Você não fez isso, essa a vida inteira vai fazer hoje. Ó, >> irmã, >> me conta como é que começou. Eu soube que sua filha estava grávida.
Não, você ia ter um bebê. >> Eu ia ter um bebê. Uhum.
>> Era Pâela. >> Eu estava grávida da Pâela. Isso assim, ó.
É onde eu me lembro que os meninos vinham de Sapiranga. >> Hã, >> para fazer o o Beim. bem ehente, ele era, não sei se ele era presbítero ou se ele se ele era só, né, da igreja.
E ele vinha para jogar bola. Ele juntava os meninos da igreja lá e trazia para São Leopoldo >> para jogar bola com o cearense. >> Que maravilha.
>> Uhum. E nesse tempo Jumá tinha nós tinha bastante gurizada que trabalhava com a gente. Então eles trazia a turma de lá.
e juntava com a turma daqui, alugavam um campinho e jogavam bola. E foi aí onde nasceu a >> a congregação. >> A congregação na minha casa.
Aí eles >> isso foi que ano? >> Pois é, a Palma é de 90. >> 2003.
>> A Pulaué é de 2003. Então isso eu tô falando da congregação, né? Quando eu conheci, quando eu vim do Ceará para cá, já é outra história >> que aí eu já ia para Sapiranga, já frequentava Sapiranga, né?
>> Sim. >> Há muitos anos eu já frequentava Sapiranga, mas uma vezinha que outra assim. Mas a congregação ela começou nesse período que eu estava grávida da famaula, que eu lembro que os meninos vinham jogar bola.
O Vicente veio também e disse: "Las aqui dava bom fazer uns culto, reunião assim, né? Vicente era presbítero. >> Vicente, eu não me lembro se ele era presbítero ou se ele era só um membro da igreja.
>> Ele era cearense. >> Ele é cearense. Ele mora lá no Ceará.
Ele tá lá no Ceará agora. >> Até eu tenho o contato deles, da esposa dele. >> Uhum.
>> E eu até passei para Nara. >> Sim. O ano passado.
>> Uhum. Passei pr Nara. Ah, e aí eles falaram sobre ter uma reunião lá em casa.
E aí a foi onde a gente começou. A gente conheceu o pastor Henrique e aí eles começaram a cada semana iam um presbítero lá fazer os cultos com a gente toda quinta ou quarta, eu não me lembro qual era mais o dia. Então era um dia da semana a gente tirava para organizar a área, lavar, que ia ter culto naquele dia.
E assim começou a congregação lá na minha casa. >> Morava onde? morava na rua 11, número 250.
>> Que legal. Foi lá que começou. >> É, hoje é a rua dos nacisos.
>> Do Narciso. >> Hoje é a rua dos Narcisos. >> Mudou a rua.
>> Mudou o nome. >> Mudou o nome de rua. E hoje não tem mais um lugar também, porque a prefeitura tirou a gente de lá, né?
Tirou os moradores de lá para passar uma rua. Era lá onde o Denia e o Lion tinha casa lá e morava lá também. >> Fechou?
fechou tudo, >> abriu uma rua muito bonita lá e as casas sumiram. >> Abriu r. >> Aham.
>> E tem fonto dessa época, dessas reuniões, das primeiras, >> pastor, eu devo ter alguma coisa muito muito perdida, porque com essa história de troca de celular e outra, naquele tempo não tinha celular, mas três. Uhum. É, >> é, eu tinha depois dali eu comprei câmera fotográfica, mas eu não me lembro de ter muitas reuniões, muita foto.
Eu acho que foi bem depois disso. >> E quem é que participava nessa época? >> Quem participava?
Participava o Valdo e a Lourde. E a família, né? É de quatro meninos, quatro filhos dele, o Wilson e a Neusa, porque todos moravam no meu pátio.
>> Ah, >> era um pátio só. A gente tinha um monte de peças e os meninos tudo morava. Tinha muito rapaz solteiro também nessa época.
E o meu esposo comprou a casa do lado, terreno do lado também, que é a família do Valter que morava lá. Tinha minha irmã que morava na rua, na casa da frente e em volta tinha muito ceerência. Era muito cearense nesse tempo era muito cheio.
Minha casa era muita gente, >> cheio de gente no culto da quarta ou quinta-feira. >> Aham. É, geralmente tinha bastante gente, porque os meninos sempre estavam por ali, né?
Às vezes dava muita gente, às vezes não dava tanto também, né? também porque tem isso. Mas foi assim que começou.
Quando a gente se mudou de lá, a gente veio pra estância e a minha casa ficou vazia lá. Ficou só um guri morando lá, mercadoria e os meninos morando lá também no pátio. Eu continuo gente morando lá e as reunião continuaram na minha casa lá.
Isso aí foi bom, né? >> Uhum. As reunião continuaram na minha casa.
Foi aí onde eles decidiram que para ter público, para ter gente e não ser só o povo da minha família, da minha do do meu trabalho que ia lá na reunião, aí foi onde eles >> começaram a fazer outro lugar, >> começaram a eles alugaram o ponto na Leopold do vaso, né, que aí foi onde eles fizeram a congregação, >> no polo Vasco >> Polo Vasum a principal da Vila Braz. Ah, sei, sei. >> Ali onde Ah, primeiro foi alugado um ponto ali perto da fruteira, mais perto do sinal.
>> Ali eu era o pastor Josnaldo que atendia a gente ali muito tempo. Ele atendeu a gente ali. >> Aí quando fez esse trabalho, começou a aparecer mais gente.
>> Sim. Aí começou, mas ainda era muito cearense, era mais era cearense. O povo dizia que era a igreja do cearense, >> como também lá em Sapiranga, né, que dizia que era a igreja do cearense.
>> Aqui não é T mais aqui tá gaúcho mesmo. >> Tá mais gaúcho, né? >> Ah, os cearenses sumiram.
Nem que sumiram, né? Mas aí depois da congregação lá, aí o pastor Henrique comprou o terreno que era aquela mais de baixo. Hum.
Eu não me lembro os números, mas eh baixou mais um um duas ruas para baixo, que aí foi lá onde eles compraram a casinha azul, que aí fizeram mais bonitinho, né? Aí era nosso mesmo da igreja, né? Não era alugado, mas era já era uma coisa mais nossa.
>> E aí lá >> não era alugado, >> começou a crescer. Lá já foi o pastor Henrique comprou. >> Comprou >> a nossa igreja comprou.
>> E aí o trabalho começou a crescer melhor. >> O trabalho começou a crescer. Aham.
Aí deu uns assaltos lá. >> Eita. >> Aí deu uns assaltos lá e aí ficou meio, né?
Ficou meio constrangimento. >> Mas assaltaram o povo da igreja? >> Não, assaltaram a igreja fechada.
>> Ah, sim. >> Foi assaltado duas vezes. >> É, aqui também roubaram os fios da igreja aqui.
>> Uhum. >> Logo no começo, quando compraram. >> Pois é.
Aí roubaram os fios daqui, levaram tudo. Senhor não vai poder botar isso aí ao público. Dizer porque aí assim meio que ficou aquele medo, aquele medo, né, de de que o o os as pessoas que comandam na vila Braíba, eles vieram lá e conversaram com o pastor mesmo.
Não sei com quem foi deles. Eu vi dizer que teve um lá e disse que o pastor podia ficar tranquilo, que ninguém, ninguém, exatamente ninguém. ia me com a igreja porque eles já tinham tomado providência, então não deu aí sim aí ficando, né?
Ficou meio ficou meio refém, né? Tá aqui, mas os traficantes estão dizendo que fica tranquilo, >> entendeu? >> Então assim, tipo assim, quem entrou quem entrou na nossa na nossa igreja, fez a sujeira lá, os poderosos lá pegaram e fezam mal para ele, né?
É tipo assim, a gente fica pensando no que pode ter acontecido, entendeu? Eu acho que foi isso que faz mais o pastor sair, tirar a igreja da Vila Braz, eu acho minha concepção. >> Aí tirou, saiu da Vila Braz, >> colocaram no centro, >> colocou no centro e o centro era melhor.
>> Não foi. >> Eu para mim não foi. >> Aí a congregação ela tinha que ter permanecido ou na Vila Bras ou aqui mesmo.
Aqui, mas no centro eu não achei que foi bom. Eu gerlando particularmente, né? >> Porque é meio vazio, difícil acesso, >> mais difícil acesso.
Eu eu não gostei, não gostei. Eu levei de até tava doente e tudo, mas eu levei de uma lá umas duas vezes e tudo, mas eu não gostei muito não, do de lá. Eu eu preferi mais quando era transfer.
>> Onde era no centro? >> Era uma ou do outro depois da prefeitura. Acho que era rua Brasil, uma coisa assim.
Israel já tava aqui. >> Israel, >> presbítero Israel, Mateus, Rafael. >> Tab tava.
Uhum. Tava. Eles eles sabem lá eles já tavam.
Sim, porque os meninos começaram já na BR. >> Ah, essa turma já começou na BR. >> Qualugar?
Elas elas começaram na BR. >> Quando alugou lá o azul. >> Uhum.
>> Prédio azul. >> É a casinha azul. >> Casinha azul.
>> Casinha de madeira. >> Eita, que legal. Oi.
Aí eles fizeram na garagem assim. Pessoal, não não não é mais não é do tempo seu. Aí eles fizeram tipo assim comprido assim, era na garagem, aí lá ficava o templo e a casinha que tinha banheiro e tudo lá.
A gente botou fogão, aí tinha as coisas guardadas lá, né? Os meninos guardava as coisas lá e aí eu pelo teto e entraram lá. Roubava até as panelas.
Foi >> misericórdia. >> Foi. >> Aí foram pro centro.
Aí foram >> quanto tempo passou no centro? >> No centro não foi muito tempo. Olha, não sei se foi mais de ano não.
Aí o Israel vai saber responder. >> Chegou nem há um ano. >> Eu não sei, mas eu acho que se tiver durado mais de ano foi muito pouco.
>> Aí do centro veio para cá. >> Aí do centro veio para cá. Foi.
>> E como é a vida espiritual? Como é muitas conversões ou era nessa mesma pisada de hoje? Era nessa mesma pisada de hoje, eu acho assim.
Só que agora, graças a Deus, a gente vê que tem mais gente, tem mais gente também. Muita gente foi embora daquelas época lá, tá? Eu na aqui >> só vocês dois da época, praticamente do início, né?
>> Praticamente lá do cearense. Sim. Lá no começo tá eu e o L.
>> Teve um presbítero que procurou o conselho e disse: "Tem uns parentes lá e eu queria começar o trabalho lá". Foi o irmão Wilson, presbítero Wilson. >> Wilson?
É o Wilson. >> Era >> é o Wilson. Uhum.
Ele disse: "Ah, era uma época de carnaval, ele pensou nisso. É o que o pessoal tá me contando e eu preciso juntar todas as informações. " Mas o Wilson já tava aí e já tava participando.
>> Wilson. O Wilson era um desses que vinha, esses presidos que vinha fazer reuniões ali também. >> Ah, que joia.
Isso é bom, viu? Uhum. Ele que ele é o Wilson é irmão da esposa do Vicente.
Irmão da esposa de Vicente. >> Uhum. >> Tá.
Então ele é cunhado de Vicente. Cunhado de Vicente. Uhum.
>> Massa. >> É. Uhum.
Então o trabalho lá em casa começou com o cunhado do Vicente. Cunhado do Wilson. >> Cunhado do Wilson.
Começou com Vicente >> vindo para cá. vindo, vindo para lá e apresentou o pessoal da igreja e começou trabalhando. >> Tinham quantas pessoas, não lembro, não lembro, não lembro porque era era como eu te falei, ã nós trabalhava com golizado, um dia tinha um, um dia tinha outro assim, mas assim que era da igreja assim era eu e a Rude.
>> São vocês duas? >> Uhum. São nós duas.
>> E agora >> os meninos sempre >> visitante tinha vários. >> É, visitante, visitante ia, né? outras pessoas, mas assim que era da igreja, membra da igreja era nós.
>> Lourdes. >> Ludes, >> legal o nome dela. Direitinho.
>> Lúzão forte na nossa. >> Ela era animada. >> Ah, >> fazia tudo.
>> Muito. >> Desde o começo. >> Pastor, ela ela ela ela posso dizer, ela é posso dizer que ela ainda é minha cunhada, né?
>> É. >> De novo. Então, ela é minha cunhada.
Então ela eh, né, não é puxando o saco não, mas a Lud é era a fiel escodeira da nossa igreja >> deia. >> A Daniele também. Daniele eu sinto foco dela na igreja porque a Dani é muito muito sin >> aquela que a gente visitou >> é a do Dani, >> né, Daniele?
>> Uhum. >> Isso. >> Depois falava também, ó.
É, olhe, vamos estar em oração. Vou transformar isso em um texto para fazer um boletim e registrar na ata do conselho, tá certo? o início de tudo.
>> Se o senhor quiser o telefone da da esposa do Vicente a gente podia te ajudar muito e ele vai ter um prazer enorme de falar contigo. >> Quero, quero. Passa para mim >> que eu tenho pouco tempo.
>> Tá bom. >> Bom, >> então vamos encerrar. Bom, >> vamos lá.
M.