Aí, agora sim, gravando. Vamos com tudo então. Então, muito bom. Vamos ver se tem recadinhos aqui. Deixa eu ver. Eu acho que sim. Vamos lá. Então, temos. Ah, pessoal, importante, ó. Esse recadinho aqui é para quem já fez o curso nível um ou curso básico, tá bom? Ou o curso dois, ou avançado. Mas esse workshop precisa ter o curso, o curso, o curso nível um, tá? Então, olha lá, Workshop praticando HQI financeiro, tema que vocês me pediram ano passado inteiro, apareceu nesse comecinho de ano já, tá? Então, workshop praticando HQ financeiro, início dia 6. Não,
nada a ver. Pera aí, vamos arrumar essa data aí. Não é esse dia não. Pera aí, deixa eu já ver aqui. É dia, é dia, já vou arrumar para vocês aí. Pera aí. Dia 24. Vamos arrumar isso aqui já. Pera aí. Guia. Vouar aqui com vocês até dia 24/2. Aí vocês gravam bem a data aí. 24/2. Pronto. Aí dia 24/02, se não me engano, uma terça-feira, é sempre de terça, tá? Então como é que vai funcionar? 4ro dias de aula, OK? onde a gente vai passar pelos sete passos da homeostase quântica, olhando exclusivamente pro financeiro,
né? Então, todo praticando, Pessoal, eu vou praticar junto com vocês. Então, a gente vai passar por todos os passos ali olhando pro financeiro, tá? Vou dar bastante dicas focando só no financeiro, ajudar vocês a levantarem histórias sobre o financeiro. Então, é um praticando focado no financeiro que vocês me pediram bastante, tá? Então são quatro dias de aula, começa 24/02 e aí é sempre de terça-feira, tá bom? Tre requisito, curso nível um de HQI, Que era o antigo curso básico, OK? As vagas são limitadas, então quem quiser manda o WhatsApp pra gente para já garantir a
vaga, tá? Amanhã a gente vai começar a mandar os folhetinhos para vocês, tá? Mas não deixem pra última hora que no workshop a gente não pode ter uma turma muito grande, senão não consigo dar atenção para todo mundo, combinado? Então, dia 24, workshop, praticando HQ e financeiro. Então, para quem tá com o tema financeiro aí no Foco, venha participar, tá combinado? Avisados? Então, não esqueçam de, quem quer participar já manda o WhatsApp depois lá paraa Juliana para já garantir a inscrição, OK? Então, muito bom, vamos com tudo. Então, então aqui, pessoal, a gente vai continuar
um pouquinho no que a gente falou na nossa última aula, tá? Mas hoje o foco nosso aqui vai ser o que que nos atrapalha na nossa criação de realidade, o que que Nos atrapalha de pegar a nossa vida na mão, tá? A gente sempre fala aquele termo, né? pega a vida na sua mão. E hoje a gente vai passar por alguns tópicos aqui que é do nosso dia a dia, mas que nos atrapalha um pouquinho para pegar essa vida de vez, né? E aí com isso nos atrapalha aí a chegar o nosso equilíbrio, combinado? Então
vamos começar lá, ó. Você aprendeu que viver exige dor. Vamos ver o que que é isso, né? Aqui, pessoal, já algumas Pessoas já têm uma crença assim que a vida é difícil. Já ouviram isso? E a vida é difícil, ouviram, né? Às vezes os adultos falavam quando a gente era pequenininho. E se eu começo a observar que a vida é difícil, isso é uma crença. Porque essa observação que a vida é difícil é uma informação que eu tô pondo na minha consciência, né? Então, se eu começar a observar, a vida é difícil, a vida é
sofrida, Eu tô pondo essa informação na minha consciência. Então, tô várias vezes, eu tô pondo isso na minha consciência. A vida sofrida, a vida é sofrida. A vida não é fácil. Já ouviram isso? A vida não é fácil, né? Então, se eu vou pôr nessa informação na minha consciência, lembra que eu sempre bato nessa tecla. A nossa consciência pessoal, ela não raciocina para nós. Ela não raciocina, ela guarda informação E te devolve a informação. Então, quando põe essa informação, a vida é sofrida, a vida é doída, a vida é difícil, ela só arquiva. Ela não
vai fazer assim, Carlos, essa informação que você tá guardando aqui em mim não é verídica. Cuidado com essa informação. Melhor eu já esconder essa informação do Carlos. Não, ela vai arquivar e vai te devolver. Só que ela te devolve como? Criando a sua realidade. Então, se você observa que a vida é difícil, que a vida é sofrida, aumenta em muito a probabilidade da sua vida ser difícil, sofrida, porque é isso que você tá observando. Então, isso é uma crença que tem que ser eliminada da sua consciência. Isso é um pensamento que tem que ser eliminado
da sua consciência. E aí você começar a verificar quando que eu comecei a observar que a vida é difícil. Né? Ah, Carlos, a mãe falava isso, o pai falava isso. O que que você sentia quando a mãe falava isso? Quando o pai falava isso? Porque esses sentimentos é o que vai enraizar essa crença na sua consciência. E é uma crença perigosa, né? Eu ficar observando que viver exige dor, que viver é difícil, eu vou criando essa realidade. E aí eu quero ter uma vida tranquila, eu quero ter uma vida feliz, mas eu fico observando que
ela é difícil. Eu Passo por histórias que mostram que a vida é difícil, mas é você que tá criando isso. Então, fica atenta, atento com seus pensamentos, isso é importante, com o que você já ouviu, com o que você já pôs força naquilo, né? Aqui é um coisa pra gente começar a observar um pouquinho diferente. Vamos ver lá, então, ó. Em algum momento da vida você aprendeu que viver bem não era simples, não é isso? E aí a gente vai escutando várias Coisas, né? Só vive bem quem tem dinheiro, só vive bem quem é milionário,
só vive bem quem tá estável, só vive bem quem é saudável. Tudo isso é crença. Mas a gente às vezes escuta isso. Em algum momento da vida, você aprendeu que viver bem não era simples. Isso é uma grande mentira, mas que a gente dá força para ela, né? que amar custa caro, que ser responsável exige sofrimento. E aqui a gente Confunde responsabilidade com sofrimento. Isso a gente confunde bastante, né? Não é que é uma regra, OK? Não foi uma escolha, não foi uma escolha consciente. Foi um aprendizado silencioso repetido tantas vezes que virou verdade dentro
de nós. As crenças, os pensamentos, tem diversas vezes a gente vai registrando isso na nossa consciência. Cada vez que você pensa que a vida é Difícil, você tá pondo mais uma informação na sua consciência. Cada vez que você pensa que que a vida é sofrida, você vai pôr mais uma informação na sua consciência. Você tá potencializando aqui, Lucas, a gente vai potencializando a cada pensamento, tô potencializando um pouquinho mais, né? Então, olha lá, não foi uma escolha consciente, foi um aprendizado silencioso repetido tantas vezes que Virou verdade dentro de nós. Mas talvez essa verdade não
seja sua. É hora de começar a questionar isso, Carlos. Mas eu vi meus pais sofrerem. Meus pais sofriam muito. Tudo isso é informação que tá na sua consciência. Tudo isso é informação para você olhar informação que tá no seu porão. Cada vez que você observou seus pais sofrerem, você pode observar que a vida é difícil e tudo isso tá sendo registrado na sua consciência. E uma hora você vai Replicar isso. Lembra, pessoal, que a nossa consciência, mais ou menos 95% das informações é inconscientes, mas elas estão lá. e elas estão criando a nossa realidade. Então
essa parte da infância eu bato bastante nela porque ela é muito importante, porque ela que vai fazer a base do resto. OK? Então vou deixar uma reflexão para vocês aqui, ó. Onde você aprendeu que Viver precisava doer? Quando que você aprendeu isso? Por que que você observa isso? Isso é uma pergunta simples que dá para vocês responderem. Quando, quando que você aprendeu que viver precisava doer, que viver era difícil, era sofrido? Vocês têm essa resposta aí dentro? Ah, Carlos, porque eu vi o pai sofrer, porque eu vi a mãe sofrer, porque eu perdi a mãe
cedo, porque a mãe adoeceu, Porque eu não tinha o que eu queria ter, todo mundo tinha o tênis tal e eu tinha o Y, né, Carlos? Eu cresci sem pai, todo mundo tinha pai e eu não. Então, a minha vida é sofrida. Não, não é sofrida. Pessoa que viveu que só cresceu sem pai. Mas se você começa a observar que ela é sofrida por causa disso, ela vai ser. Percebe como a gente vai se boicotando desde pequenininho, pessoal? Que não é Uma questão de culpa, uma questão de de pegar a vida na mão. E pegar
a vida na mão muitas vezes é o quê? Olhar pro seu cor. É, olhar pra sua história e começar a se questionar. Aonde que eu aprendi que a vida é sofrida? Quem falou que a vida é sofrida? Não é isso? Quem falou? Quem falou que a doença é boa ou é ruim? Combinado? Então essa essa primeira reflexão leva informações importantíssimas na consciência de Vocês. Essa primeira pergunta, ela vale ouro, pessoal. Ela não é difícil de responder. Só você se questionar. Quando que você começou a pensar que sua vida é difícil? Que que você presenciou? Que
que você escutou? Combinado que aqui você começou a criar sua realidade lá de pequenininho. Combinado aqui. Vê se alguém lembra. Quem lembra aí que observou que a vida é difícil? Minha mãe sempre falava que eu tinha que estudar muito porque a vida é difícil. Ela sempre levava para essa parte. dos estudos, né? Eu via meu pai sempre preocupado com a com a com as vendas da gráfica. Isso era uma briga aqui em casa, porque o meu pai era assim, não importava quando ele fechava o mês de venda, o dia seguinte ele tava preocupado. Exemplo, ele
tinha que fechar o mês de Venda dele dia 30. Se ele fechasse dia 20, dia 21, ele já tava preocupado com com o próximo mês. Se ele fizesse uma grande venda e fechasse a meta dele lá dia 10, ele já tava preocupado com o próximo então eu fui observando que a vida era preocupada. Ó, colocaram no chat para nós aqui, ó. Eu sempre muito doente, asma e meus pais reforçando isso. Isso. Eu vivi e cresci assim. Percebem? Ó como a nossa consciência tem as informaçõezinhas. Aí eu vivi e cresci assim. Então qual a probabilidade da
minha vida ser difícil hoje? Bem grande, porque é o que eu aprendi a observar, né? Por muito tempo eu observei que eu tinha que ser preocupado, porque se o pai era, eu tinha que ser. Então minha cabeça não parava. OK. Ó, sem a minha mãe sempre disse que a vida é difícil. É o que a gente escuta e é o Que eu começo a observar. Olha que limpeza maravilhosa pra gente observando e fazendo aí da nossa consciência do nosso corano. Uma pergunta simples, combinado aqui, né? E se eu observo que a vida é difícil, que
a vida é exige dor, fica difícil de eu pegar a vida na minha mão, né? Como é que eu vou pegar algo que dói? Percebe? Aí eu falo assim: "Fulano, pega sua vida na sua mão." Você fala: "Eu não, o Negócio dói. O negócio tá fervendo. Vou não vou pegar, deixa ela passar. Não vou segurar a vida. Não quero que a vida tem para mim, porque a vida é sofrimento, cara. Percebe aqui? Começa uma dificuldade da gente pegar a vida na mão. Pega o que a vida te deu. Não é sofrido, não vou pegar. Deixa
aí. Mas tem gente pegando e é sofrido porque eu tô observando que é sofrido. Combinado? Muito bom. Vamos dar um passinho a mais aqui. Então, você confunde se importar com se machucar. Então, muitas vezes, quando a gente começa a olhar pra nossa consciência, pro nosso porão, começa a eliminar as informações negativas, a gente começa a equilibrar um pouquinho. A gente vai equilibrando. E a primeira sensação que você vai ter, Carlos do Céu, eu tô eliminando as informações negativas, tá super legal, Mas eu tô ficando frio. Não, você não tá ficando frio, você tá ficando equilibrado.
Não, Carlos, eu não tô sentindo a dor do outro como eu sentia antes. É, mas não é para você sentir a dor do outro. E aí a gente confunde o equilíbrio com frieza. Então, porque a gente confunde o se importar com o outro com se machucar, é completamente diferente. Então, vamos aprofundar aqui, ó. Sem Importar não machuca, não pode machucar. Eu me importar com o outro não pode me machucar. Eu me importar com o filho, com a esposa, com o amigo, com o tio, com a avó, com o aluno, com o colega, eu não posso
me machucar. Importar é uma coisa. Eu me importar com o próximo, eu tô amando ele. Agora não posso me machucar, porque se eu me machuco, eu não tô me amando. Sentir não machuca, amar não machuca. O que machuca é acreditar que para se importar você precisa carregar, sustentar, aguentar. É isso que machuca. Então, se o outro tá triste, não adianta eu pegar sua tristeza para mim. Por que que não adianta, pessoal? Primeiro que é muito perigoso. Por que que é muito perigoso? Porque essa tristeza não foi gerada pela minha Consciência. Então, ela, se eu pôr
ela para dentro, ela vai sofrer muito, porque ela não vai entender essas essa tristeza. Ela não é sua. Essa tristeza não é sua. Então você não suporta o que não é seu. Você não não suporta porque a sua consciência não não compreende. Então se importar não machuca, sentir não machuca, amar não machuca. O que machuca é acreditar que para se importar Você precisa carregar, sustentar e aguentar. Isso, vai gerador. Ouviram falar? Não gosto muito de polêmica, mas só pra gente aprender. Não sei se eu vou saber o nome dele, do cachorro orelha que mal que
mal que mataram aí, acho que foi final de ano, não sei, que que maltrataram, não é? Muitas pessoas caíram numa tristeza muito profunda, né? Então, quando algo fizer você Sofrer, pessoal, Carlos, eu vi o cachorro ali, eu sofri porque esse sofrimento já tá em você. A notícia do cachorro orelha foi só um gatilho para encontrar a dor que tá na sua consciência, para encontrar tristeza, a raiva que tá na sua consciência. Carlos, mas é uma injustiça. OK, mas por que que você desequilibrou? Cachorro orelha é o outro, Carlos. Mas é Friza, não é equilíbrio. Eu
tenho que entender que de alguma maneira, tem que entender, não, tem que compreender que de alguma maneira ele tá criando a realidade dele. Ele é uma consciência. Só que se essa injustiça que tá doendo em mim, Carlos, mas eu vi aquela notícia, a injustiça do quase quebrei a televisão com tanta raiva. A dor que eu senti é mortal. A injustiça foi muito grande que fizeram Com ele, porque dentro de você tem uma informação chamada injustiça. A injustiça que tá doendo agora é a sua injustiça. A notícia que você viu foi o gatinho. Não tô falando
que não é triste. É triste, mas eu observar que é triste e sofrer junto é diferente. OK. Posso ajudar os animais, posso lutar contra isso, posso, mas com equilíbrio. Se eu sofri aqui dentro, significa o quê? Se eu observei que a injustiça ali naquela, naquela notícia é o que me desequilibrou, eu tenho que olhar para dentro de mim, porque a injustiça tá em mim. Eu tenho informação dentro de mim de injustiça. Carlos, é a crueldade que fizeram, então, porque a crueldade tá em você. Não que você é cruel, não é isso que eu que eu
tô querendo dizer, mas que você Passou por momentos aonde foram cruel com você. E é isso que tá doendo. Porque eu posso ajudar, eu posso me solidarizar, eu posso dar a mão, eu posso abraçar, eu posso dar o ombro, mas não posso desequilibrar. Se eu me desequilibrei, é porque o desequilíbrio tá em N. E se aquela situação não ressoa com você, você nem vai ficar sabendo dela, Porque você não vai emaranhar com ela. Por que que eu sei do cachorro orelha? Porque eu atendi vários, vários alunos desequilibrados com a notícia do cachorro orelho. Em prantos
que tá tudo bem. Mas aí nos atendimentos a gente foi achando a origem da Tor. Nossa Carlos, não era o cachorro orelha, era tal coisa que que eu passei lá na minha infância, que eu passei na minha adolescência. O professor que foi injusto comigo, ele não bateu em mim, mas ele foi muito injusto. Essa injustiça que tava doendo, não era o cachorro dele. OK. Não sei se se eu se eu tô falando o nome o nome certo dele, tá? Mas eu fiquei sabendo disso dos alunos trazerem e no os encontros encontros eh individuais, passarem WhatsApp,
pessoas com bastante sofrimento, bastante desequilíbrio, mas pelos das conexões, pelos gatilhos que Foram feitos, né? Pode falar, Sônia. Então, Carlos, assim, eh, na realidade, assim, eu fiquei bem triste com a com a notícia assim, mas eu não eh então assim, a tristeza ela não me desequilibrou assim, eu não fiquei assim, nossa, por que que aconteceu isso? Eu eu fiquei triste, fiquei >> perdade, aí é outra coisa, certo? >> É, é. E é assim, deixa eu só fazer uma outra pergunta, não só do cachorro. Assim, quando eu assisto um filme e Assim ele tem uma um
enredo em que tem a a a família sofre, porque a minha minha família sofreu muito, aí eu eu não entro em desequilíbrio, mas assim, eu choro muito e dói dentro de mim, sabe? Eu tenho dor física, é uma coisa bem estranha, uma dor física no assim, no braço, no peito, nem tanto, mas assim, é uma dor física. >> Isso daí eu teria que trabalhar porque traz um desequilíbrio. >> Isso é isso que eu falo assim, Carlos, Eu vi a notícia do cachorro, fiquei triste, mas ok, fiquei triste, isso é uma coisa. Não, Carlos, me desequilibrou.
O que que eu desequilibrar? Senti a dor, meu corpo desequilibrou, adoeci, chorei muito. Esse é o Ele bateu. >> Entendi. >> Então, se você assiste um filme onde a história ali da família é triste e você sente isso, né? Você chora junto, você sente, você revive. Não a história, mas A emoção >> significa o quê? Na sua consciência tem histórias ruins da família, >> histórias da família sofrendo. >> Sim. E aí, Son, a gente pode entender um termo que a gente usa muito, que nada é por acaso. Que que eu quero dizer com isso? Nada
é por acaso. Você não escolheu esse filme por acaso, >> né? >> A vida tá guiando o tempo inteiro, pessoal. Só que a vida não vai aparecer na sua frente, num ser, e vai falar assim: "Sônia, olha paraa sua consciência que tem problemas com a sua família aí". Não, a vida vai, a vida vai falar nas entrelinhas, a vida vai fazer você escolher aquele filme. A sua consciência escolheu aquele filme, então ela tá te mostrando, ó, Sônia, de novo, esse filme tá machucando você, você ainda não olhou para dentro. Aí pode escutar uma música que
fala a mesma coisa. O dia seguinte alguém pode contar alguma tragédia da família dele que vai doer de novo. E aí é hora, pessoal, que a gente tem que estar atento pros sinais. Eu tô assistindo um filme, Carlos. Aquele filme me incomodou. Aquele filme me fez chorar. Acabou de Acabou de assistir o filme, reflete aí dentro um pouquinho. Faz um exame de consciência. Qual a cena Desse filme que eu chorei? Que horas que esse filme ficou chato? Que horas que ele ficou chato? Que horas que foi? Ah, quando a menina falou tal coisa, quando a
mãe falou x coisa. O que que isso tem a ver comigo? É bom você ter falado isso que agora eu vou observar, vou tentar ver qual é o momento que eu comecei a me entristecer que doeu, porque assim, eu fiquei triste Porque é uma história triste, mas não foi o tempo inteiro que me deu essa dor, entendi, >> né? Porque é uma dor, dor nos nervos, sei lá, como que eu posso explicar essa dor é dor física mesmo. >> Perfeito, perfeito. >> Vou dar um exemplo, ó. Eu não sei se se eu se eu já
falei nas vossas aulas aqui. Quando o filho No era bem era bem pitoquinho, ele assistia um filme que chamava Guint, era um um desenho, não Sei se vocês conhecem, chamava Guint. Mas assim, eu acho que eu assisti o Gint com ele, pessoal umas 800 vezes, né? Ele queria assistir, reassistir todo dia acho que assisti o Guintas 800 vezes. E tinha uma parte do filme que eu me incomodava, aquilo me incomodava, né? Ficava, ficava nervoso, ficava bravo, às vezes até brigava com Noa. E aí eu percebi, é o filme que tá me cutucando. E como eu
assisto 800 vezes, eu comecei a prestar Atenção no filme. E qual era a cena que me incomodava? Era uma cena até que muito legal. A menininha do filme queria ir, queria pedir lá um presente pro Papai Noel e ela colocou um monte de casaco de frio. A mãe olhou ela colocando casaco de frio. Ela foi saindo de casa. A mãe perguntou assim: "Filha, onde aonde você vai?" "Ah, mãe, eu vou no Paulo Norte visitar o Papai Noel". Mãe falou: "Ah, que legal. Então, a gente não vai se ver no Natal. Feliz Natal. Como assim, mãe,
não vai se ver no Natal?" É porque o Papai Noel mora muito longe. Se você for andando, capaz que você chegue ono que vem lá e aí já vai ter passado o Natal. Mas pode ir, filha, vai lá. E a filha falou assim: "Ah, então não vou. Ah, então não vai". E ela tava cheio de casaco. Aí a mãe falou assim: "Filha, você não tá com você não está com calor, não?" Então tá bom. Aí ela falou: "Mãe, eu tô com calor". Ah, então que tal você tirar Alguns casacos? Ah, é, eu vou tirar os
casa. Essa cena que me incomodava. Chegava nessa cena, eu me desequilibrava. Aí eu comecei a refletir, né? Às vezes a gente acha rápido, às vezes a gente tem que refletir um pouquinho mais. O que que me incomodava, pessoal? Que aquela criança queria ir no Paulo Norte. E o que a mãe falou para ela foi: "Vai, vai, filho, só que você vai, só que a gente não vai Passar o Natal junto." E esperou a filha desse dia. E aí o que que me incomodava? Eu comecei a relembrar todas as vezes que eu obriguei meu filho mais
velho a algo fazer do meu jeito e não do jeito dele. Essa era a minha dor, essa era minha culpa de impor que o Artur fizesse tal coisa porque era melhor para ele. Mas eu não deixei ele escolher. E a cena do filme me mostrou isso. Deixa o outro escolher. Ele vai saber escolher. Fiquei a escolher dele. Isso que eu me Machucava. Só que o mais impressionante é que a hora que eu fiz essas eliminações, que eu fiz essa reflexão, eu fiz todas essas eliminações, o Noah não pediu mais para ver guinante meses ele ficava
pedindo guint. Todo dia guint, todo dia guint, todo dia guint. E aí a hora que eu eliminei isso em mim, ele nunca mais pediu. E hoje se você fala para eu assistir o o índice, ah não, o pai é chato, vamos Assistir o outro. É a hora que a vida tá falando com você e você tá deixando passar por intermédio do outro, entende? a escolha do outro. Ele tinha lá um ano e pouquinho. Ele escolhia aquilo até eu entender o que que por que eu tava assistindo aquele filme, porque aquela cena me incomodava. Então, nada
é por acaso. Fiquem atentos. Combinado, >> Carlos? >> Sim, pode falar. >> Incrível essa história sua. Agora eu quero relatar o seguinte. Ao lado da minha casa tem um terreno enorme, cercado, todo descuidado e tem um cavalo >> que está lá sem abrigo, que pertence ao não sei a quem. E o cavalo está com a crina e o rabo coberto de carrapicho, aquele espinho redondo, >> mas umaação assim que ele não pode mexer com o rabo para se abanar >> das moscas e do calor que tá fazendo. >> Ok. E e isso tá me deixando
assim muito revoltada, porque os órgãos públicos que eu busquei para socorrerem o animal, né, eh, um joga outro, outro joga para um e vai voltando pro mesmo lugar e ninguém toma providência. >> E como que eu trabalho com essa minha revolta e eu me sinto na obrigação de fazer alguma coisa pelo animal e eu fico com raiva? Eu não sei até que ponto eu tenho que me trabalhar ou eu tenho que Fazer alguma coisa pelo animal. Vamos analisar assim, ó. Fazer algo pelo animal você já fez, não fez? Ela procurar ajuda para ele. >> Sim.
>> Certo. >> Sim. >> Ok. Então você fez, Carlos, pelo que você relatou, a sua revolta não é do animal, tá? Sim. A sua revolta é dos órgão, os órgãos os órgãos públicos não resolverem, não é isso? Eh, pelas duas situações, pelo dono do cavalo deixar ele assim e pelos órgãos tomarem providências. >> OK? Então, eu vou olhar para dentro de mim e vou questionar assim, ó. Olhando pelo dono do cavalo. Situações aqui são hipóteses, tá? Situações de abandono que eu vivenciei. >> Sim, >> fi. Não que eu fui abandonada, não é isso, mas situações
de abandono que eu vivenciei. O que que eu acho? >> Entendi. Entendi. >> Né? nos órgãos públicos, situações aonde eu pedi ajuda e não tive, aonde eu tinha razão e não me deram razão. É isso que tá gerando a revolta. >> Ah, sim, faz sentido. >> Aí tá a revolta, Carlos. Eu a minha, eu tentei ajudar o cavalo. Frieza é ver o cavalo lá e não fazer nada. Isso é friza. Carlos, eu vou ajudar o cavalo agora. Se você me falasse assim, cara, faz três dias que eu não durmo por causa Daquele cavalo. Aquele cavalo
não sai da minha cabeça. A hora que eu vejo ele, eu choro. Isso já é desequilíbrio. Percebem a diferença, pessoal? >> Sim. >> Eu vou tentar ajudar o cavalo. Não tá certo o cavalo ficar ali, mas eu não vou cair. Eu vou me equilibrar e eu vou tentando com equilíbrio ajudar o cavalo. Combinado? >> Sim. >> OK. Bom, não sei se vocês perceberam, Pessoal, às vezes essa diferença é sutil, mas se vocês perceberem no tom de voz dela, o tom de voz muda quando ela falou do órgão. Ali mudou o tom de Ali tá a
dor dela. >> Ali tá a dor dela. Combinado? Tá gratidão. Obrigada. >> Pode falar, Gi. >> Boa noite, Carlos. Boa noite, pessoal. Eh, eu acho que já responderam, já responderam a minha minha pergunta, porque eu imaginava que quando era uma Situação com o animal, eh, que você ficava triste, que a gente ficava triste, é porque eu já tinha passado alguma outra situação com o animal. Então, não quer dizer, né? >> Não necessariamente. >> É. E mas situações que eu quando eu vejo o filme, que nem a Sônia tava falando, eh, quando é com o animal
é muito mais dolorido do que quando é com um ser humano. >> Aí eu vou olhar >> aí eu olho situações ruins que eu vivenciei que envolva os animais, >> tá? OK. >> Aí, aí sim, >> entendi. Tá bom. >> E aí pode ser até, pessoal, um animal que você quis ter e não deixaram ter. Hipótese. >> Uhum. Hum. >> Tá. Hipóteses aqui. Tá bom. >> Uhum. Tá bom. OK. Gratidão. É isso que Me >> imagina. Imagina. >> Pode falar, Maria. >> Boa noite a todos. >> Boa noite. >> Eh, Carlos, >> sim. Sempre que
eu tô assistindo um filme que vai fechar uma cena assim de agressão, de algo que vai pegar na surpresa, que vai ser descoberto um segredo, que vai haver uma punição, eu fico muito assim ansiosa, sabe assim, Com medo de ver a cena. E eu acabo que às vezes até me levantando para realmente não ver a situação, né? Sim, e isso me incomoda muito e e é um negócio tão sério que a gente perdeu agora uma pessoa num acidente de trabalho e eu para ir paraa casa da minha filha, eu preciso passar nesse nesse local que
houve essa essa tragédia. E eu tô me excluindo de ir por esse local, tô fazendo um rodeio maior para não passar. É como que eu que eu me Eu não queira encarar, né, assim. Entendi. Perfeito. Então ali, ó, dicas. Primeiro eliminar o que sentiu nesta perda, nessa perda recente. OK? E aí quando a gente trabalha a perda, pessoal, a gente tem que eliminar os piores momentos dessa perda. Quando soube, quando viu ou o velório, cenas. Separa essa história em cenas ruins e vai uma por uma fazendo as suas eliminações. É importante, tá? Na Questão dos
filmes, procura momentos da sua vida, assim, momentos de susto, mas não é susto que eu quero dizer do do bicho. Eu quero dizer assim, viradas na sua vida brusca, algo que aconteceu de viradas bruscas, segredos que apareceram à tona e quebrou a família, entende? Ok? Tá? Descobertas que gerou muita dor na família, você vai achar. >> Tá bom. Vocês lembra, pessoal, do exemplo que eu dei do Wind? Vocês vão continuar assistindo Filmes com a mesma cena até fazer as iluminações. >> Eh, eh, >> a vida não desiste de vocês. >> Eh, eu até eu até
frisei aqui, né? Eh, aquela aquele fato da gente não fechar o ciclo, né? E ele se repete, né? A gente não fecha, não cura e ele se repete até que a gente se cure, né? Perfeito, perfeito. E aquela tecninha que eu bato, a vida confia em vocês e ela sabe o limite de vocês e esse é o problema. Ela Não desiste. OK? Tá. Pode falar, Lenin. >> Boa noite a todos. Boa noite. Eh, com relação a a eh esse assunto, né, de filmes e animais, tudo me tocou muito, porque eu tive um durante muito tempo
de assistir qualquer filme que tratasse de qualquer cena triste, qualquer situação de tristeza, de dificuldade, de abandono e também de animais. eh, ver Animais machucados na rua, ver pessoas eh moradores de rua, qualquer esse tipo de cena me trazer uma tristeza muito grande, como se eu tivesse sentindo a dor deles. >> Ah, perfeito. >> E eu às vezes eu ficava chorando por dias seguidos >> e me doía como se eu tivesse sentindo mesmo a dor do mundo assim em mim. Entendi. >> E aí eu passei a evitar essas situações. Então os filmes, eh selecionar mais
os filmes, nem assisto muito filme, mas já aconteceu de amigo me chamar para ir no cinema e era um filme de tragédia, alguma coisa assim. Eu ficar chorando no cinema. Então eu passei a evitar essas situações, >> mas você falou, né, agora pro final que o ideal é resistir esses filmes, enfrentar >> isso e entender >> pelo seu relato, ó, né? É legal você reassistir e observar ali aonde tá aparecendo a dor, mas pelo que você eh relatou, parece que o abandono tá muito envolvido, né? E a tragédia é muito envolvida. Então, posso olhar pra
minha história em momentos de abandono, momentos de tragédia, que ali eu posso encontrar informações preciosas que tá engavetadinha lá no meu porão, que tá escondidinha. OK? Não corre do filme. Aproveita essa essa oportunidade, >> Carlos. >> OK. A mesma coisa, pessoal, quando quando eu tô naquele em um atendimento e o aluno ou cliente fala algo que bate em mim. Se bateu em mim é porque eu tenho que que que olhar para dentro quanto antes. E tem alguma história ali que ele falou que tá pegando em mim também. Se eu senti a dor dele, se eu
fiquei Triste com ele, se eu fiquei com raiva com ele. Essa informação tá em mim. Por isso que eu eu sempre falo quando quanto mais o terapeuta atende, mais ele se autocula. Se ele ficar atento, se ele ficar atento, mais ele se autocula, mas tem que ter atenção. Ó, aqui bateu em mim, é a hora de olhar para dentro. E aí eu vou ter que me questionar por que que eu desequilíbrio ele? É só uma tristeza, é só uma morte, é só uma doença. Por que que eu me Desequilibro? Nossa, porque a mãe teve a
mesma doença e eu esqueci disso. Vou lá nessa historinha. Um exemplo, pode falar isso. Car, >> sim. >> E quando a gente sonha, vamos supor filme, quando eu vejo um filme assim que é meio pesado, eu sonho muito com aquilo, >> tá? Mesma coisa. >> É um desequilíbrio também. Depende, porque o sonho eu não que eu não que eu não acho legal, a gente ficar dando sentido pro sonho, a gente querer pôr um sentido no sonho, porque quando a gente tenta pôr um sentido no sonho, a gente já tá usando o nosso web e a
gente vai pôr o sentido que a gente quer pôr. Então, mais ou menos assim, Carlos, eu tô sonhando com o tio Paulo, vários dias tô sonhando com o tio Paulo. É hora de olhar para dentro, revisitar a Minha história com o tio Paulo para ver se eu acho algum negativo ali. Carlos, eu tô sonhando com batida de carro. É hora de olhar para dentro e ver se eu tenho algo aqui com batida de carro que eu não que eu não trabalhei ainda, mas não colocar, tentar interpretar o sonho, combinado? Quando a gente vai usar o
ego, a gente vai dar o sentido que a gente quer dar pro sonho. Vê se ficou claro. >> Tá bom. Obrigada. >> Imagina, imagina. Pode falar, Ester. >> Eh, tava pensando na em duas situações que levaram a um certo desequilíbrio também. Eh, uma foi a morte do Sena, >> tá? como assim louca no país, né? Como se você tivesse perdido a única coisa que a única bandeira que ainda restava, né? >> Sim. >> E a outra >> e o orgulho, né? O orgulho, o orgulho do brasileiro era o cena, né? Eu não conseguia achar nada
aí que me remetesse >> a algum alguma coisa minha especificamente, né? Mas >> ali pode ser is hipóteses, né? A perda da alegria. >> Hum. >> Porque ele trazia uma alegria domingo de manhã. >> Sim, sim, sim. >> Né? Ali pode ser momentos que eu perdi a Alegria. Não, alegria de viver. Momentos que eu não vou. É que no caso do seno, a gente sempre vai olhar pra morte e pro acidente, mas às vezes não é aí o gatilho, a morte, o acidente. >> Às vezes pode ser essa perda da alegria. >> Também tem a
questão da injustiça com ele, que ele sofreu naquele momento. >> Tem. E tem uma coisa que talvez a gente esqueça. Ele era um ídolo, não era? >> Sim. >> Na maioria das vezes, quem era o nosso ídolo? Eu nunca tive ídolos assim, eu sempre torcia pela pessoa, mas não >> nem o papai quando você era pitoquinha. >> Não tá OK. Porque às vezes a gente a gente tem o pai ou a mãe como ídolo e um dia esse ídolo cai, ele deixa de ser ídolo que a gente a gente a gente a gente cresce e
vê que não era bem assim. >> Sim. >> Ele não é o super homem, ele também erra. Isso é a perda de um ídolo. O Artonena pode tá levando nisso hipótese. Aí cada consciência é uma coisa diferente. >> Isso. >> Obrigado, >> Carlos. >> Bom, >> desculpa, Carlos, desculpa, desculpa só, desculpa só voltar um pouquinho atrás. >> Pode falar. É, e quando a gente tem um sonho que é sempre o mesmo, eu tinha eu tenho um sonho que é sempre O mesmo. Eu tento falar com alguém, pedir ajuda, comunicar e o telefone eh se derrete,
ele se desfaz. É, é sempre o mesmo sonho. Às vezes parece que eu estou assim numa pintura do eh uma pintura surreal. >> OK. OK. >> Isso, isso pode significar o quê? Quando que você pediu ajuda? Hã? Não, não, não é o que pode significar, porque você disse que quando tentamos significar é o ego, mas o que eu devo Procurar nessa situação, porque quando eu acordo, eu acordo aflita, puxa, eu queria, >> entendeu? >> Obrigada. >> Vamos olhar o que você sonha, >> quando que você pediu ajuda para alguém, não foi atendido ou não foi
vista, não foi ouvida. É uma hipótese para agora você ir refletindo. >> Uma das hipóteses, pedir ajuda, não fui Ouvida, não fui vista, não fui atendida, não deu tempo de pedir ajuda. >> Isso. >> OK. Tem algo aí dentro que ressoa, Renata? >> Sim, sim, sim. Eu eu já achei que era para eu aprender a pedir ajuda. Faz sentido? >> Eu acho que aí é mais você colocando um sentido porque você não porque o telefone ele se ele se desfaz. Eu procuraria mais momentos que eu pedi Ajuda e não fui visto, não fui acolhido, não
fui atendido. E pode ser por isso que eu não peço ajuda agora, porque quando eu pedi >> ninguém ajudou. >> Não me deram e não me deram. Ok, obrigada. >> Imagina. Tá bom. >> Tá. >> Pode falar, imagina. Pode falar, Mari. Pessoal, só vou para Mariat Telmia e aí a gente já dá sequência, tá? >> Pode falar. levando da do ídolo, né, que você falou aí para Ester. É. Aí ela falou assim: "Não, meu pai não era o ídolo". E e me veio assim, sempre quando a gente é criança, a gente tem o pai da
gente como ídolo, né? Só que a gente quando cresce não lembra que tinha aquele papai como nosso ídolo, né? Pelo o Foi só para fazer um um adendo aí pr pra Ester. >> Perfeito, >> né? Mas eh na no sentido que eu que eu Tô que eu tô vindo fazer a pergunta, >> hã, >> é sobre o meu irmão, né, o que perdeu o filho, né, de 25 anos. Ele já tem 3 meses, né, vai fazer 3 meses e ele ainda não saiu do da estaca zero, né? Ele tá em depressão e ele disse que
acabou 50% da vida dele. Ele não tem mais vida, né? Eu e aí como você tem um grande conhecimento, eu fico pensando que o Carlos poderia me dar de luz, né, para eu ver isso com ele. >> É ele eliminar o que sentiu dessa perda e aí olhar para as crenças que ele tem com morte, com as crenças que ele tem com com fim de ciclo. Aí, o que é o conselho nesse caso, que a dor dele é bem é bem profunda, ele vim para atendimento, pra gente poder ajudar ele com mais força, pra gente
entender a dor dele, né? Acho que é o mais aconselhado, tá? Porque não é um momento fácil >> e é é ele. Então quem for ajudá-lo precisa ser firme, porque vai firme que Eu quero dizer é ele vai reviver a dor e a gente tem que ir eliminando isso. É isso que que eu estive com ele essa semana e e eu tive que me calar, né, assim, eu tive que e conversando com ele em cima das da fala dele, eu senti de eu escutar ele e deixar ele rasgar o que tava ali dentro. Mas ele
tá ele tá numa numa crise tão grande que ele não quer ouvir ninguém, ele não tem mais fé em Deus e acabou tudo. Vai plantando a sementinha, convida ele Para para participar das aulas em quarta-feira, fala para ele que tem possibilidade dos atendimentos, planta a sementinha, mas é esperar o tempo dele. >> É. >> Tá. >> Obrigada. A melhor coisa ele vir para atendimento, que não é uma dor fácil, né? Ok. OK, obrigada. >> Muitas vezes é o contrário do que a gente pensa, né? Filho enterra pai, pai Não não enterra filho. Esse é o
fluxo. Então a dor também é bem é bem profunda. >> É ele ele lá ele ele só teve dois filhos, um casal, né? Foi gêmeos, uma menina e um menino, né? E esse menino com 25 anos, né? Morreu eletrocutado, assim, >> entendi, >> né? e deixa uma filhinha de 5 meses. >> Ah, e por ser gêmeos, cada hora que ele vê a filha dele, ele revive a dor da perda, né? >> É, é isso mesmo. >> Perfeito. Tá bom. Mas planta a sementinha lá, tá? Telma pode falar. >> Carlos, o curso dois já acabou >>
o avançado. >> É, >> acabou. Eh, a aula de a gente fez uma uma aula a mais para tirar dúvidas foi em janeiro, tá? >> Hum. >> OK. >> Tá. Obrigada. >> Imagina. Ele pode falar. Leonora. >> Carlo. Oi. >> Pode falar, pode falar. Eh, na tela você colocou, a dor não nasce do amor, ela nasce do excesso. Cabe aí o excesso de amor também? >> Pode, pode, porque tudo que é excesso é desequilíbrio. É que a gente chama de amor negativo. >> Ah, ok. Perfeito. Exatamente. Tá. >> Obrigada. >> Imagina. Vamos dar o passito
aqui, ó. Já volto já aqui para as dúvidas, ó. Sem cortar não machuca. Sentir não machuca. Amar não machuca. O que machuca é acreditar que para se importar você precisa carregar, suspeitar, sustentar, aguentar. A dor não nasce do amor, ela nasce do excesso. Aí o apego já não é uma apego, dependência. Onde você se machuca, achando que está apenas se importando? Pergunta para vocês. Aonde você se machuca com a desculpa, né, com o padrão mental que está se importando. Combinado? OK. Então, vamos dar uma passita a mais. Já vou para as dúvidas já. Pessoal, você
está tentando viver por todos e aí você não vai conseguir. Você tentar viver pelo outro não vai dar certo. Você vai se você vai se abandonar no meio do processo e se você se abandonar vai adoecer. Você tenta resolver, tenta proteger, tenta evitar dores que não são suas e sem perceber, vai vivendo mais a vida dos outros do que a própria, não por ego, mas por medo de decepcionar. Então, a gente não consegue, pessoal, Viver a dor do outro, sofrer o sofrimento do outro, viver a vida do outro. Por que que a gente não consegue?
Porque é outra consciência. Carlos, mas eu não compreendo a dor do outro e você não vai compreender a outra consciência. A gente passa a vida tentando nos compreender. Não é assim. Não é assim. Todo dia a gente não está tentando nos entender, nos conhecer, nos compreender. Imagina compreender o outro. Não dá. É um peso muito grande para mim, eu não consigo. Aí vocês vão começar a se sentir impotente, vão se sentir que perder o controle, se sentir incapaz e aí vocês jogando, vão jogando mais negativo pro porão da consciência de vocês, vão se desequilibrando mais
ainda. Lembra? Então é frieza, é entender que aquela dor é dele. Eu vou ajudar, tá do lado, mas eu não posso sofrer junto. Combinado, >> professor? >> Para vocês? Sim, pode falar. Então eu queria só entender então assim se tem uma resposta para porque eu sinto nesse eu tinha 17 anos quando eu perdi minha irmã, ela tinha 24 anos e assim foi um processo extremamente difícil, doloroso. Não sei se isso explica alguma coisa de Mim, porque assim, todas as mortes que vieram, até mesmo dentro da minha família, o que eu vejo acontecer, aí é como
eu estou dizendo justamente, eu não consigo sentir a dor ou sofrer junto ou assim, não consigo porque eu já venho assim, a minha irmã tinha 24 anos e morreu tão jovem. >> Aham. E assim, e então, eh, quando vem para mim, eu olho assim, eu acho uma resposta. Ah, então você não morreu. Então, ele tinha uma profissão arriscada que eu colocava em situação de risco, corrida de alta velocidade, bateu no carro, morreu de acidente. >> Entendi. Bom, entendeu? O ser humano eu, ah, morreu fulano de tal. Então eu já assim, eu vou acabo sendo muito
pontual na minha análise. Para mim, >> eu entendi. >> Não é não é que não traz. Aí você tá usando o seu mental para bloquear a dor, Mas a dor já tá aí dentro dessa perda da sua irmã. Entendi. Aí a gente, aí a gente colocou uma armadura diferente. Ela a dor tá entrando, mas eu tô usando o mental para não sentir a dor. Você tá ressignificando, mas a dor tá, ela tá indo pra sua consciência e ela tá revisitando a dor da perda da sua irmã até você olhar para isso e eliminar isso da
sua consciência. >> Entendi. >> OK. >> Obrigada. Gratidão. E a morte, pessoal, acho que a gente até fez já aula falando só da morte, né? Tem que olhar para as crenças que vocês têm com relação à morte. Tem que olhar, tem que olhar o quanto antes, porque a morte é a única, a única certeza da vida. A única certeza da vida. Por que que você teme? Então, você teme A vida. Você teme a morte, você teme a vida. Você não confia nada na vida. Se você teme a morte, você não confia nem um pouquinho na
vida. Isso é preocupante. Então é legal olhar para as crenças que você tem, momentos de perda que você passou, eliminar as informações negativas. Por que que você observa que a morte só pode ser ruim? Ah, Carlos, porque ninguém voltou? É, às vezes é tão bom que ninguém voltou. Às vezes é tão bom que se eu souber eu Já me mato hoje mesmo. Eu nem posso saber. Também tem essa hipótese, não tem? Só que ninguém observa, cara. Se você soubesse como é bom, você não ficava aí nem um segundo. Tô brincando, mas é possibilidades. Mas a
gente só observa como ruim. Isso é uma crença. E tem que olhar porque isso gera dor, isso gera muito medo. Tem gente que passa a vida inteira com o medo da morte. E quando a gente tem medo, a gente cria a realidade em cima do medo, Né? Assim, tem muito tem muito medo de assalto, probabilidade de ser assaltado aumenta. OK? Vamos lá, então. Pergunta para vocês, ó. Por quem você está vivendo hoje? Por quem que você está vivendo hoje? Pergunta simples. Car, sou vivendo pro filho. Não vai não, não vai dar certo. Não vai dar
certo. Foi o uma conversa até de casa aqui. Um Dia a Ju falou: "Eu tô vivendo para Serena". Falei: "Então ferrou tudo. Se você tá vivendo para Serena, ferrou tudo. Não, por quê? Porque ferrou. Porque você vai desequilibrar e ela vai receber esse desequilíbrio e aí tudo que você tá fazendo por ela vai por água baixo, porque ela vai, ela vai receber o desequilíbrio seu. E pode ser que um dia ela observe que ela gerou o seu desequilíbrio e ela compra uma de vida que não é dela. Você Tem que viver para você. Cuidar da
serena é uma coisa, viver pela Serena é outra. Serena é outro ser. Carlos, mas ela tem 4 meses. É outro ser. Se a mãe vive, vive pro filho, a mãe desequilibra, passa desequilíbrio pro filho, começou a confusão da vida. A vida que era simples, a gente começou a entortar tudo aí já. Primeiro você, depois a Serena e vai dar tudo certo. Ah, mas se eu for tomar banho primeiro, ela chora. Deixa ela chorando no banheiro. Você demora quanto tempo para tomar banho? Ah, uns 5 minutos. faz o teste. Ela chorou? Não, não chorou. Então, pronto.
Agora você consegue tomar banho antes que ela? É, dá então. Porque agora você tá vivendo antes para você, depois para ela, senão já começou a entortar aí, pessoal. Percebem? É nesses detalhes que a gente Vai complicando, que é simples. A gente complica a nossa vida que é simples. OK? Então se questione por quem você está vivendo hoje. Se se a resposta não for por mim, por você, tá errado. Vai gerar o que tá errado. O que eu quero dizer, pessoal, é vai gerar desequilíbrio. Desequilíbrio adoece o corpo, combinado? Então, lembra que no começo da da
aula De hoje a gente fez um comando assim: "Eu cuido de mim e do outro". Não é do outro e de mim. De mim e do outro. Combinado? Deixa eu ver no chat aqui que eu não sei se eu vou conseguir responder todas. Pera aí. Aqui já foi. OK. OK. Uma vez um terapeuta me falou que sou mais coração e meu marido mais razão. E aí sempre achei que ele era mais frio. Mas é bem isso. Eu pego muita dor do outro. Isso, ó. Perfeito. Tá. Não adianta gente, eu não ajudo o outro pegando a
dor dele. Nada. Eu pego o problema do próximo e me machuco porque sinto a dor do outro. Isso, ó. Isso é normal, pessoal. Mas agora olhar para dentro. Por que que eu tô sentindo a dor do outro? Ah, não é minha. Isso é uma coisa que a gente tem que mudar isso. Isso é importante, tá? Muito bom. Tem aquele versículo que diz: "Se se alegrar com os que se alegram e chorar com os que choram." E aí a gente pega a dor dos outros. Será que era esse esse sentido que era pra gente pra gente
entender isso? Lembra? Eu posso ajudar, mas não posso sofrer. Combinado? Alguns filmes que acho que aqui a gente já falou dos filmes aqui. E aí que mais aqui? Eu assisti um filme que se chama Em Busca da Felicidade. Eu Chorei por dias seguidos. Logo percebi que o filme eh retratou coisas que eu vivi e que me doeram. Perfeito. Exatamente isso. E agora é olhar para isso que doeu e vim eliminando isso. OK. Sofria muito quando vi a notícia sobre meninas abusadas, aquilo que era como se fosse comigo. Ficava dias maus e até mal de saúde
por muitos anos. Quando el Quando eliminei informações de abuso que sofri na infância, as notícias pararam de aparecer para mim. E esses Dias vi uma notícia e não não fiquei mal, não senti nada, como se a notícia durasse em mim só por 2 minutos. Eh, antes era até meses, você percebem? É o relato do que a gente conversou agora aqui. Gratidão profunda por compartilhar, tá? Essa é a importância da gente olhar para dentro, pessoal. Porque é nessas horas que vocês falam para mim assim, Carlos, eu me desequilibrei do nada, nunca é do nada. Carlos, eu
tive uma síndrome de pânico Do nada, nunca é, sempre tem gatilho. OK? Sempre vai ter gatilho. Carlos, acordei com torcicolo. É por causa do travesseiro. Quantos anos que você usa esse travesseiro? 50 anos. E hoje ele te deu torcicolo. E hoje a culpa é dele. Os outros 49 anos não era ele. Hoje é, não é o travicino, é algum gatilho que entrou nessa consciência. É assim que a gente vai se boicotando, pessoal. OK. Passito a mais. Você se cobra mais do que a vida pede. Isso é um condicionamento de se autocobrar. A vida pede presença,
você entrega cobrança. Presença é uma coisa, cobrança é outra. A vida pede verdade, você entrega esforço, porque se você viver a sua verdade, ela vai fluir. E se você desconstruir a sua verdade, a Vida vai fluir mais a que desconstruir a sua verdade, olhar paraos seus pensamentos e paraas suas fentes, porque todas as possibilidades existem. Então, a sua verdade é verdade para você. Então significa que isso é uma crença ou isso é um pensamento negativo que tá te bloqueando. OK? Olha lá, a vida pede presença e você entrega cobrança. A vida pede verdade e você
entrega esforço. E esta conta nunca fecha, porque a exigência não é da vida, é de dentro de você. Essa autocobrança não é a vida que te cobra, é você que tá se cobrindo. E por isso que essa conta nunca fecha, porque você quer pagar uma dívida que não existe, não é? A vida não te cobra nada. Se a vida te cobrasse, você vinha com manual de instrução. Concorda? Se a vida te cobrasse, tinha um manual De instrução junto. Então ela não te cobra. Quem cobra é você mesmo. E essa autocobrança é cruel. Reflita um pouquinho
nisso. Essa autocobrança machuca muito a gente, hein? Deu bom. Vamos lá. Deixa eu ver aqui que já foi. Eita. Eu faço isso, ó. Eu faço isso com a minha filha. Eu sempre escolho. Não deixa ele escolher nada. Perfeito. Ela tem 11 anos. vai dar treta nesse Relacionamento, porque com 11 anos ela ainda tem que engolir quando ela tiver 15, 16, 20. Percebe? Esse é o controle. Faz experiência, deixa ele escolher, Carlos, mas ela vai quebrar a cara. Deixa quebrar. Fazer o quê? Ensina que tem consequências. Mas ela tem que fazer isso com ele. Tem que
deixar o filho escolher, pessoal. Vai testando, vai dar certo, confia. Porque aqui tem uma coisa que vocês vão brigar comigo, ó. Se eu não confio na E eu sei que vocês vão ficar muito bravo agora, depois vocês eliminam. Se você não confia na escolha do filho, você errou como mãe ou errou como pai? E você que guiou, então você não confia no seu papel. Entendem isso? Se eu não confio na escolha do meu filho, eu errei em algum Momento, porque eu guiei ele errado. Ou eu falei uma coisa e fiz outra, porque ele vai aprender
pelo que eu fiz, muito, muito mais pelo que eu fiz do que pelo que eu falo. E não tem problema eu ver as falhas. Todo mundo falha. Todo mundo erra, os pais erram. Eu errei muito e erro ainda e vou errar muito. Talvez o filho mais velho pagou um pouquinho mais. Filho do meio errei um pouquinho menos. Filho mais nova, talvez Eu vou errar um pouquinho menos, mas também vou errar. E tá tudo bem, porque eu não errei por mal. Por isso que não tem a culpa. Porque eu nunca errei com meu filho mais velho.
Assim, não, eu vou fazer isso que é para ferrar o Artur. Ele quebra a cara. Nunca fiz isso. Eu errei pro bem, tentando fazer o bem. Então não tem como. E uma coisa que a gente faz que aumenta a culpa, pessoal, é assim, Carlos, mas Se eu voltar no tempo, eu escolheria diferente. Eu vejo o contrário. Se eu voltar no tempo, eu escolheria igual. Porque se eu voltei no tempo, minha consciência voltou às informações que tinha antes. Então escolharia a mesma escolha. Quantas vezes eu voltasse escolh a mesma? Porque se minha consciência voltou junto comigo,
ele ia ter as informações daquele ano e aí escolhe ser Igual. Ah, não, mas se eu voltasse do tempo com esta consciência de hoje, isso não dá. Não adianta nem você ficar imaginando isso que não dá. OK? Porque mesmo se for na teoria do multiversos, onde tem Carlos paraa frente, Carlos para trás, o Carlos de trás, tá com a consciência do Carlos de trás, né? Quem observa a teoria do multiverso, Carlos da frente vai estar a consciência Que eu votar daqui para Então é essas essas viagens que a gente faz é só para gerar dor
dentro de nós né? Se eu voltasse no tempo, escolhia diferente. Não escolhi igual, porque sua consciência ter as mesmas informações que tinha 20 anos atrás. Eu só escolha ser igual e não foi por mal, então tá tudo bem. OK. Então que mais aqui? Vamos ver. Querida que relatou sobre cavalo. Não, não, não desista dele. Continue insistindo. OK. Aqui, ó, se ela achar essa informaçãozinha com órgãos públicos, ela destrava isso. Uma hipótese muito grande de alguém lá e resolveu o cavar, tá? OK. OK. Que mais aqui? Vamos ver. Perdi quatro filhos. O que mais doeu foi
quando encontrei meu filho, o Renan, sem vida aqui em casa no sofá. Foi a maior dor da minha vida. Essa cena específica precisa ser eliminada, Né? Porque às vezes a gente trabalha a perda. Ah, eh, tristezas que senti porque o filho morreu. Essa cena não tem. A cena que tem é o filho no sofá morto, encontrar o filho morto. É essa cena que tá na sua nada vai ser morte, pessoal. Morte, assalto, violência, cena por cena. Cena por cima. Tem gente que sente a perda hora que o hospital liga. Tem gente que sente a perda
de hora que vê. Tem gente que Sente a perda hora que vem no caixão. Tem gente que sente a perda hora que vê no inteiro. Tem gente que sente a perda no outro dia de manhã quando acorda e não tem ali no café da manhã. Cada um vai cravar a perda. A perda num momento diferente. Tem gente que vai sentir a perda depois. Tem que cena por cena. Isso é muito importante. Combinado? Muito bom. Perfeito. Eu vivo porque tenho um uma missão. Não sei qual é. Maravilhoso. Propósito. Buscar o propósito a cada dia, mas eliminar
o que sentiu nessas quatro perdas é muito importante. Isso pode ajudar você a encontrar a sua missão, encontrar o seu propósito. Não fica com essa dor aí. Tá muito bom. Acho que nós mães temos que aprender isso, pessoal. Nós mães, nós pais, a gente tem que aprender muita coisa e vamos viver aprender. E as mães não entram nessa loucura da sociedade, não. As mães pega muita dor aí que não é delas. Eu acho que é muito mais, na minha visão, né? A mãe já era muito mais negativo que o pai dentro dela mesmo. Não tô
falando pro filho, né? Porque a cobrança em cima dela é muito maior do que combinado? Tá? Um exemplo que eu dou simples, pessoal, a hora que hora que as crianças entram naqueles surtos dela, eu Pego para acalmar. Por que que eu consigo acalmar? Porque eu sei que eu tenho plano B. Eu vou tranquilo acalmar os filhos porque eu tenho plano B. Que plano B, Carlos, você não conseguiu passo com a mãe. Só que a mãe não tem o plano B, entendeu? A mãe não tem. E ela é o plano, é, ela é o o plano
zero. Então, por que que eu consigo acalmar? Porque eu vou tranquilo. Se eu não conseguir, eu passo a bola. Só que ela não tem esse Plano B. Então, quando ela tem que acalmar, ela já tá pressionada, né? Então eu acho, no meu ponto de vista, isso não é estudo nada, é uma visão minha que a mãe pega mais a dor, gera muito mais negativo nesse papel de mãe do que o pai, tá? Mas uma análise minha. Bom, muito bom. Vamos, vamos dar um passito a mais. Deixa eu ver o que tem aqui, ó. Passei boa
parte vivendo a vida do outro, depois a minha. Hoje estou Aprendendo a me priorizar e estou pagando um alto preço. Perfeito. Muito bom. Nunca é tarde, tá? Uma vez falei uma coisa para minha filha mais nova brincando. Ela ficou chateada. Eu me sinto tão mal e chorei tanto. Me senti uma péssima mãe. Desequilibrei de uma forma que não era para tanto. Não sei por. Aqui é culpa, ó. Tem que eliminar o que sentiu nessa brincadeira, o que sentiu vendo a reação da filha e Procurar outros momentos que se culpou. Aquilo que tá pegando, essa dor
tá sendo da culpa. Não só dessa culpa. Essa culpa é um gatilho que tá achando outros, né? Mas olha, olha para esse sentimento culpo. Tá bom? Vamos dar um passinho. Já volto lá. Já pergunta para vocês. Que cobrança você mantém mesmo estando exausto? Que cobrança você se faz mesmo você estando exausto? Marquem aí. Pergunta para vocês Refletirem. Combinado? OK. Então, ó, autocobrança nos atrapalha de viver, nos atrapalha de pegar a vida na mão. Você sai de si para manter tudo em pé, só que você se abandona. Ó, vamos ver lá. Para não perder vínculos, você
se cala. Para manter a paz, você cede. Para não causar causar dor, você se Abandona. Mas esse você se cala, você tá se perdendo de si próprio. Você cede, você tá abandonando a si próprio. Você se abandona, está abandonando a si próprio. Porque perder vínculos, você acha que é perder ruim. Então você luta por unhas e dentes, você se coloca lá num décimo lugar para não perder um vinho. E se for que perder, vai perder. Que que você tem a perda? Porque se eu tô com aquela pessoa do meu lado, eu já ensinei o que
eu tinha que ensinar para ela, eu já aprendi o que eu tinha que aprender para ela, a vida tem que fugir. Se eu tô na empresa X, Y, Z, eu já aprendi o que tinha que aprender naquela empresa, eu já ensinei o que eu tinha que ensinar naquela empresa, a vida vai fluir. É aqui onde a gente se apega, pessoal. Aqui é o medo, aqui é a insegurança que nos faz isso. Porque aí se eu me cago eu tô me abandonando. E chama isso de maturidade. Mas a consciência sabe, isso machuca. Para não perder vínculos,
você se cala. Para manter a paz, você cede. Para não causar dor, você se abandona. E você chama isso de maturidade. Mas a consciência sabe, isso machuca. Isso não é maturidade, isso é desequilíbrio, porque você não tá se colocando em Primeiro lugar. O que você, onde você está se abandonando para não perder? Onde que você se autoabandona para não perder um vínculo? combinado até aqui. Deixa eu ir pro chat aqui. E já foi, já foi. Vamos ver lá, ó. Mas gente, tem que tem que considerar que os filhos também vêm com uma bagagem desconhecida. Cada
um vem com uma história para viver. talvez memórias emocionais De de outras vidas ou ou realidades. Pode ser. É o que a gente chama do período inconsciente. Se a gente observar pela visão informacional, lá no útero da mãe, lá na união espermatozoide óvulo, eu recebi informações de papai e mamãe e de quem tava ali ao meu redor. Só que eu tô vivendo essa realidade hoje. Então, cabe a mim olhar para esse por e por isso que quando vocês vêm pro curso, o primeiro passo que a gente Aprende é o período inconsciente pra gente já trabalhar
isso, a gente já sai trabalhando isso que é um período muito importante. Eu tenho que olhar para ele, eu tenho que trabalhar ele com certeza. OK. Muito bom. Aqui já li. OK, perfeita. Tem algum comando específico para descobrir a missão de vida? Pode pode programar todos os dias que já encontra o propósito. Joga para não localidade, usa Os comandos antes de antes de dormir jogando para não localidade, usa os comandos de programação, elimina as crenças que é difícil achar o propósito de vida, um programa que já encontra, combinado? Ó, eu era chamada de rebelde porque
eu batia de frente com os meus pais sobre a confiança, sobre a confiança na educação que me deram. OK, perfeito. Não precisa bater De frente. Lembra? Sempre com amor. Sempre com amor, tá? Sempre mostrando, conversando. Hum. Muito bom. Que mais aqui? Hoje descobri porque, ó, hoje descobri porque sou Hoje descobri porque sou tão forte. Tive tantas dores tão horríveis. Perdi em um em e perdi em um acidente três três eh três gerações, mãe, irmã, sobrinho e nunca caí em depressão. Semana passada perdi um sobrinho que ficou doente depois desse acidente. 4 Anos de luta. Hoje,
hoje você falou uma coisa que peguei muito bem. Eu, eu não tenho medo da morte. Confio na minha missão e no poder maior. Às vezes me questiono se não tenho coração, mas sou, mas sou tão humana, mas sei que as pessoas me julgam de certa forma. A gente vai falar um pouquinho do julgamento aqui, tá? Vou refletir. Não tô sentindo a dor. Eu tô em equilíbrio ou não tô querendo ver a dor? Não, Carlos, eu olho pra morte. Eu entendo a Morte, mas ela não ela não machuca porque eu olho ela de uma maneira diferente.
Maravilhoso. Maravilhoso. OK. Combinado? Jogar para não não localidade, pessoal, são os comandos da HQI, que é os comandos que a gente coloca a nossa consciência local, se conectar com a consciência não local para pôr a nossa consciência não local para também procurar histórias do nosso Porão por nós. Eu trabalho aqui na localidade e trabalho também na não tá passar mais aqui. Foi, foi todos, foi, né? Foi. Você está cansado de se carregar. A vida não é a vida que pesa. Escutem isso. Não é a vida que pesa. É o peso de se responsabilizar por tudo.
A vida é leve. Você que põe o peso. Nós que colocamos o peso. Não, você, eu faço isso também. Nós Fazemos. Não, não é a vida que pesa, é o peso de se responsabilizar por tudo. É viver em alerta, é nunca descansar dentro de si. É carregar o problema. né? Carregar a ansiedade, a preocupação, o medo do futuro, medo do novo, querer ter o controle de tudo. Isso pesa, não é a vida, é aí dentro que tá pesando. A vida flui quando você está inteiro, Ela pesa quando você se dirige. Se você olhar para você,
em primeiro lugar, a vida vai ser mais leve. Combinado? Em que você está pedindo descanso, não solução. Em que você está pedindo descanso, não solução. Não precisa descansar, você tem que solucionar. E a maneira que você tem de solucionar, pessoal, é eliminar o negativo da sua Consciência. é assistir o filme, ver que desequilibrou, parar, olhar para dentro, achar a dor eliminado. É lembrar da morte que presenciou, que vivenciou, eliminar. É olhar paraos seus conflitos, os seus medos, as suas preocupações, encontrar no porão e eliminar. Esse é o caminho. Combinado? Tá assim. Então mais Você chama
de cuidado o que é controle. Você tenta prever, tenta antecipar, tenta segurar o que não é controlado. Você já tentou prever as coisas? Por que que você quer prever? Por que que você quer ter o plano B, o plano C? Carlos, eu sou prevenido. Não, você é controlador. E se eu confio na vida, eu não preciso ficar prevendo. Se eu fico prevendo, eu tô sofrendo por antecedência. E na realidade, eu não tenho controle. Eu acho que controla, não é isso? Eu acho que controla. Cuidado que às vezes a gente vai colocando uns nominhos mais bonitinhos
para não achar a dor nossa, né? Então você tenta prever, tenta antecipar. tenta segurar o que não é controlado. Você tenta prever tudo do filho, você tenta antecipar todos os problemas do filho, você tá controlando o filho, vai cobrar um dia. Mas a presença não é controle. Presença é estar sem se violentar. Presença é confiar na vida. Presença é entender que vai dar certo. Presença é eliminar o negativo e confiar na vida. Isso é presença. O controle não é presença, pessoal. O controle pesa. Ó, eu sou eu sou controlador, pessoal. De verdade, eu acho que
90% de nós é um pouquinho controlador. Pelo que eu vejo no meu dia a dia, todos nós temos um pouquinho de controle. Tem que olhar para dentro abindo do mal descontrole, eliminando os prazeres que a gente sente em controlar, as dependências que a gente tem em controlar, que gera dependência, gera prazer outros. Nada controle todo mundo tem. Eu sou muito mesmo. OK. Olhar para dentro aí, olhar para dentro quanto antes para ir Abrindo mão desse controle. O controle é o que vai equilibrar ou desequilibrar desequilibrar o nosso sistema nervoso, pessoal. sentidos. É um, tem doenças
chatas aí nesse sistema nervoso. Não, não perca tempo. Vai abrindo mão desse controle quanto antes. OK. Eu, ó, vamos ver no chat aqui, ó. Eu, eu acredito na vida após a morte, mas eu morro de medo de perder meu marido e minhas filhas. É apego Isso? É apego. OK. Porque a gente tem muito medo da perda tem apego, tá? Tem que olhar para isso. A gente tem que amar. Amar e depender duas coisas diferentes. Não, eu tenho que estar com a esposa por amor, não por dependência. Por dependência não vai dar certo. O relacionamento vai
cobrar mais cedo ou mais tarde. Por apego, por dependência, Por medo, não vai dar certo. Tem que amar. OK. Presença não é controle. Presença é estar, sem se violentar. Onde você tenta controlar para não sentir? Ó, o controle voltando aqui, ó. Vira e mexe, a gente volta no controle. Onde você tenta controlar para não sentir? Nada. Muito bom. A vida não precisa do seu sacrifício. Isso é importante, pessoal. A vida não quer e ela não precisa do seu sacrifício. A vida não cresce com a sua dor. Ela não se expande com o seu sofrimento. Ela
floresce quando você escolhe viver com verdade e presença. A vida vai florescer quando você escolher viver com verdade e com presença. Isso é muito importante. Ela não quer, ela não precisa do seu sofrimento. Lembra, ó, o sofrimento, pessoal, você cria. A dor existe, o sofrimento não. A dor existe e ela passa. O sofrimento você cria e por você criar ele vai persistir por um bom tempo aí até você escolher eliminar ele. OK? Eu tento controlar até a minha cachorra. Olha aí. Ó os controladores aí e todo mundo tem um pouquinho, pessoal. É assim mesmo, tá?
Um dia uma aluna minha falou assim: "Carlos, a minha cachorra late muito, pessoal. Cachorro late, né?" Não. Ela falou assim: "Carlos, minha cachorra late". Eu falei: "É, tem que latir, né? Cachorro late". Não, mas ela não pode latir de jeito algum porque eu moro em apartamento. Falei: "Então ferrou porque cachorro late". Como é que a gente vai fazer essa cachorra não lati? A essência dela lat, ó o controle, Carlos. Ela late muito, ela é Desesperada, é outra coisa. Mas ela ela late muito. Não, até que não, mas ela late, não pode latir. Fal, então ferrou
tudo. Como que a gente vai controlar os cachorros? Não dá. Aí é, aí é crueldade. Não tem como. Ó o controle. Nossa, Carlos, é verdade, né? Eu nunca tinha pensado nisso. Ó, o controlador se perdendo, né? É, eu comprei um cachorro. Eu esqueci que ele latia. Eu achei que ele não ia Latir. Não, ele vai latir cachorro pouco, muito, aí outra coisa, mas ele vai latir. Aí a hora que a gente olha pessoal, a gente ri, mas é o controle. Esse é o nosso controle. A gente nem percebe que tá, eu não percebia, eu só
não queria que o cachorro latise. Falei: "Então isso é controle, né? Passa mais aqui. Bora lá. O que você ainda sacrifica achando que é necessário? Aonde que você se sacrifica Achando que é necessário? Hoje as perguntas são mais leves, vocês pegarem mais informações aí. OK? Combinado? Passar mais. Vamos lá. Você aprendeu que viver é egoísmo. Vamos olhar um pouquinho para isso. Em algum ponto viver virou culpa. Olha aqui, quando vocês falam assim, Carlos, eu tenho que sofrer pelo outro. Não, se eu vejo meu filho infeliz, eu tenho que estar infeliz. E aí você observou que
viver virou culpa e aí você não consegue ser feliz, porque quando você vai ser, você se culpa e aí a culpa destrói a sua felicidade. E aí cada hora que você é feliz, você põe mais negativo pra sua consciência, porque você tá se culpando em ser feliz. E a sua missão é ser feliz. Seu propósito maior é ser feliz, expandir, não é isso? Escolher virou egoísmo. É hora que vocês falam: "Caros, eu tô Frio, tô egoísta, não. Você só tá equilibrado. É que é muito novo para você. Você não tá entendendo. Ser feliz virou algo
a ser justificado. Eu tenho que justificar minha felicidade. Eu não preciso justificar minha felicidade, pessoal. Essa é a nossa missão, ser feliz. Essa é a nossa única missão, ser feliz. Todo o resto é consequência disso. Sabe o dinheiro que você tanto quer Ganhar? Consequência da sua felicidade. Sabe a saúde que você tanto quer ter? consequência da sua felicidade. Sabe o relacionamento maravilhoso príncipe encantado no cavalo branco? Sei consequência da sua felicidade. Que felicidade não é soltar rojão. Soltar rojão é ansiedade, é euforia. Aí desequilíbrio. Felicidade é neutralidade. Essa é a nossa missão. Eu consigo essa
missão como? Olhando para dentro da minha consciência, Equilibrar minhas informações. OK? Mas viver não exclui ninguém. Viver é honrar a vida. Como é que você honra a vida? Vivendo com alegria, com firmeza, com coragem, com segurança. Não segurança para fora, segurança aqui dentro de mim. Não buscando uma zona de segurança, mas segurança aqui dentro de mim é completamente diferente. Com equilíbrio, com verdade, sem medo, confiando na vida. A vida nunca falhou Com vocês, pessoal. Você pode achar que ela falhou porque o tempo dela é diferente do seu, mas depois você sempre entende. É que às
vezes você não quer dar abraço a torcer, mas você sempre entende. Combinado? O que você deixa de viver para não se sentir culpado? O que que você abre mão para não se culpa? Tem muitas aqui, um exemplo prático, ó, Tem muitas pessoas que desequilibram o financeiro. Nós vamos falar disso muito no workshop. Tem muitas pessoas que desequilibram financeiro, porque tem a crença que filho não pode ser melhor que pai. Filho não pode superar pai. Se eu tiver a crença que eu não posso superar meu pai, o teto do financeiro dele vai ser o meu teto.
Opa, isso é uma crença. Por que que eu não posso superar o pai? Eu quero que meu Filho me supere. me deixe no chinelo. Aí eu cumpri a minha missão. Eu quero que ele me ponha no chinelo. Essa é a missão. Eu crio ele para ele expandir, para ele expandir, para ele expandir, para ele crescer. Não crescer financeiramente, crescer como ser humano, crescer como consciência, expandir. Eu quero que a consciência dele expanda muito mais do que a minha. Mas se eu tenho a crença que filho não pode superar pai, eu bloqueio até o meu Financeiramento.
OK? Se eu tenho a crença que mãe não pode ser mais feliz que filho, que pai não pode ser mais feliz que filho, seu filho sofre, eu vou sofrer mais porque eu observo essa criança. Esses são os nossos padrões mentais, tá? O que você deixa de viver para não se sentir culpado? Tá assim mais pegar a vida na mão, nas mãos não é se Machucar mais. Pegar a vida na mão não é se machucar mais, não é sofrer mais. Pegar a vida na mão, pegar a vida nas mãos é não fazer tudo sozinho. É não
aguentar mais. Não é se cobrar até o limite. Pegar a vida na mão é eliminar esse negativo quanto antes de dentro de você. Pegar a vida nas mãos é assumir a própria presença, responder pela própria vida sem se abandonar no processo. É olhar para dentro, responder para pela própria vida. É olhar para dentro da sua consciência, do seu corão da consciência. Só que isso, pessoal, não é algo que a gente faz hoje e tá feito. Esse olhar para dentro, se pegar a vida é diária. É diário, que a nossa consciência é grande, tá tudo bem,
mas é um trabalho diário. Por isso que eu comecei a a trazer isso e vou começar a bater mais nessa tecla. Praticar a HQI é um estilo de vida, porque é algo diário, porque todo dia eu tô vivendo, todo dia eu tô gerando informação, todo dia eu tô recebendo informação, todo dia eu tenho que olhar pro porão da minha consciência. Que que entrou de ruim aqui hoje? Eu já vou ir em que tem lá no passado que eu não tô enxergando? Vou buscar por intermédio de um filme, por intermédio De uma dor, por intermédio de
uma tristeza que não é minha. Agora eu tenho que começar a me questionar, ok? Então, pegar a vida nas mãos não é fazer tudo sozinho. Pede ajuda. Elas não tô conseguindo. Pede ajuda. Não é aguentar mais, não é se cobrar até o limite. Pegar a vida nas mãos é assumir a própria presença, responder pela própria vida, sem se abandonar no processo. A vida não pede que você sofra Por ela. Ela nunca te pediu isso, Carlos, mas a vida é sofrida. Isso é uma mentira que te contar. E você pega como verdade. É isso é mentira.
A vida não é sofrida. Nós deixamos ela. A vida não é complicada, nós deixamos ela complicada. E olha esse exemplo, eu estou vivendo >> professor >> pode falar >> só pôr, né, assim, só para lembrar um Dito popular que é muito forte, né, e que ainda é muito presente na na nas nossas vidas. >> Não vai pelo amor, vai pela dor. >> É, então isso é outra crença. Outra crença. >> É uma crença. E é forte, né? sempre assim, ai não vai pelo amor, mas ele vai crescer então pela dor e ele vai crescer >>
pela dor vai adoecer pela dor vai >> é é só para >> gratidão pro fundo obrigada agradeço. >> Imagina, olha a frase, pessoal. Estou vivendo pela Serena. Ferrou. Você tá complicando a vida da Serena porque você tá jogando essa informação nela. Aqui que a gente complica o que é simples. Aqui a gente complica o que é simples. Combinado? Muito bom. A vida não pede que você sofra por ela. Ela pede que você esteja nela, que você viva ela, que você pegue da vida o que é seu, que ela tá te Dando. Isso é seu, isso
é meu. Então, pega e usa e abusa, porque é seu. Usa tanto até gastar. É seu. Foi te dado. A vida foi te dado. Você tem que usar e não passar. OK? Você não tem que sobreviver, você tem que viver. Essa é a grande X da vida, viver a vida. Combinado? O que muda na sua vida quando você troca o sacrifício por presença? Marquem aí o que que vai mudar na vida de vocês Quando você troca o sacrifício por presença. Combinar? Deixa eu ver no chat lá. Tá leve para mim? Não, não tô conseguindo ficar
acordada. OK. Pessoal, quem não conseguir, que tá tem pessoas aqui de outros países, né? Na sexta-feira eu ponho a gravação, tá? Geralmente a gente grava as aulas, algumas sim, outras não. Bom, ser equilibrado, ex, ó, vamos lá. Ser Equilibrado exige ser equilibrado. Essa por, pera, calma. Ser equilibrado exige ser equilibrado. Essa porque quem se coloca em primeiro lugar é taxado de egoísta. Isso ó, quem se coloca em primeiro lugar taxado de egoísta. Não é egoísmo. Eu tô se Quando a gente se coloca em primeiro lugar, pessoal, tem um dos mandamentos que fala: "Amar o próximo
como a ti mesmo. Amar o próximo como a ti mesmo." Então você tem que se Pôr no primeiro lugar para depois amar o outro. Se eu não me coloco em primeiro lugar, eu não tô amando o próximo. E se eu não me amo, eu não amo o próximo. Percebem isso? Ó, como é simples. Comecei a lembrar de filmes que vi na adolescência, eh, retratavam a Europa e a Segunda Guerra. Se tem muitos filmes que trazem o sofrimento de perder o controle sobre a própria vida. Percebo que em marhei com isso. Olha aí, ó. Perder o
controle Sobre a própria vida. E quando é que a gente vai perder o controle sobre a nossa vida? Muitas vezes quando a gente vive a vida do outro. Muitas vezes quando a gente se anula, a gente se cala, a gente se abandona. Perfeito. Muito bom. OK. Então, o que muda na sua vida quando você troca o sacrifício por presença? Se questione isso. O que que vai mudar? Hoje você viu Onde você se cobra demais, onde você se abandona, onde confunde amor com sacrifício, onde tenta dar conta de tudo que a vida pele presença, não? Carlos,
o que que eu tenho que fazer para pegar a vida na minha mão, trabalhar esses itens na sua? trabalhar essa autocobrança, trabalhar esse aband esse autoabandono, trabalhar esse sacrifício pelo outro. Não é sua função se sacrificar pelo outro, Não querer dar conta de tudo. O que que eu tô falando aqui? Abrir mão desse controle quanto antes. É assim que você pega a vida na mão, pessoal. Entender que a vida pede presença e não dor. A vida não quer que você aguente, ela quer que você esteja, combinado? Ok? Então, não esqueçam, não esqueçam que acho que
eu não pus outro slide aqui. Não esqueçam para quem quiser, deixa eu projetar aqui, ó, dia 24/02, o nosso praticando HQ financeiro. Quem tá olhando pro financeiro, lembrem só que o pré-requisito é ter o curso básico nível um ou o curso básico, que é a mesma coisa. Bom, vamos, cara, já fiz o curso básico, já fiz o curso nível um, posso participar do praticando do workshop? praticando financeiro deve. Se seu tema é financeiro, deve. Se é um tema que tá no seu radar, deve participar, tá? O investimento é pouquinho por mês, podem ficar tranquilos, tá?
Quem quiser participar, Passa o WhatsApp, já garante, porque este evento as vagas são limitadas, que eu não posso fazer turma muito grande. Me pediram esse termo o ano passado inteiro, por isso que eu já trouxe logo no começo do ano, tá bom? Então, começa 24 de fevereiro, quatro dias de aula, pessoal. sempre de terça-feira, combinado? Muito bom. Então, Carlos, semana que vem, quarta-feira de cinzas, tem aula no caminho do autoamor? Tem aula. Então, a gente se encontra dia 18 aqui, combinado? Então, tá bom. OK. Só vou parar de compartilhar aqui para mim poder ver vocês
e OK. Aqui posso parar também. Muito bom, pessoal. Valeu a pena hoje? Aproveitaram bastante, fizeram anotaçõezinhas. Muito, muito, >> maravilhoso. >> Que bom, que bom. Fico feliz. >> Perfeito. >> Então, tá bom, pessoal. Gratidão por pela companhia. >> Quem tá no curso nível um tem aula amanhã, não esqueçam, caras, mas é quinta de carnaval. Vamos pular carnaval junto praticando HQ, tá bom? [risadas] >> Para quem não tá, nos vemos quarta-feira que vem no nosso automóvil, tá bom? Gratidão, pessoal. Ótima boa noite a todos. Boa noite >> boa noite.