Olá, terraquos, como é que vocês estão? Eu sou Rogério Vila, tá começando mais um Inteligência Limitado, o programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala. sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais eh conspiratória do que a minha, do que a sua. >> Poxa, com certeza, >> né? Vamos falar das elites, vamos falar de tudo hoje. Ô, >> ô, Romer, você, sua vida conspira para o quê, >> rapaz? Conspira para tanta coisa. >> Para o fracasso. A minha, a minha conspira para o fracasso,
>> para apanhar a mulher, >> principalmente uma semana. Minha vida é um fracasso. Eu eu eu vivo uma vida de casado, mesmo não sendo. Fico em casa, assisto série, Peço comida em casa. >> Caramba, você não quer trocar comigo não? >> Você quer ir pra rua? Você quer ir pr para c? Você >> já viu? >> Agora você fica em casa, não fica? >> Eu fico. >> Então, >> então, >> então é a mesma vida, pô. Como que eu vou trocar para ter a mesma vida? >> Você tem cachorro? >> Não, tenho duas gatas. >>
Duas gatinhas. >> Duas gatinhas. Me agarram o tempo todo. É a Mel e a Minnie. Mel e mini >> é me agarram, fico miando se eu não tô perto. >> Enche de pelo, cara. Vim para cá de camiseta preta é daquele jeito, cara. Vem. >> E o pessoal que tem gato em casa ou cachorro e quer participar dessa live Maravilhosa, >> hoje é uma live especial, dedicada para pessoas especiais, que são os nossos membros. Se você ainda não é membro, você tá panguando, cara, que os nossos membros eles tm eles têm uma vantagem, né, de
saber quem vem aqui com antecedência e enviar sua pergunta com antecipação. >> Pois é. manda antes porque tem agenda antes. E eu antes de falar com o nosso convidado especial que barra dono do do Podcast, né, quero falar com você que a Ins é nossa parceirona aí tá 24 horas por dia pensando em você, seja no treino da manhã, reunião da tarde ou restaurante de noite, funciona para qualquer hora. As roupaças da Insider, como essa camiseta tecnológica, cueca, cueca, meia, calça, tudo, tudo. Link na descrição que recode na tela. É isso aí. >> É, vamos
pro, bora pro papo então. >> Bora que tem bastante coisa para contar. >> Fechou? >> E, né, estamos aqui com o dono do canal. >> Pois é, >> já pediram para ele fazer, vamos fazer isso um dia. Ele abriu o programa. >> É verdade. >> E falaram assim, ele fazer a abertura e me apresentar como convidado. >> Olha, é uma boa ideia. >> Quiser eu faço a simulação agora. >> Então vamos lá. Já começa aqui. >> Aqui na câmera aqui. Olá, pessoal. Tudo bem? Eu sou Daniel Lopes. Esse aqui é o Programa Ligando os Pontos
e hoje a gente tem um convidado especialíssimo que é o Rogério Vilela. Seja bem-vindo aqui no nosso programa. Poxa, que maravilha. Obrigado. Eu sei que sua agenda muito complexa, né? Deslocamento muito grande você chegar até aqui, né? Muito longe da tua casa aí, né? Né? Teu quarto até aqui alguns metros, né? É. >> Pegou muito trânsito aí, né? >> Peguei um trânsito absurdo de puts, cara. Homer tava passando, né? Homer Passando. Te atrapalhou, né? >> Viu? Então, >> ah, já que Mas se apresenta direito, então, pro pessoal lá. >> Bora. Fala, pessoal. Sou Daniel Lopes,
então jornalista aqui, né? Eu eu comecei como um analista geopolítico, né? Mas depois virei analista de sal grosso, curupira, mula sem cabeça, né? No início eu ficava preocupado, falava: "Eu não vou tratar desses temas", mas aqui não tem tempo ruim não, meus amigos. O que Tiver que tratar a gente trata. Seja moda, culinária, nanismo, qualquer coisa a gente tá tratando aqui, ligando sempre os pontos. Então, tem o meu canal no YouTube também, que é Daniel Lopes com Z. Tô sempre ao vivo de segunda a sexta ao meio-dia. E tem a Arca também, Vilela sempre dá
uma moral aqui. A Arca é nosso grupo de estudos ali, onde a gente aprofunda os temas mais estranhos. Eu costumo dizer, Vilela, que no vídeo aberto no YouTube eu falo sobre a Primeira parte do ciclo UDA. Ciclo UDA é observar, se orientar, decidir e agir. Na parte aberta eu falo sobre o observar e se orientar. Agora pros meus alunos ali na arca eu falo sobre como decidir e como agir, principalmente agora com esse mundo estranho aí, 2026. Tá chegando. >> Pois é, tem muita coisa chegando. Muita coisa. na descrição e QR code na tela. Tá
na tela? >> Tá na tela. >> Então, já que tá na tela, vamos aí ao Assunto. Podemos começar? >> Bora, podemos começar. >> O programa é seu. >> Bora. Demorou. Partiu. >> Eu pergunto se podemos começar. É ele que tem que falar, né, com Então vamos lá. Cara, acontecendo muita coisa aí. Cada semana o mundo move e e o e como o tema é geopolítica, eu queria entender primeiro o que é geopolítica, né? Porque o conceito de geopolítica É ele ele ele tem a ver com coisas geográficas misturados com política. O que que é isso?
Professor Rock já explicou muito isso, mas é legal pessoar entender aqui. >> Claro. É, faça. Ele fez uma explicação paulista, eu faço uma carioca, né? A gente dá uma jinga, faz um drible aqui, faz o gol de eh o goleiro fazendo gol, né? Tipo Valderrama. Então, eh a gente estuda geografia, tem a geografia física, você vai estudar, né, os tipos De vegetações e tal, né, a geografia mais propriamente dita. Lembrando que geografia também é um tem uma etimologia interessante, né? Gel é terra. Grafia vem de escrever, né? >> Então, geografia significa desenhar na Terra, né?
A gente poderia dizer assim, né? Então, geografia significa você separar os territórios e como esses territórios interagem um com uns com os outros, né? É claro que é muito diferente você pensar geografia antes de Terem os países que tem hoje e pensar nos impérios antigos, né, civilizacionais como China e tal. Então, a geografia, ela tem a geografia física, que é essa que a gente estuda no colégio, mas ela tem a geografia política, que a gente estuda no colégio também. Então, a geopolítica é a geografia política. É como os recursos naturais, as terras e as rotas
comerciais e marítimas, elas influenciam nesse jogo de poder entre as nações. Só Que eh o a grande questão é que não existe uma só linha da geopolítica. Existem várias linhas, né? Pelo menos três linhas. A gente tem uma linha clássica, né? que é uma linha que pensa assim, os estados, os países, eles tomam decisões racionais basead naquilo que é melhor pros seus interesses e paraa sua proteção e paraa sua população. Esse é esse é o a linha clássica da geopolítica. Tem uma linha que é a linha crítica ou estruturalista que vai dizer Que não, que
as decisões não são racionais porque o ser humano não é eminentemente racional nem tão eh previsível como a gente imaginava. Então essa linha ela é mais eh abundante na academia, nos estudos acadêmicos, do que na nas análises geopolíticas do dia a dia que a gente vê. E tem uma linha mais contemporânea que é híbrida, né, que ela mistura o clássico com esse po eh com esse estruturalista, que ao mesmo tempo uma hora ela vai abordar os países como Sendo eh tomadores de decisões racionais. Outra hora ela vai falar: "Não, mas existem vários outros elementos dentro
de como os países eh tomam as suas decisões." Não existe só o Estado nação, existem ONGs, existem grupos eh não governamentais, existem forças paralelas que atuam na sociedade. Então, eh foi daí que eu comecei a pensar sobre, tô muito tempo já pensando nesse tema, né? Por isso que a gente propôs o tema de hoje, o fim da Geopolítica. Eu eu me inspiro nesse tema lembrando de um livro clássico da da geopolítica, que é o fim da história do do Francis Fukuama, né, que o título completo é O fim da história e o Último homem. É
que ele é >> 1992. Pós pós-guerra Fria. >> É pós-guerra Fria. E Guerra Fria é um é um ponto, >> é o que é o que ele é o que ele defende que a com o término da da Guerra Fria >> da guerra >> acabou a história no em que sentido? E no sentido que a história, é claro que ele vai mais profundo. Vou dar uma primeira explicação. Naquele momento, você tinha o mundo dividido entre occidente capitalista e o Oriente eh socialista. Então você tinha Estados Unidos e União Soviética. E a história, tá aí o
a capinha do livro ali, capinha meio tenebrosa, né? Bem escurinha. Eh, a história ela era movida por essa disputa Ideológica. dois modelos ideológicos, dois modelos econômicos, ou seja, dois modos de produção. Então você tinha um Ocidente capitalista, o Oriente, oriente socialista, modo de produção capitalista, modo de produção socialista. Essa a história caminhava pela briga entre essas duas ideologias, >> essa essa fricção entre as duas coisas criava a história e >> criava a história, né? A a os grandes, >> mas ele ele não foi meio ingênuo, cara, De pensar que não ia aparecer outra coisa >>
professor de Harvard, mas foi meio burro, né? Porque a a China não dava sinais de que iria nessa época ainda era muito fraca, né? Era ela ela era irrelevante. >> Não, não é não é nem essa ideia. É porque a ideia dele é o seguinte, é que o melhor modelo era a democracia liberal. Então, segundo ele, >> as nações iriam tentar vários modelos Diferentes, iam chegar por caminhos distintos à conclusão, pô, a democracia liberal ou melhor mesmo, isso seria um movimento que todo mundo ia seguir até a China, porque >> ah, ele achava que a
China inclusive ia ia o regime ia cair, ia virar isso. >> Total, porque a gente tem que lembrar da doutrina Kissinger, né? Henry Kissner foi um dos maiores, né, expoentes dessa diplomacia internacional. E o Kissinger na época do presidente Nixon, ele montou Uma ideia que era a seguinte: eh, vamos frear o avanço da União Soviética fortalecendo a China. Então, nessa época, eh, em 1992, a gente ainda tá vivendo o resquíço dessa doutrina Kissindia, que vê a China não como concorrente, mas como um parceiro. Então, nesse cenário, a China tá jogando mais a favor do que
contra. Então, eh, China não era vista nesse momento como um perigo, era vista como um apoio. Na verdade, o que Trump tá fazendo hoje, a Galera tá falando que é Kissinger invertido, né? Invertido. >> Ah, eles falam, >> falam isso, né? Reverse Kissinger, né? Que os americanos citam. Por quê? Eh, enquanto eh, na época de Kissinger, a ideia era fortalecer a China para fazer frente com a União Soviética, agora é o contrário, se aproximar da Rússia para fazer frente com a China, né? Então hoje o Trump tá amigão do Putin, tentando ali tirar a China
de cena. Então Kissinger é invertido, né? Lembrando que Trump tinha um relacionamento muito bom com Henry Kissinger também, né? Então eh a ideia do fim da geopolítica, é claro que eu me inspiro aí no fim da história do Fukuyama e você para mim foi certeiro. Ele foi foi até meio que meio burro, né? Porque falou uns negócio, né? achar que a história ela ela vai se transformando e pode ter eh eh >> nuances, né? Surpresas. Ele achava que o Mundo ia ficando tudo meio morno assim, sem briga nem nada, porque todo mundo ia virar democracia
liberal. E só que aí ele fala, aí ele fala sobre o último homem, que é o subtítulo do livro, né? Ô, o próprio título, né? Eh, eh, Theend of >> Cara não escreveu mais nenhum livro eh fazendo >> bombando, não, continuando, cara. Agora você me pegou, não me recordo. >> Depois d uma busca no nome dele, vê se >> se ele falou: "É, pessoal, vou ter que atualizar aqui queer ficou meio chato da história. >> É, com certeza. É claro que todo pessoal progressista, né, a galera mais marxista tinha ódio dele, né, porque ele tava
meio que celebrando o fim do comunismo e que isso ia ia resolver os problemas da humanidade. Então ele ele, apesar de ser um acadêmico ali da Universidade de Harvard, ele ele era muito mal visto na academia, né? A galera tinha nojo do Fucunyama, mas assim, Fukuama mandou uma bolada na trave terrível, né? Falou um mon de grosélia, né? Se provou totalmente errado. Mas ele propõe essa ideia, né? O mundo, a história vive com base na tensão entre Estados Unidos e a União Soviética. União Soviética sai de cena, o mundo fica meio sem graça, fica meio
morno, né? Então assim, o ponto que ele analisa ali é a queda do muro de Berlim. A queda do mudo de Berlim teria sido eh o catalisador desse fim da História, porque é o sinal de que a União Soviética faliu, né? Eu não sei se a galera tem essa noção, que é uma história muito louca também, mas você pensa assim: "Pô, o Berlim é na Alemanha, o muro de Berlim tá na Alemanha. Que que isso tem a ver com a queda da União Soviética que é lá na na a Alemanha não fazia parte da União
Soviética? >> Não, não fazia Alemanha Ocidental, né? Agora a Alemanha oriental fazia. Porque Que aconteceu? >> Mundo mundo tá todo conectado, né? Não, a grande questão é a gente lembrar que ao contrário do talvez do do senso comum, na Segunda Guerra Mundial, na primeira também, né, Estados Unidos e União Sov e Rússia, né, na época União Soviética, só a partir de 1917, eram aliados, né, você vê ali, né, Stalin sentado junto com o presidente americano comemorando ali junto com o Churchill, né? Mas no começo da Segunda Guerra Mundial, se eu não me engano, teve um
acordo entre Alemanha e União Sovio, Ribentrov Molotov, né, que é o pacto de não agressão, >> que aliás a gente tem um programa com Thiago Braga só sobre isso aí. >> É, essa história é muito legal, contando na versão carioca, né, Estados Unidos. >> [ __ ] meu irmão, os caras chegaram lá, meteram, não vou vou vou contar rapidamente só pra galera entender. >> Não, mas conta com sotaque acarregado Que é engraçado. >> Quer quer que eu conte barra? >> É que eu não tenho tanto sotaque, mas eu vou dar vou dar uma forçada na
barra. Eh, Estados Unidos chegou pro Rita, ele falou: "Meu irmão, a parada é o seguinte. >> Estados Unidos, >> Estados Unidos, >> tô com problema sério para resolver aqui". Aí ele falou: "Meu irmão, olha só, qual é?" >> Eu acho legal a história sendo contada assim, velho. É o tipo que aí, >> meu irmão, tá de caô para cima de mim. Que história é essa? Tá querendo me ajuda para qu? Tu não gosta de mim, pô? Tu brigou comigo na Primeira Guerra Mundial? Vai vir de onda agora? >> Eu acho que todos os acordos tinham
que ser feitos por cariocas. Pô, quase que eu falei, eu eu tenho uma ideia de fazer um canal, cara, de história só contada assim, >> carioca. Muito bom. >> É, tem gente que odeia, né, mano? Tem gente que vai falar: "Pô, finalmente eu aprendi história". >> Pode crer. Não, mas e aí? Tá >> aí, cara. Estados Unidos chegam para pro Hitler e fala assim: "Cara, tô precisando da tua ajuda. Por quê? [ __ ] tem um cara aí que eu acho nojento, tá crescendo muito, que é o tal do Stalin com esse negócio de União
Soviética". Vamos fazer uma parada. se eu te der Dinheiro, equipamento e treinamento, tu arrebenta esse cara para mim? Falou: "Lógico, pode mandar". Então assim, Hitler, ele foi patrocinado por essa galera. Tem um artigo dos Estados Unidos, tem um artigo da revista do da do jornal eh The Guardian. Vê vê se acha aí depois. Ô Romer, eh, bota assim, The Guardian, né? Tô falando bem carioca. The Guard é como é que é o >> Guard, >> aquele treinador de futebol lá, fez o Como é que é? Santana. Joel Santana, >> não é Joel Santana. É, >>
abre aí, Homer. The Guardian, Jornal The Guardian, >> The front of the middle. Middle. >> Bota assim, é Bush Hitler, é power. Ah, se, se você não achar, eu falo mais coisa. O título é assim, como eh Press, Prescott Bush. PR Scott, como Prescott Bush ajudou Hitler a chegar ao poder. Pr Scott Bush, que é pai do buchão, vô do buchinho, ele era senador americano que Ajudou a esse pacto entre Estados Unidos e Alemanha para conter o avanço da União Soviética. Então, mandaram dinheiro para caramba, mandaram infraestrutura, várias empresas americanas botaram grana lá. Então, eh,
a Alemanha, ela foi patrocinada para fazer frente à União Soviética. Então, qual que foi a conversa? Adolfino, meu garoto, vou te dar grana. Ó lá, ó. Tá tudo nesse artigo, tá? How Bush grandfather helped Hitler Rise to P. Como é que o avô >> do Bush, avô do buchinho, né? Pai do buchão, Pr Scott Bush, ajudou o Hitler a chegar ao poder. >> A ideia era simples. Meu irmão, eu vou te dar dinheiro, arma, não sei quê, para você conter o avanço da União Soviética na Europa aí ele falou: "Tá ótimo". Aí ele falou: "Partiu".
Aí ele falou: "Vai lá, meu garoto, boa sorte". Quando o Hitler chegou na na Rússia, em vez dele arrebentar com a Rússia, ele falou: "Não, vamos fazer melhor, vamos fazer uma um acordo aqui, um pacto de não agressão". Tá dizendo, "Pô, irmão, não foi para isso que eu te patrocinei". >> Aí ele se volta contra o Ocidente, né? Foi o pacto, né? O Ribentrrof Molotov, né? Tinha, tinha que ser esse nome, né? Coquel de molotov veio bravo depois. Então, eh, a gente não pode esquecer que, eh, Estados Unidos e Rússia foram amigos na Primeira e
na Segunda Guerra Mundial, Estavam do mesmo lado. Então, quando termina a Segunda Guerra Mundial e o grande oponente era a Alemanha, a grande potência opositora ali, lembrando que o eixo era composto ali por Alemanha, Itália e Japão, quando a Alemanha é derrotada, os vencedores, nesse caso Estados Unidos e Rússia, dividem a capital Berlim entre eles. Aí você fala: "Como é?" Mas pera aí, Daniel, se Berlim tem só um muro assim, separando Berlim oriental de ocidental, é só tu contornar O muro. Então o muro não era só uma linha reta, tipo esse muro que o Trump
fez ali com o México. O que que eles fizeram foi fazer o muro em volta da Berlim oriental inteira. Então os caras cercaram metade da capital. Imagina, tu tá em São Paulo, meu irmão, e de repente a zona oeste toda é cercada por um muro, tu não consegue sair da zona oeste. Foi, foi mais ou menos isso. De uma hora para outra surgiu um muro e aquele aquela parte exclusiva da Alemanha ali era Controlada pela União Soviética, né? Então isso é o muro de Berlim. E o muro de Berlim era como se fosse um exemplo
da força soviética no Ocidente, né? Então >> cara, as imagens desse muro aí aí são bizarras, né, cara? É, cara, eu eu não se eu nunca vi, eu tive essa ideia agora >> uma imagem de cima, porque o muro ele não é não é um muro reto, ele circul ele fecha uma metade da cidade de Berlim. >> Então o que que acontece quando esse Muro cai? Não apenas o pessoal fala: "É, realmente acho que faliu a União Soviética, mas a galera vê também a a chepa que era a vida ali dentro, né? Ó lá, ó
a divisão, né? a parte britânica, a parte francesa, parte americana e a parte soviética, né? É, >> então o muro tava ali, ó, naquela naquela região ali, né? E então o muro de Berlim, ele foi o exemplo assim inescusável da falência da União Soviética. E isso segundo Fucuyama, acabou com a história, né? Porque ele falou: "Ué, se a história era comandada pela briga e a tensão entre Estados Unidos e União Soviética, você não tem mais União Soviética, você não tem mais história, não tem mais o que acontecer". É claro que a gente tá fazendo um
resumo aqui meio meio sapeca aqui, né? Que o livro não é apenas isso, é mais uma ideia de que todas as nações caminhariam em direção à democracia liberal, iam Concluir que essa era a melhor opção. Só que aí o mundo ia ficar muito monótono, ia ficar muito chato. Por isso que ele fala que é o último homem, né? que o cara fala: "Pô, mas agora não acontece mais nada, não tem mais briga, né? Pô, xinga minha mãe aí pelo menos para eu te dar uns cascudos". Então, o que que acontece na minha tese que eu
tô trazendo aqui hoje do fim da geopolítica? O fato de que e é o catalisador, se para Fukuyamo o fim da História é caracterizado pelo pela queda do muro de Berlim, o fim da geopolítica é caracterizado pelo caso Jeffrey Abstin. E aí eu vou explicar porquê. O caso de FPS, ele nos Ó lá, Vilela, a imagenzinha do tinha até uns grafites maneiro, né? >> É, do lado né? No lado oriental, duvido que pudesse ter grafite. >> É, inclusive você que tem um um conhecimento e um senso estético apurado, tá bem desenhado ou tá meio Xinfrinho
ali? >> Ah, tem milhões aí de de estilos, né? Alguns estão bons e alguns devem estar bom, >> tá meio fleiro da cebola, né? >> E a imagem da queda do muro de Belinha é bem emblemática, né? É, galera, derrubando muro e tal, mas na verdade, Vilel, se você olhar ali, >> mas essa parte tá até mais, não é a imagem que é a parte que eu que eu lembro do muro belim. No meio tem um Monte de coisa de de arame, aquelesado, na verdade é eu não se >> aí já >> são dois muros
ali, você tá vendo? São Então o outro lá é do lado doental. >> Então, na verdade em alguns lugares havia mais de três muros, porque o cara para conseguir sair, ele teria que pular uns três ou quatro muros, né? >> É. Então não era só um único muro, não. Tinham várias camadas ali, né? Tinham postos avançados de de monitoramento. E Aquela história, né? Se o lugar é tão bom, por que que você tem que impedir de sair, né? É meio estranho, né? >> É total, né? >> Tá proibido sair porque se você liberar sair não
fica ninguém, né? >> Então já fica meio estranho isso, né? Eles não, eles não colocaram o muro para impedir os outros de entrar e para impedir quem tá dentro de sair. Deve ser porque não tá muito maneiro lá dentro, né? Então, eh, o caso Jeffrey Epson para Mim, ele ele é o a queda do muro de Berlim da geopolítica. Por quê? A geopolítica clássica, ela parte do princípio que os países ou estados, nações, eles tomam decisões racionais baseadas ali naquilo que é melhor pro seu próprio povo, né? Só que a gente pode fazer um salto
direto da geopolítica clássica pro para pro Jeffrey Epsin, porque a gente vai ver que as os líderes que representam as nações não tomam nem decisões racionais E nem decisões com base naquilo que é melhor pro seu país. Muitas vezes eles tomam decisões porque eles estão debaixo de chantagem. >> Acabou a geopolítica. >> Por quê? Se para mim a geopolítica é o estado como um personagem tomando decisão racional pro seu pro bem da sua nação, isso não existe mais. Então, enquanto a gente não passar o olhar a geopolítica com esse enfoque, a gente vai ficar falando
grosélia. >> E o Banco Master prova isso daí, né? >> Total demais, 100%. Mas você tá falando o qu? Por causa de chantagem. >> É com chantagem, >> todo mundo com medo, um monte de gente envolvida. Videozinho no celular, né? Na verdade tá rolando um papo até de pediri 2.0 versão Tabajara, né? >> É versão Tabajara. Exatamente. >> É que rolava umas festinhas em Trancoso ali, meio estranho. Segundo rola a boca Miúda aí os rumores, né? que eu não vi, não vi os vídeos, mas saíram algumas poucas matérias falando que quem assistiu os vídeos ficou
horrorizado, né, da do nível de de diversão que tava rolando ali, né, no nível de endorfina e serotonina sendo liberado na na nas performances, né? Então, ô Vilela, aqui eu tô propondo uma ideia de que a gente não pode mais fazer análise geopolítica, já que geopolítica tá na moda, tá todo mundo falando geopolítica, né? até o Pessoal do mercado financeiro, ah, geopolítica, né? Não fala, antigamente era macroeconomia, agora é geopolítica, né? Cara, você é analista macro, né? Pô, você manja de macroeconomia, agora é não, o analista geopolítico, a casa de análise Eurásia, né? Ian Bremer
e tal, mas se você faz uma análise, vamos supor, a gente tá analisando a situação ali da Ucrânia, aí você faz uma mera análise de, ah, eh, a Ucrânia é um problema, porque a OTAN tá se Expandindo, né, trazendo para dentro do dessa aliança ocidental países da antiga União Soviética. Cada vez mais a OTAN tá se aproximando da das fronteiras de eh da Rússia e a Rússia tá se sentindo ameaçada, tá se sentindo cercada por essa aliança militar. Então, eh, para proteger a sua própria existência, eles tiveram que atacar a Ucrânia, porque para eles seria
inaceitável ter a Ucrânia dentro da OTAN e dentro da União Europeia, porque Isso faria com que tivesse mísseis apontados para Moscou bem de perto, né? Essa é a análise geopolítica clássica, porque você tá pensando o seguinte, eh, aí você não pensa em Zelensk e Putin, você pensa em Ucrânia e Rússia e os dois países como se fossem pessoas, personagens tomando decisões. Isso é um tipo de análise geopolítica caduca já, né? É mofada. Não, não, a gente não pode mais fazer análise dessa forma. A gente tem que levar em conta que o estado não É uma
pessoa. Então o Brasil não toma decisão porque o Brasil não é não é alguém que vocês que acordou triste, falou: "É, hoje eu vou chutar o balde". ou então, ah, eu tô feliz hoje. O presidente, ele tem poder decisório de certa forma, mas a gente tem o Congresso, a gente tem o freio e contrapeso, nós temos as organizações não governamentais, a gente tem a Faria Lima, a gente tem o mercado financeiro, a gente tem vários outros eh várias Outras instituições e pessoas que representam essas instituições que dão pitaco na hora das decisões. Muitas vezes o
o presidente quer tomar uma decisão, mas a os seus apoiadores não gostam dessa ideia. Então ele acaba voltando atrás. Então eh a gente eh a gente falar: "Ah, a Rússia decidiu, né? A Ucrânia preferiu". Você fala: "Porra, é país ou é gente, né?" Então, eh, ter essa sensibilidade é o início da gente ter um outro entendimento da Geopolítica. Agora, quando você entende que o país não é uma pessoa, que na verdade quem toma decisão são seres humanos e esses seres humanos são influenciados pelos patrocinadores, pelos apoiadores, pela conjuntura econômica, pelas pressões geopolíticas, pelas pressões da
sociedade. Você vai ver que o cara, a decisão não é uma decisão dele, é um somatório de 500 pessoas falando, cada um falando uma coisa, ele teve que achar um um meio Termo ali. Então, perceber que a geopolítica não é um país tomando uma decisão, é um presidente, já é uma um avanço. Aí quando você percebe que a decisão do presidente ou dos tomadores de decisão é um emaranhado de várias forças que estão pressionando ele, você já tá ficando com uma análise um pouco mais afiada. Aí quando você percebe que muitas vezes o líder que
toma decisão está debaixo de chantagem, aí a geopolítica toma um um destino Completamente distinto. Então Jeffrey Apston, tendo documentos comprometedores de toda a elite eh global, não é só norte-americana, eh esses documentos comprometedores influenciando decisões, isso muda completamente a nossa análise geopolítica. Por quê? Vamos dar um exemplo prático. Presidente Donald Trump, ele tinha pautas ali. Vou liberar todos os documentos de John Kennedy e vou liberar todos os documentos de APC. Todo mundo falou: "Ótimo, tem que liberar". Não liberou. Mas não liberou por quê? Porque ele tá nesses documentos também, entendeu? O máximo que ele faz
é um hangout limitado. O que que é um hangout limitado? É um termo do universo ali da inteligência, da espionagem, que é o seguinte: Hangout limitado é quando o povo tá cobrando uma resposta e você solta só um pedacinho >> para satisfazer. >> É, tá bom, pessoal. O pessoal geralmente Alienado, tá ótimo, muito obrigado. >> Eh, inclusive, Vila, é importante a gente pontuar esse negócio de Jeffre Absin, abusador, né, que abusa de criança, comér eh eh comércio de mulheres, né, eh, questões sexuais, isso é um hangout limitado, porque a grande questão do EPS é a
questão econômica. >> São os grandes, >> tem é muita coisa envolvida, >> é muita coisa do do mercado financeiro, da galera das finanças, de Wall Street. Então, quando a galera começa a falar, esse negócio de Jeff Reapsin, eles mostram só a parte sexual, significa que eles estão escondendo a parte mais comprometedora que envolve pessoas poderosíssimas ali, né? Por exemplo, uma coisa que quase nunca é falada, Jeffreon, ele teve um direto relacionamento com o banco chamado BCCI, BCCI. Esse banco foi um banco criado pela CIA praticamente, né? Tem gente vai falar: "Não, não foi criado pela
CIA", mas era operado pela CIA, né? A CIA não só fazia vista grossa, mas usava esse banco para fazer um monte de maracutaia. Tanto que o banco foi gerou aquele que foi um dos maiores escândalos da história da dos bancos norte-americanos. Então, eh o que a gente percebe é que a parte de movimentação financeira talvez seja tão escandalosa quanto a parte sexual dele, né? É, sem falar a influência de Jeffre Rapsy no meio acadêmico. Jeffre Rapsy, Ele tinha um escritório dentro dele dentro de Harvards e ele patrocinava >> porque ele era ele era um colaborador
colaborador patrocinava, era uma espécie de mercenas ali, né? >> Aí a galera abria a porta, >> tem uma sala sua e tal, >> porta. Isso. Ele era altamente interessado em na ciência também, principalmente na ciência de vanguarda, né? Ele fazia vários eventos científicos. Foi num desses que não só o Keep Thorn, que é o é o vencedor do Nobel que inspirou, não fez prestou consultoria pro interestelar, né, Christopher Nola, mas o próprio Stephen Haw, né, Stephen Hawk andava com Jeffs por causa desses eventos. >> Então, cara, >> de física, ciência, >> isso é a coisa
mais estranha. >> É, e o Stephen Rock gostava também do >> Devia gostar de uma >> de uma brincadeira, gostava. Não, isso é Padrão. Até no filme lá mostra porque ele era taradinho, né? As enfermeiras dele levavam ele para não no filme, né? Na vida real. As enfermeiras levavam ele pra casa de strip. E >> sério? >> É, >> ele gostava. O bichinho não é tipo assim, eu tô quebrado, mas não tô morto. >> Não é não. Então tinha envolvimento dele também com cara. >> É, tinha a princípio mais por causa da questão do dos
patrocínios de eventos científicos, né? >> Tá, mas vai saber, né? É porque a a rede de informação que o Jeffreon controlava, ela tinha interesse também saber o que que tava mais em alta aí de novas armas, né? E para você ter as novas armas, você tem que ter a elite da ciência, tipo um projeto Manhatratan da vida. Hoje a gente já sabe que tem um projeto rata 2.0, né, >> que é >> que que tem relação com com isso que aconteceu na Venezuela, que os soldados venezuelanos falaram: "Olha, a nossa arma não funcionou, a gente
não conseguiu dar tiro, os caras nos viam, a gente não conseguia ver esses caras e de repente a gente começou a passar mal, sair sangue do nariz, do ouvido, vomitar e e os soldados falaram: "Não quero mais lutar contra americano, meu irmão, desisto, >> mano." Foi tão traumático o negócio, só eh 20 soldados da Força Delta, né, com oito helicópteros, mataram 300, 400 pessoas e levaram Nicolás Maduro de dentro de um de uma fortaleza de de aço, né? Então eles usaram equipamentos bélicos exóticos, né, que são antigos, mas a galera só conhece agora. Mas resumindo,
né, voltando à nossa pauta inicial, tem como você analisar as ações do Trump sem entender que de certa forma ele também tá chantageado ou ele tá Comprometido? Porque o, eh, na, na última leva que o Congresso americano liberou de documentos, apareceram novas mais fotos do Trump e apareceram fotos e documentos também do daquele que é um dos mentores do Trump lá, Steve Bennon, né? Silv Benon altamente envolvido com Jeffrey Epsing. Então, eh existem muitas coisas que um país, uma nação, um líder, né, às vezes até um Congresso, não vai poder fazer por causa de comprometimento
ali de chantagem. Então isso é uma é uma Geopolítica completamente diferente. Você fazer geopolítica. É o que eu tô propondo aqui. Antes de EPSIN, depois de Epsin, são dois mundos diferentes, porque você não pode pensar, Trump tá tomando essa decisão porque isso é pro bem da nação americana e faz parte dos interesses geopolíticos norte-americanos. Não, ele tá tomando certas decisões porque ele tá sobe. Pur e simples acabou, tipo, morreu o assunto. Então, eh, Isso isso é o que eu chamo o fim da geopolítica. Não o fim da geopolítica que ela acabou, mas pelo menos o
fim da geopolítica de eh mais popular que a gente tem visto, né? Porque não basta você pensar, os Estados Unidos têm um interesse em terras raras aqui no Brasil, né? A gente sabe que ali no Dombas, que é a região que tá sendo disputada entre Ucrânia e Rússia, tem 13 trilhões em eh terras raras e minerais estratégicos e tal. Não é apenas isso, Tem muito mais coisa, né? Imagine o tipo de comprometimento que um volô de Mir Zelênsk tem, cara. Altamente comprometido, porque esse cara, ele não apenas é um ator no cenário geopolítico, como ele
é um ator mesmo. O cara era um ator, né? >> É um ator que foi escolhido, >> comediante. >> Foi um cara que foi escol na verdade, depois confere aí, Romer, para não falar bobagem. >> Parece muito aquele filme lá dos caras lá na montanha, dos ricaços lá. >> É do como é que é? É Mountain Head. >> Mountain Head. Se eu não tô enganado, antes do Zelens que virar presidente, ele fez um filme em que ele era um comediante que virou presidente. >> É, >> surreal isso, né? >> Surreal, né? A vida imita arte.
>> Então, aí você pensa assim: "Poxa, estou pensando em geopolítica, né?" Então, eh, Desde do ano 2013, com as protestos de rua da praça Maidan, né? o chamado Euromaidan lá na Rússia, houve ali uma disputa acirradíssima entre líderes ucranianos apoiados pelos Estados Unidos, líderes ucranianos apoiados pela Rússia e eh um foi envenenado, o outro foi destituído, né? Fizeram maracutaia na nas eleições. Aí depois o o Putin toma a Crimeéia. Ah, vocês tiraram do poder, meu amigo, então vou tomar a Crimeia. Aí você fala: "Ah, OK, uma Disputa geopolítica entre Rússia e Ucrânia". Mas na verdade
não. Você percebe que o atual líder foi um cara que foi fabricado para ser um líder, né? Por quê? Porque se a gente lembra que cinema, meio de comunicação de massa, são também instrumentos de operação psicológica e controle da opinião pública, né? Aquilo que o Maxwell MCOMS chamava de teoria do agendamento, né? Agenda setting, que é o seguinte: as notícias e as mídias não são tão Poderosas ao ponto de influenciar a opinião de todo de todo mundo, mas eles têm poder, sim, comprovado de pelo menos pautar os assuntos que são tratados no dia a dia.
Então, quando você tem um filme desse ator Volodimir Zelensk, que é um comediante que vira presidente, você está fazendo uma propaganda de que esse cara seria eh um uma figura viável para ser um novo presidente. Então você vê um patrocínio, patrocínio ocidental claro ali, né? Láó. >> Lá. >> Eh, >> que que tá, que que tá escrito lá? Ô, Romer >> parode. >> É, por favor. >> Tá escrito S. É, ele não, ele traduz, ele ele entende. >> É, o meu russo tá um pouco enferrujado, né, cara? >> É, mas não tá em russo. É
cirílico, né? Mas é o nome é até tava pesquisando aqui. >> Ah, >> é sérafo do povo. >> Séfo. Servo do povo. >> É, ó o nome. Ó o nome. >> Ó lá com umas metrancas. Machão, né? >> Ele fala que ele é um professor, ele é um professor universitário que chega a presidência. >> Ah, professor, não comediante, né? Professor. Mas assim, já é eh o sistema De comunicação projetando o cara como um novo líder, né? Então assim, eh, quando a gente pensa na geopolítica, a gente tem que pensar nessas forças todas invisíveis, né, ou
não óbvias que atuam no nos bastidores, né? Eh, por exemplo, não só com o caso Jeffre Epson, a gente entende que muitos líderes de nações tomam decisões baseadas em chantagem e não decisões racionais pro melhor do seu povo. A gente também quando não leve em consideração as agências de inteligência E as suas agendas pessoais, a gente também eh não consegue fazer uma análise geopolítica adequada. Vou dar um exemplo. Kennedy. Kennedy entrou numa rota de colisão com a CIA. Ele começou a falar, ó, é poder demais, a gente precisa acabar com isso. Kennedy chegou inclusive a
destituir o diretor da CIA, trocou o diretor ali, tirou o cara porque ele tava nessa rota de colisão. Então, eh, algumas linhas, >> o que aconteceu com ele depois, >> então, >> não, não só isso, né? Tem, não era só a CIA que tava chateada com ele, tinha uma galera, várias pessoas, porque ele começou a arrumar. Por isso que tem tanta teoria de conspiração de possíveis exato >> interessados na morte dele. >> Exato. Então é porque você pensa assim, cara, quem matou o Kennedy foi o Lee Harvey Oswald. E o Le Harves OS morou >>
lobo solitário. >> Lobo solitário que morou morou na na Rússia >> durante dois anos. Então ele era o quê? Ele era um fanático comunista que matou o presidente capitalista dos Estados Unidos. A essa é a geopolítica do debutquin, que é a geopolítica clássica. Se você não entende a rota de colisão que ele tava >> eh traçando ali com as agências de inteligência, você não vai entender que Pode ser que esse evento que mudou completamente o cenário geopolítico do planeta, a morte de um presidente assim dentro do carro em Dallas, no Texas, de 1962, dois ou
três, né? eh, na frente de todo mundo. Aquilo ali não foi um americano aficcionado pelo comunismo que matou o presidente dos Estados Unidos. Não, aquilo ali foi algo muito mais profundo, segundo alguns documentos que a gente já tem acesso hoje, de um interesse de uma agenda da do próprio Setor de inteligência que tinha um interesse de não perder o seu status qual o seu poder. Por isso preferiram eliminar o presidente. É claro que tem outras linhas que vão dizer o seguinte: eh, Kennedy estava determinado a impedir que Israel tivesse bomba atômica. ele ele quis fiscalizar
o desenvolvimento de eh armas nucleares em Dimona, né, lá em Israel. E aí o pessoal inventa uma ideia de que Jael também teria interesse na Morte do Kennedy. Então, eh, todo esse cenário da inteligência, daquilo que passa pelos bastidores, daquilo que não tá nos documentos oficiais, daquilo que não tá nos nas declarações, na bibliografia tradicional, você vai fazer uma análise geopolítica rasa demais, né? Então, eh, quando você entende também o papel de Marilyn Monroe, né? Marilyn Monrover é um caso clássico de Honey Pots, né? O Honey Trap. É aquela mulher sedutora que se aproxima do
homem Poderoso para manipulá-lo. Então, eh, sem você botar as agências de inteligência e os seus métodos dentro do cálculo geopolítico, você vai fazer uma análise geopolítica extremamente rasa. Agora, é lógico que para você estudar, além de toda a geopolítica, pegar toda a bibliografia clássica, você ter que estudar todo a historiografia que trata do universo da inteligência, é coisa para caramba. E às vezes a galera tem preguiça também, né? ou tem preguiça ou Não tem tempo. Agora, o que eu só acho inaceitável hoje é o cara praticar uma geopolítica levando em consideração assim um sujeito moderno,
que é o estado nação, ele toma decisões. Aí você fala: "O que é o estado?" Então, o estado é uma pessoa ou é uma instituição composta por um coletivo de de pessoas, né? Então, é é urgente a gente passar a fazer análise política com base nesses critérios, né? Tem uma conversa muito interessante, Vilelo, que é uma conversa Filosófica, mas ela vai envolver elementos da cultura pop. E por causa disso, acho que você vai gostar, que é a ideia da diferença do sujeito da modernidade e o sujeito contemporâneo, pós-moderno. Essa esse conceito é um conceito já
é um debate antigo, né, da história das ideias e da filosofia e que influencia todas as outras ciências, mas que no dia a dia a gente não leva isso em consideração. Vamos, deixa eu explicar Aqui a a ideia. Primeiro de tudo, quando a gente fala de modernidade na filosofia e na história do pensamento, a gente não tá falando de museu de arte moderna. A gente tá falando de 1922, né, do movimento moderno. A gente tá falando de 1600. A modernidade na história do pensamento surge com Renê Descart, por exemplo. Renê Decart, que cria aquele sujeito
que por causa dele ganhou o nome de sujeito cartesiano. Que que é esse sujeito cartesiano? É aquele sujeito que é racional, ele é autônomo, ele tem a razão, o pensamento, né? E ele com a razão e o pensamento, ele tem autonomia para tomar decisões soberanas, né? Eu fiz isso porque eu quis, eu fiz isso porque eu eu sei quem eu sou. Eu sou um sujeito que tenho protagonismo, né? Isso é o sujeito da modernidade. Só que lembrando, a gente tá falando dos anos 1600, né? Só que o que que acontece? Eh, essa história do penso
logo existo, né? Decart traz toda A atenção para esse sujeito que tá ali pensando, né? E faz a distinção entre o sujeito e o objeto, né? Eu sou o sujeito, tô pensando e aqui tem o mundo que eu tô estudando, que é o objeto. Então, eh, isso vira uma moda, né? A gente agora tem o sujeito cartesiano. Desse sujeito cartesiano, né? A razão humana como grande característica do ser humano, né? Enquanto os animais são irracionais, o homem é um ser racional, como o Aristóteles já falava, né? Zoon Logicon, né? O homem é um animal racional.
Então começa essa história que o homem é racional e a razão vira a característica do homem. Só que começam a surgir alguns caras que falam assim: "Pera aí, meu irmão, eh, será que o homem é tão racional assim? Será que a gente é tão independente assim? Será que as minhas decisões são tão autônomas assim?" Aí entra algumas alguns fatos interessantes que Freud vai chamar de as Feridas narcisicas. Que que são essas feridas narcísicas? A gente vai construindo uma ideia, a humanidade vai construindo uma ideia a partir da do renascimento, chegando ao Iluminismo, de que o
ser humano é racional e ele é ele é um indivíduo. Individo significa o quê? Indivisível. Você não consegue dividir, né? Igual átomo, >> tá? Eh, inclusive minha meu projeto de Pesquisa na Faculdade de Filosofia lá da Federal do Rio de Janeiro era exatamente a uma comparação do da filosofia atomista Leucip Demócrito, né, com a o conceito de indivíduo da da modernidade. Então, o que que acontece? A partir de Decartes com o Iluminismo, surge essa ideia. O homem é racional e ele ele toma decisão autônoma. Só que aí tem três feridas narcísicas. Primeiro, o Galileu chega
e fala: "Ó, se o humano, o ser humano não Tá com essa moral toda não, porque a Terra não é o centro de tudo não, irmão, que é o centro aqui do do nosso sistema solar é o Sol, não é a Terra. Então, baixa a tua bola. Você não é tão bonzão assim, não. Depois vem Darwin falando: "Olha, pessoal, vocês acham que Deus fez tudo, mas o homem veio do macaco, então você é um macaco melhorado, com menos cabelo e não tem o polegar na na perna, no pé, polegar prenso. Você é um macaco melhorado."
Aí o cara já, pô, aí tu me Quebrou. Aí vem, a gente poderia botar, né, a linguística de Fernanda de Scir também que vai mostrar que eu só faço, eu só falo aquilo que a língua me permite falar, né? Eu dependo da estrutura da língua, mas aí vem Freud. E é claro, claro que Freud, quando ele foi falar das três feridas narcísicas que mudaram toda a história da humanidade, ele tinha que se colocar nessa também, né? Afinal, né? O seu narcisismo também aparecendo. Então, Freud, que que ele Que que ele traz com a psicanálise nesse
sentido? A psicanálise vai dizer: "Olha, você acha que você toma decisões racionais? Você tá louco, meu irmão? tem um negócio chamado inconsciente que influencia tudo que você tá fazendo. Existem vários instintos, pulsões e desejos que tão ali eh atuando em você que você não percebe, que te controlam. Ou seja, existe uma visão de mundo que o ser humano ele é totalmente independente, autônomo, ele faz o que Ele quer. E existiu uma outra visão que foi se imponda visão que o ser humano não é tão independente assim, não. Tem um monte de coisa que influencia ele
sem ele perceber, né? Então, eh, o que que acontece nesse sentido? A gente vai ver que o ser humano ele não é tão, eh, centrado e tão óbvio e tão previsível quanto ele achava que ele era. E aí a gente vê a mudança disso, a gente vai ver na música, a gente vai ver na arte, a gente vai ver em tudo quanto É lugar. E é nesse momento que começa essa ideia do sujeito pós-moderno. Que que é o sujeito pós-moderno? Ele não é totalmente racional, ele não é totalmente independente e ele não toma decisões baseadas
no que ele acha melhor. Tem uma série de coisas que estão influenciando ele ali. Por exemplo, Freud vai começar com aquele livro, né, análise do interpretação dos sonhos, em que ele vai mostrar que as ações deles dele dele mesmo, o Próprio Sigmund Freud, estavam sendo eh controladas pelo desejo dele derrotar o seu concorrente que estava disputando uma vaga de professor universitário junto com ele. Então ele começou a analisar que ele tinha sonhos, né, matando esse cara, fazendo um monte de coisa com o cara. Ele percebe que ele tinha esse desejo de destruir o seu oponente,
tava disputando ali uma vaga na universidade com ele. Resumindo, o sujeito moderno é aquele sujeito, eu Faço o que eu quiser, eu sou independente, eu sou autônomo, eu sou racional. Sujeito pós-moderno é, cara, eh, eu sou fruto de um bilhão de coisas que eu que eu vivo, que eu sinto, meus traumas, minha influência cultural, o idioma que eu falo, né? Tudo isso onde eu nasci, tudo isso vai influenciar quem eu sou. Ou seja, eu sou uma coxa de retalho de um monte de opiniões, pessoas, falas, lugares, experiências. E e isso entra de forma brilhante, né?
A Gente vai ver que pensando no na história da arte ou a história do pensamento, o romantismo é o ápice disso, porque o romantismo é aquele sujeito que é um indivíduo que tá, ó, os meus sofrimentos e tal. E aí você começa a ver alguns gênios destruindo essa visão. E aí que entra Mary Shelly. Porque Mary Shelly com o Frankenstein, Frankstein, ela desenvolve a ideia de um ser que ele é uma coxa de retalho de vários outros seres, né? Ele é uma Amálgama de um monte de pedaço. >> Mas na época na época ela tava
criticando ou fazendo um comentário sobre o que você acha? essa ideia do sujeito é que o eu sou único, eu sou um indivíduo indivisível, eu sou quem eu sou. >> Não era sobre a a trazer a morte, trazer da morte a briga do homem pela pela vida eterna também. Mas também são várias coisas, tem esse cientificismo da Ciência achando que vai resolver todas as coisas. na verdade tem uma crítica ao cientificismo, porque o projeto do Dr. Frankenstein é criar um super ser, né? Um ser que vai vencer a morte, mas eh porque ele tem esse
esse esse complexo com a doença, né? A doença, a morte, né? O perecer, eh, vem, como vencer a morte. E aí que que acontece? A experiência dá errado e sai sai pela culatra, né? Então, Mary Shelley, além de est criticando o sujeito da modernidade, o Sujeito cartesiano, esse projeto, né, cartesiano, também tá criticando o cientificismo que achava que a ciência podia resolver tudo. Então, a grande questão aqui é o seguinte, eh, se você tem um modelo de sujeito cartesiano, esse sujeito toma decisões de forma completamente autônoma, decidindo apenas com base no seu foro íntimo daquilo
que ele quis e que ele gosta e que ele acha melhor. Quando a gente tem essa ideia do sujeito contemporâneo, pós-moderno, né, Nesse sentido que a gente tá usando pós-moderno e contemporâneo, é a mesma coisa, é igual sovac axila, se a gente tem um sujeito pós-moderno, ele não toma decisões autônomas, ele é influenciado pelo seu inconsciente e de ego superegoo. Ele é influenciado pela sua formação cultural. Ele é influenciado por aqueles com quem ele interage. Ele é influenciado pela sua ideologia. Ele tem uma série de influências em termos daquilo que a gente chama de viés
Cognitivo, o viés da confirmação, a câmara de eco e tal. Ele é influenciado pelas suas opiniões pré-concebidas. Ele se aliena naquilo ali, né? Descartando as informações que contrapõha a opinião que ele já tem e só levando em consideração as opiniões que ele já tem. Então, o ser humano pós-moderno, ele não toma decisões racionais simplesmente pelo seu bem-estar. Às vezes a gente tem mãe que tem inveja da filha. A mãe ela queria ter um marido eh legal e ela não Conseguiu, mas a filha conseguiu. Então ela ela envenena o casamento da filha porque ela não quer
que a filha viva aquela aquilo que ela também não conseguiu viver. Então quando a gente e a gente entende que o ser humano ele não toma decisões racionais porque ele não é um ser eminentemente racional, né? Ele não é um ser racional que às vezes tem emoções, é um ser emocional que às vezes usa a razão. Se a gente parte de uma ideia do sujeito pós-moderno que toma Decisões baseadas no monte de influência que tá ali embaixo dos panos que ele nem percebe, né? Às vezes a gente fala assim: "Cara, por que que eu tenho
tanto medo disso?" Aí você tem que fazer um estudo para ver que você teve um trauma, que aquilo ali te gera medo. Eh, ou então, por que que isso aqui me atrai tanto? é que você vai ver que eh algo que você viveu na tua infância te remete a determinada coisa que te atrai hoje. Então, eh quando a gente entende que o Ser humano é assim, a gente vai entender que a geopolítica também é assim. Ou seja, a geopolítica não pode mais ser vista como países, estados, nações que tomam decisões autônomas, racionais pensando na maximização
da sua segurança e da do seu progresso. Isso simplesmente não existe, né? Primeiro porque um, como eu tava dizendo no início, um país não é uma pessoa. O país é uma instituição composta por várias instituições. E o país ele é governado por seres humanos Que t influências que a gente falou. Por isso que a gente tá falando aqui sobre fim da geopolítica. Então, se a gente pensa que os países não tomam essas decisões autônomas, porque não são, o país não é uma pessoa e as pessoas que são os tomadores de decisão tões aí psicanalíticas e
de influência social e cultural. E mais ainda, os líderes tomadores de decisão estão chantag chantagiados por documentos comprometedores e ainda tem as agências Inteligentes que estão influenciando tudo nos nos bastidores ali por baixo dos panos, usando seus métodos ali mais obscuros. Aí você pratica a geopolítica de uma forma completamente distinta. E essa é a proposta que eu trago aqui nesse programa, né? A gente fazer uma análise geopolítica hoje sem levar em consideração esse sujeito pós-moderno, sem levar em consideração não só as agências de inteligência, mas as próprias sociedades secretas, das quais Muitos desse desses líderes
são eh membros, né? e a gente levar em consideração os documentos comprometedores que foram levantados contra eles, a gente fica num cenário aí de fazer uma geopolítica de jardim de infância, né? Uma geopolítica inocente, de pensar que é tudo muito muito racional, né? Ah, o esse país tomou essa decisão porque para eles é melhor isso. Aquele país tomou essa decisão porque para ele é melhor aquilo. Não. Além de Todos esses problemas, os tomadores de decisão ainda possuem na hora de decidir ali eh preferências individuais também, não apenas as influências obscuras ali do seu inconsciente, mas
preferências que vão favorecer o seu próprio bolso, né? Aí nos Estados Unidos isso começa a ficar muito mais exótico quando a gente percebe que o presidente, o vice-presidente americanos pela legislação americana, eles não não estão debaixo da do Preceito do conflito de interesse. Ah, pera aí, Donald Trump, você ganhou dinheiro para caramba aí com criptomoeda, porque você tem uma empresa de criptomoeda e favorecer criptomoeda para você é bom porque você tá ganhando bilhões com isso. Não pode, Donald Trump, isso aí é conflito de interesse para o presidente, para o vice, por incrível que pareça, não
tem isso. ele pode se beneficiar materialmente eh de certas decisões que ele mesmo tá Tomando. Então, a gente a gente precisa entender que tudo isso tem que entrar no jogo na hora da gente fazer uma análise geopolítica, né? Então, eh como é que a gente poderia praticar isso hoje? A gente pode, eu comecei mostrando, né, que Donald Trump prometeu liberar os documentos de Freeps. Não liberou. Não liberou. Por quê? Porque ele como indivíduo está comprometido nisso. Então, um chefe de estado, chefe do poder executivo americano, que prometeu Em campanha fazer tal coisa, não fez porque
ele como indivíduo eh tem um problema com isso. Isso fere um princípio da que é um princípio não só da Constituição brasileira, mas um princípio mais eh disseminado internacionalmente da impessoalidade, né? O líder ele não pode tomar decisões na condição de eh ocupante de um cargo público que beneficie a ele mesmo, assim, né, em termos de a minha pessoa tá tá se sobressaindo Ao eh está se sobressaindo ao a minha função pública que eu tô exercendo aqui a partir do mandato popular, porque, né, o o povo que o escolheu para exercer essa função. Lembrando daquela
ideia que a nossa Constituição brilhantemente explica, né? Todo o poder emana do povo, né, que o o exerce diretamente ou indiretamente por meio dos seus representantes eleitos. Então, eh parece que a gente tá exercitando uma geopolítica Ainda do modelo clássico cartesiano, e parece que a gente tá olhando o mundo de uma forma até academicamente caduca. Quando a gente muda esse enfoque, a gente consegue enxergar as coisas de forma muito melhor. Eu tento praticar isso porque eu tô sempre tentando fazer uma análise mais eficiente ou afiada ou correta dos dos cenários possíveis que são colocados tanto
no cenário internacional quanto no cenário doméstico para entender para onde que o Mundo tá indo e o que eu preciso fazer para me proteger desse mundo estranho que tá chegando. Então, tudo isso que a gente tá vendo acontecer no mundo hoje de coisas estranhas, né? Eh, o presidente Donald Trump impondo tarifas, né, brigando com aliados, eh, abandonando a OTAN, todas essas coisas estranhas que ele tá fazendo. A gente pensa assim: "Ah, faz parte de uma agenda do Donald Trump chamada eh America first ou uma doutrina que é Doutrina Monro, Monroe 2.0, ou doutrina Don Row,
né? Não sei se a galera já ouviu falar nisso, mas a doutrina Monro é aquela famosa doutrina América para os americanos que caminhava muito em cima daquela ideia de que eh não deveria haver influência europeia nas Américas, os próprios americanos deveriam decidir o seu destino. É claro que quem tá propondo isso é os Estados Unidos e eles estão propondo isso, querendo colocar pro mundo, que eles são aqueles que tm Que decidir o destino da das Américas, né, no lugar de influências europeias. Isso é a doutrina Monroe, né? Aí é claro que essa doutrina caminhava junto
com a doutrina do big stick, né, que é a doutrina do porrete, que é tipo fale manso, mas leve um porrete na mão. Tipo assim, ó, vamos conversar bem, mas se não aceitar os meus critérios, eu te arrebento, né? Algo que os potências sempre fizeram, eh, desde o Império Romano até os dias atuais. Eh, aí hoje o Presidente Donald Trump parece que ele tá revivendo essa doutrina monro, América para os americanos. Só que agora, mais do que dizer que os europeus não devem influenciar nas Américas, ele tá dizendo que eh Rússia e China não deve
influenciar as Américas. E o presidente Dono já disse claramente que o o a prioridade dele é o hemisfério ocidental. Tipo assim, ocidente que se vire. Problema de vocês, não quero mais saber. Eh, tomem conta da sua própria Proteção aí. Boa sorte, né? Foi bom enquanto durou. E aí para adaptar essa doutrina Monroe 2.0 à ideia de America first e do presidente Donald Trump, eles pegam Mon Row e botam o D de Donald. Aí fica a doutrina Don R, né? Então e você olha e fala: "OK, presidente Donald Trump tem essa ideia de America first, América
primeiro, né? Make America great again" e tal. É um conceito que eles têm do Project 2025. Mas no fundo, no fundo, na verdade, a gente sabe que existem Outras agendas ali. Presidente Donald Trump não tá fazendo isso apenas porque ele tem uma ideologia e essa ideologia está influenciando o destino de uma nação e o destino do mundo. Não é só isso. Não são os Estados Unidos mudando a sua abordagem geopolítica. Na verdade, ali a gente tem o indivíduo Donald Trump que tem certos interesses nisso. Por quê? porque ele foi muito patrocinado pelos petroleiros norte-americanos e
os petroleiros norte-americanos querem Acessar a maior reserva de petróleo do mundo, que é a reserva de petróleo venezuelano. Então, eh isso também influencia essa ideia dele de olhar mais paraa Venezuela do que para a Rússia, por exemplo, né, nesse momento. Então, a gente já tem ali uma influência de todo o setor eh petrolífero norte-americano por trás do presidente Donald Trump. A gente sabe, o presidente Donald Trump chegou ao poder em grande parte influenciado ali ou apoiado pela o setor De tecnologia, o Vale do Silício. Não podemos esquecer que na sua posse, no dia 20 de
janeiro, atrás dele tinha só ali a galera lá do eh de Palo Alto na na Califórnia, né, em São Francisco, na Califórnia. Estavam ali os CEOs de todas as grandes empresas. Então, é claro que ele vai trabalhar favorecendo essas empresas. Não foi por outro motivo que ele emitiu ali uma medida executiva, né, uma ordem executiva, uma medida provisória aqui no Brasil, como a gente Chama, eh impedindo os 50 estados norte-americanos de colocar qualquer limite, qualquer regulamentação ao desenvolvimento da inteligência artificial nos próximos 10 anos. Por que que ele faz um negócio desse? porque ele tá
pagando o pedágio dos caras que o colocaram no poder. Então, eh, fazer uma análise geopolítica sem colocar isso no eh no bolo muda completamente as conclusões eh às quais a gente vai chegar. Então, essa é a minha proposta Do fim da geopolítica. Eu tô propondo aqui uma geopolítica que leva em consideração que muitos líderes estão tomando decisões com base em chantagem, documentos comprometedores, que leva em consideração que países não são pessoas, né? que leva em consideração que achar que nações tomam decisões racionais é você praticar uma geopolítica que é a primeira, a geopolítica clássica, que
já foi superada há muito tempo. Então isso é anacrônico, e você fazer uma Geopolítica hoje, sem levar em consideração o papel eh essencial, constitutivo, que as agências de inteligência têm dentro do destino das nações e das decisões ali tomadas. você vai fazer uma geopolítica ali completamente eh caduca. E eu gostaria de dar um exemplo aqui, o exemplo da história, né? Eh, eu vou eu eu vou exemplificar aqui para vocês, fazendo uma associação entre história e teologia. Eu estudei teologia na Universidade Metodista de São Paulo, né? E ali a gente estudou muito a ideia do Jesus
histórico, né? E a ideia do Jesus histórico caminha muito junto com o conceito de demitologização do evangelho, que é de um teólogo chamado Rudolph But. Rudolp Bman, ele tinha uma ideia que era o seguinte: Jesus não era Deus encarnado. Jesus não nasceu de uma virgem e Jesus não fez milagres. Esse Jesus que não nasceu da virgem, não era Deus encarnado e não fez milagres, é o Jesus histórico. Então ele inventa, e é importante usar esse termo, esse verbo inventar, ele inventa uma diferença, uma separação entre o Jesus real, que tem um apelido Jesus histórico, e
o Jesus mitológico, que é o Jesus que era filho de Deus, nasceu de uma vez e fez milagres. Ou seja, ele tá separando a historinha das criancinhas ignorantes que acreditam no sobrenatural e a historinha dos caras sérios acadêmicos que sabem que Jesus não era nada disso. Então ele inventa esse conceito do Jesus histórico. Só que aí você fala: "Ah, Daniel, mas por que que ele tá falando de demitologizar o evangelho?" Porque para ele, Jesus era uma pessoa real, que era um cara que fez algumas coisas boas. E as pessoas que quiseram espalhar as histórias de
Jesus inventaram esses milagres, esses mitos e essas mitologias. Lembrando que mitologia vem na palavra mito, que é mentira. Tanto que o cara que tem mania de mentir é Mitomaníaco. Então o que que eles, que que o Rudolf Bultim argumenta? Ele argumenta que inventaram que Jesus fazia milagre, andava sobre as águas, porque assim a história ficava mais interessante e ficava mais fácil de dela ser espalhada. Ou seja, esse é o Jesus histórico real, que não fez milagre, não nasceu eh virginalmente, do Jesus contra carochinha lorota. É claro que eu obviamente eu não creio nisso, né? Como
É que entra o problema aí? O problema aí entra no seguinte, Rudolf Bultman e aí eu tô aqui como doutor em linguística, fazendo uma análise linguística da situação, começando da da linguística, passando pela teologia, filosofia. Quando o Rudolf Bultman fala que o Jesus histórico é o Jesus verdadeiro, existe um bom problema aí. Por quê? Porque histórico não é sinônimo de verdadeiro. Ah, isso aqui é histórico, significa Isso é verdadeiro. É uma verdade eh consensual, uma verdade inquestionável, monolítica, irrevogável. A não, eh, você pode até tá certo, apenas se você tiver praticando uma história pré 1920.
Existem dois tipos de historiografia, que é escrever a história. Uma antes de 1920 e uma depois de 1920. 1920 é o ano em que surge a escola de Anali, né? A escola de Anali é uma escola, é uma linha da Historiografia. A gente tá falando de Brodel principalmente, que parte da ideia de que a história clássica dizia que a historiografia era o relato dos fatos exatamente como eles ocorreram, ou seja, fiel ao fato, fiel à verdade. A escola de análise já vai relativizar isso e vai dizer o seguinte: a história não é o relato exatamente
dos fatos como eles aconteceram. A história é uma interpretação dos fatos que aconteceram. Cada historiador, ao se debruçar sobre os fatos e documentos históricos, irá emitir não verdades inquestionáveis, mas opiniões sobre esses fatos. E aí a gente vai ver na eh Michel Foucaultô foi influenciado por esses historiadores franceses, né? eh, o Brodel. E a gente vai ver Michel Foucault na sua obra Arqueologia do saber, ele vai fazer a distinção entre o documento e o monumento. Por quê? Eh, documento é como se fosse algo que você encontrou. Por Exemplo, eu tô cavando na terra, achei uma
pepita de ouro, eu encontrei aquilo ali. Um monumento não, o monumento é uma coisa que eu construo, né? Eu construí um monumento que remete a uma figura histórica. Então, Michel Fou inspirado na escola de Anali, nessa interpretação do Brodel e de e da sua dos seus contemporâneos, Michel Fou tá dizendo: "A história não é algo que eu encontro assim como se fosse uma pepita de ouro. A história é algo que é construído como Se fosse um monumento. São construções, são interpretações, são ideias que são montadas com base em toda a influência que o historiador tem
na hora dele produzir história. Então, assim como hoje, agora, nos dias atuais, você continuar achando que a história é o relato dos fatos, exatamente como eles aconteceram, é algo absurdo e anacrônico, significa que você tá com 100 anos de atraso no estudo da história. você praticar uma Geopolítica hoje que parte do princípio que o estado ele é ele ele toma decisões. O estado é uma é um personagem que toma decisões e ele toma decisões racionais eh buscando a a maximização da sua do seu bem-estar, da sua proteção e do seu progresso. E é você tá
com alguns algumas décadas aí, talvez 100 anos também de atraso na abordagem da da geopolítica e da do cenário atual. E eu creio que é exatamente por isso que muitas casas de análise e muitas Previsões de grandes expoentes da geopolítica t se mostrado erradas, né? Porque eles continuam praticando essa história achando que as decisões são tomadas de forma racional. Muita gente fala assim: "Ah, mas Trump é irracional. Trump é imprevisível". E a imprevisibilidade de Trump é um trunfo que ele tem, porque os seus oponentes e aqueles com quem eh ele interage estão completamente desprovidos de
saber o que que vai Acontecer. Isso é uma é uma é uma abordagem interessante, porque realmente o Trump ele tem um nível de imprevisibilidade maior do que certos outros atores. Porém, quando você diz que o Trump é imprevisível, você tá limitando muito essa ideia. Todos os líderes são imprevisíveis porque suas decisões não são racionais, mas são motivadas por todos esses outros atores, instituições e influências e forças que estão agindo Ali nos bastidores. Vou dar um exemplo para vocês. Quando vocês olham a maneira como Barack Obama e Hillary Clinton falavam sobre eh pessoas nos Estados Unidos
sem documento, parecia o presidente Donald Trump falando. É, inclusive fizeram algumas pegadinhas em universidades americanas que o cara li uma frase. Olha, olha só isso aqui que foi dito pelo presidente Donald Trump sobre os imigrantes. Ah, é um absurdo. Tem que mandar todo mundo de de volta Para casa. Que que você achou disso? Aí o aluno da universidade falava: "É um absurdo. É, esse Trump aí é um xenófobo mesmo e tal". Aí o cara fala: "Não, tô brincando. Não foi o Trump que falou, não foi Obama". Aí o cara o quê? Falou: "É, eles falavam
isso alguns anos atrás. A Hillary Clinton falava isso alguns anos atrás. Então, quando você acha que o sujeito ele é a mesma coisa hoje, ontem e sempre, e que o tomador de decisão ele vai tomar decisões com base Nesse seu histórico, você tá fazendo uma uma análise geopolítica dos anos 20, então tá com 100 anos de atraso. A gente não pode mais fazer assim. Por isso que eu falo do fim da história, do fim da geopolítica. que o fim da geopolítica para mim acontece com Jeffrey Aping, como eu falei para vocês, você descobre que tá
todo mundo pendurado num monte de dossiê ali, o cara não tá tomando decisão nem o que ele acha que é melhor para ele, nem o que ele acha que ele é Melhor pro país dele. Tá tomando decisão influenciado por indivíduos, instituições e outros países que têm interesses distintos daqueles que o próprio presidente tem, que a sua nação tem. É por aí que a gente vai conseguir fazer uma análise geopolítica mais eh eficiente nesse sentido, para que a gente possa entender para onde as coisas estão indo. Agora, tem um detalhe muito interessante, é perguntar por que
que Obama e Hillary Clinton falavam contra Imigrante e depois eles passaram a falar a favor. Aí, meus amigos, é é uma história interessante também. Eles começaram a perceber que se você convida pessoas para virem morar nos Estados Unidos, você entrega um cartão de débito com 10.000 para esse cara, você dá uma bolsa para ele, para ele ficar hospedado num dos melhores hotéis de Nova York e esse cara fica ali completamente patrocinado, vivendo uma vida bancado. Eles entenderam que esse cara, se você Fizer isso com ele, ele vai votar em você. E ele para votar em
você, ele não precisa nem ser cidadão norte-americano, porque em alguns lugares nos Estados Unidos, em Nova York, na Califórnia, eles conseguiram eh fazer avançar regras de que não é mais exigido apresentar a sua identidade para você poder votar nos Estados Unidos, em alguns lugares, em alguns estados, em algumas cidades. Então isso É extremamente curioso, por o mesmo grupo de pessoas ali que eram favoráveis a um passaporte sanitário para você poder ir ao cinema, por exemplo, acreditavam que a melhor coisa do mundo é você mostrar que você tava apto a frequentar um cinema porque você tomou
o imunizante. Essas mesmas pessoas acham contra, acham errado você ter que mostrar sua identidade na hora de votar. Então, a gente vê que o ser humano não é não é racional, não toma decisões Racionais e que não apenas a ideologia, mas as paixões eh deturpam completamente o modos operante das pessoas, não só do cidadão comum, mas dos tomadores de decisão. Então, então o que que o pessoal, a galera do Partido Democrata percebeu? Eles perceberam que se eles parassem de falar contra imigrantes, trouxessem imigrantes, imigrantes para dentro dos Estados Unidos, bancando esses imigrantes, eles estavam eh
importando Eleitores. Essa que era a grande ideia, né? E se esse projeto fosse bem-sucedido, os democratas nunca mais sairiam do poder, porque ia ser uma maioria esmagadora, né, de de pessoas. Inclusive, El, não sei se você sabe disso, mas pela Constituição Americana, eh, inclusive a política nos Estados Unidos é muito louca, né? Você como cidadão, como indivíduo, você não vota direto no presidente, você vota no Colégio eleitoral, né? Aí o colégio eleitoral vota no presidente, se cara pode ter mais voto e perder. >> É. Não. E o colégio eleitoral se não quiser votar no cara
que você pediu para ele votar, ele também não vota, né? Ainda tem isso. O cara não pode. Ele vai falar: "Não, você me colocou aqui para votar no Trump, eu quero votar na Camala Harris". e não pode ser preso por causa disso. Agora, eh, o tamanho do colégio eleitoral nos Estados Unidos é Proporcional à quantidade de pessoas que moram no estado, entendeu? Então, a Califórnia tem gente para caramba, então tem muito mais peso no colégio eleitoral, porque como tem mais gente, tem mais força, né? O que não acontece no Brasil, né? No Brasil os estados
enormes tm a mesma força que estado pequenininho. >> Eu não sei que que é melhor, que que é pior, né? Mas a coisa mais estranha é que Para você ser contabilizado como uma pessoa em cada estado americano, você precisa ser só um ser humano com batimento cardíaco. Que que significa isso? Você pode ser até um turista, uma pessoa que não tem cidadania, que contabiliza. Então, vamos imaginar que vai rolar um senso para saber quantas pessoas tem na Califórnia e de repente você deixou entrar mais 20 milhões de pessoas ali provisoriamente. Elas entraram, vão ficar uma
semana e Depois vão embora. Vai contabilizar pro tamanho do colégio eleitoral californiano 20 milhões de pessoas a mais do que realmente existe, porque eles não tiveram comprovar que são cidadãos americanos. Então assim, é um jogo que é um jogo insano se você não entende as regrinhas ali mais sutis que tão operando por por trás dos panos, né? Então a a análise geopolítica hoje é uma, eu sugiro, né, tô propondo aqui com essa ideia da fim da geopolítica. A Análise geopolítica, ela precisa ser uma disciplina altamente interdisciplinar e altamente arrojada com aquilo que a gente tem
de mais moderno no pensamento hoje. Senão a gente faz vai fazer previsão errada. A gente vai falar: "Poxa, Hillary Clinton tá com 90% de chance de vencer. Coitado do Trump, é o Trump ganha". >> É, >> você não interpretou o que que tá acontecendo nos Estados Unidos na época. Você não tá entendendo onde a a onde que as fías estão sendo colocadas, né? eh o que que tá o que que tá sendo eh organizado, né? Você não entende as outras forças que estão em jogo para além das forças tradicionais. Então, os movimentos sociais, os movimentos
de rua, a influência da da academia dentro da opinião pública, a influência da da mídia dentro da opinião pública, a maneira como a mídia tá agindo e tal, a influência das redes sociais dentro das Disputas geopolíticas, né? como é que isso vai sendo construído? É claro que hoje muita gente fala: "Ah, Trump ganhou por causa das redes sociais, Bolsonaro ganhou por causa das redes sociais". É muito mais do que isso, né? Eh, não foi só por causa das redes sociais, existe toda uma construção que foi feita, por exemplo, vamos pensar aqui. Você, se você fizer
uma análise geopolítica clássica, né? Vamos fazer uma análise de política nacional, fenômeno Bolsonaro. Eh, ah, houve um descontentamento do povo, né? porque teve o mensalão. Então o povo ficou ficou pensando, ah, a política é tudo corrupção. Então vem o cara que é um meio outsider, que é um cara que, né, não tem uma fama de ser incorruptível, que não aceitou propina nem nada. Então ele vem numa plataforma que preencheu esse vácuo. Isso é uma análise. Agora, quando você pega, por exemplo, professores da UnB fizeram esse estudo. A jornada de junho de 2013, aquela galera na
rua lá, >> vem pra rua, >> é 20 centavos, não é? É contra o aumento do da passagem, 20 centavos. >> Beleza. Aí você fazendo uma análise geopolítica clássica, você olha assim e fala: "É movimento espontâneo, né?" >> Sim. >> A galera ficou chateada com os 20 centavos. >> Era era muita gente revoltada, seou, >> é, o pessoal já tava p da vida já com o negócio de mensalão e tal, não sei o quê. Então aí que que acontece? Aquilo ali foi crescendo, crescendo, crescendo. Chegou até Brasília, galera até quebrou naquela época, né? Quebraram um
monte de coisa lá, machucaram até. E aí aquilo ali sendo cozinhado 3 anos de 2013 até 2016, descambou no impeachment da Dilma. A Dilma sofreu impeachment. Michel Temer, o vice assume e o Michel Temer assumindo Abre caminho pra chegada de um Bolsonaro. É só uma análise geopolítica ou uma análise política. Mas quando você vê alguns estudos de guerra híbrida, por exemplo, e uma análise geopolítica que não leva em consideração guerra híbrida, não tem não tem como fazer. É igual a você fazer transmissão aqui com câmera fotográfica analógica. >> Pois é. >> Você vai falar, Vila,
como é que você Consegue mesmo? Como é que você transfere película de filme você tá atrasado 40 anos? É, é uma análise geopolítica não leva em consideração a guerra híbrida. Que que é guerra híbrida? Eh, percebeu-se que sai muito mais barato você derrubar o seu oponente sem bater de frente com ele, você botar as caras. Aí surge um negócio chamado guerra por procuração. Você patrocina alguém de Dentro da é proxy war. Você patrocina alguém, um outro cara para fazer o serviço sujo para você, né? Isso. >> O Irã faz isso. >> É, o Irã. >>
Estados Unidos já fez isso >> na na questão do Irã. Clássico o exemplo. Primeiro que tudo, porque antes do Charrez Palev entrar no poder, oos Estados Unidos ajudou a derrubar o líder iraniano. >> Eles já tinham derrubado o líder e Botado o Charrez para leve. >> Aí isso surgiu, gerou um descontentamento. >> Treinou o o Osama Bin Lader. >> Treinaram Osama Bin Lader no no grupo Mujarridin, né? >> Olha que doideira. >> Então isso isso é o que eu tô propondo de uma análise geopolítica contemporânea você botar isso na equação, né? Então vamos vamos analisar
aqui, né? Guerra híbrida. Em vez de eu, Estados Unidos, chegar lá e invadir a Síria e derrubaram baixar o Assad, que que tava acontecendo em 2013 isso, que que eles fizeram? Os americanos financiaram um grupo islâmico chamado irmandade muçulmana. deram dinheiro, armas, rádios, rádio que o cara da irmandade muçulmana, que a gente imagina que é contra os Estados Unidos, solicitava bombardeio aéreo pros pros americanos na Síria. O cara chegava e falava: "Tô precisando bombardeio aéreo Aqui perto de da capital aqui, porque a gente tá quase invadindo aqui o o prédio aqui, que é o Ministério
da Economia. Você pode jogar uma bomba aqui nesse grupo? Ah, posso. Aí passa pum! O cara, a irmandade mçulmana solicitava bombardeio. Então você fala: "Pô, Estados Unidos apoiando irmandade muçulmana." Claro, para eles é muito mais interessante que eles chegarem lá e meterem soldado dentro do país. A galera vai falar: "Sai Daqui do meu país, isso é contra a soberania". Então, guerra híbrida ela começa assim, começa com um conceito de guerra para procuração ou você levantar ali grupos dentro do país contra. Mas eh isso é isso é uma modalidade mais antiga. A modalidade mais nova se
chama revoluções coloridas. Por que revoluções coloridas? Porque cada lugar, essas revoluções que aconteceram tinha um apelido, era uma cor. Revolução laranja, revolução azul, revolução amarela. Aí Virou revoluções coloridas. >> Eh, ou aquela primavera árabe, lembra? Primavera árabe. Pô, que legal. Tá todo mundo se libertando das das ditaduras árabas. É tudo patrocinado de fora, entendeu? Ah, é um movimento popular, a população tá de saco cheio. Não, quem inicia aquilo são caras de fora infiltrado ali que estão dando treinamento e dinheiro. >> Cara, que doideira. >> Isso hoje é muito bem documentado, né? O O livro clássico
sobre isso é o livro Guerra, Guerra Híbrida do das revoluções Coloridas aos golpes de um cara chamado Andrew Coríbico. Esse é o livro clássico para quem quiser colocar isso na equação, né? O coronel Alessandro Visacro também tem alguns livros bem interessantes sobre eh a guerra, essa guerra híbrida, guerra contemporânea. Quem quiser usar aí de bibliografia, são bibliografias excelentes, acadêmicas, né? Você pensa, ah, Coronel Visacro, pô, Esses cara militar é um cara que tem, até onde eu sei, mestrado, doutorado e os livros dele é da editora contexto, né, que é uma editora de de nível acadêmico
excelente, né? Então são livros interessantes. Não tô indicando coisa fuleira para vocês, não. Eh, então aí ali você aprende que eh o modo clássico de mudança de regime hoje não é nem você contratar a ir hermandade muçulmana e nem fazer uma guerra por procuração. É Você viabilizar uma revolução colorida. Então, o que que acontece lá na Ucrânia em 2012, 13, o o presidente era um cara amigão da Rússia e os Estados Unidos queriam tirar esse cara e botar um amigo dos Estados Unidos. Que que eles fizeram? Patrocinaram através da Victoria Nuland, que é uma até
descendente de ucraniana. a vitória nula, onde ela circulou na região e ela ajudou a montar uma revolução colorida, a levantar essa esse movimento contra o Presidente que foi os movimentos Euromaidã da Praça Maidã. Então, eh, é muito mais barato em até em comprometimento de imagem pública você derrubar o governo da o Estados Unidos derrubar o governo da Ucrânia de uma maneira que pareça que o governo da Ucrânia foi derrubado por um movimento espontâneo, popular, orgânico. Então, isso é a revolução colorida. Aí quando você quando você revê o que Aconteceu no Brasil nas jornadas de junho,
eu me esqueci o nome do professor da UnB que escreveu um livro brilhante sobre isso, já falecido, infelizmente. Ele levantou uma documentação mostrando que, na verdade, a jornada de junho foram a nossa revolução colorida. foi algo patrocinado de fora para eh comprometer o governo brasileiro daquela época que não estava querendo ceder aos americanos algumas coisas que eles estavam cobrando. Lembrando que naquela Época quem fez isso contra o Brasil não foi George Bush, nem é qualquer outro eh um presidente eh Nixon, nem um nem um presidente conservador republicano. Foi foi Barack Obama e Joe Biden. Foram
eles que decidiram fazer isso contra o Brasil. A gente não pode esquecer que eh houve um escândalo de que os Estados Unidos estavam espionando a Dilma, né? estavam espionando os e-mails. Lembra disso? >> Começou uma situação tensa entre Brasil E Estados Unidos >> e me parece que eles mandaram alguns recados ali falando: "Olha, Brasil, a gente quer isso, quer aquilo, dá mais acesso aí ao Pressal, deixa a gente pegar um pouquinho do petróleo, pô, alivi essa aqui." E eles falaram: "Não, não, não vamos dar". Ele falou: "Não vai dar não." Começa um movimento espontâneo, né?
Começa esse movimento, 20 centavos, 20 centavos à esquerda olhando e falando: "É isso aí". Aí Começou um movimento que eh a princípio ele era contra governos estaduais e prefeituras de direita. Daqui a pouco esse movimento vai mudando completamente de forma de um movimento anti direita, vira um movimento ante esquerda e virando um movimento anti esquerda, eles vão pra Brasília, quebram tudo e aquilo ali vira toda junto com a Lava-Jato. Aí vai virando todo um arcabolso que terminou no impeachment da Dilma. Então você fazer uma análise da história Do Brasil sem saber o que é revolução
colorida, você vai fazer uma leitura. Se você souber o que é revolução colorida, você vai fazer outro tipo de leitura completamente diferente. Então, eh, hoje uma análise geopolítica que não leva em consideração como as redes sociais são usadas pelas agências de inteligência para influenciar mentes e corações, operações psicológicas, é, você tá é é como se você tivesse andando de Fusca e falando: "Pô, meu carro é meu carro é o mais arrojado que existe." Não faz sentido, né? É, >> então é é é mais ou menos o que tá acontecendo nos Estados Unidos hoje com essa
questão da dos imigrantes, Wise, né, que é a polícia da imigração. Essa polícia da imigração, eles estão fazendo coisas tão estranhas, tipo assim, criança indo pra escola, o cara pega a criança, mete no camburão e leva embora. Aí a criança de 5 anos Fala: "Que que tá acontecendo?" Não, seu pai é imigrante legal, a gente tá mandando você embora. Então são coisas estranhas. Os caras eh já mataram uma americana lá que tava bloqueando o trânsito, não sei se você viu. Meteram bala no carro dela. >> Agora mataram outro cara com 10 tiros. >> É, tava
com celular, já tinham desarmado ele, né? >> O cara tá no chão. Dev p >> não tiraram a arma dele. É, cara, muito Estranho, velho. >> Aí, que que você pensa? Pô, esse pessoal muito burro, né? Eles estão levantando o movimento popular contra o governo Trump. Não, mas e se o objetivo for esse? >> O quê? >> É, pô. >> Por quê? >> Porque o Donald Trump, ele tá doido para ter motivo >> para invocar o Insuration Act, >> para ele poder ter poderes excepcionais para poder instaurar, >> estrangular geral, >> entendeu? Olha, eu vou
dar um exemplo. Eu, ó, se o Homer achar esse vídeo, ele vai ganhar, como Sérgio Maland diz, um Ié, um salsi FFU, um glu e vai ganhar um Sambar Love também. Sambar Love só, sou mais eu, né? Apesar de que é o >> é Armando Volta, né? >> Armando Volta. >> Então, ô Romer, cara, esse vídeo eu não Sei se você vai achar não, cara, que é sabe o que que é? A galera tava fazendo um protesto na frente do Palácio Guanabara, lá no estado do Rio, contra o, acho que era o Sérgio Cabral na
época, que era o governador. E de repente no do grupo dos policiais sai um cara com uma roupa assim de manifestante e ele vai até o grupo dos manifestantes e manda tipo um coquetel molotov em cima da polícia. Cara, eu não eu não sei como Achar esse vídeo, né? o que que seria melhor colocar que que a gente tá vendo ali? A gente tá vendo que eh a polícia tá fazendo contenção de um protesto e eles precisavam de um argumento para poderem mandar a galera embora para casa de forma assim mais incisiva, a gente poderia
dizer. E aí um cara, um próprio policial fantasiado de manifestante, ele entra no grupo dos manifestantes e manda esse molotov para cima da polícia. Aí a polícia parte para cima, manda a galera Para casa. Cara, eu não sei se botar molotov apareceu já alguma coisa? >> Apareceu aqui. Esse daqui é mesmo. Ó, sem bota sem o áudio aí para não dar não dar estresse, né? >> Cara, isso aí que isso aí é é para ilustrar, né? O que eu o tava conversando aqui com o Vilela, né? Falando: "Poxa, mas será que o Trump não tá
querendo que os protestos fiquem mais violentos para ele ter argumento, né, Para poder utilizar o Insuration Act? Vamos ver se é se é esse aí mesmo. >> Vamos ver se é esse aqui. >> É, bota aí. Não precisa botar áudio não. Vamos ver se é é essa é esse essa manifestação, se eu não tô enganado. >> Vamos ver se tem um momento que ele joga o molotov aqui. >> Aparece ali. É, acho que eles estão caminhando em indo em direção ao Palácio Guanabara lá, que é o, não sei se é Palácio Guanabara, é o a
sede do governo do estadual ali do do poder executivo, né, do Rio de Janeiro. Você vê que o negócio já tá ficando meio quente ali, né, boneco queimando e tal, né? >> Você viu? >> É, aí aí tava nessa época tava em alta aquele negócio de black block, né? Era black block. Aí como se o policial se fantasiasse de um black block, passasse pro meio da galera. Ó lá, ó. Não é isso Aí, >> o molotov. >> Ó lá, >> cara. Deve deve ter sido isso. Mas tem um vídeo que mostra o cara saindo de
dentro do grupo dos policiais e tem um vídeo que acompanha ele, entendeu? O cara tava no grupo dos policiais, saiu foi pro outro lado, mandou o molotov e depois volta pro grupo dos policiais de novo. Fantasiado de black block, entendeu? >> É, os molotó. É, então assim, cara, eh, quem quem já atuou nesse nesse tipo de contenção aí de multidão sabe que isso, né, eu tinha um amigo que ele era fuzileiro naval, que ele falava, né, eh, ele fazia segurança de evento de autoridade e às vezes você vê um cara suspeito, você fala: "Aí, vamos
tacar pedra, o cara, vamos, ele tá preso". Aquele meio flagrante assim, meio meio construído, né? Então, assim, eh, esse jogo não é raro não, né? Isso, isso. Eh, A gente tem dois componentes aí. A gente tem o a operação de bandeira falsa, que é, vamos supor que você quer prejudicar o seu time oponente, né? Vamos supor que o Fluminense quer prejudicar o Flamengo. É o Fluminense, um cara do Fluminense bota a camisa do Flamengo, faz alguma coisa errada e fala lá, ó, não tô falando que os flamenguistes só fazem coisa errada. Isso é o a
operação de bandeira falsa. Agora tem o agente provocador, né? O agente provocador é o Cara que fala: "Ah, não vai fazer nada, vem, pô, faz isso, faz aquilo, vem aqui, duvido você fazer" e tal. Então, assim, parece que eh, por incrível que pareça, a ação da Polícia de Imigração nos Estados Unidos tá tão assim maluca, né? Os caras dando 10 tiros num cara desarmado, três tiros numa mulher, prendendo criancinha de mochilinha indo pra escola. Parece que parece que realmente ali eles eles estão Querendo ensuflar. ali um movimento popular que tá mais uma vez começando ali
em Minneapolis, né, que foi uma cidade onde já teve encren outras vezes, né? Então isso também faz parte da análise, né, política e num cenário maior da análise geopolítica. Às vezes, para um líder é interessante que a oposição a ele aumente para que ele possa usar ferramentas ou legitimar o uso de ferramentas mais incisivas, né? Então, eh, isso faz parte das táticas, Né, de agência de inteligência, táticas de de poder e táticas que envolvem esse negócio de eh revolução colorida, guerra híbrida e conflito não convencional, né? Então, dentro, voltando aquele livro, né, que a gente
estava falando do Hendre Coríbico, né, Guerras Híbridas das Revoluções Coloridas aos golpes, esse livro, inclusive na Amazon, ele tá sem capa, o que é uma covarde. Não sei porque que ele tá sem capa, mas se você buscar na internet você acha. Hendre Coríbico. Ére com W, né? Andre coríbico, eh, guerra híbrida da revolução das das revoluções coloridas aos golpes. Nesse livro, ele vai dizer que quando você tenta derrubar um regime oponente, né, ou derrubar um líder de um país pela revolução colorida, ou seja, pseudoifestações populares, manifestações populares incentivadas por agentes internacionais, quando não dá certo
pela revolução colorida, eles partem para a guerra não convencional. E A guerra não convencional vai envolver law fair, né? Usar a o o direito, vai envolver guerra econômica, vai envolver utilização de rede social e tal, vai envolver outro tipo de coisa, né? Às vezes pode se transformar numa guerra quente, né? Ou numa guerra tradicional. Aí, exatamente esse guerras híbridas das revoluções coloridas aos golpes, né? Andro cororíbico. Aí você vê o nome da editora, expressão popular. Você já sente que é uma galera mais assim, né? Progressista clássico, né? Então, para você que é conservador e olha
esse livro, saiba que você vai ler um livro que vai dizer que o Estados Unidos é o demônio e que a Rússia é Madre Teresa de Calcutá, né? o que não é exatamente o caso, mas só para você ficar ciente. Então, eh, a geopolítica hoje ela, o, o lado mais, eh, o componente que a gente ainda não aprofundou aqui, o componente mais assim Exótico dela são as sociedades secretas, porque uma coisa é você ter os serviços de inteligência, que são eh amplamente reconhecidos, né? A gente tem a BIM no Brasil, CIA nos Estados Unidos, MI6
na na no Reino Unido. Só que eh para além das agências de inteligência, nós temos as sociedades secretas. E a gente teve um exemplo recente Da importância das sociedades secretas nos sistemas de defesa e de inteligência. E eu não sei se você consegue achar essa notícia, Homer. Eh, Scottland Yard obriga todos os policiais a assumirem se são mações ou não. Algo assim extremamente eh inédito, né? O cara ter que declarar se ele é maçom ou não, né? Por que que a gente tá citando isso? É, é um exemplo pra gente ver que no setor de
defesa, no setor de inteligência, no setor da Segurança, existem muitas sociedades secretas que atuam ali, que t interesse naquilo ali. Então, vamos supor que a gente tá pensando não na Scotland Yard, numa polícia britânica, mas a gente tá pensando no na força real aérea e Royal Air Force, né, Raf britânica. Ali existem várias pessoas que são de sociedades secretas e eles têm também uma determinada agenda, né? Então compreender isso é um nível mais exótico e difícil de Um uma um acréscimo de um componente geopolítico, né? Pra gente estudar essa parte, que é uma parte mais
assim que tem um ar meio folclórico, pra gente conseguir estudar essa parte melhor, a gente vai ter que acabar lendo alguns livros mais estranhos, a gente poderia dizer. Conseguiu achar uma notícia aí? Ó lá, agente da Polícia Metropolitana de Londres devem informar seus superiores se são ou foram da maçonaria. E a princípio, muita gente olha isso e fala: "Eh, deve ter algum chefe da polícia ali que não gosta da maçonaria, né?" Eu já penso, cara, que eles são tão eh o alto escalão da polícia britânica ali é tão controlado pela maçonaria que eu acho que
é o contrário. Eles estão querendo saber quem é amigo. Vamos, vamos identificar quem já é para saber quem é amigo e identificar quem não é para saber quem a gente não pode confiar. Eu acho que é exatamente o inverso do que a maioria da população tá Pensando, né? Uns estão falando assim: "É, finalmente vão tirar os maçons da polícia britânica". Eu acho que é o contrário. Finalmente eles querem identificar quem não é para poder não chamar esse cara para certas conversas e e não apresentar a ele certas informações ou documentos, né? Então esse exemplo é
apenas para você ter esse discernimento de que você vai numa academia militar e tal, lá existem capítulos ali de sociedades secretas que Já fazem o convite para você entrar, né? Então, é muito comum haver nos sistemas de defesa, né, e no alto escalão do poder, pessoas que são de sociedade secretas. Muitas vezes essa sociedade secreta tem a sua própria agenda, que vai acabar influenciando nas decisões geopolíticas e vai acabar influenciando na maneira como o mundo vai andar, seja para um lado, seja pro outro. Agora, para você entender essa influência, como eu tava falando aí, é
um assunto mais Exótico, porque você vai ter que ler certas literaturas assim mais estranhas, né? Você teria que ler livros mais esotéricos, tipo a bibliografia do mainly Hall, né, como o Destino secreto da América. Eh, você teria que ler assim um dos um dos livros mais contundentes nesse sentido, que mostra como o alto escalão do poder e os tomadores de decisão têm certos vínculos e esses vínculos determinam ali algumas opiniões e posições. É uma série de livros de um Italiano chamado Leo Zagami. é o Leo Leo Lion Agami, né, que se autointitula é membro da
nobreza italiana misturada com a nobreza britânica, né? Lion seria família nobre britânica e Zagami uma família nobre italiana. O Lion, o Leo Lions Agami, ele se tornou um, de certa forma, um dissidente assim das sociedades secretas, apesar de que ele ainda que ele criou uma própria sociedade secreta dele, eh, ordens Espirituales universales, um negócio assim, se eu não tô enganado. Esse aí mesmo, esse cara, ele escreveu uma série de livros chamado, eu tenho a versão original em italiano, que é confession Illuminato. Em inglês tem confessions of anilluminati, né? Confissões de um Illuminati. Aí você olha,
aparentemente você fala: "Ah, que palhaçada, né? Que bobeira isso". Mas você pega, se você pegar o primeiro tomo, o volume um, eu acho que já tá no Volume 12 e não são livros pequenos, no próprio volume um, ele vai mostrar como vários expoentes do setor de defesa, do setor da economia, do comércio internacional, o comércio internacional de armas, o comércio internacional de combustível, né? Os grupos, ele vai mostrar como é que esses caras todos são cada um da sua respectiva ordem ali e tem a sua respectiva agenda. Então, se a gente, por exemplo, vamos supor
aqui uma hipótese altamente Ilustrativa, vamos supor que para além dos interesses dos Estados Unidos, da Rússia, para e para além dos interesses individuais de Donald Trump e Vladimir Putin, Donald Trump e Vladimir Putin pertence a uma única e mesma sociedade secreta que acima dos interesses da Rússia e dos Estados Unidos e dos interesses individuais de Trump Putem tem também o seu interesse. Então, acima da aparente dicotomia que a gente poderia Imaginar entre Russo e Estados Unidos, existe ali uma afinidade mais subterrânea entre eles. E essa afinidade, em tese, nos ajudaria a entender eh algumas das
posturas e atitudes que aos olhos de um analista geopolítico clássico seriam eh impensáveis. Eu tenho, baseado nessa hipótese de que Trump e Putin são membros de um mesmo e único grupo secreto ou sociedade secreta, que não é nada de, ó, meu Deus, Sociedade secreta. Tem várias aí, né? maçonaria mais famosa. Eles têm uma agenda e essa agenda envolve obviamente o desenvolvimento de uma ordem mundial nova, uma ordem mundial que vai superar a ordem mundial que surgiu no final da Segunda Guerra Mundial, né, que é a ordem, a ordem mundial que chama e Rose Base World
Order ou a ordem mundial baseada em regras ou ordem mundial liberal comandada pelos Estados Unidos ali, que Se consolidam depois da Segunda Guerra Mundial como a maior potencial bélica, o dólar sendo a reserva de valor global e instituições internacionais garantindo ali a boa convivência e uma um relacionamento aberto entre os países, né? A gente vê Organização Mundial do Comércio, eh Banco Mundial, Organização Mundial do Trabalho, eh Organização Mundial da Saúde, Organização das Nações Unidas, né? Todas essas essas organizações de abrangência global que Viabilizam essa ordem mundial baseada em regras. Vamos supor, né? Se se a
ONU é um exemplo de uma instituição que é um pilar dessa ordem mundial atual, o Donald Trump agora falando que ele quer sair e saindo da ONU e o o secretário geral da ONU falando que a ONU tá prestes a falir por falta de dinheiro, porque o Trump parou de mandar dinheiro. a gente já tá vendo uma agenda ali de implementação de uma ordem mundial nova, que não necessariamente significa algo Bíblico ou ou apocalíptico ou satânico, apesar de que eu acho que significa, mas eu não quero entrar nesse mérito agora. Mas essa essa ordem nova,
ela precisa, para vir à tona, mostrar ao mundo que a atual ordem acabou, não tá funcionando mais. Então, eh, nesse contexto, a gente teria um trabalho em conjunto entre Trump e Putin, trabalhando ali em sintonia para desmobilizar essa ordem atual, para que eles possam juntos propor essa ordem Nova. Então, dentro dessa tese, para além dessa teoria que todo mundo tá falando agora do mundo multipolar, do sul global, né, dos bricks aí, né, fazendo frente aos Estados Unidos, eh, contestando a essa esse império americano e e para quem acha que o mundo vai virar de um
mundo comandado pelos Estados Unidos por um mundo em que o poder é diluído entre 10, 20 países, na verdade, esse projeto parece que ele vai substituir uma ordem mundial, não por um Mundo multipolar, mas por um mundo tripolar, né? Eu acho, pelo que eu tô enxergando. E por que um mundo tripolar? Porque parece que o desenho que tá sendo construído ali hoje, fazendo essa análise geopolítica um pouco exótica, é um mundo dividido em três grandes blocos, cada um com a sua respectiva tirania, nos moldes muito parecidos do que George Orell apresentou no 1984, que era
um mundo dividido em três blocos, Oceania, Lestásia e Eurásia. Nesse nesse cenário, Oceania seria Estados Unidos e Inglaterra, Eurásia seria Rússia e Leestásia, China. Então parece que no fundo, no fundo, a gente tá vendo uma jogada ensaiada entre Estados Unidos, China e Moscou, eh, fingindo que são inimigos, mas trabalhando em favor de uma ordem mundial nova, em que eles serão as novas potências que controlam regiões inteiras, né? Isso seria uma uma espécie De uma agenda eh compartilhada internamente nesses círculos mais esotéricos, a gente poderia assim colocar, né? Então, hoje a gente sabe, né, que eh
se torna uma condição quase eh cinequan o cara para chegar a certos escalões do poder, ele ser membro de certas sociedades, né? Então ali o eh tem um mapa interessante, né? Eh, nesse caso ali, eh, Rússia tá Pegando quase toda, pegando a Europa toda praticamente, né? A China pegando ali boa parte do, eh, do L do do Sudeste asiático. Mas eh é porque aqui para mim tá dando reflexo, mas a gente tem quatro quatro regiões, eu acho aí, né? A África, Oriente Médio ali tá um pouco neutro, né? Mas no preto a gente tem América
do Norte, América do Sul, a a parte sul da África, Madagascar e ali não aparece a Austrália, mas ali a Indonésia ali, né? A >> É, aqui tá aparecendo boa parte aqui da Austrália, essa parte da Oceania >> isso tá em preto, que seria a parte oceania. Oceania, né? >> A Eurásia, pelo menos a o a Eurásia é o vermelho, né? Então você tem R, >> ah, é o vermelho, perdão. Leestas é o verde. >> É, você tem Rússia, você tem todo o norte aí da Europa. >> Ah, eia, né? Estáasia. >> É. E Asia,
que é lestasia. >> É lestasia. >> Lestásia. E esse mapa agora que eu vi, é o mapa do mundo de 1984, né? As três grandes regiões, né? Oceania, Eurásia, Estásia. >> E aí você tem o norte da África aqui também, o leste europeu aí, que é a parte do território a ser descoberto, né? É, é tipo largaram de mão, né? >> Isso. Terra de Malboro, né? >> É, terra de Malboro ali sem lenço, sem documento. Seria mais ou menos isso. Então, nesse nesse enquadramento, né? Eh, eu acho que o mundo tá indo mais ou menos
para isso, meio que como acordo, né? Então, eh, aí o cara fala: "Pô, Daniel, você tá fazendo análise geopolítica com base em fofoca de sociedade secreta mais obras de ficção do 1984?" Ué, olha o mapa, o mapa recente que o presidente Donald Apresentou. Os Estados Unidos todos sendo composto por Groenlândia, Canadá, Estados Unidos, América Central e Venezuela. Não sei se consegue achar esse mapa, Homer. Eh, se você botar Trump, mapa Venezuela, sei lá, Groenlândia, você vai ver que na na Casa Branca ele mostrou um mapa em que a bandeira dos Estados Unidos estava em cima
de todas essas regiões, né? Então, todas essas essas regiões, né, apresentadas por Trump dessa forma, a geopolítica clássica vai chamar de doutrina Monro 2.0 ou doutrina Don Row, né, que é mistura de Monro com Donalds. Mas na verdade aquilo ali que o Trump tá mostrando naquele mapa é algo completamente diferente que é o chamado tecnato. Aí já é outro mundo diferente, não tem nada a ver. É, o tecnato é um outro conceito, né? Uma outra filosofia, uma outra proposta que vai muito além aí do do Orwell, né? Então é, parece que o Mapa mapa global
tá caminhando para esse para esse cenário aí. Eh, depois conseguiu achar o Trump mostrando o mapinha ali? >> Consegui. Ela não tá numa definição muito boa, mas eu consegui. >> É, tá meio sorradinho. >> Cadê? Cadê? >> É esse daí, ó. É, >> nossa, velho. >> É, esse é o mapa, né? Mas eh tem a foto dele sentado mostrando esse mapa. Quando Eu vi a foto do Trump mostrando esse mapa, eu falei: "Cara, isso aqui é é fake". Porque parecia que >> que que é aquela parte ali de baixo? Pega. É só a Venezuela que
pega. >> Acho que é Venezuela. >> É, >> olha isso. >> Nesse mapa não tem. O México não tá incorporado, né? nem a Panamá, Costa Rica ali. Mas eh eu acho que no mapa que o Trump mostrou lá na Casa Branca tava Pegando tudo, desde da Groenlândia até embaixo, né? Então eu eu tenho falado um sobre isso há muito tempo, né? Que geopolítica hoje, cara, é hemisfério ocidental e hemisfério oriental. O Trump quer saber do hemisfério ocidental. O negócio dele é olhar norte, sul, não é mais leste, oeste, né? É tipo assim, leste oeste se
virem e norte, sul não venham mexer aqui que aqui agora comigo, né? Essa aqui seria a doutrina Don Roll. Ah, é, nesse mapa também o México não Tá, né? Mas então, eh, eu fiquei eu fiquei muito relutante em olhar esse mapa e falar: "Cara, é real isso, mas parece que é real, né? Eu vi notícias, Trump mostra mapa e tal". Esse mapa aí já é o a proposta do Technato, né? O tecnato, que é aquela proposta do movimento tecnocrático, envolvia eh você ter uma região gigante com multos naturais que pudessem fazer a sua região ou
seu tecnato, uma espécie protetorada, ser autossuficiente. Então o cálculo é Pros Estados Unidos serem autossuficientes, a gente precisaria incorporar Groenlândia, Canadá e Venezuela por causa do petróleo do dos minerais estratégicos, terras raras, né? Então, é exatamente isso que o Trump tá fazendo. Outra coisa que eu que eu proponho, portanto, é se você não entende a influência do do movimento tecnocrático clássico nas ações e decisões geopolíticas de Donald Trump, você não vai entender exatamente o que Que ele tá fazendo, onde ele quer chegar, né? Porque a ideia, e isso tá no livro The Last Economy, a
última economia do Emad Mostak, a ideia é que eu já expliquei aqui, né? O capitalismo ou o nosso conceito de economia funcionem na base da escassez, né? A a o conceito de economia tradicional que é usado é o conceito de economia e administração de recursos escassos. Se você não tem mais recurso escasso, tudo é abundante, você Não tem mais o capitalismo propriamente dito. Capitalismo é a própria, é o modo de produção e de gestão do recurso escasso. Então se você, se a gente tá, é exatamente esse livro aí, né? Um guia para a era da
economia inteligente, né? The Last Economy. Mad Mider lá do do Vale do Silício, né? E tem o cara dos bastidores aí da inteligência artificial. Trabalho. Esse livro é impressionante, cara. Cada frase dá uma frase de efeito, assim, cada capítulo é Maravilhoso. E ele mostra que o capitalismo tá acabando e ele pode ser sub, ele vai ser substituído por, por o quê, né? Pelo quê? Por uma, por uma anarquia, mas ser substituído pelo comunismo. Não, eles vão substituir pela tecnocracia. E a tecnocracia envolve você ter grandes regiões para você ter recursos suficientes para poder viver sem
depender de muito comércio internacional, né? Então essa que é a que é uma nova perspectiva geopolítica Aí que tá chegando. Resumindo, para você, na minha opinião, para você entender a doutrina Trump hoje, você precisa entender o que que é é tecnato ou tecnocracia. é quase que uma um pré-requisito, porque é isso que ele tá fazendo, tá bem tá bem evidente, né? Que a história também da a inteligência artificial vai tirar o emprego de todo mundo, né? Vai trazer abundância, o cara vai viver com base num crédito de numa um crédito de energia ou uma renda
Básica universal. Então, a, eh, você estudar a geopolítica hoje sem esse componente, que é o componente da quarta revolução industrial, você não vai conseguir entender o que que exatamente eles estão querendo, né? Por que que o Trump quer tanto eh terras raras? Ah, por causa da inteligência artificial. Ah, mas por que ele quer tanta inteligência artificial para vencer a China na corrida pela melhor inteligência artificial? Ah, tá bom. Então agora entendi, mas não é exatamente isso. >> É muito mais do que >> a gente não sabe do que que tem tem muito mais eh eh
interesses, não interesses. >> É interesses, com certeza. Na nessa minha leitura, ele precisa da inteligência artificial para ele montar o tecnato. >> Não. E outra, a gente não sabe também das chantagens que estão por trás, de Gente que de gente que colocou ele lá e fala: "Agora que eu te coloquei aqui, eu preciso disso". >> Ex. Exato. >> Putz, agora eu vou ter que criar uma história para justificar que eu quero isso. Então a justificativa é terras raras. Mas às vezes não é, às vezes é outra coisa, >> é, eu não posso deixar as terrajas
na mão da China, mas na verdade é o Vale do Silício que quer esse acesso. >> É exato. >> Na verdade, a galera do Vale do Silício já tá aficcionado ali pela questão do da Groenlândia. Já existem vários projetos aí, eh, Bill Gates, Mark Zuckerberg, eh, Jeff Basels, todo mundo já tá com projeto para investir na na Groenlândia. E aí eu me lembro daquela série Assassinato no fim do mundo, lembra? Lembro, eles reúnem maior galera, >> tipo no Polo Norte lá, fri para caramba. >> Mas é tipo os caras, é gente muito muito top em
várias áreas. Reun >> ali eles estavam se reunindo para pensar essa nova gestão do mundo em cima de uma inteligência artificial. >> Descobrem que tem um bunker enorme, né, é o bunker e tal. Então vai um pouco que que que a gente tá vendo ali? elite global, mais a super eh a parte tecnológica fazendo algum tipo de projeto estranho no Ártico. >> É, >> é mais ou menos isso, né? Então ali no vale a pena eh rever o a série, eu já ia falar a série Groenlandia, porque saiu um filme com o George Butler Greenlands,
que em português é >> Greenland aqui é aqui é >> vê pra gente. É a segunda parte. A primeira você viu? >> Não, eu só vi a primeira. Eu também não, mas a segunda acabou de estrear aqui. É que eu tava nos Estados Unidos agora e Tava lá Greenland. Daí eu fui descobrir que era a segunda parte do >> porque termina o filme e eles pegando o avião para lá. >> Não, na verdade >> não é. Lembra, tá tá rolando o fim, não é isso? >> Aí vai, vai dar o spoiler, mas o filme já
tem um tempinho já. >> Não, eles eles pegam o avião, entram na no bunker, aí passa um tempo, >> aí chega a entrar no bunker, >> chega, entra no bunker, >> aí passa um tempo, abre a porta do bunker e eles vem o mundo assim meio que voltando. >> Termina assim. Pensei que terminava eles entrando no avião. Só cheg aqui, ó. >> Isso é o assassinato no fim do mundo. >> Isso é o assassinato do fim do mundo. Agora veio com o Butler. Como que chama? >> Jar Butler. >> Jord Butler. >> Butler. Bota Greenland.
É Greenland. Mas O nome português é >> tenta achar o cartaz em português. >> É tipo Olá Garotas. O negócio >> é não sei o que de >> tem nada a ver. É o tempo que passou, sei lá, o vento levou e trouxe de volta. O negócio tem nada a ver com a com a história. Então esse filme é interessante para caramba, né? Esse filme, na verdade, ali são cometas, né? Cometas, não, meteoros que tão começa uma cai, sai explodindo tudo e Tal, a confusão do caramba. E o Jorge Buttlerle ele foi escolhido porque ele
era engenheiro que fazia prédios. >> E aí é um trampo para ele a família dele tá separado, eu acho. Ou se separem >> Sim. A filha dele acho que é diabética e aí quem tem doença não pode entrar, a filha dele foi desqualificada, ele volta uma confusão. Não, não. Ah, tá. Agora apareceu. >> É destruição final. >> Não, cara, eu acho que em português o o É destruição final também. >> É, eu não lembro, mas >> é com a brasileira, né? Como é que é o nome dela? Morena. >> Morena. Bacar. Bacarin. É >> muito
gato. Inclusive. Destruição final dois. Então, deve ser destruição final. que era com os mesmos atores, não achei que era aquele versão dois que muda tudo. >> Não, não tem que ser >> que é tipo assim, é meu neto, né, que tá Continuando. >> Pô, vou ver esse filme aí. O fim, o primeiro não é ruim não. >> O, então, o eles escolheram mais ou menos com aquele >> eles foram pra Groenlândia, então >> olha que coincidência, cara. >> Eles vão pro Canadá, no Canadá eles pegam o último bonde que tá indo pra Groenlândia, o avião,
né? >> Aí descem lá, entram na base, uma base que existe, que é a base tule, é uma Base >> daquele jeito, né? Não sei, acho que não, né? Mas tem uma base lá, né? Era um projeto secreto, né? Que aí, vejam só, Vilela, um bizu pra galera que gosta desses assuntos. Na vida real, essa base americana na Groenlândia chama a base tule th ul. E essa base eles construíram em segredo. E para construir essa base em segredo, sem chamar atenção, eles falaram que estavam lá para pesquisas científicas. Você já viu que esse negócio de
polo sul, polo norte, os caras estão lá só para pesquisa científica? >> Não, ele tá estudando gelo, estão estudando pinguim. >> É, tem um pinguim que tá com câmera na virilha aqui. A gente quer entender que aconteceu com ele, né? Os >> car tava até zoando aquele post lá do pinguim na na na no polo na Genlândia que não tem, né? O Trump levando um pinguim assim, >> um pinguim assim, >> tipo na Genelândia, os caras falam na Genelândia, no Paulo, no Polo Sul, no no no hemisfério norte, não tem pinguin pinguin, né? Pinguim é
só no sul, cara. E pinguim é um bicho muito engraçado, né, cara? Ele vem com aquela roupinha, aquele terninho, né? >> Peludo, ele é peludo. Você viu viu de perto? É pelo aquele >> é peludinho. Pelo molhado, né? >> E fed, cara. >> P >> cara, você vai num lugar cheio de pinguim, >> é? >> Nossa, >> bate uma brisa, né? >> É, >> eu acho que o bigode é um pinguim aqui, viu? que tá fedendo aqui. Tá batendo. >> Tava numaca aí. >> É, cara, >> olha que pode mudar esse apelido aí para Pinguim,
hein. >> Você tinha falado do, como é que é aquele indiozinho lá do o >> como é que é? >> Como que é? O papacapim. >> É da turma da Mônica também. >> O Papacapim é da turma da Mônica. Quando ele chegou, parou. Agora vai mudar para Cascão então, né? >> Mudou para Cascão, hein? >> Cuidado que ele demora um tempo para entender as piadas. >> Demora, cara. Demora. Só semana que vem que ele vai captei a vossa mensagem. >> É exato. >> Então, cara, eh, esse negócio do Trump querer a Groenlândia, eh, e é
um, é um objetivo antigo. E a Groenlândia, a galera acha que é só gelo, meu irmão. Ali tem minério e petróleo. Ali tem uma posição hiper estratégica. Por quê? para você mandar um míssel balístico dos Estados Unidos pra Rússia ou da Rússia paraos Estados Unidos, vai passar exatamente por ali. Então, até para criar aquele Golden Dom que o Trump tá querendo fazer, que é uma versão Iron Dom norte-americana, né, ele precisa muito da do controle sobre a Groenlândia, né, não só os recursos naturais, mas o valor estratégico bélico ali. Mas aí já vem aqueles outros
interesses. Galera do Vale do Silício já tá com um monte de projeto para começar lá, né? A, o Trump falou que ia dar 10.000 para cada um dos 50.000 moradores Da Groenlândia, tipo comprar voto, né? Voto de cabre, então te dou.000, vota em mim, >> né? Arrumou encrenca com a Dinamarca, né? Que a Dinamarca que tem ali a região da Groenlândia. E o mais interessante, Vilela, é a o idioma groenlandês, já que a gente tá falando sobre isso, é, eles falam idioma que é um idioma esquimó. >> Existe. Não é da Dinamarca, >> não. O
dinamarquês é pouco falado, né? Agora >> tem uma língua local, >> tem a língua oficial que é o groenlandês. E o groenlandês é dividido em quatro dialetos diferentes. Tem um que é mais falado >> e é a sabe falar, fala bom dia em groandês. >> Escarovia. >> Escarovia. >> Tá meio russo, né? >> É, cara, eu acho que >> é a parte russa do Polon. É, é o sotaque Russo lá, gente. >> Sotaque russo. Exatamente, né? Que você viu? É só se você tropicar na Groenlândia, você tá já caindo no quintal do R. >> Aliás,
mostra mostra eh o mapa por cima, a proximidade, né, de Canadá, Estados Unidos e eh Gilândia, tudo lá, tudo se mistura lá por cima, vendo do do círculo polar ártico assim. >> Por isso que tá todo tá todo mundo interessado lá, né? >> Tá todo mundo, porque ali é >> novas rotas, >> você controlar o famoso Darian and Gap, né? Já ouviu falar nisso? Não, >> Dari Gap, eu não sei como é que fala em português, aí me esqueci. É aquele que você olha o mapa, você fala assim, cara, dá >> de Bering tá falando
>> é o que conecta a América do Sul com a do Norte ali, mais ou menos no Panamá Ali, antes do Panamá, porque Panamá >> é antes do e entre o Panamá e o México, >> se eu não tô enganado, tem o >> ou entre, não sei se é Nicaragua, Costa Rica, >> tem uma floresta. >> Ah, sim. que tu não consegue passar ali. É um negócio que é pô. E até apareceu na Plurbus. Verdade. >> Lembra que o maluco quis ir de carro? >> Chegou na no darengap, ele se ferrou. >> É assalto. A
é mata fechada do caral Espinho, veneno. Lembra que ele meteu ali um espinho nas costas lá? Quase morreu >> total. >> Inclusive parei de ver. Você continua vendo lá. Esqueci da série. >> Acabou. Não, acabou, né? >> Acabou. >> Acabou a primeira temporada. >> Putz. Então foi isso, >> ó. Lá. >> É >> tudo juntinho lá, cara. Lá >> 7.000 1000 km, né? É, do ali tá marcando acho que Washington, né? O >> do Washington pra sei lá, para Moscou. É São Petersburgo, mas da Groenlândia é bem mais perto, né? >> Total. >> Parece metade
do caminho, né? >> Bem menos, bem menos a metade. >> É, tá bem mais pertinho ali. >> E ela não é tão grande quanto aparece no mapa, porque aquela é uma distorção, né, >> cara? Aquilo ali é uma covardia. >> Vê se você consegue colocar o tamanho certo da Groenlândia que você tem muita sacanagem. A Groenlândia tá três vezes o tamanho do Brasil. Você chega, aproxima, ela fica menor que o Brasil. Tudo tá por perto dos polos fica grande. A Rússia é a Rússia é grande. >> É maior país do mundo. Mas caraca. Poxa. Brasil
é o quinto do mundo. >> Canadá também não é daquele tamanho. >> É. E aquilo ali dá um dá uma expressão de maior poder, né? Pro hemisfério norte. Aquilo é uma sacanagem. >> Sempre sempre tem uma tem esse lado também na hora de fazer o mapa, >> covardia. Você vê que até os mapas são love, né? >> Não, até o fato de você colocar um em cima e um para baixo já é uma escolha, >> já é sacanagem, né? espaço não tem um lado de cima, um lado de baixo >> não tem. Meu filho, às
vezes eu debato Isso com ele. >> É, >> ele fala: "Não, porque você vai para cima, eu falo: "A bola tá flutuando, meu irmão. Se você virar para cima, para baixo, tem muita história não >> é norte ou sul, não é para cima ou para baixo. >> É, não tem muito para cima não. Pode estar de cabeça para baixo, de cima. Não, não tem gravidade, não tem, não tem regra, né, meu irmão? Então assim, cara, Eh, eu acho que a a geopolítica hoje ela, sabe, é tipo a reforma protestante assim, alguma coisa, você precisa fazer
uma reforma na geopolítica, meu irmão, porque a gente continua falando de geopolítica, eu tô me inserindo nisso também, com um enfoque clássico, né? Ah, não. Eh, Donald Trump representa os Estados Unidos, então ele vai tomar decisões junto com o Congresso americano em favor Daquilo que é melhor pro povo americano. Isso aí é o que a Groenlândia >> é a comparação da Groenlândia se ela tivesse dentro do Brasil. Tá zoando, você tá zoando. >> É desse tamaninho, rapaz. >> Putz, >> cara. >> Pega um filetezinho só, né? >> É, parece que é maior que o Brasil,
né? >> É, mas não é não. Ela é, >> olha só, >> é muita covardia, né? >> Total. Você olha assim e fala: "É, rapaz, é grande para caramba." Nos Estados Unidos, ó, largura. >> É, mas >> não é tão É claro que, pô, tu pegar, fazer uma viagem nova para Los Angeles vai demora para caraca, porque >> eu já, eu já fui de Chicago a Los Angeles. >> Chicago. >> Ah, 66. A rota 66. >> Você lembra a piada do japonês que tava no avião? >> Não. >> Tava viajando para pros Estados Unidos. Aí
ele falou que eu era o moço. Falou: "Olha só, quando tiver passando em cima de Nova York me avisa. >> Ah, >> que eu quero ver." Você lembra dessa? >> Lembro. Mas conta. >> Dá para contar? Dá, né? Aí ele foi ao banheiro. Aí a moço procurando ele. Cadê O japonês? Tava aqui. El, aí o pessoal falou: "Foi ao banheiro". Aí ela bateu na porta, falou: "Vem ver Nova York, você vai perder". Aí falou: "Agora não posso, tô vendo Chicago." >> Não, não era essa que eu imaginava. >> Não era não, >> não era outra.
>> Na verdade é chinês, né? Porque o japonês não fala assim, né? Chicago, >> eu pensei que aquelas piadas que o cara Estou passando, eh, acabamos de passar por pela França, como que? Ah, porque eu coloquei a mão para fora do avião e toquei a torre Ifel. >> Ah, entendi. >> Aí vem os caras, é, mas não dá para abrir a a janela do avião e tocaram a os cara é piada, cara, né? >> É, é, é. O cara quer botar defog, né? Que pega o gabarito da piada. >> Exato, cara. Exato. >> Não, isso
é qu Não, você vai assistir o Filme, o cara fala assim: "Não gostei". Não, não gostou por quê? Pô, mentirada brava, pô. Você aí você quer ver documentário, pô. >> Filme é mentirada brav. >> Falei da minha mãe, né, assistindo Vingadores. >> Não lembro não. Ela mandou uma dessas, man. Ela mandou. Vingadores é um absurdo. Vem os alienígena e luta e não sei o quê e martelo. Aí quando tem uma cena que o acho que o Hulk toma uma Porrada e ele vem rasgando o asfalto assim, mãe fala: "Ah, >> aí, ah não, aí não.
Aí eu joguei a toalha. >> Eu não rasgaria o asfalto assim. Falei: "Não, pera aí, mano. Eu parei, eu parei o negócio, falei: "Ah, até agora tava bem, cara. ser um monstrão verde, o cara ser um um deus com martelo mágico, em casa o cara voa, o outro não sei o quê, >> rasgou asfaltinho, >> rasgou o asfalto aí. Ah, tá exagerando. Falei, tá bom. >> É igual aquela parada na na Jesus fala, né? Pô, você engoliu um Camilo, engasgou com o mosquito, pô. Não é não. Aceitou um monte de maluquí na hora que veio
umas faltinha. >> Pode crer, >> cara. Mas tá falando do quê? Da da Por que a gente tá falando da Greenândia agora, >> cara? A gente falou da da Greenland que Eu tava mostrando o mapa e tal, do >> A gente falou dos filmes também, né? Porque a gente não falou de filme ainda, a não ser. Ah, importante. Você viu esse filme novo do Frankstein lá? >> Não, não, eu só comecei. Vale a pena. >> Ai, ó, eu achei maneiro, cara. Tem gente, >> mas eu achei, eu achei um filme bom. Afinal, se eu não
tô enganado, é Guilhermo Del Touro, né? >> Que é um cara diferenciado. Apesar de Que aquele é forma na água é meio chatinho, né? >> [ __ ] chato. E falaram que é cópia, né? >> É que deu um bom, né? Como chama? Labirinto do fauno grotesco, né? >> É >> labirinto do fauna. O cara olha assim a capa e tal, acha que é >> aquele do tem >> é que ele bota a mãozinha, >> coloca a imagem que tem o cara tem os olhos na mão assim. >> Mas a história é a Segunda Guerra
Mundial ali na Espanha, né? Nazismo, fascismo e tal. Backound bem legal. >> É background interessante, >> mas o cara doidaço, né? Guermo Deltouro >> total. >> Eu eu olho o Guermo Deltouro, cara. O visual dele me lembra o George RR Martin do >> Não, eles não tem uma pinta parecida do Game of Thrones? Tem, tem. Inclusive saiu uma sériezinha nova, né? O Guerreiro dos sete reinos. Negóciu? Não fui atrás ainda. Consegui ver ainda não. >> Cara, é muita coisa, né? Pr >> difícil. >> Fala nisso, tem visto alguma coisinha nova aí de sugestão? >> Então
eu achei que nas férias ia tirar o atraso de livro. Ó cara, eu não consegui ler uma página de livro >> e não consegui assistir nada de série nova. Porque porque eu tava fazendo intercâmbio, né? Era só tá deitando no Inglês também, né? >> Agora tô somebody love inglês agora. Everything, >> every time everything. Pô, eu fui pro Risco, esse meu Kindle aqui em São Paulo, me deu uma raiva, mané. >> Eu olhei, aí eu falei com a patroa, né? Falei: "Ó, a eu eu boto a mesma conta da da Amazon no meu e no
dela, né?" >> Ah, tem dois Kindles. >> É, dois Kindle. Aí eu falei, ó, >> dá o seu >> para passar. >> Para passar o Kindle. >> Eu tenho dois já que tem um velão que eu deixo aqui. Olha só que legal. Não, não. Esse daí é, esse é da água. >> É, não, esse. Ah, tá tudo bem. Botou ali. >> Falou do fauno, o douno. É >> a forma da água. Tem isso também. Eu acho que tem. >> Não lembrava dessa cena. Não tem. É, >> ele adora esse negócio de olho na mão, Né?
Isso daí copiado do Hell Boy, cara. O personagem do Hell Boy, não é? Na cara dura assim, velho. >> É mesmo? >> É. >> Tem isso aí no Ryzinho, >> tem um personagem que é assim, cara. >> Caraca, doideira. >> Guilherme de Touro. Guilherme de Touro. A gente tá de olho aí, cara. >> Hell Boy é de quem mesmo? >> Do o criador do desenho. >> O desenho. Você lembra? >> Hell Boy. É do >> Não é de si não, né? É outra. É o boy. É, >> é da Não, é da é da Dark
Horse. >> Dark Horse. Ah, lá o F. >> Olha que legal, cara. Essa ideia é muito boa, né? Tem olhos e os olhos são na mão assim. >> É que nem aqueles car, sabe por que que é isso? É aqueles caras, deixa eu ver. E O cara quer pegar na mão, deixa eu ver. É o fauno, né? Isso aí >> você tá vendo já. Não, o cara quer ver na mão. É, >> coitado do cara quando ele vai no banheiro, né? >> Não, esse aí sabe qual é o problema? Não, eu tô, cara, >> ele
teve imaginar essa mão com olho >> aqui atrás >> vendo o tob. >> Não, mas é não seria bom para ver como é Que tá a situação, né? Que às vezes a gente acha que tá tudo perfeito. >> Deixa eu ver. Ah, então tá tranquilo. >> Aí alguém fala assim: "Eh, um cheiro estranho você po que eu não limpei legal não, né, >> cara? Você me, eu sou muito visual, cara. Eu já eu já vi a cena acontecendo. Eu >> imaginei mexer com o seu imaginário. Imaginei o cara estendendo a mão para apertar a mão
dele. Ele não, melhor não, Que eu tô com Jutiv Vite, não é? Não pode passar, >> mano. Mano, mano. >> Caraca, meu irmão. É, cara, eu assisti algumas coisas aí nas férias, mas não tô me lembrando. Vi o Frankstein, >> cara. Não consegui vir nada. >> Achei maneiro, mas achei triste, cara. Um filme triste. Ia até ia até botar meu filho para ver, mas eu falei: "Pô, ele vai ficar meio sentido que é meio triste." >> Cara, eu vi, sabe o que que eu comecei a ver com o meu filho que eu não tinha visto
ainda? John Wick. >> Mas você já tinha visto? >> Nunca tinha visto nada. >> Para que bom essa sensação não é boa, >> pô? Zero bala, cara. >> O primeiro é muito bom. >> E o primeiro eu terminei no segundo. No segundo termina. >> O segundo é do cavalo. >> Acho que não tá. Tá. Ah, não. Então é o >> o segundo é vai pro mundo inteiro atrás dele. >> Mas na é no terceiro que tem aquela do cavalo que é bom ele fugir no cavalo. >> Nossa, velho. >> Ah, essa eu vi só o
a produção, né? Os b >> e o último é aquele da escadaria. Bailarina. >> Escadaria dá desespero. O cara não consegue. >> O cara tenta subir a escadaria lá da saquequ lá lá da gigante. É. >> E cara, o cara não consegue, velho. É só porrada e luta e não sei o qu e cai e volta. Mas é muito bem feito. Muito bem feito. >> Maneiro. >> Eu gosto >> tudo isso porque mataram o cachorro do cara, hein? >> Mataram o cachorro do cara. >> Mas não é só isso, né? Roubaram o carro. >> Acho
que o o cachorro foi o limite da parada. Não mataram a mulher dele Também. >> Então isso que eu ia te perguntar, eu só vi dois filmes, mas eu eu pensei, cara, devem ter envenenado a mulher dele. É, tem uma parada dessa, mas no filme é por causa do cachorro dele mesmo. >> É. Não, a mulher morre, aí dá o cachorro para ele não ficar sozinho, né? É, é aí a única coisa que ele tem o cachorro >> logo no início, ele já o maluco já dáhe um bico no cachorro, mata o cachorro. E é
aquele, é um maluquinho que fez Game Of Thrones, né? >> O vilão, >> o que matou o cachorro. É aquele que passaram o cerol no na ferramenta dele lá. >> Sério? É ele? >> É. Lembra do cara que >> lembro? Lembra do cara. Eu tô tentando lembrar a carinha dele, mas é um lourinho. É. >> Aí até meu filho falou: "Pô, esse cara aí que é o vilão tem uma pinta de bobo". Aí eu falei: "É, mano, você não sabe o que fizeram com ele no Game of Thrones? Cara, eu tô tentando lembrar outra coisa
que eu assisti, cara, nas férias agora. Eu vi, eu vi algumas coisas interessantes, não tô me lembrando. Você viu? Ah, é Bugônia. >> É, tão tudo falando disso, >> né, irmão. Eu achei esses filmes. Ach que a menina, acho que a menina é alienígena, né? >> Não me conta spoiler que, cara, pá, eu Vou vou vou acerar. Filme é do mesmo diretor que eu esqueci o nome do cara que é o nome complexo daquele o sacrifício do servo sagrado. >> Quer assistir? Bom para e também da da com essa mesma menina aí. >> É o
sacrifício acho que não é com Stone acho que é col aquele outro que é baseado também no >> É esse eu não vi também. >> Criaturas, pobres criaturas, talvez >> é pobres criaturas. >> Vê aí >> acho que é pobres criaturas que é com Eman Stone o pobre de criaturas eu não vi. Você viu? Não, >> não vi. Vê o pobres criaturas de quem que é e quem é atriz? Eu acho que é >> cara o sa o >> Stone também. O, o André Sil é bom. Ela falou que é maravilhoso. Ou seja, é não,
não. O o >> pobres criatures criaturas. >> Ela falou que é maravilhoso. É médio. É. >> Só falou que é maravilhoso. É médio. >> Eu nunca nunca falei com a Andreia negócio de filme, como é que é? Ela não, ela é meio estranha. Ver. >> Vamos ver. Vamos ver. Fala um outro filme maravilhoso que eu já tenha assistido. >> Ponto de mutação. >> Como que é esse, cara? >> Cara, esse aí você me pegou porque ponto de mutação é o nome do livro, né? Do Como é que é o nome? Pão de mutação >> é
velho. >> É do >> Ah, então não, um mais novo assim. >> Você tem aí, ó. >> Pô, ela tá com rosto estranho aí. Assim mesmo. >> Eu acho que é por causa da imagem, né? Acho um pixel meio estranho. Aí você acabou com a menina, né? >> Dermatologista dela ficou triste. Gente, tá legal, >> tá legal. Covardia. Eu não vi esse não, cara. Tô doido. É, eu gosto assim, o cara já começa o filme fazendo troço diferente, né? >> Ela já tem uma cara boa assim na cara. Tem para fazer uns filmezinhos estranhinho já.
>> E esse como que é? Begônia. >> Bugônia. >> Bugônia. >> É bugônia. É o nome de um ritual, cara. Era um ritual que os caras na Acho que Era na Grécia porque o diretor é grego, né? >> Mas é para fazer o quê? Eu não me lembro. Era tipo um sacrifício humano lá, uma parada assim. Tinha que sacrificar alguém para melhorar a colheita. >> Sei, sei. >> Mas também tem a ver com tem soua parecido com bug que é inseto, né? >> É. Aí tem esse negócio de alienígena, ver olhar o ser humano como
inseto, né? Alguma coisa assim. Cara, mas ó, eu achei esse filme assim, tá arriscado. Vocês estão vendo o programa aqui assistir e falar: "Pô, Daniel, o filme é um lixo, eu te respeito, mas eu achei o filme sensacional". >> É, eu já vi que esse filme aí divide opiniões mesmo. Tem gente que acha um lixo, tem gente que acha maravilhoso. >> Cara, eu achei muito, mas você tem que entender que o diretor é sacana, né, cara? É >> que não é um filme que você espera a normalidade. Você quer esperar normalidade, assiste sessão da tarde,
pô. >> Não vai ver bugôia. É bugôia. Bugia, >> pô. Ela tá diferentona. Olha >> isso. Isso não é spoiler que eu vou falar não. Por que que ela tá careca? >> Os caras, qual que é o a sinops? Sinopse. >> É, eu já sei. >> Os caras se >> sequestram ela porque >> dois primos e o o também o ator é figuraço. Esqueci o Plons, eu acho. Esqueci o nome dele. >> Depois depois vê o cartaz. o primo dele acho que é meio autista assim, o gordinho. E eles, ele convence o primo a sequestrar
essa mulher, porque eles entende que ela é alienígena e ela tá fazendo mal ali pro ser humano. E aí eles entendem que eh os alienígenas se comunicam com a nave mãe pelo cabelo, Então eles cortam o cabelo dela para ela não se comunicar com a nave mãe. >> Que maravilhoso, >> cara. Mas é muita loucura. E e é aquela história, né? É misturado com comédia toda hora. São cenas cômicas assim em todo momento, né? Eu achei genial, genial esse filme, cara. Muito legal. >> Bugônia, mas vi outras coisas. Tô tentando me lembrar aqui, mas não
tô lembrando exatamente. Tentei que olhar minha entrar na minha lista ali para Ver. >> Mas eu vou >> Tem pergunta? Não sei se tem pergunta. >> Vai ter pergunta, mas eu vou bater meu gosto então comandé com esse filme, com esse filme a gente não não com o Bugonia. Eu vou ver onde tá, né? Ô, ô, Homer, o gosto dela e o meu gosto. >> Não, agora eu tô com medo de você ver Bugia, que eu que tô falando que é bom, você falar que é ruim, você falar que eu virei Andreia. >> É, o
seu tá batendo com André. Éigoso, hein? >> Ponto de mutação. Eu não vi, cara. Não lembro. >> Fala outro aí, André. Fala outro parcido. >> Green K. >> Gre. Eu não lembro desse filme. Green Knight. >> Green Knight. >> É do É sobre o quê? >> É, é. Nossa, eu esqueci o nome dele. É o >> agora Patel. Você não viu >> não? >> É recente agora. Não, é mais de uns de uns dois anos para cá. >> Ah, cara, esse filme é maravilhoso. Maravilhoso. >> Aí já mudou o critério, então. >> Ó, já já.
>> Cara, esse filme é muito bom, não é? Que ele corta o a cabeça do cara >> e ele fala: "A gente se encontra daqui Um ano". >> É isso. Tem isso? >> É, é uma lenda. É uma, é uma lenda, né? >> É uma lenda. >> E o cara recontou essa lenda no, durante o do nesse filme. Cara, esse filme tem um aspecto muito bom. a cabeça. E aí que vem vem um cavaleiro que que ele faz um desafio para pras pros cavaleiros daquele reino lá. >> Sei. >> Eh, quem quer lutar com ele,
vem o cara, corta a cabeça dele, não é isso? E aí e fala: "Daqui um ano e eu volto para te matar alguma coisa." Então ele tem um ano para se preparar, cara, para essa parada. >> Mas o filme é oriental? >> Não, só peguei errado, então aqui. >> Será que é green knight mesmo? Green de cavaleiro. >> Cavaleiro, >> cavaleiro verde. >> Cavaleiro verde. Cavaleiro verde. >> É a lenda do cavaleiro verde. >> Ih, coisa do Palmeiras aí, hein, >> né? Flaco Lopes atuando no Mas é, cara, esse filme é bonzaço. Mas eu eu
entendo quem assiste ele não gosta porque ele é estranho. >> Par, não, lógico, pô. É igual bug. O cara fala: "Ó, bugou minha mente, não entendia nada. Achei podre". >> Aquele aquele que a gente gosta também que é muito louco lá. >> É Under the Silver Lake. >> Como você sabia que era isso que eu tava pensando, cara? Só pode ser esse, né? >> Eu, cara, é absurdo. Podia ser qualquer filme e ele sabe qual ou você é previsível. >> É, não é não. Não é não. É porque o filme é o melhor filme mesmo.
Esse filme hoje tá muito rápido, cara. >> Pô, tava na minha lista lá já. O Alendo Cavaleiro Verde, como é que tá? Tá onde isso daí? Em que isso >> tá na cara, pega em tudo aqui. Eu é HBO, Max, Amazon, Google Play, Apple TV, tá? >> Pô, cara, que filme bom. É do mesmo diretor. É o >> Patel. Maneiro, hein? >> Esse ator é muito bom, né, cara? Tem um filme dele do macaco lá. Você assistiu? Não me deu muita vontade de assistir que é de luta lá. Monkening >> os 12 macacos. >> 12
macacos. Cara, olha que >> do macaco tá voltando, né? >> Então, olha que coincidência. Dois macacos tem tudo a ver com o que a gente tá passando, né? Com esse novo vírus. E eu e eu vi ontem, por coincidência, uma análise de todos os stegs e mensagens escondidas nesse filme >> 12 macacos. >> E eu falei: "Eu tenho que assistir de novo, cara. Tem tanta coisa que a gente não viu lá." >> É um não é um filme normal, cara. Não Tem muita coisa da das passagens dele volta acho que três vezes, né? Ele cai
na na Primeira Guerra, >> aí é fotografado, aí volta em 1990 errado, e depois volta na >> É o Bruis, ele volta >> três vezes, né? São três rolé, >> é, ou quatro, mas ele só acerta em uma, né? No tempo certo, assim, é muito bom, cara. Só que tem o vestígio dele das passagens anterior pelo filme, assim, >> entendi. >> E já tem recado do 12 Macacos no futuro. Tem tudo, tá tudo >> tá cheio de pimentinha ali. >> É, por exemplo, um dos caras que fala para ele, ah, tira os dentes, eles estão
observando a gente que fala que ouvir a gente o dentista bota. >> É, aí ele ele tá sem dente. Aí volta no passado, ele encontra esse cara. Só que esse cara ele não tinha encontrado com esse cara porque é passado. >> Ele fala: "Pô, seus dentes cadê aí?" E Ele que dá ideia para esse cara de arrancar os dentes com isso. Ou seja, é uma doideira, né? >> Loucura. >> Ó lá, esse daí, o homem macaco. Eu não vi isso ainda. >> Ah, e >> você chegou a ver, André? >> Cara, esse tem uma conjunção
interessante porque é Jordan Peill, né? Não, mas >> tá dando vontade de ver. >> Não, mas é produção. Só Jordan P. >> Produção. E aquele o herói lá, você viu? Eu esqueci como é que é o nome, >> que é com aquele é do jogador de futebol americano que o cara tem que fazer um pacto para ficar famoso e tal. Não, não, >> cara. Acho que >> Mas é novo, velho. >> É go em inglês. Não, novão. Novão. >> Falou pr assistir ainda no filme é maneiro também, cara. Maneiro. Final. >> Pedimos aí o pessoal
também fazer essa Lista aí nos comentários que a gente deixa ele fixado aí, né? >> Listo. Listinha maneira. >> Manda pergunta aí, Romer. Pô, fiquei animado, cara. Pô, já o mesmo filme que eu gostei, a Andreia gostou. De repente esse novo vai ser bom. Essa noite eu, essa madrugada eu vou, aliás, eu vi um americano falando que essa ideia de madrugada é uma coisa só do Brasil, sabia? >> Que a gente tem noite, dia, tarde, mas Tem madrugada. Eles não tratam depois da meia-noite como uma coisa nova, que é coisa da gente assim. Não, não,
eu vou na madrugada, é depois da meia-noite. >> Não, mas é até desde os tempos antigos, né? Porque você tem eh na na Bíblia, né, no povo da Bíblia, eh manhã, tarde e no a noite já começa junto com a vigília, né? >> É >> porque o dia para eles muda 6 da tarde, né? 6 da tarde. Você foi em Israel, né? Você sabe >> Israel 6 da tarde é mudou. >> Aí tem aí, são as vigílias, né? Da madrugada. Então ele não tem muito isso mesmo, não. >> Pois é. Manda pergunta, Romer. >> Vamos
a O Rodrigo Coller, ele mandou aqui, ó. >> Cólera. cólera. Cól >> tá repreendido. Já tá com negócio de diarreia com dia. Nos car. Eu tô aqui mal. >> Quando a gente olha, >> aliás, aliás, vocês viram que eu fiquei um pouquinho fora aqui, que a câmera só ficava no no no nosso amigo Daniel. Por quê? Porque eu tava no banheiro sofrendo lá. >> E teve um problema de banco. Ele sentou no banco e não conseguiu levantar. >> Manda aí. Eh, quando a gente olha os Estados Unidos e China brigando por chips e a influência
global, dá para falar em fim da geopolítica ou isso é Uma nova guerra fria, só com eh só que sem bombas e com muito mais controle invisível? >> Na verdade, é o fim da geopolítica clássica, né? >> Porque você colocar no jogo genética, robótica, inteligência artificial e nanotecnologia, isso já é uma geopolítica contemporânea. >> Is acrescenta nova, >> acrescenta, muda tudo, cara. muda tudo, não tem como. >> São novos parâmetros, né? novos parâmetros totais e sem você botar isso na equação, você chega num resultado errado na tua análise. Então assim, eh, eu não vou falar
isso é o fim da geopolítica, isso na verdade é o sinal da nova geopolítica, é do fim da geopolítica clássica, né, ou da geopolítica híbrida, né, que às vezes a gente vai fazer análise geopolítica, a gente mistura a teoria clássica com a teoria contemporânea. Essa já é uma Geopolítica pós-moderna, né? Ou contemporânea, que você bota a quarta revolução industrial dentro dela. >> O correndo para cachorro, ele mandou aqui, ó. >> Esse aí tá sempre, né? >> Esse é o nosso companheiro. >> O interesse de Donald Trump pela Groenlândia indica uma disputa estratégica por recursos e
rotas no Ártico e como isso pode impactar o equilíbrio geopolítico mundial? >> Então, com certeza tem a ver com essas rotas, né? Mas mais importante ali as a proteção contra uma guerra nuclear, porque as ogivas ali, os mísseis balísticos intercontinentais passam por ali. E como isso interfere? Isso interfere na medida que os Estados Unidos para eh a sua tentativa de assumir o controle da Groenlândia, eles têm que brigar com com a Dinamarca. Dinamarca é um aliado clássico. Então, o grande a grande quebra de normalidade Aqui são os Estados Unidos se aproximando de inimigos, como tá
acontecendo com a China. e ele brigando com amigos, como tá acontecendo com a Dinamarca, né, com a França. Então, a grande quebra é essa, que aquelas alianças que valiam, né, na ordem mundial tradicional, elas não estão valendo mais. Não vale mais. Agora é muito pragmático, né? E é tipo, OTAN se vira, problema de vocês, aí China quer fazer algum acordo, a gente faz. Você Fala: "Cara, >> você não faz um exercício às vezes de pensar >> um historiador 100 anos no futuro tentando estudar a época atual, porque ele vai ter uma outra, um distanciamento que
a gente não tem ainda, né? que ele vai entender todos esses movimentos ocultos, porque aí vai tá tudo eh eh descoberto, né? Porque aí virou alguma coisa, né? Depende, porque se os caras fizerem uma revisão da história igual no 1984, Ministério da Verdade, aí ferrou também, né? >> Pois é. >> Aí tem uma tem uma dica de filme interessante, na verdade Clint Iswoods, que a galera galera das antigas só lembra dele Far oeste, né? Mas o Clint Woods é diretor também, né? fez, dirigiu vários filmes. Interessantíssimo. Tem um filme até que ele dirigiu que é
o Bird, que é do é o do saxofonista, que é o putz, só lembrei do Dislesp, que é >> o é o trompete, o Homer >> Putz, que é um dos pais do Bibop lá, que é ele se amarra em Jazz, né, o Clintway, ele tem um filme Bird que é sensacional, eh, que é a história do Charlie Parker. Charlie Parker, o saxofonista. E ele fez dois filmes, né? Eh, Cartas a Iojima. >> É, era um, era um filme de duas duas visões, né? A visão dos japoneses e a visão é se que lá da
liberdade. >> É a visão americana e a visão japonesa. >> Isso que é legal para caramba, né? Ele contou a história da Segunda Guerra Mundial pela ótica americana >> no mesmo no mesmo ponto de batalha lá, né? Nessa ilha aí, né? >> Isso. Nessa ilha de Iojima. Então isso é muito interessante, né? Para >> foi uma batalha bem sangrenta, né? >> Total. E é >> é dessa ilha, aquela foto icônica lá da bandeira que os caras enfiam na bandeira, sabe? Qual que eu tô falando? >> Sei, sei. Então, >> não, acho que >> vê se
é uma uma foto do ex >> a capa a capa do filme é isso. >> Ah, então é >> é isso. Se se eles estão tratando do mesmo evento, é na na é na ilha dos caras, né? Trazendo ali. >> Foi pousado. O pessoal fala, né? que os caras colocaram, falando: "Não, não, faz de novo pra gente tirar foto." >> Não, se você for olhar o tiro que o Trump tomou na orelha, >> hã, >> ele toma o tiro, os assessores que estão embaixo do púlpito lá chamam os fotógrafos. Vem, vem, vem, vem, vem, vem,
vem. Quando os fotógrafos estão posicionados, ele manda. >> Ah, cara, para você ver o poder da imagem, né? Todo mundo procurando a imagem. >> É, os caras, os fotógrafos estavam atrás de uma cerquinha. Os caras, vem, vem, Vem, vem, vem. Fica pertinho. Ficou pertinho. P fez aquela foto que deve ter colaborado para ele vencer, né, as eleições, né? >> Claro, claro, claro. >> Não, é só achar o pôster do filme Cartas. A, >> é cartas a Iojima e o outro é não sei que lá de uma nação coragem, não sei o qu. Wistwood. >> É
Clintwood. >> Ele deve tá com uns 90, 80 por aí. Ele Já tá velhinho, né? >> O bicho tá ancião já, hein? >> Já tá na >> no bico do corvo ali. >> André, assistiu um desses filmes? >> Não, >> tem que ver, você vai gostar. É >> aí esse aqui do como é que é o que que é verde, né? Green light, >> além da do cavaleiro verde. >> É green light. >> Green >> green light >> night. >> Night de cavaleiro ou de noite? >> Eu eu vê. Eu acho que eu nunca tinha
ouvido falar nesse filme, mas ele tá na minha lista. >> Não, mas ele é ele >> cartasogim. Tem que achar o outro. >> É >> do Clintwood também foi feito. Os dois filmes saíram meio que junto assim, né? Exato. >> Eh, se você botar qual foi o filme que o Clint fez junto com Cartas aí, Wojim. >> Cartas e Wojima é a segunda parte de qual filme, né? Algo assim, né? >> É, >> é isso. Só que é the que britânico. Fers and the fathers. >> Falou quase feathers, né? Que é pena, né? Pena. Flutters.
>> Flatulência flatters. >> E você achou a capa? Tem essa daí da bandeira. >> É a bandeira. Capão é os car ficando a bandeira. >> E aquela aquela também da bandeira da União Soviética em cima da de Berlim também, não é? Essa que foi pousada >> também. Clássico. É tudo pousado. É o famoso foto op, né? Foto opportunity. >> Não, não. Pro pessoal entender. Não é que não existiu aquela cena, cena existiu, mas o cara falou: "Só um Minutinho, vira. Chega para cá, vira ali." Não vai ficar bo aí, pá. Tem um cara feio. Feioso.
Chega para cá um pouquinho. >> É que nem influencer, né, que aparece acordando. >> Ah, >> é. Poxa, >> quem tá filmando? >> É, não, o cara tá ali desde 5 da manhã esperando ele. >> Que hora que ele acorda? Não, cara, o Cara já acordou e depois finge que tá acordando e você cai porque você é otário. >> Exato. >> Inclusive, a gente vai fazer isso no novo programa da gente, vocês vão acreditar. >> Ó lá, lá. Flags of our fathers. >> Ah, cara, essa essa imagem porque, cara, ela totalmente heróica, né? >> Cara
puxando aqui e tal. Flags of your father. Português, eu não lembro. >> Eu também, cara. É, esqueci. >> Ah, mas é algum nome ridículo, né? Então, cara, e isso aí é muito legal, tem a ver com todo o assunto aqui que a gente trouxe desse fim da geopolítica, que é você vê que as coisas não são tão óbvias assim, >> não. >> A a Segunda Guerra Mundial, ela tem pelo menos duas versões, é a versão americana e a japonesa. E se você chegar para um os apoiadores do Hitler, por exemplo, e Falar, conta aí como
é que foi, o cara vai dar uma interpretação diferente. Eh, seria o ideal, seria num mundo hipotético o você chegar pro cara e falar: "Fala tudo que você acha sem medo de ir paraa prisão, nem de ser linchado quando sair". Para ele falar realmente o que ele tava pensando, porque você não vai chamar um ex nazista que foi preso lá e falar: "E que que você achou?" Ele vai falar: "É, realmente foi horrível". Pensando assim, pô, tô mentindo aqui. É Mandar teria que se mandar reales. >> É, porque >> e entender como é que Hitler
conseguiu ter esse poder de persuasão todo, né? E aí vem um documentário que é arquitetura da destruição. Você assistiu esse documentário? Sensacional, >> porque arquitetura da destruição vai mostrar como é que Hitler usou a arquitetura a até o uniforme do dos oficiais nazis. Como é que ele tinha? Eu não vou falar Que ele tinha uma sensibilidade estética muito profunda, porque ele até foi recusado na academia de arte, né? Então era meio um cara meio fuleiro da cebola. Mas ele usou o visual, a arquitetura, as cores e as formas como uma espécie de sedução pro movimento
nazista. Isso é interessante. Você vê como é que a arte e arquitetura trabalharam em favor do movimento tirânico daquele >> o o Boss, não é? >> Ah, essa galera toda aí tá tava no que Marca de carro? >> A a BMW >> é BMW o Volks Volkswagen total, né? >> É Volks, desculpa, eu acho que é Volks, né? Todo mundo trabalhando pr pra guerra. >> Adidas, né? >> Adidas acho que não, né? >> Tinha nessa época já. >> Será? >> Adidas é o nome do do alemão, pô. >> Ah, para. >> É, é o nome
do cara. >> Mais uma pergunta. >> Vamos lá. Pergunta da suada do 88. Ela fala aqui, ó. >> Cara, para com isso, velho. Você sempre lê as perguntas do correndo para cachorro e suada o 88. >> Não é sequência, é são dos membros lá, mas só eles perguntam, cara. >> Vamos lá. Quer que eu leia outra? Pergunta. Não, não. Se for boa, lê, né? >> Lê, lê do Zé Commeia. Qualquer uma aí Bota aí, mano. >> É, tem outra. Lê de outra. Bota. Então, vamos lá. >> Bota. >> O Guilherme Santos, ele colocou aqui, ó,
o novo ciclo de tensão entre Euá e Irã com conflitos indiretos escalados. >> Que que você falou? Euá. Euá. >> É, >> cara. >> Estados Unidos. >> Euá, velho. O que que é isso? É um Cumprimento. Eu a >> tensão entre Estados Unidos e Irã com conflitos indiretos escalados milionais. >> Moleque moleque não tá puro hoje não, cara. Não tá não, cara. >> Comeu mais almôga. >> Falta de café. >> Falta de café. >> Vou vou vou de início aqui de novo, ó. O novo ciclo entre tensão dos Estados Unidos e Irã com conflitos indiretos
escalados regionais contradiz a ideia de Fim de geopolítica ou confirma que o poder hoje opera de forma menos explícita e mais gufusa? >> Ué, uma boa questão. Isso é verdade, né? O poder não é tão evidente como era no passado. Você sabe quem? Bom, apesar que sempre a gente teve >> o pessoal agindo atrás das cortinas, né? Família Rockfeller, os >> Exato. >> Mas a gente sabia quem era os caras. Hoje em dia não, a gente não sabe, >> não sabe. Agora vou vou falar uma coisa mais estranha aí agora para vocês. Irã tem muito
a ver, não só com petróleo, mas com gás natural. E o gás natural, por incrível que pareça, tem uma relação direta com produção de alimento, porque o gás natural produz os fertilizantes também. É, >> então, eh, a destruição do gasoduto Nordstream e essa tentativa de assumir o controle do Irã, que tem a segunda maior reserva De gás natural do mundo. Geralmente não se fala isso, se fala mais sobre o petróleo e a posição e a posição de líder regional que o Irã tem, porque o Irã é uma espécie de potência regional ali, porque eles influenciam
indiretamente eh o reisbolar, né, no Líbano, o governo da Síria, o os Ruts do Yemen, eh a o Ramas na faixa dos na faixa de Gaza. Então o Irã é como se fosse uma potência que patrocina outros estados satélites ali, né? Então Derrubar o Irã, você derruba essa essa estrutura toda. Mas o gás natural é vital. E a questão do gás natural, da dific da destruição de alguns poços de gás natural e de transporte de gás natural tem trazido cada vez mais um perigo de fome, falta de comida, porque gás natural, fertilizante, produção de comida,
tem tudo a ver, >> tá? Existem várias ações sendo feitas Atrapalhando eh o comércio e o fluxo do gás natural no mundo. Então isso é preocupante para a produção de alimento. Agora, respondendo a pergunta, eh confirma ou não, né, ou firma a tese da do fim da geopolítica, eh, confirma. Sabe por quê? Porque assim como Eric Prince tá falando, Eric Prince é um um cara que era do exército americano, saiu do exército, criou a a eu ia falar Black Rock, né? Depois vê aí o para mim como é que o Black eu ia Falar Black
Skull também, não é? Vê para mim, Rom. Eric Prince não é não é Purple Rain, não, tá? >> Black Block. >> Ele criou aquelas empresas e de militares privados. >> Tem, >> né? Ele é o que criou a maior empresa, que é a empresa. É o cara, ele vendeu a empresa, né? Mas o cara ficou bilionário. >> Não é tipo os Wagner lá, não, né? >> É o Wagner, só que versão americana. É, eu esqueci, me fugiu por algum motivo. Esse Eric Prince, ele falou: "Cara, arrumar encrenca com Irã não é o interesse do povo
americano. Isso não é America first, isso não é make America great again. Isso é um interesse mais israelense do que norte-americano." Aí o Eric Prince, eh, vê só o nome da empresa que ele criou, a empresa de eh, como é que é? De mercenários e tal, não sei como é que militares privados, né? que o O o o estudar isso aí também é interessante para caramba, né? O nível de treinamento que ele tem com os caras é um negócio, enfrentou um escândalo porque teve um mataram umas pessoas inocentes no Iraque lá, aí deu maior polêmica
para ele, teve que um monte de processo na cabeça. Mas essa essa história é interessante e até aquela história também do sniper americano, Chris Kyle, né? Chris Kyle. Esse filme é com, como é que é o nome daquele maluco? É o mesmo cara do >> esqueceu. [ __ ] como é que eu fujo? >> É a empresa é Black Water. >> Black Water. Black Water. >> O ator não é o mesmo do >> fez o filmezinho com a Lady Gaga ali que dava pega nela. Como é que é o nome dele mesmo? >> Que agora
faz um maestro. >> Bradley Cooper. >> Bradle. >> Bradley Cooper. É. >> É. Tá magrinho, né? Tá só no >> que que é o sniper americano. >> Sniper americano. Ele faz o papel na história real do Chris Kyle, que era o o maior sniper que trabalhou para essa galera também da Black War, dessas eh militares privados, né? Isso é interessante para caramba. É, então assim, se eu tô defendendo uma tese aqui que a geopolítica hoje ela tem influências externas que não funcionam pro bem da Nação, mas pro bem de outras nações, segundo o Eric Prince,
é uma pressão israelense sobre sobre os Estados Unidos atacar o Irã. Não é um interesse prioritário dos Estados Unidos, é uma pressão de Benjamin Nataniar e do de Israel sobre os Estados Unidos. Então, nessa linha confirmaria a minha tese de que a geopolítica hoje não é um país tomando atitudes e decisões em favor de maximizar sua proteção, seu bem-estar e a sua população. Não, às vezes é para Favorecer uma terceira nação que tá por algum motivo conseguindo pilotar a distância esse terceiro país. Tem mais agora o agora é o correndo para cachorro. Não, já foi,
né? >> Foi, né? Que foi, >> foi. >> Eh, Daniel, seguinte, faltou alguma coisa para fechar esse assunto? Agora é hora. de bom tamanho. >> Então, agradecer demais aí, pedir desculpa a vocês que eu tive que me Ausentar durante duas vezes por motivos de cueca molhada. Sabe aquele, você fala: "Não, cara, molhado, >> você vai falar, eu vou dar uma uma sambar, ninguém vai ver". Aí você fala: "Ih, cara". Aí você tem que ir até o banheiro, tirar, jogar fora. Você joga fora aqueles peio do >> pinho, escolhe aquele óleozinho do radiador ali, né? Do
motor, né? Aquele óleo, >> aquele que dá aquela escorrida porque você sente que não é uma água, né, cara? Aí você falou, você fala: "Oi". >> Aí troquei a a cuequinha, fui lá no banheiro dela. A segunda vez já tava sem cueca, fui já de novo no banheiro. Estou passando por logo, né? O lance é fralda geriátrica. Meu pai tá usando, cara. Ele não pode, ele não quer que ninguém saiba. >> Puts, grila corta revelou. >> Mas ele não escuta. Ele tá assistindo Esse programa, mas não escuta. Então tá, tá provando. É só não colocar
a legenda, né? >> Não conta para ninguém não. Aí >> não conta para ninguém. Então agradecer demais. Valeu, saindo aqui, eu recomendo vocês que vão até a Arca, que lá sempre tem conteúdo a mais do que tem aqui, tem vídeos exclusivos, a gente vai abastecer lá também com coisas que a gente vai começar a gravar aqui fora do programa. E fiquem atentos também. E isso tem link Na descrição que é Recode na tela, certo? >> E esse ano a gente vai fazer algumas coisas ao vivo, hein? Presencial. A gente tem que tem que tirar do
papel isso aí. Eu tô empolgado também. >> Eu já falo porque se deixar público >> aí depois não pode cobra. >> A galera cobra e a gente vai. Isso, >> mas espere a gente no teatro trocando uma ideia com vocês sobre esse assunto. Vai ser legal para caramba aí, rodando o Brasil. Então é isso. >> Recados, >> não é só isso aí. Mandar um abraço pra galera, agradecer, né, >> ainda todo dia no seu canal. >> Tô lá de segunda a sexta. Faça chuva, faça sol, batendo no cartão. >> Até férias, meu irmão. >> Você
tá em Portugal, tá fazendo, tá em Espanha, po fazendo. >> É. E então o o negócio é esse. São dois, eu fico pensando no teu business e no Meu, né? Como é que é? Eh, o teu, você grava as paradas às vezes e consegue deixar ali na manga e dar um rolé. >> Mudar, você muda muito, né, >> pô? E aí, >> você gravou uma coisa hoje? Isso vaiar. >> Não, por um lado eu penso assim, eu poderia deixar um monte de coisa gravada, [ __ ] mas eu trabalho em cima da notícia do dia,
né, cara? >> Imagina, começa a guerra no Irã, tá todo mundo falando de guerra no Irã, tô eu. Não, porque o negócio do Ice no estado, o cara que ice, irmão, cara. Não. Então, onde eu tô, vou ter que gravar, meu irmão. >> Você é um escravo. >> Putz, é >> da notícia. Putz, eu eu tenho que fazer todo dia. Eu fico pensando, você tem que estar no estúdio, eu tenho que tá no ao vivo ali. >> É ao vivo da única você tem a vantagem que pode estar em qualquer lugar. Eu Queria ter essa
vantagem. Tô no Havaí fazendo aí eu e o Homer aqui. Não, você e eu no Havaí. Não, não gostaria dessa cena. Melhor compania Romerado. Essa cena não ficou legal. Eu e o Romer no Avaí. Não, não. O Romer aqui, eu no Avaí. Fique bem claro, tá? >> Isso. >> Milhares de de quilos. que ele faz ao contrário. Você aqui né? Ia ser tão legal. >> Era melhor, né? >> O cara chegou agora e já quer aceitar na janelinha, cara. >> Janela, pô. >> Tem c anos de programa. Quanto tempo você tá aqui? >> Ah, apenas
uma sugestão, né? O bigode é capaz de falar: "Não, leva eu, então". É o último que chegou. Mas é isso daí. Ô, Romer, que que você tem que falar agora? >> Bom, agradecer demais aí a nossa patrocinadora Insider, né, que tá sempre aqui com a gente na descrição, quer Record na tela. Se você não chegou aqui, cara, você tá aí panguando, né? >> Então, já deixa aí o seu like. Dá o like, merece demais. Acompanhe os outros programas. Eu tenho uma playlist chamado Ligando os Pontos. Você pode achar todos os programas aqui comigo e com
Daniel. E você sabe, ele não é um programa linear. Quem gosta de programa linear não é esse. Você quer um assunto? Ah, eles vão falar só sobre isso. Não, a gente vai sair daí, vai falar sobre sobre Caganeira, depois vai lembrar de um filme, vai lembrar de uma série, aí vai lembrar de um livro, vai lembrar do pai do do meu pai. O Rô vai fazer uma piada ridícula, vai voltar. É assim, cara. E por isso que o bigode tá tá fedendo. >> Exatamente. Então se prepare porque ligando os pontos é só isso, cara. É
zoeira, teoria da conspiração, fato. O que é é mundo espiritual, >> dica de filme, >> dica de filme. Lembra do Arquivo X? É isso, cara. O que era aquela experiência que se aciona o Arquivo X. Tinha um programa que era sobre alienígena, outro era o monstro. Igual o Black Mirror. >> Black Mirror. Exatamente. Exatamente. É, >> um é um cara encaçapando o porco, o outro é a menina tá presa numa dimensão paralel. >> Deixando claro que o Daniel e a gente sempre fala: "Ó, isso daqui é teoria, isso daqui é piração demais, mas é legal
Vocês ouvirem porque é engraçado e isso é fato, ó. Isso tá acontecendo." Então a gente faz essa diferença aí, não é, Romer? O que o pessoal escreve nos comentários para provar que chegou até o final? >> Provar para provar que chegou até o final, coloca aí. Tô vendo o Chicago, cara. fez o link, cara, da piada com a minha cagandeira. É um gênio, cara. >> O Vilela tava no banheiro. Eu falei: "Vilela, vem ver a notícia nova que Saiu". E falou: "Não posso, tô vendo Chicago, né?" >> Exato. Tô vendo o Chicago. Escreva nos comentários,
"Prove que você chegou até o final". Fiquem com Deus. Beijo no cotovelo e tchau. Opiniões e declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do canal. O conteúdo aqui exibido tem Caráter informativo e opinativo, não sendo vinculado a qualquer compromisso com a veracidade ou exatidão das falas dos participantes. Caso você se sinta ofendido ou tenha qualquer questionamento sobre as declarações feitas neste vídeo, por favor, entre em contato conosco para esclarecimentos. Estamos abertos a avaliar e, se necessário, editar o conteúdo para
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