Vamos da posição de goleiro pro ataque, então, falar de Vinícius Júnior, que viveu uma virada de chave nessa temporada desde a chegada do técnico Álvaro Arbeloa no comando do Real Madrid. Ele que vinha de seis gols em 27 partidas na temporada sob o comando do Chabel Alonso, ficou três meses sem marcar gols, vinha sendo vaiado pela torcida do Real Madrid e quando chega o Arbelô, o Vinícius retoma boa forma. São 11 gols em 16 jogos com Arbelô, nesse nesse último compromisso do Real Madrid contra o Atlético de Madrid, fez dois gols, foi o herói da virada da equipe merengue.
E agora a gente fica na espera, é claro, de que consiga assumir esse protagonismo também com a camisa da seleção brasileira, tá? Então, Vinícius Júnior, camisa sete do Real Madrid, da seleção brasileira, que busca ainda com a camisa da seleção o seu primeiro gol contra uma equipe europeia nos últimos cinco duelos. Nos cinco duelos anteriores que ele teve contra as seleções do velho continente, não conseguiu marcar gol contra Sérvia, Suíça, Croácia, Inglaterra e Espanha.
Sérvia, Suíça e Croácia pela Copa do Mundo de 2022. Inglaterra e Espanha, os amistosos ainda sob o comando do técnico Dorival Júnior. E com Carlo Ancelote, participou de três gols em seis jogos, dois gols marcados, uma assistência, mas passou os últimos três compromissos em branco.
Temos também para colocar na tela, números do Vinícius Júnior com a camisa da seleção brasileira. São 45 jogos, 35 como titular, 14 participações em gols, oito gols marcados, seis assistências, 214 minutos para participar de um gol. Mauro César Pereira.
Seguimos à espera de que o Vinícius, nesse momento também mais confiante com a camisa do Real Madrid, depois de um período um pouco atribulado ali nessa nessa trajetória com o Xav Alonso no comando do Real, que ele consiga também, né, de fato, assumir esse protagonismo com a seleção, que ficou esse espaço eh vazio desde as ausências do Neymar, as lesões consecutivas que o Neymar teve e não conseguiu mais voltar a vestir a camisa da seleção. Esse espaço ficou vazio, a gente esperava que o Vini assumisse de fato esse protagonismo. ainda não conseguiu, pelo menos em números, ter esse papel, né, Mauro?
É, poderia, né? Uhum. O trabalho péssimo dos técnicos que passar para fazer a seleção só o Mago Merlin para resolver isso aí, né?
Acho que a expectativa que gera em cima do Vinícius ignora muitas vezes o contexto. Time mal treinado, mal. Quem se destacou?
Eventualmente o goleiro sai bem, o zagueiro faz uma boa partida, mas quem com o Dorival e com o Fernando Diní se destacou com Ramon Menezes também no início, né? Não, ninguém, ninguém, porque o trabalho foi ruim, né? O jogo é coletivo, sacana e aí os jogadores não conseguem se destacar.
Não é só ele, não. Acho que todos praticamente. Você pode ter eventualmente uma boa atuação, outra e tal, mas nada muito marcante.
Então, os jogadores atuam melhor nos seus clubes, porque lá vocês têm, eles têm mais conjuntos, um coletivo mais aprimorado, um trabalho mais consistente. É verdade. A seleção brasileira passou esse ciclo com dois interinos.
na prática, o Dorivar era um interino, era o interino. Ele não se mostrou capacitado para ir até a Copa do Mundo, claramente. Então, na prática, ele foi o interino.
Os dois esquentaram lugar até o momento que o Carlelote, que era o desejo do Edinaldo lá atrás, eh, ficasse liberado e pudesse aceitar a seleção brasileira. Eh, houve um momento que ele até renova o contrato com o Real Madrid, é justamente quando o Ednaldo é afastado eh do comando da CBF, aí ele volta, depois sai de novo e aí já com o Xaú na presidência, eh ele encerra o contrato com o clube espanhol e aí fica livre e as coisas acabam favorecendo a sua, eh aceitação, né, eh como a o convite para ser técnico da seleção brasileira. E o ciclo de copa não teve com antiológico, então um período curto, né?
Uhum. O técnico que teve que começar e do zero praticamente a observar jogadores brasileiros, que uma coisa é ele conhecer um ou outro dos times que ele enfrentava jogando pelo Real Madrid. Outros, mesmo jogando na Europa, ele acompanhava certamente com a mesma atenção.
Não são times adversários do Real Madrid, jogam em outras ligas. Será que ele passava o dia inteiro vendo futebol? Acho pouco provável.
Tem as preocupações dele, dar treinamento, estudar o adversário, cuidar do seu problema. Quando você vira técnico de seleção, você passa a ter um tempo livre muito grande. Você passa a observar o quê?
Muitos jogos. e os jogadores que você pode convocar, né? Eu falo sempre isso, que inclusive quando um técnico vai a um estádio, ele não necessariamente vai apreciar o jogo para convocar alguém.
Ele pode estar lá para ver o jogo de futebol, para ver como as equipes se comportam, para ver quais são as situações, as propostas de jogo, mudanças táticas, estratégias dos times. Faz parte do trabalho dele, né? Ele não precisa convocar um cara que tá, ah, ele vai ver o jogo do Bahia e Botafogo vão jogar, ele vai observar quem?
Pode ser não vai observar ninguém, ele pode só ver o jogo Bahia e Botafogo, né? ou Flamengo e Palmeiras. Pode estar observando, pode ser que não.
Então esse trabalho foi iniciado já no num período mais próximo do do Mundial, né? E a expectativa, pelo menos a minha, é de que ele consiga na Copa eh ajustar a equipe e essa Copa vai permitir isso mais do que as outras, que ela é mais longa. Uhum.
A primeira fase é uma carne assada tremenda para todo mundo, porque classifica até três seleções por grupo e com essa esse inchaço da Copa você tem muitas seleções fracas. Todo grupo vai ter uma seleção mais fraca. Então fica mais fácil, muito difícil um time grande ser eliminado na fase de grupos.
Vai ter que caprichar muito, né? Antes havia uma possibilidade maior, né? Porque classificava só dois, eventualmente um grupo outro mais encardido.
Agora ficou mais fácil. Então tem mais uma fase, né? Mais jogos.
Então você tem a possibilidade de com esse longa permanência, cerca de 40 dias até de conseguir uma evolução durante a copa, né? E o que também já acontecia no formato anterior, aconteceu com as duas últimas campeões. A França se ajeita em 2018 durante o Mundial até a proposta final de jogo que deu certo em cima do Mbappé, que era muito novo na época.
E a Argentina foi um time mutante em todo o Mundial 2022, mudando sua escalação, proposta de jogo, desenho tático. A cada partida, já do primeiro pro segundo jogo mudou mais de meio time. Então agora acho que isso pode ser feito de numa escala ainda maior.
Então eu acredito que se tudo der certo para a seleção brasileira, tudo der certo que eu falo n ser campeão obrigatoriamente, não jogar bem, avançar, chegar em fases decisivas, como disse o Raí, pode chegar numa quarta de final, semifinal, perder isso aí normal. Encar da seleção forte, pode acontecer, mas pode jogar bem, pode mostrar evolução. Talvez essa seleção ela ela possa atingir o seu ápice depois da Copa, pensando no outro mundial, eh a gente não sabe exatamente como vai ser, porque o Brasil, pelo menos, em tese, ele não é um dos favoritos hoje.
Ele vai tentar se inserir nesse nesse grupo. E esses jogos amistosos vão ser bom teste, bons testes para isso também, para dar uma aprimorada, para dar uma avançada e testar minimamente a seleção, apesar de algumas ausências de jogadores que se não estiverem lesionados vão jogar a Copa do Mundo. Não, e até acrescentar isso que o Mauro falou de mudanças de um jogo pro outro, essa Copa até permite, né, uma questão maior nesse sentido.
Se você for olhar os jogos do Brasil na primeira fase, o Brasil estreia em um sábado contra Marrocos. O segundo jogo contra a Escócia, que são os dois jogos mais difíceis da chave, é só numa sexta-feira. Então tem um período aí de uma semana entre um jogo e outro, né?
É bastante tempo. Depois o outro jogo contra o Haití, que é o adversário mais fraco, vai ser numa quarta também. Vai ter uma distância aí de pelo menos cinco dias, né?
Entre o segundo e o terceiro jogo, entre o primeiro e o segundo serão seis dias. Então, até para pensar em mudanças, um ajuste ou outro, né, por mais desafiadora que talvez não seja a primeira fase, eh, vai ser um período importante até para treinamentos também, né? Porque o o grupo não vai se reunir tanto tempo assim antes do Mundial, né?
O Brasil estreia no dia 14, se não me engano. A temporada europeia vai até 31 de maio com a final da Champions. Não serão todos os jogadores que que vão jogar a decisão europeia.
Mas pode ter um Real Madrid e Barcelona, por exemplo, na final da Champions, pelo chaveamento é possível. E aí os dois melhores jogadores da seleção estariam até 31 de maio envolvidos ali em competição, né, em competições, em competição na final da UEFA Champions League, por exemplo, ou outros. Então, o tempo de preparação vai ser curto e acho que esse período entre jogos na Copa do Mundo, ele vai ser eh bem valioso aí para vários treinadores e acredito que pro Anchelote também.
E pensando em Vinícius Júnior, aproveitando que você tá com a palavra, Raí, oportunidade dele ser protagonista, concordo muito com o Mauro. Acho que o contexto da seleção prejudicou muito o Vinícius nesse último ciclo e também e a ausência do Neymar, né? Assim como o Neymar não teve um cara para fazer a transição com ele, um dos caras grandes, Ronaldinho, Kaká, para fazer essa transição de protagonismo com ele, o Vinícius Júnior acabou não tendo também para além disso, um ciclo bastante conturbado.
Ainda dá tempo de ele assumir essa esse papel de estrela da seleção brasileira? Rai, ele vai ter uma Copa do Mundo para isso, né? Mais do que mais e melhor do que qualquer outro jogo ou competição, Copa América, Copa Eliminatórias, as longas eliminatórias ou qualquer outro.
eh Jogos Olímpicos, sei lá, eh ele vai estar no principal palco de seleções para assumir esse protagonismo e eu acho que ele tem totais condições para para conseguir fazer isso, né? Eh, é um Vinícius bem mais maduro do que era há 4 anos, mais velho, obviamente, né? Eh, e com uma experiência muito maior do que ele tinha naquela Copa do Mundo, uma experiência até em seleção brasileira, porque a gente não pode perder de vista que no ciclo pra Copa de 22, o Vinícius não foi titular da seleção.
Uhum. jogou pouquíssimas partidas com o Tit, meio que foi uma coisa bolada ali de última hora, né, a titularidade dele no time. O restante tava meio que certo ali, Richarlisson, Neymar, o Lucas Paquetá, tava tudo mais ou menos azeitado.
O próprio Rafinha, o Vinícius foi ali um dos últimos amistosos, foi amistoso até contra a Tunísia. O Brasil fez dois amistosos antes da Copa, Tunisia, o outro Tunisia e Gana, né, que eles que ele testa essa formação que foi a formação titular, né, Casemiro, Paquetá na dupla de volantes, a Rafinha de um lado, Vinícius do outro, Neymar e o Richarlon, mais adiantado. Eh, então para esse ciclo não, mesmo com todos os acidentes, os problemas, os erros, ele foi titular ao longo de todo o período com Ramon Menezes, com Dinis, com Dorival, com todos os treinadores que passaram pela seleção.
O Vinícius era uma peça fundamental e continua obviamente sendo que é alguém que conhece ele muito bem, potencializou a carreira do Vinícius. O Anchelote ajudou, claro que o mérito maior é do jogador, da qualidade que ele tem, mas o Anchelote ajudou o Vinícius a atingir um outro nível no futebol europeu. Ele não é hoje ou foi com Anchelote o jogador que era lá no início da trajetória dele.
Então o Anchelote tem uma participação importante nisso. Então por todos esses aspectos, eu imagino que ele possa sim ser esse esse jogador. E a última semana de Champions acho que mostra isso também, Bonnie.
Na terça-feira o Vinícius Júnior foi o melhor jogador em campo no Real Madrid e Manchester City. Na quarta-feira, o Rafinha foi o melhor jogador em campo no Barcelona e Newcastle. Os dois decidiram, foram fundamentais nas classificações dos seus times.
O Vinícius fez dois ótimos jogos contra o City. O Vinícius fez o o Vinícius fez dois ótimos jogos contra o City. O Rafinha fez uma partida de volta excepcional contra o Newcastle.
Até acho que se a gente considerar a temporada inteira dos três do ataque do Barcelona, ele é o melhor na temporada toda. O Lamini Amal nessa reta final de ano tem voltado àquele ritmo que a gente viu no ano passado, mas o a primeira metade da temporada dele não foi tão boa assim. O Lewandowski que acho que já tá numa queda de rendimento grande, até um número de gols menor nessa temporada.
Então, do trio do Barça, o o Rafinha até talvez é o melhor nessa temporada, até acho que seja o melhor. E o Vinícius é o melhor jogador do Real Madrid já há algum tempo, né? Ou um dos melhores ali, ele, o Mbappé, o Mbappé de novo, uma temporada bastante goleadora.
Então, cara, você olha para pro que esses caras têm produzido na Europa e não confiar que eles possam ser protagonistas de uma seleção brasileira, para mim não tem muita razão. Ah, não foram há 4 anos. Sim, eram outros jogadores bem mais jovens, com outra bagagem de carreira.
Agora é um outro momento, então acho que eles estão, ele inseriu o Rafinha, né, na na na resposta que eu viu ali, que a gente ouviu ali. Então, acho que eles estão bem prontos, os dois, principalmente o Vinícius, para ser esse jogador ou esses jogadores que vão ser os protagonistas da seleção na Copa. Eu concordo com você, Raí, até para passar a bola pro Bruno, eh, o Estevon, ele não tá disponível para essa data FIFA, né, voltando de lesão ainda com a camisa do Chelsea.
A gente tem uma arte com os números do Estevão e na seleção brasileira sob o comando do técnico Carla Ancelotti. É o artilheiro da era Anchelote também. Vamos colocar na tela então os números do jogador do Chelsea, da cria do Palmeiras.
O Estevão, que tem sete jogos com a camisa da seleção, cinco gols marcados, 84 minutos para participar de gol, duas grandes chances criadas, sete passes decisivos, quatro de quatro chances, grandes chances convertidas, 13 finalizações, seis no gol, dois pontos, 2. 6 finalizações para marcar, é o artilheiro da era Anchelote de forma disparada. E e se por um lado, né, Bruno, ninguém ainda assumiu esse papel de grande protagonista desde esse período sem o Neymar, desde que o Neymar começou a ter as suas seguidas lesões.
Agora sim na tela, então, a os números do Estevão, então sete jogos, cinco como titular e cinco gols marcados e todos os outros números que a gente passou por aí. você acompanha no YouTube e vê os números do Estevão com a seleção brasileira sob o comando do técnico Carl Anelote. Então é isso, Bruno.
Se se na ausência do Neymar ninguém ainda conseguiu de fato assumir esse protagonismo, tem muitos potenciais protagonistas, né? Talvez mais do que até na na seleção de 2022. Claro, Neymar vindo de um bom momento com a camisa do Paris Saint-Germain, mas o Vinícius ainda nesse início de trajetória, talvez com o Real Madrid, a caminho de ser uma estrela do Real Madrid, tinha o título da Champions League, mas ainda como o Benzemá, como a grande estrela do time, o Rafinha ainda era um um potencial bom jogador, um uma surpresa naquela lista ainda, né, naquela reta final, o jogador do Leads e o Richarlisson, sempre momento de montanha russa, mas hoje a gente tem Rafinha como grande jogador do Barcelona ao lado do laminamal, Viní Júnior, voltando à sua grande forma com o Real Madrid, o Estevan, surpreendentemente já assumindo uma um grande desempenho com a camisa da seleção, mesmo sendo muito jovem.
Então, acho que a gente tem talvez mais potenciais estrelas da seleção nesse momento que até mesmo 2022, quando tinha o Neymar como claro claro protagonista, né? Sim, acho que sim, porque como você falou, em 2022 Neymar tava no Paris Saint-Germain e vinha bem antes da Copa, né? Copa no meio da temporada europeia e ele vinha bem naquela primeira metade da temporada europeia e o Neymar bem traz eh tudo para ele, né?
Ele era a grande estrela e já tava há muitos anos na seleção brasileira. E o Rafinha entrou em 2021 na seleção. O Vinícius fixa como titular em cima da hora, como o Raí lembrou, amistosos já em 22.
E o Vinícius vinha da sua primeira grande temporada no Real Madrid, que foi a 2122, né? Ele tava no meio da sua segunda boa temporada mesmo no Real Madrid, que o Vinícius demora alguns anos para consolidar ali no Real Madrid. Aí a temporada 21, 222, com Anchelote no comando, ele faz a sua primeira grande temporada.
Então ainda era uma promessa, um garoto que agora tava consolidando ali no Real Madrid, agora não. Ele já é uma realidade, já é uma das estrelas do time ao lado do Mbappé, como Rafinha é uma das estrelas do Barcelona, Rafinha já estava no Barcelona ali, mas tinha acabado de chegar e cresceu muito, né? O Rafinha, ele também teve algum os primeiros anos mais difíceis, depois ele cresceu.
Então, tanto Rafinha quanto Vinícius, então hoje entre os melhores jogadores do mundo ali, tão entre os 10 ou 15 melhores, sem dúvida. E são jogadores que têm esse essa possibilidade, são os mais prontos aí para serem os principais jogadores. E aí tem os meninos, né?
O Estevan é um talento absurdo. O Estevão é um cara que pode fazer uma grande copa, porque é é o que eu é o que mais me encanta assim deles. É assim, é um talento mais diferente, talvez.
é um talento fora do normal, mas vamos ver, né, que a carreira às vezes não é só o talento. O talento é fundamental, mas às vezes também tem a parte mental, a parte física dá sorte de não sofrer muita lesão. Eh, tem vários aspectos que influenciam, mas talento ali é fantástico.
É, e tem o próprio Hendre, que também é um menino muito novo, que faz muito gol, né? E gol é fundamental, é importante. Então, tem bons jogadores aí.
O Rodrigo caiu muito antes da lesão até. O Rodrigo não vinha bem. Já há umas duas temporadas o Rodrigo não vinha bem, que também é muito talentoso.
Mas o Rodrigo acho que às vezes falta assim alguma coisa assim. O Rodrigo talentosíssimo, só que não sei, talvez às vezes falta ele mesmo e querer assumir mais. Eu acho que ele nunca teve esse perfil que aí é muito do jeito dele, pessoal, talvez psicológico.
Que talento também. Acho que ele é tão talentoso quanto o Vinícius, quanto o Rafinha, quanto qualquer um desses, mas acho que ele nunca quis explorar isso totalmente, né? É fazer que, por exemplo, a gente relembra do Hendrick no no jogo da virada do Palmeiras contra o Botafogo, quando toca a bola em mim, acho, eu nunca vi o Rodrigo, por exemplo, fazer isso, né?
O que mais chegou perto, chamar a responsabilidade de fato, é, o que mais chegou perto foi aquele jogo com o City que ele fez dois gols, né? Mas aí ainda assim é uma outra situação. Ele vinha do banco, é meio que assim, o cara que veio do banco e vai lá e tenta em alguns minutos alguma coisa, ele conseguiu.
Esse doendry que era diferente mesmo, né? Que ele já era um titular e meio que ele trouxe para ele aquela reta final do Palmeiras, né? O Rodrigo foi um jogo que um cara que veio do banco entrou e fez dois gols, né?
É diferente. Talvez se ele tivesse iniciado seria diferente, né? Quando ele entra no banco, ele entra mais leve.
Ah, já estamos perdendo. Eh, enquanto eu tava fora, a gente já tava perdendo. Não tenho muito o que perder.
Vou lá e vou fazer. Mas se ele começasse, eu acho que ele nunca quis puxar para ele esse peso. Não, eu vou ser o cara desse time e a bola vai passar por mim o tempo inteiro.
Foi mais no, ah, já tá perdido, vamos embora. Foi mais nesse estilo, né? É.
E o Rodrigo, nem mesmo no Real Madrid a gente vê ele fazendo muito isso. Muitas vezes até eu sentia pelo menos que muitas das críticas dos momentos de turbulência que Real Madrid viu não iam não iam muito pro Rodrigo justamente porque ele não se colocava nesse papel, né? Sim, o Vinícius Júnior sempre se colocou nesse papel de destaque de olofot chamar responsabilidade, tentar provocar, puxar as jogadas, muitas vezes errava, mas pelo menos talvez a crítica passasse um pouco por cima do Rodrigo, talvez justamente por isso, por não se colocar nessa posição de o cara que vai resolver.
É, o Rafinha é, ele muitas vezes é capitão do Barcelona, é outra coisa, né, Rodrigo? Até o Bellingan chega lá e já assume um protagonismo maior que ele. Mbappé nem se fala, né?
Então, acho que não é por falta de talento, não. Acho que é às vezes, às vezes é o que ele quer mesmo. Não, tô tranquilo aqui, não, não, pô.
Como se fosse pouca coisa, tá no Real Madrid, na seleção. Mas assim, acho que ele nunca fez questão na Eu quero ser a estrela desse time. Acho que ele nunca, não é uma coisa que passou muito na cabeça dele, não.
Enfim, vamos ver quem será o grande protagonista ou se vai ter mesmo um grande protagonista. Talvez coletivamente todos dividam a responsabilidade de forma igualitária nessa Copa do Mundo. Amanhã tem então Brasil e França, 5 horas da tarde, na voz de Nilson César, Flávio Prado nos comentários, Daniel Lian e Giovan Chacon nas reportagens, a transmissão da Jovem Pan trazendo todas as emoções nesse pré-copa do Mundo, os últimos compromissos da seleção brasileira antes da definição da lista final e antes, é claro, de entrar justamente na preparação de fato pra Copa do Mundo.
Tem dois, tem amistosos ainda antes de começar o Mundial, mas aí já com elenco definido estuda o técnico Carlo Anchelote pra disputa do mundial dos Estados Unidos, México e Canadá. Então, amanhã às 5 horas da tarde você acompanha com a cobertura completa da Jovem Pan.