novo né É o terremoto no haiti e se eu já ouvi até falar de cerca de 350 mil afetados nem tão e em mais de 220 mil óbitos mais uma vez um número aí que não é tão preciso pode ser que tenhamos morrido exatamente essas 222.570 pessoas mas eu sempre desconfiei um pouquinho quando é 581 597 nesses números inteiros sempre me é me trazem um pouco de desconfiança então é só pra vocês verem que
ao longo da história da humanidade né seja um pouco Mais distante né aquilo que conseguiu chegar até nós no século xxi passaram seja um pouquinho mais recentes são números extremamente dramática e aí eu mostro para vocês algumas figuras pra mostrar que sim os deslizamentos atingir uma população mais pobre né que a gente tem de imaginar que é essa que a população vulnerável a gente vê que atinge também áreas net população de mais alta renda então olha aí nós temos um vilarejo é Todo bonitinho na suíça que foi atingido é eu vi a imagem de sair
é é absolutamente dramático né é toda essa corrente alguém filmou isso nem eu tive a oportunidade de ver uma vez e é extremamente interessante mas extremamente na dramática cincinnati nos estados unidos nessa luta é pelo menos sair nessa parte da cidade que a gente vê bastante devastada por um tornado é quando um tornado é forte e quem é essa capacidade de atingir muito Fortemente aí o exemplo do nosso país não é para contrastar a gente viu é aquele deslizamento numa área mais pobre a gente percebeu pelas moradias mas e se esse deslizamento aconteceu em angra
dos reis no primeiro dia do ano de 2010 e atingiu nem uma uma área hotel né de pessoas de mais alta renda então é só pra vocês verem que é errado quando a gente pensa é que as pessoas vulneráveis às pessoas pobres é é é em geral né as Pessoas mais vulneráveis são de mais baixa renda mas é sinto muito né pra quem nunca pensou nisso é qualquer pessoa hoje em dia é vulnerável a um desastre então eu circulando em campinas em são paulo né eu posso infelizmente ceviche manet uma chuva muito forte ou de
um vento muito forte olha o trabalho com isso já três vezes minha casa lá em campinas foi destelhada felizmente foi só um dano econômico não Foi só um prejuízo econômico mas é só quero dizer que eu também é mesmo trabalhando com isso em vivo ner haver é um efeito físico essas inundações que aconteceram em novembro de 2008 e itajaí acho que ainda estão vivos na nossa memória e tantos outros fenômenos na nossa amiguinha aí desconsolada vida né passando no local que provavelmente era o bairro que ela conheceu bastante devastado aí por um tornado no mississippi
Essa figura primeira né de uma seca ela foi é inclusive uma foto que foi premiado porque todo ano a organização meteorológica mundial omm um órgão da organização das nações unidas é ele é daquele ano né como combate alguma coisa em 2006 foi o ano de combate à seca e desertificação e essa foto foi a foto premiada neto de um ponto em que várias atividades teve um concurso de fotos né é a nossa menininha aí no solo Totalmente ressecado vendo aí a fonte de água já se extinguindo né uma inundação bastante é bastante dramática em bangladesh
é o senhor aí tá provocavam talvez pai da criança não conseguindo manter a si mesmo nem o menino é é incêndios florestais né falar agora há pouco que é vulnerabilidade não é uma coisa só de população de mais baixa renda não é tem sido cada vez mais comuns ea gente ouve isso né na imprensa nem aqueles Incêndios que atinge a califórnia em hollywood e beverly hills né as epidemias é muita é muitas vezes o incêndio né atrelado a problemas de saúde principalmente né das pessoas mais jovens o time mais idade é então se os desastres
naturais sempre existiram mas de qualquer maneira eles mudaram é historicamente de perspectiva então no passado né nada é teria a se fazer porque eles eram Tidos como uma manifestação da ira divina então era uma caixa um castigo pela conduta é moral o passar do tempo né esse entendimento foi se alterando e foi reconhecendo né que poderiam haver algumas medidas estruturais os seus controles e aí tem uma imagem de um remanescente de uma barragem na no atual irã que vem da época do império romano na ocupação romana então aí uma barragem justamente Na prática como um
controle de inundação mas existem relatos de represa já há 4 mil anos né então aí já já é uma mudança de perspectiva que o desastre não seria apenas um sinal da ira divina mas caberia fotos de si não evitar pelo menos minorar os impactos né mais recentemente ainda a gente né tem que reconhecer é que os desastres naturais não são meramente físicos nem Externos à sociedade é então é existe um elemento deflagrador e por favor é notem que em todo o momento eu falo desencadeadora tv planador eu nunca falo que uma chuva causa um desastre
se ela de flagra porque o desastre né ele tem a ver com uma série d é ações humanas também a ocupação de áreas que são passíveis né de acontecer por exemplo um transbordamento de um rio ou uma área que ocupada mas que pode acontecer um terremoto nem tem tantas localidades Importantes no mundo têm toque unep los angeles em santiago do chile enfim né então é existir é uma um elemento é humano né associado à ocorrência dos desastres não é como eu estou frisando desde o começo da minha fala e conforme já adiantei é uma coisa
que deixa a gente realmente preocupado ea gente não pode perder isso de vista que qualquer pessoa ou qualquer grupo social pode em algum momento da sua vida eu em Vários momentos da cinta da sua vida se atingido por um ou até mais sinceras naturais olha eu moro no local que não acontece terremoto forte mas eu posso tirar umas férias ou ir a um congresso em santiago do chile e ser vitimada por que esse é um local onde pode acontecer esses fenômenos né mas na minha própria casa ou forma já falei com aquele destelhamento né três
vezes né Significa com prejuízo então todos nós estamos sujeitos a sermos atingidos uma maneira mais ou menos temática né quando dói no bolso é ruim mas infelizmente tem conseqüências muito mais graves do que a perda econômica e é quando eu falo de evolução no entendimento dos desastres é a percepção é de que a gente é precisa das medidas estruturais como por exemplo construção de haggis né mas também precisa de medidas não estruturais como o planejamento do Território então que áreas que a gente vai usar e como a gente vai utilizar como a gente vai construir
né então os impactos de um terremoto no irã são muito distintos um mede o impacto do terremoto no japão é todavia né poucos anos a gente viu né que cerca de 15 mil pessoas morreram no japão por causa do terremoto um país rico é uma coisa que eu não gosto de ouvir mais que eu ouço bastante né aí a minha opinião pessoal eu convido vocês a pensarem sobre isso é Aquela coisa assim aqui há a mãe natureza ou que desastre natural é a a a vingança da natureza peraí no meu entendimento né eu convido vocês
minimamente para pensar nisso a natureza não tem sentimentos nem a gente tende a dar sentimentos das coisas que a gente quer valorizar e vamos valorizar a natureza os processos físicos pelo que eles são eles são absolutamente destituído de qualquer Sentimento humano principalmente os mesquinhos né então hora a natureza mãe ora ela estava andando né então quer dizer vai de manhã até uma graça madrasta assim de de conto de nerd conto de terror né na verdade os desastres não sou nem isso não reflete a ira de deus não reflete a vingança da natureza mas e reflete
sim a busca né dos dos elementos físicos por um estado de equilíbrio é mais um planeta dinâmico esse equilíbrio não é Um equilíbrio que o resto aí das da da eternidade é sempre o equilíbrio dinâmico em equilíbrio que ele se manter por algum tempo se esgotar disse quito vai ser quebrado e que aí se houver pessoas morando próximo elas vão ser atingidas e pode configurar um desastre mas por favor né vamos tirar esses sentimentos da natureza e vamos ter de deixar de entender a natureza como mãe como é como vingativa né os desastres eles não
Refletem nada disso eles refletem uma busca de equilíbrio constante que a natureza tem como nós procuramos o equilíbrio da nossa vida seja equilíbrio financeiro seja amoroso seja de saúde né mas nem sempre a gente consegue então assim o equilíbrio que eu digo é do ponto da natureza do ponto de vista da gente né existe uma dinâmica da natureza e muitas vezes se com substância é os desastres ele se consubstanciam por Causa de um desequilíbrio no nosso entendimento é daquilo que estava constante de repente tem um terremoto já então no mínimo convido vocês a pensarem sobre
isso e aí pra encerrar nem eu vou mostrar alguns números net um passado recente dos desastres naturais a fonte está aí né e se esse órgão em dart é na verdade um órgão nery está ligado à universidade de louvain na bélgica nem eu tive o privilégio de conhecer esse centro no começo do ano É esse esse local nem é esse é é universidade duke luva ela mantém um design um banco de desastres naturais que é o banco oficial de desastres naturais do mundo então quando a gente vê uma estatística oficial das nações unidas provém de
cissé desse banco de dados então a gente vê que está havendo um aumento dos desastres naturais é ao longo desse período analisado que tanto ave tem a ver com a nossa melhor Capacidade de registrar os desastres naturais nos anos recentes é com toda essa parafernália tecnológica que a gente tem mas tem a ver também que por mais que a gente esteja no ápice no máximo do nosso conhecimento científico e tecnológico em cada vez mais pessoas eventos juntos têm cada vez mais é é desequilíbrio ambiental né pessoas vivem em áreas de risco em áreas de encosta
e não estou falando só de pessoas de substratos mais pobres mas enfim né é um Crescente de pessoas vivem aqui seja por terremoto então são francisco los angeles nessa pegada e z os né é o local onde tem uma grande quantidade de pessoas de alta renda mas quem no entanto são é vulnerável a ocorrência de terremotos né então há cada vez mais pessoas no mundo hoje somos mais 7 bilhões de pessoas então o aumento de desastres também reflete esse aumento é de pessoas de pessoas vivem em áreas de risco mas Refletem também a aas o
fato de que a nossa ciência nossa tecnologia não é capaz de resolver esse problema tão premente que a nossa segurança aí nós temos os afetados nem eu sou uma atenção que nem aí na barrinha é que mostra o total então são números extremamente dramáticos classificados nem assim como no anterior pelo tipo de evento então a gente vê que aí os de natureza ideológica que não está nesse azulzinho mais claro é é são É os causadores ned nessa os tipos de eventos que causam mais é afetados no mundo inteiro né isso aqui é uma média mundial
daqui a pouco eu vou mostrar é informações e discriminadas para outros locais é aqui nós temos os desastres por continente é conforme falava aí pelo tre pelo mesmo período então a ásia e também é a áfrica né tem um grande número é de de desastres naturais né américa nela também se destaca nenhum de nós estamos Nessa destaca é principalmente a partir dos meados da década de 60 continuando aqui nas nossas informações desculpe aqui nós temos mortes nem por desastres naturais então nós vemos que o continente asiático é o continente que tem uma população maior mas
que também é infelizmente tem um número bastante substancial de mortes nem quando a gente vê as barrinhas por anos então por anos a gente vê que há alguns anos que se Destacam né é então aí a gente tem que ver exatamente o que aconteceu nesses anos pra gente ver né essa característica do ano mas é o grande destaque nesse caso sanaa o grande número de mortes né no continente é asiático né bom e aqui o número de afetados nem terminando a essa é esse conjunto haidê de figuras 7 gráficos mais uma vez a ásia em
amarelo se destaca negativamente com 11 uma vez Um percentual é um número muito muito muito substancial de todos os afetados por desastres naturais que acontece no mundo não é que infelizmente nos outros continentes seja desprezível é que o número é na ásia é muito muito é muito grande né e aí pra gente é terminar é porque eu também quero ouvir o que você tem a falar sobre isso é eu sublinho mais uma vez é uma coisa complicada uma coisa triste né sinto Muito em anunciar para quem nunca pensou nisso né que é viver é ser
risco é quase impossível porque a gente tem que saber né viver com risco a gente tem que melhorar a nossa capacidade é de de conviver com ele portanto de previsão né a gente precisa implementar planos de contingência né ao que eu vou falar agora do exemplo de desastre tecnológico mas infelizmente é desastre né agora o que a gente vai fazer lá em mariana e todos os outros municípios que São muitos afetados né o plano de contingência é como se a coisa não fosse acontecer né numa cidade como são paulo né que pode acontecer uma surra
é muito severa por 455 dias nós não estamos livres disso o rio de janeiro o campinas o recife a gente está preparado por ir pra isso nós estamos muito pouco preparados e sinto muito dizer que o mundo inteiro não está preparado e vou dar o exemplo Do japão é um país onde morreram mais de 15 mil pessoas por causa de um terremoto isso porque as construções é um pouquinho melhores melhor preparadas né enfim mas mesmo assim o japão estados unidos nem tem números muito dramáticos afetados e de motes mesmos então nós quando digo nós e
nós seres humanos temos que aprender melhor a conviver com os desastres porque não há indicação de que eles vão parar mas temos que ter indicação de que a nossa Ciência da nossa tecnologia nossa política né e não é só os políticos que já estão lá nos representando mas é nós como cidadãos cobrarmos mais colocarmos na nossa agenda nem os desastres naturais nesse país eu ouço falar de um monte de coisa e quando tem é é eleição presidencial eu fico atenta eu ouço falar de pré sal ouço falar de educação ótimo eu sou professora gente né
eu acho que tem que Se falar muito de educação mas eu quero também que se fale de desastre natural porque nós não estamos livres disso então a gente tem que repensar a como a gente se organiza antes durante e depois dos desastres como a gente percebe o risco é será que a gente está atento às naturais vou confessar para vocês nem acho que pega até um pouco mal mas eu confesso a vocês que a primeira vez que a minha casa foi destelhada e ainda caiu um Pedaço de telha no meu carro ainda teve prejuízo com
o carro também é conversa pra vocês que eu fiquei até um pouco surpresa para em nossa não sei não não tinha me visto tão vulnerável a isso e então até a minha percepção de risco que trabalho com isso há mais de 30 anos é tava um pouquinho deturpada como é que a gente via a nossa como é que a gente vê né o o pão submetido há risco nós estamos todos os dias então a gente tem que ver esses efeitos Nem de como a gente se organiza no nosso entorno físico ea gente tem que resgatar
o o o meio físico né a gente tem que olhar as nuvens a gente tem que olhar se tentado a gente tem que ver se vai chover então não é só consultar na internet a gente tem que juntar as duas coisas a gente tem que junto a gente tem criando a nossa percepção ea gente tem que associar a toda essa parafernália tecnológica mas a gente não pode abdicar de compreender Um pouquinho melhor do nosso meio físico né ea gente precisa gente de estudos muitos estudos que considerem né a expansão da população a do clima nem
eu não falei mas na verdade eu sou professor de climatologia na unicamp então o trabalho principalmente com os desastres e do keima teológicos nem os meteorológicos e a gente tem sempre que repensar nossas formas de ocupação de espaço já que esse espaço nessa seja é o nosso espaço é de Nos acolher né e não de nos causar é um impacto muito forte que infelizmente muitas vezes e pode até a perda da vida né etá não encerrar eu trago né aquela coisa de que a vida continua e eu sempre fico muito tocada quando eu vejo essa
figurinha isso aqui foi um tempo tornar o que aconteceu no sul dos estados unidos nem e as duas menininhas inocentes nem os pais nem provavelmente é criada o neo que o sobreviveu é talvez as pessoas não Tenham sobrevivido mas o balanço das meninas neocom o nénão foi destruído os adultos nem se lembrar o que afinal de contas as menininhas são crianças né em meio a tanta sofrimento na etapa perda mas elas estão aí inocentemente é brincando né no meio de tanta destruição eu convido todos vocês vão fazer uma propagandinha neto aqui pra isso também é
a lerem o meu livro não é que eu escrevi com muito carinho né porque quando a gente trabalha com desastre Natural fazer uma brincadeira com os meus alunos mais chegados e os meus 80 anos brincou comigo né a gente se chama da equipe desgraceiras neves falou a professora gosta de uma desgraça né gente quem trabalha com desastre natural não gosta de desgraça né a gente vê os números nem umas figuras nem a gente vai lá a gente vê coisa muito feliz muito temática a gente trabalha porque a gente quer que essas coisas sejam com batidas
e se elas Não vão ser totalmente e neva ribas né da face da terra infelizmente nem nada dos indica que no futuro próximo isso acontecer a gente só quer que essa atividade não seja tão grande então eu falo de tudo isso que eu conversei com vocês mas eu dou exemplos da américa do sul então eu convido todos vocês a lerem o meu livro quem já adquiriu muito obrigada quem gostaria de adquirir é Desculpem a propaganda é a falta de modéstia mas eu acho que é um livro bacana que é revela e os meus muitos anos
trabalhando com essa questão esse livro é veio da minha livre docência né é um passo depois do doutorado para quem não tá na área acadêmica então foi um trabalho que eu fiz por alguns anos é que eu publiquei recentemente então eu espero que vocês leiam que vocês gostem e que principalmente não é o livro que é um livro é mac mini que fala de ciência É mas também é para o público leigo que o livro cumpra aquilo que eu acho que é a sua função principal que é fazer vocês pensarem mesmo né algumas interpretações minhas
né do que deslizasse do que a vulnerabilidade vocês possam ter alguma interpretação um pouco distinta totalmente distinta tenho certeza que não vai ser mas o principal não é a discordância quando a gente discorda a gente pensa também nem se há concordância vi é ótimo se não vier um Ótimo também espero que vocês adquiriram o livro né é que o livro não fique lá só tomando o pó que vocês leiam é agradeço muitíssimo a a atenção e agora eu me coloco na disposição pra uma parte que pra mim é mais importante é que houve vocês já
que vocês me ouviram agradeço de coração e agradeço muitíssimo a minha grande parceira editora oficina de textos que é uma família pessoal sou muito bem acolhida nec me dá vontade de vir aqui Sempre e descrever né de colocar pra fora e um pouquinho mais da minha experiência de mais de 30 anos trabalhando com essas questões obrigada a vocês e muito obrigada mais uma vez aí a oficina de textos muito obrigado a professora lucy é nós tivemos aqui os participantes estão com tem bastante pergunta está é ninguém nada tímido ele tem perguntas a norma inclusive é
mas a gente tem assim muitas pessoas perguntando dentro do mesmo tema Né é então eu vou selecionar algumas aqui com pra você enfim também tem muita gente parabenizando gostaria de dizer isso ta ai ai gonçalves já tem bastante gente ainda parabéns hoje chefe rodolfo pereira da silva professora luciana melhor homenagem que assisti até hoje tem bastante coisa ainda mas vamos a perguntas e respostas que tudo mais a pessoa se o brinquedo porque é como Elogiada vamos lá então é o nada só quer propagar a tia do dos meus trinta e poucos anos de experiência e
estou há a disposição da oficina de texto a discutir assuntos correlatos mas muito obrigado a vossa palavra tê-lo giosa nós agradecemos também o público também agradece bom ela se muita gente aqui estava falando sobre a questão da infância você falou também não terminar um pouco sobre a prevenção na gestão de risco de Desastres né então muita gente citou aqui o renato ferreira de souza conta que no amazonas né está sendo presenciado uma certa freqüência média de desastre grandes inundações organizar as antes naquele chamas antes dos rios impacto na população então também ele fala que percebe
que não existe um trabalho de prevenção por parte do poder público também tem aqui o volt gonçalves também falando a mesma Coisa né sobre as dificuldades na disputa da pessoa do amazonas é qualquer mesmo o renato ferreira de souza tasso rompeu primeiro nome água volte a me dessem um grupo nem vai levar um grupo de pessoas estava pensando justamente acesso isso então eu acho que resume uma pergunta bem curta foi o carlos andré alvarez silva nely portão ele pergunta a professora lucy gostaria que a senhora fizesse uma interface com a prevenção na gestão de risco
de desastre É justamente em cima e dá se muita gente tende a marta também comentou marta santana martins como toda a questão da bahia que aconteceu em salvador né enfim senhora pudesse falar um pouco mais sobre isso sobre a prevenção olha é eu confesso para vocês eu gostei muito das perguntas e eu nem cheguei a essa questão da gestão de desastres vocês viram que essa peça questão da prevenção gestão só apareceu no meu último de um penúltimo slide no último Era a figura do livro é porque eu quis é a minha intenção dessa vez quem
sabe a gente faz na oficina de texto num outro momento uma falando sobre gestão de desastres né foi uma coisa bem introdutória tenho a impressão que alguns de vocês já são já entende um pouco mais acompanham mais e se esse assunto outros talvez não existisse mora no planeta terra não ser que tenha alguma esse ano é nos acompanhando também senhora no no Planeta terra desastre não é uma coisa que seja totalmente nova mas alguns no ponto de vista acadêmico acompanham um pouquinho mais de perto como é o meu caso mas eu sei que não é
um assunto totalmente novo pra ninguém é e então meu enem intenção não foi tanto falar de gestão mas vai falar o que é de desastre e pra que isso não continue nós temos que ter gestão olha gente é nós tivemos aí né dos nossos participantes exemplos pelo menos Do amazonas da bahia né eu só falo uma coisa da bahia em informação é que inclusive eu ou fazer propaganda do livro eu é esculacho é desculpem o termo um pouquinho com essa informação a informação ela é bacana só que o meu esculacho era uma coisa só é
um mapa da américa do sul que foi produzido nep uma agência internacional e que coloca a cidade sob risco nessas cidades com mais de 700 mil habitantes e não coloca salvador Hum né aí eu mostrei isso do meu bom amigo emanuel né que é professora da federal da bahia de climatologia como eu nessa professora da unicamp e professora federal da bahia a gente até rio não é que seja uma coisa pra rir porque a gente tá falando é de tanto sofrimento ainda a população baiana neco elas o bahia é muito cara porque o meu pai
era baiano né 56 50% baiana mas que que absurdo é esse nerd dizer que salvador é não está sob risco Mas levantou naturalmente falando aí da nossa colega que falou da bahia né é só pra vocês é terem uma noção que às vezes nessas informações oficiais elas também coloca um monte de absurdos né eu sublinhei bastante aquela coisa da diferença da vulnerabilidade da suscetibilidade mas tem um monte de absurdos é esse de salvador por exemplo eu até explora um pouquinho no livro né é mas enfim é quanto mais pessoas enquanto é mais essa população e
Expandir a área de risco né e olha isso é quase uma regra do mundo tá que começam nos locais mais altos na oea depois vai indo para os locais mais sujeito nem doações nem sempre né você tá é um caso brasileiro blumenau foi é eu não me lembro exatamente um ano que blumenau foi fundado até sabia mas o que eu sei e tenho certeza que dois anos depois teve a grande inundação está então é muitas vezes também é interessante fica perto Dos rios não é porque é uma fonte de água mas tem um disco com
isso é que está associado de qualquer maneira não é do nosso colega e dadá e outros né que citaram na gestão de riscos né e estão observando nos seus locais de origem é o que está havendo um grande número de mutações e de impactos é que não há prevenção do poder público eu lembro que no nosso país apenas um passado extremamente recente no Finalzinho de 2011 nesta nos próximos a completar é apenas quatro anos de um centro né federal que foi é criado nem para a gestão dos desastres naturais que eu mandei é então poxa
vida quanto quanto de tragédia quanto de sofrimento quanto de perda de todas as naturezas inclusive de vidas humanas teve que acontecer peter aqui o governo federal é finalmente né estádio que mais tarde né mas finalmente começasse a pensar nisso Em termos de gerenciar e de prevenir nem tão tenho até tem bastante tecnologia tem bastante acompanhamento né tem tido um progresso bastante grande né ao longo desses quatro anos que surgiu semana dei mas infelizmente não sou uma pessoa totalmente crítica de tudo o que acontece no nosso país mas é eu até vejo alguns progressos né não
em relação à maneira como a gente lida com essa questão mas ainda são muito parcos é porque até no passado muito Recente a gente não tinha nada mas a gente quase que não tem prevenção mesmo e tem umas coisas muito absurdas às vezes uma coisa que acontece então pegar o exemplo de manaus que acontece em manaus aí há pessoas muito bom coração que mora em blumenau vou pegar o melhor que eu acabei de falar quer fazer duas até porque lá morador de blumenau já passou por isso então está numa situação melhor agora a avó do
a água voltou anunciou Que assim algumas doações é bem por favor entendam o que eu quero dizer é é uma coisa meio boba né assim mandar alguns caminhões é que vai de blumenau até manaus levando água né isso mostra a falta de gestão isso mostra que o nosso país é tão bacana a gente se sente tão orgulhoso né de dizer que o país é o que o brasil é um país de grande dimensão muito da nossa riqueza muito do nosso orgulho de brasileiro vem do fato de que a gente Vem de um país de grande
extensão que nos confere um monte de riquezas é um monte um ambiente bastante diverso na diversidade significa riqueza agora é a gente tem que ter gestão de risco porque a gente não tem que levar a água de blumenau pra ir a manaus isso é uma medida burra né isso pode demonstrar a solidariedade do brasileiro mas olha o mundo inteiro solidário né é prova de solidariedade quando acontece desastre não é só aqui no brasil e no Mundo inteiro né mas aqui também vamos pensar nesse ponto de positivo é que também é bonito neve a pessoa de
blumenau querer ajudar manaus ou vice versa é bonito só aqui é em loco tata gastando dinheiro que poderia ser cassado de motel de outra forma então isso é só um exemplo que é revela a nossa falta de gestão já acontece a gente não sabe nem a gente não tem que é é favorecer ea imprensa muitas vezes Mostra ok bonito né tá levando disse à distância não é tão grande tudo bem mas eu já vi coisa que é uma bobagem né que é uma burrice né levar por milhares e milhares de quilômetros ou às vezes por
avião que é o transporte caro beba a água né a gente tem que ter preparado um país de grande dimensão onde acontece tanta coisa né centros de gerenciamento de desastres por que não acontece a gente sabe que acontece então só alguns exemplos que mostram o nosso Despreparo na gestão de risco infelizmente nós estamos acompanhados de quase um dia inteiro né o mundo inteiro não está preparado eu participo de bastante congresso internacional olha é assustador eu não me sinto contente porque eu sou ser humano disse tudo de ver né as coisas absurdas que os americanos que
também trabalham com isso me contou mas assim que a gente fala nossa nos estados unidos ou no japão os exemplos Onde caiu que isso né então falta pra nossa gestão embora a gente esteja um pouco mais atrasada em relação a alguns outros países mas falta no mundo inteiro tá então infelizmente eu tenho que concordar é que falta gestão que falta né o preparo antes o preparo durante o preparo após porque dá só uma coisinha que eu falei e vou encerrar por aqui porque eu sei que há outras perguntas agora pouco não sei se você se
lembra eu falei de tornado e falei de radar nem Acontecer é é a despeito do que muita gente pensa tornado um fenômeno absolutamente comum no brasil toda hora aparece próximo a imprensa que é notícia tornados às vezes fala é é tornado está acontecendo até no brasil assim que aconteceu no brasil aliás pode acontecer no mundo inteiro mas é não vou entrar em detalhes nisso né é uma das coisas que eu trabalho bastante tornado mas enfim é falta no nosso país é que é o país que Regista muitos tornando-os natal que é uma com instrumento absolutamente
fundamental e na qual quer dar errado da dupla já então que prevenção que gestão a gente pode ter quando existem ferramentas que possibilitam uma previsibilidade de alguns fenômenos mas que nós não temos gestão é isso também né então nós é temos muita gente preparada tá muita gente boa eu fico realmente bastante impressionada Com algumas entrevistas que eu ouço com alguns livros que eu leio algumas palestras que eu assisto de quão e do ponto de vista teórico nós brasileiros estamos preparados eu acho que modéstia à parte eu sou uma pessoa também tendo um pouquinho disso agora
que interessa né se a gente não consegue é traduzir esse preparo acadêmico é que a gente tem né em salvar vidas então é realmente é precisa é uma gestão Melhor que entra por um monte de coisa inclusive um diálogo melhor é da do meio acadêmico com o poder público que é né quem vai fazer essa gestão mas essa gestão monitorado pelo muito conhecimento que a gente tem não falta conhecimento no mundo volta a colocar esse conhecimento em prática muito obrigada professora lucy por essa resposta foi longa mas foi muito boa bem completa o público está
agradecendo a gente agora vai poder se estender demais Porque enfim estamos passando é da hora então vamos só para mais uma pergunta e bom na verdade tem uma blitz e azul geração marginal nos lucros natural fazer uma piada comigo mesmo e famintos maputo por por desgraça baixo vou me policiar não tudo bem é bom tem o rosto paulo gomes ele levantou uma questão eu vou ler aqui a pergunta dele e lhe pergunto o seguinte professora boa tarde me surge uma dúvida quando a senhora fala que todas as pessoas são Vulneráveis inbev independentemente das classes sociais
automaticamente não estamos errando na definição de vulnerabilidade enquanto entre parentes e capacidade de um dado grupo social enfrentar os efeitos adversos problemas ambientais entendo que a vulnerabilidade de um determinado grupo está estreitamente vinculada às condições de classes sociais em tal grupo é desculpa é entender que a vulnerabilidade de um Determinado grupo está estreitamente vinculada às condições de passes sociais em que tal grupo está inserido nesse caso será que não seria mais adequado falar mas que vivemos em uma sociedade do disco em que todos corremos riscos porém nem todos são vulneráveis olha é eu vou reportar
de novo professor rebelo ele por exemplo ele é reluta muito em ou relutou é porque infelizmente ele faleceu ano passado é em fazer uma diferenciação entre risco e Vulnerabilidade né ele entende que são coisas e em princípio é intrinsecamente associadas enquanto a gente tiver essa interpretação de que até que ponto o risco ea vulnerabilidade eles são é coisas passíveis de serem é dissociada entre sim então essa dúvida é a cabo um pouquinho é olha eu realmente sustenta o que todos nós somos e vulneráveis mesmo por exemplo eu não moro no local onde tem terremoto mas
eu posso né viajar até o local onde tem que ser vitimadas de Alguma maneira afetadas de alguma maneira ou porque eu não vou conseguir retornar no brasil no dia que eu queria porque não tem mais vôos cancelados nesta lá de repente posso até morrer por causa disso né mesmo morando em campinas quem diria né foi vitimada por um terremoto é um pouquinho washington se você me permite é de que a vulnerabilidade está ligada às condições é de classes sociais Eu sustento e eu até mostrei pra vocês de que é muitas vezes é e não é
incomum aliás é cada vez menos em comum de classes mais abastadas também são afetadas seja por exemplo escorregamento e por acaso eu temos trio uma foto de angra dos reis que não fui uma uma parte mais pobre diante apenas uma parte mais pobre da população de angra dos reis que foi afetada foi uma população de alta renda no hotel de bacana né que morreu gente de neve ea mesma coisa naquele é Naqueles escorregamentos e nem que acontecerão nas cidades serranas da região fluminense é então é em primeiro lugar é eu até concordo né que estão
sob maior risco então nesse sentido né mais vulneráveis mas ler sempre lembrando que eu também não gosto de separar completamente desenvolver habilidade de coisa que a gente está e acaba se pagando mais do ponto de vista didático mas não é totalmente separável mas enfim eu até concordo que alguns grupos Sociais algumas classes net maior de menor poder a pista é afetivo elas são mais vulneráveis do que outras isso comporta né mas todos nós todos nós seres humanos infelizmente até eu que trabalho como é com isso né presenciei da pior maneira sendo atingida é né todos
nós de alguma maneira somos vulneráveis mas aí eu não estou pensando nós temos algum grau de vulnerabilidade mas quando naquela transparência né Eu falei da vulnerabilidade como uma capacidade ou nem entre entre o parente capacidade ou incapacidade de um grupo enfrentarão é porque essa capacidade vai ser maior ou menor mas uma capacidade total é quando acontece um fenômeno muito forte infelizmente eu temo que qualquer um dos sete mais de 7 milhões de habitantes de desse planeta nós não temos uma capacidade total se tiver se eu tiver um local de furacão 5 meu filho não adianta
todo o Conhecimento que eu tenho não adianta eu estar no hotel cinco estrelas muito provavelmente eu vou ser afetada se acontecer um terremoto no nível 9 na escala richter que já aconteceu é muito raro mas aconteceu não há estrutura que vai acontecer então é nesse sentido né agora um fenômeno muito forte mas que ainda possa haver uma uma determinada resistência aí é claro next eu tô no japão o seu tom no irã não é por causa Da condição de ti e construção nesses locais revela uma capacidade maior ou menor não foi mais nesse sentido que
eu quis dizer mas aí só para encerrar né é muitas vezes é difícil a gente faz algumas separações mas do ponto de vista didático mas eu concordo eu não concordo com tudo que o professor é rebelo fala né respeitosamente eu discordo o entendimento dele de razak que eu nem entrei aqui um detalhe mas enfim mas eu concordo nem quando ele fala tá Luta grande que é praticamente impossível né agente dissociar completamente risco e vulnerabilidade mas a publicada por essa questão e todas as outras a brigada professora lucy por essa questão é tem um grupo de
pessoas que enfim não é da área e acredito que também seja interessado sobre o tema e tem uma pergunta aqui bem interessante da da liga sintra a última pergunta inclusive aqui no Nosso do nosso opinar é e é para esse público né então ela pergunta seguinte a diferença entre o desastre que matou lógico e meteria meteorológico é muito boa pergunta muito bom né olha é mais uma vez eu usei uma classificação que é aquela oficial nela não é melhor porque é oficial mas quando eu uso uma classificação oficial das nações unidas que daquela universidade de
luva que eu falei né então eles não apenas em um banco de Dados mas eles é definem é e os diferentes tipos de desastres a vantagem é que eu posso eu tenho o mesmo banco de idade eu posso comparar o que acontece aqui o que acontece no peru o que é acontece me amar ou no canadá porque eu tenho o mesmo entendimento nem amarelo a mesma coisa pra mim é a mesma coisa para lídia e a mesma coisa pra vai ter né mas a pergunta é muito boa viu livre é ruim não há não é
na pergunta de leigo Não o desastre climático é definido como aquele que tem uma longa duração por exemplo uma seca então mas sei que ela pode perdurar por meses e até anos e os desastres nerd natureza é ter ideológico e meteorológico né então o ideológico por exemplo uma inundação o meteorológico é é são é eventos extremos de temperatura é e eu juntos conceito meteorológicos mais cedo meteorológicos eles é um fenômeno que de flagra henry é mais rápido A conseqüência pode perdurar por muito tempo calma a área é muito grande é uma comunidade que foi afetada
por inundação o tempo que ela vai se recuperar pode ser o mesmo tempo de recuperação de uma seca mas a seca né que é um é um desastre climatológico ou seja o cisas sistemas lógicos são aqueles em que o fenômeno nec origina esse desastre têm uma longa duração enquanto que os na o cinto meteorológicos são fenômenos também ligados a fenômenos atmosféricos Né porém que é acontece de uma eles começam eles acabam de uma maneira muito mais rápida neco um furacão é o furacão pode durar até uma semana né ou 43 dias mas ele é muito
mais rápido do que por exemplo uma seca que pode perdurar anos então a diferenciação tá anahí na temporalidade muito obrigado a professora lucy ela pela resposta é infelizmente não vai dar obviamente mas são muitas perguntas Realmente tivemos aí mais de 200 pessoas ao vivo aqui com a gente muitas perguntas é mesmo muito é parabéns também para pela sua apresentação é enfim editora oficina de textos por nos possibilitar isso né tantos encontros bacanas sim então enfim a gente vai chegando ao fim bom a gente agradece aqui a participação de todos eu gostaria de passar para as
considerações finais a professora lucy Muito obrigada olha é as minhas considerações finais e kiko todos nós como cidadãos que somos né eu acho que quem tá é acompanhando é porque se interessa por o assunto e eu tenho certeza que quem tem condição de é acompanhar o mal webinário mesmo que seja leigo no assunto de qualquer maneira é o que a gente pode chamar não meramente de uma pessoa desse país mas é um cidadão desse país o cidadão do mundo então eu convido todos Vocês a serem cuco mais críticos com relação aos nossos representantes pra que
eles coloquem nas suas agendas de discussão é não apenas além das questões menores né eu não vou entrar em detalhes delas mas além das questões maiores e que eu também levanta bandeira de educação e de saúde nesse país nesse mundo mais quente quando tem debate presidencial oprah governo cid em fala de desastre natural né vamos é falar com os nossos vereadores com os nossos Representantes os nossos deputados levamos e forçá los a ter isso na sua pauta de preocupação não apenas como meras palavras mais uma ação para que a gente tenha a gestão e pra
que a gente tenha é um ambiente seja o nosso né começa pelo nosso bairro nosso município nosso estado nosso país e nosso mundo é o local mais seguro tá muito obrigada pela oportunidade mais uma vez um grande abraço para todos e boa fé festas sem Desastres obrigada pensando assim mais uma vez agradecemos a participação de sermos a participação de todos a vocês participantes um excelente final de tarde também um ótimo final de semana a gente também já deseja um feliz natal e um feliz ano novo porque esse é o nosso último a liminar mas teremos
muito mais 2016 bom eu maitê ea equipe da editora oficina de textos ficamos por aqui um Abraço a todos e até 2016