sejam bem-vindos meu nome é Ruben Machado sou engenheiro e mestre engenharia elétrica vamos agora dar sequência ao processo de separação de circuitos que iniciamos no material anterior cujo link se encontra na descrição Lembrando que estamos utilizando uma edificação como referência e nesse slide temos um resumo de Quase tudo que definimos ao longo de nossas análises e ou definições anteriores no material anterior fizemos uma descrição desse conjunto de tabelas e por isso vamos omitir isso aqui qualquer dúvida por favor acesse os materiais anteriores Nos quais são descritos os procedimentos e opções que produziram esses resultos explicitados
por questão de simplicidade e sem perda de generalidade utilizaremos como referência Inicial as definições de número e potência dos pontos de utilização e referências de iluminação definidas a partir das prescrições mínimas obtidas na 5410 para instalações habitacionais neste slide resumimos nossas opções de tensão de alimentação para cada conjunto de cargas identificadas no levantamento feito anteriormente essas escolhas seguem o padrão de opção mais comum Principalmente quando nos deparamos com as possibilidades de padrão de fornecimento com base na potência instalada adotada em nosso país so regulamentação da anel no material anterior fizemos algumas discussões e Delas podemos
resumir as seguintes pré-definições e resultados um Assumimos uma temperatura ambiente de referência de 40º c e um compartilhamento de condutos no nosso caso a priori eletrodutos entre três circuitos dois para os pontos de utilização de uso geral optamos por utilizar tomadas de 10 aamp três dentre os padrões de tomadas de 10 aamp compatíveis com a 5410 temos aquelas compatíveis com uso residencial padronizadas na Norma 60884 4 tomadas de 10 Amp compatíveis com a norma 6884 possuem prescrição de uso de condutores de são de 2,5 MM qu 2,13 MM de diâmetro máximo conforme visto essas tomadas
segundo especificações de fabricantes são compat com condutores de 4 MM qu e ao longo de nossa análise exploraremos essa possibilidade C em nossas verificações Nas condições de ambiente compartilhamento de condutos estabelecidas cada circuito terminal destinado a alimentar tomadas de uso Geral de 10 Amp não pode ter corrente total a 12,62 conclusão se optarmos por manter as condições de ambiente e compartilhamento definidas temos que limitar o número de tomadas de uso geral até o limite de 14,62 Amp por circuito definido conforme vimos segundo o padrão de referência adotado para nossa instalação no qual Assumimos uso de
eletrodutos embutidos em parede de alvenaria um condutor de cobre com isolamento de PVC de sessão 2,5 MM qu possui capacidade de condução de corrente de 24 a tivemos que corrigir essa máxima corrente de 24 Amp para 14,6 por dois motivos somente para relembrar primeiro porque Assumimos uma temperatura ambiente de 40º para que tivéssemos um fator de correção unitário teríamos que assumir uma temperatura ambiente de 30º na prática se minha instalação que está sendo Projetada estará sujeita a uma temperatura de 40º C trabalhar com uma temperatura de projeto de 30º no projeto implicaria em ter que
prever o uso de refrigeração artificial forçada e isso na prática pode onerar muito a manutenção da instalação segundo o que foi feita previsão de compartilhamento de eletrodutos por três circuitos com relação a esse quesito temos alguma flexibilidade na tabela da parte inferior desse slide destacamos o que acontece com a máxima corrente limite a ser imposta a cada circuito caso optemos por utilizar um circuito por eletroduto cujo fator de correção seria unitário ou dois circuitos por eletroduto cujo fator de correção seria de 0,8 sim dentro de uma análise de custo-benefício alterando-se o número de circuitos por
eletroduto viabilizam maiores correntes limites máximas para os circuitos a serem definidos assumindo todas as considerações feitas neste slide apresenta-se o número de tomadas de uso geral a potência e a corrente para cada ambiente da Nossa instalação assumindo-se a tensão de alimentação de 127 V temos agora que iniciar o processo de separação de nossos circuitos vamos analisar cada um dos ambientes a norma 5410 nos obriga a utilizar circuitos exclusivos para alguns ambientes Então vamos analisar inicialmente estes ambientes para a copa definimos uma potência de 2 kva e assumindo-se a tensão de alimentação de 127 V teremos
uma corrente de 15,75 Amp vamos assumir que desejamos alimentar todas as tomadas de uso geral da Copa utilizando um único circuito assim a corrente no ramal principal deste circuito deverá ser de 15,75 a pela tabela inferior podemos perceber que para podemos utilizar condutores de 2,5 MM qu de sessão para alimentar este circuito da Copa teremos que impor um compartilhamento máximo do eletroduto por dois circuitos fazendo-se isso teremos uma corrente máxima admissível de 16,71 Amp suficiente para viabilizar o circuito da Copa outra opção que não adotaremos aqui seria converter uma das tomadas de uso geral para
tomada de uso específico o que permitiria o uso de equipamentos de maior potência e corrente e nos forneceria certa folga no circuito para alimentar as demais tomadas de uso geral da Copa interessante notar que a priori admitindo-se o controle do número de circuitos em o mesmo eletroduto é desnecessária A análise de uso de Condutores com maior sessão como 4 MM qu para o ambiente da Copa assim considerando-se as cargas definidas para os demais circuitos Nos quais a norma 5410 exige adoção de circuit exos pode-se utilizar este procedimento de controle do número de circuitos em o
mesmo eletroduto Para viabilizar o uso das tomadas selecionadas e manter-se o uso de condutores de 2,5 MM qu outro ambiente que necessitará de circuito exclusivo segundo a 5410 é a cozinha somente para relembrar nosso projeto definiu que todos os pontos de utilização na cozinha foram destinados a tomadas de uso geral opção feita para simplificarmos o desenvolvimento desse material sem perda de generalidade para este ambiente definimos uma potência de 1,9 kva e assumindo-se a tensão de alimentação de 127 V temos uma corrente de 14,96 a assim seguindo o mesmo raciocínio feito para a copa se optarmos
por utilizar um único circuito para alimentar todas as tomadas de uso geral da cozinha teremos que Obrigatoriamente utilizar no máximo dois circuitos por eletroduto de forma a viabilizar o uso das tomadas escolhidas e de Condutores com sessão de 2,5 MM qu de sessão da mesma forma a área de serviço deverá contar com circuito exclusivo conforme a 5410 nosso projeto definiu que todos os pontos de utilização da área de serviço foram destinados a tomadas de uso geral opção feita para simplificarmos o desenvolvimento desse material sem perda de generalidade para esse ambiente definimos uma potência de 1,8
kva e assumindo-se a tensão de alimentação definida de 127 V temos uma corrente de 14,17 a assim seguindo o mesmo raciocínio feito pros ambientes anteriores se optarmos por utilizar um único circuito para alimentar todas as tomadas de uso geral da área de serviço teremos que Obrigatoriamente utilizar no máximo três circuitos por eletroduto para mantermos as tomadas escolhidas e o condutor de 2,5 MM qu de sessão os demais ambientes da nossa instalação pela 5410 não necessitam contar com circuitos exclusivos se por um lado isso nos possibilita certa flexibilidade na definição de circuitos por outro isso pode
complicar muito as análises de impactos de cada opção possível de ser adotada nada nos impediria de definir um circuito específico também para estes ambientes embora as correntes definidas através do nosso levantamento de cargas sejam relativamente baixas variando entre 1,57 a para circulação a 4,72 a para os banheiros da suí e social como estamos tratando de tomadas de uso geral existe grande probabilidade de que Muitas delas fiquem sem ser utilizadas por períodos consideráveis de tempo estão ali para garantir certa flexibilidade quanto ao local de uso de equipamentos assim definir um circuito específico para cada uma das
tomadas de uso pode representar um gasto sem retorno mensurável E por que não dizer discutível então vamos assumir que podemos definir e ou especificar circuitos para uma ou mais tomadas de uso Geral agora a questão é saber quantas tomadas eu posso colocar em cada circuito existem alguns fatores que acabam por limitar esse número de tomadas por circuitos vamos primeiro enumerá-los qualitativamente e depois na prática entender a aplicação de cada um [Música] deles primeiro conforme já Vimos a especificação da tomada nos limita na sessão máxima do condutor no nosso caso conforme já discutido definimos Condutores com
são de 2,5 MM qu segundo essa escolha de condutor mais a especificação de ambiente mais os padrões de alimentação elétrica mais a definição das condições de passagem nos permite identificar a capacidade de condução de corrente do condutor escolhido no nosso caso conforme já discutido temos 24 a terceiro como também já discutimos a temperatura ambiente mais a definição do número de circuitos por eletroduto nos força a corrigir a capacidade de condução de corrente para as condições de projeto no nosso caso para uma temperatura de 40º c e a presunção inicial de três circuitos por eletroduto fomos
forçados a limitar a corrente no circuito a no máximo 14,62 aamp quarto mais adiante em nossa caminhada teremos que especificar proteções para nossos circuitos para circuitos destinados a alimentar equipamento e específico isso não é problema pois a corrente nominal do equipamento é o parâmetro a ser utilizado para circuitos de uso geral tem-se complicações a mais pois a priori não sabemos quantas das cargas identificadas no levantamento feito estarão em operação e se o usuário pode inserir carga não prevista no projeto em algum dos pontos de utilização produzindo sobrecarga assim é extremamente importante nesse momento de nossas
especificações garantirmos que mesmo havendo inserção de carga não prevista no circuito ele jamais operará em regime permanente acima do valor de corrente que definimos como a máxima possível no nosso presente caso no momento 14,62 a aqui uma pausa para considerações a seguir tomaremos algumas decisões utilizando definições iniciais a respeito de dispositivos de proteção Mais especificamente disjuntores termomagnéticos está disponível um material cujo link se encontra na descrição que embora não esgote o assunto apresenta os conceitos que necessitamos saber neste momento vamos assumir na sequência que Você já conhece o assunto ou que já tem assistido este
conteúdo indicado para poderos focar no que realmente nos interessa neste momento então estamos na seguinte situação Necessito garantir que em hipótese alguma haja corrente superior a 14,62 a Nas condições especificadas de projeto a única forma de garantir isso é utilizando um dispositivo de proteção no momento deve-se ressaltar que nossa melhor opção para se garantir essa proteção são os disjuntores termomagnéticos em outro material explicaremos as razões para essa opção e eventuais alternativas temos que predefinir corrent nominais destes dispositivos de proteção agora porém somente mais à frente é que teremos efetivamente condições de fazer as especificações completas
para estes dispositivos de proteção neste momento já acessei as normas da concessionária de distribuição de energia elétrica no local em que a edificação do meu projeto será construída ou já está construída identifiquei quais os fabricantes que possuem dispositivos homologados para a entrada da instalação dentre estes fabricantes escolho um deles ou por preferência pessoal e ou por justificativa técnica e ou por imposição dos usuários clientes e ou por disponibilidade no varejo local por exemplo no nosso caso dada finalidade didática desse material assumiremos o fabricante e especificações que constam neste slide assumiremos que fiz o meu dever
de casa e que tenho justificativas plausíveis para essa minha escolha conforme já discutimos em um material acessório lembrando sempre que nossa referência de sessão de Condutores é 2,5 MM qu no caso do nosso exemplo de referência fixando-se a sessão do condutor em 2,5 MM qu temos um limite superior de corrente para os nossos circuitos definido como 14,62 a caso seja admitido o uso de três circuitos por eletroduto ou 16,71 Amp Caso seja admitido o uso de dois circuitos por eletroduto ou 20,89 Amp Caso seja imposto a passagem de um único circuito por eletroduto veja bem
agora temos valores de corrente que nos ajuda a definir quantas tomadas ou quanta potência ou quanta corrente podemos ter em cada circuito assim assumindo que teremos o limite de 14,62 a e que apenas utilizaremos dispositivos do fabricante cuja tabela está indicada nesse slide do lado esquerdo temos como valores possíveis para correntes nominais 2 4 6 10 e 13 assumindo que desejamos alimentar o máximo de tomadas de uso com um circuito Então temos que utilizar o valor nominal menor e mais próximo de 14,62 Amp no presente caso 13 Amp E conforme podemos observar nas especificações disponibilizadas
pelo fabricante para temperaturas até 45º C nosso caso presumido não temos que desclassificar esse valor nominal da corrente de atuação do disjuntor então teremos que trabalhar com a definição de circuitos impondo uma corrente nominal máxima de 13 a ressalte-se que esse valor máximo está definido considerando compartilhamento de eletroduto por três circuitos caso se faça opção por utilizar circuito único por eletroduto por exemplo podesse utilizar como corrente de referência para limitar o número de tomadas de uso geral nos circuitos o valor de 20 Amp Esse é um momento oportuno para algumas considerações até aqui os circuitos
definidos Copa cozinha e área de serviço são obrigatórios pois tratam-se de imposições da Norma para os circuitos destinados a alimentar pontos de utilização de uso geral ten autonomia para definir quantos circuitos e quantas tomadas por circuito posso alimentar enquanto responsável pelo projeto tenho autonomia Desde que não viole as normas técnicas e ou legais para definir as configurações que entender como as mais adequadas terceiro depois que os circuitos tiverem sido definidos devo seguir a norma para especificá-los e as decisões que tomei podem simplificar ou complicar essa próxima etapa quarto As definições feitas na sequência refletem meus
pontos de vista e ou Minha experiência tomando como referência as prescrições normativas e não necessariamente estar entas ou imunes a críticas porém procurarei deixar bem Claras as motivações para cada uma das escolhas feitas agora podemos explicitar os quatro critérios que serão utilizados para quais tomadas de uso geral serão inseridos em um dado circuito primeiro limite de corrente no caso máximo de 13 Amp por circuito definindo limite de três circuitos compartilhando um mesmo conduto segundo proximidade dos cômodos com relação ao quadro de terceiro tentar isolar circuitos Nos quais pode haver uso de motores elétricos daqueles circuitos
em que se prevê o uso de sistemas eletrônicos principalmente digitais quanto a este critério Voltaremos ao assunto em outro material lembre-se que a norma preconiza separação de circuitos de acordo com sua destinação e o natureza dos equipamentos quarto será evitado ter circuitos com muitas tomadas isso para não termos dispositivos de proteção concorrentes nominais muito maiores que as previsões das cargas definidas nos levantamentos visando-se pelo menos uma mínima proteção contra sobrecarga de equipamentos no material auxiliar 121 abordamos objetivamente como definir a posição do quadro geral de distribuição neste presente material utilizaremos a posição do quadro de
distribuição segundo a metodologia lá definida o conceito de centro de cargas o link para esse material auxiliar 121 que trata da definição da posição do quadro geral de distribuição encontra-se na descrição desse vídeo neste slide temos em vermelho destacada posição do quadro de distribuição do lado direito temos ainda em roxo os dois banheiros Nos quais dentre aqueles ambientes que ainda não foram inseridos em circuitos se tem maior probabilidade de utilização de motores elétricos São apenas duas tomadas Cujas Correntes somadas totalizam 9,44 a trata--se de ambientes cuja probabilidade de uso de equipamentos de maior potência é
maior e por isso tendem a ter maior probabilidade de necessidade de reconfiguração ao longo dos anos por tudo isso optemos por definir um circuito para essas duas somadas e adotando nossos padrões até o momento podemos definir o compartilhamento de eletroduto com até outros três circuitos um outro ambiente que a possibilidade uso de motores elétricos é considerável é a garagem poderíamos incluir as tomadas da garagem também no circuito destinado à alimentação dos banheiros porém Deixaremos esse circuito à parte por dois motivos principais motivo um a posição da garagem com relação aos banheiros isso exigiria utilização de
uma derivação do circuito conforme pode ser visto no esboço da planta arquitetônica essa derivação teria que ser efetuada bem próxima ao quadro de Distribuição e assim a economia no comprimento de Condutores não seria assim tão representativa e portanto a opção por circuito exclusivo tende a não representar um ônus tão grande moo do a natureza diversa dos equipamentos a serem utilizados na garagem comparando-se aos outros ambientes assim deixar a garagem com um circuito exclusivo nos permitiria maior flexibilidade na reconfiguração desse Circuito no caso de eventuais necessidades como por exemplo inserção de uma tomada de uso específico
em Em algum momento futuro adotaremos outro circuito para alimentar os dois quartos e a circulação para este circuito tem-se a previsão de uma corrente total máxima de 7,08 Amp podendo-se adotar um compartilhamento de eletroduto com até outros três circuitos por ú neste slide estamos definindo dois circuitos o primeiro composto pelas salas de estar e TV cuja corrente máxima de projeto é de 6,3 Amp o segundo um circuito exclusivo para a garagem dada a natureza de eventuais cargas a serem conectadas nesse ambiente fome já destac com corrente máxima prevista de 3,94 Amp no momento ambos os
circuitos podem adotar um compartilhamento de eletroduto e com até outros três circuitos deve ser deixar bem claro que essa separação de circuitos aqui proposta foi feita com base na limitação de corrente por na separação de circuitos com cargas potencialmente perturbadoras em uma previsão de especificação de proteções que ficará mais claro adiante quando abordamos esse circuito e principalmente nas prescrições da 5410 com as decisões tomadas tenta-se minimizar a chance de termos queer esses procedimentos caso alguma outra etapa posterior venha demandar ajustes por não conformidades obviamente dentro dos limites definidos para corrente podesse I adotar uma configuração
com menos circuitos talvez cinco porém pode se comprometer o isolamento de cargas potencialmente perturbadoras e dificultar a e a coordenação das proteções de qualquer forma somente mais à frente é que poderemos verificar com precisão se as decisões aqui tomadas foram as mais adequadas como pode ser percebido se passarmos a considerar dentre os critérios para separação de circuitos demandas como redução de probabilidade e impactos de perturbações elétricas facilitação de especificação de proteções por exemplo acabamos por ter que definir mais circuitos com correntes nominais menores e assim perde-se totalmente o sentido neste momento para a nossa instalação
se prescrever circuitos com Condutores com 4 MM qu para a alimentação das tomadas de uso geral Muito provavelmente caso optemos por utilizar condutores de 4 MM qu cientes das ponderações e ou restrições já feitas aqui conseguiríamos em detrimento dos aspectos técnicos aqui mencionados e de um certo custo financeiro talvez maior uma redução de sete para cinco circuitos para as tomadas de uso geral conforme pode ser inferido no momento e validado mais à frente trata--se de uma opção pouco vantajosa sobre alguns aspectos continuando o nosso trabalho de identificação de circuitos teremos mais dois destinados a prover
alimentação dos chuveiros elétricos como as correntes nesses circuitos será maior que 10 a Então temos dois circuitos destinados a pontos de utilização de uso específico assumindo tensão de alimentação bifásica de 220 v a corrente no circuito de cada chuveiro elétrico terá valor nominal de 35,45 a mais adiante avaliaremos se será ou não vantajoso compartilhar o eletroduto Nos quais faremos a passagem dos condutores para a alimentação dos chuveiros quando estivermos estudando as especificações dos condutores destes circuitos agora temos que avaliar os circuitos destinados à iluminação de nossa edificação todo circuito de iluminação deverá passar por o
interruptor a norma associada a interruptores para uso Residencial é a bntn NM 6669 para nós no momento a informação mais importante dessa Norma diz respeito à especificação de máxima sessão de condutor passível de utilização para interruptores cuja máxima corrente é 10 aamp o limite de sessão de condutores passíveis de conexão é de 2,5 MM quadrados para esse condutor já definimos os valores máximos de corrente assumindo-se nossas opções de definição de temperatura e número de circuitos por conduto na tabela deste slide apresentamos as correntes máximas admissíveis para suprir as demandas de iluminação a metodologia de cálculo
destes valores já foi apresentada em materiais anteriores a este referentes a levantamentos de carga e os links estão disponíveis na descrição deste material conforme pode ser verificada a potência máxima associada ao sistema de iluminação é de 2,06 kva e portanto assumindo-se alimentação monofásica 127 V tem-se uma máxima corrente de 16,22 a dessa forma se a opção for por por utilizar um único circuito para todo o sistema de iluminação Muito provavelmente teríamos que utilizar um condutor com sessão de 2,5 MM qu impondo um limite de no máximo dois circuitos por eletroduto como se trata de um
circuito destinado à habitação poderíamos compartilhar determinados circuitos de tomadas de uso geral para também viabilizar a alimentação dos circuitos de iluminação nos ambientes porém a corrente total nesse circuito segundo a 5410 teria que estar limitado a 16 a assim teríamos que utilizar circuitos de tomadas cuja corrente não tem atingido este valor e se possível haja alguma folga assim nada nos eh impediria de por exemplo eh assumir as seguintes opções no circuito sete utilizado para alimentar a garagem poderíamos também utilizá-lo para prover alimentação para iluminação da garagem o circuito seis que definimos eh como associada à
alimentação da sala de estar e a sala de TV poderia também ser utilizado para prover A iluminação destes ambientes o circuito C que definimos eh para alimentar os quartos e a circ poderia também ser utilizado para prover a iluminação destes ambientes restaria a copa a cozinha e a área eh de serviço que devido a imposições normativas não poderiam compartilhar tomadas e iluminação nestes ambientes assim teríamos duas opções criar um circuito específico para iluminação destes ambientes ou utilizar os circuito 5 6 e ou set para prover eh a alimentação da iluminação eh na copa na cozinha
e na área de serviço veja bem utilizar alimentação compartilhada para tomadas e iluminação somente po ser feita em instalações que serão utilizadas como habitação qualquer outro tipo de edificação terá de ter Obrigatoriamente circuitos exclusivos para iluminação este compartilhamento em habitações tem problemas se for necessária manutenção no circuitos de tomadas teremos também seccionamento dos circuitos de iluminação isso pode criar transtornos caso essa operação tenha que ser realizada à noite ou com pouca iluminação por isso optemos por utilização de circuitos exclusivos para iluminação situação prescrita como obrigatória para qualquer edificação que tenha pessoas trabalhando ou que não
seja de uso Residencial conforme veremos esse circuito exclusivos de iluminação podem nos auxiliar na efetivação do balanceamento de fases para separar os circuitos de iluminação a escolha foi feita simplesmente considerando a localização de cada cômodo de forma a se minimizar o comprimento dos circuitos algo que conforme será visto possuirá Impacto que pode ser considerável quando da especificação de Condutores assim teremos dois circuitos o circuito 10 destinado a prover a alimentação para o sistema de iluminação dos seguintes ambientes Copa cozinha área de serviço e quartos a suíte e a de solteiro e o banheiro da suite
circuito 11 destinado a prover a alimentação para o sistema de de iluminação dos seguintes ambientes garagem salas de estar e TV circulação e banheiro social obviamente é uma instalação real sem finalidade didática algum critério prático como segurança e ou funcional por exemplo poderás impor definição de circuitos segundo regras que não não sejam puramente com base na localização de ambientes neste slide na tabela é destacado o resultado da separação de nossos circuitos deve-se ressaltar que não se trata da versão definitiva pois ainda teremos que tratar do balanceamento de Fases definir a passagem e especificação de condutos
no presente caso eletrodutos e também providenciar a especificação desses circuitos eventualmente podemos ter que retornar a esta fase para ajustes muito embora tenhamos tentado nos antecipar a problemas que poderiam vir a ocorrer torna-se importante destacar que para projeto de instalações com finalidade não Habitacional nosso trabalho pode ser muito mais simples considerando que os requisitos do negócio tornam Claras as necessidades requisitos restrições e regras para a separação de circuitos muitas vezes existem normas técnicas associadas à destinação da edificação com prescrições muito Claras para edificações residenciais dada flexibilização visando principalmente a redução de custos tem-se muito mais
opções e muitas vezes essa quantidade de possibilidades acaba por dificultar as análises de custo-benefício a proposta aqui elaborada procura garantia de segurança facilidade de execução e manutenção embora possa parecer o contrário tenta-se uma minimização de custos obviamente com a sequência dos trabalhos podesse ar avaliar o quanto dessas vantagens a gente vai conseguir alcançar agora que já temos um esboço de separação de circuitos no próximo material faremos uma primeira avaliação do que fizemos até aqui quando estivermos tratando do balanceamento de fases as Sim vamos encerrar por aqui e por hora muito obrigado