Eu não aceito crítica construtiva de quem não construiu nada. Para mim, crítica construtiva tem que vir de quem construiu. Você não construiu nada, você está sentado dentro da sua casa fazendo nada. Vai caçar serviço, gasta sua energia com ganhar dinheiro. >> Andrea Vermon é atualmente uma das maiores referências em saúde mental do Brasil. Psicanalista e filósofa, ela já foi freira e executiva de multinacional E passou anos construindo tudo nos bastidores, longe das câmeras. Eu já atendi muita gente com tentativa de autoestermínio. [música] Fui buscar com ambulância já pessoas nessa situação. Todas têm o mesmo relato.
Você não está cansado da vida, você está cansada da dor que a vida se tornou. >> Em janeiro de 2025 tinha 20.000 seguidores. Um ano depois são milhões. Com 30 milhões de visualizações por dia. >> Uma vez uma paciente me ligou, falei: "Onde você está?" Ela falou: "Estou no viaduto. Eu estava com paciente na minha frente." Falei: "Flor, você me desculpa, mas eu tô saindo do consultório. Fica com você, fecha aí, depois você me entrega". Catamos o carro. Fui lá pro viaduto, pus ela dentro no meu carro, levei pra minha casa, dei banho, depois devolvi
ela pro marido dela e faria de novo e faria 20 vezes. >> Mas antes de tudo isso, ela catou sucata para poder estudar e comprava CDs de Pavarote num lugar onde a chamavam de doida por sonhar alta. >> Andreia, o sucesso empreender, [música] tem um preço? Claro que tem um preço e ele não é barato, ele é alto. Então eu vou te contar o preço. Você vai perder [música] muita gente na sua vida, você vai perder a sua individualidade. Então há um preço. [música] Eu vou te contar o preço, eu vou te dar a verdade.
Você quer enfrentar isso? Muita gente não cresce por medo do sucesso. >> Diz que a clareza que carrega hoje não veio do doutorado, veio de três encontros com a morte. Quando eu te perguntei quais foram os momentos mais difíceis da sua vida, você não falou sobre você, você falou sobre o outro. Qual foi o momento mais difícil da sua vida? Andreia, eu entrei no Social Blade e vi que em dezembro de 2024 você tinha aproximadamente 20.000 seguidores. Hoje você tá com 6,4 milhões de Seguidores e crescendo enlouquecidamente todos os dias. O que que aconteceu? >>
Eu demorei 30 anos para acontecer de repente. [risadas] >> 30 anos de trabalho para acontecer. >> É, para acontecer do nada >> nesse ano. >> É, eu adoro a pergunta quando o povo fala assim: "Que que aconteceu que você surgiu do nada?" >> Isso é maravilhoso. >> Do nada é maravilhoso. Parece que eu sou um Pokémon, né? Que evoluí [risadas] assim. >> Ué, eu acho assim que aconteceu, são muitos anos de trabalho, né? Eu não acredito em sucesso da noite pro dia. Isso para mim é é isso não existe assim. Sucesso não ocorre da noite
pro dia. Ficar famoso é fácil. As pessoas ficam famosas até com dança no TikTok. Isso é simples de fazer. Sucesso é uma coisa um pouco mais complexa. Então assim, eu Venho de uma estrada de estudo desde muito pequena, sempre gostei muito de estudar. Eh, tenho duas graduações, fiz um doutorado. Então, eu fui construindo uma uma história, trabalhei em empresas, em multinacionais, fui executiva de algumas empresas, então eu fui construindo uma história que que eu digo que que era nos bastidores e que depois quando eu resolvi colocar a cara nas redes sociais, esse esse conteúdo acabou
aparecendo. Então, eu remeto essa História muito a isso. Mas assim, claro que no último ano, igual você falou, 20.000, né? O ano passado, janeiro, eu tava com 20.000, 2025. Então assim, realmente é é um é uma um um produto que de repente ele cresce de uma forma muito vultuosa. O que que eu remeto? Eu acredito que primeiro que é conhecimento técnico. Eu acho isso bastante importante, assim, a gente precisa saber [limpando a garganta] sobre o que a gente tá falando. O mercado tá cheio de Gente medíocre, gente que é especialista em quase nada, assim, lê
um pouquinho de qualquer coisa e se mete a dizer que é especialista naquilo. Então, primeira coisa que eu acredito que a gente tem que ter profundidade. Segundo, que a gente precisa tornar o conhecimento em algo prático. Se o conhecimento não não se transforma em algo prático, ele não serve para nada. Então, se o cara estuda muito e quer dificultar a vida dos outros, ele é um idiota. Se você vai no Médico e o cara, você sai de lá sem entender o que tá se passando, esse médico não serve para nada, nem o professor, nem o
filósofo. A gente que tem a oportunidade de estudar e que Deus nos dá essa oportunidade, a gente tem que transformar isso em conhecimento prático, que transforma a vida desde aquela mulher lá que tá lá cozinhando feijão até o se da empresa. E eu acho que eu acho, não, eu tenho certeza, esse é o grande, é a grande receita e eu acho Que foi isso que aconteceu. Meu filho, ele é veterinário, ele fala assim: "Mãe, sua bolha é muito engraçada porque sua bolha é muito extensa. Eu vou na fazenda com ele, o vaqueiro que tá tirando
leite para e pede para tirar uma foto que um vídeo transformou a vida dele. Eu vou lá na empresa, o cara seou com milhões, bilhões na conta, gosta do conteúdo. Por que que isso acontece? pela praticidade desse conteúdo. Eu eu acho que essa forma de levar o conhecimento paraas Pessoas gera muito engajamento, gera muita cabe para todo mundo em todas as vidas de todas as vidas. Hoje você tá em São Paulo com as pessoas mais proeminentes daqui da região e deve est lá no agro com a pessoa que tá fazendo o o retirar do leite.
Mas me parece que a sua história, vendo muito do mercado corporativo, de você trabalhar empresas, de ser diretora, de trabalhar em multinacional, mas você hoje é a referência do Brasil Em saúde mental. Você tem uma audiência impressionante. Usualmente pra gente ir pro lado da saúde mental, da gente ter essa busca do autoconhecimento, a clareza que você traz não é uma clareza de quem só estudou, é uma clareza de quem viveu. E pra gente ter essa busca usualmente, tem algum motivo aqui dentro, alguma dor que puxa pra gente buscar. Quanto de dor, quanto de desafio fez
você se mexer para ir atrás dessa busca, para ter essa Clareza que você tem hoje? É interessante essa sua pergunta. Eu brinco que desgraças são ruins de serem vividas e boas de serem contadas. [risadas] É >> muito bom. >> E a e tem uma música que diz: "Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é", né? E eu acho que é muito isso mesmo. Eu acho que conhecimento se forma na prática. Eu falo que tudo que eu sou e tudo que eu falo hoje passou muito por Dentro de mim. Você foi
muito feliz na sua pergunta. Nada do que eu falo eh passa só pela literatura e passa pelos livros. Passa por muito das coisas que eu vivencio. Então assim, eh, eu tenho uma história de vida desde os primórdios, igual alguém me perguntou, acho que foi ontem num podcast, eh, como que você faz para lutar contra o ego? Eu falei: "Cara, eu nem sei o que é isso, de verdade, nem sei. Assim, eu não luto porque não é algo que passa pela minha Cabeça, porque a minha a minha origem é uma origem muito simples." Então assim, eu
catei sucata para poder ir pra escola assim, não tinha dinheiro para comprar caderno. Então assim, a tudo que eu falo talvez tenha muito dessa essência. Eu acho que você foi muito sensível em captar isso. Eh, é muito vivência, assim, são muito das minhas dores. Então, quando eu falo para alguém, estude, não desista, eh, não permita que as suas limitações te segurem, porque Foi isso que eu vivi. Então, quando eu falo, por exemplo, na semana passada, nós estávamos num evento sobre emagrecimento, é porque eu eu tive que emagrecer por questões de saúde, não por questões estéticas
e eu sei o quanto é difícil emagrecer. Então eu eu acredito muito nisso e é engraçado porque a cada podcast, a cada conversa que eu vou tendo, eu vou tendo insites. Esse insight que você me trouxe é muito poderoso. Eh, eu acho que os meus Conteúdos eles passam muito pelas minhas vivências. Eu não prescreveria um remédio que eu não confiaria ou que eu não usei. Então, talvez isso isso faça diferença. Então, >> André, qual foi o momento mais difícil da sua vida? O momento mais difícil da minha vida é, eu falo assim que eh a
morte ela é um grande desafio, né? A morte [limpando a garganta] ela é sempre um grande desafio porque ela nos coloca Diante da finitude. Ela nos faz entender que a nossa vida ela tem um início e ela tem um fim e a gente precisa aproveitar esse esse tempo que a gente tá aqui. Então eu falo que eu tive três encontros com a morte. Dois muito bem sucedidos, um não. Eu quase perdi a minha filha quando ela tinha 6 anos. Eu quase morri de Covid e agora um ano atrás eu eu perdi a minha irmã. Mas
de todo de todas essas esses três momentos foram os mais difíceis da minha Vida, sem dúvida nenhuma. Mas o pior deles foi quase ter perdido a minha filha. Eh, amor de pai e de mãe, você tem filhos? >> Não. >> Tenhamos >> ainda não. [risadas] Teremos em breve. Camões fala: "Eh, amor é fogo que arde sem se ver, é uma ferida que dói e não se sente. É um não contentaço de contente. O amor de um pai de uma mãe por um filho é isso. É um Amor que dói de tanto que você ama. Então
assim, vê minha irmã morrer na minha frente ou quase morrer, não se comparou ao fato de ter passado pela situação de quase ver a minha filha morrer. A minha filha teve uma pneumonia grave, evoluiu para uma secemia. E na terceira cirurgia, quando ela tava indo pro centro cirúrgico, ela olhou nos meus olhos antes de entrar no centro cirúrgico, me perguntou: "Mãe, eu vou morrer?" Então, essa, para mim, esse foi Uma o momento mais difícil da minha vida e com certeza assim e nada que eu passe vai se comparar a essa dor de você imaginar que
você pode perder um pedaço tão precioso seu e você precisar se superar ali para dar força pro outro, assim. Então, isso, >> que que você respondeu pra sua filha? Eu respondi, minha filha, na Bíblia tem uma frase que diz: "Se duas pessoas acreditarem a respeito de qualquer coisa, Deus faz o milagre. O seu pai já Não acredita. O médico que foi te operar entrou pro centro cirúrgico e falou para mim que a chance dele me devolver você viva é pequena." Ninguém mais acredita na sua recuperação. Só a mamãe acredita. Eu preciso de mais um. A
Bíblia diz que são dois. Se tiverem dois acreditando a respeito de qualquer coisa, o milagre vai ser feito. >> Você acreditava ou você queria acreditar? >> Eu tinha certeza. >> Você sentia? >> Eu tinha certeza. Eu sabia que não era justo a nossa história terminar ali. Era muito amor para poucos anos. Eu tinha certeza absoluta disso. Eu tinha plena certeza. A gente se ama muito. Eu falei: "Não, essa história não vai acabar assim, desse jeito tá bobo demais isso daqui." >> Quando ela escutou o que você falou para ela, como ela estava e como ela
ficou, >> ela já tinha s dias que ela não se movia Mais. Ela internou pesando 20 e poucos quilos. Ela já tava pesando 12 com 6 anos. >> Meu Deus. >> Porque ela teve três cirurgias, ela gravou muito, então ela já não se mexia mais. Ela tava muito desnutrida, muito fraquinha. O bracinho era só osso e pelinha assim. Quando eu falei isso, ela levantou a mãozinha depois de alguns dias sem se mexer, falou: "Mamãe, eu acredito também. Então agora nós somos Duas". Eu falei: "Pronto, meu amor, somos duas". A Bíblia diz que são duas, então
você pode ter certeza que daqui a pouco você volta pros braços da mamãe. E aí a enfermeira entrou com ela pro centro cirúrgico. Então eu acredito piamente nisso. Assim, às vezes pessoas me mandam mensagem, fala: "Ah, doutora, eu queria muito estudar, mas ninguém acredita em mim, não sei que eu falo: "Cara, eu acredito. Eu preciso que você acredite também." Nem Deus consegue te ajudar se você não acreditar em você. Precisa de dois. Nem Deus. Essa é a limitação de Deus. A limitação de Deus é você. A única coisa que limita o poder de Deus é
você. Você é a limitação de Deus. Então, as pessoas às vezes me procuram para falar sobre isso. Eu falo: "Eu acredito em você. Você acredita? Se você acreditar, nós estamos juntos. Se nós estamos juntos, já era. Já é dois". >> Quando eu te perguntei quais foram os Momentos mais difíceis da sua vida, você não falou sobre você, você falou sobre o outro. Qual foi o momento mais difícil da sua vida? >> Da minha? da minha, eu comigo, >> você vivendo, você falou para mim que você catou o sucata para ir na escola. >> Qual foi
o momento que foi mais difícil, desafiador? Não no momento, porque talvez você não tivesse nem entendimento de que aquilo ali tava sendo difícil, Mas quando você olha para trás e você fala: "Isso foi muito difícil. O que eu vivi ali e talvez não tenha sentido, talvez não tenha tido capacidade de entender, porque talvez como jovem não tinha referência sobre o que que é a vida. Hoje você tem referência, hoje você sabe o que que é catassa, >> qual foi o momento? [suspirando] >> O momento mais difícil, olhando por essa perspectiva, eh, do zero ao 7
anos, a gente define a nossa vida inteira. A Nossa psiquê vai se formar até aos 7 anos. Então tudo que você faz com uma criança até a essa idade vai determinar a forma com que ela enxerga as coisas posteriormente, o amor, o dinheiro, o sucesso, o progresso. Até os 7 anos eu passei muito estímulo negativo, foi muito descrédito. Então é quando você fala, né, catar sucata, né, eh, eu queria muito estudar, os meus pais não tinham essa perspectiva. Pros meus pais, no máximo, a gente faria ensino médio. Então ali do zero ao sete, eu queria
livros, eu queria e minha mãe e meu pai não achavam isso importante. Então passa por eles, passa pela minha vizinhança, passa pelos meus irmãos. Então eu vivia num meio muito incipiente em relação às minhas próprias crenças, em relação aos meus sonhos. Eu lembro que eu era pequena, eu ouvia pavarote. >> Jura? >> Eu pegava o meu dinheirinho, meus irmãos vendiam a sucata deles e comprava pão, Comida para comer em casa. Eu comprava livro e comprava CD do Pavarote. Aí eu punha CD, minha mãe falava para meu pai tem que levar essa menina no psiquiatra. Essa
menina é doida, ela ouve ópera. Então eu fui criado num ambiente, não os culpo de forma nenhuma. Meus pais fizeram o que eles tinham com que eles podiam e meus irmãos e o meu entorno e o meu bairro, tá tudo certo. Mas eu cresci num ambiente em que eu dstoava muito, assim, os meus sonhos destoavam, não é a Minha inteligência nem nada disso. Os meus sonhos destoavam daquele ambiente. Então, lutar para manter o sonho vivo foi muito difícil. >> Qual era o sonho exatamente? A sua condição era uma condição difícil, vocês eram pobres? Como era
a sua realidade? Miseráveis. O que que é ser miserável? Como era a sua casa? O que que vocês comiam? >> Para você ter ideia, meu pai fazia, meu pai era policial militar, meu pai sempre Teve dois trabalhos. Ele era muito esforçado. Então, num dia ele trabalhava 12 horas, no outro dia ele tinha outro trabalho. Meu pai fazia colchão de capim para vender. >> Nossa, >> meu pai mandava trazer da fazenda um caminhão de capim. Não sei se quem nos assiste ou se você conhece, mas é capim mesmo, capim seco. E aí o cara derramava aqueles
capim lá na porta da minha casa e a gente passava até 2 horas da manhã a Meninada toda e meu pai e minha mãe levando o capim para dentro porque senão alguém podia passar pro fogo, queimava a produção do meu pai. Então a gente amarrava aqueles capinhos lá, levava para dentro. Então assim, comida, o que que a gente comia? Meu pai comprava arroz, feijão, sabão em pó, negócio de lavar, legume, verdura, carne, era o que tinha. Então, se queria comer carne, minha mãe criava galinha. Horta, a gente tinha lá umas quatro hortas. Então, Época de
couve, era só couve, de beterraba era só beterraba. Então, era monocultura na minha casa. Então, não tinha essa fartura de comer oito coisas. Tinha tipo chuchu, beterraba, arroz, feijão. Aí as final de semana meu pai comprava carne. Aí era um bife para cada um. Não existia ai como o tanto de carne que eu quero. Então, realmente era uma vida muito limitada. Mas isso não foi ruim não. Eu falo que faltava tudo. Mas >> isso foi o motor para os seus desejos, Os seus sonhos. Essa luta que você buscava pelo conhecimento era para suprir esse ambiente
que você não tinha abundância? >> Não era para suprir, porque para suprir você tem que pensar na na perspectiva da falta. E eu não sentia falta de nada. >> Tava você tava feliz, tava bem, >> era maravilhoso. E eu voltaria para esse lugar de novo e eu faria a mesma história. >> Porque a gente não tem referência, né? Na dor que a gente vive, a gente fala assim: "Tá ótimo na casa". >> Mas a ausência de recurso financeiro nesse sentido de de comida e essas coisas não foi ruim, >> não te incomodava? Não, faltava tudo,
mas não faltava carinho, respeito, companheirismo. A minha infância foi maravilhosa. >> Mesmo na dificuldade não tinha essa. >> Eu não seria a mesma pessoa se eu não tivesse passado por isso. O meu sonho lá Que eu falo que o ambiente às vezes sufocava era sonho. Assim, por exemplo, eu sonhava com isso que eu vejo hoje, com pessoas eh ouvindo verdades que libertam, com pessoas conhecendo, com podendo estudar, podendo comprar muito livro, os meus filhos podendo estudar, pessoas podendo adquirir conhecimento. Então era isso que era o meu sonho. Assim, eu sonhava com isso, estar falando para
multidões e gente falando: "Cara, eu ouvi isso que você falou e Mudou minha vida". Então era isso que eu sonhava, essa perspectiva >> do zero ao seu 7 anos. a sua formação do seu intelecto. O que que ficou programado ali que te transformou nessa potência de estudo, de trabalho, de construir uma família, de ter filhos? O que que foi programado ali? Pausa rápida para um recado. Tem um tipo de pessoa que não deixa nada fora do lugar na própria vida, nem o que os outros acham que é pequeno. Porque Quando você escolhe tá bem, com
a vida resolvida, você quer que esteja tudo arrumado e tudo no lugar. E a sua imagem faz parte disso. Esse rosto aqui que você tá vendo foi num momento que eu tinha largado ele um pouquinho. E esse aqui é o depois que a Nila trabalhou nele. A Nângila é a minha esposa, harmonizadora facial há mais de 10 anos e a gente é sócio na clínica Ruf. É lá que ela aplica o método RUV de harmonização facial, o mesmo método que Transformou meu rosto e centenas de pacientes. Se você tem curiosidade de conhecer um profissional competente,
uma clínica incrível de harmonização facial, escaneia o QR code que tá aparecendo na sua tela ou clica no link na descrição desse episódio. >> Eu acho que na limitação do meu pai e da minha mãe, né? Meu pai é um policial militar muito simples. Minha mãe semanalfabeta, sabe? Escrever o nome, mas o meu pai e minha mãe nunca deram Mole pra gente. E meu pai e minha mãe nunca deixou a gente ficar frouxo. Se tem uma coisa que a gente não é frouxo assim, eles criaram a gente pra gente eh vencer na vida. Então assim,
e cada um dentro da sua própria limitação, mas os meus pais ensinaram isso muito pra gente, eh, a opinião das pessoas não interessa. Então, por exemplo, várias coisas que os meus pais foram ensinando e que hoje vale mais do que o doutorado que eu fiz. Eu lembro que uma vez eu era Pequena, eu fui numa mercearia, eu tinha uns 5 anos. Minha mãe não tinha muito dinheiro e nem muito conhecimento. Então, por exemplo, seis filhos, ela levava para cortar o cabelo, ela deixava lá e falava: "Corta sim." Cortava de todo mundo igual. [risadas] Então, o
meu cabelo era baixinho e curto, igual do meu irmão e igual de todo mundo. E aí eu fui numa mercearia. Quando eu cheguei na mercearia, eu lembro direitinho dessa cena. O cara da Mercearia perguntou assim: "Ô, você é homem mulher, hein?" Aí eu voltei para casa chorando. Aí eu falei pro meu pai, aí ele me sentou e falou assim: "Ó, deixa eu te falar uma coisa. Eu nunca contei essa história, me lembrei disso agora". Ele me pôs no sofá e falou: "Olha nos meus olhos". Aí eu olhei ele falou: "Deixa eu te falar uma coisa.
Você quer vencer na vida?" Falei: "Quero, pai". Ele falou: "Nunca liga pro que os outros pensam a Respeito de você. Olha pra frente e fica surdo. Quem vence na vida, quem é surdo para opinião dos outros. Para de chorar porque a pessoa foi falar o que que pensa de você. Ou você para com isso, você não vai chegar onde você quer chegar. Não liga pro que as pessoas pensam a seu respeito. Isso hoje me forja. >> Que pai >> reit. Não tô nem aí. Pode falar o que quiser. Eu não tô ligando mesmo, de Verdade.
Eu não tô ligando. Eu faço o meu. Eu ligo paraa minha consciência. Essa eu ligo. Todos os dias eu deito a cabeça no travesseiro e peço para Deus, passa em revista. Eu hoje fui justa como o senhor tem expectativa que eu seja. É Deus que passa em revista e a minha consciência. O resto, ó, tô nem aí. >> Seu pai estudou? >> Meu pai não estudou. >> Ele me parece ser muito sábio. >> Os dois. >> Os dois. Da onde vem a sabedoria do seu pai e da sua mãe? >> Eu acho que da simplicidade,
eu acho que do sofrimento. A gente se afastou muito daquilo que é básico. As pessoas estão confundindo conteúdo com inteligência. >> Qual que é a diferença? >> Gigante. Tem gente que acumula, acumula graduação, livro, conteúdo, mas não faz nada com isso. Sabedoria é transformar conhecimento em ação prática. Você pode Saber pouco, mas isso vira alguma coisa na prática. Meus pais sabiam um pouco, mas o que eles sabiam na prática virava muita coisa. Tem gente que tem quatro graduação, mas não dá conta de dar um tapa no pão de queijo. Isso não vira nada. O cara
é formado em mil coisas. Mas tá, que que você faz com isso? Na prática. Então, ontem me perguntaram isso. Eh, eh, pessoas inteligentes, toda pessoa inteligente faz sucesso. Faz. O problema é que a gente tá confundindo Que é inteligência. Acúmulo de conhecimento não é inteligência. Acúmulo de conhecimento é só acúmulo de conhecimento. 10 diplomas não quer dizer nada. Sabedoria é pegar aquilo que você sabe e transformar isso em ação prática. E eu acho que isso faz a diferença no meu conteúdo. As pessoas ouvem meu vídeo e saem com insight, nó tem que fazer isso. E
meus pais tinham muito isso, tem, né? Meu pai já faleceu, minha mãe tem muito isso. Eles eram muito simples, Mas eles transformavam a simplicidade em um conteúdo muito prático de de muita ação. Então isso foi fazendo a diferença na nossa vida e tá aí o resultado. >> A sabedoria de resolver problemas da vida real, não do mundo da internet e da vitrine que tá todo mundo assistindo, né? Exatamente. >> Que eu acho que a gente se confunde muito essa eh essa ilusão da vitrine ser a realidade. >> Exatamente. A gente vive um mundo muito estético,
né? Eu gosto muito do mito de Narciso. As pessoas acham que Narciso eh eh se perdeu pela própria beleza. Narciso é é o mito grego que ele era muito bonito, mas ele tinha uma maldição sobre ele. Ele nunca ia poder ver a própria imagem. foi a maldição que caiu sobre ele. Se ele visse a própria imagem, ele iria morrer. E aí ele procura uma forma de enxergar a própria imagem e olha pro pro lago, vê o reflexo Do próprio rosto e ele fica tão apaixonado por essa imagem que ele fica hipnotizado, cai no lago e
morre afogado. As pessoas acham que o mito de Narciso é sobre a vaidade. O mito de Narciso não é sobre a vaidade. O mito de Narciso é sobre você se perder baseado numa imagem. Eu não posso confundir a minha personalidade na internet, as coisas que eu vivo, com quem eu sou. No momento em que eu confundi isso, eu mereço ser riscada. Eu não posso confundir isso. Eu não posso achar que 6 milhões, 15 milhões de seguidores em todas as redes somando o que as pessoas dizem de mim pode me afastar da minha humanidade. No momento
em que eu confundi imagem e pessoa, essa história vai dar muito errado. As pessoas estão vivendo muito de imagem. E outra coisa, resultado precisa vir primeiro que imagem. Primeiro você faça, depois você conte o que você fez. As pessoas estão indo pra rede social Vender uma conversa fiada. Ai, porque o sucesso, porque isso tá, me mostra os seus números, mostra resultado. Contra resultado ninguém briga contra número. Ninguém briga. Me mostra seu resultado. Me mostra a sua vida perfeitinha. Me mostra o seu casamento que é bom. Me mostra seus filhos que estão bem criados e não
estão aí perdidos porque você vive trabalhando 24 horas por dia. Eu trabalho com resultado. >> Essa é a vida real. >> Essa é a vida real. >> Essa é a vida real que ninguém vê. Você eh tem uma relação muito íntima com disciplina, porque nada do que você fez seria construído sem disciplina. Da onde vem a disciplina? >> Do meu pai. Meu pai era policial militar. Eu [risadas] brinco, a minha casa era um quartel, não tinha um quartel, >> mas era leve. Eu fui entender que era um Quartel depois de grande. Para mim aquilo era
o normal. Aliás, eu acho que disciplina deveria ser o normal. É a indisciplina que é o anormal para mim. Eu >> também acho. >> É, ué. Então, meu, meu pai nos criou, não erait algumas coisas não eram passíveis de negociação. O que que as pessoas chamam de disciplina, eu chamo de de não negociar. Por exemplo, exercício físico não é passível de Negociação. Eu preciso fazer, é uma condição existencial para que o meu corpo responda, para que eu dê conta dos meus desafios. Então, a minha disciplina vem muito dessa perspectiva. Então, assim, meu pai não permitia
negoci algumas negociações. Ele nos ensinou que algumas coisas você faz, você querendo ou não querendo, você gostando ou não gostando, você tando motivado ou não estando motivado, você tem que fazer e pronto e acabou. Então, não há muito o Que discutir. Então, tem que fazer, tem que fazer. Meu pai, ele chegava 8 horas, todo domingo, né? Sábado e domingo, 8 horas da manhã, ele abria a janela, abria a cortina, falava: "Vamos acordar, falava: "Pai, mas 8 horas da manhã, hoje é domingo". Ele falava assim: "Cama é pouso, não é morada, pode levantar". Domingo era às
8, nas outros dias da semana era às 6. Se você estudava de manhã ou de tarde, o problema era seu. 6 horas da manhã você tinha que estar de Pé. Ah, mas eu vou fazer o quê? Ah, vai brigar, vai quebrar a perna, vai se virar, vai se ferrar aí, mas vai acordar. Isso me parece ser um pouco reflexo da vida, né? Porque se você lutasse contra isso, onde daria? Me parece que vocês escolheram escutar isso e aprender. Me faz um paralelo em relação à vida, porque hoje as pessoas lutam contra algumas premissas que deveriam
ser boas. Disciplina é bom, indem disciplina não é Bom. Hoje em disciplina, em muitos momentos, é visto como uma ofensa, um abuso. Tô sendo, tá sendo um abuso ter que vir trabalhar tanto, entregar resultado, trabalhar sábado, sábado vou ter que trabalhar sábado. Como é que você faz um paralelo pra vida que nós estamos vivendo hoje? >> É porque, na verdade, você falou muito bem, existem princípios que são inegociáveis. Eu acho que talvez o Grande problema da educação em geral seja o excesso de negociação. Tem coisa que não é assim negociável, não tem nem conversa, você
não tem nem que perder tempo negociando. Então assim, a gente negocia princípios que são vitais. Então, por exemplo, pai e mãe. Pai e mãe é que manda na casa. Não há discussão. Isso é inegociável. É o pai e a mãe que manda. Ah, se vai dar certo, se vai dar errado, lá na frente quem vai pagar as consequências São eles. Mas eles é que mandam. Não é criança que manda. Eh, adolescente não escolhe o horário de chegar de madrugada. Então, assim, tem coisa que não que não é passível de negociação. Fidelidade não é passível de
negociação, ou senão você não fica casado. Não, não dá para sentar na mesa e discutir fidelidade. Um casal, ah, vamos ver. Não, existem princípios que são inegociáveis. Então eu acho que a vida e aí eu acho que você acelera inclusive eu acho até que a gente perde tempo nessa negociação. >> É, >> se você tem coisas que se não é passível de negociação, como diz o Joel, próximo. Ué, se não tem conversa, próximo. Mãe, eu posso ir em tal lugar? Não. Ah, blá. Não, não vai nem ter conversa, nem discussão. A resposta é não. Folha
dois, segunda pergunta. [risadas] Ah, eu posso fazer? Não, eu vou. Horário de dormir é de dormir. Vai deitar e vai dormir. Não tem conversa. >> E quando alguém fala assim: "Mas eu não consigo". Mas eu não consigo, Andreia. Eu não tenho força, eu não tenho energia para fazer o que eu preciso fazer. >> Não consegue ser disciplinado. >> Não consigo ir pra academia, não consigo emagrecer. Escuto muito. Eu tô sem energia para fazer nada. Escuto demais isso. Eu tô sem energia para fazer nada. Que que eu faço? Primeiro precisa entender se não são questões fisiológicas,
né? Uhum. Eu >> eu entrei na menopausa e fiquei arrebentada. Então assim, >> muda tudo, hormônio e tals. Primeiro tem que olhar para essa perspectiva >> e depois para as perspectivas emocionais, né? Você não você não tá conseguindo fazer nada, você não tá conseguindo emagrecer, você não tá Conseguindo bater suas próprias metas pessoais, que tanto que isso é prioridade na sua vida. Eu falo assim, por exemplo, obesidade. Obesidade é uma doença é fato. Ela tá envolvida em mais de 80% das doenças. Quando ela não é causa, ela é catalisador. Ela piora as doenças. Tanto que
qualquer coisa que você for no médico, qualquer coisa, tô com a unha, tô com problema de alopés, primeira coisa que ele vai te mandar é emagrecer em qualquer situação. Por quê? Porque obesidade está envolvida em 80% dos processos de adoecimento. Se você adoece com um problema, você não está conseguindo cuidar deste problema, alguma coisa emocional tá te travando. Então, se você não bate as suas metas pessoais, ah, eu não consigo ir pra academia, eu não consigo emagrecer, eu não consigo fazer exercício, eu acho que você precisa fazer um inventário da sua própria vida. >> O
que que é fazer um inventário da Própria vida? sentar e ser sincero e se perguntar o que está acontecendo. Eh, Davi, né, o salmista, ele tem uma um salmo que ele fala quando o povo de Deus estava num retiro para Babilônia, ele fala assim: "As margens do rio Babilônia sentei e chorei". Às vezes a gente precisa sentar às margens do nosso próprio rio Babilônia e chorar. Você precisa ser sincero. Pega aí uma folha de papel e coloca meu peso, minha minha vontade de viver, meu trabalho. Faz um Inventário. Você tá satisfeito com o trabalho que
você tem hoje? Você tá satisfeito com os relacionamentos que você tem hoje? Você tá satisfeito com a sua saúde? Quando eu saí do COVID até um ano e meio atrás, eu eu tive uma mudança de saúde no último ano. Graças a Deus. Que loucura. No meio desse furacão que você mudou sua saúde era para ficar mais difícil, né? >> Uai. Há um ano atrás eu tenho muito mais Agenda, a minha vida ficou muito mais complicada, era para ficar muito mais difícil cuidar da minha saúde, dos meus exercícios, enfim. Por que que tudo mudou? Porque eu
tomei consciência. Eu há um ano e meio atrás eu tomava quatro anciolíticos. Eu tomava remédio para acordar, eu tomava remédio para dormir. Eu pesava 17 kg a mais do que eu peso hoje. Eu não conseguia fazer exercício, eu não conseguia fazer academia. No dia que eu vejo a minha irmã morrendo na minha frente, no outro dia eu sentei nas margens do meu rio Babilônia e fui chorar. Falei: "Cara, olha o que aconteceu com a minha irmã. Olha o quanto que ela queria viver e ela não teve oportunidade. Eu tô tendo oportunidade de ter mais algum
tempo. Eu preciso ver que que eu vou fazer com esse resto de vida que me que eu tenho. Eu não posso levar isso desse jeito, nem que seja para honrar a vida dela, o Quanto ela queria continuar existindo e não teve essa oportunidade. Eu vou pegar esse presente e levar de qualquer jeito. É essa a vida que eu quero pros próximos anos. Então é olhar para isso e se perguntar: "O seu projeto de vida combina com a vida que você tá levando hoje? Lá quando a minha irmã falece, eu falei: "Cara, eu quero viver uns
90 anos e quero mesmo e tô correndo atrás disso porque eu quero aproveitar, graças a Deus, tudo que eu conquistei, porque eu Acho que eu ainda posso ajudar muita gente, porque eu quero ver meus netos, porque eu tenho um monte de coisa." Então, 90 é uma boa idade, eu determinei. Aí eu olhei e fiz um cronograma reverso. Eu joguei lá nos 90 e vim trazendo. Falei: "Do jeito que eu tô, eu chego aos 90 com esse pulmão, com essa musculatura, com esse peso, com esse sono, com esse tanto de remédio que eu tô tomando." Falei:
"Eu não chego nem até os 70". Falei: "Não, então para lá, Compromete com o seu sonho. Seu sonho é chegar aos 90, então se comprometa com isso." Então entenda o que que você precisa fazer para isso. Isso vale para tudo. Vale pra sua vida profissional, vale pra sua carreira, vale pro seu relacionamento. Projeta no futuro, traz pro presente e desenha um cronograma reverso. Então faz a coisa acontecer. Você teve um gatilho importante que foi o falecimento da sua irmã, mas você é uma pessoa que tem Muito autoconhecimento e muitas vezes as pessoas confundem quem detém
o conhecimento com a própria vida, como se a gente fosse isento das dificuldades da vida. >> É >> como é que é isso? Como é que é saber quase todos os buracos das vidas das pessoas e às vezes cair em alguns buracos? A coisa mais sofrida da vida é conhecer. A ignorância é o melhor sedativo que Existe. Eu queria conhecer menos. A minha psicóloga fala assim para mim: "Você sabe o que que te cansa? É que você consegue ler as pessoas o tempo todo, os outros e a mim e as situações. E o conhecimento ele
é exaustivo. Tem um livro que virou um filme O ensaio da Cegueira". Não sei se você já leu. >> Maravilhoso. Sara mago. >> Todo mundo ficou cego e só ela enxergava. A vida dela virou uma desgraça. Ela via gente comendo comida Estragada. Ela via o marido dela traindo ela. Ela via tanta coisa que ela desejou ficar cega. O conhecimento ele é ele é bom, mas ele é um peso. Quando a minha filha tava na UTI, os médicos entravam e falavam duas palavras, eu sabia exatamente o que aquilo significava. Eu sabia exatamente qual seria a evolução
daquilo. Quando eu tava na UTI e o médico entrava e trocava ideias, eu sabia exatamente o que estava acontecendo. Eu sabia quantos dias de Vida eu tinha. Então isso é extremamente pesado. Tem gente que se aproxima de mim, eu leio a alma. Eu sei que você tá querendo me sacanear. Eu sei que você tá querendo é abusar de mim. Eu sei que você tá querendo é aproveitar de mim. Isso é um peso gigantesco. Gigantesco. Então assim, o conhecimento ele é bom, ele é maravilhoso. Inclusive eu busquei, mas ele é pesado. Você conseguir enxergar é pesado.
>> Você tá me relatando que quando a gente detém conhecimento, a gente enxerga a vida mais próximo da verdade, dos fatos. Você falou em um momento que a anestesia de não enxergar tão próximo dessa verdade, que bonito vocês contar uma história gostosa de que na verdade você não tá sem saúde. Eh, na verdade você não tá gordinha. É legal escutar a verdade acomodada, mas ela é a cegueira. Me parece que a gente vive momentos de muita cegueira e com dificuldade de enxergar a verdade. Me parece que você tá enxergando a verdade. Você tá lutando para
enxergar a verdade. >> É, a verdade, Marcelo, ela é muito desconfortável, né? A verdade ela gera um desconforto gigante, porque, por exemplo, se você conclui que você está obeso, você vai ter que fazer alguma coisa com isso. Então, é melhor você acreditar que não. Se você conclui que o seu casamento não está bom, você vai ter que fazer alguma coisa com isso. Então, é melhor você fingir que tá maravilhoso. A mentira, não à toa, tanta gente é adepto da mentira, porque a mentira é uma cama muito confortável. A verdade, ela é espinhosa. Por por que
que o processo terapêutico ele é tão complexo e tão pouca gente fica? Porque você entra em contato com a verdade e quando Você entra em contato com a verdade, você tem que fazer alguma coisa. A verdade ela é um verbo, ela gera uma ação. A mentira não. A mentira te deixa em berço esplêndido. Então é melhor ficar mentindo. >> Aí a gente fica num ciclo vicioso, né, de ficar vivendo dentro de uma mentira e a nossa vida não saindo do lugar, né? >> Mas será que tem gente que quer que a vida saia do lugar?
O Niets tem uma frase maravilhosa. Ele fala: "Cada um Escolhe o grau de verdade que consegue suportar". Se eu chegar para aquela mulher lá, vamos supor um casal que é milionário e que o cara é um sacana, trai a mulher dele o tempo todo. Se eu chegar para ela e falar a verdade, que ele trai ela o tempo todo, você já pensou o quanto essa verdade vai ser insuportável? Porque ela vai ter que fazer alguma coisa com isso. É muito mais confortável viver aquela vida Maravilhosa de princesa, com muita grana, com muito tudo e deixar
o pau quebrar para lá. Para que que eu vou entrar em contato com isso? Isso vai gerar um desconforto gigante. Eu vou ter que confrontar, talvez eu vou ter que separar, talvez eu vou ter que dividir bens. Nossa, é muito trampo. Então deixa aqui do jeito que tá. Então cada um escolhe o grau de verdade que consegue suportar. Eu tenho uma irmã muito engraçada, ela é Obesa, tal. Você foi no médico outro dia, o médico falou que ela tá diabética, aí passou um remédio e ela satisfeita. Nossa, agora vai baixar tal minha glicose. Falei: "Ele
passou o remédio". Passou. Falei: "E ele passou dieta também?" Não, não, não, não, não. Dieta não, dieta a vida inteira eu fui gordinha. Esse é o meu, esse é o meu estereótipo e eu não vou baixar peso não sobre isso não. Tá vendo? Ela suportou só uma parte da verdade. Tomar o Remédio, ela suportou. É uma parte da verdade. A outra parte que é perder peso, que realmente é a solução, porque o remédio só tá tratando o sintoma, o que trataria a doença seria perder peso. Essa parte da verdade ela não conseguiu suportar. A gente
deveria buscar a verdade. >> Depende de quem. A gente é muita gente. [risadas] >> Eu prefiro >> para quem quer evoluir na vida e crescer e se desenvolver. >> Ah, não. Aí não tem outro caminho. Não tem outro caminho. Para quem quer evoluir e crescer precisa encarar a verdade. Sempre. Ela rasga, ela te machuca, mas é a única forma de você crescer é tomar consciência dela. Tem uma síndrome, uma síndrome na psicologia que é muito interessante, que chama a síndrome da lagosta. Não sei se você já ouviu falar. >> A lagosta quando ela tá, ela
ela tem um exoesqueleto, diferente da gente que tem um endoesqueleto e é literalmente um esqueleto mesmo. Ele é de queratina, é quase osso mesmo, que cobre o corpo da lagosta. Ela nasce, esse exoesqueleto se forma e a lagosta vai crescendo ali. Só que chega num momento, por ser esqueleto como o nosso, ele para de crescer. Só que a lagosta continua crescendo. E aí a lagosta tem duas opções. Ou ela entende que aquele exoesqueleto não serve mais Para ela e ela quebra ele, fica por um tempo sem proteção até criar um outro exoesqueleto ou ela morre
presa dentro do próprio exoesqueleto. Então passa por essa perspectiva. Ou a gente toma consciência disso, de que das nossas limitações e está disposto a quebrar isso para crescer, ou a gente morre dentro da própria limitação. Tem gente que vai ficar nessa perspectiva que não quer ir além ou não. Agora só tem um caminho. A lagosta não cresceria se ela Não quebrar o exoesqueleto. Não há possibilidade. Ela vai ficar presa ali até que o exoesqueleto vai sufocar ela e ela vai morrer. Então não há outro caminho para o crescimento. Se quebrar o exoesqueleto é desconfortável muito.
Imagina você quebrar o seu corpo inteiro, você ficar por muito tempo sem proteção até que se forme outro. Mas é o único caminho para que a lagosta persista. O único caminho para que você cresça é você admitir a verdade, a sua, Da sua vida, da sua profissão. >> E quando a gente se depara com esses limitadores que nos impede de fazer isso, o que que nos impede de fazer isso? de crescer, de olhar para isso e falar assim: "Meu relacionamento não tá bom, estou gordo, preciso fazer isso". Qual que é o limitador? Quando a gente
olha pro ser humano e ele fica vivendo aquele ciclo ali, ó, que ele não consegue, hipótese alguma, enfrentar a verdade. >> O que que nos o o que o que nos segura de enfrentar a verdade é exatamente o desconforto dela. Eh, porque se você olhar para as coisas como elas são, isso vai gerar uma ação, vai ter que gerar mudança. Então, o que nos segura é isso. Então, o limitador emocional é o que que eu vou fazer com isso? Às vezes as pessoas me perguntam assim: "Eh, Andreia, o sucesso empreender tem um preço?" Claro que
tem um preço e ele não é barato, ele é alto. Então, eu vou te contar o preço. Você vai perder muita gente na sua vida, você vai perder a sua individualidade. Hoje eu nós temos uma visualização de 30 milhões de dia. Você entenda que eu não tenho vida individual mais. Eu não saio para almoçar, eu saio para tirar foto. [risadas] Outro dia minha filha, no dia das mães me deu um presente, uma massagem. Eu e ela íamos passar o dia na massagem. Tô lá tirando a roupa para fazer massagem. A massagista olhou para mim e
fez assim: "Sou sua fã". Pensei: "Gente, como é que eu vou relaxar? Como que eu vou ficar pelada com essa mulher me massageando, sendo que ela é minha fã e pedindo foto o tempo todo? Então, há um preço, eu vou te contar o preço, eu vou te dar a verdade. Você quer enfrentar isso?" Muita gente não cresce por medo do sucesso. >> Então seria medo. A gente poderia traduzir isso como medo. Isso é um medo. É o freio. >> É medo do desconforto, medo das perdas, medo das opções que você vai ter que fazer. Você
vai ter que fazer escolhas. Para pensar. Eu gosto sempre. É a minha vida prática mesmo. Talvez seja isso que ajuda as pessoas. Para pensar. Você já pensou que eu não posso ir numa praia? Todo mundo vai te reconhecer. >> Eu não posso ficar bêbada, mas eu não posso brigar com meu marido. [risadas] >> Não dá para ter uma >> Inclusive no escritório do Joel, estávamos entrando, meu marido pegou o cartão errado para passar na naquele trem lá que >> na catraca. >> Catraca. >> Aí eu falei assim: "Não, meu bem, mas você não presta atenção
nas coisas? Nós já estamos atrasada. A moça atrás de mim bateu nas minhas costas, falou: "Não briga com ele não gosto tanto de você, Eu acompanho seus podcast". Você não é assim. [risadas] Salvo, hein, Jorge? Salvo. >> Esse é o preço. Então, assim, se você tem medo, e aí esse medo é muitas vezes inconsciente. Tem gente que não quer crescer por medo inconsciente do que o crescimento vai te trazer, porque vai. >> É a caverna de Platão. >> É a caverna de Platão. >> Que que eu vou encontrar lá? Será que é Bom? Será que
não é? Eu tô muito mais acostumado com as sombras projetadas do que o que a luz pode me trazer. Então eu fico viciada aqui nas sombras projetadas. >> Mas isso não necessariamente é uma zona de conforto, né? Porque às vezes tá doendo, né? >> Mas até a dor é uma zona de conforto. >> A dor é uma zona de conforto. >> Você se acostuma. Aquilo aquela história da pedra no Sapato. Você vai dando um jeitinho, dando um jeitinho, dando um jeitinho. Daqui a pouco você já acostumou com o lugarzinho da pedra. Você já sabe até
como pisar. pra pedra não machucar. É igual o carro velho. Já viu que você tem, ele tem manha, manha para abrir, manha para ligar. >> Até a dor ela é ela, você dá um jeitinho nela. A vida ela deveria se chamar adaptação. A gente se adapta a absolutamente tudo, Inclusive a condições insólitas. Tem gente que se acostuma, tem mulheres que se acostumam com relacionamentos abusivos, tem gente que se acostuma em apanhar, tem gente que se acostuma com um patrão ruim, tem gente que se acostuma ganhar pouco, a gente se acostuma com absolutamente tudo e isso
é um perigo. Por isso, a filosofia, minha graduação em filosofia é a arte do espanto. Filosofia é o espantar-se, é o não acostumar-se, é o contrário do Acostumar-se. Acostumar se adaptarse é um perigo, porque a gente se acostuma até com as coisas ruins. >> E a gente vê tantas pessoas passando por isso e às vezes você quer ajudar a pessoa, mas parece que nem ela consegue enxergar uma saída, por exemplo, violência doméstica. Converso com muitas mulheres passando por isso e às vezes você pergunta: "Ih, conhece alguém? Não tem um familiar, não tem isso, não tem
aquilo?" Você faz 30 Perguntas e todas apresentam um beco sem saída >> relacionado a não sair dessa situação. >> Não consigo sair, não tenho dinheiro, não conheço ninguém, não tenho familiar, não tenho pai, não tenho mãe, não tenho. Aí você fica se perguntando, será que não tem saída ou ela não quer? Mas você tá vendo quanto é perigoso se acostumar? Porque o sair, ah, eu tenho um marido Que me espanca ou que sei lá, sair, eu vou ter que arrumar um emprego, eu vou ter que passar algum tempo bastante, ó, ó a lagosta, um tempo
sem proteção até que se forme um novo exoesqueleto, mas há um preço a se pagar para sair de um relacionamento. Uma vez eu atendi uma senhora muito engraçada, uns 3 meses, ou seja, 3 meses, quatro sessões, nós estamos falando de 12 sessões. só falando mal do marido, falando mal do marido, falando mal do marido. 12 Sessões, quase não deixava eu falar. Na 12ª sessão, eu falei: "Olha, muito bem, eu preciso fazer algumas intervenções hoje. Eu preciso que a senhora deixa eu fazer algumas intervenções". Tudo bem, doutora, pode falar. Falei: "Olha, tem 12 sessões que a
senhora me trouxe esse, e esse, e esse, esse, esse ponto". Eu acho que a relação da senhora, basicamente, o que que a senhora me diz? É uma relação satisfatória? Não, não é uma relação satisfatória. Falei: "Então Qual é o próximo passo?" Senhora pensa em separação? Não, separação não. Falei: "Como não?" Ela falou: "Não, eu tenho quem me atenta, mas eu tenho quem me esquenta. Eu não vou sair disso não. Eu vou ficar por aqui." Como é que resolve isso? Como é que você que passou 12 sessões [risadas] escutando isso, o que o que que essa
pessoa tá buscando? >> Na verdade, Marcelo, toda dor a gente só permanece em um lugar enquanto tem Ganho, senão a gente já tinha ido embora. >> Tem um benefício. >> A gente tem que parar de ter dó das pessoas. Não tenha dó. Ela tá tendo ganho nessa situação, por pior que te pareça. Aparece ruim para você, mas para ela tem ganhos. Nós temos um mecanismo que ele é biológico. Quando não há nenhum ganho, a gente vai embora. O nosso cérebro, o nosso corpo, a nossa alma, ele nos expulsa para fora daquele Lugar. Isso é biológico.
Biológico ou ciência da vida. O nosso corpo, a nossa alma, a nossa psiqua, eles concorrem para a vida. Eles não concorrem para a morte. A gente luta para viver o tempo todo. Tanto se você for pular da pedra da gem, a hora que você vai pular suas pernas trava. Você só pula porque o instrutor te joga, porque o seu corpo entende que se você pular dali, você vai morrer, você vai cair no abismo. Então ele trava. Nós Temos uma trava de segurança. Quando o ambiente é muito insólito e não há nenhum ganho, a gente sai.
Se alguém permanece, tem um ganho. A psicanálise vai falar em ganho secundário. Então essa foi uma das lições que eu aprendi. A gente fica querendo salvar as pessoas. Muito cuidado. Se a gente, se alguém permanece em alguma situação, ele tem um ganho secundário. A não ser que seja uma prisão, pessoa foi sequestrada, aí é outra história. Ou que ela seja uma Criança ou que ela seja um idoso, que não tem condição de sair dessa condição. Mas no mais, não precisa ter dó de ninguém não, que cada um está num estado que consegue ficar. Isso é
interessante porque de fora parece que uma pessoa assim tá sofrendo, tá num imagina 12 sessões só reclamando, deve ter muita coisa ruim. >> Minha mãe ficou 40 anos casada com meu pai. Meu pai teve bilhões de amantes. Acho Que o tanto que ele deu conta. [risadas] Tanto que ele deu conta. Meu pai era um excelente pai, mas um péssimo marido. Ela falava para ele todo dia, o dia que a minha última filha casar, eu me separo de você. Eu não vou criar cinco filhas mulheres sem um chapéu na porta. Vai ser muito difícil. Olha a
sabedoria dela. Ela pensava: "Cinco mulheres sem um pai aqui dentro, isso aqui vai dar problema". >> Ela falava para ele, quem aguenta um Casamento de 40 anos, tinha ganho. Qual que era o ganho? Eu preciso de uma figura masculina dentro dessa casa. O dia que eu, ela falava, o dia que a última casou separa doc, eu casei, fui a última. Passou três meses, ela separou dele, >> ela cumpriu. >> Opa! 40 anos depois ela ficou durante 40 anos enquanto tinha ganho secundário. Quando cessou o ganho, Ela foi embora. Será que faltava força para ir embora?
Não faltava, mas tinha uma razão para permanecer. Ninguém permanece se não houver uma razão. É, é, isso é muito disruptivo e dolorido, inclusive para alguns que vão nos ouvir. Mas isso é uma verdade. Você só tá ficando porque você tá tendo ganho. Você precisa se perguntar qual o ganho, saber se você quer ficar nisso, se o ganho vale. No caso da minha mãe valia. Ela não queria que as filhas tivessem Situações. Enfim, ela entendeu que valia pagar aquele preço. A pergunta é: o ganho que você tá tendo vale? Se valer. >> É a balança que
você tá falando. >> É, ué. É igual trabalho. Trabalho é tempo de vida. Outro dia alguém falou para mim, eu ponho 80 milhões na sua conta em um ano, quer? Falei: "Não quero. Primeiro que eu não tenho tempo de vida para gastar isso tudo. Que que eu vou fazer com 80 milhões? Tem nem vida para gastar isso tudo. Segundo, Isso vai me custar tempo de vida. Tempo de vida é caro. Tempo de ficar na minha casa, de tomar banho, de aproveitar, de ros meus filhos, de tomar um vinho, de passear. Isso é caro. Pesa e
vê se a troca compensa. Ah, compensa tantos milhões para não ficar na minha casa, arrumar mais serviço para mim. Não, não compensa. Então não quero. Essa balança, ela precisa ser pesada o tempo todo. Ah, eu fico num relacionamento tóxico. Por qual razão? Pesa. Vê o qual eu ganho. Primeiro se pergunte qual eu ganho, depois pergunte: "Esse ganho vale a pena?" Se valer a pena. O Brasil é conhecido mundialmente pelo futebol. Nossos jogadores, boa parte deles, vieram de uma vida muito simples, muito pobre. Boa parte deles que ganham dinheiro e ganham fama, voltam para um lugar
sem dinheiro, porque abusam do dinheiro e abusam da Fama. Você teve uma quantidade de exposição brutal e você teve acesso a dinheiro. Porque a internet nesse tamanho que você tá, 250 milhões de visualizações por mês, né? Você mencionou >> 320 >> 320 milhões de visualizações por mês. Isso é uma loucura. Isso não tem como não dar acesso a muito dinheiro. Então você teve acesso ao que boa parte dos Seres humanos buscam. dinheiro e fama. Como é que você não se emocionou? >> Emocionar de me perder. [risadas] Primeiro que Deus permitiu que isso chegasse uma hora
boa, né? 50 anos já [risadas] é 50 anos já é uma hora boa. Você já tá maduro, assim, você tudo que você tinha para viver, você assim, grandes coisas você já aprendeu. Então eu acho difícil, não é difícil, mas assim, eu acho mais complexo nessa idade Você se perder depois que você precisa ter as coisas muito claras na sua cabeça. O que que é sucesso e o que que é fama? Sucesso eu já tinha, eu não tinha, era fama. Eu tinha um casamento que já era maravilhoso. Eu tenho filhos que eu amo, que são orgulho
da minha vida. Eu já tinha uma profissão que transformava vidas, só que em menor número eu salvava gente de suicídio, eu salvava casamentos. Então eu já fazia muito Sucesso. Eu amo os meus irmãos, eu amo ir pra casa da minha mãe. Sucesso eu já tinha. Isso precisa ficar bem claro para as pessoas. Eu não alcancei o sucesso. Ser bem-sucedida é a sua esposa falar bem de você. Isso é sucesso. É você ter seu dinheiro e gastar ele, poder passear, ter comprar um negócio massa para você. Isso é sucesso. Fama é exposição. Então, eu já tinha
sucesso. A fama e a exposição, ela dificilmente me perderia, assim, faria eu me perder, Porque eu vou te ser sincera, a exposição ela tem tantos ôos quanto bônus, talvez até mais ô do que bônus. A exposição ela te traz uma responsabilidade gigantesca. Então assim, você é observado o tempo todo, você é vigiado o tempo todo, as suas ações são medidas o tempo todo. Então, se você é um personagem, você adoece. O que que eu dei muita sorte, entre aspas, é que eu não sou um personagem. Quando saí ali na porta, eu sou a mesma pessoa.
E se você me encontrar assistindo o jogo do Brasil sábado num boteco, você vai encontrar a mesma pessoa. Então isso não é pesado. A minha vida é uma extensão do meu trabalho. Então por isso que esse negócio correu muito liso. Então eu eu acho que eu não me perdi por essas questões assim. Dinheiro, dinheiro é maravilhoso porque dinheiro é poder. Em que sentido? O dinheiro te dá a opção de você escolher o médico, escolher a comida, escolher a roupa, escolher a Viagem, escolher onde seus filhos vão estudar. Dinheiro é poder, mas dinheiro não tem a
ver com sucesso. Ser bem-sucedido, é isso que eu te disse, é você conseguir se posicionar na vida e ser feliz com isso tudo. Se você, se o dinheiro traz para você questões ruins, isso não é bom. Muito pelo contrário. Então assim, o exemplo que você deu aí dos jogadores e das pessoas que se perdem por causa do dinheiro, o dinheiro ele é uma grande lupa. Se você é bom, Você fica melhor ainda. Se você não presta, você fica pior ainda. Então o dinheiro ele ele traz essa perspectiva pra vida da gente. Ou você melhora muito,
ele te promove e promove as pessoas que estão ao seu redor, ou ele faz com que você se perca. Quando eu não tinha, eu pedia muito a Deus. Eu falava assim: "Deus, aposta em mim". falava mesmo, falava: "Eu vou provar pro senhor que se eu ganhar dinheiro, eu vou ser uma pessoa boa e eu vou ajudar muita Gente com com isso." E graças a Deus é isso que eu tenho feito. Assim, eu não tenho dificuldade em promover as pessoas, eu não tenho dificuldade em abençoar as pessoas. Eu quero que quem trabalhe comigo ganhe bem, seja
bem-sucedido. Então, se você se você ancorar sua vida em valores, você não se perde. Eh, o dinheiro, eu falo assim que tem o mito de Midas, né? Midas, tudo que ele tocava virava ouro. Nossa, que maravilhoso, né? Tudo que você toca vira Ouro. Maravilhoso. Mas pode ser uma maldição. Ele já não podia tocar a esposa dele. Ele já não podia fazer carinho nos filhos dele. O sucesso, o dinheiro e a fama é a história de Midas. Ou pode ser uma bênção, ou pode ser uma prisão, ou pode ser uma desgraça. Ou isso aqui ia ser
para mim maravilhoso, ou ia ser a minha perdição, ia ser a minha desgraça. Então, eu fiz questão de que se mantivesse sendo a parte boa da minha vida. Eh, que as pessoas possam se Alimentar desse sucesso de forma favorável, não de forma ruim. Todo o conteúdo que eu vejo seu é engrandecedor. Vejo você estimulando as pessoas, contando sua a sua história de vida, de superação, mas você ficou muito grande. E outro dia eu fiquei chocado com a quantidade de rate quando você falou que tinha emagrecido. Como é que isso chega para você? Primeiro, eu fiquei
muito assustada porque eu nunca tive rate. O povo gosta para caramba de mim, gosta muito. Eu sempre recebo muitos comentários bons. Eu fiquei assustada. Isso não me abalou porque eu lembrei do meu pai. Fique surda, não esquente com isso. Mas eu fiquei assustada com a capacidade do ser humano. Eu fiz algumas reflexões acerca disso. Primeiro delas, obesidade é a única doença em que você se sente culpado, taxado e mal falado por tratar. Como que alguém pode ser mal falado por emagrecer, sendo que obesidade é uma doença? É a primeira vez que eu ouço isso. Ninguém
xinga um diabético porque ele se trata, nem um hipertenso, nem alguém que tem câncer, mas o obeso ele ele não ele ele emagrece e ele é mal falado por isso. Segundo, as pessoas falavam: "É a canetinha, é a canetinha". Independente se eu usei ou se eu não usei. Ninguém culpa alguém que trata de câncer e vence o câncer pela Quimioterapia. Ninguém fala: "Ah, mas também, né, venceu o câncer pela quimioterapia?" O, você esperava que ele vencesse como no pelo. Qual é o problema das canetas emagrecedoras se elas são um recurso que livra alguém de uma
doença? Eu não tô dizendo se eu tomei ou se eu não tomei, mas quem toma tá tudo certo se for bem prescrito e e muito bem por isso. Terceira questão, é incrível como as pessoas nos dão alguns acessos, mas não Nos dão outros. É como se as pessoas dissessem assim para mim: "A você é permitido ser inteligente, bonita não, fique no seu lugar. Nós não te demos esse tanto de espaço. Agora você inventou que você quer ser magra também, que você quer ser bonita também, que você quer ser fitness também?" Não, senhora, não vai ser
completa não. Não vai ser tudo não. Você vai ser só um pouquinho. Até porque isso aí desafia a mim. No momento em que você incomoda, Não é sobre você, é sobre o outro. O que que a minha imagem magra gera em você? Por que que isso te incomoda tanto? Por que que isso? Por que que a minha verdade mexe com você? Porque a minha verdade te desinstala. Porque quando você olha para mim, uma mulher de 50 anos, menopausada, que tem uma vida corrida, que consiga emagrecer, você pensa: "Por que eu não consigo?" Você começa a
pensar sobre a sua história. Então, na verdade, não é sobre mim, é Sobre o outro, é sobre o que gera no outro. Outra coisa muito interessante, como a internet é um uma praça pública, onde as pessoas se sentem no direito de falar o que querem e não tem pudor em machucar as pessoas. As pessoas esquecem que por trás de personalidades existem seres humanos. Ai, tá com a cabeça gigantesca, tá parecendo a Mayara e Maraíssa, isso é iá, assim, tudo que é coisa louca. Eu ouvi. Aí quando se conformam, quando não Há mais nada do que
falar, porque aí viram que não era iá, cansaram de falar iá, ficaram duas semanas falando iá. Aí domingo foi muito engraçado, eu postei uma foto super natural, descalça, segurando o joelho, uma pessoa escreveu: "Que chulapa de pé!" Um conteúdo maravilhoso, um texto fantástico. E a pessoa: "Pô, que chulapa de pé!", [risadas] ou seja, você quer falar mal, né? Cada um dá o que tem, sabe, Marcelo? a gente A gente derrama o nosso conteúdo interno. Eu acho muito fantástico quando a mulher com hemorragia tocou em Jesus. A a Bíblia esquece esquece um livro teológico. A Bíblia
é o melhor livro de comportamento humano que eu já li. De todos os livros que eu já li nessa vida, não foram poucos. A Bíblia é o mais fantástico. A Bíblia vai te dar noção e leitura sobre quase tudo. A mulher toca Jesus, a mulher com hemorragia e aí ela é curada. Mas o que é mais impactante Para mim nessa cena, porque eu crio cenas, eu vejo, eu vejo ali Jesus, aquele vucuvo, gente se espremendo, gente, aquela bagunça querendo tocar nele e ela tocando e ela sendo curada. É uma grande bagunça. Mas o que me
chama atenção na cena, a luz, o foco da cena assim para mim é Jesus dizendo assim: "Quem me tocou?" Aí os discípulos, "Ah, tá de brincadeira, né, Jesus? Milhares de pessoas te tocaram, tá de palhaçada." Ele fala: "Não, alguém me tocou Diferente, porque de mim saiu virtude. Cada um dá o que tem. Se alguém tocar em você, sai o que de você? De mim, meu querido, vai sair virtude. Você pode me xingar, você pode me chamar de cabeçuda, você pode falar que eu tô feia porque eu emagreci. De mim vai sair virtude. Não espere eu
te responder, não espere eu te criticar. Não espere eu chorar. Não espere eu ficar deprimida. Não espere eu engordar. Nada disso vai acontecer. Eu estou aqui para que de mim saia virtude. Eu tô aqui para que outras mulheres com 50 anos olhe e diga: "Cara, eu comecei a emagrecer porque eu comecei a ver seu processo e achei lindo. De mim vai sair virtude. Eu quero ser fermento na vida das pessoas. O resto é que se dane." Tô nem aí. Você sabe que eu também não sou tão antigo assim na internet e em alguns momentos eu
já falei algumas coisas que também gerou uma reação muito negativa, mas tem um padrão que se repete todas as vezes. Quando eu publico conteúdo com a Minha esposa, é rate atrás de rate. Conteúdo carinhoso, dando um beijo nela, chegando em casa, tomando um café da manhã. Conteúdo que mostra uma família feliz, sadia, todas as vezes tem um comentário negativo. >> Que tipo? >> Vocês só tem dois anos de relacionamento. Quero ver 15. >> Mentira. >> Daí para baixo. Daí para baixo. Monte. Questionando o relacionamento, encontrando problemas aonde não tem. Muitos, muitos comentários carinhosos, amorosos. Mas
destoa todas as vezes que o conteúdo é do casal, destoa. Não tô acostumado com isso também. Tô aprendendo o que que é isso. Por que que quando eu faço isso acontece isso? Por porque ali é um comportamento individual, porém coletivo. São muitas pessoas chegando às Mesmas conclusões, né? Por amostragem, quando a gente vê os seus conteúdos, a grande maioria das pessoas tá falando super bem. >> É 98%. >> Maioria tá falando bem. Uma vez ou outra, agora você tá bonita, emagreceu, dá para ver, você se transformou. Isso parece que tá gerando incômodo. Parece que o
nosso, a nossa felicidade também tá gerando incômodo. Quando você fala que isso é o espelho, né, que a pessoa Tá vendo, será que ela não tá vendo isso? Ou será que o comentar para ela alivia alguma dor que ela tá tendo ali dentro? >> É porque quando eu fico incomodada, de duas uma, ou eu meto pedra em você ou eu olho para mim, >> porque eu me deparei com a situação. Eu preciso fazer alguma coisa. >> É, se eu olho pro seu casamento, isso me incomoda ou eu vou ter que olhar pro meu, falar, cara,
porque aí eu vejo uma Foto sua com a sua esposa, aí eu, aquilo gerou um incômodo em mim. Possivelmente o meu casamento não tá muito legal. Aí de duas uma, ou eu vou ter que olhar pro meu casamento e pensar, cara, por que que me incomoda tanto esse cara tratar tão bem a esposa dele? Meu marido não me trata bem, eu não tô vivendo. Ou eu olho para isso, isso chama-se conflito psíquico ou energia psíquica. A sua imagem gerou um conflito psíquico em mim, gerou uma energia psíquica. Ou eu Uso essa energia para pensar a
minha vida e isso pode me machucar muito e me incomodar, é o tal da verdade. Ou eu cato essa energia e prego uma pedra no se porque aí foi. Você é a você é o bode expiatório. Os os no na no Antigo Testamento, o bode era exatamente isso, né? Você pegava o cordeiro, por isso Jesus é o cordeiro de Deus. O que que se fazia nos acampamentos dos israelitas? Que era uma lei mosaica. Moisés que ensinou isso. A gente pega os pecados, Confessa e imagina que esses pecados estão sendo impregnados nesse cordeiro. Depois a gente
leva esse cordeiro lá para cima do altar e queima. Então os nossos pecados foram embora, subiram a Deus como incenso. Esse é o cordeiro imolado. Por isso Jesus é o novo cordeiro. Quando eu jogo a minha insatisfação para cima de você, você agora é o bode expiatório. Você é o cordeiro. Eu não tenho que olhar pro meu casamento. Eu tenho que meter o pau no Seu e falar: "Ô palhaço, daqui a pouco isso acaba". [risadas] Eu não tenho que olhar pra minha gordura e ver o tanto que eu tô obesa e devia estar cuidando da
minha vida e da minha língua grande. Não, eu prefiro meter o pão em você, dizer que você tá cabeça grande, que isso é iar, que seu conteúdo é ridículo agora, para que que você posta tanta foto de corpo inteiro que não sei que, que não sei quê. Essa energia ela termina ali, ó. Aliviou. Eu não preciso olhar agora pra minha vida. E você sabe o que que é o mais engraçado? Eu tenho essa curiosidade. Não sei se você tem. Quando tem um rate, eu vou lá e abro a página da pessoa. >> Ah, sim, sempre.
E o que que você encontra num rate? Primeira que é mulher que em geral mete o pau é para acabar, né? >> Por que será? [risadas] >> Pois é. Por que será? Porque mulher nesse ponto é muito mais desunida que Homem. Vocês dão uma aula nesse sentido. Vocês são corporativos. Dificilmente um homem mete pau em outro homem, mesmo se tiver errado. Mulher pode ser amiga que vira as costas, tá falando mal. >> Pode vir isso, André? Isso, isso é do ser feminino, né? Isso é da nossa própria genética, isso é da nossa própria biologia, isso
é dos nossos hormônios. Mulher, infelizmente, nesse sentido, ela é menos gregária que Homem. Homem é mais gregário. Homem é mais fechado entre eles. Mulher e mulher tem uma tendência, uma loucura isso aqui que eu vou dizer, mas ter sentir mais inveja que homem. Mulher é mais invejosa que homem. >> Tem até piada na internet, né? as brincadeiras que o pessoal fala assim, passa um homem, fala assim: "Desgraçado, filha da puta". Aí a mulher fala: "Nossa, como você tá linda". Eh, aí de nas costas tá falando mal, o homem tá Falando: "Eu adoro esse cara". >>
É isso aí. >> Existe uma diferença brutal entre a interpretação de um e do outro. >> É. E até pela pela forma muito mais simples que o homem resolve a vida. Homem só fala coisas se ele precisar agir. Em geral, palavras se transformam em ação. Mulher não, mulher fala tudo, fala inclusive o que pensa, que não necessariamente vai se traduzir em ação. Então, a primeira coisa que acontece com Rit, pelo menos nos meus, acho que pouquíssimas vezes eu vi algum homem falando mal do meu emagrecimento. Segundo, quando eu vou lá e olho pra página, falo:
"É sério? É sério mesmo. É você que vai falar mal de mim?" para não. Ah, é uma crítica construtiva. Eu não aceito crítica construtiva de quem não construiu nada. Para você me criticar em qualquer área da minha vida, você precisa ser muito bom nisso. Mas é muito bom. Se você quiser criticar a Minha estética, você precisa estar com a sua fantástica. Se você quiser criticar a minha empresa, você tem que ter feito números melhores que os meus. Se você quiser criticar a minha famí André, isso é ignorante. Não, isso é o jeito que eu vejo
a vida. Para mim, crítica construtiva tem que vir de quem construiu. Você não construiu nada. Você está sentado dentro da sua casa fazendo nada, se prestando ao serviço de entrar num comentário dos outros e falar mal. Vai caçar serviço, gasta sua energia com ganhar dinheiro, com emagrecer, com ganhar gominho na sua barriga, larga a vida dos outros. Não, eu acho falta de serviço da nada. Vai fazer pamonha, dá um trabalho danado. Fazer pamonha. >> Tá estampado isso, né? A gente olha o perfil. Nunca vi ninguém criticar que tem tinha alguma, aliás, eu acho que uma
vez, uma vez, talvez duas, no máximo, uma pessoa que tinha algum pouquinho, mas também tinha conflito de interesse, Tinha um ganho secundário em fazer aquilo. >> É, >> mas normalmente uma pessoa que tá abaixo é difícil a gente ver uma pessoa que tá acima criticar quem quem tá crescendo, se desenvolvendo, se esforçando? Eu eu tenho uma frase que é assim, em geral, em geral não, todas as pessoas que tentaram me prejudicar, nenhuma tem uma vida que eu admiro. >> Nem repete. Nenhuma pessoa que tentou me Prejudicar. >> Todas as pessoas que tentaram me prejudicar, nenhuma
delas tem uma vida que eu admiro. >> Que maravilhoso. >> Olha para você ver. Olha quem tentou te derrubar. Se essa pessoa tem uma vida que você fala, cara, os cara tem toda a razão, porque ele construiu uma história fantástica. A gente, por ter essa popularidade, a gente obviamente fica mais exposto a Esse tipo de coisa, né? E a gente precisa entender o que é isso, né? Você falou, eu fiz muitas reflexões sobre isso. É importante a gente entender o que é isso, né? Porque nós somos seres humanos. A gente sente, a gente sente, né?
Quando você deu esse entendimento, quais foram as decisões que você tomou em relação a isso para conseguir administrar essa popularidade? Porque você vai ter que lidar com isso Daqui pra frente. Pode ser que passe por uma crise, pode ser que fale alguma coisa que as pessoas não gostem, pode ser que venha um cancelamento. Eu passei por um cancelamento, foi bem duro. O que que você decidiu ali em ter relação à sua postura emocional? em relação a a ao forma das pessoas reagirem, >> a esses ratites, a esses comentários negativos, a essa essa parte ruim do
ser humano. >> Primeiro que eu decidi assim que eu cresci a partir da minha verdade e esse para mim é o grande diferencial do meu trabalho, assim, eu cresci dando a minha opinião. Então, o primeiro podcast que eu vou viraliza muitos cortes porque eu dei minha opinião real e aí eu achei aquilo incrível. Eu falei: "Ué, então a minha opinião ela é diferente e ela faz diferença?" Então eu vi ali a partir dali que as pessoas queriam ouvir pessoas reais com opiniões reais. Então Isso para mim, primeira coisa, é innegociável. Se é rate, se é
cancelamento, isso não me preocupa. Como diz o o cara lá da Hotmart: "Eu sou antimarketing." Eu não tô muito preocupado que que os gurus do marketing e das redes sociais estão dizendo. "Você tem que fazer isso, faça assim, grave vídeo de tanto segundo, se comporte assim". Não, eu não me preocupo com nada disso. Eu me preocupo com a minha verdade. >> Explica porque você é um antiarketing. >> Porque eu faço coisas que os gurus acham que é um absurdo, né? [risadas] Então, por exemplo, os meus hoje, graças a Deus, para começar a nossa história, há
um ano atrás, lá em janeiro de 2025, eu chamei um um nó, eu estava num evento de arquitetura do meu esposo, o evento era dele, eu só tava lá acompanhando. E aí falei com um amigo meu, falei: "Nossa, cara, eu já tentei vários produtores, tal, eu tenho, eu tenho certeza que eu Tenho um produto que venderia muito". Sério? Falei: "É, mas eu não entendo nada dessa parte de infopruto, marketing, não sei quê". Ele falou: "Ah, tem um cara aqui, ele tá fotografando o evento, ele tá querendo mexer com isso". Falei: "Ah, então chama ele lá".
Aí chamou o menino, nós conversamos tal, ele falou: "Não, acho mesmo que tu que você tá falando aí, se der certo, eu tinha 20.000 seguidores, tinha nada. Se der certo, acho que a gente pode criar Um info produto que vai dar muito certo." Falei: "Ó, beleza". Ele falou: "Então vamos marcar no final de semana, a gente conversa. Se der certo, a gente já começa a gravar. Eu tenho uma câmera que era uma câmera simples que era que ele tirava foto. E você?" Ele falou: "Mas eu não tenho estúdio". Falei: "Eu não tenho estúdio, eu não
tenho dinheiro para pagar maquiagem e nem para fazer escova no cabelo. Dá para gravar sem escova, sem maquiagem lá no meu Consultório?" Ele falou: "Dá demais". E a gente fez assim e o negócio já estourou. Então, eh eh é a partir da então é aí que eu sou antimarketing, assim, tudo que os gurus dizem que é o que daria certo, nós fizemos de outro jeito. E hoje eles ainda me perguntaram isso, André, essas ideias que sai da sua cabeça, porque é muito disruptivo, os seus produtores devem passar perto com você. E realmente eles passam porque
eles vão lá num num congresso de trem de Infoproduto, vem com essas ideias, eu falo: "Não, isso aí não vai dar certo não. Vamos fazer assim, assim, assim, assim". Porque é isso que fez a diferença. Foi isso que fez as coisas fazerem diferença. Hoje, graças a Deus, nós temos uma empresa grande, temos um estúdio bom, câmeras de qualidade, a gente faz aí uns, sei lá, uns três ou quatro cortes por dia, carrossel, imagem, mas o todo dia o conteúdo que dá mais de 1 milhão de views é o conteúdo Que eu gravo aqui com o
meu celular. Aí eu gravo conteúdo de pijama, eu gravo conteúdo com a raiz do cabelo branca lá no cabeleireiro pintando o cabelo, eu gravo conteúdo de chinelo. É sempre o conteúdo que viraliza no dia, que vai dar 3.5 milhões, 4.2 milhões. Aí eu te pergunto, o que que as pessoas estão querendo ver? Gente real, fazendo coisas reais, falando de coisas reais. É isso que dá certo. >> De verdade, gente, de verdade. >> Por isso que eu não vou em Fórmula. Essas fórmulas elas criam avatar e as pessoas estão cansadas de avatar. As pessoas quer ver
gente de verdade. As pessoas quer que você grava um vídeo falando assim: "Nossa, hoje minha esposa acordou enjoada demais. Deixa eu falar para vocês como é que a gente lida com mulher enjoada." Assim, assim, assim, assim, mansei ela. >> Qual o seu conteúdo que mais deu o resultado? >> Você fala um um específico ou assim uma linha? Porque quando eu te conheci, teve o corte da Beatriz, que foi um fenômeno, e tiveram muitos cortes que foram muito profundos e que tiveram resultados super expressivos. Qual foi esse corte, esse conteúdo que gerou mais visualização para você?
Tem algum emblemático? >> Ah, tem, tem muitos, né? Tem tem muitos. >> Foram muitos. Não teve nenhum que foi assim. Esse aqui foi o >> Não teve. Teve, por exemplo, um um que eu falo do do do da síndrome do caranguejo. Esse esse foi muito o o vídeo do bebê reborne, [risadas] o vídeo da Virgínia sendo vaiada no Maracanã. Esses conteúdos de atualidades eles sempre dão muito, bom, né? >> Dão muito. Mas você sabe o que aí você falando, eu tô aqui pensando o que que gera muito, que dá muito conteúdo e Muita visualização em
geral são histórias. Eu sou uma boa contadora de histórias. >> Você é mesmo? É impressionante. E eu tenho >> e você é emocional, você é visceral. Vceral. >> É. E eu tenho muita história boa, assim, nós tivemos uma uma vida, uma infância e eu sou muito observadora, então tudo gera história. Tudo gera história. Se eu andar ali no Uber, a depender do que o Uber me fala, vai gerar uma história muito boa. Esses conteúdos sempre geram muito, muito, muito views. Então eu eu tenho essa capacidade, acho até que isso é um dom de Deus, de
enxergar uma história. A partir dessa história eu enxergo uma metáfora e trago isso pra vida prática. Então acho que isso isso sempre gera muito dá muito engajamento. >> Me conta sua história de negócios no digital, porque ali em 2025 20.000 seguidores. >> Uhum. >> Hoje só no Instagram 6 milhões4 em todas as redes. 15 >> 15 >> 15 milhões. >> Fora o WhatsApp que é imensurável, né? Porque eu sou a rainha do WhatsApp. >> Pois é. Todo mundo pega corte e sai distribuindo, coisa que você não deve nem ter noção do tamanho que é. Como
foi seu primeiro lançamento? Quantos lançamentos você já fez? Como é Que tá hoje isso? >> Nós fizemos 1 2 3 qu O quarto lançamento foi agora. Foi agora em março, abril, 11 de abril. >> Mesmo produto. >> Mesmo produto. >> Formação e psicanálise. >> Formação e psicanálise. Foi o quarto lançamento. Nós fizemos um em abril de 25, um em julho e um na Black Friday e um agora. Cada um foi maior que o outro. Esse agora foi maior que todos juntos. >> Esse último foi maior que todos os três lançamentos juntos. E o que que
vocês fizeram que fez a diferença? >> Eu acredito muito e é isso que o cara, o menino me perguntou hoje. Ele falou: "Da onde saiu essa ideia?" Porque se você for pegar e e isso eu acho maravilhoso. Eu adoro quebrar a banca do povo. [risadas] Eu adoro provar que todas as teorias estão muito erradas. Ai, faz isso, faz isso. Não faz nada Disso, não faz nada disso. Aí os os meninos lá passa apertado comigo. Ai, tem que fazer lançamento de três dias, não sei que lá. Não, não, não. Vamos fazer uma imersão terapêutica, vamos dar
terapia pro povo de graça. André, mas aí os teóricos da psicanálise, da psicologia também vão enlouquecer, porque conduzir um grupo tem que ser presencial. Um grupo no máximo de no máximo 10 pessoas. É isso aqui para você conduzir Um grupo de 10 pessoas durante 3 horas presencial. Como conduzir um grupo online sábado e domingo com 105.000 pessoas? >> Nossa, >> aí é é muito recurso didático, porque uma coisa eu tá aqui com você te atendendo em terapia, outra coisa eu estar com 105.000 1 pessoas. Porque se eu falar assim, Marcelo, fecha o olho, mergulha na
sua infância, eu vou te trazer aqui uma música e tenta Mergulhar. Estamos nós. Agora você imagina a mulher que tá lá no Rincão do Maranhão, o adolescente que tá lá trancado no banheiro, a mulher que o pau tá quebrando, marido gritando para fazer comida, menino chorando e ela lá na imersão. São muitas realidades e muitas variáveis para você lidar. Então assim, nem eu sei da onde eu tirei essa loucura e nem sei como que também deu certo. Depois eu pensando de fora, eu falei, eu Tava louca quando eu propus isso [risadas] >> e deu certo,
>> muito certo. Foi pro Guinnessbook, >> foi uma terapia ao vivo. dois dias das 8 às 17, um sábado e um domingo, >> só de terapia, >> só >> tratando pessoas voluntárias que está >> as pessoas que quem entrava no quem pagava o ingresso R$ 27 para dois dias De terapia, de imersão terapêutica, das 8 às 17 eu fiz quatro oito sessões, quatro sessões no sábado, quatro sessões no domingo, sessões terapêuticas. Nós temos agora uma sessão de 1 hora e meia. Eu vou trabalhar tal ponto. Aí ia com a pessoa, aí ia falando, ia conduzindo,
colocava uma música, fazia um exercício. Nem eu não sei da onde eu tirei isso da minha cabeça. E eu sou humilde em dizer que eu não sei mesmo. [risadas] >> Você recebeu. >> É, eu penso as coisas, eu falo assim, isso aqui vai dar muito certo. Mas você sabe por eu sempre penso em mim, em mim assim, eu eu sempre penso assim, quem tá do outro lado? Eu acho que eu acho que essa é a grande fórmula. Quando você for gravar um vídeo, pensa assim: "Um pai de família que tá assistindo isso aqui, é isso
que ele ele estaria ouvindo? Como ele estaria ouvindo? Ele entender isso aqui que eu tô falando? Pensa nisso." >> É assim que você pensa? >> Eu sempre penso nisso. Eu falo assim: "Eu preciso gravar um conteúdo que a minha mãe de 80 anos entenda e minha filha de 19 entenda e sirva para as duas. As duas vai conseguir colocar na vida delas. Se eu tivesse eh se eu fosse o sei lá, imersões, tem imersões aí toda hora na internet. Eu sou alguém que tá no Instagram, eu vi alguém oferecendo uma imersão. O que que eu
gostaria num imersão? Eu, Andreia, eu gostaria de sair de lá revirada. É R$ 27, é choradinha, é o que eu tenho. Mas eu gostaria que essa pessoa entregasse tudo. Eu gostaria de sair dali no domingo transformada, com vontade de sonhar, com vontade de transformar minha vida, com vontade de trabalhar, com vontade. É assim que eu gostaria. Aí eu vou lá e faço. Eu penso nisso, eu vou lá e faço desse jeito assim, pensando que que a pessoa gostaria. Aí aí só acontece. Aí o que que eu falo? O que que é o processo de venda?
Vender é servir. Põe isso na sua cabeça. Vender é servir. O dia que você servir as pessoas, a venda só vai acontecer por consequência. Nós não temos dificuldade zero de vender. Nós tivemos, foi fila, nós não pusemos eh suporte bastante, não tinha gente atendendo suporte, deu fila, atrapalhou o WhatsApp, tudo. Tinha mais gente querendo comprar do que nós deu conta de vender. Tem base? [risadas] A venda, ela só flui assim, ó. Sirva as pessoas, se preocupe em servir. Logo depois, qualquer coisa que você oferecer, as pessoas vão comprar. As pessoas querem comprar. Elas estão ansiosas
por comprar. Elas só não querem só comprar. Se você só quer vender, enfiar venda na pessoa, isso aí não vai dar certo. E eu torço muito, inclusive para que não dê. Venda é um processo que acontece assim naturalmente. Ó, semana passada eu fui na academia lá, tava na academia do condomínio, fiz uma live inclusive na esteira lá, correndo a Esteira. Só que como é a academia da minha casa, eu fui pra esteira de descalço. Fui de chinelo para academia, tirei o chinelo e fui fazer a esteira descalço. E aí minha filha me ligou, falou: "Mãe,
vamos pra academia" que era outra academia de fora. Falei: "Vou com você". Entrei no carro dela chinelo e fui pra academia. Quando eu cheguei lá na academia, falei: "Não, Bia, tô de chinelo. I como é que eles não vão deixar eu malha?" Aí cheguei lá na Portaria, falei pra moça, falei: "Moça, minha filha veio malhar aqui na academia, eu vim com ela, mas eu tô de chinela, eu esqueci, eu tava em casa, malhando em casa, tá?" Ela falou: "Nossa, não pode entrar de chinelo". Falei: "Não, mas queria tanto malhar com ela. Eu viajo muito, quando
eu tô aqui, eu quero viver tudo com ela." A falou: "Não tem problema nenhum. A senhora se incomoda de usar o meu tênis e eu fico com chinelo da senhora?" >> Não acredito. >> A atendente da portaria do academia tirou o tênisinho dela, ficou lá trabalhando com o meu chinelo, me deu o tênis. Isso é servir. Não tava preocupada em me vender. Eu tava pagando só a diária. Não sou cliente da academia. Isso é servir. Se você serve com excelência, semana que vem eu vou lá e vou fazer matrícula na academia. E ainda foi tão
humilde que eu falei assim: "Eu vou postar um vídeo com você Porque você merece. Você para mim é um exemplo de querer servir as pessoas". Ela falou assim: "Senhora, marca minha patroa?" Falei: "Não, senhora marca a rede de academia?" Falei: "Não, também eu marco você. Você merece ser marcada. Não vou marcar ninguém, vou marcar você". Se você faz isso, você vende. Mostra interesse real pelas pessoas. se interesse de verdade por transformação da vida das pessoas, para Que as pessoas sejam bem-sucedidas, para que as pessoas sejam abençoadas pelo seu conteúdo, que a sua intencionalidade seja essa.
Todos os dias quando você for gravar um conteúdo, entrar na sua banheira de gelo, que exista intenção, cara, vai chegar para milhões, mas vai ter um cara lá no Rincão, no Maranhão, que vai transformar a família dele por causa desse vídeo meu aqui. O dia que você começar a fazer isso, você vai ver que eu acredito, inclusive que você já Faça, que eu acho seu conteúdo fantástico. Verdade. >> Aí o negócio aí, aí ninguém te segura. O seu servir é para chegar aondde? O que que você quer ver com tudo isso que você tá fazendo?
>> Pergunta boa. Eu quero, eu quero ver o potencial das pessoas. Eu quero ver as pessoas viverem o melhor do seu potencial. O o Leonardo é o Leonardo da Vino, que Foi esculpir uma estátua. Você conhece essa história, né? >> Qual delas do que Ah, bloco de mármore [risadas] que ele olhou, essa história é maravilhosa. Ele foi na lá na marmoraria ou na loja de peças de mármore e o cara foi apresentar para ele, já que ele era um grande escultor, as peças lá maravilhosas para ele esculpir. Ele olhava para uma perfeita: "Não, essa não
dá". Olhava pra outra: "Não, essa não dá". E o cara falou: "Gente, mas eu te mostrei as melhores peças aqui, por que que você não escolheu?" Ele falou: "Porque ainda não é essa?" De repente ele olhou para um bloco de mármore lá, tudo cheio de defeito. Falou: "Eu vou levar esse". Ele falou: "Mas é a pior pedra que tem aqui hoje, porque você resolveu levar essa?" Ele falou: "Porque tem um homem preso aí dentro e eu preciso libertá-lo." Emocionante, né? Aí ele esculpe Davi de Michelângelo. Foi Michelângelo essa História. Eu olho para as pessoas e
eu vejo pessoas presas dentro. Então hoje o que me move é isso. Assim, eu acredito que as pessoas precisam viver o melhor do seu potencial, cada uma dentro da sua própria realidade. Você, ela, o motorista de Uber, a criança, todo mundo tem um potencial dentro de si e as pessoas precisam viver o melhor do seu potencial. Então, o que que me move hoje? É olhar para alguém e dizer assim: "André, depois que eu te encontrei, minha vida se transformou. Isso aqui mudou, meu casamento mudou, minha profissão mudou. Aí, aí para mim é a grande realização
da minha vida. Eh, nós temos dentro de nós uma potência gigante. Eu acredito muito que a gente nasceu para ser feliz. E a gente não é por besteira, a gente tropeça em em coisas que foram nos colocando durante a vida. Então, todo mundo precisa viver o melhor do meu do seu potencial. Isso é o Que me move atualmente. Então, >> o que o que que falta pr as pessoas viverem o potencial? onde elas se perdem. Despertar. O que falta é despertar. As pessoas precisam acordar de novo, né? Eu e minhas histórias. A a menina que
Jesus ressuscita, né? O o centurião chega: "Ai, Jesus, minha filha, minha filha tá muito doente, não sei quê, senhor podia ir lá na minha casa rezar com ela, tal". Chega o Soldado e diz: "Ô, não adianta ele mais não, sua filha já morreu". Jesus diz: "Não, fica de boa e vai lá pra casa dele." Muita gente acha que a história já acabou. Meu casamento não dá mais, minha profissão não dá mais. Gente me manda mensagem: "André, eu tenho 70 anos. Você acha que ainda dá tempo? Ah, eu já tô muito tempo casada. Será que ainda
vale a pena? Ah, eu tô muito doente? Será que eu recupero a minha saúde?" E até porque Outras pessoas dizem que não mais. Quem falou para o centurião que a filha dele tinha morrido foi uma pessoa de fora. O cara veio e contou para ele: "Sua filha já morreu." Muitas vezes a gente é contaminado pelo que dizem para nós. Há dois anos atrás eu procurei um produtor e falei: "Ó, cara, eu tenho um produto muito bom. Queria lançar um negócio na internet". Ele falou assim: "Ah, na sua idade já era, não dá mais não, Já
morreu, já era, não dá mais tempo." A gente tá cheio de gente que diz pra gente que nós não dá mais. Então a gente precisa ter despertar. Que que Jesus faz? Jesus vai até a casa, não conversa com ninguém, nem com o próprio centurião. Entra na casa, olha pra menina e diz: "Talita, cum!" E a Bíblia diz: "Ela se pôs de pé imediatamente. Ela despertou. Sabe o que que eu e você precisamos ser? A pessoa que grita talita comum. A nossa palavra precisa chegar nas pessoas e as pessoas se colocarem de pé. Cara do céu,
esse cara que esse negócio desse gelo aqui, falou um trem agora que meu dia é outro aqui agora. Agora eu vou embora agora só vai. Agora é isso. Nós precisamos ser essas pessoas. Nós não podemos ser o soldado do centurião que diz que já morreu. Tem gente demais falando que já morreu. O que tem hoje nesse mundo é gente dizendo: "Não dá mais, já morreu, já acabou. Não dá mais Para você. Você tem 80 anos, não dá mais para você". A minha mãe 80 anos cheio de limitações, né? E outro dia a fisioterapeuta falou para
ela, falou: "Ah, dona Maria, a senhora tá com muita limitação porque ela tá caindo muito, ela cai toda hora". O qual é o potencial de uma pessoa de 80 anos que tá caindo muito? Ah, tem que mais ficar sentada, tira os tapetes da casa, faz isso, não sei quê. Falei: "Mãe, eu tô comprando uma fazendinha para nós. Para que, minha Filha?" Falei: "Pessó poder cair na terra. Jó que só cai tanto, agora só cai na terra, machuca menos". >> Que [risadas] maravilhoso >> lá. Você acha que ela vai ficar bem? Não vai? maravilhosa. Vai fazer
os docinhos dela, vai ver os bichos dela, vai viver mais 10 anos. Muita gente diria, tem que ficar sentada, tira o tapete, não pode dirigir, não pode comer, não pode passear, não pode mais nada. Todo mundo Pode alguma coisa. Enquanto você tiver vivo, existe recurso. A única coisa que não tem recurso é a morte. Hoje minha filha me mandou um, não foi minha nora, ah, tô com problema, não sei o que. Falei: "Minha filha, você resolve com dinheiro". Ela falou: "Resolve". Falei: "O que resolve com dinheiro não é problema". [risadas] Ué, mas não é, >>
é, >> eu queria comprar mais um dia de vida da Minha irmã. Infelizmente, todo o dinheiro que eu tenho no mundo não compra. Tudo que você resolve com dinheiro não é problema. Os grandes problemas são aqueles que não são resolvidos com dinheiro. Eu daria tudo que eu ganhei naquele dia e eu pedi isso pros médicos para que ela pudesse não ter ido embora, mas ela foi. Então, se o problema resolve com dinheiro, não é problema. Então, a gente tem que ser Mais objetivo nisso e e ser esse cara, sabe? Ser essa pessoa. E eu acredito
muito nisso, especialmente no trabalho que eu e você desenvolvemos, que eu acho que são muito trabalhos parecidos. Nós somos essa voz que chega na casa de pessoas que já estão mortas e a nossa palavra precisa chegar cortando e colocando as pessoas de pé. Se a gente faz isso, >> como a gente deve lidar com a morte? Aceitando. A morte e a vida são dois extremos de uma mesma régua. Elas fazem parte do game. São dois extremos da mesma história. Então, eh, a morte ela é um fato e não dá para lutar contra esse fato. Ela
é só uma consequência de ter existido. Eu costumo dizer assim, como que a gente luta com a morte? Dando sentido pra vida. Com a morte você não pode fazer nada. Ela é um fato. O que você faz é dar sentido pra vida. Eh, pensar que a gente vai morrer é muito Pesado. E esse sempre foi uma coisa que sempre me machucou muito. O Mário Quintana, né, que é um poeta gaúcho. Um dia perguntaram para ele: "O senhor tem medo de morrer?" Ele falou: "Não tem medo, eu tenho dó". Ele falou: "Eu acho uma pena ter
que ir embora. [risadas] >> Um desperdício. >> Eu acho uma dó ter que morrer. Eu acho que eu não deveria morrer nunca. Eu acho que eu deveria virar um Highlander, [risadas] mas isso não é possível. Então, já que a morte é uma realidade, já que a vida vai continuar, depois que eu não tiver mais aqui, o banco vai continuar abrindo, as pessoas vão continuar negociando, as pessoas vão continuar indo praia, tudo vai continuar acontecendo. Já que isso é um fato, nesse recorte que eu estou, eu preciso fazer diferença. Então, assim, eu acredito muito nisso. Eu
acho que a gente precisa ser pão para as pessoas. Eu acho que aquele comer, comei da minha Carne, tomai do meu sangue, isso vale para todo para cada um de nós. Assim, a gente precisa alimentar as pessoas. Eu acho inadmissível entrar na sua vida para te diminuir, para te arrancar pedaço. Se eu não entrar para te acrescentar, eu não tenho interesse. Tem gente que entra para te comer, para te arrancar pedaço. Que qual que é o sentido disso? Eu preciso entrar na sua vida para você ser melhor. Marcelo, você já é. ou eu chego Aqui
e trago alguma novidade de vida para você, eu acrescento, eu te faço transbordar, ou eu sou desconvidada a estar na sua vida. Então eu acho que a vida é sobre isso. Eu acho que a gente dá sentido pra morte quando a gente vive uma vida que vale a pena ser vivida, uma vida que realmente faça sentido para que um dia que a gente for embora, o mundo tenha ficado um pouco diferente com a nossa presença, ou pelo menos a vida de algumas pessoas. Quase todas as suas falas incluem Deus, Jesus, Bíblia. >> Qual é o
lugar de Deus e da espiritualidade na sua vida? >> Ah, é tudo, né? Assim, eu e Deus nós nós temos uma relação muito muito muito boa, assim, a gente não depende de intermediário, já até dependemos nós [risadas] nós evoluintes, nós já dependemos intermediário, mas a gente evoluiu. Eu sempre tive uma relação muito intensa com Deus desde muito Pequena, assim, eh, o transcend, eu sempre acreditei que a gente precisava ir além. A imanência, eu falava isso não é não é só isso aqui, tem que ter algo maior que isso, tem que ter algo que transcende isso.
Então, eu sempre busquei, eu sempre tive uma sede por espiritualidade. Então, muito cedo eu fui paraa Igreja Católica, depois eu virei freira, eu fui freira, [roncando] depois eu estive na igreja evangélica, depois eu estudei várias religiões. Hoje É profissão de fé. Eu não me considero de nenhuma religião específica e não tenho preconceito também com nenhuma e nem acho que isso seja um problema, mas a minha relação com Deus é muito intensa, assim, é e é o grande norte da minha vida, é a minha grande bússola. É o que mensura as minhas ações, é quem me
mede todos os dias. Todos os dias à noite eu peço para Deus, eu falo: "Passa em revista, se em alguma coisa eu não fui justa hoje". O Senhor me alerta. Se Eu faço coisa errada, eu falo: "Vai dar muito errado." A minha assessora sabe disso. Esses dias nós tá no aeroporto, eu falo: "Júlia, eu não posso fazer coisa errada". Deus fala assim: "Ó, você anda, eu vou te abençoar, mas você anda certo, certo, certo, certo. Se você sair dali, um risco vai dar errado." Mas é fato. Eu nunca falo dos outros. Tinha um uma família
assim bem diferente. Eu fui falar da família, mandei a mão no copo, Cortei o dedo, qucp a ponta dos dedos, [risadas] mas foi automático. A hora que eu falei, eu bati a mão na taça, a taça rodou, bateu no meu dedo, cortou aquela sangueira, um monte de gente acudindo. Assim, eu e Deus nós somos ali fechados assim. Então eu peço opinião, quando eu vou fazer alguma coisa, eu pergunto se é da vontade de Deus. Eu se quando eu desenvolvo um produto, eu pergunto para Deus se aquilo tá certo, se eu não tô enganando as pessoas,
se eu não tô Usurpando as pessoas, eu procuro andar bem direitinho e e nem é por peso. E nem é só sobre andar direitinho, é sobre relação. Eu acho assim, se você é meu amigo, muito meu amigo, e se eu te amo muito, muito, muito, muito, eu não vou querer fazer nada para te decepcionar, cara. Você é tão bom para mim assim. O Lulu Santos tem uma música maravilhosa que ele fala assim: "Ela me faz tão bem que eu também quero fazer isso por ela". E eh eu não devo nada para Deus assim, Mas Deus
é tão bom para mim, tão tão tão tão tão tão tão bom que eu não tenho a pachorra. Se eu erro, eu erro por não por por vacilo mesmo, mas eu tento andar direito, eu tento fazer as coisas de acordo com que eu imagino que seria a vontade dele. Eu tento falar as coisas que eu imagino que estão dentro das perspectivas, porque eu acho que é por aí mesmo. Eu acho que Deus me deu nessa vida muito, muito, muito além do que eu merecia. Então, o que eu posso fazer é Ser reflexo dele aqui pras
pessoas e se eu consigo fazer isso, tá maravilhoso. [roncando] Duas dois elementos que me parecem ser muito importantes na vida, o autoconhecimento e a espiritualidade. O que que a gente perde quando a gente não tem esses dois elementos? A gente perde tudo. Você falou da dimensão da cruz, a dimensão horizontal e a dimensão Vertical. Autoconhecimento é a dimensão horizontal da cruz. Quando eu me conheço, eu me dimensiono. Que que aconteceu com Ícaro? Ícaro é um mito, uma história da mitologia grega que ele fez as asas de ser e asas derreteram, né? Ícaro e o pai
dele sonhavam em voar. E aí o pai dele e eles sentaram e imaginaram que eles podiam fazer alguma coisa. E o pai dele desenhou uma asa de cera. Só que o pai dele falou para ele assim: "Iccaro, você não voa muito perto Do mar, porque a asa pode molhar, encharcar e você afunda e você não voa muito alto, porque se você chegar muito perto do sol, ela é de cera, ela derrete, você cai." Ícaro empolgou, foi ficando alto, alto, alto, foi querendo cada vez mais alto, mais alto, mais alto. Chegou perto do sol, a asa
derreteu e ele morreu estar no mar. A história do mito de Ícaro é sobre não dimensionar-se e não saber os seus próprios limites. Autoconhecimento é Sobre dimensionamento, não é sobre ser perfeito. É saber naquilo que eu sou bom e naquilo que eu não sou tão bom e se dimensionar. Então, autoconhecimento não é uma coisa muito complexa. As pessoas, os grandes gurus ficam vendendo curso de autoconhecimento, de livro de autoconhecimento. Não, não é muito complexo não. Autoconhecimento é perguntar o que que eu sou bom, o que que eu não sou bom, o que que eu posso
Fazer com isso, o que que eu não posso fazer, o que eu gosto, o que eu não gosto. Se você responder essas perguntas, você já evoluiu muito no autoconhecimento. Então, duas dimensões, você falou muito bem, autoconhecimento e espiritualidade, que são as duas dimensões da cruz. Então, o autoconhecimento é a dimensão horizontal, é quando eu sei o que eu posso e o que eu não posso. Eu, Andreia, talvez eu saiba bastante ao meu respeito Sobre isso. Eu sei bastante dos meus limites. Então, as pessoas dizem assim, por exemplo, na atualidade: "Nossa, tá levando uma vida corrida,
né?" Eu falo: "Não tô, não tô, tá movimentada, mas corrida não. Eu conheço o meu ritmo de corrida. Eu saberia o que que seria corrido para mim, mas eu sei quando eu estou cansada. Eu sei das pessoas que eu não gosto. Eu sei das coisas que eu não quero fazer. Eu sei das coisas que eu quero fazer. Eu sei os meus valores. Então isso é autoconhecimento, é você saber do das suas potencialidades. Sei também naquilo que eu não sou boa. Por exemplo, eu não sou boa de administração, eu não tenho muita paciência com papel, contabilidade
jurídico, não sei que lá. Então isso eu terceirizo tudo. Eu não sou boa nisso e eu preciso reconhecer que eu não sou boa nisso. Então autoconhecimento é dimensionar-se, espiritualidade é verticalizar, é entender Existe algo para além de você. Eu posso muito bem maltratar ali um irmão de rua se a vida terminasse aqui. Isso não faria diferença nenhuma. Mas existe algo para além de mim. A vida não se resume a você, bonitão. A grande maioria das pessoas acha que a vida se resume a elas. Você acha que isso é o centro do universo, não é? O
que você faz reverbera na eternidade, em todos os aspectos. O que você faz ali com uma pessoa, você Pode ter certeza que vai reverberar em alguma área da sua vida. Essa é a dimensão da espiritualidade ou da transcendência. A vida não se resume a mim. Tem gente que fica assim: "Ai, eu não acredito em Deus. Você acredita em Deus?" Eu tô muito mais preocupada se Deus acredita em mim. Eu tô muito mais preocupada se a vida que eu tô levando leva Deus a acreditar em mim. A dimensão da espiritualidade não é sobre ter fé ou
ser ateu. A Dimensão da espiritualidade é sobre transcendência. As pessoas confundem crença com espiritualidade. Espiritualidade é sobre transcendência. Então, inclusive ateus podem ser espirituais, porque é sobre transcendência. É eu entender que a vida não se encerra aqui, que ela vai além. E se ela vai além, eu preciso me preocupar, porque se a gente não faz isso, eu posso qualquer coisa. O Raul Seixas falava isso. Se Deus não Existisse, tudo seria permitido. Ué, o que que eu não posso fazer se eu se eu não acreditar na dimensão da transcendência? Eu posso fazer qualquer coisa. Ué, >>
eu não tenho limites. >> André, como é que podemos ter um relacionamento de 30, quase 30 anos que você tá casada? Quais são os detalhes que a gente precisa observar para conseguir resgatar o que me parece que estamos perdendo aos Pouquinhos na sociedade, onde os relacionamentos estão tão voláteis? >> Para ter um relacionamento, né? Eu tô com um casamento aí de 26 anos, eh, primeiro a gente precisa ser mais realista e menos fantasioso. De perto ninguém é perfeito. Por que que os casamentos e os relações hoje duram pouco? Porque as pessoas se relacionam com a
fantasia e não com a realidade. A realidade ela não é esse esse príncipe encantado todo. Casamento Tem dia que o outro tá chato, tem dia que o outro não é aquilo que você espera. Eh, existe doença, existe ganho de peso, perda de peso, existe tantas perspectivas dentro de um casamento. Eu falo que quem conseguir levar um casamento até o último dia da vida já ganhou o céu. Você não passa nem no purgatório, porque todos os testes vão acontecer dentro de uma relação. Você começa se relacionando com a fantasia, sempre é o Fulano é bonito, ai
o fulano me falou um negócio, ai me mandou flores. É sempre pela via da fantasia, mas depois vai pra via da realidade. E a realidade ela é mais difícil de suportar. Então é entender que a sua esposa tem limitações, que muitas coisas vão acontecer, que muitas dificuldades vão acontecer. Então, a primeira coisa para que um relacionamento dure é você dimensionar ele dentro da realidade. O fulano não é perfeito, o fulano vai Errar, fulano vai me passar raiva. Eh, em alguns momentos eu vou achar ele uma pessoa que eu não quero estar juntos, mas eu costumo
dizer assim: "Respira, dorme e espera o outro dia." Se no outro dia você acordar e achar que vale a pena continuar com essa pessoa, dê mais uma chance. Não, não seja tão imediatista. Inúmeras vezes eu dormi falando, desejando que o Jorge falecesse. No outro dia eu acordei. [risadas] No outro dia eu acordei muito animada. [roncando] Segundo, relacionamento é sacerdócio. Relacionamento é sacerdócio. Eh, Jesus diz assim, aliás, o apóstolo Paulo: "Marido, amai as vossas esposas e morrei por elas como Cristo morreu pela igreja. O seu chamado ele é pouquinho, é só morrer pela sua esposa. É
pouca coisa que você precisa fazer. Só morrer por ela. É só dar a vida por ela. Relacionamento é sobre isso. Se você não está disposto a dar a vida pelo outro, Dificilmente é possível que o seu relacionamento persista numa linha do tempo. Quando eu tive Covid, 2021, aquela desgraça toda, né? Você tinha dinheiro para fazer tudo, mas não tinha possibilidades. E o Jorge é asmático, teve tem bronquite, tals. E ele ficou muito ruim do COVID, muito pior que todo mundo lá em casa. Eu também peguei. Só que no 10o dia eu comecei a piorar e
nós montamos quase uma uti lá em casa, respirador, catéter De oxigênio. Só que no 10º dia eu comecei a piorar e a fisioterapeuta me ligou, falou: "André, liga lá na pulmonar, pede um catéter de oxigênio para você". Quando ela chegou, ela falou: "Cadê o catéter?" Falei: "Menina, eu liguei em todos os lugares em Uberlândia, não existe mais catéter de oxigênio". Aí ela falou: "Mas você tá saturando muito baixo. Você corre o risco de ter uma parada respiratória até a ambulância chegar". O Jorge tirou o Catéter do nariz dele, pôis no meu. Ela falou: "Você não
pode, você também tá muito ruim". Ele falou: "Se tiver que escolher alguém para morrer, que seja eu, que não seja ela. Os meninos precisam mais dela que de mim. Se tiver que escolher entre nós dois, permita que ela, eu não quero ver ela sofrendo do meu lado. Eu vou, vou segurar aqui com esse pouco ar que eu tenho, mas eu não quero ver ela sofrendo. É sobre isso, assim, eh, é sobre tirar o catéter do Nariz e colocar no outro. Casamento é sobre isso o tempo todo. Alguns dias ele fez uma cirurgia e a cirurgia
acabou tendo uma intercorrência chata, teve uma hemorragia e teve que voltar pro centro cirúrgico. Naquela hora também eu tive a mesma sensação. Falei: "Cara, eu posso ter todo o dinheiro do mundo, eu posso ter toda a vida do mundo, mas não vai ter graça nenhuma se não tiver ele para curtir do meu lado". 26 anos depois. Então assim, eh, eu, eu, eu para mim Passa muito por essa perspectiva, assim, o Jorge já errou muito, eu já errei muito, a gente precisa se perdoar muito, quase todos os dias, mas eu daria a minha vida por ele
e eu sei que ele já fez isso por mim, assim, eu vejo que ele prefere o desconforto dele do que o meu desconforto. E eu tenho certeza que ele pularia na frente qualquer coisa para por mim e e para mim. Então eu eu acredito muito em relacionamentos que se aprofundam nesse nível. A relação de Paixão, ela é dopaminérgica. A relação de amor, ela é serotoninérgica. O que sustenta o amor é a serotonina. A dopamina é um hormônio, é um neurotransmissor de pico. Te dá um prazer rápido, mas dura pouco. A serotonina te dá um prazer
mais lento, mas dura por muito tempo. Casamento é baseado em serotonina. Se você espera corpos lindos, prazeres intensos, grandes alegrias, sua esposa todo dia Chegar rindo para você, é possível que seu casamento não vá durar. Você precisa se acostumar a um prazer que não é momentâneo, que não é de pico, mas que é constante. Aí é possível que essa pessoa vá caminhar com você pela vida. [roncando] Uma vez eu fui num velório de uma senhora paciente minha, eles tinham 60 e poucos anos de casado e ela faleceu e o maridinho, o senhorzinho e marido dela
tava lá. E aí, antes de fechar o caixão, eu falo que foi uma das cenas Mais lindas que eu vi na minha vida. Ele pôs a mão no peito dela e falou assim: "Eê Maria, primeira vez na vida que você me deu um desgosto, você foi embora antes de mim". Eu achei assim de uma sensibilidade, eu achei fantástico. E é isso, sabe? Assim, tem dia que eu não quero o Jorge perto de mim, tem dia que eu mando ele sair, tem dia que ele manda eu sair, tem dia que ele fala que eu tô chata,
mas eu não abriria a mão Dele na minha vida. >> [risadas] >> Que maravilhoso. André, pra gente fechar, o que que você diria para quem cansou da vida, para quem já não tá vendo mais perspectiva, tá questionando se faz sentido continuar. Você não cansou da vida, você cansou da dor. Eu já atendi muita gente com tentativa De autoestermínio e e inclusive atendi pessoas numa situação de tentativa de autoestermínio e depois eu acompanhei, fui buscar com ambulância já pessoas nessa situação. Todas têm o mesmo relato, as que queriam tentar e as que tentaram. Você não está
cansado da vida, você está cansada da dor que a vida se tornou. Isso pode ser uma luz no fim do túnel. Não é a vida que está ruim, é a condição. E se é condição, tem mudança. Então, eh, antes de qualquer desistência, antes de qualquer decisão, para e pensa o que que eu posso mudar, para quem eu posso pedir ajuda, para quem eu posso pedir socorro. Eu acho que sempre vale a pena. Eh, o desespero de ser tomado pela dor, de achar que essa dor é tão imensa que não vai mais valer a pena, faz
a gente tomar decisões burras. Precisa racionalizar, respirar e se dar mais uma chance e entender. Não é a vida que é ruim. Você está vivendo um Processo de dor. Eu não sei qual. Cada um tem a sua situação lá, mas é entender que é uma condição, não é uma situação, é uma condição. Se é condição, tem solução, precisa buscar solução. E e assim, quando você atende pessoas que já eh tiveram tentativa de autoestermínio, elas sempre vão dizer: "Eh, eu me arrependi muito. Eh, eu eu entendi que tudo que eu estava vivenciando é que me levou
a esse ato de desespero, porque Morrer é contrário à vida. De novo, biológico, nós somos seres que concorremos para a vida. A pessoa que tenta contra a própria vida, ela tá num estado de inconsciência. Conscientemente a gente não consegue tentar contra a própria vida. Então, uma pessoa que tenta contra a própria vida, ela está doente, ela precisa de ajuda, ela precisa de julgamento, ela precisa de socorro. Então, peça socorro. Essa é a grande questão. Dê oportunidade para Alguém eh te ajudar. Uma vez uma paciente me ligou, uma situação bastante dramática. Eu falei: "Onde você está?"
Ela falou: "Estou no viaduto. Eu estava com paciente na minha frente." Falei: "Flana, você me desculpa, mas eu tô saindo do consultório. A chave fica com você, fecha aí, depois você me entrega". Catamos o carro, fui lá pro viaduto, pus ela dentro do meu carro, levei pr minha casa, dei banho, depois devolvi ela pro marido dela e faria de novo e faria 20 Vezes assim. Se pode até ser para mim, se você tá vivendo uma situação limítrofe, peça socorro. Peça socorro. Antes de qualquer coisa, dê oportunidade a alguém de salvar a sua história. Não é
nem a sua vida, a sua história. >> Muito obrigado. Eu que >> maravilhoso esse episódio. Obrigada por tudo. >> Você sabe que a gente nunca aqui teve lenços aqui na lateral. [risadas] O Felipe colocou esses lenços aqui porque quando eu falei que a gente ia trazer você, ele falou: "Vocês vão precisar". E não é que a gente precisou mesmo. >> Eu imaginei, falei: "Eu devo ser muito chorona porque puser lença aqui. >> Você é de verdade. Parabéns pelo seu trabalho. Sou um grande fã e admirador. E que você continue prosperando muito, porque você toca corações,
toca almas, >> é recíproco. >> E faz transformações importantes na Sociedade. >> É recíproco. Obrigado pelo convite. Adoro seus vídeos. Os meus produtores também adoram seus vídeos. Eles que me apresentaram o seu trabalho. Eu fiquei encantada. Eu acho que você tem um tom de voz muito interessante. Não sei se já te falaram isso. >> Não. >> O seu tom de voz é muito interessante porque ele dá uma sensação de um mantra assim. A gente vai entrando no que você É sério que você vai falando >> pausado. Não, não é. Ele vai falando pausado e dá
vontade de ouvir o que vem depois. Assim, é gostoso de te ouvir. >> Que maravilhos. >> E as suas mensagens são muito maravilhosas. Assim, você fala coisas muito interessantes e você tem uma coragem. Você entra em temas polêmicos. Eu acho que esse é o negócio. Eu acho que esse é o negócio. Assim, tenha a sua opinião, independente de qualquer coisa. Seja surdo pra opinião dos outros. Tem a sua e só vai que as coisas vão dar muito certo. Gente boa precisa ocupar os lugares e você é uma dessas pessoas. >> Eu adorei esse conselho do
seu pai. Seja surdo para os outros. Bênção. Obrigado, André. Maravilos. Deus te abençoe. >> Você que ficou aí até o final, gostou do episódio, não se esquece de se inscrever para nunca mais perder um episódio maravilhoso como esse. Um beijo para Você e até a próxima semana. เ