เฮ เฮ เฮ เฮ เฮ Olá, boa noite. Eu sou Rúbia, apresentadora de tecnologia e inovação aqui em Santa Catarina. Sejam muito bem-vindos ao SCTEC. É um prazer estar com vocês nesta noite. Nós estamos aqui diretamente dos Estúdios do SCTEC, transmitindo ao vivo pelo YouTube para todo o estado de Santa Catarina. Avisem a todos que a etapa Despertar com as palestras do SCTEC já começou. Está cheia de conteúdo bacana para alavancar a sua carreira tec. O SCTEC é um programa promovido pelo governo do estado por meio da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Inovação aqui de Santa
Catarina, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, o SENAI, e visa impulsionar De forma gratuita a inovação e o desenvolvimento tecnológico no nosso estado. Eu quero compartilhar um vídeo com vocês com mais informações sobre o SCTEC. Assistam Santa Bela e Inovadora Catarina, um estado de belezas naturais, força no campo e nas indústrias, uma potência sempre em desenvolvimento. E ano após ano, um novo pilar econômico começava a crescer. Tudo começou na década de 80 com iniciativas pioneiras. Eram pouco mais de 100 empresas e menos de 2000 profissionais que trabalhavam na área da tecnologia. O
início de um movimento que nunca mais parou. Novos ecossistemas se espalharam por todas as regiões e superaram qualquer previsão. Hoje somos um estado que respira inovação, cria tecnologias e inspira o país. Santa Catarina reúne agora mais de 29.000 empresas de tecnologia. São mais de 100.000 1 profissionais empregados no setor, colocando Santa Catarina entre os três maiores mercados da área, o segundo estado mais inovador do Brasil, com um faturamento acima de R$ 42 bilhões deais. é o quinto maior do país. A tecnologia hoje já representa 7,75% do PIB catarinense. Uma participação que só aumenta. Ecossistema vivo,
dinâmico e integrado, que gera inovação, renda e Oportunidades. Mas o avanço traz novos desafios. Quem vai ocupar as vacas que estão surgindo? Estamos formando talentos na velocidade que o futuro exige? Sabemos como aproveitar a inteligência artificial? As respostas começam agora. Um impulso para preparar o catarinense, abrir portas, capacitar pessoas, aproveitar as oportunidades e colocar tecnologia nas mãos de quem quer transformar a própria vida. Esse movimento tem nome SCTEC. Com quase R milhões de reais em investimento, o programa vai impactar mais de 155.000 catarinenses acelerando carreiras e multiplicando oportunidades. O governo do estado trabalha para que
o setor alcance 10% do PIB ainda em 2026. Serão 100.000 novas vagas previstas até 2027. O presente mostra, estamos só começando. O futuro exige e será ainda mais brilhante. E a tecnologia cada vez Mais será o pilar desse desenvolvimento. Viram isso? 100.000 vagas de tecnologia. Eu sou apaixonada por esse segmento que muda sim a vida das pessoas para muito melhor. E hoje é o ponto de partida de toda essa transformação digital que nós vamos viver por aqui. O nosso evento inicial do SCTEC acontecerá em três dias consecutivos, onde nós vamos falar com especialistas renomados sobre
as áreas de desenvolvimento de software, análise de dados e inteligência artificial. Mas Acima de tudo, nós vamos falar sobre pessoas, escolhas, caminhos possíveis dentro da tecnologia, inclusive para quem está começando do zero SCTEC. Olha só, não é só para você que é jovem, que tá saindo do ensino médio, de repente, é para você também de qualquer idade, viu? até depois dos 60 que queira migrar de carreira, mudar, cansou, quer outra coisa paraa vida, de repente tá aqui uma grande oportunidade para você. Serão três dias para mudar o jogo e os Participantes das palestras saem na
frente, já que esse é um começo importante da jornada e que pontua no edital da etapa profissionalizar, aumentando então as chances para as próximas fases do SCTEC. Nós vamos abrir essa jornada reforçando que antes de qualquer código, atenção, ferramenta ou ideia, nós precisamos sempre lembrar que a tecnologia é para todos. Ouviram? No SCT é que ninguém precisa saber tudo, basta estar disposto a começar. E caso Vocês tenham dúvidas aí sobre o programa SCTEC, vocês podem nos enviar via chat no YouTube. A nossa equipe está aqui ao vivo, tem uma galera aqui, viu, acompanhando e vai
interagir com vocês. Temos o QRCE também e um WhatsApp disponível que é o 48987277. Nós vamos também adicionar o link aqui no chat, viu? E eu gostaria de reforçar que os espectadores têm direito a uma declaração de participação ao final de cada dia do evento. Em breve nós vamos Compartilhar, então, as informações sobre esta declaração com vocês. E antes de avançarmos para as palestras e também um bate-papo aqui no final para tirar todas as dúvidas, eu tenho uma surpresa para vocês. Olha só, >> em um evento que fala sobre oportunidades e futuro, o holograma do
SCT que simboliza essa jornada de aprendizagem do programa, unindo inovação, acesso ao conhecimento e conexão entre pessoas, ideias e futuros Possíveis. Olha só que lindo. Esse é o marco de que a nossa jornada SCTEC está apenas começando. Ela será tecnológica, imersiva e enriquecedora. Vamos lá. Então, o tema deste primeiro dia é o poder de criar onde tudo começa. E tudo começa como? Com confiança, não é mesmo? confiança para aprender, testar, errar e evoluir. E para falar para falar sobre construção com propósito e qualidade, eu convido Vanessa Tonini, ela que é engenheira de software da First
Digital Services e vai compartilhar como cuidado, com qualidade, vou a liderar projetos complexos na área de desenvolvimento. Obrigada, Rúbia. Eh, bom, então vou começar aqui. Eh, como a Rúbia já falou, eu sou a Vanessa Tonini, eh, e vou começar aqui o tema com a palestra Construindo confiança. E, primeiramente, né, boa noite. Para mim é uma grande alegria estar aqui no Lugar, né, no estado onde eu iniciei também a minha trajetória profissional e posso aqui ser uma das eh testemunhas que essa eh por aqui as coisas vão acontecer e e eu vou contar um pouco da
minha história para vocês e alguns conteúdos que vai contribuir pro aprendizado de vocês. Eh, eu sou consultora e treinadora na área de tecnologia da informação. Tenho mais de 15 anos de experiência com desenvolvimento web e sou agilista Entusiasta de métodos ágeis, que eu vou falar um pouco mais para você sobre esse assunto e trabalho hoje como engenheira de software líder na First Santander. Bom, falando do começo, eu também já fui iniciante um dia. Essa aí era eu há 18 anos atrás no meu primeiro trabalho aqui em Santa Catarina como estagiária. é bem feliz que eu
tinha ganhado um computador novo no trabalho. E bom, durante essa época, eh, muitas dúvidas e insegurança acontecem e às vezes a gente não tem Muita orientação eh de quais são as dúvidas que realmente nos ajudam a avançar e superar esses momentos difíceis. Então, perguntas como como eu faço o melhor código possível, como que eu evito de estragar alguma coisa que já está funcionando nos sistemas que eu estou mexendo? E eu ficava tão preocupada com isso que não conseguia ver uma forma de talvez eh evoluir com eh orientações ou com formas de pensar que poderia sim
me ajudar em Vez de ficar tão preocupada com o melhor código possível e às vezes demorar dias, semanas para terminar um trabalho, né? Então, a confiança ela não acontece por a gente saber tudo ou fazer o melhor código, porque eu fiz a melhor solução, mas sim com a mentalidade de qualidade. E bom, falando aqui no ciclo de desenvolvimento de software, a gente vai entender onde que isso vai entrando aos poucos. H, quando somos estudantes, a gente Desenvolve software da seguinte maneira, com esse seguinte passo a passo. Eu tenho uma ideia. Essa ideia geralmente é: "Eu
quero ajudar alguém, quero tentar desenvolver uma solução própria ou já tô estudando, tô na faculdade e eu preciso desenvolver algum projeto ã que que é solicitado ali pela disciplina." E aí eu vou lá, eu escrevo o código e publico isso em algum lugar para alguém olhar e validar, né? Porém, em empresas grandes, principalmente, mas na maior Parte das empresas, até empresas pequenas, a ideia é uma necessidade real, é um uma dor que o as os clientes dos clientes da empresa precisam resolver ou uma ideia, um projeto inovador, né? O desenvolvimento ele não é feito por
uma pessoa, mas sim por uma equipe multidisciplinar. O que que isso significa? que junto com você às vezes tem mais desenvolvedores, mas tem analistas de qualidade, tem eh Analistas de negócio, tem designers, tem várias pessoas ali atuando para aprimorar essa ideia do cliente. E quando a publicação acontece, ou seja, esse código produzido vai até um um ambiente onde os clientes acessam, o consumidor final acessa, o usuário, é a imagem do cliente, né? A imagem dessa empresa ali que contratou ã a indústria de software para desenvolver sua ideia que tá em jogo, né? E também se
essa empresa contratou, Né, uma outra empresa que desenvolveu algo com problemas, vai ficar ruim para quem desenvolveu com problemas também, né? Então tem toda aqui uma carga de responsabilidade. E em que momento a gente tem que se preocupar com a qualidade de que do que estamos entregando e desenvolvendo, né? Eh, em que parte que entra ali essa validação, se estamos indo no caminho certo, se isso aqui realmente vai resolver lá os problemas dos usuários Finais, né? E muitos podem pensar que é uma fase, que é um pedaço. Em algum lugar a gente encaixa isso ali,
mas na verdade são em todos os momentos. Em todos os momentos precisamos ter ali um cuidado e uma validação do que estamos desenvolvendo. Então, como que eu vou orientar a minha mentalidade de qualidade para que eu tenha confiança naquilo que eu estou desenvolvendo? Bom, tem uma área de conhecimento assim e que traz muitas ferramentas dentro da área de desenvolvimento de software e de projetos que se chama agilidade. Agilidade, eu não tô falando assim de eh o quão eu, o quanto rápido eu estou me movendo no dia a dia ou escrevendo meu código, mas sim eh
uma série de conceitos relacionados a responder às mudanças. eh o quanto eu estou disposto a eh adaptar as minhas ideias conforme o decorrer da carruagem. Vamos falar um Pouco mais. Então, o que que é o desenvolvimento de software ágil? Ele é sobre entregas pequenas. Eu não vou desenvolver um software por 5 anos para depois ver se o cliente gostou, se era aquilo que ele queria. Tô sendo bem dramática, né? 5 anos todo mundo sabe que é demais, mas imagina ali até 6 meses, né? Seis meses para desenvolver algo, ter algo para mostrar pro cliente para
chegar lá e o cliente, hum, acho que não era bem isso que eu Tava querendo, né? Então, entregas pequenas, como a gente ataca o cerne, o centro do problema. validação cedo. Com entregas pequenas, a gente consegue validar se a rota que estamos traçando está indo na direção correta, se o feedback, né, ou essa validação, esse retorno de quem está usando o nosso software, nosso aplicativo, eh está realmente resolvendo o problema do usuário funal. se os negócios que o cliente contratou Pra gente desenvolver realmente estão sendo eh estão funcionando, as coisas estão andando. Então tem que
ser pequenas entregas com validação cedo e evolução contínua. a partir da rota correta e ou ajustada, a gente evolui o o produto, o software ali que a gente tá desenvolvendo. Muitas vezes a gente atribui esse nome de produto para o software ou aplicativo que a gente tá desenvolvendo. E quando a gente falha, porque falhar Acontece, a mentade mentalidade ágil é errar cedo, ou seja, não vamos esperar desenvolver uma coisa muito grande, um mês, 3 meses, 4 meses ali para saber que a gente tá indo pro caminho errado ou que o que a gente desenvolveu vai
causar um problema de no na hora do uso do aplicativo, né? Então, quanto mais pequeno, mais se acontecer algum problema, esse problema vai logo se aparecer. errar pequeno. Então assim, se a gente Também desenvolver uma coisa pequena, inxuta e a gente tenta focar ali no que é o mais essencial pro negócio do cliente, a gente vai saber se estamos eh a gente vai conseguir medir que o nosso erro foi um erro pequeno, porque a gente só fez um pedacinho e ainda tem tempo para corrigir sem grandes impactos. Então, se a gente desenvolver um software muito
grande, com muitas funcionalidades, se os erros aparecerem, vai ser bem difícil ali lidar com a Situação. E corrigir rápido. Quando eu falo corrigir rápido, não é sair que nem um louco correndo, abrindo computador e já tentando entregar e corrigir. é conseguir ter as ferramentas para entregar essa correção de forma rápida, sem ter que eu ficar virando noites para conseguir entregar e publicar a versão corrigida ali. Bom, agora vamos falar um pouco sobre as técnicas para cada fase, aquelas fases que eu falei ali, as ideias, ã, a fase Do desenvolvimento e depois a fase de publicação,
técnicas deent que orientam a nossa mentalidade de qualidade já com a mão na massa. A primeira que eu vou apresentar é uma chamada shift left. é uma técnica de qualidade que basicamente ela fala sobre o o ciclo de desenvolvimento aqui. Então, esse aqui é o que eu apresentei para vocês. A gente tem a ideia, desenvolvimento, a publicação e muitas pessoas ou muitas Empresas deixam a parte de validar como uma etapa entre desenvolvimento e publicação. Então eu vou ter a etapa de qualidade. E nesse momento de vamos dizer que a equipe já ficou ali dois tr
meses envolvendo uma funcionalidade com um monte de coisa. Chegou lá, o pessoal largou na mão da equipe de qualidade de testers, como se fosse uma batata quente, e falou: "Ó, agora tá com vocês". E quando vê bug, bug bug bug, problema, problema, problema, erros, encontra um monte de coisa, coisas que não faz sentido, que clica aqui, abre não sei quê. E isso faz um um uma ciclo de desenvolvimento muito lento, muito oneroso. Então, quando a gente fala de shift left, não é deixar uma etapa de qualidade lá pro fim dessa desse ciclo ali de desenvolvimento,
mas Principalmente trazer para o início as ações de qualidade que ã envolvem cada etapa aqui, tanto da ideia do desenvolvimento e da publicação. Então, por exemplo, algumas ações, validar cada etapa, como eu falei lá da ideia, como que eu valido essa ideia, se realmente ela é uma dor, se realmente a solução que eu pensei vai resolver o problema antes mesmo até de desenvolver. Será que eu já fiz algumas pesquisas que vão basear a minha a minha o meu minha Solução aqui? ou vão realmente evidenciar que essa dor que eu tô tentando resolver através de um
aplicativo realmente é uma dor que vê realmente vai validar que realmente eu tenho oportunidade de negócio aqui e como que eu crio eh a especificação pros desenvolvedores de uma de uma forma que faz sentido para eles, se os se os layouts, os protótipos que eu desenvolvi de telas realmente estão ali eh validados, nem que seja impressos pela Impressora ali. a gente vai com o cliente do usuário final e testa ali no papel, né? Então assim, tem muitas, muitas ações que a gente consegue pensar antes da gente sair desenvolvendo o código, né? Outras aç outra ação
é ter uma mentalidade de prevenção de bugs. Bugs é como a gente chama um problema no nosso aplicativo, né? Quando algo vai errado, quando dá um algo errado, a gente chama de bug, né? É, tem um contexto histórico muito engraçado, Inclusive eu convido vocês a procurarem sobre isso. Então, a gente quer agir prevenindo eh problemas e não chegar numa ir desenvolvendo a nossa solução como assim, eh, de qualquer forma, não de qualquer forma, por mais que a gente tenta se organizar, mas sem validar muitas coisas para chegar lá no fim e achar um monte de
bug e isso atrasar toda a nossa ã planejamento de entrega que a gente tinha, né? Então, ter uma mentalidade de prevenir bugs, quais são Os cheques que eu tenho que fazer, né? Quais as coisas eu tenho que checar antes de sair desenvolvendo? e pensar que qualidade é parte do produto e não uma fase do produto, uma fase de um projeto. A gente tem que pensar tudo que a gente tá se certificando dentro de um software, se está funcionando, se é o que eu pedi para ser desenvolvido realmente está correto, se o entendimento está correto, se
o código desenvolvido tá correto, se Ele eh tem ações ali que garantem o bom funcionamento dele. Então, eh, a gente tem que pensar a qualidade como parte do produto. Vou dar um exemplo, fazer uma um uma metáfora aqui. Por exemplo, num casamento, quando você organiza um evento, uma festa de casamento, você não vai deixar para experimentar o bolo de casamento lá no casamento, né? Você já vai lá no início, meses antes de organizar, você já vai fazer o teste de tudo que você quer que Esteja impecável ou perfeito ou do jeito que você quer na
no momento de chegar a hora ali de da entrega da festa, né? Então esse é um exemplo. E aí vou falar aqui do test driven development, o famoso TDD, que em português seria desenvolvimento orientado a teste. Essa técnica aqui é uma técnica pra gente usar na hora de desenvolver o código, é específico para desenvolvedores, né? E ela é muito interessante porque ela ao invés de Começar o seu software, o seu aplicativo escrevendo ele, você primeiro escreve o código que testa o seu código. Sim, gente, a gente usa muito isso. A gente escreve um teste. A
gente escreve um teste de um requisito, né, de uma coisa ali, uma funcionalidade que o nosso aplicativo tem que ter. Por exemplo, quero que apresente o nome do cliente na página principal. Eu vou escrever o teste e como eu não desenvolvi, que que vai acontecer? Ele vai falhar. Perfeito. Primeira fase do TDD. Segunda fase, eu codifico, faço o código mais simples do universo pro meu teste passar. O teste passa. E aí agora eu penso, será que o código que eu escrevi estava bom? Eu fiz muita gambiarra. Então vou pensar um pouquinho aqui. Vou ver se
tem alguma coisa para refatorar. refatoro o teste, melhoro algumas coisinhas ali. O teste tem que continuar passando sem eu não posso alterar o teste nem alterar ã o Requisito inicial ali, a funcionalidade. Então eu começo tudo de novo, vou desenvolver mais um pedacinho da minha funcionalidade. Eu escrevo o teste e depois eu codifico e eu refatoro. Esse ciclo parece um pouco cansativo, mas ele na verdade te dá garantias que o que você está desenvolvendo está indo no rumo certo e que você tem ali uma rede de testes que asseguram que o seu sua solução está
funcionando. Caso um momento que entre uma nova Funcionalidade que afeta as que já existem, você vai ter na hora um feedback eh automático ali que ã essa funcionalidade nova quebrou outras, por exemplo. acontece muito. E por último, aqui também uma coisa bem assim a nível geral, mas a são aspectos que a gente costuma olhar eh para depois da publicação, que é a engenharia de confiabilidade, tem esse nome chique aí que eu nem vou pronunciar para não passar vergonha, mas é um software que Se comporta como esperado, tá? O que isso quer dizer? que a gente
já pensa no software quando ele vai falhar antes mesmo de ver ele falhando. Por exemplo, e se o servidor cair? E se tiver tantos usuários usando que vai sobrecarregar o nosso servidor que tá hospedado o nosso aplicativo, né? E se acontecer, se o hacker invadir o nosso site e se tiver uma lentidão, né? Então, a gente pensa em várias várias eh eh tipos de situações que Podem acontecer principalmente depois do software em produção, enquanto a gente ainda tá idealizando e pensando e projetando esse software. Então eu escolhi aqui, ele tem vários princípios, a engenharia de
confiabilidade, mas eu escolhi alguns assim que eu acho bem legal pra gente começar essa conversa, né? Porque aqui a gente tá falando da trilha de desenvolvimento de software, que vocês vão ver lá sobre como que a gente faz o Back end, o front end, como que a gente publica uma uma um aplicativo. Então aqui, eh, vocês também vão ter a oportunidade de se conectar com esses princípios, que é a questão, um deles, né, é a estabilidade, né, como que eu restabeleço o meu software eh depois de uma crise, que que ações eu tenho que tomar
para que ele se torne estável quanto antes, né? Alguém aqui já passou por estabilidade no Pix? Talvez sim, talvez não, né? Mas às vezes A gente faz Pix, dependendo do banco, tá? pouco eh não funciona, né? E como isso afeta as pessoas? Quais são as respostas que essa instituição financeira dá para essas estabilidades? Então isso tudo tem que ser pensado, né? trabalho manual reduzido ou eliminado. E aí todo software aplicativo tem uma etapa de publicação. Geralmente empresas pequenas ou nós estudantes, a gente faz essa etapa de publicação, ou seja, a gente tira o Código que
está dentro do nosso computador e coloca num servidor e publica na internet. A gente faz isso de uma forma muito manual. Às vezes a gente sobe os arquivos no servidor um por um, né? Então, como que a gente faz isso de uma forma que automatiza? Temos muitas ferramentas disponíveis para esse para essa situação. Mas quais são as outras ã situações de trabalho manual que a gente tá tendo que fazer? Porque o trabalho Manual ele tá passro, porque significa tem uma pessoa ali que vai ter que, sei lá, clicar num arquivo, renomear, copiar de uma pasta
para outra e aí ali pode acontecer um erro, pode esquecer de copiar um arquivo, pode esquecer de, enfim, várias coisas, porque eh tem essa questão do trabalho manual, monitoramento da saúde do sistema. O que que isso quer dizer? que depois que a gente lança um aplicativo, um software, a gente precisa Conseguir todo dia ver como que estão indo as coisas, como é que tá o acesso, se tem muita gente acessando, se o servidor vai dar vai aguentar a carga de uso, se ele tem aumentado. Então, a gente tem que adicionar algumas ferramentas junto do nosso
código que ajuda a te dar esse feedback de uso, né? e publicação sem culpados. Essa é minha favorita que depois que a gente cria um projeto, geralmente a gente faz uma cerimônia de Vamos pensar no que a gente fez e aí a gente pensa no time como um todo e não em buscar culpados. Ah, porque fulano aquele dia não sei que, não sei que e a pontuação de dedo, gente, às vezes acontece. Mas se a gente pegar e procurar a ter uma mentalidade também de não procurar culpados e se entender que todo mundo fez o
melhor que podia, dado as condições que existiam, a gente vai prosperar muito mais. Então a confiança ela não nasce só do Código que você escreve, e sim do quanto você conhece desse processo do início ao fim, desde o cliente até o software em produção publicado pro público. Pessoal, é isso. Obrigada. Esses são meus contatos e eh tô ansiosa para conhecer as dúvidas de vocês. Obrigada, Vanessa. Olha, já anotei vários tópicos aqui, viu? pra gente conversar logo mais aqui no nosso painel. Obrigada, até já. Olha só, gente, criar tecnologia também É sentir. Sentir satisfação em ver
uma ideia, ganhar forma e funcionar na prática. Eu convido agora o Gabriel Nunes, que é organizador da Codecom, um grande evento para programadores, que vai falar sobre a alegria de ver algo funcionando em sua palestra, o clique do botão direito, além do prazer de transformar ideias em soluções reais no mundo do desenvolvimento. Olá, pessoal. Boa noite. Eh, hoje eu vou aqui apresentar a minha palestra Sobre o clique do botão direito. Eu botei esse título mais por causa da história que eu vou contar, né? Então pera aí, tá aparecendo. Opa. Então beleza. Uma vez uma pessoa
me falou o a seguinte frase: "O trabalho de programação tem muito mais a ver com um trabalho artesanal do que uma linha de produção." Quando eu ouvi isso, eu não consegui entender direito o que isso significava. Mas eu acho que quando eu tava montando essa palestra aqui pro Tema que me sugeriram, eh, eh, veio um estalo assim e eu acho que eu entendi. Eu fiquei pensando num marceneiro, por exemplo. Ele é uma pessoa que pega madeira, corta, lixa, eh, parafusa, cola e depois ele consegue ter uma um resultado final. Ele tem uma cadeira montada que
ele se orgulha do que ele fez. Foi um trabalho que demorou tempo e ele errou no processo, acertou e ele conseguiu entregar algo. E o processo de desenvolvimento de software É muito parecido. Você também vai errar, você vai ter que debugar, que é verificar bugs, tentar encontrar problemas. Você vai xingar o computador, você vai tentar de novo. E quando você vê que funciona, você também sente algo assim, um orgulho daquilo que você entregou, né? Eu sou o Gabriel Nunes, eu sou organizador da CODCOM, eu também. A CODC é uma é um evento que acontece anualmente.
A gente reúne desenvolvedores do Brasil inteiro. Eu Também sou youtuber. Recentemente comecei um canal no YouTube com desafios para programadores por causa da Codcom e lá a gente sempre coloca os programadores para resolverem alguma coisa que tire eles da zona do de conforto. É bem divertido os vídeos. E eu também sou host de um podcast, eh, o Escovando Beits. A a até uma curiosidade essa frase, quem me falou foi uma pessoa que participou do podcast e me falou isso na entrevista. E eu também sou Programador. Há mais de 15 anos eu programo, já fui de
tudo um pouco e hoje em dia e e ser programador nunca saiu de mim, né? Eu sempre continuei sendo programador. Esse aqui sou eu. Eh, quando eu tinha uns 13 anos por aí, eu já tinha um computador, era super moderno, né, vocês podem ver. Eh, e uma coisa que tá aberto ali na tela do computador é o Mirk. O Mirk ele é, imagina o Discord, ele é como se Fosse o Discord dos anos 2000 ali. Ele era muito antes do do Orcut ainda, muito antes de qualquer rede social. Então ele era a forma que a
gente conseguia se conectar com outras pessoas. E no Mirkal sobre o Botafogo. Eu era o time que eu torcia na época e eu trocava ideia com pessoas que eram da minha cidade também, torciam pro Botafogo. Não tinham muitos torcedores, era tipo cinco pessoas assim. Eh, E eu lembro que a gente ficava trocando ideia, falando sobre o time, essas coisas que a galera que torce para time de futebol conversa. E uma da coisa das coisas que tava muito na moda naquela época era ter um site sobre times de futebol. para publicar notícias, um blog, coisa assim,
e a gente queria fazer um e daí eu tentei fazer, eh, só que eu não tinha ideia como fazer. Então, eu comecei a pesquisar um pouco, eh, a aprendi o que era HTML, aprendi o CSS nem existia direito ainda naquela época. E daí uma coisa que eu fiz foi clicar com o botão direito. Eu cliquei com o botão direito num site que eu achei bonito e fui lá em ver código fonte, né? via page search. Eh, e quando eu olhei o código fonte, eu me deparei com um monte de coisa escrita que não deu para
entender nada. E antigamente ainda o pessoal escrevia HTML tudo em letra maiúscula, assim, era até mais confuso do que esse aqui que eu tô Mostrando. Eh, e daí eu, pô, peguei esse código, salvei num arquivo Notepad, eh, não tinha nem corzinha ainda, era tudo um texto fundo branco, um texto preto. E percebi que tinha um texto lá que aparecia no navegador aqui. Então, eu alterava esse texto e eu via que ele alterava ali. E pô, isso foi muito, muito massa. E daí eu criei um blog. Criei um blog. A gente começou a publicar notícias. Esse
aqui não é o print do blog. Eu pedi pro chat ept Gerar uma imagem eh de como era mais ou menos. Eu expliquei assim o que tinha na minha memória. Mas eu lembro que foi legal. Eu vi esse projeto no ar e uma coisa que eu acho que esse projeto me mostrou e eu não tinha percebido até então é que ele ia mudar a forma como eu via a programação assim na minha carreira. E eu também fiz muitos outros projetos toda a minha carreira, né? Eu também fiz um site pra torcida do Jack que eu
Acompanhava bastante depois de um tempo. Lá eu conheci pessoas que são meus amigos até hoje, a galera lá do Soul Jack. Eh, eu fiz um sistema para encontrar o que fazer em Joinville. Então, eu tinha uma namorada que hoje é minha esposa e na época a gente não sabia, pô, o que que que a gente vai fazer hoje? Vamos no teatro? Vamos no cinema, vamos comer alguma coisa. E era um sistema simples. Ah, o que você quer fazer? Quero Ficarem, quero ficar de boa. Quantas pessoas? Tantas. E daí ele ele sugeria baseado nos eventos que
tinham na cidade. E eu também criei a Codcom, que também foi algo que que eu percebi que não tinha um encontro de desenvolvedores na minha cidade, eu resolvi criar. E hoje em dia a Codiccon é o meu meu trabalho principal, né? Hoje em dia é com o que eu trabalho. E todos os projetos eles tinham alguma coisa em comum, tinha uma coceira, uma Vontade de fazer alguma coisa, né? uma uma coisa que me incomodava, que eu queria resolver, eh, uma pergunta tipo: "E aí, será que eu consigo?" Muita tentativa e erro, muita frustração, vai dar
certo, vai dar errado, vou desistir? E, é claro, uma alegria de ver funcionando no final, né? Pô, deu certo, muito legal. E daí eu queria trazer aqui dois cases que que foram projetos que eu criei e eu Acho que são legais comentar com vocês. O primeiro era um problema que eu tinha, que provavelmente muita gente tem. Eu sempre fui uma pessoa muito mais exatas, né? Então a área ali de português, regras de português, eu não era muito muito fã. E daí eu tinha um problema que eu trabalhava num numa agência de marketing e às vezes
a gente precisava fazer uma campanha de volta às aulas, fazer uma placa de horário de atendimento e sempre Tem, né, o volta às aulas, o segunda à sexta, das 8 às 18, sempre tem a crase, né, a crase que eu não sabia a regra da crase e daí eu entrava no Google, pesquisava sobre a crase e eu caía num artigo de 5000 linhas que explicava todas as regras do porquê e me deixava mais confuso do que eu tava antes. Fora que tinha um monte de anúncio e popups e banners e enfim, é, era uma experiência
horrível. Eu queria um site que eu entrasse e me dissesse sim ou não, essa Isso aqui tem crase ou não tem crase? E daí eu anotei essa ideia e comecei a pensar como que eu vou fazer um algoritmo de crase, como que eu vou transformar a crase em um sistema. E daí eu percebi que a crase não é um um if, não é um c, né? Na linguagem de programação, if é um ser isso, senão aquilo. Não é assim, ah, se vier antes de um artigo feminino tem crase, não. É tipo uma exceção em cima
de uma exceção, em cima de uma exceção. E daí eu comecei A perceber quão confuso era. Conversei com pessoas mais experientes que eu. Acho que até o Thiago eu conversei na época que vai palestrar depois. E as pessoas sempre me falavam: "Cara, tu tem que fazer um algoritmo, tu tem que fazer um machine learning". começaram a falar termos assim que eu não entendia direito na época e eu pensei: "Não, eu não vou fazer isso porque eu não sei fazer". Anotei num caderninho e guardei. E daí, depois de um tempo, eh, estudando Uma outra ferramenta, tava
fazendo um curso online sobre programação, sobre outras coisas, eu pensei: "Pô, por que que eu não faço algo mais simples? Por que que eu não faço um banco de dados?" Que basicamente é o que o blog faz. Ele tem lá um uma publicação sobre cada tipo mais comum de crase e ali eles respondem várias dúvidas, né? Então eu peguei e comecei a criar numa planilha mesmo, coloquei lá à tarde, volto às aulas e classifiquei, né? Sim, não, depende, Siga seu coração. Pedi ajuda de uma amiga minha que tinha um canal no YouTube que tirava dúvidas
de português e a gente criou essa planilha e eu coloquei o projeto no ar. Daí eu publiquei sobre isso no LinkedIn, eh, e viralizou isso, assim, essa publicação teve, sei lá, furou minha bolha, teve mais de 2000 likes, vários comentários. Eu lembro que eu até recebi proposta de emprego por causa disso. E e basicamente tá até escrito ali, né, no Que eu ganhei até R$ 60 no Pix. As pessoas gostaram tanto que me transferiram dinheiro para ajudar no projeto. Teve gente ajudando no código. Enfim, foi muito legal assim. E até dei entrevista no wall, dei
entrevista no em vários outros portais que queriam saber mais sobre esse site de Crase. E foi assim um ah tá. Eu até fiquei em primeiro lugar nas buscas, né? Eu, por exemplo, como o site era Temcase e geralmente as pessoas procuram: "Ah, Volta às aulas tem crase". E daí o meu site ele ficava em primeiro lugar no Google. Então isso foi muito massa. E esse aqui era o site, né? Eh, basicamente ele tá no ar até hoje. Então, se quiserem acessar lá tencrase.com, tu procura uma frase, ele vai responder sim, não. E lá embaixo ele
ele explica mais ou menos a regra ali de uma forma básica em duas, três frases. É, só que uma coisa que eu não esperava é que alguns anos depois eu lancei mais Ou menos em 2022 e em 2024 Google lançou essa funcionalidade visão geral criada por IA, que basicamente leu as principais resultados e traz antes dos links, né? Então as pessoas pararam de acessar o meu site porque o a IA já tá dando a resposta ali em cima. Eh, isso foi uma coisa que durou bastante tempo, eu fiquei feliz, mas hoje em dia o site
não tem tanta relevância, né? E também, mas nem sempre é só alegria, né? Tem tem às vezes que dói. Eh, em 2024, durante a Codecon Summit, eu desenvolvi um aplicativo e o aplicativo era para as pessoas eh verem a programação do evento, resgatarem códigos, eh resgatarem pontos, enfim, tinham várias ativações. E as pessoas elas estavam engajadas, estavam competindo, tavam usando. Eu tava muito feliz com isso. Aí hackearam o sistema. Eles, algumas pessoas participantes do evento, eh, acharam que por o sistema Ter uma vulnerabilidade, eles podiam, tipo, burlar o sistema e ganhar pontos infinitos. Então, tinha
gente que tava com mais de 1 milhão de pontos, enquanto as outras pessoas no ranking estavam com 20.000 pontos. Assim, era bem discrepante. Eu fiquei muito bravo naquele naquele dia assim. Eu lembro que eu peguei e fui para uma salinha lá, falei: "Eu não quero conversar com ninguém". No meio do evento, milhares de pessoas lá no evento, eu fui para uma Salinha e falei: "Ó, não quero falar com ninguém". E eu acho agora escrevendo aqui também a palestra, eu acho que eu não fiquei só bravo porque era um bug, não era um problema técnico, era
porque alguém tava destruindo algo que eu criei, algo que eu tinha colocado vontade para fazer, sabe? E e essa raiva provavelmente só existiu tanto porque era algo que eu me importava muito. Então foi algo parecido Lá com, pô, eu criei isso aqui, eu fiz, eu tive o trabalho de desenvolver e e a alegria de criar, obviamente, vem junto com a vulnerabilidade, né, de de ver algo teu no mundo e e às vezes o mundo não é gentil, né? Mas mesmo assim vale a pena, porque a alternativa é não criar nada. E se tu não criar
nada, tu não sente raiva, mas você também não sente alegria. E tem algumas coisas que eu aprendi Criando esses projetos. Uma delas é que não precisa ser perfeito, é só precisa funcionar. O Tencras era um banco de dados, não era uma inteligência artificial, não era um algoritmo. O blog do Botafogo que eu fiz era um código copiado, não era um código que eu escrevi do zero. E muita gente trava porque quer a solução perfeita, fica pensando: "Ah, quando der eu crio, quando der eu faço". Enquanto isso, alguém com banco de dados tá lá na Primeira
posição do Google, sabe? E a alegria também não tá no final, não tá no deploy, que a gente chama deploy é quando a gente bota a aplicação no ar. Ela tá no caminho. O caminho, você vai passar por bugs, você vai passar por um agora vai. Tem gente que acha que a satisfação só acontece no final, mas o caminho eh também te ajuda muito. Inclusive o programa do SCTEC é isso, é o caminho de quem tá aprendendo a programar, né? Então, provavelmente você Vai passar por frustrações de tipo, pô, não tô entendendo o que é
isso, eu não sei programar, mas você tem que acreditar que vai dar certo e que é muito prazeroso depois você entregar esse projeto. E também você o o bom da internet e de programar que você meio que ganha um super poder, é que você não precisa ter aprovação de ninguém para criar alguma coisa. Você pode ser o mais criativo possível, você pode eh anotar suas Ideias mais mirabolantes e agora ainda mais com inteligência artificial te ajuda muito mais a desenvolver coisas. Então, ninguém me falou para criar Codcom, ninguém me deu permissão para fazer o Tencras,
eu fui lá e fiz. Hoje em dia tá muito fácil tu colocar qualquer projeto no ar e se orgulhar do que tu tá fazendo. Então, se você tem uma coceira, coça. E também aprendi que errar faz parte, né, e deixa a vitória mais gostosa. Então, se fosse fácil, não teria graça. O Marcineiro provavelmente também erra, ele lixa demais, ele corta errado. É, o app da Codcom foi hackeado, o Tencrazi ficou obsoleto, o blog do Botafogo nem existe mais, mas mesmo assim eu me orgulho muito desses projetos porque eles fizeram eu chegar onde eu tô. E
sobre o Marceneiro, eh, como eu falei lá no começo, né, quando ele termina, ele vê alguém sentando na cadeira, ele Vê alguém usando a cadeira, algo que ele criou com as próprias mãos. É, é um sentimento que não dá para explicar muito bem. E com código é a mesma coisa. Quando você vê alguém usando o teu site, quando você vê alguém usando o aplicativo que você ajudou a desenvolver, eh, é seu, você fez aqui nessa foto, inclusive tô eu conversando com uma com uma pessoa aqui que tava brincando aqui, ó. Eu tô, eu tô bem
feliz porque a Pessoa tá usando meu aplicativo, a pessoa tá meio brava porque provavelmente era um jogo muito difícil que eu tinha desenvolvido. Então essa sensação eu acho que que é que vai ser sua para sempre, assim, você vai criar algo que vai ser seu. Então criem, errem, fussem, eh cliquem com o botão direito nos sites, tentam verificar como que é feito as coisas. Aproveitem esse momento e boa sorte no caminho. É isso. Obrigado, gente. >> Muito obrigada, meu querido. Até já no nosso painel, viu? >> Vamos continuando aqui. Agora vamos falar sobre a tecnologia.
Ela que rompe barreiras geográficas e conecta talentos ao mundo. Eu convido ao palco Thiago Victorino, fundador da Victorware e traz a perspectiva de quem saiu do interior e construiu oportunidades sem limites de fronteira. Boa noite, pessoal, todos que estão Assistindo. Eh, tô muito honrado aqui de estar essa noite podendo trazer, contar para vocês um pouquinho da minha história. E o meu objetivo hoje com vocês é poder inspirar. A minha ideia aqui não é tanto falar de um baixo nível de software, mas inspirar vocês, porque eu acho que a situação em que eu estive, a situação
que eu estou hoje pode acontecer com com todos vocês que estão aqui hoje nessa esperança, né, de fazer esse esses cursos, absorver esse Conhecimento, conteúdo. Então eu eu realmente espero de coração que eu possa eh inspirá-los ao final dessa dessa palestra, tá? Então, a o tema que me foi sugerido foi justamente do interior para o mundo. E vocês vão entender melhor por como que isso, como que isso aconteceu. Vou falar um pouquinho sobre mim brevemente. Meu nome é Thiago Victorino. Eh, eu sou fundador da Victorino, consultoria e tecnologia. Então, a gente oferece consultoria em inteligência
Artificial, em governança de dados e também em desenvolvimento de software. Obviamente eu já desenvolvo software há mais de 20 anos, então eu já tenho uma longa jornada aí, já passei por várias ondas, né, da mudança da tecnologia ou formas de desenvolver. e sou de Joinville, moro em Joinville, mas hoje a minha empresa ela presta serviço para empresas também de fora e algo que não foi fácil. E vocês vão ver como que foi isso no contando um pouquinho a minha História. E talvez muitos que estão aqui, que eu tô acompanhando, né, na ali no no chat,
muitas pessoas estão entrando eh nesse mundo sem muita experiência e tá tudo bem, porque quando eu comecei em 2005, eu queria ser professor de história. Essa era a minha eu achava que era minha vocação. Sempre gostei muito de história e eu achava que eu ia ser um bom professor de história. Mas acabei indo até o SENAI, né, de Joinville em 2005. E ali eu comecei o curso de tecnologia, foi o primeiro, primeira turma que o SENAI abriu para pra comunidade, por assim dizer, porque antes tinha o segundo grau técnico e eu fui essa primeira turma,
pelo menos no cenário de Joinville, que foi formado, já tinha terminado o segundo grau, então eu fiz somente o técnico lá no SENAI e ali eu entrei para aprender a formatar o computador. É isso que eu queria fazer. Mas eh me foi apresentado a programação, Foi apresentado redes, né? coisas que realmente despertaram meu interesse. Então ali eu pude desenvolver. Eu fui um estagiário do SENAI, eu estudava no SENAI e às vezes eu ficava até à noite no SENAI assistindo aula do superior, eh, mesmo que só de ladinho ouvindo ali para poder absorver o máximo de
conhecimento. Eh, em 2005 também eu participei da Feira Nacional de Criatividade, também feita, né, pelo grupo que o SENAI pertence e e tirei em Terceiro lugar naquela, ah, naquela feira, né, e foi uma boa um bom start pra minha carreira. Então eu saí de um professor de história, que eu queria ser, né, e acabei me tornando um técnico informática. Mas não parou. Aí com 21 anos, logo depois, eu montei a minha primeira empresa. Eu me mudei para Curitiba e montei a minha primeira empresa de tecnologia. A gente desenvolveu uma solução pra área de rádiotaxi. Então,
antes mesmo de haver Os aplicativos ou Uber ou até mesmo smartphones, eh, as empresas de táxi elas eram chamadas de rádiotaxi, né? Então tinha uma pessoa que ficava no rádio, pegava, né, aquele endereço que que era onde a pessoa precisava do táxi e falava no rádio ali para poder achar o táxi, melhor táxi ali para para atender aquela pessoa. Era assim antes que funcionava os táxis, caso eh pessoas mais novas aí não sabem como eram antes isso. E a gente veio e causou uma Desupção nesse mercado. nós conseguimos fazer uma solução bem se em Flória,
se se for falar, né, comparação com hoje, mas na época funcionava muito bem, em que a gente conseguiu substituir um humano ali naquela decisão, né? Então a gente talvez e a gente também importava eh hardware da China, enfim, ali foi uma oportunidade muito grande eh para eu crescer eh mais na minha carreira porque me deu eh desafios, né? Então, o que o curso geralmente é o start e os desafios Que a gente vai encontrando vão nos preparando para desafios cada vez maiores. Então foi assim, a gente foi realmente um sucesso. E aí eu saí dessa
empresa, voltei para Joinville. Então ess a primeira empresa foi em Curitiba, eu voltei para Joinville e fiz parte de uma outra empresa agora de táxi e a gente estava desenvolvendo soluções também para área de táxi. E aí veio a primeiro disrupção aqui pro pro nosso mercado. Muitos aqui devem conhecer o Easy táxi, o 99 táxi, muitos conhecem até o Thales Gomes, né, que é muito famoso no G4. Então eu conheço esse pessoal, Paulo Veras da 99 desde o começo, quando eles estavam começando, porque eles começaram basicamente junto comigo. A diferença é que eles tinham milhões,
né, em investimento. E nós, uma equipe de oito pessoas, eh, fomos inundado com essa montoeira de dinheiro da concorrência e acabou realmente mudando muito o mercado. Foi um desafio, Mais uma vez para mim sensacional em termos de carreira, péssimo em termos de empresa, né? Eu era sócio também dessa empresa, eh, mas me deu oportunidade de aprender muitas coisas que, de outra forma, jamais teria aprendido. Veio a segunda onda, né? Foi quando o Uber chegou no mercado. Então, o Uber ele chegou com mais dinheiro ainda do que 99 táxi ou a easy taxi somadas, né? Inclusive
eles vieram até mesmo de forma ilegal, porque era uma atividade ilegal No Brasil e até mesmo se o motorista ganhasse uma multa por causa disso, o próprio Uber pagava. Ou seja, era impossível abater esse Golias. Mas pior do que isso, eles atacaram não a gente, mas o nosso cliente, né? Antes o nosso taxista, ele ganhava lá R$ 10.000, R$ 15.000 por mês. Tinha uma placa de táxi que poderia ser dada, servia como um poder, né, de de herança para o filho, para pra próxima geração e de uma hora para outra já não valia mais nada.
Então, além de matar, né, o o próximo o nosso negócio, veio essa segunda onda que matou o nosso cliente, deixou o nosso cliente pobre e por inúmeros motivos a empresa quebrou. E aqui vem um momento bem bem difícil, né? Então, ela não quebrou de uma hora para outra, ela vem quebrando, né? Eh, automaticamente você acaba acumulando dívidas porque você tá acostumado, né, com uma certa receita e tem que lidar com cada vez menos, porque você vai Cortando na carne, né? você vai adquirindo essas essas essas despesas, essas essas dívidas. E aí eu comecei a mudar
minha carreira. Eu pensei: "Aqui já não dá mais". Então vou ter que usar o que eu sei para outras coisas. Eu sei fazer software muito bem feito, passei por por muitas coisas, então eu posso continuar. Aí a minha esposa ficou grávida da nossa primeira filha. Então, eu tava praticamente com muitas dívidas, eh, com Nada de dinheiro. Eu diria que menos do que nada, estava com um cheque especial bem a fundo. Então, praticamente o que eu ganhava era tentar chegar no zero, mas vivia no negativo, tentava, ficava no zero. E assim eu eu foi a foi
esse período em que tava, né? Mas interessante que que nesse momento aconteceu uma ligação. Lembra que eu falei que eu era estagiário no SENAI e quem tá bastante tempo no Senai, talvez possa lembrar desse professor, ele se Chama Vinagre e ele era o sobrenome dele, vinagre. E ele me ligou, ele soube que a minha esposa tava grávida e ele me ligou e disse que agora minha vida é prosperar porque com o filho não tem como, né? E eu resolvi colocar aqui para mostrar para vocês que o Senai para mim não me trouxe só esse conhecimento,
mas me trouxe verdadeiros amigos, né? Até mesmo com o próprio Vinagre, eu fui o estagiário dele, a gente ficou muitos anos e mesmo até hoje a gente ainda Mantém contato. Foi uma pessoa que nesse momento me marcou, né, nessa com essa mensagem para mim e eu resolvi colocar aqui porque realmente foi um ponto de inflexão, mas logicamente que as coisas não aconteceram sozinha, né? Eu tive que me esforçar. Então essa é a mensagem também que eu gosto de deixar para vocês. O que que eu fiz? Uma das pessoas que trabalhava comigo, né, nessa empresa de
táxi, ele conseguiu emprego na Holanda. E aí eu pensei, bom, se ele Pode, eu também posso, né? Não somos tão disparidade assim em conhecimento técnico. Então eu resolvi arriscar, usei o LinkedIn, né? comecei a a na verdade eu eu não falava muito bem inglês, então muitas pessoas talvez que acham que isso é uma barreira, de fato, ela dificulta bastante. Então eu sabia um inglês básico, conseguia entender, mas não me sentia seguro para uma entrevista de emprego em inglês, mas mesmo assim eu não tinha escolha, né? Eu ficava Chorando a minha situação, eu procurava fazer alguma
coisa. Então eu peguei até o cartão de crédito que já ia estourar dali alguns meses, porque eu não ia ter dinheiro para pagar mesmo, e passei lá numa empresa que traduzia o currículo para inglês, fazia uma consultoria, analisava o meu LinkedIn e tal. Eu nem sei se essa empresa existia hoje, mas na época serviu para mim. E eu comecei a aplicar toda hora eu começava a fazer aplicações, né, para vagas de emprego no LinkedIn. procurava PHP, JavaScript, que era as linguagens que eu era mais familiarizado, e não parava, ficava freneticamente aplicando. Então, facilmente mais de
200 aplicações eu fiz, todas para fora, era o meu foco, precisava ser para fora. De dessas 200, uma minoria respondeu para dizer não, né? E uma pequena porção me chamaram para uma entrevista. E aí numa delas eu fui chamado para trabalhar, né? foi o Yohan, que também mais uma pessoa muito Importante na minha carreira. Ele é um finlandês, a empresa era na Finlândia e ele me disse sim, mesmo com meu inglês não tão bom, eh, mas ele tinha muita paciência para ele era um bom negócio, eu tinha uma baita experiência e ele poderia pagar um
preço muito menor do que ele pagaria para um profissional lá na Finlândia. Então, já comecei a ganhar em euro na época, o euro valia ali os seus R$ 3, mas já era um bom salário que pelo menos estancava a minha ferida da Minha dívida. a dívida ainda continuava lá, mas pelo menos o dia a dia eu conseguia manter. E aí eu fui colocando em prática, né, tudo que eu aprendi com um inglês tímido, né? Eu sabia, eu vinha, por exemplo, de uma sociedade, eu liderava pessoas, mas eu sabia que a habilidade de comunicação, ela é
extremamente importante para quem quer ser líder. Eh, e como eu não sabia me comunicar muito bem em inglês, eu aceitei, né, uma vaga de programador, Porque eu sabia muito bem isso e eu não precisava eh me comunicar tão bem assim para poder exercer isso. Então, foi o que eu fiz, comecei trabalhando, refaturamos todo o sistema, fui adquirindo eh responsabilidades. E nesse meio tempo, duas pessoas me procuraram, o André e o Jeffrey. Eles me procuraram porque eles tinham uma ideia para ser desenvolvido, uma ideia de startup. E enfim, a gente tinha pessoas comuns, acabamos nos encontrando
E eles trouxeram esse problema e ele batia muito com o meu conhecimento, porque como eu já trabalhava com táxi, né, com software para táxi, eu vi que era muito parecido com com o motorista de caminhão, né, que era o que eles eh trouxeram para mim. Então, começamos juntos a desenvolver a primeira versão do que veio a ser a motorista PX, né? Então, talvez aqui alguns ouviram falar da motorista PX e o quanto ela cresceu. Hoje ela tem mais de 400 funcionários, Né? Tá procurando se tornar um unicórnio esse ano. Enfim, eu tenho extremo orgulho de
ter feito parte do comicinho da da PX, né? embora eu tenha saído no meio do caminho, mas estou de novo trabalhando com eles, podendo fazer alguns projetos, mas eu tava lá no começo, no primeiro dia. Então você vê que mesmo num momento de muito muito complexo, muito difícil, eh as oportunidades elas vêm aparecendo e você tem que estar preparado para elas, né? E A única coisa que você tem controle é o seu preparo, é o quanto você estuda é o seu esforço. O que você não tem controle são as oportunidades. Você pode se colocar à
disposição, você pode ir a eventos, você pode fazer muitas coisas que abrem, podem abrir oportunidades, mas a oportunidade ela passa e se você tá preparado para pegar ela, aí é o que chamo de sorte, né? Então a sorte é a combinação das duas coisas. Por isso que eu eu procurei focar no que eu podia Fazer. E o que eu podia fazer é mandar currículo, 200 currículos até ser chamado. Só que eu não queria ficar na Europa, eu queria os Estados Unidos, porque o mercado nos Estados Unidos pagava muito melhor e era o que eu queria.
Então, mesmo trabalhando para ser empresa da Finlândia, eu continuava aplicando, só que obviamente com menos aco, né? porque eu não precisava tanto assim, continuava aplicando para vagas nos Estados Unidos, forçando. Era Difícil entrar porque como eu nunca tinha trabalhado para uma empresa americana, é difícil eles darem a primeira oportunidade. Até que em uma das ocasiões, uma pessoa me respondeu numa sexta-feira à tarde uma uma startup eh de São Francisco, né, na na Califórnia. Eh, eu recebi uma uma resposta, uma dessas minha aplicações do Anthony e ele me deu uma um desafio técnico. O desafio técnico,
para quem não sabe, é uma empresa, ela pode te dar Um pequeno software para você desenvolver em um período de tempo curto, geralmente, e você entrega esse código e eles analisam para saber se você realmente tá preparado para aquilo. Eu não tinha falado com ele ainda, só através de e-mail. Então o em inglês eu tava um pouquinho mais confortável, mas não longe de ser uma pessoa super fluente. Eh, e aqui vem outro ponto. Eu percebi que ele tinha me enviado esse e-mail numa sexta-feira à noite e eu Tinha mandado na sexta-feira. Então ele me respondeu
muito rápido e mesmo sendo sexta-feira à noite e eu senti que ele tava com pressa e ele me deu até outra sexta-feira para eu terminar esse desafio. E eu pensei, eu não vou fazer, não vou demorar tanto tempo assim, né? Então eu combinei com a minha esposa, eh, e falei para ela, ó, esse fim de semana eu vou ficar focado nesse projeto, eu preciso terminar. Aí trabalhei sábado, no domingo entreguei Para ele. Na sexta ele me mandou no domingo, não deixei nem segunda-feira chegar para entregar para ele o desafio pronto. Me esforcei por quê? Eu
vi a oportunidade, eu tinha competência para fazer aquilo, eu agarrei, fiz. Segunda-feira, ele me respondeu. Aquela semana a gente marcou a entrevista, eu e ele, depois fui entrevistado pelo sócio, fui contratado, primeira empresa americana, foi uma grande vitória para mim, né? E ali eu fui crescendo, me Tornando eh um techad, me tornei um teclade nessa empresa, ela está até hoje. E dali eu fui indo para outras empresas, só que cada vez mais confortável, por assim dizer, né? Até que uma delas, por exemplo, eh veio um head hunter me procurar. E aí a gente já tá
falando de pessoas que procuram já, né, ativamente por profissionais da área. A gente tá falando aqui de uma outra época também. Hoje é um pouco diferente, mas na época eles procuravam Muito os profissionais e me fizeram uma proposta para ir para uma outra empresa maior, ganhar quase que três vezes o valor do que eu ganhava nessa startup. Obviamente startup prometem bastante e podem pagar pouco, né, e com a promessa de que você ganhe mais no futuro. Mas essa empresa grande, ela já tinha um bom bom benefício de salário. E aí eu comecei a conversar de
uma maneira um pouco mais suave, né, com com nessa entrevista. Então, fiz uma a Minha, me dei o número para eles, né, do quanto eu queria ganhar e eles falaram: "Tá, a gente vai fazer então um teste técnico, né? É, o é o nome dele". E eu falei: "Wa eu faço o teste técnico que você quiser. Se você me pagar isso que eu tô te pedindo, se eu passar e você me pagar isso, é, pode mandar o que você quiser." E ele falou: "Tá bom, vou mandar e se você terminar, você tá contratado". E ele
me mandou. Foi bem difícil, realmente para fazer, mas Consegui mais uma vez, passei o fim de semana todo lá trabalhando, eh, consegui entregar e fui contratado por um salário maior que eu tinha pedido, inclusive. Então, eh, para vocês verem, né, de toda essa essa trajetória que a vida da gente ela pode vir de um professor de história que eu jamais e nem computador em casa não tinha para entrar no SENAI para fazer. E você talvez esteja nessa situação, você esteja uma outra outra carreira e e agora tá começando a Programar ou talvez vocês estão patinando
e não consegue achar oportunidade melhor. A única coisa que eu digo para vocês é eh foquem no que vocês têm controle e esperem que as coisas tm que acontecer, né? Eh, o que você não tem controle, simplesmente é isso, né? Não tem controle. E hoje, então, eu tenho uma empresa, né? tem uma empresa também nos Estados Unidos, porque daí eu atendo agora clientes de lá por essa empresa, tem uma empresa Aqui e eu consigo dar consultoria com toda essa minha bagagem, obviamente, né, na área de de de inteligência artificial, governança de dados, né, e não
mais como um funcionário, mas assim como um provedor de soluções, né? Agora minhas dívidas, aquelas foram pagas e agora eu tenho outras para pagar, mas essas são melhores, né, e com muito mais muito mais saudáveis. Então, o que que eu aprendi que eu quero passar para vocês, né, nesses 20 anos que eu tenho Aqui de carreira, desde que aconteceu, né, o o meu start lá no SENAI há 20 anos, um pouco mais de 20 anos, eh eu gosto de usar essa frase: seja inteligente e preguiçoso, porque o só preguiçoso tem um monte por aí. Pessoas
que querem usar IA para fazer as coisas de qualquer jeito, pessoas que querem dar o jeitinho, pessoas que querem o mínimo esforço possível, isso tá cheio de gente. Mas se você for inteligente e usar a preguiça para trabalhar o mínimo Possível, atingindo o mesmo resultado ou o resultado que deve ser atingido, aqui faz uma diferença gigante, porque você vai focar no resultado, não no esforço, né? Muito esforço não necessariamente leva o resultado certo. Então você tem que saber agir com performance nesse caso, né? E mais uma vez, faça o seu trabalho bem feito. Isso você
tem controle. Que é o trabalho bem feito? Profundidade, leia documentação, se for necessário, eh, tente entender o que tá Por trás daquilo. Isso vai te dar bagagem para que você faça bem feito aquele trabalho. E mais uma vez o código ignora Fronteiras, né? Eh, Joinville, uma cidade que não é capital, pessoas não conhecem, não é conhecida mal no Brasil, quem dirá lá fora. Então, se você tem essa oportunidade, ah, desculpa, se você tem essa habilidade, ela é valorizada no mundo todo. Uns vão pagar mais, outros vão pagar menos, mas por isso que você tem que
est no Controle da sua capacidade. Então, essa a mensagem eu eu queria muito poder te motivar para que independente do estágio que você esteja agora começando esse curso, eh, começando essa carreira, é que você possa entender que faça o que tá no seu controle e que não tem limite. Você pode realmente ir além do do Brasil e, se não quiser ir no Brasil conseguir dar um bom conforto pra sua família no ramo da tecnologia. E essa mensagem que queria passar para vocês. >> Muito legal. Inúmeros insightes aí para ajudar, Thaago, os nossos futuros programadores, né,
que inclusive, Thago, precisam residir em Santa Catarina, viu? E já terem 14 anos completos também. A gente já fala aqui no nosso painel. Obrigada. E dando sequência à nossa programação, agora nós vamos trazer os nossos três convidados desta noite aqui ao palco para fazer um talk, né, compor o bate-papo tec a partir de agora. Então Vocês também volta com o nosso SCTEC, preparando você para o agora. Agora sim, tudo prontinho aqui no nossos estúdios. Vanessa, Gabriel e Thiago novamente aqui conosco. E você que tá nos assistindo em todas as regiões aqui de Santa Catarina, deve
mandar a sua mensagem pelo chat. Faça sua pergunta, participe. Esse momento é feito para vocês, OK? Olha só, quero começar perguntando para vocês o seguinte, gente, como é complicado nos Dias atuais a gente ter concentração, né? Imagine só eh, os nossos jovens, né, que têm ali o smartphone na palma da mão e aí eles querem sim eh seguir uma carreira importante como essa de programação, né, mas ao mesmo tempo tem muitas opções para ficar ali mexendo no celular, né? Vão pensando aí o que que a gente pode de fato ter eh fazer para ter mais
concentração. Já vou perguntar para vocês, tá? A gente vai falar então sobre os passos, os primeiros passos na Programação, o famoso Hello Roll. Hello War, isso mesmo. E como o apoio de uma comunidade faz toda a diferença neste aprendizado. Vanessa, que que a gente pode fazer? uma técnica, enfim, qual é a tua orientação para quem quer seguir essa carreira tão importante, né, tão promissora, que é da programação, da tecnologia e da inovação e ao mesmo tempo ter foco? >> Essa é uma pergunta muito importante mesmo, porque a gente tá vivendo uma uma Época das distrações,
né? Tudo no nos distrai, tudo nos tira de viver o que a gente tá passando agora, porque ao mesmo tempo que tem muita distração, a gente tem muito acesso ao conteúdo, né? Como eu e meus colegas aqui, né? A gente começou há anos, naquela época, né? 20 anos atrás, não a internet não, não existia o YouTube não tinha tudo isso de conteúdo que a gente tinha. A gente tinha que estudar com livro, muitas gente, >> uma coisa de cada vez, né? Não tantas coisas. uma coisa de cada vez. Mas tem uma coisa que eu até
li outro dia num artigo, eh, que foi, eu comentei um pouco contigo também num outro momento, que na nossa época que a gente era criança, algumas pessoas tiveram acesso aos videogames e os videogames eram tão rústicos que a gente, pra gente conseguir passar de uma fase, a gente falhava tanto, a gente tinha tanta persistência, a gente errava para passar De uma fase, a gente ia pro fliperama, a gente ia lá. Então, tinham distrações eletrônicas, mas de certa forma elas nos ensinavam a ter um pouco de resiliência, né? Essa que é essa habilidade de lidar com
a falha e conseguir e querer tentar de novo de uma forma diferente, né? >> E um detalhe, sim, nós meninas, mulheres também jogávamos videogame, sim, viu? Com os nossos irmãos, com os nossos primos, né, Vanessa? Nossa, joguei muito videogame. E enfim, e aí eu vi um artigo Falando sobre isso, que hoje os jogos são tão fáceis, não desafiam as crianças, os jovens assim. Então não, hoje em dia os jogos não tão, claro, eu também não conheço todos, mas tá muito fácil assim, então não tá desenvolvendo essa habilidade que a galera de anos 90, 80, 90
e início 2000 conseguiram. Então, o que que eu recomendo, gente? a gente tem que ter uma mente minimamente disciplinada pra gente conseguir superar coisas que são distração, porque hoje eh Tem muitas eh esse entretenimento nos distrai, nos puxa, puxa a nossa energia para aquilo que é importante, que é buscar e eh um um conteúdo, se interessar em >> onde é que isso vai me levar, afinal de contas, né? Vale a pena, né? ficar esse tempo aqui na frente do computador e vai dar errado. Muitas vezes a gente vai fazer errado, muitas vezes, não vai funcionar.
E como que a gente se recupera com esses erros que a gente vai Tendo no percurso do aprendizado? Então é assim, não é tentei aqui, deu erro, ai não quero, não é para mim, não é assim que funciona com tecnologia. A gente tem que ter um pouco dessa, sabe, essa garra, essa coisa desse tipo, não, eu vou fazer esse negócio funcionar. Foi o que também o o Thiago falou: "Não, esse final de semana não vou entregar o projeto." >> É verdade, Gabriel, como é que a gente constrói esse foco nos dias atuais, Hein? >> É,
então, eh, até teve um episódio do meu podcast que a gente discutiu por uma hora sobre isso, assim, como como conseguir focar mais para tu conseguir estudar. E uma dica que muita gente deu é a técnica Podoro, né, que talvez muita gente conhece, mas basicamente é você define um relógio para focar por 30 minutos e 5 minutos de descanso. 30 minutos de foco, 5 minutos de descanso. >> Boa. >> E daí, dessa forma e às vezes te ajuda assim, né, a ter uma disciplina melhor e faz o teu cérebro e se ligar mais, né? Mas
realmente, tipo, eu também, eu tento, sei lá, deslogar das redes sociais, eu tento, eh, porque realmente tu pega o celular, já abre, já tem 1 milhão de vídeos para você assistir. Então, >> não é que você vai eliminar isso, né? Eliminar o TikTok, Instagram, enfim, tudo que tem hoje junto ali para Distrair. Mas é tirar um tempinho do dia, né? >> É, durante o trabalho desloga ali, depois à noite loga de volta ou final de semana entra só. Mas é realmente um trabalho de disciplina ali para ficar cuidando disso, né? >> Ô Thaago, eu não
sei se você tem filhos, tem filhos já ouviu alguma vez deles assim: "Ah, mas no teu tempo era mais fácil, era diferente, agora pra gente é mais complicado. Ainda não sou bem Criança ainda, né? Mas eu acho que realmente agora é mais fácil para ser bem sincero, para adquirir conhecimento, principalmente porque >> quem é da área tecnologia, a gente sempre é júnior em alguma coisa, a gente pode ser snior em vários aspectos, mas, por exemplo, inteligência artificial é novidade para todo mundo, né? Eh, então você tem que tem que ter a mesma disciplina que eu
tinha 20 anos atrás para fazer. Só que agora é melhor porque Você falando com a Iá, você não tem vergonha de se sentir burro, né? Exatamente. >> Então, levantar a mão e e talvez perguntar, por que que ele vai achar de mim se eu perguntar isso pro meu chefe? Agora você pode escondidinho lá perguntar o que que é isso, né? E ela vai te responder. Então, eu acho que hoje eh tem as extrações, mas tem um lado bom também, né? >> É, você falou aí, ah, o Brasil ele já é O país que mais tem
acesso à inteligência artificial, né? Só que ainda no básico, a gente precisa explorar bastante, né? Se desafiar. Exatamente. Agora deixa eu falar, não só então lá no começo eu falei aqui, né, dessa noite, desse evento especial que o esse programa SCTEC ele foi pensado, claro, para você jovem a partir de 14 anos, tá aí procurando o que que eu vou fazer, né? Que que eu vou fazer da minha vida? Tem tantas opções, será que Tecnologia realmente é um segmento promissor? Aqui em Santa Catarina a gente sabe que sim, né? tem inúmeras provas disso, mas e
aí, será que fico por aqui? Será que estudo para ir para fora? Mas tem muita gente nos seus 20 e poucos anos, seus 30 e poucos, 40, 50 e até 60 anos de idade, que está enxergando a tecnologia com bons olhos, tá vendo? Poxa, isso aí é uma área que pode ser bacana para mim e principalmente, não é só a parte Financeira, não. A gente sabe que tem inúmeras vantagens, né? a possibilidade de um programador não precisar trabalhar final de semana, trabalha ali focado, dedicado bastante horas durante a semana e final de semana esquece, né?
Vai realmente eh se distrair, né? E ganhar muito bem, é claro, né? Mas assim, gente, principalmente pela transformação, pelo impacto positivo que essas soluções criadas, esses sistemas promovem, né, pro bem comum numa Sociedade, o início de mercado, é, é ver isso realmente fazendo a diferença na vida das pessoas, né, Vanessa? Você começou, estudou aqui em Santa Catarina, né, estudou programação há muitos anos, como você falava, apesar de ainda muito jovem. Começou com quantos anos? É, >> com 18 a faculdade, né? Bom, tenho certeza que muitos, muitos nessa idade estão aí nos acompanhando e como mulher,
eu imagino hoje em dia ainda não somos muitas mulheres, né? Ainda é um segmento Magitoriamente eh masculino, mas que já existe uma um grande movimento de mulheres se enturmando, gostando, né, se inserindo nesse mercado também. Como é que era lá atrás, só para as pessoas terem esse parâmetro, né? enfrentou muita dificuldade, muitas barreiras ou não? >> Eh, em termos de eu com a tecnologia, poucas assim digamos, mas eu com interação com os outros nesse ambiente muitas vezes foram ambientes um pouco Hostis assim, mas que hoje, graças a esse movimento de que não, eh, tecnologia é
para mulheres também, para todas as pessoas, sabe? e que isso traz uma uma valiosidade, uma riqueza muito grande no desenvolvimento das soluções no geral. E a mulher, ela tem um q diferente, ela tem, ao mesmo tempo, eh, tempo que você precisa ser muito técnico, ela tem uma sensibilidade também, um olhar diferente. >> É, é um outro ponto de vista, uma outra Vivência, um, né, o o que é um outro lado da humanidade que os homens muitas vezes não passam pelo que a gente passa e que a nossa experiência de vida como >> como ser mulher
eh contribui para tudo. Então, por exemplo, ah, tem soluções e de tecnologia que não às vezes não pensam em algumas questões que as mulheres têm. Então, se você tá, por exemplo, fazendo um aplicativo de saúde, o que que eu poderia pensar sobre isso da mulher utilizando, né, um Aplicativo que, enfim, que >> que considera ali o o uso da pessoa? Qual que é, por exemplo, inclusive, e eu já vi aplicativos que considerava só uma certa altura, mas e as pessoas mais baixas? As mulheres geralmente são mais baixas que os homens, sabe? Então, >> fazendo a
inclusão, né? >> Tudo isso tem que ser considerado e traz uma diversidade pro ramo no geral, né? >> Possivelmente na época que vocês estudaram, ã, não era um segmento assim Tão difundido, né? Por exemplo, e que os pais de vocês ou avós orientavam, ah, siga essa profissão, né? Hoje em dia, eu tenho certeza que muitos pais, eu conheço inclusive mães que estão junto com os filhos agora assistindo aqui o nosso, a nossa transmissão ao vivo. Elas querem entender um pouco mais e por isso esse nosso papo um pouco mais leve e também me colocando no
lugar de vocês, né, querendo saber a esse conteúdo de uma forma não muito técnica, sabe? Mais Fácil de entender mesmo, né? Então assim, ó, por que que os pais hoje em dia eles devem instruir, Vanessa, a os filhos, independentemente da idade a seguir na carreira tec? >> Sim, isso é uma >> de tudo que eu já comentei também. >> É, isso é uma uma boa pergunta do por que a gente vai pra área de tecnologia. A área de tecnologia é uma área muito muito eh energizante, ela tem muitas novidades, ela tem muita Empregabilidade, ela tem
um conhecimento estruturado. Então a gente tem vários tipos de formação eh formal eh técnicos, tecnólogos. Então é um uma carreira que tem lugar, não é uma coisa assim, ah, é uma coisa solta, eu vou virar um programador e você >> qualquer área, né? É muito legal isso, né? Assim como que tem uma habilidade para alguma área, né, específica. Então, poxa, iscaixa lá naquela área, vai precisar de um programador, né? >> Exatamente. Exatamente. >> Conta pra gente como é que foi o teu início, Gabriel. Ali você já citou algumas coisas, alguns projetos super bacanas, né, que
você foi construindo. Muitos deles já foram, já passaram, não estão mais no ar, né, mas trouxeram toda essa bagagem. assim, o que que você pode compartilhar com quem tá nos assistindo agora assim, quanto tempo, mais ou menos, uma pessoa que nunca teve contato com programação, nunca, só vê de longe e Já fica até meio preocupado, ah, eu acho que eu não vou dar conta, será? Será, será? Minha mãe tá aqui me empurrando. Quanto tempo para começar a entender alguma coisa? >> Ah, eu acho que eh uma coisa assim de três meses, tu acompanhando o tempo
todo, tu já começa a pegar, né? E a grande questão é que tem muito termo técnico, talvez isso a assuste um pouco as pessoas, né? Mas a questão até hoje tinha, eu tô num grupo ali de WhatsApp Que tem outros desenvolvedores e um deles mandou uma mensagem: "Ah, tem alguém aqui que não é formado eh na área, não trabalha na área também igual eu". E daí outra pessoa falou dele, é porque tem umas coisas que as pessoas conversam nesse grupo que eu não entendo nada e daí eu tenho que ficar pesquisando na internet e tal.
Mas é isso. Eh, tem termos que talvez você não entenda, você tem que conversar lá igual o Vitorino falou. Aí hoje é uma mão na Roda assim, né? Antigamente provavelmente a gente, pô, nem sei onde a gente ia pesquisar, né? Se a gente não soubesse, ia ter que ou aprender na faculdade ou aprender num livro. Hoje em dia tu pode questionar e meio que tirar bastante dúvidas ali, mas eu acho que uns três, se meses ali já dá para tá fluente, entendendo um pouco assim. >> Puxa, é, é rápido, hein, gente? Três, eu levei, só
para vocês terem ideia, eu levei um ano para entender eh um pouco Mais sobre inovação e tecnologia, viu? Era uma área nova para mim, mas extremamente apaixonante. Eu vinha do jornalismo, variedades. E aí, gente, eu amei. Eu comecei com saúde, né, na área de Ralftex lá em São Paulo, fui visitar alguns eventos e aí eu não entendo nada disso. O que que é startup? Meu Deus do céu, que mundo é esse que eu tô entrando, né? E é um mundo apaixonante, é um caminho sem volta, gente, com certeza. Eh, vocês três são cases de Sucesso
e que bom tê-los aqui em Santa Catarina para compartilhar tudo isso com a gente. Ô, Thaago, você falou ali, né, que criou o sistema da IS, eh, criou o sistema da motorista PX, que eu conheço também pessoalmente. Muito legal. Sempre eh teve alguém ali, ah, eu preciso de tal coisa. ou você procurou as pessoas algumas vezes, olha, eu observei que na tua empresa precisa de tal solução e eu acho que eu posso fazer isso. Como é que foi essa questão? >> Uma pergunta interessante porque foram as duas coisas. No caso da PX, eh, me procuraram,
né? Foi por o André, eu conheci o irmão do André, o irmão do André quis fazer um software e aí eu mandei um áudio para ele, o André ouviu de orelha assim, gostou do que eu falei, ficou com aquilo na cabeça. Aí o Jeffrey procurou o André, daí falou: "Cara, eu acho que tem esse cara aqui que pode te ajudar". E aí o Jeffre entrou em contato comigo e a gente começou. Então, nesse Caso, especificamente da APX, foram eles que me procuraram, né? Porém, eh, o fato de você ter experiência te ajuda a capturar a
ideia muito rápido, né? A entender assim, beleza, já entendi o que você quer, né? Deixa comigo. Basicamente foi assim. Então, na parte técnica eu consegui capturar muito rápido, né? >> Mas para começar, por exemplo, ah, eu quero tentar entender alguma dor no mercado aí, né? Quando a gente fala em Dor, alguma dificuldade que algum setor do mercado esteja passando, vale começar, por exemplo, ah, vou ver o que, com o que que a minha mãe trabalha, com que que o meu pai trabalha, o que que meus padrinhos trabalham e questionar, fazer dar uma aqui de repórter
de Rúbia, né, na TV, questionando, perguntando o que que precisa para melhorar lá os processos no teu trabalho, essas entrevistas, essas conversas ajudam, Thaago, >> para quem tá começando, para quem tá começando, pensando, eu acho que você pode ter uma certeza, você vai errar, né? Você vai fazer errado. Até quando você tá com bastante tempo de trabalho, você também vai errar. Então, foi o que até a Vanessa comentou, você tem que errar rápido, né? >> Então, sempre o que eu falo é como você tá começando, veja se o seu pai não trabalha com alguma coisa,
você pode desenvolver, mesmo que você vai jogar Fora depois, porque isso vai te dar, né, construir coisas pequenas para depois construir coisas maiores, né? Então, sempre começa com que tem sua volta. O próprio Gabriel comentou, né? Se tem uma coceira, coça ela, né? Então começa com uma coisa pequeninha, você vai errar rápido, você vai fazer dali a seis meses, você vai odiar aquele código, faria totalmente diferente, mas é assim mesmo. Vai, eu estou há 20 anos e sempre tô odiando meu código anterior. >> Sim. Eu quero perguntar pro Gabriel sobre investimento também financeiro. Deixa eu
só ver com a nossa produção aqui. A gente tem perguntas já no chat, tem daqui a pou no WhatsApp. Tem daqui a pouquinho a gente vou passar o microfone para vocês lerem aí porque gente, tô sem óculos. Esqueci dos óculos e a idade que já tá pegando. Ã, essa é uma das poucas carreiras que existe, claro, dedicação, empenho, horas, né, foco, como a gente falou, concentração, mas não exige muito Investimento financeiro, né? A gente tem todo esse esse suporte, por exemplo, de um programa como esse do governo do estado, né? eh, que o Sená tá
executando, que é o SCTEC, um programa gratuito, gente, uma ótima oportunidade, né? Se fosse lá atrás, eu só imagino o valor disso, né? Eh, e assim, para começar tendo um computador já dá, né? Não precisa dispor de dinheiro. Então, assim, quem tem uma família que daqui a pouco não tenha uma renda, que pode Aplicar para isso, dá para para começar, dá para iniciar os estudos e trabalham em paralelo, Gabriel. >> Sim. Eh, tendo um Oi. Sim. Eh, tendo um computador e acesso à internet, você consegue. Eu já vi até, teve uma pessoa que ficou famosa
recentemente na internet, o pessoal da comunidade ajudou, ele programava no celular, ele tinha um celular, ele queria muito aprender a programar, ele Começou a programar no celular e daí o pessoal ajudou ele a comprar um computador, que ele não tinha condições na época. E mas assim, tendo um computador, tendo acesso à internet e bastante vontade, eu acho que dá para aprender muita coisa. E e como eu falei dos projetos ali, hoje em dia tem muita coisa que tu consegue colocar um projeto no ar até sem custo nenhum. assim, tu vai lá, coloca numa hospedagem que
é gratuita, tu coloca num banco de dados Que é gratuito. Eh, existem muitas empresas que apoiam também projetos de software, eh, que tão começando e tem planos que são gratuitos para tu iniciar ali, para tu colocar no ar algo para as pessoas usarem, sabe? >> Muito bom. Aplicativos, né, Vanessa? Também eu acho que essa galera jovem aí gosta muito, tá muito empolgada em criar aplicativos, né? Também é uma boa. >> Sim. E isso que o que o Gabriel falou foi faz muito sentido, porque eu quando Tava na minha fase de instrutora, a gente eh se
impressionou com a quantidade de pessoas programando com celular. Então assim, o investimento ainda mais baixo possível. Acesso à internet. Hoje em dia a gente tem muita eh acessos públicos em ambientes eh ambientes públicos também. a gente consegue, se você não tem uma internet em casa, você consegue ir em algum lugar, até shopping center e eh com o Seu próprio celular você consegue iniciar seus estudos e, né, os estudos não necessários. Importante, viu? Eh, e e é assim, é bem importante você escrever um código, entender todo esse processo, como eu falei até na palestra, né, de
tipo, ah, que qual é a ideia, como é que eu crio, como é que eu faço, como é que eu lanço ela, mas não necessariamente você vai trabalhar como programador. >> Dentro de da da área de tecnologia tem Inúmeras profissões, inúmeras. Até comentei, né, na palestra, tem temos analista de qualidade, temos analista de negócios, temos product, temos Scroll Master, gerente de projeto, >> o tempo ela a pessoa vai se encaixando, né? >> E aí é importante sim ela conhecer esse processo, vivenciar pelo menos algumas vezes, mas aí ela vai entendendo qual que ela vai se
desenvolvendo melhor com base naquilo que ela já tem, né? Porque Todas as pessoas, a gente tem que tentar buscar as nossas habilidades eh interpessoais e até nossas habilidades que não são estritamente técnicas pra gente conseguir usar elas a nosso favor. >> Eu ia te te perguntar exatamente isso sobre as habilidades, né? O Thiago falou ali no inglês, né? Durante a palestra. Eu já tinha questionado ele sobre isso, se é mito ou verdade que o inglês é essencial para quem quer seguir a carreira de tecnologia. Ele falou sim Que é importante, mas não é determinante, né,
Thaago? Eh, inclusive depois ele foi se aperfeiçoar fora do país. Agora precisa ter uma habilidade técnica de verdade, assim, a pessoa sentir que eu levo o jeito paraa coisa pode ter uma grande descoberta aí ao longo do caminho. Vanessa, >> eu acho que você não precisa nascer com aquele dom, ah, que nem a gente fala, olha, a pessoa nasceu com o dom, cara. Isso aí a gente vai desenvolvendo. Tudo Que a gente precisa para trabalhar com tecnologia é desenvolvido durante o fazer, né? Então você eh vai utilizando aquilo que você já tem, como ah, eu
gosto de descobrir, eu sou uma pessoa muito curiosa, eu gosto muito de fuçar nas coisas, saber como é que as coisas funcionam por baixo dos panos. Então são outros tipos de habilidades que a gente nem percebe que a gente tem ou eu sou muito criativa. Isso tudo ajuda a gente eh a facilita eh a gente a Conseguir ter mais eh sucesso assim, digamos, nossos estudos e depois da nossa carreira, né? >> Eu sei que também tem gente aí esperando para que os nossos painelistas aqui falem sobre valores, salários, honorários e tudo mais. A gente já
vai chegar nessa parte. Mas olha só, tem aqui uma pergunta do Marcel. Com o advento da IA, quais as perspectivas para o mercado de trabalho? Ela vem como uma ferramenta ou ameaça? Obrigada aqui O Marcelo de Canoinhas. Obrigada pela participação, Marcelo. Que que vocês acham, meninos, com advento da IA? Quais são as perspectivas agora pro mercado? Ela é ameaça ou >> eu acho maravilhosa. Eh, sempre quando há uma mudança, os melhores que se adaptam são os que ganham mais, ganh mais, né? Então assim, quando você mexe as coisas, quem entende melhor o jogo consegue beber
água limpa mais rápido, Depois fica mais demorado. Então eu acho que é uma baita de uma oportunidade, não é uma ameaça. É uma ameaça se você eh aprendeu daquele jeito e não quer mudar, aí vai realmente você vai ser tirado do jogo. Mas eu encaro como uma oportunidade. >> É, eu eu vejo assim como um novo paradigma, né? A gente, a linguagem de programação quando ela começou, ela era feita lá com eh switches que as pessoas apertavam em computadores gigantes e daí Um dia alguém inventou orientação objeto e daí todo mundo falou: "Nossa, e agora
acabou o trabalho do apertador de botões". Eh, e agora chegou aí, ah, eu acho que vai se reinventar, eu acho que vai mudar a forma como a gente programa. Já mudou muita coisa assim, tipo, pô, do ano passado para esse ano, acabou, assim, mudou totalmente a forma como eu programo e tá todo mundo falando sobre a nova forma de programar, mas eu acho que sempre é importante entender eh o Básico, entender os fundamentos da programação, né? Porque só assim tu vai conseguir entender o que que a Iá tá fazendo e falar para ela fazer o
certo, né, ou o errado. E eu tá até tava comentando com o Thiago na viagem, eu acho que vai mudar um pouco assim a forma. Eu acho que vai existir muitos sistemas pequenos em várias empresas criando o seu próprio sistema, talvez ao invés de existir um grande que tenha muita gente usando. >> Eh, e daí os desenvolvedores vão ter que trabalhar nessa empresa, na farmácia X, na no consultório Y, porque meio que vai ter que ter manutenção nesses sistemas, né? Vai ter que desenvolver mais coisas. Eu acho que vai mudar assim um pouco o jogo,
vai voltar a ser o que era antes, na verdade, né? O grande o grande hold back, igual falam, vai voltar tudo a ser como era antes. Enfim, >> eu gostaria de adicionar mais também que o programador Às vezes tem a tendência de achar que ele é pago para escrever código, né? Ele é pago, na verdade, para resolver um problema, né? Então o software, o objetivo do software é fazer com que o hardware se comporte de uma maneira que a gente espera que ele se comporte e para isso você escreve código. Então isso não mudou mesmo,
resolver problemas ainda não mudou. Eh, fazer com que eu tenha algo, algum software que faça com que eu resolva determinado problema, Isso não mudou. A forma como eu vou fazer isso mudou, né? Mas se eu sou a pessoa que sabe abordar um problema, eh, entendo que o meu papel é resolver problemas, eu vou usar IA para resolver o problema de maneira mais rápida. >> Olha só, tenho aqui o Robson Eduardo, ele perguntou para você, se vocês fossem iniciar a caminhada hoje, qual é a linha que vocês traçariam, Vanessa? Olha, tem muitas perguntas, o pessoal tá
participando mesmo. Eh, essa é uma Pergunta bem importante, porque hoje a gente tem tudo muito estruturado e é difícil a gente conseguir escolher. Eu vejo muita gente me pergunta: "Nossa, mas tem a IA, mas tem o código, não sei quê, por onde eu vou?" Olha, eu sempre falo, vamos pro básico, vamos voltar pro básico. O que que eu O que que eu escolheria? Hoje todos os nossos aplicativos são baseados em web. Que que é o web? É você abrir lá o navegador. Em vez de um Aplicativo, né, mesmo que você instala pela App Store, você
abre um site e você acessa lá http/uite, meu google.com, não sei quê, site aqui da, né, do do evento. Como que eu construo um site, né? Como que eu faço? Eu começaria por esse início que é o mais simples de todos, na minha opinião, foi por onde eu comecei. Eu não não começaria diferente de onde eu comecei, porque eu acho que foi muito importante e aí eu vou adicionando um Pouco mais. E se agora eu quiser fazer tal coisa? E então assim, falando até um pouco do como foi o meu início, né? E até que
nem a gente, o pessoal já falou aqui, né? Ah, eu comecei fazendo o site, primeiro site do da minha época, eu tinha 12, 13 anos, o site do meu anime favorito. Esse foi meu primeiro site do meu anime favorito. Depois, eh, eu queria fazer, eu queria saber mais como que eu faço um site melhor, mais bonito, mais interessante. E aí eu perguntei pro Meu pai se ele podia pagar para mim um curso, era um curso até do Senac, e se ele podia pagar um curso de web design para mim para eu fazer o site da
empresa dele. Então também é uma ideia. Daí eu aprendi como faz um site do início ao fim. Depois eu pensei: "E se o site tiver um formulário de contato, como é que eu faço?" E aí eu aprendi linguagem de programação e aí eu fui indo, sabe? E se não sei quê, e se e aí eu fui entender. Então assim, não >> mente inquieta, né? É questionando precisa disso, né? Questionar cada vez mais. E hoje a Vanessa é líder >> de tecnologia em uma das principais instituições financeiras do país. A gente mora em São Paulo, super
bem sucedida. >> Obrigada. >> Que bom. Muito bem. Ah, quero responder, depois eu vou perguntar da parte financeira, Gabriel. É, então eu acho que que a Vanessa falou Bem bem certo assim, eh, começar ali pela pelo HTML, o CSS, né, você já consegue ter alguns resultados e colocar alguma coisa no ar, né, depois você vai implementando coisas novas. Talvez uma outra linguagem de programação que tá bastante em alta agora com IA é o Python, né, que a maioria das linguagens de programação, análise de dados, essas coisas, usa o Pythonade. >> Então, ele é bastante usado
em empresas para resolver problemas de de Estruturação de dados, de criação de inteligência artificial. Essa é uma linguagem que tá bastante em alta, assim, sempre é a topa, preferida dos desenvolvedores. E obviamente o JavaScript, que é o JavaScript basicamente é a linguagem de programação que roda em qualquer navegador. Então ela é global, assim, todo desenvolvedor sabe um pouco de JavaScript, mesmo que não trabalhe com JavaScript, ele sabe um pouco de JavaScript. Eu acho que indo Para um termos mais técnicos assim, eu acho que eu começaria por isso, assim. >> Uhum. Ô Thaago, eu vou te
deixar agora com a com a turma dos 40 mais que talvez tenham tido um contato muito distante com a tecnologia, estejam se adaptando ainda, né, nessa nova era da tecnologia. Como é que eles recomeçam agora do nada do zero? >> Com certeza. Eh, quando você tem mais idade, embora eu ainda não tenho 40, tô com 39. Eh, >> depois eu vou olhar a identidade dele, gente. >> Mas com certeza eu eu já presenciei pessoas eh com mais de 40 mudando de carreira, né? Vindo paraa área de tecnologia. Então, certamente tem dificuldade. É uma questão fisiológica,
o cérebro já tá muito bem conectado, já provavelmente com a profissão dela e ela vai ter um pouco mais de dificuldade, não significa que é impossível. Então, eh, para essas pessoas eu usaria mais a IA para fazer analogias. Então, imagina que eu sou um profissional na área de repórter, por exemplo. Eh, então, como que eu faço? Eu sou um repórter, me ensine a programar. Quais são os termos? Faça analogias. Ah, eu sou agora um profissional de bibliotecária. Ah, imagina que o banco de dados é a prateleira, entendeu? O a IA vai ajudar a fazer essas
analogias pro cérebro conseguir conectar os conceitos, né? Então, por isso que eu digo que é Maravilhoso essa época, né? E você consegue e ela consegue te ajudar a fazer esses paralelos. >> Pum. Tem uma coisa que uma pessoa falou para mim num evento sobre pessoas com mais idade, que já tem experiência em outra área, que essas pessoas geralmente elas têm a, porque tem a hard skill, né, quer saber programar, tem a soft skill que é saber lidar com pessoas. >> Sim. Essas pessoas elas têm a soft skill muito mais desenvolvida do que um jovem. >>
Dúvida, sem dúvida. >> Então acaba que essas pessoas geralmente depois que elas aprendem elas crescem muito mais rápido na empresa, porque geralmente >> ajudam, né, as demais também, né? >> Geralmente elas podem pegar um cargo de liderança mais rápido em do tr anos, porque ela já sabe lidar com pessoas, sabe resolver isso. Então tem esse esse esse ponto positivo, né? >> E cada um tem uma experiência de vida. Eu particularmente nunca vi etarismo nessa área. Então, por exemplo, ah, esse cara tá muito velho pr pr para trabalhar aqui nessa empresa. Na verdade, os cabelo branco,
os programadores de cabelo branco são mais respeitados ainda, né? Então, >> eu sou uma prova disso. Entrevisto pessoas da área de tecnologia diariamente. É incrível assim a a diversidade, sabe? É muito legal essa Troca assim de equipes, né? E outra coisa bacana também, eu tava ouvindo vocês aqui falarem, cada um com a sua experiência, né? o seu início diferente, mas se a gente parar para pensar, né, eh, existe realmente muita oportunidade para que essas pessoas que estão começando agora em 2026, né, ingressarem nessa área, elas possam se tornar sócios de empresas que já estão no
mercado, né? Toda empresa precisa de um programador, né? E aí tem um outro cara que é técnico Daquela área, por exemplo, área da saúde, ele é médico, ele vai precisar de um programador, aí entra lá como sócio, já entra com meio caminho andado, né, gente? É muito mais fácil, né? Acho muito interessante essa oportunidade que o nosso mercado oferece, né? E outra coisa também é que antigamente se falava: "Ah, precisa ir para grande centro, São Paulo, Rio de Janeiro, para se dar bem na vida, ganhar mais. Quantas pessoas já estão trabalhando de Santa Catarina para
vários países? Quantos programadores, né? O Thago foi para lá, né? Mas enfim, tem muita gente, inclusive no meu prédio, tem gente que trabalha daqui de casa remoto, numa boa, consegue ter contato com os filhos, com a família e ganhando super bem. Então são infinitas oportunidades, né, Vanessa? Sim, isso é verdade. Eh, dentro da área de tecnologia você pode escolher seu um pouco mais seu estilo de vida muitas vezes, né? E e esse essa questão Que você falou também ali da da idade, isso eu passei eh e evidenciei muitas pessoas que fizeram esse transição de carreira,
principalmente na época que eu tava ali na parte de ensino também. Então, pessoas que eh vieram da biologia para se se tornar programadores, pessoas que vieram da nutrição para se tornar programadores, da área da música para se tornar programadores, depois já de formação, de de terem atuados nas suas áreas de formação inicial por muitos Anos, né? Inclusive eu tive um aluno que ele era dentista e ele deixou de ser dentista para se tornar programador. E realmente é, eu testemunhei isso que acontece. as pessoas têm as soft skills, né, a questão de de lidar com as
pessoas, a maturidade, a comunicação muito mais desenvolvida. Então, abre a a área de tecnologia abre um leque de de estilos de vida, de oportunidades, de repensar muito interessante >> e de ajudar as famílias, porque eu tenho Certeza que muitas pessoas eh se inscreveram aqui no SCTEC também para mudar a realidade delas e da família. Thago, ã, como é que foi assim para você essa essa mudança, né? Porque você falava para mim que não se imaginava, não imaginava chegar aonde você chegou hoje, né? Começou novo também, pequeno e hoje como é que se enxerga? Como é
que olha lá para trás pra gente poder trazer essa mensagem para esses jovens, para essa turma toda que tá aí? Isso é bem Legal, porque eh o bairro eu eu nasci em Joinville, morei num bairro bem eh não de muita condição, bairro normal, escola pública também, tudo. >> Ah, até eu e minha namorada na época andava, levava ela no no banco da bicicleta, né? Era assim que a gente se locomovia. Hoje ela é minha esposa, né? Já quase com 19 anos casado já. Então assim, eh, cara, eu achava que eu ia Trabalhar numa grande indústria
lá às 8 horas, jogar meu futebolzinho, enfim, a vida que a gente achava que sempre ia ter. Jamais imaginava poder ir pra Disney, jamais imaginava viajar para fora, era algo realmente fora assim. coisas que a programação >> que abriu portas, porque, né, te dá essa essa oportunidade de você ser bem remunerado por ser um conhecimento escasso até então, muito escasso. E o que é escasso >> tem valor, >> dá valor, né? Então, deu essa essa oportunidade. >> Eu vou deixar aberto para vocês aqui porque não sei exatamente quem pode falar melhor sobre isso, mas eh
eu acho que é importante a gente também contextualizar essa questão financeira, né? Porque muitas vezes a pessoa acha: "Ah, a área da tecnologia paga bem, já de início vou ganhar tantos mil", né? Para tudo na vida precisa de um tempo, Crescimento com calma, né? Dedicação, né? Vanessa, se alcança um objetivo, mas é com calma, né? Não é da noite pro dia, né? >> Sim. Não é na ganhar numa loteria. >> Exato, né? >> Saber programar, fazer o nosso primeiro rel esse crescimento, né? Só o fato de saber que você pode chegar lá. Tem três exemplos
para isso. Já >> uma transição de carreira precisa ser muito bem estruturado, assim, não dá Para tipo largar tudo, você tem uma receita e do nada começar a estudar. Você tem que começar a estudar e conviver com a sua carreira atual e fazer uma uma transição bem estruturada, né? senão pode ser meio complicado porque sim, quem tá aprendendo, assim como a maioria das profissões, dependendo das empresas, maior parte das empresas pagam salário de aprendiz, de iniciante, né? E aí varia muito assim, >> isso parte de quanto mais ou menos? >> Ah, depende muito porque assim,
eh, tem estágio e aí o estágio às vezes depende da carga horária, pode, geralmente é baseado no salário mínimo, né, estágio e tudo mais. Mas comparado com outras profissões, ainda assim, se eu não me engano, a a empresa onde eu trabalho, o estágio paga por volta de R$ 3.000, né, com mais benefícios. Eh, mas é em São Paulo. Uhum. >> Então, aqui em Santa Catarina, não sei se como é que tá, mas assim, para um Estágio é um valor bom. Sem dúvida, quem tá nos assistindo já ouviu falar que os salários chegam a R$ 20.000,
30.000, 40.000, quando é para fora do país. E sim, isso é verdade. Eu eu convivo com as pessoas dessa área e costumam eh perguntar também, né? E eu sei que é verdade, mas qual é a experiência que tu tens, Gabriel? >> É, a gente fez uma pesquisa inclusive na Codic e perguntou o salário das pessoas, assim, é muito abrangente assim, tem Gente que ganha mais de R$ 100.000 R$ 1000 trabalhando para fora. Mas eu diria que uma média assim, um junior, eh, desenvolvedor júnior, que é o primeiro emprego, deve ganhar em torno de R$ 5.000
por mês. >> Quanto mais especializações, mais ganha, né? >> É, depende muito da empresa, né? Tem empresa menor que vai pagar menos, mas é, tá nessa média assim, um pleno, eu acredito que chega entre 10, 8, 10.000 E um sior já vai para uns 15, dependendo do da cidade que você tá, do para qual empresa você tá trabalhando. E obviamente nos Estados Unidos você consegue um emprego para Dev Júnior ganhando $.000 daí, né, que daí já é R$ 25.000. Então, é que é que daí é muito mais complexo de conseguir esse emprego, tem que saber
falar inglês, tem que eh fazer entrevista técnica bem mais difícil do que aqui. Enfim, mas eh eu acho que cai Assim nesse nesse nível assim. Olha só que bacana essa mensagem aqui. Mr. Edu Solon, estou com 68 anos, formado pelo SENAI em química, trabalhando como representante e buscando migrar paraa área da tecnologia. >> Legal, né? Tem inúmeros casos aqui que a gente vai contando, né, ao longo desses três dias, desses três eventos. Muito bacana. Olha, a gente tem aqui, deixa eu ver quanto tempo, 7 minutos. E eu, como gosto de coisas práticas, eu gostaria De,
nesse restante que vocês pudessem trazer dicas práticas para ajudar essa turma. Além de tudo que vocês falaram, tem algum ponto especial que tu leva pra vida, Vanessa, assim de tudo isso aqui não pode falar faltar. Você falou muito em confiança, né? Eu acho que essa parte é muito importante. Sem a gente confiar em nós mesmos, não acontece nada, né? Tem que para dar o primeiro passo, tu tem que acreditar em quem? Em você, né? E aí não precisa alguém te falar alguma Coisa, por exemplo, ah, um incentivo do pai, da mãe, da avó, da tia,
não sei o quê, não tá? A oportunidade tá aqui, por exemplo, o curso tá aqui, o SCTEC tá aqui. A pessoa tem que dar o primeiro passo, né? Tem que partir dela. Sim. Tem que o interesse tem que ser genuíno, tem que ser e você tem que encontrar mesmo esse esse lugar de de querer dentro aqui dessa desses conteúdos todos que a gente apresenta. É, nem eu falei, é um campo Muito vasto, a gente pode explorar várias áreas, não necessariamente você ser um programador e fica lá digitando código. >> Inclusive são muitos métodos, né, Cris,
que vai ter, vão ter aí ao longo, né, de todo o projeto. Quanto tempo o projeto, Cris? um ano vai rodando. Então assim, daqui a pouco tudo a gente aprende, né? Tudo a gente absorve aí de conhecimento. Então, ah, lá no meio do caminho não era isso Exatamente que eu queria, mas eu aprendi outra coisa que vai me ajudar, né? E assim a gente vai. >> Sim. Sim. E e assim, tem muitas questões interessantes que a gente tem que se avaliar durante esse processo, né? Terciência com o seu processo de aprendizado. Muita paciência, porque a
gente tá numa sociedade, numa época muito imediatista. que durar 15 segundos, 30 segundos e às vezes a gente não consegue lidar com Essa frustração do imediatismo. Que nem eu falei, a gente vai se a gente vai passar por muita situação de dificuldade. Então assim, busque ajuda, >> busque ajuda, não tenha medo de perguntar, porque assim, fazer perguntas também é uma habilidade que a gente tem que desenvolver quando a gente se torna programador, programadora ou enfim, ou de qualquer área correlata que envolve desenvolver um aplicativo. Então, a gente tem que saber entender e o que que
Tá acontecendo aqui, né? Então, para eu conseguir entender como é que eu elaboro as perguntas certas para pedir ajuda ou como que eu começo a elaborar, conversa com com o chat EPT ali, conversa com uma IA para começar a te ajudar, mas não descarte as interações humanas porque elas são muito importantes eh também para nos reafirmar essa confiança. E tem a questão da saúde mental. Tem uma questão muito, muito importante de saúde mental que a gente precisa se observar, Que é a questão do síndrome do impostor ou da impostora que nunca para de surgir da
gente pensar que a gente é o impostor. Isso é muito sério, sabe? Porque a gente fica toda hora se sentindo que a gente não é o bolo suficiente, que a gente Mas as tecnologias não param de surgir, sempre tem coisa nova. Até o Thiago comentou: "Pô, IA é novidade para todo mundo, sabe? Então assim, tá tudo bem a gente não saber alguma coisa. Então Assim, calma, vai tendo esse aprendizado, esse processo com muita calma, com muita leveza, vai traçando objetivos individuais pequenos, né, e vai conferindo eles, olha que eu não sabia fazer, agora eu já
consigo, né? Eh, e promova assim que nem essa o a a conferência Cicon que o que o que o que que o eh Gabriel fez, perdão, que o Gabriel fez. Eh, esse tipo de coisa é uma coisa que eu amo. Eu vou em conferências desde o início da minha Carreira. As primeiras eu ia na faculdade aqui em Florianópolis e eu fui em algumas também na época que eu tava na faculdade. Então assim, eh essas conferências são muito legais para você conhecer pessoas como você, você >> sair da frente da tela, né? Deixa o mundo também
real ali, né? >> Então nossa, eu eu recomendo demais, >> pessoal. A gente tá com três minutinhos ainda. Deixa eu só avisar quem tá aí ligado com a gente que amanhã nós temos Muito mais. Depois de amanhã também eu tenho aqui muitas perguntas. Tem de do Games Molder 12, não sei se é exatamente esse o nome, mas ele tem 14 anos, quer trabalhar nos Estados Unidos, fez algumas perguntas e tem inúmeras outras que a gente vai respondendo, tá? Amanhã, então não se preocupem, desde que vocês estejam estejam aqui novamente às 7 da noite, Gabriel, pra
gente encerrar. Eu ia, eu ia comentar que a área de programação, desde que ela foi criada, Assim, ela sempre teve muita comunidade envolvida, sempre teve muita criação em conjunto, assim, se tu pegar a história da programação, tipo, as pessoas elas criaram muitas coisas trocando ideia. O o método ágil que a Vanessa comentou foi criada por vários desenvolvedores que se juntaram, vamos fazer alguma coisa. Então existe muita comunidade, tem comunidade para mulheres na programação, tem comunidade para mulheres de Python na programação, tem comunidade do PHP, Tem comunidade de JavaScript. >> Não, e olha que fácil, né?
Bota lá na Iala, já te diz onde, como, por telefone, endereço, tem muito evento, a galera se troca ideia pelo WhatsApp. Então eu acho que é muito massa isso, participar de comunidade também porque igual ela falou, vai encontrar pessoas que estão igual a você assim, néago? a tua dica de ouro, querido. Olha só, pessoal, tenho dois recadinhos bem importantes, tá? Não me abandonem, Fiquem mais 5co minutinhos aí comigo. >> A minha dica de ouro é: se você é júnior, tá começando e puder, porque isso depende muito da localização, não comece remoto, porque o presencial faz
toda a diferença quando você tá aprendendo com um sior ali no teu ombro falando que você tem que fazer, você vai perder muito tempo, júnior remoto. Então, sendo prático, eu daria esse conselho. na sua cidade você tem uma empresa que você possa ir eh tem tira Toda aquela parte que a gente já sabe do problema, escolha trabalhar no escritório, porque você vai aprender muito mais rápido. >> Legal, muitíssimo obrigada pela contribuição de vocês três. Riquíssima aqui nesse primeiro dia do SCTEC. Obrigada, Thago. Obrigada, Gabriel. Prazer, viu, Vanessa? >> Obada. Nós estamos nos aproximando do final
deste evento, um dia repleto de insites para dar o primeiro passo na Carreira tec. Olha só, para isso acontecer, nós estamos liberando o diagnóstico de carreira, que foi pensado para quem quer avançar no programa SCTEC. Você vai acessar agora o Qcode que está aparecendo aqui na tela e fazer então o diagnóstico de carreira do SCTEC, tá? O diagnóstico foi elaborado para te ajudar na descoberta da área tecnológica da sua preferência e potencializar ainda mais o seu talento. Será a partir deste diagnóstico que os Participantes serão direcionados às trilhas do programa. Então é importante, viu? O
governo de Santa Catarina está oferecendo vagas gratuitas para todos os participantes. E o outro recado importante é que nós teremos a emissão de uma declaração de participação. Então, com a declaração da etapa despertar, você sai na frente e com ela vai aumentar as chances de conquistar a sua vaga nas próximas etapas do Carreira Tec, a maior jornada de formação do SCTEC. Mais detalhes está aí no nosso edital. Acesse o Qcode divulgado no chat e peça a sua declaração agora mesmo. Assim eu encerro esta noite agradecendo a sua companhia e espero todos vocês novamente. Chame os
amigos ainda dá tempo de se inscreverem. Aproveite a oportunidade. Até amanhã, gente. Bom descanso. Tchau, tchau. Obrigada. เฮ เฮ