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Como pregar o evangelho para si mesmo? | Podcast Copiando Jesus

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Fala galera, dias Gonçalves por aqui para mais um Copando Jesus, nosso podcast toda quarta-feira juntos aqui e eu tô muito feliz de poder ter esse tempo sentado nessa poltrona aqui abençoada, ó, de quarta-feira é [música] a poltrona, tá? de segunda-feira é a mesa. Então, pra gente ir diferenciando aí os nossos dois podcasts. E de quarta, apesar de eu sempre ter um convidado aqui, a gente gosta sempre de escolher um tema, né, e submeter a nossa conversa a um tema. Lógico que com um pouco do TDAH, né? vai para vários lados aqui porque é uma conversa,
mas [música] a gente quer seguir uma linha e mesmo qualquer tema que eu falar de quarta-feira aqui com os meus convidados, tem um objetivo final, que você [música] saia mais parecido com Jesus, que é na verdade o objetivo de tudo que a gente faz aqui nesse canal, [música] no movimento e deixa eu te falar uma coisa, se você é abençoado por esse movimento e você gostaria de alguma forma de agradecer, eh, eu queria te fazer um pedido. Será que você pode se inscrever aqui no canal? se inscreve aqui para você poder nos ajudar a tornar
esse canal cada vez mais relevante, a gente poder trazer mais pessoas. [música] E o nosso compromisso é que a gente sempre vai fazer algo de qualidade para continuar servindo você, sua comunidade, para vocês parecerem [música] mais com Jesus. Beleza? Então se inscreve aí e vamos embora pro podcast de hoje. [música] [música] Quantas vezes nos tornamos apenas consumidores do evangelho. Consumimos pregações, [música] podcasts, louvores, cultos no nosso conforto e nos frustramos quando não é como queremos. Mas seguir Jesus não é confir, é responder com a própria vida. A salvação não termina em nós, ela transborda, [música]
alcança outros e gera discipulado. E é sobre isso que queremos falar na conferência Lidere com Jesus. Faça sua inscrição agora, meu amigo Arlindo. [risadas] Agora, agora eu peguei. Agora eu peguei. Pegou e aí, como é que você tá? Tô bem, cara. Tô bem. Tempo legal aí dando aula pra galera lá na na school. Foi o assunto levanta muita coisa ali, né? O pessoal vai compartilhando as experiências, tal. O o intervalo tem uns alunos que eu fico preocupado que eles não vão no banheiro, que eles querem perguntar. Exinha nível, um monte de coisa e tal, mas
eu eu fiquei bem feliz. Cara, isso é muito legal, né? Pro professor, quanto mais alunos faminos. É, eu não sei se tem essa impressão também, mas quando eu vou numa igreja ou dar aula em um lugaronde as pessoas têm desejo, parece que arranca algo de você, né, cara? Puxa, você nem você nem sente, parece que vai você você começa a perceber coisa que falou assim, cara, eu nem sabia que tava isso aqui. É, você é muito doido. Agora, uma pergunta, você gosta mais de dar aula ou de pregar? Cara, eu acho que são fases. Hum.
Eu acho que ultimamente eu tô gostando mais de pregar. Eu eu tava eu tava meio eu tava meio assim, acho que eu fiquei muito tempo dando aula. Hum. Né? Principalmente lá em Montemor, no CPP. Então era, cara, o tempo todo, quase todo dia. Era quase todo dia, cara. Quase todo dia era. Porque na verdade as aulas eram quase que uma desculpa para para estudar as coisas que me interessava. Então, então a gente inventando. E aí qualquer coisa dar aula de gastronomia? É, vou vou vou dar aula sobre eh defumação de carnes [risadas] aí. Mas aí
assim, eu fiquei muito dando aula e aí depois com a transição pra plantação da igreja e tal, aí fiquei mais dedicado pra pregação. Aí eu acho que rola isso também, né? Eu tô eu tô Meio que eu tô tô reacendendo minha minha empolgação de dar aula recente. Ah, então é por você estar mergulhada em pregar, né? Entendi. Sim, sim, sim. E aí você vai vendo as necessidades e como e é engraçado porque apesar de ser duas coisas muito parecidas assim, né? Sim. Eh, como é diferente assim, porque o na pregação, eu tava até conversando ontem
com um amigo, né? A pregação você tem ali 45 minutos, vai uma hora. Sim. Sim. E você tem pessoas sentadas à sua frente de níveis muito diferentes. Eh, princialmente na sua igreja local, eh, visita, né? Sim. Sim. pessoas que foram pro culto, mas não necessariamente se matricularam para aquilo ali que você vai falar. Eh, agora quando você vai dar aula, você tem é mais tempo, eh, é uma um ambiente já maioria tá ali, às vezes tá pagando para estar ali matriculado daquele curso e tal. Então, eh, são duas coisas eh diferentes assim, né? É, é
outro ambiente. É, é. E e assim, a forma de você também executar a coisa é muito diferente. Eu, quando eu vou instruir a galera lá sobre pregação, o pessoal que tá que tá começando e tal, Eu sempre falo assim, cara, imagina, você já viu aqueles aqueles negócios de tiro que que o cara tem tipo um circuito, né? Tem aqueles treinamentos da da polícia que aí surge surge assim o cara com refém, aí ele precisa ele precisa atirar no só no criminoso e tal. Aí, que que eu falo? Falo: "Cara, aula é isso, você tem vários
alvos, você tem que cobrir muito terreno. Às vezes você precisa abrir uma janela aqui e explicar um negócio para que depois para você continuar a pessoa". Tipo assim, pregação é aquele estande de tiro que tem um alvo só. Você não pode ficar, você não pode dar um um aquele aquele tiro de espingarda, né, que vai assim, você precisa ser certeiro, né? Certeiro, né? Então, tem aquele, tem um cara que é bem conhecido, que é aquele Edon Robinson. Hum. Tem um livro Pregação Bíblica. Ele, ele popularizou essa ideia de que a pregação é a big idea.
Hum. você tem que encontrar assim, é uma grande ideia que é extraída do texto bíblico, do significado ali que o autor trouxe. E o que você precisa transmitir é isso. Você não pode ficar atirando para tudo quanto é lá e tal, abrindo um monte de abas, né? Eu tenho falado pros caras assim, cara, o cada vez mais o nível de atenção tá menor, isso é muito claro. Sim. Então você tem que pensar, quando você tá preparando sua pregação, toda informação que você der, você tá gastando memória, é da pessoa. Exato. E muitas vezes a gente
vai dando um monte de informação que, de certa maneira, são secundárias, terciárias e quando você chega no ponto, a pessoa já tá meio exausta. É, exatamente. A pessoa já perdeu sua atenção e tal. Então eu falo para eles, cara, se não é necessário pra pessoa entender a verdade bíblica ali, tira, cara. Sim. 1982, não sei tal. Ele tava de verde com uma bota. Não, não tira, fala. E é difícil, é difícil às vezes pra pessoa podar, né? Porque ela estudou, ela tá empolgada, tudo aquilo, né? Exatamente. Cara, você sabe que o meu meu sogro, ele
eh se eu perguntasse para ele de profissão, ele falava assim que ele era pastor e agricultor, tá? Trabalhou muito tempo. Quando eles vieram dos Estados Unidos e tal, ele era o o mais velho dos homens. Então ele foi conhecendo os vizinhos lá e aí tinha um cara que dá um contexto pra galera tá nos ouvindo quem que é o seu sogro, né? Sim. Que é que é o meu sogro que era seu sogro? É já falecido também. Eu acho que muita gente deve conhecer o Aroldo, talvez. Então meu sogro era irmão mais velho do Aroldo,
né? Um dos irmãos mais velhos. Uhum. Então era da família Walker. Isso. Exatamente. Então meu sogro que era o Roberto, né? Ele, cara, ele se envolveu com esse lance da terra. se apaixonou por isso. Uhum. Eh, só que ele sempre foi uma pessoa muito profética. Então, o que que acabava acontecendo? Ele lá em Montmor, no CPP e tal, ele tava lá desde 2002, 2003, quando começou o curso e ele tinha uma rotina que era assim, né? Ele saía da casa dele, ficava pertinho da estrada de terra ali que ia pra chácara do curso, ele ia
a pé pro curso todo dia. Aí participava da oração. Quanto tempo, cara? Eu acho que 1 hora e meia pertinho. Então, entre aspas. [risadas] É, não, não. A casa dele era perto da estrada de terra. Ah, tá. Era estrada de terra. [risadas] Não, era perto do curso. 1 hora e meia. Ele ia, ele ia, cara, todo dia. Aí participava da oração e tal, aí dava aula. E ele sempre tinha um lance de pegar os alunos e, cara, levava, por exemplo, uma um um vinhedo ali perto, aí mostrava a plantação, aí tirava as lições ali. Aí
o que que ele mostrou? Uma vez, eu lembro claramente dessa aula, ele foi mostrando assim que na plantação você tem alguns brotos que vão surgindo e que você precisa cortar. Hum. Então ele falava assim: "É vida, é potencial, mas vai tirar força do ramo principal". Ah, entendi tudo já. Então, entendeu? Então, a ideia, a ideia é assim, cara, isso daqui é muito bom. Tudo é muito bom, mas isso vai tirar força do do principal. Então eu preciso abrir mão. Eh, eh, e é difícil, é difícil. E é o o a minha paz, assim, o aonde
eu tento encontrar paz [risadas] e na igreja local é que eu tô lá semana que vem e eu tô lá na outra semana e eu tô lá na outra semana e você vai estar lá por anos, né, quando você tá pastoreando. Então, você tem a oportunidade de falar essas outras coisas depois, né? É, agora é um pouco mais quando você tá numa conferência, que aí você não você tem uma pregação, você não sabe que você vai voltar de querer de querer incluir tudo. É, é muito grande, né? Mas você você acho que talvez assim até
a galera que tá ouvindo pode ter visto isso se leu aquele igreja centrada do Keller. O K começa a explicar sobre sobre pregação E e ele fala, ele cita o Martin Ly Jones que tá citando o Jonathan Edwards. [risadas] É quase é o Inception ali, né? Um negócio dentro do outro. Mas ele fala assim que que a perspectiva do Lyd Jones que ele tá defendendo usando o Jonathan Edwards é que cara a pregação não é para dar informação. Ele fala que o objetivo da pregação é deixar uma marca e que isso daí é o mais
importante dentro do que você tá fazendo. Eh, talvez a pessoa não vai saber todo o conteúdo, mas ela foi marcada por um negócio. Bom, muito bom. E é óbvio, né? a gente deveria se esforçar para ser claro. Eh, eu acho que uma métrica boa é perguntar assim, pergunto para cinco pessoas da igreja sobre o que que foi a pregação hoje. Aí se cada um de uma resposta é que tá tá faltando. É, mas é isso mesmo. Muito bom. E é pregação de um ponto, né? Sim. Pregação de um ponto no sentido. Eh, agora você tá
em Campinas plantando igreja, né? A convergência. E, eh, eu queria te fazer uma pergunta. Sobre Campinas. É uma cidade muito grande, né? É uma cidade muito importante, né? Estado de São Paulo e tal. E naturalmente uma igreja saudável, tal, ela já vai começar a crescer, tem mais pessoas, né? Eu eu eu brinco assim, cara, se você pregar corretamente ali, você não tiver cadeira, pessoas vão, porque eh a escassez tá tão grande, né? Tá tendo tantas coisas ruins, né? que uma comunidade que começa a ser mais saudável ali e as pessoas vão. Só que você vende
um movimento ali do CPP e os Walkers que preza para uma qualidade muito grande, né? E que é ante essa parada toda do eh o crescimento de igreja de forma metódica e não sei o quê. E cara, nós queremos a vontade de Deus, quer ministrar o Senhor. Uhum. Como é que você tem conciliado essas duas coisas com a convergência crescendo? Cara, eu eu penso o seguinte, tem eu acho que a gente tem tem dois fatores aí. Tem um fator que que leva a ter mais crescimento e tem um fator que atrapalha. Hum. [limpando a garganta]
Porque assim, se você quer, se você quer fazer a igreja crescer, cara, você precisa ter uma boa palavra. Uhum. Você precisa ter uma boa música. Uhum. E você precisa prezar pela excelência no nos outros serviços que a igreja oferece. Se você quer fazer a igreja diminuir, você pastoreia As pessoas. [risadas] Entendi. Você se envolve na vida delas. Então, então isso acaba. Eu vi, eu vi o o pastor, um amigo, né, o Paulo falando assim que ele ia escrever um livro com base em Gideão. Uhum. ia ser, ele falou assim: "Acho que, eu acho, ele falou:
"Acho que não vai vender, né? Mas tenho muita vontade de escrever esse livro aqui. [risadas] Como diminuir isso aqui de 5000 para 300?" Cara, isso aí é Mas eu eu falava isso uns anos atrás, eu eu repeti várias vezes isso pro pro líderes lá, né? A gente reunia e tal, falou assim: "Ó, fazer a igreja crescer é um trabalho de Deus. O meu trabalho é fazer a igreja diminuir. [risadas] Mas, mas como diminuir no sentido de, cara, a gente precisa, a gente precisa trabalhar num controle de qualidade. Hum. Porque acaba que quando você tem as
coisas boas, assim, você tem uma pregação que é bíblica, você tem uma música que, cara, você tem bons líderes de adoração, bons músicos e tal. É, eh, cara, começa a aparecer muita gente que, eh, ela quer encarar a igreja como um lugar de consumo. Uhum. Ela quer o o que ela quer assim, cara, eu quero ver aqui, eu quero ouvir uma palavra boa, quero ter uma música boa, eu quero ter uma boa eh um bom Ministério infantil pros meus filhos e tal, mas eu não quero que ninguém se envolva na minha vida. Entendi. E e
assim, você precisa trazer essa pessoa paraa realidade dela entender. Olha, o que a gente tá fazendo aqui não tem a ver só com isso que você vê no domingo. A gente não quer, a gente não quer construir um auditório, a gente quer construir comunidade. Então, sem sem isso, não tem propósito em estar aqui. É óbvio, né? Todo mundo é bem-vindo, pode vir, pode frequentar, pode ouvir. Interessante. Você falou porque eh a gente tem uma ideia eh contrária, né? Tipo assim, as pessoas vão embora porque não foram pastoreadas. Ah, e você tá dizendo que também acontece
que as pessoas vão embora porque você decidiu pastoreal. Sim, sim, com toda certeza. Eu tava conversando esses dias com um pastor lá de Campinas, que é de uma igreja bem grande, e ele falou que um dos desafios é que quando você tem uma igreja muito grande, você se torna alvo para pessoas que não querem isso, elas não querem envolvimento. Hum. Então, tem gente que calcula, ele falou que ele ele já percebeu muito assim, o cara calcula para ele chegar 5 minutos depois de começar e ir embora 5 minutos antes de terminar. Para quê? para que
ninguém venha falar com ele. Ele quer assim, ele gosta da palavra, gosta da música, gosta do ambiente, mas ele não quer envolvimento. Então, no fim, assim, as pessoas falam de que que elas querem ser pastoreadas, mas no geral, o que que elas querem? Elas querem intervenção emergencial. Entendi. É na hora que pega o problema. Não, eu quero poder pedir socorro. Geralmente, ah, ninguém me pastoreou tem a ver com tava com problema no meu casamento e ninguém Exato. É, é, entendeu? Então, é é esse ponto assim. Agora é óbvio, é verdade, porque ninguém tá assim, né?
Ah, não, fui embora porque poxa, ninguém me confrontou. É, ninguém. Eu tô chateado, pô. Eu eu peco, pequei claramente. Ninguém veio falar comigo. Poxa, eu tô eu tô tenho várias áreas de imaturidade na minha vida e ninguém veio conversar sobre isso comigo. Eu fiz birra e não apanhei. [risadas] É, então [limpando a garganta] esse que é esse que é o ponto assim, né? Então é mas cara é muito o ser humano é complexo para caramba, né? Meu Deus. Não, não é somos, né? É, não é não é um negócio simples, né? assim, cada pessoa é
um é um universo, universo cheio de camadas. É, e às vezes a gente mesmo não entende o que que tá acontecendo dentro de nós. Eh, eh, existe essa incoerência entre, tá, tem as coisas que eu sei e tem as coisas que eu que eu sinto, que eu experimento, que eu vivo, tem as minhas reações, né, que é exatamente o que toca naquele ponto lá do que a gente estava falando sobre sobre o evangelho, né? Então, até o o que a gente queria conversar aqui hoje é sobre eh a gente começou falando de pregação, né? Sim.
Sim. E a gente sempre olha pra pregação como pregar pro outro, pegar um microfone, pegar uma câmera, pegar, né, pregar pro outro, mas existe uma pregação muito poderosa presente na Bíblia o tempo inteiro, que é uma pregação para si mesmo. Sim. E e talvez essa seja um dos maiores desafios na nossa jornada espiritual de como que eu prego o evangelho para mim, né? Porque é aquela velha frase, né, que como é que é? Eu eu afoguei o o velho homem no batismo, mas o desgraçado sabe nadar. [risadas] Sabia nadar. Então precisa ficar golpeando o tempo
inteiro e tal. E aí eu queria conversar sobre isso com você, como pregar o evangelho para mim mesmo. Mas antes eu queria eh só ouvir De você como é que foi o seu encontro com Jesus, né? Ou como é que Jesus te encontrou, né? Sim. Sim, cara. foi a minha experiência, ela ela foi um pouco incomum, né? Eu já conheci outras pessoas que tiveram jornadas parecidas, mas eh eu não vendo uma família que era cristã, que era evangélica, tinha uma certa um certo envolvimento assim com aonde que você nasceu? Eu sou do Rio de Janeiro.
Sou do Rio de Janeiro, do Andarí, né? Eu eu era conterrâneo do Marcelo D2. [risadas] É mes é do mesmo bairro. Eu eu inclusive não na mesma época, mas eu estudei na mesma escola que ele. Olha só. Eh, então, então assim, eu vim de um ambiente que eu falo que a religião da minha família era brasileira, [risadas] era era eclética. Então tinha tinha uma mistura de um monte de coisa. É, tinha um pouco de catolicismo, tinha um pouco de, né, de de religiões de matriz africana, tinha toda, então, não tinha uma orientação muito clara, mas
eu tinha uma curiosidade já que era uma coisa minha, tinha um negócio que me intrigava assim e tal e ao mesmo tempo eu tinha um certo medo. Hum. Sabe o que que vai acontecer depois? Você tinha essa questão? tinha desde, cara, eu nem sei te dizer desde quando, mas desde que eu me entendo por gente, eu eu tinha esse questionamento e tal e como não tinha respostas, as coisas eram muito vagas, eu eu comecei a me questionar e isso acabou me conduzindo a buscar resposta na Bíblia. Eh, então tinha Bíblia em casa porque de vez
em quando a gente ia na missa, tal, mas era aquela coisa, né? Tá, tinha lá, mas tava fechadinha, né? Para abrir fez até barulho. É. [risadas] É, era exato. Então aí a poeira, né? É, foi aquela, cara, eu comecei a ler a Bíblia sozinho. Isso eu devia ter, sei lá, 11, 12 anos de E só uma pergunta. E você já tinha um interesse por estudo, por ler? Cara, sempre, sempre tive, sempre tive, sempre gostou, foi um bom aluno, tal. Não, péssimo. [risadas] É, é. Eu gostava do que eu queria. É, exatamente, exatamente. Aí entra o
o tal do TDH, né? É, é aquela é aquela Pergunta que que paira, né? Assim, mas é tão inteligente, por que que não se esforça mais? Aí eu ficava, eu não sabia articular isso, mas era também assim, eu não sei, eu queria ter essa resposta. Mas a questão é que eu, cara, despertou esse interesse, surgiu dentro de mim uma convicção de que eu ia encontrar essa resposta na Bíblia. Uhum. E eu comecei a ler. Só que nisso de ler, não sei se, né, não sei se já leu a Bíblia, né? Já, já, já leu. Eh,
é difícil entender as coisas que tem ali. Eu sei, ainda mais você pegar uma versão, eh, eh, cara, revista e corrigida. Sim, imagina daquela que que é com que você vê que é com máquina de escrever. Exato. Que as letras não estão bem alinhadinha assim, né? De Genberg. Isso. A a a [risadas] lombada vermelha, né, cara? Eu fui lendo, lendo, lendo, não entendi. Aí nisso conversei com um amigo meu que era assim, era crente, mas era crente e adolescente. Então, tava naquela fase conturbada, cara. Eu comentei com ele um dia, a gente voltando da escola,
eh, ele virou para mim e falou assim: "Cara, quando você lê a Bíblia, você tem que pedir para que Deus te dê revelação". Ele falou isso. Ele falou exatamente isso. Au, eu lembro, eu lembro onde a gente tava. Eh, cara, ele falou esse negócio, eu, beleza, cara. Eu fiquei lendo a Bíblia e orando isso por 7 anos. assim, não que eu li, não fiquei lendo, né? Não fazia leitura anual, né? Eu lia um pouco e tal, orava isso aí ficava meio confuso, sem entender muito, aí parava e fiquei nessa durante esse período todo, cara. Li
boa parte da Bíblia antes de converter. Eh, isso me trouxe duas coisas. Uma delas foi, eu continuei fazendo a oração, mas não parecia que tava funcionando, tá? continuei sem entender muita coisa. Eh, mas isso me gerou um outro problema que era o meu contato com amigos meus que eram crentes, porque isso me fez ver a incoerência de um monte de coisa. Então eu pensava assim, eu preciso de ajuda, se eu encontrar aí eu chamo eles, que eles também tão precisando. Precisando de ajuda. E quando eu tava ali com uns 18 para 19, eu lembro que
já tava tava lendo o Novo Testamento e tal e aí um negócio saltou para mim, que foi o sermão do monte. Uhum. Não sei se foi a primeira vez que eu li ou se eu já tinha lido outras vezes, mas eu sei que em um momento aquilo ali saltou para mim, só que lemb lembro o seguinte, eu não tinha contato com com a igreja, eu não tinha instrução de outros crentes, então eu não tinha noção de nada. Quando eu li aquilo ali, como que eu entendi? Ó, isso daqui é o jeito que Jesus falou para
viver. Se eu seguir isso daqui, eu não vou pro inferno. OK? Aí o que que eu fiz? Eu fui tentar seguir o sermão do monte, consegui, né? Hoje tô aqui. Não, [risadas] não, cara. Foi foi terrível porque é porque a minha impressão é que tinha coisa que eu nem fazia antes de errado e que quem me deu ideia foi [risadas] Jesus. Entendi. Eu fiquei, cara. Depois, bem mais para frente, eu fui entender que assim, isso é a natureza do pecado. É, é, é a rebelião contra Deus. E quando ele joga a luz, né? É igual
se você tivesse num quarto bagunçado, mas com a luz apagada. Exato. Você dá umas tropeçadas ali, mas não tá vendo nada, né? Quando vem luz parece que piora, né? Sim. Exato. Eh, cara, o primeiro livro que eu li depois da Bíblia, após minha conversão, foi o Peregrino do do John Bun. Eh, tem uma uma imagem que ele usa que eu eu não consigo esquecer que ele fala assim, ele vê duas mulheres, uma é uma é a lei e a outra é a graça. Aí ele fala que a lei é uma mulher que ela chega com
com uma vassoura Num quarto que tá todo empoeirado e ela começa a varrer. Só que que acontece? A poeira começa a levantar, fica impossível de ficar ali dentro. Aí ela fala que essa a graça ela vem com água e ela começa a molhar aquela o quarto e aquela poeira e aí quando vem varrendo, aquela poeira se junta. Então assim, eu tava nesse momento aí só com a vassoura. Só com a vassoura. Entendi. Só com a vassoura, só a lei. Então eu me vi na seguinte situação. Eu tô eu eu tô tentando viver de uma forma
que me que que eu não vá pro inferno. Uhum. Eu encontrei as orientações bíblicas para isso, eu tentei fazer e eu não consigo. E aí eu [limpando a garganta] fiquei nisso. Não tinha nada, não tinha ninguém para falar assim: "Não, você precisa crer na graça, Espírito Santo, é tal. Não, não tinha nada disso. Eu fiquei ali, eu fiquei de molho na condenação, marinando. Só, só absorvendo ali, né? E cara, foi uma situação de desespero. Eu cara, eu literalmente cheguei num ponto em que eu eu só eu só não, é óbvio que tinham várias outras questões
emocionais e e da vida ali, mas o que eu pensava constantemente era, Cara, era acabar com tudo. Eu eu só não fazia isso porque eu sabia no que que ia dar. Sim. Eu sabia qual que era o o destino após isso. Então eu fiquei travado. Travado. E isso ali 1920. 19 é 1920 já. É esse período aí. Isso. Tipo, primeiro semestre de 2006. Isso aí. E cara, eu fiquei nesse, nessa situação sem saída, sem saber o que que eu fazia e tal. Eh, e meio que nessa sem solução, um dia eu acordei e eu não
tenho explicação assim, né, a não ser o próprio Espírito Santo, Deus agindo. Eu acordei um dia e eu me veio um pensamento assim, eu preciso de Deus. E é uma coisa relativamente simples, mas que não tava me ocorrendo. Eu não tava pensando que eu precisava de Deus, eu tava pensando que eu precisava fazer as coisas certas. Uhum. E eu fiquei com esse pensamento na minha cabeça, martelando, martelando. Então, na época eu sempre saía à noite para andar de skate ali na região da Tijuca, no Rio de Janeiro. Fui andar de skate, cheguei no lugar para
andar de skate, não encontrei meus amigos porque todo mundo tinha ido para uma maconha. Eh, e na época assim, eu fiquei Tão mal, cara, eu não conseguia aquelas práticas normais ali, bebida, droga e tal, eu não conseguia porque porque eu não tinha paz na minha mente. E aí essas coisas me deixavam mais perturbado ainda, cara. Fiquei ali naquela, é um, é um largo ali, chama Largo da Segunda-feira no Rio de Janeiro. E eu fiquei sentado ali, tinha um cara lá que era um mendigo, que era amigo nosso, né? Que que skitista e mendigo é? É,
[risadas] às vezes eu tô vendo uns vídeos de skate em casa e aí a Elisa chega, pergunta assim, né? E esse aí é skitista ou é mendigo? [risadas] Aí às vezes eu tenho que falar, espera um pouquinho que eu já vou descobrir, você vai acertar a manobra. [risadas] Aí cara, comecei a conversar com o cara, o cara vira para mim e começa a falar que ele tinha sido ministro de louvor da Assembleia de Deus. Ei, e eu fiquei, cara, porque eu não era crente, mas eu era místico, né? [risadas] Então eu fiquei assim, cara, esse
cara não tá falando isso para mim à toa. Saí dali, a galera não voltava e tal. Falei: "Ah, vou para casa". Fui para pr para pegar pegar o ônibus de volta, perdi o ônibus. Ele passou do outro lado da avenida, eu não conseguia atravessar e tal. Falei: "Acho que eu vou a pé mesmo". Cara, ouvi uma voz falando comigo assim, como se tivesse alguém do meu lado dizendo, aí é a hora que você pensa, né? Ah, Deus falou e tal, foi uma coisa, chamou meu nome, não? Ele falou assim: "Entra nessa rua aqui". Foi só
isso. Falou: "Entra nessa rua". Na hora eu pensei, "Pronto, olha, ou é Deus ou eu tô ficando doido, né? O que era possível, porque talvez eu não tinha parado de fumar maconha. em tempo hábil, de não de não produzir um prejuízo maior. Mas eu falei: "Cara, se for Deus, é melhor eu seguir. Se eu tiver ficando doido é daqui, ladeira abaixo, não precisa, [risadas] não precisa se preocupar muito, cara. Entrei naquela rua e tal, fui até o final dela, era uma rua escura à noite no Rio de Janeiro. Então você precisa ter direção de Deus
para [risadas] Cheguei no final da rua, cara, vem alguém do outro lado da rua correndo na minha direção. Pensei: "Pronto, acabou. Pronto, você é assaltado. Não tinha nada também. Eh, [risadas] perdi meu skate. Aí é, era o que ia acontecer, cara. Quando eu vi, era um amigo meu que começou a falar comigo e tal. Aí do nada começou a me falar que ele tinha voltado para Jesus. Hum. Que ele que ele tava numa igreja, tudo mais. Aí e assim, ele falando com todo cuidado, né? Porque, pô, ele tava querendo me evangelizar, mas ele não queria
me assustar, né? Aí, e na minha cabeça, eu só pensando assim, pronto, cara, é para essa igreja aí que eu tenho que ir. Eu é é Deus. E agora eu vou virar crente. E aí, o que que é o que que é doido? São são alguns fatores. Um é esse amigo meu, na hora que eu ouvi uma voz falando comigo, ele tava numa reunião de oração ali perto e na reunião de oração, ele pediu oração por mim. Ele falou assim: "Ó, tem um amigo meu, eu acho que ele tem abertura para ouvir o evangelho. Eh,
e eu queria que a gente orasse por ele. E e outra coisa é, foi o meu amigo que falou para eu pedir para que Deus me desse revelação." É mesmo? É. E é o Felipe [risadas] do lado do CPP. É o Felipe. É o Felipe. É, a gente se conhece, sei lá, a gente se conheceu na quinta série. Na quinta série literal, não, naquela da internet. [risadas] É, mas assim, cara, foi muito doido porque porque aí eu eu lembro assim, isso foi dia 7 de agosto de 2006, eh, no dia 13, que porque isso foi
uma Segunda-feira, no dia 13, que foi um domingo, eu fui no culto numa reunião, era uma reunião na casa, né, reunido num apartamento ali na Tijuca e tal de de uma de uma irmã. Cheguei lá, tinha uma galera ali sentado em roda, tinha um cara tocando violão que tocava que que tinha um cabelo divididinho, né, ao meio que você conhece, porque na época ele tinha cabelo, né, que era o Fábio Bravo. É, era ele dava. [risadas] E e assim, cara, na primeira reunião que você foi, tava o Fabio R to tr tocando violão. Prim Sim,
sim, sim. Eh, cara, aí fui e tal, tava Fábio, tava a mãe dele, tava uma galera assim e todo mundo compartilhando, igreja caseira, né, compartilhando e tal. Aí perguntaram para mim se eu queria falar alguma coisa. Cara, eu despejei tudo, falei tudo que tinha acontecido. O pessoal ficou sem reação, [roncando] ficou meio que assim, tá, que que faz agora? Porque eu eu fui na reunião e aí eu me evangelizei na frente deles. [risadas] Aí eles ficaram e aí tal até rolou uma brincadeira lá que tem uma irmã que queria me batizar com com um copo
d'água. Ela quase que pegou assim, jogou em mim, mas cara, oraram por mim e tal. E e nesse momento aí, acho que foi foi a primeira vez, assim, eu tinha tido a experiência de ouvir essa voz, mas nessa hora que oraram por mim, foi a primeira experiência que eu tive com a Presença de Deus assim dentro de mim. Um negócio que, cara, comecei a chorar e e não é comum, né? É que para crente vira vira um negócio normal, né? A pessoa chorar na frente dos outros. Para mim eu fiquei assim com vergonha. Tô chorando
aqui no no meio de um monte de gente que eu não conheço. E cara, e foi isso, foi a hora que eu que eu desde então continuei caminhando ali. E quando você diria que você ouviu, porque aí até ou sei, isso aconteceu antes disso, né? Uhum. Que você ouviu o evangelho. Cara, quando que você diria que foi essa época? Porque algumas vezes acontece desse desse Jesus nos pegar, Jesus nos nos e eh escolher, nos tocar e e nos levar ao arrependimento, mas depois de um tempo, né, de você ouve sistematicamente assim o evangelho e fala:
"Entendi". Aham. É porque nessa nessa hora assim, por mais que do ponto de vista relacional isso eu tinha sido alcançado, é, mas ainda tinha muita coisa confusa na minha cabeça, que tinha muito ainda daquele é aquele legalismo, eh, de fábrica, né, ser humano, fábrica. Ele já vem as configurações, é igual você falou, vou vou seguir isso aqui, vou pro céu. Tipo assim, é de fábrica ninguém te falou, né? Então, cara, eu tive muito conflito com isso, principalmente os primeiros meses ali após a conversão. Então, tinha muita oscilação de, cara, vou vou orar, Vou ler a
Bíblia, vou evangelizar, vou fazer isso. E aí eh é é um é uma figura que que eu tenho usado muito, que é aquela ideia do do cara é o equilibrista, né, no circo ali. Aí o cara põe, tem aquela vareta, tem o pratinho, aí ele gira um, aí gira outro, gira outro, só que chega uma hora que você não consegue dar conta de tudo e aí cai os pratos, se espatifam no chão e você sente assim, cara, tem que começar tudo do zero. Então, fiquei muito em crise com com esse ponto, principalmente esse esses primeiros
meses aí. Eu eu diria, eu não saberia te dizer assim qual que foi o momento exato, porque eu acho que a é quase que assim um quebra-cabeça que foi se formando. Eh, mas eu comecei a ter acesso a coisas, a cara, livros, pregação, tal, quando foi no início do ano seguinte, né, em 2007, eu comecei a fazer uma escola que que quem organizava era o o Michel, Mike, Mike Duke, eh, que foi onde eu conheci ele. E aí nessa escola a galera de Montemó para dar aula, tal. Foi lá que eu conheci o Ângelo também.
Eh, então naquele ambiente ali que tinha mais essa questão do estudo, da palavra e tal, eu eu fui começando a ter algumas peças desse quebra-cabeça. Uhum. Eh, mas eu acho que a coisa mais marcante assim para mim, isso ali foi nesse ano mesmo, 2007 mais ou menos, foi Quando, cara, eu eu comecei a ter acesso a a livros e autores e a e a pregações. Foi bem aquela época que a galera começou a publicar uns cortes do John Piper. Sim. Eh, e isso aí foi muito importante para mim, cara. Isso, esse negócio aí foi revolucionário.
Eu lembro que, cara, eu conheci o Ângelo, aí a gente trocava ideia de vez em quando. Um dia eu conversando com o Ângelo no MSN. Opa, já nos dá um contexto aí, né? No MSN para se se você se você não conhece o MSN, é que você não tem dores na lombar, [risadas] você não tá aqui virando com a sociática. É, é. Então assim, o o cara, a gente conversando ali na internet, tal, essa época a gente entrava e saía da internet, né? Não tinha, não era a mesma dinâmica que a gente tem hoje, que
a gente tá o tempo todo de alguma forma ligado a ela. Ex. Tô conectando, [limpando a garganta] cara. Ele me mandou, ele mandou um link de uma pregação do de um trecho de uma pregação do Piper no YouTube, né? Primórdios do YouTube, né? É que eu acho que tinha tinha um momento, não dava nem dava para postar alguma coisa de uma hora, né? Não, coisas eram bem curtinhas. E aí era aquela que é assim, o evangelho em 6 minutos. Hum. E cara, eu ouvi aquilo ali e aí o Piper falando sobre acho que o contexto,
ele tava falando de quando ele teve câncer e depois quando eu ouvi a mensagem toda, ele tá ele tá ele tá pegando algo do Martin Lloy Jones ali. Eh, e eu lembro, eu lembro que ele fala assim, né? fala, "Você nunca, nunca, nunca, nunca, cara, repete umas 10 vezes a palavra nunca. Eh, fala, você nunca diminui ou cresce além da necessidade de pregar o evangelho para si mesmo." OK? Esse negócio, cara, me assim plantou uma semente ali na minha cabeça, porque eu fique, eu me questionei assim: "Tá, mas o que que é esse evangelho? que
que eu que eu tenho que pregar para mim. E aí uma coisa que me ajudou muito na época, né, fal importante pros jovens, né, mas pros velhos também. Uhum. Cara, eu já eu já tinha tido uma jornada de aprender inglês, então eu já tinha assim, desenrolava bem, entendia, já conseguia, já tinha lido o livro, tal. Que que eu f que que eu fui? Fui atrás do do Piper. Uhum. Descobriu o o site do Desing God. Desaring God. Nossa, cara, era tanto que a porta entrada aí para nós foi voltemos ao evangelho, né? Sim, sim. Eles
fizeram, iam traduzindo, iam fazendo tudo aqui. Era fantástico, né? Exato. E cara, acabou que assim, na época e a dica realmente é essa, estude inglês, cara. É, se você puder fazer algo, estude inglês, porque seu horizonte vai abrir num nível. Porque, por exemplo, um dia eu tava ouvindo uma pregação de um teólogo indiano. É porque eu, logicamente eu não falo indiano, mas ele falou inglês e todo mundo fala inglês, então estude inglês. É, é, é importante demais. E assim, e esse episódio e tá trazendo aqui pela CN [risadas] e se você quer fazer aula, pode.
É, tem code agora. [risadas] Mas cara, eu e na época eu nem fui tanto no Voltemos ao Evangelho. Hum, entendi. Porque porque acho que o o Piper meio que me alguma coisa me chamou atenção. Então eu eu fui no site, começou. Começou, cara. Comecei, achei muita coisa no YouTube dele, tal. Para mim foi aquele faça guerra make war, que os caras fizeram de letterings, cara. Sim. Nossa, tinha vários desse, né? Tinha vários desse aí. Jam. Sermon jam. [risadas] Exato, exato, exato. Tinha também aquele o John Piper is Bad com a música do Michael Jackson. É
mesmo, cara. Esse daí é maravilhoso. Ele manda assim no sermão: "John Piper is bad". Aí os caras manda [risadas] aí. Aí assim, cara, entrei no site, comecei, aí baixava a mensagem, botava na época no no MP3 Player, ficava ficava ouvindo, ouvindo, ouvindo, ouvindo. Cara, nessa época o negócio abriu assim para mim. Entendi. Eu comecei a perceber, cara, eu não, eu não entendo o evangelho. Hum. Eu não, eu não conheço. Eu tô vivendo o tempo todo nessa tensão, nessa condenação iminente, nessa coisa de eh o tempo todo pensando assim, cara, e é uma coisa que acontece
com principalmente quando você é quando você é mais novo e tal, você vai perdendo os amigos, né? os amigos que tão ali tal na igreja junto, estamos orando junto, estamos confessando os pecados, estamos evangelizando. Daqui a pouco aí você vê um assim, ah, o cara, pô, começou a namorar e tal, já deu uma ficou pelo caminho. É, ficou, cara, aquilo ali para mim eu via como era como se fosse assim, é um tsunami que tá vindo, Eu sou o próximo, não tem, não tem para onde fugir. Eu sou próx do conversas com a Val assim,
né? e com outros também, tipo assim, porque não fechava essa conta do eu vim de um cont Assembleia de Deus, né? De então na igreja pentecostal sempre vai flirtar mais com o legalismo e tal. E aí não fechava essa conta de tipo assim, se Jesus voltar hoje lascou. Não, se aí não, hoje se ele voltar, beleza, tô de boa. [risadas] Agora se ele voltar nesse horário do dia aqui, aí lascou. Agora não, se ele voltar aqui, entendeu? Não fechava a conta porque eu falava assim, ser salvo é sorte. É quase assim, dá essa impressão, né?
Depende da data. [risadas] É, e eu lembro de ter umas conversas assim, porque eu na época eu a minha conversão aconteceu simultaneamente a conversão de vários outros amigos, eh, só que em contextos diferentes, galera que a gente conhecia do skate e tal. Então, cara, eu converti numa igreja caseira. Aí um outro amigo, uns outros amigos numa igreja bem pentecostal, daquela assim, pentecostal de bairro do Rio de Janeiro, que o cara vai de bike eterno, pro culto de 40º. É assim. E aí o outro, cara, eu lembro de um de um de um amigo nosso ali
que a gente conhecia do skate, que o cara e Ele entrou ele entrou correndo numa universal, chamou chamou o pastor e falou assim: "Pastor, ora aqui porque eu tô cheio de demônio, cara". Aí, aí uma vez assim, né? trocando ideia com um amigo desse, ele solta, ele solta assim, não, porque, cara, eu não sou salvo, eu estou salvo. Se eu pecar, eu perco minha salvação. É. E aí entrou exatamente esse ponto e foi bem na época assim, depois de eu começar a ter contato com esses conteúdos e aí a gente discutindo, então tinha um pouco
de conteúdo, mas não tinha maturidade, né? Então, a discussão não não adiantou de de absolutamente nada. Mas a a questão é que assim tinha esse conflito constante e eu vivia nessa tensão porque, cara, eu sabia que em termos do material humano, cara, pô, tem gente muito melhor do que eu que tá se perdendo. Uhum. Entendeu? Tem gente que tem muito mais estrutura de vida, de família, de criação, de eh então assim, eu você vivia nesse medo iminente assim, tipo, cara, o tempo todo, o tempo todo, o tempo todo. Próimo. Agora é interessante porque aí mesmo
depois você compreender, não, beleza, salvação, né? Eh, mas de fato, Se você não aprende isso, e aí eu até eu queria fazer essa pergunta, né? Como que faz para pregar o evangelho para si mesmo, né? Sim. Eh, porque se a gente não entra nessa realidade, eu eu gosto de exemplo assim, é como se o Davi errasse e aí sempre fica essa pergunta: "Deixei de ser seu filho? Deixei de ser seu filho?" Não, você não deixou de ser meu filho, mas de fato você tá perdendo de viver uma vida abundante que há disponível emocionalmente e em
vários aspectos. Você não tá acessando. Então a pergunta não é: "Deixei de ser seu filho, é: "Tô vivendo como filho, né?" Então, eh, como que faz? para pregar o evangelho para si mesmo. O que que você tem refletido sobre isso? Cara, o a primeira coisa que eu acho que a gente precisa ter em mente é eh e é o e é o que eu tenho trabalhado sempre quando eu tô pensando, conversando, pregando, ensinando sobre esse tema. É, é sempre assim, cara, o cristão não cresce superando o evangelho, tá? Não é, ele cresce se aprofundando nele.
Matéria, então não é matéria inicial, não. Não, não é, não é só a porta de entrada. Eh, o Keller que fala isso, né? O Tin Keller fala que que o evangelho não é o ABC, ele é o A Z. Au. Então é é tudo aquilo ali. É. Então, se você não compreender que é a partir do Evangelho que eu experimento essa vida, você vai ficar tentando conquistar algo que Deus deu para você de graça, tá? Eh, e aí essa dinâmica vai atrapalhar o todo da nossa vida cristã, porque eh eu não eu não deveria tá
buscando fazer algo para ser aceito. Eu deveria entender que eu sou aceito e a partir disso experimentar algo. Então é é acho que esse é esse é o ponto principal. Você não vai desfrutar de um relacionamento com liberdade se você tá o tempo todo acreditando que a outra pessoa tá contra você. Ah, é você você nunca fica confortável no ambiente. Você sabe que assim, a pessoa tem um negócio contra mim. Hum. É terrível. Você você vai ficar assim, cara, como é que eu fico assim, né? Poxa, tá tá estranho aqui. Então, mas como que a
gente faz para poder chegar nessa conclusão? você se volta paraa verdade e você combate a mentira com a verdade. Só que como que você vai combater essa mentira? Eh, que aí entra na questão prática. É algo que é o que o Piper tava argumentando nesse vídeo, citando o o Ly Jones. Eh, se eu não me engano, ele tá pegando algo daqueles sermões do Ly Jones sobre depressão espiritual, tá? Que ele tá falando sobre salmos e tal. E aí o Laudas vai falar o seguinte, que se você Não pode apenas ouvir a si mesmo, você precisa
falar consigo mesmo. Opa. Hum. Então, qual a diferença? A maioria das pessoas têm uma postura passiva diante dos seus próprios pensamentos. Então, eh, eu penso assim, vamos dizer, eu faço uma coisa errada, eu olho pro que eu fiz de errado e aí eu já entro automaticamente numa postura de autoacusação. Ó, tá vendo, ó? Você não faz nada direito, ó. Você não consegue, ó, aquele negócio lá, você não vai conseguir, ó. Tá vendo? Deus não, Deus não vai eh aprovar você. Deus não vai amar você vivendo desse jeito. Então é uma postura constante que é diferente,
por exemplo, da postura que a gente tem quando a gente lida com outros. OK? E você engraçado, né? Dificilmente vai chegar para alguém e falar assim: "Sim, sim, já era." É, a pessoa chega fal assim, cara, ah, eu queria, eu queria confessar, cara, porque eu, pô, pequei, eu vacilei nisso daqui e tal, cara, dificilmente você vai chegar pra pessoa e falar assim: "Cara, então eu acho que você não, você não merece, é, você não presta". Eu acho que Deus deve est rejeitando você, cara. Eh, a gente não faz isso com os outros, mas a gente
faz isso com a gente mesmo. Interessante, né? É a, é até aquele no livro lá do Jordan Peterson, né, do 12 Regras paraa vida, ele fala assim, né, ele fala para você lidar consigo mesmo como se você fosse uma pessoa sobre a qual você tem responsabilidade. É, é, é, é a mesma dinâmica e psicológica assim de de entender. Calma aí, cara. Eu falaria isso pra outra pessoa, mas então por que que eu tô falando isso para mim mesmo? Mas a questão é que eu não tô falando isso ativamente. Entendi. É, é, é quase que não
há uma consciência do que você tá fazendo ali. Exato. É, eu tô, eu tô absorvendo passivamente pensamentos que vêm à minha mente. E a questão é que a nossa mente, as nossas emoções, os nossos afetos, tudo a nosso respeito foi afetado pelo pecado. OK? Então isso quer dizer que assim, eu não posso confiar cegamente nos meus impulsos, nos meus desejos. E geralmente os cristãos entendem isso. Uhum. E a pessoa não não assim, qualquer qualquer vontade que eu tiver, a pessoa não corresponde diretamente à aquilo. Mas em relação à razão e aos pensamentos, a gente tem
uma passividade que não tem em outras áreas. Então, por isso que o o Lord Jones tá argumentando isso. Fal assim: "Você não pode apenas se ouvir, você precisa falar, você precisa você Precisa pesar, avaliar, filtrar, entender assim: "Opa, calma aí, isso daqui não tá certo não." Assim, cometi um erro, cara, ou então alguma coisa deu errado na minha vida, cara. Deus Deus deve tá Deus não me ama mais. É, Deus não deve est não. Porque tem um outro lado também, né? Às vezes a pessoa acontece alguma coisa boa, ela fala assim: "Cara, Deus me ama
muito". Aí sempre quando eu ouço isso, eu falo assim: "Então quer dizer que se aconteceu alguma coisa ruim, então Deus [roncando] não te ama. É, é, ele hoje não tá um dia legal no nosso relacionamento. Então, cara, você abraçar passivamente os pensamentos que vão surgindo vai gerar uma uma postura, uma mentalidade, uma experiência que não é condizente às vezes com a sua teologia. Então, assim, mentalmente ser ortodoxo, mas a sua experiência interior é legalista. é legalista. Au! Você não você não experimenta o evangelho de maneira funcional. Eh, e aí aí que entra inclusive os paradigmas
bíblicos, né? Que é um dos lugares que mais vai aparecer isso, é nos Salmos. O salmista falando: "Eh, minha alma". É muito doido isso, né? Porque é é difícil até de eh a gente categorizar, né? Sim, porque não tá falando com o outro, ele não tá pregando, vamos dizer assim, para alguém, mas ele não tá orando. Ele não tá orando, ele tá falando com ele mesmo. Exato. Ele tá falando com ele mesmo. E aí? E aí você vai ver é a quieta, ó. Espera em Deus. É, espera em Deus. Esses dias eu eu preguei sobre
o Salmo 62 e aí, cara, tem uma progressão ali que é que é bem legal assim, porque ele fala, ele fala nos primeiros versículos, ele diz assim, eh, que que Deus é a rocha. Deus é minha rocha, minha salvação. Aí ele fala: "Não serei muito abalado". uns versículos depois ele ele muda, ele fala com a alma dele e ele fala assim depois: "Não sereis jamais abalado". Então tem uma intensificação. Bom, mas essa intensificação veio de onde? Ela veio dessa desse confronto interior sua alma, das mentiras que a minha alma tende a abraçar. Eh, então por
isso que o o argumento do Lord Jones em Salmos é: "Cara, não abraça passivamente, não apenas ouve, eh, fala, prega, assim, ativamente, aplica a verdade à sua própria alma". Cara, interessante, né? Eh, então aquele exercício, né, que nos ensinaram, né? Por exemplo, vai orar, coloca uma cadeira, né? E era um exercício no sentido de, será que você consegue fazer algo físico só para você discernir que está falando com alguém, né? Então era quase isso, né? Tipo assim, coloca uma cadeira e senta você, né? É, exato. Exato. E se ouve falando, cara, pequei e tal, o
que que você falaria? é aconselharia essa outra pessoa. E isso é tão importante que a gente tá conversando aqui, porque eh esses tempos atrás eu comecei a meditar mais sobre, né, o mandamento, né, o os líderes religiosos com frequência perguntavam como é que faz, resume como que você resume a lei e os profetas, perguntava para Jesus, né, em Mateus 22, ele fala, ó, amo, o Senhor, teu Deus de todo o teu coração e o teu próximo com a ti mesmo. E e é interessante que a gente só olha para dois amores, mas há três ali,
né? Amo o Senhor e amo o teu próximo como a você. Aham. E tanto que é o segundo amor, na verdade, esse amor por você, porque ele tá dizendo, você vai amar o outro à medida que você aprendeu a se amar, que é a medida que você aprendeu a amar o Senhor. Exato. E a gente ignora esse am. E eu comecei a perceber isso assim, a forma que as pessoas tratam a outra, geralmente é a forma que elas se tratam. Sim. Sim, né? Então, pessoas são muito, é, exigentes com os outros. Geralmente elas são profundamente
exigentes com elas. Uhum. E e que essa E aí a gente fica muito como igreja querendo mudar a relação com o outro e a gente é meio sem ferramentas para mudar essa relação comigo, né? Exato. Exato. É, vira uma questão de controle do comportamento, né? Isso assim, você tá você tá lidando com o seguinte, ó. O que você tá fazendo tá atrapalhando. Uhum. Então você precisa mudar. Mas aí você não tá tratando a raiz do problema. você não tá lidando com assim, mas de onde que tá vindo isso daí? É, eh, e aí é o
que, eh, Jesus falou pro, pro cara que recebeu ele, né? Ó, os caras criticando a mulher que tava lá, os pés de Jesus e se ele soubesse quem que é essa mulher, se ele fosse profeta, ele ia saber e tal. Aí ele fala: "Ó, você me recebeu na sua casa, você não você não ofereceu para que meus pés fossem lavados. Ela tá lavando eles com as lágrimas." Lágrimas. Eh, você não me cumprimentou com beijo, ela tá beijando os meus pés. Eh, e ele fala: "Por quê? Porque quem foi perdoado pouco ama pouco, mas quem foi
muito perdoado ama muito. E é óbvio que Jesus não tava dizendo que o cara tinha pouca coisa para ser perdoada, mas ele tava falando da da consciência dele. É o quanto que você tá consciente do quão pecador você é. Só que para ter essa consciência de uma forma saudável, a gente precisa a gente precisa olhar para isso em conjunto com o evangelho. Porque se eu só olhar para o quanto que eu tenho de coisa ruim, acabou minha vida. assim, eu eu não tenho, é o desespero, é o que eu experimentei, assim, é um você fica
assim, cara, eu não sei para onde que vai daqui. Agora existe essa dinâmica em que quanto mais você vê, cara, a santidade, a justiça, a perfeição de Deus, o padrão moral dele e a distância entre o meu pecado, a minha inabilidade, a minha fraqueza. Cara, quanto maior é essa distância entre esses dois, maior é o espaço no meio para que haja revelação do evangelho. Hum. Para que haja revelação da cruz. E aí, se eu tenho essa revelação de verdade, eh, eu não vou ter só sobre mim mesmo. Eu vou eu vou estender isso pro outro.
Eu vou estender porque eu eu não tenho como eu não tenho como olhar pro meu pecado e olhar pro amor de Deus e logo em seguida olhar pro pecado do outro e desconsiderar o amor de Deus. É, é. Eh, provavelmente se eu tô olhando só pro pecado do outro, das duas uma, ou eu tô sendo um fariseu, que que significa o seguinte: eu abandonei e eh vamos dizer, né? O jogo tem as suas regras. Eu abandonei o jogo de Deus, eu criei o meu. E e exato, porque eh eu nunca entendia aquele texto que fala
assim, eh, por exemplo, final do da oração do Pai Nosso, se vocês não perdoarem um ao outro, se você não perdoar de coração seu irmão, o pai não vai te perdoar. Sim. Aí eu ficava assim, pera aí, mas aí você tá colocando, parecia meritocrata. Sim, sim. Faz, eu te perdoo, tal. Mas aí eu entendi principalmente naquela na parábola do do rei que chama o servo e ele tá devendo um monte, aí ele sai e e alguém deve pouquinho para ele, ele quer colocar o cara na prisão, tal. Eu entendi isso. Exatamente isso você tá falando.
É como se Deus falasse assim, ó, eh, eu quero, eu quero te pôr no jogo da graça, mas você não pode jogar o jogo da graça comigo e jogar o jogo da justiça e do mérito com o seu próximo. Ou nós vamos jogar o jogo da graça, ou então você é transferido pro jogo do mérito. E no geral, se a gente tá jogando o jogo do mérito em relação ao outro, a gente Também a gente acha que tá jogando ele com Deus. Aham. E a gente acha que tá tudo bem. Por quê? Porque porque eu
criei uma eu criei um conjunto, não é a lei de Deus que eu tô encarando. Hum. Eu eu criei um outro conjunto de leis que eu uso para me avaliar e para expressar minha justiça própria. Entendi. Que que era o que acontecia com os fariseus, os religiosos? Eles eles rejeitavam o mandamento de Deus por causa da tradição deles. A tradição era o quê? Era exatamente isso, ó. Você tem aqui o nosso conjunto de regras, tirando nossas regras aqui. É. E aqui dentro, cara, eu tô ganhando tudo. É fácil. Eu tô tô voando. Eh, mas tá,
mas isso esse jogo não é válido. É isso aí. Não, não, não, não tem a ver com o padrão correto, né? Então, a questão é, eu, você viu um uns vídeos que o cara começou a fazer, mas eu eu gosto desse humor meio não assim, né? que ele fazia assim um vídeo assim, eu sou o melhor cara do mundo. Aí ele criava um negócio tipo assim em pegar uma laranja com a mão esquerda caindo num balde preto e não sei [risadas] entra o melhor do mundo. Mas é isso, né? A Gente criou o nosso jogo
do que a gente sabe fazer, né? Sim, cara. Isso aqui é, eu eu lembro de um de um tinha um vizinho nosso, era eram dois irmãos, ele era o mais novo e ele era muito competitivo assim e tal, aquele cara que eh o tempo todo tá querendo ganhar e tudo mais. E aí eu lembro que toda vez que ele perdia, qualquer coisa, você era no futebol e tal, ele falava assim: "Eh, não foi você que ganhou de mim, eu que perdi." Olha só. [risadas] Ele falou, ele queria dizer assim, não, eu que não desempenhei tão
bem quanto eu poderia. E aí isso vocês perderam, mas não foi, mas não, não quer dizer que você é bom não. Então no, no fim assim, qual que é a estrutura principal? Orgulho. É orgulho, essa tentativa de se autojustificar. Por quê? Porque se a gente tenta adotar os padrões de Deus dentro desse conjunto de de percepção sobre a realidade, cara, a gente a gente vai ficar muito mal. Uhum. Eh, você você fica sem esperança nenhuma. Então, o cara precisa, ele precisa criar algum mecanismo. E, e é Exatamente aí que entra o ponto de, cara, pregar
o evangelho para si precisa est dentro dos conjuntos das regras de Deus. você tem que tá dentro da da estrutura de visão da realidade dele. Então você precisa entender que você é pecador, que você é mal, que você, cara, não tem esperança de salvar a si mesmo. Porque se eu tô depositando um pouquinho de expectativa na minha capacidade pessoal, é é aquilo ali que vai me fazer, que vai me derrubar. Agora, se eu entendo isso e para eu entender isso daqui, eu preciso ter contato com a lei de Deus. Eu preciso deixar o meu coração
ser confrontado por isso. Só que ao deixar o meu coração ser confrontado pela lei de Deus, o que que eu vou? eu vou precisar me agarrar à graça dele. E aí quando eu quando eu me agarro essa graça, aí eu tenho aí eu tenho mecanismo para combater eh esses pensamentos do legalismo da minha própria mente, do meu próprio coração. Porque, cara, você quer ver como que você pensa de fato sobre as coisas, qual que é o o que que tá no no centro do seu coração. Eh, foi foi um exemplo que eu dei hoje lá
dando aula. Eu falei: "Cara, você pode ser super ortodoxo em relação à doutrina, você crê em tudo certinho, você lêu os livros certos e tal". Eh, quando alguém confronta você, quando alguém fala que você tá errado, Qual que é a reação interior do nosso coração? Qual que é o ímpeto? Pode ser até que eu seguro, eu dou uma segurada, falo assim: "Pô, vai ficar feio se eu falar isso aqui". Mas eh, mas interiormente eu eu fico revoltado. Eu eu me sinto perturbado com a possibilidade de errar em alguma coisa, cara. Então, tem alguma coisa que
você não você não metabolizou direito. Eh, você pode até saber o evangelho, mas você não tá vivendo a partir dele. Muito louco, né? Uma outra coisa que eu vejo assim que é sintomática, né? Uhum. Eh, é também a competição, né? Sim, sim. Você tô aqui, né, do seu vizinho e tal. É, é também a competição, porque se você pensar assim, ó, eh, qualquer risquício no nosso coração de eu sou melhor que fulano, ou às vezes a gente não verbaliza isso, mas fulano é inferior. Por quê? Por quê? Com base no quê? E aí a gente
vai achar esses nossos vídeos, né? Aham. Porque ele não estudou tanto teologia como eu, porque ele não tem tantos dons espirituais, porque aquela igreja é fria, porque aquele não sei o quê. E aí a gente vê que todas as nossas métricas E aí de novo, né? Geralmente a métrica é em algo que eu sou bom no jogo, né? [risadas] Sim, sim. Eu não vou avaliar no que eu sou ruim, né? Aí, e então assim essa essa essa competição no nosso coração, porque e aí eu acho que aí é o ponto que o nosso coração fica
querendo nosso nosso coração contaminado pelo pecado fica querendo rejeitar o o a graça e rejeitar o evangelho. Porque quando você entra no status de filhos, acabou a competição, né? Se o ápice da parada é filho e filho foi de graça, não tem como quem é mais filho, quem é menos filho, quem não tem mais como a gente jogar, né? Sim. E e um problema é que o o Aroldo sempre falava muito sobre o sobre os gatos, né? Hum. Ele falava dos gatos, gato de energia. Uhum. Que que é como se fosse assim, você tem a
você tem a usina elétrica, ela tá produzindo energia o suficiente, só que aí quando chega na casa, a energia tá fraca, OK? E o que acontece é que assim, existem gatos que tão puxando, tão roubando essa energia para algum outro lugar. OK? Eh, e aí o que que a gente acaba experimentando? Tem gatos no nosso entendimento do evangelho. A gente acrescenta coisas. Uhum. Eh, existem evangelhos concorrentes. Então, você tem você tem o evangelho da da liberdade. Você tem o evangelho que vai dizer para você o seguinte: "Olha, a única possibilidade de você encontrar satisfação, alegria,
significado é se você for livre para fazer o que você quiser. Então, qualquer coisa que vai competir com isso, eu tento eliminar. Mas aí você não tem um evangelho que é suficiente para te suprir, mesmo quando você não tem o que você queria. Eh, mas tem, cara, tem a performance, tem a ideia de que, e aí, como que a gente faz para ter uma métrica pessoal, né, cara? Tem hora que eu vou falhar, como que fica o meu coração, OK? como que como que eu me comporto quando eu não correspondo à expectativa que eu mesmo
criei. Eh, cara, não falhei no meu devocional, falhei na minha leitura bíblica, falhei na minha performance no ministério. Assim, eu consigo olhar para isso e não deixar esse negócio afetar a minha a minha compreensão da minha identidade. Consigo ficar tranquilo sabendo assim, cara, eu sou amado por Deus, eu tenho paz nele ou isso me deixa profundamente Perturbado. Eu fico tentando encontrar uma justificativa, alguma coisa, jogar a culpa para alguém. Porque por quê? Porque aquilo ali tá sendo a minha salvação, né? Aquilo é assim funcionalmente um ídolo. É um ídolo. Eu posso até chamar de evangelho,
mas na verdade é algo que tá ocupando o lugar do verdadeiro evangelho. É esse gato que tá puxando a energia. E aí quando eu me sinto assim, cara, não tô e eu eu me sinto travado, eu me sinto frustrado, eu sinto que eh parece que assim, eu não tô crescendo no conhecimento de Deus. Cara, às vezes é porque você tá tentando seguir por um caminho que não é o caminho que ele que ele delineou. É engraçado porque, por exemplo, a gente observa isso na no livro de Jó, né? Sim. Que eh o Jó ele tá
tomado em um momento ali de justiça própria, né? Uhum. Ele tá claramente falando: "Não, nunca fiz nada. Aham. Não, minha vida era perfeita. Não, eu entendeu? E aí Deus tem que chegar no final e falar: "Cara, Uhum. Assim, onde é que você se eu, se eu pudesse ir até o tribunal, eu ia me defender de É? Então, mas não tem onde que eu vou recorrer. Exato. [risadas] Não tem reclame aqui para é muito bom. E é muito bom assim essa essa pré-lançamento de Jesus, né? Se ao menos tivesse alguém que pudesse mediar. [risadas] É muito
bom, né? É muito bom, né? Eles fizeram, deixaram um gancho ali. Deixaram um gancho ali. É, [risadas] é. Mas cara, é muito doido. E o Jó é um livro no mínimo intrigante, né? Porque é um livro que você lê um monte de coisa, um monte de gente e tá todo mundo errado. [risadas] Exato. Tá todo mundo errado. Assim, pelo menos em parte, porque e eu acho que isso é legal para pensar até na própria experiência humana, que é não é uma questão de tá tudo errado. [roncando] Aham. Mas é uma questão de estarem todos errados
em algum nível, em alguma parte. Então o Já falando assim: "Não, mas eu não fiz nada e tal, não sei quê". Tá, mas aí o argumento de Deus é: "Então, mas onde é que você tava quando eu tava fazendo, estabelecendo os fundamentos da terra? Onde é que você tava quando eu tava ordenando isso e isso e isso?" E que basicamente é: "Jó, baixa tua bola." Baixa a bola, cara. Baixa a bola. Agora, ao mesmo tempo, os amigos dele tão falando assim: "Não, se você tá sofrendo é que você cometeu algum pecado e isso daí é
punição pro seu pecado. E também não, também não. Aí, aí depois Deus dá bronca em Jó e, e depois fala assim: "Ó, ele que tem que orar por vocês." Então não sobe ninguém, não sobe ninguém. Até que é um livro que não dá para pregar nenhum versículo isolado, cara. É, é, é super. Tem gente que errou música, errou pregação pegando versículos. Tem coisa demais ali que que que assim o pessoal pega, né? Não tá na Bíblia. É, vou é aonde já. [risadas] [suspirando] Muito bom, cara. Muito bom. Quero meditar ainda mais sobre isso, assim. Eh,
eu tenho pensado, eu eu tenho feito alguns eh combinados comigo mesmo, assim, algumas questões. Por exemplo, todas as vezes que eu tô muito cansado, né, ou percebo que tô enfermo ali, eu não me permito fazer diagnósticos, né? Então, por exemplo, eu chego do eu cheguei de viagem e tal, agora som Japão, né? Então, fuso virado, não sei o quê. E aí cheguei, tinha atividade na igreja, aí você vai, aí você volta assim: "Nossa, foi muito ruim minha pregação hoje." Uhum. Eu não, aí eu eu paro nessa exercício do salmo, né? De não, Douglas, você não
tem hoje, hoje não dá para fazer. Pode ser que tem sido muito ruim, pode ser, mas hoje não dá para fazer esse diagnóstico. Amanhã quando você acordar, tal, você pode pensar de novo sobre isso. Você pode pegar lá o vídeo, assistir de novo, você pode perguntar para outras pessoas, porque você não tem condições de fazer esse diagnóstico. Sim. É, eu não eu nem uso essa métrica. Eu acho que eu não tenho nunca. Eh, [risadas] cara, a minha tendência é sempre achar tudo que eu faço muito ruim. Interessante. Eh, então, e eu sei que tem questões
assim, né, cara? contexto de vida, criação, experiência, foram instalados em nós, né? É assim, tá ali, né? E e e aí você precisa aprender, tá? Engraçado que aí o meu é o inverso, hum, eu tenho a tendência sempre achar tudo muito bom, mas não é num sentido de eu sou bom, é no sentido de tá bom, eu não preciso ficar mexendo isso aí, não. Ah, sim, sim. É no sentido mais de tipo, não, tá bom, vai, vamos, vamos seguir a vida aqui, tá bom? Sim. Não, é mais desencanado assim. Agora eu tive que aprender o
seguinte, cara. Eu não posso medir o que eu deveria ou não fazer pela minha percepção. Eu preciso medir baseado no como isso tá afetando os outros. Uhum. Eh, então, então eu eu não eu não uso essa a a as minhas métricas para decidir assim, e aí foi bom, não foi bom e tal. Eu eu preciso perguntar para outro e aí eh como que foi? Tem alguma coisa e tal? E aí nessa hora o casamento ajuda bastante, né? Porque muito muito porque a Elisa sempre vai falar para mim falou assim: "Não, foi muito bom". Às vezes
eu tô achando que foi terrível e eu sei que ela é sincera. Entãoô, eu tô me sentindo muito mal e tal, tô frustrado. Falou: "Não, foi muito bom" e tal. Minha, nossa, eu fui edificada. Aí eu descanso nisso. Eu falo assim, não vou ficar estressando, mas tem vezes que ela vai falar, ó, foi, ah, teve isso, como é orgulho da nossa parte, né? Às vezes várias pessoas falarem para você que foi bom e você continuar falando foi ruim. Então, querendo dizer assim, ninguém sabe. Exato. E os meus sentimentos é um endeusado a nossa opinião. Exato.
É. Eh, e eu queria encerrar de fazer uma pergunta. A gente e você citou aqui algo que você aprendeu com Aroldo, né? e você teve essa oportunidade de estar próximo Assim, né? Eh, tanto ali com o CPP, com tudo, com a família, né? E eu queria, e o Aroldo partiu o mês passado, né? Eh, e eu queria te fazer essa pergunta. Qual foi algo que te marcou assim dessa desse tempo discipulado ensino? Sim, sim. Do nosso irmão Carol, cara. Foi foi muita coisa, né? Então, mas pudesse destacar algo assim para você. O, eu acho que
assim, além da participação do Haroldo em várias coisas da minha vida, eh, porque, cara, o Aroldo que me ordenou pro ministério, o Aroldo que fez fez meu casamento, é, então tem muita coisa assim, né? E e por exemplo, o Aroldo que que o Aroldo não só fez tudo isso, o Aroldo que ordenou o o pai do Fábio, foi, né, que foi quem me batizou. Olha, é, então, então de tabela ele tava ali, é, tava ali já, já tava envolvido. E até a própria questão do meu casamento, assim, né, eu o o meu casamento com Elisa
em grande parte foi porque o o Aroldo que me convidou, eu era aluno do curso, ele me convidou para ir para uma viagem para Moçambique, que na viagem lá pra África foi quando fomos eu, eu, Elisa e a e a Susana, né, a filha dele. É, e assim, foi no contexto da viagem que eu e Elisa a gente teve mais tempo de conversar, de aproximar e tal. Que legal. E assim de dessa conexão ali de amizade, de est ali pregando junto, foi que que nasceu nosso relacionamento. Então, cara, tem a a presença dele em várias
coisas. Mas se eu for falar assim, uma das coisas que mais me impactou, eu lembro quando eu comecei a participar das reuniões de de ministério e tal. Na época a gente falava ministério impacto por causa da revista Impacto. E e eu lembro que eu fiquei horrorizado nas primeiras reuniões. É porque o povo brigava, [risadas] cara, mas brigava de um jeito que eu fiquei assustado. Eu falei: "Não, isso não pode estar certo." Uhum. Não, não, não, [risadas] a coisa não tá certa não, não, não é legal isso daqui não, cara. E o que que foi gradualmente
sendo estabelecido dentro de mim? Porque aí teve as brigas que eu observei, teve as brigas que eu participei. Você era o alvo. [risadas] É assim, eu tava no centro ali do conflito, só que eu comecei a perceber o seguinte, cara. por mais que brigue, por mais que discorde, por mais que fale um monte de coisa, eh, a a aliança ali, o relacionamento permanecia. Hum. Então, cara, durante anos, isso acontecendo, isso me deu essa essa clareza assim, cara, eu não preciso eu não preciso deixar de falar a verdade. Hum. Não, não, não posso não, não tenho
que não ser sincero, não tenho que concordar com tudo, não tenho que que ficar evitando conflito. Eu posso ser integralmente eu, ainda que isso gere algum atrito, porque o o relacionamento não é baseado nisso, tá bom? Então isso daí foi algo que é algo que assim afeta e influencia. Cara, isso é muito bom até até hoje assim muita coisa do do meu ministério, assim tem coisas que você sabe de eh insistência que eu tive em situações onde havia conflito entre irmãos Uhum. e que eu fiquei ali, ó, cara, meses e meses insistindo até até chegar
nesse ponto assim, beleza, vamos porque porque parece que a gente sempre via os dois extremos, né? Ou uma galera que tinha um uma uma relação, uma comunhão muito boa, só que sem verdade e que até em que sentido, não é? Nem só sem falar a verdade um pro outro, mas sem confronto. Exato. E vira facção. Exato. É porque aí vira crime organizado. Porque daqui a pouco um tá fazendo um negócio errado, tá todo mundo sabendo, ninguém, todo mundo encobre e tal. Não, porque a gente é amigo, é só é só eco, né? É. E agora
você via um outro lado de uma galera que falava a verdade, mas só ia rompendo, né? Rompendo, rompendo, rompendo, rompendo. E aí, cara, realmente esse ambiente muito muito saudável de cara, eu te amo. Nós temos uma aliança. Uhum. Mas essa aqui é a verdade. Nós precisamos confrontar isso aqui até para não atrapalhar nossa aliança e e continuar ali, né? E eu creio que é engraçado que a gente pensa assim, não, o ambiente de amor, de tal tem pouca briga. Eu creio que até oo contrário, que a aliança muito profunda nos permite eh falar de forma
mais verdadeira, não desrespeitosa, mas verdadeira sobre assuntos, né? Eu brinco com as pessoas. Com quem que você teve as piores brigas na sua vida? Até puxou uns cabelos, tal. Ou foi irmão ou primo que era status de irmão. Sim. Mas por quê? Porque a aliança é tão forte que é de sangue. É que você você falava a verdade um pro outro, né? E e isso realmente foi de um grande aprendizado. Realmente muito bom. Cara, isso foi isso trouxe um foi realmente uma uma virada de chave no meu pensamento sobre a vida. Porque, cara, a nossa
cultura no Brasil, né, em geral, é muito a gente é muito político, né? É muito assim, é, é. E aí você vê esses extremos ou é você ou ou fala o que o outro quer ouvir ou então assim tem um que pode falar tudo e os outros não e os outros só ficam baixando a cabeça. Eu lembro de uma situação específica que a gente a gente tava tendo uma conversa e tal com Aroldo e aí eu argumentei algumas questões e ele e ele ficou bravo na hora. Ele falou assim: "Não, mas vocês não podem falar
isso. Vocês t que respeitar minha opinião e tal, não sei quê". É. Ele ele ficou ele ficou chateado com um ponto lá específico de discordância. E aí eu na hora eu lembrei de tudo isso. Eu falei assim: "Mas Aroldo, você não quer que a gente concorde com você só porque é você? Você tirou uma cartada muito boa". Aí aí ele parou um segundo assim, ele é verdade [risadas] e pronto, acabou. Acabou ali. É assim. Então foi foi um momento de não, beleza, tem esse ponto aqui, a gente discordou e tal, mas é eh assim, é
muito doido quando você tira essa cartada, né, de tipo, cara, você me ensinou isso. Uhum. [risadas] É, então, mas isso é isso é relacionamento de verdade, né? E ele falava muito isso, né? Que o que o a a o antídoto eh você gera através de de dar pro outro, né? Não é você que tem o antigo. Verdade. Verdade. É o outro que vai ter. Então, entendi. Ele falava do mecânico, né? Mecânico bom é o que você sempre leva o carro, [risadas] porque se tiver alguma coisa que deu errado, a culpa é dele. Exato. Ele veio
que consertar o que ele consertou, né? Então, então é isso assim, é, é só que tem um preço para construir isso. Tem um preço assim, não é fácil, mas é igual qualquer relacionamento significativo. Cara, casamento não é uma coisa fácil. Uhum. Mas o fruto do investimento que tem ali, cara, e isso você você não trocaria para assim, criação de filhos, tudo é tudo, né? E e para mim foi muito impactante quando eu conheci conheci ele e Deus sabe de todas as coisas, mas que pena que foi menos tempo assim, né, do que vocês. Mas eu
lembro que eu descópio já acontecia de forma muito grande e tal, e aí ele se aproximou e começou. Aí eu falei: "O Aroldo, tenho um interesse em ser assim cuidado também, mentoreado e tal, né?" E ele eh aceitou aquilo ali. Aí ele falou Assim para mim: "A Douglas, então o seguinte, eu nunca vou falar para você o que fazer". Eu sempre quero saber o que que Deus falando com vocês e o meu papel é te ajudar como fazer o que Deus falando com você. Eu achei isso de uma maturidade e e de um lugar de
zero controle, né? Uhum. Tipo assim, de e de zero [limpando a garganta] infantilizar os outros, né? Não, aqui, ó, isso aqui é o que Deus quer, então faz, entendeu? Não é o que que Deus falando com você e como que eu posso contribuir para isso, né? É isso é muito bom. Foi muito precioso. Obrigado, meu amigo. Ô, cara, tempo abençoado. Um prazer. Obrigado. Tá servindo eh a school aqui nos ajudando no processo de formar esses jovens. E obrigado pela amizade e a construção ali na Ticun tem sido maravilhosa. Sim, cara, sido um prazer, sempre bom
poder cooperar de alguma forma e vocês abençoam muita gente também.Ém. Então, amém, estamos junto. Obrigado você que ficou aqui com a gente, nos ouvindo, nos assistindo. E eu queria te fazer um pedido. Pega esse link, manda para outras pessoas, cara. Pessoas tem que ser despertad para essa realidade de pregar o evangelho para si mesmo. Talvez um testemunho eh como do ar lindo pode tocar no coração de um amigo, de uma amiga sua. Então, enquanto você tava ouvindo, se você lembrou de alguém, manda esse link para mais pessoas têm acesso a esse conteúdo. Deus abençoe você
e não se esqueça, você é uma cópia de Jesus. Valeu. Tô aqui para agradecer você que tá sempre aqui com a gente no podcast Disascope. Eu espero que você tenha sido abençoado pelo nosso canal. E eu queria te fazer um pedido, será que você poderia se inscrever aqui no canal? A gente pega às vezes as estatísticas, a gente sempre vê que tem um grupo muito grande de pessoas que assiste, mas não é inscrito. Quando você se inscreve, é uma forma gratuita de você dizer: "Ó, isso aqui é relevante e nos ajudar a alcançar mais pessoas".
É uma forma maravilhosa de agradecer se você é abençoado pelo movimento Desascópico. Agora tem mais uma forma de você poder abençoar tudo que tá acontecendo aqui. É se tornando um membro aqui do canal Disascopia. É se tornando um Disascopes, né? Você pode então é ser membro, você vai estar contribuindo financeiramente para toda a equipe que tá por trás aqui trabalhando, produzindo conteúdo para mais pessoas se parecerem com Jesus. Então, se você pode fazer isso, vai est abençoando muito o movimento então tá aqui. É só você clicar e se tornar um membro do nosso canal Disascov.
Deus abençoe você. [música] Uh [música]
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