[canto] [música] [música] [canto] [música] [canto] [música] [canto] [música] [música][canto] [música] [música] [canto] [música] [música] [música] de o [música] prou >> [música] >> Sou [música] a luz [música] A fé [música] acero. >> [música] >> os espíritos [música] >> [música] [música] >> Amém. [música] >> Muito obrigado. Podem se sentar. Este congresso reúne participantes provenientes de diferentes partes do Brasil e também do exterior. Queremos reconhecer e acolher de maneira especial cada uma das regiões aqui representadas. Convidamos os participantes provenientes da região norte do Brasil a se colocarem de pé. Aplausos aos participantes da região norte. [aplausos] [aplausos] Muito
obrigado. Podem se sentar. Convidamos agora os participantes da região Nordeste. A salva de palmas para a região Nordeste. [aplausos] Muito obrigado. Podem se acomodar. Convidamos os participantes da região Centro-Oeste. A salva de palmas para a região Centro-Oeste. [aplausos] Muito obrigado. Podem se sentar. Convidamos agora os participantes da região sudeste. [aplausos] Muito obrigado. Podem se acomodar. E por fim, convidamos os participantes da região sul do país. [aplausos] Muito obrigado. Podem se acomodar. Saudamos também com especial alegria os participantes que vieram de outros países. Convidamos os participantes provenientes do Paraguai, Uruguai, Argentina, Venezuela e Canadá. Salva de
palmas para esses participantes. [aplausos] [aplausos] Obrigado a todos os participantes brasileiros e estrangeiros a nossa mais calorosa acolhida. Que estes dias nos permitam experimentar como a música sacra e litúrgica, superando fronteiras e distâncias, pode nos reunir numa mesma linguagem de fé, beleza e comunhão. A direção geral deste congresso é exercida pelo professor Dr. Cleiton Dias, diretor do Centro de Estudos de Música Sacra e Liturgia da Arquidiocese de Campinas e do Coro da Arquidiocese de Campinas. membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia do Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e presidente
da sessão brasileira da Associação Internacional de Estudo do Canto Gregoriano, pelo professor mestre Danilo Delquiaro, diretor do Coral Delquearo. >> [aplausos] >> O primeiro congresso internacional de coros litúrgicos é uma realização do Centro de Estudos de Música Sacra e Liturgia da Arquidiocese de Campinas, do coro da Arquidiocese de Campinas e do Coral Delquearo. O congresso conta com o patrocínio da Baduco, com a parceria institucional da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia do Regional Sul da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e da edições CNBB, com o apoio cultural, editorial e acadêmico das da Paulinas COMEP
e da sessão brasileira da Associação Internacional de Estudos de Canto Gregoriano, com o apoio da PUC Campinas, Hospital da PUC Campinas. e com a paróquia Nossa Senhora Auxiliadora, que gentilmente nos acolhe neste dia. A todas essas instituições manifestamos nosso profundo agradecimento pela confiança, pela parceria e pelo compromisso com a realização deste congresso. Agradecemos igualmente a todos os colaboradores, Profissionais, fornecedores, apoiadores e voluntários que com a dedicação e generosidade contribuíram para tornar possível este encontro. Além de nosso convidado de honra, Monsenhor Marco Frizina, integram esta abertura, nesta abertura de mesa, o professor mestre Danilo Delquiaro, o
reverendíssimo padre César Almeida Siqueira, pároco da Igreja Nossa Senhora Auxiliadora, que acolhe a realização deste congresso, o reverendíssimo padre Fábio Fernandes dos Santos, coordenador arquiocesano de pastoral, e o professor Dr. Cleiton Dias. Acolhamos os integrantes dessa mesa de abertura também com uma calorosa salva de palmas. [aplausos] [aplausos] Convidamos inicialmente o professor mestre Danilo Delquearo para a sua mensagem de acolhida. Excelência Reverendíssima Monsenhor Marco Frizina, autoridades que Acompanham essa mesa, queridos maestros, cantores e congressistas, eu começo pelo essencial, agradecendo a Deus. É um daqueles momentos que percebemos que o resultado é maior do que o esforço
de quem organizou. Foram quase 12 meses de preparação, os seis últimos de muito mais preparação, reuniões, planilhas, decisões e ajustes que ninguém vê, mas se concretizam hoje. Como vocês podem ver, nada disso Isoladamente explicaria a alegria que existe nessa sala neste momento, nesta igreja maravilhosa, belíssima. Por isso que esse primeiro primeiro agradecimento é a Deus que abençoou e com certeza conduziu para que todos pudessem estar aqui tranquilos e participar deste evento. O senhor já tem uma ideia de como a influência, a presença e as suas composições ajuda-nos a rezar, a celebrar melhor as Missas e
como as suas obras atravessam So E convidamos agora o reverendíssimo padre César Almeida Siqueira para dirigir sua mensagem de boas-vindas aos participantes. Queridos irmãos e irmãs, sejam todos bem-vindos, né, à nossa paróquia Nossa Senhora Auxiliadora. É uma grande alegria abrir as portas desta casa para receber a tantos irmãos vindos, como vimos, de diferentes Lugares do nosso país, de outros países, para esse congresso de coros litúrgicos. E penso que não poderia haver imagem mais propícia, mais bonita de nos acompanhar nestes dias do que este mosaico que impera sobre esta igreja, o mosaico de Nossa Senhora Auxiliadora,
formado por mais de 30.000 pedrinhas, feito por um homem fugido da Segunda Guerra, um polonês chamado Aristarco Krajeevski. Um mosaico é formado por muitas pequenas Pedras. Cada uma tem seu lugar, sua cor e sua beleza. Mas é quando estão reunidas que formam uma única imagem. Assim também somos nós, vindos de tantos lugares, histórias, experiências diferentes, mas reunidos no intuito de formar uma única voz de louvor a Deus. Quero saudar de modo especial querido monsenhor Marco Frizina, maestro Cleiton Dias, regente do couro da Sé. desta arquidiocese. Também agradecer com alegria ao Danilo, A Rita Delquearo, padre
Fábio, nosso coordenador de pastoral e agradecer a cada um dos senhores e senhoras que entram nesta casa. Dom Bosco, nosso pai. Aqui somos salesianos de Dom Bosco. Ele dizia que toda pessoa que entra em uma casa salesiana é imediatamente tomado pelas mãos de Nossa Senhora Auxiliadora, que nesses dias, nas vidas, nos ministérios dos senhores e das senhoras, pela voz do louvor de Deus, a auxílium Cristianorum, Conduza-nos a todos e proteja-nos em nossas pastorais. Deus os abençoe. Sejam sempre muito bem-vindos. Obrigado. [aplausos] >> Agradecemos ao reverendíssimo padre César Almeida Siqueira pela acolhida e por abrir as
portas desta igreja para a realização do nosso congresso. Com a palavra agora o reverendíssimo padre Fábio Fernandes dos Santos para dirigir sua saudação aos participantes. Bom dia. Bom dia. >> Com alegria, nossa Arquidiocese de Campinas acolhe este bonito e importante congresso. Nós estamos imensamente gratos a Deus pela presença de cada um de vocês nesta terra tão abençoada que é Campinas. Nós somos uma arquidiocese composta de nove cidades, mais ou menos 2 milhões e meio de habitantes. E nós temos aqui entre nós a presença do professor Cleiton Dias, que tanto contribui pra nossa igreja arquidiocesana, mas
também a igreja no Brasil e no mundo, como nós sabemos. Sejam todos bem-vindos na Arquidiocese de Campinas. A minha palavra é simples, mas é de coração, eh, desejando que o congresso seja abençoado. Ao Monsenhor Marco Frizina, a nossa alegria e satisfação. Ao padre César, gratidão também pela Acolhida. Um bom encontro para todos vocês. Deus os abençoe. [aplausos] Agradecemos ao reverindíssimo padre Fábio Fernandes dos Santos por suas palavras e convidamos neste momento o professor Dr. Cleiton Dias, diretorgeral deste congresso, para sua saudação e para a declaração oficial de abertura do primeiro congresso internacional de coros litúrgicos.
Reverendíssimo Monsenhor Marco Frizina, reverendíssimos padres César e padre Fábio, meu aluno, amigo e companheiro na direção deste congresso, professor Danilo Delquiaro, autoridades eclesiásticas, civis, acadêmicas, queridos convidados, colaboradores e congressistas. É com profunda alegria que lhes dou as boas-vindas no primeiro congresso internacional de coros litúrgicos. Ver esta igreja repleta de pessoas Dedicadas à música litúrgica é motivo de grande emoção e gratidão. Para compreendermos plenamente o significado deste momento, precisamos recordar um pouco de nossa própria história. Precisamente hoje, dia 28 de agosto, nós recordamos os 15 anos da Páscoa de Dom Bruno Gamberini, quarto arcebispo metropolitano de
Campinas. Sob sua inspiração e com seu apoio, foi Criado em 2007 o Centro de Estudos de Música Sacra e Liturgia da Arquidiocés de Campinas. No ano seguinte, 2008, nasceu o couro da Arquidiocese de Campinas. E hoje, precisamente hoje, 15 anos depois de sua partida, e permitam um detalhe que talvez todos não saibam, Dom Bruno era compositor, organista e regente e percebia a necessidade de melhorar a qualidade litúrgico musical da nossa arquidioe. Então, hoje, precisamente 15 anos depois de sua partida, contemplamos muitos frutos da sua visão pastoral. Vemos uma igreja repleta de cantores e pessoas dedicadas
à música litúrgica. Vemos projetos de formação que cresceram e se multiplicaram. Vemos o couro da Arquidiocese ainda em plena atividade e temos entre nós, inclusive um couro que leva o seu próprio nome, couro Dom Bruno Gambirini. Dom Bruno compreendeu que cuidar da Música litúrgica significava também cuidar da formação, da participação da assembleia e da própria vida celebrativa da igreja. O que vivemos hoje é, em grande parte continuidade das sementes que ele ajudou a lançar e que tenho certeza de que lá do céu ele continua a olhar por nós. Nossa história ganhou um outro capítulo muito
importante em 2019, quando monsenhor Marco Frizina esteve conosco pela primeira vez. Naquele encontro, sua música, suas reflexões e sobretudo seu testemunho motivaram a todos nós a renovar o nosso compromisso com o serviço à música litúrgica. Desde então, quantas pessoas foram tocadas pela sua música? Quantas vocações musicais foram despertadas na igreja através dos seus cantos. Quantos cantores descobriram uma nova maneira de participar da oração da Igreja? Quantos coros nasceram em diferentes partes do Brasil inspiradas por aquele encontro de 2019? Talvez nunca consigamos medir inteiramente os frutos daquele encontro. Entretanto, hoje podemos contemplar muitos desses frutos diante
de nossos olhos nesta igreja repleta de pessoas que vieram de tantos lugares do Brasil e do exterior para estudar, cantar, celebrar e aprender. De 2019 até hoje, muita coisa aconteceu. Recebemos a nova edição do Missal Romano, que nos convidou a refletir sobre a íntima relação entre texto, rito e música. Assistimos ao fortalecimento de iniciativas de formação litúrgica e musical em diferentes partes do país. Novos coros foram criados, novos repertórios foram estudados e muitos projetos começaram a tomar forma. Vimos também nascer a sessão brasileira da Associação Internacional de Estudos de Canto Gregoriano, reunindo Pesquisadores, professores, regentes,
cantores, instituições comprometidas com o estudo, o ensino e a interpretação do canto gregoriano. Tudo isso nos recorda que a tradição musical da igreja não é uma realidade imóvel conservada apenas como memória de um passado distante. A tradição é uma herança viva. Ela é recebida, estudada, compreendida e transmitida. Em cada geração somos chamados a acolhê-la com fidelidade e ao mesmo Tempo a colocá-la a serviço da oração da igreja. O canto gregoriano, a polifonia, o canto coral, a música contemporânea e as novas composições litúrgicas não precisam ser compreendidas como realidades concorrentes, porque não são. Quando nascem de
uma verdadeira compreensão da liturgia, participam de uma mesma história e servem a uma mesma finalidade. Vz a oração da igreja. E é essa convicção que hoje nos reúne. A música litúrgica não é um elemento decorativo acrescentado à celebração. Ela nasce do rito, serve a palavra, favorece a participação e ajuda a comunidade a transformar em canto aquilo que crê, celebra e espera. Quando tantas vozes cantam juntas, cada pessoa oferece aquilo que possui, mas também aprende a escutar. Talvez seja essa uma das mais belas lições do Canto coral. Ninguém realiza sozinho aquilo que somente a comunhão pode
construir. Permitam-me agora dirigir algumas palavras diretamente ao nosso convidado, Monsenhor Marco Frizina, em sua própria língua. Monsignor Marco Frisina, la sua presenza tra noi, 7 anni dopo quell'incontro riveste per tutti noi un significato molto speciale. colga la nostra più sincera gratitudini Per essere tornato in Brasile, per aver accettato il nostro invito e per condividere ancora una volta con noi la sua esperienza, la sua riflessione, la sua fede e la sua musica. Le sue opere fanno ormai parte della vita di preghiera di innumervoli comunità. In questi giorni avremo il privilegio non soltanto di cantarle, ma anche
di conoscere più profondamente il pensiero, la spiritualità e il servizio alla Chiesa da cui esse sono Agradeço ao professor agradeço ao professor Danilo, com quem compartilha a direção deste congresso pela amizade, pela confiança e pelo trabalho realizado. Permitam-me também um agradecimento muito especial a minha esposa Elaine e a esposa do Danilo Rita Delquearo. >> [aplausos] [aplausos] >> Elane e Rita acompanharam durante meses a etapas, etapas de construção deste Congresso, assumiram inúmeras responsabilidades e realizaram um trabalho imenso, muitas vezes silênci invisível. sem a dedicação delas, a paciência e a generosidade, este congresso não teria chegado até
aqui. Agradeço também ao couro residente formado pelo coro da Arquidiocese de Campinas, pelo coral dequiaro, pelo coro Dom Bruno Gamberini e pela escola Cantorum Auxiliadora. Foram meses de ensaio, Preparação e e dedicação. Cada coralista ofereceu a sua voz, seu tempo e sua disponibilidade para construir a base musical que nestes dias acolherá tantas vozes e de todos os congressistas. Nossa gratidão também aos organistas e regentes Ana Carolina Saco, Felipe Bernardo e Rodrigo Lavanholi. [aplausos] [aplausos] Agradeço igualmente ao padre César que nos acolhe nesta igreja, ao padre Fábio, Coordenador de pastoral da Arquidiocese de Campinas, a todos
os profissionais, músicos, colaboradores, fornecedores, voluntários, a Orquestra Sinfônica de Indaiatuba, que estará conosco amanhã no concerto. E agradeço de maneira muito especial a cada um de vocês, congressistas. Alguns percorreram grandes distâncias até aqui. Eu sei de histórias de pessoas que pegaram barco, avião e ônibus e passaram horas para chegar a Campinas. É Um esforço que Deus conhece e com certeza irá recompensar. Peço que vivamos este congresso com disponibilidade, generosidade, espírito de comunhão. Que saibamos aprender uns com os outros, que nossa busca pela excelência musical jamais se separe da humildade e que o estudo da tradição
alimente a criação e que toda beleza construída por nossas vozes esteja verdadeiramente a serviço da liturgia e da igreja. O Espírito Santo, a quem invocamos no venator espíritus, inspire nossas reflexões, conduza nossos ensaios e faça de nosso canto uma autêntica expressão de fé. Que estes dias de estudo, convivência, canto e celebração produzam abundantes frutos para a música litúrgica e para a igreja. E com profunda gratidão e alegria declaro oficialmente aberto o primeiro congresso internacional de coros litúrgicos. [aplausos] [aplausos] >> [aplausos] [aplausos] >> Agradecemos ao professor Cleiton Dias. E antes de iniciarmos a nossa primeira conferência,
recordamos algumas orientações importantes. Pedimos que os aparelhos celulares permaneçam no modo silencioso durante as conferências, os ensaios e as celebrações. Teremos fotógrafos oficiais realizando a Cobertura de todo o congresso. Posteriormente, as fotografias oficiais serão compartilhadas com os participantes. Aqueles que desejarem fazer suas próprias fotografias poderão fazê-lo sem sair de seus lugares, bloquear os corredores ou interferir no trabalho da equipe oficial. Ao publicarem fotografias, vídeos ou comentários nas redes sociais, pedimos que marquem sempre que possível os perfis de Monsenhor e Maestro Marco Frizina, dos maestros Cleiton Dias e Danilo Delquiaro, do coro da Arquidiocese Arquidiocese de
Campinas, do Coral Delquiaro, da Paulinas COMEP e das demais instituições e apoiadores identificados na sacola oficial recebida. por cada congressista. Solicitamos a todos que observem rigorosamente os horários indicados na programação para que possamos cumprir integralmente todas as atividades Previstas. Para facilitar a realização dos ensaios, pedimos aos congressistas que permaneçam sempre nos setores correspondentes aos seus naipes, sopranos, contraores e baixos, observando a sinalização e as orientações da equipe. Os banheiros e bebedouros estão localizados nas duas laterais da igreja, tanto do lado direito quanto do lado esquerdo. Não é permitido consumir alimentos no interior da igreja. Durante
os intervalos e as Refeições, utilizem, por favor, exclusivamente os espaços indicados pela equipe do Congresso. Os receptores de tradução simultânea serão utilizados durante as conferências. Pedimos que sejam conservados com cuidado e devolvidos de acordo com as orientações da equipe responsável. Por razões de segurança, mantenham sempre livres os corredores, as portas, os acessos e as saídas de emergência. Em caso de dúvida, necessidade de Atendimento ou emergência, procure um dos voluntários devidamente identificado. Há também a disponibilização de uma ambulância localizado logo na entrada do colégio. Agradecemos a atenção e a colaboração de todos. Convidamos agora os os
membros da mesa de abertura a ocuparem seus lugares reservados. Monsenhor Marco Friisina permanecerá à mesa para a primeira conferência deste congresso. Enquanto os participantes da Mesa ocupam os seus devidos lugares, vamos salvá saudá-los mais uma vez com palmas. [aplausos] Só um recado breve a respeito dos fones. Então, os fones são usados para as palestras porque elas serão feitas em italiano e no fone vocês escutaram a tradução em língua portuguesa. Então, o fone não serve para amplificar a nossa fala aqui em português. O fone só é ativado quando está falando em italiano, Porque aí lá na
cabine nós temos o Cláudio, o nosso tradutor, que fará a tradução. que o fone apresentar algum problema, diria que vocês discretamente saíssem, fossem até a mesa receptora do lado de fora, onde os técnicos poderão auxiliá-los. Nós da organização não temos competência para auxiliar nos fones, apenas os técnicos. E a e pra gente não atrapalhar a palestra, então que a gente faça isso com descrição. Quando começar a palestra começará em italiano e aí você já ouvirão a tradução. Daremos início agora à primeira conferência do primeiro congresso internacional de coros litúrgicos intitulada A música como parte necessária
e integrante da liturgia. Teremos a honra de ouvir Monsenhor Marco Frizina, sacerdote, compositor e maestro italiano, cuja obra musical e cujo serviço à Igreja constituem uma Referência internacional para música sacra e litúrgica. Permane permanecendo à mesa, Monsenhor Marco Frisina dará início à primeira conferência deste congresso. Com a palavra, Monsenhor Marco Frizina. Espero [aplausos] que vocês me ouçam, mesmo com a tradução, eu hoje eu estou rouco. Percebem? O diabo está tentando pôr alguns obstáculos, Mas nós não vamos ceder. E da mesma forma o nosso congresso ouvindo o que o Espírito Santo vai nos dizer. A introdução,
as introduções que foram feit feitas antes são muito preciosas. Porque nos disseram também o propósito desta obra. Vamos lembrar sempre, já conecto sempre o fim do nosso compromisso, a finalidade do nosso compromisso, do Nosso ministério, que é o de cantar e fazer cantar os louvores de Deus. É um verdadeiro ministério, é uma tarefa, é uma missão também composta de muitos níveis, desde os menores cantores até o maestro compositor, mas todos compromissados da mesma forma para fazer com que o louvor a Deus possa ser sempre mais verdadeiro e autêntico E possa se difundir em todo o
mundo para todas as pessoas. Hoje de manhã nós vamos nos concentrar a nossa atenção na música e o seu significado, tanto para o homem quanto para a liturgia. Porque por é que a música é importante? Principalmente porque Deus a criou. Deus quis a música e a quis desde quando criou as vibrações que Existem na natureza. entre vocês, com certeza, a quem estudou física, quem ama também ler determinadas coisas que dizem respeito à acústica, etc. Mas é sempre fascinante ver que todo corpo produz música, >> vibra e na natureza tudo ressoa tudo sempre. O que é
bonito é que essas vibrações entre si estão numa ordem, numa Proporção, numa harmonia. A palavra grega harmonia é a capacidade das coisas, de que elas possam ter uma ordem e que reciprocamente traz um equilíbrio. E esse equilíbrio é estável. Harmonia. >> A harmonia. >> Quando Pitágoras descobriu os sons harmônicos. Vocês conhecem? Eu imagino, uma corda. Pensem numa corda de piano. Se ela for e percutida, repercutida na metade, ela produz 1 o acima da da corda livre. Se for a um terço é um outro harmônico, mas só naquele ponto vai ser uma quinta superior, depois uma
quarta, depois uma terça e sempre menores, com proporções sempre bonitas, fixas. E diria que os sons harmônicos são uma espécie de assinatura de Deus, do músico Deus, Que quis pôr uma harmonia em todas as vibrações que existem e quis que os primeiros cinco harmônicos produzissem um acorde perfeito maior. É a nota livre. A corda livre. Primeiro harmônico depois os outros harmônicos cada vez menos audíveis, um pouco mais próximos, maravilhosos. vocês pensarem um pouco, isso permite entender que o universo inteiro é harmônico, as cores, Os movimentos, tudo, >> tudo é música. >> E não é simplesmente
sons que são executados, mas é a harmonia que a gente degusta, ama. que nos fala de Deus, como diz o Salmo 18, nós vamos cantá-lo amanhã. O céus proclamam a glória de Deus e o e o firmamento, a obra de suas mãos. A Música nasce da criação, mas existe a música para todos. São os homens, os seres humanos aqui percebem a música e aí ouvem. Os animais ouvem os sons, mas não vem a harmonia. Eles ouvem os sons. Vocês dão, fazem um chamado pro cachorro, o cachorro vem, porque esse som é um chamado para ele.
Mas o cachorro não põe o fone de ouvido Para ouvir Betoven. Imagine o cachorro com o fone de ouvido ouvindo Bethoven, porque para ele ele não tem a possibilidade de captar a harmonia que Deus fez. Isso só é possível para quem tem uma alma. É assim. E o homem tem uma alma capaz de compreender a Deus. Então, compreende as suas obras, Compreende o seu sentido, o seu significado. E o significado do universo é o logos, diria João. É o verbo de Deus, por meio do qual todas as coisas foram criadas. Para ele é que tudo
foi feito e sem ele nada do que foi criado foi feito. Pensem como Deus criou o universo, olhando para o filho, a segunda pessoa da trindade, E através do filho fez todas as coisas para que pudessem contar Deus, narrar Deus. pudessem descrevê-lo, manifestá-lo. Então, também através da música, fazer ver a sua beleza. Então, o homem feito à imagem e semelhança de Deus, feito à imagem e semelhança de Deus, é preciso lembrar-se disso. O mundo de hoje já não se lembra disso e acha que que é assim. O homem é por Acaso. Não. O homem é
feito à imagem e semelhança de Deus e é tão próximo de Deus que às vezes crê que é Deus. E aí nascem os problemas. Mas quando o homem sabe compreender a beleza de ser a imagem e semelhança de Deus, ele aproveita, ele goza plenamente a beleza que lhe foi dada. Então, todas as criaturas falam a ele. Vamos dar um exemplo. Aqui no Brasil, eu gosto de ouvir os pássaros. que cantam de uma forma diferente, porque são espécies diferentes, mas tem uma verdadeira, um verdadeiro dote, porque sabem articular os sons de um modo original. Alguns fazem
pequenas melodias e é bonito ouvi-los, mas os pássaros não cantam. Os os pássaros fazem o som deles, gorgeiam e Deus deu a eles a de desculpa, eles fazem versos. Deus deu a possibilidade deles fazerem versos. E tem um compositor do século eh XX que andando na Caledônia, ele estudava os cantos dos pássaros e ele os transcrevia. era apaixonado pelo canto dos pássaros. Mas só ele que percebia isso se dava conta. Só o ser humano Percebe, se dá conta de que os pássaros, nós dizem que eles cantam. Para nós, homens, os pássaros cantam. Por quê? Porque
nós sabemos ler de alguma forma o seu significado. Os pássaros não cantam. é o chamado que eles fazem entre si. Mas o homem diz, os pássaros cantam quando a primavera, principalmente na Europa, depois do inverno, os pássaros fazem os ninhos e então há uma sinfonia constante de Abril em diante cantam e cantam porque chamam-se uns aos outros para fazer o o ninho. É a primavera. E nós dizemos: "Que bonito é a primavera, é a vida". Se nós estivermos num bosque e ouvirmos não só os pássaros, mas as folhas, o farfalhar que fazem, né? Eles farfalham.
É, é um barulhinho assim de chuva e nós estamos felizes Em ouvi-los. Como a gente gosta de ouvir a água correndo por um riacho. Isso é uma coisa dos seres humanos. O homem percebe na natureza a natureza de Deus e isso o deixa feliz. Não ficamos felizes por ouvir o barulho do trânsito ou o barulho terrível das bombas ou da destruição. Isso não é música. Não é música. Mas o que Deus fez nos preenche. Beethoven escreveu a sexta sinfonia Pastoral para descrever os sentimentos que produziam nele a aproximação da natureza. E ele fez uma obra
prima que nos fala de Deus que canta na natureza. Ele ia, ele andava pelos prados. Ele ia para um parque em Viena, ele andava lá, era um homem muito atormentado, mas lá ele encontrava paz e encontrava paz ao ouvir. E ele descreve isso. E aqui existe uma outra Passagem. Esse tema para ele é o tema. da paz. Vocês ouvem, percebem? É a paz para nós homens. Se eu mostrar para um cachorro, ele não vai estar nem aí. Ele ouve, ele ouve os sons, mas nós dizemos: "Nossa, descreve a paz". Então, a música adquire um propósito.
Fala ao homem e o coloca em equilíbrio, O deixa na paz, às vezes, na alegria, às vezes descreve a dor, o amor, tudo o que é profundo no coração do homem, a música pode comunicar. Por quê? Uma parte disso é misteriosa, mas os sons produzem a vibraçoras em nós como uma empatia. Um recém-nascido também. O recém-nascido logo, Ele ouve, ele é uma atração que os sons têm sobre nós. Se eu fizer isso, vocês pensam em algo positivo ou negativo? negativo, uma tensão, uma tensão, um medo. Nos filmes, eles fazem essas coisas para descrever, né, o
thriller, o medo, o assassino com a faca chegando. Então a gente ouve. Mas quando nós queremos descrever a Alegria, a música é outra e é universal para todo mundo vale isso. Quando Vivalde quer descrever a vida que chega na primavera, è la gioia, no della vita, vedete? É uma alegria muito diferente daquilo, mas em nós produz isso. >> Agora eu vou falar uma coisa engraçada. Quando um jovem se apaixona, >> entra num estado paranoico. [risadas] Então, a paixão é uma espécie de Monomania. maravilhosa, porque Deus quer que exista essa monomania, essa loucura. Quando a gente
se apaixona, um jovem homem passa do estado selvagem ao domesticado do bárbaro ao nobre, porque nele surge um outro mundo. que quer ser agradável, bonito, educado, Limpo, todas essas coisas. Já as garotas quando se apaixonam ficam uma hora mais na frente do espelho, tem que estar sempre bonitas. O que eu vou vestir? O que eu não tenho nada para vestir. As mulheres sempre têm isso. 15, 16 anos é uma tragédia. As mães sabem que quando acontecem essas coisas significa que se apaixonaram. E depois o que fazem? Escrevem seus Pensamentos eh um ao outro, escrevem na
forma de poesia. É estranho. O homem e a mulher se tornam de repente poetas. Não dizem a gente se vê as três mas diz amor vamos nos encontrar as três um beijo etc ou então nos bilhetes nos nos cartões de aniversário, aquelas coisas poéticas que São tão doces que dá diabetes, [risadas] >> mas é Mas é normal, é normal. Algo de louco que acontece. E mas tem mais uma coisa que tudo isso se conecta perfeitamente com uma canção, um canto, uma melodia. Eu acho que todos vocês têm na sua memória uma música que recorda um
momento de amor no Sentido mais bonito, um momento do coração no seu passado. A música tem esse poder de nos recordar as experiências vividas. é muito forte, se incide na nossa memória afetiva, profundamente. Então, os apaixonados fazem a serenata. Agora já não fazem isso. [roncando] Agora os jovens dizem: "Ah, ouve só no Spotify essa música." [risadas] Agora eles fazem assim, mas é a mesma coisa. Mas antigamente era muito mais bonito, porque debaixo da jan da janela da amada, o jovem ou cantava ou fazia, mandava alguém cantar, porque às vezes ele era desafinado. Ele mandava cantar
a canção que descrevia os seus sentimentos, uma serenata de amor. E vejam que 90% eu acho, da música da do das canções falam de amor. Vocês já perceberam? 90% por quê? Porque a música descreve as coisas mais profundas do ser humano. E não há nada mais profundo do que o amor. Não há nada mais profundo. Pelo contrário, o amor é a substância mesma do homem, Porque Deus é amor e nos fez como ele para amar. E quando nós vivemos o amor ou descrevemos ou o cantamos, ficamos felizes porque somos nós mesmos. E isso nos deixa
não só felizes, mas alegres, nos faz sorrir. Suportar o amor nos faz suportar, inclusive as coisas mais duras, mais difíceis, mais pesadas. O amor vence tudo. Essa é uma expressão de Virgílio, o poeta latino. Amornia vinchet. Mas é verdade. É o que Jesus vai dizer de maneira explícita, que o amor é o primeiro dos mandamentos. Ora, a música e o amor estão sempre ligados. A gente canta por amor. Lembram-se que dia é hoje? 28 de agosto. Que memória é hoje? >> Santo Agostinho. O papa é agostiniano. É. E ele já disse várias vezes essa expressão,
nós temos que lembrá-la hoje. Agostinho diz que canta-se por amor. É o amor que nós cantamos. E é assim mesmo. Então vamos agora entender bem todas as coisas como são. Se é verdade que o homem encontra na música A linguagem perfeita para expressar os sentimentos mais profundos. Então, encontra na música o o melhor instrumento para descrever o amor. E cantar se torna um modo de manifestar o amor. Isso ocorre entre os homens. Isso acontece quando também quando nós falamos com Deus. Se o amamos, se o amarmos, vamos cantar. >> Claro, isso é importante, senão não
dá para Entender o valor da música. Mas isso também significa que uma que a música é uma coisa importante. A gente não pode jogar fora, rezar. A gente não pode também só eh usá-la, desfrutá-la para coisas baixas, mas para coisas altas. A música não se se acopla com coisas banais, ela se acopla sempre a coisas grandes. E eu vou dar um exemplo. Se nós formos fazer compras, Não podemos cantar a lista de compra, senão e a gente começa a rir. 1 kg de batata. de feijão, o vendedor vai começar a rir. A gente tá rindo
também, vocês veem porque é impróprio isso. O texto é tão banal que não funciona com a, não se encaixa bem com a música. A música o torna ridículo. De fato, quando isso é feito, Isso se faz na comédia para fazer rir. O Mozart na Dom Giovanni faz o leporelo, faz a lista das conquistas de Dom Giovanni e Leporello, que é o seu servo, diz: "Essa lista, ele a lê para sua mulher. Ele diz na Itália 640 são conquistas na Alemanha 331 na França e na Turquia 91 mama. Mas na Mas na Espanha já são 1003.
Vocês vem que é cômico, é uma lista. Mas deixa de ser cômico quando a música descreve coisas grandes. Por exemplo, quando nas Olimpíadas eles fazem um hino nacional, todos se colocam assim, se comovem. >> Por quê? Porque a música descreve o orgulho de ter vencido pela sua própria pátria, a medalha de ouro. Pense, se em vez da música eles usassem Só as palavras do hino, ouviram de hipiranga, as margens plástas, etc., já não teria emoção, mas o hino é todo é a música, porque descreve algo grande, assim como no estádio, pensem, no estádio, quando eles
aclamam o time do coração, eles fazem aclamações. O estádio inteiro, sem ensaios, hein? Ficam perfeitos. O o amor do pelo time é tão grande que todo mundo se torna cantor. E é a música. Eles não falam, eles cantam. vem que quando há sentimentos grandes envolvidos, a música entra em todas as religiões, todas antigas e modernas. A música sempre foi a linguagem fundamental do rito religioso, de qualquer rito religioso. Porque não se fala a Deus, mas se canta. Por quê? Porque o canto é superior. O canto faz com que as palavras que dizemos se tornem maiores,
mais elevadas. Então, se eu canto uma frase, por exemplo, na nossa liturgia, se eu a digo ou a canto, tudo muda. Kon é uma oração que eu dirijo a Deus, mas se eu digo É outra coisa. Vejam que a música é usada na liturgia para dar altura. grandeza aquilo que nós dizemos. Então tudo se torna maiúsculo. Então vamos trazer ordem aqui para Então Deus cria a música para que ela possa ser uma linguagem especial para expressar Aquilo que nós carregamos de grande no coração e possamos manifestá-lo através do amor, porque o amor é a maior
e mais bela para manifestarmos a nossa imagem e semelhança de Deus. E quando nós cantamos na liturgia, por exemplo, quando nós cantamos em outras ocasiões, Nós expressamos o nosso amor a Deus e expressamos também o amor pelos irmãos. Porque uma das características da música é que ela não pode ser feita sozinhos. Quer dizer, a gente pode cantar na frente do espelho sozinho, mas não é bom assim, não é bonito. Vocês quer ter pelo menos um ter pelo um pelo menos um ouvinte, senão que sentido tem porque a música é comunicação. comunico algo, o amor. Então,
a música une. É, é bonito quando os jovens se reúnem e cantam juntos com violão. Eles se reúnem e começam a cantar juntos. O bonito disso não é o que é cantado, mas é cantar juntos. E o que se canta é uma ocasião para fazer música junto. É a grande experiência da comunhão. Hoje nós somos 1 aqui e é bonito. Amanhã nós faremos isso juntos Cantar e nos sentirmos como uma só coisa, mesmo sendo mil. Isso só a música pode fazer. Nenhuma outra coisa é capaz de unificar o diferente. O Cleiton mencionou isso antes. Pensem
numa partitura. Amanhã vamos ter algumas partituras, muitas que são bastante complexas. Tem a flauta, o oboé, o fagote, as trompas, os tímpano, os metais, o órgão, os Violinos, a viola, violon, celo, contra baixo, o couro, soprano, os tenores, etc. Quantas linhas, quantas melodias diferentes? Quantas melodias diferentes. Hoje à tarde vamos falar disso, mas depois tudo funciona numa única música. É um milagre. É um milagre da música em que as diferenças são necessárias. para termos uma unidade mais bonita. É Como a igreja, o Papa também fez referência a um trecho de Inácio de Antioquia que fala
da igreja que é como um couro e ele fala de um coro e formado de pessoas diferentes que cantam juntas. Essa grandiosidade na música pode ser também muito íntima. duas pessoas, três pessoas, quatro pessoas, mas o mecanismo não muda. Então vocês entendem que a igreja sempre usou a música. Sempre usou a música. Por quê? >> Porque a escrita sempre usou a música. Se vocês abrirem uma Bíblia, até se derem só uma passada, como um livro, vocês vão ver que há muitos, muitas páginas com o texto em versos. Vocês já notaram isso? Mesmo nos oráculos dos
profetas, em outros textos também, inversos. São versos, mas eram cantados todos. Na antiguidade, a poesia não era lida, ela era cantada sempre. Depois os 150 salmos, 150 são muitos os salmos. A palavra salma é uma palavra grega que traduz as palavras hebraicas que estão no saltério. Mais de uma são são diversificadas, Que são palavras que indicam o canto. 150 cantos importantíssimos, porque são sínteses de textos bíblicos mais amplos do ensinamento bíblico e se que se torna oração. Então o mecanismo volta aqui. O que nós ouvimos, o que nós sentimos ultrapass quando ultrapassa um determinado nível
deve tornar-se poesia. E quando se torna poesia, de repente se torna canto. É como se a comunicação quando atinge uma qualidade superior, ela fica muito restrita na prosa, muito apertada. E como seria bonito se nos parlamentos, no Senado, em vez de falarem, se eles cantassem. Por que vocês estão rindo? Porque eles não poderiam dizer coisas bestas. Eles teriam que dizer somente coisas Importantes e eles aprenderiam que eles precisam fazer juntos as coisas porque não dá para cantar sozinho. Então eles diriam logo: "Vamos fazer junto isso aqui". Porque também é mais fácil, mais confortável fazer junto.
A pessoa que é menos afinada se apoia em quem é mais afinado. Vejam que bonito. Então, a pessoa mais fraca tem a mesma força da mais forte. Se criaria uma verdadeira comunhão, Inclusive no parlamento, mas eles não cantam. Ai, ai, ai, todos querem ser solistas. De vez em quando sim, mas sempre. E os outros têm que estar ali para ouvi-los, ouvir o solista. Nós rimos com isso, mas normalmente é o que acontece. Então, nisso também a música nos ensina algo mais. É por isso que quando Moisés atravessou o Mar Vermelho, amanhã vamos cantar esse Canto
junto com Israel. Tudo é contado no capítulo 14 do Êxodo. Eles contam a passagem do mar. Então, Moisésa um canto. Pensem um homem eh de 80 anos que começa a cantar octogenário. É simbólico esse canto e entre nós ele o copiou da irmã Miriam. Nós sabemos, tá escrito, tá escrito, hein? Porque a Miriam tinha um grupo e tinha escrito esse o início desse canto. Cantamos ao Senhor porque, etc. nessa parte. E Moisés então copiou a ideia da irmã e como Moisés era Moisés, então se tornou um hit para pro povo todo. Essas coisas acontecem como
quer que seja. No capítulo 15, eles precisam repetir Todo tudo o que tinha acontecido, mas dessa vez em forma poética, no em canto, porque uma coisa é contar o que Deus fez, outra coisa é cantar-lo. Por exemplo, outro exemplo, >> Maria vai até Isabel. Isabel diz: "Bendita és tu, porque aqui devo que a mãe do meu Senhor, bendito fruto, etc, etc." E Maria canta, Parece como nos musicais, que num certo ponto a orquestra começa e o e o ator canta. É uma coisa absurda. Não é que alguém normalmente vai lá e começa a cantar para
dizer uma coisa. Qual a orquestra? Por que que surge de trás? Ninguém sabe de onde. Maria canta porque ela não pode dizer: "Ah, minha alma engrandece o Senhor". Ela tem que cantar. Porque Maria sabe que precisa expressar Algo gigantesco. Tanto é verdade que a primeira palavra que ela usa em grego é é essa aí. Torna grande. A minha alma engrandece o Senhor. Porque ela explode num hino de gratidão e louvor e canta. Assim como Zacarias era, estava mudo, João Batista nasce, tem a circuncisão que nós que nome vamos dar? E a mãe diz: "João, mas
não tem nenhum João aqui." E Zacaria escreve assim: Johanm e o que ele faz então? Canta. Ué, mas ele era mudo. A boca se abre não para falar, mas para louvar a Deus. E até os anjos no paraíso estavam ali esperando o nascimento de Jesus. Imaginem com todas ensaios que eles fizeram por milênios, os anjos Desde a época, quando chega, quando é que chega? Nós preparamos o glória. E quando que ele vai chegar? E Lucas diz, Lucas descreve assim: "De repente o céu se abriu de repente como uma cortina e eles logam glória. Mas eles
têm que cantar, devem cantar o glória. Não podiam dizê-lo. Como você pode dizer o glória? É a glória a Deus e a paz aos homens que finalmente são perdoados por Deus, encontram em Deus o pai perdido. E é uma festa. Imaginam que espécie de glória, de cor e orquestra que eles não tinham preparado. O velho Simeão também pegou Jesus nos braços e cantou. Estava feliz, realizada. Estava realizada a espera, concluída a espera. São Paulo, que também era um tipo muito Sério, era muito sério, mas ele também tinha que incluir os cantos nas cartas. Como ele
pode dizer algumas coisas se não cantando a carta aos Efésios, Colossenses, Filipenses? Por quê? Vocês veem, o canto se torna para a igreja como nas na escrita, nas escrituras, a expressão mais bonita daquilo que o coração humano já não pode dizer, mas deve cantar, é o louvor. Tanto é verdade que no apocalipse, no livro do apocalipse eles dizem que nós cantaremos sempre. É uma série de cantos o apocalipse. Aleluia. O canto de Moisés é glória. Só tu, Senhor, és digno, etc. São só cantos. E eu não sei como que os desafinados vão fazer. Quer dizer,
no paraíso será que eles entram? Mas prestem atenção, aqui na terra Somos chamados a fazer os ensaios de canto. vida na terra são os ensaios, porque temos que aprender a louvar a Deus com a nossa vida, porque quando formos lá vai ter a prova e o juízo de Deus não vai ser como o de um tribunal, não. Não. Eu imagino que vai, o Senhor vai est lá primeiro deixando passar os futuros beatos. Ele vai passar por Santa Cecília E talvez ao lado de um músico também, um bar, palestrina. E essa Santa Cecília vai lá e
vai dizer: "A sua vida foi muito, muito desafinada. Cecília, ela morreu mártir por amor a Deus. testemunhando o amor a Deus até o martírio. Ele entende uma vida afinada. na sua vida. >> Então a sua vida diz: "Ah, >> já que a sua vida, como não é de jogar Fora, >> vai pro purgatório fazer as os ensaios de canto, [risadas] >> esperando que não tinha ninguém que que diga: "Essa pessoa aí não tem salvação". E quem cantou bem na sua vida vai entrar cantando, porque senão vão chegar lá e vão ficar mal, se sentindo mal
cantando os louvores de Deus quando não são capazes de fazê-lo de verdade. Lá tem que fazer os ensaios antes. Se você não fez aqui, faz lá. Eu brinco dizendo isso, mas vejam, vai ser assim. Eu digo de uma forma cômica, meio irônica, mas é assim. Vejam que a liturgia se serve da música para nos treinar no coração, para fazer com que o coração se torne de verdade o coração simples de quem canta o amor de Deus. Não podemos pensar na música como uma exibição. Não. A música é um momento de alegria e Fraternidade. É um
momento de festa juntos porque cantamos o amor de Deus. Santo Agostinho nos ensinou isso porque ele mesmo tinha experimentado quando em Milão ouviu cantar, ouviu a comunidade de Milão cantar os hinos que Santo Ambrosio tinha escrito para o povo e ele se comooveu. naquele canto, naqueles hinos, que Deus o chamava no amor, a estar com ele. Ele mesmo diz: "Então, esta manhã estamos concluindo o nosso encontro dessa manhã. A música é um grande dom de Deus. [roncando] É um dom universal. É bonito. Eu aqui preciso de tradução, mas amanhã com a música não vai ser
necessário. A música fala todas as línguas e fala as línguas do coração. As linguagens humanas, por sua vez, são sempre diferentes, porque nascem das experiências de cada lugar, de cada tradição, linguagens. de muitas coisas. A música nasce no coração e tem por fim outra o outro. E amanhã todos juntos viveremos com a música a beleza de nos sentirmos um só coração. E aquilo que na liturgia deveria sempre Estar presente. Ruim ver numa liturgia o couro cantando e toda uma assembleia como esta que parece é marmorizada, uma estátua imóvel, petrificada. Alguma coisa não tá funcionando aí.
Se eu canto um aleluia e os outros estão ali indiferentes, >> não funciona. >> Agora vocês vão fazer um ensaio e hoje à tarde Nós faremos algumas trocas de horário. Eu peço desculpas, mas eu estou, vocês percebem? Eu tô completamente afônico. Eu corro o risco de não poder, não conseguir falar. Mas hoje à tarde vamos falar, tá? Fazer mais um passo. Vamos falar de como o canto gregoriano, a polifonia, como a tradição da igreja fez, tornou seu o ensinamento da escritura. e também entender as formas da liturgia Como no fim funcionam, porque expressam de muitas
formas diferentes os sentimentos de amor da igreja esposa ao ao seu esposo. Então, a hora chegou ao fim. Bom prosseguimento e hoje à tarde nos veremos mais uma vez. >> [aplausos] >> Agradecemos profundamente ao senhor Marco Frisina por essa tão agradável e inspiradora primeira conferência e pelas Belas reflexões que acaba de partilhar conosco. Foi uma verdadeira alegria poder ouvi-lo e desfrutar de sua experiência e sua sensibilidade musical. Acolhemos novamente nosso querido conferencista com mais uma calorosa e merecida salva de palmas. >> [aplausos] >> Passo agora a palavra para o professor Dr. Cleiton Dias, diretor geral
deste congresso. Eu tenho certeza de que essas palavras, Monsor Marco Friisina irão ecoar em nossos corações durante esses dias e que possam também e em nossas paróquias e comunidades quando retornarmos e colocarmos em prática tudo aquilo que vivenciamos. Como vocês viram Monsenhor falar no início da palestra, ele está com uma dor de garganta muito forte. Ele chegou praticamente afônico hoje de manhã aqui. Nós já passamos com o médico que fez a consulta e orientou que ele faça um Repouso maior entre uma conferência e outra para ele poder recuperar a voz. A nossa programação seria palestra,
ensaio, palestra, ensaio. Então, pra gente poder poupá-lo um pouco mais, nós vamos inverter. Nós vamos dizer palestra que acabou de acontecer, ensaio, ensaio. E aí ele volta só no final do dia pra palestra. Assim ele consegue recuperar a voz para fazer a segunda conferência do dia. O que muda agora de manhã? Não muda nada. Na parte da tarde, em vez da Palestra 14:30, nós vamos fazer o ensaio às 14:30 e a palestra fica para as 16:30. apenas essa alteração e amanhã a mesma coisa para que ele possa recuperar a a voz. Os ensaios já estavam
sendo programados para que eu mesmo conduzisse vocês. Ele não iria fazer os ensaios porque ele precisa se poupar para reger o conserto porque o o conserto é uma maratona, né? Então, a gente vai neste momento aguardar as orientações do nosso querido mestre cerimônias Fabrício. E Vamos para o cafezinho. Depois do cafezinho a gente retorna para o ensaio. Vamos ouvir o que que ele tem para dizer. Teremos agora um intervalo de 30 minutos para o coffee break e recordamos que não é permitido consumir alimentos no interior da igreja. O cof break será servido na área externa
da igreja. Aproveitamos para informar que no salão paroquial estão instalados os standes de editoras e instituições participantes, Entre elas Paulos, Paulinas, Vozes, Loiola, edições CNBB e a Sessão Brasileira da Associação Internacional de Estudos de Canto Gregoriano, além de outros expositores. Destacamos a nova publicação da edições CNBB, Cantos do Missal Romano, com todos os prefácios e orações eucarísticas, coordenada pelo professor Dr. Cleiton Dias, que estará disponível durante o congresso por um preço promocional. Também poderão ser adquiridos em Condições especiais exemplares do caderno de partitura do novo álbum de Monsenhor Marco Frisina, publicado pelas pela Paulinas COMEP
e já recebido pelos congressistas como parte do material do congresso. Convidamos todos a visitar os estandes durante o os intervalos e pedimos que retornem aos seus lugares com antecedência, pois às 11 horas iniciaremos pontualmente o ensaio coral um. Desejamos a todos um bom intervalo. Tá bom. Eu gostaria de pedir então Silêncio, porque sem silêncio não há música. >> Peço que vocês então agora peguem o livro de partituras da do conserto ou as pastas, enfim, o tablet, como vocês quiserem. Página três, Cristo, nossa esperança. O couro residente de pé, por favor. Cristo na esperança. Sim. OK.
Podemos. >> Então, a gente começa com os sopranos Cantando a melodia. No compasso 15 entram todas as vozes. Vamos lá ver ver o que que acontece. Vamos ver se vocês estudaram. Agora é a hora. Cristo nossa [canto] está. Então sopranos comigo a hora que eu começar a regência. Tr >> Cristo, [música] nossa esperança. Sois a rocha [música][canto] que nos sustenta. [música] Sois [canto] adora. [música] para a nossa salvação. Cristo, [música] nossa [canto] esperançis da que nos sustenta. [música] [canto] Firme [música] para [canto] a nossa salvação. [música] >> Que bonito, [aplausos] >> muito bom. Só que
a função do maestro não é achar bonito, é achar defeito, né? Olha só, é uma multidão cantando. Vocês já tinham Cantado no coral de mil vozes? Misericórdia, né? Nós precisamos combinar uma coisa. >> Vocês precisam olhar para mim. Mais >> é porque senão vai ficar cada um cantando no andamento, a gente arrasta a música, fica desencontrado e depois outra coisa, tem a orquestra e como é que fica? A orquestra vai para um caminho, nós vamos por outro. Então assim, ó, um olho na partitura e outro Olho no regente, tá? E e praticamente assim, eu quero
acreditar que vocês sabem de cor o refrão, porque é tão simples, né? refrão. Então vamos combinar da gente garantir o refrão olhando aqui pro regente. Vamos mais uma vez. Isso para poder, opa, pra gente poder garantir que agora vai sair no andamento correto sem arrastar. Tenores, quando vocês entrarem, porque vocês entram atrasados, né, que é um compasso depois entrem mesmo, marquem presença e Contra alto capricha naquela parte de sus tentar. Esse ornamento que é feito pelo contralto. Façam bem bonito esse ornamento. Vamos lá então de novo do compasso 15 todos. Olha para mim. Não olhe
pr partitura. Olha pra partitura. Olha para mim. Agora começa. >> Cristo, [música] nossa [canto] esperanção. Sois da [música][canto] rocha Que nos sustenta. [canto] >> [música] >> firme [canto] para a nossa salvação. [música] >> Isso. Nós vamos primeiro, por uma questão de tempo, garantir que todas as músicas estejam com o refrão bonito nessa qualidade. Sobrou tempo nos outros Ensaios, a gente volta nas estrofes, mas o refrão tem que est sempre bonito assim, porque a orquestra fica fortíssima nessa hora, então eu preciso de um coral que responda à altura, certo? Então vamos primeiro garantir o refrão de
cada coisa. Vamos agora para a página nove, onde temos o alto e glorioso dio. Vocês sabem que nós colocamos esta música porque esse ano estamos completando os 800 anos de São Francisco De Assis. E esta música é um texto de São Francisco de Assis. É uma oração de São Francisco de Assis que o Msenhor Friisina musicou. Então nós vamos começar juntos no compasso 14. Eu vou cantar um pedacinho antes e vocês entram no 14, combinado? >> Hã? Dammi fede per reta, speranza, [canto] certa carità perfetta. [canto] Dá-me irão [música] profunda. [canto] [música] Senhor, [canto] te
perdão. [música] Eu [canto] posso sempre servire [música] con gioia [canto] E o mandamento [canto] [música] >> lindíssimo. Só que vamos deixar melhor ainda. Assopranos no compasso 15 da Miceno. Vocês entram um pouquinho depois das outras vozes, não é isso? A mesma coisa acontece no compasso 20, comandamente. As o o contra baixo e tenor cantam o co e aí cont soprano vem com comandamento. Como é que eu tô fazendo isso? Com a minha mão esquerda. A minha mão esquerda é para indicar o soprano atrasado e minha mão direita tá para indicar as outras vozes. Então observem
isso. E regentes que estão aqui presentes, quando a gente tem esse tipo de situação no couro, as nossas mãos têm que trabalhar de forma independente. Nós não podemos ficar o tempo todo fazendo coisas paralelas. Quando as vozes entram desencontradas, uma voz, uma mão está Com outra voz e a outra mão faz a entrada desencontrada. Então observem isso no mesmo ponto. Dá dame profunda [música] direto do Dame. Trum [canto][música] profonda [canto] [música] e [canto] posso [música] sempre servir [canto] con gioia >> [música] >> oisca [canto] [música] [canto] te prega, Senhor, [música] etc. Não interessa. Pegamos o
compasso 33. Vou fazer o finalzinho. Amor, Amor del [canto] amor [canto][música] glorioso >> soprando. Segura. [música][canto] Il cuore [canto] mio [música] [música][canto] speranza carità [canto][música] perfet [canto] [música] Profunda. miser [canto][música] concimento. [canto] [música] Servia [canto] [música] e o mandamento [música] que eu possa sempre servir com joia. O que significa isso que estamos cantando? Que eu possa sempre servir com alegria os teus comandamentos. Então, estampem um belo sorriso no rosto. Amanhã o nosso concerto será transmitido em rede nacional pela IPTV, filiada da Rede Globo, tá? Depois vocês vão receber o link, vai poder compartilhar pelo YouTube
em rede nacional. Então, quem tiver em casa assistindo vai entender que joia significa alegria e não joia. Muito bem, cântico dele criature. Nós entramos na página 12, no trecho Laudatosi. Agora é contra alto que tem notas atrasadas e que eu vou indicar com a mão. Então caprichem. Isso >> podemos, >> eu vou fazer o finalzinho, vou fazer do compasso 28. Et lui è bello. lui è bello un gran splendore [canto] de te l'altissimo [música] A significazione [canto] [música] [música] e [canto] lua >> [música] [canto] >> per [música][canto] segura [música] A nós sustentament [canto] [música] água.
>> [música][canto] [canto] [música][canto] >> Isso. Vamos pegar agora a página 14. E agora eu vou pedir um outro cuidado para vocês. Não se esqueçam de olhar pro regente. Eu já pedi isso. É que a gente tem que ficar pedindo a mesma coisa mil vezes Pro coro para poder assimilar. Mas eu vou fazer um pedido novo agora. Vocês ensaiaram muito bem, pelo menos até agora dá para ver que estão preparados. Só que cada um de vocês vem de um lugar diferente do Brasil. Cada um de vocês tem uma maior ou menor experiência de canto. Então, por
mais que a gente saiba as melodias que temos que cantar, que soprano sabe a sua linha, contra alto sabe a sua, baixos também, os tenores Também, vocês sabem as notas, na verdade vocês não fazem mais do que obrigação de saber as notas. >> [risadas] >> É que para cantar não basta apenas a gente saber as notas, a gente tem que colocar a vida. São João, São João, São João Crisóstomo dizia isso: "Não basta o canto, é necessário a vida". Então, cantem com coração esse esse texto tão lindo de São Francisco de Assis, que é o
cântico das criaturas. Eu tive uma Experiência muito linda com esta com esse cântico das criaturas, porque eu fui à Assis, no lugar onde São Francisco escreveu esse canto que fica lá perto da capelinha de São Damião. Eu fui às 4 horas da manhã e fiquei lá sentado em oração até nascer o sol. Aí eu vi o sol nascendo e fui imaginando São Francisco escrevendo essas linhas. Então, não sei se vocês já tiveram as experiências, mas tenta imaginar essa cena, o sol nascendo e São Francisco escrevendo esse poema. Isso é a parte espiritual. Só que a
parte espiritual não pode ficar separada da parte técnica. Então, da parte técnica, e aí que vem o meu pedido, como cada um tem uma experiência diferente, as notas até podem estar certas, só que se nós não tivermos uma mesma emissão das vogais, fica desafinado, porque a nossa boca está abrindo de forma diferente. Então, um que canta ó e outro que canta a, quando a gente junta as duas coisas, frequências batem no Afinam. E no canto coral sacro e litúrgico, a gente sempre canta com as vogais assim, nesta posição. A, e, i, o, u. E nunca
la senhore. Isso serve para o canto popular. No canto popular a gente canta com as vogais na horizontal, mas na música sacra, no canto coral, no canto gregoriano, a polifonia, nós sempre cantamos com as vogais na vertical. Então vamos agora tentar abrir a boca Para cantar a quarta estrofe desta maneira. sempre pensando assim e sempre pensando em levantar o palato, que é o céu da boca, bocejando paraa gente conseguir um pouco mais de amplitude também da nossa cavidade oral. Então, perch perdona [canto] per tuo amore, per chi sostieni [canto] infermità, Tribulazione. [música] >> [canto] >>
Signore [música] per la [canto] morte [música] morale [canto] [música] não foi no >> mandamento olha para mim >> [música] [canto] [canto] [música] [canto] [música] >> troverà santissimo [música] e volontà >> [canto] >> Laudate, benedite [canto] ingraziate il mio Signore, [canto] [música] serviti a [canto] lui con grande umilità. [música] Laudate il [música][canto] mio signore. Servite [canto][música] a lui. [canto] [música] Meu Senhor, [música] [canto] [música] Vocês vão cortar comigo, tá bom? E qual é a hora de cortar? Quando vocês começarem a ficar roxos, aí eu corto. [risadas] Antes disso, não. Tem dois defeitos no final. Primeiro defeito,
no compasso 75, o solista vai ficar segurando essa nota que dura quatro tempos do reinore enquanto vocês entram no serviter. Então não espera o solista terminar porque ele Não termina, ele continua cantando enquanto vocês entram. Esse é o primeiro defeito para corrigir. Nós vamos corrigir agora. O segundo efeito é uma questão de pronúncia, porque até que tá muito boa a pronúncia, mas tem umas coisinhas que escapam. É mio e não mio. Mio. Mio. Como é que é? Mio. E como é que a gente faz isso no canto? Ali é uma colcheia. Então nós pensamos, nós
vamos pensar que são duas semicolcheias, porque a gente encaixa direitinho. Laudate senhor, a gente subdivide a nota em duas, fazendo duas semicolheias para encaixar. Então vamos lá. Eu vou cantar o compasso 73. Vou ficar segurando o rede de senhor enquanto vocês entram. Olha para minha mão e não paraa minha boca. Il [música][canto] mio Signore [canto][música] Grande umilotade, [música] [canto] meu senhor. >> [música] [canto] >> Muito bem. Tá bonito demais, hein? Quando juntar a orquestra amanhã, haja coração. E o Bilatedel? Queremos ir pro céu, né? Não agora, né? Mas queremos isso. Tá ensaiando para Chegar lá.
E o Bilatedel aqui tem uma dificuldade que é uma peça escrita em compasso 6x4. E geralmente esse tipo de fórmula de compasso de composição, ã, com a tendência a gente começa a arrastar. Então eu preciso que vocês estejam na minha mão o tempo todo e sempre pensem um pouquinho paraa frente, porque tem uma tendência natural a arrastar, tá certo? E outra coisa que é que é um pouco dificultosa é que nós entramos no primeiro compasso, Praticamente não tem introdução, é tão yubilá e já entra, né? Então na minha mão, vamos lá. 1 2 3 4
Eu vou contar de novo só pra gente poder sentir, depois eu paro de contar. Então vocês estão entrando no cinco, no seis porque é um compasso de seis tempos. O 1 2 3 4 é a orquestra que faz. O cinco e seis é vocês, ó. 1 2 [música] 3 4 5 6 [canto] e [canto] [música] nos aleluia aleluia >> [canto] [música] [canto] [música] >> mil. [canto] [música] >> Vamos mais uma mais uma vezinha só pra Gente poder acertar uma coisa. Não tentem encaixar a palavra Letícia, porque o ti é desencontrado. O Tia de soprano é
desencontrado. Soprano tem uma nota para poder fazer o Ti. Letícia. Como é que é? Letícia. Letsia. Você não conhece a Letícia, aquela sua vizinha. Letia. Isso. >> Pronto. Vamos lá então. Mais uma vez pra entrada. Agora não vou contar. Não vou contar mais. Olha pra minha mão, porque se você observar o gesto é assim, Ó. 1 2 [música] 3 4 5 6. Tá tudo minha mão. [música] E o [canto] milagre [música] serra e o milagre [canto] [música] nostra. Aleluia. [canto][música] Aleluia. [música][canto] >> [música] [canto] >> o seguir [música] alelu >> [música] [canto] [música] [canto] [música]
[canto] [música] [canto] >> puer dominu [música] laudate [canto] nomeen domini [canto] benedne >> [canto] >> Ben benediculia [música] supercelas [canto] glori vocês laudate [canto][música] Omnes >> [canto][música] [canto] [música] >> Aleluia. [música] [música] >> [canto] [música] [música] >> De laudate omeli [canto][música] Laudate >> [canto] [música] >> in et [canto][música] omnente popoli >> [canto] [música] [canto] [música] [canto][música] [canto] [música] >> Aleluia! Aleluia! [canto] [música] Deus [canto][música] [música] >> [canto] [música] [música] [música][canto] [música] [canto][música] >> Ó. Aham. Isso. Terminei com a boca aberta. Gente, vocês não querem mudar para Campinas não? pra gente fazer isso todo final de
semana. Nossa, que lindo. Muito bem, Patim Terres. A gente tem que ter bastante cuidado no Patim terres com a dinâmica, porque começa piano, depois tem o crescendo no meio, tem o fortíssimo, né? Então, bastante cuidado com a dinâmica. Essa é uma das músicas mais bonitas do Monsenhor Marco Friisina. sobre um texto do Papa São João 23 da encíclica Patim Terris, né? Então vamos lá cantar bem bonito, suplicando a paz para a humanidade. Vou pedir para pro pra nossa organista Fazer a introdução, que são quatro compassos em que a gente vai entrando no clima da música.
Vocês têm que entrar comigo. Olha pra partitura, já sabe que começa com pá. Tem que atacar esse pá junto, piano, delicado. Vamos lá. >> [música] [canto] [música] >> Senor >> [música] [canto] [canto][música] [canto] [música] >> А >> [canto][música] [canto] [música] [canto] [música] [música] [música] [música] [canto] [música] [canto] [canto] [música] [canto] [música] [música] [música] [canto] [música] [canto] [música] [música] [música] [música] [canto] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] [música] >> Não desmonta a [música] música não acabou ainda. >> [música] >> Quando a orquestra terminar o último acorde, quando o maestro descer o braço, aí a
gente desmonta, porque antes disso a gente quebra a música, porque o final é um Prolongamento daquilo que cantamos. Então, existe um ritual para poder terminar. A gente não pode quebrar esse ritual, tá bom? Muito bonito. Eu estava essa semana preparando as coisas do congresso, pensando como é que seria esta música, porque tecnicamente uma das mais complicadas, porque a gente tem que se conter no começo, fazer aquele começo muito delicado, piano, suplicando, quase que sussurrando pela paz. Aí depois Quando entra na parte da do compasso 30 em diante, quando os baixos começam, dona noban, no soprano,
o tenor responde, o contrato vem, o soprano termina, aí a gente começa um grande grito pela paz, só que é um grito dentro da técnica que não pode deixar a técnica sair de lado, né? Então eu queria fazer de novo do, aliás, eu queria fazer duas coisas. Eu queria fazer primeira coisa, o compasso de vou pegar da página 23, por favor, tem umas coisas para Trabalhar nela. Primeira coisa, página 23, a gente canta lá no começo da página, no compasso 18. Pum, a gente tem que fechar esse M junto, porque não é pat, hein. É
patem. Patem. No latim, o m de uma palavra é sempre cantado. Pem. Se fosse n pat, a gente sobe a língua, mas a gente tem sempre que fazer esse fechamento. Então faltou esse fechamento dos dois patem do compasso 18 em diante. Depois as contratutos precisam entrar com um pouco Mais de segurança no 23, porque vocês entram sozinhas. É quando todo mundo para de cantar e vem contra. Então com segurança, entrada do Contraalto no 23. com segurança, a resposta do tenor no 24, da soprano no 25 e da baixaria na 26. Baixaria ficou meio tímida na
26. Foi uma verdadeira baixaria aquilo que vocês fizeram, né? Então, por favor, faça uma baixaria mais nobre quando vocês entrarem, porque o baixo é sempre uma voz nobre, né? Uma voz assim Elegante como eu. Então, a gente precisa fazer uma coisa melhor. Vamos lá. E aí? Aí começa a parte complicada da técnica, que é o da 30. Porque me dá um réis. [canto] Ele não quer que faz forte desde o início. Ele colocou um sinal, uma filatura de crescendo, que é o nome desse sinal, que a gente vai crescendo aos pouquinhos. Então é fazer longe
microfone [canto] é o refinamento de crescendo aos poucos. Então refinem comigo isso. Página 23. Vamos lá. E agora, pra gente ter um pouco mais de energia para os agudos, nós vamos ficar em pé. Isso. Vamos lá, hein? Do 18 em diante. Então, a Ana vai tocar o compasso 18, que é uma parte do órgão, a gente entra no 19. Olha para mim. Não, [música] isso não. O compasso 18 >> Ana Cruz. [música] >> [música] >> Não sobrou. Sobrou. Olha para mim. Vocês têm que cortar comigo. A fecha mesmo ponto. >> [música] [canto] [música] >> contra
altos >> [música] [canto] >> Sobrando, [música] >> baixaria elegante. [canto][música] Agora acompanhe o meu gesto. >> [música] [canto] [música] [canto] [música] [música] [música] >> Forte >> [canto] [música] [canto] [música] [música] [música] [canto] [música] [canto] [música] [música] [música] [música] >> Dou desmonta. Eu não desci o braço ainda. >> Tá me dando câra, mas eu não desci. Aí acaba a música, né? Só assim acaba a música. Não antes disso. Muito bem. Podem sentar. Hino A Nossa Senhora Aparecida. Ai, é tão lindo esse hino, né? É maravilhoso. Ele é maravilhoso, só que tecnicamente ele vai cansando a voz
se a gente não imposta. Então, tomem cuidado. Impostem. Vamos lá. Vamos ver só o refrão porque por conta do tempo. Depois eu volto e faço as outras partes. Vou pedir pro coro residente cantar o rogai por nós com passo 14 e Todos vocês entrarem no 18. Tá então entre no 18. por [canto] nós. [música] [canto] [música] Ó Maria, Nossa Senhora [canto][música] Aparecida. Sois a [canto] rainha [música] e mãe de todos nós. Caminhamos [música] [canto] Cheios de esperança. Em vosso [canto] manto [música] nos refugiamos. [canto] >> [música] >> Deixa eu falar uma coisa para vocês. Esta
última nota, ela vai ser uma uma mínima e não uma semibreve, porque senão não dá tempo da gente respirar e entrar na próxima estrofe. Então, sempre o refrão termina com dois tempos, mus e Corta. Coloca uma perninha na na na sem breve, virou mínima. Podemos de novo refrão. Eu queria ouvir os baixos adiantando o compasso 23, o em vosso manto, porque o em de vocês vem antes. Em. Vamos lá. No mesmo ponto, coro residente faz o rogar por nós. Três e [canto] [música] o mundo. [música] [canto] Ó Maria, [música] Nossa [canto] Senhora Aparecida. [música] [canto]
Sois a rainha e de todos [canto] nós [música] >> alegramos [canto] O Senhor esperança em vosso [canto] tempos. [música] 1 2 3 4 1 [canto] 2 corte isso. [música] Agora vamos fazer o amém. A gente faz o compasso 81, Nossa Senhora Aparecida e entramos no amém. 81 3 4 Nossa [canto][música] Senhora Aparecida [canto][música] sois a Maria de todos [canto][música] vós [música] o cheios de esperanço. em nosso manto [canto] [música] nos refugiar. >> Um, dois, corta. Amém. [música] >> Amém. [canto] Amém. [música] Amém. >> [canto] [música] >> Termina com uma fermata, não é? Então a gente
tem que segurar um pouquinho mais até ficar roxo e corta. Isso. Muito bem. Tá bonito demais. Acho que dá pra gente fazer a Maria nossa esperança antes do almoço, porque a gente vai com a esperança de almoçar. Ontem nós tivemos o ensaio à noite com a orquestra em Menhor Marc Friisina. E aí ele falou pra orquestra e falou pro couro: "Quando vocês estiverem cantando essa este refrão, ó Maria, nossa esperança, imaginem que vocês estão numa procissão, uma grande procissão como a imagem de Nossa Senhora. E você olha pra imagem de Nossa Senhora e canta: "Ó
Maria, nossa esperança". Então, tenta imaginar isso que a música Vai ficar totalmente diferente, tá? Vou pedir pro coro residente cantar as estropes, só pra gente ganhar tempo e a gente entra no refrão. Tudo que eu tô pulando agora, eu tenho esperança de voltar depois, porque tá tá tudo tão bom que eu acho que a gente vai conseguir voltar nas estrofes. Eu espero, tá? É só a gente não almoçar, a gente faz a estrofe. Compasso 13. Ó mãe de, Ó mãe de Cristo. E ó mãe de cris [música] de Cristo, [canto] sois vos sois [canto] [música]
de glória. >> [música][canto] >> Espírito nos conduz [música] [canto] a nossa esperança. [música] Ã, [canto] rogai [música] por nós. >> [canto] >> Maria intercede por [música] nós. Não gostei muito, não. Achei que faltou um pouco mais de vigor, né? Pode ser um pouco mais caloroso para quem realmente tá olhando para Olha aquela imagem. Vocês viram que o padre César falou na abertura? São mais de 30.000 1 pedrinhas do mosaico. É lindo esse mosaico. E ele não falou uma coisa interessante que agora eu conto para vocês. Arist Ariclen é uma coisa assim o nome do do
arquiteto que fez esta igreja. Ele não tinha as mãos. Ele não tinha as mãos. A igreja inteira ele desenhou todos os vitrais, todos os apliques, todos os mosaicos. E ele ficava em cima do andaime Colocando cada uma dessas coisas dessa igreja que é uma das igrejas mais bonitas que nós temos em Campinas. É a maior igreja de Campinas, por isso que o congresso tá sendo aqui. E ele fez isso sem as mãos. [roncando] Então assim, um dom precioso de quem fez isso e que colocou a sua vida a serviço da arte sacra. E nós que
colocamos as nossas vozes e formamos o nosso coro, cada um de nós se sinta uma pedrinha daquele mosaico e cante com coração, com a alma E com a vida. Ó Maria, a nossa esperança, pode ser muito mais bonito. Vamos tentar. Vamos lá, então, mais uma vez. Só que agora pra gente poder ganhar tempo, cada estrofe de um jeito, vou pedir pro couro cantar o compasso 35. E vocês entram no 43, todo mundo aí achando a página 36, página 36 e o couro com passo 35. Dispensador. >> Abre isso e >> dispensador. [canto][música] Dispensadora de nossa
graça. [música][canto] Meus de misericórdia mãe da unidade [música] fiel. Sois [canto][música] a rainha da paz. >> [canto] >> Maria [música] nossa [canto] espera irmã [canto] Rogai [música] por nós. [canto] Ra e >> continua o coro [música] >> continua. Mãe [canto] mãe companheirou [música] vosso coração [canto] nos alcança alerta [música] vosso pai [canto] Dos pecados. >> Cabrça bem forte. >> Olha para mim. Ó [canto] Maria, [música] esperança, [canto] irmã, rogai por nós. >> Atenção, >> Maria [canto] [música] Intercem por nós. [canto] [música] >> A gente tem o ralentando no servo e rainha. Tá marcado para vocês.
Rogai [canto] por nós. [música] Se intercedem [música] por nós. [canto] >> Ah, agora sim. Agora a gente pode Almoçar felizes. Muito bem. Antes de nós sairmos pro almoço, isso, temos alguns pequenos recados. >> Danilo vai passar alguns recados. >> Bom, foi uma manhã intensa, podemos dizer assim, né? Todo mundo aqui com alegria de participar. Então, alguns avisos muito práticos e breves antes da gente poder ir almoçar. Onde almoçar? Então, se você não vai almoçar no hotel, tem no manual lá os lugares todos para Vocês irem. Mas é importante que nós vamos retornar às 2 horas,
OK? Então, cheguem alguns minutinhos antes porque vai ter que fazer o seu checkin na hora de voltar. Cada período tem o seu checkin. Então, por exemplo, quando você entrar no seu aplicativo agora, que é o que você vai fazer, vai lá e olha a minha presença e veja se a sua entrada de hoje foi registrada, porque pode ser que houve alguma falha, então vai aparecer que não foi compultada a Presença, você procura alguém da nossa equipe para marcar. Quando retornar, vai ter um Qcode que você pode escanear e colocar o seu CPF, ou os voluntários
vão fazer a leitura do seu crachá. Então é importante que todos estejam com crachá para entrar ou façam seu chequin lá e mostrem a entrada, ok? Ah, coisa, cada congressista é responsável pelo seu rádio. Então, você pega o seu rádio, vai devolvê-lo e pode retirá-lo novamente à tarde. Não deixe o Rádio e tal, porque cada um é responsável pelo rádio que retirou, ok? E me parece que houve duas pessoas que perderam o rádio. Em que sentido? A pessoa deixou o rádio no banco por um momento, sei lá, foi ao banheiro e quando voltou o rádio
não estava lá. Então, se alguém por acaso encontrou esse rádio, esses dois, são dois rádios, esse fones. Quem encontrou esses dois fones, por favor, na hora de devolver lá, avisem. Olha, esse fone aqui é um Dos fones que estava eh sendo estava perdido, tá bom? Eh, não deixem de visitar as livrarias católicas que estão ali, especialmente com os lançamentos dos livros novos que estão prontos, o novo livro com todos os prefácios, orações eucarísticas, o livro de partituras do Monsenhor Marco Fresina, que desta vez está com preço promocional. Então, se você quiser presentear alguém, não deixe
passar nas Livrarias. Fabrício tem mais um recado e depois a gente está livre. >> Agradecemos ao maestro Cleiton Dias e a todos os congressista por este primeiro ensaio. Teremos agora o intervalo para almoço das de meio-dia às 14 horas. Peço a compreensão de vocês. Os maestros Cleiton Dias e Danilo Delquearo também necessitam deste intervalo para sua alimentação e para um breve descanso. Portanto, pedimos gentilmente que não sejam solicitadas fotografias ou Abordagens durante este período. Temos outros momentos oportunos para esses registros. Pedimos que todos retornem à igreja com antecedência e ocupem seus lugares. Às 14 horas
retomaremos as nossas atividades com momento destinado às perguntas e aos depoimentos referentes à primeira conferência. Desejamos a todos um bom almoço e um excelente intervalo.