Poucas pessoas sabem, eu era envolvida com bruxaria, era envolvida com macumbaria. Minha mãe sofria muito por isso. Fui parar no candomblê e fui me aprofundando, me aprofundando, me aprofundando a ponto de [música] entrar pro quarto de Rancó, a ponto de raspar a cabeça.
Eu disse: "Eu vou casar com esse rapaz. Eu vou casar com ele. Mal eu sabia que ir por trás daquele rapaz.
Tinha uma mãe que orava, mal, eu sabia, mas já era um plano de Deus, já era um plano de salvação. E eu disse: "Senhor, esse Deus dos crentes, se tu deixar essa criança ficar comigo, eu vou paraa tua casa, eu vou te servir e eu nunca mais eu vou [música] sair de lá". E as irmãzinhas que oravam por nós, se congregavam lá do lado tudo.
E Deus começou a usar aquela irmã na palavra. E eu dizendo a que essa mulher falando tudo que tá acontecendo na minha vida, isso é isso é fofoca. E ele dizia meu esposo, é revelação.
É revelação. Que revelação quê? [música] E antes dela fazer o apelo, eu eu já tava lá na frente.
Esse [música] é o novo formato de vídeo que estamos trazendo aqui pro canal. Os documentários maiores, aquelas histórias mais detalhadas que vocês já conhecem, vão continuar normalmente. Pode ficar tranquilo.
Criamos esse novo formato aqui para você não ficar ansioso esperando tanto tempo por um novo filme. Ó, e além dos testemunhos, em breve vamos produzir mini docs. Histórias mais curtas, compactas, mas com a mesma essência dos documentários.
Mas para que tudo isso aconteça, precisamos da sua ajuda. Compartilha esse vídeo, manda para meio mundo de gente. Valeu e fica com o vídeo.
Eu me chamo Maria Margarida Roseno Pereira, tenho 54 anos. Hoje, atualmente moro na cidade de Prata, minha cidade natal, né? A qual saí daqui muito cedo, muito cedo.
Saí nova daqui aos 13 anos. Morei na cidade de Patos, morei em Pesqueira e depois de Pesqueira eu fui pra cidade de São Paulo, né? E chegando em São Paulo, eu conheci o meu esposo.
Assim que eu cheguei lá, fui pra casa de uma prima minha chamada prima Cida. E chegando lá, eu conheci o meu esposo, né? Tomava conta de um barzinho, conhecia o meu esposo, não conhecia o Senhor, não conhecia os feitos do Senhor, não conhecia a grandeza do Senhor.
Nesse tempo eu não conhecia. Cheguei lá, eu cheguei com 17 anos. Na época eu fui no ônibus Itapemirrim, fui só com registro, né?
Tirei até meus documentos, eu tirei lá em São Paulo e conheci o meu esposo lá e e olhando para ele, olhando para ele, eu disse: "Eu vou casar com esse rapaz, eu vou casar com ele, né? " Mal eu sabia que por trás daquele rapaz tinha uma mãe que orava. Mal eu sabia, mas já era um plano de Deus, já era um plano de salvação, porque nessa época eu, poucas pessoas sabem, eu era envolvida com bruxaria, era envolvida com macumbaria.
Minha mãe sofria muito por isso. Como foi seu envolvimento, Guida, nesse mundo? Eh, por conta que quando eu conheci meu esposo, na inocência eh da minha sogra, quando eu me juntei com o meu esposo, que foi um um pouco tempo, né, entre o conhecer e o viver com ele.
Foram 15 dias. Dentro de 15 dias, eu olhei para ele, falei que ia me casar com ele, né? E fui morar dentro da casa da minha sogra e indo morar na casa da minha sogra na inocência da minha sogra.
Ela já orando por mim, porque ela já ouvia falar que eu participava dessas coisas. Eh, como eu me envolvi com isso? Eu eu tive um um problema de saúde e quando eu tive esse problema de saúde me levaram para um centro de macumba, né?
Levaram para um rezador, né? E nesse rezador ele disse que eu ia ter que me desenvolver porque era média, esses negócios tudo. E nisso eu fui me aprofundando, fiquei só nisso, né?
Só indo e lá recebia as entidades, tudo. Só que quando eu cheguei em São Paulo, eu me aprofundei mais. Entendeu?
Eu me aprofundei mais. Só que Deus tinha um plano em me colocar do lado do meu esposo e eu ir morar na minha sogra, porque ali tinha uma mulher que orava, né? E tem que ela ainda é viva.
E ali ela voltando, ela disse assim: "Não, nós temos que alugar o lugar para vocês ir morar, né? " E mal minha sogra sabia que esse lugar que ela tava arrumando para mim era a casa de uma macumbeira. E eu fui morar com essa mulher, meu esposo saía para trabalhar e eu ficava com ela fazendo macumba neste lugar.
Ficava com ela a ponto de chegar o momento de dela me levar para um centro de macumba e que eu na época era Umbanda e quimbanda e eu fui parar no candomblé. Fui parar no candomblé e fui me aprofundando, me aprofundando, me aprofundando a ponto de entrar pro quarto de Rancó, a ponto de raspar a cabeça, a ponto de Eu tenho cicatrizes ainda hoje, né? Ainda hoje cicatrizes de 21 cortes no corpo de em sacrifício.
Quem não era digno de sacrifício, né? Mas tinha uma mulher que orava, tinha uma mulher que jejuava, né? Tinha uma mulher que não desistiu de orar e perseverar em oração por mim.
a minha sogra, logo porque a minha mãe não era serva, não conhecia ao Senhor, sofria, mas não sabia o caminho, como fazer para me tirar daquilo ali. E meu esposo também era conhecedor do Senhor, mas também se envolveu na macubaria junto comigo, né? Mudamos dessa casa, fomos para outra casa que tinha duas irmãs, Geralda e Geraldina.
Foi o reforço da minha sogra. Foi o reforço, porque ali na casa da da na casa que eu fui morar do lado delas, ali se tornou também um reduto de do adversário, porque tudo eu consagrava a ele, porque não conhecia Jesus, mas tinha uma mulher de oração que não desistia, que sempre estava dizendo: "Eu estou orando por você e Como eu te falei, né? O sonho de ser mãe.
Tinha o sonho de ser mãe e nunca conseguia. Quando conseguia engravidar, perdia. Fui pro centro, raspei cabeça, fiz aquilo tudo voltando para casa com pouco, acho que um mês depois o cabelo ainda tava curtinho, tava nascendo.
E minha sogra sempre perguntava pro meu esposo, cadê? Ela foi embora e ele querendo esconder que eu tava lá naquele quarto, né? Mas quando eu cheguei, ela teve que ver, ela não dizia nada.
Ela só chorava, mas nunca desistiu de orar. Nunca desistiu de orar. E aquelas 100 horas, né?
E quando foi um uns acho que uns dois meses depois, então falei para ele, eu acho que eu tô grávida. E quando ele foi trabalhar, quando ele voltou, ele ele viu que eu tava perdendo aquela criança de novo. E eu tinha ajoelhado, né, beirado da cama e tinha falado aquela mulher que ora por mim, minha sogra e aquele senhor, pastor José Ulisses e outras irmãs que iam orar.
Eu nunca impedia mesmo. Eu daquele jeito, eu não impedia ninguém de orar por mim. E ele sempre falava, Diana, que Deus fez da Estéreo mãe de filhos.
E naquela hora eu lembrei, eu lembrei do do que ele tinha falado, do que ele falava. E era o sonho da minha vida, era o sonho da minha vida ser mãe. E eu disse: "Senhor, esse Deus dos crentes, se tu deixar essa criança ficar comigo, eu vou paraa tua casa.
Eu vou te servir e eu nunca mais eu vou sair de lá. E eu fui pra cama, deitei, esperei meu esposo chegar. Ele chegou e me levou pro hospital.
E quando chegou lá, o médico disse: "Quem fez essa cirurgia? Eu posso dizer que eu vivi milagre. Vivo milagre.
E eu disse, não fiz nenhuma cirurgia porque eles tem uma cicatriz aqui no seu útero e o feto está inteiro. Foi no sábado. Você tinha perdido muito sangue em casa, muito, muito, muito sangramento, né?
E eu cheguei, a gente chegou, falei assim: "Procura saber da sua mãe onde é que a igreja daquele pastor que vem aqui na minha casa". Ele disse: "Por qu? " Eu falei assim: "Eu quero ir, eu vou pra igreja, eu vou aceitar Jesus".
Ele disse: "Ah, toda vez você fala, você vai, mas você não fica". Eu falei: "Não, dessa vez eu vou e eu vou ficar, né? " né?
E eu não vi a hora de de amanhecer o dia, de chegar o domingo e e eu me arrumei, né? Não tinha muito assim saia nem blusa composta, era a única que eu tinha. E eu me arrumei ainda com assim com quê no pescoço, né?
Com cabelo curto, com turbante, tira o turbante. E eu fui, né? Eu falei para o meu esposo, vamos comigo?
falou assim: "Não". Aí eu falei assim: "Vamos". Aí eu fui até a metade do caminho e voltei.
Eu falei: "Se você não for comigo, eu não vou". A gente foi, chegou lá, Assembleia de Deus e quando os irmãos me viram, já foi aquele aqueles glória, aqueles aleluia, aquele mover. E nós ali ouvindo e as irmãzinhas que oravam por nós congregavam lá do lado tudo.
E Deus começou a usar aquela irmã na palavra e eu dizendo a que essa mulher falando tudo que tá acontecendo na minha vida, isso é isso é fofoca. E ele dizia, meu esposo, é revelação. É revelação.
Que revelação que E antes dela fazer o apelo, eu eu já tava lá na frente. Já tava lá na frente chorando, né? Chorando.
E pastor fez o apelo insistindo. Aí meu esposo veio também, né? Só que lá na minha casa já era tudo consagrado, já tinha altar, já tinha os santos, já tinha as roupas, já tinha tudo as coisas.
E quando nós voltamos igreja, foi automático. A gente já foi fazendo aquela limpeza na casa, tirando todas as coisas para fora e cremos e vivemos e estamos vivendo o poder de Deus. Isso faz quanto tempo, irmã?
Olhe, meu filho, meu primeiro filho, Samuel, e o 29 de março, faz 30 anos. 30 anos. E depois Jesus me deu minha filha Sara.
E depois Jesus me deu minha filha Samara. E aí, como foi o início da sua caminhada com Cristo? saindo desse universo de macumba, feitiçaria e passando a caminha com Então eu aceitei Jesus no domingo.
É quando foi na segunda-feira e pelos rituais, como eu estava ainda com quelê no pescoço daquelas coisas e eu tinha que ir tomar o banho de abor lá no centro eu tinha que ir. O que é um banho de abor? um banho de abor, é um pote que é enterrado no chão lá no centro e dentro deste pote vai várias folhas, várias preparações e e e eles ficam ali por vários tempo.
Quando até no destampar ele você sente aquele cheiro forte, entendeu? Então você ia ali aquele lugar para tomar aquele banho. No caso, só quem pode lhe banhar é o o a mãe de santo, que seja o cuidador que está ali para cuidar de você, entendeu?
E eu tinha que ir, quando eu cheguei lá na porta, ela me recebeu muito bem na época mãe de santo e ela disse: "Minha filha". Aí eu falei assim para ela: "Na segunda-feira: "Não sou mais a sua filha. Eu não sou mais a sua filha.
Hoje eu pertenço. Eu sou filha do Deus todo poderoso. Aí ela já olhou assim para mim.
Aí falou: "Como? " Aí eu falei assim, ó, todas essas coisas que tem aí, me tira isso do meu pescoço. Tudo que tem aí, você pode fazer o que você quiser.
Hoje eu não pertenço mais esse mundo. Ela começou a dizer umas coisas. Aí eu falei assim: "Olha, de hoje em diante, mas tem Deus para me dar".
Não foi fácil. A guerra espiritual não foi fácil. Mas assim, ah, saiu de lá, saiu bonitinha.
Não. Aí é aí muitos falam assim: "Não, mas porque você eh hoje até hoje e eh eu tenho os meus cadernos de oração, ten os meus secretos com Deus, as minhas coisas, meus meus pedidos de oração, meu viver, minha comunhão com Deus, porque eu sei, eu tenho isso com Deus, que eu digo, eu não tenho o direito de olhar para trás, porque Deus ele fez coisas extraordinárias. E e e voltando o assunto na segunda-feira e eu fui lá e houve aquela coisa toda e ela disse: "Não, porque eu falei: "Não, pode jogar fora, eu não quero mais".
E eu tirei aquele coiso do pescoço, entreguei para ela e fui embora para casa. Fui embora para casa. Eu já tinha tirado muitas coisas que tinha dentro da minha casa.
E daí para cá, 30 anos, jejum, oração, comunhão e dependência de Deus. Muito bom. E aí, como foi seus primeiros passos ali conhecendo a Deus?
Ah, aí fui pra igreja, é Assembleia de Deus, você sabe, né? é oração, é, é jejum, é, é consagração, é escola dominical. E no período que a gente entrou mesmo, se aprofundou para para buscar a Deus, eu eu grávida e e eu tenho o negócio todo todos os meses da minha gravidez, eu ia eu ia frequento na minha sogra, mas eu diz assim: "Não, ninguém põe a mão na minha cabeça, minha sogra".
Eh, eu ia, quando erava o mês da gravidez, eu ia, ela orava, me abençoava, abençoava o fruto do meu ventre todos os meses. [risadas] Beleza, nenhum mal vai te tocar mais, nenhum mal. E eu não perdi a consagração, que a oração de manhã das Assembleias de Deus, de 8 às 9 da manhã, eu ia as orações.
Aí o o presbítero da igreja, presbítero Amaro, ele disse: "Nós vamos ter eh um período de jejum, de oração e busca o batismo do Espírito Santo, com o Espírito Santo fomos e era todos os dias aos domingos eu com meu filho, meu filho Samuel 6 meses ele tinha e eu ia e teve um dia na consagração, no jejum, eu passei muito muito mal. Passei muito mal porque após ia ser a escola dominical. Aí ele chamou meu esposo, me tirou para fora e falou assim: "Eh, ela tá genjoando?
" Aí meu esposo falou assim: "Tá, mas ela tá amamentando". Aí ele falou assim: "Mas ela quer muito buscar, ela quer muito receber". Ele falou assim: "Não, vá na padaria, dê um suco para ela".
Aí eu fiz assim na mão do meu esposo, né? Aí eu falei assim, não, quando ele entrou de volta pra igreja, aí eu falei assim, não, eu não vou, eu sinto que hoje eu vou receber e nós voltamos para dentro da igreja e ali o período de oração foi muito forte, muito intenso. E ali eu recebi o batismo do Espírito Santo.
E eu saí da da igreja com tanta alegria, né, falando em línguas e com tanta alegria, com tanta alegria no caminho de casa que se eu pudesse gritar ao mundo que eu tinha recebido, né? Mas eu ainda naquele temor, porque eu dizia assim: "Será mesmo que que é o batismo no Espírito Santo? " E ali eu fiquei o dia todinho naquele temor, mas aquela alegria.
Por que eu tava temerosa? Porque lá dentro e eh do centro, quando nós estamos estava lá naquele Hancó, eh eh tem um dicionário, tem uma regra, tem uma língua que nós aprendemos lá. Então eu tinha muito medo eh daquilo que eu tinha recebido de não ser línguas, né, de ser uma cilada do adversário na minha vida, né?
Eu tinha medo de não ser línguas. E quando foi a noite após o culto, toda a igreja, o presbitério, tudo reunido, né? E o pastor ora e ora a Deus a confirmação, né?
E ali realmente eram línguas, né? Línguas que o os nossos antepassados línguas estranhas, né? E ali foi o processo.
Aí começamos a orar mais, a buscar mais, a está mais, né, na presença do Senhor. Não que nós não estávamos, mas foi um ponto mais forte para nós buscar mais. Bom, e aí você foi batizada no espírito, continuou sua caminhada, sim.
Virou irmã da oração? Sim. Aí depois saímos desse pequeno salão.
Meu pastor tava construindo um templo. Ele chegou a construir antes de nós mudarmos para esse templo. Eh, chegou um dia que ele olhando para mim, ele falou assim: "Hoje você vai pro ciclo da oração?
" Aí eu falei assim, porque eu saber que ela era muito enérgico, sabe? Aí eu falei assim: "Não, pastor Lices, eu não vou". Aí eu comecei a falar: "Tem irmã Maria, Maria do Marmelo, Nossa Senhora, muito de oração, muito de oração mesmo.
" E ele disse assim: "Não, o Espírito Santo falou para mim que é você". Ele falava bem assim. Aí eu falei assim: "Não tem a outra irmã, ela é".
Ele falou: "É você? " Eh, 25, 30 anos atrás, eh, era assim, era a eleição. Era a eleição.
Ele escolhia e e não era que ele escolhia, ele era um homem muito de oração, meu pastor Ulisses. E à noite ele ele colocava pra igreja, a igreja que escolhia, a irmã fulana, irmã fulana, irmã fulana. Aí a irmã fulana, a irmã Margarida vai ser primeira, a irmã Maria segunda, a irmã Conceição, a terceira.
E as a irmã Maria e a irmã Conceição eram mais idôneas, mais velhas do que eu. Mas só que desde lá atrás, desde quando eles iam orar por mim, na época que eu ainda estava no centro, eles diziam uma palavra: "Deus ainda vai usar muito a sua vida". E eu não entendia, né?
Mas ficava exilente, não respondia. E naquele dia, eh, nós indo pra igreja à noite, eu com muito temor assim dentro de mim, muito temor, muito temor. E eu fui, eu dizendo pro meu esposo, já tinha meus filhos.
Eh, filho não impede ninguém de fazer o querer de Deus. Era três, era um na barriga, era um na saia e um no braço. Os meus três filhos foram assim, um atrás do outro.
E eu cheguei na porta do salão, eu falei assim: "Eu não vou aceitar". Eu vi aquela voz nitamente diz assim: "Não rejeite a minha obra". Eu virei para trás e eu disse para meu esposo, você falou alguma coisa?
Aí ele disse, não falei nada. Nós entramos e como eu disse pro irmã teve a eleição, né? Aquela apresentação que ele já fazia, mas ele dentro do meu pastor, ele já sabia que que a igreja ia aceitar.
E de bom grado a igreja aceitou como dirigente da oração. Depois fomos para o templo, que era um salão. Depois fomos para o templo e eu sempre na oração.
E a oração, ela nunca é um lugar de muita gente. Oração é lugar de poucas pessoas, mas sempre lá e sempre levando os meus filhos. Às vezes passava na escola, pegava eles, levando eles paraa oração.
Às vezes eles dormiam, colocavam no banco, outro no chão, mas sempre lá. Como eram esses ciclos de oração? O que era que aconteciam lá?
É. Nós começávamos cantando os hinos da cristã e oração. Agora a oração nossa é sem tempo determinado, porque nós começávamos, podia durar 1 hora30, 2 horas, não levantando e cantando, não, só no joelho.
E e ali era colocado o caderno da oração, que era os problemas, que alguém tinha, alguma dificuldade. Então, era tudo notado naquele caderno, né, para nós estarmos apresentando ali e apresentando em oração, né? Foram anos eh na frente de oração e eu ali sempre na oração, eu louvo a Deus porque ele sabe de onde ele me tirou e aonde eu tenho que estar.
De uma pausa só para ser [risadas] Então, sua vida sempre teve entranhado com com oração. Sempre. Sempre.
sempre eh eh nunca deixei de ser eh eh eh de estar na oração. Eh muitos dizem que o seu melhor testemunho é dentro da sua casa, né? E até hoje meus filhos, minha Sara, meu Samuel, minha Samara, eles falam assim que o melhor profeta sou eu e o pai que oramos por eles.
Você pode orar quem quiser, mas o pai e a mãe que tem que orar por eles. Então, louvo a Deus pela minha família. Louvo a Deus.
É vez a minha sogra. Sim. e sua sogra quando você converteu.
Ah, a alegria da minha sogra é até hoje. Até hoje. Até hoje é a alegria dela.
tá perto dos 80. E muitas vezes ela fala assim: "Olha, filha, eu não posso jurrar hoje, mas jeju mim, né? " Então assim, não é hipócrita todo mundo sabe, é minha sogra.
minha sogra, porque ela foi o cano que jorrou a água do espírito paraa minha vida. Se eu fosse dizer hoje, né, uma adutora, [risadas] uma adutora dessas que estão vindo com com as águas do rio de São Francisco, né, jorrando a água do espírito, tá assim, através de oração, através de jejum. foi a minha sogra.
Por isso que eu vesti essa camiseta. Luto como a mãe porque ela foi isso da minha vida. Muito bom.
Ô irmã, e no começo ali, como foi que você aprendeu a orar? Quem lhe ensinou a orar? Meu pastor, meu pastor José Ulisses.
E palavra e Bíblia. eh eh um versículo que ele que ele sempre citava antes, ele ele nos preparava muito eh pra partida dele. Ele sempre nos preparava desde sempre.
Desde sempre ele sempre nos preparava para a partida dele e ele sempre dizia: "Sede firme e constante e abundante a obra do Senhor, sabendo que o seu trabalho para o Senhor não é vão, né? Ele sempre falava, não tinha um culto para ele não citar e esta palavra e e dizer: "Se dediquem, não deixe o Espírito Santo se afastar de vocês, não entristeça. " Ela, ele tinha uma frase, era clara assim: "Não entristeça o Espírito Santo.
" Ele o caminho é a oração, é buscar, é orar, é estar de joelho, é era um homem de muito propósito de jejum, sabe? muito propósitoso. Ele era assim, Miguel, de uma época que eles teve que que assinar um termo.
Eles tiveram que assinar um termo que na casa deles é nunca ia entrar, nunca entrar televisão. É, eles tinha esse termo e eh era aquele da época daquele homem que ainda usava chapéu, né? Então assim, o homem assim de palavra assim e de crer no poder de Deus.
Ele cria no que ele não via. Ele não via, mas ele queria que acontecer. E acontecia pelo poder da oração.
E ele dizia, a oração ela move. E ele dizia, não se muda porque e entrando as mais novas, né? Queria não, pastor, mas se botasse a oração para de noite, se botasse para de tarde, os irmãos ia mais não sei o que.
diz assim: "Não, horário de oração não se muda, é de manhã, porque de manhã você vai genjuar, de manhã você vai chorar mais para depois você enfrentar o dia. Horário de oração não se muda. E aí, como orar?
Uma pessoa que tá querendo se querendo introduzir nessa pessoa que tá querendo começar a orar mais, como é que ela deve iniciar? Como é que ela deve orar? Olha, Miguel, eu sabia os medos que me perseguia, porque eu sabia da onde eu tinha saído.
E assim, muitas pessoas sabem da onde saíram, sabe que cada um sabe a sua guerra interna. Cada um sabe a sua guerra interna. Então eu eu pedia muito a Deus para ele não me deixar confundir com a voz do adversário, porque em meio hoje, hoje nós ouvimos muitas vozes, né?
Você vê que é é Instagram, é YouTube, é muita coisa, são muitas vozes e às vezes você se confunde, mas eu digo para você, vá orar e vá ler a palavra. Aí não tem erro. orar e buscar a face do Senhor.
Se derramar, se derramar, confiar inteiramente no Senhor, que ele vai responder. Ele vai responder. Ele vai esclarecer.
No começo você se atrapalha algumas falas, mas depois que você começa a meditar na palavra e você começa a a a ler a palavra e ver o poder que Deus te dá, autoridade que Deus te dá através do que ele fala, porque a Bíblia é um dicionário, é como você tivesse um livro de receita de bolo. eu comparo a Bíblia para mim assim, é como se eu tivesse uma receita de bolo e e aquela bem antiga, mas eu não posso dar fim à aquela receita antiga, eu tenho que permanecer naquela dali, porque ali é o receituário. A Bíblia é o receituário de tudo, de tudo.
Você indo por ela, você não erra. Você não erra. Porque eh eh a gente olhando pro livro de Salmos, Davi olha, disse assim: "Eu gosto muito porque aqui na frente da minha porta tem tem um monte ali.
" E ele disse assim: "Elevo os meus olhos para o monte. De onde virá o meu socorro? " Porque ele olhava um monte tão grande, sabe que o o monte ele tem a base para cima e tem para baixo.
E ele sabia quem tinha sido o criador, quem foi o criador daquele monte. Ele disse: "Aquele Deus que fez esse monte tão grande, ele pode cuidar de mim. O meu socorro vem dele, que ele é grande.
Então, receituário, você não tem como errar se você fizer a sua base da palavra. Aí você vai aprender a orar, a entregar. Aí, como o Senhor disse, deleita-te no Senhor, confia no Senhor e Ele concederá o que deseja o teu coração.
Certo? Certo? Mas são são todas as orações que Deus responde?
Sim. Ou de sim ou de não. Mas ele responde.
Ele nunca deixa ninguém sem resposta. Nunca. Nunca.
Eh, o apóstolo Paulo diz que nós temos que ser constantes. Você tem que estar no lugar da constância que ele responde. Ele não deixa você sem resposta.
Às vezes você quer ouvir o que você quer, mas ele quer responder o que ele quer para você. Nem tudo que você quer é o que ele quer para você. Mas ele responde.
Ele responde porque ele não é mudo. Os ouvidos dele e ele não é surdo. Os ouvidos dele não estão agravados para que não possa ouvir, né?
Então ele responde: "Eu nunca, eu nunca fiquei sem uma resposta. Ah, porque eu sou melhor. " Não, é o lugar da constância.
O lugar da constância é o quê? A oração, a oração ela ela abre porta. A oração ela destrava.
Oração ela cura, oração ela liberta. Oração ela transforma. A oração ela traz vida onde não tem, né?
E as ações do espírito, Deus ele faz. e dar resposta. Muito bom.
Muito bom. Você falou dessa ocasião que você ouviu audivelmente a voz de Deus quando tava entrando no templo, né? Teve outras ocasiões assim também de ouvir audivelmente?
Não, só dessa vez. Dessa vez. Só dessa vez porque eu eu falei que não que não ia que não ia, que não queria, né?
que tinha, porque eu ficava olhando paraas irmãs que eram mais idôneas, eh, que já e assim o o meu medo era de não conseguir, é porque eu eu ficava o começo da caminhada, eu dizia assim, elas fala tanto o quê, né? Elas conversam tanto qu eu ficar duas horas de joelho, eu vou ficar dizendo tanto o quê, 2 horas, né? Mas depois que você aprende, né, essa essa conexão, a oração, é é tanta coisa que você vai falando que você vai vendo os feitos dele, que você vai olhando pros passarinhos, você vai olhando pros montes, você vai olhando pra areia, você vai olhando pr as pedras, você vai escutando o vento, você tem tanta coisa para falar com Deus que 2 horas é pouco.
Momento de 2 horas é pouco, né? Mas assim, só foi dessa vez, assim, foi tão claro que eu me virei para trás e perguntei pro meu esposo se ele tinha falado alguma coisa e ele falou que não. E eu entendi que tinha sido a voz de Deus.
E você falou faz 30 anos, você comandava, você participava do do ciclo de oração, né? Sim. O que você viu de diferença dos ciclos de oração daquela época pra época de hoje?
A confiança, a confiança. Eh, eh, eu vejo que antes as pessoas confiavam mais assim e está ali e acreditavam mais que a oração. Não sou contra profetas e nem profecias.
Gosto, amo, sou do mistério, sou do fogo, amo esse negócio, poder, né? Mas eh eh se levantou hoje muitos muitos profetas, muitas pessoas dizend: "Deus mandou dizer isso, dizer aquilo, dizer aquilo, dizer aquilo, outro". E lá na frente a gente vê eh que não foi aquilo.
Por isso que eu digo o lugar da constância, a oração. A oração, porque ali você vai se estruturando, você vai adquirindo a força, o conhecimento, você vai e sentindo mais a presença, a confiança. A confiança do jeito que Deus fala comigo, fala: "Se você permanecer na constância, Deus vai falar com você também.
a constância. Não que uma vez ou outra você não precise de ouvir um bradar numa palavra com fogo, né? Como as dizer, uma confirmação do céu, né?
Aquela confirmação que veio com meu Deus, era isso que eu precisava ouvir, né? Né? E meu Deus que nós, né?
Mas assim, a constância do joelho, a convicção, né? Hoje eu eu vejo essa essa oscilação, eu, né? Vejo isso.
Perfeito, perfeito. Eu vejo isso. É, irmã, só pra gente ir pros finalmente, né?
E algumas pessoas fazem uma distinção que eu acho bem interessante, que é entre a presença de Deus e a presença manifesta de Deus, né? Porque Deus está conosco o tempo inteiro. Deus está aqui agora, né?
Mas parece que tem horas que a sua presença é é de maneira mais intensa, que a gente sente de uma maneira mais densa, né? Sim. Existe algum momento aí na na caminhada da senhora que a gente a senhora recorda dessa presença de Deus de maneira mais palpável assim que ele marcou?
Sim. Sim. Eh, eu fiquei um período que eu muito enferma do estômago e eu me me alimentava e sentia dores.
Era era uma coisa muito forte. E eu pedi Deus me cura, né? Mas se não for se eu me curar, que o seu poder se aperfeiçoe na minha fraqueza.
E eu lembro que foi uma tarde de domingo lá em São Paulo, meu esposo estava fazendo uma carne, assando uma carne e eu queria comer aquilo ali. E eu falei: "Meu Deus, eu não posso". E tem uma missionária, amiga minha, missionária Cristiane, Ministério Vida Plena.
E ela disse: "Bem, se eu tô indo na tua casa". Eu falei assim: "Meu Deus, se ela vi aqui, eu tô doente. E e ela veio na minha casa, ela assim, eu eu vim fazer uma oração aqui por você.
" E ela começou a orar e muitos não crê, né? Eu creio porque aconteceu comigo. Eh, e ela, ela começou a orar e ela falou assim: "Eu vejo uma cânula descendo do céu.
Quando ela assim, eu vejo uma cânula descendo do céu, eu caí, eu caí, eu caí. E quando eu voltei, eu voltei curada. Eu vou ter curada.
Então eu senti a presença de Deus tão forte naquele dia, tão forte. Ele está aqui, mas naquele dia foi uma presença muito forte e até hoje eu não tenho nada no estômago, não tenho nada. E aquela dor que eu senti antes, nunca mais eu senti.
Então, para mim, aquele dia foi o dia de presença extrema na minha vida. Foi a presença extrema de Deus na minha vida. E outro sim que agora vê a minha memória, quando Deus ele disse-me, disse-me, me tomou também assim que eu caí, foram assim, não é espaços grandes, coisa de 5 minutos, 3 minutos, mas pra gente na mente é muito longa.
Eu vi uma mesa na hora que eu caí, eu vi uma mesa e aquela mão descia só uma mão assim e dizia: "Lê". E naquela, naquela visão diz assim: "Eu não entendo". E quando eu abri meu olho, eu disse: "Eu não tô entendendo nada".
Aí na assembleia há 25 anos atrás foi o que? Eu disse: "Não, tu tivesse um arrebatamento". Eu digo, "Não, não tive um arrebatamento.
Eu caí. Não, eu caí. Eu não sei como foi.
Eu caí. Mas eu vi, eu parece que eu dormi, eu não foi 5 minutos. E e naquela mão eu via escrito, mas era espanhol e eu não entendia.
E quando foi com poucos meses, Deus me levou para Paraguai, Assunção e Bolívia. E lá eu não sabia falar o espanhol. Então assim, duas ocasiões que eu caí, mas foi para esses relatos.
Eu eu vi o extremo de Deus, vi assim o poder de Deus em mim. Muito feliz ter essa conversa com você. Foi muito bom o seu relato, seu testemunho.
Espero que venha abençoar outras pessoas também. Eu também. Eu também.
Espero que venha abençoar a muitas pessoas, muitas coisas eu esqueço, né? Porque não, mas foi ótimo, errado, foi muito bom. Apareço assim, mas já sou bem, [risadas] né?
Não, mas foi perfeito, hein? Hum.