Queria saber também, ministro, se o senhor vai usar essa sua macheza que botou um monte de vel e menino no ônibus, levou tudinho pra Academia Nacional de Polícia. O senhor vai usar também contra as organizações criminosas se vai ser na bala, na borracha, na força. Queria saber do senhor também, ministro.
>> O senhor me pergunta se eu tenho muita mach. Não é algo que o senhor me pergunta, porque se o senhor tá interessado nesse assunto, eu informo que eu não estou interessado nesse assunto. Agora, sobre sobre este aspecto, sobre este aspecto, informo ao senhor, olhando no seu olho.
Eu não tenho medo de ninguém, nem de nada. O senhor pode ter certeza disso. >> Ministro, boa tarde.
Eu queria saber do senhor nessa sua visita à maré, o senhor teve esteve com a advogada Flávia Fre? lá na Maré. O senhor esteve com algum membro do Instituto Anjos da Liberdade nessa sua ida maré, já que o senhor controla o sistema de segurança pública no Brasil e o senhor deve ser um grande especialista, o senhor recomenda aos policiais do Rio de Janeiro que façam a mesma incursão que o senhor fez sem ser incomodado pelos traficantes e o senhor garante a vida deles naquela região que o senhor tá dizendo que é de tanta paz.
Ministro, eu queria saber do senhor também se o senhor concorda com a DPF 579 proposta pelo partido do seu chefe Lula em comunhão com o Instituto Anjos da Liberdade, que pretende retornar a visita íntima a chefes de facção e presídio federal como Marcola e Fernandinho Beiramar e que agora a pouco ficou definido que esse foi um dos motivos para o promotor Lincol Gaquia e o senador Sérgio Moura estarem sob a mira do PCC. Queria saber também, ministro, se o senhor vai usar essa sua macheza que botou um monte de vel e menino no ônibus, levou tudinho pra Academia Nacional de Polícia. O senhor vai usar também contra as organizações criminosas se vai ser na bala, na borracha, na força.
Queria saber do senhor também, ministro. Queria saber do senhor também, ministro. Qual é o plano de desarmamento que o senhor vai fazer com os grandes criminosos do Brasil?
Queria saber também, ministro, qual é o seu plano de combate à corrupção, já que o senhor tem tanto colega enlameado pela corrupção. Queria saber também, ministro, >> queria saber também, ministro, o senhor foi governador do Maranhão, o senhor um especialista em segurança pública e torrou lá mais de 5 milhões numa empresa que vendia maconha para comprar respirador. se o senhor vai fazer algo parecido ao ministro também como ministro de estado.
São essas as perguntas. >> Não, deputado, eu não conheço nenhuma entidade chamada Anjos da Liberdade e eu fui consultar a lista da dos presentes na reunião. Também não tem esta entidade que o senhor mencionou.
Portanto, eu não sei de onde saiu esta versão, mas não está entre os convidados e os presentes. Sobre a ação judicial que o senhor menciona, posiciou, indo ao processo, o senhor vai encontrar a posição da advocacia geral da união e o senhor vai ver que a ação foi extinta. Portanto, não existe mais essa ação judicial que o senhor mencionou.
Sobre a questão de ir ou não ir a maré. Deputado, eu não sei de onde tiraram o desvario que não tinha escolta policial. Não sei de onde tiraram isso, porque é é é é empírico.
É empírico. Você abre o vídeo e você vê o quê? >> Policiais.
>> Olha que coisa impressionante. Não havia escolta policial, mas havia policiais fazendo o quê? Eles tinham ido fazer uma visita.
Não, eles estavam fazendo escolta policial. e informa ao senhor que atendendo ao nosso ofício, a Polícia Militar do Rio de Janeiro, a quem eu agradeço, o Corpo de Bombeiros, a quem eu agradeço, a todas as polícias fizeram aquilo que a lei manda. Então é mentira, o senhor pode ter certeza disso?
Que não havia escolta do policial. Basta ver o vidro. Agora eu tenho medo, deputado Quim, de ir em comunidade, em bairro, periferia.
Não, não tem. Reconheço que tem gente que tem medo. Devem ter lá os seus motivos.
Eu não tenho. Eu sou político há 17 anos. Fui eleito governador duas vezes em primeiro turno, senador mais votado da história do Maranhão, deputado federal e nunca tive nenhum problema com povo pobre do meu estado.
Se alguém tem medo, muito bem, que resolva lá os seus problemas. Eu não tenho. E claro, respeito a todos os procedimentos que cada um queira tomar.
Portanto, essa história fizeram até, deputado Alfredo, eu eu acho muito engraçado essa indústria de fake news. Eu na política. Eu só não acho mais engraçado que ela é criminosa.
Fizeram essa ideia de que não tinha escopal. Eu afirmo ao senhor que é mentira. Como também eh o senhor me pergunta se eu tenho muita mach.
Não é algo que o senhor me pergunta, porque se o senhor tá interessado nesse assunto, eu informo que eu não estou interessado nesse assunto. Agora, sobre sobre este aspecto, sobre este aspecto, informo ao senhor, olhando no seu olho. Eu não tenho medo de ninguém, nem de nada.
O senhor pode ter certeza disso agora? Claro que eu não sou justiceiro. Eu não sou justiceiro.
O senhor perguntou se tiro, bomba. Não, não é meu papel. Acho que isso é o problema de quem muito filme de Netflix.
Eu sou ministro da justiça, então não é meu papel é tratar disto. A orientação que nós damos à polícia é agir com uso proporcional da força. Por exemplo, o senhor perguntou sobre corrupção.
Nós fazemos muitas operações contra a corrupção todos os dias. O senhor sabe o que mudou? A gente não faz mais espetáculo com a dignidade das pessoas.
Nós prendemos as pessoas e a gente não divulga. Senhor, sabe por quê? Porque isso é corrupção.
Isso é corromper o combate à corrupção. Então, nós temos operações todos os dias. Se o senhor quiser, eu não posso lhe revelar o nome das pessoas porque eu tenho preceitos éticos.
Inclusive afirma o senhor que a maioria nem sei, porque não é meu papel saber, porque eu não presido o inquérito policial. Mas a Polícia Federal, o senhor pode perguntar quantas operações, lei de acesso à informação, quantas operações já houve de combate à corrupção, que o senhor vai ver que foram muitas, envolvendo inclusive políticos. Mas não é nosso papel espetacularizar sobre estes fatos, porque nós respeitamos a chamada presunção de inocência.
em relação, bom, a desarmamento, é claro que a nossa determinação, a nossa determinação sobre desarmamento é esta que o senhor está vendo. Se já que aludiram muito as minhas redes sociais, eu fico muito honrado de ter tantos seguidores ilustres, quem consulta a minha rede social vai ver que eu noticio frequentemente operações da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal, aprendendo o quê? armas quase todos os dias, a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Federal e as polícias civis, militares e as guardas municipais e os bobeiros, todos, portanto, que compõe o Sistema Único de Segurança Pública a quem eu homenagei.